O presidente da FPF, Reinaldo Carneiro Bastos, esteve no Estádio Jayme Cintrae acompanhou a final da 5ª divisão estadual entre Paulista x Colorado. Ele ficou furioso com o tratamento dado aos torcedores na entrada do estádio, e garantiu que vai punir os responsáveis.
Oportunamente, no meio do seu momento de indignação, aceitou dar uma entrevista a nós (Difusora AM 810) e prometeu: nunca mais o consumidor de futebol será tratado daquele jeito em Jundiaí.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Para 7.399 pessoas, o Galo venceu o Colorado. Sobre a juíza e a confusão na entrada:
Satisfatória arbitragem de Marianna Nanni batalha. Correu bastante, advertiu verbalmente atletas que, no começo do jogo, estavam muito pilhados, e não foi tão exigida. Faltou um pouco de experiência nos lances em que tentou dar vantagem, e não deveria, quando os ânimos se exaltaram. Tem muitas qualidades, mas precisa ganhar mais rodagem. O erro dela na partida foi o pênalti em Léo Souza, no primeiro tempo (vide nossas anotações abaixo).
O “lamentável” do jogo: a dificuldade na entrada ao estádio. Quando eu fui sair da cabine, vi a porta do camarote da FPF semi-aberta, “de entrão” fui lá e conversei com o presidente Reinaldo Carneiro Bastos. Ele estava POSSESSO com a organização do jogo. Perguntei se ele nos daria uma entrevista à Rádio Difusora, e de imediato ele topou. Nos disse que era uma vergonha o que a Federação Paulista e a PM de Jundiaí fizeram com o torcedor. Que ele, como presidente da entidade, tomaria duras providências e puniria quem fosse pela bagunça na entrada. Ressaltou que “doa a quem doer”, ele iria ser rigoroso na apuração de quem deixou a torcida para fora com meia hora de jogo rolando. Falou ainda que conversaria com o Secretário de Segurança Pública Guilherme Derrite sobre o acontecido em Jundiaí, para que o torcedor do Paulista FC não passasse mais esse sufoco desnecessário.
Viva o Paulista, campeão da Série B do estado de SP.
ANOTAÇÕES:
Aos 3m, Pablo (COL) havia cometido duas faltas mais fortes, totalmente desnecessárias. A árbitra chamou a atenção dele.
Após 4m, Adelan (PFC) se desentendeu com Lobato (COL) e a árbitra se fez presente, acalmando os ânimos. Boa intervenção. Aos 7m, Adelan, de novo, encarou o adversário e denovo foi advertido verbalmente.
Aos 12m: Após excelente lançamento de Caveira (PFC), a bola é cruzada e Léo Souza (PFC) a domina. Durante o drible, é tocado e cai no desequilíbrio. Pênalti não marcado. Errou a arbitragem.
Aos 16m, Pablo mata um contra-ataque e recebe o Cartão Amarelo.
Aos 19m, zagueiro do Colorado escorrega e a bola bate no peito. A torcida pede pênalti, mas não foi. Acertou a árbitra.
Aos 42m, Miguel Elias vai fazendo falta em Davi. Ele puxa, toca por baixo, agarra. Ela tenta dar a vantagem, e não deveria, pois o clima não estava legal. Depois ela dá a falta atrasada e o Cartão Amarelo. Se ela dá logo a falta, os ânimos não se exaltariam. Faltou um pouquinho de experiência.
Aos 6’do 2º tempo: Lamin pede pênalti na entrada da área, não foi.
Aos 9’: Cartão Amarelo a Michel (COL), por reclamação à bandeira. Correto.
Aos 28m, pênalti ao Colorado Caieiras, bem marcado. Aos 30m, acertou ao não marcar pênalti ao Paulista, na jogada corpo-a-corpo.
DIRETO DO JAYME CINTRA – Quem chega cedo no serviço, vê alguns bastidores inusitados: e as meninas da arbitragem, fazendo escadinha para amarrar um “enforca-gato” na rede?
As mais fortes seguraram a mais magrinha e… serviço feito.
E para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Gaúcho, a CBF escalou:
Árbitro: Bruno Arleu de Araujo – RJ Árbitro Assistente 1: Bruno Boschilia – PR Árbitro Assistente 2: Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha – RJ Quarto Árbitro: Luciano da Silva Miranda Filho – CE Assessor: Renato Cardoso da Conceição – BA VAR: Carlos Eduardo Nunes Braga – RJ AVAR: Andreza Helena de Siqueira – MG AVAR2: Heber Roberto Lopes – SC Observador de VAR: Rodrigo Pereira Joia – MG Quality manager: Paulo Roberto da Rocha Camello – RJ
Bruno Arleu é o melhor dos árbitros cariocas da atualidade, e pertence há algum tempo no quadro da FIFA (embora não tenha sido aproveitado a contento pela Conmebol).
Discreto, gosta de ser rigoroso disciplinarmente nas questões de reclamações, mas nem tão duro nas questões técnicas. Costuma comete um ou outro erro, mas nada tão escandaloso.
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Já falamos, mas vale repetir: Rafael Guanaes é, para mim, o treinador sensação do Campeonato Brasileiro 2025. Como explicar o sucesso do Mirassol, caçulinha da divisão?
Com tantos times e atletas badalados, sem dúvida o humilde profissional vem fazendo sucesso.
E para a finalíssima da Bezinha, a FPF escalou um quinteto feminino:
Árbitra: Marianna Nanni Batalha
Árbitra Assistente 1: Izabele de Oliveira
Árbitra Assistente 2: Juliana Vicentin Esteves
Quarta Árbitra: Adeli Mara Monteiro
Quinta Árbitra: Marcela de Almeida Silva
Analista de Campo: Márcio Verri Brandão
Analista de Vídeo: Antonio Rogério Batista do Prado
Falamos no primeiro jogo, que por ser partida de ida em um clima mais amistoso (já que os dois tinham conquistado o acesso), a FPF havia premiado um árbitro novato para apitar. E que dependendo do placar, para a segunda partida teríamos um árbitro experiente (caso o placar fosse ajustado) ou mais um novato (se praticamente o jogo tivesse sido resolvido). Sendo assim, com 4 gols de vantagem, a FPF resolve fazer um jogo de festa com jovens árbitras tendo oportunidade.
Marianna, a árbitra, tem 31 anos de idade e em 6 temporadas, poucos jogos profissionais trabalhados. Entretanto, teve a oportunidade de apitar a A3 nesse ano. As bandeiras, ambas com 28 anos, tiveram voos mais altos (mas também, com poucos jogos trabalhados). Quarta e quinta árbitra são bem mais veteranase foram escaladas para participar da festa.
Torço para um bom jogo e uma grande arbitragem.
Acompanhe Paulista de Jundiaí x Colorado Caieiras pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 16hoo (14/09), mas desde às 15h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Caindo da cama pois o tempo urge!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
E para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Gaúcho, a CBF escalou:
Árbitro: Bruno Arleu de Araujo – RJ Árbitro Assistente 1: Bruno Boschilia – PR Árbitro Assistente 2: Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha – RJ Quarto Árbitro: Luciano da Silva Miranda Filho – CE Assessor: Renato Cardoso da Conceição – BA VAR: Carlos Eduardo Nunes Braga – RJ AVAR: Andreza Helena de Siqueira – MG AVAR2: Heber Roberto Lopes – SC Observador de VAR: Rodrigo Pereira Joia – MG Quality manager: Paulo Roberto da Rocha Camello – RJ
Bruno Arleu é o melhor dos árbitros cariocas da atualidade, e pertence há algum tempo no quadro da FIFA (embora não tenha sido aproveitado a contento pela Conmebol).
Discreto, gosta de ser rigoroso disciplinarmente nas questões de reclamações, mas nem tão duro nas questões técnicas. Costuma comete um ou outro erro, mas nada tão escandaloso.
Rafael Antonio Lisboa Mainini, ou, se preferir, Rafael Antonio ou Rafael Mainini (dependendo de qual cidade, das muitas que ele trabalha, costuma o chamar), é símbolo de amor e superação da profissão de narrador esportivo.
Conhecidíssimo no Interior Paulista, ele costuma sempre fazer excelentes trabalhos na locução de futebol (além da boníssima pessoa que é). E passou por uma inusitada situação nesse último final de semana.
Pois bem: no sábado derradeiro, no primero jogo da decisão do Campeonato Paulista Sub 23 (conhecida como “Bezinha”, a 5ª divisão de profissionais da FPF), envolvendo Colorado Caieiras 0x4 Paulista de Jundiaí, Mainini teve que mostrar que, além da sua desenvoltura e competência profissional, também possuía capacidade de adaptabilidade acima do razoável.
O Estádio Carlos Ferracini não tinha cabine disponível para a Rádio Difusora Jundiaiense AM 810 (na qual orgulhosamente trabalhamos juntos), que é a única emissora a transmitir os jogos do Galo da Japi in loco. O solitário espaço reservado para a imprensa estava tomado pelas câmeras da FPF TV, que não dividiu o local. A opção seria adaptar um “cantinho” no camarote reservado à diretoria do Paulista FC, mas que não foi permitido por conta dos fiscais da FPF e da falta de esforço dos cartolas ali presentes.
Eis que mesmo com o calor insuportável das 15h e o ar poluído que tem sido constante nesses dias, Rafael Mainini, em pé, com o aparelho eletrônico numa mão e o microfone na outra, fez a transmissão acontecer(vide a foto abaixo, enviada por WhatsApp pelo comandante do Time Forte do Esporte, Adilson Freddo).
Eu me regozijo em poder compartilhar esse momento, pois Mainini nos inspira. Em cada transmissão que trabalhamos juntos, aplaudo o seu talento e o admiro. Um baita profissional, esforçado, dinâmico, talentoso e que nunca fez corpo mole. Narra em qualquer lugar, do jeito que for, lutando e fazendo o impossível para levar o seu excepcional trabalho.
Se correta fosse a FPF, reveria as condições dos estádios (que não trazem, em grande parte nessa divisão, de condições satisfatórias para a imprensa), além de publicar uma REVERÊNCIA (como homenagem e como desculpa) ao profissional que não sucumbiu aos percalços e levou de cabo a rabo o jogo com enorme qualidade.
Fica a sugestão: Mainini transmitiu TODOS os jogos do Paulista FC nessa fase tão triste que tem passado, e que agora começa a sair. No próximo sábado, onde o Tricolor Jundiaiense jogará a partida de volta da decisão (tendo 4×0 de vantagem), com o Estádio Jayme Cintra lotado, a diretoria do clube poderia homenagear o profissional que acompanhou o Tricolor Jundiaiense em toda essa jornada – na bonança e na pindaíba.
Não custaria nada e seria um justo reconhecimento… O fará?
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Animados para mais uma jornada?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
E para a finalíssima da Bezinha, a FPF escalou um quinteto feminino:
Árbitra: Marianna Nanni Batalha
Árbitra Assistente 1: Izabele de Oliveira
Árbitra Assistente 2: Juliana Vicentin Esteves
Quarta Árbitra: Adeli Mara Monteiro
Quinta Árbitra: Marcela de Almeida Silva
Analista de Campo: Márcio Verri Brandão
Analista de Vídeo: Antonio Rogério Batista do Prado
Falamos no primeiro jogo, que por ser partida de ida em um clima mais amistoso (já que os dois tinham conquistado o acesso), a FPF havia premiado um árbitro novato para apitar. E que dependendo do placar, para a segunda partida teríamos um árbitro experiente (caso o placar fosse ajustado) ou mais um novato (se praticamente o jogo tivesse sido resolvido). Sendo assim, com 4 gols de vantagem, a FPF resolve fazer um jogo de festa com jovens árbitras tendo oportunidade.
Marianna, a árbitra, tem 31 anos de idade e em 6 temporadas, poucos jogos profissionais trabalhados. Entretanto, teve a oportunidade de apitar a A3 nesse ano. As bandeiras, ambas com 28 anos, tiveram voos mais altos (mas também, com poucos jogos trabalhados). Quarta e quinta árbitra são bem mais veteranase foram escaladas para participar da festa.
Torço para um bom jogo e uma grande arbitragem.
Acompanhe Paulista de Jundiaí x Colorado Caieiras pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 16hoo (14/09), mas desde às 15h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.
Já temos partidas importantes no Brasil, um dia após os jogos das Seleções mundo afora. Pode?
Respeitar a data-FIFA é levar e devolver os jogadores em condições de jogo, dando tempo para a recuperação do desgaste de ter treinado, entrado em campo e descansado da viagem desgastante. Não adianta dizer que não tem condições jogo na data-Fifa, e no dia posterior ter mata-mata pela Copa do Brasil.
Repare as lesões sequenciais dos atletas: mero acaso ou sequência desgastante de partidas?
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Já de pé para o dia render!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Rafael Antonio Lisboa Mainini, ou, se preferir, Rafael Antonio ou Rafael Mainini (dependendo de qual cidade, das muitas que ele trabalha, costuma o chamar), é símbolo de amor e superação da profissão de narrador esportivo.
Conhecidíssimo no Interior Paulista, ele costuma sempre fazer excelentes trabalhos na locução de futebol (além da boníssima pessoa que é). E passou por uma inusitada situação nesse último final de semana.
Pois bem: no sábado derradeiro, no primero jogo da decisão do Campeonato Paulista Sub 23 (conhecida como “Bezinha”, a 5ª divisão de profissionais da FPF), envolvendo Colorado Caieiras 0x4 Paulista de Jundiaí, Mainini teve que mostrar que, além da sua desenvoltura e competência profissional, também possuía capacidade de adaptabilidade acima do razoável.
O Estádio Carlos Ferracini não tinha cabine disponível para a Rádio Difusora Jundiaiense AM 810 (na qual orgulhosamente trabalhamos juntos), que é a única emissora a transmitir os jogos do Galo da Japi in loco. O solitário espaço reservado para a imprensa estava tomado pelas câmeras da FPF TV, que não dividiu o local. A opção seria adaptar um “cantinho” no camarote reservado à diretoria do Paulista FC, mas que não foi permitido por conta dos fiscais da FPF e da falta de esforço dos cartolas ali presentes.
Eis que mesmo com o calor insuportável das 15h e o ar poluído que tem sido constante nesses dias, Rafael Mainini, em pé, com o aparelho eletrônico numa mão e o microfone na outra, fez a transmissão acontecer(vide a foto abaixo, enviada por WhatsApp pelo comandante do Time Forte do Esporte, Adilson Freddo).
Eu me regozijo em poder compartilhar esse momento, pois Mainini nos inspira. Em cada transmissão que trabalhamos juntos, aplaudo o seu talento e o admiro. Um baita profissional, esforçado, dinâmico, talentoso e que nunca fez corpo mole. Narra em qualquer lugar, do jeito que for, lutando e fazendo o impossível para levar o seu excepcional trabalho.
Se correta fosse a FPF, reveria as condições dos estádios (que não trazem, em grande parte nessa divisão, de condições satisfatórias para a imprensa), além de publicar uma REVERÊNCIA (como homenagem e como desculpa) ao profissional que não sucumbiu aos percalços e levou de cabo a rabo o jogo com enorme qualidade.
Fica a sugestão: Mainini transmitiu TODOS os jogos do Paulista FC nessa fase tão triste que tem passado, e que agora começa a sair. No próximo sábado, onde o Tricolor Jundiaiense jogará a partida de volta da decisão (tendo 4×0 de vantagem), com o Estádio Jayme Cintra lotado, a diretoria do clube poderia homenagear o profissional que acompanhou o Tricolor Jundiaiense em toda essa jornada – na bonança e na pindaíba.
Não custaria nada e seria um justo reconhecimento… O fará?
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Bem dispostos para mais um dia de vida?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Vitórias fazem o torcedor esquecer de todos os problemas. Vencer é importante, é bom, é gostoso, e inflama o ego.
Há conquistas que orgulham e se eternizam. Há outras que são momentâneas. E há ainda aquelas enganosas…
1- Quando o nosso querido Paulista FC conquistou a Copa do Brasil, tal fato se tornou memorável. Afinal, foi a maior glória do nosso Tricolor Jundiaiense. Essa é a conquista que se eternizou.
2- Quando o Galo da Japi conquistou a Divisão Especial em 1984, voltando assim para a Primeira Divisão de São Paulo, a alegria durou pouco tempo. Foi bom enquanto durou, pois caímos em 1986. Essa é a conquista momentânea.
3- Quando o Tricolor da Terra da Uva conquistou o acesso na semana passada para a A4 (e provavelmente levará o título da “Bezinha” no próximo sábado, com transmissão ao vivo da Rádio Difusora e cobertura do Jornal de Jundiaí), festejamos como uma Copa do Mundo! Para muitos, um renascimento. Para outros, não fez mais que a obrigação. Essa é a conquista enganosa. E explico:
Não estamos voltando para a A1, nem conquistando acesso de Brasileirão. Estamos saindo da última divisão regional, onde jogamos num torneio dos 17 piores times profissionais do estado (cuja chave de 5 times classificavam 4). Algumas agremiações, praticamente amadoras. Conquistar o título da 5ª divisão (como fará) é o mínimo que o Paulista poderá fazer. Temos que parabenizar a diretoria pelo feito, mas sem esquecer (pois seria um fato de mascaramento da situação): foi essa mesma diretoria que colocou o time na última divisão regional. A mesma que ainda está em descrédito com o torcedor mais lúcido, devido ao episódio do investidor milionário às vésperas da eleição do presidente (e que não vingou) ou ainda de outras tantas críticas.
Os momentos de sorrisos do torcedor fazem esquecer os momentos de decepção. É natural do mais apaixonado, e isso faz com que se esqueça todos os erros, as dívidas, os procedimentos questionáveis.
Festejemos o acesso, mas lembremos: ganhar a última divisão é muito pouco para a grandiosidade do Paulista. Aplaudamos os jogadores e o treinador Fausto, pois eles foram os responsáveis. Mas… calma! Não nos acomodemos. Todo o trabalho de reconstrução do Galo deve ser discutido e rediscutido.
Para o torcedor mais jovem, vale relembrar a história: o Brasil estava há 24 anos sem ganhar una Copa do Mundo. Em 1994, a Seleção Brasileira foi aos EUA desacreditada, classificando-se na bacia das almas contra o Uruguai, graças ao Romário (compare: o Paulista começou mal o campeonato, estava desacreditado).
Nessa mesma Copa, aos trancos e barrancos, o Brasil foi passando de fase, no Mundial considerado como o de mais baixo nível técnico da história. Não é algo muito parecido com o ocorrido com o Paulista? Qual partida encantou os torcedores?Tirando as goleadas contra os fraquíssimos Manthiqueira e Barcelona Capela, foi a mesma situação.
Enfim: em 94, chegamos na final e levamos o título. Igualmente ao Galo 30 anos depois. Naquela oportunidade, todas as críticas à nefasta administração Ricardo Teixeira foram esquecidas e/ou apagadas pela festa. Igualmente aos mais aficcionados hoje, esquecendo que o presidente do Paulista continua sendo Rodrigo Alves, criticado pela questão administrativa. Que o título ajude a melhorar a gestão do Paulista FC.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Segundo UOL e GloboEsporte, o São Paulo pedirá a anulação do jogo do último domingo, no Maracanã. Sobre o Erro de Direito, explicamos na repostagem abaixo:
Importante: antigamente, você tinha até 48 horas para tentar impugnar uma partida. Acontece que a CBF não divulgou o áudio do VAR, para se entender o que o árbitro de vídeo conversou com o árbitro central. Tendo feito somente na sexta-feira à tarde, creio que são 48 horas a partir dessa divulgação (lembrando que sábado e domingo não são dos úteis).
ERRO DE DIREITO
Já falamos à exaustão sobre o lance irregular no Maracanã (aqui: https://wp.me/p55Mu0-3xa). Em resumo: Calleri faz falta em Thiago Santos e o bandeira agita o seu instrumento avisando o árbitro. Calleri se afasta e reclama, e o árbitro Paulo Zanovelli (de costa para o lance) sinaliza vantagem. Porém, o atleta para a bola com as mãos(como se tivesse ouvido um apito, que não existiu) e cobra a falta.Desse lance sai o primeiro gol do Fluminense.
Questionamos a não divulgação até essa sexta-feira (aqui: https://wp.me/p4RTuC-10nH): alguns áudios saem logo após o final da partida. Esse, estava levando quase uma semana a troco de quê?
Pois bem: enfim, ele foi divulgado. O VAR questiona o árbitro sobre o lance polêmico, e ele diz que não marcou a falta, mas deu vantagem. Avisado que houve a mão na bola(e isso implicaria em anular o gol do Fluminense), Zanovelli refuta qualquer irregularidade e pede para ver no monitor. Ao ver a mão na bola, justifica dizendo que “há a falta clara (…) eu ía dar a vantagem, o jogador para e bate a falta, ok.” E o VAR repete, reforçando que parou a bola com a mão e bateu a falta. E Zanovelli se perde, dizendo ao árbitro de vídeo Igor José Benevenuto: “eu dei a vantagem e deixei seguir, é gol legal, Igor”.
Tudo errado! O VAR deveria insistir: “você não pode validar o gol, não é essa a regra”, e não disse. Mas o árbitro, lógico, é o maior culpado por descumprir a regra.
Erro de fato: quando você vê uma falta e fica em dúvida se atingiu ou não um adversário, é questão interpretativa e não se anula um jogo.
Erro de direito: quando você desconhece a regra ou a descumpre (o que aconteceu nesse jogo), levando uma partida a ser anulada.
Com o áudio divulgado, configurou-se um INDISCUTÍVEL erro de direito. O São Paulo pode pedir a anulação da partida, pois o árbitro, em sua fala, confessa que viu a mão (“ele para a e bate a falta”), mesmo dizendo na sequência que “não a marcou pois deu vantagem”, equivocadamente confirmando o gol.
Ao ler muita gente aplaudindo a contratação do atacante Memphis Depay pelo Corinthians, penso: seria uma “burra empolgação”? Ou, longe de julgamentos, uma empolgação pueril e inocente?
O Corinthians tem uma dívida aproximada de 1 bilhão de reais, é sabido. Ainda não pagou Raniele ao Cuiabá e o Flamengo teve que reclamar oficialmente o não pagamento de Matheuzinho. Agora, se comprometerá a um contrato de 28 meses ao valor de quase 3 milhões por mês?
Ninguém questiona: “de onde vem o dinheiro”? Ou: “não é importante pagar os calotes?” Ou ainda: “qual será o custo-benefício?”
O torcedor mais apaixonado, obviamente, fica iludido. Mas a imprensa não pode cair no ôba-ôbae deve fazer os questionamentos devidos.
Por outro lado, qual a motivação de Depay, ao ser convidado para jogar num clube na zona de rebaixamento com tamanhas pendengas, aqui na América do Sul? Se eu sou ele, peço garantias bancárias, para não ter dor de cabeça para ficar cobrando lá na frente. Ou ele já tem essas garantias?
Fala-se à boca pequena que a empresa “Esportes da Sorte”, patrocinadora do Timão, bancaria a contratação.Mas seu proprietário, Darwim Henrique da Silva Filho, foi preso dias atrás, na mesma operação que deteve influencers, sob a acusação de lavagem de dinheiro. Além disso, pesa sobre a instituição a acusação de estar associada ao “Jogo do Bicho”, conforme reportagem da Infomoney (em: https://www.infomoney.com.br/consumo/jogo-do-bicho-era-usado-para-lavagem-de-dinheiro-pela-esportes-da-sorte-diz-policia/).
Seria mais um episódio como a Taunsa, a empresa que contratou Paulinho por uma fortuna e que nunca pagou um centavo de salário, sobrando a conta para o Coringão?
Tudo isso é muito estranho (ou amador demais). O certo é: algo não fecha nessa conta.
Dos males, o menor: Depay é acusado de pagar a fiança de Daniel Alves devido a prisão por estupro na Espanha, e a assessoria dele sempre negou veementemente. Que não tenha feito essa imoralidade mesmo…
Eu penso que Depay não ficará até Dezembro de 2026 no Corinthians, por motivos financeiros. E você?
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Vitórias fazem o torcedor esquecer de todos os problemas. Vencer é importante, é bom, é gostoso, e inflama o ego.
Há conquistas que orgulham e se eternizam. Há outras que são momentâneas. E há ainda aquelas enganosas…
1- Quando o nosso querido Paulista FC conquistou a Copa do Brasil, tal fato se tornou memorável. Afinal, foi a maior glória do nosso Tricolor Jundiaiense. Essa é a conquista que se eternizou.
2- Quando o Galo da Japi conquistou a Divisão Especial em 1984, voltando assim para a Primeira Divisão de São Paulo, a alegria durou pouco tempo. Foi bom enquanto durou, pois caímos em 1986. Essa é a conquista momentânea.
3- Quando o Tricolor da Terra da Uva conquistou o acesso na semana passada para a A4 (e provavelmente levará o título da “Bezinha” no próximo sábado, com transmissão ao vivo da Rádio Difusora e cobertura do Jornal de Jundiaí), festejamos como uma Copa do Mundo! Para muitos, um renascimento. Para outros, não fez mais que a obrigação. Essa é a conquista enganosa. E explico:
Não estamos voltando para a A1, nem conquistando acesso de Brasileirão. Estamos saindo da última divisão regional, onde jogamos num torneio dos 17 piores times profissionais do estado (cuja chave de 5 times classificavam 4). Algumas agremiações, praticamente amadoras. Conquistar o título da 5ª divisão (como fará) é o mínimo que o Paulista poderá fazer. Temos que parabenizar a diretoria pelo feito, mas sem esquecer (pois seria um fato de mascaramento da situação): foi essa mesma diretoria que colocou o time na última divisão regional. A mesma que ainda está em descrédito com o torcedor mais lúcido, devido ao episódio do investidor milionário às vésperas da eleição do presidente (e que não vingou) ou ainda de outras tantas críticas.
Os momentos de sorrisos do torcedor fazem esquecer os momentos de decepção. É natural do mais apaixonado, e isso faz com que se esqueça todos os erros, as dívidas, os procedimentos questionáveis.
Festejemos o acesso, mas lembremos: ganhar a última divisão é muito pouco para a grandiosidade do Paulista. Aplaudamos os jogadores e o treinador Fausto, pois eles foram os responsáveis. Mas… calma! Não nos acomodemos. Todo o trabalho de reconstrução do Galo deve ser discutido e rediscutido.
Para o torcedor mais jovem, vale relembrar a história: o Brasil estava há 24 anos sem ganhar una Copa do Mundo. Em 1994, a Seleção Brasileira foi aos EUA desacreditada, classificando-se na bacia das almas contra o Uruguai, graças ao Romário (compare: o Paulista começou mal o campeonato, estava desacreditado).
Nessa mesma Copa, aos trancos e barrancos, o Brasil foi passando de fase, no Mundial considerado como o de mais baixo nível técnico da história. Não é algo muito parecido com o ocorrido com o Paulista? Qual partida encantou os torcedores?Tirando as goleadas contra os fraquíssimos Manthiqueira e Barcelona Capela, foi a mesma situação.
Enfim: em 94, chegamos na final e levamos o título. Igualmente ao Galo 30 anos depois. Naquela oportunidade, todas as críticas à nefasta administração Ricardo Teixeira foram esquecidas e/ou apagadas pela festa. Igualmente aos mais aficcionados hoje, esquecendo que o presidente do Paulista continua sendo Rodrigo Alves, criticado pela questão administrativa. Que o título ajude a melhorar a gestão do Paulista FC.
Para o primeiro jogo da decisão da Bzinha, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Henrique Otto Cruz Hengstmam Árbitro Assistente 1: Daniel Luis Marques Árbitro Assistente 2: Leandra Aires Cossette Quarto Árbitro: Fagson Junior dos Santos Silva Quinto Árbitro: Izabele de Oliveira Analista de Campo: Márcio Verri Brandão Analista de Video: Adriano Stange
Uma grande surpresa tal escala!Henrique Hengstmam, jovem árbitro de 29 anos, tem apenas 5 anos de carreira na FPF e na última temporada apitou jogos do Sub 11 e Sub 13. Até o ano passado, um jogo apenas no Sub 20. Em 2024, apitou outros jogos amadores, Copa Paulista, Bezinha e A4. E por quê tal escala?
A interpretação que eu tenho é: diferente dos outros jogos, que valiam acesso e eram bem nervosos (onde árbitros promissores e de A1 apitaram – e bem – nas últimas rodadas), o chefe da arbitragem da FPF Patrício Loustau quis premiar quem melhor se destacou nas divisões inferiores com essa escala. Afinal, em tese, é uma partida bem menos difícil para se apitar: dois times já garantidos na divisão de cima, clima de festa e, para a entidade, o segundo jogo final é o mais importante (e aí, dependendo do placar na ida, saberemos se vem alguém experiente ou não). E repare: como assistentes, bandeiras experientíssimos para dar suporte ao árbitro.
Torço para um bom jogo e uma grande arbitragem.
Acompanhe Colorado Caieiras x Paulista de Jundiaí pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 15hoo (07/09), mas desde as 14h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?