“Oposição é como jogador no banco. Torce para o titular quebrar a perna”
ex-presidente Lula
Eu discordo. Jogador não quer que seu companheiro quebre perna, pois, afinal, está sujeito a isso também. E você?
“Oposição é como jogador no banco. Torce para o titular quebrar a perna”
ex-presidente Lula
Eu discordo. Jogador não quer que seu companheiro quebre perna, pois, afinal, está sujeito a isso também. E você?
No meio de um culto, o pastor se empolga! E a coitada da fiel, esperando uma Graça, é chamada de gostosona…
Pode?
Muitas vezes vemos e ouvimos histórias que assustam sobre a corrupção em nosso país.
Nesta semana, a Revista Época trouxe um assustador escândalo na ANP (Agência Nacional de Petróleo), que cobra propina para Postos de Combustíveis irregulares e Distribuidoras suspeitas. Parte da grana vai a “determinados partidos políticos” e a outra parte para os diretores do órgão.
Se a coisa já está feia oficialmente nos preços dos combustíveis, imagine na surdina? O que não nos roubam descaradamente na penumbra?
Compartilho o link, incluindo as fotos de cheques pago, em: http://is.gd/gg8vAF
Se você é contribuinte ou consome combustível, ficará irritado com o golpe…
Uma campanha chamada #foraricardoteixeira, promovida por twiteiros no microblog e que alcançou os TT durante a madrugada, sofreu um baque! O movimento de protesto contra o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, alcançou o objetivo de ter sua hastag no topo da lista, mas o Twitter retirou o termo por acreditar que era Spam, já que muitos tuites não tinham texto.
Ué, esse critério sempre foi assim?
Se já descobriu que não é Spam, por que não o liberou?
Àqueles que participaram do movimento, que tal retuitar com algum texto?
Há certas coisas que irritam no futebol. Não é que o promotor do STJD, Paulo Schmidit, denunciou Kleber por incitar confusão devido a uma bola não devolvida por Fair Play?
Na partida da semana passada entre Palmeiras X Flamengo, Junior Cesar se contundiu e o jogo foi paralisado. Para reinício, tem que ser com bola ao chão. Jogadores do Flamengo achavam que o Palmeiras deveria permitir que a bola ficasse de posse do time carioca, já que o jogador machucado era rubro-negro. Mas quando a bola caiu ao solo, Kleber Gladiador a dominou e partiu para o ataque. Jogadores flamenguistas não gostaram e houve discussão.
A gentileza, aqui, é relativa. Se você for educado, devolve a bola permitindo a posse ao adversário. Se for pragmático, disputa-a normalmente. No “bola ao chão”, a única condição exigida é que a bola toque ao solo para entrar no jogo, não precisa ter nenhum jogador próximo da bola. Ali faltou diálogo, fair play ou mesmo orientação?
Não existe na Regra do Jogo nada que obrigue uma bola a ser devolvida. É pura disposição em ser sensível, justo ou até mesmo honesto no jogo limpo. Esperar que a bola seja devolvida pelo adversário e isso não concretizar não infringe as regras; apenas o espírito esportivo.
Sendo assim, por quê o promotor tem que se manifestar? A promotoria não se manifesta pelo presidente da CBF, que organiza o Campeonato, em dizer que está “cagando” para nós, mas se preocupa com relativo unfair-play que nem está nas Leis do Jogo?
E você, o que pensa sobre isso? O Promotor quer aparecer ou o indiciamento de Kleber é justo? Deixe seu comentário:
Um grande problema é a utilização adequada do correio eletrônico nas empresas. Quando e o que escrever? Como escrever? Escrever ou falar?
Extraído de: IG (clique acima para citação)
USO DO E-MAIL NO TRABALHO EXIGE CUIDADO
Organização das mensagens e regras de etiqueta ajudam a evitar constrangimentos
Por Roberta Gonçalves
Com a enxurrada de e-mails que invadem as caixas de mensagens dos profissionais, diariamente, a administração dessas informações pode ser tornar algo complicado.
Além disso, o uso cada vez mais intenso dessa ferramenta de comunicação faz com que muitas pessoas respondam de forma quase automática, deixando para trás regras essenciais para o bom entendimento da mensagem e até para evitar situações constrangedoras.
Por isso, na opinião de Silvia Andrade Burim, coordenadora pedagógica de idiomas da FAAP, mesmo com a proliferação da comunicação digital, algumas vezes o melhor é recorrer a métodos tradicionais, como telefone e reuniões. “Se o profissional tem muitos assuntos para discutir o melhor é agendar um encontro para esclarecer as questões”, afirma.
O fundador da Micro Frequency, empresa especializada em soluções corporativas para gerenciamento e monitoramento da Internet, Orácio Kuradomi destaca que abordar diversos temas em uma mensagem o remetente corre o risco do destinatário resolver um dos pontos e excluir o e-mail, deixando as demais tarefas pendentes. Por isso, ele aconselha a encaminhar um e-mail para cada assunto a ser resolvido.
Quando o melhor é falar
Discussões e feedbacks também devem ser conduzidos, de preferência, pessoalmente. “Em algumas situações o melhor é falar diretamente para evitar qualquer entendido”, diz Silvia.
Na opinião dela, o vai e vem de mensagens envolvendo uma só questão também é sinal de que a comunicação escrita pode estar sendo pouco eficiente. “Se o profissional encaminha o e-mail, o colega responde, e o ciclo se repete mais de uma vez é hora de buscar outra forma de comunicação”, afirma. “Quando o nível de detalhamento é elevado, significa que a mensagem não está clara”, explica.
Assuntos urgentes pedem, ao menos, um telefonema. Na opinião de Kuradomi, o melhor é evitar enviar mensagens esperando retorno imediato, pois o destinatário pode não estar na empresa ou acessar o e-mail algumas vezes por semana. “Não acho que o e-mail seja a melhor forma de comunicação, especialmente em casos de urgência”, afirma a coordenadora da FAAP.
Redação
O cuidado ao redigir o texto é outro ponto fundamental. O profissional deve evitar gírias e palavras inteiras com letras maiúsculas, que dão a sensação de que o remetente está gritando, além de ficar atento à acentuação.
Reler o e-mail antes de encaminhar é importante para evitar erros de português, que passam uma imagem despreocupada. O assunto também exige cuidado redobrado. “Este é o principal campo, pois é nele que o remetente resume a mensagem principal. Por isso é essencial que ele seja claro”, afirma Kuradomi.
Anexos
Evite enviar a mensagem principal em um arquivo anexo, pois isso obriga o profissional a clicar em diversas mensagens até chegar ao que interessa. Além disso, o remetente deve ficar atento ao encaminhamento de muitos anexos ou de arquivos pesados. Algumas vezes isso faz com que o e-mail fique bloqueado no servidor ou que demore muito para ser recebido.
Organização
Com tantos e-mails circulando, concentrar as mensagens na caixa de entrada pode ser improdutivo. “O ideal é manter só os e-mails de alta prioridade na caixa de entrada”, afirma Kuradomi. Outra dica importante é organizar seu sistema, criando pastas para clientes, fornecedores, urgentes etc. Algumas soluções permitem, inclusive, criar regras. Assim, se o usuário determina que o e-mail do chefe deve ir para uma pasta diferenciada, o sistema faz isso automaticamente.
Outra sugestão de Kuradomi é manter mais de uma conta de correio eletrônico. Assim, cria-se um e-mail para uso profissional, outro para uso pessoal e o terceiro para listas de discussões e grupos.
Escreveria um post abordando o vexame da Seleção Brasileira na Copa América (sim, pois não dá para classificar uma eliminação com 100% dos pênaltis desperdiçados a não ser de vexatória); porém, duas questões do querido professor Ferrari, enviadas por email, me fizeram ampliar o tema: de fiasco… ao futuro!
Compartilho com os amigos a impressão sobre a Seleção Brasileira, acrescentando alguns bons questionamentos.
Abaixo:
“Prof Porcari,
Será que a imprensa não está endeusando quem não merece?
Mano Menezes tem condições de continuar ou já está ‘queimado’?
Abraços, boas férias .
AOFerrari” .
Professor Ferrari,
Muitas vezes houve endeusamento de alguns atletas, como Paulo Henrique Ganso e Neymar. Se nessa primeira competição que disputaram eles foram mal, imagine a 1 ano atrás, quando estavam menos experientes? Dunga não os levou e foi crucificado. Talvez estivesse com a razão…
Não podemos nos esquecer que há 2 anos, Ganso era reserva e Neymar o 12º jogador. Viveram, é verdade, ótimos momentos no Santos FC nos últimos tempos (1 ano e meio). Mas falta muito feijão e muita experiência para serem rotulados como “insubstituíveis”. Sim, esse é o termo que deve ser usado para craque – insubstituível. Neymar e Ganso, até então, não são insubstituíveis.
Sinto falta de uma referência na Seleção. Ronaldo em 2002 era o “Salvador da Pátria”, e que ao lado do então insubstituível Rivaldo jogou muito na conquista do Penta. Na busca ao Tetra, em 1994, tivemos Romário como essa referência, que ajudou o Brasil a se classificar no derradeiro jogo das Eliminatórias contra o Uruguai (marcando os gols e chamando a responsabilidade para si).
Hoje, quem é o insubstituível da Seleção?
Talvez, pela falta de jogadores excepcionais nos campeonatos tupiniquins, estejamos realmente endeusando demais alguns atletas. Quem melhor se sobressai, já recebe o título de craque. Nivelamos o conceito ‘craque’ por baixo.
E nessa onda de deuses de barros, temos ainda aqueles que nunca foram endeusados mas que, por ‘sensibilidade’ de Mano Menezes, chegaram à Seleção Brasileira. O que dizer de Jadson, que no último amistoso antes da Copa América, vestiu a sagrada camisa 10? Ironicamente, ele não é titular absoluto do seu clube, o ucraniano Shaktar.
Jogador de Seleção de ponta, como a Brasileira, Argentina, Alemã, Italiana, deve ser titular absoluto de Milan, Real Madrid, Barcelos, Manchester United. Jogador reserva em clube não pode vestir a amarelinha. E aí fica o questionamento: Lucas Leiva, Jadson, Elias, Jucilei – todos empresariados pelo mesmo agente empresarial de Mano Menezes, o Sr Carlos Leite – estão ou estiveram na Seleção, mesmo contestados.
Agora vem a deixa: qual atleta é uma unanimidade nacional e ficou de fora da lista do Mano? Não existe!
Será que a safra de atletas é tão boa assim? E somada ao trabalho do atual treinador, com a consideração ética feita acima, sejam os responsáveis pelo fiasco?
Mano foi ótimo técnico com os limitados elencos do Grêmio vice-campeão da Copa Libertadores da América e do Corinthians vice-campeão da Copa do Brasil. Mas com a opção de escolher seus atletas, que é a que Seleção Brasileira dá, não mostrou serviço ainda.
E quem poderia substituir Mano? Abel Braga, com o trabalho ruim (embora no início) no Fluminense? Tite, ora questionado ora respeitado no seu clube, apesar da fabulosa campanha? Luxemburgo, com todas as ressalvas que sua contratação requer? Felipão, que um dia já esteve lá e supostamente recusou um convite pós-Dunga? Muricy, que foi impedido pelo seu patrão Horcades de assumir?
Talvez o Brasil não esteja sofrendo gravíssimos problemas apenas para organizar a infraestrutura da Copa em 2014. Mas também para ter um time!
E aqui vale dois questionamentos finais:
– Quem disse que disputa por pênaltis é loteria? É competência!
– Cadê o psicólogo da Seleção Brasileira?
Abraços,
Prof Porcari
Quer comentar a Seleção Brasileira? Deixe seu comentário:
Claro que pode. O que não pode é gente sem credibilidade atiçar os ânimos de gente inculta a respeito da honestidade do árbitro.
Digo isso em respeito a Antonio Rogério Batista do Prado, árbitro escalado pela CBF para o clássico dessa próxima rodada da série B envolvendo Ponte Preta X Guarani. Torcedores apaixonados colocaram em dúvida o árbitro, alegando que nosso amigo Pradinho (seu nome simpático entre os conhecidos) fosse bugrino.
Bobagem pura. Árbitro não tem camisa.
Digo isso por conhecimento de causa. Árbitro pouco se lixa para o time que torceu quando criança. Quando se torna árbitro, a racionalidade fala mais alto. Quando chega ao futebol profissional, nem lembra que um dia torceu para o Vila Xurupita ou Xiririca FC. O árbitro pensa na sua carreira. Um árbitro pode ter os mais diversos defeitos que se possa imaginar, mas o menos provável é: ser torcedor.
Sei que o amigo Antonio Rogério é leitor do blog. E talvez se lembre de uma das várias conversas que tivemos em viagens de jogos que trabalhamos juntos – e em especial uma a Guaratinguetá – onde falamos sobre o fato de não sermos escalados na cidade de origem. Por exemplo, eu, como jundiaiense, dificilmente seria escalado para jogos profissionais do Paulista FC. Não que eu entrasse de má fé, mas única e exclusivamente como prevenção à reclamações do adversário. Ele, como campineiro, dificilmente seria escalado para jogos do Guarani ou da Ponte Preta, por ser de Campinas. A excessão, lógica, seria o Derby.
É uma grande tolice creditar camisa de time a árbitro. Sua preocupação com a carreira é infinitamente maior do que a (inexistente) torcida para alguém.
Sobre o time do Antonio Rogério? É claro que eu sei! Um dia ele foi… Assim como um dia o Simon foi… o Seneme foi… o Heber Roberto Lopes foi… o Sandro Ricci foi… E hoje todos torcem para o mesmo time: o do jogo limpo!
Boa sorte ao amigo amanhã. Lamento que pessoas pobres de espírito queiram tumultuar o belo jogo antes do apito inicial. Temo apenas por uma coisa: se errar gravemente (involuntariamente, claro) a favor do Guarani, dirão que é essa uma prova da má intenção; se errar para a Ponte, dirão que cedeu a pressão…
“Tô cagando de medo”
Como o nível dos internautas que freqüenta o blog é alto, me recuso a comentar a frase acima dita pelo presidente da CBF, Ricardo Teixeira, sobre a sua preocupação com as acusações que são feitas contra ele.
O atacante Kleber do Palmeiras treinou a semana inteira. Não sentiu dores, estava bem, e ao saber que não teria aumento de salário (pois confrontou seu salário com uma proposta recebida do Flamengo) sentiu dor e não foi para o clássico;
Quer sair do time? Pague a multa contratual e vá embora. Os contratos não servem para serem respeitados? Ora bolas, o fio do bigode há tempos não vale mais; e agora nem o que está no papel?
E você, o que acha disso? Deixe seu comentário:
As denúncias de corrupção no Dnit e no Ministério dos Transportes não param!
A Revista Veja denunciou no último final de semana o mensalão do PR, encabeçado pelo Valdemar Costa Neto (ele mesmo, que renunciou para não ser caçado e depois se candidatou novamente e voltou ao Congresso), dentro do Ministério dos Transportes.
O ex-Ministro Alfredo Nascimento, que caiu pelos escândalos divulgados e pelo enriquecimento ilícito (86.500% de acréscimo de renda em nome do seu filho), deixou o cargo e voltou ao Senado.
Ué: não devolve o dinheiro desviado, superfaturado, e vira Senador novamente?
Esse país está uma verdadeira zona…
O magnata australiano das comunicações, Rupert Murdoch (dono da Fox, do The Sun, do The Times, do 20Th Century e de tantas empresas) está em maus lençóis.
Um dos seus jornais, o tablóide sensacionalista “News of the world”, é acusado de grampear telefones de políticos, artistas e até da família real. E a comprovação está próxima, devido as fortes evidências. Segundo as autoridades, seriam absurdos 3.000 grampos de celebridades e autoridades!
Uau! Vale tudo para se dar furo jornalístico? Deixe seu comentário:
Já falamos várias vezes sobre a fusão do Carrefour e Pão de Açúcar. Mas algo novo: Wall Mart alega que quase comprou o Carrefour Brasil em 2009, e que a ação de Abílio Diniz foi fruto de espionagem industrial!
Uau. A história promete. O sócio do Pão de Açúcar, o Casino, se manifestará?
Dois tricampeões mundiais batem boca em público. Ou melhor, divergem em público, pois, afinal, Tostão se recusou a fazer baixaria ou usar palavras fortes.
A pendenga é a seguinte: existe em votação um Projeto de Lei nº 7.377/2010, que visa ajudar 51 ex-jogadores de futebol com R$ 100 mil pagos imediatamente, além de uma verba mensal de até R$ 3.400,00 para jogadores com recursos limitados que lutaram no passado pela Seleção Brasileira.
Essa ajuda contempla os jogadores das Seleções de 58, 62 e 70. Tostão estava na lista e disse que recusaria tal dinheiro, criticando o projeto. Carlos Alberto Torres se irritou com tal declaração, e disse em entrevista à alguns órgãos de imprensa:
“É um demagogo. Ele teve mais sorte que os outros, é médico, não sei nem se é ele quem escreve aquela coluna lá no jornal. Mas tem gente que não foi preparada. Esse filho da p… deveria falar algum tipo de verdade”.
A resposta de Tostão foi pronta:
“Não sou demagogo nem sou bilionário. Só entendo que o governo não pode pegar dinheiro e distribuir assim. E os campeões de outros esportes? Um artista que elevou o nome do Brasil também poderia pedir esse benefício?”
E aí: quem tem razão? Carlos Alberto Torres ou Tostão? Deixe seu comentário:
O supernadador e campeoníssimo César Cielo foi flagrado no anti-doping (com mais 3 outros atletas).
Uma pena.
Cielo é simpático e competente, mas pisou na bola. Jogou a culpa na farmácia de manipulação por contaminação da sua fórmula vitamínica. E coincidentemente a contaminação foi de uma substância que mascara drogas proibidas e que aumentam o desempenho?
Tomara que suas desculpas sejam verdades, mas parece mais conversa mole.
O que mais entristece é que a entidade nacional de desportos aquáticos, ao invés de suspendê-lo (como é praxe), apenas o advertiu. Será que os outros atletas flagrados, se não estivessem acompanhados por Cielo, seriam advertidos ou suspensos duramente?
Ainda: será que o fato do Cielo ter sido um dos atletas mais atuantes nas cerimônias de lobby pelas Olimpíadas no RJ teve influência?
Hum… Lamentável.
Agora, a Federação Internacional de Natação analisará o caso, e, de certo, vai punir. Mas o fato da vista grossa brasileira foi feio…
E você, o que achou sobre esse episódio? Deixe seu comentário:
Na semana em que a TV Record levou ao ar reportagens sobre suspeitas de dirigentes esportivos, em especial ao presidente corinthiano Andrés Sanches, o mesmo contra-atacou.
Em entrevista exclusiva e polêmica à Globo, reproduzida na Revista Época São Paulo desta semana (Ed 39, Julho/2011, pg 66 – 72 por Eduardo Duarte Zanelato), várias declarações de efeito e que certamente repercutirão. São 6 páginas de material, além de um áudio com a íntegra da entrevista com mais detalhes (o áudio pode ser acessado no link: http://glo.bo/AndresItaquerao).
Destaque para as afirmações:
“Isso (o estádio) é uma coisa privada. O poder público não tem que acompanhar nada do estádio”.
Ué, a Prefeitura de São Paulo, através do Kassab, quer dar 420 milhões de isenção fiscal. As obras precisam de licenças. A fiscalização de tudo isso, segundo a visão do mandatário, deve ser inexistente?
“Os dutos estão lá desde 1976. Para fazer a obra (de remoção), não custa R$ 5 milhões. Aí vira R$ 30 milhões. Bom, não posso falar.
Não foi Andrés que um dia disse que o valor era de R$ 2 milhões? E quem pagará a conta que é muito maior? Se for a Transpetro (Petrobras), quer dizer que será nós…
“O que tem de ficar em cima é se vão roubar na ponte, nas obras da Copa. O resto é balela”
Então tá. Nas obras públicas haverá corrupção. Nos estádios, tudo será feito honestamente…
Amigos, isso me dá nojo pelo tamanho da demagogia e hipocrisia… Ao acessarem o áudio, estejam com o estômago preparado.
E você, o que pensa sobre as obras do Itaquerão? Deixe seu comentário:
Tarso Genro, alegre e sorridente, disse que Cesare Baptistti é ‘merecedor do visto de permanência e trabalho que conseguiu no Brasil’, mesmo após a absurda decisão de não-extradição do terrorista.
Merecemos cidadãos como Baptistti? Pior: merecemos políticos como Tarso?
Deixe seu comentário:
Uso a mesma expressão do jornalista Ricardo Perrone em seu blog do UOL para expressar o que penso sobre os limites de gastos e possíveis desvios de dinheiro para a Copa do Mundo (citação em: http://blogdoperrone.blogosfera.uol.com.br/sem-categoria/governo-agiu-em-dose-dupla-pelo-direito-de-estourar-orcamentos-da-copa/).
O que podemos falar da ridícula medida provisória 527, criada pelo Governo Federal para a Copa do Mundo?
Nela, cai o limite para os órgãos ‘estourarem seu orçamento’. Para reforma de estádios, as contas não poderiam passar de 50% e para a construção de novas arenas, 25%. Agora, não há mais teto, segundo as novas regras.
Ora, cá entre nós: o Maracanã, por exemplo, terá a reforma orçada no mínimo em 931 milhões de reais. Quase 1 bi, segundo o Portal 2014 (citação em: http://www.copa2014.org.br/noticias/7294/ORCAMENTO+DO+MARACANA+CAI+26+DIZ+GOVERNO.html). E tinha-se permissão em estourar em até 50% esse valor! Imagina agora que o estouro de verba é ilimitado? Na mesma fonte, se recorda que o orçamento inicial era de R$ 400 milhões. Quer dizer que o estádio nem está pronto e já orça 150% a mais que o previsto?
Porém, na Folha de São Paulo de hoje, Dimmi Amora (citação em: http://www1.folha.uol.com.br/poder/931228-prestacao-de-contas-da-copa-exclui-novas-obras-e-servicos.shtml) traz que o Ministério dos Esportes diz que a prestação de contas (ou não) da Copa do Mundo será feita por conveniência do Executivo, já que essa mesma MP 527 permite sigilo nos gastos. Quer dizer então que não precisa ser revelado o valor investido nas obras!
Segundo Maurício Savarese no UOL (http://esporte.uol.com.br/futebol/copa-2014/ultimas-noticias/2011/06/16/sigilo-em-licitacoes-da-copa-do-mundo-evita-formacao-de-carteis-diz-governo.jhtm), o líder do governo, o deputado federal Cândido Vacarezza afirmou que tal medida é importante pois evita a criação de “redes de corrupção”, já que as empresas não saberão quanto o Governo está disposto a gastar.
Incrível a cara-de-pau do parlamentar!
Então, as regras de gastos para a Copa do Mundo são as seguintes (oficialmente):
– o Regime Diferenciado de Licitações permite que as empresas vencedoras nas concorrências sejam escolhidas pela rapidez na obra, não pelo preço mais baixo;
– os gastos não precisam ser revelados publicamente, devido a lei do sigilo;
– isenção de impostos aos parceiros da FIFA;
– não há limite para gastos.
Não se esqueça: quando o Brasil ganhou a organização da Copa do Mundo, Ricardo Teixeira disse:
“Não haverá dinheiro público nas obras da Copa”.
Meu círculo de relacionamento não quer a Copa do Mundo. Nas minhas atividades acadêmicas, dos alunos calouros aos veteranos, incluindo meus colegas docentes, ninguém defende uma Copa aqui. Nas minhas atividades comerciais, idem. Com as pessoas que relaciono no meu convívio social, também.
Seria eu um alienado?
Reflita: quantas pessoas que você conhece que quer a Copa do Mundo no Brasil? Deixe seu comentário:
Na noite de ontem, mais uma partida onde Neymar ganhou as páginas de destaque. Cada vez mais ele é amado ou odiado; meio-termo não há. E os motivos são as supostas simulações e/ou supostas faltas marcadas, dependendo do ponto de vista, da análise fria ou até mesmo da simpatia de quem o vê.
No começo da carreira, a “Jóia Santista” abusava das simulações de faltas. Por ser franzino, cada dividida era uma queda. Mais ou menos o estilo “a lá Bebeto”, porém, este tentava as jogadas mesmo apanhando, e quando caia, ninguém duvidava da falta.
Mas aqui a situação é diferente. Pelo carisma conquistado por parte da imprensa, pelo apelo dos torcedores e pelo seu inegável potencial (ter potencial não é afirmar que já é craque), aproveita-se do rótulo de “queridinho” e cava faltas.
Me recordo perfeitamente que quando se firmou como titular, Neymar desabava em campo; fazia firulas e caia; driblava, partia para o gol mas não finalizava. Trocava tentativas de gols por faltas.
Os árbitros ficavam em dúvida. Os adversários, com bronca.
Porém, como toda a novidade passa a deixar de sê-la após algum tempo, os adversários aprenderam a marcar Neymar e explorar seus pontos fracos. Lembram-se de um jogo no Ceará, onde o zagueiro João Henrique anulou o santista? E por ser bem marcado irritou-se e teve chilique? E aí as faltas começaram a ocorrer de verdade, pois, afinal, as intimidações naturais do futebol aconteceram.
Surge um novo problema: como distinguir falta e simulação de Neymar? Ele costumava misturar faltas sofridas com quedas simuladas. Apitar jogos do Neymar passou a ser um verdadeiro inferno para a arbitragem. E, faça-se justiça, também os árbitros foram culpados por pouco punirem o atacante com cartões amarelos pós-simulação. No Campeonato Paulista, nenhum. Em amistoso internacional, a punição se deu por vaias da torcida. Na Libertadores, ontem, Amarilla cumpriu o riscado (e foi criticado por muitos).
Neymar alega ser perseguido pelos árbitros. Ora, ele não está reclamando a toa?
Considere o seguinte: em lances de jogadas divididas, costumeiramente há quedas. Mas…
–se num lance de dificuldade na interpretação (falta ou não), o atleta cai na dividida, segue o jogo. Cair é natural para quem disputa;
–se no mesmo lance cair e pedir pênalti, o árbitro deve mandar levantar, sinalizar que o lance foi normal e não marcar nada;
–se a reclamação for acintosa e o árbitro entender que está jogando a torcida contra ele (ter o famoso ‘chilique’), deve punir o atleta com cartão amarelo pela atitude inconveniente ou reclamação contra a arbitragem;
–se o atleta forçar a queda se atirando contra o adversário ou ao chão, é nítida simulação e se deve apitar o lance, além de aplicar o cartão amarelo.
Neymar, infelizmente, costuma forçar as duas últimas situações. O excesso de lances em que cai sem ser falta e que reclama desnecessariamente é absurdo. Tanto que, quando é falta realmente, o árbitro é levado a desconfiar.
O atleta – é necessário lembrar – havia melhorado o seu comportamento desde a chegada de Muricy Ramalho. Mantinha-se mais de pé no jogo, fazia jogadas mais objetivas e diminuiu os lances de infantilidade em campo. Evoluiu. Mostrou que estava a caminho da consolidação de ser chamado de craque.
Porém, há 10 dias, no amistoso em Goiás contra a Holanda, ele teve uma recaída. Cavou uma falta tão grotesca, que deu dó do zagueiro holandês. Mais pena deu do árbitro, que aplicou o cartão amarelo por acreditar que Neymar tinha realmente sofrido a falta. Na mesma partida, Neymar caiu de novo e o árbitro fez vista grossa. O menino reclamou (pra variar…). No final do jogo, Neymar desabou pela 3ª vez em campo após uma lance nornal e o árbitro marcou simulação de jogo, aplicando o amarelo. Neymar gesticulou, reclamou, fez que não gostou…
O nome do árbitro? Carlos Amarilla. O mesmo que apitou ontem Peñarol X Santos.
Será que Neymar não teve inteligência suficiente para pensar que o árbitro deve ter assistido o VT da sua atuação e visto que foi enganado por ele? E que não deveria praticar novamente tal atitude antidesportiva?
Não é que Neymar voltou a simular ontem? E, mesmo recebendo corretamente o cartão amarelo, resolveu justificar seu erro em cima da arbitragem, dizendo que é perseguido?
Ora, os árbitros que assistiram a partida e que conheço (todos os que conversei) dariam o cartão amarelo a ele. Só ele que não se puniria?
Se fosse um jogador comum, tal discurso seria choro que passaria batido. Mas como Neymar tornou-se “intocável”, a confusão foi criada.
Na semifinal São Paulo X Santos, Neymar invadiu a área, passou por Xandão, sofreu o pênalti do zagueiro sãopaulino e continuou de pé, conseguindo cruzar a bola para Ganso finalizar. Na Liga dos Campeões da Europa, Messi passou por 3 adversários no gol que fez na partida final contra o Manchester United, sendo que no primeiro foi empurrado e no último levou um pontapé; preferiu fazer o gol do que cair.
Se nas jogadas em que há falta se continuasse no lance, certamente se tiraria mais proveito das vantagens. Então por que tentar cavar a todo instante, se há habilidade?
Parece mais burrice do que estratégia. Aliás, a desinteligência foi tão grande em Montevidéu que, se Amarilla fosse rigoroso (ou, para alguns, caso prefiram, ‘perseguisse verdadeiramente Neymar’), teria aplicado o segundo amarelo nas outras oportunidades em que simulou durante a partida. Sua irresponsabilidade poderia custar a participação no jogo final aqui no Pacaembu.
Alguns dizem que os árbitros são corporativos e que há “perseguição”. Com jogador desconhecido nas 3as 4as divisões, não nesse patamar de visibilidade, acontece o seguinte: O árbitro fraquinho comenta com seu colega: “lá em Xiririca da Serra o camisa 5 é mala, me encheu o saco, fique atento se apitar lá”. E o seu colega encherá o peito e dirá: “Deixa comigo que eu não entro na dele” (isso seria persiguição?)
Nas divisões de cima, o que vale é o cuidado com as características dos atletas. Se algum árbitro amigo meu me diz que em tal time alguém se joga, ou bate, ou joga limpo, ou faz linha de impedimento… ou qualquer outra coisa, É INFORMAÇÃO para uma boa arbitragem.
Mas, cá entre nós… Alguém vai falar para árbitros conceituados: cuidado com o Neymar do Santos FC? Todos o assistem, ninguém precisa falar. Ronaldo, Romário, Zico, Ronaldinho Gaúcho… todos sabem quem eles são e quais são suas características.
O bom árbitro assiste campeonato. Sabe, por exemplo, que fora de forma Ronaldinho Gaúcho está muito chorão, já que como não ganha na velocidade, tenta ganhar no grito. Sabe que o time do Palmeiras tenta cavar faltas na área para o Marcos Assunção tentar fazer gol. Sabe que o garoto Lucas prefere a vantagem do que a falta e que tem que ter bom preparo físico em jogos do São Paulo. E sabe, claro, que Neymar é cai-cai. DEVE SE PREPARAR PARA ESTAS SITUAÇÕES.
Claro que estar preparado não é estar predisposto. Essa é outra história…
E você, o que pensa sobre isso? Neymar fez por merecer a sua fama de simulador de faltas ou não? Deixe seu comentário:
(Fico pensando: se Neymar jogasse no Campeonato Argentino, 3 situações prováveis: ou não seria titular, ou ficaria de pé, ou já teriam lesionado ele seriamente).
Ops: faltou falar: desde quando advertência verbal é perseguição? Dizer ao jogador: “se você pular de novo eu te expulso” é bronca, não é nada contra a Regra do Jogo.]
Daqui a pouco, dirão que os árbitros estão praticando assédio moral ou bulling sobre o Neymar… Se ele amadurecer, o futebol brasileiro será grato. Se continuar assim, teremos mais uma promessa que virou jogador comum.
No Rio de Janeiro, um acontecimento diferente: aluna coloca respostas de tarefas que valiam nota via Internet, e por “cola eletrônica”, teve até suposta ameaça de prisão!
É falta de ética, burrice da estudante ou crime? Ou nada disso? Deixe sua opinião:
Extraído de: Folha de São Paulo, 11/06/2011, pg C8, por Denise Menchen
ESTUDANTE É SUSPENSA AO POSTAR LIÇÕES NO FACEBOOK
A suspensão de uma aluna de 15 anos que criou uma comunidade na rede social Facebook para a troca de informações sobre tarefas e provas da escola pH virou caso de polícia no Rio.
Após Jannah Nebbeling chegar sozinha de táxi em casa dizendo ter sido coagida a apagar a página sob risco de prisão, a mãe dela, Andrea Coelho, registrou queixa. Ela entrou, também, com processo por danos morais contra a escola.
A comunidade, criada em março, era usada por alunos do 1º ano do ensino médio de diversas unidades do pH para a divulgação de respostas de lições que valiam nota.
Jannah diz que o ambiente era “construtivo”, já que muitas vezes as respostas publicadas por um aluno viravam tema de debate. Ela reconhece, porém, que muitos também usavam a rede social só para copiar trabalhos.
“Isso depende de cada um. Eu copiei algumas vezes, com outras palavras, mas, antes do Facebook, eu me reunia com minhas colegas para fazer o dever. A comunidade só facilitou”, diz.
A mãe da garota diz que o problema maior foi ter considerado negligente a atitude da escola ao enviar a aluna sozinha de táxi para casa.
Além disso, Andrea diz que a filha foi constrangida pela diretora na frente de dois professores e coagida a apagar a comunidade, o que ela não conseguiu fazer.
“Eles disseram que, se ela não apagasse a página, eu poderia ser presa por crime cibernético”, conta a mãe.
Educadores ouvidos pela Folha são unânimes em reprovar a reação do colégio.
Para Luli Radfahrer, professor de comunicação digital da USP e colunista da Folha, o Facebook poderia sediar um enorme grupo de estudos voluntário, que melhoraria o desempenho dos alunos.
“O pavor das novas tecnologias apenas revela o quanto a escola é cada dia mais anacrônica”, diz Luca Rischbieter, consultor pedagógico da área de tecnologia educacional da Positivo.
O problema, afirma Nilbo Nogueira, doutor em educação com ênfase em novas tecnologias pela PUC-SP, é o uso inadequado da internet por falta de orientação dos professores.
ASSUNTO EDUCACIONAL
Em nota, o colégio pH afirmou lamentar que a estudante tenha levado à Justiça um assunto de cunho estritamente educacional.
“A instituição tomou as medidas cabíveis, seguindo sua linha pedagógica, ao constatar que a aluna administrava página em rede social na qual usava o logo da instituição e veiculava material didático do colégio sem autorização e de forma inadequada”, diz a nota.
O colégio diz que ofereceu um funcionário para acompanhá-la até em casa, mas que a oferta foi recusada. O pH é um dos colégios com maior taxa de aprovação em vestibulares.
Todo mundo paparica a China para fazer negócios e ganhar dinheiro. Mas o que podemos falar da nova briga entre chineses e capitalistas?
O Google e o Yahoo já tiveram que suprir expressões como “Democracia” e “Direitos Humanos” em seus buscadores para entrar lá. Agora, o Google diz que o Governo Chinês invade e lê emails do Gmail, através de utilização das senhas dos usuários obtidas ilegalmente.
Hum… essa história cheira mal. Os ditadores comunistas – não duvido – fariam isso mesmo?
Jérome Valcke, secretário da FIFA (aquele mesmo que deu uma canseira no SPFC e praticamente alijou o estádio do Morumbi da Copa do Mundo de 2014) assegurou hoje:
“Ricardo Teixeira é um homem limpo”
Agooooora sim acredito mais ainda. Não na inocência, mas na culpa das acusações.
Vejam a matéria e a foto muito sincera de dois amigos (Teixeira e Valcke), abaixo (citação em: http://is.gd/rJYRaE)
VALCKE ASSEGURA: ‘TEIXEIRA ESTÁ COMPLETAMENTE LIMPO’

Principal dirigente do futebol brasileiro, o mandatário da entidade máxima do esporte no País foi acusado de propina pela imprensa inglesa. Segundo os britânicos, Ricardo pedira favores em troca de votos para a nação europeia sediar a Copa do Mundo de 2018 – a Rússia venceu o pleito, enquanto Inglaterra recebeu apenas dois votos.
Somado a Ricardo Teixeira, outros três dirigentes acabaram inocentados neste domingo: Jack Warner, presidente da Concacaf (Confederação de Futebol das Américas do Norte, Centro e Caribe), Nicolas Leoz, mandatário da Conmebol (Confederação Sul-Americana), e Worawi Makudi, membro do comitê executivo da Fifa.
O quarteto havia sido acusado de conduta “imprópria e antiética” nas eleições que definiram as sedes dos Mundiais de 2018 e 2022. Além da Rússia, o Catar venceu o pleito para o torneio que será realizado daqui a 11 anos.
A inocência de Ricardo Teixeira rapidamente repercutiu no Brasil. Instantes depois da entrevista concedida por Jérome Walcke, a CBF estampou em seu site um comunicado, ressaltando a retirada das acusações da Federação Inglesa de Futebol, que culminou na abertura do processo na Fifa, contra o mandatário brasileiro.
“Em documento enviado à FIFA, neste domingo, a Federação Inglesa (FA) esclareceu que o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, não participou de qualquer episódio de corrupção, como alegado pelo ex-presidente da FA, Lord Triesman, em relação à campanha da Inglaterra pela Copa do Mundo de 2018”, escreveu o portal da entidade.
“Estou triste pelo que ocorreu”, afirma Blatter
Joseph Blatter, presidente da Federação Internacional de Futebol (Fifa) e que não será investigado em um caso de fraude eleitoral no órgão, disse neste domingo sentir-se “triste pelo que ocorreu”, completando que “a imagem da Fifa sofreu muito”.
“A Comissão de Ética da Fifa comunicou seu julgamento, que não quero entrar em detalhes”, escreveu Blatter em seu texto.
“Apenas declaro que estou triste pelo que ocorreu nestes últimos dias e nestas últimas semanas. A imagem da Fifa sofreu muito, para a desgraça da Fifa e de todos os amantes do futebol”, completou.
A eleição presidencial foi mantida para 1º de junho e Blatter, 75 anos é o único candidato à sucessão, para um quarto e último mandato.
Mohamed Bin Hammam, do Catar, presidente da Confederação Asiática, que era seu único adversário, anunciou neste domingo sua retirada da corrida eleitoral, antes de comparecer diante da Comissão de Ética da Fifa, que decidiu suspendê-lo provisoriamente, enquanto durar a investigação.
Dias atrás, o senador Roberto Requião foi indagado sobre o acúmulo de aposentadorias governamentais que recebe e sobre as denúncias de corrupção que ligavam o seu nome ao seu irmão. Ao invés de respondê-las, simplesmente arrancou o gravador da mão do jornalista da Rádio Bandeirantes – depois ele disse que ele era vitima de bulling, por isso não respondeu… Cara de pau, não?
Mas vejam esse relato de Paloma Amado: a moça, nordestina (filha dos escritores Jorge Amado e Zélia Gattai) morava em Paris. E relatou em seu Facebook a experiência negativa que sofreu com o Senador e sua esposa, dentro de um aeroporto, por julgarem a aparência da moça humilde demais… Revoltante: (texto original escrito por Paloma, abaixo)
“EU ODEIO PREPOTÊNCIA
Era 1998, estavamos em Paris, papai já bem doente, participara da Feira do Livro de Paris e recebera o doutoramento na Sorbonne, o que o deixou muito feliz. De repente, uma imensa crise de saude se abateu sobre ele, foram muitas noites sem dormir, só mamãe e eu com ele. Uma pequena melhora e fomos tomar o aviao da Varig (que saudades) para Salvador.
Mamãe juntou tudo que mais gostavam no apartamento onde não mais voltaria e colocou em malas. Empurrando a cadeira de rodas de papai, ela o levou para uma sala reservada. E eu, com dois carrinhos, somando mais de 10 malas, entrava na fila da primeira classe. Em seguida chegou um casal que eu logo reconheci, era um politico do Sul (nao lembro se na época era senador ou governador, já foi tantas vezes os dois, que fica dificil lembrar). A mulher parecia uma arvore de Natal, cheia de saltos, cordões de ouros e berloques (Calá, com sua graça, diria: o jegue da festa do Bonfim). É claro que eu estava de jeans e tênis, absolutamente exausta. De repente, a senhora bate no meu ombro e diz: Moça, esta fila é da primeira classe, a de turistas é aquela ao fundo. Me armei de paciência e respondi: Sim, senhora, eu sei. Queria ter dito que eu pagara minha passagem enquanto a dela o povo pagara, mas nao disse. Ficou por isso. De repente, o senhor disse à mulher, bem alto para que eu escutasse: até parece que vai de mudança, como os retirantes nordestinos. Eu só sorri. Terminei o check in e fui encontrar meus pais. Pouco depois bateram à porta, era o casal querendo cumprimentar o escritor. Não mandei a putaquepariu, apesar de desejar fazê-lo, educadamente disse não. Hoje, quando vi na tv o Senador dizendo que foi agredido por um repórter, por isso tomou seu gravador, apagou seu chip, eteceteraetal, fiquei muito retada, me deu uma crise de mariasampaismo e resolvi contar este triste episódio pelo qual passei. Só eu e o gerente da Varig fomos testemunhas deste episódio, meus pais nunca souberam de nada…”
(Paloma Jorge Amado é psicóloga).
Compartilho com os amigos um interessante artigo do Prof Dr Thiago Schulze, a respeito de Ética Contemporânea na área do Turismo!
Tal tema nunca foi amplamente abordado, e pela relevância do assunto, sugiro a leitura do bom material. Abaixo, extraído de: http://is.gd/tuWhZl
A CONCEPÇÃO DE ÉTICA CONTEMPORÂNEA EM TURISMO
Em visita ao Espírito Santo nos dias 7 e 8 de Maio, por ocasião da assembleia de abertura da ACB – Associação Capixaba de Bartenders, tivemos a oportunidade de refletir sobre a ética em A&B (Alimentos & Bebidas), a partir dos estudos desenvolvidos em nossa tese de doutoramento, cujo tema foi “A busca por contribuições e subsídios a um currículo de Turismo no Brasil, fundamentado nos princípios norteadores da ética” (SCHULZE, 2011).
Como foi nossa primeira visita à capital capixaba, não escondemos nossa alegria e satisfação em relação a todo acolhimento caloroso recebido durante a visita, bem como a confirmação de que a região de Vitória, bem como o Espírito Santo como um todo, possui um grande potencial turístico a ser desenvolvido, capaz de oferecer experiências memoráveis àqueles que o visitam.
Por isso, provocamos e convidamos nestas linhas o leitor a pensar sobre a seguinte questão: Que falta faria não pensarmos o desenvolvimento turístico da região de Vitória e do Espírito Santo considerando os preceitos da ética?
Conforme destacamos ao longo da reflexão, nossa concepção de ética contemporânea em turismo, é baseada em 5 elementos: a sustentabilidade, a hospitalidade, a inclusão social, a cidadania e o multiculturalismo.

A seguir, mais provocações:
A partir da Sustentabilidade, em seus níveis ambiental, econômico, sócio-cultural e político, podemos pensar em um turismo no Espírito Santo que valorize seus atrativos naturais preservando-os para as próximas gerações, as manifestações culturais e peculiaridades do capixaba, assim como a geração de emprego e renda para a região, dentro de um ambiente que valorize as parcerias públicas e privadas e enfatize a importância da democracia e da participação dos diferentes sujeitos e organizações que compõe o produto turístico Espírito Santo?
A partir da noção de Hospitalidade, em seus domínios comercial, doméstico e privado, como queremos receber, acolher, alimentar e entreter nossos visitantes em nossas cidades, estabelecimentos e casas, em Vitória e no Espírito Santo?
A partir da concepção de que o desenvolvimento da atividade turística, baseado nos preceitos da ética, é aquele que contempla todos os seres humanos envolvidos com a atividade, portanto um desenvolvimento com Inclusão Social, como estamos cuidando e contemplando a comunidade receptora capixaba neste desenvolvimento?
A partir da concepção de que o desenvolvimento da atividade turística nos moldes éticos também valoriza a ajuda mútua, o bem comum, além de um conjunto de direitos e deveres necessários, ou seja, um desenvolvimento ligado à Cidadania, é qualquer tipo de turismo que nos interessa em Vitória e no Espírito Santo? Ou seja, vale tudo para atrairmos novos turistas?
A partir de uma concepção de que uma atividade mais inclusiva e mais cidadã contempla também o respeito às diferentes manifestações culturais de seus participantes e da localidade onde o turismo é desenvolvido, ou seja, uma atividade ligada aos preceitos do Multiculturalismo, não é essa uma oportunidade a mais de demonstrarmos o valor do capixaba e de toda a sua riqueza histórica, social e cultural?
Entendemos que estes cinco princípios não são únicos, exclusivos e acabados, mas pode ao menos nos auxiliar a refletir e orientar que tipo de turismo queremos para a região, e quais os seres humanos a serem beneficiados com esse desenvolvimento.
Quando falamos em ética, entendemos que o sujeito mais importante, ou melhor, os sujeitos mais importantes, definitivamente integram a comunidade capixaba, verdadeiros merecedores das belezas naturais, culturais e históricas que aí presenciei nesta breve, mas não última se Deus assim permitir, estada.
A seguir, algumas experiências visuais memoráveis:

Passar um sábado à tarde memorável em uma praia: tem preço?

Vista privilegiada da Ponte Deputado Darcy Castello de Mendonça (apelidada de Terceira Ponte).

Experiência gastronômica memorável em uma danceteria: um martini de pepino.
Referência:
SCHULZE, Thiago Rodrigues. A busca por contribuições e subsídios a um currículo de Turismo no Brasil fundamentado nos princípios norteadores da ética. São Paulo: PUC-SP 2011, tese de doutorado
Estamos perto do fim do entusiasmo e da credibilidade no mundo do futebol. Infelizmente.
Observem alguns dados:
1) O último Campeonato Paulista deu 20% a menos de audiência à Rede Globo se comparado com os 10 anos anteriores (dados da Folha de São Paulo de hoje, Ilustrada, D8).
2) Maradona disse que os argentinos jogaram a repescagem de 93 contra a Austrália dopados, e só por isso se classificaram para a Copa de 1994. Faz tempo, mas o presidente da AFA era o mesmo: Júlio Grondona.
3) A Federação Inglesa denuncia que Ricardo Teixeira e João Havelange desviaram verbas e aceitaram propinas nos anos 90. Faz tempo, mas Teixeira continua na CBF…
4) No Leste Europeu e no Sudeste Asiático estouram dia-a-dia denúncia de jogos arranjados para fraudes em casas de apostas. Mas ninguém é preso…
5) Na Argentina, ex-árbitro da 1ª Divisão denuncia esquema de corrupção para favorecer o Boca Jrs. Sabe o que aconteceu nas terras dos hermanos, após a denúncia? Nada. Quem sabe abram uma Comissão para Apuração… daquelas que nunca resultam em nada!
6) Passada a final do Paulistão A1, alguém assistiu ao sorteio dos árbitros? Teve sorteio “ao vivo”? Cadê a transmissão e o alarde para os jogos da Segunda Divisão? Nem a velhinha da FPF foi reclamar mais ao Coronel Marinho…
7) Por quê a Pallas Eventos e Transportes Esportivos continua sendo a única agência a vender passagens aos árbitros para o Brasileirão? Exclusividade da categoria?
8) A Arena Fonte Luminosa, de Araraquara, é uma das mais queridas pelos clubes afinados politicamente com a FPF. Por que os outros clubes não conseguem utilizá-la, como o São Paulo, por exemplo? A propósito, o Corinthians lançará a terceira camisa, que será grená, e vai estreá-la em Araraquara. É homenagem ao Torino ou à Ferroviária?
9) “Não haverá dinheiro público na Copa do Mundo do Brasil em 2014” – Essa frase de Ricardo Teixeira há anos nunca teve crédito no meio das pessoas mais cultas e esclarecidas. Mas por que o Ministro Orlando Silva a repete como um mantra, e ao mesmo tempo pressiona Geraldo Alckmin para investimentos no Itaquerão?
10) Ainda sobre o caso de corrupção na Fifa e em eventos da Copa do Mundo (citado no item 3), o programa Panorama da BBC comprova que num acordo com a Polícia Suíça devolveu-se a propina. Tablóides ingleses sugerem que o Brasil não teria condições morais de sediar a Copa do Mundo. Já que as obras estão atrasadas por aqui, por que não retribuir aos ingleses a gentileza deles ao conseguirem comprovar crimes da CBF (já que aqui ninguém consegue) e deixá-los organizar o Mundial de 14? Alguém duvida que a Inglaterra teria condições de sediar a Copa do Mundo se ela fosse amanhã?
E você, o que acha de tudo isso? Deixe seu comentário:
Amigos, revirando a blogosfera, deparei-me com um artigo interessante de Marcos Alvito. Para quem não o conhece, ele é membro da Associação Nacional dos Torcedores. Calma, não tem nada de torcida organizada na história, ele é um legítimo representante dos torcedores-consumidores, o público de bem dos estádios. Professor de Antropologia da UFF, escreveu sobre o desejo das entidades em elitizar o acesso ao futebol.
A idéia é a seguinte: cobrando mais caro, o torcedor terá mais benefícios no estádio e os mais pobres se afastarão. Ora, o problema do futebol é a condição financeira ou a educação?
Lembro-me de Marcelo Campo Pinto, da Globoesporte, que em uma palestra que tive a oportunidade de participar, disse mais ou menos assim:
“ir a um estádio de futebol deve ser um evento singular; às vezes, o cidadão irá uma única vez e isso deve ser marcante”.
A clara idéia é: o futebol deve ser acessado pelas mídias, não presenciado nas arquibancadas…
Abaixo, publicado originalmente no OESP, Caderno Esporte, B2, 12/12/2010
AOS RICOS, O FUTEBOL
Por Marcos Alvito
Os sinais estão por toda parte. Em 2005 o Maracanã fechou a geral, talvez o setor popular mais famoso do mundo, onde durante meio século floresceu uma cultura torcedora lúdica e carnavalesca. Em seu lugar foram colocadas cadeiras de plástico com preço seis vezes maior. O Maracanã, antes “o maior de todos”, vai virar um estádio para 76 mil pessoas. Esse encolhimento – que ocorrerá também nas dimensões do gramado – custará aos cidadãos “apenas” R$ 1,2 bilhão. Com a reabertura do estádio, calcula-se que os ingressos custarão pelo menos o dobro do que custam atualmente.
Recentemente realizou-se no Rio a Soccerex, feira internacional centrada no futebol-negócio. Nela, “especialistas” afirmaram que doravante o futebol brasileiro terá a classe A como clientela alvo, deixando de lado as classes B e C. Porque as D e E há muito não sentam em uma arquibancada. É claro que o evento foi financiado com dinheiro público. Em Santa Catarina, o Avaí aumentou em 50% o preço dos ingressos neste ano, passando de R$ 40 para R$ 60. No Paraná, o recém-promovido Coritiba já anunciou que aqueles que não aderirem a seu plano de sócio torcedor terão que desembolsar R$ 100 pelo ingresso avulso. Não é de se admirar que a média de público do campeonato brasileiro em 2010 tenha sido ridiculamente baixa: 14.839 pagantes. Isso é menos que a média do campeonato alemão da segunda divisão!
Não é o preço do ingresso o único fator para o afastamento do público. Hoje os estádios viraram estúdios para um show televisivo chamado futebol. No estádio-estúdio do Engenhão, que custou aos cofres públicos três vezes mais do que previa o orçamento, placas de publicidade impedem a visão de boa parte da linha de fundo, inclusive da linha do gol. Ingressos para esse setor “pagando pra não ver” custam, em jogo normal, R$ 30. A tabela do campeonato é alterada de uma semana para outra, modificando dias e horários sem respeito pelo torcedor. A rede de TV que monopoliza as transmissões há décadas transformou o futebol em sobremesa da novela, com jogos no meio da semana terminando por volta de meia-noite. Essa mesma rede é dona do pay-per-view, que a cada dia dá mais lucro. Ou seja: ela praticamente obriga os torcedores a se transformarem em telespectadores dos canais pagos.
Esse processo de expulsão dos torcedores mais pobres (ou menos ricos) é algo planejado e consciente. Ainda em 2004, o então presidente do Atlético Paranaense já afirmava que “o clube não precisa mais de torcedores, e sim de apreciadores do espetáculo”. Dentro dessa filosofia, proibiu a entrada de torcedores com bandeiras, tambores, faixas e camisas de torcidas organizadas. Por baixo de uma “nuvem midiática” vendendo a ideia de que estaria ocorrendo uma modernização do futebol brasileiro, o dinheiro do cidadão pobre financia, via impostos, sua própria expulsão. É um processo de Robin Hood ao contrário…
Chamar o futebol brasileiro contemporâneo de moderno, aliás, é piada de mau gosto. Por um lado temos uma estrutura política feudal mantida há décadas nos clubes, nas federações estaduais e na CBF. Por outro, o capitalismo selvagem na hora de extorquir os torcedores. A junção do atraso com a falsa modernidade é desastrosa.
Existe algo mais arcaico e tradicional que a venda de ingressos? Como vão sempre parar na mão dos cambistas? Será que as rendas reais são mesmo aquelas? Será que as gratuidades são mesmo aquelas? É um sistema obscuro que beneficia sempre os mesmos: empresas que fabricam os ingressos (e fazem adiantamentos aos clubes, presos a elas do mesmo modo que à televisão) e, mais uma vez, cartolas corruptos.
Por falar em polícia, qual é o principal instrumento de policiamento dos estádios? Investigação? Inteligência? Aparelhos sofisticados de filmagem? Acertou quem respondeu o cassetete, usado desde o Paleolítico. Em vez de prender e processar a minoria ínfima de torcedores que vai ao jogo para brigar, a polícia prefere bater. Desde quando o bom e velho porrete é sinônimo de modernidade?
A parte menos moderna, todavia, é o sistema de formação de jogadores. Milhões de jovens brasileiros sonham ser jogador de futebol. Poucos vão se tornar profissionais e, entre estes, pouquíssimos vão ganhar os altos salários que povoam o imaginário das classes populares. A formação de um jogador profissional demora em torno de 5 mil horas de treinamento em dez anos. Os clubes exploram essa mão de obra infantil sem nenhuma responsabilidade. Se o garoto de 11 ou 12 anos se machucar ou se não “servir” mais, o que ocorre? É simplesmente abandonado. Para onde vai? O Estado zela por ele? Regulação por parte do Estado, proteção aos jovens, preparação para a vida futura com ensino profissionalizante, nada disso ocorre.
Debaixo da bruma marqueteira que exalta a pseudomodernização assistimos a um processo de elitização perversa do futebol brasileiro. Perversa porque financiada com dinheiro do povo. Uma arte e cultura popular criada e mantida por gerações de brasileiros é saqueada em benefício de poucos. É o primeiro mandamento do futebol-mercadoria: dai aos ricos o futebol.
Putz, está ficando chato escrever sobre o humorista Rafinha Bastos. Não gosto do humor dele, mas respeito quem gosta. Porém, acho de uma insensibilidade tão grande e de uma falta de graça suas piadas politicamente incorretas…
Veja essa abordagem sobre “mulheres feias vítimas de estupro”:
“Tá reclamando do quê? Deveria dar graças a Deus. Isso pra você não foi um crime, e sim uma oportunidade”.
Zombar gratuitamente do trauma de alguém pra quê?
Algumas coisas são incríveis no futebol brasileiro. Parecem incoerentes, mas são verdadeiras. Veja 10 curiosidades:
1- Leandrão, centroavante do ABC de Natal, dias atrás quando foi eliminado pelo Vasco da Gama na Copa do Brasil, escreveu no Twitter:
“Qual turista vai ao RJ e não é roubado?”
O STJD determinou 4 partidas de punição e 1 mil reais de multa ao atleta. Em SP, Scolari disse (ao vivo, por rádio e TV) que o arbitro Sálvio Spínola estava encomendado. Na festa da FPF, ao invés de reprimenda, levou o troféu de melhor treinador do Campeonato (Scolari vai a julgamento hoje por ofensas ao Paulo Cesar de Oliveira; mas sobre a declaração ao Salvio, não deu nada…)
2- Andrés Sanches, presidente do Corinthians, disse em uma gravação não autorizada durante um encontro do Clube dos 13, que:
“sou amigo do Ricardo Teixeira mesmo, sou amigo da Globo mesmo, apesar de ser gângster (…) eu vejo o meu clube.” .
É amigo e o chama de bandido? E gosta disso?
3 – Orlando Silva, Ministro do Esporte e grande incentivador da construção do Estádio do Corinthians para a Copa do Mundo, disse à Folha de Sao Paulo na edição de hoje:
“O Governo de SP ainda não atingiu o seu limite”,
em referência a demora das obras. Mas… ele é um dos responsáveis pela Copa, está a frente do Ministério há 3 mandatos e a culpa é do Alckmin que assumiu o mandato há 5 meses?
4 – Deputado Jovair Arantes quer limitar número de jogadores brasileiros que atuam no exterior em 10% dos nomes convocados para a Seleção Brasileira.
Ué, Brasília tem tanta ociosidade no Congresso para que sobre tempo para nobres parlamentares pautarem discussões sobre as convocações de Mano Menezes?
5 – Na final da Liga Europa, 2 equipes portuguesas. Mas 17 atletas brasileiros em campo! O vice-campeão foi o luso-brasileiro Braga, com uma verdadeira seleção do interior paulista: Artur e Marcio Mossoró (Paulista), Vandinho (Ponte Preta), entre outros tantos.
Os clubes brasileiros vendedores desses atletas ficam com o pires na mão, já os empresários…
6 – Jogadores corinthianos foram vice-campeões paulistas em campo. Mas a FPF só entrega a medalha da premiação para quem cai receber a mesma na festa oficial da entidade. Quer dizer que o suador em campo não valeu, só vale se for no regabofe do Marco Polo?
7 – A “troca de pele” de certos atletas impressiona. Por exemplo: Ronaldo, Adriano e Emerson Sheik eram assumidamente flamenguistas de coração. Após assinarem contratos com o Corinthians, descobre-se um novo amor. Precisa ser ex-torcedor do Flamengo para jogar com a 9 no Pq Sao Jorge?
8 – O RJ é o único lugar onde os árbitros de futebol se mobilizaram contra a incompatibilidade de cargos do dirigente-mor Jorge Rabelo, que preside a Comissão de Árbitros, o Sindicato e a Cooperativa (tem um estado onde as siglas começam com S e terminam com P cujo nome mantenho em sigilo, onde o chapa-branquismo é semelhante…). Entretanto, os clubes de futebol de lá adoram Jorge Rabelo e, coincidentemente, pedem a cabeça do Sergio Correa, presidente da CA – CBF. Alegação? Correa privilegiaria os paulistas. “Privilegia mesmo”! Nenhum paulista escalado na serie B na primeira rodada e invasão de cariocas e árbitros do Norte-Nordeste.
Será que eles viajarão pela Pallas, empresa parceira da CBF?
9 – Ranking de Clubes da Conmebol: O país do futebol está atrás do Equador…
Rodrigo Bueno, no Caderno Esporte da FSP, pg D9, com base no ranking de clubes divulgado pela entidade, pontuou os países melhores colocados nos últimos 5 anos (que é a base de cálculo da Sulamericana). Assim, a Argentina teria 134 pontos, o Equador 133 e o Brasil 123.
Se usássemos os mesmos critérios utilizados pela UEFA para a distribuição da Champions League, teríamos 4 vagas para Argentina, Equador e Brasil. Depois temos o Paraguai, Chile e Uruguai com 3 clubes e os demais com 2 times.
Estamos no mesmo nível do Equador, pelos critérios técnicos!
10 – Os 3os colocados carioca e paulista (Fluminense e São Paulo) se enfrentam domingo às 18:30 pelo Brasileirãoo. O confronto dos vice-campeões de RS e SP será no domingo às 16h. Já os campeoníssimos dos mesmos estados de enfrentam às 21h de sábado (Santos X Internacional). E ainda querem torcedores nos estádios?
E você, o que acha dessas incoerências? Quer deixar um comentário?
A briga é boa: o Uruguai quer que os maços de cigarro estampem 80% de imagens sobre suas ações danosas, entre elas: recém-nascido deformado, câncer bucal e deficiente pulmonar em estado terminal. Aqui no Brasil isso já ocorre, mas não na mesma proporção.
A Phillip Morris, líder de vendas de cigarro no nosso país vizinho, entrou na justiça contra o governo alegando que isso é censura às suas logomarcas, que não seriam facilmente reconhecidas.
A briga é boa: o Uruguai se esforçando em combater o vício do cigarro e consequentemente seus males, e a empresa querendo vender.
Um dado interessante: o PIB uruguaio é de 44 bilhões de dólares. O valor de mercado da Phillip Morris é de 108 bi!
Quem leva a melhor e o que você pensa disso? Deixe seu comentário:
Vejam só: o buscador da Microsoft, o Bing, é acusado pelo seu concorrente e líder de mercado, Google, de plagiar suas pesquisas.
Os técnicos do Google montaram uma arapuca para provar a má fé do Bing: criaram a palavra fictícia “hiybbprqag”, sem sentido algum. Inseriram no banco de dados do Google um significado qualquer e esperaram 20 dias.
E não é que o Bing apontou a palavra maluca com o sentido inventado pelo Google e que só estava em seu banco de dados?
Ética… Zero!
O caso dos sorteios duvidosos de árbitros da FPF, e em especial o episódio “Paulo César”, será relembrado hoje. Afinal, é dia do sorteio de árbitros para as finais. E com todos em cima, não temos dúvida de que a sorte realmente sorteará os árbitros.
Mas coisas curiosas e contraditórias chamam a atenção. Dentre alguns comentários que recebo no blog e no meu email pessoal, um se destaca! Um internauta trouxe a lembrança sobre o contexto do email enviado pelo presidente Marco Polo Del Nero à Sérgio Correia da Silva (CA-CBF), por conta do “caso Tardeli”. O email foi divulgado publicamente por Marco Polo à imprensa dias depois da mudança de árbitro da partida São Paulo X Goiás. A incoerência do discurso de agora com o de 2008 é gritante! Abaixo:
“Quero aqui ratificar oficialmente o que lhe passei via celular ontem à noite, sobre a preocupação que nos atinge em relação ao ato relatado, ontem à noite por minha secretária de nome Lilian sobre suposto envelope que deveria chegar às mãos do vice-presidente Reinaldo Bastos para ser entregue ao árbitro Wagner Tardelli. Como lhe disse, comuniquei o fato ao GAECO do Ministério Público de São Paulo na pessoa do Dr. José Reinaldo Carneiro, cujo telefone lhe passei.
A sugestão do Ministério Público, que também adoto, é a de trocar o árbitro da partida para preservá-lo. É uma questão humanitária, pois Wagner Tardelli pode não estar a par do envelope e se ocorresse um erro comum da arbitragem poderia acarretar sérias dúvidas. E a troca do árbitro iria transformar um fato delicado a nada, sem outras consequências, pois estaria sanada a nossa preocupação. O campeonato terminaria sem qualquer mácula ou dúvidas. Vou procurar entrar em contato com Dr. Ricardo Teixeira pra transmitir a nossa preocupação“.
Ué, de duas uma: Ou Paulo César não teve a preocupação humanitária citada por Marco Polo, ou houve uma mudança abrupta de conceitos do dirigente da FPF…
Porém, agora temos uma fala interessante: Silas Santana, presidente da Cooperativa dos Árbitros de Futebol (e, coincidentemente, Ouvidor da FPF – não seria cargo incompatível?) declarou que esteve na platéia do sorteio e pode atestar a lisura! No site da Cooperativa, diz que na imprensa há “blefadores de truco”, alegando que é mero acaso.
Sendo assim, vamos descartar TODOS ESSES “BLEFES” expostos aqui nesse link: http://is.gd/HR4g72 , pois, afinal, são coincidências. Silas clareou tudo: a culpa, de fato, é (ou deve ser) da imprensa…
Por falta de tempo, não deu para comentar.
Nesta semana, a mídia divulgou os estudos de uma Universidade Européia sobre o fumo. O levantamento confirmou que ao menos 6 grandes fabricantes de cigarro colocavam inibidores de apetite nos seus produtos, a fim de conquistar o público feminino com cigarros “que emagrecem” em formatos de sentidos subliminares (mais leves e finos).
Além dos ingredientes cancerígenos, viciantes e maléficos, ainda mais essa. Covardia!
Amigos, ainda ‘rende assunto’ a história do Sorteio de Árbitros da FPF.
Muito se questiona sobre a lisura dos mesmos. E na mesma proporção, levantam-se coincidências.
Algumas delas (7 situações constrangedoras para o danado do Globo da Sorte):
1- Palmeiras com maior número de árbitros inexperientes sorteados em 2009 (coincidentemente, justo no ano em que teve o maior número de pênaltis em casa).
2- José Henrique de Carvalho “escalado” pela Rádio Jovem Pan uma semana antes do sorteio do jogo Santos X Corinthians, em 2010 (o Jornalista Fernando Sampaio, em seu blog, taxou por dias a sigla ‘JHC’ em diversos posts, a fim de mostrar que conhecia a escala). Na data do sorteio, deu JHC!
3– Nas finais de 2009 (dois anos, hein?) Seneme, Sálvio, José Henrique, PC, Bragueto e Abade foram selecionados para as semifinais e finais do Paulistão. O mesmo Fernando Sampaio bancou que apenas 2 árbitros iriam ser sorteados em todas as partidas dessas fases. E não é que acertou? Chance de 1/6 elevada a 6ª potência para cada! Chances matemáticas de 0,023328% (não dava 1% – probabilidade confirmada pelo meu colega docente Prof Dr Antonio Gervásio Campos, titular em Estatística).
4- Em 2011, no dia 20 de março, num post do domingo que precedia o clássico São Paulo X Corinthians em Barueri, já estava o nome de Guilherme Ceretta de Lima no jogo a ser sorteado na quinta-feira posterior. Ou seja: uma semana antes, o nome do árbitro já era divulgado no Blog do Fernando! Estava lá! Coincidência também? Até um árbitro tirou sarro do sorteio, em: http://is.gd/7LQWi1
Algo que se faz necessário: Não é segredo para ninguém que em muitas conversas abertas no blog, Fernando Sampaio e o seu amigo Rubão estão dando muitas escalas do campeonato a serem sorteadas (para uma provável repulsa da Federação Paulista). Rubão é uma espécie de “Avatar” de alguém, uma figura que vale aposta na FPF. Muitos apostam em diversos árbitros e antigos dirigentes; até eu entrei na conta – mas garanto que não sou, pois estou fora da FPF há 1 ano e o Rubão fala sobre bastidores recentes de reuniões que participa. Mas comparar-me a ele não é ofensa, afinal, ele também já escreveu por aqui e nunca o vi defender gente suspeita.
Mas o que importa: se você, assim como eu, lê o blog do Sampaio, percebeu que há meses os nomes já foram destacados para as finais. Dando uma fuçada nas conversas entre Fernando Sampaio e Rubão, ambos discutiram o seguinte:
5- Na rodada 14, após o Seneme estrear num jogo qualquer, FS escreveu: Luiz Flávio e Seneme nas finais (confirmados pelo Cel para as Rodadas 22 e 23 ontem)
6- Na rodada 15, ambos conversavam sobre os 12 que iriam para as quartas de final (só errou Aurélio Sant’Anna Martins no lugar do Flávio Rodrigues Guerra) – (Cel os confirmou na Rodada 20)
7- Na rodada 18, falaram de 6 nomes a serem levados a sorteio na final. Ontem, a FPF divulgou 4. Acertaram todos!
Dito isso, há quanto tempo eles estão falando de Seneme e Luiz Flávio nas finais e que agora se confirma com a indicação de seus nomes a sorteio? Final de Fevereiro!
Chamo a atenção para algo curioso: Ontem, na sede da FPF, o presidente Marco Polo Del Nero se exaltou contra o jornalista Luiz Carlos Quartarolo e esbravejou sobre a transparência do sorteio. Ele preferiu dizer que Prósperi acertou ao acaso o jogo da semana passada. Mas e o principal: rebater as coincidências acima entre Fernando Sampaio e Rubão? Meras coincidências também de 0,223328%?
O acerto do Jornal da Tarde é apenas um dos muitos casos sempre citados.
DETALHE: Marco Polo disse que pediu 30 árbitros para o Cel Marinho colocar no globinho, mas ele só quís 4 e não topou! Será que pediu mesmo? Por que não colocá-los?
E você, é a favor do sorteio de árbitros ou deveria ser escala direta? Deixe seu comentário:
Antes da Análise: deu coceira nos dedos para digitar o seguinte título: “PC: pede insalubridade e periculosidade à FPF”, em referência ao jogo arbitrado, que, cá entre nós, começou na quarta cedo, quando o ótimo Prósperi publicou no Jornal da Tarde de que ele seria “escalado no sorteio”.
Vamos para o jogo:
Com 10 segundos, falta do Palmeiras. Com 30 segundos, nova falta do Palmeiras. Com 1 minuto, Deola reclama ao Adicional de Cotovelada fora de lance.
Prenúncio de confusão? Claro.
Com 3 minutos, dupla falta do Palmeiras (2 palmeirenses fazem falta em 2 corinthianos simultaneamente). Quer mais? Com 3m30s, Kleber empurra Castan e leva Cartão Amarelo. Parecia nítido de que, com tantas faltas palmeirenses (perceberam que não chegamos aos 4 minutos) a tática do anti jogo estava marcada?
Aos 4 minutos, Kleber (repare o número de citações dele no texto) avança para a grande área e, na aproximação do adversário, antecipa sua queda (repare que ele é tocado sim, mas enquanto começa a cair!). Não é pênalti, é uma simulação descarada. E simular é conduta antidesportiva, punível com Cartão Amarelo. Aí Paulo César de Oliveira errou! Acertou em não dar o pênalti, mas errou ao não dar o Segundo Cartão e consequentemente o Vermelho. Além do que, Kleber jogou um estádio todo contra o árbitro, que, incluindo os corinthianos, estavam pré-dispostos contra o árbitro.
Fica a grande questão: depois de tudo o que precedeu o clássico, imagine Kleber expulso (e seria merecido) aos 4 minutos do primeiro tempo?
Aos 15 minutos, os dois treinadores começaram a bater boca. E o clima dentro de campo também. Só discussão, cada “machadada uma minhoca”. Aos 20 minutos, os atletas reclamavam até do lateral e não havia espírito esportivo algum. E daí…
Era exatamente o minuto 21. De novo Kleber entra na área e dobra os joelhos. Cai descaradamente e o braço do Castán, durante a simulação, involuntariamente bate no seu rosto! Bateu, não há dúvida, mas nada de agressão. Seria o Terceiro Cartão Amarelo a Kleber. PC acerta de novo em não marcar nada e erra de novo em não dar o cartão. Na sequência, Danilo dá um carrinho criminoso em Liedson. Carrinho frontal, campo molhado, zagueiro contra atacante que tenta partir para contra-ataque… não há dúvida: Vermelho! Acertou PC. Palmeirenses reclamaram que Liedson deveria ser expulso junto. Ué, apanhar é crime? Ele foi vítima! Liedson caiu sobre Danilo pois foi atingido – onde ele cair é acidente de trabalho, não importa se Danilo se lesionou ou não, pois o atacante estava desequilibrado.
Até agora, não vemos nada que justifique reclamações do Palmeiras.
Reiniciada a partida, 20 e tantos minutos, aí sim a SEP pode reclamar: Valdívia divide com o Vento, chuta o Vento que revida e o contunde, tirando-o de campo. Falta para Vermelho do Vento. Felipão não reclamou? (desculpem a ironia, é que esse foi o único lance não reclamado…)
26 minutos: Kleber e Ralf disputam a bola, e Kleber, “a lá Jael, o Cruel” (vide São Paulo X Portuguesa na semana passada) solta o braço no rosto do adversário. Seria o Quarto Cartão Amarelo para o palmeirense.
Logo após, Tite e Felipão batendo boca. Na sequência, Felipão faz o típico gesto de roubo contra a arbitragem (na coletiva disse que foi à Tite, mas depois confessou que PC apitou premeditadamente contra seu time – o que é gravíssimo!). Corretamente Paulo César de Oliveira expulsou Scolari. Nesse caso, se expulsa Tite, poderíamos dizer que o árbitro estaria fazendo média. PC não é mediador, é árbitro.
Aos 36 minutos, Alessandro excede e recebe Amarelo. Ok. Jogo Inexistente, somente Unfair-play até então.
42 minutos: Na lateral, Kleber disputa uma bola perdida e empurra com as duas mãos o seu adversário, num lance igual ao seu primeiro cartão aos 3m30s. Foi na frente de Vicente Romano Neto. PC fez vista grossa, pois seria o Quinto Cartão Amarelo! (Não estamos levando em conta a reincidência de faltinhas bobas durante o campo, apenas as que devem ser punidas, conforme a regra, com cartão amarelo).
44 minutos: Tinga, no ataque, disputa uma bola e se joga. Fábio Santos recebe injustamente o Cartão Amarelo. Não foi falta, a imagem foi clara. Embora, justiça seja feita: a simulação foi muito boa, tanto que iludiu o bom bandeira Alex Alexandrino que estava próximo ao lance.
Chegamos aos 45 minutos. Qual erro de Paulo César de Oliveira pode ser observado contra o Palmeiras até então? Até agora, vimos lances justificados por acertos do árbitro e leve prejuízo ao Corinthians, com a permanência de Kleber e do cartão ao Fábio Santos.
Fim do primeiro tempo. Só 3 de acréscimo? Tudo bem. Compreensível.
Segundo tempo: o jogo mudou. Claro, não dava para manter todo mundo pilhado por tanto tempo. O lance mais polêmico só aconteceu no gol de empate, onde o trabalho de equipe envolvendo Antonio Rogério Batista do Prado, Alex Alexandrino e PC não deixaram dúvidas ao tento. Gol legal. Só faltou saber qual elemento da arbitragem foi preponderante para a decisão. Acerto geral.
Aos 68m, Márcio Araújo caiu sozinho. Torcida chiou mas até o jogador ficou com vergonha de pedir pênalti. No minuto 71, Ralf recebe o Amarelo corretamente. Aos 81m, Kleber e Castan dividem, PC dá falta de Castan e Amarelo: discordo, Kleber dividiu no tranco e caiu. Segue o jogo.
Aos 83 minutos e aos 2 m de acréscimo, Kleber caiu. Retardamento (cera) proposital?
Aos 47m30s do segunto Tempo, Kleber (ufa, quanto Kleber citado) empurrou o adversário (deve ter sido o Castan) de novo e com as duas mãos. Seria o Sexto Amarelo? A terceira igual.
Fim de jogo: o que marcou no clássico- pouca bola rolando, falta de espírito desportivo, desequilíbrio emocional e unfair play de Felipão e Kleber.
Erros do Paulo César de Oliveira? O único significativo: não punir Kleber com o segundo amarelo (e a conseqüente expulsão) nas diversas oportunidades que foram proporcionadas. Teria o primeiro cartão cedo intimidado o segundo? Não creio.
Paulo César não apitou um jogo. Ele conduziu uma guerra, onde ele, em muitos momentos, era o único laço que unia palmeirenses e corinthianos. Se ontem vimos a melhor arbitragem do campeonato (pelas situações do jogo), hoje vimos a mais difícil arbitragem do torneio. E, por tudo o que envolveu, Paulo César foi excepcional.
Parabéns. É nele que os jovens árbitros devem se espelhar.
Um pequeno desabafo pós-jogo:
Depois de tudo isso, Paulo César de Oliveira deveria ir à FPF e deixar seu escudo sobre a mesa como gesto simbólico da repulsa à suposta manipulação que envolveu o seu nome. Paulo César é FIFA, apita muito mais jogos do que os outros, assim se expõe mais do que os outros por isso. Pela visibilidade, erra mais em números absolutos; mas em relativos muito menos. Está entre os 3 melhores do Brasil desde os anos 90! Nunca foi a uma Copa. Uma das maiores injustiças da arbitragem brasileira: PC e Dulcídio Wanderley Boschilia não irem a uma Copa do Mundo.
O assédio moral promovido não sobre o árbitro PC, mas ao cidadão PC, foi cruel e covarde. Uma pena que as autoridades públicas se façam surdos e cegos aos desmandos que vemos, principalmente à falta de respeito a um homem honesto.
Lembre-se: quando da Máfia do Apito, em conversas gravadas entre Gibão e Edilson, um dos fraudadores questionou: “Vamos falar com o PC?” E a resposta: “Não, esse é honesto”. Há 2 anos, enquete entre os jogadores de futebol sobre os árbitros determinou: “PC é o mais respeitado entre os jogadores”. Quer mais? Nos jogos em que trabalhei com PC, jogadores de divisões inferiores, após as partidas, pedem autógrafos e fotos! Ele é um dos poucos que vi entrar em campo aplaudido.
Kleber e Felipão estão certos e o resto do mundo errado?
Parabéns PC. Sei que você lê meu blog e digo: Você é o cara.
E você, o que achou da arbitragem de Palmeiras X Corinthians? Deixe seu comentário:
Ops: Felipão me lembrou hoje de um jogo (acho que Copa Ouro), onde, após a Guatemala marcar 2 X 0 contra o Brasil, jogou toda a culpa na arbitragem e foi expulso. Ou seja, completamente desequilibrado… Parece que está trabalhando contrariado!
Ops2: Felipão disse que é tudo é premeditado. Disse que Sálvio foi encomendado também. O TJD o punirá? E se estivesse na Final?
Amigos, estive ontem na Rádio Jovem Pan em entrevista ao jornalista Wanderley Nogueira. Tema: A Polêmica da arbitragem!
Se você não assistiu, aqui vai o Vídeo de 30 minutos de interessante discussão sobre o assunto, com abordagem sobre as escalas das semi-finais do Campeonato Paulista e problemas políticos e técnicos da arbitragem, além dos bastidores.
Att
Rafael Porcari