– Não temos prêmio para melhor árbitro do mundo no The Best por qual motivo?

Uma ideia apenas: se temos os diversos prêmios para as mais variadas categorias de praticantes do futebol (Messi levou o 6o título nesta última segunda-feira – não sei se, nesta temporada, de fato foi o melhor jogador), incluindo até mesmo torcedores (o prêmio deste ano foi indiscutível para Sílvia Grecco, a mãe que narra os jogos do Palmeiras para o filho deficiente), por quê não escolher o melhor árbitro do ano? Ou o melhor bandeira?

Claro, o futebol não é disputado e torcido pelos juízes, mas sim pelos atletas e seus aficcionados. O árbitro e seus assistentes SÃO PARTE do futebol, pois sem eles não existiria o jogo nos dias de hoje (eles são respectivamente a Regra 5 e 6). Estão em pé de igualdade com a bola, equivalentes em importância e necessidade para ocorrer uma partida de acordo com as Leis do Jogo, mas marginalizados por culpa dos… de… por… 

Ué?

Por culpa de quem mesmo, ou por qual motivo? Por eles mesmos ou pelos cartolas que gerenciam suas carreiras através das escalas?

Talvez sejam essas as causas. Mas seria interessante uma premiação oficial ao melhor árbitro da temporada, ao menos.

Aliás: existe ou existiu um Pelé, um Maradona ou um Messi “do apito”?

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– De arrepiar, Sílvia!

Rodou o mundo a história da mãe palmeirense que narra os jogos para seu filho deficiente. É de emocionar!

Hoje, dona Sílvia, a valorosa senhora, ganhou o prêmio ”The Best” da FIFA e levou o mundo da bola às lágrimas com seu testemunho de força e encorajamento.

Abaixo, o link e o vídeo do SporTv:

JÁ TEMOS O MELHOR MOMENTO DESTE #TheBest! PARABÉNS, NICKOLLAS E SILVIA, VOCÊS MERECEM O MUNDO! ❤❤❤❤

#TheBestNoSporTV

t.co/W1LfeXdmxZ

– Com que moral os devedores de Impostos no futebol podem reclamar de algo?

Posso falar categoricamente: sou um caso, por conta das minhas atividades profissionais, de exemplo de brasileiro que nunca ganhou dinheiro suficiente por conta de honrar com as contas do meu principal sócio: o Governo!

INSS, FGTS, IRPJ e IRPF, entre vários impostos e tributos que sou / fui obrigado a pagar como Pessoa Física ou Jurídica, sempre me trouxeram grande tristeza, devido ao montante pago e ao “nada que sobra”. E revolto-me a ler na matéria do Estadão sobre os 10 maiores clubes de futebol inscritos na Dívida Ativa da União!

Como algum cartola pode reclamar da arbitragem em seus jogos, ou do rendimento dos atletas, ou de qualquer gerenciamento de time, se não cumpre com suas obrigações fiscais? Que raio de administradores são eles?

Pela ordem, devem mais de 700 milhões de reais (não estão somadas as dívidas já renegociadas anteriormente e que ainda não foram pagas pois irão vencer as parcelas; aqui estão “apenas” as existentes que ainda não foram negociadas) os seguintes 10 clubes do Brasileirão:

  • Corinthians: R$ 572 milhões;
  • Vasco da Gama: R$ 51 milhões;
  • Cruzeiro: R$ 25 milhões;
  • Fluminense: R$ 22 milhões;
  • Botafogo: R$ 21 milhões;
  • Avaí: R$ 12 milhões;
  • São Paulo: R$ 8 milhões;
  • Palmeiras: R$ 8 milhões;
  • Fortaleza: R$ 53 mil.
  • CSA: R$ 35 mil

Lembrando que, arrisque se tiver coragem, caro amigo leitor, deixar de pagar os seus impostos para ver o que acontece… Por quê os clubes de futebol devem ter esse privilégio de calote?

Mais ainda: fala-se em Refinanciamento e/ou PERDÃO dessas dívidas, com o atual projeto das “S/A do Futebol”.

Abaixo, extraído de: https://esportes.estadao.com.br/noticias/futebol,dez-clubes-da-serie-a-estao-inscritos-na-divida-ativa-da-uniao-e-do-fgts,70003019477

10 TIMES ESTÃO INSCRITOS NA DÍVIDA DA UNIÃO E DO FGTS

Total da dívida, que não inclui os débitos já parcelados com o Governo Federal, soma R$ 718 milhões

Por Ciro Campos, João Prata, Gonçalo Junior e Guilherme Amaro

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, órgão ligado ao Ministério da Economia, aponta que dez clubes da Série A do Campeonato Brasileiro estão inscritos na Dívida Ativa da União e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). O total da dívida, que não inclui os débitos já parcelados com o Governo Federal, soma R$ 718 milhões. O projeto que pretende transformar os clubes em empresas prevê refinanciamento dessas dívidas e também de débitos fiscais.

Há a possibilidade de anistia, que prevê o perdão de grande parte das multas e juros, nas hipóteses de pagamento do valor à vista, que pode ser parcelado em até cinco vezes. Além disso, existe a alternativa de pagamento de uma pequena parcela à vista e a quitação do saldo remanescente com a utilização de créditos fiscais. O Estado consultou os dez clubes devedores. Palmeiras, Corinthians, Cruzeiro, Avaí e Fortaleza se manifestaram; outros cinco, não.

Os clubes puderam refinanciar as dívidas em 2015 por meio do Profut (Programa de Modernização da Gestão de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro). O parcelamento poderia ser feito em até 240 meses, com descontos de 70% das multas e de 40% dos juros. Além disso, eles foram dispensados de pagar os encargos legais. Depois de quatro anos, alguns clubes voltaram a acumular dívidas.

O projeto do relator Pedro Paulo (DEM-RJ), apoiado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), propõe um novo programa de refinanciamento de dívidas. Desta vez, ele seria restrito aos clubes-empresa. Ao migrarem para o novo modelo, os clubes poderão ingressar em um novo parcelamento, o Refis. A redução seria de 50% dos juros no total de 240 parcelas. As agremiações também podem usar crédito tributário de companhias comuns, caso façam fusões, para o abatimento dessas dívidas com o governo.

Além desse benefício, o projeto propõe que os clubes de futebol tenham condições facilitadas para ingressar com pedidos de recuperação judicial. O acordo precisa ser aceito pelos credores na área cível e na área trabalhista, por exemplo. Vale lembrar que o projeto prevê que os clubes deixem de ser associações sem fins lucrativos e passem a ser sociedades anônimas ou limitadas. É uma mudança na forma de administração. Com isso, eles terão acionistas ou proprietários, que podem ser outras empresas nacionais ou até estrangeiras. A transformação é opcional.

A renegociação das dívidas dos clubes está inserida em um contexto maior: criar segurança jurídica, esportiva e comercial para que investidores se sintam atraídos para investir nos clubes, historicamente comprometidos com gestões deficitárias e acúmulo de dívidas. “Um clube mudar de associação para empresa é fácil e já existe lei para isso. A discussão é como você vai fazer isso com segurança”, explica Pedro Daniel, diretor executivo da Ernst&Young, consultoria que participa da análise do projeto de transformação dos clubes em empresa. “Queremos atrair investidores sérios e não só aventureiros.”

Ao longo da semana, representantes dos clubes se reuniram com o parlamentar Pedro Paulo e apresentaram uma série de sugestões para modificar a proposta inicial.

ENTRAVE

A questão da tributação continua sendo o principal entrave. Os clubes que optarem pelo novo regime serão tributados pelas mesmas regras das empresas comuns. Para estimular os clubes a se profissionalizar, o projeto oferece um regime transitório de apuração de tributos federais, o Re-Fut, pelo prazo de cinco anos. Segundo esse regime especial, as SAFs (Sociedades Anônima do Futebol) poderão fazer um recolhimento único com alíquota de 5% sobre a receita bruta mensal. Esse pagamento corresponderá aos seguintes tributos: IRPJ, CSL, PIS, COFINS e Contribuição Previdenciária. Ao Estado, o deputado Pedro Paulo prefere não cravar um porcentual. A discussão ainda precisa avançar com o Ministério da Economia e a Receita Federal.

As associações que não quiserem se tornar empresas poderão continuar isentas dos impostos atuais, desde que cumpram uma série de requisitos ligados a boa governança, compliance, transparência e responsabilidade fiscal.

Segundo o advogado especialista em Direito Desportivo Internacional Eduardo Carlezzo, caso a proposta avance, vai transformar profundamente a administração dos clubes. “O formato de empresa demandará imensa responsabilidade dos gestores, pois diferentemente do que ocorre hoje, haverá o risco de falência dos clubes. E certamente alguém irá falir, pois, ainda que não desejável, isto é parte dos riscos da atividade empresarial”, disse.

Na opinião do especialista, a possível alteração no formato pode fazer com que as equipes tenham uma gestão mais cuidadosa. “Existem hoje, nas quatro principais divisões do Brasileiro, inúmeros clubes que, analisando-se as receitas anuais e o montante da dívida, chega-se à fácil conclusão de que nunca conseguirão pagar os débitos. Vão empurrar eternamente. Assim, ao tornar-se empresa poderão buscar a recuperação judicial. Se não pagarem as dívidas neste processo, será decretada a falência, o que hoje não é possível no formato de associação”, afirmou.

CORINTHIANS E PALMEIRAS SE UNEM

Dos dez clubes listados pela Procuradoria-Geral na Dívida Ativa da Fazenda Nacional, órgão de consultoria jurídica ligado ao Ministério da Economia, apenas dois (Palmeiras e Corinthians) contestaram os números. “O Palmeiras não reconhece a dívida e está discutindo judicialmente”, diz nota enviada pelo time alviverde ao Estado.

O clube afirma que “o programa de refinanciamento de dívidas que o Governo oferece aos clubes no projeto de lei proposto não é um fator que o Palmeiras levará em consideração para estudar a possibilidade de se tornar empresa”.

Por fim, enumera as condições que considera importantes para a transformação dos clubes em empresas. “O Palmeiras entende que a melhor forma de incentivar os clubes a se tornarem empresas e atraírem investidores é a criação de um ambiente juridicamente seguro para empresas dentro do mercado esportivo, com regras fortes de governança corporativa e um regime fiscal diferenciado e descomplicado para quem optar por realizar a migração”.

O Corinthians afirma que se considera isento de impostos por ainda ser uma associação e nega ter essa dívida. “A agremiação é isenta do pagamento dos seguintes tributos da União: IRPJ, CSLL, PIS e Cofins”, diz em nota. Para justificar, o clube cita o êxito de outros clubes, como Athletico-PR e São Paulo, em cobranças dessa natureza.

“Entendimento similar ao do clube extinguiu cobrança da União contra o Athletico Paranaense, depois de decisão da Câmara Superior de Recursos Fiscais do CARF (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais) em 2018. Recentemente, o CARF julgou procedente a isenção dos mesmos tributos do São Paulo. O clube continua buscando garantir seu direito à isenção e confia que alcançará o mesmo desfecho favorável obtidos por outras agremiações.”

fallback

– Análise da Arbitragem para Paulista 1×2 Assisense

Pelas características da partida, da classificação das equipes na tabela e dos jogadores, a arbitragem poderia ter sido melhor do que foi nessa manhã em Jayme Cintra.

No 1º tempo, o árbitro Leandro Bizzio Marinho começou muito bem, mas soltou o jogo ao não marcar uma falta mais forte de Hurick (PFC) que deixou o braço no rosto de Xandão (ASS) aos 12m. Na sequência, Varão (ASS) “desforrou” em Hurick (PFC) com uma entrada mais forte, onde a falta também não foi marcada mas virou vantagem ao time da casa. Em ambas, pela animosidade do momento, as infrações deveriam ser marcadas e o Cartão Amarelo aplicado. Acertou em não aplicar o cartão amarelo para Kaká, (ASS) no pênalti cometido por falta comum dentro da área.

Aos 40m, um lance polêmico: o zagueiro do Paulista João Paulo toca o atacante do Assisense dentro da área, mas com a bola já tendo passado a linha de fundo. O massagista da equipe visitante dispara do banco reclamando pênalti (corretamente não marcado) e corre ao 4º árbitro, sendo expulso na sequência. Ao sair, insiste em colocar o dedo no rosto do mesmo.

Fora esses detalhes na etapa inicial, manteve a autoridade em campo, embora tenha exagerado nas “resenhas” com os atletas. Em alguns momentos, as conversas são desnecessárias e quebram a dinâmica da partida.

No segundo tempo, errou ao aplicar cartão amarelo a Igor Mendes (PFC) logo aos 40 segundos, após entender que houve um carrinho no adversário Rafinha (Ass), em lance entendido como vantagem. Nada foi, atingiu apenas a bola. Acertou ao aplicar o cartão amarelo a Léo (ASS) por tirar a camisa na comemoração de gol e a um atleta substituto que invadiu o campo no mesmo momento para abraça-lo. No restante, foi bem, já que não tivemos nenhum lance ou situação mais complicada, apesar do jogo ser extremamente faltoso.

O bandeira 1 Fausto Viana foi exigido e participou muito bem da partida. O bandeira 2 Osvaldo Apipe também foi exigido, mas teve duas marcações não atendidas pelo árbitro, que avaliou estar melhor colocado e não as confirmou. O 4º árbitro Jeferson Girotto, sempre atento, idem.

PAULISTA x ASSISENSE

Gols: 1×2

Faltas: 18×25

Cartões Amarelos: 2×5.

Cartão Vermelho (uma única expulsão de membro da Comissão Técnica do Assisense).

Público 1.369 pagantes.

Renda: R$ 17.610,00.

– “Compensando” mesmo com VAR? Sobre Corinthians 2×1 Bahia.

Sejamos justos: o VAR veio para melhorar o futebol mundial, mas no Brasil é mal usado demais.

Na Arena Itaquera, em Corinthians 2×1 Bahia, tivemos péssima utilização do árbitro de vídeo Wagner Reway, corroborado pelo FIFA Dewson Freitas. O pênalti ao Bahia cometido por Ralf não foi marcado; logo após, em lance de Claysson que nada fez, veio a “marcação por compensação”. Em linguagem popular, significa quando se dá um pênalti que não foi para compensar o que não deu e foi.

Não creio que foi isso que aconteceu, acredito na incompetênciaComo errar em lances claros mesmo com a revisão no vídeo? E reforce-se: não é culpa do equipamento eletrônico, é de quem opera!

Uma pena, estão lutando pela desmoralização da tecnologia no futebol.

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– O que os clubes de futebol podem fazer em relação à Seleção?

O técnico Tite fez uma nova convocação da Seleção Brasileira para os amistosos contra as seleções africanas na longínqua Cingapura. E muitos jogadores que atuam no Campeonato Brasileiro foram chamados e desfalcarão suas equipes.

Quando o próprio Tite era técnico do Corinthians, reclamava dessa situação (chegou até a assinar aquele manifesto contra Del Nero e a CBF, que englobava diversas críticas, mas depois aceitou treinar o Escrete Canarinho). Hoje, ele sabe que dirigindo a Seleção, tem que deixar os clubes de lado e defender o seu trabalho; afinal, são os resultados que o sustentam.

Os clubes reclamam dos desfalques, embora, sejamos coerentes, devem se sentir satisfeitos quando jovens como Pedrinho ou Anthony são convocados e valorizados para o Mercado da Bola. Mas a questão principal é: por quê não pressionam a CBF para não ter rodada nas “datas FIFA”, que são reservadas para amistosos?

A Europa inteira suspende as rodadas, mas aqui no Brasil, por conta do calendário, se obriga os clubes a jogarem. Vide o prejuízo do Flamengo ou Grêmio, com seus principais atletas chamados e correndo risco de lesão fora do seu ambiente cotidiano de trabalho. Ou o São Paulo, que não contará com seu jogador mais caro, Daniel Alves, para o clássico contra o Corinthians?

Aliás, pense: e se Gabigol, brigando pela artilharia do Brasileirão, leva uma botinada e fica fora do restante do campeonato? Como fica? E são inúmeros os casos nos quais o atleta vai servir a Seleção (que é de propriedade privada, da CBF, que tem grande rentabilidade) e que são devolvidos lesionados para as suas equipes.

Enfim: já passou da hora dos clubes se manifestarem e não serem tão passivos quanto a essa situação. Ou eles têm medo de peitar a gestão da Confederação Brasileira de Futebol?

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– As voltas que o Mundo do Futebol dá!

Há coisas muito interessantes na Web e que valem ser lidas. Por exemplo, navegando dias atrás no mundo virtual, deparei-me com uma publicação curiosa: a monografia do graduando Mário Gustavo Pock (Universidade Federal do Paraná), onde ele escreveu sobre a corrupção da arbitragem no futebol da cidade de Matinhos/PR.

Como todo trabalho de conclusão de curso, a obra é bem redigida, com explicação da metodologia, justificativas e introdução coerente. Mas me chamou a atenção o relato dos problemas observados naquela região (que poderiam acontecer em qualquer lugar do Brasil) e as citações da importância em ser honesto na arbitragem. Algumas delas, colhidas na época, do então presidente da CBF José Maria Marin, falando sobre ações de lisura!

Que coisa é o mundo do futebol… justamente aquele que está preso por corrupção no futebol exemplificando lições em busca da honestidade.

Enfim, o autor da obra também deve ter ficado indignado anos depois ao ver o desenrolar do FIFAGate. Mas será que é só no futebol que vemos pessoas defendendo algo e não praticando o que prega?

A quem possa interessar, o valoroso trabalho pode ser acessado em: https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/handle/1884/45333/Mario%20Gustavo%20Pock.pdf

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Assisense

Para a partida derradeira desta 3a fase, apitará Paulista x Assisense o árbitro Leandro Bizzio Marinho. Um juiz que costuma ser irregular (que não gosta de críticas), de boas e ruins atuações, mas que é da 1a divisão. 

Conhecido dos atletas e do grande público, peca algumas vezes disciplinarmente pelo excesso de rigor. Comum tecnicamente, mas que apita com seriedade e acaba sendo algumas vezes “casca grossa” com detalhes. Dessa forma, que não tenhamos nenhum problema com portões, comportamento de torcida ou de jogadores indisciplinados.

O que não gosto é: Bizzio está escalado para a função de 4o árbitro na Vila Belmiro em Santos x Grêmio, às 21h00 de sábado. Imaginando que o jogo termine perto das 23h, até documentação e súmula estarem prontos, os árbitros sairão à Meia-Noite! Chegando à 1h na Capital, até Bizzio chegar na casa dele, tomar um banho e descansar, que horas serão? Afinal, ele deve estar às 08h no Jayme Cintra para apitar o jogo do Galo às 10h.

Pra quê, dona FPF? Apesar de não desgastar tanto como 4o árbitro, evite juiz com cansaço para apitar no dia seguinte. Eu trocaria a escala!

Acompanhe a transmissão de Paulista vs Assisense pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini; comentários de Heitor Freddo e Robinson “Berró” Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Domingo, às 10h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 09h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– A derrota em Corinthians 0x2 Independiente Del Valle é vexatória, mas não irreversível.

Pela história das equipes, é um vexame. Mas é reversível, justamente pela força do time brasileiro.

A questão mais constrangedora foi a afirmação do treinador Fábio Carille justificando que o Timão tinha muitos “meninos”… Mas e Fágner, Cássio, Vagner Love, Manuel, Gil, Júnior Urso, Jadson? Aliás, a média de idade do Corinthians em campo era maior do que a do adversário.

A pressão está sob a mesa. Não creio numa final entre Independiente x Colon, mas sim de Corinthians x Atlético Mineiro no Paraguai, em Novembro.

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– Agora não, Torcedor!

Li com muita preocupação o lamentável fato ocorrido em Amparo por parte de um torcedor do Paulista (invasão de campo para comemorar um gol) e de outros que cuspiram no bandeira.

Quero explicar como funciona a partir de agora nos trâmites burocráticos, o que pode acontecer e como essa situação chega na Federação Paulista de Futebol. Já vivi e vi dezenas de situações como essa, sei do que estou escrevendo e aqui peço SERENIDADE aos amigos que estão lendo.

PRIMEIRO) Invadir campo é coisa de futebol de várzea (e olha lá). Comemorar gol junto a jogador dentro do gramado não é coisa do esporte profissional, é uma transgressão que irrita demais a FPF. Não vale dizer que “é a emoção”, “o calor da partida”, bla-bla-blá. Quem invadiu, não importa quem seja ou o que faz pelo time, errou! Não é a invasão de comemoração do título da Copa do Brasil, é de um gol contra o Amparo! Ô minha gente…

SEGUNDO) A arbitragem faz a checagem dos portões, os fiscais (ou o fiscal, se for só um) fazem / faz o relatório e o policiamento atesta que tudo está seguro. Se alguém, de qualquer time, invadir, há 3 documentos para dizer que a culpa é de quem invadiu, não de portão velho, corrente semi-aberta ou cadeado com defeito. Assim, não há desculpas para jogar a bronca na estrutura do estádio e tirar a responsabilidade do ato.

TERCEIRO) Cansei de ver bandeira em jogo meu se omitir em relatar cusparadas sofridas por todos os problemas que ele passa depois que escreve na súmula. O cara é chamado na Comissão de Árbitros para contar o fato (sempre presencialmente na Capital), tem que gastar dinheiro com deslocamento, aguentar muitas vezes um dia no Tribunal, perder dia de serviço, ficar fora de escala e é uma “enchição de saco”. Na maior parte das vezes, ele nem relata para seguir a vida mais tranquila. Se o Risser Jarussi relatou, é porque realmente levou MUITA cuspida em suas costas. Aliás, Risser é um dos mais competentes bandeiras do quadro, atuou muitas vezes aqui no Jayme Cintra, jogou futebol amador em Jundiaí e cumpriu seu dever ao avisar o árbitro dos fatos ocorridos. Mais do que isso: cuspir em alguém é um ato de canalhice indiscritível.

QUARTO) A procuradoria vai indiciar o Paulista FC pelos fatos ocorridos, e as punições podem ir até à perda de mando de campo, pois o time é responsável pela sua torcida. Não adianta também escrever que o futebol está chato, cheio de mimimi e que não pode nada. Estamos falando de esporte profissional em 2019, em um mundo mais cidadão e responsável (em tese, deveria ser). Já imaginou esses atos babacas ocasionarem que, justamente agora que o acesso está perto, o Galo ser prejudicado? É demais pra cabeça de qualquer um…

QUINTO) O trabalho de bastidores agora é: o Departamento Jurídico assumir a defesa o quanto mais rápido, se antecipar no pedido de desculpas e prometer a tomada de providências ANTES do julgamento, a fim de que apenas uma multa pequena seja dada e não se perca o mando de campo. Identificar o invasor é uma atitude necessária, mas logicamente isso não vai ocorrer por motivos que não valem a pena serem relatados e que quem lê esse texto, sabe na sua maioria a explicação. Oferecer o reparo das avarias ocorridas em Amparo (não está em súmula, mas essas coisas vão nos relatórios dos fiscais da FPF, são documentos que a lei não obriga a publicação no site e que vai complicar a vida do Paulista). Esclarecer que o clube faz campanha para a paz nos estádios e que incentiva a ida de famílias nos jogos e, por fim, garantir um esquema de segurança nas próximas partidas.

SEXTO) Todo esse trabalho ocorrerá por conta de invadir o campo e cuspir no bandeira. Pra quê? Acabou o tempo do “vale tudo no futebol”. Não é arena de briga, é espaço de trabalho (o gramado) e lazer (a arquibancada). Isso tudo irrita demais os organizadores do evento e gera custos aos times que vivem sem dinheiro. Já imaginaram o que aconteceria se estivessem jogando Paulista x Ponte Preta no Jayme Cintra e um torcedor invadisse o campo aos 45m do 2o tempo para comemorar a vitória da Macaca sobre o Galo?

Por fim: eu não precisava me expor com esse texto, mas como ex-árbitro, jundiaiense, apaixonado pelo Paulista (mas que separo a razão e a emoção por conta do trabalho), me sinto na obrigação de ajudar a minorar as possíveis penas e minimizar o desgaste que o clube terá.

TENHAMOS CERTEZA: por conta desses atos, a fiscalização da FPF, as exigências que serão feitas e o desgaste justamente nessa reta final, serão gigantescos. Quem fez a cáca, não imagina como gerou um fato complicador para o time, para a administração e para a parceira.

Como o estrago está feito, é hora de corrigir (e se policiar para que isso não se repita). O triste é: a impressão de selvageria que já ouço de conhecidos que estão me perguntando o que aconteceu. E justo agora!

Futebol é diversão para quem assiste, negócio para quem administra, desafio para quem joga. E tudo deve ocorrer em paz. Não se pode fazer de conta que nada aconteceu, pois aí sim o Paulista vai levar uma grande punição.

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– Pelas ofensas, Neymar terá que ser o melhor em campo todos os jogos e pedir desculpas.

Que jogaço de Neymar Jr na sua volta ao PSG. Mas apesar do gol de bicicleta decisivo e ótima atuação, foi xingado demais. Terá que jogar dessa forma todas as partidas e se comportar adequadamente no vestiário, não tenha dúvida.

Aliás, não dá para deixar de destacar: até faixa em português fazendo alusão à famosa “Vila Mimosa” havia no estádio. Após o jogo, motivado pelas ofensas, o atleta disse ignorar as vaias pois tinha o desejo de sair do clube mesmo!

Aí é “bola nas costas…” Cative a torcida com bom jogo de futebol e com “jogo de cintura”, Neymar!

– O Estádio Rei Pelé vai virar Rainha Marta?

Quer dizer que os deputados alagoanos querem mudar o nome da principal praça esportiva de Maceió, o Estádio Rei Pelé, para Estádio Rainha Marta?

Eu sempre discordo de homenagear alguém em detrimento da retirada de outrem. Se é um nome como “Estádio das Flores” ou “Arena Municipal”, tudo bem, você nomeará uma pessoa. Mas não é de bom tom substituir nomes existentes de cidadãos ilustres. 

Sei que a Marta é de Alagoas e é torcedora do CSA. Lógico que ela é o maior símbolo expoente do futebol feminino. Mas ao invés da substituição de um homenageado, não poderia ser “Arena Rei Pelé e Rainha Marta”?

“Desomenagear” alguém, somente em casos onde se descobre que a homenagem foi invalidada por algo grave. Por exemplo: a substituição do nome do Estádio do Botafogo, que levava o nome do corrupto João Havelange para o mítico atleta botafoguense Nilton Santos. Aí é justo!

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– Vai levar os tijolos do Coringão, dona Caixa?

Eu sei que dívida com banco é algo complicado. Sei também que compromissos assumidos devem ser cumpridos. Mas a questão é: será que a CEF realmente conseguirá executar ½ bi que o Corinthians deve à instituição, por conta da construção do Estádio? Os imóveis do clube são vendáveis? Tem fiador? Vai levar os tijolos embora?

Complicado… A propósito, alguém esperava que os clubes de futebol, que costumeiramente atrasam salários e impostos, honrariam os compromissos bancários?

Aliás: Andrés Sanches, o atual presidente, disse à época que apenas com os Naming Rights pagaria a obra… 

Abaixo, extraído de: https://globoesporte.globo.com/futebol/times/corinthians/noticia/caixa-executa-divida-de-quase-r-500-milhoes-do-corinthians-pela-arena-veja-detalhes.ghtml

CAIXA NOTIFICA CORINTHIANS DE QUE EXECUTARÁ DÍVIDA DE 500 MILHÕES

Timão vê “gesto intempestivo” e diz que banco “trocou rota da negociação pela do confronto”

A Caixa Econômica Federal notificou extrajudicialmente o Corinthians de que executará a dívida de quase R$ 500 milhões relativa ao financiamento da obra da Arena, em Itaquera.

Tanto o clube como a Caixa confirmam a informação, que foi publicada inicialmente pelo “O Globo”.

O banco estatal emprestou R$ 400 milhões para a construção do estádio. R$ 175 milhões já foram pagos. Porém, por conta de juros e correções, o valor da dívida atualmente é de R$ 487 milhões.

Em nota oficial, o Timão tratou a decisão da Caixa como um “gesto intempestivo” e comunicou que “se a Caixa escolheu trocar a rota da negociação pela do confronto, não cabe ao clube outro recurso senão defender na Justiça seus direitos.”

Há meses o Corinthians vinha negociando o financiamento com o banco estatal. Paralelamente, o clube costurou um acordo para o pagamento da dívida que tem com a Odebrecht. O Timão não acredita que a execução da Caixa afete no acordo com a construtora.

– Não há nenhum beneficio ou “perseguição”. Mas se a Caixa não recebe e não tem renegociação, ocorre a cobrança de garantias. A execução é natural – afirmou Pedro Guimarães, presidente da Caixa, ao “O Globo”.

Segundo especialistas, a primeira alternativa da Caixa será executar as garantias financeiras. Uma das principais é o Equity Support Agreement (ESA), assinado pela Odebrecht. Trata-se de um documento no qual a construtora se dispõe a cobrir os valores exigidos numa eventual execução com recursos próprios. Vale lembrar que a Odebrecht está em processo de recuperação judicial.

Outra garantia oferecida para que o Corinthians conseguisse o financiamento junto ao BNDES, tendo a Caixa como intermediária, foi parte do terreno do Parque São Jorge. Porém, a execução de imóveis é mais demorada e gera um custo muito elevado, bem maior do que em outros processos de execução.

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– E deu Athlético no 1o jogo da final da Copa do Brasil contra o Internacional

Com atuação muito boa de Raphael Claus no comando da arbitragem (mostrando que o VAR não precisa ser o protagonista do jogo), o Furacão venceu o Colorado e sai na frente pelo título da Copa do Brasil 2019.

Um fato a se debater: Tiago Retzlaff Nunes, 39 anos, é o cara! Um treinador moderno e que faz seu time jogar. Por ser jovem e parecer que gosta de estudar, tem tudo a ser um dos grandes nomes do futebol brasileiro. Odair Hellmann, seu adversário, tem outras caraterísticas, é mais vibrante – porém, abre mão de atacar quando joga como visitante.

Enfim: apesar da vantagem do time paranaense, os gaúchos são fortes demais no Beira-Rio. Tudo aberto para a finalíssima, desejando que Wilton Pereira Sampaio, o árbitro do segundo jogo, vá tão bem quanto Claus.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Amparo x Paulista

Da última vez que esteve no Jayme Cintra (Paulista 1×0 Bandeirante de Birigui), Leandro Carvalho da Silva deixou ótima impressão. E é ele quem está escalado para o difícil Amparo x Paulista no próximo sábado.

Sobre a atuação citada, clique em: https://wp.me/p4RTuC-mcD. Também atuou por aqui em 2017, na derrota do Galo para o São José dos Campos por 1×0 (onde foi apenas regular, vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-i5G).

Leandro tem como característica o rigor em campo e a vibração. Se cumprir a expectativa, os ânimos serão controlados nesse embate. Está com 40 anos de idade, há 17 temporadas na FPF, sempre trabalhando na A3 e A2. Em 2019, apitou pela primeira vez na A1, no difícil Ponte Preta 1×1 Bragantino.

A ficha completa, com bandeiras e quarto-árbitro experientes, abaixo:

Árbitro: Leandro Carvalho da Silva
Árbitro Assistente 1: Alberto Poletto Masseira
Árbitro Assistente 2: Risser Jarussi Corrêa
Quarto Árbitro: Paulo Edson Andreato

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem!

– O VAR, um pênalti não marcado e um gol a ser revisto: a dúvida interessante!

Uma dúvida surgida pelo internauta Edson Rodrigues, que vale a discussão:

Boa noite
Gostaria q me esclarecesse uma dúvida. É o seguinte: uma equipe está no ataque e ocorre um lance de pênalti, porém o árbitro não marca e fica na análise do VAR. O jogo segue, sem q a bola saia de campo. Após algum momento o time q estava atacando no momento do lance duvidoso, marca um gol.
Nesse momento o VAR conclui q o lance era pra marcar pênalti. A questao é: marca-se o pênalti e anula o gol, ou o gol é validado ?
Aguardo resposta.
Obg

Pois bem, Edson, o VAR sugere que o árbitro reveja o lance, ele nunca determina, a decisão sempre é do árbitro. 

Mas nesse lance citado,

SENDO GOL DA OUTRA EQUIPE: se a bola não saiu em momento algum: o árbitro deve rever o lance anterior, não se confirma esse gol e volta-se lá atrás, marcando o pênalti. (E aguente confusão)… Motivo: se foi pênalti, nada daquilo que aconteceu depois do lance valia.

SENDO GOL DA MESMA EQUIPE: confirma-se o gol ignorando o VAR, pois houve vantagem da equipe (o gol saiu), não beneficiando o infrator (imaginou voltar atrás e marcar o pênalti, e a bola ser chutada pra fora, como falamos em nossa conversa?).

O futebol é apaixonante por essa gama de situações a se discutir…

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– Jogo da Seleção? É sério?

Desculpe, mas assistir a Seleção Brasileira numa 3a feira útil, quase meia-noite, com tanta antipatia que ela vem transmitindo, não deu.

Quem sabe num horário mais convidativo, não? E ainda mais sendo Brasil x Peru!…

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– O que acontece com o VAR no Brasil?

Publicado originalmente em 12/08/2019, mas serve para hoje:

O 7X1 DO VAR

Amigos… fico até constrangido em escrever, mas assistiram o SHOW (com letras maiúsculas mesmo) do uso do árbitro de vídeo na 1a rodada da Premier League?

Fiquei envergonhado ao constatar que lá o protocolo de “menor interferência e máximo acerto” está muito além do que as lambanças do Brasil (e olha que estamos falando da rodada inicial apenas). Cadê o discurso de adaptação, tempo para melhorar e aperfeiçoar, etc (que estamos ouvindo há tempos aqui)? Lá, o VAR, em caso de lance explícito irregular em pênalti, sugere que o árbitro reveja (ele não marca nada e nem interfere em lances interpretativos – que é o correto). No Brasileirão, o árbitro de vídeo despreza a decisão de campo, PROCURA achar algum pênalti e acaba influenciando diretamente na questão interpretativa.

A impressão é que o VAR à brasileira quer aparecer e apitar, se tornando mais importante do que o árbitro central. E que faz questão de “caçar” irregularidades. Sem contar que na Inglaterra o momento do VAR se tornou um espetáculo ao mostrar em telões os procedimentos, prometendo liberar, inclusive, o áudio!

Nada de parar o jogo e usar o VAR a qualquer instante, vulgarizando-o. Quem assistiu Palmeiras 2×2 Bahia entende bem essa situação… Aliás, recordando: na terra da Rainha, temos apenas 3 pessoas compondo o VAR. Aqui, chega-se a 9 dependendo do jogo (mas nunca menos de 5). Por quê Gaciba (chefe da arbitragem), Sérgio Correa da Silva (chefe do VAR) e Coronel Marinho (chefe de revelação dos novos talentos) são tão prestigiados por Caboclo (como eram por Del Nero, os dois últimos; idem por Teixeira)?

(convido aos amigos um complemento desse assunto em: https://wp.me/p55Mu0-2eh)

Premier League: VAR makes first major decision as Gabriel Jesus goal overturned

– Acabem com o VAR no Brasileirão! O ridículo lance de Santos 1 x 1 Athlético

Sem me alongar: Marinho sofreu uma falta fora da área e caiu dentro. A infração ocorre nesse momento, sem levar vantagem (posse de bola não é vantagem). Cambaleando e caindo dentro, não é nem lance para VAR.

O árbitro de vídeo Rodrigo Nunes de Sá sugerir a revisão, e o árbitro Rodrigo Carvalhaes mudar a decisão, é o cúmulo da incompetência. Nem com imagens acertam? E era um lance fácil.

É melhor abortar o VAR no Brasileirão, por pura inadequação dos nossos juízes. Lamento.

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– A polêmica do lance penal em Internacional x São Paulo

Que dois lances difíceis para o árbitro Marcelo de Lima Henrique no Beira-Rio! Muita reclamação do São Paulo e algumas coisas para se discutir.

O pênalti marcado via VAR originou-se de uma falta polêmica: Ednilson está correndo e Hudson passa por ele. Houve uma intercepção? A imagem da TV, por trás do gol, não é clara. A priori eu não marcaria, mas deve-se levar em conta que o árbitro, que é experiente, estava próximo da jogada e muito bem colocado.

Na cobrança de falta, a bola bate no braço de Hudson na barreira. Marcelo de Lima Henrique marca corretamente o escanteio, mas o VAR o chama para rever o lance. Nesta situação, errou o árbitro. Aquele movimento de Hudson é natural fisiologicamente e de reflexo. Ele não tirou proveito deliberado, não colocou o braço de propósito, não abriu a mão para interceptar a bola nem reagiu de maneira antinatural. Repare que ele está com o braço grudado ao corpo e a bola é que bate nele, tentando até tirá-lo para não esbarrar.

Imagine: como o atleta deve-se portar naturalmente num lance desse? Impossível deixar os braços imóveis de maneira normal! Só se amarrar os braços do jogador.

O pênalti, portanto, foi equivocado. Má interpretação da Regra do Jogo, onde Marcelo de Lima Henrique acabou sucumbindo à sugestão equivocada do VAR.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 1×1 Independente

Danilo da Silva tem um excelente potencial e poderia fazer uma ótima arbitragem (mas não fez). Eu escrevi: PODERIA, pois alguns erros técnicos foram relevantes e atrapalharam muito sua atuação. Vamos lá:

O árbitro correu bastante, tem ótimo posicionamento dentro de campo e sempre próximo da jogada. Sabe dar a lei da vantagem, apita de cabeça erguida, e aplicou corretamente todos os cartões amarelos e o cartão vermelho, EXCETO a não amostragem a Maycon (IFC), que aos 35 minutos matou um contra-ataque importante de Jeferson (PFC). É o be-a-bá dos cartões, tive a impressão que o árbitro se acomodou com o jogo até então tranquilo a abdicar da advertência.

O problema de Danilo foi técnico: querendo deixar a bola rolar, no antigo “Estilo Vuaden” do começo de carreira do gaúcho, não marcava qualquer falta. Dessa forma, deixou de apitar as infrações reais, irritando ambas equipes. Tanto que aos 42m, Matheus Moraes (PFC) sofreu a falta que não foi marcada e na sequência saiu o gol de Lucas Santos (IFC). Aí o confronto virou um inferno para se apitar.

Insisto: o árbitro “leva jeito” e pode crescer muito – afinal, mostra potencial, mas vai prejudicar sua trajetória caso continue ignorando faltas reais por serem “leves”.

Registre-se um lance importante: aos 74m, uma bola foi chutada para o gol e bateu no braço do zagueiro do Independente. Acertou ao não marcar pênalti para o Paulista por ser totalmente não intencional (muita gente ainda confunde a mudança da Regra de Mão no Ataque).

– Lance Livre On-line, com o Rivelino Teixeira

Aos amigos que nos acompanham, compartilho a entrevista que dei ao jornalista, comentarista e amigo Rivelino Teixeira (que já passou por diversas emissoras de rádio, trabalhou na Sportv e é um dos caras que mais entende de futebol na mídia), em seu projeto Lance Livre.

Abaixo, o link e o convite: sigam o Riva, ele é muito bom!

– Quem disse que a arbitragem de futebol deve ser um sacerdócio?

Ainda jovem, ouvi falar que “a arbitragem de futebol deve ser um sacerdócio”, pois você abre mão dos seus finais de semana livres, da sua família e de vários prazeres da vida.

Tem lógica. Mas tem diferença: não se serve a Deus, mas a Ricardos Teixeiras, Marcos Polos, Marins e, agora, Caboclos. O representante de Deus na Terra, nessa analogia, ao invés de ser o Papa, chefe da Igreja, serão os presidentes das Comissões de Arbitragens (compare com o chefe do seu Estado). Seus auxiliares, os bispos (quem os orienta?).

Arbitragem, na verdade, não é um sacerdócio, mas sim um casamento que muitas vezes não dá certo e tem prazo de validade.

Desejar entrar numa escola de árbitro, quando jovem, é como uma paquera. Você se apaixona, namora (é um tempo de conhecimento quando você faz o curso, que custa caro mas dá prazer), aí você fica noivo e casa. Casar é se formar! E no começo, seduzido e encantado, cada jogo escalado é como a noite das relações carnais mais íntimas! Você entra cheio de desejo, vontade, ânimo (para não usar uma palavra mais vulgar: tesão).

Mas com o passar do tempo, seu casamento começa a trazer dúvidas, pois o encanto balança por coisas que você duvida, ouve falar, mas nunca viu. Seria a amada uma infiel? Não seria a princesa encantada do namorico, mas sim uma falsa donzela, parecendo uma bela garota com alma de diabo?

Aí vem as saídas inadequadas. Os desvios comportamentais. Os relaxamentos e as mesmices. E você começa a olhar com uma visão mais crítica e desconfiada da até então amada amante.

Amante? Essa palavra é um perigo no meio da arbitragem…

Surgem as “convicções duvidosas” (a ironia, aqui, é explícita). Você conquistou a noiva com sua beleza e virtudes e se mantém pelos seus méritos, ou ela dá preferência a outras qualidades, ou melhor, fraquezas que você não percebe?

Quando você realmente se dá conta que se enganou, percebe que foi ludibriado pela beleza estonteante e pelo desafio pessoal provocado pela libido. Tanto que lhe cegou os defeitos da amada (que já existiam, mas você fazia vista grossa).

Até que… descobre a traição! O sujeito de bem se convence que o divórcio é necessário pela honestidade e honra a ser preservada. O picareta, se oferece à amada pela paixão e aceita o relacionamento aberto, swings e outras coisas pós-modernas. E depois que você larga tudo isso, vê que ao seu redor há inúmeros outros elementos querendo assumir a ex-esposa, não importando se ao longo do casamento terá infidelidade – pois estes aceitam o preço dela e se dão satisfeitos pelos voos mais altos do bel-prazer. Em alguns casos, traem juntos! Suruba, sem-vergonhice, imoralidade…

Claro, a historinha acima é uma analogia do sacerdócio e do casamento, ou, se preferir, do que se prega e do que se pratica. Sacerdotes de bem servirão a Deus em busca da santidade, nunca sendo chefiados por Bezerros de Ouro como um dia os hebreus fizeram ao cair em tentação na fuga do Egito. Casais de bem manterão a fidelidade e gerarão filhos bem educados, respeitando-se mutuamente e evitando lugares e ocasiões para cair na perdição.

Enfim: em todas as atividades da vida existem os bons e ruins. Todos são honestos, até que se prove o contrário. E gosto de parafrasear o icônico jornalista ítalo-brasileiro Cláudio Carsughi, que um dia disse e me marcou:

Se Deus, na sua infinita realeza e bondade, não poupou da permissão da tentação da corrupção nem a sua própria Igreja, por quê blindaria o futebol? Mais ainda: uma categoria específica, a dos árbitros de futebol!

Às vésperas de novas turmas de arbitragem em avaliação / testes nas diversas CEAFs, fica o lembrete: nunca adorem homens, cartolas do futebol ou se façam reféns de uma atividade. Amem a arbitragem, mas não digam Amém a tudo! Lembre-se que encontrarão os bons e os ruins; se aproximem dos que têm virtudes, para que não sejam peças de um jogo de xadrez.

A arbitragem não é para ingênuos. Vida longa aos que estão na atividade honrando-a.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Independente

Para o confronto entre os Galos de Jundiaí e Limeira, a equipe de arbitragem está composta por:

Árbitro: Danilo da Silva
Árbitro Assistente 1: Leandro Matos Feitosa
Árbitro Assistente 2: Paulo de Souza Amaral
Quarto Árbitro: Daniel Carlos Luciano Fernandes

Danilo foi muito bem no jogo entre Tupã x Paulista, rodadas atrás, mostrando estar preparado tecnica e disciplinarmente. Já apitou a série A2 e tem desempenhado um bom rendimento nesta temporada.

Na partida citada, houve a expulsão correta do goleiro Matheus – mas que era um lance curioso e o juizão soube conhecer os detalhes da regra. Explico-o aqui: https://professorrafaelporcari.com/2019/08/03/surpreenda-se-a-expulsao-do-goleiro-do-paulista-no-jogo-do-tupa-foi-justa-e-se-fosse-dentro-da-area/

Acompanhe a transmissão de Paulista x Independente pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini, comentários de Rafael Porcari e reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Sábado, às 16h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 15h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

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– E as Eleições do SAFESP?

O seu Euclydes Zamperetti Fiori, ex-árbitro de futebol e que mantém a coluna “Futebol: Política, Arbitragem e Verdade” (publicada semanalmente no Blog do Paulinho), trouxe uma informação importante sobre as Eleições do Sindicato dos Árbitros: a possível entrada da FPF para resolver a cizânia entre situação e oposição!

Como um dos fundadores do Sindicato dos Árbitros, no tempo em que a entidade era mais organizada, imagino a tristeza do seu Euclydes em perceber que, se confirmando a interferência da Federação Paulista, poderemos ter uma entidade chapa branca pseudo-oficializada.

Mais do que isso: depois de toda a pendenga entre os candidatos Arthur e Aurélio, se ambos derem as mãos a pedido de Reinaldo Bastos, a coisa ficará estranha demais…

Aguardemos! Abaixo, extraído de: https://blogdopaulinho.com.br/2019/09/04/coluna-do-fiori-edicao-extraordinaria-fpf-pode-intermediar-fusao-de-desafetos-no-safesp/

PIZZA DE LAMA NO SAFESP

Nos próximos dias, a FPF, através do presidente Reinaldo Carneiro Bastos, intermediará reunião entre os que disputam a presidência do SAFESP.

A informação foi repassada por fonte da Federação a este colunista e também ao jornalista Paulinho.

Nela, existe a previsão de que os desafetos, Arthur Alves Junior e Aurélio Sant’Anna Martins, o primeiro, atual presidente, o outro, suposto ‘opositor’, se acertem.

Na prática, Aurélio retiraria a candidatura e aceitaria se compor na chapa da situação, carregando consigo a vice Regildenia, apesar dela, em passado recente, ter acusado o atual mandatário do Sindicato de assédio.

O acordão antecipa-se à decisão judicial, em vias de ser proferida, que, em caráter liminar, suspendeu as eleições do órgão, e agora julgaria o mérito.

Ambas as chapas, por razões distintas, estariam irregulares.

Num quadro em que a oposição também é situação, e vice-versa, quem sofre são os árbitros, vítimas de uma entidade que seguirá adiante, sem o devido contraponto, muito menos fiscalização.

– A coerência e a incoerência do Palmeiras na contratação de Mano Menezes

O Palmeiras sempre teve uma vocação: de jogar bonito! Vide as “Academias de Futebol” dos anos 60 e 70, e a equipe sensação de 1994 a 1996 com o auge de Luxemburgo.

Hoje, diferentemente, mudou! Da era Felipão em diante, passou a ser um time brigador, querendo ser raçudo (o que o Corinthians fazia muito bem nos anos 90). Com a chegada de Mano Menezes, a filosofia continuará a ser esta.

A contratação de Mano é coerente se imaginarmos que ele é um “acertador de times”. Mas é muito incoerente se imaginarmos que será mais do mesmo.

Faltou ousadia ao Palmeiras, provando que a competência financeira não tem relação com a competência administrativa.

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– Você gostou da logo da Copa do Mundo 2022?

O Catar divulgou qual será a logo do Mundial-22. Fugiu um pouco do que era costumeiro (ao menos até agora), com o detalhe de linhas acrescentando traços da cultura local. 

Gosto não se discute… mas… eu achei bem simples. Ou melhor: fraquinho!

Claro, insisto, é questão de gosto. E você, leitor, gostou?

Aqui:

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– Neymar: o que fazer agora?

E o Neymar Jr, hein? Naufragou o projeto de voltar para a Espanha e ficará na França.

Apesar de oferecer até dinheiro do próprio bolso (especula-se que foram 20 milhões de euros / R$ 90 mi a mais na proposta do Barcelona para tirar Neymar do PSG, fruto do próprio desembolso do jogador), os franceses (ou melhor: catarianos) se negaram a vender o brasileiro para o Barcelona.

E como ficará o jogador agora?

Sem ter participado de nenhum amistoso ou jogo oficial depois da Copa América, o atacante deverá se reapresentar ao time depois do jogo da Seleção Brasileira nos EUA. Aí, restarão duas coisas a fazer:

1. Um mea culpa, dizendo que errou, que estará focado no PSG e insistir nas desculpas para voltar a ganhar a credibilidade da torcida, dos dirigentes e dos próprios companheiros;

2. Arrebentar dentro de campo! Jogar bola, ele sabe. E contra as defesas dos times franceses, fará muitos gols. Assim, dar a volta por cima para, quem sabe, futuramente sair numa boa, retribuindo a confiança (e os petrodólares) que o emir deu a ele quando o contratou.

O que não pode é fazer corpo mole quando voltar ao time. Afinal, deve ser profissional e tem um contrato a cumprir. Se agir com má vontade com a bola nos pés, será mau-caratismo!

Porém… imagine se a direção do clube decidir que ele não está em condições físicas e morais para ser titular e deixar ele parado? Rasgar dinheiro, acredite, é possível para essa gente do Catar.

Curiosidade: lembram dessa empolgante capa, abaixo, de anos atrás?

– A função do árbitro e do VAR em Flamengo 3×0 Palmeiras

Eu estive ausente e não acompanhei as polêmicas do jogão no Maracanã; assim, não posso ser objetivo em lances de acerto e de erro nesta partida. Mas recebi essa pergunta via twitter do amigo @eduardoanimal e posso respondê-la:

“O VAR anula 1 lance, o árbitro não vai ver o vídeo, apenas concorda, qual a função do árbitro no jogo?Alguém pode me explicar? Obrigado.”

Para ser possível escrevê-la nos caracteres disponíveis pelo microblog, digo que:

“A função do árbitro continua a mesma: ser a autoridade máxima do jogo. A questão, amigo, é: em quais momentos se deve delegar / confiar / crer cegamente nos seus assistentes?
O problema não é árbitro ou VAR, é a PESSOA na função.”

Acho que fica bem claro, não? O árbitro não perdeu sua importância, nem o VAR atrapalhou o futebol. O problema reside na competência humana de quem opera o equipamento, bem como da orientação que esse árbitro recebeu da sua Comissão de Árbitros.

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– The Best da FIFA e os futuros premiados!

A FIFA divulgou os candidatos ao “The Best” em suas diversas categorias. E na escolha do mais aguardado prêmio (melhor jogador de futebol masculino), deu a lógica: Van Dijk, Messi e Cristiano Ronaldo são os 3 selecionados.

Quem levará?

Abaixo, as principais indicações:

🚨 #TheBest Men’s Player Finalists 🚨 MELHOR JOGADOR 
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🇵🇹 @Cristiano
🇦🇷 Lionel Messi
🇳🇱 @VirgilvDijk

🚨 #TheBest Men’s Coach Finalists 🚨 MELHOR TREINADOR FUTEBOL MASCULINO
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🇪🇸 Pep Guardiola
🇩🇪 Jurgen Klopp
🇦🇷 Mauricio Pochettino

🚨 #TheBest Women’s Coach Finalists 🚨 MELHOR TREINADOR FUTEBOL FEMININO
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🇺🇸 Jill Ellis
🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Phil Neville
🇳🇱 @wiegman_s

🚨 #TheBest Men’s Goalkeeper Finalists 🚨 MELHOR GOLEIRO 
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🇧🇷 @Alissonbecker
🇧🇷 @edersonmoraes93
🇩🇪 @mterstegen1

🚨#TheBest Women’s Goalkeeper Finalists 🚨 MELHOR GOLEIRA
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🇸🇪 @hedvig_lindahl
🇨🇱 @TIANEendler
🇳🇱 @SarivVeenendaal

🚨 #TheBest Women’s Player Finalists 🚨 MELHOR JOGADORA
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🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 @LucyBronze
🇺🇸 @alexmorgan13
🇺🇸 @mPinoe

🚨 FIFA Fan Award Finalists🚨 FÃS / ATO SIMBÓLICO / MÉRITO ESPORTIVO

🇧🇷 Silvia Grecco (@Palmeiras) – a mãe que narra o jogo ao menino deficiente.
🇳🇱 @oranjevrouwen fans at the #FIFAWWC – a torcida laranja da Holanda
🇺🇾 Justo Sánchez (@CACerro_oficial / @RamplaJuniorsFC) – pai e filhos que eram rivais e se entenderam após um acidente.

Obs: Antes, vangloriávamos de ter sempre um candidato brasileiro a “melhor do mundo no ataque”. Agora, temos 2 goleiros entre os 3 melhores. Mudou a nossa filosofia?

– As carreiras de jogadores de futebol: alienação total nos dias de hoje?

A motivação desta postagem decorre da declaração do jogador Gabriel (Corinthians) na 5a feira passada, logo após o jogo contra o Fluminense. E é atemporal o fato, que pode ser discutido a qualquer momento. 

Gabriel disse que estava indo para o Al Hilal da Arábia Saudita e só soube naquele dia da sua transferência, sentido-se surpreso.

Só sabia naquele dia mesmo?

Mas quem dirige sua vida, não o avisou antes nem consultou? O jogador não tem decisão própria?

Me parece que cada vez mais os atletas são produtos dos empresários, sem poder de decisão? Lamentável… vende-se, empacota-se e se envia!

Pior: foi tanta a cáca que, ao chegar no Oriente, o clube desistiu do negócio…  (contratou Cuellar). Durma-se com um barulho como esse!

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– Já imaginaram uma reedição de Flamengo x Liverpool no fim do ano? Obs: e como ficará o Renato Gaúcho?

Com a classificação do Flamengo após passar pelo Internacional ontem, penso que o título da Taça Libertadores da América em 2019 está nas mãos de um dos 3 times que se equivalem: Boca Jrs (pela força do time nesse torneio e dos fatores extracampo costumeiros), do Grêmio (pelos destaques individuais e pela forma de jogar imposta por Renato Gaúcho) e pelo próprio Mengão (pela torcida, pela audácia de se lançar ao ataque com intensidade e, claro, “por ser Flamengo”).

Os 3 times, entre virtudes e fraquezas, respeitando as diferenças, têm igual favoristimo. Pela nostalgia, sem imaginar um novo 3×0 (não sou louco), acharia bem bacana que o Flamengo vencesse o torneio para tentar reeditar o grande jogo dos anos 80 que deu o Título Mundial da época (vencendo os ingleses): a Copa Intercontinental América do Sul – Europa.

Se vai acontecer, não sei. Mas sei que Renato Gaúcho, ícone do Grêmio mas apaixonado Rubro Negro, será o centro das atenções nos próximos jogos entre as duas equipes que ocorrerá!

Viva o futebol e sua imprevisibilidade!

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Independente x Paulista

Em 2018, Humberto José Júnior, comprador, 34 anos, veio a Jundiaí apitar Paulista x Amparo. Na ocasião, fez um trabalho razoável e falamos que, apesar de pouca experiência, tinha mostrado potencial. E não é que ele pulou da 4a para a 1a Divisão no ano seguinte?

Sim, Humberto passou da Segunda Divisão Sub 23 e estreou na A1, em Bragantino x Novo Horizontino. Uma aposta da FPF! E é ele que voltará a apitar um jogo do Paulista, agora em Limeira contra o Independente (uma rinha de galo: o “Galo da Vila Esteves” contra o “Galo da Serra do Japi”)!

A ficha completa da escala de árbitros:

Árbitro: Humberto José Junior
Árbitro Assistente 1: Gustavo Rodrigues de Oliveira
Árbitro Assistente 2: Gabriel Alexandre Tostes Fleming
Quarto Árbitro: Luis Felipe de Souza Aguiar

Para rever a análise daquela ocasião, clique aqui (Paulista x Amparo apitado por ele): https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2018/04/08/analise-da-arbitragem-de-paulista-0x0-amparo/

Sem Título

– A eliminação do Palmeiras para o Grêmio: que tal arriscar com José Mourinho?

Já escrevi várias vezes: respeito demais a história de sucesso do treinador Luiz Felipe Scolari, que venceu Libertadores da América e Copa do Mundo. Mas não se atualizou…

Foi o responsável pelo último rebaixamento do Palmeiras, e na sequência José Maria Marin o ‘inventou” para o Mundial de 2014. E tome 7×1…

O sucesso no Uzbequistão e na China não podem ser contabilizados, é outro tipo de futebol e de situação. Pode sim o  excelente trabalho de Portugal (ainda no seu auge) e o fiasco no Chelsea (não dá para dizer que teve méritos por lá).

Sei que ele é o atual Campeão Brasileiro, mas com um elenco turbinado e com o estilo de jogo tão feio, fez muito pouco. Ser eliminado em casa na atual Libertadores (apesar de ser para o Grêmio) é sim um problema e um caso para se repensar.

Como ação de marketing, jogada de mídia e novos ares, tentaria trazer José Mourinho! Ué, Sampaoli e Jorge Jesus não são vice-líder e líder do nosso campeonato? O “Special One” seria uma atração indiscutível!

Ôpa: dinheiro? Ué, com tantos jogadores palestrinos ganhando bem, e alguns nem jogando, uma repensada no elenco e nos salários, somada à boa vontade da Crefisa, poderiam viabilizar tal contratação.

Eu penso que seria uma sacada genial para o clube e para o Brasileirão. E você?

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– Recordar é Viver: Carpinelli e Muricy

Olha que foto legal: do Facebook de “Futebol das Antigas”, reencaminhado pelo Jeferson Fleming: Carpinelli (Paulista FC) e Muricy Ramalho (São Paulo FC), numa pose pré-jogo no Estádio Jayme Cintra entre os confrontos do Tricolor da Terra da Uva contra o do Morumbi!

Anos 70, campo lotado e época em que o Campeonato Paulista valia! Faz tempo…

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