– Árbitro pode Processar por Calúnia? Aplausos para Simon e Vaias para Ricci…

Para quem gosta de superstição e polêmica, a próxima rodada deste Brasileirão será a ideal!

Palmeiras X Fluminense e Cruzeiro X Corinthians jogarão no domingo. Não dá para não lembrar de Fluminense X Palmeiras (2009) e Corinthians X Cruzeiro (2010). 

Em 2009, no Maracanã, Simon apitou FLU X PAL, e a equipe paulista chiou, reclamou do lance polêmico que envolveu Obina, e Luís Gonzaga Beluzzo, presidente na época, chamou Carlos Eugênio Simon de “safado, ladrão”, além de ameaçá-lo em entrevista de agressão.

Simon estava prestes a embarcar ao Mundial de Clubes da FIFA 2009 e escolhido para o Mundial de Seleções 2010. Curiosamente, Toninho Cecílio, diretor da equipe, rasgou elogios pré-jogo, falando sobre as virtudes de Simon e a confiança numa boa arbitragem.

Simon, corretamente, processou o dirigente palmeirense.

Em 2010, no Pacaembu, um pênalti polêmico sobre Ronaldo foi determinante para que Sandro Meira Ricci fosse escolhido como o culpado pelo resultado negativo do Cruzeiro. Lance que primeiramente poderia ser duvidoso, mas que pela exaustão na TV se percebia o acerto do árbitro e infantilidade do zagueiro, mas que não foi considerado por Zezé Perrela.

O presidente cruzeirense usou um leque grande de adjetivos pejorativos ao árbitro e para Sérgio Correa da Silva, presidente da CA-CBF. Para todos ouvirem, disse que havia esquema de manipulação e favorecimento ao Corinthians, ligando isso a Ricci e a Sérgio Correa.

Ricci, infelizmente, deixou barato. Correa não se manifestou. 

Aí fica a questão: Me lembro de Cláudio Vinícius Cerdeira processando Luxemburgo pelos irresponsáveis chororôs e infundadas reclamações. Exemplar. Simon também agiu. Fizeram com que os envolvidos provassem o que disseram, e como não era possível, tiveram que assumir a responsabilidade das falsas acusações.

Por quê os caluniados do jogo do Pacaembu aceitaram tudo passivamente?

Como é que alguém que é ofendido, estando certo, não reage? Princípio cristão à flor da pele em oferecer a outra face, tão defendido por São Francisco de Assis? Medo de represálias? Preocupação em perder escalas? Indisposição em entrar em relacionamentos políticos?

Enfim… qual a causa? Espero (e creio) que não seja a questão de “quem cala, consente”. 

Boa sorte aos árbitros na próxima escala. 

Quase esqueci: Ceará X Flamengo jogarão no Presidente Vargas. Há três rodadas, a equipe cearense reclamou da péssima arbitragem de Francisco Carlos do Nascimento, questionando pênalti contra sua equipe e as expulsões de 2 jogadores. E não é que na penúltima rodada, em casa, o Ceará viu seu adversário ter também 2 adversários expulsos e ainda assim não ganhou?

Para os dirigentes cearenses, sua equipe é a mais prejudicada do torneio. Já o Flamengo, pelos erros na última rodada, é aclamado pelos seus adversários como o mais beneficiado. Todo mundo tem uma certa razão… Qualquer erro certamente terá repercussão…

– Orlando Silva é denunciado. Ué, seria Surpresa?

Um dito antigo:

Diga-me com quem andas, que direi quem tu és

Orlando Silva é denunicado pela Revista Veja que chega hoje às bancas. Segundo a publicação, ele teria recebido propina até mesmo na garagem do Ministério! Fala-se ainda de um esquema de lavagem de dinheiro do PC do B com aval do Ministro dos Esportes.

Mas, cá entre nós: quem tem afinidade com Ricardo Teixeira, Nuzman, Marco Polo Del Nero e Andrés Sanches, poderia-se esperar algo diferente?

Não vejo nenhuma Madre Teresa de calcutá andando com essa turma…

E ele é o homem do poder público que cuidará da Copa-14 e Olimpíadas-16. Tenha dó!

– Ética e Moral do Árbitro, publicação no “Voz do Apito”

Compartilho com os amigos a minha coluna no site “Voz do Apito”: a Ética e a Moral do Árbitro de Futebol, em: http://www.vozdoapito.com.br/coluna_porcari.php

Assunto pertinente em nossos dias… Visite e prestigie!

– O Custo Telefônico dos Deputados

A Revista Época desta semana traz uma matéria interessante, na coluna Primeiro Plano, pg 42 (por Alberto Cairo, Marco Vergotti e Ricardo Mendonça), sobre os gastos dos parlamentares com Telefonia!

Você sabia que nos primeiros 8 meses de 2011, nossos parlamentares já gastaram R$ 13.902.425,16 com ligações telefônicas? Se fossem locais, dava para falar por 298 anos!

Uau. O campeão? Deputado Odair Cunha, do PT-MG. Gasta mensalmente R$ 12.463,13 com conta de telefone.

Deve sobrar dinheiro em Brasília mesmo.

– Felipão, a Lei do Silêncio e os culpados

Felipão disse que não existe a lei do silêncio imposta no Palmeiras, e que isso (em outras palavras) é fruto da intriga da Imprensa!

Os péssimos resultados, o empate contra o lanterna do campeonato em casa, além das confusões do clube, devem ser mesmo fruto da imprensa…. é ela quem marca, quem bate pro gol, quem treina o time e quem escala. Outro dia, a culpada era a arbitragem. E na semana que vem, quem será?

O desprestígio do Palmeiras e a péssima fase são nítidos. Nessa semana, o jornal Lance, por exemplo, trouxe duas capas: sempre com uma do São Paulo e outra do Corinthians. Palmeiras só no rodapé.

E você, o que pensa sobre isso? De quem é a culpa?

– Criação do PSD e a legenda dos descontentes

O PSD foi criado nessa semana pelo prefeito paulistano Gilberto Kassab. E nasce já como bom aproveitador de um deslize da Lei Eleitoral: quem mudar de partido hoje, perde o seu mandato; exceto se entrar em uma nova legenda (existem datas permitidas e proibidas para isso). Dessa forma, o PSD pode, de repente, começar como o 3º maior partido do Brasil!

Mas sua ideologia praticamente é nula: o humorista José Simão brincou que é “Partido Sem Direção”, pois é de Centro, às vezes de Esquerda, às vezes de Direita…

Falar o quê, não? Essa é a nossa política!

– Agora não existe Mala Preta?

Nessa fase do Campeonato Brasileiro, alguns clubes pequenos vem roubando pontos dos grandes. Atlético Goianiense roubando pontos do Vasco da Gama, América ganhando do Fluminense, e outros rabeirinhas ganhando dos ponteiros.

Uma observação do amigo e treinador Wilsinho Ferreira (ele mesmo, ex-jogador do Palmeiras e Paulista de Jundiaí):

– Se estivéssemos nas últimas rodadas, não estaríamos falando em mala preta?

Aí fica a dúvida para a reflexão: com a decisão de marcar clássicos nas últimas rodadas, não estaríamos adiantando a mala preta (e agora ela corre mais na surdina e desapercebidamente), ou nada disso: são apenas vacilos dos líderes que menosprezam os pequenos?

Quer comentar? Deixe sua mensagem:

– Infelicidade do CQC e desrespeito à Moral. Humor tem limites?

Diálogo entre Marcelo Tas e Rafinha Bastos no CQC, sobre Wanessa Camargo, grávida de 5 meses:

Que bonitinha está a Wanessa

E a imbecil resposta de Rafinha Bastos:

Comeria ela e o bebê

Já fiz certo dia minhas considerações sobre esse humorista, que abusa do politicamente incorreto e confunde humor com desrespeito.

Certo dia ele deu uma entrevista a Isto É onde exagerou no humor negro (em: http://is.gd/dsv0X6). Depois, fez brincadeira de mau gosto sobre mulheres vítimas de estupro (em: http://is.gd/g2CRhD

). E isso é legal?

E você, o que acha de tudo isso? Deixe seu comentário:

Extraído de: http://outrocanal.folha.blog.uol.com.br/arch2011-09-25_2011-10-01.html#2011_09-27_14_44_45-158799918-0

BAND QUER QUE CQC SE RETRATE COM WANESSA

A moda está pegando. Depois de fazer outra piada polêmica, o “CQC” (Band) pode ter de se desculpar com mais uma celebridade.

A ofendida da vez é Wanessa, filha de Zezé di Camargo.

Há uma semana, ao comentar um vídeo em que aparecia a cantora, Marcelo Tas elogiou a moça, que está grávida de cinco meses. “Que bonitinha está a Wanessa!” Foi quando Rafinha Bastos emendou: “Comeria ela e o bebê!”

A piada, que passou como boba para alguns, incomodou a família de Wanessa.

O blog apurou que representantes da cantora andaram conversando na Band sobre o episódio, pedindo uma retratação. Embora não estivesse no Brasil na data, o marido de Wanessa, o empresário Marcus Buaiz, também ficou irritado com o comentário do “CQC”.

Procurados, os integrantes do “CQC” fazem aquele silêncio que denuncia um pedido de desculpas a caminho, encomendado pela direção da emissora.

A Band não se pronunciou sobre o caso. A assessoria da cantora diz que o “minímo que se espera do programa é um pedido de desculpas.”

Em 29 de agosto, Rafinha Bastos teve de pedir desculpas, no ar, a Daniela Albuquerque, mulher do presidente da RedeTV!, Amilcare Dallevo. Após chamar a apresentadora de “cadela” em uma piada, o “CQC” levou um pito da Band e teve de se redimir em público.

Confira o vídeo em que Rafinha faz a piada com Wanessa. Ele passou da conta ou é pura perseguição com o “CQC”? Em: http://www.youtube.com/watch?v=BAV7pm_UYxk

– O Grave erro do Árbitro de Fortaleza X CRB. Recuo não observado ou Incompetência?

Hoje o STJD julgará o caso envolvendo a possível combinação de resultados entre Fortaleza 4 X 0 CRB, placar que evitaria o rebaixamento do time cearense à série D (falamos do caso em: http://is.gd/dW1nKO)

O Campinense/PB, interessado no caso, já que com tal placar a equipe de Campina Grande foi rebaixada, alegou inúmeras irregularidades na partida. Mas algo chamou a atenção: uma das queixas é um erro crasso do árbitro Gutemberg de Paula, aos 49m de jogo!

O árbitro carioca, integrante do quadro da FIFA, deu 5 minutos de acréscimos no 2º tempo. Mas aos 49m14s o zagueiro do Fortaleza recua a bola deliberadamente ao seu goleiro, que por 19 segundos fica com ela no pé, sem ser molestado. Aos 49m33s, ele a agarra com as mãos (portanto, caracteriza-se o recuo deliberado, infração da Regra 12), e ninguém se manifesta! Juizão bobeia, time adversário não reclama e o jogo segue até os 50minutos.

Veja o lance com o absurdo erro do árbitro: http://www.youtube.com/watch?v=D5GogsDQMBE&feature=player_embedded

Nada de acusar má fé, mas pura incompetência. É a minha opinião. E a sua?

Deixe respeitosamente o seu comentário: errou o árbitro ao não interpretar o recuo deliberado quase aos 50m ou não?

– Bate-Boca entre Talentos?

Danica Patrick é uma excepcional piloto. A moça saiu da Indy e foi para a Nascar, mas deu uma declaração infeliz:

Eu não largo feito um piloto brasileiro, que sai, vai batendo em tudo e só descobre mais tarde”.

O bom baiano Tony Kanaan, há anos na Indy, rebateu:

Ela não largou como um brasileiro porque não tem capacidade para isso. Nunca terá!

Kanaan foi bem…

– Árbitro repetir Escala em Jogo de time recente. É bom ou ruim?

Wilson Luís Seneme apitará quarta-feira a partida entre São Paulo X Corinthians. Há 4 rodadas apitou o clássico entre Santos X São Paulo. Porém, domingo, também apitou Corinthians X Santos.  Portanto, repetirá a escala no jogo do Corinthians!

Nada contra Seneme. É excepcional árbitro, um dos mais respeitado pelos jogadores dos quais trabalhei. Tenho certeza que fará uma brilhante atuação, como costumeiramente faz. 

O problema é: repetir escalas é bom ou ruim?

Se você que lê esse artigo não é árbitro, tenha certeza que o apitador não ganha nada de benefícios em repetir alguma equipe; só tende a perder. 

A atuação de Seneme no último jogo foi boa. Mas fica na cabeça do árbitro a continuidade de um jogo, uma partida de 180 minutos. E se é desgastante o convívio em campo por longo período ao árbitro, idem para o jogador. Se o árbitro foi mal na partida anterior, a qualquer erro o time que está repetindo o jogo pressionará. 

Imaginem se na partida de domingo houvesse um equívoco contra o Corinthians. Caso tenhamos lances duvidosos na partida e a decisão seja contrária ao Corinthians, a equipe do Parque São Jorge alegará perseguição contínua. Se errar a favor, o São Paulo sugerirá compensação.

Se os clubes fazem isso, e na cabeça do torcedor mais fanático, aquele que se exalta com facilidade?

Não acrescenta e nem facilita nada a repetição de árbitro em jogo do mesmo time; só há riscos e possíveis prejuízos. Mas algo é ainda pior, que é o levantamento da seguinte dúvida: só existe Wilson Luís Seneme para os clássicos paulistas?

Considero um desprestígio sem igual aos árbitros tal situação. Reforço: vergonhosa situação aos colegas. Não há ninguém competente para dirigir o jogo? São Paulo não tinha outros nomes alternativos e se obrigou a colocar Seneme no sorteio? 

Lamentável. Claro, não pelo árbitro sorteado, mas pelo desrespeito aos demais integrantes da RENAF de São Paulo. 

Guilherme Cereta, Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza, Cleber Abade, Rodrigo Bragueto, Paulo César de Oliveira, Antonio Rogério Batista do Prado… árbitros que apitam clássicos na FPF não estão gabaritados?

Boa sorte ao amigo, torço (como sempre) para ele. Mas não achei que a escala foi boa.

Em tempo: há poucos dias, segundo a Folha de São Paulo (http://is.gd/dL9tkQ) o árbitro gaúcho Fabrício Neves Correa foi sorteado para 2 partidas seguidas da equipe do Bahia, e a CBF refez o sorteio pornão ter se atentado a tal fato. Posteriormente, apareceu um pedido de dispensa do árbitro por problemas de saúde.

Será que ninguém se atentou que Seneme repetirá escala, como no caso de Fabrício Neves? Duvido-e-odó!

– Sábias palavras do amigo Ivan! Equitativos tratamentos para os males sociais…

Meu sábio amigo Ivan Gutierrez me mandou, e concordo e assino embaixo:

Já que colocam fotos de gente morta nos maços de cigarros, por que não colocar também: de gente obesa em pacotes de batata frita, de animais torturados nos cosméticos, de acidentes de trânsito nas garrafas e latas de bebidas alcoólicas e de políticos corruptos nas guias de recolhimento de impostos?

Verdade ou não?

– Parente pode apitar jogo de Atleta?

Talvez. Na última terça-feira, Bragantino 2 X 1 Náutico jogaram pela Segundona. Na zaga bragantina, Junior Lopes. Trabalhando como bandeira do jogo, Márcia Bezerra Lopes Caetano.

O que eles têm de tão especial? O parentesco: são irmãos!

Poderia ter passado batido. Aqui em SP, a FPF escalou um dia Flávio Guerra em jogo do seu irmão, o goleiro Gilson da Ponte Preta. Nada de reclamações (afinal, nenhum lance importante entre eles).

Mas e no jogo de Bragança Paulista? O Náutico reclama e promete protestar na CBF. Perdeu, e credita a derrota à atuação da moça. Claro que reclamarão que  ela pensou duas vezes ao anotar ou não um impedimento, e coisas do gênero.

Aqui deixo 3 coisas para analisar:

1- Se vivemos um sério profissionalismo, não deveria existir tal dúvida. Mas vivemos?

2- Se para a escolha dos bandeiras nos jogos não há sorteio, e com tantos nomes disponíveis, por que escolher justo a irmã de um atleta? A CA-CBF disse que sabia. Sabia mesmo?

3- Sobra dinheiro no futebol brasileiro. Trazerem a bandeira de Rondônia para Bragança Pta na série B é sintoma disso. Ou não?

Há certas situações que poderiam ser evitadas…

– Falar de Arbitragem? Cansou! Ou não cansou? Que tipo de “fala” já saturou?

Um pequeno desabafo:

Gosto e amo a arbitragem de futebol. Mas confesso que estou saturado vendo tamanha politicagem no meio. Não me refiro aos erros em jogos, mas à vaidade que norteia os interesses da categoria e dos dirigentes.

Dualibs e Mustafás do apito que se perpetualizam no poder, com o diferencial que não há oposição. E, paralelo à eles, uma briga muito grande por bastidores do meio.

Dia desses, alguém me escreveu: “o que acha do site X ? E do site Y ? É chapa-branca ou não? E a fofoca sobre isso ou aquilo?”

Sinceramente?

– Rugas de preocupação…

Dou de ombros. É gente que não pensa no crescimento da categoria, mas que busca viver da polêmica criada sobre os outros. Trolls de plantão! Não se discute o que realmente deve ser discutido. São politiqueiros, no sentido famigerado da palavra, ao invés de políticos, no sentido cidadão do termo.

E os sites das entidades de defesa dos árbitros? Uma foto a cada pixel promovendo dirigentes, gente sempre antipática ao respeito aos árbitros e que posa de santo. Pára com isso…

Ufa! Sem cuspir no prato que comi, mas o alívio é grande por estar fora. Chega de enfadonhas reuniões.

Tenho pena dos que lá estão: assediados moralmente e que nada podem fazer…

Ops: não me refiro a esta ou aquela federação. Não cito um nome sequer. A quem servir a carapuça, bom proveito!

– Flatulências Futebolísticas

Uma grande polêmica ocorreu no Flamengo devido a uma flatulência (o popular PUM) que escapou de um jogador durante a palestra do treinador Wanderley Luxemburgo. Luxa não gostou e o ambiente azedou no vestiário. Broncas para todos os lados!

Mas vocês viram quantos PUMs foram soltos nos últimos dias no futebol?

PUM DO TREINADOR: Joel Santana, demitido pelo Cruzeiro, chegou a afirmar que “não pensava em sardinha, mas só em peixe grande”, quando indagado se recebeu o convite para o Bahia. Para onde ele foi?

PUM DO EDITOR DE IMAGENS: durante o amistoso contra Gana, quem gerou as imagens de TV não mostrou nenhuma manifestação do movimento #foraricardoteixeira. Mas os sites independentes mostraram! Nem a câmera exclusiva da Globo, que estava por lá filmando cenas exclusivas, focalizou. Curioso… Não é notícia?

PUM DO JOGADOR: Gilberto acusou os árbitros de perseguição e ameaçou parar a carreira. Reconsiderou. Será que reviu o pênalti cometido domingo?

PUM DO PRESIDENTE CORINTHIANO: sobre os fortes efeitos emocionais dos festejos do Itaquerão, ao falar da união das forças para a construção do estádio e do relacionamento interno do time, Andrés Sanches disse: “Um jogador sozinho não faz andorinha…” Ué, mudaram o ditado popular?

PUM DO DIRETOR DE ÁRBITROS (ou AUTOPUM): Segundo a Coluna De Prima, do jornalista Marcelo Damato, publicada hoje, o presidente da CA-RJ, Jorge Rabello, fez uma lista em nome dos árbitros por conta própria como apoio a ele próprio (será que encabeçada pelo Sindicato, onde o presidente é o próprio?) em defesa da moral… dele própria! Mas era uma lista democrática: o árbitro que não aceitasse seu nome na lista, era só levantar a mão… (pior é que foi bem assim!)

PUM DO DESAVISADO: Felipão ficou em contato com seus atletas quando estava suspenso, mas disse que cumpriu a suspensão, entendendo que estar suspenso era não sentar no banco. Ninguém avisou que não podia participar ativamente no comando da equipe durante a partida?

PUM DO DONO DO FUTEBOL BRASILEIRO (RICARDO TEIXEIRA): Me desculpem, esse não solta PUM. Como ele próprio disse, prefere ficar c. para tudo isso…

E você, o que pensa sobre isso? Quem deu a declaração ou cometeu o ato falho que possa ser considerado o grande PUM da rodada? Deixe seu comentário:

– Corrupção na Arbitragem: se SIM/NÃO, vale a reflexão: estaríamos na hora de um choque de Gestão?

Há certos momentos na história política do país que “termos fortes” foram utilizados para marcar um novo momento: Certo dia, o ex-presidente FHC, a fim de referendar a política neoliberal, criou o termo “desenvolvimento sustentável”, o qual a ONU começou a usá-lo com certa freqüência. O também ex-presidente Lula enfatizava suas ações para destacar o ineditismo dizendo “nunca antes nesse país”. O atual Governador Geraldo Alckmin pregou, quando candidato à presidência, a necessidade de um “choque de gestão”. Dilma, em meio à corrupção assustadora, defende a “faxina geral”.

Todos esses termos foram usados como marco. Não seria o momento adequado para desenvolvermos sustentavelmente o futebol, praticar um choque de gestão nas estruturas arcaicas e ditatoriais, para uma faxina geral nunca antes vista nesse país?

Digo isso pelas graves acusações que assolaram o futebol carioca nessa semana, e que não espantaria a maciça opinião pública se ocorressem em outros estados: Árbitros de futebol dizem negociar resultados em troca de ascensão na carreira (artigo em: http://bit.ly/nXU8au).

O dito escândalo, a ser ainda provado e comprovado (afinal são denúncias, e não provas) não espanta mais. Será que nos acostumamos tanto com a corrupção, a ação desmedida e antiética dos favorecimentos escusos e com a picaretagem, que não nos escandalizamos mais?

Árbitros de futebol submetidos aos mandos e desmandos de dirigentes de conduta duvidosa, segundo a matéria da TV Record. Pior: entidades com ar de chapa-branquismo, pois afinal, os dirigentes da Federação local são aqueles que representam os árbitros em forma de Sindicato e Cooperativa! Não é inconcebível que o patrão represente a entidade que defende os empregados contra os interesses dele próprio?

Só resta parabenizar os árbitros cariocas por tais iniciativas. Não é fácil ter essa coragem, pois, afinal, o risco de tiro no pé é grande. Estar de fora é mais fácil, pois quem está atuando sabe que as represálias são prováveis. Não dá para ser ingênuo em acreditar que o árbitro critique o dirigente e tenha respaldo do seu sindicato ou cooperativa, já que lá está o mesmo dirigente que terá que o defender. Haverá auto-acusações da cartolagem? Impossível.

Não sou mais árbitro atuante, portanto escrevo como cidadão e observador desta categoria que pertenci e tanto amei por 16 anos. Os árbitros e dirigentes que estão atuando são os mesmos de quando eu atuava. Conheço-os, relacionava com eles, sei das virtudes e os critiquei sobre os defeitos (defeitos, a propósito, que todos temos). Mas claro que a luta solitária é inglória.

Em 2005, participei da minha primeira pré-temporada com os árbitros da 1ª divisão de SP. O então presidente da CEAF, José Evaristo Manuel, socava a mesa do hotel Della Volpe, na Frei Caneca, e dizia: “Não quero ouvir falar de favorecimento ao Corinthians, ao Palmeiras ou a qualquer time grande”. Ele era de Taubaté, e os árbitros morriam de medo de estarem escalados lá. Mas…o Taubaté conseguiu algum acesso nas divisões de baixo nesse período?

Costuma-se falar muita bobagem sobre favorecimento ou não a determinados clubes. Real ou irreal é outra história. A pressão não é o pedido escancarado ao árbitro, pois isso seria facilmente perceptível. Mas você já levantou a hipótese (atenção: HIPÓTESE não é afirmação, é apenas suposição de um fenômeno a ser discutido) de que:

a simpatia percebida pelos árbitros por determinados clubes na relação com a Federação poderia fazer com que se errasse, na dúvida, contra esse ou aquele time? (a antipatia teria o mesmo valor…)

árbitro que erra contra time grande some do mapa. Mas errou contra pequeno…

árbitro caseiro em time amigo que precisa ganhar e joga em casa? Na mesma proporção, “sorteia-se” árbitro disciplinador quando a situação é inversa.

árbitro sente o assédio moral?

Levantei suposições. Nada de cartola querer pegar telefone para ameaçar processo. Afinal, isso não acontece comprovadamente, como disse anteriormente.

Já perceberam que quando se fala contra a entidade o cara vira inimigo? Conversei com uma dúzia de árbitros nessa semana. Alguns evitam o bate-papo, pois por dizer que acho incompatível dirigente de Federação controlar o Sindicato dos árbitros e a Cooperativa passo a ser “persona non grata”, pela minha tese. Normal. Quando elogia, vira “amigão”. É o mesmo sentimento que talvez o jornalista Paulinho sinta quando denúncia mazelas no Corinthians em seu blog, ou Juca Kfouri sente quando critica a CBF. Falar que ouviu a Rádio Jovem Pan então? Esqueça, isso é profanar a casa. Como disse um amigo árbitro via telefone (que não importa o nome): “comentar que é amigo do Fernando Sampaio ou do Rogério Assis? Pede pra sair do quadro” – e o pior é que não foi apenas 1 árbitro, foram alguns… (detalhe: esses jornalistas defendem os árbitros. Irônico, não?)

Nesse país, defender a democracia é satanizar àquele que manifesta tal vontade. Claro, afinal, estar à frente de federações, sindicatos, clubes, é sentir o gosto duvidoso do poder vitalício e a influência exercida sobre aqueles que aceitam a troca deliberada.

Uma pena. Com toda a confusão no Rio de Janeiro, o tema poderia ser amplamente debatido. Mas não será.

E deixo uma reflexão aos amigos, de uma humilde opinião: Para que os árbitros precisam de Cooperativa e Sindicato administrados por dirigentes das Federações? Tal situação acontece em muitos estados desse país, e ninguém faz nada. Pra quê tê-las, se moralmente a independência não é explícita?

Novamente: Parabéns aos colegas do Rio de Janeiro. Os rebeldes egípcios derrubaram Mubarak e contaminaram o espírito revolucionário na África árabe e parte da Ásia: vide Iêmen, Bahrein, Síria, e, recentemente, Líbia.

Que os Kadafis do futebol que impedem a democracia (e que são aclamados por dirigentes políticos e puxa-sacos de plantão) também caiam de seus pedestais até então inabaláveis.

Ops: sei que as rádio-escutas e os trolls invadiram a minha caixa de comentários. Tudo bem. O que vale é olhar para os filhos e orgulhar-se do que fez, falou ou deixou. Muitos não podem fazer isso…

E aí: Concorda com esse artigo? Deixe seu comentário:

– Secretário Paulistano que vive em Londres?

Walter Feldman é Secretário da Articulação de Grandes Eventos em São Paulo.

Sabe onde mora e trabalha? Londres.

Ué, mas ele não deveria morar na capital paulista, já que é secretário municipal?

A justificativa: é que como Londres sediará os próximos Jogos Olímpicos (2012), está há 5 meses morando lá para observar o evento (que acontece o ano que vem). Detalhe: ele está interessado no evento pois teremos Olimpíadas em 2016 no… RJ!

É ou não desculpa esfarrapada?

Extraído de Revista Época, Ed 05/09/2011, por Ricardo Mendonça, pg 56-58

O ENVIADO ESPECIAL DE KASSAB A LONDRES

Há cinco meses na capital do Reino Unido, o secretário Walter Feldman recolhe informações sobre as Olimpíadas que acontecerão no… Rio.

Nos últimos cinco meses, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (sem partido), passou a receber, periodicamente, um conjunto de documentos, fotos e estudos sobre os impactos da organização dos Jogos Olímpicos em Londres, capital do Reino Unido, sede das Olimpíadas de 2012. Esses relatórios, produzidos in loco e entregues mensalmente nas mãos de Kassab, tratam das soluções encontradas por Londres para sinalização urbana, acessos aos locais das provas, recepção das delegações, integração do evento com atividades culturais, segurança de atletas e turistas, entre outras coisas. Quem produz e organiza esses relatórios para Kassab é um secretário de primeiro escalão da prefeitura nomeado especialmente para isso. Desde abril, o ex-tucano Walter Feldman (também sem partido) ocupa o cargo de secretário especial de Articulação de Grandes Eventos de São Paulo. Ele recebe salário da prefeitura, mas mora em Londres. Sua missão pode ser definida assim: recolher subsídios e acompanhar a organização dos Jogos que em 2016 acontecerão no… Rio de Janeiro.

A situação de Feldman é peculiar. E não só pelos 429 quilômetros que separam a cidade que ele representa da sede das Olimpíadas de 2016. Nos demais 5.563 municípios brasileiros não há notícia de qualquer outro secretário que receba para trabalhar e morar no exterior. Nem o próprio Rio de Janeiro achou razoável manter uma secretaria na Inglaterra. Para Feldman, isso é um erro. “Vou dizer: o que estou aprendendo aqui, o Rio devia estar junto. O Carlos Nuzman (presidente do Comitê Organizador Rio 2016), o governador Sérgio Cabral, eles vêm a Londres. Mas minha avaliação, depois desse período, é que isso é insuficiente. Estar aqui é diferente. Por que os jornais têm correspondentes? Porque não bastam visitas periódicas”, diz.

Feldman garante que São Paulo tem muito a ganhar com as Olimpíadas do Rio. “Uma grande cidade precisa estar absolutamente antenada no mundo”, disse a ÉPOCA duas semanas atrás. “Na avaliação do Kassab e na minha também, isso aqui é um laboratório de experiências urbanísticas que não poderíamos deixar de observar. Grande parte das delegações vai passar por São Paulo. O único centro de treinamento e pesquisa olímpica do Brasil é em São Paulo. Queremos divulgar que São Paulo está preparada para receber os turistas.”

A agenda de Feldman parece lotada. “Tenho viagens, seminários, exploração urbana, contatos, convites. Tenho recusado um quarto dos convites por falta de tempo.” E, se São Paulo não tiver mesmo como aproveitar essas informações, Feldman tem uma sugestão para o prefeito do Rio, Eduardo Paes: “Eduardo, quero que você saiba que o Rio de Janeiro para 2016 é Brasil. Então, use-me à vontade”, disse ele, numa entrevista publicada em maio.

Quando não está ocupado com atividades diretamente ligadas aos Jogos Olímpicos, Feldman aproveita para assistir a outros eventos esportivos na região, como o torneio de tênis em Wimbledon, o British Open de golfe e a final da Liga dos Campeões entre Barcelona e Manchester United, este disputado no estádio de Wembley. “Fui à final da Liga dos Campeões para ver os stewards (comissários) dentro do estádio, porque em São Paulo estamos trabalhando muito a substituição da polícia pelo steward.” Mas Feldman faz questão de dizer: “Quando vou a um jogo desse é com o objetivo de estudar. Não me diverti com o jogo, até porque assisto a jogos mais interessantes no Brasil”.

Para entender a organização das Olimpíadas que não acontecerão em São Paulo, Feldman também tem viajado pelo Reino Unido. Entre outros locais, já foi a Edimburgo, Birmingham e Liverpool participar de eventos e fazer observações. Compareceu também a um seminário sobre legado olímpico em Lausanne, Suíça, onde também estiveram representantes do Ministério do Esporte e da Rio 2016.

A preocupação de Kassab com os grandes eventos esportivos parece grande. Pelo menos no Diário Oficial. Além de Feldman, São Paulo tem outros três secretários de primeiro escalão que, em tese, podem lidar com o assunto. Até o ano passado, Feldman era secretário de Esportes. A pasta continua existindo. É ocupada agora pelo peemedebista Bebeto Haddad. Há também uma secretaria de Relações Internacionais, com prerrogativa para fazer intercâmbios com empresas e entidades de fora. O titular é o engenheiro Alfredo Cotait Neto, ligado à Associação Comercial. E Kassab criou ainda uma secretaria específica para o Mundial de futebol, a Secopa, oficialmente chamada de Secretaria Especial de Articulação para a Copa do Mundo de Futebol de 2014. Esta última é ocupada por Gilmar Tadeu Ribeiro Alves, filiado ao PCdoB.

Em Londres, Feldman mora com a mulher num apartamento em Chelsea, bairro rico, no sudoeste da cidade. Ele não tem escritório próprio. Trabalha em casa. Mas conta com dois assessores que o acompanham em reuniões e viagens, fazem contatos, cuidam da agenda e ajudam na redação dos relatórios. Fábio Bergamo e Janaína Vieira afirmam que não recebem salário nem são formalmente contratados. Janaína diz que foi estagiária da Secretaria de Esporte. Como já morava em Londres, se ofereceu para ajudar Feldman quando soube de seu trabalho sobre os Jogos Olímpicos. Bergamo, formado em educação física, é personal trainer no Brasil. Ele disse conhecer Feldman das corridas de rua em São Paulo. Afirmou que já planejava viajar para a Europa quando soube da nomeação do amigo. Feldman tinha um terceiro assessor que aparece com o secretário em fotos e vídeos na internet: o administrador Guilherme Tabacof. Mas, segundo Feldman, ele saiu da equipe.

Longe do Brasil, Feldman mantém a rotina de atividade física, correndo de três a quatro vezes por semana em ruas e parques. Ele também frequenta uma academia em South Kensington, bairro nobre de Londres, e adquiriu o hábito de fazer parte de seus deslocamentos de bicicleta. É usuário de um sistema público de bikes que podem ser alugadas e devolvidas em vários pontos da cidade.

Dois meses após a chegada em Londres, Feldman criou um blog para divulgar suas atividades. Além de posts sobre temas variados, como “a revolução da internet” ou um encontro com a ex-senadora Marina Silva, anexou no site dois dos relatórios apresentados para Kassab. O primeiro, intitulado “Show de gestão”, foi postado em 19 de junho. “Relatório Londres Brasil – Parte II” entrou no site cinco dias depois. No portal da prefeitura de São Paulo, não há nenhuma referência à secretaria de Feldman ou às suas atividades na Grã-Bretanha.

Para pagar as despesas londrinas, Feldman conta com o salário mensal de secretário, R$ 11.595,61, mais duas remunerações extras por fazer parte dos conselhos de duas empresas municipais, a convite de Kassab. Na Prodam, Empresa de Tecnologia da Informação de São Paulo, ele ganha R$ 6 mil por mês. Na Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), outros R$ 6 mil. Esses conselhos costumam se reunir uma vez por mês. O ideal para Feldman é montar uma agenda que concilie essas reuniões com as viagens mensais que faz ao Brasil para, segundo suas próprias palavras, “prestar contas” a Kassab.

Se, do ponto de vista esportivo, Feldman parece bem articulado, do ponto de vista político sua situação não é das mais favoráveis. Em 2008, ele foi um dos tucanos que mais se expuseram naquele que ficou conhecido como o maior racha da história do PSDB paulista. Feldman e um grupo de tucanos ligados ao ex-governador José Serra defendiam a reeleição de Kassab na prefeitura. Kassab pertencia ao DEM. Do outro lado, estava o grupo do atual governador, Geraldo Alckmin, que defendia a candidatura própria do PSDB. Feldman engajou-se tanto no apoio a Kassab que chegou a ser ameaçado dentro do partido. Alckmin venceu a primeira batalha e conseguiu sair candidato. Nas urnas, venceu Kassab, que impôs uma derrota humilhante para Alckmin.

Com o passar dos anos, a situação se inverteu. Kassab foi perdendo popularidade e hoje não tem sequer um candidato forte à sucessão. Serra foi derrotado na disputa presidencial. E Alckmin, o maior rival dos kassabistas, acabou eleito governador. Em pouco tempo, todas as apostas políticas de Feldman naufragaram.

A maior derrota se deu no ano passado, quando Feldman tentou uma vaga na Câmara dos Deputados. Apesar de ter arrecadado R$ 3,9 milhões para a campanha (a quarta maior arrecadação do Estado entre os candidatos a federal), não conseguiu ficar entre os 70 eleitos de São Paulo. Na nova configuração política do município, seu cargo de secretário de Esportes acabou sendo entregue ao PMDB.

Um dos últimos atos de Feldman antes de embarcar para Londres foi deixar o PSDB. Apesar da boa relação com Kassab, ele diz que ainda não sabe se ingressará no PSD, a nova sigla do prefeito, em processo de criação. Em Londres, se sobrar tempo, poderá pensar bem no assunto.

– Manipulação de Resultados por parte da FERJ?

Ontem, o Jornal da Record denunciou um suposto esquema de manipulação de resultados promovido pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro. A troca seria a mais simples e lógica possível: árbitros garantiam resultados que interessassem à política da casa, e em troca conquistavam o escudo da CBF. Estavam sendo negociados jogos pelas divisões de acesso, rebaixamento e classificação para os grandes clubes na decisão da série A.

Tais situações sempre foram imaginadas pelas crendices populares: como certos nomes de árbitros, com qualidade duvidosa, conseguiam se destacar? Ou ainda: por que só se erra contra time pequeno? Ou ainda mais: por que tal time forte politicamente sempre tem erro de arbitragem a favor?

Claro que tudo isso é um prato cheio para os adeptos das teorias conspiratórias. É também evidente que àqueles que questionavam certos nomes promovidos ao quadro da CBF e que faziam o embate entre “meritocracia” e “apadrinhamento” terão mais argumentos.

Contra tudo isso, ficará a ressalva sobre a credibilidade dos denunciantes. Além do que, não se pode crer em repercussão instantânea e queda de nomes imediata. Afinal, há certos dirigentes do futebol que só tem medo de alguns segundos na Vênus Platinada (e outros nem isso, pois ficam “c…” como propriamente já foi dito um dia).

Importante: no Rio de Janeiro, o Sindicato dos árbitros e a Cooperativa dos árbitros são administrados por membro da CEAF-RJ, o presidente Jorge Rabello, que deverá (assim se espera), fazer um pronunciamento.

De tudo isso fica uma grande indagação: por quê se precisa ter Sindicato e Cooperativa? E por que um membro da Comissão de Árbitros (que teoricamente é o ‘patrão’) precisa administrar as duas entidades dos árbitros (que teoricamente cada uma é ‘dos empregados’)? Lógica incompatibilidade de cargos.

Será que isso acontece apenas no RJ? Deixe seu comentário:

Abaixo, extraído do Portal R7: http://noticias.r7.com/blogs/reporteres-da-record/2011/09/01/ex-arbitros-denunciam-esquema-de-manipulacao-de-resultados-do-futebol-do-rio/

EX-ÁRBITROS DENUNCIAM ESQUEMA DE MANIPULAÇÃO DE RESULTADOS NO RJ

Por Carlos Moreira

Dois ex-árbitros, que aceitaram falar com a condição de que não apareceriam, revelaram que receberam ordens da FERJ (Federação de Futebol do Estado de Rio de Janeiro) para favorecer ou prejudicar alguns times de 2006 a 2010. Os clubes beneficiados seriam aqueles que têm boas relações com a entidade. Os ex-juízes disseram que só chegaram ao quadro da CBF porque fizeram parte do esquema. Eles contam ainda que o rebaixamento do América e o acesso da Friburguense, neste ano, foram fruto das interferências nas partidas.

Vídeo do portal R7, com matéria do Jornal da Record, clique em: http://is.gd/H7Y1Sd

– Profissionalizar ou Regulamentar a Arbitragem?

Um debate levantado por pertinente reportagem do Bom Dia: Profissionalizar ou Regulamentar a Arbitragem? (reportagem em: http://www.redebomdia.com.br/noticias/Esporte/65843/o+pedido+agora+e+regulamentar+os+arbitros+de+futebol/comentario+enviado+com+sucesso)

Leio na matéria do jornalista Gustavo Longo com Arthur Alves Júnior, presidente do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo (Safesp), que a entidade defenderá a Regulamentação da profissão de árbitro de futebol, ao invés da profissionalização.

Estamos remando contra a maré?

Apesar da intenção do Sindicato, seria a verdadeira vontade dos árbitros?

Regulamentar não trará os benefícios desejados pela categoria. Imagine que apesar da proposta em reconhecer a atividade da Arbitragem de Futebol, os árbitros não teriam os benefícios que sempre sonharam, que se resumem a: se tornarem funcionários da Federação Paulista de Futebol.

O árbitro quer ter direito a Férias, Abono Salarial, 13º Salário, FGTS, suporte médico com plano de saúde bancado pela entidade, garantias e estabilidade no emprego, além da certeza de que não haverá veto sobre eles.

Mas a quem interessaria regulamentar a atividade de árbitro e não profissionalizá-la? Por incrível que possa parecer, interessa à Federação Paulista e ao Sindicato, menos aos próprios árbitros!

Explico: com a atividade regulamentada, os árbitros continuariam vinculados ao Sindicato, pagando suas taxas e anuidades ao mesmo, recebendo os valores como autônomos através da Cooperativa dos Árbitros, e nunca tendo compromisso empregatício a quem realmente deveriam: ao organizador do evento, que é a Federação Paulista de Futebol.

Pergunte a qualquer árbitro se ele quer continuar recebendo via Cooperativa e pagando taxas ao Sindicato (bancando os seus custos de treinos e cuidados da atividade com dinheiro do seu próprio bolso, sem férias e 13º, vivendo das escalas e da ‘sorte do sorteio’), ou quer ser funcionário da FPF (com todos os benefícios e garantias aos quais os empregadores são obrigados pela legislação trabalhista, além da certeza do salário mensal)? A resposta será óbvia…

Acrescente a tudo isso um elemento perturbador: Arthur Alves Júnior é o presidente do Sindicato dos Árbitros, dirigente da Cooperativa e secretário-geral da Associação Nacional dos Árbitros (3 entidades que arrecadam dos árbitros). Incompativelmente, exerce a função de membro da Comissão de Árbitros da própria FPF!

Custa a crer que o presidente do Sindicato Arthur Alves compraria uma briga com a FPF. Lá, reclamaria a quem? A ele próprio?

Profissionalizar é o caminho. A questão é: qual modelo de profissionalização deve ser adotado?

Uma pena que os árbitros não manifestem publicamente o seu desejo. Afinal, regulamentar a atividade apenas encheria os cofres das entidades da categoria e faria com que o árbitro de futebol permanecesse desprotegido da mesma forma. Infelizmente, não interessa a muitos a profissionalização, pois, afinal, ninguém quer assumir os custos dela.

Rafael Porcari foi árbitro de futebol por 16 anos pela FPF, é professor universitário, consultor em arbitragem e blogueiro do Bom Dia Jundiaí: http://blog.redebomdia.com.br/blog/rafaelporcari/

– E o tal do Dirceu?…

Vou bater na mesma tecla: a mesma turma do governo Lula continua pintando e bordando no Governo Dilma. Tanto os afastados quanto os acobertados.

Vejam quantos ministros caíram e quantas denúncias de corrupção. Dilma está fazendo uma faxina? Ué, mas não era a mesma patota que estava lá?

A Revista veja desta semana traz uma brilhante matéria sobre como José Dirceu continua agindo nos bastidores, influenciando poderosos do Governo e se reunindo com pessoas interessadas em seus negócios e parceiras. Tudo, claro, às custas do suado dinheiro do povo revertido em impostos à União.

E aí, na hora de recolher os tributos, me lembro de tudo isso e penso: “Pra quê? Para financiar a corrupção institucionalizada?” Gângsters atuam na surdina. José Dirceu e sua patota, descaradamente, nem se preocupam em se esconder para negócios e negociatas. Uma pena.

Parabéns à Veja pelo brilhante jornalismo investigativo. Se as instituições públicas falham, a imprensa correta faz a sua parte. Lamentável que o populismo barato e a demagogia dos discursos sobre a “pseudo-faxina” da presidente Dilma e do ex-Guia Mestre Lula iludam a população e ceguem os mais ingênuos.

– Escala do Derby, Futebol Antidemocrático e País da Vantagem Antiética. Há liberdade nos bastidores do Esporte?

No futebol, não. Vamos lá:

Luiz Flávio de Oliveira apitará o Derby de domingo. Não há veto. Ufa, e ótimo! Luiz Flávio, em jogos do Corinthians, apitou a final contra o Santos e foi bem. Há 15 dias repetiu o jogo entre Corinthians X Santos e foi bem de novo. Agora, no outro clássico, contra o Palmeiras, apitará o Timão de novo.

Sorte na bolinha ou comodidade no sorteio?

Ótimo árbitro, não há dúvida, mas…

E a história de oportunidade aos outros árbitros intermediários? Braguetto, no clássico entre Corinthians X São Paulo, foi escalado com esse argumento. Não gosto de 3 clássicos do mesmo time apitados pelo mesmo árbitro (08/05, 10/08 e 28/08). Democracia do apito?

Raphael Claus foi eleito o melhor árbitro do Paulistão e não apitou nenhum jogo da série A. Braguetto, citado acima, fez um solitário jogo… (voltará num jogo só no final do mês).

Ainda sobre o clássico, Roberto Frizo disse que Luiz Flávio é um árbitro que leva nota 9 e que o Palmeiras ficou contente com sua escala. Xi… já vi o Toninho Cecílio falando a mesma coisa antes de um Fluminense X Palmeiras sobre o Simon e que deu muita discórida…(em: http://www.gazetaesportiva.net/noticia/2011/08/palmeiras/verdao-aprova-irmao-de-pc-oliveira-no-classico-contra-corinthians.html) . Depois da atuação, vale lembrar a declaração, pois são todas pré-jogo, formais e politicamente corretas.

Ontem, Felipão assistiu o jogo contra o Vasco das arquibancadas, em protesto ao bandeira Roberto Braatz, que foi ofendido por Scolari contra o Atlético Mineiro e causou a sua suspensão (no Brasileirão) por 2 partidas. Será que o protesto não foi um tiro contra o próprio pé? Se Felipão estivesse à beira do campo, poderia motivar o time para tentar o quarto gol, ou montar um esquema melhor para evitar o gol vascaíno, garantindo a classificação alviverde? Abriu mão da permanência por birra, protesto ou burrice?

Felipão alega que não pode falar no banco. Claro que pode, existe permissão, desde que para a sua equipe. Mas xingar e pressionar o árbitro é democracia? Só se for de interesse próprio. Ele não pode querer apitar jogo.

Ainda sobre Roberto Braatz: que sequência de escalas, não? Domingo passado, esteve no Beira-Rio em Internacional X Flamengo; na quarta, na Vila Belmiro em Santos X Fluminense e na quinta no Pacaembú no Palmeiras X Vasco. Domingo, Coritiba X Atlético. Na próxima quarta, no Morumbi no São Paulo X Fluminense. Uau. O cara é bom; só jogão, mas… assim escancara a falta de democracia e oportunidade aos outros bons nomes.

Importante: ontem, quem escalou ele neste jogo pela Sulamericana foi a Conmebol, sabedora do entrevero entre ambos. Aí Felipão tem razão em reclamar. Lá está Armando Marques, aquele mesmo do caso Edilson, que bancou o árbitro na CBF quando membro da CA-CBF. Faltou bom senso de quem escalou, mas Felipão foi infeliz na forma do protesto.

Quer outro exemplo de democracia às avessas? Rogério Ceni falou da expectativa da Copa do Mundo no Brasil e criticou, dizendo sabiamente:

 O Brasil só pensa em levar vantagem. Então se constroem estádios e mais estádios […] As pessoas não têm escrúpulos: elas governam e lideram por interesses pessoais e não por interesse do povo

Rogério Ceni, à agência RádioWeb, em: http://esporte.uol.com.br/futebol/copa-2014/ultimas-noticias/2011/08/25/por-corrupcao-ceni-ataca-copa-no-brasil-e-decisao-de-construir-itaquerao.htm

Claro que se tivesse com 30 anos e no auge da carreira, Ceni não seria convocado, unicamente por expressar a verdade. E é esse um grande problema no futebol: falar a verdade não pode em muitos casos; o medo da retaliação por exercer a Democracia e a Cidadania!

Para fechar com chave de ouro: a Federação Catarinense de Futebol proíbe as manifestações contra Ricardo Teixeira no estado de SC. Falou mal do Presidente da CBF resultará em expulsão do torcedor no estádio! (Em: http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/esporte/2011/08/25/282899-federacao-catarinense-pode-expulsar-do-estadio-torcedores-que-protestarem-contra-cbf) Expulsar torcedor do estádio por não concordar com os valores propostos na Administração Ricardo Teixeira é o cúmulo! Só podemos levar faixas dizendo: “Obrigado, querido Ricardo Teixeira”, ou “Ricardo Teixeira é o cara!”. Ditadura ou democracia?

Por fim, a piadinha imperdível: “Filho do Neymar caiu do berço e pediu pênalti”. Sensacional, nem precisa fazer o Exame de DNA.

E você, o que pensa sobre tudo isso? Existe Democracia no futebol? Deixe seu comentário:

– Postos de Jundiaí que Adulteram Combustível são Autuados

Mas não fechados e nem cassados… Uma pena!

Adulterar quer dizer ‘modificar enganosamente’, correto?

O que acha do posto vender combustível entre R$ 0,10 a R$ 0,20 mais barato, em meio a um momento de alta nos preços. Estranho, não?

Ontem, em mega-operação, 10 postos de combustíveis jundiaienses foram autuados. Motivos: combustíveis vendidos com bombas adulteradas e desreguladas, vendendo 0,980 L por 1 Litro. Foram visitados 23 estabelecimentos, frutos de denúncias dos consumidores.

Segundo o IPEM, os seguintes postos autuados são ( e os motivos de cada um em):

http://www.ipem.sp.gov.br/6ai/2011/rel11-08.asp?vpro=spcjundiai2 (clique no link)

 

Extraído do site do IPEM-SP:

EM JUNDIAÍ, IPEM ATUA 43,7% DOS POSTOS DE COMBUSTÍVEIS FISCALIZADOS

Equipes de fiscalização do Ipem-SP, autarquia vinculada à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, autuaram 10 (43,47%) dos 23 postos de combustíveis visitados durante a operação “SPC” (Supervisão de Postos de Combustíveis), nesta quarta-feira (24/8) em Jundiaí. Das 297 bombas verificadas pelos fiscais, 28 (9,42%) foram reprovadas.

Para o superintendente do Ipem-SP, Fabiano Marques de Paula, o índice de autuações na cidade é considerado alto e desperta preocupação. “O resultado da fiscalização mostra que quase metade dos postos está com irregularidades que atingem diretamente o consumidor, que ao abastecer, não sabe que está sendo lesado. Como temos feito em diversos municípios do estado, sempre com apoio da Policia e Guarda locais, a fiscalização terá continuidade, pois nosso objetivo é moralizar o setor e eliminar esse tipo de ocorrência”, explica Fabiano.

A operação contou com o apoio da Guarda Municipal e da Policia Civil , lideradas, respectivamente, pelo Comandante Paulo Sérgio de Lemos Stel Giacomelli e pelo delegado seccional Italo Miranda Junior. “A parceria com o Ipem-SP em fiscalizações como esta são de grande importância para a cidade, e daremos nosso apoio sempre que necessário”, diz o Comandante Paulo Sérgio.

Postos autuados têm dez dias para apresentar defesa ao Ipem, que, após esse prazo, define multa que varia de R$ 100 a R$ 50 mil, dobrando na reincidência.

Em 2010, o Ipem-SP inspecionou 88.637 bombas de combustíveis, das quais 5.516 foram reprovadas, gerando 473 autos de infração para os postos.

Além das autuações dos postos, o instituto apura a responsabilidade de oficinas que cuidam da manutenção das bombas que apresentam irregularidades. “No caso de comprovação do delito podemos cassar a autorização dessas oficinas”, alerta Fabiano.

Veja abaixo a relação de postos de combustíveis que foram autuados pelo Ipem-SP em Jundiaí, nesta quarta-feira (24/8): http://www.ipem.sp.gov.br/6ai/2011/rel11-08.asp?vpro=spcjundiai2

Outros jornais que trouxeram a notícia e a lista:

Bom Dia Jundiaí:

http://www.redebomdia.com.br/noticias/dia-a-dia/65102/ipem+autua+43,47%25+dos+postos+de+combustiveis+fiscalizados+durante+operacao

Jornal de Jundiaí:

http://www.portaljj.com.br/interna.asp?Int_IDSecao=1&Int_ID=157252

INFORMO QUE, APÓS NOTIFICAÇÃO RECEBIDA DA EMPRESA AUTO POSTO CHAMINÉ, REQUERENDO A RETRATAÇÃO QUANTO A MATÉRIA DIVULGADA, VIMOS ESCLARECER QUE: A EMPRESA AUTO POSTO CHAMINÉ NUNCA FOI TAXADA COMO ADULTERADORA, OU MESMO FISCALIZADA NESSE SENTIDO.

INFORMO AINDA, QUE TAL NOME FOI INSERIDO ERROENAMENTE DEVIDO AS MATÉRIAS JORNALÍSTICAS E FONTE BIBLIOGRÁFICAS CITADAS ANTERIORMENTE.

– Postos de Jundiaí que Adulteram Combustível são Autuados

Mas não fechados e nem cassados… Uma pena!

Adulterar quer dizer ‘modificar enganosamente’, correto?

O que acha do posto vender combustível entre R$ 0,10 a R$ 0,20 mais barato, em meio a um momento de alta nos preços. Estranho, não?

Ontem, em mega-operação, 10 postos de combustíveis jundiaienses foram autuados. Motivos: combustíveis vendidos com bombas adulteradas e desreguladas, vendendo 0,980 L por 1 Litro. Foram visitados 23 estabelecimentos, frutos de denúncias dos consumidores.

Segundo o IPEM, os seguintes postos autuados são ( e os motivos de cada um em):

http://www.ipem.sp.gov.br/6ai/2011/rel11-08.asp?vpro=spcjundiai2 (clique no link)

 

Extraído do site do IPEM-SP:

EM JUNDIAÍ, IPEM ATUA 43,7% DOS POSTOS DE COMBUSTÍVEIS FISCALIZADOS

Equipes de fiscalização do Ipem-SP, autarquia vinculada à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, autuaram 10 (43,47%) dos 23 postos de combustíveis visitados durante a operação “SPC” (Supervisão de Postos de Combustíveis), nesta quarta-feira (24/8) em Jundiaí. Das 297 bombas verificadas pelos fiscais, 28 (9,42%) foram reprovadas.

Para o superintendente do Ipem-SP, Fabiano Marques de Paula, o índice de autuações na cidade é considerado alto e desperta preocupação. “O resultado da fiscalização mostra que quase metade dos postos está com irregularidades que atingem diretamente o consumidor, que ao abastecer, não sabe que está sendo lesado. Como temos feito em diversos municípios do estado, sempre com apoio da Policia e Guarda locais, a fiscalização terá continuidade, pois nosso objetivo é moralizar o setor e eliminar esse tipo de ocorrência”, explica Fabiano.

A operação contou com o apoio da Guarda Municipal e da Policia Civil , lideradas, respectivamente, pelo Comandante Paulo Sérgio de Lemos Stel Giacomelli e pelo delegado seccional Italo Miranda Junior. “A parceria com o Ipem-SP em fiscalizações como esta são de grande importância para a cidade, e daremos nosso apoio sempre que necessário”, diz o Comandante Paulo Sérgio.

Postos autuados têm dez dias para apresentar defesa ao Ipem, que, após esse prazo, define multa que varia de R$ 100 a R$ 50 mil, dobrando na reincidência.

Em 2010, o Ipem-SP inspecionou 88.637 bombas de combustíveis, das quais 5.516 foram reprovadas, gerando 473 autos de infração para os postos.

Além das autuações dos postos, o instituto apura a responsabilidade de oficinas que cuidam da manutenção das bombas que apresentam irregularidades. “No caso de comprovação do delito podemos cassar a autorização dessas oficinas”, alerta Fabiano.

Veja abaixo a relação de postos de combustíveis que foram autuados pelo Ipem-SP em Jundiaí, nesta quarta-feira (24/8): http://www.ipem.sp.gov.br/6ai/2011/rel11-08.asp?vpro=spcjundiai2

Outros jornais que trouxeram a notícia e a lista:

Bom Dia Jundiaí:

http://www.redebomdia.com.br/noticias/dia-a-dia/65102/ipem+autua+43,47%25+dos+postos+de+combustiveis+fiscalizados+durante+operacao

Jornal de Jundiaí:

http://www.portaljj.com.br/interna.asp?Int_IDSecao=1&Int_ID=157252

INFORMO QUE, APÓS NOTIFICAÇÃO RECEBIDA DA EMPRESA AUTO POSTO CHAMINÉ, REQUERENDO A RETRATAÇÃO QUANTO A MATÉRIA DIVULGADA, VIMOS ESCLARECER QUE: A EMPRESA AUTO POSTO CHAMINÉ NUNCA FOI TAXADA COMO ADULTERADORA, OU MESMO FISCALIZADA NESSE SENTIDO.

INFORMO AINDA, QUE TAL NOME FOI INSERIDO ERROENAMENTE DEVIDO AS MATÉRIAS JORNALÍSTICAS E FONTE BIBLIOGRÁFICAS CITADAS ANTERIORMENTE.

– As lições do Caso Wenger aos Treinadores Brasileiros

Aqui, quando treinador é suspenso, vai à um camarote e acaba, indiretamente, dirigindo o time de lá por rádio ou qualquer outro meio de comunicação. Não pode estar no banco como técnico, mas sua vontade e opinião chegam ao seu substituto.

Na Europa, tivemos nessa semana um caso interessante. O francês Arsene Wenger, técnico do inglês Arsenal, foi expulso por mau comportamento na partida entre Arsenal X Barcelona nas Oitavas de Final da Champions League (gesticulou contra as marcações do árbitro Massimo Bussaca, acirrando os ânimos dos seus atletas contra ele – jogo ocorrido no primeiro semestre deste ano). Julgado, recebeu 2 jogos de suspensão (assim como Scolari).

No cumprimento da primeira partida de suspensão, na última semana, contra a Udinese, Wenger estava na arquibancada, e foi flagrado conversando num telefone celular no mesmo momento em que seu substituto no banco também conversava em outro aparelho. A Comissão Disciplinar da UEFA entendeu, reunida ontem, que Wenger cometeu outras duas infrações por tal ato:

1)por estar suspenso, não poderia conversar por rádio, celular, bilhete, recado ou qualquer outra forma com o banco.

2)mesmo se estivesse calado na arquibancada, não poderia estar ali, já que a suspensão implica em estar proibido em estar dentro do estádio.

Segundo Brian Howowood, jornalista da Ag Reuters (citação em: www.reuters.com/176593), a defesa do treinador será a de que a punição foi confusa: Wenger imaginava que poderia pagar um ingresso e assistir ao jogo no meio da multidão, anonimamente, e não imaginava que comunicadores estavam proibidos. Alegará ainda que conversava ao telefone com sua esposa, não com o treinador substituto.

Por este ato, a pena a Arsene Wenger foi aumentada em mais 2 partidas; ou seja, dobrou-se  a pena).

E você, entende que o técnico não pode entrar no estádio quando está suspenso do banco? Deixe seu comentário:

– As lições do Caso Wenger aos Treinadores Brasileiros

Aqui, quando treinador é suspenso, vai à um camarote e acaba, indiretamente, dirigindo o time de lá por rádio ou qualquer outro meio de comunicação. Não pode estar no banco como técnico, mas sua vontade e opinião chegam ao seu substituto.

Na Europa, tivemos nessa semana um caso interessante. O francês Arsene Wenger, técnico do inglês Arsenal, foi expulso por mau comportamento na partida entre Arsenal X Barcelona nas Oitavas de Final da Champions League (gesticulou contra as marcações do árbitro Massimo Bussaca, acirrando os ânimos dos seus atletas contra ele – jogo ocorrido no primeiro semestre deste ano). Julgado, recebeu 2 jogos de suspensão (assim como Scolari).

No cumprimento da primeira partida de suspensão, na última semana, contra a Udinese, Wenger estava na arquibancada, e foi flagrado conversando num telefone celular no mesmo momento em que seu substituto no banco também conversava em outro aparelho. A Comissão Disciplinar da UEFA entendeu, reunida ontem, que Wenger cometeu outras duas infrações por tal ato:

1)por estar suspenso, não poderia conversar por rádio, celular, bilhete, recado ou qualquer outra forma com o banco.

2)mesmo se estivesse calado na arquibancada, não poderia estar ali, já que a suspensão implica em estar proibido em estar dentro do estádio.

Segundo Brian Howowood, jornalista da Ag Reuters (citação em: www.reuters.com/176593), a defesa do treinador será a de que a punição foi confusa: Wenger imaginava que poderia pagar um ingresso e assistir ao jogo no meio da multidão, anonimamente, e não imaginava que comunicadores estavam proibidos. Alegará ainda que conversava ao telefone com sua esposa, não com o treinador substituto.

Por este ato, a pena a Arsene Wenger foi aumentada em mais 2 partidas; ou seja, dobrou-se  a pena).

E você, entende que o técnico não pode entrar no estádio quando está suspenso do banco? Deixe seu comentário:

– O Golpe: Felipão e a Indiscutível Inteligência. Protesto dos Árbitros ou medo?

Há gênios em todas as modalidades. Observá-los é aprender e se curvar à sabedoria aliada à humildade.

Nem sempre o conhecimento brota de boas coisas, mas vale ser observador às estratégias curiosas, mesmo deselegantes. Inteligência para desestabilizar outrem é isso aqui:

“- Não vou mais a banco. Vou ficar fora. Na única vez que olhei para o árbitro por estarem segurando meu jogador, só faltou ele me morder. Se for possível, não vou mais a campo, fico lá fora. Não dá mais (…) Murtosa vai para o banco (…) E no primeiro ou segundo jogo, o Murtosa também vai ser expulso. O prazer deles (árbitros) é olhar para mim e botar para fora. Estou pior que cachorro na chuva. Não adianta nada, vai o Murtosa.”

Luiz Felipe Scolari, dizendo que não vai estar no banco como treinador em jogos do Palmeiras, por se sentir perseguido (extraído do GloboEsporte.com: http://is.gd/I9JtmX) .

Há treinadores que sabem mandar recados pelos microfones e que usam da imprensa para criar estratégias favoráveis à si próprio. São inteligentes e estrategistas. Quando é para atender e ser solícito aos jornalistas, neca! Mas quando é por causa própria…

Destes, 2 se destacam: Luxemburgo e Scolari.

Primeiro, vamos ao caso Flamengo/Luxemburgo: O árbitro goiano Elmo Rezende errou ao não marcar um pênalti contra o Flamengo e que virou falta ao Coritiba, e Luxa se calou. Já o mineiro Ricardo Marques Ribeiro inverteu sem má intenção diversas faltas contra o Atlético Paranaense e Luxemburgo manteve o silêncio. Quando o paranaense Heber Roberto Lopez advertiu verbalmente Ronaldinho Gaúcho, Wanderley surtou, usou todos os microfones possíveis e quase conseguiu criar a falsa ilusão de esquema anti-Mengão. Ontem, no Beira-Rio, o alagoano Francisco Carlos Nascimento gastou a sua cota de erros do ano inteiro, em equívocos que beneficiaram o Flamengo (Amarelo indevido por simulação ao D’Alessandro, falta na barreira na hora do gol do Ronaldinho, e diversos outros lances). Luxemburgo calou-se. Não se manifestou. Conseguiu a pressão desejada sobre o árbitro do jogo seguinte? Claro.

Agora, o caso Palmeiras/Scolari: Felipão é costumeiro em maltratar árbitros e jornalistas. É fato e tem grande histórico. Adora mandar recados por microfone. Agora, quer que creiamos na existência de um “Tratado Conspiratório anti-Scolari” (à mesma maneira de Luxemburgo), e ameaça não ficar mais no banco de reservas para não prejudicar sua equipe, já que se sente perseguido pelos árbitros!

Hipóteses? Algumas:

1-Não está na cara que, com tanto problema interno em seu clube, há a necessidade de desafogar esses desencontros e criar uma situação externa?

2-Não parece que Felipão já está pressionando o árbitro antes mesmo do sorteio? É a chamada “preventiva”, chiadeira pré-jogo.

3-Mesmo querendo jogar no Morumbi e tendo que ir à Prudente, às vésperas de uma possível eliminação na Sulamericana, já está caçando desculpas?

4-Com seu julgamento hoje na CBF, indiciado em até 720 dias por ofensas à arbitragem e expulsão, prepara o terreno para a sua defesa, a fim de se fazer de vítima ao invés de ser culpado?

5-Domingo teremos Palmeiras X Corinthians. O treinador que for derrotado, por pressão, pode perder também o emprego. Chiar do árbitro uma semana antes é salvaguarda?

Temos que dar o braço a torcer. São pessoas inteligentíssimas. Se usam de ética, respeito, afeto, desportividade, é outra história!

Mas o mais importante: a sugestão-

Seneme ou Sálvio apitarão o Derby. Quer uma idéia bacana ao árbitro a ser escolhido nessa semana? Façam como em Portugal: BOICOTEM!

Nessa semana, João Ferreira, escalado para apitar Beira-Mar X Sporting pelo Campeonato Português, se recusou a atender a escala em protesto às constantes chiadeiras do Sporting (tanto de dirigentes quanto do treinador). E em solidariedade, os demais árbitros da 1ª e 2ª divisões profissionais avisaram que não iriam trabalhar em jogos deste clube. Como em Portugal a competição é organizada pela Liga de Futebol e os árbitros contratados pela Federação Portuguesa, não tinham árbitro para a partida!

A solução, às vésperas do jogo, foi a contratação de um árbitro de uma liga regional, com 43 anos de idade e 19 de experiência, nome forte da “Primeira B de Aveiro” (compare como sendo o equivalente à um árbitro respeitado nas divisões inferiores de algum campeonato regional brasileiro).

Será que os árbitros brasileiros terão coragem de não acatar uma escala em jogo do Palmeiras, em protesto às ridículas reclamações e críticas de Scolari?

Duvido. Sem alguma entidade interessada que queira agir por trás dos árbitros, obrigando a mobilização deles, não há protesto, mesmo que esse seja um locaute.

E você, o que pensa sobre tudo isso? Deixe seu comentário:

– O Helicóptero do Sarney

Que farra! Sarney usou um helicóptero “Zero Km Voado” do Resgate do Governo Maranhense por diversas vezes para passear em sua ilha particular. E o equipamento era para ações de Socorro aos Bombeiros e ajuda à PM local.

Deve estar a mil maravilhas por lá, não?

Kadhafi está caindo na Líbia. Só aqui que ditadores se eternizam…

– Abade no Choque-Rei: Mesmo Peso e Mesma Medida?

 

Sei que a exposição deste post é ruim. Mas confesso que DETESTEI a indicação de Cléber Wellington Abade para o jogo do próximo domingo entre São Paulo X Palmeiras.

 

É claro que não ganharei amigos por tal afirmação. Mas gosto muito do amigo Abade, considero ele um dos melhores da minha geração (somos da mesma turma e de algumas pré-temporadas em comum). Sou suspeito em falar do Cléber, pois sou torcedor dele.

 

Mas os amigos árbitros, jornalistas de respeito e torcedores lúcidos entenderão: há certos times que são ‘zicas’ na carreira de um árbitro, num linguajar bem popular. Não dá liga! É como o ótimo Paulo César de Oliveira em jogo do Palmeiras – pode fazer chover dentro de campo que receberá críticas. Assim é Abade para com o São Paulo.

 

Na melhor arbitragem do Campeonato Paulista de 2011, Cléber Abade foi excepcional e encerrou com chave de ouro sua passagem pela FPF, no seu último ano de apito (e faça-se justiça: Raphael Claus, segunda melhor arbitragem do ano, fez 2 joguinhos pela série B e… cadê ele?). Na CBF, tem feito um tour de despedida: Na série D, em Manaus; na C, em Rio Branco no AC; na A, em várias capitais (em Florianópolis na quarta-feira).

 

Numa carreira gloriosa onde faltou apenas o escudo FIFA (que merecia), para quê expor Abade em jogo do São Paulo? Ainda na mais num clássico de tal importância.

 

Sou de Jundiaí, e me recordo o sufoco que Abade sofreu numa partida entre Paulista X São Paulo no Jayme Cintra, jogo o qual o Cel Marinho o afastou. Na oportunidade, Abade deu 4 de acréscimos, ergueu o braço, e… aos 49min e alguns segundos o atleta jundiaiense Gláucio chutou para o gol. Com o braço erguido e sem ter apitado, o gol saiu e o “pau comeu”. O São Paulo vencia por 2×1 e sofreu o empate nessas circunstâncias (em 2007). Depois disso,  Abade fez jogos do São Paulo por duas oportunidades em 2009.

 

Com tanto jogo bom, por que levá-lo justo nesse clássico? Há outros! Logo-logo teremos Palmeiras X Corinthians, coloca ele lá! Mesmo que Abade arrebente (e espero que o faça), se o São Paulo perder Abade pode ser o bode expiatório.

 

Junto com Abade foi Seneme para o sorteio. Na mesma medida de sorteio, teria sido Abade e Paulo César. Pensaram? Se não existe veto, ótima pedida, pois, afinal, são ótimos árbitros e o aceite de reclamações e choros de dirigentes seria desprezado por qual parte reclamasse à CA-CBF.

 

Ou não?

 

Outra sugestão: Seneme, Luiz Flávio, Ceretta, Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza (que fez aquele Choque-Rei no jogo do temporal no Morumbi), Bragueto (por que só foi escalado uma única vez no clássico São Paulo X Corinthians do começo do ano?).

 

Se foi para homenagear Abade, erraram no jogo escolhido. Não precisava correr risco.

 

Sobre o jogo da discórdia, uma matéria do UOL Esporte: http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas/2007/01/26/ult59u111721.jhtm

– Minha opinião sobre o “Fora Teixeira”, “Basta Del Nero”

 

Apoio integralmente a campanha popular contra a ditadura e permanência dos dirigentes eternos Ricardo Teixeira e Marco Polo Del Nero à frente da CBF e FPF.

 

Porém…

 

Manifestação na Avenida Paulista não dá, né? Preciso ser coerente: se eu critico qualquer segmento de se manifestar ali, por mais digna que seja a reinvinvidação, não dá para abrir excessão ao Futebol.

 

Como é que ficam as pessoas que precisam do corredor hospitalar da Paulista, bem como os que não gostam de futebol?

 

Força no movimento, pessoal. Mas em, local adequado.

 

Obs: o que tem de nêgo se aproveitando disso! Tem cara que sempre foi pau-mandado de emissário deles, chapa-branca mesmo e agora que virou a casaca se diz bonzinho. Hum… Ele sabe que é dele que estou falando.

 

Para os mais íntimos, mataram a charada!

– Árbitro Persegue Jogador?

 

Depende do que se entende como “perseguir”.

 

“Choveu” e-mails de amigos que perguntaram, ainda antes do final do jogo, sobre o lance de Neymar ter sofrido um pênalti e o árbitro não ter marcado.

 

Não pude assistir o jogo (estava numa tarefa sensacional: comendo merengues com minha filha na Festa do Morango de Jundiaí – boa pedida nesse final de semana), mas não é sobre o lance que a maior parte das perguntas se referiam, mas à perseguição ao atleta Neymar.

 

Primeiro: jogador que dá trabalho, sempre é mais visado. Madson, domingo, forçou um pênalti contra o Corinthians e se jogou por diversas vezes. Será que ele não imagina que os árbitros assistem futebol e estarão atentos com sua indisciplina numa possível futura escala?

Imaginem então Neymar. Nos últimos dois Campeonatos Paulistas, cansou de se jogar. Simulava descaradamente. E de tanto cair perdeu credibilidade. Árbitros mais novos entravam na dele. Os mais experientes, ignoravam (mas se omitiam na aplicação do cartão amarelo). Por ser jovem, bom de bola e uma atração em campo, parece que recebeu blindagem contra críticas à ele. Pode tudo e se passa a mão na cabeça.

Na fase mais aguda do cai-cai, na inauguração da Red Bull Arena, Neymar se jogou e o árbitro mexicano ignorou. A leitura labial foi perfeita: “You? You no”, tentando se fazer entender ao atleta. Contra a Holanda, Carlos Amarilla acreditou numa queda onde ele simulou tão bem e que custou o amarelo ao adversário. Dias depois Amarilla estava escalado na Libertadores, em jogo do Santos… Depois quer reclamar de perseguição?

 

Árbitros marcam jogadores. Perseguir é usar de má fé em campo. Marcar é ter atenção maior para não se passar de bobo. Pense como um juiz de futebol e sinta o drama: o árbitro luta numa carreira inglória, com apoio mínimo, e o jogador que ganha milhões o quer enganar descaradamente. Na segunda-feira, a gozação é geral por ter caído em uma simulação. Árbitro odeia ser enganado em simulação, é uma das piores infrações, pois ele se sente como um trouxa.

 

Aqui, o jogador que simula é aplaudido. Na Inglaterra, é vaiado pelo unfair-play. Diferença cultural…

 

Não sei se o árbitro errou ou acertou, pois não vi o lance. Mas uma coisa tenho certeza: Neymar, Kléber Gladiador, Felipão, Fábio Costa, entre tantos outros, são pessoas do meio esportivo marcadas, visadas, que pelo histórico que tem de indisciplina recebem (e devem receber) atenção especial. Perseguidos seriam se os árbitros usassem de má fé.

 

Segundo: Sandro Meira Ricci possui um processo na Justiça contra Neymar por ofensas (quem sabe isso faz o menino repensar atitudes irresponsáveis). Por que escalá-lo?  Não era previsível que Neymar poderia simular (como faz com frequência) e um bom árbitro como Sandro Meira Ricci, que costuma não pipocar em campo, cumprir a regra e aplicar o cartão? Se errou ou acertou, independe. O risco existia e o árbitro não deveria ser escalado em jogos do Santos até a resolução da pendenga. Principalmente porque justo quando a notícia do processo foi “descoberta” pela mídia, Sandro é escalado… Ou melhor, “sorteado”. Ingrata a bolinha, não?

 

Terceiro: Neymar construiu esse histórico de irresponsabilidade travestida de irreverência. É o preço.

 

Insisto: árbitro não persegue jogador, mas tem atenção maior com alguns. A sacanagem, quando existir, é perceptível. Quer exemplo? Um dia, Léo, na primeira passagem pleo Santos, ofendeu Edilson Pereira de Carvalho. Depois disso, em todas as outras partidas em que Edilson apitou, Léo apanhava pra valer e nunca era marcada a falta. Em alguns confrontos, tomava amarelo por reclamar de tanta pancada recebida. Isso sim é perseguição.

– O Subjetivo Conceito de Indignidade dos Políticos

 

Escândalos e mais escândalos acontecem nos Ministérios da Dona Dilma. Antes, os corruptos eram dois ou três subordinados do Ministro. Hoje, é um Ministério inteiro.

 

No Amapá, a Polícia Federal desmantelou um esquema na pasta do Turismo. Os corruptos, que tiram o nosso suado dinheiro dos impostos e embolsam, foram presos. Um jornal local os fotografou e os publicou na primeira página, sem camisa e com a identificação. Normal, são bandidos.

 

E não é que a presidente Dilma Rousseff e o Ministro da Justiça José Eduardo Cardoso se disseram indignados com a foto?

 

Ué, por que não há a mesma indignação aos casos de corrupção e dos ministros que atuam em interesse próprio? Por que não há indignação à gastança e farra governista? Aos inocentes que morrem vítima da violência do crime organizado? Ou aos que falecem por falta de amparo social do Governo, que alega não ter dinheiro para isso?

 

Alguém já somou quanto dinheiro fruto de corrupção foi desviado nesses últimos 8 meses? Só estamos falando o que a imprensa descobriu. Imagine o que a gente não sabe? E se os nomes envolvidos são os mesmos de 8 anos do Governo Lula, quanto dará esse montante?

 

Indignado fico eu, que pago meus impostos em dia, trabalho de domingo a domingo e sempre estou com a corda no pescoço, ao ver que a maioria da população se preocupa com tantas banalidades do que com o que devia. Se você for fazer uma pesquisa nos TT do Twitter (os assuntos mais discutidos), nas páginas brasileiras encontrará times de futebol, A Fazenda ou BBB, Novelas, fofocas e, claro, Restart e Justin Bieber (nem sei se é assim que se escreve).

 

Terá alguma hastag por indignação às ações criminosas dos políticos ou demagogia do Governo Federal ao defender esses mesmos corruptos?

 

Infelizmente, temos que agüentar uma presidente indignada pela foto de bandidos na primeira página e um povo que se não fica indignado por isso.

 

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Vereador ofende Professores de Inúteis!

 

Dario Bueno, DEM-Jacareí/SP. Um nome interessante!

 

Prezados eleitores e professores; nas próximas Eleições, lembrem-se desse vereador que escreveu no Facebook uma bobagem e confirmou que foi ele mesmo: “Professores são inúteis e não gostam de dar aula (…) o fracasso na Educação está na falta de vontade dos professores”.

 

Quanto ganha um vereador e quanto ganha um professor?

 

Quantas horas semanais trabalha um vereador e quantas trabalha um professor?

 

Quantos assessores tem um vereador e quantos tem um professor?

 

Em tempo: o nobre parlamentar Dario Bueno é conhecido como “Daniel Burro”.

 

Gostaria do seu comentário: o que acha disso?

 

Extraído de: Terra Educação

 

PROFESSORES SÃO INÚTEIS E NÃO GOSTAM DE DAR AULA

 

Um vereador de Jacareí (SP) causou polêmica na cidade ao escrever uma mensagem no Facebook criticando os professores. Dario Bueno (DEM), conhecido por Dario Burro, afirmou que os professores são inúteis e que não gostam de dar aula. Em entrevista ao Terra nesta quarta-feira, o parlamentar confirmou as críticas e disse que “o fracasso da educação está na falta de vontade dos professores”.

As declarações causaram indignação entre os educadores da cidade. Segundo o diretor estadual do sindicato dos professores, Roberto Mendes, a categoria está revoltada com a posição do parlamentar, que, ao invés de trabalhar para recuperar a educação, faz o contrário. “Ele nega a importância da escola, diz que ela não cumpre o seu papel”, afirma. O sindicato deve entrar com uma representação na comissão de ética da Câmara de Vereadores e com uma ação por injúria.

Dario não teme um processo e afirma que a atitude do sindicato é “repressora”. “Você não pode expressar sua opinião? Eles não aceitam o que eu digo porque eu coloquei o dedo na ferida”, afirma. De acordo com o vereador, a culpa pelo elevado número de analfabetos que ainda existe no País é dos educadores. “Eles deveriam parar de reclamar e trabalhar. Falam do salário, criticam os governantes, dizem que o problema são as famílias desestruturadas, mas na verdade usam isso como motivo para não dar aula”.

O político, que não chegou a concluir a graduação em Letras, trabalhou quatro anos como professor na rede municipal, estadual e particular da cidade, mas afirma que abandonou a profissão após assumir o cargo na Câmara Municipal. “Larguei para poder me dedicar à atividade parlamentar”. Segundo ele, por comodismo, os professores não aceitam um programa pedagógico mais dinâmico e tentam prejudicar o esforço daqueles que são dedicados. “Isso aconteceu comigo”, comenta.

Ele cita o esforço de Paulo Freire para promover a alfabetização como um exemplo positivo e questiona os educadores por não demonstrarem o mesmo esforço. “Cada município destina 25% do seu orçamento para a educação, mas como que com tanto dinheiro têm estudantes que chegam na 7ª série sem saber escrever?”. Ele afirma que, em Jacareí são liberados R$ 75 milhões anuais para promover a educação. “É muito dinheiro, era para termos todo mundo alfabetizado”, conclui.

O diretor do sindicato disse que os professores concordam que a educação está em crise, mas que a escola vive isso por causa da falta de estrutura, de condições de trabalho, pelos baixos salários. “Esse mesmo vereador que critica os professores ajudou a aprovar um reajuste que dobrou seu salário, de R$ 5 mil para quase R$ 10 mil. Ele não percebe a discrepância com um educador que, quando consegue receber o piso nacional, ganha R$ 1.100”, diz Roberto Mendes.  

– Não dará Nada para Marta Suplicy?

 

As denúncias de corrupção no Governo Dilma assustam cada vez mais. Primeiro a Casa Civil, depois os Transportes, na sequência a Agricultura, e agora o Turismo.

 

No Ministério do Turismo, por exemplo, todas as pessoas presas ontem (e foram muitas) foram nomeadas pessoalmente pela ex-Ministra e Senadora Marta Suplicy, que hoje fugiu pelo banheiro do Senado para fugir dos jornalistas.

 

Minhoquinha vai para a cadeia. Mas e as cobras-criadas?

 

O que você acha dessa relação? Deixe seu comentário:

– CBF é Pública ou Privada?

 

Quando reclamam da possível corrupção na CBF, um subterfúgio é dizer que ela é uma entidade privada.

 

Juca Kfouri, em seu blog (http://blogdojuca.uol.com.br/2011/08/chega-de-fazer-papel-de-bobo/) lembrou bem:

 

Segundo o filósofo Nenê Beiçola, criação do cronista do cotidiano Marco Bianchi, a CBD (assim mesmo) não é uma entidade nem pública nem privada: é uma privada pública.

 

Sábio Juca… Alguém discorda?

– Como prender um Corrupto Falecido?

 

Lembram-se de que no final de dezembro/2010 foi assassinado o prefeito de Jandira, Braz Paschoalin, covardemente?

 

Não é que descobriram algumas falcatruas da sua administração? Segundo o Ministério Público, a prefeitura em seu mandato gastou R$ 600.000,00 com jogos Lego para creches, além de R$ 400.000,00 para que os professores aprendessem a como usar os brinquedos!

 

Não tinha manual de instrução não? Professor é tão burro assim?

 

Como fazer para cobrar o dinheiro mal gasto agora que jaz o prefeito? Deixe seu comentário: