– Manipulação de Resultados por parte da FERJ?

Ontem, o Jornal da Record denunciou um suposto esquema de manipulação de resultados promovido pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro. A troca seria a mais simples e lógica possível: árbitros garantiam resultados que interessassem à política da casa, e em troca conquistavam o escudo da CBF. Estavam sendo negociados jogos pelas divisões de acesso, rebaixamento e classificação para os grandes clubes na decisão da série A.

Tais situações sempre foram imaginadas pelas crendices populares: como certos nomes de árbitros, com qualidade duvidosa, conseguiam se destacar? Ou ainda: por que só se erra contra time pequeno? Ou ainda mais: por que tal time forte politicamente sempre tem erro de arbitragem a favor?

Claro que tudo isso é um prato cheio para os adeptos das teorias conspiratórias. É também evidente que àqueles que questionavam certos nomes promovidos ao quadro da CBF e que faziam o embate entre “meritocracia” e “apadrinhamento” terão mais argumentos.

Contra tudo isso, ficará a ressalva sobre a credibilidade dos denunciantes. Além do que, não se pode crer em repercussão instantânea e queda de nomes imediata. Afinal, há certos dirigentes do futebol que só tem medo de alguns segundos na Vênus Platinada (e outros nem isso, pois ficam “c…” como propriamente já foi dito um dia).

Importante: no Rio de Janeiro, o Sindicato dos árbitros e a Cooperativa dos árbitros são administrados por membro da CEAF-RJ, o presidente Jorge Rabello, que deverá (assim se espera), fazer um pronunciamento.

De tudo isso fica uma grande indagação: por quê se precisa ter Sindicato e Cooperativa? E por que um membro da Comissão de Árbitros (que teoricamente é o ‘patrão’) precisa administrar as duas entidades dos árbitros (que teoricamente cada uma é ‘dos empregados’)? Lógica incompatibilidade de cargos.

Será que isso acontece apenas no RJ? Deixe seu comentário:

Abaixo, extraído do Portal R7: http://noticias.r7.com/blogs/reporteres-da-record/2011/09/01/ex-arbitros-denunciam-esquema-de-manipulacao-de-resultados-do-futebol-do-rio/

EX-ÁRBITROS DENUNCIAM ESQUEMA DE MANIPULAÇÃO DE RESULTADOS NO RJ

Por Carlos Moreira

Dois ex-árbitros, que aceitaram falar com a condição de que não apareceriam, revelaram que receberam ordens da FERJ (Federação de Futebol do Estado de Rio de Janeiro) para favorecer ou prejudicar alguns times de 2006 a 2010. Os clubes beneficiados seriam aqueles que têm boas relações com a entidade. Os ex-juízes disseram que só chegaram ao quadro da CBF porque fizeram parte do esquema. Eles contam ainda que o rebaixamento do América e o acesso da Friburguense, neste ano, foram fruto das interferências nas partidas.

Vídeo do portal R7, com matéria do Jornal da Record, clique em: http://is.gd/H7Y1Sd

– Profissionalizar ou Regulamentar a Arbitragem?

Um debate levantado por pertinente reportagem do Bom Dia: Profissionalizar ou Regulamentar a Arbitragem? (reportagem em: http://www.redebomdia.com.br/noticias/Esporte/65843/o+pedido+agora+e+regulamentar+os+arbitros+de+futebol/comentario+enviado+com+sucesso)

Leio na matéria do jornalista Gustavo Longo com Arthur Alves Júnior, presidente do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo (Safesp), que a entidade defenderá a Regulamentação da profissão de árbitro de futebol, ao invés da profissionalização.

Estamos remando contra a maré?

Apesar da intenção do Sindicato, seria a verdadeira vontade dos árbitros?

Regulamentar não trará os benefícios desejados pela categoria. Imagine que apesar da proposta em reconhecer a atividade da Arbitragem de Futebol, os árbitros não teriam os benefícios que sempre sonharam, que se resumem a: se tornarem funcionários da Federação Paulista de Futebol.

O árbitro quer ter direito a Férias, Abono Salarial, 13º Salário, FGTS, suporte médico com plano de saúde bancado pela entidade, garantias e estabilidade no emprego, além da certeza de que não haverá veto sobre eles.

Mas a quem interessaria regulamentar a atividade de árbitro e não profissionalizá-la? Por incrível que possa parecer, interessa à Federação Paulista e ao Sindicato, menos aos próprios árbitros!

Explico: com a atividade regulamentada, os árbitros continuariam vinculados ao Sindicato, pagando suas taxas e anuidades ao mesmo, recebendo os valores como autônomos através da Cooperativa dos Árbitros, e nunca tendo compromisso empregatício a quem realmente deveriam: ao organizador do evento, que é a Federação Paulista de Futebol.

Pergunte a qualquer árbitro se ele quer continuar recebendo via Cooperativa e pagando taxas ao Sindicato (bancando os seus custos de treinos e cuidados da atividade com dinheiro do seu próprio bolso, sem férias e 13º, vivendo das escalas e da ‘sorte do sorteio’), ou quer ser funcionário da FPF (com todos os benefícios e garantias aos quais os empregadores são obrigados pela legislação trabalhista, além da certeza do salário mensal)? A resposta será óbvia…

Acrescente a tudo isso um elemento perturbador: Arthur Alves Júnior é o presidente do Sindicato dos Árbitros, dirigente da Cooperativa e secretário-geral da Associação Nacional dos Árbitros (3 entidades que arrecadam dos árbitros). Incompativelmente, exerce a função de membro da Comissão de Árbitros da própria FPF!

Custa a crer que o presidente do Sindicato Arthur Alves compraria uma briga com a FPF. Lá, reclamaria a quem? A ele próprio?

Profissionalizar é o caminho. A questão é: qual modelo de profissionalização deve ser adotado?

Uma pena que os árbitros não manifestem publicamente o seu desejo. Afinal, regulamentar a atividade apenas encheria os cofres das entidades da categoria e faria com que o árbitro de futebol permanecesse desprotegido da mesma forma. Infelizmente, não interessa a muitos a profissionalização, pois, afinal, ninguém quer assumir os custos dela.

Rafael Porcari foi árbitro de futebol por 16 anos pela FPF, é professor universitário, consultor em arbitragem e blogueiro do Bom Dia Jundiaí: http://blog.redebomdia.com.br/blog/rafaelporcari/

– E o tal do Dirceu?…

Vou bater na mesma tecla: a mesma turma do governo Lula continua pintando e bordando no Governo Dilma. Tanto os afastados quanto os acobertados.

Vejam quantos ministros caíram e quantas denúncias de corrupção. Dilma está fazendo uma faxina? Ué, mas não era a mesma patota que estava lá?

A Revista veja desta semana traz uma brilhante matéria sobre como José Dirceu continua agindo nos bastidores, influenciando poderosos do Governo e se reunindo com pessoas interessadas em seus negócios e parceiras. Tudo, claro, às custas do suado dinheiro do povo revertido em impostos à União.

E aí, na hora de recolher os tributos, me lembro de tudo isso e penso: “Pra quê? Para financiar a corrupção institucionalizada?” Gângsters atuam na surdina. José Dirceu e sua patota, descaradamente, nem se preocupam em se esconder para negócios e negociatas. Uma pena.

Parabéns à Veja pelo brilhante jornalismo investigativo. Se as instituições públicas falham, a imprensa correta faz a sua parte. Lamentável que o populismo barato e a demagogia dos discursos sobre a “pseudo-faxina” da presidente Dilma e do ex-Guia Mestre Lula iludam a população e ceguem os mais ingênuos.

– Escala do Derby, Futebol Antidemocrático e País da Vantagem Antiética. Há liberdade nos bastidores do Esporte?

No futebol, não. Vamos lá:

Luiz Flávio de Oliveira apitará o Derby de domingo. Não há veto. Ufa, e ótimo! Luiz Flávio, em jogos do Corinthians, apitou a final contra o Santos e foi bem. Há 15 dias repetiu o jogo entre Corinthians X Santos e foi bem de novo. Agora, no outro clássico, contra o Palmeiras, apitará o Timão de novo.

Sorte na bolinha ou comodidade no sorteio?

Ótimo árbitro, não há dúvida, mas…

E a história de oportunidade aos outros árbitros intermediários? Braguetto, no clássico entre Corinthians X São Paulo, foi escalado com esse argumento. Não gosto de 3 clássicos do mesmo time apitados pelo mesmo árbitro (08/05, 10/08 e 28/08). Democracia do apito?

Raphael Claus foi eleito o melhor árbitro do Paulistão e não apitou nenhum jogo da série A. Braguetto, citado acima, fez um solitário jogo… (voltará num jogo só no final do mês).

Ainda sobre o clássico, Roberto Frizo disse que Luiz Flávio é um árbitro que leva nota 9 e que o Palmeiras ficou contente com sua escala. Xi… já vi o Toninho Cecílio falando a mesma coisa antes de um Fluminense X Palmeiras sobre o Simon e que deu muita discórida…(em: http://www.gazetaesportiva.net/noticia/2011/08/palmeiras/verdao-aprova-irmao-de-pc-oliveira-no-classico-contra-corinthians.html) . Depois da atuação, vale lembrar a declaração, pois são todas pré-jogo, formais e politicamente corretas.

Ontem, Felipão assistiu o jogo contra o Vasco das arquibancadas, em protesto ao bandeira Roberto Braatz, que foi ofendido por Scolari contra o Atlético Mineiro e causou a sua suspensão (no Brasileirão) por 2 partidas. Será que o protesto não foi um tiro contra o próprio pé? Se Felipão estivesse à beira do campo, poderia motivar o time para tentar o quarto gol, ou montar um esquema melhor para evitar o gol vascaíno, garantindo a classificação alviverde? Abriu mão da permanência por birra, protesto ou burrice?

Felipão alega que não pode falar no banco. Claro que pode, existe permissão, desde que para a sua equipe. Mas xingar e pressionar o árbitro é democracia? Só se for de interesse próprio. Ele não pode querer apitar jogo.

Ainda sobre Roberto Braatz: que sequência de escalas, não? Domingo passado, esteve no Beira-Rio em Internacional X Flamengo; na quarta, na Vila Belmiro em Santos X Fluminense e na quinta no Pacaembú no Palmeiras X Vasco. Domingo, Coritiba X Atlético. Na próxima quarta, no Morumbi no São Paulo X Fluminense. Uau. O cara é bom; só jogão, mas… assim escancara a falta de democracia e oportunidade aos outros bons nomes.

Importante: ontem, quem escalou ele neste jogo pela Sulamericana foi a Conmebol, sabedora do entrevero entre ambos. Aí Felipão tem razão em reclamar. Lá está Armando Marques, aquele mesmo do caso Edilson, que bancou o árbitro na CBF quando membro da CA-CBF. Faltou bom senso de quem escalou, mas Felipão foi infeliz na forma do protesto.

Quer outro exemplo de democracia às avessas? Rogério Ceni falou da expectativa da Copa do Mundo no Brasil e criticou, dizendo sabiamente:

 O Brasil só pensa em levar vantagem. Então se constroem estádios e mais estádios […] As pessoas não têm escrúpulos: elas governam e lideram por interesses pessoais e não por interesse do povo

Rogério Ceni, à agência RádioWeb, em: http://esporte.uol.com.br/futebol/copa-2014/ultimas-noticias/2011/08/25/por-corrupcao-ceni-ataca-copa-no-brasil-e-decisao-de-construir-itaquerao.htm

Claro que se tivesse com 30 anos e no auge da carreira, Ceni não seria convocado, unicamente por expressar a verdade. E é esse um grande problema no futebol: falar a verdade não pode em muitos casos; o medo da retaliação por exercer a Democracia e a Cidadania!

Para fechar com chave de ouro: a Federação Catarinense de Futebol proíbe as manifestações contra Ricardo Teixeira no estado de SC. Falou mal do Presidente da CBF resultará em expulsão do torcedor no estádio! (Em: http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/esporte/2011/08/25/282899-federacao-catarinense-pode-expulsar-do-estadio-torcedores-que-protestarem-contra-cbf) Expulsar torcedor do estádio por não concordar com os valores propostos na Administração Ricardo Teixeira é o cúmulo! Só podemos levar faixas dizendo: “Obrigado, querido Ricardo Teixeira”, ou “Ricardo Teixeira é o cara!”. Ditadura ou democracia?

Por fim, a piadinha imperdível: “Filho do Neymar caiu do berço e pediu pênalti”. Sensacional, nem precisa fazer o Exame de DNA.

E você, o que pensa sobre tudo isso? Existe Democracia no futebol? Deixe seu comentário:

– Postos de Jundiaí que Adulteram Combustível são Autuados

Mas não fechados e nem cassados… Uma pena!

Adulterar quer dizer ‘modificar enganosamente’, correto?

O que acha do posto vender combustível entre R$ 0,10 a R$ 0,20 mais barato, em meio a um momento de alta nos preços. Estranho, não?

Ontem, em mega-operação, 10 postos de combustíveis jundiaienses foram autuados. Motivos: combustíveis vendidos com bombas adulteradas e desreguladas, vendendo 0,980 L por 1 Litro. Foram visitados 23 estabelecimentos, frutos de denúncias dos consumidores.

Segundo o IPEM, os seguintes postos autuados são ( e os motivos de cada um em):

http://www.ipem.sp.gov.br/6ai/2011/rel11-08.asp?vpro=spcjundiai2 (clique no link)

 

Extraído do site do IPEM-SP:

EM JUNDIAÍ, IPEM ATUA 43,7% DOS POSTOS DE COMBUSTÍVEIS FISCALIZADOS

Equipes de fiscalização do Ipem-SP, autarquia vinculada à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, autuaram 10 (43,47%) dos 23 postos de combustíveis visitados durante a operação “SPC” (Supervisão de Postos de Combustíveis), nesta quarta-feira (24/8) em Jundiaí. Das 297 bombas verificadas pelos fiscais, 28 (9,42%) foram reprovadas.

Para o superintendente do Ipem-SP, Fabiano Marques de Paula, o índice de autuações na cidade é considerado alto e desperta preocupação. “O resultado da fiscalização mostra que quase metade dos postos está com irregularidades que atingem diretamente o consumidor, que ao abastecer, não sabe que está sendo lesado. Como temos feito em diversos municípios do estado, sempre com apoio da Policia e Guarda locais, a fiscalização terá continuidade, pois nosso objetivo é moralizar o setor e eliminar esse tipo de ocorrência”, explica Fabiano.

A operação contou com o apoio da Guarda Municipal e da Policia Civil , lideradas, respectivamente, pelo Comandante Paulo Sérgio de Lemos Stel Giacomelli e pelo delegado seccional Italo Miranda Junior. “A parceria com o Ipem-SP em fiscalizações como esta são de grande importância para a cidade, e daremos nosso apoio sempre que necessário”, diz o Comandante Paulo Sérgio.

Postos autuados têm dez dias para apresentar defesa ao Ipem, que, após esse prazo, define multa que varia de R$ 100 a R$ 50 mil, dobrando na reincidência.

Em 2010, o Ipem-SP inspecionou 88.637 bombas de combustíveis, das quais 5.516 foram reprovadas, gerando 473 autos de infração para os postos.

Além das autuações dos postos, o instituto apura a responsabilidade de oficinas que cuidam da manutenção das bombas que apresentam irregularidades. “No caso de comprovação do delito podemos cassar a autorização dessas oficinas”, alerta Fabiano.

Veja abaixo a relação de postos de combustíveis que foram autuados pelo Ipem-SP em Jundiaí, nesta quarta-feira (24/8): http://www.ipem.sp.gov.br/6ai/2011/rel11-08.asp?vpro=spcjundiai2

Outros jornais que trouxeram a notícia e a lista:

Bom Dia Jundiaí:

http://www.redebomdia.com.br/noticias/dia-a-dia/65102/ipem+autua+43,47%25+dos+postos+de+combustiveis+fiscalizados+durante+operacao

Jornal de Jundiaí:

http://www.portaljj.com.br/interna.asp?Int_IDSecao=1&Int_ID=157252

INFORMO QUE, APÓS NOTIFICAÇÃO RECEBIDA DA EMPRESA AUTO POSTO CHAMINÉ, REQUERENDO A RETRATAÇÃO QUANTO A MATÉRIA DIVULGADA, VIMOS ESCLARECER QUE: A EMPRESA AUTO POSTO CHAMINÉ NUNCA FOI TAXADA COMO ADULTERADORA, OU MESMO FISCALIZADA NESSE SENTIDO.

INFORMO AINDA, QUE TAL NOME FOI INSERIDO ERROENAMENTE DEVIDO AS MATÉRIAS JORNALÍSTICAS E FONTE BIBLIOGRÁFICAS CITADAS ANTERIORMENTE.

– Postos de Jundiaí que Adulteram Combustível são Autuados

Mas não fechados e nem cassados… Uma pena!

Adulterar quer dizer ‘modificar enganosamente’, correto?

O que acha do posto vender combustível entre R$ 0,10 a R$ 0,20 mais barato, em meio a um momento de alta nos preços. Estranho, não?

Ontem, em mega-operação, 10 postos de combustíveis jundiaienses foram autuados. Motivos: combustíveis vendidos com bombas adulteradas e desreguladas, vendendo 0,980 L por 1 Litro. Foram visitados 23 estabelecimentos, frutos de denúncias dos consumidores.

Segundo o IPEM, os seguintes postos autuados são ( e os motivos de cada um em):

http://www.ipem.sp.gov.br/6ai/2011/rel11-08.asp?vpro=spcjundiai2 (clique no link)

 

Extraído do site do IPEM-SP:

EM JUNDIAÍ, IPEM ATUA 43,7% DOS POSTOS DE COMBUSTÍVEIS FISCALIZADOS

Equipes de fiscalização do Ipem-SP, autarquia vinculada à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, autuaram 10 (43,47%) dos 23 postos de combustíveis visitados durante a operação “SPC” (Supervisão de Postos de Combustíveis), nesta quarta-feira (24/8) em Jundiaí. Das 297 bombas verificadas pelos fiscais, 28 (9,42%) foram reprovadas.

Para o superintendente do Ipem-SP, Fabiano Marques de Paula, o índice de autuações na cidade é considerado alto e desperta preocupação. “O resultado da fiscalização mostra que quase metade dos postos está com irregularidades que atingem diretamente o consumidor, que ao abastecer, não sabe que está sendo lesado. Como temos feito em diversos municípios do estado, sempre com apoio da Policia e Guarda locais, a fiscalização terá continuidade, pois nosso objetivo é moralizar o setor e eliminar esse tipo de ocorrência”, explica Fabiano.

A operação contou com o apoio da Guarda Municipal e da Policia Civil , lideradas, respectivamente, pelo Comandante Paulo Sérgio de Lemos Stel Giacomelli e pelo delegado seccional Italo Miranda Junior. “A parceria com o Ipem-SP em fiscalizações como esta são de grande importância para a cidade, e daremos nosso apoio sempre que necessário”, diz o Comandante Paulo Sérgio.

Postos autuados têm dez dias para apresentar defesa ao Ipem, que, após esse prazo, define multa que varia de R$ 100 a R$ 50 mil, dobrando na reincidência.

Em 2010, o Ipem-SP inspecionou 88.637 bombas de combustíveis, das quais 5.516 foram reprovadas, gerando 473 autos de infração para os postos.

Além das autuações dos postos, o instituto apura a responsabilidade de oficinas que cuidam da manutenção das bombas que apresentam irregularidades. “No caso de comprovação do delito podemos cassar a autorização dessas oficinas”, alerta Fabiano.

Veja abaixo a relação de postos de combustíveis que foram autuados pelo Ipem-SP em Jundiaí, nesta quarta-feira (24/8): http://www.ipem.sp.gov.br/6ai/2011/rel11-08.asp?vpro=spcjundiai2

Outros jornais que trouxeram a notícia e a lista:

Bom Dia Jundiaí:

http://www.redebomdia.com.br/noticias/dia-a-dia/65102/ipem+autua+43,47%25+dos+postos+de+combustiveis+fiscalizados+durante+operacao

Jornal de Jundiaí:

http://www.portaljj.com.br/interna.asp?Int_IDSecao=1&Int_ID=157252

INFORMO QUE, APÓS NOTIFICAÇÃO RECEBIDA DA EMPRESA AUTO POSTO CHAMINÉ, REQUERENDO A RETRATAÇÃO QUANTO A MATÉRIA DIVULGADA, VIMOS ESCLARECER QUE: A EMPRESA AUTO POSTO CHAMINÉ NUNCA FOI TAXADA COMO ADULTERADORA, OU MESMO FISCALIZADA NESSE SENTIDO.

INFORMO AINDA, QUE TAL NOME FOI INSERIDO ERROENAMENTE DEVIDO AS MATÉRIAS JORNALÍSTICAS E FONTE BIBLIOGRÁFICAS CITADAS ANTERIORMENTE.

– As lições do Caso Wenger aos Treinadores Brasileiros

Aqui, quando treinador é suspenso, vai à um camarote e acaba, indiretamente, dirigindo o time de lá por rádio ou qualquer outro meio de comunicação. Não pode estar no banco como técnico, mas sua vontade e opinião chegam ao seu substituto.

Na Europa, tivemos nessa semana um caso interessante. O francês Arsene Wenger, técnico do inglês Arsenal, foi expulso por mau comportamento na partida entre Arsenal X Barcelona nas Oitavas de Final da Champions League (gesticulou contra as marcações do árbitro Massimo Bussaca, acirrando os ânimos dos seus atletas contra ele – jogo ocorrido no primeiro semestre deste ano). Julgado, recebeu 2 jogos de suspensão (assim como Scolari).

No cumprimento da primeira partida de suspensão, na última semana, contra a Udinese, Wenger estava na arquibancada, e foi flagrado conversando num telefone celular no mesmo momento em que seu substituto no banco também conversava em outro aparelho. A Comissão Disciplinar da UEFA entendeu, reunida ontem, que Wenger cometeu outras duas infrações por tal ato:

1)por estar suspenso, não poderia conversar por rádio, celular, bilhete, recado ou qualquer outra forma com o banco.

2)mesmo se estivesse calado na arquibancada, não poderia estar ali, já que a suspensão implica em estar proibido em estar dentro do estádio.

Segundo Brian Howowood, jornalista da Ag Reuters (citação em: www.reuters.com/176593), a defesa do treinador será a de que a punição foi confusa: Wenger imaginava que poderia pagar um ingresso e assistir ao jogo no meio da multidão, anonimamente, e não imaginava que comunicadores estavam proibidos. Alegará ainda que conversava ao telefone com sua esposa, não com o treinador substituto.

Por este ato, a pena a Arsene Wenger foi aumentada em mais 2 partidas; ou seja, dobrou-se  a pena).

E você, entende que o técnico não pode entrar no estádio quando está suspenso do banco? Deixe seu comentário:

– As lições do Caso Wenger aos Treinadores Brasileiros

Aqui, quando treinador é suspenso, vai à um camarote e acaba, indiretamente, dirigindo o time de lá por rádio ou qualquer outro meio de comunicação. Não pode estar no banco como técnico, mas sua vontade e opinião chegam ao seu substituto.

Na Europa, tivemos nessa semana um caso interessante. O francês Arsene Wenger, técnico do inglês Arsenal, foi expulso por mau comportamento na partida entre Arsenal X Barcelona nas Oitavas de Final da Champions League (gesticulou contra as marcações do árbitro Massimo Bussaca, acirrando os ânimos dos seus atletas contra ele – jogo ocorrido no primeiro semestre deste ano). Julgado, recebeu 2 jogos de suspensão (assim como Scolari).

No cumprimento da primeira partida de suspensão, na última semana, contra a Udinese, Wenger estava na arquibancada, e foi flagrado conversando num telefone celular no mesmo momento em que seu substituto no banco também conversava em outro aparelho. A Comissão Disciplinar da UEFA entendeu, reunida ontem, que Wenger cometeu outras duas infrações por tal ato:

1)por estar suspenso, não poderia conversar por rádio, celular, bilhete, recado ou qualquer outra forma com o banco.

2)mesmo se estivesse calado na arquibancada, não poderia estar ali, já que a suspensão implica em estar proibido em estar dentro do estádio.

Segundo Brian Howowood, jornalista da Ag Reuters (citação em: www.reuters.com/176593), a defesa do treinador será a de que a punição foi confusa: Wenger imaginava que poderia pagar um ingresso e assistir ao jogo no meio da multidão, anonimamente, e não imaginava que comunicadores estavam proibidos. Alegará ainda que conversava ao telefone com sua esposa, não com o treinador substituto.

Por este ato, a pena a Arsene Wenger foi aumentada em mais 2 partidas; ou seja, dobrou-se  a pena).

E você, entende que o técnico não pode entrar no estádio quando está suspenso do banco? Deixe seu comentário:

– O Golpe: Felipão e a Indiscutível Inteligência. Protesto dos Árbitros ou medo?

Há gênios em todas as modalidades. Observá-los é aprender e se curvar à sabedoria aliada à humildade.

Nem sempre o conhecimento brota de boas coisas, mas vale ser observador às estratégias curiosas, mesmo deselegantes. Inteligência para desestabilizar outrem é isso aqui:

“- Não vou mais a banco. Vou ficar fora. Na única vez que olhei para o árbitro por estarem segurando meu jogador, só faltou ele me morder. Se for possível, não vou mais a campo, fico lá fora. Não dá mais (…) Murtosa vai para o banco (…) E no primeiro ou segundo jogo, o Murtosa também vai ser expulso. O prazer deles (árbitros) é olhar para mim e botar para fora. Estou pior que cachorro na chuva. Não adianta nada, vai o Murtosa.”

Luiz Felipe Scolari, dizendo que não vai estar no banco como treinador em jogos do Palmeiras, por se sentir perseguido (extraído do GloboEsporte.com: http://is.gd/I9JtmX) .

Há treinadores que sabem mandar recados pelos microfones e que usam da imprensa para criar estratégias favoráveis à si próprio. São inteligentes e estrategistas. Quando é para atender e ser solícito aos jornalistas, neca! Mas quando é por causa própria…

Destes, 2 se destacam: Luxemburgo e Scolari.

Primeiro, vamos ao caso Flamengo/Luxemburgo: O árbitro goiano Elmo Rezende errou ao não marcar um pênalti contra o Flamengo e que virou falta ao Coritiba, e Luxa se calou. Já o mineiro Ricardo Marques Ribeiro inverteu sem má intenção diversas faltas contra o Atlético Paranaense e Luxemburgo manteve o silêncio. Quando o paranaense Heber Roberto Lopez advertiu verbalmente Ronaldinho Gaúcho, Wanderley surtou, usou todos os microfones possíveis e quase conseguiu criar a falsa ilusão de esquema anti-Mengão. Ontem, no Beira-Rio, o alagoano Francisco Carlos Nascimento gastou a sua cota de erros do ano inteiro, em equívocos que beneficiaram o Flamengo (Amarelo indevido por simulação ao D’Alessandro, falta na barreira na hora do gol do Ronaldinho, e diversos outros lances). Luxemburgo calou-se. Não se manifestou. Conseguiu a pressão desejada sobre o árbitro do jogo seguinte? Claro.

Agora, o caso Palmeiras/Scolari: Felipão é costumeiro em maltratar árbitros e jornalistas. É fato e tem grande histórico. Adora mandar recados por microfone. Agora, quer que creiamos na existência de um “Tratado Conspiratório anti-Scolari” (à mesma maneira de Luxemburgo), e ameaça não ficar mais no banco de reservas para não prejudicar sua equipe, já que se sente perseguido pelos árbitros!

Hipóteses? Algumas:

1-Não está na cara que, com tanto problema interno em seu clube, há a necessidade de desafogar esses desencontros e criar uma situação externa?

2-Não parece que Felipão já está pressionando o árbitro antes mesmo do sorteio? É a chamada “preventiva”, chiadeira pré-jogo.

3-Mesmo querendo jogar no Morumbi e tendo que ir à Prudente, às vésperas de uma possível eliminação na Sulamericana, já está caçando desculpas?

4-Com seu julgamento hoje na CBF, indiciado em até 720 dias por ofensas à arbitragem e expulsão, prepara o terreno para a sua defesa, a fim de se fazer de vítima ao invés de ser culpado?

5-Domingo teremos Palmeiras X Corinthians. O treinador que for derrotado, por pressão, pode perder também o emprego. Chiar do árbitro uma semana antes é salvaguarda?

Temos que dar o braço a torcer. São pessoas inteligentíssimas. Se usam de ética, respeito, afeto, desportividade, é outra história!

Mas o mais importante: a sugestão-

Seneme ou Sálvio apitarão o Derby. Quer uma idéia bacana ao árbitro a ser escolhido nessa semana? Façam como em Portugal: BOICOTEM!

Nessa semana, João Ferreira, escalado para apitar Beira-Mar X Sporting pelo Campeonato Português, se recusou a atender a escala em protesto às constantes chiadeiras do Sporting (tanto de dirigentes quanto do treinador). E em solidariedade, os demais árbitros da 1ª e 2ª divisões profissionais avisaram que não iriam trabalhar em jogos deste clube. Como em Portugal a competição é organizada pela Liga de Futebol e os árbitros contratados pela Federação Portuguesa, não tinham árbitro para a partida!

A solução, às vésperas do jogo, foi a contratação de um árbitro de uma liga regional, com 43 anos de idade e 19 de experiência, nome forte da “Primeira B de Aveiro” (compare como sendo o equivalente à um árbitro respeitado nas divisões inferiores de algum campeonato regional brasileiro).

Será que os árbitros brasileiros terão coragem de não acatar uma escala em jogo do Palmeiras, em protesto às ridículas reclamações e críticas de Scolari?

Duvido. Sem alguma entidade interessada que queira agir por trás dos árbitros, obrigando a mobilização deles, não há protesto, mesmo que esse seja um locaute.

E você, o que pensa sobre tudo isso? Deixe seu comentário:

– O Helicóptero do Sarney

Que farra! Sarney usou um helicóptero “Zero Km Voado” do Resgate do Governo Maranhense por diversas vezes para passear em sua ilha particular. E o equipamento era para ações de Socorro aos Bombeiros e ajuda à PM local.

Deve estar a mil maravilhas por lá, não?

Kadhafi está caindo na Líbia. Só aqui que ditadores se eternizam…

– Abade no Choque-Rei: Mesmo Peso e Mesma Medida?

 

Sei que a exposição deste post é ruim. Mas confesso que DETESTEI a indicação de Cléber Wellington Abade para o jogo do próximo domingo entre São Paulo X Palmeiras.

 

É claro que não ganharei amigos por tal afirmação. Mas gosto muito do amigo Abade, considero ele um dos melhores da minha geração (somos da mesma turma e de algumas pré-temporadas em comum). Sou suspeito em falar do Cléber, pois sou torcedor dele.

 

Mas os amigos árbitros, jornalistas de respeito e torcedores lúcidos entenderão: há certos times que são ‘zicas’ na carreira de um árbitro, num linguajar bem popular. Não dá liga! É como o ótimo Paulo César de Oliveira em jogo do Palmeiras – pode fazer chover dentro de campo que receberá críticas. Assim é Abade para com o São Paulo.

 

Na melhor arbitragem do Campeonato Paulista de 2011, Cléber Abade foi excepcional e encerrou com chave de ouro sua passagem pela FPF, no seu último ano de apito (e faça-se justiça: Raphael Claus, segunda melhor arbitragem do ano, fez 2 joguinhos pela série B e… cadê ele?). Na CBF, tem feito um tour de despedida: Na série D, em Manaus; na C, em Rio Branco no AC; na A, em várias capitais (em Florianópolis na quarta-feira).

 

Numa carreira gloriosa onde faltou apenas o escudo FIFA (que merecia), para quê expor Abade em jogo do São Paulo? Ainda na mais num clássico de tal importância.

 

Sou de Jundiaí, e me recordo o sufoco que Abade sofreu numa partida entre Paulista X São Paulo no Jayme Cintra, jogo o qual o Cel Marinho o afastou. Na oportunidade, Abade deu 4 de acréscimos, ergueu o braço, e… aos 49min e alguns segundos o atleta jundiaiense Gláucio chutou para o gol. Com o braço erguido e sem ter apitado, o gol saiu e o “pau comeu”. O São Paulo vencia por 2×1 e sofreu o empate nessas circunstâncias (em 2007). Depois disso,  Abade fez jogos do São Paulo por duas oportunidades em 2009.

 

Com tanto jogo bom, por que levá-lo justo nesse clássico? Há outros! Logo-logo teremos Palmeiras X Corinthians, coloca ele lá! Mesmo que Abade arrebente (e espero que o faça), se o São Paulo perder Abade pode ser o bode expiatório.

 

Junto com Abade foi Seneme para o sorteio. Na mesma medida de sorteio, teria sido Abade e Paulo César. Pensaram? Se não existe veto, ótima pedida, pois, afinal, são ótimos árbitros e o aceite de reclamações e choros de dirigentes seria desprezado por qual parte reclamasse à CA-CBF.

 

Ou não?

 

Outra sugestão: Seneme, Luiz Flávio, Ceretta, Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza (que fez aquele Choque-Rei no jogo do temporal no Morumbi), Bragueto (por que só foi escalado uma única vez no clássico São Paulo X Corinthians do começo do ano?).

 

Se foi para homenagear Abade, erraram no jogo escolhido. Não precisava correr risco.

 

Sobre o jogo da discórdia, uma matéria do UOL Esporte: http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas/2007/01/26/ult59u111721.jhtm

– Minha opinião sobre o “Fora Teixeira”, “Basta Del Nero”

 

Apoio integralmente a campanha popular contra a ditadura e permanência dos dirigentes eternos Ricardo Teixeira e Marco Polo Del Nero à frente da CBF e FPF.

 

Porém…

 

Manifestação na Avenida Paulista não dá, né? Preciso ser coerente: se eu critico qualquer segmento de se manifestar ali, por mais digna que seja a reinvinvidação, não dá para abrir excessão ao Futebol.

 

Como é que ficam as pessoas que precisam do corredor hospitalar da Paulista, bem como os que não gostam de futebol?

 

Força no movimento, pessoal. Mas em, local adequado.

 

Obs: o que tem de nêgo se aproveitando disso! Tem cara que sempre foi pau-mandado de emissário deles, chapa-branca mesmo e agora que virou a casaca se diz bonzinho. Hum… Ele sabe que é dele que estou falando.

 

Para os mais íntimos, mataram a charada!

– Árbitro Persegue Jogador?

 

Depende do que se entende como “perseguir”.

 

“Choveu” e-mails de amigos que perguntaram, ainda antes do final do jogo, sobre o lance de Neymar ter sofrido um pênalti e o árbitro não ter marcado.

 

Não pude assistir o jogo (estava numa tarefa sensacional: comendo merengues com minha filha na Festa do Morango de Jundiaí – boa pedida nesse final de semana), mas não é sobre o lance que a maior parte das perguntas se referiam, mas à perseguição ao atleta Neymar.

 

Primeiro: jogador que dá trabalho, sempre é mais visado. Madson, domingo, forçou um pênalti contra o Corinthians e se jogou por diversas vezes. Será que ele não imagina que os árbitros assistem futebol e estarão atentos com sua indisciplina numa possível futura escala?

Imaginem então Neymar. Nos últimos dois Campeonatos Paulistas, cansou de se jogar. Simulava descaradamente. E de tanto cair perdeu credibilidade. Árbitros mais novos entravam na dele. Os mais experientes, ignoravam (mas se omitiam na aplicação do cartão amarelo). Por ser jovem, bom de bola e uma atração em campo, parece que recebeu blindagem contra críticas à ele. Pode tudo e se passa a mão na cabeça.

Na fase mais aguda do cai-cai, na inauguração da Red Bull Arena, Neymar se jogou e o árbitro mexicano ignorou. A leitura labial foi perfeita: “You? You no”, tentando se fazer entender ao atleta. Contra a Holanda, Carlos Amarilla acreditou numa queda onde ele simulou tão bem e que custou o amarelo ao adversário. Dias depois Amarilla estava escalado na Libertadores, em jogo do Santos… Depois quer reclamar de perseguição?

 

Árbitros marcam jogadores. Perseguir é usar de má fé em campo. Marcar é ter atenção maior para não se passar de bobo. Pense como um juiz de futebol e sinta o drama: o árbitro luta numa carreira inglória, com apoio mínimo, e o jogador que ganha milhões o quer enganar descaradamente. Na segunda-feira, a gozação é geral por ter caído em uma simulação. Árbitro odeia ser enganado em simulação, é uma das piores infrações, pois ele se sente como um trouxa.

 

Aqui, o jogador que simula é aplaudido. Na Inglaterra, é vaiado pelo unfair-play. Diferença cultural…

 

Não sei se o árbitro errou ou acertou, pois não vi o lance. Mas uma coisa tenho certeza: Neymar, Kléber Gladiador, Felipão, Fábio Costa, entre tantos outros, são pessoas do meio esportivo marcadas, visadas, que pelo histórico que tem de indisciplina recebem (e devem receber) atenção especial. Perseguidos seriam se os árbitros usassem de má fé.

 

Segundo: Sandro Meira Ricci possui um processo na Justiça contra Neymar por ofensas (quem sabe isso faz o menino repensar atitudes irresponsáveis). Por que escalá-lo?  Não era previsível que Neymar poderia simular (como faz com frequência) e um bom árbitro como Sandro Meira Ricci, que costuma não pipocar em campo, cumprir a regra e aplicar o cartão? Se errou ou acertou, independe. O risco existia e o árbitro não deveria ser escalado em jogos do Santos até a resolução da pendenga. Principalmente porque justo quando a notícia do processo foi “descoberta” pela mídia, Sandro é escalado… Ou melhor, “sorteado”. Ingrata a bolinha, não?

 

Terceiro: Neymar construiu esse histórico de irresponsabilidade travestida de irreverência. É o preço.

 

Insisto: árbitro não persegue jogador, mas tem atenção maior com alguns. A sacanagem, quando existir, é perceptível. Quer exemplo? Um dia, Léo, na primeira passagem pleo Santos, ofendeu Edilson Pereira de Carvalho. Depois disso, em todas as outras partidas em que Edilson apitou, Léo apanhava pra valer e nunca era marcada a falta. Em alguns confrontos, tomava amarelo por reclamar de tanta pancada recebida. Isso sim é perseguição.

– O Subjetivo Conceito de Indignidade dos Políticos

 

Escândalos e mais escândalos acontecem nos Ministérios da Dona Dilma. Antes, os corruptos eram dois ou três subordinados do Ministro. Hoje, é um Ministério inteiro.

 

No Amapá, a Polícia Federal desmantelou um esquema na pasta do Turismo. Os corruptos, que tiram o nosso suado dinheiro dos impostos e embolsam, foram presos. Um jornal local os fotografou e os publicou na primeira página, sem camisa e com a identificação. Normal, são bandidos.

 

E não é que a presidente Dilma Rousseff e o Ministro da Justiça José Eduardo Cardoso se disseram indignados com a foto?

 

Ué, por que não há a mesma indignação aos casos de corrupção e dos ministros que atuam em interesse próprio? Por que não há indignação à gastança e farra governista? Aos inocentes que morrem vítima da violência do crime organizado? Ou aos que falecem por falta de amparo social do Governo, que alega não ter dinheiro para isso?

 

Alguém já somou quanto dinheiro fruto de corrupção foi desviado nesses últimos 8 meses? Só estamos falando o que a imprensa descobriu. Imagine o que a gente não sabe? E se os nomes envolvidos são os mesmos de 8 anos do Governo Lula, quanto dará esse montante?

 

Indignado fico eu, que pago meus impostos em dia, trabalho de domingo a domingo e sempre estou com a corda no pescoço, ao ver que a maioria da população se preocupa com tantas banalidades do que com o que devia. Se você for fazer uma pesquisa nos TT do Twitter (os assuntos mais discutidos), nas páginas brasileiras encontrará times de futebol, A Fazenda ou BBB, Novelas, fofocas e, claro, Restart e Justin Bieber (nem sei se é assim que se escreve).

 

Terá alguma hastag por indignação às ações criminosas dos políticos ou demagogia do Governo Federal ao defender esses mesmos corruptos?

 

Infelizmente, temos que agüentar uma presidente indignada pela foto de bandidos na primeira página e um povo que se não fica indignado por isso.

 

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Vereador ofende Professores de Inúteis!

 

Dario Bueno, DEM-Jacareí/SP. Um nome interessante!

 

Prezados eleitores e professores; nas próximas Eleições, lembrem-se desse vereador que escreveu no Facebook uma bobagem e confirmou que foi ele mesmo: “Professores são inúteis e não gostam de dar aula (…) o fracasso na Educação está na falta de vontade dos professores”.

 

Quanto ganha um vereador e quanto ganha um professor?

 

Quantas horas semanais trabalha um vereador e quantas trabalha um professor?

 

Quantos assessores tem um vereador e quantos tem um professor?

 

Em tempo: o nobre parlamentar Dario Bueno é conhecido como “Daniel Burro”.

 

Gostaria do seu comentário: o que acha disso?

 

Extraído de: Terra Educação

 

PROFESSORES SÃO INÚTEIS E NÃO GOSTAM DE DAR AULA

 

Um vereador de Jacareí (SP) causou polêmica na cidade ao escrever uma mensagem no Facebook criticando os professores. Dario Bueno (DEM), conhecido por Dario Burro, afirmou que os professores são inúteis e que não gostam de dar aula. Em entrevista ao Terra nesta quarta-feira, o parlamentar confirmou as críticas e disse que “o fracasso da educação está na falta de vontade dos professores”.

As declarações causaram indignação entre os educadores da cidade. Segundo o diretor estadual do sindicato dos professores, Roberto Mendes, a categoria está revoltada com a posição do parlamentar, que, ao invés de trabalhar para recuperar a educação, faz o contrário. “Ele nega a importância da escola, diz que ela não cumpre o seu papel”, afirma. O sindicato deve entrar com uma representação na comissão de ética da Câmara de Vereadores e com uma ação por injúria.

Dario não teme um processo e afirma que a atitude do sindicato é “repressora”. “Você não pode expressar sua opinião? Eles não aceitam o que eu digo porque eu coloquei o dedo na ferida”, afirma. De acordo com o vereador, a culpa pelo elevado número de analfabetos que ainda existe no País é dos educadores. “Eles deveriam parar de reclamar e trabalhar. Falam do salário, criticam os governantes, dizem que o problema são as famílias desestruturadas, mas na verdade usam isso como motivo para não dar aula”.

O político, que não chegou a concluir a graduação em Letras, trabalhou quatro anos como professor na rede municipal, estadual e particular da cidade, mas afirma que abandonou a profissão após assumir o cargo na Câmara Municipal. “Larguei para poder me dedicar à atividade parlamentar”. Segundo ele, por comodismo, os professores não aceitam um programa pedagógico mais dinâmico e tentam prejudicar o esforço daqueles que são dedicados. “Isso aconteceu comigo”, comenta.

Ele cita o esforço de Paulo Freire para promover a alfabetização como um exemplo positivo e questiona os educadores por não demonstrarem o mesmo esforço. “Cada município destina 25% do seu orçamento para a educação, mas como que com tanto dinheiro têm estudantes que chegam na 7ª série sem saber escrever?”. Ele afirma que, em Jacareí são liberados R$ 75 milhões anuais para promover a educação. “É muito dinheiro, era para termos todo mundo alfabetizado”, conclui.

O diretor do sindicato disse que os professores concordam que a educação está em crise, mas que a escola vive isso por causa da falta de estrutura, de condições de trabalho, pelos baixos salários. “Esse mesmo vereador que critica os professores ajudou a aprovar um reajuste que dobrou seu salário, de R$ 5 mil para quase R$ 10 mil. Ele não percebe a discrepância com um educador que, quando consegue receber o piso nacional, ganha R$ 1.100”, diz Roberto Mendes.  

– Não dará Nada para Marta Suplicy?

 

As denúncias de corrupção no Governo Dilma assustam cada vez mais. Primeiro a Casa Civil, depois os Transportes, na sequência a Agricultura, e agora o Turismo.

 

No Ministério do Turismo, por exemplo, todas as pessoas presas ontem (e foram muitas) foram nomeadas pessoalmente pela ex-Ministra e Senadora Marta Suplicy, que hoje fugiu pelo banheiro do Senado para fugir dos jornalistas.

 

Minhoquinha vai para a cadeia. Mas e as cobras-criadas?

 

O que você acha dessa relação? Deixe seu comentário:

– CBF é Pública ou Privada?

 

Quando reclamam da possível corrupção na CBF, um subterfúgio é dizer que ela é uma entidade privada.

 

Juca Kfouri, em seu blog (http://blogdojuca.uol.com.br/2011/08/chega-de-fazer-papel-de-bobo/) lembrou bem:

 

Segundo o filósofo Nenê Beiçola, criação do cronista do cotidiano Marco Bianchi, a CBD (assim mesmo) não é uma entidade nem pública nem privada: é uma privada pública.

 

Sábio Juca… Alguém discorda?

– Como prender um Corrupto Falecido?

 

Lembram-se de que no final de dezembro/2010 foi assassinado o prefeito de Jandira, Braz Paschoalin, covardemente?

 

Não é que descobriram algumas falcatruas da sua administração? Segundo o Ministério Público, a prefeitura em seu mandato gastou R$ 600.000,00 com jogos Lego para creches, além de R$ 400.000,00 para que os professores aprendessem a como usar os brinquedos!

 

Não tinha manual de instrução não? Professor é tão burro assim?

 

Como fazer para cobrar o dinheiro mal gasto agora que jaz o prefeito? Deixe seu comentário:

– Filósofo Molusco!

 

Oposição é como jogador no banco. Torce para o titular quebrar a perna

 

ex-presidente Lula

 

Eu discordo. Jogador não quer que seu companheiro quebre perna, pois, afinal, está sujeito a isso também. E você?

– Pastor que pede a Deus uma Graça à… “Gostosona?”

 

No meio de um culto, o pastor se empolga! E a  coitada da fiel, esperando uma Graça,  é chamada de gostosona…

 

Em: http://terratv.terra.com.br/Noticias/Mundo/4201-373828/Pastor-se-empolga-e-chama-mulher-de-gostosona-em-oracao.htm

 

Pode?

– Agência Nacional da Propina?

 

Muitas vezes vemos e ouvimos histórias que assustam sobre a corrupção em nosso país.

 

Nesta semana, a Revista Época trouxe um assustador escândalo na ANP (Agência Nacional de Petróleo), que cobra propina para Postos de Combustíveis irregulares e Distribuidoras suspeitas. Parte da grana vai a “determinados partidos políticos” e a outra parte para os diretores do órgão.

 

Se a coisa já está feia oficialmente nos preços dos combustíveis, imagine na surdina? O que não nos roubam descaradamente na penumbra?

 

Compartilho o link, incluindo as fotos de cheques pago, em: http://is.gd/gg8vAF

 

Se você é contribuinte ou consome combustível, ficará irritado com o golpe…

– Twitter usa Sempre o Mesmo Critério para Definir Spam?

 

Uma campanha chamada #foraricardoteixeira, promovida por twiteiros no microblog e que alcançou os TT durante a madrugada, sofreu um baque! O movimento de protesto contra o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, alcançou o objetivo de ter sua hastag no topo da lista, mas o Twitter retirou o termo por acreditar que era Spam, já que muitos tuites não tinham texto.

 

Ué, esse critério sempre foi assim?

 

Se já descobriu que não é Spam, por que não o liberou?

 

Àqueles que participaram do movimento, que tal retuitar com algum texto?

– Promotoria denuncia Kleber por… falta de Fair Play?

 

Há certas coisas que irritam no futebol. Não é que o promotor do STJD, Paulo Schmidit, denunciou Kleber por incitar confusão devido a uma bola não devolvida por Fair Play?

 

Na partida da semana passada entre Palmeiras X Flamengo, Junior Cesar se contundiu e o jogo foi paralisado. Para reinício, tem que ser com bola ao chão. Jogadores do Flamengo achavam que o Palmeiras deveria permitir que a bola ficasse de posse do time carioca, já que o jogador machucado era rubro-negro. Mas quando a bola caiu ao solo, Kleber Gladiador a dominou e partiu para o ataque. Jogadores flamenguistas não gostaram e houve discussão.

 

A gentileza, aqui, é relativa. Se você for educado, devolve a bola permitindo a posse ao adversário. Se for pragmático, disputa-a normalmente. No “bola ao chão”, a única condição exigida é que a bola toque ao solo para entrar no jogo, não precisa ter nenhum jogador próximo da bola. Ali faltou diálogo, fair play ou mesmo orientação?

 

Não existe na Regra do Jogo nada que obrigue uma bola a ser devolvida. É pura disposição em ser sensível, justo ou até mesmo honesto no jogo limpo. Esperar que a bola seja devolvida pelo adversário e isso não concretizar não infringe as regras; apenas o espírito esportivo.

 

Sendo assim, por quê o promotor tem que se manifestar? A promotoria não se manifesta pelo presidente da CBF, que organiza o Campeonato, em dizer que está “cagando” para nós, mas se preocupa com relativo unfair-play que nem está nas Leis do Jogo?

 

E você, o que pensa sobre isso? O Promotor quer aparecer ou o indiciamento de Kleber é justo? Deixe seu comentário:

– Dicas para uso correto do E-mail em Ambientes Corporativos

Um grande problema é a utilização adequada do correio eletrônico nas empresas. Quando e o que escrever? Como escrever? Escrever ou falar?

 

Extraído de: IG (clique acima para citação)

 

USO DO E-MAIL NO TRABALHO EXIGE CUIDADO

 

Organização das mensagens e regras de etiqueta ajudam a evitar constrangimentos

 

Por Roberta Gonçalves

Com a enxurrada de e-mails que invadem as caixas de mensagens dos profissionais, diariamente, a administração dessas informações pode ser tornar algo complicado.

Além disso, o uso cada vez mais intenso dessa ferramenta de comunicação faz com que muitas pessoas respondam de forma quase automática, deixando para trás regras essenciais para o bom entendimento da mensagem e até para evitar situações constrangedoras.

Por isso, na opinião de Silvia Andrade Burim, coordenadora pedagógica de idiomas da FAAP, mesmo com a proliferação da comunicação digital, algumas vezes o melhor é recorrer a métodos tradicionais, como telefone e reuniões. “Se o profissional tem muitos assuntos para discutir o melhor é agendar um encontro para esclarecer as questões”, afirma.

O fundador da Micro Frequency, empresa especializada em soluções corporativas para gerenciamento e monitoramento da Internet, Orácio Kuradomi destaca que abordar diversos temas em uma mensagem o remetente corre o risco do destinatário resolver um dos pontos e excluir o e-mail, deixando as demais tarefas pendentes. Por isso, ele aconselha a encaminhar um e-mail para cada assunto a ser resolvido.

Quando o melhor é falar

Discussões e feedbacks também devem ser conduzidos, de preferência, pessoalmente. “Em algumas situações o melhor é falar diretamente para evitar qualquer entendido”, diz Silvia.

Na opinião dela, o vai e vem de mensagens envolvendo uma só questão também é sinal de que a comunicação escrita pode estar sendo pouco eficiente. “Se o profissional encaminha o e-mail, o colega responde, e o ciclo se repete mais de uma vez é hora de buscar outra forma de comunicação”, afirma. “Quando o nível de detalhamento é elevado, significa que a mensagem não está clara”, explica.

Assuntos urgentes pedem, ao menos, um telefonema. Na opinião de Kuradomi, o melhor é evitar enviar mensagens esperando retorno imediato, pois o destinatário pode não estar na empresa ou acessar o e-mail algumas vezes por semana. “Não acho que o e-mail seja a melhor forma de comunicação, especialmente em casos de urgência”, afirma a coordenadora da FAAP.

Redação

O cuidado ao redigir o texto é outro ponto fundamental. O profissional deve evitar gírias e palavras inteiras com letras maiúsculas, que dão a sensação de que o remetente está gritando, além de ficar atento à acentuação.

Reler o e-mail antes de encaminhar é importante para evitar erros de português, que passam uma imagem despreocupada. O assunto também exige cuidado redobrado. “Este é o principal campo, pois é nele que o remetente resume a mensagem principal. Por isso é essencial que ele seja claro”, afirma Kuradomi.

Anexos

Evite enviar a mensagem principal em um arquivo anexo, pois isso obriga o profissional a clicar em diversas mensagens até chegar ao que interessa. Além disso, o remetente deve ficar atento ao encaminhamento de muitos anexos ou de arquivos pesados. Algumas vezes isso faz com que o e-mail fique bloqueado no servidor ou que demore muito para ser recebido.

Organização

Com tantos e-mails circulando, concentrar as mensagens na caixa de entrada pode ser improdutivo. “O ideal é manter só os e-mails de alta prioridade na caixa de entrada”, afirma Kuradomi. Outra dica importante é organizar seu sistema, criando pastas para clientes, fornecedores, urgentes etc. Algumas soluções permitem, inclusive, criar regras. Assim, se o usuário determina que o e-mail do chefe deve ir para uma pasta diferenciada, o sistema faz isso automaticamente.

Outra sugestão de Kuradomi é manter mais de uma conta de correio eletrônico. Assim, cria-se um e-mail para uso profissional, outro para uso pessoal e o terceiro para listas de discussões e grupos.

– O Fiasco e o Futuro da Seleção!

 

Escreveria um post abordando o vexame da Seleção Brasileira na Copa América (sim, pois não dá para classificar uma eliminação com 100% dos pênaltis desperdiçados a não ser de vexatória); porém, duas questões do querido professor Ferrari, enviadas por email, me fizeram ampliar o tema: de fiasco… ao futuro!

 

Compartilho com os amigos a impressão sobre a Seleção Brasileira, acrescentando alguns bons questionamentos.

 

Abaixo:

 

“Prof Porcari,

Será que a imprensa não está endeusando quem não merece? 
Mano Menezes tem condições de continuar ou já está ‘queimado’?
Abraços, boas férias .
AOFerrari” .

 

Professor Ferrari,

 

Muitas vezes houve endeusamento de alguns atletas, como Paulo Henrique Ganso e Neymar. Se nessa primeira competição que disputaram eles foram mal, imagine a 1 ano atrás, quando estavam menos experientes? Dunga não os levou e foi crucificado. Talvez estivesse com a razão…

 

Não podemos nos esquecer que há 2 anos, Ganso era reserva e Neymar o 12º jogador. Viveram, é verdade, ótimos momentos no Santos FC nos últimos tempos (1 ano e meio). Mas falta muito feijão e muita experiência para serem rotulados como “insubstituíveis”. Sim, esse é o termo que deve ser usado para craque – insubstituível. Neymar e Ganso, até então, não são insubstituíveis.

 

Sinto falta de uma referência na Seleção. Ronaldo em 2002 era o “Salvador da Pátria”, e que ao lado do então insubstituível Rivaldo jogou muito na conquista do Penta. Na busca ao Tetra, em 1994, tivemos Romário como essa referência, que ajudou o Brasil a se classificar no derradeiro jogo das Eliminatórias contra o Uruguai (marcando os gols e chamando a responsabilidade para si).

 

Hoje, quem é o insubstituível da Seleção?

 

Talvez, pela falta de jogadores excepcionais nos campeonatos tupiniquins, estejamos realmente endeusando demais alguns atletas. Quem melhor se sobressai, já recebe o título de craque. Nivelamos o conceito ‘craque’ por baixo.

 

E nessa onda de deuses de barros, temos ainda aqueles que nunca foram endeusados mas que, por ‘sensibilidade’ de Mano Menezes, chegaram à Seleção Brasileira. O que dizer de Jadson, que no último amistoso antes da Copa América, vestiu a sagrada camisa 10? Ironicamente, ele não é titular absoluto do seu clube, o ucraniano Shaktar.

 

Jogador de Seleção de ponta, como a Brasileira, Argentina, Alemã, Italiana, deve ser titular absoluto de Milan, Real Madrid, Barcelos, Manchester United. Jogador reserva em clube não pode vestir a amarelinha. E aí fica o questionamento: Lucas Leiva, Jadson, Elias, Jucilei – todos empresariados pelo mesmo agente empresarial de Mano Menezes, o Sr Carlos Leite – estão ou estiveram na Seleção, mesmo contestados.

 

Agora vem a deixa: qual atleta é uma unanimidade nacional e ficou de fora da lista do Mano? Não existe!

Será que a safra de atletas é tão boa assim? E somada ao trabalho do atual treinador, com a consideração ética feita acima, sejam os responsáveis pelo fiasco?

 

Mano foi ótimo técnico com os limitados elencos do Grêmio vice-campeão da Copa Libertadores da América e do Corinthians vice-campeão da Copa do Brasil. Mas com a opção de escolher seus atletas, que é a que Seleção Brasileira dá, não mostrou serviço ainda.

 

E quem poderia substituir Mano? Abel Braga, com o trabalho ruim (embora no início) no Fluminense? Tite, ora questionado ora respeitado no seu clube, apesar da fabulosa campanha? Luxemburgo, com todas as ressalvas que sua contratação requer? Felipão, que um dia já esteve lá e supostamente recusou um convite pós-Dunga? Muricy, que foi impedido pelo seu patrão Horcades de assumir?

 

Talvez o Brasil não esteja sofrendo gravíssimos problemas apenas para organizar a infraestrutura da Copa em 2014. Mas também para ter um time!

 

E aqui vale dois questionamentos finais:

Quem disse que disputa por pênaltis é loteria? É competência!

Cadê o psicólogo da Seleção Brasileira?

 

Abraços,

Prof Porcari

 

Quer comentar a Seleção Brasileira? Deixe seu comentário:

– Árbitro Campineiro pode apitar Derby Campineiro?

 

Claro que pode. O que não pode é gente sem credibilidade atiçar os ânimos de gente inculta a respeito da honestidade do árbitro.

 

Digo isso em respeito a Antonio Rogério Batista do Prado, árbitro escalado pela CBF para o clássico dessa próxima rodada da série B envolvendo Ponte Preta X Guarani. Torcedores apaixonados colocaram em dúvida o árbitro, alegando que nosso amigo Pradinho (seu nome simpático entre os conhecidos) fosse bugrino.

 

Bobagem pura. Árbitro não tem camisa.

 

Digo isso por conhecimento de causa. Árbitro pouco se lixa para o time que torceu quando criança. Quando se torna árbitro, a racionalidade fala mais alto. Quando chega ao futebol profissional, nem lembra que um dia torceu para o Vila Xurupita ou Xiririca FC. O árbitro pensa na sua carreira. Um árbitro pode ter os mais diversos defeitos que se possa imaginar, mas o menos provável é: ser torcedor.

 

Sei que o amigo Antonio Rogério é leitor do blog. E talvez se lembre de uma das várias conversas que tivemos em viagens de jogos que trabalhamos juntos – e em especial uma a Guaratinguetá – onde falamos sobre o fato de não sermos escalados na cidade de origem. Por exemplo, eu, como jundiaiense, dificilmente seria escalado para jogos profissionais do Paulista FC. Não que eu entrasse de má fé, mas única e exclusivamente como prevenção à reclamações do adversário. Ele, como campineiro, dificilmente seria escalado para jogos do Guarani ou da Ponte Preta, por ser de Campinas. A excessão, lógica, seria o Derby.

 

É uma grande tolice creditar camisa de time a árbitro. Sua preocupação com a carreira é infinitamente maior do que a (inexistente) torcida para alguém.

 

Sobre o time do Antonio Rogério? É claro que eu sei! Um dia ele foi… Assim como um dia o Simon foi… o Seneme foi… o Heber Roberto Lopes foi… o Sandro Ricci foi… E hoje todos torcem para o mesmo time: o do jogo limpo!

 

Boa sorte ao amigo amanhã. Lamento que pessoas pobres de espírito queiram tumultuar o belo jogo antes do apito inicial. Temo apenas por uma coisa: se errar gravemente (involuntariamente, claro) a favor do Guarani, dirão que é essa uma prova da má intenção; se errar para a Ponte, dirão que cedeu a pressão…

– “Tô c. de medo”, disse Ricardo Teixeira

 

“Tô cagando de medo”

 

Como o nível dos internautas que freqüenta o blog é alto, me recuso a comentar a frase acima dita pelo presidente da CBF, Ricardo Teixeira, sobre a sua preocupação com as acusações que são feitas contra ele.

– Kleber Gladiador faz Corpo Mole?

 

O atacante Kleber do Palmeiras treinou a semana inteira. Não sentiu dores, estava bem, e ao saber que não teria aumento de salário (pois confrontou seu salário com uma proposta recebida do Flamengo) sentiu dor e não foi para o clássico;

 

Quer sair do time? Pague a multa contratual e vá embora. Os contratos não servem para serem respeitados? Ora bolas, o fio do bigode há tempos não vale mais; e agora nem o que está no papel?

 

E você, o que acha disso? Deixe seu comentário:

– A Corrupção que não cessa no Dnit

 

As denúncias de corrupção no Dnit e no Ministério dos Transportes não param!

 

A Revista Veja denunciou no último final de semana o mensalão do PR, encabeçado pelo Valdemar Costa Neto (ele mesmo, que renunciou para não ser caçado e depois se candidatou  novamente e voltou ao Congresso), dentro do Ministério dos Transportes.

 

O ex-Ministro Alfredo Nascimento, que caiu pelos escândalos divulgados e pelo enriquecimento ilícito (86.500% de acréscimo de renda em nome do seu filho), deixou o cargo e voltou ao Senado.

 

Ué: não devolve o dinheiro desviado, superfaturado, e vira Senador novamente?

 

Esse país está uma verdadeira zona…

– E os Escândalos dos Tablóides na Inglaterra? Arapongagem britânica de gente de peso sobre gente de mais peso ainda?

 

O magnata australiano das comunicações, Rupert Murdoch (dono da Fox, do The Sun, do The Times, do 20Th Century e de tantas empresas) está em maus lençóis.

 

Um dos seus jornais, o tablóide sensacionalista “News of the world”, é acusado de grampear telefones de políticos, artistas e até da família real. E a comprovação está próxima, devido as fortes evidências. Segundo as autoridades, seriam absurdos 3.000 grampos de celebridades e autoridades!

 

Uau! Vale tudo para se dar furo jornalístico? Deixe seu comentário:

– Até Espionagem Industrial no Imbróglio da Fusão dos Mercados?

 

Já falamos várias vezes sobre a fusão do Carrefour e Pão de Açúcar. Mas algo novo: Wall Mart alega que quase comprou o Carrefour Brasil em 2009, e que a ação de Abílio Diniz foi fruto de espionagem industrial!

 

Uau. A história promete. O sócio do Pão de Açúcar, o Casino, se manifestará?

– A Briga ‘Tostão X Carlos Alberto Torres’: Hipocrisia, Ganância, Demagogia ou Sinceridade?

 

Dois tricampeões mundiais batem boca em público. Ou melhor, divergem em público, pois, afinal, Tostão se recusou a fazer baixaria ou usar palavras fortes.

 

A pendenga é a seguinte: existe em votação um Projeto de Lei nº 7.377/2010, que visa ajudar 51 ex-jogadores de futebol com R$ 100 mil pagos imediatamente, além de uma verba mensal de até R$ 3.400,00 para jogadores com recursos limitados que lutaram no passado pela Seleção Brasileira.

 

Essa ajuda contempla os jogadores das Seleções de 58, 62 e 70. Tostão estava na lista e disse que recusaria tal dinheiro, criticando o projeto. Carlos Alberto Torres se irritou com tal declaração, e disse em entrevista à alguns órgãos de imprensa:

 

“É um demagogo. Ele teve mais sorte que os outros, é médico, não sei nem se é ele quem escreve aquela coluna lá no jornal. Mas tem gente que não foi preparada. Esse filho da p… deveria falar algum tipo de verdade”.

 

A resposta de Tostão foi pronta:

 

“Não sou demagogo nem sou bilionário. Só entendo que o governo não pode pegar dinheiro e distribuir assim. E os campeões de outros esportes? Um artista que elevou o nome do Brasil também poderia pedir esse benefício?”

 

E aí: quem tem razão? Carlos Alberto Torres ou Tostão? Deixe seu comentário:

– César Cielo e um Péssimo Exemplo

 

O supernadador e campeoníssimo César Cielo foi flagrado no anti-doping (com mais 3 outros atletas).

 

Uma pena.

 

Cielo é simpático e competente, mas pisou na bola. Jogou a culpa na farmácia de manipulação por contaminação da sua fórmula vitamínica. E coincidentemente a contaminação foi de uma substância que mascara drogas proibidas e que aumentam o desempenho?

 

Tomara que suas desculpas sejam verdades, mas parece mais conversa mole.

 

O que mais entristece é que a entidade nacional de desportos aquáticos, ao invés de suspendê-lo (como é praxe), apenas o advertiu. Será que os outros atletas flagrados, se não estivessem acompanhados por Cielo, seriam advertidos ou suspensos duramente?

 

Ainda: será que o fato do Cielo ter sido um dos atletas mais atuantes nas cerimônias de lobby pelas Olimpíadas no RJ teve influência?

 

Hum… Lamentável.

 

Agora, a Federação Internacional de Natação analisará o caso, e, de certo, vai punir. Mas o fato da vista grossa brasileira foi feio…

 

E você, o que achou sobre esse episódio? Deixe seu comentário:

– A Exclusiva do presidente do Corinthians à Globo!

 

Na semana em que a TV Record levou ao ar reportagens sobre suspeitas de dirigentes esportivos, em especial ao presidente corinthiano Andrés Sanches, o mesmo contra-atacou.

 

Em entrevista exclusiva e polêmica à Globo, reproduzida na Revista Época São Paulo desta semana (Ed 39, Julho/2011, pg 66 – 72 por Eduardo Duarte Zanelato), várias declarações de efeito e que certamente repercutirão. São 6 páginas de material, além de um áudio com a íntegra da entrevista com mais detalhes (o áudio pode ser acessado no link: http://glo.bo/AndresItaquerao).

 

Destaque para as afirmações:

 

“Isso (o estádio) é uma coisa privada. O poder público não tem que acompanhar nada do estádio”.

 

Ué, a Prefeitura de São Paulo, através do Kassab, quer dar 420 milhões de isenção fiscal. As obras precisam de licenças. A fiscalização de tudo isso, segundo a visão do mandatário, deve ser inexistente?

 

“Os dutos estão lá desde 1976. Para fazer a obra (de remoção), não custa R$ 5 milhões. Aí vira R$ 30 milhões. Bom, não posso falar.

 

Não foi Andrés que um dia disse que o valor era de R$ 2 milhões? E quem pagará a conta que é muito maior? Se for a Transpetro (Petrobras), quer dizer que será nós…

 

“O que tem de ficar em cima é se vão roubar na ponte, nas obras da Copa. O resto é balela”

 

Então tá. Nas obras públicas haverá corrupção. Nos estádios, tudo será feito honestamente…

 

Amigos, isso me dá nojo pelo tamanho da demagogia e hipocrisia… Ao acessarem o áudio, estejam com o estômago preparado.

 

E você, o que pensa sobre as obras do Itaquerão? Deixe seu comentário:

– Tarso exalta Baptistti! Triste…

 

Tarso Genro, alegre e sorridente, disse que Cesare Baptistti é ‘merecedor do visto de permanência e trabalho que conseguiu no Brasil’, mesmo após a absurda decisão de não-extradição do terrorista.

 

Merecemos cidadãos como Baptistti? Pior: merecemos políticos como Tarso?

 

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