– O insensível Olim! Tenha empatia com a Isa.

Não comungo das ideias políticas desses 3 personagens: Deputados estaduais Delegado Olim, Arthur do Val e Isa Penna.

Entretanto… Arthur do Val (apelido “Mamãe Falei”), foi nojento nos áudios vazados na Ucrânia (tanto que teve que renunciar). O Deputado Delegado Olim (que faz parte da Comissão de Ética da Alesp) fez de tudo para puni-lo e cassar o seu mandato. Porém, quando Fernando Cury assediou Isa Penna, ele “aliviou” no seu julgamento.

E é aqui que chamo a atenção: que frase infeliz de Olim, desta semana, dando a entender que a deputada se beneficiaria por ter sido assediada. Insensível!

Atualizando: Olim foi humilde e se desculpou, dizendo que “se expressou mal”…

Veja abaixo, extraído de: https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2022-04-21/isa-penna-olim-comentario-assedio.html

ISA PENNA PEDE AFASTAMENTO DE OLIM APÓS COMENTÁRIO SOBRE ASSÉDIO.

O deputado estadual Delegado Olim (PP), disse que Isa Penna teve “sorte” por ter sido vítima de assédio sexual de um parlamentar

A deputada estadual Isa Penna (PCdoB-SP) deve entrar com uma representação no conselho de Ética da Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) contra o deputado Delegado Olim (PP) para seu afastamento do Conselho de Ética da casa, após um comentário do parlamentar sobre o assédio sexual sofrido pela deputada, em dezembro de 2020, pelo também deputado estadual Fernando Cury (sem partido) .

O comentário, foi feito na última quarta-feira (20), em uma entrevista, onde Olim disse “Isa Penna, que sorte a dela. Ela vai se eleger por causa disso [assédio de Cury]. Sim, ela só fala nisso.”

Logo depois, o deputado minimiza o caso de assédio sofrido pela parlamentar ao afirmar que Cury é um “cara do bem” e que nunca se esquecerá das acusações de assédio após o ato contra Isa Penna .

“Foi um dia, final de ano. Acho que ele [Cury] estava lá dentro dos gabinetes, ele bebeu. Porque ele é um cara do bem, todo mundo adora ele. Eu acho que o que ele fez ali ele também nunca mais vai esquecer na vida dele. Eu não queria estar no lugar dele, ficou ruim para ele e nunca vão esquecer. É como o próprio Arthur, ele pode fazer o que quiser, [e não vão esquecer]”, disse Olim.

Além da representação contra Olim, a parlamentar estuda pedir punição contra Arthur do Val e uma nova punição a Fernando Cury

José Antonio Teixeira/Alesp – 21.04.2022

– Trade Dress em Alta no Mundo Corporativo.

Cada vez mais as empresas sérias sofrem com os picaretas de plantão. Algumas empresas praticam uma espécie de pirataria de imagem, logo e conceitos. Tal prática é combatida por uma proteção jurídica conhecida como TRADE DRESS (uma espécie de registro de aparência). 

Compartilho um case sobre o assunto, extraído de: https://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI160465-16363,00-O+QUE+E+TRADE+DRESS.html

O QUE É TRADE DRESS?

Por Rafael Barifouse

Ari Svartsnaider, fundador da marca de calçados Mr. Cat, ficou furioso ao entrar num shopping de Goiânia e dar de cara com a Mr. Foot, um concorrente que havia copiado suas ideias. “Tudo era muito parecido. O saco de embalar o sapato. A letra do logo. A arquitetura da loja. Fiquei louco”, diz Svartsnaider. “Meu advogado disse que seria difícil ganhar a causa, porque não era uma cópia. Mas fui em frente.” Em 2003, após seis anos, a ação foi favorável à Mr. Cat. O caso tornou-se referência no Brasil de um conceito jurídico recente, o conjunto-imagem, mais conhecido pelo termo em inglês trade dress.

Trata-se de uma forma de proteger a propriedade intelectual que abrange não a imitação exata de uma marca, mas a cópia sutil que confunde o consumidor. O conceito surgiu nos Estados Unidos, que têm uma lei que trata do tema, o Ato Lanham. No Brasil, onde ainda não há legislação, o mais comum é processar o imitador por concorrência desleal, como fez a Mr. Cat.

Segundo o escritório de advocacia Barbosa, Müssnich & Aragão (BM&A), foram registradas 50 ações de trade dress no país em 2009. L’Oréal e Spoleto são exemplos de empresas que já acionaram outras por cópia. “Imitar uma marca virou algo infantil. Já a cópia de elementos do conjunto é mais difícil de provar”, afirma o advogado Pedro Barroso, do BM&A. “São empresas lícitas que buscam pegar carona na fama de outras.” E a forma de combater isso é o trade dress.

– 3 Fatores para sua Empresa Ganhar Credibilidade no Mercado

Compartilho material bacana da Revista Exame sobre o tripé de virtudes que dão crédito às empresas: Bom Atendimento, Qualidade do Produto e Transparência. Abaixo:

Extraído de: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-sua-empresa-pode-ganhar-credibilidade-no-mercado

COMO SUA EMPRESA PODE GANHAR CREDIBILIDADE NO MERCADO

Transparência e disposição são atitudes essenciais para que os consumidores acreditem e confiem no seu negócio

por Priscila Zuini

A confiança dos clientes é um dos mais valiosos bens que as pequenas empresas podem ter. Com credibilidade no mercado, a imagem do negócio se espalha e fica mais fácil para o empreendedor crescer. Conquistar esta confiança, no entanto, não é fácil. “A gente acredita muito que a força de vendas no primeiro contato com o cliente é primordial para isso”, diz Tonini Junior, sócio diretor de vendas e varejo da Praxis Business.

Manter vendedores treinados e motivados é essencial para que os clientes sejam tratados de forma adequada. Além disso, a atuação do dono com os consumidores e com a equipe precisa ser próxima para evitar problemas. “O atendimento é a porta de entrada da empresa para todos os clientes”, explica Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas).

1. Atendimento impecável

Dedique algum tempo para treinar os seus funcionários pessoalmente. Isso ajuda a garantir que eles estejam alinhados com os valores e a cultura da empresa. “Vivemos a era do relacionamento e a figura do vendedor ganha cada vez mais corpo”, diz Tonini.

Para Maia, não há dúvidas de que uma imagem de credibilidade está alinhada a um excelente atendimento. “Busque, entenda e atenda as reais necessidades dos clientes. Esteja sempre disponível para melhor atendê-lo e não permita que ela saia de sua empresa insatisfeito ou apenas satisfeito. Ele precisa sair encantado”, ensina Maia.

2. Tenha um bom produto

Não adianta ter um time super treinado, se o seu produto não satisfaz o cliente. “Para que uma empresa mereça credibilidade de seus clientes e, consequentemente do mercado, seu produto ou serviço não pode deixar a desejar. Precisa superar as expectativas dos clientes ou, pelo menos, atender às suas necessidades”, diz Maia.

O primeiro passo é dominar as especificidades dos itens comercializados. “Entender bem o produto é importante”, afirma Tonini. Sem um produto de qualidade, os clientes não voltam nem fazem propaganda do seu negócio.

3. Seja transparente

Com um bom produto e um bom atendimento, falta garantir a ideia de transparência e honestidade. “O cliente quer sentir essa relação de autenticidade e transparência”, conta Tonini.

Isso vale para negociações, vendas ou mesmo na comunicação da empresa. Os negócios criados com conceitos obscuros não se sustentam e ainda prejudicam a carreira do empreendedor. “Seja transparente e autêntico na hora de passar informação”, diz.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.

– Quem disse que em Rede Social “Pode Tudo”?

Redes Sociais não são território sem lei. Carece-se de respeito, ética e educação.

Claro que em alguns ambientes, elas são mais flexíveis e permitem a descontração, mas, conforme se observa, a pessoa reflete o que ela é no dia-a-dia quando posta em Rede Social.

Convido a leitura desta postagem sobre Reputação Digital, em: https://professorrafaelporcari.com/2018/11/23/como-anda-a-sua-reputacao-digital/

Se preferir, ao invés da leitura, compartilho em vídeo, uma rápida abordagem do tema, em: https://www.youtube.com/watch?v=1ihS4XUC9XA

– Compartilhar conhecimento com bons princípios.

Ainda é 5ª feira. Portanto, disfarcemos as olheiras e trabalhemos com o sorriso no rosto, levando conhecimento aos nossos alunos e ajudando a divulgar as boas coisas que existem.

Ética, respeito e um adequado senso de responsabilidade: é esse o perfil que precisamos dar ao Brasil.

– Exageros ou não do Politicamente Correto

Compartilho uma matéria interessante sobre os exageros ou não do politicamente correto, brincando com os gordos. Ops, ou melhor, com os portadores de sobrepeso.

Confesso me policiar muito para não cometer nenhuma grosseria. Mas por que chamar um amigo de negão pode ser ofensivo, enquanto chamar outro de alemão não é?

Para mim, há certas regras que soam estranhas…

Extraído de: http://is.gd/PIhthw

QUEREM TRANSFORMAR A PALAVRA GORDO EM PALAVRÃO…

por Martha Mendonça

Gordo. A palavra soa mal? Para alguns, sim. Da mesma forma que negro, cego ou pobre – ou melhor, afrodescendente, deficiente visual ou menos favorecido –, falar “gordo” está se tornando ofensa. E a mídia americana já começa a adotar a nova tendência politicamente correta. Na semana passada, uma articulista do site Huffington Post, Vicki Iovine, escreveu que “as pessoas costumavam ter medo de ficar gordas; agora têm medo de dizer… gordo”. O que substitui a palavra proibida? “Pessoa sedentária superprocessadora de alimentos”, diz o ator e diretor de comédias americano Kevin Smith. No mês passado, Smith foi expulso de um voo por não caber numa única poltrona e começou a fazer graça com o assunto. Outra sugestão, mais sisuda, é que se diga: “A palavra que começa com f” (em inglês, gordo é “fat”).

A linguagem politicamente correta surgiu nos Estados Unidos na década de 70, como herança do movimento de defesa dos direitos civis do pós-guerra. Com ela, claro, desenvolveu-se um enorme mercado de processos judiciais. Quem não segue o novo cânone pode parar na Justiça – e isso ajuda a explicar parte do sucesso da nova língua. De acordo com sua lógica, usar certas palavras legitima o preconceito e propaga visões discriminatórias contra grupos sociais. A mudança, afirmam seus defensores, seria o primeiro passo para eliminar o preconceito enraizado na linguagem.

Mas essa é uma impressão enganosa. Na prática, a patrulha da língua enfraquece o idioma e empobrece a comunicação. “Palavras legítimas, originárias do latim, com uma história de 2 mil anos, estão sendo banidas de nosso dia a dia”, diz Aldo Bizzocchi, doutor em linguística pela Universidade de São Paulo (USP) e autor do livro Léxico e ideologia na Europa Ocidental. “O problema está na intenção ao dizer algo, não na palavra em si. Não é ofensa nenhuma dizer que Beethoven era surdo.”

É evidente que certas palavras carregam um tom ofensivo. É o caso, em inglês, do termo “nigger”, uma forma pejorativa de se referir aos negros que pode ser aproximadamente traduzida em português por “preto”. Em inglês, porém, tornou-se politicamente incorreto o próprio termo “black” – correspondente a nosso “negro” e usado pelos próprios líderes do movimento negro.

No Brasil, o controle do idioma ainda não é tão severo. Gordo e negro são palavras aceitas, embora com cada vez mais ressalvas. Afrodescendente já pegou nos discursos e nas teses de mestrado e doutorado. “Homossexualismo” aos poucos vai mudando para “homossexualidade”, de acordo com a orientação dos grupos de gays e lésbicas que veem no sufixo “ismo” uma conotação de doença. (Não se sabe se seriam doenças também o comunismo, o liberalismo ou o tenentismo…) Há alguns anos, quem perdia uma perna era chamado de “aleijado”. Depois passou a ser tratado como “deficiente”. Recentemente, virou “portador de deficiência”. Não parou aí. Agora, ele é “portador de necessidade especial”.

Em 2006, a Secretaria de Direitos Humanos lançou a Cartilha do politicamente correto, com 96 expressões consideradas preconceituosas. A lista desestimulava termos como “baianada” (para abusos no trânsito), assim como as palavras “anão” e “palhaço”. A frase “a coisa está preta” também entrou no índex. A cartilha foi tão criticada que o governo a suspendeu. A ideia de vigiar a linguagem, porém, continua viva e forte – mas não gorda, gorda jamais.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Futebol na Inglaterra: sobrou só para o Chelsea por conta da Rússia? Mas e o Newcastle, Manchester City…?

Roman Abramovich sofreu fortes sanções na Inglaterra, por conta de ser considerado um oligarca (russo que conseguiu benesses do Governo e que por ser poderoso influenciador e bilionário alinhado à Putin, está ligado ao Kremlin).

Também a Premier League não aliviou, e seu clube de futebol, o Chelsea, sofreu no bolso com as medidas de congelamento de recursos.

Só que…

Abramovich está sendo punido por negócios imorais em relação à sua ligação com Moscou. E os demais? E o Newcastle, do príncipe saudita Mohammed Bin Salman? O bilionário dono da Arábia Saudita é acusado de mandar matar jornalista, de violação aos direitos humanos e outras tantas coisas gravíssimas. Como o dinheiro investido por lá é grande, e ele não está com a Rússia, então “tudo bem”?

Acrescente o Manchester City, com a Anistia Internacional acusando o proprietário Mansour bin Zayer al Nahyan e a família dele, por violações à dignidade humana em Abu Dhabi.

Aliás, muitos magnatas polêmicos investem no futebol fora do Reino Unido também… Vide a questão do Nasser Al-Khelaifi, emir dono do PSG e que também é acusado de corrupção em diversas questões (do FIFAgate à outros imbrolhos).

Quando a Europa passará a ética e a lisura do futebol a limpo?

Premier League se opone por unanimidad a un Mundial cada dos años - Mediotiempo

Imagem: Divulgação da PL na Web.

– Há 2 anos, quem acertou? A grande diferença de respeito às pessoas do Restaurante Madero e das Lojas Cem!

Há 2 anos, tivemos no início da pandemia um comportamento de extremos de duas empresas significativas: Madero e Lojas Cem. Vale a pena relembrar a visão de ambas:

Está repercutindo em todo o Brasil a fala arrogante, egoísta e equivocada do Chef Junior Durski, proprietário da rede gastronômica Madero, a respeito da pandemia e o resguardo necessário para precaver-se. Disse em seu Instagram:

“Oi, pessoal, estou passando aqui para dizer que sou totalmente contrário a esse lockdown (bloqueio, em inglês) que estamos tendo no Brasil. O Brasil não pode parar dessa maneira, o Brasil não aguenta. Tem que ter trabalho, as pessoas têm que produzir, têm que trabalhar. O Brasil não tem essa condição de ficar parado assim. As consequências econômicas que teremos no futuro serão muito maiores do que as pessoas que vão morrer agora com o coronavírus. Sei que temos de chorar e vamos chorar por cada uma das pessoas que vão morrer com o coronavírus. Vamos cuidar, vamos isolar os idosos, as pessoas que tenham algum problema de saúde, como diabetes, vamos! É nossa obrigação fazer isso. Mas não podemos, por conta de cinco ou sete mil pessoas que vão morrer… Sei que isso é grave, sei que é um problema, mas muito mais grave é o que já acontece no Brasil. Em 2018, morreram mais de 57 mil pessoas assassinadas no Brasil. Mais de 6 mil pessoas por desnutrição… isso anotado na certidão de óbito. Quantas morreram que não foi anotado que eram desnutrição e inanição?”.

O empresário, como se percebe, relativizou demais a crise e seus efeitos humanos. Entretanto, a frase marcante de que “não podemos parar por conta de cinco ou sete mil que vão morrer” é péssima, dentro ou fora de qualquer contexto. Parece cego ao real perigo e alheio que somente na Itália, país bem menor do que o nosso, morreram 800 anteontem (num único dia), e que com a má vontade latente de recolhimento aqui no Brasil, os mortos serão em número muito maior (e, se seguirem a lógica de continuidade de rotina com certos cuidados proposta por Durski, morrerão ainda mais)!

Do outro lado, a favor da prudência e do respeito humano, vejo a atitude correta, ética, simpática e responsável das Lojas Cem, um grande varejista sediado em Salto-SP, de propriedade da tradicional família Dalla Vecchia, que fechou todas as suas 278 lojas, não trabalhando nem com e-commerce e, por receber seus boletos na própria loja com os tradicionais carnês, anunciando que o cliente só vai pagar quando tudo voltar ao normal! Veja o comunicado:

Fica então a percepção: quem é o empreendedor mais responsável e que, quando tudo estiver normalizado, merece o respeito do consumidor?

Aqui, notoriamente, são os dois extremos do capitalismo!

Atualização, 18h41: Junior Durski pediu desculpas pelo video, mas criticou novamente o isolamento, em: https://istoe.com.br/dono-do-madero-se-desculpa-e-volta-a-criticar-isolamento-e-bom-para-os-ricos/

– O lucro não é pecado. Depende do propósito… Sobre a palavra do Papa!

Excelente! Republico esta postagem de 2013 sobre fé, globalização, lucro e ética! Vale a pena refletir:

Abaixo:

CARIDADE E VERDADE

O Papa Emérito Bento XVI, tempos atrás, resolveu falar sobre fé, economia e globalização. Foi muito bem! Na sua carta aos católicos, intitulada “Caridade na Verdade” disse algumas coisas interessantes. Por exemplo:

A economia necessita de ética para funcionar corretamente. Não qualquer ética, mas a que tenha o ser humano como figura central. (…) A globalização não é, a priori, nem boa nem má. Será o que fizermos dela (…). O lucro é útil se serve como meio para um fim, mas quando o lucro se torna meta exclusiva (…) surge o risco de destruição e pobreza.”

Sábias palavras. Alguma mentira aqui?

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– A vergonha do Cartão Corporativo. Cem anos?

Vale para qualquer presidente (de qualquer ideologia): não é uma vergonha que os gastos do cartão corporativo do Governo sejam protegidos por 100 anos?

Quem de nós estará vivo para reclamar de alguma irregularidade? E quem da Presidência estará vivo para responder por algum crime praticado por ele?

Nenhum político vota contra seus interesses pessoais. Nestas horas, os partidos esquecem suas desavenças e “jogam juntos” para manter a mamata…

Fabiano Contarato apresenta projeto que regula uso dos cartões corporativos  — Senado Notícias

Imagem extraída de: EBC, da Agência Senado, em: https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/07/29/fabiano-contarato-apresenta-projeto-que-regula-uso-dos-cartoes-corporativos

– De novo, golpe em nome da Claro?

Pela enésima vez recebo uma fatura inexistente da Claro (e nem é real, é de um golpista). Mandam todo mês, denuncio e… neca!

Como esses crimes ficam tão impunes, não? E aí, autoridades?

Ops: neste mês, a fatura idêntica a essa abaixo, veio com aumento: R$ 488,85… Para diversificar o golpe, né?

– A Globo é de Direita ou de Esquerda?

Vários amigos que eu tenho, quando os consulto, me respondem conforme suas convicções. Mas a essa pergunta não tem resposta sem viés de muitos e/ou opinião fechada. Confira:

  • Se você perguntar a um eleitor de Jair Bolsonaro o que ele acha da Rede Globo, dirá que a emissora é Globolixo, esquerdista, petista e outros adjetivos.
  • Se você perguntar a um eleitor de Lula a mesma coisa, dirá que a emissora do Plim-Plim é chapa-branca, golpista e outras qualificações.

Ambos curiosamente, darão inúmeros argumentos (reais ou não). Parece torcida de futebol: todo mundo reclama que o juiz só erra contra o seu time, nunca se vê reclamação de erro a favor…

E para você? O que pensa sobre as críticas (inúmeras e de todos os lados) feitas contra a Rede Globo (especialmente pelo pessoal mais fanatizado)?

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– Postos de Combustíveis e Crime Organizado.

Frente aos bandidos, tudo é mais difícil: como os proprietários de postos de combustíveis honestos sofrem frente a picaretagem.

Extraído de: https://www-moneytimes-com-br.cdn.ampproject.org/c/s/www.moneytimes.com.br/crime-organizado-drena-bilhoes-de-postos-de-combustiveis-no-brasil/amp/

CRIME ORGANIZADO DRENA BILHÕES DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

Viaje pelo Brasil e você perceberá em quase todo lugar sinais da BR Distribuidora (BRDT3), proprietária da maior cadeia de combustíveis da América do Sul.

O clássico logotipo verde e amarelo da companhia que remete à Petrobras (PETR3; PETR4) é presença constante nas pequenas e grandes cidades do país.

Menos conhecido, porém, é o esforço da BR para afastar sua rede varejista de supostos vigaristas. Em 2019, a empresa expulsou centenas de franqueados independentes de sua rede por “irregularidades”, incluindo evasões fiscais e comercialização de gasolina adulterada, disse à Reuters um porta-voz da distribuidora.

No total, a BR Distribuidora retirou seu nome de 730 pontos de venda, cerca de 10% de sua rede à época no Brasil, segundo a empresa.

Mas outros suspeitos de crimes continuam operando postos da BR. Um importante franqueado no Rio de Janeiro, por exemplo, foi acusado por procuradores estaduais pelo menos 12 vezes por crimes relacionados a combustíveis nos últimos 15 anos, e atualmente é julgado por supostas participações em uma ampla quadrilha de transporte ilegal de combustível, de acordo com documentos judiciais vistos pela Reuters.

Ele não foi condenado em nenhum dos processos examinados pela agência de notícias.

A situação da BR não é exclusiva. Vigaristas se infiltraram nas quatro maiores redes de combustíveis do Brasil. Estima-se que controlem centenas –senão milhares– de postos, de acordo com entrevistas da Reuters com mais de duas dezenas de autoridades da indústria e policiais.

A Reuters também analisou milhares de páginas de processos judiciais e registros de execução da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Os trapaceiros vendem gasolina roubada e utilizam bombas adulteradas para comercializar aos clientes menos do que o total pago, segundos as entrevistas e documentos.

Crimes mais graves também são recorrentes. Alguns empresários utilizam seus postos para lavar dinheiro para gangues como o Primeiro Comando da Capital (PCC), o maior grupo de crime organizado da América do Sul, e para milícias –empreendimentos criminosos compostos em parte por policiais aposentados e fora de serviço–, afirmam as autoridades.

No Sul do Brasil, o proprietário de um posto está sendo julgado pelo assassinato, em 2017, do chefe de um órgão de vigilância do setor, que investigava suspeitas de fraude nas operações do empresário.

O crime com postos de combustíveis é lucrativo. Os ganhos ilícitos nas bombas do país chegam a 23 bilhões de reais por ano, de acordo com uma estimativa feita em novembro pelo Instituto Combustível Legal (ICL), grupo fundado no ano passado para combater fraudes.

O presidente Jair Bolsonaro culpou proprietários de postos por enganar o Tesouro e prejudicar motoristas em meio à revolta pública com os recentes aumentos nos preços dos combustíveis.

“É um negócio bilionário”, disse Bolsonaro em uma transmissão ao vivo em redes sociais em fevereiro, na qual citou fraudes fiscais e em termos de quantidade e qualidade dos combustíveis.

Em notas enviadas à Reuters, as maiores distribuidoras de combustíveis do Brasil por participação de mercado –BR, Ipiranga, Raízen e Ale– reconheceram lidar com malfeitores em seus pontos de venda, todos de propriedade de franqueados independentes.

Juntas, essas quatro empresas respondem por quase metade dos postos do Brasil. Os distribuidores disseram que trabalham com diligência para eliminar os vigaristas, fornecendo informações sobre supostas condutas ilícitas à polícia, procuradores e órgãos reguladores.

Essas companhias possuem ligações com alguns dos maiores nomes da indústria petrolífera mundial. A Raízen Combustíveis, por exemplo, é uma joint venture entre Shell e o grupo Cosan (CSAN3); ela conta com cerca de 5 mil postos com bandeira Shell no Brasil, segundo os dados mais recentes da ANP.

A Ale Combustíveis, com cerca de 1.500 postos, é uma unidade da suíça Glencore. A BR possui aproximadamente 7.800 unidades. Já a Ipiranga, que pertence à Ultrapar, tem 7.105 postos no Brasil.

As ações judiciais que visam eliminar supostos infratores de suas franquias podem levar anos em meio ao sistema judiciário brasileiro, afirmaram autoridades do setor.

Medidas periódicas, como a “limpeza da casa” feita em 2019 pela BR, podem ser ineficientes, já que malfeitores encontram maneiras de obter o controle de outros postos, disse Carlo Faccio, diretor do ICL.

“O combustível está numa situação muito ruim”, afirmou. “A gente ainda está muito atrás, tem muito para ser feito.”

Nenhuma agência governamental monitora quantos postos de combustíveis têm ligações com criminosos condenados ou suspeitos de crimes no Brasil.

A Reuters analisou autos judiciais no Estado do Rio de Janeiro –que, segundo as autoridades, é um dos focos da atividade ilícita.

A agência de notícias identificou 20 proprietários de postos que foram indiciados ou condenados por crimes relacionados ao combustível desde 2015.

Em conjunto, os 101 postos que eles possuem representam cerca de 4% de todos os pontos de venda de combustíveis no Rio. A maioria desses proprietários possuía conexões com grupos do crime organizado, de acordo com procuradores e documentos judiciais apresentados em vários processos criminais.

Guilherme Vinhas, sócio do escritório Vinhas e Redenschi Advogados, no Rio de Janeiro, que já trabalhou para todas as grandes distribuidoras, disse que a infiltração criminosa no setor varejista de combustíveis se tornou uma grande preocupação para seus clientes.

“As empresas monitoram isso, e há uma preocupação”, afirmou Vinhas.

Oportunidade irresistível

No México, por exemplo, os ladrões que acessam oleodutos custam à petroleira estatal Pemex 15 milhões de pesos (738 mil dólares) por dia, disse o presidente-executivo da empresa, Octavio Romero Oropeza, no ano passado. Esse combustível roubado costuma ser “cercado” por proprietários de postos de gasolina cúmplices das irregularidades, de acordo com as autoridades mexicanas.

Mesmo assim, executivos da indústria afirmam que os ladrões do Brasil estão entre os piores do mundo, em parte devido a um regime fiscal que, segundo eles, convida à trapaça.

Os impostos sobre combustíveis no Brasil variam de Estado para Estado. O imposto estadual sobre o etanol, por exemplo, é de 32% no Rio de Janeiro, ante 13% na vizinha São Paulo. Isso cria um incentivo para que os criminosos comprem combustíveis de unidades com impostos baixos para revendê-los em Estados com impostos mais altos para donos de postos desonestos, que cobram dos clientes o imposto e embolsam a diferença, disseram membros do setor.

“É o sistema tributário mais complexo que eu conheço”, disse Marcelo Araújo, presidente da Ipiranga, durante uma conferência virtual do setor em dezembro.

Os criminosos do Brasil abocanham 7,2 bilhões de reais por ano apenas com a evasão fiscal dos combustíveis, de acordo com estudou de 2019 da Fundação Getúlio Vargas.

Autoridades destacaram que a adulteração da gasolina com etanol ou outros líquidos é mais um dos truques utilizados para aumentar os lucros.

Mas algumas das maiores recompensas para os proprietários de postos, segundo autoridades e fontes em empresas, vêm da utilização de seus meios para lavar dinheiro para organizações criminosas.

Entre os donos de postos cariocas com antecedentes criminais identificados pela Reuters está Cleber “Clebinho” Oliveira da Silva. Atualmente, ele possui dois postos de gasolina no Rio, de acordo com cadastros corporativos –um posto independente, sem filiação com qualquer marca nacional, e outro franqueado da Ipiranga.

Em 2018, Silva foi condenado na esfera estadual por pertencer à Liga da Justiça, uma das maiores milícias do Rio. Hoje com 37 anos, ele recebeu uma pena de seis anos de prisão, mas permaneceu em liberdade enquanto recorre da decisão.

Em 2019, Clebinho foi condenado a pagar uma multa e prestar serviços comunitários em um processo à parte, pelo uso de seu posto independente para supostamente lavar lucros ilícitos da Liga da Justiça.

A natureza do serviço comunitário e o valor da multa não foram especificados no documento de sentença. As autoridades afirmam que a Liga da Justiça está envolvida em uma variedade de atividades ilegais, incluindo contrabando de combustível, roubo de automóveis e redes de proteção.

Os procuradores não fixaram a quantia lavada por Silva. Mas o juiz, em sua decisão, citou o depoimento de uma testemunha alegando que a receita mensal do posto mais do que quadruplicou, para 900 mil reais, depois que Clebinho adquiriu uma parcela do negócio, em 2015.

Pouco depois dessa condenação, Silva adquiriu outro posto –este, franqueado da Ipiranga–, segundo os registros corporativos e registros regulatórios.

A Ipiranga disse à Reuters que Silva não fazia parte do quadro societário do posto quando a unidade entrou na rede de distribuição da empresa, em 2008, e que desconhecia seu envolvimento no negócio.

“Se o mesmo compõe atualmente a sociedade o fez à completa revelia da Ipiranga e de forma contrária ao que está previsto no próprio contrato de fornecimento”, disse a empresa em comunicado enviado por e-mail.

Silva não pôde ser contatado para comentários. Seu advogado não respondeu a pedidos por comentários e preferiu não fornecer informações de contato de seu cliente.

Outro suposto envolvido em esquemas com postos é José Rodrigo Gallo de Faria, ex-franqueado da Shell no Rio de Janeiro. Em 2019, procuradores estaduais indiciaram Faria por receber gasolina roubada, segundo uma cópia da acusação, vista pela Reuters. Ele está livre e aguarda julgamento.

Nessa acusação, a polícia descreveu Faria como o “maior fomentador” da chamada Milícia de Xerém, especializada em roubar combustíveis de oleodutos. De acordo com a acusação, em abril de 2019 a milícia invadiu ilegalmente um duto em um bairro popular próximo à cidade do Rio de Janeiro, provocando uma explosão que matou uma menina de 8 anos. Faria não foi implicado na morte da menina.

Um advogado de Faria, Ralph Hage, afirmou que seu cliente é inocente e pode provar que seu combustível era adquirido de forma legal.

A Raízen, que comanda a marca Shell no Brasil, preferiu comentar sobre Faria. Seu empreendimento não possui mais bandeira Shell.

Em janeiro de 2021, poucas semanas após o primeiro contato da Reuters com a Raízen sobre Faria, o posto deixou a rede da Shell e passou a ser independente, segundo registros da ANP.

Uma das figuras mais conhecidas entre os donos de postos de gasolina do Rio de Janeiro é Mário “Marinho” Augusto de Castro, que possui participação em pelo menos 43 empreendimentos do setor no Estado, segundo registros societários vistos ​​pela Reuters.

Castro foi alvo de pelo menos 15 investigações policiais nas últimas duas décadas, todas envolvendo combustíveis, de acordo com registros da Polícia Civil analisados ​​pela Reuters.

Neste momento, ele se defende em pelo menos cinco processos criminais. Em um desses casos, aberto em 2008, os procuradores acusaram Castro de participar de uma grande organização criminosa que contrabandeava combustível de baixa carga tributária para o Estado do Rio.

Pelo menos 18 dos postos de Castro possuem bandeira BR, e ao menos sete são franqueados da Shell, indicam os registros.

Renato Alves, advogado de Castro, disse que seu cliente nunca foi condenado por um crime e nega irregularidades em todos os processos judiciais em andamento. Ele disse que os vários contratos de franquia que Castro possui com a BR e a Raízen mostram que ele é muito respeitado no setor.

A BR disse que não tem conhecimento “da existência de condenação criminal relacionada à atuação do Sr. Mário Augusto de Castro”, acrescentando que a empresa “reforçará a utilização dos mecanismos que emprega para coibir desvios dessa natureza”.

A Raízen preferiu não comentar sobre Castro.

Revidando

Com frequência, distribuidoras de combustíveis abrem processos contra franqueados que suspeitam manter atividades irregulares, em um esforço para rescindir seus contratos, de acordo com várias fontes de empresas e processos judiciais vistos ​​pela Reuters.

No entanto, esses casos podem levar anos para chegar aos abarrotados tribunais brasileiro, conforme indicaram entrevistas e registros legais. E mesmo as vitórias não trazem um alívio imediato.

“As decisões judiciais, em regra, não impõem urgência para o cumprimento voluntário da descaracterização e os postos infratores muito comumente se valem de toda sorte de manobras para atrasar o cumprimento das decisões”, disse uma porta-voz da BR por e-mail.

A legislação brasileira determina que os postos de combustíveis no varejo não podem ser propriedade de produtores ou distribuidores de petróleo. Em vez disso, precisam ter como donos terceiros independentes –em geral, indivíduos–, que são livres para comprar e vender postos entre si.

Embora os acordos de franquia normalmente deem às distribuidores o direito de aprovar as transações, essas vendas acabam criando um mecanismo através do qual agentes sem escrúpulos podem adquirir redes conhecidas negociando diretamente com os proprietários dos postos, disse um porta-voz da distribuidora Ale, da Glencore.

“Em alguns casos, contrárias às condições contratuais em vigor, as mudanças de propriedade podem ocorrer sem o consentimento da companhia ter sido obtido”, afirmou.

Clebinho, condenado por lavagem de dinheiro, adquiriu seu posto Ipiranga em 2019 de dois indivíduos que possuíam um acordo de franquia pré-existente com a companhia, mostraram registros regulatórios.

Autoridades afirmam que os crimes no setor de combustíveis se tornaram tão lucrativos para o submundo do Brasil que aqueles que tentam impedi-lo estão em risco.

Em 23 de março de 2017, Fabrizzio Machado da Silva, presidente da Associação Brasileira de Combate a Fraudes de Combustíveis, entidade do Sul do Brasil, foi morto a tiros no lado externo de sua casa em Curitiba.

A polícia alega que o assassinato foi planejado por Onildo Chaves de Córdova II, empresário da região irritado com as investigações da associação sobre possíveis adulterações de combustíveis e manipulações de bombas em três de seus postos de gasolina independentes, segundo a acusação criminal e Luis Roberto de Oliveira Zagonel, advogado da família de Machado da Silva.

Procuradores estaduais acusaram Chaves de homicídio. Ele está livre e aguarda julgamento, para o qual uma data ainda não foi definida.

O advogado de Chaves, André Pontarolli, disse que seu cliente é inocente, acrescentando que as investigações policiais sobre as práticas comerciais de Chaves não resultaram em quaisquer acusações.

A Associação Brasileira de Combate a Fraudes de Combustíveis, enquanto isso, foi desfeita logo após o assassinato de Machado da Silva, disse Zagonel.

Como escolher o melhor local para montar um posto de combustível? | Blog Minaspetro

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– Fake News não é Liberdade de Expressão!

Parece tão simples, mas para alguns é tão complicado…

Liberdade de Expressão é você poder opinar, dizer o que pensa, debater, levantar hipóteses, e tantas outras coisas… Só não é: dizer mentiras, fomentando-as para que as outras pessoas acreditem que são verdades, prejudicando o próximo. Aí passa a ser calúnia, injúria, crime ou… Fake News!

Por quê querem confundir os conceitos?

No tempo de Dilma Rousseff surgiu (e comprovou-se) a existência de blogueiros que faziam postagens patrocinadas a favor do Governo dela. Agora, se vê quase a mesma coisa, versão Bolsonaro. Lamentável que a “Nova Política” seja tão parecida quanto a “Velha Política”.

Há de se viver na verdade e fazer a coisa certa. Sempre!

Fake news: como enfrentar a desinformação sem cercear a liberdade ...

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para o crédito.

– Precisamos de honesto e competente!

Alguém disse o seguinte:

“Não é porque você odeia a corrupção que tem de aceitar a incompetência. Não é porque você odeia o descaso que tem de aceitar a corrupção”.

Isso serve para nosso país. E acrescento: precisamos de competência, honestidade e credibilidade!

Entendeu?

O problema é: não se acha esse elemento…

pensando delaJusticia.com El rincón jurídico de José R. Chaves

Imagem extraída de: https://zh-cn.facebook.com/radioazzurraufficiale/posts/10165774392350716

– Pessoas de sucesso se comportam …

… desta maneira, abaixo. Mas ressalvo: elas também possuem bom caráter!

Quem vence na vida, deve entender que o fez por essas situações relatadas. Porém, é sabido que muitos enriquecem menosprezando o próximo, faltando de ética e praticando coisas condenáveis.

Será que esses, que têm dinheiro mas não tem bom caráter, são de “sucesso”?

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Imagem extraída de: https://pt-br.facebook.com/nutriliamanfredi/photos/aplique-se-agora-e-na-pr%C3%B3xima-vida-sem-esfor%C3%A7o-voc%C3%AA-n%C3%A3o-pode-ser-pr%C3%B3spero-apesar/1612826815500769/

– Nunca deixe de fazer o correto!

Que mensagem inspiradora na imagem abaixo!

Faça a coisa certa. Sempre!

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– Black Friday virou Black Weekend.

E aí? Valeu a pena alguma oportunidade na Black Friday?

Aproveitou alguma oferta?

O noticiário diz que o volume de vendas ficou aquém do esperado. Assim, muitas empresas prolongaram as ofertas para o sábado e o domingo.

E falando em “ofertas”… quantas de “mentirinha”, não? Anuncia-se desconto irrisório, aumenta-se o preço e depois dá o desconto?

Enfim: que não tenha sido, como jocosamente muitos falam, uma “black-fraude”.

Ops: para não dizer que não comprei nada, comprei Leite! Paguei 3 latas e levei 4 (foi realmente 1 grátis, sem estar o preço embutido nas demais)


Imagem extraída de: https://www.terra.com.br/amp/economia/black-friday-brasil-vira-meme-tudo-pela-metade-do-dobro,6e67ce399a3a2410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html

– Eu queria uma Administradora de Cartão de Crédito.

Creio que não há quem ganhe mais dinheiro no Brasil do que Cielo, Amex, Rede, Elo, dentre tantas outras operadoras.

Quanto elas cobram dos clientes que parcelam suas dívidas? Mais de 10% ao mês!

Quanto elas cobram dos comerciantes? Descontam de 3 a 5% para pagarem a venda em 30 dias!

Um mina de ouro…

Quais são os melhores cartões de crédito para 2020? | Foregon

Imagem extraída de: https://www.foregon.com/blog/quais-sao-os-melhores-cartoes-de-credito-para-2020/, na matéria de Janaína Tavares.

– Flamengo, Palmeiras, Grêmio… até onde jogar com reservas muda o rumo de um campeonato?

Essa discussão é costumeira quando os clubes se envolvem nas finais de várias competições: poupar ou não os seus elencos, “facilitando indiretamente” a vida dos seus adversários.

Há lógica – ou não. Vejamos o Flamengo, que jogou com seu time reserva (pensando na final da Libertadores da América) e venceu o Corinthians mesmo assim. Ou o Palmeiras, que tomou a mesma atitude e perdeu para o São Paulo.

No caso do Mengão, por ter um elenco muito bem qualificado, a decisão de não ir com a sua força máxima não mexeu com o campeonato (o favorito seria o Flamengo com seu elenco principal, mas venceu o Timão mesmo com o time poupado). Já a do Palmeiras, sim. O São Paulo passa por dificuldades na luta contra o rebaixamento, e não era favorito contra o time principal do Palmeiras. Quando o Verdão escala seus reservas, interfere nos rumos do torneio. Talvez Grêmio e Santos (adversários do Tricolor ansiando a permanência na série A) desejassem ter jogado contra o Palmeiras reserva também (aliás, o Peixe que o diga). Ops: não esqueçamos: o próprio Grêmio teve o benefício de enfrentar o Red Bull Bragantino com sua equipe reserva, devido a final da Sulamericana.

Porém…

Ficaremos no eterno debate: os clubes jogam com suas equipes principais para o andamento mais equitativo do campeonato, ou pensam nos seus interesses próprios?

Claro que existem outros fatores no Brasileirão: erros de arbitragem, tabela, desfalques, contusões… mas a questão de jogar ou não com elencos principais há de ser relevante.

O irônico é: como reclamar de adversários enfrentando equipes fortes com reservas, se o próprio reclamante já usou desse artifício? O Grêmio disputou partidas com reservas quando jogava a Libertadores..

Palmeiras x São Paulo: onde assistir, horário e escalação das equipes

Imagem-arte extraída de: https://esportes.estadao.com.br/blogs/bate-pronto/palmeiras-x-sao-paulo-onde-assistir-horario-e-escalacao-das-equipes-3/

– O Bolsonarista que invadiu o iFood.

Um gaiato entrou no Food (o App de Restaurantes mais conhecido do Brasil) e modificou o nome dos estabelecimentos: todos renomeados com frases de apologia ao presidente Bolsonaro, críticas ao PT e posicionamentos radicais (como os de antinacionalista).

Como alguém pode defender a moral com práticas imorais, não?

Imagem extraída do Instagram de: Tribuna de Jundiaí.

– De novo, golpe em nome da Claro?

Pela enésima vez recebo uma fatura inexistente da Claro (e nem é real, é de um golpista).

Mandam todo mês, denuncio e… neca!

Como esses crimes ficam tão impunes, não?

– O Argumentador Honesto

Muitas vezes, vemos anúncios exagerados de certos produtos. Na preocupação de supervalorizar algo, cai-se no erro da mentira.

Um livro novo, “O Argumentador Honesto” propõe esse debate: vale a pena mentir nos anúncios? Você percebe a mentira em certas propagandas?

Abaixo, extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI262972-16366,00-ANUNCIO+BOM+E+ANUNCIO+HONESTO.html

ANÚNCIO BOM É ASSUNTO HONESTO

Por Márcio Ferrari

A idéia não é assim tão nova, mas é raramente seguida pela publicidade. Tanto que o homem que a propõe é visto como um herege na área. O britânico John Bunyard, famoso e aposentado publicitário, argumenta em seu livro recente, The honest persuader (“O argumentador honesto”), que não adianta exagerar as qualidades de um produto ou impor marcas ao consumidor, porque, se os benefícios não forem comprovados, a propaganda funciona ao revés. Ele baseia suas afirmações em conhecimentos da neurolinguística – e tem recebido críticas favoráveis. Para Bunyard, a melhor estratégia é complementar a campanha publicitária imediatamente com testes de consumo no varejo para confirmar o que foi anunciado. Segundo ele, estudos neurológicos mostram que, quando nossas expectativas são confirmadas, o cérebro libera uma descarga de dopamina, substância química que dá sensação de prazer. Por isso, também não adianta confiar no que os consumidores dizem em pesquisas: o hábito de compras é orientado essencialmente por processos inconscientes. Mais que ouvi-lo, o anunciante precisa estudar o comportamento do consumidor.

– Ética na Medicina, Dr Ben Hur e os Dilemas Médicos!

Um dos “papas” da Medicina, Dr Ben Hur Ferraz Neto, do Hospital Albert Einstein, falou tempos atrás sobre ética na medicina, a não-cobrança de primeiras consultas, a revelação do real estado de saúde aos pacientes e das dúvidas e medos de um médico na hora do transplante de fígado. Interessantíssimo!

Extraído de: http://veja.abril.com.br/141009/caixa-preta-cirurgia-p-17.shtml

CAIXA PRETA NA CIRURGIA

Um dos maiores nomes do transplante de fígado no Brasil diz que deveria haver monitoramento eletrônico nas salas de cirurgia e que o paciente não deveria pagar a primeira consulta

por Adriana Dias Lopes

Quando um paciente aparece no consultório do cirurgião paulista Ben-Hur Ferraz Neto, de 47 anos, é grande a possibilidade de seu caso ter sido considerado inabordável por outros médicos. Seus pacientes são candidatos a um transplante de fígado ou sofrem de câncer em estágio avançado. Com 22 anos de carreira, e 2 000 operações no currículo, Ferraz Neto, chefe do Programa de Transplantes do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, tem propostas revolucionárias, mas de fácil adoção, para melhorar a prática da medicina no Brasil. Todas favorecem o paciente. Só cobrar quando ele aparecer para a consulta de retorno é uma delas. A outra é remunerar os médicos pela qualidade, e não pela quantidade. A mais extraordinária é encarar a sala de cirurgia como o cockpit de um jato comercial e registrar as imagens, sons e dados da operação. Diz ele: “Todos ganhariam com essas informações”.

PERGUNTAS E RESPOSTAS

Quer uma cirurgia 100% segura? Combine com o cirurgião que se o paciente morrer ele também morre. É isso mesmo?
-Essa é uma máxima cínica que os estudantes de medicina gostam de usar uns com os outros, mas ela não é totalmente divorciada da verdade. Como ocorre com qualquer profissional obrigado a um esforço constante de máxima concentração e de intensa demanda técnica, o cirurgião pode ter momentos de menor concentração. Esses momentos são de pouca consequência para o paciente nos grandes hospitais, em que o cirurgião está cercado de equipamentos adequados e de uma equipe de excelência e bem treinada. Mas, em outros cenários, o desenlace pode ser trágico.

Resumindo, não existe cirurgia 100% segura…
-Exatamente, e não só pelas razões acima. Viver não é 100% seguro. Parte de uma cirurgia é fazer o que foi planejado. Mas a outra parte é reagir aos imprevistos. Por definição, é impossível prever o imprevisto. A probabilidade de um médico ser surpreendido durante a cirurgia varia conforme a complexidade do procedimento. Em um transplante de fígado, uma cirurgia grande, o risco de ocorrer um imprevisto é de 5%. No procedimento para extração da vesícula, essa probabilidade cai para 1%. Na imensa maioria das vezes, esses imprevistos produzem situações contornáveis. A probabilidade de morte durante a operação de trasplante de fígado é de apenas 0,5%. Na retirada da vesícula, é de menos de 0,1%.

“Parte de uma cirurgia é fazer o que foi planejado. Mas a outra parte é reagir aos imprevistos. Por definição, é impossível prever o imprevisto”

O que mais contribuiu para o aumento da segurança na sala de cirurgia?
-A evolução nos equipamentos de imagem contribuiu muito para reduzir os riscos. Esses aparelhos dão ao cirurgião uma ideia bastante fiel do que ele encontrará na situação cirúrgica. Mas eles ainda não fornecem todas as informações necessárias e talvez nunca evoluam a ponto de funcionar como um simulador absolutamente confiável do que será a cirurgia real. Para que isso seja possível não bastam imagens. O aparelho teria de reproduzir a vida em tempo real, com a pulsação, o sangue correndo pelas veias do paciente e o movimento dos órgãos.

Como o cirurgião se prepara para enfrentar imprevistos?
-O cirurgião tem de ter duas qualidades básicas. A primeira é ser resoluto, o que permite tomar decisões rapidamente. A segunda é o autocontrole. Os imprevistos testam ao máximo essas duas qualidades. Elas ajudam o médico a mudar o procedimento de acordo com as exigências da situação.

Os erros médicos nascem desses imprevistos?
-O erro médico, infelizmente, não precisa de imprevisto para ocorrer. Esquecer um pedaço de gaze na barriga do paciente parece algo impossível para quem nunca viu uma cirurgia. Mas essa é uma situação que pode acontecer. A gaze absorve o sangue com muita facilidade e se confunde totalmente com outros elementos do campo cirúrgico. Às vezes, um pedaço de gaze escapa aos olhos do cirurgião. Os bons hospitais têm procedimentos que impedem essa ocorrência. Em toda equipe cirúrgica, há uma pessoa designada para fazer o balanço do número de gazes abertas e comparar com o número de gazes descartadas durante a operação. Os números têm de bater exatamente. Quando isso não ocorre, a pessoa dá o alerta e o paciente é submetido a um exame de raio X antes de a operação ser finalizada. Para que o exame acuse o problema, é preciso que a gaze utilizada seja feita de material radiopaco, que possa ser detectado pelos raios X. Uma gaze desse tipo custa mais caro, mas o investimento vale a pena. Um pedaço de gaze esquecido no corpo do paciente pode causar abscessos, infecções e danificar um órgão. Isso é apenas um exemplo de que os erros médicos fazem parte do nosso universo e é preciso sempre estar atento.

O que seria uma medida realmente efetiva para diminuir esses erros em uma sala de cirurgia?
-Para arrepio de muitos de meus colegas, eu defendo a ideia de que os grandes hospitais instalem “caixas-pretas” nas salas de cirurgia. Uma sala de cirurgia tem muitas similaridades com o cockpit de um jato comercial. Ali são tomadas decisões de vida e morte, e é proveitoso para todo mundo que essas decisões estejam devidamente registradas. Isso não ajudaria apenas a elucidar erros médicos. Serviria para criar um banco de informações de imagens, sons e dados de milhares de cirurgias. Esse banco de dados seria de incomensurável valor para os profissionais médicos, para os pesquisadores e estudiosos. Não se trata de vigiar a equipe, criando uma tensão a mais para os profissionais no ato cirúrgico. A ideia é que a ciência, o conhecimento exposto durante a cirurgia fique registrado e possa ser consultado no futuro.

Por que sua ideia de uma caixa-preta na sala de cirurgia assusta os médicos?
-Acredito que toda ideia nova precisa de um tempo de maturação para ser aceita. Mas acredito muito nela. O paciente seria o grande beneficiado por ela, e acho que muitos prefeririam ser operados em um hospital com caixa-preta na sala cirúrgica a passar por uma cirurgia em um outro que não possua esse item adicional de segurança. Toda garantia que possa ser dada ao paciente deve ser dada. O paciente de uma cirurgia está sempre em uma circunstância extremamente vulnerável. Para começo de conversa, ele está sedado, semidespido, longe dos amigos e da família. Não tem testemunhas para acompanhar os procedimentos que vai sofrer. Já o cirurgião vive a circunstância oposta. Ele está no total controle da situação. Ele sabe o que fazer, comanda os procedimentos dos quais depende a vida do paciente. Acho que se submeter a uma cirurgia é a maior demonstração de confiança que um ser humano pode dar. É justo que a pessoa em um momento desses tenha a segurança de saber que tudo está sendo gravado.

Como reconhecer seu limite como médico?
-O limite é sinalizado pela dúvida. O cirurgião precisa ter respeito pela dúvida. Quando ela surge, ele tem a obrigação de parar, pensar e discutir com a equipe sobre a conduta a ser seguida. É um perigo deixar que as dúvidas prosperem no centro operatório. A situação começa a se deteriorar quando um cirurgião não tem a humildade e a maturidade de dizer um “não” ou um “não sei”.

O senhor costuma dizer muitos “não” e “não sei”?
-Pelo menos uma vez por semana. Mas já foi diferente. O único paciente que perdi na mesa de cirurgia morreu por eu não ter dito um “não”. Aprendi naquele caso que às vezes a melhor coisa a fazer pelo paciente é não fazer nada. Isso ocorreu em 1995. Lembro-me nitidamente de cada detalhe. Foi horroroso. Eu havia acabado de chegar da Inglaterra, e esse era o segundo paciente que iria transplantar com minha própria equipe. Meu primeiro transplante tinha sido um sucesso e eu estava muito entusiasmado, naquele estado em que as pessoas nem sonham que algo de errado possa se passar com elas. Pois foi exatamente o que ocorreu. Apareceu em meu consultório um paciente cujo estado era gravíssimo. Portador de cirrose, ele tinha várias tromboses pelo corpo e já havia sido recusado por mais de um médico. Eu decidi aceitar esse paciente. Estava claro que ele morreria em poucos meses se não fosse submetido a um transplante logo. A cirurgia foi feita algumas semanas mais tarde. Retirei o fígado dele depois de seis horas de operação. Havia sido tudo muito trabalhoso, mas, no geral, estava dando certo. De repente, quando fui reconstruir uma das veias do paciente, um pouco antes de ele receber o novo órgão, o vaso começou a sangrar incessantemente. As veias estavam muito frágeis em decorrência da cirrose. Durante quatro horas tentei controlar o sangramento e nada funcionou. Ele morreu em decorrência da hemorragia. Saí da sala pela escada do centro cirúrgico e não consegui chegar ao final. Sentei em um degrau mal contendo a emoção. Foi uma lição definitiva para mim.

“Nós (os médicos brasileiros) deveríamos passar por um controle de qualidade maior. Acho que isso teria de ser fator determinante na remuneração do médico”

A maioria de seus pacientes está em estado grave. O senhor não se angustia de lidar tão assiduamente com o limite entre a vida e a morte?
-Faço tudo o que estiver ao meu alcance para amenizar o sofrimento causado pela doença. Mas não submeto meu paciente a tratamento que não lhe traga real benefício. Não vejo por que submetê-lo aos efeitos colaterais de uma químio quando isso não tem o menor efeito sobre a doença em si. Esse paciente tem de aproveitar o tempo que lhe resta para fazer aquilo de que mais gosta: conviver com a família, viajar…

O que se deve contar ao paciente sobre seu real estado de saúde?
-Essa é uma discussão complexa. Mas, de uma forma ou de outra, tudo deve ser dito. Eu procuro sentir até onde o paciente deseja mesmo saber. Isso nem sempre é dito em palavras por ele. Pode haver enganos. Certa vez, um paciente com pouco mais de 40 anos sentou-se à minha frente de mãos dadas com a mulher e disse: “Bem, agora que o senhor fez todos os exames, quero saber exatamente minha situação. Não se preocupe com minha reação. Sou bem-sucedido profissionalmente, tenho uma situação financeira estável e minha família ficará bem se eu vier a faltar. Além de tudo, sou um sujeito racional. Sei lidar com emoções”. Revelei, então, seu gravíssimo problema e a impossibilidade de submetê-lo a uma intervenção cirúrgica, o que provocou a indagação de quanto tempo lhe restava de vida. Pela experiência, em casos dessa natureza, embora nunca seja possível precisar o tempo de sobrevivência, acenei com um tempo em torno de seis meses. O olhar dele se congelou. Ele apertou o braço da mulher e falou: “Não te disse, querida, que não era nada grave?”. Foi um processo de imediata negação da realidade. Nunca mais esqueci aquele momento.

Os médicos brasileiros são pouco controlados?
-Sem dúvida. Nós deveríamos passar por um controle de qualidade maior. Qualidade implica o resultado do trabalho, mas também o uso responsável dos recursos. O bom resultado é atingido quando o tratamento traz o benefício proposto. Acho, inclusive, que isso teria de ser fator determinante na remuneração do médico. Em qualquer atividade profissional há indicadores de avaliação. Na medicina, raramente eles existem. No caso dos transplantes, a situação começa a mudar. Em São Paulo, criou-se um sistema que permite aos médicos comparar seus resultados on-line, em tempo real, com a média das demais equipes transplantadoras do estado. Eu tenho batalhado para que esses resultados possam ser consultados por qualquer pessoa, e não apenas pelos médicos. Isso ajudaria o paciente a comparar os dados e escolher com mais segurança a quem ele vai entregar o cuidado com sua saúde.

O que mais ajudaria o paciente a escolher melhor?
-Uma medida simples e revolucionária seria os médicos passarem a cobrar apenas a partir da segunda consulta, no retorno. A primeira consulta deveria durar no mínimo uma hora e ser usada somente para que o médico se inteirasse do problema e avaliasse sua capacidade de oferecer ajuda efetiva ao paciente. Feita a explanação, ele só voltaria se estivesse plenamente de acordo com o que ouviu do médico. Essa ideia também desagrada aos médicos, mas eu os convido a repensá-la. A médio prazo, eles perceberiam que dessa forma passariam a contar com um paciente fiel e com total aderência ao tratamento. Todos ganhariam.

– Lições da 2a divisão Sub23: a escolha do treinador e a ética.

Depois da má campanha do Paulista FC na 4a divisão estadual, precisamos pensar nos erros e acertos, tirando aprendizados.

Uma reflexão de um dos erros: a escolha do treinador!

Gostaria de citar um exemplo da semana retrasada, a fim de ilustrar o texto: eu pude participar de uma aula na Faculdade Cásper Líbero, onde falei sobre Ética nas Corporações, no Futebol e na Arbitragem (um funil sobre o tema). Lá, surgiu a seguinte pergunta: “O que você pensa de treinadores de futebol que levam sempre os mesmos jogadores nos clubes onde passam? Seria um desrespeito para quem já está no elenco ou é um problema ético?”.

Ora, sempre foi muito especulado em times grandes que certos treinadores tinham jogadores caros e de confiança. Para alguns, opção técnica. Para outros, combinação de receitas (o jogador pagava um “pedágio”/ parcela de salário para que o técnico, em outra equipe, o levasse junto).

Nas divisões mais humildes e regionais, isso (que é um problema ético e até de desonestidade) não acontece. O que ocorre são outras situações, nas quais o Galo precisa se atentar: o de “treinadores-empresários”. E isso é complicado…

Eles atuam em três frentes:

  • Arrendando a equipe: seja como “figura do empresário que coloca um time usando a camisa do clube”, e seu treinador é agente de confiança. Nos moldes da Kah Sports, em 2019, na campanha do acesso para a A3. Se não existirem conflitos de interesse, ótimo. Se os objetivos de empresários (vender seus atletas e colocar na vitrine), forem diferentes do clube (o Paulista queria o acesso para a A2, e não lutar pra não cair, como ocorreu em 2020), é obvio que não dá certo. Aí, nem é problema ético, é desacordo comercial.
  • Treinador arrendatário: muito comum em divisões inferiores, o técnico se oferece ao clube, coloca seu plantel em campo e assume as responsabilidades. Eticamente, se o clube não externar o ocorrido aos torcedores, estará os enganando e será ruim. Se manifestar claramente que está permitindo tal relacionamento, menos mal.
  • Treinador-empresário camuflado: ocorre quando o técnico é o agente de atletas e assume uma equipe profissional, preferindo escalar seus atletas agenciados ao invés dos jogadores do elenco. Aqui, o problema ético é seríssimo, pois o conflito de interesses se evidencia: como crer que um jogador que é titular realmente faz por merecer a titularidade, ou que é escalado por ser do casting do treineiro? Isso provoca cizânia entre o elenco, além do óbvio conflito ético. Mais do que isso, o elenco racha de vez e o clube é quem fica prejudicado (a não ser que o jogador seja Messi ou Cristiano Ronaldo).

Neste último ano, Baiano, o treinador que subiu do Sub 20 para o profissional (excelente pessoa, grande ex-jogador, inexperiente como técnico e uma aposta para o torneio) foi questionado quanto a algumas escalações e substituições. Normal, é um iniciante e errar é algo comum. Mas ao ler no Jornal de Jundiaí (link abaixo) de que o atacante Adriano, que assinou por 3 meses e jogou meia hora, é da empresa de jogadores de propriedade do Baiano, me assusto e entristeço.

Leia sobre isso em: https://www.jj.com.br/esportes/2021/10/136421-adriano-e-atleta-da-b5-sports.html

Vale uma palavra da diretoria sobre tal episódio… e que tal aprendizado sirva para 2022, onde possamos ter um treinador desimpedido de amarras empresariais, fazendo um trabalho ético, esportivamente falando.

– Quem disse que em Rede Social “Pode Tudo”?

Redes Sociais não são território sem lei. Carece-se de respeito, ética e educação.

Claro que em alguns ambientes, elas são mais flexíveis e permitem a descontração, mas, conforme se observa, a pessoa reflete o que ela é no dia-a-dia quando posta em Rede Social.

Convido a leitura desta postagem sobre Reputação Digital, em: https://professorrafaelporcari.com/2018/11/23/como-anda-a-sua-reputacao-digital/

Se preferir, ao invés da leitura, compartilho em vídeo, uma rápida abordagem do tema, em: https://www.youtube.com/watch?v=1ihS4XUC9XA

– O que se discute na Ética da Arbitragem de Futebol?

Nesta 3a feira, através do convite do jornalista Flávio Prado, falei aos alunos da turma de Pós-Graduação da Cásper Líbero sobre Ética na Arbitragem de Futebol.

Uma noite agradável, com muitos pontos interessantes para discussão. Para quem tiver interesse nesse ótimo assunto, alguns highlights que debatemos no Power Point abaixo (Clique no título):

ÉTICA NA ARBITRAGEM CásperLíbero

– Falando de ética…

Com muita alegria, a convite do amigo, grande jornalista e professor Flávio Prado, hoje estarei falando aos alunos da Cásper Líbero (Pós-Graduação em Jornalismo) sobre a Ética na Arbitragem de Futebol.

Durante a semana, faço a postagem em meu blog dos conteúdos!

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– Vamos falar de Ética na Arbitragem de Futebol?

Finalizei um trabalho que me agrada muitíssimo: a preparação de uma aula sobre Ética na Arbitragem de Futebol, fruto de um convite para lecionar numa turma do curso de Pós-Graduação em Jornalismo da Faculdade Cásper Líbero.

A honra irrecusável foi me concedida pelo amigo Flávio Prado, que é o professor desses pós-graduandos. Agradeço demais a lembrança, e, por ser um assunto que me agrada muito, a preparação de um tema com tal afinidade é por demais prazerosa…

Um pitaco:

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Os highlights estão bem legais e atuais:

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– Os Fingidos da Educação.

Sobre a Educação no Brasil, veja que frase de efeito:

Uns fingem que ensinam. Outros fingem que aprendem. E tudo termina em diploma.”

Eduardo Giannetti

Com dor no coração, tenho que admitir que esse panorama, em alguns locais, é verdadeiro.

– É possível separar representantes da FIFA e ela própria? E da CBF?

Repost de 6 anos:

Joseph Blatter, ex-presidente da FIFA, em entrevista arquivada no dia 26 de agosto de 2015 à inglesa BBC, declarou sobre a corrupção que notabilizou a entidade:

A instituição (FIFA) não é corrupta. Não há corrupção no futebol, mas sim nos indivíduos. São as pessoas que praticam a corrupção.

Mas essas mesmas pessoas não representam a instituição? Não são elas a própria FIFA?  Idem à CBF e Marco Polo Del Nero. Ou não?

Para mim, são indissociáveis. E a você?

– Persuasão Financeira e o Burro de Ouro do Rei Felipe

Avalie: Você se dobra ao Poder do Dinheiro?

E de um “burro carregado de ouro”?

Uma belíssima reflexão de Heródoto Barbeiro, sobre ‘Felipe, Rei da Macedônia’, compartilhada pelo Prof José Renato Santiago (extraído de: http://www.jrsantiago.com.br/barbeiro.html)

O texto remete: até onde a persuasão financeira modifica nosso comportamento?

O BURRO DE FELIPE

O rei da Macedônia, Felipe, aproveitou-se do enfraquecimento das cidades estado da Grécia, arruinadas por guerras imperialistas de dominação e iniciou um processo de conquista de toda a região. Com um bom exército, se considerava um grego, ainda que para estes, não passava de um bárbaro sem cultura. O fato é que uma a uma as cidades começaram a cair. Umas diante de um exército bem montado, outras simplesmente abriam as portas de suas muralhas para que Felipe entrasse com as suas tropas. Perguntado como conseguia essa façanha de conquistar uma cidade sem nenhum combate, Felipe respondeu que não havia cidade que resistisse a um burro carregado de ouro. O macedônio, se vivesse nos dias atuais provavelmente seria louvado com um exímio praticante da “real politik”. Ou seja acima das ideologias está a corrupção, capaz de fazer homens e mulheres traírem as suas convicções, e no caso em tela, até mesmo trair sua cidade entregando-a ao inimigo. Felipe sabia que com os bolsos cheios de ouro é possível mudar discursos, transformar inimigos em amigos e financiar falcatruas e até mesmo o assassinado dos resistentes.

Dobrar-se ao poder do dinheiro é uma fraqueza de todos os seres humanos e não de apenas alguns que estão no governo, dizem uns . Isto sempre acontece e sempre vai acontecer dirão outros. Quer no passado, quer no presente essa corrupção é paga pela população, uma vez que, parodiando Peter Drucker, não há corrupção grátis. Encher os bolsos faz com que velhos lutadores contra a plutocracia aristocrática se dobrem aos argumentos dos que querem se apropriar das terras, das riquezas ambientais do país e serem indultados pelos danos que já provocaram na natureza. É a aliança dos ex-capitães donatários, os velhos latifundiários travestidos de globalismo, com as transnacionais detentoras das tecnologias de sementes, agro tóxicos e dos preços nos mercados. As duas pontas do sistema se uniram em busca de negócios fantásticos, capazes de gerar recursos para alugar mentes e línguas e contratar as mais refinadas assessorias de burocratas incrustados no governo.

Pessoas, organizações, partidos, associações de toda ordem mudam de programa, de opinião, de convicção. Isto é próprio da evolução da sociedade humana. Alguém já disse só os imbecis não mudam. Porém há alguns princípios éticos e morais que sobrevivem às mudanças da conjuntura. Ser contra a privatização dos serviços públicos, como a telefonia, mudar de idéia, e depois privatizar os principais aeroportos do país, é aceitável, ainda que discutível. Aceitar propina para defender “special interests” é crime até mesmo nos países do centro do sistema. Na periferia é aceito como algo normal, e que não merece nenhum reparo. Tráfico de influência dá cadeia nos países de tradição democrática, no Brasil dá ministério, acesso aos restaurantes de luxo, as convenções nos resorts caríssimos, enfim, abre as portas para fazer parte do stablishment. Há portas e portas para a ascensão social sem que seja necessário sujar as mãos com negociatas ou adesão à interesses anti nacionais. O burro do Felipe está à solta, não há porta de gabinete que ele não tente entrar. Em alguns consegue.

– Defenda o que é certo.

Não discuta se o “errado” deve ser permitido. Faça sempre a coisa certa!

Uma reflexão, em: https://www.youtube.com/watch?v=TetxYlwW5gk

– Priorize!

Dê atenção a alguns valores, como os abaixo:

 

Imagem extraída do WhatsApp, autoria desconhecida.

– Combustível batizado é covardia.

Por experiência, canso de saber sobre golpes de Postos de Combustível picaretas. Fui dono de posto por 18 anos, e por trabalhar honestamente, sofria com a concorrência desleal: de 1 litro vendido com 900 ml, passando por várias malandragens, o mercado é difícil.

Agora leio: em Jundiaí, um posto foi interditado por vender gasolina com 49% de álcool anidro!!!

É muita cara de pau… batizou-se com quase 50% o produto!

Abaixo: