– Feliz Dia de São João Bosco!

Salesianos em festa! Hoje é dia de Dom Bosco, que também é padroeiro da nossa paróquia aqui em Jundiaí.

Um dos Santos mais queridos da nossa Igreja, veja a bela e rica história dele:

Extraído de: http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/santo/index.php?mes=1&dia=31

DIA DE SÃO JOÃO BOSCO

Nasceu perto de Turim, na Itália, em 1815. Muito cedo conheceu o que significava a palavra sofrimento, pois perdeu o pai tendo apenas dois anos. Sofreu incompreensões por causa de um irmão muito violento que teve. Dom Bosco quis ser sacerdote, mas sua mãe o alertava: “Se você quer ser padre para ser rico, eu não vou visitá-lo, porque nasci na pobreza e quero morrer nela”.

Logo, Dom Bosco foi crescendo diante do testemunho de sua mãe Margarida, uma mulher de oração e discernimento. Ele teve que sair muito cedo de casa, mas aquele seu desejo de ser padre o acompanhou. Com 26 anos de idade, ele recebeu a graça da ordenação sacerdotal. Um homem carismático, Dom Bosco sofreu. Desde cedo, ele foi visitado por sonhos proféticos que só vieram a se realizar ao longo dos anos. Um homem sensível, de caridade com os jovens, se fez tudo para todos. Dom Bosco foi ao encontro da necessidade e da realidade daqueles jovens que não tinham onde viver, necessitavam de uma nova evangelização, de acolhimento. Um sacerdote corajoso, mas muito incompreendido. Foi chamado de louco por muitos devido à sua ousadia e à sua docilidade ao Divino Espírito Santo.

Dom Bosco difundiu amplamente os chamados “Oratórios”. Catequeses e orientações profissionais foram surgindo para os jovens a partir de então. Enfim, Dom Bosco era um homem voltado para o céu e, por isso, enraizado com o sofrimento humano, especialmente, dos jovens. Grande devoto da Santíssima Virgem Auxiliadora, foi um homem de trabalho e oração. Exemplo para os jovens, foi pai e mestre, como encontramos citado na liturgia de hoje. São João Bosco foi modelo, mas também soube observar tantos outros exemplos. Fundou a Congregação dos Salesianos dedicada à proteção de São Francisco de Sales, que foi o santo da mansidão. Isso que Dom Bosco foi também para aqueles jovens e para muitos, inclusive aqueles que não o compreendiam.

Para a Canção Nova, para a Igreja e para todos nós, é um grande intercessor, porque viveu a intimidade com Nosso Senhor. Homem orante, de um trabalho santificado, em tudo viveu a inspiração de Deus. Deixou uma grande família, um grande exemplo de como viver na graça, fiel a Nosso Senhor Jesus Cristo.

Em 31 de janeiro de 1888, tendo se desgastado por amor a Deus e pela salvação das almas, ele partiu. Mas está conosco no seu testemunho e na sua intercessão.

São João Bosco, rogai por nós!

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– Fé, Fuga e Fanatismo

por Pe. Alfredo J. Gonçalves, CS

Mudança de época em lugar de época de mudanças, transição de paradigma, modernidade tardia versus pós-modernidade, crise e encruzilhada – são expressões que emergem com relativa frequência nas últimas décadas do século XX e início do século XXI. Semelhante sensação de travessia vem acompanhada de uma prolongada instabilidade, seja em termos pessoais, familiares e comunitários, seja em termos socioeconômicos e político-culturais. Instabilidade que se traduz por medos e angústias, turbulências e contradições, incerteza e insegurança. Poucas pessoas e instituições escapam dessa sensação de pisar sobre um terreno movediço e escorregadio. De um ponto de vista humano e religioso, o ser humano se vê impossibilitado de encontrar saídas para todas as interrogações que lhe batem à porta. As perguntas se tornam maiores e mais intrigantes que nossa capacidade de responder. As mudanças em curso, rápidas e profundas, engendram o retorno do sagrado. Banidos durante o iluminismo positivista no alvorecer da modernidade, os deuses voltam com a força de águas represadas. Atropelado e atormentado pela velocidade de transformações sem precedentes, especialmente a partir da “era das revoluções”, primeiro, e, em seguida, da era da informática, homens e mulheres apelam para a dimensão transcendente. Por toda parte, e cada vez mais no plural, os deuses se multiplicam. Disso resultam duas vias extremadas e aparentemente opostas de vencer a crise, limitando-nos aqui ao contexto religioso católico, embora alguns elementos ultrapassem essas fronteiras. De um lado, a busca desesperada de uma segurança ritual, legalista e formal. Desde o figurino das vestes eclesiásticas, até um comportamento mais rigoroso e moralista, passando por uma série de devocionismos novos ou antigos, as pessoas tentam escapar a todo tipo de ambiguidade própria dos momentos de transição. Verdades poucas e taxativas constituem uma espécie de arcabouço legal que as protegem de reflexões incômodas. O escudo da lei torna-se armadura contra toda dúvida. À força de seguir à risca a liturgia e a doutrina, por exemplo, cai-se facilmente num liturgismo e doutrinarismo rígido, árido e estéril, sem qualquer desdobramento em termos de compromisso social. A regra substitui o perdão, a misericórdia e a compaixão da Boa Nova do Evangelho. De outro lado, o total abandono ao pretendo “sopro do Espírito”. Levado às últimas consequências, essa maneira de vivenciar a fé volta-se para o extremo oposto. Nada de leis e normas fixas, nada de ritos predeterminados, nada de ater-se ao cotidiano da caminhada eclesial… Tudo está acima ou além do ritmo normal das dioceses, paróquias e Igreja, às vezes inclusive de seu calendário litúrgico. O resultado é um comportamento movido quase exclusivamente pelo sabor da emoção, do sentimento e da euforia. Neste caso, não estamos longe do velho (e sempre novo) fundamentalismo religioso, que tem deixado ao longo da história um rastro sombrio de cinzas, ruínas e escombros, para sequer falar da mutilação e do extermínio de tantas vidas. É quando religião se torna sinônimo de coração cego que se guia unicamente pelos próprios impulsos, sem qualquer atenção ao bom senso. Nada se faz ou se diz sem a justificação do Espírito, que acaba legitimando as ações mais esdrúxulas e fora de propósito. Vale o alerta: religião sem cabeça é fanatismo, que gera dicotomia entre os “salvos” e os “perdidos”; religião sem coração é racionalismo frio, que pouco entusiasma e aquece. O desafio aqui é chegar a um intercâmbio dialético e reciprocamente enriquecedor entre a razão e emoção. O desequilíbrio entre as duas dimensões talvez esteja na origem de uma pastoral dos eventos que, em não poucos lugares, vem se sobrepondo à pastoral do processo. Esta, evidentemente, exige um longo e laborioso caminho de reflexão e ação, teoria e práxis, sem jamais dissociar uma da outra. As duas vias, como se pode notar, afastam-se da tradição eclesial que vem das primeiras comunidades cristãs, tradição no sentido positivo da memória celebrativa da pessoa e obra de Jesus Cristo. Ambas fogem igualmente dos embates vivos com o contexto histórico, recusando assim a perspectiva de preservar a dimensão profética da Palavra de Deus. Ao contrário, procuram autolegitimar-se numa espécie de círculo fechado, a primeira aferrando-se ao formalismo da lei como tábua de salvação, a segunda manipulando inescrupulosamente os dons do Espírito Santo, notadamente o dom da cura e das línguas. Entre a fuga a todo e qualquer envolvimento social e o fanatismo de um culto desvinculado da tradição evangélica – está a maturidade da fé. Esta tem como fundamento a ideia de que o Evangelho é fermento da massa, semente na terra e luz na escuridão, ou seja, Palavra encarnada nos grandes desafios sociais e históricos. Não é escrava da lei, como tão bem nos alertou o apóstolo Paulo e Jesus antes dele: “o sábado foi feito para o homem não o homem para o sábado”. Tampouco se prende a um caminho isolado de salvação, próximo do egoísmo coletivo, o qual, em vez de tentar enfrentar o mundo, buscando uma libertação conjunta, procura escapar desse “mar de miséria, perdição e pecado”. A fé jamais esquece que a ressurreição e a glória passam, necessariamente, por momentos duros e conflituosos de paixão e cruz. (* Pe. Alfredo J. Gonçalves, assessor das Pastorais Sociais Fonte: http://www.adital.com.br)

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– Liberdade de Expressão não é Difamar Livremente

Para fazer sucesso, não é preciso polemizar. Mas infelizmente, muitos criam enredos que trazem à discussão assuntos delicados de maneira desrespeitosa, e muitas vezes ofendem gratuitamente alegando “liberdade e democracia”.

Ora, o respeito independe desses conceitos. Digo isso pois leio a história do filme “País do Desejo“, que conta a história de um padre que defende o aborto e posteriormente se apaixona por uma fiel, sem perder a fé em Deus.

Até aí, nada mais do que uma sinopse chamativa. Mas nada tão escandaloso como alguns detalhes, como, por exemplo, uma enfermeira que durante o filme come hóstias com catchup, lendo revistas eróticas!

Sinceramente, pura apelação do cineasta que escreveu o filme, Paulo Caldas.

Se depender de mim, o filme será um fracasso. Respeito é importante, independente se cristão, judeu, muçulmano, umbandista ou ateu.

Extraído de: http://cinema.uol.com.br/ultnot/reuters/2013/01/24/embate-entre-religiao-e-ciencia-e-revisitado-no-drama-brasileiro-pais-do-desejo.jhtm

EMBATE ENTRE RELIGIÃO E CIÊNCIA EM DRAMA BRASILEIRO

por Alysson Oliveira, do Cineweb

O antigo debate entre ciência e religião é o que move “País do Desejo”, novo longa do cineasta Paulo Caldas (“Deserto Feliz”), cuja trama envolve um padre (Fábio Assunção), uma pianista (Maria Padilha) e um médico (Gabriel Braga Nunes).

Recife e Olinda, onde as cenas foram filmadas, ganham nomes míticos de Pasárgada e Eldorado, o que pode ser uma tentativa de emprestar uma outra dimensão ao filme.

José (Fábio Assunção) é um clérigo um tanto anticonvencional, já que apoia a prática do aborto para uma garota de 12 anos, grávida de gêmeos, que fora estuprada pelo tio.

Quando isto acontece, o bispo (Nicolau Breyner) excomunga a menina, a mãe dela e o médico. Já o estuprador não é punido, o que gera mais revolta no sacerdote. Essa parte da trama é inspirada num fato real, acontecido em Pernambuco em 2009.

Esta é uma das decepções que o padre tem com a Igreja. Ainda assim, defende a fé sempre que entra em discussão com seu irmão médico, César (Gabriel Braga Nunes). Uma das pacientes é Roberta (Maria Padilha), uma pianista acometida por uma doença renal crônica. A personagem sofre uma crise enquanto está na cidade onde fica a paróquia de José.

Aos poucos, o padre se interessa pela pianista, e esse amor mudará o seu destino em vários sentidos. É nesse momento que o embate entre ciência e religião ganha alguns contornos mais nítidos no longa, roteirizado por Caldas, Pedro Severien e Amin Steppler. Mas essa questão permanece num campo mais superficial, nunca vai fundo.

Contando com um bom casal de protagonistas — Maria Padilha e Fábio Assunção –, o filme nem sempre aproveita todo o potencial da dupla e as possibilidades que a trama oferece. A ação se dissolve em cenas, personagens e situações sem muito a dizer, como a enfermeira japonesa (Juliana Kametani), que lê mangás eróticos enquanto come hóstias com ketchup.

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– Dia de São Paulo

Hoje se festeja o feriado de São Paulo, e a cidade comemora com boa parte dos paulistanos indo passear, outros celebrando na própria capital dos paulistas.

Mas leve em conta: hoje também é um dia religioso – o dia da Conversão de Saulo de Tarso, perseguidor de cristãos, que se torna Apóstolo de Jesus sendo batizado como Paulo.

Abaixo, a bela história de São Paulo:

Extraído de: http://www.e-biografias.net/sao_paulo/

CONVERSÃO DE SÃO PAULO

São Paulo, Apóstolo (5-67) foi um escritor do cristianismo primitivo. Treze epístolas do Novo Testamento são atribuídas a ele. Foi o maior propagador do cristianismo depois de Cristo. Antes de se converter ao Cristianismo era conhecido como Saulo e perseguia os discípulos de Jesus nos arredores de Jerusalém, quando teve uma visão de Jesus envolto numa luz incandescente e desde então começou suas pregações do Cristianismo.

São Paulo, Apóstolo (5-67) Nasceu em Tarso na Cilícia, era judeu e cidadão romano. Perseguidor das primeiras comunidades cristãs, foi conivente com o assassinato do protomártir Estêvão. Quando perseguia os cristãos, a caminho de Damasco, teve uma visão de Jesus envolto em uma luz incandescente que o cegou, durante três dias. Desde então converteu-se e começou a pregar o Cristianismo, viajando pelo mundo, pregando o evangelho de Jesus Cristo e o mistério de sua paixão, morte e ressurreição.

A conversão de São Paulo é uma das mais importantes da história da Igreja. Mostra o poder da graça divina, capaz de transformar Saulo, perseguidor da Igreja, no “Apóstolo Paulo” por excelência, que tem a iniciativa da evangelização dos pagãos. Ele próprio confessa, por diversas vezes, que foi perseguidor implacável das primeiras comunidades cristãs. Por causa disso atribui a si mesmo o título de “o menor entre os Apóstolos” e ainda, de “indigno de ser chamado Apóstolo”. Mas Deus, que conhecia a sua retidão, tornou-o testemunha da morte de Santo Estevão, cena descrita nos Atos dos Apóstolos. A visão de Estevão apontando para os céus abertos e Cristo, aí reinando, domina a vida toda de Paulo, o grande missionário do Cristianismo.

Percorreu a sia Menor, atravessou todo o Mediterrâneo em 4 ou 5 viagens. Elaborou uma teologia cristã e ao lado dos Evangelhos suas epístolas são fontes de todo pensamento, vida e mística cristãs. Além das grandes e contínuas viagens apostólicas e das prisões e sofrimentos por que passou, deve-se a ele que se auto denomina “servo de Cristo”, a revelação da mensagem do Salvador, ou seja, as 13 Epístolas ou Cartas. Elas formam como que a Teologia do Novo Testamento, exposta por um Apóstolo. São Paulo, Apóstolo, sofreu o martírio em Roma. O ano é incerto, mas deve ter ocorrido entre 64 e 67.

Duas festas litúrgicas foram criadas em homenagem a São Paulo. A primeira em 25 de janeiro, foi instituída na Gália, no século VIII, para lembrar a conversão do Apóstolo e entrou no calendário romano no final do século X. A segunda, lembrando o seu martírio a 29 de junho, juntamente com o do Apóstolo São Pedro, foi inserida no santoral (livro dos santos da Igreja Católica) muito antes da festa do Natal e havia desde o século IV o costume de celebrar neste dia três Missas. A primeira na basílica de São Pedro no Vaticano, a segunda na basílica de São Paulo fora dos Muros e a terceira nas catacumbas de São Sebastião, onde as relíquias dos dois Apóstolos tiveram de ser escondidas por algum tempo para subtraí-las à profanação. Há um eco deste costume no fato de que além da Missa do dia é previsto um formulário para a Missa vespertina da vigília.

Depois da Virgem Maria, são precisamente os Apóstolos Pedro e Paulo, juntamente com São João Batista, os santos comemorados mais frequentemente e com maior solenidade no ano litúrgico. Por muito tempo se pensou que 29 de junho fosse o dia em que, no ano 67, Pedro na Colina Vaticana e Paulo na localidade agora denominada Três Fontes testemunharam sua fidelidade a Cristo com o derramamento do sangue. Na realidade, embora o fato do martírio seja um dado histórico incontestável, e está além disso provado que aconteceu em Roma durante a perseguição de Nero, é incerto não só o dia, mas até o ano da morte dos dois apóstolos. Enquanto para São Paulo existe uma certa concordância entre testemunhas antigas indicando o ano de 67, para São Pedro há muitas discordâncias, e os estudiosos parecem preferir agora o ano de 64, ano em que, como atesta também o historiador pagão Tácito, “uma enorme multidão” de cristãos pereceu na perseguição que se seguiu ao incêndio de Roma.

Parece também que a festa do dia 29 de junho tenha sido a cristianização de uma celebração pagã que exaltava as figuras de Rômulo e Reno, os dois mitos fundadores da Cidade Eterna. São Pedro e São Paulo de fato, embora não tenham sido os primeiros a trazer a fé a Roma, foram realmente os fundadores da Roma cristã, um antigo hino litúrgico definia-os como pais de Roma.

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– Perserverança

Os irmãos Reason são atletas olímpicos e estiveram nas provas de atletismo em Londres. Porém, Beyond Reason (o irmão mais velho) não tem as pernas, e com o auxílio de similares de titânio, participou dos Jogos Paralímpicos e Olímpicos.

Veja que frase bacana:

A única diferença entre meu irmão e eu é que ele coloca os sapatos de manhã e eu coloco minhas pernas”.

Sensacional. Gostei.

– Medo de ir Contra o Modismo?

Idolatrar pessoas é típico da adolescência. Hoje, adultos, cultuamos objetos, vaidades e futilidades. Por isso, compartilho sábio pensamento do Papa Bento XVI, publicado em seu Twitter:

Muitos são hoje os ídolos falsos que se levantam. Os cristãos, se querem ser fiéis, não devem ter medo de seguir em contracorrente.”

É justamente o que penso: não podemos ter medo de expressarmos o que crermos e assumirmos, respeitosamente, à contrariedade do que não concordamos. Mesmo que sejamos rotulados de diferentes ou “caretas”.

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– O Prefácio do Papa: Pássaros e Peixes, porque somos cristãos…

Compartilho ótimo material enviado pelo jornalista Reinaldo Oliveira, referente a um prefácio escrito pelo Papa Bento XVI. Ele nos convida a refletir sobre a Criação de Deus e o amor a nós. Vale a pena conferir. Abaixo:

SÃO PEDRO PESCAVA COM ANZOL OU COM REDE?

Por Orlando Fedeli

“No quinto dia Deus fez os pássaros e os peixes (Cfr. Gen. I, 22, 23).

E os peixes são mudos e vivem no abismo amrgo do mar. E os pássaros cantam e voam para o céu. Mas Deus fez a ambos: os pássaros e os peixes.  E assim é que os pecadores não cantam a glória de Deus e vivem no abismo amargo do pecado. Enquanto os santos cantam a glória de Deus e voam para o céu. Mas Deus criou a ambos: os santos e os pecadores. E Deus quer a salvação de todos. E por isso Jesus escolheu seus apóstolos entre os pescadores, porque eles deviam salvar os pecadores. E por isso está escrito nos

Salmos: ‘Minha alma se alegra como um pássaro, porque escapou do laço do caçador’. E o caçador é o diabo que visa caçar os santos que cantam a glória de Deus e e impedir que eles voem para o céu. E assim é que está escrito que Cristo disse a Pedro para lançar suas redes para fazer a pesca milagrosa que salva 153 grandes peixes. Porque São Pedro não usava anzol, mas redes. Porque a rede não mata o peixe já que Deus quer a salvação dos pecadores para que vivam. Mas São Pedro não usava anzol, pois que o anzol engana: oferece comida na isca e dá a morte com o ferro do anzol. E o anzol é torto. São

Pedro usava rede. Ele não queria enganar. Deus visa apenas o bem. E por isso não é permitido oferecer um bem para causar um mal. Nem enganar, apresentando o bem escondido atrás de um mal desejado pelos maus.”

O Anzol do Pescador

Tudo isso nos veio à mente, ao ler o complexo prefácio-apresentação escrito pelo Papa Bento XVI ao livro do Senador Marcello Pera, intitulado “Porque devemos dizer-nos cristãos”.  É um texto curto. São trinta linhas apenas. O Papa as escreveu agora em Novembro.  O texto é curto, como um pavio de uma bomba. Vai desencadear uma explosão de comentários, e tudo indica que terá conseqüências bem importantes. Vai desencadear?  Não. Já desencadeou um rio de comentários contraditórios. É um texto bem complicado. Para não dizer contraditório. Trinta linhas que darão o que falar. Marcarão a História. Publicamos esse texto do Papa em português e em italiano, no final deste artigo. Texto complexo. Texto contraditório. Por que contraditório? Porque ele parece anzol de pescador: é torto como anzol, e oferece isca e morte. Comida e ferro. Tortamente. Difícil é distinguir nele o que é propriamente o anzol e o que é a comida. Daí, os comentários contrastantes. Alguns, de chofre e muito de imediato, chamaram a atenção para a incrivel afirmação de Bento XVI de que o Liberalismo, condenado solenemente por tantos Papas, é doutrina conciliável com o Catolicismo. Outros notaram que o Papa Bento XVI, nesse texto tão curto, condenou o diálogo ecumênico ao afirmar que “o diálogo inter-religioso no sentido estrito da palavra não é possível”.  O Catolicismo é a religião que tem fundamento no Verbo, no Logos. É impossível o diálogo do Catolicismo com religiões que negam o Verbo, ou que negam a verdade objetiva, pois como bem notou Gianni Baget Bozzo, “onde não há logos, não pode haver diálogo”.  Segundo o prefácio do Papa, o Liberalismo teria fundamento em Deus (Sic!?). E teria sido a base da formação da Europa. Essas afirmações não tem base nem histórica, nem doutrinária. Historicamente, o liberalismo, doutrina da Revolução Francesa de 1789 surgiu muitos séculos depois que a Europa, como fenômeno cultural e político, já existia há muito mais de mil anos.

(Copyright © 1999-2011 -Associação Cultural Montfort -http://www.montfort.org.br/ Pág. ¼).

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– Os Milionários Religiosos do Brasil, segundo a Forbes

Certamente repercutirá: a Forbes, tradicional revista de finanças, fez um levantamento sobre o espantoso enriquecimento de lideres religiosos no Brasil e suas fortunas pessoais.

Sente-se na cadeira e leia!

Extraído de: http://www.revistabrasileiros.com.br/2013/01/18/milionarios-da-fe-edir-macedo-valdemiro-santiago-malafaia-bispa-sonia/

MILIONÁRIOS DA FÉ: EDIR MACEDO, VALDEMIRO SANTIAGO, MALAFAIA, BISPA SÔNIA…

Uma igreja pode ser um negócio muito lucrativo. Fundador e líder da igreja Universal do Reino de Deus e dono da Rede Record, o pastor Edir Macedo, por exemplo, tem um patrimônio líquido estimado em R$ 1,9 bilhão. A informação foi divulgada pela revista Forbes, que investigou a chamada “indústria da fé” brasileira.

Com menos dinheiro do que Macedo, mas também muito bem de vida, Valdemiro Santiago, ex-pastor da Universal, tem patrimônio estimado em R$ 440 milhões. Ele fundou sua igreja, a Igreja Mundial do Poder de Deus, que tem cerca de 900 mil seguidores e 4 mil templos.

A revista aponta ainda outros nomes fortes da “fé milionária” no Brasil, como o polêmico Silas Malafaia, líder do braço brasileiro da Assembleia de Deus. O pastor, que classifica o homossexualismo como uma doença no Brasil, tem patrimônio na casa dos R$ 300 milhões. Também estão na lista da Forbes RR Soares, Estevam Hernandes Filho e a Bispa Sonia, entre outros.

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– Festa de Santa Priscila

Hoje é dia de Santa Prisca, conhecida também como SANTA PRISCILA, mártir cristã!

Por defender Jesus, foi levada ao Coliseu. Mas diante do público, o leão que a devoraria (para a diversão do povo romano), refugou e se curvou aos seus pés. Por tal fato, foi presa e decapitada. Seguidora de São Paulo, foi a grande mulher que evangelizou na Europa.
Extraído de: http://reporterdecristo.com/author/ser-de-deus/

SANTA PRISCA
Também se chama Santa Priscila. Desde muito antigamente se tributa culto em Roma a esta jovem romana. No século IX, mediante excavações arqueológicas, foi descoberto que estava enterrada en Aventine com o nome de Priscila, mulher de Aquila, um judeo cristão.
Segundo a tradição, Prisca foi batizada aos treze anos de idade por São Pedro e se tornou a primeira mulher do Ocidente a testemunhar com o martírio, sua fé em Cristo. Ela morreu decapitada durante a perseguição do imperador Cláudio, na metade do século I, em Roma.
As Atas, escritas no Século X, quando falam dela, dizem que era uma adolescente que foi levada ao anfiteatro para divertir as pessoas e chegando lá soltaram um leão em cima dela, mas invés de destrossar-la em pedaços, o felino se curvou aos seus pés. Depois disso foi encarcerada e no dia da sua morte uma águia velava seu corpo, até que foi enterrada na hoje conhecida como Catacumbas de Priscila. Esta ultima esta aberta ao público e é uma das mais antigas e interessantes catacumbas de Roma. Na atualidade há uma igreja dedicada a seu nome desde o século IV.
No que diz respeito a arte os pintores a imortalizaram com o leão domado ou domesticado a seus pés, que também significa a queda do paganismo, e com uma águia e uma espada perto dela. Seus resto ainda se veneram em Roma.
As “Atas de Santa Prisca” registram, de fato, que ela foi martirizada durante o governo desse tirano e seu corpo sepultado na Via Ostiense, nas catacumbas de Priscila, as mais antigas de Roma. Depois foi transladado para a igreja do monte Aventino.
Uma igreja construída sobre os alicerces de uma grande casa romana do primeiro século, como atestam as mais recentes descobertas arqueológicas, muito importante para os cristãos. Ainda hoje, mantém uma cripta que guarda uma preciosa relíquia: a concha com que São Pedro apóstolo batizou seus seguidores e discípulos.
Mas, a partir do século VIII, alguns dados vieram à tona dando total veracidade da
existência dessa mártir romana, como mulher evangelizadora atuante, descrita numa carta escrita por São Paulo, em que falou: “Saúdem Prisca e Áquila, meus colaboradores em Jesus Cristo, os quais expuseram suas cabeças para me salvar a vida. À isso devo render graças não somente eu, mas também todas as igrejas dos gentios” (Rm 16,3).
Desta maneira, se soube que Prisca não morreu logo apos seu batizado, mas alguns anos depois, ainda durante aquela perseguição. No Sínodo Romano de 499, se determinou que os dados fossem acrescentados às “Atas de Prisca”, confirmando ainda mais a sua valorosa contribuição à Igreja dos primeiros tempos.
***
Prisca, é um nome que nos soa um pouco estranho, significa: “a primeira”. Mas evoca uma grande Santa, que se impôs à admiração de todos nos primeiros tempos do Cristianismo. Ela foi considerada a mais antiga santa romana e se tornou uma das mulheres mais veneradas na Igreja.

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– Pastoral Fé e Política fez planejamento para as atividades de 2013

por Reinaldo Oliveira

A Pastoral Fé e Política, da Diocese de Jundiaí, iniciou as atividades referentes ao ano de 2013, no dia 12 de janeiro, com a reunião de planejamento de atividades, realizada na paróquia Jesus de Nazaré, no Distrito do Jacaré, em Cabreuva. A Pastoral que teve avanços significativos em sua atuação no ano de 2012, elencou uma série de atividades nas 11 cidades da Diocese, mantendo também eventos já consolidados como; A Caminhada dos Mártires, O Grito dos Excluídos, a Assembléia Popular, o Encontro com Políticos dos 11 municípios da Diocese, a participação no 9º Encontro Nacional de Fé e Política a ser realizado no mês de novembro em Brasília/DF, e se propõe a um desafio maior, que é consolidar as Comissões de Acompanhamento das Câmaras Municipais ( e/ou fazer parcerias com outras entidades para este trabalho voluntário)  dos 11 municípios da Diocese.

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– O Valor do seus Sacramentos

A fé é manifestada de diferentes formas por cada pessoa. Muitas a vivem com intensidade coletiva nas igrejas; outros a manifestam particularmente. Muitos no silêncio, outros com eloquência. Ainda os que não crêem em nada ou não duvidam.

Independente disso, vale uma reflexão aos que acreditam na Fé Cristã: em 2013, rotulado como “Ano da Fé”, a fim de revalorizar a espiritualidade das pessoas, pede-se para que o materialismo seja deixado a segundo plano. Há pouco, o Papa Bento XVI divulgou pelo Twitter a seguinte mensagem:

Que cada cristão redescubra, neste Ano da Fé, a beleza de ter renascido no amor de Deus e viver como seu verdadeiro filho!

Ele fala sobre o Batismo. E aí, como você tem vivido, sentido ou dado importância aos Sacramentos que recebeu? À Crisma, ao Matrimônio, aos demais?

Vale meditar.

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– Dia dos Santos Reis Magos

Hoje, 06 de janeiro, o povo celebra os Santos Reis. A Bíblia não fala que eram reis, nem que eram três. Mas o povo sabe dar nomes a eles: Gaspar, Melquior e Baltasar. Talvez fossem sábios, estudiosos das Escrituras e das estrelas. Astrônomos, não astrólogos. Tendo visto uma estrela, de brilho diferente, confrontaram-na com o relato da Bíblia no livro dos Números (24,17): “Eu vejo, mas não é agora; eu avisto, mas não de perto: uma estrela sai de Jacó; um cetro surge de Israel. Oráculo de Balaão”.

Os magos viram naquela estrela o sinal da chegada do Messias e saíram à procura do pequeno rei, guiados por ela. Sua fé foi recompensada. Chegando, adoraram o Menino Deus e deram presentes de ouro, incenso e mirra, como era costume entre os reis.

E o povo rompe em folias, cantando em versos toda a peripécia dos santos reis. A poesia que envolve o ambiente natalino, favorece e cria toda uma epopéia, revestida de respeito e piedade. Viva os santos reis magos!

(texto extraído – com adaptações – de: http://www.boletimpadrepelagio.org/index.php?option=com_content&view=article&id=6146:6-de-janeiro-santos-reis-magos&catid=23:o-santo-do-dia&Itemid=158)

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– Paciência: a Grande Virtude Cristã

A paciência é uma virtude cristã. Sendo assim, compartilho uma linda oração àqueles que carecem ter paciência, de Santa Teresa D’Ávila, e que nos dias atribulados e de correria em que vivemos, se faz necessária:

Nada te perturbe. Nada te espante. Tudo passa. A paciência tudo alcança.

Nada me perturbe. Nada me amedronte. A quem tem Deus nada falta. Só Deus basta.

Simples e belo, não?

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– Autosuficiência Humana

Um puxão de orelha necessário dado pelo Papa Bento XVI, na homilia de Natal:

Estamos completamente repletos de nós mesmos, sem tempo e espaço suficientes para Deus, para as crianças e para os pobres”.

Tem ou não razão?

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– Duas Virtudes Necessárias…

… que são a “” e a “Razão”.

Compartilho essa bonita mensagem do falecido Papa João Paulo II por acreditar que são valores necessários para a nossa vida e salvação:

Fé e Razão: duas asas que nos elevam para o Céu”!

Belo ensinamento, não?

– Intolerância Religiosa que Persiste!

A Intolerância religiosa, independente de qual profissão de fé, é condenável. Em alguns lugares, em pleno século XXI, se torna assustadoramente normal. Olha essa do Irã:

(Aliás, não só a questão do preconceito religioso, mas a de qualquer forma de discriminação é horríenda..)

Extraído de: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/09/29/pastor-sera-executado-no-ira-por-se-recusar-a-mudar-de-religiao.jhtm

PASTOR CRISTÃO É CONDENADO A PENA DE MORTE POR NÃO MUDAR DE RELIGIÃO

Um pastor que se converteu do islamismo para o cristianismo foi condenado à pena de morte no Irã por recusar voltar à sua antiga religião. As informações são do jornal britânico “Daily Mail”.
Youcef Nadarkhani, 34, se recusou a cumprir uma ordem judicial que o obrigava a se converter novamente ao islamismo. A sentença foi proferida por uma corte na província de Gilan, na cidade de Rasht.
O pastor foi detido em outubro de 2009 quando tentava registrar sua igreja na cidade. Youcef começou a questionar a supremacia dos muçulmanos para doutrinar as crianças, e acabou acusado de tentar “evangelizar” muçulmanos e de abandonar o islamismo, o que pode levar à pena de morte no país.
Sua primeira condenação aconteceu em 2010, mas a Suprema Corte do Irã interveio e conseguiu adiar a sentença. Ao ser revisto, o processo resultou na mesma condenação ao fim do sexto dia de audiência, nesta quinta-feira.
No tribunal, o pastor disse que não tinha intenção de voltar ao islamismo, chamando sua crença anterior de “blasfêmia”.
Agora, a defesa de Youcef tentará novamente recorre à Suprema Corte, pedindo a anulação da pena. O advogado de Youcef, Mohammed Ali Dadkhah acredita que tem 95% de chance de anular a sentença. No entanto, alguns apoiadores temem que a Suprema Corte demore para analisar o pedido e o pastor seja executado nos próximos dias.
O ministro de Relações Exteriores britânico, William Hague, comentou o caso e pediu que o Irã cancele a sentença. “Eu repudio o fato de que Youcef Nadarkhani, um líder cristão, possa ser executado por se recusar a cumprir a ordem da Suprema Corte para que ele se convertesse ao islamismo. Isso demonstra que o regime iraniano continua não respeitando o direito à liberdade religiosa”.
O último cristão executado por questões religiosas no Irã foi o pastor da Assembleia de Deus, Hossein Soodmand, em 1990. No entanto, dezenas de iranianos que se converteram ao cristianismo foram misteriosamente assassinados nos últimos anos.

– Dia de Nossa Senhora de Guadalupe

Hoje é dia da Virgem de Guadalupe, padroeira da América Latina.
Vamos arranjar um tempinho para pedir sua benção e agradecer sua intercessão.

Olha que história bonita, extraída do blog do Prof Felipe Aquino, da Comunidade Católica Canção Nova, sobre conversões e o significado das suas aparições aos povos indígenas: (NELA, FALA-SE ATÉ DA CONVERSÃO DE ÍNDIOS QUE COMIAM CARNE HUMANA COM CHILLI E TOMATES!)

NOSSA SENHORA DE  GUADALUPE

Em 1531, os missionários espanhóis franciscanos e dominicanos evangelizavam os índios maias e astecas no México, e tinham muita dificuldade nessa missão porque esses índios eram idólatras e ofereciam aos seus muitos deuses sacrifícios humanos de milhares de rapazes e de virgens, nos altos das muitas pirâmides que podem ser visitadas ainda hoje no México. Um sacerdote cortava fora o coração de vítima, com uma faca de pedra pouco afiada e o oferecia aos deuses.
Nesse ano a Virgem Mãe de Deus apareceu ao piedoso índio São João Diego, na colina de Tepeyac, perto da capital do México. Com muito carinho ela pediu que ele fosse ao bispo pedir-lhe que nesse lugar construísse um Santuário em sua honra. D.João de Zumárraga, primeiro bispo do México, franciscano, vindo da Espanha, retardou a resposta a fim de averiguar cuidadosamente o ocorrido. Quando o índio, movido por uma segunda aparição e nova insistência da Virgem, renovou suas súplicas entre lágrimas, ordenou-lhe o bispo que pedisse a Nossa Senhora um sinal de que a ordem vinha realmente da grande Mãe de Deus.
Então Nossa Senhora enviou ao Bispo o conhecido sinla milagroso das rosas. Ela disse ao índio: “Filho querido, essas rosas são o sinal que você vai levar ao bispo. Diga-lhe em meu nome que, nessas rosas, ele verá minha vontade e a cumprirá. Você é o meu embaixador e merece a minha confiança… Quando chegar diante do Bispo, desdobre a sua tilma” (manto) e mostre-lhe o que carrega, porém só na presença do bispo. Diga-lhe tudo o que viu e ouviu, nada omitindo…”
Essas rosas só davam em Castela na Espanha, de onde era procedente o bispo. João Diego obedeceu e, ao despejar as flores perante o bispo, eis que surge no seu manto a linda pintura milagrosa de Nossa Senhora tal como ela lhe apareceu. O bispo acompanhou João ao local designado por Nossa Senhora.
O ícone de Nossa Senhora de Guadalupe é repleto de sinais milagrosos. Até hoje os cientistas não conseguem explicá-lo. Não sabem que produto tingiu o manto; não é deste mundo. A fama do milagre espalhou-se rapidamente por todo o território. Os cidadãos, profundamente impressionados por tão grande prodígio, procuraram guardar respeitosamente a santa Imagem na capela do paço episcopal. Mais tarde, após várias construções e ampliações, chegou-se ao templo atual.
Em 1754, escrevia o papa Bento XIV: “Nela tudo é milagroso: uma Imagem que provém de flores colhidas num terreno totalmente estéril, no qual só podem crescer espinheiros; uma Imagem estampada numa tela tão rala que, através dela, pode-se enxergar o povo e a nave da Igreja tão facilmente como através de um filó; uma Imagem em nada deteriorada, nem no seu supremo encanto, nem no brilho de suas cores, pelas emanações do lago vizinho que, todavia, corroem a prata, o ouro e o bronze… Deus não agiu assim com nenhuma outra nação.”
A partir das aparições de Nossa Senhora de Guadalupe os missionários passaram a evangelizar os índios em massa; mais de sete milhões foram batizados em poucos anos e o México é hoje o país que mais católicos têm (94% da população).
Em 1910 o Papa S. Pio X proclamou Nossa Senhora de Guadalupe “Padroeira da América Latina”, e em 1945, o Papa Pio XII a proclamou “Imperatriz da América Latina”. Há hoje, infelizmente, uma mentalidade muito errada em nossos meios acadêmicos que quer ver na civilização asteca algo melhor que nossa atual civilização cristã; nada mais triste. A turma do “politicamente correto”, inclusive os adeptos da perigosa teologia da libertação, quer desprezar os missionários espanhóis, que “impuseram uma religião estrangeira sobre os inocentes nativos que encontraram.” Inocentes nativos?
As grandes sociedades asteca e maia foram construídas com base na conquista de povos não-astecas e não-maias, com a mão-de-obra escrava e o assassinato ritual daqueles escravos. Seus elogiados canais e magníficos templos foram construídos por escravos. Estas culturas se man­tiveram baseadas no medo. Quem se indispusesse com os sacerdotes, pagos pelo Estado; tinha seu coração arrancado fora. Numa única cerimônia os astecas cortaram fora os corações de 10 mil virgens obtidas com o seqüestro de moças e meninas dos povoados vizinhos. Esses corações eram oferecidos aos deuses. (cf. “Astecas eram escravocratas e genocidas”, William A. Hamilton, escritor e colunista, artigo para a “USA Today”). Nelson Ascher, jornalista Integrado à equipe de articulistas da “Folha de São Paulo”, no seu artigo Canibalismo dos Astecas”, diz entre outras coisas que:
“Sabe-se que o centro da religião asteca era a sacrifício humano, mas a escala em que era realizado aponta para urna realidade ainda mais sinistra. Segundo palavras do padre espanhol Sahgun, o mais minucioso historiador de então da civilização indígena do México, pode-se ver a descrição do sacrifício humano no topo das pirâmides: a vítima, segura por quatro sacerdotes, tinha o peito aberto por um quinto com uma faca de obsidiana, e seu coração pulsante arrancado -, após ser o cadáver arrojado escada abaixo culminava com um singelo: “Después, lo cocian Y lo comian’ (Depois cozinhavam-no e comiam)”.
“Carne humana era muito apreciada com tomate nativo da região, e provavelmente temperada com chili. Num festival de quatro dias, em finais do século 15, os astecas te­riam “abatido” vinte mil prisioneiros. Parece que este era também o consumo anual médio só na capital.”
“Os astecas inclusive promoviam suas numerosas guerras com a única finalidade de capturar prisioneiros para seus rituais sofisticados que incluíam, em um de seus meses, o esfolamento após a qual os sacerdotes se vestiam com as peles das vítimas.”
Podemos chamar isso de civilização?
Infelizmente essas cruentas práticas dos maias e astecas são acoberta­das, enquanto as práticas dos espanhóis são anunciadas aos quatro ventos. Mostram-se em planetários os feitos dos astecas e maias no campo da astronomia, mas as o assassi­nato ritual e rotineiro de milhões de pessoas é maliciosamente encoberto.
Como pode uma “civilização” desta ser melhor do que o Cristianismo, que prega amor até aos inimigos? É um contra senso; uma grande incoerência. Por isso a chegada de Fernando Cortez em 1521 no México e os esforços para converter os povos indígenas ao cristianismo são tratados com desdém.
(…)

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– Dia de Nossa Senhora da Conceição

Valei-me Virgem Maria!

Hoje é dia da Imaculada Conceição (que significa: concebida sem mancha), título de Nossa Senhora por ser gerada pelo Pai Celestial sem pecado, a fim de receber o Menino Jesus em seu ventre.

Nossa Senhora da Conceição, rogai por nós!

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– Apocalipse de São João

Continuando nossos encontros semanais da Catequese do Crisma, discutiremos hoje o Apocalipse. Compartilho:

O APOCALIPSE DE SÃO JOÃO

Com a morte de Jesus Cristo e sua ressurreição, os judeus convertidos (cristãos) receberam a missão de continuar a pregação do amor, e anunciar a boa nova (Evangelho). Os discípulos se reuniam para cultuar a Deus nas reuniões cristãs (missas); porém, os romanos, que dominavam a região da Palestina, acreditavam que essa ‘seita’ era um movimento de fanáticos e de políticos revolucionários contra o poder do imperador.

As idéias de amar, perdoar, viver em comunhão, eram vista com maus olhos pelas autoridades de Roma. Por isso, a ordem era de perseguir essas pessoas chamadas de cristãos.

São João Evangelhista, apóstolo de Jesus, durante essas perseguições, tentava escrever para as comunidades cristãs, dando-lhes explicações do que estava acontecendo e do que poderia acontecer futuramente com aquelas comunidades. Mas, por estar impossibilitado de lhes falar às claras (ou seja, objetivamente) devido ao seu exílio (estava preso na ilha de Patmos), ele achou por bem escrever em metáforas e em comparações para que os romanos não entendessem.

Reflexão 1: Quando você ouve falar de “Apocalipse”, do que você lembra?

Portanto, diante da missão de continuar a evangelização, de levar o testemunho do amor de Cristo e de encorajar os cristãos a lutar e perseverar na fé, João escreve através de uma linguagem simbólica suas orientações sobre a fé. Temos que nos lembrar sempre que o livro do Apocalipse não é o anúncio do fim do mundo, mas um retrato do desfecho das perseguições cristãs naquela época.

Diante desse simbolismo que São João utiliza para escrever, é importante entender alguns trechos principais do Apocalipse para que não haja erros de interpretação devido a desconhecimentos do panorama da época. A leitura ao pé da letra do Apocalipse, sem o cuidado de entender os sinais e costumes judaicos, nem ao menos entender a situação de como esse livro foi escrito, nos possibilita uma interpretação errada, o que acaba fazendo com que muitos irmãos vejam no Apocalipse um anúncio de tragédias futuras e devastação, o que não é verdade.

Reflexão 2: quantas vezes você já leu trechos soltos de textos e interpretou errado, sem levar o contexto?

Algumas considerações sobre passagens apocalípticas:

Em Ap 1, 4-6 = Nós vemos a utilização do número sete, e a citação de Sete Espíritos diante do trono de Deus.

Temos que entender que 7 é o número judaico que representa a plenitude, a perfeição, a imensidão. Lembremo-nos que Cristo nos mandou perdoar setenta vezes sete (ou seja, infinitamente). Sete Espíritos de Deus quer dizer o Espírito perfeito, ou seja, o Espírito Santo ao lado do Pai e do Filho na Trindade, como a própria leitura nos mostra.

Na verdade, João saúda todas as comunidades cristãs da Ásia, e se refere com uma benção em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Em Ap 1, 12-20, vemos João dizendo que vê um homem com sete estrelas e sete candelabros que pede para escrever para as comunidades asiáticas.

Na verdade, João mostra a cobrança dele mesmo em levar em nome de Deus orientações e pregações de fé às sete comunidades gregas que estão sendo ameaçadas pelos imperadores romanos. (Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia). A cada comunidade ele dá uma orientação para coibir a decadência da fé.

Em Ap 4, 1-11, nós vemos o relato do Reino dos Céus e do poder de Deus. É claro que João está escrevendo por símbolos, pois ao lerem essas cartas, os romanos não entendiam o que queriam dizer e achavam que era loucura de João. (por exemplo, João fala dos relâmpagos e trovões constantes do trono em que alguém em um trono coberto pelo arco-íris sentava, rodeado por 24 anciãos).

Na verdade, João fala da providência e ação de Deus imediata aos homens (trovões e raios). A expressão ‘alguém sentado no trono’ é a própria majestade de Deus. O arco-íris representa a misericórdia e o amor citado em Gênese 9,13, e os 24 anciãos representam as 12 tribos de Israel, ou seja, o povo; porém, o povo terrestre é reunido com os anjos no Céu, e lá louvam sem cessar a Deus (2X12=24).

Reflexão 3: será que os romanos entendiam todas essas coisas? É claro que não. Mas os cristãos entendiam porque eram simbologias da religião.

Em Ap 5, 6-8 , vemos o relato da visão de um cordeiro (carneiro) com sete chifres e sete olhos recebendo o livro da mão direita de quem está no trono.

Na verdade, Cristo é o Cordeiro de Deus (o cordeiro era o animal utilizado em sacrifícios) que se sacrificou por nós, e cheio do Espírito Santo, Onipotente e Onipresente ( 7 ch e 7 olh) está, com toda a sua autoridade,  na glória do Céu à direita do Pai.

Em Ap, 12, vemos a analogia da mulher revestida de Sol com uma coroa de 12 estrelas frente ao Dragão.

Na verdade, a mulher/ ora é Maria e as 12 tribos de Israel, ou seja, o povo/ ora é a Igreja formada pelos 12 apóstolos. O Dragão é o mal. Não é uma profecia do final dos tempos, mas um alerta para o povo perseverar diante das perseguições do imperador Nero. É muito interessante ler todo o cap 12 e as notas de rodapé da Bíblia edição Pastoral, pois temos muita simbologia explicada.

Em Ap 13 – a besta sobre o número 666; quem sucumbir à besta verá que também adorará a segunda besta que virá, e os homens se marcarão pelo pecado. Na verdade, a besta é a representação do imperador romano Nero. Vespersiano, que iria assumir o lugar de Nero como imperador, é a representação da segunda besta.

Nero era maldoso e cruel, e queria ser adorado como Deus; quando morre, Vespersiano institui como religião o culto a imperador mortos, sendo que eles deveriam ser idolatrados desde sua vida.

O número 666 representa 3 X a trilogia da matéria. Mas o que é isso?

Para os judeus:

2 = matéria

3 = perfeição do relacionamento ou Trindade.         2X3=6

6= perfeição da matéria, o puro materialismo, o egoísmo, o mal.

666 = 6-6-6 (três seis seguidos) = perfeição da maldade.

O Apocalipse, nada mais é, do que o livro do grande exemplo de perseverar na fé e enfrentar as perseguições que os nossos antepassados mostraram em nome de Cristo Jesus.

Reflexão 4: Quantas pessoas você conhece que enxergam no Apocalipse um livro de esperança, ao invés de um livro de “fim trágico”? Que tal mudar a compreensão das pessoas que assim entendem?

– Dia de Nossa Senhora das Graças

Hoje, dia 27, se comemora uma das mais belas invocações marianas: a de Maria, Nossa Senhora das Graças.

Já fez sua oração hoje?

– Mundo Descrente que Não Respeita a Fé Alheia

Ouço um amigo falando com escárnio sobre fiéis que estão em peregrinação. Ora, indelicado comentário, pois a fé é pessoal. As pessoas devem respeitar a crença alheia, faz parte da cidadania e da boa educação.

Lembro-me de uma canção que se encaixa perfeitamente nessa situação, perfeitamente o refrão: “Zombam da fé os insensatos”.

QUEREMOS DEUS

Queremos Deus homens ingratos
Ao Pai supremo, ao redentor
Zombam da fé os insensatos
Erguem-se em vão contra o Senhor
Dá nossa fé, oh! Virgem, o brado abençoai
Queremos Deus que é nosso Rei
Queremos Deus que é nosso Pai
Queremos Deus a sã doutrina
Que nos legou na sua cruz
Levar á escola e á oficina, a lei de Cristo, o amor e luz
Dá nossa fé oh! Virgem, o brado abençoai
Queremos Deus que é nosso Rei
Queremos Deus que é nosso Pai
Queremos Deus na Pátria amada
Amar-mos todos como irmãos
Ver a Igreja respeitada
São nossos votos de cristão
Queremos Deus homens ingratos
Ao Pai supremo, ao redentor
Zombam da fé os insensatos
Erguem-se em vão contra o Senhor
Dá nossa fé, oh! Virgem, o brado abençoai
Queremos Deus que é nosso Rei
Queremos Deus que é nosso Pai
Queremos Deus a sã doutrina
Que nos legou na sua cruz
Levar á escola e á oficina, a lei de Cristo, o amor e luz
Dá nossa fé oh! Virgem, o brado abençoai
Queremos Deus que é nosso Rei
Queremos Deus que é nosso Pai
Queremos Deus na Pátria amada
Amar-mos todos como irmãos
Ver a Igreja respeitada
São nossos votos de cristão.

– Encontros de Catequese: Pentecostes e Novo Testamento

PENTECOSTES E O NOVO TESTAMENTO

Em João 20, 1-18 vemos Maria Madalena indo de encontro a Cristo ressuscitado. É o início das aparições de Cristo que permanece conosco por quarenta dias.

Veremos ainda outras aparições em João 20, 19-31, onde Jesus vai ao encontro dos discípulos e São Tomé não o encontra. Jesus volta em outra oportunidade para que este também creia.

Reflexão 1: Assim como Tomé, você tem dificuldade em acreditar em coisas que não vê?

Em Lucas 24, 13-53, vemos a belíssima passagem de Emaús, além da promessa de Cristo sobre o Paráclito, ou seja, o Espírito Santo descendo sobre os discípulos a fim de que tivessem coragem, fé, bênçãos e perseverança para anunciar a todo os povos de todas as raças e crenças a sua ressurreição.

Reflexão 2: Se Jesus viesse hoje ao mundo, será que as pessoas acreditariam com a mesma, maior ou menor intensidade do que o povo daquela época?

No Livro dos Atos dos Apóstolos (2, 1-42), vemos o Pentecostes e a instituição do Batismo como nos dias atuais

Reflexão 3:  Como é a sua percepção do Divino Espírito Santo? Consegue identificar sua ação poderosa no dia-a-dia?

Reflexão 4: Você sente / percebe / se inspira com seu Batismo? E com os demais sacramentos que já recebeu?

Depois de tudo isso, começou a Evangelização mundo afora. Vamos lembrar dos apóstolos: eram inicialmente 12; com a morte de Judas Iscariotes, ficaram em 11. Com isso, resolveram eleger mais um discípulo para completar 12 (o 13o). Isso aconteceu antes de Pentecostes; portanto Matias, eleito pelos apóstolos, também recebeu o Espírito Santo (Atos dos Apóstolos 1, 17-26).

Mas o que os discípulos faziam para evangelizar?

Eles viajavam pelos povoados, levavam a Palavra de Deus, ensinavam, e até curavam. Porém, eram duramente perseguidos. Em determinado momento, são ameaçados pelo próprio Caifás (Atos 4, 1-22)

Reflexão 5: Já passou por alguma grande intimidação, como Pedro e João? Como reagiu / reagiria?

Em Atos 6, 1-7 vemos Estevão (primeiro bispo cristão) sendo eleito também pela imposição das mãos. Todos os bispos católicos foram ordenados, de geração por geração, por esse ato de imposição das mãos. Portanto, nosso clero repete o que o próprio Cristo fez a todos os seus antecessores. Com isso, se pegarmos algum bispo e fizermos uma árvore genealógica, chegaremos a algum dos discípulos e consequentemente a Cristo. O martírio de Estevão está relatado em Atos 7, 54-60 e 8, 1-3. Nestas passagens, vemos a firmeza em morrer por Cristo e a garantia de receber um lugar no Céu. Vamos ver também um devastador de cristãos: Saulo.

Reflexão 6: você renunciaria sua fé para sobreviver, em caso de ameaça?

O governo romano queria de todas as formas proibir o culto a Deus (Pai, Filho, Espírito Santo) e forçava as pessoas a se submeterem à crença dos deuses romanos. Saulo de Tarso era um dos mais temidos perseguidores. Porém, em Atos 9. 1-19 Saulo se converte ao cristianismo, e torna-se o 14o apóstolo. É conhecido como São Paulo.

Reflexão 7: você se convence quando alguém que você conhece e outrora teve um passado ruim lhe dá orientações e conselhos?

Tanto Saulo (Paulo), como Pedro, Tiago e os demais viajaram por todo o continente, propagando a fé em Jesus Cristo. As comunidades se tornaram maiores e mais numerosas. Os judeus que aceitavam ouvir os apóstolos eram chamados de cristãos, termo que nos diferencia dos judeus que não aceitaram Cristo. Devido as distâncias percorridas, era costume escrever cartas. Paulo escreveu muitas cartas, e teve como mensageiros delas Timóteo e Tito, que lhe contavam como andava o cristianismo nessas localidades e seus problemas. Escrevia as cartas a diversas comunidades (Coríntios, Filipenses, etc), e procurava disciplinar a fé e desfazer possíveis más interpretações de como viver a fé.

Vejamos alguns ensinamentos de Paulo às primeiras comunidades cristãs, e percebamos que o que ele ensinava é atualíssimo para nós. Muitas vezes estamos cometendo os mesmos erros que elas cometiam. Alguns exemplos das cartas de Paulo:

Aos Romanos (5, 1-11): quem é a Santíssima Trindade.

I Coríntios 15, 3-11: se Cristo perdoa até Paulo, que era perseguidor de cristãos, não nos perdoará?

II Coríntios 12, 1-10: vaidade e orgulho destroem o mundo; perseverar na fé.

Gálatas 5, 13-26: as comunidades verdadeiras vivem na fé.

Efésios 2, 4-10: a misericórdia de Deus.

Efésios 6, 10-17: luta contra o maligno e contra os pecados.

Outros discípulos também escreveram, como Tiago: em Tiago 2, 14-26 vemos um discernimento importantíssimo para a nossa salvação: não adianta ter fé e não realizar boas ações. A fé é morta sem obras. São Tiago nos diz que o diabo também acredita em Deus, porém não pratica boas ações. Assim somos nós: não seremos salvos só porque digo que tenho fé. É preciso demonstrar a fé, realizando boas obras.

Reflexão 8: Você tem tido fé e praticado boas obras?

Cartas de Pedro:

Em I Pedro 1, 14-16 vemos a missão de cada um de nós: sermos santos.

II Pedro 2, 1-12: cuidado com as falsas religiões e falsos profetas.

Escritos de João:

São João, além de escrever o evangelho, escreveu cartas e o livro do Apocalipse.

I João 2, 18-25: todo aquele que for contra Cristo é um anticristo. Existem muitos em nosso meio.

Apocalipse: João foi muito perseguido, por isso era obrigado a escrever por simbolismos. Não podemos entender o livro do Apocalipse ao pé da letra, pois a linguagem tem que ser adaptada a todo o contexto que se apresentava. Podemos comparar o Apocalipse às composições de vários músicos durante o regime militar brasileiro: diziam uma coisa para ser entendida por outra. A perseguição era tanta, que as missas eram realizadas no que chamamos de catacumbas, e devido ao amor a Cristo muitos morreram em seu nome. As pessoas que morreram em nome de Cristo levaram o nome de mártires.

QUESTÕES PARA DISCUSSÃO

1- Todos nós temos uma “cruz” para carregar no nosso dia-a-dia. Que tipo de “cruz” é essa que carregamos?

2- Você se incomoda com a leitura de Tiago 2, 14-26? Como praticá-la?

– Hoje é dia de Peregrinar

Nesta sexta-feira, acontece nossa tradicional Romaria a Pé do Bairro Medeiros até o Santuário do Bom Jesus de Pirapora.

A programação pode ser acessada aqui, com todas as informações:

http://professorrafaelporcari.blog.terra.com.br/2012/11/18/29a-romaria-do-bairro-medeiros-jundiai-a-pirapora-do-bom-jesus/

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– Músicos, alegrem-se: Hoje é dia de Santa Cecília!

À todos os músicos (assim como eu), hoje é um dia de alegria. É dia de Santa Cecília, padroeira dos músicos!

A seguir, a belísisma história da nossa intercessora:

http://www.ordemdesantacecilia.org/historia_de_santa_cecilia_2.html

Ops: Acho que exagerei quando disse que era músico. Esposo de instrumentista também entra na categoria? Sou afinadinho…

Abaixo, o hino de Santa Cecília:

http://www.ordemdesantacecilia.org/hino_de_santa_cecilia.html

Ops2: Tudo bem, até minha filhinha toca melhor do que eu. Não sei nem bater palmas…

Agora, a Oração de Santa Cecília:

http://www.ordemdesantacecilia.org/oracao_a_santa_cecilia.html

Ops3: Músico ou não, o que vale é a fé em Santa Cecília!

– Cúria sediou o 4o Encontro de Políticos da Diocese de Jundiaí

por Reinaldo Oliveira

No dia 22 de novembro a Cúria Diocesana sediou o 4º Encontro dos Políticos das 11 cidades da área da Diocese, com o Bispo Dom Vicente Costa. Com o tema “Político para quê e para quem?”, inspirado no tema da 5ª Semana Social Brasileira “Estado para quê e para quem?”, o evento contou com a presença dos prefeitos eleitos, Henrique Martin – de Cabreuva, Antonio Luiz Carvalho Gomes – de Itu, Juvenal Rossi – de Várzea Paulista, José Roberto de Assis – de Campo Limpo Paulista e do atual prefeito de Salto – José Geraldo Garcia. Os prefeitos dos outros municípios, por compromissos agendados anteriormente, como o prefeito eleito por Jundiaí que estava em Brasília/DF, mandaram representantes. Também presente vereadores da atual legislação e os novos eleitos, das cidades de Jundiaí, Cabreuva, Itu, Salto, Cajamar e Santana do Paranaíba, representantes dos mais diversos segmentos da sociedade, padres, diáconos, pessoas das 11 cidades e a imprensa.

O tema teve exposição feita pelo Claudio Nascimento, coordenador da Pastoral Fé e Política, e pela Maria Rosangela Moretti, coordenadora da Cáritas Diocesana.  Claudio fez uma reflexão onde abordou os temas desde a 1ª Semana Social Brasileira até a atual 5ª Semana, onde os temas sempre foram sobre questões sociais do País. Na reflexão foi colocado aos políticos, que através dos assuntos abordados, eles tenham atitudes que possam melhorar as situações apresentadas em seus municípios. Num segundo momento a Maria Rosangela falou sobre o desenvolvimento do tema – ações práticas já realizadas pelas diversas Pastorais da Diocese.

Após estas exposições foi aberto ao público para perguntas, respostas ou e acréscimos dos presentes que colaboraram para o enriquecimento do tema. Em seguida, o Encontro que cumpre o papel de agente regional na troca de informações entre os participantes das 11 cidades, teve a apresentação de dois programas de sucesso – cursos profissionalizantes, o Cabreuva do Futuro e o de Formação do Liceu Emaús, ambos da cidade de Cabreuva.

Encerrando o Encontro, Dom Vicente Costa agradeceu a presença de todos e anunciou a data para o 5º e 6º Encontros nos dias 20 de maio e 04 de novembro de 2013.

– A Inscrição das Cédulas que incomoda a Alguns

Um promotor, motivado por um cidadão que se sentia incomodado, resolveu entrar na Justiça pedindo que as cédulas de Real não tenham a inscrição: “Deus seja Louvado”. O motivo é que, se o Estado é Laico, não deveria fazer a promoção da fé.

Claro que o assunto é polêmico e não se refere ao Catolicismo, Protestantismo ou outra denominação religiosa. Evidente que muitos chiarão, outros aplaudirão. Os ateus defenderam tal medida; já ouvi de alguns religiosos que “a Deus o que é de Deus e a César o que é de César” (palavras de Cristo quando indagado sobre a cobrança de impostos do Imperador Romano).

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário (lembrando que nas notas de Libras esterlinas há: “Deus salve a Rainha” e no Dólar americano: “Em Deus nós acreditamos“.

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Extraído de: http://www.dgabc.com.br/News/5993772/mp-quer-real-sem-a-frase-deus-seja-louvado-.aspx

MP QUER NOTAS DE REAL SEM A FRASE “DEUS SEJA LOUVADO”

A Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão em São Paulo ajuizou nesta segunda-feira (12) ação civil pública, com pedido de liminar, em que pede que as novas cédulas de real sejam impressas sem a frase “Deus seja louvado”. De acordo com a ação, a existência da frase nas notas fere os princípios de laicidade do Estado (deve se manter neutro em relação às diferentes concepções religiosas) e de liberdade religiosa.

No pedido feito à Justiça Federal, a procuradoria argumenta que a frase “Deus seja louvado” privilegia uma religião em detrimento das outras.

“Imaginemos a cédula de real com as seguintes expressões: ?Alá seja louvado?, ?Buda seja louvado?, ?Salve Oxóssi?, ?Salve Lord Ganesha?, ?Deus não existe? – afirma trecho da ação, assinada pelo procurador regional dos Direitos do Cidadão, Jefferson Aparecido Dias. “Com certeza cristalina haveria agitação na sociedade brasileira em razão do constrangimento sofrido pelos cidadãos crentes em Deus”, ressalta.

Parecer jurídico do Banco Central argumenta que na cédula não há referência a uma religião específica e, portanto, é perfeitamente lícito manter a expressão na nota. O BC informou ainda que o fundamento legal para a colocação da frase nas cédulas é o preâmbulo da Constituição brasileira, na qual consta que ela foi promulgada “sob a proteção de Deus”.

A ação foi instaurada sob força de representação do procurador regional Osório Barbosa, que o fez como cidadão.

Contudo, nem o próprio procurador regional dos Direitos do Cidadão tinha notado a frase em letras miúdas nas notas. “Confesso que não tinha notado. Sou católico, mas entendo que tem de levar em consideração as outras pessoas. Nem sei se o dr. Osório (autor da representação) é ateu, mas acho que é uma demanda válida”, disse. Procurado, Osório Barbosa não foi localizado pela reportagem. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

– 4o Encontro com Políticos da Diocese de Jundiaí

por Reinaldo Oliveira

Dando continuidade nos encontros iniciados em 2011, a Diocese de Jundiaí e a Pastoral Fé e Política promovem no dia 22 de novembro o 4º Encontro com os Políticos da Diocese. O evento será na Cúria Diocesana – Rua Engº Roberto Mange, 400 – Bairro do Anhangabaú, das 8h30 às 11h30 e terá a participação dos atuais prefeitos, vice-prefeitos, presidentes de câmaras municipais, deputados estadual e federal, das 11 cidades da área da Diocese de Jundiaí. Também estarão presentes os novos prefeitos eleitos.

Continuando com a apresentação de assunto relevante nas cidades, os participantes conhecerão o programa de formação profissional desenvolvido pelo Liceu Emaús e o projeto Cabreuva do Futuro, ambos em desenvolvimento na cidade de Cabreuva. Também será apresentada uma palestra sobre a 5ª Semana Social Brasileira, cujo tema é: “Estado para que e para quem?”, que será ministrada pelos Sociólogos Edson G.P.O. Silva – Presidente do Conselho de Leigos da Arquidiocese de São Paulo e Roselene Wansetto – Presidente da Rede Jubileu.

A presença destes agentes políticos é muito importante pois, estes encontros têm sido um espaço para conhecimento de diferentes programas que são desenvolvidos nos município, bem como da troca de informações regionais. Além dos assuntos em pauta, neste será comunicado as datas dos encontros para o ano de 2013. Participem!

(para ilustrar, olha que belo e importante cartaz:)

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– Dia dos Santos Defuntos

Hoje, em especial, não deve ser um dia de tristeza. O dia de Finados é para relembrar das pessoas queridas que estão no Céu.

Abaixo, a origem, extraído do texto do Mons. Arnaldo Beltrami, vigário responsável pela comunicação da Arquiodiocese de SP:

(http://www.velhosamigos.com.br/DatasEspeciais/diafinados.html )

ORIGEM DO DIA DE FINADOS

O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca.

É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.

Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava. Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos. Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de “Todos os Santos”. O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração.

– Dia de Todos os Santos

Dia de júbilo a todos nós! Imitar a vida dos santos e usá-la como propósito do dia-a-dia é tornar o mundo melhor; ser mais cidadão, mais cristão e fraterno.

Extraído de: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/novembro/dia-de-todos-os-santos.php

A FESTA DO DIA DE TODOS OS SANTOS

Essa celebração teve origem em Antioquia no Oriente no século IV, e foi introduzida no Ocidente em Roma no século VI.

Várias foram as razões para realizar essa festa: resgatar a lembrança daqueles cujo nomes foram omitidos por falta de documentos e que somente são conhecidos por Deus, alcançar, por sua intercessão, as graças de que necessitamos e ter sempre presente esses modelos de conduta, a fim de imitá-los.

Deus prometeu de fato dar a eterna bem-aventurança aos pobres no espírito, aos mansos, aos que sofrem e aos que têm fome e sede de justiça, aos misericordiosos, aos puros de coração, aos pacíficos, aos perseguidos por causa da justiça e a todos os que recebem o ultraje da calúnia, da maledicência, da ofensa pública e da humilhação. Hoje todos esses Santos que tiveram fé na promessa de Cristo, a despeito das fáceis seduções do mal e das aparentes derrotas do bem, alegram-se e exultam pela grande recompensa dada por um Rei incompreensivelmente misericordioso e gênero, DEUS. Os Santos são amigos eficazes, pois a vontade deles e totalmente semelhante à de Deus, manifestada em Cristo, único Senhor deles e nosso.

Essa celebração presta homenagem também a todos os Santos desconhecidos, sem nome, que pareceram presença inútil no mundo, mas que carregaram em silêncio a marca do Filho do homem, ou seja a cruz. Para Deus, os Santos são amados todos do mesmo modo, pois o que conta não é a irradiação do testemunho dado na terra pelo mais lembrado ou pelo mais escondido deles, mas a fidelidade e o amor que somente Deus conhece.

Esta festa quer homenagear a multidão dos Santos que estão na glória de Deus e são para todos nós motivo de imensa alegria, pois são irmãos e irmãs nossos que souberam viver em Cristo e, pela graça de Deus, alcançaram a plenitude da vida eterna.

– Dia de São Judas Tadeu

Aos que estão em desespero, calma! Hoje é dia de São Judas Tadeu, considerado o santo auxiliador das pessoas que estão desesperadas.

Primo de Jesus, apóstolo e corajoso. Eis sua história (extraído de http://is.gd/J3ZYu7)

SÃO JUDAS TADEU

São Judas, designado por Tadeu (que significa o corajoso), é um dos Doze Apóstolos escolhidos por Jesus para o acompanhar na Sua vida pública. Irmão de S. Tiago Menor, primo de Jesus, seguiu o Divino Mestre de perto e depois do dia de Pentecostes dedicou-se à pregação do Evangelho na Judéia, Samaria, Mesopotâmia (hoje região do Iraque) e na Pérsia, aonde viria a morrer martirizado, juntamente com o Apóstolo São Simão, apelidado «o Zelote». Costuma ser representado com uma moca ou cacete na mão porque foi assassinado à paulada. O seu corpo foi trazido para Roma, onde é venerado na Basílica de São Pedro, no Vaticano. O Papa Paulo III concedeu indulgência plenária a quem visitar o seu túmulo no dia da sua festa, que a Igreja fixou no dia 28 de outubro.

Por causa da traição de Judas Iscariotes, o nome de Judas (que significa Deus seja louvado) veio a cair no opróbrio, devotando os cristãos tal horror e desprezo por aquela designação que o termo Judas passou a ser usado como equivalente de traidor, criminoso, assassino, homem desprezível ou diabólico. Narra Santa Brígida que Nosso Senhor quis reparar tal estado de coisas e fazer justiça a nome tão belo e sublimemente usado por Seu primo materno. Numa aparição àquela famosa santa sueca, Jesus, num momento difícil, disse-lhe para recorrer a São Judas Tadeu, pois ele queria ajudar os seus irmãos neste mundo. A influência das revelações de Santa Brígida estendeu-se desde a Idade Média ate os dias de hoje e é por isso que muitos cristãos passaram a recorrer a São Judas, a exemplo de Santa Brígida. Tais foram e têm sido os favores espetaculares do Santo que a sua fama alcançou todo o mundo católico, tornando-se conhecido na tradição cristã como o advogado das causas consideradas perdidas, desesperadas, angustiosas ou muito difíceis de resolver satisfatoriamente.

Poderoso patrono das causas difíceis e desesperadas

Assim, desde o século XIV, S. Judas éinvocado nos casos difíceis e a experiência provou o poder da sua intercessão nas circunstâncias em que, esgotados todos os meios humanos, as causas parecem totalmente perdidas ou desesperadas.

Um escritor eclesiástico assegura que “entre os devotos de S. Judas, poucos há que não tenham recebido provas especiais da sua assistência nas doenças, nos assuntos mais difíceis e mesmo no desespero, nos temores, nos desgostos, nas calúnias, na pobreza, na miséria, e nas ocasiões em que toda a esperança humana parecia perdida”. S. Bernardo de Claraval tinha uma enorme devoção ao santo Apóstolo. Depois de ter conservado e honrado durante toda a sua vida uma relíquia do Santo, ordenou que, quando morresse, lhe pusessem sobre o coração e assim o enterrassem.

Dizia que não queria se separar daquele que tinha sido um poderoso protetor da sua pureza e o seu auxílio em todas as dificuldades.

Como São Bernardo, muitos têm encontrado no patrocínio de São Judas o alívio que há muito procuravam. A capela com a sua imagem na Basílica dos Mártires, em Lisboa, prova bem o agradecimento de inúmeras almas, que, aflitíssimas, a ele recorreram com eficácia. Mas capelas por todo o mundo atestam o mesmo fato. Ele entrou na devoção dos povos católicos e tem marcado a sua presença ao longo dos séculos com poderosos favores.

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– As Noviças do Século XXI

Uma interessante matéria mostra o dia-a-dia menos conservador daquelas que devotaram a vida a servir a Deus: as noviças, que quando freiras, não precisam usar hábito e possuem uma rotina mais moderna, como participar das redes sociais e de eventos públicos com bastante liberdade. Claro, sem se esquecer das obrigações.

Bom para as vocações, bom para a Igreja e bom para elas!

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/247215_QUEM+QUER+SER+NOVICA

QUEM QUER SER NOVIÇA

Nos últimos anos, o número de freiras vem caindo no Brasil. Como é a rotina das jovens que, nos dias de hoje, decidiram trocar família, emprego e badalação por uma vida de regras, orações e trabalhos voluntários

por Natália Martino

O dia nem raiou e um grupo de dez mulheres já está reunido em frente a uma discreta cruz. O silêncio, que chega a ser inquietante, é quebrado poucos minutos depois por um coro de diferentes sotaques que entoa versos bíblicos na pequena capela. É assim que começam todos os dias no Noviciado Nossa Senhora das Graças, da Congregação Religiosa das Filhas de Maria Auxiliadora, ou Salesianas de Dom Bosco, em São Paulo. Sete noviças, provenientes de diferentes Estados, são diariamente acompanhadas na rotina de orações, aulas e trabalhos por três religiosas formadoras. As noviças, com idade entre 21 e 26 anos, se preparam para a vida religiosa há pelo menos quatro. Fazem parte de um grupo cada vez mais raro, o de jovens que decidem fazer os votos de pobreza, castidade e obediência propostos pela Igreja Católica a elas.

A decisão significa mudanças radicais de vida. Quem vê Elaine de Morais Ferreira, 26 anos, caminhando confiante pelos corredores do noviciado, por exemplo, não imagina que há pouco mais de quatro anos ela era frequentadora assídua de shows de música sertaneja. Criada em Rondonópolis, em Mato Grosso, trabalhou com telemarketing em duas empresas de logística e foi vendedora de roupas íntimas na loja da família antes de optar por ser freira. “Minha vida era supernormal, gostava de dançar e de sair com as amigas, usava o carro do meu pai para ir a festas”, conta. Por coincidência, no dia em que tomou a decisão definitiva de entrar para o noviciado recebeu a notícia de que havia sido aprovada em letras na Universidade Federal de Mato Grosso. “Precisei fazer uma opção e escolhi a vida religiosa”, orgulha-se.

Os estudos universitários são incentivados, mas apenas depois do período de formação. Às noviças, é exigida dedicação integral. Quando se tornam religiosas e podem ingressar na faculdade, costumam fazer vestibular para o curso indicado pela congregação. São comuns estudos nas áreas de administração e pedagogia. Formadas, o local onde irão trabalhar também será definido pela irmandade. “O que a superiora decidir será a voz de Deus, ela vai me enviar para onde precisarem de mim”, diz Rosalva Veiga Batista, 22 anos, noviça indígena da etnia baré, do interior do Amazonas. Isso é resultado do voto de obediência, o mesmo que as faz dizer apenas “é a tradição da Igreja” diante de qualquer questionamento sobre dogmas e rituais católicos. 

As trajetórias das jovens noviças são marcadas por uma ligação estreita com o catolicismo desde a infância. Nenhuma, porém, cita um fato específico que tenha desencadeado a vocação. “As pessoas acham que em algum momento Deus aparece e nos diz para seguirmos esse caminho”, conta a noviça Kelly Gaioso de Andrade, 25 anos, natural do Maranhão. “Mas não é assim. Descobrimos a vocação no dia a dia.” O chamado para a devoção é o que parece uni-las, apesar das dúvidas existentes antes da tomada final de decisão. “Via as religiosas da minha cidade fazendo trabalhos em orfanatos e escolas, achava bonito e queria ser como elas”, conta Vanessa Cristina da Silva, 21 anos, de Minas Gerais. “Mas, nas novelas, elas eram sempre tão sérias, tão tristes, que eu tinha medo de seguir esse caminho.” 

Esse estereótipo não se confirma entre as noviças. Sempre sorridentes, brincam cantando paródias de músicas da cultura pop. Também são animados os relatos sobre as festas e as olimpíadas organizadas por elas. “Gosto de dançar e aqui continuo fazendo isso, não há por que sentir falta dos shows que a gente frequentava antes”, diz a matogrossense Elaine. Como qualquer moça de 20 e poucos anos, todas possuem e-mail e perfil nas redes sociais. O grande tabu continua sendo falar sobre os possíveis encontros amorosos antes do convento. Todas desconversam e dizem um tímido “eu era como qualquer outra jovem”.

Para seguir a vida religiosa, uma das principais exigências hoje é ter o ensino médio completo. A partir dos 17 anos, as meninas iniciam a formação que dura em torno de cinco anos. No caso das salesianas, a última etapa é sempre cumprida em São Paulo, onde os dias transcorrem entre orações, estudos, leituras e trabalho. Algumas horas também são reservadas para aulas de canto e música. Um dia por semana, atuam como educadoras na área de formação humana com os jovens do Centro Profissionalizante Dom Bosco. Aos sábados também desenvolvem um trabalho pastoral com os grupos de crianças e adolescentes da Paróquia São João Bosco. 

A rotina é espartana. No noviciado, todas acordam cedo, antes das 6h, e dormem antes das 23h. Ao longo do dia, vivem tudo comunitariamente. Dormem em beliches, limpam a casa que as abriga, preparam as refeições e se reúnem para rezar. Com exceção de um tempo reservado à oração e aos estudos individuais, tudo é feito em conjunto, mesmo quando saem do noviciado para passear em um parque ou ir ao cinema, por exemplo. “Celular? Para que se estamos sempre juntas? Quando saímos, levamos um telefone para o grupo”, explica a maranhense Kelly. Itens pessoais, como roupas e artigos de higiene, devem ser solicitados à congregação, uma vez que as jovens não têm acesso a dinheiro. É uma preparação para o voto de pobreza, que simboliza o desprendimento material.

Quando saem do convento, as noviças e as freiras se mesclam nas multidões da rua sem serem notadas. Desde o Concílio Vaticano II, realizado entre 1962 e 1965, o hábito deixou de ser uma exigência. As irmãs salesianas usam calças jeans, tênis e camisas, sempre com mangas. Não há regras para o uso dos cabelos. O símbolo da congregação é apenas um crucifixo das Irmãs Filhas de Maria Auxiliadora que as religiosas carregam no peito. “Toda escolha na vida implica abrir mão de outras coisas”, diz a noviça Kelly. “Nossa rotina não é baseada no que não podemos fazer, mas no que decidimos fazer ao entrar para a vida religiosa. É o ‘sim’ a essa vida religiosa que nos define, nunca os ‘nãos’ aos quais nos submetemos.”

– Santa Teresa D´Ávila: o Dia da Virtude da Paciência!

Hoje é dia de Santa Teresa, grandiosa religiosa que nos deixou a bela oração:

Nada te perturbe.

Nada te espante.

Tudo passa.

A paciência tudo alcança.

Nada me perturbe.

Nada me espante.

A quem tem Deus nada falta.

Só Deus basta.”

(Extraído de: http://www.catequisar.com.br/texto/oracao/santos/45.htm)

Abaixo, história de vida de Santa Teresa D’Ávila

FRASES DE SANTA TERESA D’ÁVILA

Em tempos de tristeza e de inquietação, não abandones nem as boas obras de oração…

Santa Teresa de Jesus nasceu em Ávila, na Espanha. Mulher de grande inteligência e sabedoria, foi proclamada Doutora da Igreja em 1970 pelo papa Paulo VI, como Mestra de espiritualidade.

Realizou uma grande reforma no Carmelo e fundou outros, inclusive dois de frades. Escreveu obras famosas e de grande valor espiritual como “Caminho de perfeição”, “Moradas ou Castelo Interior” e “Livro da vida”. Além de ser a autora do poema “Nada te perturbe”.

Confira um pouco de seu pensamento expresso em frases:

“Quem ama, faz sempre comunidade; não fica nunca sozinho”

“A amizade é a mais verdadeira realização da pessoa”

“Falais muito bem com outras pessoas, por que vos faltariam palavras para falar com Deus?”

“A amizade com Deus e a amizade com os outros é uma mesma coisa, não podemos separar uma da outra”

“Em tempos de tristeza e de inquietação, não abandones nem as boas obras de oração, nem a penitência a que estás habituada. Antes, intensifica-as. E verás com que prontidão o Senhor te sustentará”

“Quem não deixa de caminhar, mesmo que tarde, afinal chega. Para mim, perder o caminho é abandonar a Oração”

“O Senhor não olha tanto a grandeza das nossas obras. Olha mais o amor com que são feitas”

“O verdadeiro humilde sempre duvida das próprias virtudes e considera mais seguras as que vê no próximo”

“Humildade é a verdade”

“Espera um pouco, filha, e verás grandes coisas”

“Vocês pensam que Deus não fala porque não se ouve a Sua voz? Quando é o coração que reza Ele responde”

“O Senhor sempre dá oportunidade para oração quando a queremos ter”

“Falte-me tudo, Senhor meu, mas se vós não me desamparardes, não faltarei eu a vós”

“Quem vos ama de verdade, Bem meu, vai seguro por um amplo caminho real, longe do despenhadeiro, estrada na qual, ao primeiro tropeço, Vós, Senhor, dais a mão; não se perde, por alguma queda, nem mesmo por muitas, quem tiver amor a Vós, e não às coisas do mundo”

“Se tiver humildade, não tenha receio, o Senhor não permitirá que se engane nem engane os outros”

“Uma prova de que Deus esteja conosco não é o fato de que não venhamos a cair, mas que nos levantemos depois de cada queda”

“Se não dermos ouvidos ao Senhor quando Ele nos chama, pode acontecer que não consigamos encontrá-lo quando o quisermos”

“São felizes as vidas que se consumirem no serviço da Igreja”

“Basta uma graça dessas para transformar uma alma por inteiro”

“Não me parecia que eu conhecesse a minha alma, tão transformada eu a via”

“0 olhar de Deus é amar e conceder graças”

“Eu quero ver a Deus e para isso é necessário morrer. Não morro, mas entro na vida”

(Extraído de: http://www.cancaonova.com.br/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=4257)

– Dia da Padroeira do Brasil e da Patrona dos Árbitros de Futebol

Poucos sabem, mas na década de 90, em eleição entre os árbitros de futebol, Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi escolhida como padroeira da categoria. Motivo: sendo que a Maria é Mãe de Cristo, necessária seria sua benção e invocação para que fosse eleita também a Mãe dos Árbitros (tão lembrada nos gramados).

Há quase 9 anos, por indicação do Padre Ton Ferreira, o então bispo de Jundiaí, Dom Amaury Castanho (que se tornou conhecido nacionalmente por suas cartas à imprensa defendendo radicalmente os valores cristãos), aprovou e reconheceu oficialmente a Oração do Árbitro de Futebol, que não existia até então, direcionada ao Filho de Deus por invocação de Nossa Senhora Aparecida.

Abaixo, reconhecida pelo Vaticano, a oração aos árbitros de futebol devotos de Maria, neste dia onde ela é lembrada não só por ser padroeira do Brasil, mas também como patrona dos Árbitros de Futebol.

ORAÇÃO DO ÁRBITRO DE FUTEBOL

Senhor Jesus Cristo,

Tu, que conheces o íntimo de cada um de nós, tem piedade de todo o teu povo.

Pedimos tuas bênçãos para todas as pessoas que estão envolvidas na prática esportiva: árbitros e jogadores, torcedores e policiais, gandulas e jornalistas, fiscais e dirigentes das nossas federações.

Nós te amamos, mas sabemos de nossas fraquezas. Humildemente, te suplicamos a proteção, visando não as vitórias ou honrarias humanas, mas a um bom, honesto e seguro trabalho. Acima de tudo, que seja feita a tua santa e bendita vontade.

Tudo isso te pedimos por intercessão de Maria Santíssima, a quem carinhosamente temos por mãe, invocada como Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil e Patrona dos Árbitros de Futebol.

Amém.

COM APROVAÇÃO ECLESIÁSTICA DO SR BISPO DA DIOCESE DE JUNDIAÍ, DOM AMAURY CASTANHO, EM 04/12/2002

– Vem aí a Festa de Nossa Senhora Aparecida do Bairro Medeiros de Itupeva

por Reinaldo Oliveira

21ª FESTA DA PADROEIRA NOSSA SENHORA APARECIDA DO BAIRRO DO MEDEIROS (ITUPEVA)

A comunidade do Bairro do Medeiros, conhecida como a comunidade da Igreja de Pedra, realizará dos dias 12, 13, 14, 20 e 21 de outubro a tradicional festa em louvor à padroeira Nossa Senhora Aparecida.

A programação da parte religiosa tem início no dia 12 às 9h, com a Procissão saindo do Posto de Saúde para a igreja, seguido de solene celebração litúrgica e coroação de Nossa Senhora Aparecida. .

No dia 13, às 18h, Missa com os Romeiros. No dia 14, tem o Desfile de Cavaleiros, com saída às 11h da Praça da Pedreira, e na chegada à Igreja a Bênção aos Cavaleiros.

No dia 20, às 18h, celebração da Palavra. No dia 21, às 10h, celebração da Palavra.

Todos os dias após a parte religiosa, tem a parte festiva com barracas servindo porções diversas, churrasco, pastel e bebidas.

A comissão organizadora convida toda a população de Itupeva e cidades vizinhas a participarem desta tradicional festa em Louvor a Nossa Senhora Aparecida.

Reinaldo Oliveira -Pastoral da Comunicação-Contato 98791.9217

– Consagração ao Sagrado Coração de Jesus

Durante as minhas orações diárias, uma das minhas preferidas é consagrar a própria vida ao Sacratíssimo Coração de Jesus Cristo. Compartilho-a:

CONSAGRAÇÃO AO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

Eu (nome..) dou e consagro ao Sagrado Coração de Nosso Senhor Jesus Cristo a minha pessoa e minha vida, minhas ações, penas e dores, não querendo servir-me de parte alguma de meu ser, se não para honrar, amar e glorificar.

É esta minha vontade irrevogável – pertencer-lhe e fazer tudo por seu amor, renunciando completamente ao que não for do seu agrado.

Eu vos tomo, pois, ó Sagrado Coração, por único objeto do meu amor, protetor de minha vida, segurança de minha salvação, remédio de minha fragilidade e inconstância, reparador de todos os meus defeitos e asilo seguro na hora da morte.

Sede, oh! coração de bondade, minha justificação para com Deus nosso Pai, e afastai de mim os castigos de sua justa cólera.

Oh! Coração de amor, põe em vós toda minha confiança, pois tudo receio de minha fraqueza e malícia, mas tudo espero da vossa bondade.

Destruí em mim tudo o que vos possa desagradar ou resistir.

Que o vosso puro amor se grave tão profundamente no meu coração, que eu não possa jamais esquecer-me nem separar-me de vós.

Suplico-vos também, por vossa suma bondade, que o meu nome seja escrito em vós, pois eu quero fazer consistir toda a minha felicidade e minha glória em viver e morrer convosco na qualidade de vosso escravo.

Assim seja.

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