– Andrés & Juvenal: caso de amor?

Insistências sobre informações de Dagoberto, discussões sobre o estádio da Copa, dúvidas sobre a masculinidade, picuinhas entre um e outro… Andrés Sanches adora alfinetar o presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, que gosta de devolver provocação. Ontem, JuJu disse que Andrés tinha “Mobral inconcluso”.

Com Mobral ou não, o homem foi até sondado para presidente da CBF… Duvido que os clubes aceitariam tal nome.

– Porque não me ufano com o futebol…

1-Torcedores profissionais que agridem atletas, impunidade e violência que sai das arquibancadas e vai às ruas. E tem gente que ainda vai ao estádio?

2-Seleção Brasileira forrada de nomes contestáveis, jogadores de empresários e não de clubes, jogo feio e pseuda vitória. Em duas bobeadas mexicanas, ganhamos injustamente o jogo. E há gente que vê isso como algo positivo?

3-Jogador Hernanes sai da Europa, atravessa o Atlântico, desfalca os treinos da sua equipe, cansa, chega ao interior do México para entrar aos 48m do 2º tempo? Brasil precisa fazer tal alteração para matar o tempo? Novos tempos?

4-Nomes de respeito abandonam o país. Por que Zico aceita ir para o Iraque e não ficar aqui no Brasil? Dirigente ou treinador, traria credibilidade para qualquer equipe ou entidade. Abrimos mão de tal talento?

5-Venezuela ganhando da Seleção do melhor do mundo. Alguém duvida que se Messi jogasse na Espanha seu futebol seria muito melhor do que o da Argentina? E o pior é que tem brasileiro feliz pelo resultado! Nossa Seleção deve estar sobrando…

Falando bem claro: por mais que gostemos e vivemos do futebol, tal esporte está sendo decepcionante, não-exemplar e desestimulante. Uma pena.

E você, o que acha do atual momento do futebol, dentro e fora de campo? Deixe seu comentário:

– Papéis Trocados no Palmeiras

Qualquer atitude que envolva violência deve ser condenada. E o atleta João Victor, atleta do Palmeiras, foi vítima dos torcedores organizados que o espancaram   EM FRENTE À LOJA OFICIAL DO CLUBE.

Será que os infratores serão condenados?

quanto tempo vemos violência entre as organizadas e ninguém é punido? Agora, elas agem contra os próprios atletas. Mudará o cenário?

Homem que agride o outro gratuitamente é bandido. E torcedor que bate em jogador por achar que ele é ruim de bola, é bandido, burro e alienado.

Outra coisa: Kleber Gladiador foi o primeiro a se manifestar em apoio do atleta. Mas os agressores não são os mesmos caras que ele costuma se confraternizar, mesmo quando estava no Cruzeiro/MG? Hipocrisia pura.

Finalizando: perceberam que está tudo errado no Palmeiras? O cara linha dura (Felipão) deveria ser diretor de futebol. Mas o homem forte do futebol é Frizzo, calmo até demais, que deveria ser apaziguador do time cabeça-quente.

Que pepino para o presidente Arnaldo Tirone…

– Quem é a Revelação da Arbitragem Brasileira em 2011?

O trabalho de renovação da arbitragem é difícil. Muitas vezes, peca-se pela falta de coragem em lançar novos nomes, e em outras, por lançá-los precocemente.

Algumas federações optam por abrir muitos e muitos cursos de arbitragem. E formam-se números elevados… sobrevivem poucos homens capacitados…

Como o árbitro terá ritmo de jogo se é pouco escalado?

Como o árbitro descansará o corpo se é escalado toda a rodada?

Qual a motivação daquele que “mata um leão por jogo” mas não consegue o objetivo maior: a primeira divisão?

Assim, nesse penúltimo mês de Campeonato Brasileiro, onde todos começaram a discutir: “quem foi o jogador revelação”, desafio:

– “Quem é o árbitro revelação do Campeonato Brasileiro até agora?

Deixe sua opinião:

– O Recuo de Bola no jogo Santos X Palmeiras

Quem inventou que o goleiro não pode colocar a mão na bola, depois de tocada por um companheiro?

Ops: parece que já leu essa introdução? Sim, ela é repetida, pois no último dia 25, no jogo São Paulo X Botafogo, também houve um equivocado recuo de bola na partida. Não era para se marcar tiro livre indireto, mas se marcou.

Hoje, na partida entre Santos X Palmeiras, zagueiro palmeirense se atrapalha e o goleiro Deola segura a bola. É recuo?

Não. Entenda o que a Regra 12 diz (Infrações e Indisciplina):

 

será concedido um tiro livre indireto para a equipe adversária se um goleiro (…) tocar a bola com as mãos, depois de ela lhe ter sido intencionalmente passada com o pé por um jogador de sua equipe (…) ou depois de tê-la recebido diretamente de um arremesso lateral executado pelo companheiro”.

 

Para marcar a falta, é necessário avaliar: o jogador intencionalmente recuou a bola para o seu goleiro com o pé?  

Não. Tanto que Ceretta titubeou claramente na marcação. Não deveria marcar. Errou.

Pior do que a marcação, foi a cobrança! Ao dar o tiro livre indireto, se ele acontece na pequena área, a bola deve ser colocada no ponto mais próximo da infração em cima da linha paralela à linha de meta. Em qualquer falta, a distância deve ser de 9,15m; mas ali, excepcionalmente por não ser possível tal distância, os jogadores adversários devem estar em cima da linha de meta (que é a distância máxima – se em linha reta, vai dar 5,50m). O que menos se observou foi palmeirense em cima da linha, pois na hora do chute, tinha jogador a menos de 2 metros!). Deveria voltar o lance, aplicar o amarelo para quem avançou e repetir o tiro.

No restante, boa atuação do Ceretta em jogo no qual os times ajudaram e sem muita polêmica. Só um grande equívoco: aos 10 minutos, Léo cavou descaradamente uma falta na entrada da área e Ceretta acabou dando. Não foi nada; e se fosse, era para Cartão Amarelo.

Outros temas sobre arbitragem? Visite: http://pergunteaoarbitro.blog.terra.com.br/2011/10/09/o-recuo-de-bola-no-jogo-santos-x-palmeiras/

– E quanto custará a Copa do Mundo no Brasil?

Oficialmente, a Copa do Mundo FIFA 2014 está orçada em R$ 23,8 bilhões. O valor vem da ‘Matriz de Responsabilidades’ um documento que busca fazer o orçamento oficial do dinheiro que vem dos cofres públicos e privados. Cerca de 80% dessa verba é de dinheiro público.

E quem controla isso?

Oficialmente: TCU (Tribunal de Contas da União), CGU (Controladoria Geral da União), Senado e Câmara.

Claro que infelizmente os vultuosos números podem se contradizer. E a transparência nunca ocorre como deveria. Um exemplo disso: Gil Castello Branco, da ONG Contas Abertas  (em http://is.gd/DibSOT), observou que o TCU, até o último dia 06 de outubro (quarta-feira), não possuía um único dado sequer fornecido pelo Ministério dos Esportes sobre gastos do Itaquerão.

Para um leigo, o estádio paulistano da Copa até o presente momento não custou nenhum centavo a ninguém até agora! Ou seja, com quase 10% das obras realizadas, não se contabilizou nem dinheiro publico nem privado. Um feito digno de magia! Estádio a custo Zero.

E você, acredita na transparência das contas da Copa? A conta vai fechar nos R$ 23,8 bi ou não? Deixe seu comentário:

– Cuca, o Melancólico Entusiasta?

Com todo respeito ao Cuca, mas… sempre o vejo melancólico, cabisbaixo, triste. Entretanto, disse que não sairá do Atlético Mineiro pois:

Permaneço, tem jogo quinta, tem de levantar o emocional de todo mundo para vencer na quinta-feira

Xi… acho que não seria o ideal motivador…

– O que buscam os Sites de Arbitragem?

Costumo receber muitas mensagens anônimas em meus blogs, e normalmente, quando são ofensivas, falsas ou mal-intencionadas, a moderação barra.

Uma delas, também anônima, trouxe a baila uma questão bacana para se discutir, e outra bem delicada. A primeira parte da pergunta:

 Porcari, parabéns pelo seu site do Pergunte para o árbitro, e queria saber o que você acha dos sites do Apito Nacional e do Voz do Apito, em quem dá para confiar?

Caro anônimo, há pouca coisa sobre arbitragem no Brasil. Como em todo segmento, o que há na Internet deve ser peneirado, pois existe muita coisa ruim e pouca boa.

Agradeço aos elogios ao “Pergunte ao Árbitro” – http://pergunteaoarbitro.blog.terra.com.br, tal elogio é motivador.

Mas ele é apenas um blog de tira-dúvidas de regras e algumas curiosidades sobre os bastidores da arbitragem “propriamente apitada”, nada de política.

Sobre assuntos extra-campo, costumo postá-los em outros blogs, em particular o “Blog do Professor Rafael Porcari”, onde outros temas são abordados. É um blog sobre contemporaneidades, onde entra Administração de Empresas, Globalização, Ética, Comportamento, Religião, e, claro, Futebol & Arbitragem. Ele não tem características informativas, apenas discursivas e de busca do sadio debate e desenvolvimento do espírito crítico (idéia originalmente utilizada em minhas atividades acadêmicas). Mas, lembremos: BLOG é um diário pessoal virtual.

Os sites que trazem relevantes informações sobre bastidores e outras coisas importantes do mundo do apito (e, claro, muitas vezes também podem fomentar a discussão democrática) são os citados: Voz do Apito e Apito Nacional. O primeiro, do jornalista Pedro Paulo de Jesus; o segundo, do ex-árbitro Marcelo Marçal, que mantém o Blog do Marçal.

Sobre quem confiar? Ué, nos dois. São pessoas que dão a cara a bater. Se divulgam uma informação, o fazem com o espírito jornalístico. Se buscam a troca de idéias e conhecimentos, o fazem com o desejo de contribuir. E, evidentemente, respondem pela responsabilidade do que publicam.

Agora, a segunda parte:

 Uma hora um defende algumas pessoas e outra hora defende outras. Tem alguma coisa a ver com rabo preso? Os caras buscam algum interesse pessoal?

Bobagem. É gente que quer o bem da arbitragem. Mas é claro que existe também o fator “infelicidade”. Todo mundo erra. E, às vezes, o erro toma proporções desagradáveis. No mundo das vaidades, se um terceiro fica de mal com o outro, ganha a simpatia de outrem. E vice-versa. E se o assunto é delicado, as proporções aumentam. E se os erros aumentam, idem proporcionalmente. Tudo porque muitas pessoas gostam que apenas se fale bem. Criticou? Surge a vaidade citada nesse mesmo parágrafo.

Todos tem sua linha de trabalho. Respeito-os. Escrevo uma coluna desde há pouco tempo no Voz do Apito do Pedro Paulo; conheço o Marcelo Marçal desde antes do Apitonacional. Ambos são respeitosos; ambos são responsáveis; ambos lutam pela a arbitragem.

Sobre tudo isso, fica uma questão que extrapola a arbitragem: Prazer, Independência e Responsabilidade. Qualquer site, blogueiro ou formador de opinião, se estiver preso a qualquer associação, cooperativa, ou entidade que permita contestação, tem que se policiar. Aí é que vem o crédito e/ou descrédito: a possibilidade de viés!

E quem não tiver competência, formação, profissionalismo… que agüente os elogios, críticas e/ou imagem amarrada a chapabranquismo ou não.

– A Chuteira Verde do Imperador: Amadorismo, Superstição, Medo ou Simplesmente… Tolice?

Segundo o Jornal Lance!, deste sábado, Duílio Monteiro Alves, diretor do Corinthians, se desesperou ao ver Adriano Imperador treinar com chuteiras verdes. Fez o atacante trocá-las, pois a torcida poderia interpretar mal.

Cáspita, é claro que ele fala do fato dela ser Verde e burramente fazer alusão ao Palmeiras.

Pensando assim…

-No almoço dos atletas tudo o que for verde deverá ser retirado do prato?

-Caso conquiste o Campeonato Brasileiro, irá omitir qualquer adorno verde do brasão da CBF que faz menção ao campeão da temporada?

-Que tal arrancar a grama do CT, já que ela é verde?

Time que é grande deve pensar mais alto… essas bobagens devem ficar com os torcedores fanáticos, não com dirigentes ou atletas profissionais.

O gozado é que a outra chuteira escolhida era cinza e rosa… Os adornos que fazem alusão à feminilidade podem; mas ao verde…

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Deputado Vicente Cândido joga pra qual time? Para o Brasil ou para a FIFA?

Defender os interesses do Brasil deve ser a primeira missão de um deputado brasileiro, correto?

O que se pode dizer do deputado petista Vicente Cândido, que em todo discurso vai contra os anseios da população e defende tudo o que a FIFA pede para o Brasil? E o incrível é que ele é do mesmo partido da presidente!

Em suas falas, ele sempre coloca defeito no que o Brasil quer nas relações divergentes da FIFA. E defende a entidade. Por quê?

Hum… aqui em São Paulo, não é ele amicíssimo do presidente da FPF Marco Polo Del Nero?

Como os interesses dos dirigentes e poderosos é diferente da população, não?

– Números Curiosos do Mundo do Futebol nesta 3ª feira:

Aqui, 4 Números interessantes do futebol nesta terça-feira:

NÚMERO 1: 24 pagantes dá lucro a algum time? Na partida válida pela série B do Brasileirão, Duque de Caxias 0X0 Paraná, em Volta Redonda, esse foi o espetacular número da platéia. Enquanto que a 2ª Divisão da Inglaterra tem seus direitos de transmissão vendidos por valores acima de muitos campeonatos da primeira divisão europeus, e taxa de ocupação nas arquibancadas beirando 80%, aqui temos mais gente dentro do gramado do que na arquibancada.

Será que não temos clubes demais? Não era hora de repensar a série A para fortalecer a série B?

Hoje, as duas divisões somam 40 clubes. Se a série A e a B tivessem 16 clubes, o total seria de 32. Provavelmente, na segundona teríamos todo ano alguns times grandes, e clubes de aluguel não teriam tanto espaço. Que tal a idéia?

NÚMERO 2: Maiores torcidas segundo o IBOPE nesta terça-feira: 13% Flamengo, 13% Corinthians, 8% São Paulo e 6% Palmeiras.

No ano passado, o mesmo IBOPE dava 17,3% ao Flamengo, após recém-conquista de 2009.

Sempre tenho o pé atrás nesse tipo de pesquisa. Se o DataFolha fizer um levantamento, os números seriam idênticos? Claro que não. Aqui vai a questão do torcedor pós-vitória, dos torcedores ocasionais e os que não torcem mas nutrem certa simpatia. E dos que não gostam de futebol! Números complicados… Vale como base, não como verdade absoluta.

NÚMERO 3: Sabem qual é o 1º. Lugar em downloads nos aplicativos de smartphones na última semana? Um joguinho chamado Extreme Kick – você é o jogador. Se recebeu Cartão Vermelho tem direito a um super chute nos fundilhos do juiz. Ao receber Amarelo você pode xingar, e a cada marcação do árbitro, uma ação de desaprovação do jogador. Sucesso entre boleiros e talvez entre não boleiros. Educativo, né?

NÚMERO 4: O número de escalas de Francisco Carlos Nascimento, conhecido como Chicão de Alagoas! Mesmo após atuações ruins (vide Atlético/MG X Ceará/CE), estará na partida Botafogo X Bahia no próximo domingo. Sujeito de sorte, não? A bola dele no Globinho é boa, persistente!

Guilherme Ceretta de Lima no Santos X Palmeiras. Se estiver focado, ótima escala. Está no momento de deixar o rótulo de promessa e se tornar realidade. E novamente o amigo Rodrigo Guarizzo Ferreira do Amaral como 4º árbitro. Não estaria na hora de dar uma chance a esse bom árbitro na série A?

Jean Pierre, gaúcho, estará no jogo do Corinthians X Atlético-GO. Depois do RS ter tido 3 FIFAs (Simon, Gaúcho, Vuaden), hoje tem apenas 1, reprovado no teste físico; aspirante lesionado e a necessidade de novos nomes. Domingo, no Morumbi, experimentaram Fabrício Neves Correa em um grande jogo. Agora, numa partida de expressão menor, outra tentativa de firmar um gaúcho. Boa sorte ao árbitro.

E você, o que acha disso? Deixe seu comentário:

– Atletas de Futebol ensinam: Como ganhar e como perder dinheiro!

Boa matéria da Revista Exame (citação abaixo), onde temos exemplos impressionantes de como ganhar muito dinheiro e perder na mesma proporção.

Abaixo, extraído de: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/o-que-aprender-com-os-craques-em-esbanjar-dinheiro

O QUE APRENDER COM OS CRAQUES EM ESBANJAR DINHEIRO

Gastos milionários e falta de planejamento financeiro estão entre os erros dos atletas que chegaram a perder todo o patrimônio acumulado ao longo da carreira

São Paulo – Com poucos anos de trabalho, muito dinheiro no bolso. Na trajetória de craques do futebol descobertos na adolescência, salários polpudos costumam se somar a generosos contratos de publicidade com cada vez mais frequência. Mas se a ascensão dentro e fora dos gramados é meteórica, a queda – pelo menos financeira – também pode ser.

“Via de regra esses profissionais ganham muito dinheiro em um prazo curto de tempo. A fartura pode dar a impressão que os recursos nunca vão acabar”, afirma o educador financeiro Mauro Calil. Para ele, a rápida mudança no padrão de vida facilmente pode se converter em descontrole. “Muitos esticam o salário e gastam em excesso com coisas que não tinham, como carros importados, viagens caras e roupas de marca.”

Segundo Calil, qualquer aumento é motivador – mas por apenas três meses. “A partir daí você já se acostuma a fazer gastos mais altos, achando que o ideal seria que você ganhasse um pouco mais”, alerta. A lição que fica é a mesma para qualquer pessoa, independente de demonstrar ou não habilidade com a bola: saber dizer não às tentadoras possibilidades de consumo, poupando no mínimo 10% salário é imprescindível para viver com conforto no futuro.

Dívida e prisão=

Marcada por tumultuados episódios financeiros, a vida pessoal do ex-jogador Romário ganhou as páginas dos jornais em 2009. Na época, o baixinho perdeu sua cobertura na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, e chegou a passar um dia atrás das grades. O motivo? Dívidas e não pagamento de pensão alimentícia. 

Em pelo menos duas ocasiões a informalidade do craque em lidar com suas pendências lhe custou caro. Seu vizinho de baixo o processou por uma infiltração em 2003. O dano teria sido causado por obras feitas no apartamento de Romário. Inicialmente, o ex-jogador teria tentado resolver o impasse com um mal sucedido acordo verbal. Desde o início da pendenga, o processo exigiu o ressarcimento pelo reparo, além do valor que o vizinho deixou de embolsar com o aluguel do imóvel.

Com o impasse, os anos passaram e o prejuízo só cresceu. “Não tem jeito, quanto mais rápido você resolver problemas que envolvem dinheiro, menor será a dor de cabeça, já que juros e correção monetária devem aumentar significativamente o tamanho do rombo”, alerta o educador financeiro Mauro Calil. No caso de Romário, a indenização estipulada em 2009 passou de 5,5 milhões de reais. 

Para arcar com o pagamento, a justiça determinou que o craque leiloasse seu apartamento de 776m², vendido por 8 milhões de reais. O dinheiro foi usado para quitar outras dívidas deixadas pelo caminho, como parcelas de condomínio atrasadas e débitos com a Receita Federal.

Romário também emprestou recursos ao Vasco e até abriu mão dos seus direitos de imagem. A camaradagem, contudo, não foi reconhecida pela nova diretoria do clube, que não assumiu a dívida de 22 milhões reais feita com o craque. Como não há recibos formais de depósitos, mas apenas lançamentos no balanço do Vasco e uma confissão assinada pela antiga diretoria em 2004, o baixinho ficou a ver navios em uma querela que pode se estender por anos a fio. 

Para Mauro Calil, não importa quais forem os laços de amizade ou família. Antes de emprestar dinheiro, qualquer pessoa deve se cercar de garantias. “Registre uma nota promissória ou um termo de confissão de dívida no cartório de títulos”, aconselha.

A maré da sorte pode ter mudado para o baixinho depois de ele ter assumido o mandato de deputado federal. Para Müller, seu companheiro na conquista do tetracampeonato mundial de futebol, 2011 foi o ano de assumir os erros do passado. Recentemente o ex-jogador veio a público dizer que embora tenha acumulado rios de dinheiro enquanto jovem, a fortuna foi torrada em gastos “desnecessários” e “vaidades pessoais”. 

Morando na casa de um amigo e sem nenhum dos vários carros e imóveis que chegou a ter, o ex-jogador chegou inclusive a vender a igreja da qual foi pastor. “O erro foi a falta de planejamento financeiro”, diz Calil. “O ideal para qualquer pessoa é aplicar a regra dos 70/30. Viva com 70% da sua renda e guarde 30% dos recursos todos os meses, sendo que o comprometimento com prestações pode tomar no máximo 20% do salário.”

Embora com consequências menos drásticas, a história do ex-jogador Zé Elias também costuma se repetir com muitos outros craques. Preso por um mês por não pagar pensão alimentícia aos dois filhos, o ex-corinthiano ganhou a liberdade no fim de agosto. 

A dívida foi estimada em quase 1 milhão de reais. “Pesquisando os hábitos do pai, um advogado hábil sempre poderá provar que o relógio caro, os ternos bem cortados, as grifes e os carrões são uma prova de que o jogador pode sim arcar com pensões altas”, afirma Mauro Calil. “Mas a carreira pode acabar rápido e o jogador descer de 300.000 reais por mês para muito menos que isso. Se ele mantiver o mesmo nível de gastos, entretanto, este será o parâmetro para o pagamento da pensão.”

Depois da experiência, Zé Elias alegou não conseguir mais dormir e chegou a sugerir que os casos como o seu poderiam receber pena alternativa. O jogador também fez um alerta aos mais jovens, afirmando que a falta de instrução e o reconhecimento da noite para o dia poderiam abrir caminho para que muitos aproveitadores, homens e mulheres, pegassem carona na fama dos atletas.

– Quando se pode ou não trancar um adversário? O cartão equivocado do sãopaulino Lucas e a Análise da Arbitragem de São Paulo X Flamengo

Um lance me chamou a atenção nessa tarde no Morumbi, na partida entre São Paulo X Flamengo: um tranco punido com cartão amarelo cometido pelo atleta Lucas.

Vamos lá: o tranco é válido no futebol. E as diretrizes da regra 12 definem tranco como:

O ato de dar um tranco em um adversário representa uma disputa por espaço, usando o contato físico, mas sem usar braços ou cotovelos, e com a bola a uma distância de jogo. É uma infração dar um tranco de maneira imprudente, temerária ou com uso de força excessiva”.

1-Lucas, ao dar o tranco em seu adversário flamenguista Júnior César no primeiro tempo, usa os braços ou cotovelos para empurrá-lo? R: Não.

2-Há a busca da disputa pelo domínio da bola ou a jogada é fora do lance? R: Existe disputa leal.

3-O tranco foi imprudente (poderia ter machucado o adversário por descuido de Lucas, e assim seria falta sem aplicação de cartão), temerário (empurra com tal força que seria impossível manter-se de pé, e assim seria falta com aplicação de cartão amarelo) ou com força excessiva para machucá-lo (propositalmente, e assim seria falta com cartão vermelho)? R: Nada disso. Há a disputa por espaço usando o contato físico sem uso de braços ou cotovelos, buscando a posse de bola. Assim, errou o árbitro ao marcar infração.

Algo importante que os árbitros costumam (e devem sempre) observar: uma bola dominada através de um tranco pode resultar em queda do adversário, e que muitas vezes leva o torcedor a entender o lance como faltoso. Lembremos: o futebol tem contato físico, a queda é resultante de uma disputa legal, respaldada pela regra, e o jogo deve seguir.

Nesta tarde, no Morumbi, Fabrício Correa-RS, que ganhou de Evandro Roman-PR no sorteio desta rodada, por tal erro infeliz, acabou tendo que expulsar o atacante sãopaulino que infantilmente, tendo já recebido o cartão amarelo, calçou o seu adversário Willians no 2º tempo numa jogada típica de amarelo. Por conseqüência disso, Vermelho.

Respeitosamente, mas… quantos jogos da série A o árbitro já apitou? Ôpa, respondo: 9 partidas, sendo a média de 0,1 vermelho por jogo em partidas menos complicadas – 1 cartãozinho vermelho solitário em 9 jogos). Sinceramente, o jogo era maior do que ele.

Sabemos que a Escola Gaúcha de Arbitragem é menos rigorosa em relação às jogadas ríspidas. Não tem essa de “encostou, é falta”. Fabrício acabou não sendo tão gaúcho nessa hora. Talvez pelo campo molhado, quís segurar o jogo de maneira equivocada. Ao invés de se impor com a autoridade, se impôs permitindo paralisações. Seria para recuperar o fôlego, já que no segundo tempo ficou vendido em algumas jogadas pelo nítido cansaço?

Um árbitro se impõe pela palavra e postura. Dias atrás, no Majestoso, Seneme, só de olhar feio para o atleta, já ganhava o jogo. E quando dava uma bronca, não era tripudiado. Luís Fabiano colocou o dedo em riste no árbitro que nada fez. Ronaldinho Gaúcho? Carta Branca para pintar, bordar, reclamar, apitar…

Os retardamentos por cera foram explícitos. Nenhuma bronca, nenhum cartão por tal ato.

Um acerto: Dagoberto arrancar a camisa na comemoração do gol e receber o amarelo. Tudo bem, o cara está na euforia, empolgado por um gol importante naquele momento, mas… jogador profissional não sabe que vai receber amarelo ali? Pareceu um cartão muito cavado. Na sequência, no linguajar bem popular, “passou o rodo” no flamenguista (seria o Gualhardo?), na frente do árbitro, e não foi expulso.

Compare: o primeiro cartão amarelo de Lucas e o não-cartão de Dagoberto nesse lance citado. Não é desproporcional?

Luxemburgo foi esperto. Airton estava louquinho para receber o segundo amarelo, e logo após a expulsão de Lucas, o sacou para não ficar com um a menos, pois temendo a fragilidade do árbitro, se preocupou com a chamada “média” – que, entenda aqui, fraqueza e aceite de pressão psicológica por compensação. Aí, Willians se encarregou de em 10 minutos receber 2 amarelos bobinhos (bem bobos mesmo) e ser o ‘homem a ser expulso’.

O jogador de futebol percebe quando o árbitro está fragilizado ou sentiu a pressão do jogo. E jogador experiente tira proveito disso. Ronaldinho Gaúcho sabia que não seria expulso nem advertido e ficou buzinando na orelha do árbitro. Luís Fabiano até tentou fazer a mesma coisa, mas teve que ser sacrificado pelo erro de Lucas. Ponto positivo para o Dentuço, ponto negativo para o árbitro gaúcho.

E você, o que achou do jogo? Deixe seu comentário:

(esse texto pode ser acessado no blog PERGUNTE AO ÁRBITRO, visite: http://is.gd/JpKcUe)

– Quanto custará, de verdade, o Estádio do Corinthians?

Quando surgiu a história de que seria construído o novo estádio do Corinthians, em Itaquera, Luís Paulo Rosemberg, diretor de Marketing, disse que com a venda dos Naming Rights pagaria o custo (por volta de R$ 260 milhões).

O estádio inflacionou-se para R$ 400 milhões, e, primeiramente, Andrés Sanches que não pensava em “Estádio da Copa”, mas sim como Arena do Timão. Depois virou estádio oficial da Copa em SP… o preço foi subindo, subindo…

Na Revista Época dessa semana, o presidente do Corinthians declarou que:

Quem fez o estádio [Itaquerão] fui eu e Lula. Garanto que custa mais de R$ 1 bi“.

Imediatamente o Corinthians desmentiu, e colocou no site que o custo será de “apenas” R$ 820 milhões, dizendo que é falso o valor da Revista.

Porém, a Época desmentiu o desmentido, e colocou no Twitter, há pouco, o áudio da entrevista com a afirmação de Andrés Sanches sobre o 1 bilhão! Aqui: http://glo.bo/qxdlOq

A pergunta básica: Quanto custará de verdade e de onde virá o dinheiro desse estádio?

Ninguém sabe ao certo quanto vem da Iniciativa Privada, do Governo ou de renúncia fiscal. Toda semana os números mudam! E até a inauguração do estádio, o quanto mais vão inflacioná-lo?

Uma observação: na mesma Época se fala sobre os amigos de André Sanches, todos ligados ao jogo do Bicho (que, verdade seja dita, são denunciados há tempos pelo “Blog do Paulinho”, que absurdamente é censurado por falar tais verdades). Bicheiro não é contraventor nesse país? Não deveriam estar na cadeia, ao invés de serem dirigentes e amigos do peito de Andrés Sanches?

Confesso estar indignado…

E você, o que pensa sobre isso?

– Felipão, a Lei do Silêncio e os culpados

Felipão disse que não existe a lei do silêncio imposta no Palmeiras, e que isso (em outras palavras) é fruto da intriga da Imprensa!

Os péssimos resultados, o empate contra o lanterna do campeonato em casa, além das confusões do clube, devem ser mesmo fruto da imprensa…. é ela quem marca, quem bate pro gol, quem treina o time e quem escala. Outro dia, a culpada era a arbitragem. E na semana que vem, quem será?

O desprestígio do Palmeiras e a péssima fase são nítidos. Nessa semana, o jornal Lance, por exemplo, trouxe duas capas: sempre com uma do São Paulo e outra do Corinthians. Palmeiras só no rodapé.

E você, o que pensa sobre isso? De quem é a culpa?

– Lei Geral da Copa: Dona Fifa versus Dona Dilma

Quer dizer que a Dona Fifa foi pedir à Dona Dilma que suspenda o Código de Defesa do Consumidor durante a Copa do Mundo para seus eventos?

A entidade máxima do futebol quer várias regalias, entre elas: fim das meia-entradas (a meia-entrada de estudante varia por estado, a meia-entrada para idoso é Lei Federal), quer ser ela a determinante dos preços de qualquer coisa que possa ser cobrado em relação ao evento, e, por incrível que possa parecer, não quer se submeter ao Estatuto do Torcedor.

Aí fico pensando: Quem sorteará os árbitros das partidas da Copa? Claro, afinal se o evento é em nosso país e o torcedor é consumidor, tem que haver sorteio de arbitragem para a Copa do Mundo também.

Será hilário: quem vai tirar a bolinha dos jogos? Blatter, Bussaca, Jerome Valckie, Ricardo Teixeira, Marco Polo?

Hum… de repente, poderemos ter árbitros ‘sorteados a dedo’? Não esqueçamos de Byron Moreno, equatoriano que garfou a Espanha e a Itália na Copa e hoje curte a cadeia nos EUA, por porte de heroína.

Não votei na Dilma e não gosto de suas posições, mas nessa questão (endurecer com a FIFA e fazer prevalecer a nossa soberania), dou 10!

E você, o que acha de tudo isso? Deixe seu comentário:

– Fino Humor de Tutty Vasques: Pelé ou Lula?

Quem é melhor: Lula ou Pelé? Só se fala disso na Science-Po de Paris. Os acadêmicos franceses perderam inteiramente a noção das coisas!

Sem comentários… Perfeito!

– “The Economist” ataca Ricardo Teixeira por Manchas e Gols Contras

Parece que não é só no Brasil em que a imprensa está em cima de Ricardo Teixeira. A The Economist, importante revista de circulação mundial, relata um histórico de gestão nebulosa, manchas e gols contras do mandatário. E cita que a presidente Dilma Roussef preocupa a FIFA, por não estar alinhada nem compactuar com as idéias do presidente da CBF.

Abaixo, extraído de: http://www.economist.com/node/21530991

OWN GOLS FROM SENHOR FUTEBOL

Brazil hopes that the 2014 World Cup will boost its image, but the country’s football federation is shrouded in sleaze

IT IS the only country to have played in the final stages of every football World Cup and it has won it five times, more than anybody else. So Brazil feels proprietorial about the tournament, which it is to host in 2014. Another victory, good football and a party atmosphere would satisfy the demanding home fans, as well as many of the 600,000 expected from abroad. But for Brazil’s government the run-up to the tournament is not going well.
It is becoming clear that promised improvements to the country’s creaking transport systems are unlikely to amount to much. Of 49 planned urban-transport schemes in the host cities, work has started on just nine. Airport upgrades are running behind schedule too, and more than half are just temporary fixes. The government is trying to damp down expectations. In an interview with Carta Capital, a weekly magazine, Brazil’s president, Dilma Rousseff, said that the urban-transport improvements were not essential for the tournament’s success. Miriam Belchior, the planning minister, suggested that the government would declare holidays on match days to avoid traffic jams.
Sepp Blatter, the president of FIFA, world football’s governing body, has written to Ms Rousseff expressing concern. But Ms Rousseff has cause to worry about FIFA. Just when she is doing her best to clean up the country’s politics—she has sacked four ministers over corruption claims—the World Cup is being run by one of football’s most tarnished figures. And claims of sleaze keep on coming.
Ricardo Teixeira, who is president of the local World Cup organising committee and a member of FIFA’s executive committee, has been chairman of the Brazilian Football Confederation (CBF) since 1989. He is a protégé of João Havelange, who ran FIFA for almost a quarter-century until 1998. Mr Teixeira has been fighting accusations of graft for years. In 2001 investigations by Brazil’s Congress into corruption in football found irregularities in a deal arranged by Mr Teixeira under which Nike, an American sportswear firm, sponsored the national team. The congressional committee of inquiry passed on to the public prosecutor some 13 charges against him, including embezzlement, money laundering and tax evasion. All were subsequently dropped. (Nike says the contract was “fully legal in essence and spirit”.)
“Panorama”, a BBC television programme, has accused Mr Teixeira and Mr Havelange of taking bribes in the 1990s related to marketing rights for games. Earlier this year Lord (David) Triesman, the man who launched England’s failed bid to host the World Cup in 2018, said that Mr Teixeira had asked for money in return for his vote.
In an interview in Piauí, a Brazilian monthly, Mr Teixeira denied the BBC’s claims. He said the English were “pissed off because they lost” and that he would have his revenge on the BBC: as long as he is at the CBF and FIFA, “they won’t get past the door.” He boasted that in 2014 he would do “the most slippery, unthinkable, Machiavellian things [such as] denying press credentials, barring access, changing game schedules.” The sports minister, Orlando Silva, had to promise that all journalists would be fairly treated and allowed to do their work.
A FIFA investigation cleared Mr Teixeira of Lord Triesman’s allegations. Mr Havelange has not responded to the BBC’s allegations. But the International Olympic Committee, of which Mr Havelange is a member and which has stricter ethical standards than FIFA, is investigating them. This week a Brazilian prosecutor declared that he will order police to look into whether Mr Teixeira was guilty of money laundering and tax crimes.

Marketing games
Another brewing scandal concerns a friendly game between Brazil and Portugal in Brasília in November 2008. Associates of Mr Teixeira received millions from the event. Around the same time they appear to have signed contracts committing them to pay large sums to Mr Teixeira for purposes that remain obscure. Six months before the match Sandro Rosell, who is now the president of Barcelona Football Club, the European champions, became a director of Ailanto, a sports-marketing firm in Rio de Janeiro set up shortly beforehand.
Mr Rosell has been doing business with Mr Teixeira for years: he moved to Brazil as Nike’s director of sports marketing in 1999 to manage the company’s relationship with the CBF. A week before the Brasília match, the government of the Federal District signed a contract to pay Ailanto 9m reais ($4m at the time) for the marketing rights and for other loosely defined services, including arranging transport and accommodation for both teams’ players. (The then governor of the Federal District, José Roberto Arruda, was later imprisoned and charged by the Federal Police over corruption relating to other matters.)
That deal is now being investigated for padding and corruption. The public prosecutor’s office in Brasília says that receipted expenditure relating to the game was only around 1m reais—and that in any case the Football Federation of Brasília (FBF), an affiliate of the CBF, had paid. It also says that, although the Federal District government bought the rights to the game, the money from ticket sales went to the FBF. Brasília’s police force has searched Ailanto’s premises in Rio de Janeiro, seizing documents.
Alongside these deals run three others whose purposes are not immediately obvious. The Economist has copies of what appear to be the contracts for all three. One dated March 2009 commits Vanessa Precht, a Brazilian who formerly worked at Barcelona FC and who was Mr Rosell’s partner in Ailanto, to leasing a farm in the state of Rio de Janeiro from Mr Teixeira for 10,000 reais a month for five years. Rede Record, a Brazilian television network, visited the farm in June and could find nobody who had heard of Ms Precht. Two Brazilian congressmen have called for an investigation to establish whether the deal was a way for Ms Precht to return to Mr Teixeira some of the money Ailanto earned from the Brazil-Portugal friendly.
The other two contracts were signed separately in July 2008 by Mr Teixeira and Mr Rosell with Cláudio Honigman, a financier who is a partner of Mr Rosell’s in a different Brazilian sports-marketing company, Brasil 100% Marketing. Mr Honigman undertook to pay each man 22.5m reais to buy back options on 10% of the shares in Alpes Corretora, a São Paulo brokerage, which the contracts state he had previously sold to them. A spokesman for Alpes Corretora has told The Economist that Mr Honigman never had any interest in any shares in the company. Mr Rosell and Mr Teixeira declined to comment for this article. Mr Honigman’s lawyer says that he has been unable to contact him. Ms Precht did not respond to our request for an interview.
The panjandrums of international football have traditionally been untouchable: FIFA is a law unto itself. Mr Teixeira has kept his position at the top of Brazilian football despite previous corruption claims. But this time may be different.
FIFA’s lawyers are trying to block the publication of a report by the public prosecutor in the Swiss canton of Zug on a criminal investigation into payments received by senior FIFA officials in the 1990s. The officials’ defence was that taking commissions was not illegal under Swiss law at the time. But since the money was intended for FIFA, the prosecutor investigated the individuals pocketing it for criminal mismanagement and misappropriation. The investigation was dropped after two officials agreed to pay 5.5m Swiss francs ($6.2m) to the canton, which passed the money to FIFA and charities. Both denied criminal wrongdoing.
The report was shelved at the request of the officials’ lawyers. So their identities have not been disclosed, though the lawyer for one of them said that his client is an old man in poor health who no longer has an official role. That appears to describe Mr Havelange, who is 95 and is FIFA’s honorary president. The Zug high court is to decide in the next few weeks on petitions by journalists for the release of the report. The Economist contacted Mr Havelange’s office in Rio de Janeiro regarding these matters, but he declined to speak to us.
Inside Brazil, too, the ground is shifting under Mr Teixeira. Ms Rousseff has appointed Pelé, Brazil’s most famous footballer, as the government’s honorary World Cup ambassador and is trying to freeze Mr Teixeira out. The organising committee left Pelé off the guest list for the World Cup draw in July. Ms Rousseff brought him along anyway, and also made much of him at a ceremony on September 16th marking 1,000 days till kick-off. “With all due respect to FIFA and the CBF,” Ms Rousseff told Carta Capital, “the face of [the tournament] abroad will be Pelé.”

– Cadeia para Cambistas!

Ótima a ação da PM hoje no Morumbi. Foram presos 9 cambistas e recuperados quase 300 ingressos do jogo São Paulo X Flamengo que, para o consumidor comum, estavam esgotados.

Ingresso de R$ 30,00 eram cobrados por R$ 100,00. É mole?

– Agora não existe Mala Preta?

Nessa fase do Campeonato Brasileiro, alguns clubes pequenos vem roubando pontos dos grandes. Atlético Goianiense roubando pontos do Vasco da Gama, América ganhando do Fluminense, e outros rabeirinhas ganhando dos ponteiros.

Uma observação do amigo e treinador Wilsinho Ferreira (ele mesmo, ex-jogador do Palmeiras e Paulista de Jundiaí):

– Se estivéssemos nas últimas rodadas, não estaríamos falando em mala preta?

Aí fica a dúvida para a reflexão: com a decisão de marcar clássicos nas últimas rodadas, não estaríamos adiantando a mala preta (e agora ela corre mais na surdina e desapercebidamente), ou nada disso: são apenas vacilos dos líderes que menosprezam os pequenos?

Quer comentar? Deixe sua mensagem:

– Tinker Bell e Galvão Bueno: abrupta diferença na escolha…

Confesso que me senti o pior pai do mundo. Minha pequena Marina queria assistir pela enésima vez a “Tinker Bell e o Tesouro Perdido”, que passava no Disney Chanel. O maldoso papai queria Brasil X Argentina, no mesmo horário.

Convenci a Marininha a brincarmos de teatrinho da Cinderela enquanto dava olhadelas no jogo. E não é que o Neymar, enquanto ciscava no meio do campo e fazia firulas não-objetivas no meio de campo, tinha ao fundo a voz do Galvão: Neymarrrrrrrrrr…

Aí que está a diferença entre os bons e maus locutores: jogo modorrento e o cara consegue transformar partida enfadonha e sonífera em emoção.

Admiro caras inteligentes. Galvão é amado e odiado pelo mesmo motivo: o carisma. É 8 ou 80, mas inegavelmente, competente.

Mas confesso que não dá: após o gol do Lucas, num Mangueirão em êxtase e com o narrador transformando o caça-níquel numa final de Copa do Mundo, ser levado a crer que os escolhidos de Mano representavam a Pátria é demais! É subestimar a inteligência! Verdadeiro pão-e-circo… Fora o fato da constante lembrança de que 25.000 pessoas compareceram aos treinos.

Me senti um carrasco. Deixar de ver as doces aventuras da fadinha Tinker (que na minha infância era a coadjuvante Sininho das aventuras do Peter Pan), para deixar no ufanista pseudo-embate entre os gigantes da Sulamérica, é demais! Fui dormir.

E você, gosta do Galvão ou não? Deixe o seu comentário:

– As atrações do Daguestão

A pequena ex-república soviética do Daguestão, encravada no meio da Rússia, deve ter algo de especial que nós não conhecemos.

Após a eliminação da Libertadores da América, o lateral-esquerdo Roberto Carlos foi para lá, no Anzhi, evidentemente, por um caminhão de dinheiro. Está certo, foi garantir uma aposentadoria polpuda.

Lá chegando conquistou a simpatia de muitos e convenceu outros brasileiros a irem para o time. Também atuou como intermediário de atletas de outras partes do mundo, conselheiro, candidato à presidente do clube no futuro, representante oficial, embaixador, e… agora, técnico!

Uau. Que paixão pelo clube. Ares do Daguestão?

– A Decisão do STJD mostra: o Que Pode e o que Não Pode em Campo!

Fortaleza X CRB jogaram de maneira estranha, semana passada. Os observadores mais atentos do futebol colocaram a partida sob suspeita, numa possível combinação de resultados para que o clube cearense não fosse rebaixado. Até mesmo Galvão Bueno, no.1 do Esporte da Globo, condenou publicamente na sua última edição do “Bem Amigos”, da Sportv, pedindo severas punições à ambas equipes.

Os lances condenáveis estão em: http://is.gd/dW1nKO

O absurdo erro aos 49m do 2º tempo, por parte da arbitragem, em: http://www.youtube.com/watch?v=D5GogsDQMBE&feature=player_embedded

Pois bem: ontem, o STJD julgou a partida. E sabe o que aconteceu? Quase nada!

1-Fortaleza e CRB foram considerados inocentes, pois os auditores não entenderam que houve ‘combinação’.

2-Carlinhos Bala levou multa de R$ 10.000,00 + 6 jogos de suspensão por atitudes antideportivas.

3-O árbitro Gutemberg de Paula foi absolvido.

Assim, podemos, por analogia, dizer que: Se houver combinação, puna-se o jogador que combinou; não a equipe. E se o relato do árbitro não for claro e nem necessariamente ter sido correto nas marcações, tudo bem. Quem vai punir será a CA-CBF. Ou não?

Para coroar o julgamento, olha que irônico: Anapolina/GO X Tocantinópolis foi anulado por… suspeita de combinação de resultados! Aqui: http://justicadesportiva.uol.com.br/gmsonline/index.asp?idtribunal=1

VOTOS DOS AUDITORES, EXTRAÍDO DE: http://is.gd/iel40X

– Francisco de Assis Pessanha: Absolve o Fortaleza da possibilidade de exclusão do campeonato; multa Fortaleza e CRB em R$ 20 mil pelo atraso no retorno ao gramado; absolve o árbitro Gutemberg de Paula Fonseca; aplica um jogo ao jogador Paulo Rodrigues, do CRB; aplica dois jogos ao goleiro Cristiano, também do CRB; absolve o jogador Maizena, do CRB; suspende Carlinhos Bala, do Fortaleza, por seis partidas, e ainda o multa em R$ 10 mil.

– Otacílio Araújo: Diverge em relação à multa aplicada, estipulando em R$ 15 mil pelo atraso a multa ao Fortaleza e R$ 10 mil ao CRB. E mais R$ 5 mil ao Fortaleza por uma garrafa arremessada. E absolveu Carlinhos Bala.

– Marcelo Tavares: Aplica multa de R$ 10 mil e 12 partidas de suspensão ao atacante Carlinhos Bala; mantém a pena de R$ 20 mil aos clubes pelo atraso. Absolve o Fortaleza da exclusão do campeonato. E acompanha Otacílio para multar o Fortaleza em R$ 5 mil pelo arremesso da garrafa. Também absolve o árbitro. Acompanho o relator na punição aos jogadores Paulo Rodrigues, Cristiano e Maisena.

– Jonas Lopes: Acompanha a multa de R$ 20 mil para os dois clubes pelo atraso. Multa o Fortaleza em R$ 5 mil pela garrafa arremessada. Absolve também o Fortaleza quanto à exclusão do campeonato. Acompanhou os outros auditores na punição aos expulsos e na absolvição de Maizena. Condenou o jogador Carlinhos Bala à multa de R$ 10 mil e seis partidas de suspensão.

– Paulo Valed Perry: Acompanha o relator na multa aos clubes, e pune o Fortaleza em R$ 5 mil pela garrafa alterada. Suspende o árbitro por 30 dias. Quanto aos jogadores, mantém a pena do relator. Já sobre o Carlinhos Bala, aplica multa de R$ 10 mil e 12 jogos de suspensão.

– O Grave erro do Árbitro de Fortaleza X CRB. Recuo não observado ou Incompetência?

Hoje o STJD julgará o caso envolvendo a possível combinação de resultados entre Fortaleza 4 X 0 CRB, placar que evitaria o rebaixamento do time cearense à série D (falamos do caso em: http://is.gd/dW1nKO)

O Campinense/PB, interessado no caso, já que com tal placar a equipe de Campina Grande foi rebaixada, alegou inúmeras irregularidades na partida. Mas algo chamou a atenção: uma das queixas é um erro crasso do árbitro Gutemberg de Paula, aos 49m de jogo!

O árbitro carioca, integrante do quadro da FIFA, deu 5 minutos de acréscimos no 2º tempo. Mas aos 49m14s o zagueiro do Fortaleza recua a bola deliberadamente ao seu goleiro, que por 19 segundos fica com ela no pé, sem ser molestado. Aos 49m33s, ele a agarra com as mãos (portanto, caracteriza-se o recuo deliberado, infração da Regra 12), e ninguém se manifesta! Juizão bobeia, time adversário não reclama e o jogo segue até os 50minutos.

Veja o lance com o absurdo erro do árbitro: http://www.youtube.com/watch?v=D5GogsDQMBE&feature=player_embedded

Nada de acusar má fé, mas pura incompetência. É a minha opinião. E a sua?

Deixe respeitosamente o seu comentário: errou o árbitro ao não interpretar o recuo deliberado quase aos 50m ou não?

– É para Cadeia ou para Internação?

Correu no mundo futebolístico o incêndio ocorrido na casa de Breno, ex-zagueiro do São Paulo e hoje no Bayern de Munique.

E não é que ontem o jogador foi para a cadeia, por ser acusado de atear fogo na própria casa e forjar um crime?

A troco de quê? De dizer que é vítima de racismo e poder voltar ao Brasil? Em sã consciência, creio que não.

Sinceramente, penso que, se confirmada a versão da Polícia Alemã, o caso é para internação. Ou alguém duvidaria de distúrbios psicológicos de alguém que procede de tal forma?

E você, o que pensa sobre isso: Xilindró ou Psiquiatria? Deixe seu comentário:

– O que é um Recuo de Bola (lance de Botafogo X São Paulo)?

Ontem, na partida entre Botafogo X São Paulo, um recuo de bola provocou uma discussão muito grande: o que é recuar a bola, ao pé da letra?

No lance de ontem, o botafoguense Marcelo Mattos tenta dominar uma bola chutada por um sãopaulino. Ele mata a bola, e quando vai dominá-la, o goleiro Renan a agarra. Sandro Meira Ricci marca falta a favor do São Paulo, sendo tire livre indireto dentro da área.

Quem inventou que o goleiro não pode colocar a mão na bola, depois de tocada por um companheiro?

Atenção: a Regra 12 diz que:

será concedido um tiro livre indireto para a equipe adversária se um goleiro (…) tocar a bola com as mãos, depois de ela lhe ter sido intencionalmente passada com o pé por um jogador se sua equipe (…) ou depois de tê-la recebido diretamente de um arremesso lateral executado pelo companheiro.

Para marcar a falta, é necessário avaliar: Marcelo Mateus intencionalmente recuou a bola para o seu goleiro com o pé? Não, ele inclusive tenta dominá-la, pois em um primeiro momento ele a amortece para num segundo momento ter a sua posse.

Para mim, equívoco do árbitro, que se complementou com a cobrança irregular do lance. Ao dar o tiro livre indireto, se ele acontece na pequena área, a bola deve ser colocada no ponto mais próximo da infração em cima da linha paralela à linha de meta. Em qualquer falta, a distância deve ser de 9,15m; mas ali, excepcionalmente por não ser possível tal distância, os jogadores adversários devem estar em cima da linha de meta (que é a distância máxima – se em linha reta, vai dar 5,50m). O que menos se observou foi botafoguense em cima da linha, pois na hora do chute, tinha jogador a menos de 3 metros!). Deveria voltar o lance, aplicar o amarelo para quem avançou e repetir o tiro.

No restante, boa arbitragem de Sandro Meira Ricci. Deixou fluir o jogo na medida certa, não marcando as faltas ‘forçadas/cavadas’, interpretou tranco legal de lance irregular, não se impressionou com as inúmeras quedas e ao mesmo tempo soube coibir a violência e o exagero. É esse Sandro que os árbitros gostam de ver e que torcem por ele.

Uma consideração final: em qual partida o Emerson Sheik não cria uma polêmica? Ontem, de novo? E o Palmeiras com 2 a mais empatando com o Atlético… Felipão chiará de quem agora? Por fim: Neymar cavou num cartão amarelo para não jogar contra o Figueirense em casa e o time perdeu. Custou caro… subestimou o adversário?

– Análise da Arbitragem: São Paulo X Corinthians – Brasileirão, 21/09/11, Morumbi

Embora tenha feito restrições à escala do ótimo Wilson Luís Seneme no Majestoso (em: http://is.gd/7kfGI7) , as quais as mantenho, é inegável que o quarteto composto por Altemir Hausfman e Roberto Braatz, além do 4º. árbitro Guilherme Ceretta foi muitíssimo bem.

Seneme correu bastante. Até demais! Sempre próximo das jogadas e atento. Mas, claro, tanto empenho físico tem suas conseqüências, pois no finzinho do jogo sentiu o cansaço, o que é normal. A imagem dele acompanhando a saída do Liedson é prova disso.

Mas bom árbitro não precisa somente correr. Hoje, Seneme se posicionou perfeitamente em campo. Nada de fazer aquelas linhas paralelas malucas do Paulistão, usou a tradicional diagonal e se deu bem.

No primeiro tempo, como o volume do São Paulo foi muito grande, praticamente só o bandeira Altemir Hausfan trabalhou, enquanto que Roberto Braatz ficou só, esperando um ou outro ataque do Corinthians. Aliás, 8 impedimentos tricolores somente no 1º tempo! A questão é: a linha burra do Corinthians funcionou ou o ataque tricolor que foi burro?

Jogo sem lances polêmicos e jogadores respeitando o árbitro, que fez por merecer o respeito. Tudo bem. Um ou outro erro que passou batido (como o de Alex, na defesa, sem saber marcar e fazendo muitas faltas, merecendo um Amarelo), além de um pé alto de Danilo em Casemiro, no final do 2º tempo, onde a marcação de um tiro livre indireto dentro da grande área não seria nenhum absurdo.

Em suma, o jogo ajudou pois o árbitro assim conseguiu: com autoridade, respeito, e transmitindo segurança. Parabéns.

Abaixo, o lance-a-lance da arbitragem tuitada durante o jogo:

Começa a partida.

Lembrando: torço pelo Seneme mas não gostei da sua escala. Motivos aqui: http://pergunteaoarbitro.blog.terra.com.br/2011/09/20/arbitro-repetir-escala-em-jogo-de-time-recente-e-bom-ou-ruim/

03 minutos e o primeiro impedimento correto. Estamos com 2 excepcionais bandeiras na partida. Ótimo.

Nos últimos clássicos, com 6 minutos já tínhamos muitas faltas. Hoje, o começo está muitíssimo tranqüilo.

07 minutos: falta de Ralf em Casemiro, bem marcada, no meio campo, sem cartão.

08 minutos: falta de Alessandro em Castán, na lateral. Na cobrança, um sãopaulino cai e Seneme nem dá bola. Acertou de novo.

10 minutos de jogo, Júlio César já trabalhou bem e Rogério Ceni nem tocou na bola. Nem foi notado.

15 minutos: nada de anormal, Seneme deixa o jogo correr na medida certa!

Outra faltinha boba no meio campo, Tb bem marcada.

18 minutos: Piris impedido, acertou novamente o Bratz (bandeira).

19 minutos: Alex apela e empurra Lucas próximo da entrada da área. Sem cartão, correto.

20 minutos: 3º impedimento correto. E retifico: todos são do Altemir, não do Bratz, que é o número1.

21 m: falta pró-Corinthians bem marcada.

23 m: outra falta pró-Corinthians, tudo ok.

25 m: Emerson e Cícero cabeça-com-cabeça, não é falta, mas acidente de trabalho.

27m: falta simples. Pró-SPFC.

Jogo com boa arbitragem é outro papo, hein? Maior virtude de Seneme até agora: o POSICIONAMENTO EM CAMPO. Nada daquelas paralelas que inventaram no Paulistão.

34 minutos: 4º impedimento correto pelo Altemir Hausfman.Ter bom bandeira também é ótimo para o jogo.

35 minutos: se o Seneme quisesse levar ao pé da letra o critério de FORÇA EXCESSIVA, dar ou tentar dar um pontapé, poderia até expulsar Casemiro. Mas o amarelo está de bom tamanho.

36 minutos: falta para o SPFC bem marcada, que pede cartão ao corinthiano. Nada disso, Seneme não fez média.

37m e 39m: 5º e 6º impedimentos, todos do Dagoberto. Altemir Hausfan está levando nota 10. O de 37m d-i-f-i-c-i-l !

40 m: Paulinho fez faltinha boba e leva amarelo. Seneme sinaliza muito bem: o cartão foi pelo rodízio de faltas. Taí a importância de sinalizar bem a marcação.

41 m: perdi a conta dos impedimentos, deve ser o 8º! Bandeira deve pedir adicional.

42 m: falta de Liedson bem marcada!

46m: Emerson Sheik não pega Dagoberto, que encena e consegue a falta. Mas foi bem marcada, corinthiano foi disputá-la de maneira temerária e recebeu amarelo. Se pega, era Vermelho.

Melhor em campo no 1º tempo? O Altemir Hausfman , claro. Foi ele quem mais trabalhou.

Fim do primeiro tempo, clássico empatado, jogo morno com finalzinho mais quente para a arbitragem. Seneme controla o jogo com maestria, se posiciona bem e tem total domínio. Melhor em campo é o bandeira Altermir Hausfman, que arrebentou acertando os impedimentos (8 do SPFC, a maioria do Dagoberto que está louco com os acertos, claro). Roberto Braatz nem suou, devido a inoperância do ataque corinthiano.

Se continuar assim, no 2º tempo Braatz trabalha e Hausfman descansa.

Começa o segundo tempo! Vamos juntos.

46m: Alex faz falta em Casemiro. Tá na hora de um cartãozinho para ele, quanta falta!

47m: Piris passou do ponto. Seneme deu falta mas deixou de dar o Amarelo. Matou o contraataque.

48m. 9º impedimento do São Paulo. Primeiro trabalho do Braatz, e de novo Dagoberto. Mas errou o bandeira, tava bem atrás…

49m, São Paulo reclama de falta e não foi nada. Seneme acertadamente manda seguir.

50m: falta sobre o Willian bem marcada.

51m: Seneme inverteu um escanteio pelo tiro de meta. Tem crédito a gastar.

53m: Wallace fez uma infantil falta em Lucas, no meio de um monte de corinthiano, ao invés de esperar alguém dar o bote, resolveu ele ‘botinar’.

54m: 10º impedimento sãopaulino. Incrível! Acertou o bandeira.

56m: enfim um impedimentozinho do ataque do Corinthians. Quase o time não passou do meio de campo. Acertou Hausfman.

57m: falta bem marcada pró-Corinthians.

60m: 2º impedimento do Corinthians. Pois é, Hausfman continua trabalhando.

64m: Seneme acompanhando o Liedson lesionado saindo é hilário. Parecem operários após um turno de trabalho. Cena inusitada. Digo isso pois ambos estão visivelmente cansados. Seneme está correndo bastante.

68m: perdi a conta dos impedimentos do SPFC, deve ser o 11º!

70m: Alessandro abandonou a bola e foi claramente no corpo do Lucas, impedindo a jogada. Poderia até dar amarelo. Ou melhor, deveria!

72m: 12º impedimento tricolor, isso não existe. Ou a linha burra do SCCP é excepcional ou o ataque do SPFC é burro!

73m: falta bem marcada a favor do Corinthians no meio campo.

74m: Globo mostra claramente a orientação do Adilson Batista ao Rivaldo. Covardia, a privacidade do treinador foi para a cucuia… O áudio é prefeito. A emissora é competente, mas…

77m: falta para o São Paulo no ataque, e na sequência um bololô onde Casemiro caiu. Foi jogo perigoso (pé-alto do Danilo). Seneme entendeu que não levou perigo ao adversário. Respeito sua decisão. Caso marcasse, deveria ser tiro lire indireto dentro da área.

79m: Hausfman acertou seu enésimo impedimento do jogo, 3º do Coringão.

88m: cansou o jogo, né?

92m: Ralf faz falta em João Felipe, bem marcada.

Fim de jogo. Ótima atuação do trio de arbitragem.

– Fred veta Árbitros?

O atacante Fred quer vetar Heber Roberto Lopes. Disse, segundo Rodrigo Viga, correspondente carioca da Rádio Jovem Pan e do site Terra Esportes (em http://is.gd/4kwZi1):

É difícil em jogos com ele. O Heber é irritante (…). O ideal seria que o Fluminense conseguisse que ele não apitasse mais nossos jogos

Heber foi criticado domingo retrasado na partida Grêmio X São Paulo. Idem no domingo passado em Bahia X Fluminense. Amanhã, apitará a final do Campeonato Amapaense de Futebol.

E aí: a sobrecarga de jogos sem descanso suficiente, as atuações ruins e o pedido de um jogador selecionável podem fazer com que o veto seja aceito? Ou justamente por pedir veto é que o árbitro deva ser escalado no time de quem pede, mostrando a independência da Comissão? Deixe seu comentário:

– Árbitro repetir Escala em Jogo de time recente. É bom ou ruim?

Wilson Luís Seneme apitará quarta-feira a partida entre São Paulo X Corinthians. Há 4 rodadas apitou o clássico entre Santos X São Paulo. Porém, domingo, também apitou Corinthians X Santos.  Portanto, repetirá a escala no jogo do Corinthians!

Nada contra Seneme. É excepcional árbitro, um dos mais respeitado pelos jogadores dos quais trabalhei. Tenho certeza que fará uma brilhante atuação, como costumeiramente faz. 

O problema é: repetir escalas é bom ou ruim?

Se você que lê esse artigo não é árbitro, tenha certeza que o apitador não ganha nada de benefícios em repetir alguma equipe; só tende a perder. 

A atuação de Seneme no último jogo foi boa. Mas fica na cabeça do árbitro a continuidade de um jogo, uma partida de 180 minutos. E se é desgastante o convívio em campo por longo período ao árbitro, idem para o jogador. Se o árbitro foi mal na partida anterior, a qualquer erro o time que está repetindo o jogo pressionará. 

Imaginem se na partida de domingo houvesse um equívoco contra o Corinthians. Caso tenhamos lances duvidosos na partida e a decisão seja contrária ao Corinthians, a equipe do Parque São Jorge alegará perseguição contínua. Se errar a favor, o São Paulo sugerirá compensação.

Se os clubes fazem isso, e na cabeça do torcedor mais fanático, aquele que se exalta com facilidade?

Não acrescenta e nem facilita nada a repetição de árbitro em jogo do mesmo time; só há riscos e possíveis prejuízos. Mas algo é ainda pior, que é o levantamento da seguinte dúvida: só existe Wilson Luís Seneme para os clássicos paulistas?

Considero um desprestígio sem igual aos árbitros tal situação. Reforço: vergonhosa situação aos colegas. Não há ninguém competente para dirigir o jogo? São Paulo não tinha outros nomes alternativos e se obrigou a colocar Seneme no sorteio? 

Lamentável. Claro, não pelo árbitro sorteado, mas pelo desrespeito aos demais integrantes da RENAF de São Paulo. 

Guilherme Cereta, Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza, Cleber Abade, Rodrigo Bragueto, Paulo César de Oliveira, Antonio Rogério Batista do Prado… árbitros que apitam clássicos na FPF não estão gabaritados?

Boa sorte ao amigo, torço (como sempre) para ele. Mas não achei que a escala foi boa.

Em tempo: há poucos dias, segundo a Folha de São Paulo (http://is.gd/dL9tkQ) o árbitro gaúcho Fabrício Neves Correa foi sorteado para 2 partidas seguidas da equipe do Bahia, e a CBF refez o sorteio pornão ter se atentado a tal fato. Posteriormente, apareceu um pedido de dispensa do árbitro por problemas de saúde.

Será que ninguém se atentou que Seneme repetirá escala, como no caso de Fabrício Neves? Duvido-e-odó!

– Nova Coluna, agora no “Voz do Apito”

Amigos,

estarei escrevendo a partir dessa semana em mais um espaço dedicado à Arbitragem de Futebol. Iniciaremos uma coluna quinzenal (com textos extras vez-ou-outra) no conceituado site “Voz do Apito”, órgão independente e desamarrado de qualquer vínculo com Federações e/ou Entidades Sindicais.

Espero contar com o apoio e a audiência de vocês! Prestigiem, em: http://www.vozdoapito.com.br/

– O STJD Punirá? Fortaleza, CRB, Torcidas Organizadas, Treinador…

Tomara que sim. Mas…

A) Neste final de semana, pela série C, ocorreu o jogo Fortaleza 4 X 0 CRB, sendo que o time cearense precisa justamente deste placar para fugir do rebaixamento para a série D. E algumas coincidências aconteceram:

1- No vídeo, Carlinhos Bala, do Fortaleza, lembra o zagueiro do CRB que só falta um gol para sua equipe. O zagueiro, sem brio algum, ouve tranquilamente.

2- Jogador 15 do CRB fala abertamente aos companheiros: “Deixa fazer outro”, em referência ao Fortaleza marcar outro gol contra sua própria equipe.

3- Atletas do CRB nitidamente cavando expulsão.

4- Goleiro do CRB sai do jogo e jogador de linha vai para o gol.

Roteiro de uma grande picaretagem ou não? O CRB se esforçou claramente para perder de 4X0…

Olha só o vídeo com os detalhes: http://www.youtube.com/watch?v=FxW-38W6LT8&feature=player_embedded

B) No Pacaembu, Torcida Jovem do Santos FC X Sangue Jovem do Santos FC. É. Batalha entre torcedores da mesma equipe! A PM de SP, que com tanto trabalho deveria estar em outros locais exercendo patrulhamento, tem que ficar cuidando de brigões barbados… E há quem defenda as Torcidas Organizadas!

C) Torcida do Corinthians querendo invadir vestiário para brigar com o treinador. Depois da derrota de 3X1 para o Santos, atazanaram os dirigentes (opa: aos mais fanáticos, o time B do Corinthians perdeu para o Paulista por 3X0, e como diria o já saudoso jornalista Israel Gimpel, que ‘mulambada’!).

Será que o STJD punirá àqueles que fizeram corpo mole em campo e aos que bagunçaram fora dele? Ou será que o Tribunal não se pronunciará?

Já imaginaram Corinthians e Santos perdendo mandos de campo, como rigorosamente o STJD determinou na série B (com razão) à Guarani e Ponte Preta, no começo do ano (10 jogos por agremiação pela briga entre os vândalos)?

D) Felipão fez gestos obscenos contra sua própria torcida. Será que o indiciarão pela enésima vez? Hum… Acho que o pipoqueiro que fica na entrada do prédio dirá: “Sr Scolari, outra vez por aqui? Faz pouco tempo…

– CBF: uma mão que afaga, já a outra… O teste físico dos árbitros!

Na última sexta-feira, uma mensagem no mínimo curiosa no site da CBF, no link ‘arbitragem’. Nela, havia a informação que graças a aprovação de 90% dos árbitros no teste físico daquele dia (que bom número), um sorteio-extra fora realizado para dois jogos da série A e outro para a série B.

O mais desavisado pode pensar que é uma premiação para quem passou. Mas foi uma forma disfarçada que a Comissão de Árbitros da CBF dizer que precisava trocar os árbitros que estavam escalados e reprovaram.

Perceberam que ilusão? Alardeia que tem muitos aprovados e na verdade precisa trocar quem não passou e estava na escala.

Que grande erro de planejamento… Por que marcar teste físico após o sorteio dos árbitros? Isso constrange demais àqueles que reprovaram. O ótimo paulista Luís Flávio de Oliveira e os gaúchos Leandro Pedro Vuaden e Márcio Chagas da Silva foram sacados dos jogos. Porém, hoje, por exemplo, alguns jornais ainda publicaram (até pela forma como divulgada pela CBF) as escalas erradas. Para Avaí X Palmeiras, por exemplo, entrou Evandro Rogério Roman.

O teste foi feito para o quadro FIFA 2012. Farão um novo teste, mas, de repente, caso Vuaden não seja aprovado, uma vaga estará escancaradamente aberta para o ano que vem.

Verdade seja dita: o Teste Físico atual não visa capacitar os árbitros de futebol, mas formar corredores, especialistas em atletismo. Ninguém se manifesta que tal teste pode encurtar a vida do árbitro? Todo esporte de alto rendimento deixa seqüelas futuras. Tal teste só permite o sucesso se você treinar frequentemente, e é evidente que o overtraining ocorrerá em alguns momentos e a carreira encurtará.

passou da hora das autoridades do apito defenderem um outro modelo de avaliação dos árbitros. O futebol precisa de árbitros, não de velocistas.

– Big Brother dos Boleiros

Antigo, (1 ano atrás), mas curioso e atual… Abaixo:

Comportamento adequado, preservação do corpo, resguardo e descanso. São essas algumas características que os profissionais do futebol devem ter. Ou melhor, deveriam!

Uma moda que pode se tornar costumeira: a espionagem da vida pessoal dos jogadores, a fim de descobrir o que fazem nas horas vagas!

Extraído de: Revista Isto É, ed 2138 de 01/01/2010, pg 82-83, por Rodrigo Cardoso

MARCAÇÃO FORA DE CAMPO

Barcelona contrata detetives para espionar a vida privada de seus jogadores, algo que os clubes fazem informalmente no Brasil

No filme “Boleiros”, de Ugo Giorgetti, o ator Lima Duarte interpreta um treinador de futebol que faz marcação cerrada a um boêmio jogador, craque de seu time, no hotel onde os jogadores estão concentrados. Em uma das cenas, enquanto o treinador passa de quarto em quarto para se certificar de que os atletas estavam na cama, descansando, um membro da comissão técnica vigiava a recepção do hotel, já suspeitando que o tal jogador armava uma noitada às escondidas. Era assim, de forma primária, que muitos clubes tentavam até pouco tempo atrás controlar as atividades extracampo de seus boleiros-problema. O Barcelona, da Espanha, porém, profissionalizou o expediente. À frente de seu tempo na forma de jogar futebol, o clube catalão mostrou-se pioneiro também fora das quatro linhas ao contratar uma agência de detetives particulares para fazer marcação cerrada em seus craques.

A mando do então presidente da agremiação, Joan Laporta, a agência Método 3 passou o outono de 2008 seguindo os passos dos brasileiros Ronaldinho Gaúcho e Deco, do camaronês Samuel Eto’o e do espanhol Gerard Piqué. De acordo com a revista espanhola “Interviú”, que revelou o caso, o trabalho custou o equivalente a R$ 11,8 mil. O zagueiro Piqué foi espionado 24 horas por dia durante uma semana. Os outros três foram investigados da seguinte forma: o clube informava as festas que ocorriam na cidade e os detetives apareciam nos locais. O espanhol foi o único que teve a ficha limpa no relatório enviado ao Barcelona – apenas Piqué ainda defende o time azul-grená. Já os brasileiros e o africano teriam cometido atos de indisciplina que ferem o regimento interno do clube. Meses depois, Ronaldinho e Deco foram negociados. Eto’o ficou até o final daquele ano, quando foi vendido.

Hoje meia do Fluminense, Deco, pego de surpresa com a notícia, negou ser baladeiro e explicou que a espionagem teve motivação política. “O Sandro Rossel, atual presidente do Barcelona, foi quem me contratou e os outros três ­jogadores. Ele era vice do Laporta antes, mas os dois brigaram”, diz. “Curioso que o único que não teve problema seja justamente o que continua no clube.” Além dos atletas, a esposa de Rossel e o antigo treinador da equipe, Frank Rijkaar, também teriam sido espionados.

No Brasil, a marcação extracampo não chega a ser tão profissional, mas existe. Além de treinadores, que controlam a vida afetiva de seus comandados com o auxílio de outros atletas do elenco, torcedores fanáticos fazem as vezes de espiões. Para tanto, têm como informantes seguranças, barmen, caixas e recepcionistas de casas noturnas. “Gente da comissão técnica e até diretores já pediram para a gente ficar de olho em jogador”, afirma André Guerra, presidente da Mancha Alviverde, torcida organizada do Palmeiras.

Segundo ele, o ex-atacante palmeirense Vagner Love esteve na mira de cartolas e torcedores, no ano passado. Dois dias antes de uma partida decisiva, em novembro, o jogador foi flagrado por imagens do circuito interno de uma boate, em São Paulo. Uma cópia da gravação chegou até a Mancha, que a enviou para diretores palestrinos. “Eles viram as imagens. O Love estava embriagado, às 6h da manhã. Quatro horas depois, o time embarcou para o Rio de Janeiro e ele andou no jogo”, diz Guerra. O atacante, hoje na Rússia, deixou o Palmeiras depois de brigar na porta de um banco com torcedores, que cobravam dele, dentro de campo, o mesmo entusiasmo nas baladas.

Este mês, o atacante Jóbson de Oliveira, 22 anos, do Botafogo, passou a ser monitorado 24 horas por dia. Em julho, ele retornou ao futebol após seis meses suspenso por doping – havia consumido cocaína antes de uma partida. Depois de iniciar um tratamento contra a dependência química, teve uma recaída e foi visto em algumas festas. Como há o receio de que a bebida seja um chamariz para a cocaína, uma pessoa passa o dia ao lado do jogador, o leva aos treinos e chega a dormir no apartamento de Jóbson. Gislaine Nunes, advogada que gerencia a carreira de jogadores de futebol, vê com indignação o fato de clubes ou torcedores vigiarem a vida particular dos atletas. “Casos como o do Barcelona mostram como os jogadores são tratados como coisas, dementes, e provam o quanto o futebol é arcaico, provinciano.” O filme “Boleiros” passeia por esse universo. Nele, o treinador Lima Duarte fracassou como detetive e o craque do time tem uma noite de prazer com uma maria-chuteira vivida por Marisa Orth.

– Parente pode apitar jogo de Atleta?

Talvez. Na última terça-feira, Bragantino 2 X 1 Náutico jogaram pela Segundona. Na zaga bragantina, Junior Lopes. Trabalhando como bandeira do jogo, Márcia Bezerra Lopes Caetano.

O que eles têm de tão especial? O parentesco: são irmãos!

Poderia ter passado batido. Aqui em SP, a FPF escalou um dia Flávio Guerra em jogo do seu irmão, o goleiro Gilson da Ponte Preta. Nada de reclamações (afinal, nenhum lance importante entre eles).

Mas e no jogo de Bragança Paulista? O Náutico reclama e promete protestar na CBF. Perdeu, e credita a derrota à atuação da moça. Claro que reclamarão que  ela pensou duas vezes ao anotar ou não um impedimento, e coisas do gênero.

Aqui deixo 3 coisas para analisar:

1- Se vivemos um sério profissionalismo, não deveria existir tal dúvida. Mas vivemos?

2- Se para a escolha dos bandeiras nos jogos não há sorteio, e com tantos nomes disponíveis, por que escolher justo a irmã de um atleta? A CA-CBF disse que sabia. Sabia mesmo?

3- Sobra dinheiro no futebol brasileiro. Trazerem a bandeira de Rondônia para Bragança Pta na série B é sintoma disso. Ou não?

Há certas situações que poderiam ser evitadas…

– Honestidade: “Ser Honesto” e “Parecer Honesto” andam Juntos?

Dizem que, além de ser honesto, é necessário parecer ser honesto. Discordo. Para mim, o que importa é ser honesto. Discordo, para mim, o que importa é ser honesto. Até porque ‘parecer honesto’ acaba dependendo da opinião de gente desonesta.”

Mano Menezes, às Páginas Amarelas de Veja (Ed 14/07/2011), pg 21, por Leslie Leitão e Sandra Brasil.

Tal frase do treinador da Seleção Brasileira foi dita em resposta ao questionamento sobre convocações de atletas agenciados pelo seu empresário, Carlos Leite.

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