– Há tempo para se evitar o constrangimento!

Falamos sobre a antiética atitude da FPF em aceitar patrocínio aos árbitros de empresa cujo clube disputa o mesmo torneio, VIOLANDO NORMA DA FIFA (o assunto está bem explicado, bem como o que é permitido ou não em: http://wp.me/p55Mu0-oJ). Porém, as camisas já estão até confeccionadas!

Vale tudo por dinheiro aos cartolas?

Mas ainda há tempo para se evitar o constrangimento… Peguem o uniforme das últimas rodadas, dê uma lavadinha e entrem em campo!

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– O lamentável patrocínio aceito pela FPF aos árbitros!

José Roberto Lamacchia, palmeirense roxo declarado, é um empreendedor de sucesso. Ele é proprietário de duas instituições extremamente respeitadas: a CREFISA (da área de crédito financeiro) e da FAM (Faculdade das Américas). Ambas patrocinam a Sociedade Esportiva Palmeiras.

Para essa fase final do Paulistão, Lamacchia resolveu oferecer patrocínio máster na camisa dos árbitros de futebol. E aqui temos a seguinte situação: A FIFA PROÍBE QUE OS ÁRBITROS SEJAM PATROCINADOS POR INSTITUIÇÕES QUE PATROCINEM OS TIMES DE FUTEBOL (exceto o fornecedor de material esportivo).

No seu artigo 15 do Regulamento Internacional de Arbitragem, diz que:

Anúncios de patrocinadores nas camisas de árbitros serão permitidos somente se não criarem conflitos de interesses com nenhum dos times participantes. Caso isso aconteça, o árbitro não deve utilizar nenhum anúncio na camisa“.

Aqui, há a evidente situação: se ocorrer um erro a favor do Palmeiras, há quem levantará a hipótese de que o investidor do time AlviVerde esteja sendo beneficiado por dar dinheiro aos árbitros patrocinando-os.

Porém, enquanto a sensatez fala sobre evitar confusões sobre isso (lembram-se que Rodrigo Braguetto, árbitro que prestava serviços ao Corinthians, foi retirado de uma final alegando-se “conflito de interesses” pelo próprio Marco Polo Del Nero?), o Cel Marcos Marinho, presidente da Comissão de Árbitros, disse em entrevista à ESPN:

“Não tem nada a ver. Isso não importa. Não importa que eles sejam patrocinadores do Palmeiras também. Eu confio nos meus árbitros e isso não vai prejudicar em nada as decisões. Não tem absolutamente nada a ver uma coisa com a outra. A Fifa manda e organiza os campeonatos dela. A Federação Paulista tem seu próprio regulamento, seu próprio jeito de agir e suas próprias regras. A Fifa faz o que quiser com os campeonatos dela, com os da Federação Paulista é a gente que resolve. Não vamos voltar atrás, não há nenhuma possibilidade”.

Me desagrada uma autoridade da PM ser o 1o a descumprir uma norma da FIFA. Aliás, o árbitro Anselmo da Costa não foi alijado de apitar jogos do Palmeiras de Luxemburgo devido ao fato de trabalhar no Instituto Luxemburgo? Qual a diferença?

Uma coisa eu concordo com o Coronel Marinho: a FPF realmente cria “regras próprias”! A da bola na mão virar pênalti como jogo de queimada é exemplo disso.

E você, o que acha de tudo isso?
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– Fale Agora ou Cale-se para sempre!

Ao Diário Popular, Wagner Ribeiro, famoso empresário de jogadores de futebol, fez gravíssimas acusações quanto às convocações da Seleção Brasileira! Alegou que pessoas interessadas pagam para que determinados atletas sejam escalados, tanto na base quanto na principal:

Já teve até um presidente do Sport (Luciano Bivar) que admitiu ter pago para levar o Leomir [Leomar] e ser chamado pelo Leão. Só não tenho como provar outros casos, mas rola sim. Também existe muito negócio na base, com gerente e treinador levando dinheiro para aprovar jogador”.

Ué. Denuncia desta forma, fala em público, mas ao mesmo tempo refuga na acusação?

Que dê nomes aos bois!
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– A propina da Petrobrás que se disseminou em postos de combustível

Li, assisti e me assustei!

A Revista Época, em seu site, traz um vídeo sobre como a BR Distribuidora (Leia-se “Postos Petrobrás”) cobrava propinas de seus bandeirados. Na cara-de-pau, sem pudor algum, o assessor da estatal era apenas uma das peças de uma grande engrenagem corrupta.

Abaixo, a matéria completa (foto, texto e por fim o vídeo):

 

Vídeo mostra assessor da BR Distribuidora recebendo propina

Imagens obtidas com exclusividade por ÉPOCA revelam que, na Petrobras, a corrupção não envolvia apenas empreiteiras e multinacionais – nem um dono de posto escapou dos achaques na estatal

DIEGO ESCOSTEGUY
27/03/2015 23h13
MÃO ÁGIL O assessor da BR Carlos Oliveira (de preto) e o empresário Cássio Ársego. Pagamento filmado (Foto: reprodução)
MÃO ÁGIL
O assessor da BR Carlos Oliveira (de preto) e o empresário Cássio Ársego. Pagamento filmado (Foto: reprodução)

Em fevereiro de 2004, logo após terminar os estudos em Porto Alegre, o jovem Cássio Ársego conseguiu alugar, com a ajuda da família, um posto de combustível que estava em vias de pedir falência, nos arredores de Dois Lajeados, pequena cidade a 130 quilômetros de Porto Alegre. Era uma ótima oportunidade num ótimo ponto: o posto, gerido sob a bandeira da BR Distribuidora, que pertence à Petrobras, ficava numa rodovia movimentada, a RS-129, atendendo de caminhões aos muitos tratores usados pelos agricultores da região. “Sempre quis ter um posto, uma empresa minha”, lembra Cássio. Em poucos anos, usando os conhecimentos de negócios que adquirira na faculdade e ralando de 6 da manhã às 11 da noite, ele salvou o posto, que passou a dar lucro, e virou dono do lugar. Morava no escritório. Dormia embalado pelo barulho dos caminhões que cruzavam a rodovia de madrugada. À noite, antes de deitar, bolava estratégias para tornar o posto ainda mais lucrativo. Ao lado da mulher, fazia planos para comprar outros postos. Sonhava alto, como exigiam seus 25 anos. Até que, no começo de 2009, um dos principais assessores da BR Distribuidora no Estado, Carlos Roberto Oliveira, visitou seu posto.

Cássio foi apresentado, sem firulas, à corrupção que vicejava numa Petrobras aparelhada de alto a baixo. A BR é a mais rica subsidiária da estatal. Naqueles tempos, e mesmo hoje, o governo do PT reparte os cargos na BR entre indicados do próprio partido, do PTB e do PMDB. Até outro dia, o senador Fernando Collor,  do PTB, acusado no petrolão, assenhoreava-se da cúpula da BR, ao lado de outro investigado, o senador Edison Lobão, do PMDB. Os repartes reproduziam-se nas gerências da BR nos Estados – e o Rio Grande do Sul, terra de Cássio, não era exceção. A gerência da BR no Estado fora entregue ao PTB.

A um funcionário como Carlos Oliveira, cabia percorrer os postos e as distribuidoras do Estado em busca de negócios para a estatal. Ele detinha o poder de fechar e rever contratos com donos de postos. Podia aumentar ou cortar o preço do combustível vendido pela BR aos donos. Podia também estabelecer os termos para que a empresa financiasse reformas nos postos. Ao encontrar Cássio em seu posto, Oliveira foi direto: exigia 20% do lucro mensal do posto dele – ou R$ 3 mil. Para os brasileiros acostumados com as propinas de centenas de milhões de dólares no petrolão, o caso de Cássio pode parecer insignificante. Para ele, contudo, significou tudo: o posto, o casamento, o futuro. Perdeu o que tinha e o que não tinha.

Cássio não cedeu ao achaque. Veio a retaliação. No dia seguinte, foi obrigado a comprar combustível muito mais caro da BR. Indignado, dirigiu-se à sede da empresa em Porto Alegre e informou o episódio a funcionários da Petrobras. Enquanto esperava na recepção para ser recebido por alguém, recebeu uma ligação de Oliveira. “Tu vai esperar sentado”, disse o assessor. Cássio esperou sentado. Percebeu que Oliveira não estava sozinho. Tinha duas opções: ceder ao achaque ou quebrar.

Ele capitulou. Não demorou para que Oliveira aumentasse a propina para R$ 5 mil. “Tenho de passar para mais gente lá dentro (da BR)”, dizia o assessor, segundo Cássio. “O dinheiro também tem de ir para o partido”, afirmou o assessor, sem especificar a que legenda se referia. Cássio, sempre confrontado com a dúvida entre aquiescer ou deixar seu posto quebrar, não via muita escolha. Cedeu mais uma vez. Mas capitular também tinha seu preço. Cada nova investida de Oliveira deixava seu negócio menos rentável, sua consciência mais pesada e sua mulher mais distante. Sua vida ruía lentamente, desfazendo-se a cada bolinho de dinheiro. Para que a BR ajudasse a financiar uma reforma em seu posto, Cássio topou pagar R$ 180 mil em propina ao assessor Oliveira. Antes, fora ameaçado por ele, com uma arma. “Tu sabe do que eu sou capaz”, disse Oliveira.

Cássio decidiu gravar os pagamentos em vídeo. ÉPOCA obteve o material (assista ao vídeo ao lado. Num deles, gravado em 2009 na sala de Cássio em seu posto, Oliveira está bem à vontade, de bermuda, tênis e camiseta polo preta. Senta-se gostosamente na cadeira, espreguiçando-se de boca aberta. Estica as pernas e cruza os braços. Está claramente acostumado a transações dessa natureza – a coletar propina. Fala sobre amenidades, enquanto Cássio, vestindo uma camisa branca com a marca verde da BR e da Petrobras, destranca um
armário e retira de lá um envelope branco, contendo o dinheiro de seu trabalho.

Ele se senta em frente a Oliveira e passa a contar, com as mãos, as notas: 100, 200, 300, 400, 500… Oliveira prossegue falando banalidades. Olha para o teto, para os lados, para baixo – menos para o dinheiro. Ao fim da rápida operação, Cássio segura um bolinho de notas de 100 em sua mão. Falta o lacinho. Cássio recorre a uma liguinha de plástico, dando uma – plá! – volta e agora mais duas – plá! plá! – voltas no bolinho. Assim que os R$ 3 mil trocam de mãos, o capricho de Cássio, o achacado, encontra a vulgaridade de Oliveira, o achacador. Num átimo, o bolinho de dinheiro some e conhece seu destino: as meias de Oliveira, que ainda precisa de alguns segundos para acomodar a propina. Está encerrada a transação. Minutos depois, Oliveira deixa o escritório levando nas canelas bufantes – ele estava de bermuda – grande parte do magro lucro de Cássio.

Em 2011, já quebrado, Cássio levou a denúncia novamente à direção da BR, que abriu uma auditoria. Entrou com uma ação contra a empresa. “Noticiamos os fatos para a autoridade policial. Posteriormente buscamos contato com a empresa e não obtivemos resposta. Agora confiamos no Poder Judiciário para reparar os severos danos morais e materiais causados ao nosso cliente. Será Davi contra Golias, mas não vamos desistir”, diz Marcelo Santagada de Aguiar, advogado de Cássio.

Até agora, a Justiça nada decidiu. A BR informou que demitiu o assessor, mas não investigou a possível participação de outros funcionários no esquema. Oliveira não quis falar com ÉPOCA. Cássio mora de favor, está desempregado e assiste pela TV ao desenrolar do petrolão.

Abaixo o vídeo:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=EFetthPTQmA

– A Ética do “Comigo não”!

Com pesar leio que o São Paulo alicia Nathan, jovem de 19 anos do Atlético Paranaense, do mesmo modo que foi aliciado pelo Internacional quando perdeu o jovem Oscar, anos atrás.

Ora, naquela oportunidade o São Paulo reclamou de Ética. E agora, José? Faz a mesma coisa que condenou?

Nathan recebe R$ 6.000,00 no atual contrato com sua equipe. O São Paulo ofereceria R$ 100.000,00, aumentando gradativamente o valor para R$ 250.000,00, sem pagar a multa contratual do jogador que sairia pela Justiça alegando ter um contrato de gaveta.

Fico pensando: por quê gastar tanto dinheiro, se existe a famosa “base de Cotia”?

Sejamos claros: o bem estruturado Centro de Formação de Atletas é uma fábrica de jogadores para posterior venda ao mercado, ou uma divisão de formação de atletas para a equipe profissional?

Qual a sua funcionalidade verdadeira, afinal?

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– Denver descobre negativamente a Unicamp!

Isso é triste: a Unicamp entra na lista de produção de periódicos predatórios por parceria suspeita com editora chinesa.

Lamentável, se verdade…

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2015/03/1604897-cientistas-brasileiros-fazem-participacao-em-congresso-virar-artigo-publicado.shtml

CIENTISTAS ‘TURBINAM’ TRABALHOS APRESENTADOS EM EVENTO DA UNICAMP

Pelo menos 30 pesquisadores brasileiros “turbinaram” seus currículos com trabalhos apresentados em um evento realizado por uma editora chinesa, acusada de transgredir normas acadêmicas de publicação, em parceria com a Unicamp.

Realizada em Campinas em agosto de 2014, a 3ª Conferência Internacional de Engenharia Civil e Arquitetura foi organizada pela editora IACSIT (International Academy of Computer Science and Technology Information).

A IACSIT está desde 2012 na lista de“periódicos predatórios” elaborada por Jeffrey Beall, professor da Universidade do Colorado em Denver (EUA), considerada referência internacional.

A relação indica editoras que cobram para publicar artigos e têm critérios flexíveis para aceitá-los.

Em vez de reunir como anais de congresso os 31 trabalhos da conferência, como é o procedimento padrão na academia, a IACSIT os publicou como artigos de um de seus periódicos.

Nas avaliações de currículos para concursos, promoções, bolsas e auxílios a projetos de pesquisa, os estudos aceitos por revistas científicas contam mais que os apresentados em congressos.

Os trabalhos do evento foram publicados na revista “International Journal of Engineering and Technology” em 2014, mas estão nas edições on-line datadas de junho a dezembro de 2015. E não são versões preliminares antecipadas, usuais em alguns periódicos prestigiados. Estão em formatos definitivos, já com páginas numeradas, permitindo serem referenciados em currículos. E sem nenhuma menção ao evento da Unicamp.

A professora Gladis Camarini, da FEC (Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Unicamp), foi organizadora da conferência junto com a diretoria da IACSIT. Ela própria foi coautora de seis estudos apresentados no evento.

Camarini registrou os trabalhos na classificação de “artigos completos publicados em periódicos” em seu currículo da plataforma eletrônica Lattes.

Diferentemente da professora, dois alunos e coautores registraram os estudos feitos com ela no item de trabalhos de eventos em seus currículos Lattes. A docente não respondeu às perguntas sobre sua forma de registrar os trabalhos

O evento recebeu R$ 10 mil da CNPq, agência federal de fomento à pesquisa, e R$ 18 mil da Capes, órgão do Ministério da Educação.

Sem esclarecer quanto gastou com a reunião, a Unicamp afirmou que pagou despesas usuais de eventos científicos, como passagens e diárias de palestrantes nacionais e internacionais.

A Unicamp destacou ainda que 14 professores da FEC fizeram parte da comissão científica do evento, formada por 41 pesquisadores. Não respondeu, porém, se o grupo sabia de alguma das diversas informações negativas sobre a IACSIT na internet, entre elas o descredenciamento de eventos da editora em 2012 por parte do prestigiado IEEE (Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrônicos), fundado em 1884 nos EUA.

Da mesma forma que o CNPq, a Capes afirmou que seu processo de análise e aprovação do apoio ao avento não detectou nada de negativo sobre a editora chinesa em questão.

A IACSIT não respondeu aos questionamentos enviados pela reportagem.

PADRÃO

Ainda que a editora chinesa esteja na lista de “predatórios”, sua revista “International Journal of Engineering and Technology”. está classificada na plataforma Qualis Periódicos, da Capes, que serve para orientar pesquisadores, professores e pós-graduandos brasileiros a escolher revistas científicas para publicar seus artigos.

Apesar de irregular, o registro de trabalhos de eventos como artigos de periódicos em currículos está se tornando comum, segundo o geógrafo Marcos Pedilowski, professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense.

“A relação dessa prática com as publicações predatórias é apenas a ponta de um iceberg com muitos outros aspectos graves ligados à pressão acadêmica cada vez maior pela produtividade dos pesquisadores com artigos em periódicos”, disse Pedilowski. “Estamos crescendo em quantidade mas estagnando em qualidade.”

O evento da IACSIT com a Unicamp não teria acontecido se a “International Journal of Engineering and Technology” e outras de suas revistas não estivessem no Qualis, afirmou o pesquisador.

A Unicamp afirmou que a conferência teve a participação de palestrantes reconhecidos internacionalmente e que evento foi muito bem sucedido, apresentaram trabalhos importantes dentro dos campos da engenharia civil e da arquitetura.

Sobre a lista de “predatórios” de Beall, a nota universidade disse que não considera que um bibliotecário acadêmico com apenas dois anos no cargo de professor, conforme consta em seu próprio blog, tenha mais competência para classificar periódicos do que a avaliação tradicionalmente reconhecida no mundo científico, que no caso foi feita por professores que assessoram a Capes.

Em relação à classificação da revista “International Journal of Engineering and Technology” no Qualis, a Capes afirmou que a cada nova avaliação, que trienal passará a ser quadrienal, “os procedimentos são atualizados, modificados e aprimorados em função dos aprendizados de cada processo”.

O CNPq não respondeu se pretende tomar medidas sobre a forma como foram registrados trabalhos do evento em pelo menos 30 currículos na plataforma Lattes.
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– Lula e Castello Branco

Serve de exemplo a nós: compartilho texto publicado pelo jornalista Élio Gáspari, extraído do jornal “O Globo” (ed 07/12/2007), sobre comportamento de políticos. A matéria é antiga, mas atualíssima sobre a questão da corrupção na política (em especial, sobre a omissão em se tomar atitudes severas e prontas – vide o “Petrolão”).

(Obs: ressalto que o texto não é apologia ao marechal ditador, apenas um cumprimento da atitude digna do governante da época frente ao referencial atual):

CASTELLO BRANCO E LULA

Ao ver Lula defendendo seu filho que recebeu R$ 15 milhões de reais da TELEMAR para tocar sua empresa, Élio Gáspari publicou essa história buscada no fundo do baú:

“Em 1966 o presidente Castello Branco leu nos jornais que seu irmão, funcionário com cargo na Receita Federal, ganhara um carro Aero-Willys, agradecimento dos colegas funcionários pela ajuda que dera na lei que organizava a carreira. O presidente telefonou mandando ele devolver o carro. O irmão argumentou que se devolvesse ficava desmoralizado em seu cargo. O presidente Castello Branco interrompeu-o dizendo:

Meu irmão, afastado do cargo você já está. Estou decidindo agora se você vai preso ou não’.

E o Lula ainda ‘sonha’ que não existe ninguém nesse país com mais moral e ética que ele. ”

Élio Gáspari
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– Ética do Ministro da Justiça fica esquecida?

Que feio! Jornais e revistas trazem matéria do Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo sobre o bate papo dele com 3 advogados de construtoras envolvidas na Operação Lava-Jato.

Vai aliviar aos corruptos?

Joaquim Barbosa, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, escreveu em seu Twitter:

Nós, brasileiros honestos, temos o direito e o dever de exigir que a presidente Dilma demita imediatamente o Ministro da Justiça”.

Estou com Barbosa! Não basta ser justo, tem que parecer ser justo; coisa que Cardozo não está se esforçando.
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– E se sua empresa lhe ajudasse a congelar seus óvulos para poder trabalhar mais na juventude?

Não repercutiu como deveria, mas me chamou a atenção: Facebook e Apple estariam ajudando suas funcionarias a congelarem óvulos, incentivando a maternidade tardia a fim de que se dedicassem mais às empresas.

Compartilho, extraído de: http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/2014/10/facebook-e-apple-oferecem-congelamento-de-ovulos-para-funcionarias.shtml

FACEBOOK E APPLE OFERECEM CONGELAMENTO DE ÓVULOS PARA FUNCIONÁRIAS

A história de corporações que oferecem pagar tratamentos para congelar os óvulos de suas funcionárias, e assim garantir que as mesmas passem mais tempo trabalhando, não se trata mais de uma ficção ao melhor estilo ‘Gattaca’ e vem se tornando realidade entre as maiores empresas do Vale do Silício.

A Apple e o Facebook anunciaram programas internos de até 20 mil dólares por funcionária para cobrir custos com os procedimentos para congelar óvulos. 

Segundo informações da NBC News, o programa do Facebook terá início ainda este ano, enquanto a política da Apple ficará para meados de 2015.

A tecnologia para congelar óvulos foi desenvolvida em 1986 para ajudar mulheres que querem engravidar após seu período mais fértil (geralmente entre os 20 e 35 anos de idade). O procedimento geralmente leva de 10 a 15 minutos, sob sedação, para extrair os óvulos férteis e são mantidos congelados em clínicas de fertilização por um ciclo de até 10 anos. 

O uso desta tecnologia não é considerado eficaz e o procedimento é bastante caro, chegando a custar cerca de 10 mil dólares por ciclo. Portanto, as contribuições da Apple e Facebook cobririam os gastos de mulheres interessadas, embora não há garantias de que a mulher ficará grávida. 

Polêmicas – Embora os programas façam parte de uma estratégia dessas corporações para contratar mais mulheres em um ambiente predominantemente masculino, a decisão dessas empresas vem causando polêmica. 

Além do procedimento em si não ser recomendado para jovens mulheres pelos principais conselhos de saúde dos Estados Unidos, a oferta coloca mais um ônus sobre quando as mulheres devem optar por ter filhos e reforça uma cultura corporativa de não dar suporte para jovens profissionais iniciarem uma vida familiar em paralelo quando bem entenderem.

Apesar de Apple e Facebook terem alguns programas voltados para crianças, as corporações poderiam encontrar novas formas de investir em opções mais flexíveis que integrem a vida profissional e particular de seus funcionários em todas as faixas etárias.

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– Legado da Família Sarney assusta! Após 50 anos no Maranhão, o Estado vive terra arrasada!

Parece que o novo Governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) não está tendo vida fácil.

Após 30 dias no lugar dos 50 anos em que o clã dos Sarneys reinou sobre o Estado, descobriu que o não pagamento das contas de energia elétrica das instalações da sede governamental, acumuladas em R$ 30 milhões, levarão ao corte da eletricidade. A dívida do Maranhão a diversas empresas está em R$ 1,1 bi.

Some-se a isso a crise dos presídios, falta de hospitais e saneamento urbano, escolas sem vagas…

Que estrago fez a família Sarney! E a dona Roseana com o pai dela continuam multi-milionários.
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– Renan Calheiros Interminável

E o Senado será presidido pela 4a vez por Renan Calheiros.

Há quantos anos vemos o nome dele envolvido em escândalos, falcatruas e desfalques? Desde as viagens custeadas país afora para seu implante capilar (bancadas por nós, contribuintes) até o pagamento de pensão à sua filha com dinheiro de lobbystas, Renan já esteve no foco das mais cabeludas picaretagens do Brasil.

Pelo jeito, o povo não sabe votar e não quer mudanças. Ou, creio eu, nem se importa com a corrupção.

Em um lugar sério, seria inaceitável um homem desses estar na política; quanto mais em um cargo de tal importância.
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– A Inversão de Mando no Paulistão 2015

Leio que Audax x Palmeiras será jogado no… Palestra Itália (ou Allianz Arena, se preferir).

Pode mudar o mando de jogo, fácil assim, a troco de dinheiro?

Se o Estádio José Liberati (em Osasco) ou o Pacaembu (na Capital) não servem para o Grêmio Osasco Audax receber o Palmeiras, não deverão servir para as outras equipes também. Afinal, se o time foi promovido para a A1, tem que ter condições de jogar em sua casa como mandante! E isso como Direito e como Dever, diante da justiça do Campeonato. 

Entretanto, se a questão é meramente financeira (receber mais público que caberia em sua casa), deveria jogar em qualquer outro estádio, menos no campo do adversário!

Quando tivermos Audax X Capivariano, pelo princípio da equitatividade, deveria mudar o mando para Capivari! E assim com Audax x XV de Piracicaba e demais jogos.

Claro, o Palmeiras terá um facilitador que é jogar em casa (embora, em tese, seria favorito em qualquer praça). Não gosto disso. Pra mim, é favorecimento ao Palmeiras ser “visitante” em sua própria arena e esportivamente imoral!

A FPF permitiu essa inversão; por regra, tem que permitir quaisquer outras! Que tal a Linense, a fim de ganhar mais dinheiro, pedir alteração de Linense x Corinthians do Estádio Gilberto Siqueira Lopes para o Itaquerão?

Deixe seu comentário!
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– Dudu é complicado pra chuchu!

Virou piada: na 2a, o jogador Dudu é do SPFC. Na 3a, do Corinthians. Na 4a, voltou a melar o negócio. Na 5a, acertou com o SPFC e na 6a está perto do Corinthians.

Para que a gozação da novela fosse completa, só faltava que, ao final de semana, nem o Tricolor e nem o Timão acertassem com o jogador. E não foi isso o que aconteceu? Surpreendentemente, Dudu vai jogar no Palmeiras!

Quer dizer que o São Paulo ofereceu 3,5 milhões de euros e pagamento num curto prazo; a oferta do Corinthians era de 4 milhões, mas com prazo mais longo; e por fim o Palmeiras adquiriu 50% do jogador por 3 milhões.

Bom negócio?

Sei lá… Particularmente, eu via com receio a disputa do atleta, que tem média de 0.20 gol por jogo e histórico de confusões extra-campo. Me parecia mais uma disputa birrenta de dirigentes do que a briga por um craque. Aliás, Dudu é um atacante de contra-ataque. Mas não é nem Muller tampouco Edmundo. Supervalorizado?

O certo é que o Palmeiras deu um chapéu nos seus rivais. Dá moral ao presidente Paulo Nobre e o jogador ocupará a titularidade do Verdão.

O tempo dirá se o tiro não saiu pela culatra. A única certeza é que esse Dudu passa longe do histórico Dudu, o original e lendário Olegário Tolói de Oliveira.

Em tempo: Sílvio Luiz, o folclórico narrador, publicou em seu Twitter que encontrou Bruno Paiva (filho do ex-jogador Mário Sérgio e empresário do Dudu) dentro de um supermercado, e que ele garantiu que todas as negociações do jogador estavam paradas. Minutos depois… Dudu acertava com o Palmeiras por R$ 100 mil reais a menos do que pediu ao São Paulo.

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– Políticos que envergonham o país!

Com os novos políticos eleitos assumindo suas vagas em Janeiro de 2015 em cargos executivos, abriram vagas no Senado e no Congresso para os suplentes. Serão 1 senador e 41 deputados a tomarem posse, mas com um detalhe: ficarão apenas um mês nos cargos, pois em fevereiro os novos deputados e senadores eleitos no último pleito assumem suas cadeiras.

Nesse 1 mês, ELES NÃO PRECISARÃO TRABALHAR, já que o Legislativo está em recesso. Mas mesmo assim receberão seus vencimentos, que serão:

– R$ 33.700,00 de salário (sem trabalhar)

– R$ 3.800,00 de auxilio moradia (sem precisar sair de casa ou mudar de domicílio)

– R$ 41.600,00 de reembolsos por despesas diversas (mesmo com gabinetes fechados).

Somente um suplente recusou a mordomia: o baiano Domingos Leonelli (PSB), que alegou “não querer receber dinheiro sem trabalhar.”

Eu me envergonho das mordomias desses políticos. É dinheiro dos nossos impostos que sustentam esses caras.

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– A Nobreza do SPFC colocada em xeque?

O São Paulo FC vive dias de turbulência política talvez nunca antes vistos.

Ultimamente, a saudosa imagem do ex-presidente Marcelo Portugal Gouveia se mostra distante. Afinal, veja os casos recentes:

1) Juvenal Juvêncio deu um drible no estatuto, aumentou seu mandato e se reelegeu;

2) Tido como possível renovação, Aurélio Miguel, ex-judoca e militante sãopaulino fez a ambição do seu grupo político sucumbir em meio a escândalos da administração Kassab.

3) Kalil Rocha Abdala perdeu a eleição como candidato ao São Paulo e se manteve como provedor na Santa Casa; hoje, a entidade está endividada e os funcionários querem sua cabeça.

4) O episódio conturbado envolvendo Carlos Miguel Aidar e o contrato da Under Armour. Este, talvez mais complicado. Vamos discuti-lo?

A empresa de material Under Armour é muito forte no fornecimento de material esportivo das equipes de futebol americano, e quer entrar no soccer. Para isso, tenta o Tottenham na Inglaterra e o São Paulo no Brasil.

Acontece que o Tricolor Paulista já estava alinhavado com a Puma, e resolveu mudar o contrato para a Under Armour, que pagaria 135 milhões de reais pela parceria. Só que na negociação, um escritório levará 20% da intermediação.

Caramba: R$ 27 milhões não é muita grana para uma mera Comissão?

Pior: o escritório é da namorada do presidente Aidar, Cinira Maturana!

Xiii… mesmo que não seja golpe, parece que é! E moralmente o negócio fica suspeito…

O São Paulo não costumava dar esse tipo de “passa-moleque” entre seus próprios associados e no cofre do clube.

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– A mentira da publicidade do Sorvete da Dilleto! O Conar não gostou…

Já viram aqueles carrinhos de caríssimos sorvetes italianos da Dilleto, no qual aparece a figura de um velhinho, supostamente o pioneiro na produção de gelatos em sua família e que há quase 100 anos iniciou a produção de sorvetes artesanais, propagada nas embalagens?

Pois é… TUDO MENTIRA.

A empresa – que não tem 10 anos – misturou marketing, história e invenção publicitária. Agora, a mentira está custando caro…

Veja o que eles diziam:

“La felicità è un gelato” – Com essa frase, o Nonno Vittorio Scabin resumia toda a sua dedicação ao Diletto, um sorvete artesanal, feito com frutas frescas e neve. o ano era 1922, e o local era o pequeno vilarejo de Seppada, na região do Vêneta. O cuidado no preparo e na seleção dos ingredientes naturais fazia do Dialetoo um sorvete delicioso e saudável. Mas veio a grande guerra, e Vittorio viu-se obrigado a deixar sua Itália e construir uma nova vida no Brasil. Hoje, quase um século depois, a tradição continua pelas mãos de seus netos, que uniram as evoluções da indústria às sutiliezas do processo artesanal desenvolvido pelo nonno. Diletto: esse é o legado que Vittorio Scabin deixou para seus netos, que mantém a mesma dedicação, perfeccionismo e paixão que são fundamentais para transformar simples picolés em raras e deliciosas porções de felicidade.”

Agora, veja a realidade,

em: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/negocios/20141212/diletto-tera-admitir-que-vovo-marca-ficticio/216273.shtml

A MENTIRA DO VOVÔ QUE NUNCA EXISTIU

A história fictícia que era contada como verdadeira pelos sócios da empresa de sorvetes Diletto deverá ser mudada, de acordo com decisão divulgada nesta quinta-feira, 11, pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (#Conar).

Na prática, explicaram fontes do mercado publicitário, isso significará que a marca de sorvetes terá de explicitar em toda a sua comunicação – incluindo site institucional, propaganda e embalagens – que o personagem não existe.

Um dos sócios da empresa, Leandro Scabin, contou durante anos a história de que o negócio recriava versões das receitas de seu avô, #VittorioScabin, um italiano que fazia sorvetes no início do século 20.

Além de estar disponível no site da companhia, a trajetória do “#nonno Vittorio” foi reproduzida por vários jornais e revistas. Na verdade, o vovô saiu da imaginação de outro sócio da empresa, Fabio Meneghini, ex-publicitário que por anos trabalhou na WMcCann. O avô de Scabin, na vida real, nunca viveu de produzir sorvetes.

Depois que o fato de a história ser fictícia ter vindo à tona, a Diletto divulgou nota afirmando que a história de Vittorio em nada afetava a #qualidade do produto. A companhia afirma que todo o resto de sua publicidade era real, incluindo o fato de usar limões sicilianos, coco da Malásia e baunilha de Madagascar na fórmula de seus produtos.

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– Julien Blanc é o palestrante mais odiado pelas mulheres!

Já ouviu falar do “conselheiro amoroso” Julien Blanc?

Eu já! Quem não o conhece, pode pensar que ele é um tipo de Hitch, personagem de Will Smith nos cinemas que ajudava aos homens a perderem a timidez e conquistar as mulheres.

Nada disso. Ele, de fato, dá conselhos a homens. Mas para conquistar grosseiramente as mulheres, a lá homem das cavernas! Ele se denomina “artista da pegação”.

Seus métodos condenáveis estão levando a diversas ONGs a pedirem a proibição da sua entrada no Brasil, onde deseja realizar palestras.

Veja como ele orienta, abaixo, extraído da Revista Época, 17/11, pg 18-19:

COMO DESPERTAR O FOGO NAS MULHERES – DE RAIVA

Por Cristina Grillo

Em fotos e vídeos que circulam pela internet, ele até parece bonitinho, com certo charme, do tipo que tem chances de terminar uma noitada bem acompanhado. Mas o que o americano Julien Blanc (foto), de 28 anos, diz em suas “aulas” é grosseria pura. Ele pretende ensinar candidatos a machos alfa a “pegar” mulheres. Sim, é esse o termo que ele usa. Não se trata de “conquistar”.

Blanc merece terminar a noite bebendo cerveja quente ao lado de um bêbado chato. As reações raivosas a seu método ultrapassaram em muito o alcance de sua técnica ruim de conquista. Abaixo-­assinados se espalharam pelo mundo e fizeram com que ele fosse impedido de entrar na Austrália e no Reino Unido e fosse execrado no Canadá e no Japão. Em vídeo, Blanc afirmou que homens brancos poderiam abordar japonesas de qualquer forma que desejassem, sem temer as consequências. Ele planejava vir ao Brasil em janeiro, para dar aulas sobre seu “método”. Um abaixo-assinado no site Avaaz reunira, até a sexta-feira da semana passada, mais de 300 mil assinaturas pedindo ao Ministério das Relações Exteriores e à Polícia Federal que não concedessem visto de entrada ao fanfarrão. Na quinta-feira, o Itamaraty afirmava ter elementos suficientes para negar o ingresso de Blanc no país.

Blanc se define como um “pick up artist” – um artista da pegação, em tradução livre – e mostra em vídeos algumas de suas “técnicas”. Uma consiste em empurrar a cabeça da escolhida até que ela fique próxima de seu pênis. Não deixa de ser uma tática arriscada. Outra é apertar o pescoço da candidata, como se fosse sufocá-la, até conseguir um beijo. Descreve ainda um método que poderia ser chamado de “morde e assopra”. Ensina aos pupilos que eles devem ameaçar a futura conquista com palavras duras, depois aliviar a pressão. Diz que a técnica, de “curto-circuito emocional”, é infalível.

As táticas de Blanc falham. Uma troca de mensagens publicada na internet mostra uma tentativa sua de “pegar” a administradora de um grupo do aplicativo de encontros Tinder. Blanc, sem rodeios, convida a mulher a fazer sexo com ele e pede seu endereço. Ela responde: “Por que motivos eu daria meu endereço a alguém que acabo de conhecer no Tinder?”. Ele sugere, então, que se encontrem num lugar neutro. Ela, mais uma vez, nega. Autoconfiante, ele começa a executar a parte “morde” de sua técnica e xinga a “candidata” com os piores impropérios. Depois, passa à fase “assopra”. Pede desculpas, pergunta se há algo errado com sua aparência, implora por nova chance. Como resposta, recebe um link para uma imagem da bela cantora Adele – fazendo um gesto obsceno com o dedo médio.

A guerra contra Blanc começou na Austrália, onde ele planejava dar um de seus cursos, com ingresso em torno de R$ 2 mil. Um abaixo-assinado com 41 mil nomes, argumentando que ele incita à violência contra as mulheres, levou o governo australiano a negar-lhe o visto de entrada. Em uma semana, a história correu o mundo. Chegou ao Brasil na última terça-feira, com a abertura de um abaixo-assinado pedindo ao governo federal que não permita sua entrada no país.

“Em Tóquio, um homem branco pode fazer o que quiser”, diz Julien Blanc, autodenominado “artista da pegação”, numa lição em vídeo. As bobagens de Blanc passaram a ocupar gente em Brasília. A Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República pediu providências ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Em nota, a secretaria se define como favorável à liberdade de expressão, em seguida afirma que “esse senhor” incentiva a violência contra as mulheres, “inclusive o estupro”. E acrescenta: o Anuário brasileiro de segurança pública estima que mais de 143 mil mulheres foram estupradas em 2013 no Brasil, com base nas 50.320 notificações. O Itamaraty passou a consultar outros órgãos do governo federal sobre o assunto.

O presidente da Comissão de Direito Internacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Eduardo Tess Filho, afirma que impedir a entrada de Blanc por causa de um abaixo-assinado pode levar a um “campo minado”. “Uma coisa é (barrar) um terrorista, um agitador, outra coisa é censura. Misturar movimento social feminista com censura é um perigo”, diz. O problema, para Tess, é definir se Blanc acarreta risco para as mulheres ou apenas para o bom gosto.

Um psiquiatra ouvido por ÉPOCA conta o caso de um paciente ainda em tratamento. O jovem afirma ter criado um método infalível para arrumar namoradas. “É só descobrir o que elas esperam de um homem e fazer tudo direitinho, sem questionar”, diz ele, segundo seu médico. O tratamento é para ensinar a ele como funcionam a conquista e a vida afetiva. Talvez, no lugar de protestos e de um abaixo-assinado para a Polícia Federal e o Itamaraty, Julien Blanc precise ser encaminhado para terapia.
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– Pulseiras de Elástico Atóxicas ou não?

Virou uma febre: as pulseiras elásticas ou de “liguinhas” fazem sucesso entre a criançada.

Brinquedo simples e de necessária habilidade para formar correntes, desenhos, colares e outros tantos formatos, a idéia surgiu nos EUA e contagiou o mundo.

O problema é: são tóxicas? Muitos elásticos de borracha chineses são acusados de conterem substâncias cancerígenas.

Dando uma vasculhada no mundo virtual, encontrei a marca Rainbow Loom, autorizada pelas entidades de saúde norte americanas. Mas e as demais?

Confesso: fico com um pé atrás daquelas baratinhas encontradas em feiras e em algumas lojas populares.

Excesso de preocupação ou não?

No Brasil, só o “Fábrica de Pulseiras”, da Estrela, é aprovado pelo Inmetro e Anvisa.

Veja que assustador uma matéria sobre o assunto, extraído da ONG “Fundação do Câncer”, seção “Câncer em Foco”:

PULSEIRAS DE ELÁSTICO PODEM CONTER SUBSTÂNCIA CANCERÍGENA, ALERTA PROTESTE

Segundo o Inmetro, há apenas um produto deste tipo certificado pelo instituto

RIO – A Proteste – Associação de Consumidores enviou, nesta quarta-feira, um ofício ao Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pedindo que os órgãos fiscalizem e recolham do mercado os elásticos usados para fazer as pulseiras e anéis conhecidos como “loom band charms”.

Os acessórios, feitos de pequenos elásticos coloridos trançados, viraram moda entre crianças e adolescentes. Em lojas e até em bancas de jornais, são vendidos pacotes com elásticos, fechos e um gancho que ajuda a tecer as pulseiras. Em alguns estabelecimentos, o kit é completo, incluindo também uma espécie de tear para produzir as pulseiras.

A associação cita uma reportagem da rede britânica de televisão BBC, que mostrou testes do Birmingham Assay Office revelando haver 40% de ftalato no produto, sendo que o máximo permitido pela União Europeia é de 0,1%. A susbtância, usada para dar mais maleabilidade ao material, pode ser cancerígena. E o risco de contaminação se dá porque as crianças podem colocar o elástico na boca, liberando o ftalato.

A denúncia fez com que a rede de brinquedos The Entertainer removesse o produto das prateleiras. Segundo Marion Wilson, responsável pelo teste, o brinquedo é perigoso pois a substância é comumente ingerida por sucção.

— Obviamente, um elástico pendurado em uma pulseira é um alto risco — disse a especialista à BBC.

NO BRASIL, RESPONSABILIDADE É DO INMETRO

O Inmetro informou que todo produto lúdico que se destina ao uso por crianças de até 14 anos é considerado brinquedo e, por isso, para ser comercializado no Brasil, deve apresentar o Selo de Identificação da Conformidade do Inmetro. O selo é a garantia de que o produto passou por testes e atende aos requisitos mínimos de segurança estabelecido pelo Inmetro e a normas do Mercosul. De acordo com o instituto, há apenas um brinquedo de pulseiras de elástico certificado, o Fábrica de Pulseiras, da Estrela.

A presença de ftalatos em brinquedos é regulada pela portaria Portaria nº 369 de 2007. O texto determina que os ftalatos de di (2-etil-hexila) (DEHP), de dibutila (DBP), e de benzilbutila (BBP) “não devem ser utilizados como substâncias ou componentes de preparações em concentrações superiores a 0,1 % em massa de material plastificado, em todos os tipos de brinquedos de material vinílico”. Os mesmos ftalatos e mais os de di-isononila (DINP), de di-isodecila (DIDP) e de di-noctila (DNOP) “não devem ser utilizados como substâncias ou componentes de preparações em concentrações superiores a 0,1 % em massa de material plastificado, em brinquedos de material vinílico destinados a crianças com idade inferior a 3 anos”.

– Há um risco muito grande quando se compram produtos infantis no chamado comércio ilegal, sobretudo quanto a presença de substância tóxicas em limites acima do permitido. O consumidor só deve adquirir brinquedos que ostentam o selo de identificação da conformidade do Inmetro e que sejam adequados à faixa etária da criança, além de seguir as instruções de uso do produto especificado – disse Alfredo Lobo, diretor de Avaliação da Conformidade do Inmetro.

O Inmetro reforçou a recomendação de não se comprar artigos infantis em lojas de comércio informal, uma vez que não há garantia da origem destes itens. O órgão ressaltou ainda que produtos falsificados ou fabricados clandestinamente podem não cumprir as condições mínimas de segurança, principalmente no tocante à toxicidade. O instituto também lembra a importância de adquirir somente brinquedos que tenham o selo de certificação do Inmetro.

Procurada, a Anvisa disse que a agência “não possui normas relacionadas a brinquedos” e que “as regras e regulamentações são do Inmetro”.

NA INGLATERRA, LOJA RECOLHEU PRODUTOS

De acordo com a BBC, uma loja britânica foi forçada a recolher as pulseiras de suas prateleiras depois da divulgação dos testes que revelaram que os produtos poderiam conter um alto teor de ftalatos (bem além do permitido). Ainda de acordo com a reportagem, as embalagens apresentavam o selo que indica que o produto respeita as normas de segurança da União Europeia.

A loja britânica disse à BBC que, “como medida de precaução”, retirou os produtos “enquanto conduzimos uma investigação completa”.

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– Não comprar frequentemente um terno em Miami é triste?

Dr José Renato Nalini, Presidente do Tribunal de Justiça de SP (e jundiaiense “da gema”), é reconhecidamente uma pessoa honesta, homem íntegro e pessoa de bem.

Porém, causou-me espanto o vídeo que circula na Internet: entrevistado na TV Cultura, defendeu R$ 4.300,00 de Auxílio Moradia aos juízes, criticou que “não dá para ir a Miami todo dia para comprar terno e outras loucuras…

Custa-me crer que ele falou sério. Será que foi irônico e não conseguiu demonstrar a ironia, pois costuma ser uma pessoa correta?

Não consegui link do programa inteiro para ver se sua fala está fora do contexto da entrevista ou da sequência de sua explicação.

Confesso que estou um pouco assustado, ou decepcionado (caso seja realmente o que pensa)…

O link está disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=AbrQc22CJE0

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– Onde mais se adultera Combustível neste país?

Quer cenário mais criminoso do que este? No norte fluminense, 31% dos postos de combustíveis vendem produtos adulterados! A média – alta – no Rio de Janeiro é de 6,5% de postos que adulteram, contra a média-Brasil de 2,5%.

Extraído de: http://is.gd/BDzvc8

RIO DE JANEIRO TEM GASOLINA MAIS ADULTERADA DO PAÍS, DIZ ANP

O índice médio de não conformidade (adulteração) da gasolina comercializada nos postos do Estado do Rio de Janeiro é 6,5%, o maior do País. Em algumas cidades, ele é ainda maior, como é o caso do município de Campos dos Goytacazes e imediações, no norte fluminense, onde o índice de não conformidade chegou, no início do ano, a 31%. O ideal é que o índice de adulteração fique em torno de 2,5%.

“Este resultado em Campos (dos Goytacazes), principalmente na gasolina do tipo C, é absolutamente intolerável. Então fizemos um esforço grande de fiscalização, com o auxílio da polícia, e chegamos à conclusão de que o combustível era adulterado com a adição de óleo diesel e que essa adulteração era feita no transporte. O produto saia correto da distribuidora e já chegava ruim no posto de gasolina”, disse a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard.

Segundo Magda, a partir de trabalho desenvolvido com a polícia, foi identificada uma máfia de adulteração de combustível na fase do transporte. “Hoje nós conseguimos reduzir de forma significativa o índice de não conformidade na região de Campos e imediações”.

A diretora-geral da ANP informou que a agência também identificou um índice de não conformidade além do tolerável na zona oeste do Rio de Janeiro, onde encontrou índice de adulteração de 8% a 10%. Ela informou que, no Brasil, o índice de adulteração encontra-se em torno de 2% a 2,5%, seguindo os padrões internacionais.

“No Brasil como um todo nós estamos bem, o que não significa que no Rio de Janeiro a situação esteja sob controle, uma vez que existem bairros, como a Barra da Tijuca e Jacarepaguá (todos na zona oeste) com 10%. No Estado o índice de não conformidade também é bem acima da média, em torno de 6,5% – bem superior à média nacional.

Magda informou que a ANP está investigando a comercialização de derivados na zona oeste para detectar a causa do elevado índice de não conformidade, mas que ainda não tem uma conclusão a respeito. Ela disse que a ANP tem em execução o Programa de Monitoramento de Combustíveis, que chega a coletar em torno de 20 mil amostras por mês de combustíveis em todo o território nacional.

Este ano, a ANP efetuou cerca de 160 autuações em todo o País por adulteração na gasolina comercializada nos postos, contra cerca de 200 efetuadas ao longo do ano passado. As declarações da diretora-geral da ANP foram dadas na sede do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), na zona norte do Rio, onde ela participou da assinatura de um acordo com o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) para aprimorar a fiscalização em postos de combustíveis.

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– E se Rio Ferdinand jogasse no Brasil? Sobre a indisciplina e o exemplo!

A Federação Inglesa de Futebol cobra “fair play” (jogo limpo, comportamento adequado) a todos os participantes do seu ambiente de trabalho. Isso se refere a jogadores, árbitros, dirigentes e treinadores. Uma das suas mais belas campanhas foi a “RESPECT”, para que não se ofendesse os árbitros de futebol durante as partidas, e praticou iniciativas de melhora da imagem dos apitadores levando os juízes às escolas, orfanatos e outras entidades e eventos.

Eis que o zagueiro Rio Ferdinand, atualmente no Queens Park Rangers, ao ler no Twitter um comentário de um torcedor de que o QPR precisava contratar um zagueiro, respondeu escrevendo um tuíte com uma “ofensa à mamãe” dele.

O Comitê disciplinar não gostou e o intimou a se defender formalmente em uma semana, pois tal conduta é “inaceitável a um esportista”.

E se fosse aqui?

Cartolas colocam em xeque a credibilidade do Brasileirão publicamente, ofendem os árbitros, levantam e criam teorias conspiratórias e nunca acontece nada.

Só para lembrarmos de alguns casos: o goleiro Felipe, ex-Santos, ao ser chamado de “mão de alface” também no Twitter, respondeu que o salário que o torcedor ganhava no final de mês ele gastava com seus cães em ração…

Aliás, se Dunga fosse treinador na Inglaterra, o “gesto do nariz” contra o massagista argentino não ficaria barato.

Os ingleses estão certos ou exageram na dose? Deixe seu comentário:
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– Santos e a Grana do Neymar

Depois de tanto “disse-me-disse”, se descobriu que o pai do Neymar levou milhões de dólares para fechar na surdina com o Barcelona, sem comunicar o Santos e antes mesmo da definição do negócio entre os clubes.

Reclamamos da má fé de muitos empresários e de clubes de futebol. Por parte dos jogadores, isso também acontece, mas com cifras e modo como foi feito, não é tão comum.

Aqui, o dilema ético: quer dizer que Neymar Jr já tinha embolsado uma grana altíssima do Barcelona dias antes de perder por goleada em Tóquio no Mundial de Clubes?

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– Os Delatados no caso da Corrupção na Petrobrás

A Operação Lava Jato está trazendo capítulos importantíssimos para a história do Brasil: Paulo Roberto Costa, diretor da Petrobrás por 7 anos na gestão Lula e 2 anos do governo  Dilma resolveu falar. E contou sobre um “Mensalão do Petróleo”, com 3% de propinas dos contratos da Petrobrás.

Seria um “Petrolão”?

Talvez. E o ex-diretor falou abertamente do envolvimento de ministros, deputados, senadores e governadores que levavam muita grana do esquema de corrupção, entre eles, gente do PT, PMDB, PSB e PP. Em especial, Roseana Sarney, Sérgio Cabral, Renan Calheiros, Henrique Alves e até o falecido Eduardo Campos.

Foram 42 horas de gravação de depoimentos para a Polícia Federal. Ele entregou os nomes dos corruptos em troca da delação premiada.

João Vaccari Neto era o administrador financeiro do esquema, e curiosamente, tesoureiro do PT. Ironicamente, substituto de Delúbio Soares, o homem do caixa 2 do Mensalão.

Que país sem-vergonha! Políticos costumam ser farinha do mesmo saco, comprovadamente.

Dá tristeza de viver em um lugar onde a corrupção faz parte do dia-a-dia das pessoas.

Será que tudo isso já refletirá na nova pesquisa IBOPE? Dilma e Marina precisam se pronunciar urgentemente…

Em tempo: Dilma declarou há pouco que:

Não existem dúvidas sobre a gestão da Petrobrás em seu Governo”.

Se tudo que foi dito ser provado, claro que não haverá dúvidas, mas sim só certezas – a de que os corruptos realmente garfaram o dinheiro público!

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– O Espírito de João Mendonça Falcão ainda vive no Futebol de hoje

O presidente corinthiano Mário Gobbi reclamou que a arbitragem brasileira está contra o Corinthians. Ele sabe de algo premeditado e não pode falar, ou é apenas “chororô”? Petros, segundo o diário Lance (02/09), não jogará para não ser perseguido pela arbitragem.

O jogo de volta da Copa do Brasil envolvendo Santos x Grêmio foi adiado até o julgamento do caso de Racismo pelo STJD. Deveria?

Os treinadores sendo demitidos à exaustão. Bastidores da bola estão fervendo! E o desejo do campeonato ser decidido exclusivamente dentro do campo pelos jogadores e suas habilidades parece que ficou deixado de lado.

Diante de tudo isso, não dá para deixar de lembrar do espírito “esportivo e político” do Dr Falcão, o polêmico cartola das décadas de 60 e 70.

Calma, esse post nada tem a ver com vida pós-morte. Mas falamos de ideários, principalmente no esporte. E, como nunca, a figura de um ex-dirigente esportivo, mesmo pouco lembrado atualmente, é atualíssima: João Mendonça Falcão, ex-deputado e ex-presidente da FPF, era um dos expoentes do futebol jogado e conversado nos escritórios.

Poucos sabem dessa história, mas convivi semanalmente com o “Dr Falcão”. Ganhei chaveirinhos dele na sua última campanha a Deputado Federal pelo PTB no início da década de 80.

Mendonça Falcão se recolhia aqui em Jundiaí, no nosso Bairro Medeiros, em sua aprazível chácara. Hoje, coincidentemente, moro bem em frente a ela, que se transformou no ótimo restaurante campestre Noz Mostarda.

Ele pontualmente chegava na loja de materiais de construção do meu pai às 9:00h, trazido pelos folclóricos motoristas Ivan ou pelo Toco (este, figura carimbada do futebol paulista, corinthiano doente). Lembro-me sempre do Del Rey azul estacionando com toda a pompa de uma autoridade, ou em situações estratégicas, da Brasília bege que ele gostava! Quando o então ex-dirigente entrava no depósito, fazia questão de sentar na cadeira do escritório, encostar sua bengala (já era bem idoso), e ficava lá contando suas histórias. Hoje tenho como certeza que, alijado dos holofotes, ele buscava simplesmente companhia para contar suas experiências (sempre se queixava da família e outros problemas particulares; enfim, um homem solitário no final da vida).

Imagine uma criança fanática por futebol (sem noção do que era a Federação Paulista de Futebol ou a política no esporte), ganhando bolas oficiais do Campeonato Paulista, ouvindo contos e passagens daquele senhor de idade sobre nomes famosos do futebol? Me deliciava com as histórias, mesmo que não as entendesse.

Naquele tempo, não havia telefone no bairro todo, e a linha da Telesp só chegava até a nossa loja. Falcão ia lá, ligava para Deus e o mundo, e ficava até à hora do almoço. Cansei de vê-lo esbravejar com seus pares políticos, sem ter noção do que era importante ou não. E quase toda semana, ele dizia algo que de tanto contar, gravei na mente até as mesmas palavras: “Se o Santos ganhou do Milan, tem que me agradecer para o resto da vida pelo 3a partida…” , em referência ao jogo-desempate do Mundial de 63, onde ele não permitiu o jogo em campo neutro e sim no domínio santista.

Digo tudo isso para lembrar do fato que torna Falcão atual: ele repetia sempre, mais ou menos com essas palavras, que:

Futebol é muito mais do que um jogo jogado no campo, é vencido por gente fora dele”.

Hoje, adulto e tarimbado, entendo perfeitamente o que ele queria dizer. Ex-árbitros daquele período, que tive o grande prazer de conhecer e que hoje são octagenários, diziam que quando o João Mendonça Falcão chamava alguém em sua sala, lá na sede da FPF na Brigadeiro… xi… lá vinha confusão. Muitos deixaram de apitar por não concordar com determinadas ordens.

Cada vez mais a política está presente no futebol. Não há manipulação de resultados oficial, pois seria perceptível àqueles que entendem e militam na área. Mas há entraves dificultosos políticos, que deturpam o espírito esportivo. Me apego ao que o piloto finlandês Kimi Raikkonen declarou um dia:

Na F-1, há muitos fatores mais importantes do que a corrida. É muita política e ninguém diz o que pensa”.

Traga essa frase da F-1 para o mundo futebolístico e compare com a frase de efeito do ex-presidente da FPF, citada acima. Falcão não é atual?

E você, o que pensa disso: há muito mais fatores políticos no futebol do que o próprio jogo? Deixe sua opinião:

(Abaixo: Falcão, Havelange e José Ermírio de Moraes)

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– Coitados dos Discentes da Gama Filho e UniverCidade…

Alunos da Gama Filho e UniverCidade, instituições do Grupo Galileo, que recentemente sofreram intervenções do MEC, estão sofrendo.

Se não bastassem os problemas que passaram enquanto discentes (falta de aula, greve de professores, baixo conteúdo acadêmico), os ex-alunos não conseguem transferência para outras instituições sob a queixa que o grupo Galileo não libera documentações suficientes.

A realidade é: muitas faculdades abriram as portas; poucas deveriam ter funcionado de verdade!

Fico pensando: e os gestores, proprietários ou donos do Grupo Galileo? A quantas andam? Confesso que não sei quem são.

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– Jogadores de Futebol devem aprender com Guilherme Murray

Estão cansados de ver aquele centroavante maroto se apoiando no adversário, caindo na área, cavando o pênalti e ainda assim sendo aplaudido pela malandragem?

Ou aquele atleta que sofre uma simples falta e geme como se tivesse sido atropelado por um trator só para prejudicar o outro?

Pior: o jogador que sofre um tapa involuntário e desmaia como se tivesse recebido um soco!

No país do jeitinho, da maldita Lei de Gerson, há ainda aqueles que devem ser louvados. E um garoto de 12 anos, chamado Guilherme Murray, é a prova disso.

O adolescente é esgrimista e durante o Campeonato Panamericano da sua categoria, sendo disputado no Caribe, estava num desafio pelas Oitavas de Final, com o placar estando em 9 x 9. No derradeiro lance, o árbitro deu um toque a favor do garoto brasileiro, sendo que com esse placar ele se classificaria. Eis que o menino foi ao árbitro e disse que ele estava equivocado, pois o toque foi do adversário e que o ponto não era para ele. Foi desclassificado, mas fez questão de não se beneficiar injustamente.

Parabéns ao garoto. Ele é campeão brasileiro e sulamericano. Mas acima de tudo, um desportista até a ponta da sua espada.

Aprenderam com o esgrimista-mirim, Emerson Sheik, Valdívia, Kleber Gladiador, Luís Fabiano, Edmundo, Fred…?

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– De Novo Produto em Caixa Contaminado?

Primeiro foi o caso do Leite em Caixa de diversas marcas com excesso de Soda Cáustica; depois o Suco Ades; ainda o caso do Toddynho que queimou a boca de crianças, e agora… o Toddynho contaminado de novamente!

O que está acontecendo com a qualidade dos sucos/ leites em caixa?

A Pepsico, que é dona do achocolatado, confirmou que 8.000 embalagens foram contaminadas com a bactéria Bacillus Cereus, causando intoxicação alimentar a quem consumir (lote GRU L15 51, distribuídos no RS).

Esses constantes problemas acabam denegrindo a marca, sem dúvida alguma!

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– Os Gastos dos Parlamentares no Hospital Sírio Libanês

Você sabia que um deputado ou senador está coberto pelo Plano de Saúde da República vitaliciamente? Mesmo quando deixar de ser parlamentar, o plano continua a sua disposição!

E que esse mesmo plano contempla os familiares deles, também vitaliciamente? Valendo, logicamente, para os parentes dos ex-políticos.

Sabe quanto foi gasto só no Sírio Libanês de Fevereiro deste ano até Julho? Cerca de R$ 5,1 milhões!!!

É mais que o orçamento anual de muitos municípios brasileiros! E sustentados por nós…

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– A Irresponsabilidade que merece cadeia!

Todos acompanharam o caso do viaduto que desabou em Batalha dos Guararapes, Belo Horizonte, próximo ao Mineirão, durante a Copa do Mundo.

A perícia apontou: havia apenas 10% do aço necessário para a obra.

Ganância pura dos envolvidos na construção, não?

A Consol, empresa que construiu esse viaduto, fez outros 4 em BH!

Como fica? Pra mim, estão todos sob suspeita.

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– A Milionária Rescisão que a CBF pagou a Felipão

Parece que a dupla Marin & Marco Polo não se preocupa com os gastos da CBF. Prova disso é que se tornou público o valor dos salários e rescisão da Comissão Técnica da Seleção Brasileira.

Quer dizer que na Carteira de Trabalho Felipão e Parreira recebiam R$ 612.154,43 cada um? Fora os altíssimos vencimentos de Murtosa e demais integrantes da trupe de Scolari…

Em Junho, com adicionais, o salário foi de R$ 902.014,79. E, com a demissão, O Coordenador Parreira e o treinador Felipão, receberam por “demissão sem justa causa” R$ 8.394.000,00 somados!

Quem faz um acordo salarial desse com um treinador que levara o seu clube para a 2a divisão, de duas, uma: ou é desonesto e está levando parte desse salário, ou é burro demais para o tino gerencial.

Não podemos acusar ninguém de desonestidade, mas ingênuos esses políticos de longa data não me parecem ser. Teríamos uma 3a via para justificar tal negócio?

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– Itália crescerá economicamente com prostituição e drogas!

Que triste, querida Itália!

O Governo de lá anunciou que acrescentará no cálculo do PIB o dinheiro gerado na Economia do país com a Prestação de Serviços Sexuais e Venda de Entorpecentes!

Mesmo a prostituição e o comércio de drogas sendo ilegais, a medida será usada para alavancar o cálculo do Produto Interno Bruto, já que se gera renda no país.

Apelação…

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– Complô contra o Brasil? Esqueça!

Leio e me surpreendo negativamente com as declarações do ex-árbitro da FIFA José Roberto Wright em sua coluna no Jornal Lance (pg 6, ed 29/06/2014).

Escreveu o colunista sobre as arbitragens em jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo:

Vejo esquema preparado para nos tirar da final desde a primeira rodada”.

Meu Deus! Se há conspiração, esqueceram de avisar o árbitro Nishimura (pênalti inexistente a favor de Fred), Howard Webb (que não voltou a primeira cobrança dos tiros penais defendida por Júlio César após visível adiantamento) e os assistentes do colombiano Wilmar Roldán que anularam os gols mexicanos contra Camarões (e que indiretamente beneficiaram o Brasil, tirando a Holanda do seu caminho).

O mundo do futebol é incrível, pois:

1- antes, se especulava bobagens que o Brasil “comprou a Copa. Será que o Marin e o Marco Polo guardaram o comprovante de pagamento?

2- após reclamações infundadas do Felipão, fala-se em premeditação para eliminar o anfitrião. A troco de quê?

Me preocupa o fato de alguém como Wright, que apitou Copa do Mundo e fez parte de diversos comitês da FIFA após sua aposentadoria, trabalhou tanto tempo na Rede Globo e escreve em um importante jornal especializado em esportes como o Lance, declarar algo tão grave e incisivo publicamente! Respeito demais o conceituado ex-árbitro e atualmente jornalista. Mas afirmar categoricamente tal coisa, aí não dá!

Não acredito em esquema nem pró e nem contra. E você?

Deixe seu comentário:

Sobre a análise da arbitragem de Brasil 1 x 1 Chile, leia nossa opinião, em:

http://www.redebomdia.com.br/blog/detalhe/25827/brasil-1-x-1-chile-e-a-arbitragem-como-foi

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– A punição e a difícil defesa de Luizito Suárez!

Suárez, o argentino que mordeu Chiellini, foi punido com 9 jogos mais 4 meses de suspensão. Mas como defendê-lo por tamanha antidesportividade, se é a 3a mordida em adversário?

Para mim, pena justa. O histórico é ruim e o esporte deve dar exemplo de civilidade. Mas o mais curioso foi a defesa dele: mostrou-se vídeos de faltas recebidas do jogo contra a Itália e contra o Uruguai, como justificativa para um desequilíbrio emocional! Ainda: os advogados tiveram a cara de pau de alegar, segundo o “The Guardian”, uma fotomontagem, já que não se viu com clareza a dentada.

Aí é sacanagem…

Futebol é jogo de contato físico e não deve se permitir deslealdade. Preferimos o incentivo ao Fair Play do que a isso. E parabéns pelo uso das imagens (não tão habitual) para se tomar uma decisão punitiva a lances que fogem do campo visual do árbitro – e que seja exclusivamente a tais situações.

Em tempo: e se houvesse uma TV à beira do gramado para o árbitro rever o lance reclamado? A expulsão seria inevitável e o resultado do jogo… teria mudado?

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– O Salário de Deputado Estadual

Assustei quando li na Folha de São Paulo, Ed 23/06, pg A4 (por Rodrigo Vizeu), sobre o salário dos deputados estaduais.

Atualmente, eles recebem um salário de R$ 20 mil. Possuem verba de gabinete de R$ 94,8 mil para pagar o salário de até 32 assessores; podem gastar até R$ 23 mil para reembolso de gastos com correio, jornais e combustíveis; auxílio moradia de R$ 2,25 milauxílio-paletó (isso mesmo, para comprar roupas) de R$ 20 mil.

Leve em conta: para tanta dificuldade, eles ainda têm direito a 14º e 15º salário…

Incrível.

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– Suárez, Sheik e Matterrazzi: Indisciplina e Seus Percalços

Luizito Suárez aprontou. De novo! O atacante uruguaio, que viveu um drama para poder jogar a Copa do Mundo devido a lesões, mordeu (pela 3a vez em sua carreira) um jogador no importante Uruguai x Itália.

No final do segundo tempo, o atacante foi disputar uma bola com Chiellini e abocanhou o ombro do italiano. Ato covarde e, cá entre nós, gesto deplorável de um esportista.

O árbitro não viu, mas provavelmente a FIFA o julgará pelas imagens e o suspenderá pelo resto da Copa do Mundo.

Fico lembrando: e Emerson Sheik, na final contra o Boca Juniors, quando igualmente mordeu um argentino? Pois é… muitos que lá aplaudiram o corinthiano pela sua malandragem e o louvaram pela catimba agora crucificam o unfairplay do uruguaio. Hipocrisia ou não?

O problema é: a própria Itália, através de Matterazzi, cavou uma expulsão com gesto provocativo contra Zidane, que não se segurou e o cabeceou. Ora, Suárez não fez a mesma coisa: provocou para cavar a expulsão do adversário?

Fico pensando: Suárez sofrerá o “rigor da lei” da mesma forma que a FIFA teve contra Matterazzi ou como a Conmebol teve com Sheik?

Particularmente, penso que todos deveriam ser punidos severamente.

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