– O que é / Como é poupar jogador?

Mais uma vez não teremos rodada do Campeonato Brasileiro neste final de semana, devido aos jogos da Seleção.

Alguns reclamam de jogos demais e cansaço; outros, de folga prolongada e perda de ritmo de jogo.

O que fazer?

Ouço muita gente falar em poupar jogador. Mas de que jeito?

Duas formas:

1- Promover Rodízio de Jogadores, como fazia o treinador colombiano Osório no SPFC, é poupar atletas cansados (recuperando-os) e dar oportunidade a outros. Em tese, todos são titulares (dependendo da data ou do jogo).

2- Escalar Time Misto ou Reserva, como muitos fazem, é descansar atleta cansado para alguma competição/ jogo de prioridade maior. E aí se subdivide em:

a- Levar o jogador titular para ficar no banco;

b- Deixar o jogador em casa.

Imagine um hipotético Paysandu x Grêmio. Se o time gaúcho jogar com 11 reservas e deixar alguns titulares no banco, é real descanso? O atleta viaja, se concentra, ouve preleção e vai ao campo. Não era preferível deixar o jogador em Porto Alegre, em casa, no convívio do lar, ao invés de levá-lo a Belém, mesmo que não jogue?

Claro que o exemplo foi de clubes de extremos de capitais brasileiras, mas não é uma realidade?

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– Corinthians 2×1 Coritiba: pênalti ou não pro Coringão?

Carlinhos (CFC) estava correndo atrás do lateral Edilson (SCCP), que fugira da marcação. O atleta coxa branca tenta fazer a falta no adversário, ameaça empurrá-lo/ deslocá-lo e nada faz. Por cima, não foi pênalti. Mas pela velocidade que estava, cai e consequentemente derruba o corinthiano (ambos dentro da área).

Pênalti ou não?

  • Sim, tiro penal.

Explico: quando você corre atrás de um adversário, tropeça, e sem intenção de fazer a falta acaba o derrubando, é pênalti por imprudência. No caso deste lance, o penal não é por empurrão, mas por “atropelão”. Em 1995, jogaram Portuguesa x Atlético Mineiro pela semifinal do Brasileirão (salvo engano, no Morumbi). Me recordo como se fosse hoje (pois o professor da Escola de Árbitros da FPF Gustavo Caetano Rogério ilustrou o lance que citarei por meia hora): um jogador do Galo corria atrás do atacante da Lusa (talvez o Rodrigo Fabri), tropeçou nas próprias pernas e derrubou o adversário. O juizão era Sidrack Marinho dos Santos, que marcou pênalti. Alguns interpretaram como CASUALIDADE, mas a Regra manda marcar INFRAÇÃO POR IMPRUDÊNCIA (correu mais do que aguentava e atingiu o adversário).

Sendo assim, neste lance (não assisti o jogo), a equipe de arbitragem acertou.

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– E se a FPF fosse rigorosa consigo própria em seus regulamentos?

Compartilho o excelente trabalho do jornalista Thiago Batista de Olim, profissional da TVE e editor do site “Esporte Jundiaí”.

Não é que ele fez uma pesquisa a fundo sobre capacidade de estádios, liberação dos mesmos e de outras informações pertinentes, a fim de expor a situação da pendenga da FPF em querer cumprir seu regulamento sobre praças esportivas?

Veja abaixo como a FPF se auto-desrespeita: (lembrando que o Juventus tem a prerrogativa de ser fundador da entidade e poder jogar em seu estádio):

Extraído de: http://www.esportejundiai.com/2015/11/se-fpf-seguisse-regulamento-4-clubes.html

SE FPF SEGUISSE REGULAMENTO, 4 TIMES SERIAM EXCLUÍDOS DA A-2

Nesta segunda-feira (9), às 15h, na sede da Federação Paulista de Futebol ocorre o Congresso Técnico da Série A2 do Campeonato Paulista – edição 2.016. No encontro, a grande discussão será a exclusão do Atibaia e a entrada do Barretos na competição, por conta da cidade de Atibaia não ter um estádio para no mínimo 8.000 torcedores. Segundo o site da Federação Paulista, o estádio Salvador Russani, único na cidade para jogos da Federação, tem capacidade de 3.171. Com isso, o Barretos, 5º colocado da Série A3 entraria no seu lugar. Mas se a Federação cumprisse o seu regulamento ao pé da letra, outros três clubes correriam risco de exclusão do torneio, pelas suas cidades não ofereceram estádios com mais de 8.000 torcedores, conforme exige o regulamento geral das competições da entidade. Santo André, Velo Clube e Votuporanguense, pelos documentos oficiais no site da FPF não poderiam jogar a Série A2 de 2.016.
Se a Federação cumprisse ao pé da letra o seu regulamento, na Série A1, além do Água Santa que corre risco, outros dois clubes seriam excluídos da sua competição, por não terem estádios com no mínimo 10.000 torcedores de capacidade: Rio Claro e Oeste. O estádio do Rio Claro, o Augusto Schimidt, atualmente somente podem entrar 6.284 torcedores. Curiosamente a cidade tem dois estádios que não servem nem para a A2, já que o estádio Benito Agnello tem capacidade um pouco, 7.059 torcedores, mas não serviria para a “Segundona Estadual”.
O estádio do Oeste não serve nem para jogos da 4ª divisão Estadual (chamada pela FPF de Segunda Divisão), cuja a capacidade mínima exigida é de 5.000 torcedores. A capacidade atual do estádio dos Amaros, em Itápolis, é quase igual à do centro esportivo Francisco Dal Santo, em Jundiaí, que recebe apenas jogos do futebol amador de Jundiaí de torneios da Liga Jundiaiense e da Prefeitura e jogos das categorias de base do Paulista: 964.

O Água Santa pela lei fria da lei também não poderia jogar a “Segundona Estadual”, já que antes da reforma que está passando, o local tinha capacidade para apenas 4.738, segundo o documento publicado no site da Federação. O mesmo serviria para o Atibaia.

Pelo regulamento da FPF, Juventus e Independente teriam que jogar a Série A2 fora de suas casas, mas podendo jogar nas cidades-sede dos clubes. O Juventus não poderia mandar jogos na Rua Javari, cuja a capacidade é de apenas 4.211, mas poderia mandar suas partidas no Morumbi, Arena Corinthians, Allianz Parque, Canindé, Pacaembu e até mesmo no Nicolau Alayon, que tem capacidade para 10.723 e poderia receber jogos até da Série A1. Já o Independente poderia mandar seus jogos no estádio Major Levy Sobrinho, da rival Inter de Limeira, que pode receber até 18.000 torcedores.

Série A-1

Mínimo: 10.000 torcedores

Clube Estádio Capacidade
São Paulo Morumbi 67.052
Corinthians Arena Corinthians 47.605
Palmeiras Allianz Parque 43.713
Botafogo Santa Cruz 29.292
Mogi Mirim Romildo Ferreira 20.161
Red Bull Moisés Lucarelli 19.221
Ponte Preta Moisés Lucarelli 19.221
Ferroviária Arena da Fonte 19.000
XV Piracicaba Barão de Serra Negra 18.000
Ituano Novelli Junior 16.789
Capivariano Arena Capavari 15.604
Santos Vila Belmiro 14.675
Linense Gilberto Siqueira 13.818
São Bento Walter Ribeiro 13.772
São Bernardo Primeiro de Maio 13.440
Osasco Audax José Liberatti 12.787
Novorizontino Jorge Biasi 12.398
Rio Claro Augusto Schimidt 6.284 (Interd.)
Água Santa Inamar 4.738 (Em reforma)
Oeste Amaros 964

Série A-2

Mínimo: 8.000 torcedores

Clube Estádio Capacidade
Guarani Brinco de Ouro 20.033 (Interd.)
Bragantino Arena Nabi Chedid 15.010
Marília Breno de Abreu 15.010
Mirassol José de Campos Maia 15.000 *
Portuguesa Canindé 14.592
Paulista Jayme Cintra 13.905
Atlético Sorocaba Walter Ribeiro 13.772
Monte Azul Otacília Arroyo 13.100
Taubaté Joaquim de Moraes 11.349
Penapolense Tenente Carriço 10.000
São Caetano Anacleto Campanella 10.000
Rio Branco Décio Vitta 9.400
Batatais Osvaldo Scatena 9.252
União Barbarense Antônio Guimarães 8.246
Votuporanguense Plínio Marin 7.464 (em reformas)
Velo Clube Benito Agnello 7.059
Santo André Bruno Daniel 7.000
Juventus Rua Javari 4.211
Atibaia Salvador Russani 3.171 (Interd.)
Independente Agostinho Prada 3.067
Estádio onde clube manda suas partidas dentro da capacidade na série que disputará em 2.016
Estádio onde manda suas partidas fora da capacidade na série que disputará em 2.016, mas cidade-sede do clube tem estádio dentro da capacidade na série que o clube disputará em 2.016 e onde poderá indicar onde mandará seus jogos
Estádio onde clube manda suas partidas fora da capacidade na série que disputará em 2.016 e cidade não tem nenhum estádio dentro da capacidade mínima exigida pela série que o clube disputará em 2.016

* Segundo o Laudo de Segurança no Site da FPF, o Mirassol colocaria apenas 5.000 ingressos a venda por jogo em 2015, lavrando uma declaração que no campeonato de 2015 (a Série A-2), o limite de ingresso será de no máximo 5.000

Se a FPF seguisse o seu próprio regulamento como ficariam às Séries A1 e A2 para a temporada 2.016

Série A-1 Coloc. em 2015 Capacidade do estádio Local
Santos 1º na A-1 14.675 Vila Belmiro
Palmeiras 2º na A-1 43.713 Allianz Parque
Corinthians 3º na A-1 47.605 Arena Corinthians
São Paulo 4º na A1 67.052 Morumbi
Ponte Preta 5º na A-1 19.221 Moisés Lucarelli
Red Bull 6º na A-1 19.221 Moisés Lucarelli
Botafogo 7º na A-1 29.292 Santa Cruz
XV Piracicaba 8º na A-1 18.000 Barão de Serra Negra
Osasco Audax 9º na A-1 12.787 José Liberatti
São Bento 10º na A-1 13.772 Walter Ribeiro
Mogi Mirim 11º na A-1 20.161 Romildo Ferreira
Ituano 12º na A-1 16.789 Novelli Junior
São Bernardo 13º na A-1 13.440 Primeiro de Maio
Capivariano 14º na A-1 15.604 Arena Capivari
Linense 16º na A-1 13.818 Gilberto Siqueira
Ferroviária 1º na A-2 19.000 Arena da Fonte
Novorizontino 2º na A-2 12.398 Jorge Biasi
Mirassol 5º na A-2 15.000 José Campos Maia
Independente ** 6º na A-2 ** 18.000 ** Major Sobrinho *
São Caetano 7º na A-2 10.000 Anaclatto Campanella

* Excluídos da Série A1, pela cidade não ter estádio para 10mil torcedores: Rio Claro – 15º na A1, Oeste – 3º na A2 e Água Santa – 4º na A2

** – Desde que jogue no estádio Major Levy Sobrinho, em Limeira, que tem capacidade de 18mil torcedores, contra os 3.067 do Agostinho Prada, da mesma Limeira

Série A-2 Coloc. em 2015 Capacidade do estádio Local
Penapolense 17º na A1 10.000 Tenente Carriço
Portuguesa 18º na A1 14.592 Canindé
Marília 19º na A1 15.010 Breno de Abreu
Bragantino 20º na A1 15.010 Arena Nabi Chedid
Guarani 8º na A2 20.033 Brinco de Ouro
União Barbarense 10º na A2 8.246 Antônio Guimarães
Paulista 11º na A2 13.905 Jayme Cintra
Rio Branco 12º na A2 9.400 Décio Vitta
Atlético Sorocaba 13º na A2 13.772 Walter Ribeiro
Batatais 15º na A2 9.252 Osvaldo Scatena
Monte Azul 16º na A2 13.100 Otacília Arroyo
Taubaté 1º na A3 11.349 Joaquim de Moraes
Juventus **** 3º na A3 10.723 **** Nicolau Alayon ****
Barretos 5º na A3 10.680 Fortaleza
Inter de Limeira 6º na A3 18.000 Major Sobrinho
Grêmio Osasco 8º na A3 12.787 José Liberatti
Nacional 9º na A3 10.723 Nicolay Alayon
São José 10º na A3 12.234 Martins Pereira
São José FC 11º na A3 12.234 Martins Pereira
Itapirense 14º na A3 10.509 Chico Vieira

* Excluídos da Série A2, pela cidade não ter estádio para 8mil torcedores, mesmo sendo “rebaixados” da Série A1 para A2: Rio Claro – 15º na A1, Oeste – 3º na A2 e Água Santa – 4º na A2

** Excluídos da Série A2, pela cidade não ter estádio para 8mil torcedores: Santo André – 9º na A2 e Velo Clube – 14º na A2

*** Não poderiam subir da Série A3 para a Série A2 pelas suas cidades não terem estádios com capacidade para 8mil torcedores: Votuporanguense – 2º na A3, Atibaia – 4º na A3, Primavera – 7º na A3 (capacidade do Italo Limongi é de 6.914), Sertãozinho – 12º na A3 (capacidade do Frederico Dalmazo é de 6.948) e Flamengo de Guarulhos – 13º na A3 (capacidade do Antônio Soares de Oliveira é de 3.800)

**** Desde que jogue em outro local em São Paulo, que não seja a Rua Javari – exemplo: Nicolau Alayon, com capacidade de 10.723

Regulamento geral das competições da Federação Paulista

Art. 33 – Os Clubes, para participação e garantia do direito de acesso, deverão possuir no município de sua sede Estádio próprio, alugado ou por qualquer outra forma cedido com prioridade de uso, com a seguinte capacidade e nível, de acordo com critérios definidos no Manual de Infraestrutura de Estádios da FPF, anexo a este RGC:

a) Série A1 – acima de 10.000 (dez mil) lugares e Nível 3;

b) Série A2 – acima de 8.000 (oito mil) lugares e Nível 2;

c) Série A3 – acima de 6.000 (seis mil) lugares e Nível 2;

d) Segunda Divisão – acima de 5.000 (cinco mil) lugares e Nível 1

§ 1º – Nos níveis previstos no caput deste artigo serão de cumprimento obrigatório, a partir de 01.01.2016.

§ 2º – Não será permitida a instalação de arquibancadas provisórias, a partir de 01.01.2016.

§ 3º – Os Clubes deverão cumprir a obrigação prevista no caput e nas alíneas “a” a “d” deste artigo até a data de realização do Conselho Técnico.

§ 4º – A violação da norma prevista no parágrafo anterior sujeitará o infrator às sanções do § 15º deste artigo, inclusive no que diz respeito à impossibilidade de utilização do estádio.

Thiago Batista – Esporte Jundiaí
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– Figueirense 0x1 Atlético Mineiro e a nova desexpulsão no Brasileirão!

De novo um atleta é expulso e depois “desexpulso” em um jogo do Campeonato Brasileiro?

Novamente em Santa Catarina?

Com auxílio dos bandeiras?

Claro que a entonação é “prato cheio” para os adeptos das teorias conspiratórias alegarem que a CBF não quis acabar tão cedo o torneio e outras bobagens. Mas uma coisa é inegável: dá para questionar se tudo não ocorreu supostamente pela enésima vez com o auxílio de informação externa, pelo tempo da demora.

Creio que não (é minha opinião particular). Confio na categoria e experiência do ótimo bandeira Emerson Carvalho. Mas o certo é que o bom árbitro Marcelo Aparecido Ribeiro equivocou-se e entendeu que a bola que bateu no estômago de Leonardo Silva tinha sido mão intencional. Não foi. Sorte que o erro foi corrigido (espero, de maneira legal).

Insisto: de novo em Santa Catarina? O que acontece por lá?

Recorde outros casos, clique em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2015/10/05/sobre-chapecoense-5×1-palmeiras-e-as-corretas-e-injustas-mudancas-nas-decisoes-dos-arbitros-no-campeonato-brasileiro/

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– Internacional 1×0 Ponte Preta: é para devolver a bola ou não?

Li e ouvi opiniões das mais puritanas até as mais agressivas quanto ao polêmico lance do sábado à tarde no Beira-Rio, em Inter x Ponte.

Biro Biro (AAPP) caiu próximo a linha lateral, sentindo um desconforto. Cãibra? Talvez. Seu companheiro Alexandro Macacão colocou a bola para fora a fim do atleta ser atendido e retirado de campo. Na cobrança do arremesso lateral por parte do Internacional, o treinador Argel (SCI) ordenou que a bola não fosse devolvida à equipe campineira (justificando que Biro Biro simulou e que a prova disso seria o fato do jogador levantar rapidamente depois que saiu de campo). Quase um minuto após e 15 passes, o Colorado fez o gol (41 minutos do 2o tempo) e venceu a Macaca, numa partida de interesse de ambas equipes em busca da vaga para a Libertadores da América.

Pós-jogo, o “pau comeu”! Campineiros reclamando de falta de fair play e gaúchos alegando que era cera.

E aí, para você: o Internacional deveria devolver a bola ou não?

Considere:

1- “Devolver uma bola colocada para fora por uma equipe com a finalidade que seu companheiro seja atendido” não implica que o adversário tenha que devolver a posse de bola. Não existe isso na Regra, existe nos “usos e costumes” e é uma recomendação subentendida no Espírito de Jogo.

2- Se o árbitro entende que um jogador se lesiona levemente, deve continuar a partida até uma paralisação para permitir a retirada do atleta do campo de jogo. Se o árbitro entende que há necessidade prioritária para o atendimento de um jogador que está caído, ele, árbitro, é quem deve paralisar a partida e tomar as providências. O jogo deverá ser reiniciado com bola ao chão.

3- Dentro da coerência do estilo brucutu de Argel, é claro que a bola não seria devolvida. Mas será que Biro Biro realmente estava simulando uma contusão?

Enfim: nessa, não dá para criticar o árbitro Ricardo Marques Ribeiro. E nada justifica a violência…

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– O Golaço do Neymar contra o Villareal

Pode estar enrolado com o fisco e envolvido em polêmicas extra-campo, mas é inegável a habilidade de Neymar. Amadureceu na Europa, deixou de ser cai-cai há tempos e, em pé, tem mostrado que é fora-de-série.

Viram que gol incrível ele fez neste domingo?

Pena que essas jogadas acabaram aqui no Brasil. É por isso que a molecada anda torcendo para os clubes estrangeiros. Os craques, infelizmente, vão para lá!

Abaixo:

– Marin nos EUA. Será que Marco Polo tem dormido?

Se o cara tem 56 milhões para pagar a sua prisão domiciliar, quanto não teve já arrecadado (lícita ou ilicitamente)?

E Marco Polo Del Nero, ilhado no Brasil, não sabia de nenhum negócio irregular da CBF? Se não sabia e agora descobriu, deveria se oferecer como testemunha, se entender que é honesto. Ou também tem culpa?

Imaginem o medo que alguns cartolas estão tendo, perdendo o sono com medo do FBI e de levarem o mesmo fim de Marin.

A imagem do ex-presidente da CBF saindo do Fórum de NY é perturbante aos que têm seus pecados. Mas que não seja só ele a ser punido…

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– E se os sem-estádios travarem o Paulistão da A1 e da A2?

Será que os Campeonatos Paulistas da Primeira e da Segunda Divisão realmente começarão?

São dois casos: o 1o, do Sport Club Atibaia. O clube interiorano tem CT, salários em dia, premiação por produtividade e pagamento de bichos extras, hospeda-se em hotel mas não tem estádio. Disputou a Série A3 no Estádio Municipal Salvador Russani, de capacidade para 3.000 pessoas.

Mesmo a FPF permitindo que o Atibaia disputasse a competição no acanhado estádio (sendo exigido praça para 10.000 pessoas), o clube não poderá jogar a A2. O clube indicou o Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista, mas a Federação Paulista exige praça própria.

Segundo Caso: na mesma linha, o rico Água Santa, que já reformou diversas vezes o “Estádio do Inamar”, foi colocado sob dúvida na FPF. O time de Diadema não foi confirmado para a A1, mesmo subindo dentro de campo e sugerindo jogar no Estádio Bruno José Daniel, em Santo André. Na noite de 5a feira, o time entregou os laudos para o Diretor de Segurança de Estádios, Coronel Marcos Marinho (que é também o presidente da Comissão de Arbitragem e o responsável pelo programa de Paz às Torcidas).

Dois questionamentos:

1- Seguindo a lógica de que o clube deve jogar em sua própria praça esportiva, dentro do rigor e coerência demonstrados, os times OBRIGATORIAMENTE jogarão em seus estádios e não venderão o mando de campo por PROIBIÇÃO de acordo com o critério estabelecido. Ou não? O Monte Azul e o Sertãozinho, que em alguns momentos foram ciganos, eram exceções em outros tempos, certo?

2- Como faz o Mirassol, clube que pode herdar a vaga do Água Santa? Se programa para montar um time para a A2 ou montar elenco para a A1?

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– A Ridícula Insinuação da FERJ sobre os árbitros!

A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro realmente é nonsense.

Depois do presidente Rubens Lopes falir moralmente com o Cariocão (campeonato com proibição de críticas, má arbitragens e acusações da dupla FLA-FLU sobre favorecimentos a Vasco e Botafogo), a FERJ resolveu deixar em seu site uma “curiosidade” publicada com destaque: “deixa no ar” suspeitas sobre a escalação do árbitro Luiz Flávio de Oliveira e o bandeira Alex Ang para Flamengo x Goiás no Maracanã. Nela, relata suposto favorecimento por má atuação ao Goiás na partida em que o Vasco jogou no Serra Dourada e perdeu de 3×0.

Para quê uma Federação Estadual faz tal comentário? Não confia na CBF? Totalmente desnecessário e deselegante…

Aliás, se a FERJ reclama a favor de seu filiado, a FPF deveria se pronunciar e defender seu árbitro!

Veja a publicação, extraída de: http://www.fferj.com.br/Noticias/View/11091

O assistente paulista Alex Ang Ribeiro foi sorteado em mais uma partida do Goiás no Campeonato Brasileiro. Ele vai trabalhar no jogo entre Flamengo x Goiás, neste domingo, no Maracanã, pela 34ª rodada. 

Alex Ang Ribeiro é o mesmo que marcou pênalti polêmico a favor do Goiás, na partida contra o Vasco, pela 20ª rodada, e ainda deu um tapa na mão do zagueiro Rodrigo. Após várias rodadas sem trabalhar na Série A, Alex é escalado justamente para mais um jogo do Goiás.

Outro detalhe: O árbitro de Flamengo x Goiás neste domingo é Luis Flávio Oliveira, o mesmo que apitou Goiás 3 x 0 Vasco, na 20ª rodada da competição.

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– Arias ganhou um presente de despedida ao ser escalado para Argentina x Brasil?

Em diversas análises de arbitragens que fizemos, confesso nunca me recordar de uma boa arbitragem do paraguaio Antonio Arias. Na memória, uma lambança de péssima atuação em Tigre-ARG x São Paulo-BRA. E é justamente ele quem apitará Argentina x Brasil no dia 12.

Curiosamente, a Asociación Paraguaya de Fútbol retirou seu nome da lista de 6 árbitros locais que compõe o quadro da FIFA por DEFICIÊNCIA TÉCNICA. Dessa forma, o clássico sulamericano pela Eliminatórias da Copa do Mundo será o seu último jogo como árbitro FIFA.

A pergunta é: o juizão é desclassificado em seu próprio país e a Conmebol lhe dá um jogaço como esse para apitar?

Respondam os entendidos…

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– Klopp, o amor a Coutinho e Seleção Brasileira!

Pelo Liverpool, Phillipe Coutinho está jogando muito! Futebol de altíssima qualidade, com jogadas e gols incríveis. Em quase toda a rodada, é escolhido o melhor em campo.

Mas na Seleção Brasileira…

O problema é ele, o esquema de jogo ou o treinador Dunga?

Seu treinador, Jürgen Klopp, declarou quando questionando sobre o atleta:

Quem não ama Phillipe Coutinho? Ele é um jogador brilhante e não precisamos falar das suas qualidades (…) Amo Coutinho, não espero perfeição o tempo todo. Espero que trabalhe para fazer o melhor e é isso o que ele sempre faz”.

Que moral, hein? O que será que Dunga pensa sobre ele…

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– Estudar futebol não faz mal a ninguém!

O Vitória está praticamente de volta à série A do Brasileirão, capitaneado nesta ótima campanha pelo treinador Vagner Mancini na série B.

Dorival Júnior reformulou o Santos FC (mesmo após a saída de Robinho) e fez o time praiano jogar o futebol mais vistoso do Campeonato.

Tite erguerá a taça como Campeão Brasileiro pelo Corinthians.

Mano Menezes tirou o Cruzeiro da zona da degola.

Milton Mendes fez a Ferroviária-SP voltar à elite do Paulistão e de lá foi para o Atlético Paranaense (que o demitiu graças ao instável presidente Petraglia). Depois de sua saída, o time decaiu na tabela…

O que eles têm em comum?

Saíram do Brasil e foram se atualizar na Europa!

E aí compartilho o que o ex-jogador Leonardo disse na Revista Época dessa semana:

O técnico brasileiro não está dentro do circuito internacional. E, se não tem acesso a outras informações, dificilmente consegue desenvolver uma nova idéía. Ele está fechado para o mundo. A formação do treinador brasileiro é empírica. O treinador na Europa faz dois, três, quatro anos de curso. Depois desenvolve as ideias dele! Para ser treinador na Europa, eu fiz dois anos do curso UEFA. Os cursos do Brasil não são reconhecidos internacionalmente”.

Precisa dizer algo?

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– Corinthians: sem essa de apito amigo, Galo…

O Corinthians é praticamente Campeão Brasileiro de 2015, merecidamente. Assim como após a eliminação na Libertadores da América para o Tolima da Colômbia (onde Tite refez o time e ganhou o Brasileirão daquele ano), faz o mesmo após a eliminação frente ao Guarany do Paraguai.

Muitos questionam os erros de arbitragem. Ora, quem acompanha nosso blog viu a quantidade incrível de erros bisonhos nesse ano – a maior parte por orientações equivocadas da péssima Comissão de Arbitragem. Mas nada em dizer que se errou somente a favor de um time e não para outro.

Quem está em evidência, repercute mais. O Corinthians é um time de massa, então um erro a favor, disputando a liderança, dará muito mais notícia e fomentará reclamações dos adversários. Se o Flamengo tivesse mais qualidade técnica e o Corinthians menos, estaríamos falando dos “erros decisivos pró-Mengão”.

O Atlético Mineiro também teve erros a favor, mas repercutiram pouco pelo clima criado. O Santos idem (uma sequência incrível de pênaltis inexistentes). O Palmeiras também. E por aí vai. E se fosse colocar na balança, sabe quem teve muitos erros prol e que passou batido? O Avaí! Mas aqui em SP ele virou um mero coadjuvante do torneio, já que não tem time paulista brigando para fugir do rebaixamento.

Os erros contrários, assim como os a favor, aconteceram para todos! Mas pela liderança folgada, passam despercebidos (como o pênalti sofrido por Elias e não marcado contra o Flamengo).

Quando se está como vidraça, tudo é mais difícil. É assim no futebol, na política e na vida. Aliás, como o Levir, treinador atleticano que tanto admiro, quis disfarçar seu discurso na semana passada falando de “erros das outras rodadas”! Ora, o Corinthians venceu em Itaquera por 1×0 e no Independência por 3×0. Não dá para discutir. Lembrando ainda que o técnico se esqueceu de que o título contra a Caldense, em mata-mata, foi com erros de arbitragem a favor da sua equipe.

Por fim: e as cusparadas contra Tite? Em um país sério, esses imbecis mal educados seriam banidos dos estádios e a praça esportiva interditada.

Aliás, o que fez o treinador Tite para receber cuspe de outrém?

É a ignorância de uma sociedade analfabeta e que trata o futebol como uma guerra.

Em tempo: em respeito às teorias da conspiração, a CBF ou a Globo seriam “burras” se mandassem que os árbitros errassem a favor do Corinthians para o campeonato acabar quase 40 dias antes…

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– Brasil sem árbitro no Mundial de Clubes!

Fase brava no futebol do Brasil…

Quer uma prova? O Mundial de Clubes da FIFA (Japão 2015) não terá clubes nem árbitro brasileiros!

Wilmar Roldán, colombiano, representará a Conmebol. Será que Marco Polo Del Nero não teria força para emplacar nenhum juiz daqui? Não tem ido a Assunção fazer lobby para nós?

Acabaram com o futebol brazuca jogado dentro de campo; agora, com o apito tupiniquim também. É isso que dá criar Regra 12B, inventar dois delegados em jogo, e tantas outras bobagens!

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– O Árbitro Gay da Final da Copa!

Em um esporte preconceituoso como o futebol, tal fato seria discutido (e muito): na Copa do Mundo de Rugby, no próximo sábado, o galês Nigel Owens, único árbitro assumidamente homossexual, apitará a final entre Nova Zelândia x Austrália!

Veja que curioso: Nigel é reconhecidamente competente, mas quase cometeu suicídio por “estar no armário”. Após revelar que era gay, declarou:

Minha vida mudou, minha arbitragem mudou. Se tem uma coisa que apitar exige, é que você esteja completamente concentrado nos 80 minutos. Se algo está mexendo com a sua cabeça, atrapalha. Um árbitro feliz é um árbitro bom.

E se fosse no futebol? E se um árbitro FIFA se revelasse homossexual?

No país em que a bandeira Ana Paula de Oliveira parou sua carreira após fotos sensuais na Revista Playboy e que o árbitro Guilherme Ceretta de Lima foi (segundo ele) prejudicado pela carreira de modelo (entre outras coisas), certamente se aqui exercesse seu ofício, Nigel teria consumado sua tentativa de tirar a vida, lamentavelmente…

E você, o que acha? O Futebol é ainda excessivamente conservador ou não?

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– E a Festinha dos “Profissa’ do Mengão?

O título da postagem é irônico mesmo. Com uma crise instaurada na Gávea, tendo o capitão Wallace criticado o comportamento dos jogadores e uma má campanha indiscutível nos últimos jogos, não é que alguns boleiros do Flamengo fizeram uma “festinha privê”?

Paulinho, Pará, Marcelo Cirino, Anderson Pico e Everton estiveram numa churrascada reservada em uma chácara flagrados com bebidas (e como é que a foto vazou)?

Tudo bem que na hora da folga, o profissional tem o direito de fazer o que quiser. Mas… com a torcida cercando a delegação, em momento discutível, com cobrança de maior esforço e dedicação, não seria mais prudente o resguardo?

E você o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– Os Candidatos à presidência da FIFA

Enfim definiu-se quem concorrerá para substituir Blatter no comando da FIFA. São os candidatos:

1 – Ali Bin Al Hussein (Princípe da Jordânia),

2 – Musa Bility (Libéria),

3 – Jérôme Champagne (O número 3 da FIFA, Francês)

4 – Gianni Infantino (Candidato da UEFA, Italiano)

5 – Michel Platini (Presidente da UEFA, Francês, mas que está suspenso pelo comitê da FIFA),

6 – Salman Bin Ebrahim Al Khalifa (Sheik do Bahrein)

7 – Tokyo Sexwale (África do Sul).

8 – David Nakhid (ex-jogador de Trinidad e Tobago, cuja candidatura está em regularização).

Se recordarmos o último pleito, tivemos apenas um candidato declaradamente oposicionista: O príncipe Ali. Mas quem é ele?

Ali bin Hussein, príncipe da Jordânia, irmão do atual rei do país (Abdulla II), amante dos esportes, criador de uma liga paralela de futebol na Ásia e que posteriormente (e em comum acordo com os cartolas) foi fundida com a atual Confederação Asiática de Futebol. Recentemente, conseguiu convencer a International Board e fez lobby para liberar os “turbantes e véus para atletas muçulmanos” (as vestimentas de cabeça) em jogos profissionais. Estudou em colégios ocidentais e tem promovido programas de integração pela “Paz no Esporte” no Oriente Médio, incentivando a prática do Futebol Feminino com finalidade de diminuir a discriminação contra as mulheres árabes. Com apenas 39 anos, abandonou o 2o turno das eleições por se sentir ofendido ao perceber que os votos prometidos por pares do colégio eleitoral da FIFA migraram para Blatter.

Sinceramente, me parece ter um currículo “mais honesto e claro” do que os demais.

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– Palmeiras 2×1 Fluminense e os Acertos de Daronco

Por vias diretas e indiretas, boa arbitragem de Anderson Daronco no jogo de volta da Copa do Brasil. Um “porém”: pareceu-me louco para acabar o jogo e ir para os pênaltis. Vai que algo confuso acontece nos acréscimos…

Importante: dentro do tempo regulamentar, pode-se acabar o jogo em qualquer situação, exceto no aguardo da cobrança de um pênalti. Se os acréscimos foram de 4 minutos, significa que a partida pode ser encerrada entre 49’00’ e 49’59’.

1- Pênalti de Wellington Silva em Gabriel de Jesus: perfeito! Toda infração deve ser marcada no lugar em que se consome; se um zagueiro fora da área dá uma cusparada e atinge seu adversário dentro da área, é pênalti. Se um atleta agarra seu adversário fora da área e continua o segurando dentro, é pênalti também. Isso é o princípio da falta continuada. Nada em se criticar o árbitro (como o presidente Peter Siemsem e o goleiro Diego Cavaglieri fizeram).

E era para Amarelo ou Vermelho?

Se o árbitro interpretasse que o gol era inevitável, Cartão Vermelho por impedir uma situação clara e evidente de gol; como entendeu que a bola seria defensável, Cartão Amarelo por agarrar adversário.

2 – 2 minutos de acréscimos no 1o tempo e Barrios pede um pênalti, alegando ter sido empurrado por Bruno Lopes. Nada foi marcado; entretanto, o atleta estava em posição de impedimento. Um acerto por vias tortas.

3 – Aos 90 minutos Dudu faz um gol em posição de impedimento, bem anulado.

Nos lances técnicos, nada para o Fluminense reclamar, diferente do pênalti mal assinalado em Zé Roberto no jogo de ida (vide aqui: http://wp.me/p55Mu0-BQ).

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– Palmeiras x Fluminense e a HORA e VEZ de Daronco!

Reforço o que tenho dito há dias: o árbitro Anderson Daronco está indo bem no Campeonato Brasileiro; superexposto pelo excesso de escalas da Comissão de Arbitragem, quando não está na série A apita a série B. Quase não folgou no ano.

Entretanto, tudo está dando certo: bons jogos e partidas de poucas dificuldades. Não entrou ainda em polêmica relevante. A postura “bombadona” (uma brincadeira ao corpanzil) acaba intimidando algumas reclamações de atletas. Mas e quando tiver um jogo realmente complicado a apitar?

A HORA chegou: Palmeiras x Fluminense, no qual está escalado pela Copa do Brasil, tem tudo para ser um jogo chato, desde os erros de Vuaden (que foram classificados como corretos pelo Sérgio Correa, presidente da CA-CBF) até as reclamações de ambas equipes na semana passada.

A VEZ é essa: Daronco pode ser firmar como árbitro de elite (embora já seja da FIFA) e se tornar candidato a melhor juiz de futebol do Brasil nesse ano, já que parece que nenhum árbitro quer tal conquista.

O jogo será um inferno. Tomara que Anderson Daronco não tenha medo de cumprir a Regra do Jogo e resista às pressões de ambas equipes e cartolas. Aliás, uma brincadeira: que não apareça nenhuma aranha em campo… (em referência à matéria que a Revista Veja trouxe sobre ele [O Fortão que tem medo de Aranha], onde confessou que morre de medo de aranha).

Em tempo: no dia 16 de setembro, Daronco apitou Fluminense 1×4 Palmeiras no Maracanã. Será que o Flu ousará chiar?

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– Sobre as confusões do Futebol Amador em Jundiaí

Sempre tive a opinião bem formada a respeito do futebol amador. E, mediante os últimos acontecimentos envolvendo violência dentro e fora dos gramados, com torcedores e jogadores, gostaria de compartilhar o que penso:

  1. Futebol Amador deve ser competição de amadores. Pra quê tantos profissionais defendendo os clubes? O jogador quer ganhar dinheiro, é claro (ele “está na dele”), mas o regulamento deveria ser duro e proibir tais situações constrangedoras.
  2. De onde surge tanto dinheiro aos clubes? Quem são os patronos que pagam salários de profissionais a atletas amadores? Se é amador, deve jogar pelo time, não por dinheiro.
  3. Amador deveria ter o espírito de Inter-Bairros. É isso o que acontece hoje?
  4. Se o regulamento diz que quem promover tumulto deve ser eliminado do campeonato, qual a dúvida? Por quê não elimina? Por política, por medo ou algo que não sabemos?
  5. Futebol é Esporte. Esporte é Vida. Vida é Saúde. É saudável chegar a um estádio e promover arruaça?
  6. A falta de Educação, o espírito de Ódio e o desejo de quebra-quebra estão nítidos nas arquibancadas por parte de algumas equipes, não importa quais sejam. Isso tem a ver com Cultura, Lazer e Educação?

Portanto, ou o futebol amador se reorganiza, se reinventa como lazer sem dinheiro na parada, ou sairá das páginas semanais dos esportes para as policiais. Para o campeonato ser da forma que está, MELHOR QUE NÃO HAJA! Corretíssima a decisão do Prefeito Pedro Bigardi e do Secretário de Esportes Cristiano Lopes em não ceder os Centros Esportivos Municipais para a Liga Jundiaiense de Futebol. As praças esportivas são para o lazer dos munícipes. Como uma família poderá se divertir convivendo com esses brigões ao seu lado?

Em tempo: proibir torcida e fechar os Centros Esportivos para que as equipes joguem com portões fechados, se acontecer, será um tapa contra a cidadania. E as redondezas? Os tranqueiras vão ficar por perto! A sociedade não pode aceitar coisas assim, nem ser refém dos brigões.

Taí um grande pepino para o presidente da LJF, Valter Galli, resolver.

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– Corinthians 1X0 Flamengo e o pênalti em Elias

Elias, do Corinthians, reclama de um suposto pênalti não marcado na partida contra o Flamengo. E aí, foi ou não foi?

Vi o lance de longe, por uma TV 14″. Na 1a vez, me pareceu duplamente duvidoso, pela rapidez do lance e pelo “bololô” de jogadores que estavam na área. Revendo somente hoje, com mais calma e imagem melhor, concluo: lance duplamente faltoso!

Na jogada estavam César Martins de um lado e Márcio Araújo do outro. Na primeira disputa com um flamenguista, há o desequilíbrio pelo lado esquerdo do corinthiano e ali já se poderia marcar a infração (e sendo dentro da área, pênalti). Mas creio que o árbitro Wilton Pereira Sampaio foi atrapalhado pela quantidade de jogadores cariocas à sua frente. Ato contínuo, há um novo contato, por baixo, pelo lado direito do outro defensor. Se existia alguma ressalva, cessou nessa infração. Portanto, pênalti não marcado. 

É claro que a vitória convincente, a liderança folgada no campeonato e o “aceite” dos clubes adversários de que o Brasileirão “quase acabou”, minimizam as queixas da torcida do Corinthians. Mas se o jogo estivesse 0x0, com Corinthians X Flamengo disputando a liderança do torneio, tal lance seria discutido a semana inteira…

Mais uma vez, configura-se erro em jogo importante. Um dia contra alguém, outro a favor de outrém, hoje para Fulano, amanhã para Ciclano… E por aí vai! Nada de colocar na conta má intenção de ninguém, os erros são puramente por ruindade de quem apita e pela incompetência de quem gerencia a Comissão de Arbitragem. 

Nesse ano, parece-me configurar uma repetição de 2007, onde Ricardo Texeira odiava a diretoria do São Paulo (e vice-versa), mas mesmo assim (com erros a favor e contra) Muricy Ramalho levou sua equipe ao título nacional. Dez anos depois, troque os nomes dos atores por Marco Polo Del Nero, Corinthians e Tite. 

OPS: leve em conta o prejuízo de Elias, que levou cartão amarelo por reclamação, e como era o terceiro, está suspenso do próximo jogo. Cartão fruto do equívoco do juizão e do descontrole emocional do jogador (poderia ter evitado a insistência na queixa)…

 

– 152 anos de Futebol e 11 curiosidades

Nesta segunda-feira, se festeja 152 anos do futebol!

Em 26 de outubro de 1863, findava em Londres uma vitoriosa campanha encabeçada por universitários e pelo jornalista John Cartwright: a da padronização das diversas práticas de ‘football’.

Como o esporte era jogado sob a orientação dos diversos colégios e associações esportivas, não haviam regras únicas para o futebol. Há mais de um século e meio, na Freemason’s Tavern, dessa união de esforços nasceu a “The Football Association” (a FA é a ‘CBF inglesa’), que visava, como mote maior, divulgar um único conjunto de medidas para que o jogo de futebol fosse disputado uniformemente em toda a Grã-Bretanha.

Nascia assim o livro The Simplest Play, que nada mais eram as Regras do Jogo de Futebol, com 14 capítulos.

Vamos a algumas curiosidades? Selecionei 11 itens, já que em 1870 o futebol passou a ser jogado com esse número de atletas, definido pela regra 3 até hoje.

1) As traves (Regra 1) eram compostas apenas por postes; o travessão (ou seja, a parte de cima da meta) só surgiu 2 anos mais tarde, tamanha era a confusão para se determinar se os chutes muito altos tinham sido gol ou não;

2) Infrações (Regra 12) eram resumidas como: ‘são proibidas rasteiras, caneladas e cotoveladas, bem como golpear ou segurar a bola com a mão’; simples assim!

3) Não existia a figura do árbitro (Regra 5), que só surgiu em 1868, e ficava sentado numa cadeira, na sombra, servindo para tirar as dúvidas dos capitães das equipes (que eram as pessoas que decidiam se havia alguma falta ou não em comum acordo). Somente em 1878 é que surgiu o apito, mas ainda não servia para marcar faltas, mas para avisar sobre o começo e término dos jogos. Em 1881, enfim o árbitro entrou em campo e começou a decidir sobre infrações sem a consulta de capitães, fazendo parte da regra.

4) O tempo de jogo (Regra 7) é definido em 90 minutos (1893), com intervalo e acréscimos. Antes, se desse o tempo, encerrava a partida imediatamente, quer a bola esteja no ataque ou não.

5) O pênalti (Regra 14) surge em 1891. Até então, nas faltas próximas ao gol, os jogadores se aglomeravam em cima da linha de meta e formavam um muro sobre ela.

6) Diversas infrações poderiam deixar de serem marcadas, caso a equipe que sofresse a falta achasse que não importava a marcação. Ou seja, nascia em 1903 a “lei da vantagem” (não era o árbitro quem determinava se seguia ou não o lance).

7) O goleiro podia segurar a bola com a mão por toda a sua metade do campo. Em 1907, radicalizou-se e o arqueiro só podia colocar as mãos dentro da grande área. Mas somente em 1921 alguém teve a idéia de que eles deveriam usar roupas diferentes dos jogadores de linha, para não confundir as pessoas.

8) Preocupada com a saúde dos atletas, decidiu-se em 1924 que, se o árbitro considerasse que um jogador estivesse contundido, deveria parar o jogo para que ele fosse atendido. Antes, o lesionado deveria se arranjar sozinho para deixar o campo e o jogo não deveria ser interrompido.

9) Uma revolução aconteceu em 1925: o impedimento (Regra 11) passou a exigir que ao menos 2 atletas (antes, eram 3) estivessem dando condição para que o jogo prosseguisse.

10) Em 1938, numa ‘reengenharia’ esportiva, definiu-se as 17 regras do futebol que persistem até hoje, com algumas alterações ao longo do século.

11) Somente em 1970 permitiu-se substituições de atletas universalmente (Regra 3). Antes (desde 1966), eram permitidas somente em partidas que envolvessem clubes. Também temos a adoção dos cartões amarelos e vermelhos (Regra 12).

É claro que ao longo do século XX outras tantas modificações surgiram, como o tempo de 6 segundos da posse do goleiro com a bola nas mãos, mesma linha deixar de ser impedimento, 3ª substituição, acréscimos na partida, área técnica, entre outras.

E você, teria alguma sugestão para mudanças de Regra do Futebol, no dia do seu aniversário de 152 anos?

Deixe seu comentário:

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– Aidar te convenceu? Mas a Regra não permite sobre o que ele acusa…

Leio que no Estadão o ex-presidente são-paulino Carlos Miguel Aidar declarou algumas coisas sobre a sua renúncia e episódios do dia-a-dia. Entre eles, a crítica que supostamente Abílio Diniz ligava para Milton Cruz durante as partidas.

Ué, como Milton atenderia o telefone celular, se a comunicação entre rádios, celulares, emails ou qualquer comunicação externa está proibida pela FIFA há algum tempo, e vez ou outra vemos árbitros coibindo o uso?

Fica a dúvida… Aidar falou a verdade ou jogou ao ar?

Sobre a proibição desses equipamentos, destaco o seguinte texto de alterações das Regras do Jogo (item 7 da postagem), em: http://wp.me/p55Mu0-wR.

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– Melhor do Mundo ou Marido para a Filha?

Para a eleição do melhor jogador do mundo nesta temporada, a fim de escolher apenas um dos 23 selecionados, a FIFA distribuiu às federações um aviso a ser replicado aos jornalistas, treinadores e capitães de seleções que votarão. E sabe o qual é esse recado?

De que os eleitores devem levar em conta não só a performance dentro de campo, mas também o comportamento extra-campo!

O que você pensa sobre isso? Edmundo, Serginho Chulapa, Almir Pernambuquinho, George Best ou Balotelli nunca concorreriam a nada…

Se Cristiano Ronaldo, Messi, Neymar ou qualquer outro arrebentarem, mas aparecerem em escândalos nas boates européias, perderão a chance de serem premiados?

Aliás: e os problemas fiscais que sofrem tanto o argentino quanto o brasileiro? Influenciarão os eleitores?

Vale a velha reflexão de cartolas quando vão contratar jogadores polêmicos para seus clubes: estou preocupado em contratar um craque para o time ou em avaliar um namorado bem comportado para minha filha?

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– E se o Paulo Amaral fosse presidente do SPFC?

Evitando constrangimentos, Paulo Amaral, ex-presidente são-paulino, resolveu não concorrer à presidência do clube novamente contra Leco. Concorrerá Newton do Chapéu, associado que já foi até candidato a deputado federal.

Mas por quê a não candidatura de Paulo Amaral evitará problemas?

Porque ele tem como desafeto Rogério Ceni!

Imaginem a dois meses do encerramento da carreira e em tempo de festividades, Paulo Amaral tendo que ovacionar Rogério?

Lembram que Menon, do Jornal da Tarde, e depois outros jornalistas confirmaram que era duvidosa a proposta apresentada por Rogério Ceni (supostamente do Arsenal, mas realizada por empresários), quando o goleiro negociava aumento e quase saiu do São Paulo FC? Paulo Amaral entrou em contato com o Arsenal que negou a sondagem.

Na época, ficou a dúvida: Rogério foi enganado com a proposta ou a falsificou? O certo é que ele foi suspenso por 1 mês pela diretoria.

Tempos depois, Milly Lacombe, jornalista do Sportv, durante o programa Arena Sportv, disse que Rogério forçou uma falsificação. O goleiro entrou no ar, discutiu com a moça e a processou. Hoje Milly vive nos EUA com sua companheira e não quer mais saber do assunto (no qual ela perdeu o processo).

Para a sorte do São Paulo FC, a saia justa se evitará!

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– Hoje tem Futebol Esporte Show. Prestigie!

E hoje tem ‪#‎FutebolEsporteShow‬ !
Com ‪#‎MarcelCapretz‬‪#‎AndressaPavani‬ e ‪#‎RafaelPorcari‬
Aqui, no #‎SBT‬ – ‪#‎Vtv‬ e ‪#‎TvSorocaba‬
Tudo sobre o ‪#Brasileirão‬ e os times da região. 
Prestigie!

Campinas e Região: 13h00
Baixada Santista: 13h00
Sorocaba / Jundiaí e Região: 13h15.

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– Jesus Cristo, The Referee of God, para iluminar Sérgio Correa?

Estou cansando de escrever sobre Sérgio Correa da Silva, o presidente da Comissão de Arbitragem da CBF e suas peripécias no futebol.

Gostaria de não abordar mais esse senhor, cujo tema se torna repetitivo muitas vezes, mas parece que ele próprio instiga. Disse Sérgio hoje sobre a arbitragem e melhorias sugeridas a ela:

Sem vídeo, só Jesus Cristo resolve”.

– Ora, os árbitros de outros países usam vídeo?

– Estaria ele defendendo o vídeo por ser proposta dele enviada à FIFA?

– Com vídeo, os pênaltis de queimada que ele avalizou seriam desmarcados, mesmo dizendo a imprensa que foram corretamente assinalados?

Sua gestão melhoria? Árbitros e instrutores incompetentes mudariam de postura?

Sou a favor do uso moderado e pontual da tecnologia no futebol, mas as palavras do comandante são pura demagogia.

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– Erros de Arbitragem e de Escalas, além de Denúncias, agitaram a 4a feira de futebol!

A falta de normalidade no futebol dentro e fora de campo tem espantado. Mas vamos dissertar sobre isso?

1) Na partida entre Fluminense 2×1 Palmeiras, Zé Roberto vai dividir a bola com Gum, cai e o árbitro Leandro Pedro Vuaden (que há tempos está em má fase) marcou pênalti. Não foi nada… Aliás, quando Vuaden apareceu no cenário nacional positivamente, foi extremamente criticado por deixar o jogo fluir pelo então presidente da Comissão de Arbitragem daquela época, Sérgio Correa da Silva.

Agora, depois da mudança negativa de estilo (onde marca tudo, até queda sem infração) o atual presidente da CA-CBF, Sérgio Correa da Silva, o escala sistematicamente… Um comentário utópico: se Zé Roberto dissesse ao árbitro que não sofreu falta, levaria (se na Itália) o prêmio do Cartão Verde por atitude desportiva…

Se o lance a favor do Palmeiras era fácil para a arbitragem e o erro bisonho, diga-se o contrário para o gol anulado de Amaral: pela imagem (assisti pelo UOL), não consigo saber se foi erro ou acerto; e isso nem importa, pois o lance foi dificílimo para a arbitragem e aí não vale a crítica caso errou, somente o elogio se acertou.

2) Já Raphael Claus, que estava na Argentina na 3a feira a noite em Huracan x Defensor como quarto-árbitro, foi escalado para a Copa do Brasil, no SanSão, na 4a, junto com o bandeira Rogério Pablos Zanardo, que foi pivô da expulsão de David Braz no clássico Corinthians x Santos. Tudo foi muito bem na partida, mas o risco de dar confusão era grande, com escala imprudente e provocativa da Comissão de Arbitragem.

3) Eurico Miranda foi denunciado pelo STJD por reclamações contra Sérgio Correa e Delfim Peixoto; agora, Rogério Ceni também foi pelas reclamações do lance do pênalti inexistente marcado contra sua equipe; Peter Siemsem deverá ir também. E todos eles serão julgados por estarem com a razão (assim como também já foi Modesto Roma Jr). Aliás, só não vai ao STJD aquele que é o elemento comum dos reclamantes: Sérgio Correa.

4) Franz Beckenbauer investigado na Europa por compra de votos na Escolha da Copa de 2006; Tribunal espanhol recebe queixa de bandeirinha que se sentiu aliciado pela Comissão de Árbitros da Espanha para “meter a mão” no Barcelona em jogo a ser realizado contra o Real Madrid…

Onde pararemos? É o #GER7x1BRA nosso de cada dia…

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– A escala provocativa da arbitragem para São Paulo X Santos 

Parece picuinha. E deve ser mesmo…

O bom árbitro Raphael Claus, que marcou equivocadamente o pênalti de “queimada” em Palmeiras 0X1 Ponte Preta, será o árbitro do SanSão no Morumbi pela Copa do Brasil. Mas e o bandeira? Será Rogério Pablos Zanardo, o mesmo da confusão com Zeca e que resultou na expulsão do David Braz contra o Corinthians no Itaquerão.

Bandeira não é sorteio, é escala direta. Sérgio Corrêa quis provocar o Peixe, já que certo dia Modesto Roma Júnior pediu publicamente o “escalpo” dele e sua substituição pelo Cel Marinho?

Provavelmente sim, pois poderia evitar a polêmica. Aliás, por que não escala Zanardo na Vila Belmiro no jogo de volta?

Se existir erro pró-SPFC, se dirá que é perseguição. Se for pró-Santos, se dirá que é compensação. Por que escalar de propósito tais nomes? 

A declaração do presidente do Santos pode ser lida aqui: http://wp.me/p55Mu0-tn.

A punição que levou pelo STJD, aqui: http://wp.me/p55Mu0-uh.

 

– Os Nomes dos Candidatos a Melhores da FIFA fazem jus a indicação?

A FIFA divulgou o nome dos 23 finalistas ao prêmio de Melhor Jogador do Mundo (o “Bola de Ouro”), em conjunto com a Revista France Football. Dos 23 indicados, 3 nomes serão escolhidos no dia 30 de novembro e deles sairá o vencedor em 11 de janeiro de 2016.

Não há nenhum jogador que atua no Brasil, e de brasileiro, só Neymar.

Em ordem alfabética de sobrenome divulgada:

Sergio Agüero (Manchester City), Gareth Bale (Real Madrid), Karim Benzema (Real Madrid), Cristiano Ronaldo (Real Madrid), Kevin De Bruyne (Wolfsburg/Manchester City), Eden Hazard (Chelsea), Zlatan Ibrahimovic (Paris Saint-Germain), Andrés Iniesta (Barcelona), Toni Kroos (Real Madrid), Robert Lewandowski (Bayern de Munique), Javier Mascherano (Barcelona), Lionel Messi (Barcelona), Thomas Müller (Bayern de Munique), Manuel Neuer (Bayern de Munique), Neymar (Barcelona), Paul Pogba (Juventus), Ivan Rakitic (Barcelona), Arjen Robben (Bayern de Munique), James Rodríguez (Real Madrid), Alexis Sánchez (Arsenal), Luis Suárez (Barcelona), Yaya Touré (Manchester City), Arturo Vidal (Juventus/Bayern de Munique).

Também foi divulgada a relação dos 10 melhores treinadores do mundo. Nela, não constam brasileiros:

Massimiliano Allegri (Juventus), Carlo Ancelotti (Real Madrid), Laurent Blanc (Paris Saint-Germain), Unai Emery (Sevilla), Pep Guardiola (Bayern de Munique), Luis Enrique (Barcelona), José Mourinho (Chelsea), Jorge Sampaoli (Seleção do Chile), Diego Simeone (Atlético de Madrid), Arsène Wenger (Arsenal).

Ontem, a FIFA também divulgou a lista com as 10 jogadoras candidatas à melhor do mundo. A “Rainha Marta” dessa vez não figurou. São elas:

Nadine Angerer (Alemanha/Brisbane Roar/Portland Thorns); Ramona Bachmann (Suiça/FC Rosengård); Kadeisha Buchanan (Canadá/West Virginia University); Amandine Henry (França/Lyon); Eugénie Le Sommer (França/Lyon); Carli Lloyd (Estados Unidos/Houston Dash); Aya Miyama (Japão/Okayama Yunogo Belle); Megan Rapinoe (Estados Unidos/Seattle Reign); Célia Šašić (Alemanha/1.FFC Frankfurt); Hope Solo (Estados Unidos/Seattle Reign).

As minhas escolhas pessoais, respeitando todas as outras: Cristiano Ronaldo (um “pouquinho só” a frente de Messi); Sampaoli (neste ano, a frente de Guardiola); e, como não acompanho campeonatos femininos a fundo, Hope Solo pela incontestável beleza!

E você, quem escolheria das 3 listas?

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– Boato ou Verdade sobre os Árbitros da Primeira Liga e do Brasileirão?

Pipocam informações sobre quem apitará a Liga Sul-Minas-Rio (Primeira Liga). Primeiro, Alexandre Kalil disse que traria árbitros da Conmebol. Depois, quando Marco Polo Del Nero deu aval ao torneio, disse que seriam árbitros da CBF e ligou para Marco Antonio Martins, o catarinense presidente da ANAF, para lhe dizer que na Primeira Liga se pagará Direito de Imagem. Agora, no momento em que Kalil rompe com a CBF por Marco Polo ter mudado de idéia, surge a informação de que como o torneio não será reconhecido pela CBF, nenhum árbitro da Comissão de Sérgio Correa poderá apitar.

O certo é que, se Kalil como CEO da Liga por um lado tenta agradar os árbitros brasileiros com a ideia de maior remuneração (mesmo não os contratando), outros integrantes, como Mário Cesar Petraglia, detonam pelo Twitter alegando que árbitros das federações contrárias poderiam prejudicar seu time. Aliás, foi dele o tuíte sobre o juiz carioca Wagner Magalhães:

A voz do povo é a voz de Deus, o povão ontem revoltou-se com a arbitragem deste carioca que trabalha para a FCF que luta conta a 1a Liga!”

Portanto, fiquemos atento com as pressões extra-campo: teremos o grupo que luta contra o rebaixamento que dirá muita coisa sobre Delfim Peixoto, o vice-presidente da CBF e que há 30 anos preside a Federação Catarinense (que nessa semana está acompanhando o Chapecoense para o jogo contra o River Plate na Sulamericana), alegando favorecimento aos seus filiados; e, de outro, aqueles que alegarão perseguição em seus jogos por se tornarem oposição na CBF.

O momento é conturbado, evidentemente!

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– Quando se consumará o Brasileirão?

Provavelmente, as vagas para Libertadores, Sulamericana e de todos os rebaixados só serão conhecidas na última rodada do Brasileirão. Mas cá entre nós: desde o final do 1o turno, era bola cantada: Corinthians campeão e Vasco rebaixado, justamente pelas campanhas tão agudas.

Fica a pergunta: quando se consumará? Faltando uma, duas, três ou quatro rodadas?

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– Valeu o esforço, Paulista FC!

Considerando que o time do Paulista de Jundiaí na Copa Paulista era barato, formado por jovens, capitaneados por um treinador em ascensão, vale considerar:

– Os erros e pontos perdidos foram por inexperiência. Sendo assim, os jovens aprenderam durante a competição;

– Sem dinheiro, fica tudo mais difícil: contratar reforços foi impossível; pagar em dia, idem;

– Poucos torcedores no Estádio (mas os que lá estavam, eram os abnegados de sempre);

– Passar para a 2a fase foi uma conquista; para a 3a, seria um feito.

Sendo assim, resta o parabéns pelo esforço e a preocupação para a série A2 de 2016, muito mais difícil do que a Copinha…

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– Macacão não gostaria de Cartão Verde? Sobre o gol de mão no jogo Ponte Preta 3×0 Coritiba

Parece que a Ponte Preta voltou ao mesmo ritmo do início do Brasileirão: vitória seguida de vitória!

Mas nesse domingo, o árbitro Pablo dos Santos Alves bobeou e não viu um claro gol de mão do atacante Alexandro Macacão. Gol irregular, claro. Ele não foi determinante para a vitória da Ponte Preta, pois a Macaca jogou muito melhor do que o Coxa Branca e o placar foi elástico. E, infelizmente, não foi dessa vez que vimos fair-play.

Comentamos dias atrás sobre o fato da Série B italiana ter criado o “Cartão Verde”, instrumento positivo a ser aplicado para os jogadores que confessassem lances errados marcados pela arbitragem. Será que se tal novidade fosse implantada no Brasil, Alexandro se sentiria tentado a avisar o árbitro que seu gol foi irregular só para receber a premiação?

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– O Pênalti de São Paulo x Vasco da Gama com a cronologia da burrice!

De 05 a 13 de Outubro, não vimos nenhum pênalti de queimada, regra 12b ou de braço colado sendo marcado no Campeonato Brasileiro. Claro, não tivemos árbitros brasileiros apitando Brasileirão. Entretanto, tivemos árbitros brasileiros experientes nas Eliminatórias da Copa do Mundo (os que não foram moldados aos ensinamentos de Sérgio Correa da Silva) e nenhum lance bizarro como os que vemos aqui foi marcado.

Dia 14, quarta-feira, vimos pênalti inexistente na Regra da FIFA sendo marcado pela Regra CBF, em Palmeiras 0x1 Ponte Preta. Vide aqui: http://wp.me/p55Mu0-B5.

Dia 15, quinta-feira, vimos outro pênalti que não existe na Regra 12 da FIFA, mas que consta na orientação da Regra 12B da CBF, em Vasco 1×1 Chapecoense. Vide em: http://wp.me/p55Mu0-Bf.

Dia 16, sexta-feira, o árbitro Ricardo Marques Ribeiro fez uma defesa veemente do seu chefe, Sérgio Correa da Silva, com discordantes conceitos. Vide-a em outra publicação, em: http://wp.me/p55Mu0-Bp.

Dia 17, sábado, publicamos um artigo elucidando a polêmica mostrando os vídeos nos quais a FIFA explica o que é movimento antinatural da mão e os lances que incoerentemente a CBF ensina aos árbitros. Assista-os em: http://wp.me/p55Mu0-Bi.

Dia 18, neste domingo, Dewson Freitas marcou o enésimo pênalti inexistente no Campeonato Brasileiro, que além de resultar em um gol causou a expulsão de Matheus Reis. Foi lance de cotovelo involuntário em um carrinho de movimento natural. Jogada NORMALÍSSIMA segundo os vídeos da FIFA relatados acima. Mas para a Comissão de Árbitros da CBF, de acordo com a Diretora da Escola de Árbitros Ana Paula Oliveira (no mesmo post dos outros vídeos), INFRAÇÃO CORRETAMENTE MARCADA.

Não há como não pensar: depois de tudo o que foi dito, o árbitro sentiu a pressão e devolveu um lance a favor do Vasco?

Penso que não. Creio que é simplesmente cumprimento da Regra 12B inventada pela CBF. Aliás, percebeu que os árbitros que apitam FORA do Brasil, nas competições internacionais, não marcam nada disso?

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