– Os produtos JBL falsificados e o prejuízo ao fabricante.

A pirataria é um grande problema no Brasil. E o que dizer dos prejuízos de uma das grandes vítimas, a JBL?

Extraído de: https://exame.com/negocios/caixas-de-som-e-fones-fabricante-da-jbl-perde-r-500-milhoes-por-ano-com-pirataria-no-brasil/

JBL PERDE R$ 500 MI POR ANO COM PIRATARIA DE CAIXAS DE SOM E FONES NO BRASIL

Até agosto de 2023, mais de 45 mil anúncios de produtos falsificados foram derrubados. Se comercializados, poderiam movimentar em torno R$ 400 milhões de reais

Por Marcos Bonfim

“Olha a JBL”, gritam os vendedores pelas praias pelo país. Quase sempre, são produtos falsificados, feitos em países asiáticos e que entram ilegalmente ao Brasil por portos ou pelas fronteiras com países vizinhos. O sucesso global da marca nos últimos anos fez com a marca da Harman, adquirida pela Samsung em 2016, se tornasse um dos alvos da indústria da pirataria.

E o Brasil, com uma das maiores costas litorâneas do mundo, boas condições climáticas, musicalidade na veia e baixo poder aquisitivo, está entre um dos principais destinos desses produtos, segundo dados da empresa.

Na estimativa da Harman, o mercado de falsificados transaciona em torno de R$ 500 milhões por ano em itens da marca por aqui, especialmente caixas de som portátil e fones de ouvido. Um prejuízo que poderia ser bem maior.

No ano passado, por exemplo, a Harman fez denúncias a marketplace e e-commerces que levaram à derrubada de mais de 50 mil anúncios. Em 2023, até agosto, outras 45 mil postagens foram retiradas do ar. O crescimento da pirataria acompanha a evolução do próprio mercado. Dados da consultoria GFK mostram a divisão das caixas de som com expansão de 42% em faturamento nos últimos 12 meses.
Nos cálculos da empresa, se comercializados online, esses produtos movimentariam cerca de R$ 400 milhões. A tarefa é hercúlea e ganhou um novo ritmo na pandemia de Covid-19. Com o número maior de potenciais consumidores online, aumentaram também as ofertas.

“A impressão que dá é que, realmente, a pirataria está muito forte, mas nós estamos sempre tentando mitigar e diminuir”, afirma Rodrigo Kniest, presidente da Harman do Brasil e vice-presidente sênior da região da América do Sul da Harman.

Ele conta que a empresa montou um time, hoje com cinco pessoas, e contratou plataformas digitais que fazem varredura de anúncios na internet. Os profissionais analisam os relatórios e, ao sinal de produtos falsificados, acionam varejistas e e-commerces para a derrubada (continua no link acima).

A Harman, dona da marca, tem investido em treinamento e monitoramento para derrubar anúncios de produtos falsos (Harman/Divulgação)

Imagem: (Harman/Divulgação)

– O Gabigol não se manca?

Há certas situações no futebol que são rotineiras. Por exemplo: atletas cumprimentarem treinadores adversários, pois trabalharam com eles e mantém bom relacionamento. Normalmente, no saguão do estádio, nas entradas das equipes quando se cruzam ou até mesmo antes do apito inicial, já no gramado, é totalmente pertinente que isso ocorra.

Dorival Jr, atual treinador são-paulino e ex-profissional do Flamengo, é conhecido por realizar ótima gestão de grupo. Não há nenhum escândalo de que os jogadores do Mengão fossem cumprimentá-lo antes do começo da partida.

Entretanto, há de se ter bom senso em alguns momentos. Ontem, após uma péssima atuação, Gabigol (que não faz mais gol), terminado o jogo, foi até a sala de entrevistas coletiva do seu algoz, deu uma “olhadela” e mandou um beijo ao Dorival Jr.

  • Falta orientação ao atleta, foi um ato inocente ou alguma provocação?

Tendo o Maracanã lotado vaiando o Flamengo, sabedor que o seu treinador Sampaoli está “na corda-bamba” (até saiu antes do término do 1º tempo de campo, achando que havia acabado a etapa e precisou voltar), era o momento do jogador que é a esperança de gols (e que está devendo futebol) ir ao treinador adversário que foi vitorioso sobre a sua equipe?

A impressão que eu tenho é que Gabriel, nesse gesto, foi provocativo ao seu próprio comandante. Ele poderia ter dado um beijo pessoalmente em Dorival Jr num outro momento, não com torcedores e dirigentes com os nervos à flor da pele, pela derrota e péssima atuação…

Imagem, print de tela.

– Persuasão Financeira e o Burro de Ouro do Rei Felipe.

Avalie: Você se dobra ao Poder do Dinheiro?

E de um “burro carregado de ouro”?

Uma belíssima reflexão de Heródoto Barbeiro, sobre ‘Felipe, Rei da Macedônia’, compartilhada pelo Prof José Renato Santiago (extraído de: http://www.jrsantiago.com.br/barbeiro.html)

O texto remete: até onde a persuasão financeira modifica nosso comportamento?

O BURRO DE FELIPE

O rei da Macedônia, Felipe, aproveitou-se do enfraquecimento das cidades estado da Grécia, arruinadas por guerras imperialistas de dominação e iniciou um processo de conquista de toda a região. Com um bom exército, se considerava um grego, ainda que para estes, não passava de um bárbaro sem cultura. O fato é que uma a uma as cidades começaram a cair. Umas diante de um exército bem montado, outras simplesmente abriam as portas de suas muralhas para que Felipe entrasse com as suas tropas. Perguntado como conseguia essa façanha de conquistar uma cidade sem nenhum combate, Felipe respondeu que não havia cidade que resistisse a um burro carregado de ouro. O macedônio, se vivesse nos dias atuais provavelmente seria louvado com um exímio praticante da “real politik”. Ou seja acima das ideologias está a corrupção, capaz de fazer homens e mulheres traírem as suas convicções, e no caso em tela, até mesmo trair sua cidade entregando-a ao inimigo. Felipe sabia que com os bolsos cheios de ouro é possível mudar discursos, transformar inimigos em amigos e financiar falcatruas e até mesmo o assassinado dos resistentes.

Dobrar-se ao poder do dinheiro é uma fraqueza de todos os seres humanos e não de apenas alguns que estão no governo, dizem uns . Isto sempre acontece e sempre vai acontecer dirão outros. Quer no passado, quer no presente essa corrupção é paga pela população, uma vez que, parodiando Peter Drucker, não há corrupção grátis. Encher os bolsos faz com que velhos lutadores contra a plutocracia aristocrática se dobrem aos argumentos dos que querem se apropriar das terras, das riquezas ambientais do país e serem indultados pelos danos que já provocaram na natureza. É a aliança dos ex-capitães donatários, os velhos latifundiários travestidos de globalismo, com as transnacionais detentoras das tecnologias de sementes, agro tóxicos e dos preços nos mercados. As duas pontas do sistema se uniram em busca de negócios fantásticos, capazes de gerar recursos para alugar mentes e línguas e contratar as mais refinadas assessorias de burocratas incrustados no governo.

Pessoas, organizações, partidos, associações de toda ordem mudam de programa, de opinião, de convicção. Isto é próprio da evolução da sociedade humana. Alguém já disse só os imbecis não mudam. Porém há alguns princípios éticos e morais que sobrevivem às mudanças da conjuntura. Ser contra a privatização dos serviços públicos, como a telefonia, mudar de idéia, e depois privatizar os principais aeroportos do país, é aceitável, ainda que discutível. Aceitar propina para defender “special interests” é crime até mesmo nos países do centro do sistema. Na periferia é aceito como algo normal, e que não merece nenhum reparo. Tráfico de influência dá cadeia nos países de tradição democrática, no Brasil dá ministério, acesso aos restaurantes de luxo, as convenções nos resorts caríssimos, enfim, abre as portas para fazer parte do stablishment. Há portas e portas para a ascensão social sem que seja necessário sujar as mãos com negociatas ou adesão à interesses anti nacionais. O burro do Felipe está à solta, não há porta de gabinete que ele não tente entrar. Em alguns consegue.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Fora de campo, tem que ter bom comportamento…

Paquetá e Antony foram cortados da Seleção Brasileira. Ambos por questões ético-comportamentais.

Cá entre nós: não é mais cabível ter jogadores envolvidos em polêmicas negativas numa equipe (e até porque não são unanimidades…)

Paquetá, Antony, Magalhães… tema Premier League domina 1ª convocação de  Diniz na Seleção

Fotos: IconSport e Thaís Magalhães/CBF, extraída de: https://premierleaguebrasil.com.br/premier-league-selecao-diniz-paqueta/

– Uma verdade sobre Ética!

Olhe só: a transparência nas relações profissionais é fundamental para o desenvolvimento correto do trabalho.

Veja essa lição de gestão:

– Malzbier Infantil?

Pérolas da Internet: a Malzbier em 1925!

Uma cerveja que faz bem para a saúde, tratada como… Tônico?

Imagem extraída da Web.

 

– A habilidade é importante. Mas…

A habilidade, a competência e o talento são importantes. Mas… sem virtudes cidadãs, nada adianta.

Que tal refletir nessa mensagem, abaixo? Veja só:

– Criando as filhas para serem grandes mulheres!


Para quem é pai de meninas e quer ver suas princesas terem sucesso quando adultas, vale a pena ler esse texto do Linkedin, originalmente escrito no “Leiturinha”.

Extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/meninas-felizes-mulheres-seguras-10-coisas-que-você-pode-oliveira/

MENINAS FELIZES, MULHERES SEGURAS: 10 COISAS QUE VOCÊ PODE FAZER POR SUA FILHA

Por Ana Clara Oliveira

Aqui entre nós, ter um filho é uma responsabilidade e tanto! Ser inteiramente responsável por um pequeno ser humano, criando-o e educando-o, faz com que muitas pessoas reflitam sobre si mesmas e sobre seus próprios valores. Isso porque nós, adultos, temos um papel fundamental na criação de pequenos mais confiantes, empáticos, solidários, tolerantes, amorosos, justos e felizes! E, verdade seja dita, o mundo tem precisado cada vez mais disso, não é?

CRIANDO MENINAS MAIS CONFIANTES E FELIZES

Reforçar a autoestima das crianças e valorizar, acima de tudo, o amor e o respeito, colabora para que elas se tornem adultos melhores e, isso é imprescindível na criação tanto de meninos, quanto de meninas. No entanto, levando em consideração o mundo em que vivemos, com as imposições e pressões que existem sobre as mulheres, é interessante pensar como os pais podem colaborar para que nossas meninas cresçam mais fortes, seguras, independentes e realizadas!

A preocupação com o corpo, a relação com a vaidade e com a carreira profissional, a divisão das tarefas domésticas e os estereótipos que cercam a feminilidade, são questões que precisam ser trabalhadas, desde cedo, com as pequenas, com muita conversa, respeito e exemplo. Para Sarah Helena, psicóloga, curadora na Leiturinha e mãe da pequena Cecília de 1 ano, “quando nasce uma criança (ou melhor, antes mesmo disso), a família, seja ela quem e como for, precisa repensar e ter em mente quais valores, princípios e comportamentos que gostariam que fossem passados adiante e quais aqueles que não. Para criar meninas independentes e seguras, estes têm que ser valores estimados na família, principalmente entre as mulheres, já que elas são um exemplo para as pequenas. Além disso, há que se romper com muitos estereótipos que reproduzimos na sociedade, como padrão de beleza ou a divisão das tarefas domésticas, por exemplo, e seguir construindo as próprias referências do que é bom e ruim. Isso requer paciência, coragem e ousadia. Ser nós mesmas, de forma autêntica, é uma das lutas mais árduas a se enfrentar na vida.”.

10 COISAS QUE VOCÊ PODE FAZER POR SUA FILHA

Pensando nisso, elencamos algumas atitudes simples que podem contribuir para que sua pequena tenha uma relação melhor com ela mesma e com os outros, tornando-se uma mulher mais segura e feliz!

  1. Evite criticar o próprio corpo na frente da sua pequena

Muito gordo, muito magro, alto demais ou muito baixinho… A insatisfação com o corpo é algo comum entre homens e mulheres. Isso porque há um padrão de beleza que, vez ou outra, todos tentamos nos enquadrar. No entanto, se você se sente assim em relação ao seu corpo, é importante se atentar para não demonstrar essa insatisfação na frente da sua pequena. Se alimentar bem e praticar exercício físico é algo maravilhoso para a saúde e bem-estar de todos nós, mas evite dizer a sua pequena que ela deve fazer isso para ficar magra ou bonita. Cedo ou tarde ela já vai se deparar com esse padrão imposto às mulheres, mas com a sua ajuda ela pode entender que é bonita como é e que a aparência não é o que ela tem de mais importante!

  1. Elogie suas qualidades, para além da aparência

É muito comum elogiar as meninas e, mais tarde, as mulheres, dizendo o quanto são bonitas. Isso não é errado, mas elas são tão mais do que isso! São inteligentes, curiosas, carinhosas, engraçadas, dedicadas, corajosas… Que tal se atentar para variar um pouco nos elogios, mostrando para sua pequena que a aparência dela é apenas um detalhe entre as infinitas qualidades que a tornam uma pessoa incrível!

  1. Incentive a independência e a autonomia

É importante que, desde cedo, você incentive e mostre para sua pequena que ela pode fazer suas coisas e se realizar sozinha. Não que ela não precise de outras pessoas, mas entender que ela é autônoma, independente e forte o suficiente para alcançar sua própria felicidade e sucesso, será muito importante para que ela cresça mais confiante e segura!

  1. Respeite suas escolhas

Se ela prefere o judô ao balé, a bicicleta ao patinete, as bonecas aos carrinhos, os super-heróis às princesas, o basquete ao futebol, a matemática ao português… Ou qual seja seus gostos e preferências, é fundamental que ela possa contar com você para apoiá-la e incentivá-la a dar o seu melhor em qualquer que seja sua escolha! Optar por isso ou aquilo não a tornará melhor ou pior, nem mais ou menos feminina.

  1. Mãe, seja uma pessoa completa

A maternidade é algo maravilhoso, mas ao se tornar mãe, a mulher não se limita a esse papel. Ela continua tendo seus gostos, suas escolhas, seus hobbies, suas vontades e seus sonhos. É importante que você, mãe, mostre para sua filha que você é uma pessoa completa, com todos os erros, acertos e ambições que isso possa significar. Isso fará com que ela cresça sabendo que ser mãe não elimina sua personalidade ou seus desejos enquanto pessoa.

  1. Evite super expor sua pequena a mídias que reforcem os padrões de beleza

Situações que reforçam padrões de beleza estão presentes nos mais variados contextos e parece quase impossível esquivar-se deles. Quando isso acontecer, converse com sua filha para que ela reflita sobre os padrões apresentados e a realidade de mulheres com quem ela convive ou vê na rua. Também cuide para que sua pequena esteja cercada de boas referências e representatividade, assim, ela não vai sofrer tentando se enquadrar em algo que ela não é, mantendo uma relação melhor e mais saudável com o próprio corpo.

  1. Priorize o conforto quando for escolher suas roupas

Na ala de roupas infantis femininas é comum vermos mini roupas de adultos, com muito brilho e muito cor-de-rosa, mas nem sempre tanto conforto. É importante que sua pequena sinta-se bem no que está vestindo, para poder correr e brincar livremente, como qualquer criança. Tome cuidado para não priorizar a roupa “mais bonita” que, talvez não permita que sua filha se movimente de maneira confortável e livre.

As crianças precisam aprender a brincar sem brinquedo também!

  1. Ensine-a a dizer não

Conhecer e respeitar seus limites é fundamental para uma vida mais equilibrada e feliz. Muitas mulheres se sobrecarregam na missão de cuidar de tudo e de todos sozinhas, aceitando mais do que seu corpo e sua mente suportam, ou ainda se submetendo a situações que não condizem com seus valores e vontades por medo de dizer não. Ensine sua pequena sobre responsabilidade e compromisso, mas deixe claro que ela não é obrigada a fazer o que não quer, que ela pode verbalizar suas vontades e limites e que eles precisam ser respeitados.

Mãe, você não precisa dar conta de tudo sozinha

  1. Divida as tarefas de casa de maneira justa

As crianças podem e devem ajudar nas tarefas domésticas, pois isso colabora para que desenvolvam o senso de independência, responsabilidade e respeito. Isso serve para os meninos e para as meninas. Portanto, é importante que os pais dividam as tarefas igualmente, levando em consideração a idade, claro, mas não o sexo dos filhos. Todos podem colaborar para que o lar fique mais organizado e agradável, afinal, todos vivem nele!

  1. Deixe-a perceber o quanto é especial

Enfim, o importante é que sua pequena entenda, desde cedo, o seu valor e o quanto ela é uma pessoa especial, com todas as suas qualidades e defeitos. A autoestima é algo construído dia a dia e você pode colaborar – e muito – para que ela cresça e se torne uma mulher mais confiante, segura e realizada. Isso, com certeza, irá contribuir para que ela se relacione melhor consigo mesma, tendo uma postura mais sensível, empática e gentil com as pessoas que a cercam.

(Publicado originalmente no Blog Leiturinha.)

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Imagem: Arquivo pessoal.

– O Valor da Ética, num interessante conto:

O matemático árabe e o valor da ética!

Abaixo na imagem:

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– O que fazer com os haters e “bobões” mal educados na Internet?

A Web é um ambiente democrático. Cabe tudo, lê-se tudo e encontra-se de tudo (de bom ou de ruim). Em 2015, vendo pessoas que usavam esse espaço com falta de educação e destilavam ódio, fazendo mal uso da Internet, o sociólogo e filósofo italiano Umberto Eco disse que “as Redes Sociais deram voz a uma legião de imbecis”.

Não dá para discordar que muitos idiotas causam males aos outros através delas. Cyberbullying, Fake News e Manifestações Contrárias aos Valores Éticos habitam no cotidiano de haters e afins.

O que fazer? Censurar? Calar? Expulsar da Web?

Não. Talvez a melhor solução seja, pela própria educação que recebemos, deixar falar, responder respeitosamente ou ignorá-los. Ter paciência e nunca retribuir com ofensas à eles.

Talvez essa imagem, abaixo, seja pertinente:

– O Etarismo na Educação e nas Corporações.

Uma das formas atuais de discriminação é o Etarismo. No mundo corporativo (e até no educacional), isso precisa ser debatido.

Um texto muito bom sobre o assunto, abaixo:

(Extraído de: https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/trabalho-e-formacao/2023/07/5108285-romper-o-etarismo-passa-por-ocupar-espaco-na-educacao.html)

ROMPER O ETARISMO PASSA POR OCUPAR ESPAÇO COM A EDUCAÇÃO

66% dos profissionais nascidos entre 1960 até 1979 sentem que os mais novos duvidam de seu profissionalismo. Mas os 60+ estão cada vez mais produtivos

Por Maria Filomena Brandão

O termo etarismo nunca esteve sendo tão em pauta. Episódios mais recentes vão desde momentos de glória, quando vibramos com a sexagenária Michelle Yeoh ganhadora do Oscar, ao fazer um discurso inspirador antietarista, até momentos de indignação com o preconceito contra uma estudante de 45 anos. E que bom.

Como pedagoga e psicanalista, com profundo respeito pelos meus 62 anos, me esperanço ao ver um tema como esse sendo varrido para fora do tapete. Acredito que tudo que levanta debate gera crescimento, novas oportunidades e leituras para a nossa visão de mundo. Finalmente estamos popularizando um termo que, segundo a Academia Brasileira de Letras, trata da ‘discriminação e preconceito baseados na idade, geralmente das gerações mais novas em relação às mais velhas’.

É claro o etarismo permeia a nossa cultura faz muito tempo. No mercado de trabalho ele aparece com certa frequência. A última versão da Global Learner Survey, pesquisa realizada pela Pearson com a Morning Consult em 2022, mostrou ao ouvir 6 mil mulheres em diferentes países, Estados Unidos, Reino Unido, Brasil, México e índia. Nela, 74% das mulheres afirmaram que a discriminação ainda é um ponto forte na hora de participar de processos seletivos. Já 65% acreditam que o preconceito em relação a idade deve ser combatido.

A pesquisa do site de empregos Infojobs vai ao encontro dessa estatística ao mostrar que 66% dos profissionais da geração X (nascidos entre meados da década de 1960 até 1979) sentem que os mais novos duvidam de seu profissionalismo. O preconceito baseado na idade está inserido no discurso da maioria dos empregadores, acionando os mais variados tipos de opressão, desrespeito e desvalorização das soft e hard skills do idoso. Acontece em qualquer segmento, biografia e currículo das vítimas. A popstar Madonna acaba de ser vítima do etarismo no Grammy por sua aparência. A influenciadora Sandy já se disse ‘velha pra ser jovem’. E ela só tem 40 anos.

De acordo com o último relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), até 2050 o número de pessoas com mais de 60 anos irá duplicar no mundo e triplicar no Brasil. Mas o que, para muitos, pode ser um momento de decadência, eu costumo enxergar como vida, tempo de criar e, mais do que nunca, de aprender! Os 60 estão cada vez mais produtivos e ávidos por conhecimento. E em um mundo em constante transformação, aprender é ao longo de toda a vida mesmo. As possibilidades são infinitas – inclusive de estudar um novo idioma, seja para viajar a passeio, realizar um intercâmbio ou aprender a tão sonhada cultura que ainda não teve chance.

Segundo a Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), os viajantes com mais de 65 anos representam cerca de 15% das vendas dos pacotes turísticos vendidos no Brasil para destinos nacionais e internacionais. O aumento da expectativa de vida e a estabilidade financeira tardia podem estar entre as razões pelas quais muitos deixem para realizar seus sonhos mais tarde. Estudar outra língua é uma delas.

Acompanho com entusiasmo os mais velhos retornando à sala de aula nas universidades, aos cursos técnicos, aos supletivos, cursos de inglês, sendo autodidatas e quebrando preconceitos. É importante não ter medo de experimentar, de mexer no desconhecido e encarar o novo com naturalidade. A geração 40 foi educada em um tempo em que errar era proibido, sendo que o processo de aprendizagem passa pela tentativa e erro.

Ocupar espaços da educação por alunos da terceira idade é fundamental para combater o etarismo e construir uma sociedade mais justa. Espero, sinceramente, não precisar afirmar o óbvio: que somos plenamente capazes de nos desenvolver em qualquer etapa da vida. O etarismo precisa sim ser discutido e que nossas respostas tragam novas oportunidades para quem se sentia abandonado pela vitalidade e colágeno de outrora. Podemos tudo e queremos mais. Why not?

*É pedagoga, psicanalista, psicóloga e Bacharel em Direito, Mestre em Educação e doutora em Psicologia. Já atuou no Ensino Básico e em universidades e atualmente é Gerente Pedagógica na área de Governo da Pearson.

. -  (crédito: Caio Gomez)

Crédito da Arte: Caio Gomez.

– As Fraudes das Bombas de Gasolina continuam Brasil afora.

Texto de 5 anos, mas um golpe atual:

Embora para muitos (como mostra a matéria abaixo do UOL) o golpe em alguns postos de combustíveis seja novo, não é. É o mesmo engodo de 1 litro contendo “900ml”, chamado de “bomba baixa”; só que ao invés do golpe ser por regulagem manual, é por via eletrônica.

Fique atento! Abasteça somente em postos de sua confiança!

Extraído de:

https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2017/07/09/fraude-em-bomba-de-posto-e-quase-impossivel-de-notar-veja-dicas-de-frentistas-ao-consumidor.htm?utm_content=geral&utm_campaign=twt-noticias&utm_source=t.com&utm_medium=social

NOVA FRAUDE EM BOMBA DE GASOLINA É DIFÍCIL DE NOTAR; FRENTISTAS DÃO DICAS CONTRA GOLPES

O caso recente de um cliente que foi vítima de fraude é lembrado por dois frentistas que trabalham na marginal Tietê, em São Paulo, como exemplo da facilidade para enganar o consumidor. Wallace Alan e Jefferson Silva são funcionários de um posto atualmente sem bandeira, próximo à ponte da Casa Verde (zona norte da capital), e contam o que viram há cerca de uma semana.

“O motorista chegou aqui e pediu para pôr R$ 50 em etanol. Só que ele tinha acabado de colocar R$ 70 em outro posto, que fica bem pertinho”, diz Alan, 23. “Ele quase encheu o tanque lá, mas desconfiou que abasteceram com menos combustível do que pagou, e aí pediu para eu completar.”

Como o tanque do carro era pequeno, em torno de 45 litros –ou R$ 90– seria o máximo da capacidade.

Eu disse para ele: não vai caber mais R$ 50, o tanque deve estar quase cheio“, afirma Alan.

Mas o cliente estava certo. O posto anterior havia cobrado por uma quantidade e entregado bem menos.

Se quiser, o funcionário consegue ser desonesto [sem que percebam]“, diz Silva, 23. “Por isso, a gente sempre pede para o motorista descer do carro e acompanhar o que está acontecendo na bomba, do nosso lado. Assim a gente evita problema também.”

A reportagem do UOL conversou com frentistas em seis postos de combustíveis no centro, na zona norte e na zona oeste de São Paulo sobre um tipo de engodo difícil de perceber e que está cada vez mais comum: a fraude tecnológica.

O golpe funciona assim: com um chip instalado dentro da bomba, é possível interferir no funcionamento da placa eletrônica e alterar a contagem que aparece no visor. O comando é feito à distância, por controle remoto ou aplicativo de celular. Ao comprar 20 litros, por exemplo, o cliente recebe apenas 18 litros, sem notar que foi ludibriado.

De acordo com informações do Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas), entre agosto de 2016 e maio de 2017, 55 postos no Estado foram flagrados nesse tipo de infração –45 na capital e 10 no interior. A fiscalização não identificou um padrão comum aos estabelecimentos com bombas adulteradas, então é preciso desconfiar de qualquer um.

O superintendente do órgão fiscalizador, Guaracy Fontes Monteiro Filho, explica que, na média, o motorista é lesado facilmente porque é quase impossível reparar na diferença de volume.

“Nós estamos constatando de 10% a 12% de fraude em cima do consumidor. De 20 litros abastecidos, ele perde 2 litros. De 40 litros, ele perde 4 ou 5 litros, mais ou menos”

Monteiro diz que, para mexer na bomba, além de violar o lacre de segurança colocado pelos fiscais, é preciso entender de tecnologia e de como o equipamento funciona. Por isso a suspeita é que uma quadrilha especializada esteja oferecendo o serviço aos donos de postos. Não somente em São Paulo, como também em outros Estados pelo país.

De acordo com Monteiro Filho, um posto de porte médio em São Paulo vende, por mês, em torno de 300 mil litros de combustíveis. Se deixar de entregar de 10% a 12% disso, abocanha R$ 100 mil por mês.

Geralmente, ele conclui, funcionários de confiança estão envolvidos no esquema, pois alguém no local fica encarregado de acionar ou desligar o mecanismo que regula a quantidade de combustível. A seguir, veja algumas dicas para tentar evitar o golpe.

* Duvide de preços muito abaixo da média

Esta é a dica do Ipem-SP para evitar cair no golpe. Promoções muito atraentes podem funcionar de isca. Nos postos visitados pela reportagem, o preço do litro do etanol variava entre R$ 1,95 e R$ 2,07; o da gasolina comum, entre R$, 2,95 e R$ 3,17.

* Fique atento ao visor da bomba

Para o frentista Jefferson Silva, pode parecer bobagem, mas é importante acompanhar a quantidade e o valor que a bomba está indicando. “Se o marcador de combustível, no painel do carro, estiver funcionando direito, você consegue ter uma ideia de quantos litros foram colocados e de quanto ainda falta.”

* Saiba qual é a autonomia do seu veículo

Outra dica para evitar cair em golpe é conhecer a autonomia do carro, ou seja, a média de quilômetros rodados por litro de combustível. Desta forma, observando a distância já percorrida, dá para fazer a conta de quantos litros foram consumidos e, portanto, quantos faltam para encher o tanque.

É importante saber o volume total do tanque, já que o número muda conforme o modelo do carro e o fabricante.

* Verifique se a bomba funciona direito

Todo posto de combustível deve ter à disposição do cliente um balde aferidor: trata-se de um galão de metal graduado e inspecionado pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) que pode ser usado para medir se está correta a quantidade que sai da bomba.

O motorista pode pedir para fazer o teste: o frentista coloca 20 litros de combustível neste galão e a marca deve bater com o número de litros.

* Abasteça sempre no mesmo posto

“Passe em frente e veja como está o movimento”, diz o frentista Oseias Lopes, 37, que trabalha há dois anos em um posto no bairro do Limão (zona norte).

* Abasteça em um posto bem movimentado

“Se estiver sempre cheio, pode ser sinal de que tem confiança, ética com o cliente”, opina o frentista Oseias Lopes.

Assim como os outros frentistas ouvidos pela reportagem, Lopes afirma que já soube de fraudes com chip na bomba, mas que nunca viu de perto nem participou de adulterações no equipamento.

“Se você achar um posto em que confia, continue com ele”, sugere.

* Em caso de suspeita, denuncie

Para denunciar irregularidades como lacre da bomba adulterado ou quebrado, fraude na quantidade entregue ao cliente e mau funcionamento da bomba, o consumidor deve ligar para 0800 013 0522 (ligação gratuita).

A ANP (Agência Nacional de Petróleo) recebe ligações gratuitas no número 0800 970 0267 para denúncias sobre adulteração de combustível.

Sofisticação quase invisível

O Estado de São Paulo tem cerca de 9.000 postos de combustíveis. Em muitos casos, é por meio de denúncias que a fiscalização chega aos criminosos.

Por conta da sofisticação na fraude tecnológica, a adulteração da bomba só é notada quando ela é aberta e vasculhada minuciosamente, um trabalho que pode levar até uma hora por equipamento.

“Na fiscalização de rotina, o Ipem não pega esse tipo de fraude. Tem que abrir a bomba, deslacrar, olhar para ver se encontra o chip. Porque, geralmente, quando o fiscal chega ao posto, a fraude já está desligada”, afirma o superintendente Monteiro.

Até um ano atrás, de todas as denúncias feitas ao Ipem-SP que levavam à fiscalização da bomba, entre 7% e 8% resultavam em constatação de crime.

A partir do segundo semestre de 2016, com o aumento do rigor nas operações para esse tipo de desvio de combustível, o acerto fica entre 15% e 20% das denúncias.

O Estado de São Paulo é o que mais registra esse tipo de fraude no país, mas é também o que possui mais capacidade de identificar a instalação de chips nas bombas. Um laboratório de treinamento foi criado no Ipem paulista para preparar fiscais de outros lugares.

Uma lei estadual de maio deste ano determina a cassação da inscrição no ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) do posto que for flagrado adulterando o volume do produto. Os donos do estabelecimento, pessoas físicas ou jurídicas, ficam impedidos de trabalhar no mesmo ramo de atividade, mesmo que em outro endereço, pelo prazo de cinco anos.

“SEPARAR O JOIO DO TRIGO”

A Fecombustíveis (Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes), que representa 34 sindicatos ligados a 41 mil postos de combustíveis no país, diz que os “maus empresários” envolvidos em fraudes são minoria e representam, na realidade, uma concorrência desleal neste mercado.

O presidente da entidade, Paulo Miranda Soares, afirma que punições mais rigorosas para os casos de adulteração de quantidade, como prevê a recente lei paulista, podem ajudar a inibir crimes desse tipo.

“Nós achamos que a nova lei será muito eficiente para isso, mas ela vai depender da disposição das autoridades. Se não fiscaliza, não adianta nada. Tem que ter uma fiscalização mais assídua dos órgãos responsáveis, para aí separar o joio do trigo”, diz.

De acordo com Soares, as bombas fraudadas atingem 1% do mercado nacional –com 160 mil equipamentos em operação–, enquanto as irregularidades em geral representam 3% desse total, o que ele considera um índice “tolerável”.

Equipamentos menos suscetíveis a manipulações são uma aposta para reduzir problemas como sonegação fiscal e adulteração do produto e da quantidade vendida.

O setor mantém conversas com duas das principais fabricantes de bombas de combustíveis: a norte-americana Wayne, que tem uma unidade no Rio de Janeiro, e a Gilbarco Veeder-Root, com fábrica em São Paulo. A ideia, segundo Soares, é desenvolver bombas com “caixa-preta”, registrando tudo o que acontece no equipamento, sempre com auxílio do Inmetro, para 2018.

“Nesta crise que o país está vivendo, nós percebemos um aumento desse tipo de fraude. É um tipo de fraude mais difícil de pegar, mas, na hora em que você pega, você tem mais provas, ilícitos comprovados”, avalia.

ALTA NA REPROVAÇÃO DAS BOMBAS

No Estado de São Paulo, as fraudes ocorrem com mais frequência na capital e em sua região metropolitana, segundo informações do Ipem-SP.

Nos últimos dois anos, o número de postos fiscalizados na cidade teve uma leve redução, passando de 2.360 por ano, em média, entre 2011 e 2014, para 2.144 postos em 2015 e 2.009 postos em 2016.

A quantidade de bombas verificadas, no entanto, aumentou, chegando a quase 28 mil unidades no ano passado. Eram 25 mil em 2011.

Já a proporção de equipamentos reprovados entre todas as bombas verificadas, que vinha caindo ano a ano –de 5,86% em 2011 para 3,09% em 2015–, voltou a subir em 2016, quando 4,5% das bombas avaliadas foram reprovadas.

Em 2017, entre janeiro e maio, foram fiscalizados 1.224 postos, com reprovação de 5,6% das 17.450 bombas verificadas.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, informar para crédito na imagem.

– E as embalagens encolheram…

Não se deve fazer isso! Reduzir o tamanho das embalagens e não reduzir proporcionalmente o preço, é uma das formas mais sacanas que se pode utilizar para ludibriar o consumidor.

Neste quadro da Revista Isto É (link em: https://istoe.com.br/as-embalagens-encolheram/), dá para se ter uma noção prefeita dessa atitude:

– O seu Curriculum Vitæ é verdadeiro?

Vejam só: a Revista Exame trouxe uma matéria bacana sobre bobagens colocadas nos currucula vitae em busca de emprego. São exemplos a se evitar e dicas para uma boa elaboração. Vale a pena dar uma olhada!

Extraído de: http://exame.abril.com.br/carreira/guia-do-curriculo/noticias/as-gafes-mais-absurdas-ja-cometidas-no-curriculo?page=1

AS GAFES MAIS COMETIDAS EM CURRICULUM

Estudante envia foto de Nicolas Cage em vez de currículo para recrutador e vira celebridade na web; veja outros vexames memoráveis no currículo, segundo o Career Builder

por Talita Abrantes

Lembra da Luiza que estava no Canadá? Pois exatamente no Canadá, uma estudante ganhou o status de celebridade instantânea das redes sociais – exatamente como a brasileira há alguns meses atrás. Mas por um motivo que faria qualquer um corar de vergonha em frente ao headhunter.

Em vez de encaminhar seu currículo por e-mail para o recrutador, Vanessa Hodja anexou uma foto (para lá de bizarra) do ator Nicholas Cage. O recrutador a avisou.

Ela publicou a seguinte mensagem (em letras maiúsculas e com um print do e-mail) em  seu perfil noTumblr: “Jesus Cristo, acidentalmente, eu enviei para meu potencial futuro chefe uma foto do Nic Cage…”.

Não deu outra. Em instantes, a imagem circulou pela internet e Vanessa virou exemplo para uma porção de candidatos desatentos nos Estados Unidos.

Mas ela não é a única. Pesquisa da Career Builder, divulgada hoje, mostra que Vanessa não está sozinha quando o assunto é “mico” na hora de enviar ou escrever um currículo.

O site americano especializado em carreira pediu que recrutadores americanos contassem quais foram os erros mais bizarros que já presenciaram quando o assunto é currículo.

AS MAIS MEMORÁVEIS

1 – O candidato chamou a si mesmo de gênio no currículo e convidou o recrutador para entrevistá-lo em seu próprio apartamento.

2 – Em um processo de seleção para um emprego na Antártida, um dos candidatos afirmou que era capaz de falar “antarticano”, fluentemente.

3 – Para deixar o currículo mais charmoso, um candidato não pestanejou em decorá-lo com uma série de pequenos coelhos cor de rosa.

4 – Um candidato afirmou que seu currículo foi criado para ser “cantado ao som de ‘The Brady Bunch’”, uma série musical exibida na televisão americana nas décadas de 60 e 70. No Brasil, o programa ficou conhecido como “A família Sol-Lá-Si-Dó”.

5 – Durante o processo de seleção para uma vaga de gestão, um dos candidatos listou “caçador de jacarés” como uma habilidade em seu currículo.

OS ERROS MAIS COMUNS

Você, provavelmente, sentiu muita vergonha alheia ao ler a lista das gafes mais memoráveis. Mas, acredite, mesmo com bom senso, muita gente pode perder a oportunidade de emprego por deslizes, aparentemente, inofensivos.

Para se ter uma ideia, de acordo com a pesquisa do Career Builder, 61% dos recrutadores afirmam que desclassificam um candidato que envia um currículo com erros gramaticais ou, pasmem, de digitação. Confira o ranking de erros que podem tirar você do processo seletivo:

1 – Erros gramaticais e de digitação
2 – Copiar frases prontas do anúncio de emprego
3 – Enviar o currículo com um e-mail inapropriado. (Exemplo: gatinha65@xxx.com)
4 – Não listar suas principais habilidades
5 – O currículo ter mais do que duas páginas
6 – Enviar um currículo impresso em um papel decorativo.
7 – Na hora de descrever sua experiência, focar mais nas tarefas do que nos resultados que entregou em cada função.
8 – Enviar uma foto junto com o currículo
9 – Ser prolixo e escrever grandes blocos de textos

Curriculum vitae (currículo): como fazer, estrutura - Brasil Escola

Imagem extraída de:  http://exame.abril.com.br/carreira/guia-do-curriculo/noticias/as-gafes-mais-absurdas-ja-cometidas-no-curriculo?page=1

– A Venda de Trabalhos Acadêmicos.

Não é novidade que infelizmente muitos alunos compram trabalhos universitários. Mas o que estarrece é o tamanho desta criminosa indústria dos TCCs, Dissertações e Teses.

Nesta matéria (de redação antiga mas conteúdo atual), se tem a ideia do tamanho deste problema…

Compartilho, extraído do site “Educar para Crescer”: http://educarparacrescer.abril.uol.com.br/comportamento/comercio-trabalhos-universitarios-475098.shtml

ALUNOS NOTA R$ 10,00.

Oito anos depois, a jornalista ainda sorri aliviada ao lembrar da tarde em que deixou seu trabalho de conclusão de curso na secretaria da faculdade. “Não via a hora de entregar a monografia. Primeiro, foram 5 meses de sofrimento tentando fazer aquele troço. Depois, um mês com medo de que o cara que eu paguei para escrever não me entregasse”, diz ela. “Nem me lembro da nota. Só queria me formar.”

De lá pra cá, as coisas mudaram. Em 2001, a jornalista do parágrafo acima (que, por motivos óbvios, pediu anonimato) entregou sua graduação nas mãos de um sujeito que havia posto um disfarçado anúncio de “digitação de monografia” – “e ele nem sabia as regras da ABNT”, recorda ela. Hoje, o aluno sem escrúpulos e com dinheiro no bolso tem a seu dispor dezenas de portais profissionais, com ofertas escancaradas (“Delivery. Sua tese ou trabalho pronto em 96 horas”) e variadas formas de pagamento. Além de universalizar o acesso ao serviço, a internet também globalizou a produção: tem americanos encomendando artigos que serão escritos por indianos.

Desde a virada do século, quando começaram a surgir denúncias contra esse tipo de site, o Ministério da Educação costuma reforçar que a responsabilidade é das faculdades, que deveriam criar ferramentas para detectar esse tipo de fraude. Enquanto isso, no maior site do setor, uma animação faz surgir uma apresentadora se gabando: “Desde 2000, já atendemos mais de 36 mil alunos, com sucesso em 97% dos casos”.

Afinal, pagar para que alguém escreva seu trabalho da faculdade é antiético, mas não é crime. Mas, se o cliente sempre tem razão, o aluno não. Se um professor atento identifica um falso autor, a punição pode ir de uma nota 0 até uma expulsão. Infelizmente, poucos parecem capazes ou dispostos a tanto. Na verdade, ser pego depende principalmente do aluno: há quem não se dê ao trabalho de ler o que comprou, e roda na banca examinadora. Aliás, aliar falta de escrúpulos com preguiça não parece ser muito raro.

PAGANDO E PASSANDO

Na monografia que foi enviada, a parte de gestão da qualidade é muito complexa, de um nível muito elevado. Então, gostaria de pedir que fosse feita uma revisão. Não será preciso fazer novamente: só torná-la mais simples e de fácil entendimento. No máximo, 5 páginas. Aguardo retorno.” Com alguns cortes e várias correções, esse é um e-mail que uma estudante de administração enviou a um site de monografias prontas. Como se vê, capricharam demais na encomenda, obrigando a cliente a requisitar uma piorada no “seu” trabalho de conclusão de curso, deixando-o assim mais de acordo com sua suposta capacidade.

Esse tipo de pedido é comum. Afinal de contas, é de imaginar que alguém que compra um texto que deveria ter escrito não tem muito jogo de cintura para fingir ter feito um trabalho muito bom, ou simplesmente não está disposto a estudar para entender o que seu ghost-writer quis dizer. “Na verdade, a maioria dos clientes é simplesmente idiota”, diz o escritor americano Nick Mamatas (sim, o nome é real), que durante anos viveu de escrever trabalhos acadêmicos para outros. “Eles não deveriam estar na faculdade. Eles precisam comprar trabalhos prontos porque eles basicamente não entendem o que é uma monografia, muito menos o que os professores pedem que seja feito nela”, diz Nick, que ficou conhecido ao publicar na rede um artigo detalhando suas atividades. Segundo ele, existem outros dois perfis secundários de clientes: bons alunos que, vítimas das circunstâncias, não conseguiram fazer algum trabalho específico, e estrangeiros que não dominam o idioma do país em que estão e precisam de uma mão na tradução.

Para uma advogada que há dois anos faz trabalhos por encomenda no interior de São Paulo, o problema é maior porque o mercado acaba obrigando profissionais sem interesse ou talento para a pesquisa acadêmica a buscar um título de pós-graduado, mestre, doutorações. “São pessoas que não querem aprender nada, mas precisam daquele diploma. Para eles, encomendar um trabalho é driblar um incômodo, os fins justificam os meios.”

OMBRO AMIGO

“A confiança é peça fundamental das relações. Oferecemos toda a segurança para nossos clientes. Assim sendo, estamos habilitados para o cumprimento e a correspondência de toda confiança depositada em nossas mãos.” Parece anúncio de banco, mas é de um portal de trabalhos prontos. Espertamente, eles se vendem como amigos (“ajudamos você a fazer seu sonho acontecer”) e colocam os clientes como vítimas, que “encontram-se em um período atribulado de sua vida”.

Além de um ombro amigo e do sigilo, outra característica fundamental oferecida pelos sites é o “certificado Google-free”: caso alguém encasquete com o texto recebido, não vai encontrar na rede nada semelhante – é um trabalho original. Pagando um extra, também se consegue um “seguro-DDD”: aquela empresa se compromete a não vender aquele trabalho para universidades da mesma região. Ah, claro: todos dizem contar com um time de especialistas.

Uma vez aceitas as condições, chega a hora de fazer o orçamento. A média para um trabalho de graduação antigo é R$ 4 por página, e um novo, customizado, fica em R$ 7. Pós, doutorado e mestrado são gradualmente mais caros. Aí é só passar no caixa: todos operam com depósitos em conta dos maiores bancos, cartão de crédito e até boleto bancário.

AUTO-ENGANO

Diante dessa máfia globalizada e escancarada, argumentos éticos parecem não estar fazendo efeito. Professores mais espertos já estão vacinados contra mecanismos de busca, mas é difícil identificar encomendas feitas sob medida. Melhorar os exames orais é um caminho, mas isso só pegaria os desleixados que não leram direito o que pagaram.

Nessa situação, o aluno que busca a sensação de dever cumprido com o dever comprado fica se achando o malandrão. Mas pode se dar mal: uma graduação sem méritos pode até colocar alguém em um emprego bom, mas não segura a pessoa lá, principalmente se envolver o dia-a-dia da profissão. Uma lição grátis: pagar para resolver problemas no presente pode comprometer o futuro.

 ABNT: normas para trabalhos acadêmicos - Estudo Prático

Imagem: Reprodução da Internet, extraída de: https://www.estudopratico.com.br/abnt-normas-para-trabalhos-academicos/

– Ética, Moral, Razão e Fé: a combinação que fomenta a sociedade civilizada

De 2017, mas extremamente atual tal importante tema… Abaixo:

Arnaldo Niskier, presidente do CIEE e membro da Academia Brasileira de Letras, escreveu um excepcional artigo sobre Ética, Moral, Razão e Fé. Nele, o autor fala sobre a importância da religião para preencher lacunas morais e conceitos éticos contraditórios.

Me chamou a atenção uma frase importante:

Não pode haver desarmonia [entre religião e ciência] se o Deus que infunde a fé é também quem dota o homem com a luz da razão”.

Impossível não recordar do Papa João Paulo II:

Fé e Razão são duas asas que nos elevam para o Céu.

Abaixo, extraído da Folha de São Paulo, ed 06/06/2016, pg 2, em “Opinião”.

A ÉTICA É NECESSÁRIA

Há um crescente número de especialistas, nos campos da psicologia, da biologia evolutiva, da teologia, da moral, que robustecem a consciência de uma ética global, mediante estudos, análises históricas, diagnósticos sociopolíticos. Responsáveis por todos os setores da sociedade estão preocupados com a sobrevivência da humanidade.

Fé e razão são conhecimentos distintos, explicáveis um pelo outro. E ainda que a fé seja colocada acima da razão, não pode haver desarmonia se o Deus que infunde os mistérios da fé é também quem dota o homem com a luz da razão.

Dados da organização Population Reference Bureau, especializada em estudos demográficos, estimam que 7,5 bilhões de pessoas habitam o planeta. Por sua vez, o número de religiosos chega a 6,8 bilhões, segundo pesquisas.

A diferença é explicada pela existência de grande número de ateus e agnósticos. É certo que, hoje, todas as religiões ocidentais se acham radicalmente confrontadas com o problema da secularização, por uma sociedade mundana, o que não implica ausência de uma nova espiritualidade.

Cada ato individual tem uma influência coletiva. O otimismo nunca é uma meta, e, sim, uma atitude em relação à vida. Somos exemplos uns para os outros e é preciso assumir essa responsabilidade.

Por isso, seja ao ler notícias no jornal ou ao vivenciar as chamadas microcorrupções do dia a dia, não podemos perder a capacidade de nos indignar, deixar que isso tudo passe como normal ou comum. Indignar-se não será possível, porém, se não abrirmos os olhos para identificar quais as questões éticas envolvidas em cada caso.

Sem dominá-las, continuaremos parados no mesmo lugar. O desconhecimento é parte da crise. Para o rabino Skorka, “a única defesa para que o povo não permita uma liderança nefasta é a educação.”

O papa Francisco chamou os judeus de “irmãos maiores na fé”, repetindo as palavras de João Paulo 2º. Condenou todas as formas de antissemitismo e recordou os 6 milhões de judeus mortos no Holocausto, citando nominalmente um sobrevivente de Auschwitz, quando visitou, há pouco, a Grande Sinagoga de Roma.

Francisco pronunciou em italiano a bênção sacerdotal: “O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o Seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti e te dê paz”. Segundo a tradição judaica, um ato repetido três vezes se torna chazaká, um costume fixo.

Esse é o sinal de uma nova era, um evento que irradia para todo o mundo uma mensagem benéfica e se opõe à invasão e à prepotência da violência religiosa.

Foto: Pixabay

– A fraude das Lojas Americanas e a impunidade.

O quanto as ações das Lojas Americanas despencaram depois da descoberta de maquiagens fiscais e outras fraudes… Quantos prejuízos causaram e quantos engodos deram.

Claro, a situação é ruim e recentemente a própria empresa reconheceu o golpe. Mas, de inocente, não tem nada.

Compartilho: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/andre-roncaglia/2023/06/a-fraude-nada-inocente-nas-lojas-americanas.shtml

A FRAUDE NADA INOCENTE NAS LOJAS AMERICANAS

Como qualquer instituição humana, governança empresarial está sujeita a erros e manipulação oportunista

Por André Roncaglia

As pedras do cais já sabiam que o caso Americanas foi a maior fraude corporativa já registrada no Brasil. O esqueleto financeiro exumado chega perto de R$ 50 bilhões.

Em seu livro “Double Entry” (Partidas dobradas: como os mercadores de Veneza criaram as finanças modernas), Jane Gleeson-White conta como o método veneziano de gestão comercial —codificado em 1494 pelo frade florentino Luca Pacioli— liberou as forças produtivas do capitalismo, mas também alavancou as fraudes e manipulações. É difícil, portanto, dissociar o avanço do capitalismo da corrupção corporativa.

Adam Smith já desconfiava das sociedades anônimas por separarem propriedade e gestão. No celebrado livro “A Riqueza das Nações”, Smith destacava a “negligência e exuberância” que prevaleciam na gestão destas empresas.

Segundo ele, tais custos de agência cresceriam em linha com a expansão do poder de mercado das grandes corporações. A desconfiança de Smith tinha fundamento.

A governança corporativa se desenvolveu no século 20 para mitigar tais custos, por meio de maior transparência e a definição de incentivos que alinhassem os interesses de gestores e acionistas e, mais tarde, destes com a sociedade.

Como qualquer instituição humana, a governança empresarial está sujeita a erros de desenho e à manipulação oportunista. Apesar dos avanços, o resultado geral está longe de satisfatório.

Estudo recente de Dyck, Morse e Zingales (2023) sugere que, apesar de ser disseminada a prática de fraudes corporativas, apenas um terço delas é descoberto; e mais: cerca de 40% das empresas com capital em bolsa cometem violações contábeis sistematicamente, destruindo 1,6% de seu valor de mercado a cada ano —US$ 830 bilhões (R$ 4 trilhões) em 2021.

O estudo se baseia nos EUA, em que há mais transparência e controle. No Brasil, suspeito que o problema seja ainda maior.

Folha Mercado

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O órgão responsável por supervisionar o mercado de capitais no Brasil, a CVM(Comissão de Valores Mobiliários) teve seu orçamento reduzido, em 2022, ao menor patamar em 13 anos, e não faz concurso de reposição de quadros desde 2010.

O órgão custa aos cofres públicos cerca de R$ 250 milhões anualmente para monitorar cerca de R$ 25 trilhões em valores de mercado: beira o apagão da fiscalização sobre as condutas corporativas. Onde passa boi…

A corrupção privada raramente galvaniza a fúria do público e da imprensa como a que se dá na esfera do Estado.

Como provocou J.K. Galbraith, em “A economia das fraudes inocentes”, corporações não existem no vácuo: suas ações afetam a esfera pública e, portanto, precisam de regulação estatal. Afinal, o mecanismo privado de auditoria é falho e facilmente distorcido por conflitos de interesse.

Dentre os vários escândalos, relembro como a Enron sepultou a empresa de auditoria Arthur Andersen, que fez vista grossa para o histórico de fraudes financeiras e contábeis.

No caso das Lojas Americanas, há fortes indícios de omissão motivada por parte do conselho de administração, das auditorias PwC e KPMG e dos bancos envolvidos. O esquema furtou milhões de seus acionistas minoritários, funcionários, fornecedores e credores.

Sabendo da insolvência da empresa, a antiga diretoria e os acionistas controladores foram agraciados com a isenção de IR (imposto de renda) sobre dividendos distribuídos muito acima da média do mercado, bem como pela venda antecipada de sua participação acionária com os preços em alta.

O efeito vai além: a desarticulação da vasta cadeia de fornecedores produziu desemprego, difundiu a desconfiança que congelou o mercado de crédito privado e reduziu a arrecadação tributária.

Não há meritocracia quando vícios privados se tornam custos socializados de forma reincidente, como é prática reconhecida do trio Lemann-Telles-Sicupira da 3G Capital. Parafraseando o Fabiano, personagem de “Vidas Secas”: o nome disso é safadeza.

Atuais detentores do papel LAME3 terão direito ao recesso da ação entre os dias 14 de dezembro e 13 de janeiro

Crédito da Foto: SOPA Images/LightRocket via Gett, extraído de CNN Brasil.com.br

– Tolerância na Web.

A Internet permitiu coisas muito boas a serem divididas, mas também a livre expressão de intolerantes de todos os assuntos.

Se eu não gosto de A, não quer dizer que eu seja admirador de B. Posso ser de C ou de D, desgostando de todos os outros. Se penso “isso de algo”, respeito se você pensa “aquilo desse mesmo algo”. Mas atenção: respeitar não é impor a sua opinião sobre a minha, é simplesmente compartilhar o ponto de vista alternativo (com educação).

Discordar de uma ideia não quer dizer que se deve sobrepujar a ela; caso contrário, o conceito se confunde!

Li e compartilho essa postagem (não me recordo do autor) que transmite exatamente o que penso (abaixo):

– Cristiano Zanin no STF? A culpa é do sistema, não só do Lula.

Se fosse Bolsonaro, ele também indicaria um “amigo dele”, alinhado com seus interesses, ao STF. Lula fará isso com o seu advogado pessoal.

É anti-ético? É errado? É uma vergonha?

Sim, sim e sim. E funciona, infelizmente, assim.

Os Ministros do Supremo deveriam ter mandatos mais curtos e outro processo de escolha, sem dúvida alguma.

Crédito: FABIO RODRIGUES POZZEBOM/AGÊNCIA BRASIL

– O médico que receitou videogame e sorvete foi demitido.

E se o médico do seu filho doente, entre as medicações, lhe receitasse sorvete e videogame?

Esse caso estranho aconteceu em Osasco, e causou a demissão do Doutor.

Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2023/05/medico-e-demitido-apos-prescrever-sorvete-e-videogame-para-crianca-com-dor-de-garganta.shtml

MÉDICO É DEMITIDO APÓS PRESCREVER SORVETE E VIDEOGAME PARA CRIANÇA COM DOR DE GARGANTA

Mãe vê como deboche conduta de profissional em Osasco; reportagem não conseguiu contato com ele.

Por Francisco Lima Neto

Um médico que atendia na rede pública de Osasco, na Grande São Paulo, foi demitido depois de prescrever sorvete de chocolate e videogame para tratar uma criança de 9 anos que estava com inflamação na garganta e sintomas gripais.

A mãe da criança, Priscila da Silva Ramos, 37, reclama do atendimento. “Eu acho que foi um deboche do meu filho doente”, afirmou.

O atendimento ocorreu na madrugada do último dia 18, na UPA Jardim Conceição, em Osasco.

“Meu filho passou bastante mal, vomitou, aí eu fui levar ele. O médico atendeu, não levou nem cinco minutos na sala. Ele perguntou se eu tinha olhado a garganta do menino. Eu falei que não, que era ele o médico e quem tinha que estar olhando a garganta do menino”, relatou.

No entanto, ainda assim, segundo a mãe, o médico não examinou a criança. A Folha não conseguiu contato com o profissional.

“Ele começou a escrever a receita sem examinar meu filho, sem olhar a garganta, sem examinar o peito, sem nada nada. Aí ele perguntou para o meu filho se ele gostava de sorvete, ele falou que sim. Perguntou se de chocolate ou morango, meu filho respondeu de chocolate. Só que até então não imaginava que ele prescreveu o sorvete na receita. Aí ele prescreveu o sorvete e prescreveu o jogo”, contou.

Na receita médica constam cinco indicações de medicamentos: amoxicilina, ibuprofeno, dipirona, prednisolona e acetilcisteína —além de sorvete de chocolate duas vezes por dia, mais Free Fire diário.

Ramos contou que viu a lista de medicamentos, mas não percebeu a prescrição do sorvete e do jogo no final da receita. “Alguns remédios eu conhecia, outros não. Mas ele não explicou nada, simplesmente escreveu e me dispensou”, afirmou.

Só no dia seguinte a tia do menino pegou a receita e estranhou a indicação do médico. “Depois eu e minha irmã resolvemos colocar no Facebook”, explicou.

O médico é identificado na receita como Marcos Wesley Silva, neurologista. No site do CFM (Conselho Federal de Medicina) a situação dele consta como regular, mas sem especialidade registrada.

Segundo a Prefeitura de Osasco, a OS (Organização Social) responsável pelas UPAs informou que desligou médico de seu quadro de prestadores de serviços.

Para o advogado Henderson Furst, presidente da Comissão de Bioética da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil, seção São Paulo), esse tipo de prescrição, geralmente, tem o objetivo de humanizar a relação.

“Alguns médicos que têm uma prática de humanizar a relação fazendo umas receitas que contenham algumas coisas fora do comum, mas que representam naquela relação um um ato de humanização. Já vi receita, por exemplo, que o médico falava ‘cuide-se, você é especial, abrace mais’. É claro que essa mesma receita feita por um médico no contexto em que a relação médico-paciente está ruim pode soar muito estranha”, disse.

De acordo com o advogado, não é possível opinar sobre a conduta sem conhecer o contexto. “Não temos como saber se ele realmente não foi diligente, não atendeu bem. Mas não dá para condenar a prática em si”, afirmou.

“Pode ser que o profissional tenha dosado mal a mão ao não perceber que a mãe estava angustiada, preocupada com a situação da criança e que aquela mensagem não iria cair bem. Talvez, em outro contexto, isso viralizaria como algo muito positivo”, avaliou.

A mãe da criança disse que espera que o caso traga melhora nos atendimentos médicos na cidade. “Que deem mais atenção, principalmente quando é criança. A gente fala, muitas vezes ignoram, não olham na cara, fingem que escutam, uma ignorância tão grande. Que comecem a ouvir mais o paciente. A gente vai porque necessita, ninguém quer viver em hospital”, disse.

Imagem extraída de: https://www.sorveteszequinha.com.br/produtos/morango-trufado/

– Mentiras dos Médicos!

Olha que interessante: pesquisa americana realizada pelo Charter on Medical Professionalism, por Lisa Iezzoni, mostra algumas atitudes discutíveis de médicos. A maioria delas:

-55,2% descreveram o prognóstico de uma maneira mais positiva do que deveriam ao menos uma vez no último ano;
-28% revelaram informações médicas confidenciais a pessoas não autorizadas;
-20% não assumiram erros com medo de processo;
-35,4% não gostam de deixar claro aos pacientes suas relações coma indústria farmacêutica;
-11% admitiram ter dito a um paciente algo que não era verdade.

Mais detalhes, extraído de Isto É, Ed 2209, pg 79, por Luciani Gomes, em:

AS MENTIRAS DOS MÉDICOS

Médicos mentem? Além de competência técnica, espera-se que o profissional de medicina nunca omita ou exagere, para mais ou para menos, o quadro de um paciente. Mas uma pesquisa feita nos Estados Unidos e publicada este mês na revista Health Affairs, voltada ao aprofundamento de políticas de saúde, revela que a honestidade não está sendo levada tão a sério pelos principais profissionais da área de saúde. De cerca de 1,9 mil médicos entrevistados, 55,2% confessaram ter dado um prognóstico mais otimista do que exigia a situação. “O grande problema nesses casos é a omissão de informação necessária para que o paciente tome decisões sobre sua saúde”, disse à ISTOÉ a coordenadora da pesquisa, Lisa Iezzoni, professora da escola de medicina da Universidade de Harvard.
Lisa cita o exemplo de um paciente de câncer que, ao receber o diagnóstico, não compreendeu o avançado estágio da doença. O resultado foi que não conseguiu se preparar – nem preparou a família – para as perdas emocionais e financeiras que sofreriam. “É humano não querer chatear. Mas isso não pode impedir um médico de passar a informação correta”, pondera Lisa. Para o médico Edevard José de Araújo, do Conselho Federal de Medicina (CFM), a verdade deve sempre ser dita, e de maneira muito clara. “Talvez não toda a verdade num primeiro encontro, mas durante dois, três ou mais, se for necessário, para um melhor entendimento”, defende.
O estudo apontou também uma grave omissão em relação aos erros médicos. “Somente 20% disseram ter assumido e relatado ao paciente a ocorrência de erros durante o tratamento ou diagnóstico”, afirma a pesquisadora. “O profissional não pode prometer um resultado 100% satisfatório. Mas, se algo acontecer fora do previsto, ele tem que informar”, orienta Araújo, do CFM.
Porém, 34% dos profissionais revelaram que não concordam completamente com a ideia de que devem reportar aos pacientes os erros médicos significativos cometidos no atendimento.
Outro ponto obscuro na relação médico-paciente é a transparência sobre o envolvimento dos profissionais com a indústria farmacêutica. Trinta e cinco por cento não estão seguros ou discordam da obrigatoriedade de informar ao paciente os seus vínculos com as empresas. “É um relacionamento impossível de não existir por causa do assédio e da força dessa indústria e que leva a um tipo de relação condenada, da qual nem sempre o paciente sabe”, diz Araújo.
E já que a relação médico-paciente nunca é tão clara como parece, a solução é desmistificá-la, conforme a professora Ligia Bahia, da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro. “Os médicos são seres humanos e, como tais, sujeitos a diversas influências.” Ela recomenda aos pacientes exercerem sua autonomia, exigindo sempre explicação completa sobre qualquer diagnóstico ou tratamento.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O novo juiz da Lava-Jato pirou ou é xarope mesmo?

O novo juiz que cuida da Operação Lava Jato, Eduardo Appio, é cheio de polêmicas. 

Foi ele que determinou a soltura do doleiro Alberto Youssef. Também protagonizou um episódio inusitado, de ser doador da campanha de Lula, com… R$ 13,00! E que usava sua senha nos sistemas eletrônicos da Justiça como LUL22, em protesto contra a prisão de Lula.

Detalhe: ele é o atual juiz da operação que anteriormente, por Sérgio Moro, prendeu… Lula!

Agora, ele foi afastado por suspeita de ameaçar o filho do sócio de Sérgio Moro, em um escritório de advocacia. Pode?

O Brasil não é para amadores...

Da BBC, no link em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cl4zk5edrrdo

Martelo da Justiça e bandeira brasileira

Imagem: Getty Images

– Agora, surgem “Jogadores Apostadores”. Parará por aí?

A FIFA proíbe que atletas, árbitros e representantes de clubes participem de apostas esportivas (incluindo os seus familiares). No começo do ano, o Grêmio advertiu Ferreira, pois participou de uma aposta esportiva e publicou na Internet (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-LHh).

Agora, Didi, zagueiro do Avaí e que estava no Bahia, segundo o Ministro Público, apostava em atletas que receberiam cartões e se relacionava criminalmente com o cooptador Bruno López.

As dúvidas aumentam, assim como os fatos: até agora, não apareceu nenhum árbitro, cartola ou treinador. Estão blindados?

Mais do que isso: Bruno Lopez, de 29 anos e passagem pelo futebol da Alemanha, é de fato o “cabeça da Máfia”, ou uma espécie de gerente?

Extraído de: https://www.bahianoticias.com.br/amp/esportes/bahia/28924-penalidade-maxima-ii-ex-zagueiro-do-bahia-apostou-em-cartao-vermelho-para-bauermann

EX-ZAGUEIRO DO BAHIA APOSTOU EM CARTÃO VERMELHO PARA BAUERMANN

Por Redação

O zagueiro Didi, ex-Bahia e atualmente no Avaí, foi citado nas investigações da Operação Penalidade Máxima II do Ministério Público de Goiás. De acordo com a denúncia, o defensor trocou mensagens com o apostador que aliciou o zagueiro Eduardo Bauermann, do Santos.

À época, Didi estava no Tricolor, durante a Série B de 2022. Nas mensagens, ele diz ter feito uma aposta combinada para que Eduardo Bauermann (Santos), Moraes (Juventude), Kevin Lomónaco (Red Bull Bragantino), Dadá Belmonte (Goiás), Paulo Miranda (Juventude) e Igor Cariús (Cuiabá) recebessem cartões na 36ª rodada do Brasileirão.

Em outra conversa, Didi cobra o apostador pelo pagamento de R$ 250 mil a um terceiro não identificado. O prejuízo seria por conta de Eduardo Bauermann não ter recebido cartão vermelho no jogo contra o Botafogo, no dia 11 de novembro, pelo Brasileiro. O apostador explica a Didi que Bauermann estaria vendendo 15% dos seus direitos econômicos e pagando parcelas mensais de R$ 50 mil para cobrir o prejuízo.

– A Máfia dos Postos de Gasolina.

Meses atrás, o Fantástico da Rede Globo trouxe uma matéria sobre a Máfia dos Combustíveis no Rio Grande do Norte. Mas os golpes contra o consumidor são muito mais complexos e frequentes, infelizmente.

Veja essa matéria de 2012 explicando os mecanismos que provocam fraude e enganam o motorista. E vale o lembrete: abasteça no posto em que você confia!

Compartilho em: https://www.youtube.com/watch?v=z3rMkNgdYlw

– A Manicure do Luxemburgo voltou ao assunto!

Depois de tanta pendenga com Cuca e indefinição de técnico, o Corinthians acertou na segunda-feira com Luxemburgo (aqui: https://wp.me/p4RTuC-Mh1).

Eis que um dos problemas temidos ao Vanderlei, assim como Cuca teve, era a questão de um caso judicial que o atormentou: o assédio à manicure de Campinas. Mas vale ressaltar: ele foi absolvido.

Ela reapareceu, em entrevista à CNN (e também ao Uol e ao R7): https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/exclusivo-nao-consigo-superar-diz-manicure-que-acusou-luxemburgo-de-abuso-em-1996/?utm_source=social&utm

É UMA FERIDA ABERTA, NÃO CONSIGO SUPERAR. É MONSTRUOSO.

Técnico foi absolvido pela Justiça dois anos mais tarde; vítima diz que processo foi luta de “uma formiga contra um morcego”.

Por Marcos Guedes

O novo técnico do Corinthians, Vanderlei Luxemburgo, assim como Cuca, que deixou o cargo após repercussão sobre condenação de abuso sexual, também enfrentou uma acusação do gênero. Ele foi absolvido pela Justiça no caso, que aconteceu em 1996.

Na época, ele contratou uma manicure para atendê-lo em um hotel e lá teria feito investidas contra a mulher sem o consentimento dela.

Em entrevista exclusiva à CNN, a ex-manicure Cláudia Laudineide Machado Cavalcante, que hoje tem 60 anos, relatou o que aconteceu naquela tarde de maio, quando o então técnico do Palmeiras estava na cidade de Campinas (SP) nos preparativos para mais uma partida de futebol e atacou a mulher, segundo relatado.

“É difícil falar sobre isso. Já no primeiro momento [ele tentou avançar] bateu a porta e o resto não dá para falar… Teve tudo. Só não teve penetração. E [eu] contra a parede”, descreve.

A mulher relatou que foi contratada para fazer as unhas de Luxemburgo e que foi até o quarto dele.

Ela explicou que era comum esse tipo de atendimento, uma vez que o salão no qual ela trabalhava mantinha vínculo com o hotel e quando alguém que se hospedava lá e precisava de cabeleireiro ou manicure, era ela quem atendia os clientes.

Cláudia conta que foi recebida por Luxemburgo com apenas uma toalha de banho enrolada no corpo e que após as investidas do treinador chegou a gritar muito.

Os dois seguranças que estavam na porta só a deixaram sair devido à resistência dela. Entretanto, relata que, ao deixar o quarto, ninguém acreditou na história que narrava.

Perguntada se o técnico encostou nela, emocionada, a mulher não consegue descrever detalhes. “Nossa senhora… e como. Tinham dois seguranças na porta e eu não pude sair. Chamei, chamei e gritei muito. Só assim me deixaram sair”, narra.

Depois de denunciar os atos atribuídos a Luxemburgo, Cláudia contou que enfrentou uma batalha contra “um gigante”.

“Ele tinha quatro advogados grandes e graúdos. E eu estava com um, me desculpe, que não fez nada por mim”, explica.

À época, a Justiça chegou a aceitar a denúncia do caso, mas Luxemburgo foi absolvido em duas instâncias dois anos mais tarde.

Vida destruída

A mulher que hoje vive no interior de São Paulo, a mais de 300 quilômetros de Campinas, conta que precisou deixar a cidade devido a perseguição que sofreu em consequência à denúncia feita.

“Os torcedores queriam me linchar. Porque você sabe… Ele estava no auge e eu tive que sumir de Campinas”, explica.

Cláudia também diz que perdeu o emprego na época do ocorrido e que hoje vive em depressão à base de remédios fortes devido ao que aconteceu naquela tarde. Ela relata também que algumas pessoas que poderiam corroborar a história dela teriam sido corrompidas por Luxemburgo.

“Ele comprou todo mundo, ele tinha uma mala de dinheiro. Ele comprou todo mundo. Ele comprou a recepcionista, um motorista de táxi que me trouxe embora. Foi isso o que aconteceu”, justifica.

Hoje, vivendo com um companheiro em uma situação de vida difícil, Claudia conta que nunca mais conseguiu trabalhar e finaliza: “Eu estou nessa situação por causa dele.”

Respostas

A CNN procurou Vanderlei Luxemburgo e o Corinthians para comentar o caso e até o momento da publicação da reportagem não havia recebido respostas. O espaço segue aberto.

Técnico Vanderlei Luxemburgo comanda o Palmeiras em jogo de 1996

Técnico Vanderlei Luxemburgo comanda o Palmeiras em jogo de 1996 PAULO PINTO/ESTADÃO CONTEÚDO/AE/Codigo

– Pitaco da Noite 2: E o Mano vai para o Corinthians?

Se o Mano Menezes sair do Internacional e for para o Corinthians, com a mágoa que o Colorado tem do Timão (desde Tinga vs Fábio Costa), teremos fortes emoções, não?

Acho loucura se ele aceitar, vendo todo o cenário atual.

– Lamentável, São Bernardo… Força, Thamires.

A Santa Casa de Bragança Paulista está cobrando o pagamento dos 30 dias de internação do saudoso treinador Marcelo Veiga (vitimado pela Covid-19), que deveria ser pago pelo São Bernardo (dívida de R$ 300 mil aproximadamente).

Não quitada a pendenga, cobrou-se da Magnum (que faz o gerenciamento do clube). Na sequência, da filha de Marcelo, Thamires Veiga.

Lamentável… Toda a história, aqui: https://www.espn.com.br/futebol/artigo/_/id/11897198/sensacao-paulista-sao-bernardo-cobrado-calote-hospital-conta-marcelo-veiga-tecnico-iniciou-projeto-morreu-covid-19

– Trade Dress em Alta no Mundo Corporativo.

Cada vez mais as empresas sérias sofrem com os picaretas de plantão. Algumas empresas praticam uma espécie de pirataria de imagem, logo e conceitos. Tal prática é combatida por uma proteção jurídica conhecida como TRADE DRESS (uma espécie de registro de aparência). 

Compartilho um case sobre o assunto, extraído de: https://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI160465-16363,00-O+QUE+E+TRADE+DRESS.html

O QUE É TRADE DRESS?

Por Rafael Barifouse

Ari Svartsnaider, fundador da marca de calçados Mr. Cat, ficou furioso ao entrar num shopping de Goiânia e dar de cara com a Mr. Foot, um concorrente que havia copiado suas ideias. “Tudo era muito parecido. O saco de embalar o sapato. A letra do logo. A arquitetura da loja. Fiquei louco”, diz Svartsnaider. “Meu advogado disse que seria difícil ganhar a causa, porque não era uma cópia. Mas fui em frente.” Em 2003, após seis anos, a ação foi favorável à Mr. Cat. O caso tornou-se referência no Brasil de um conceito jurídico recente, o conjunto-imagem, mais conhecido pelo termo em inglês trade dress.

Trata-se de uma forma de proteger a propriedade intelectual que abrange não a imitação exata de uma marca, mas a cópia sutil que confunde o consumidor. O conceito surgiu nos Estados Unidos, que têm uma lei que trata do tema, o Ato Lanham. No Brasil, onde ainda não há legislação, o mais comum é processar o imitador por concorrência desleal, como fez a Mr. Cat.

Segundo o escritório de advocacia Barbosa, Müssnich & Aragão (BM&A), foram registradas 50 ações de trade dress no país em 2009. L’Oréal e Spoleto são exemplos de empresas que já acionaram outras por cópia. “Imitar uma marca virou algo infantil. Já a cópia de elementos do conjunto é mais difícil de provar”, afirma o advogado Pedro Barroso, do BM&A. “São empresas lícitas que buscam pegar carona na fama de outras.” E a forma de combater isso é o trade dress.

– O perigo da Inteligência Artificial: a entrevista falsa de Schumacher!

Que loucura!

Uma revista alemã anunciou a “Primeira entrevista de Michael Schumacher depois do acidente”, e a transmitiu com um “Schumacher criado pela IA”!

Desagradável… e a família vai processar a emissora.

Da CNN, em: https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/familia-de-michael-schumacher-planeja-acao-legal-por-entrevista-falsa-de-ia/

Foto: Lars Baron/Bongarts/Getty Images

– E se você fosse submetido ao PIR?

Muitas organizações estão aplicando exames para avaliar o caráter dos seus funcionários. Entre eles, o PIR (teste de Potencial de Integridade Resiliente).

Saiba mais extraído de OESP, 14/05/17, Caderno “Carreiras & Empregos” (abaixo):

TESTE DE CARÁTER VIRA ETAPA DE CONTRATAÇÃO

Empresas adotam no processo seletivo avaliação de potencial de resistência de candidato quando colocado diante de dilemas éticos

Por Cris Olivette

Ter competência técnica, experiência internacional, currículo rico e facilidade para trabalhar em equipe, já não são suficientes para conquistar uma vaga de emprego. Isso porque os casos de fraude e corrupção chegaram ao ambiente corporativo e as empresas começam a procurar formas de avaliar a capacidade de resistência dos candidatos, quando são expostos a dilemas éticos.

O gerente nacional de assistência a clientes da Localiza, Jairo Barbosa, ocupa a função há dois meses. Ele só foi contratado depois de realizar um teste que mediu o seu potencial de integridade, que ocorreu na etapa final do processo seletivo.

Ele também participou de treinamento sobre integridade que abordou a Lei Anticorrupção e apresentou o programa de compliance da companhia. “Sempre trabalhei em grandes empresas e esta foi a primeira vez que fui convidado a fazer esse tipo de treinamento e teste.”

Segundo ele, essa abordagem dá ao candidato segurança para ingressar na empresa. “Esse conjunto de procedimentos demonstra a seriedade da companhia que tem políticas transparentes e bem definidas, com posicionamento claro sobre esse tema tão delicado.”

A gerente de RH da Localiza, Adriana Baracho, conta que desde o ano passado esse tipo de teste integra o programa de compliance da companhia. “O comportamento ético é um de nossos pilares e precisávamos de uma ferramenta que nos desse respaldo na hora de contratarmos novos funcionários.”
Adriana afirma que quando o resultado do teste não recomenda a contratação, a equipe de recrutamento faz verificação aprofundada. “Durante um processo seletivo, o teste apontou um indício que foi confirmado posteriormente, quando conferimos as referências.”

Segundo ela, além desse cuidado no processo de contratação, todos os funcionários assinam termo de compromisso afirmando que concordam com a conduta ética da empresa, que é renovado periodicamente.

Adriana diz que quando participa de eventos da área de RH e comenta que realiza esse tipo de teste, todos se interessam. “As empresas ainda não sabem que essas ferramentas existem.”
Gerente de recrutamento e seleção da Brookfield Incorporações, Carolina Caldeira diz que há dois anos a empresa passou a aplicar teste de integridade no processo seletivo.

“Precisávamos medir se quem trazemos para dentro da empresa compartilha nossos princípios éticos. No futuro, também vamos avaliar aqueles que foram contratados anteriormente”, afirma.
Segundo ela, a avaliação é aplicada na seleção para todos os níveis de contratação. “Inclusive para a obra, a partir do cargo de assistente administrativo.”

Carolina conta que já foram registrados dois casos de conduta inadequada na companhia. “Em um dos casos, a pessoa foi contratada quando começávamos a fazer esse tipo de avaliação e ainda não trabalhávamos em parceria com a área de compliance, como ocorre atualmente. Mesmo com o resultado indicando que aquele candidato não era recomendável, seguimos com a contratação. Depois de algum tempo, ficou comprovado que o alerta do teste era procedente”, afirma.

Ela conta que o programa Atitude Compliaence da Brookfiled compõe uma das metas de resultados da companhia. “Ele faz parte de uma das premissas básicas para se chegar a uma remuneração variável”, diz.

Segundo ela, a empresa mantém canal confidencial para denúncia anônima tanto para funcionários quanto para clientes. “Até mesmo os nossos fornecedores têm de passar por processo de homologação antes de serem aceitos.”

NECESSIDADE. O advogado Renato Santos, sócio da S2 Consultoria, explica que a Lei Anticorrupção brasileira determina que as empresa façam o monitoramento dos profissionais e que o processo seletivo seja mais apurado.

Segundo ele, não existe impedimento legal para a aplicação desse tipo de teste. “Inclusive, saiu recentemente uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que impede que as empresas façam levantamento de antecedente criminal dos candidatos”, ressalta.

Segundo ele, neste caso, a decisão do TST teve por objetivo impedir que houvesse preconceito em relação ao profissional. “Com essa decisão, as empresas precisam encontrar outras formas para avaliar o caráter do candidato.”

Santos conta que como resultado de sua tese de doutorado, desenvolveu o teste Potencial de Integridade Resiliente (PIR), que tem grau médio de predição de 77%.
“Com a decisão do TST, esse tipo de ferramenta ganha força e importância, pois elas não têm o objetivo de olhar o passado da pessoa ou classificá-la entre ética e não ética”, afirma.

Segundo ele, a proposta do teste é entender como a pessoa tende a lidar com dilemas éticos. A avaliação é feita por meio de simulações, nas quais o candidato escolhe, entre algumas alternativas, o que faria em determinada situação. “Conforme as respostas, é possível observar o nível de resiliência do profissional.”

Como existe a possibilidade de que a pessoa dê respostas politicamente corretas, o teste tem outra etapa. “A análise inclui perguntas abertas, com curto tempo de resposta, tanto dissertativas quanto por meio de gravação de vídeos. Tudo é avaliado pelos recrutadores, que observam a coerência do que foi dito e a linguagem corporal”, afirma.

Há oito anos, a organização internacional de apoio ao empreendedorismo Endeavor, utiliza ferramentas que testam o grau de integridade de empresários que passam pelo processo de seleção de empreendedores.

“É uma etapa obrigatória. Os empresários ficam, então, com a impressão de que estão entrando em uma organização séria e que realmente acredita nesses valores”, diz o diretor de apoio a empreendedores, Guilherme Manzano. Segundo ele, durante a seleção, a equipe da Endeavor mantém conversas francas com os empresários sobre comportamentos antiéticos, apontando o quanto elas afetam o desenvolvimento do negócio.

Manzano afirma que a organização já deixou de aceitar empreendedores por conta do resultado do teste. “Ele materializa evidências que obtemos durante a convivência com os empreendedores que estão sendo selecionados. O resultado obtido por meio do teste é somado às impressões que já haviam sido identificadas. A nossa lógica é evitar riscos”, ressalta.

O diretor afirma que alguns empreendedores que passaram pelo teste gostaram tanto da ferramenta que passaram a adotá-la em suas empresas.

“Todas as companhias deveriam usar algum processo para prevenir problemas de postura ética e moral, porque as consequências acabam com a sua reputação. Além disso, é uma forma de manter a saúde organizacional, cultural, financeira e da imagem no mercado.”

Origem. O advogado e sócio da S2 Consultoria, Renato Santos, que desenvolveu um teste de integridade, diz que desde a década de 1970 os americanos se preocupam com a questão do caráter dos funcionários.
“Eles criaram o polígrafo, que ficou conhecido como a máquina da verdade ou detector de mentiras. Esse teste foi aplicado em larga escala naquele país, em mais de dois milhões de candidatos”, conta.

Ocorre que na década de 1980, o uso do polígrafo foi proibido, por ser muito invasivo. “Surgiram, então, os testes de integridade criados, principalmente, nos Estados Unidos e Israel.”

Santos afirma que no Brasil, testes de integridade ainda são aplicados de maneira muito incipiente, porque as empresas nem sabem que a ferramenta existe.

“Mesmo assim, nos últimos doze meses, tivemos aumento de 35% nas consultas. Entre março de 2015 e abril de 2016, recebemos 1.482 consultas. Nos últimos doze meses, o número chegou a 2.031. Afinal, é muito mais barato predizer o comportamento que reagir a ele.”

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– “Desculpologia” no Mundo Organizacional.

Numa edição antiga do caderno “Inteligência” da Época Negócios (Março 2012), um assunto atual: sobre “Pedidos de desculpas em empresas, sem assumir a culpa em geral”. 

FOI MAL! AS CINCO FORMAS DE SE DESCULPAR SEM ASSUMIR A CULPA

1-Eu peço desculpas, mas tenho razão;

2-As consequências foram ruins, mas a coisa em si era boa;

3-Desculpo-me pelo estilo, mas não pela essência;

4-Eu me desculpo no específico, mas não no geral;

5-A sintaxe alivia minha pena.

E aí? Já fez uso de alguma(s) delas?

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Nunca deixemos coisas erradas para trás.

Por onde andarmos, tenhamos a convicção de não deixarmos nada de errado.

Um diálogo para praticarmos

– O “Caso Ferreira”, do Grêmio, é importante para se discutir.

E A FIFA proíbe que jogadores profissionais façam apostas esportivas (e isso se estende até aos seus familiares). Inclui-se nessa norma os funcionários dos clubes.

Acontece que Ferreira, jogador do Grêmio, fez uma aposta no site do patrocinador do clube. E postou na Internet! O Tricolor Gaúcho “ligou o sinal de alerta” e fez uma cartilha aos atletas.

Vide sobre isso aqui: https://ge.globo.com/rs/futebol/times/gremio/noticia/2023/04/10/apos-polemica-com-ferreira-gremio-envia-norma-a-jogadores-e-comissao-sobre-apostas.ghtml

Com o grande número de casas de apostas, esse problema não precisa ser mais discutido? Lembrando que na Inglaterra se discute a proibição de patrocínio dessas empresas nos clubes de futebol.

Print de postagem com aposta feita pelo jogador Ferreira, do Grêmio — Foto: Reprodução

Imagem extraída da Web, link acima.

– 3 Fatores para sua Empresa Ganhar Credibilidade no Mercado.

Compartilho material bacana da Revista Exame sobre o tripé de virtudes que dão crédito às empresas: Bom Atendimento, Qualidade do Produto e Transparência. Abaixo:

Extraído de: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-sua-empresa-pode-ganhar-credibilidade-no-mercado

COMO SUA EMPRESA PODE GANHAR CREDIBILIDADE NO MERCADO

Transparência e disposição são atitudes essenciais para que os consumidores acreditem e confiem no seu negócio

por Priscila Zuini

A confiança dos clientes é um dos mais valiosos bens que as pequenas empresas podem ter. Com credibilidade no mercado, a imagem do negócio se espalha e fica mais fácil para o empreendedor crescer. Conquistar esta confiança, no entanto, não é fácil. “A gente acredita muito que a força de vendas no primeiro contato com o cliente é primordial para isso”, diz Tonini Junior, sócio diretor de vendas e varejo da Praxis Business.

Manter vendedores treinados e motivados é essencial para que os clientes sejam tratados de forma adequada. Além disso, a atuação do dono com os consumidores e com a equipe precisa ser próxima para evitar problemas. “O atendimento é a porta de entrada da empresa para todos os clientes”, explica Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas).

1. Atendimento impecável

Dedique algum tempo para treinar os seus funcionários pessoalmente. Isso ajuda a garantir que eles estejam alinhados com os valores e a cultura da empresa. “Vivemos a era do relacionamento e a figura do vendedor ganha cada vez mais corpo”, diz Tonini.

Para Maia, não há dúvidas de que uma imagem de credibilidade está alinhada a um excelente atendimento. “Busque, entenda e atenda as reais necessidades dos clientes. Esteja sempre disponível para melhor atendê-lo e não permita que ela saia de sua empresa insatisfeito ou apenas satisfeito. Ele precisa sair encantado”, ensina Maia.

2. Tenha um bom produto

Não adianta ter um time super treinado, se o seu produto não satisfaz o cliente. “Para que uma empresa mereça credibilidade de seus clientes e, consequentemente do mercado, seu produto ou serviço não pode deixar a desejar. Precisa superar as expectativas dos clientes ou, pelo menos, atender às suas necessidades”, diz Maia.

O primeiro passo é dominar as especificidades dos itens comercializados. “Entender bem o produto é importante”, afirma Tonini. Sem um produto de qualidade, os clientes não voltam nem fazem propaganda do seu negócio.

3. Seja transparente

Com um bom produto e um bom atendimento, falta garantir a ideia de transparência e honestidade. “O cliente quer sentir essa relação de autenticidade e transparência”, conta Tonini.

Isso vale para negociações, vendas ou mesmo na comunicação da empresa. Os negócios criados com conceitos obscuros não se sustentam e ainda prejudicam a carreira do empreendedor. “Seja transparente e autêntico na hora de passar informação”, diz.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.

– Ganhei “outro” prêmio?

Que legal! Segundo a senhora Joshua Zaquier (eu pensava que Joshua era nome masculino), o FMI me agraciou com uma indenização de quase US$ 1 mi. E eu nem pleiteava nada!

Nestes tempos difíceis, que sorte grande…

Brincadeiras à parte, é o enésimo e-mail de tentativa de golpe que recebo (assim como a maior parte dos brasileiros). Fico curioso: esse, que é fácil de se perceber, tem conseguido ludibriar muita gente?

Abaixo, enviado por: “JOSHUA ZAQIER <personalmemo70@yahoo.com.mx>”.

Ops: quem busca trouxa, passa por trouxa, não?

IMPORTANTE

À atenção de: Beneficiário

Gostaria de informar que, em reunião realizada pelo Fundo Monetário Internacional em Afiliação e pelas Nações Unidas, foi acordado que uma indenização de $950,000.00 foi aprovada em seu nome.

Este programa de compensação foi organizado para todas as pessoas que tinham transações não concluídas em qualquer lugar do mundo.

O seu e-mail foi retirado automaticamente através de urna eletrónica, para que tenha direito ao pagamento da referida indemnização. Seu pagamento de compensação de $950,000.00 foi carregado em um cartão de débito que será entregue a você pessoalmente.

Aconselhamos que entre em contato com nosso Coordenador Zonal em seu e-mail (newfoeigbconsoffice@gmail.com), envie o seu: –

Nome completo:
Endereço residencial:
Pais:
Idade de gênero:
Número de telefone:

Sra. Joshua Zaqier

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