– As Mortes de Personalidades Controversas hoje.

Três pessoas conhecidas morreram hoje: Elke Maravilha (71 anos), Luís Álvaro Oliveira Rodrigues (73 anos) e João Havelange (100 anos).

Elke, uma artista russa naturalizada brasileira de frases desbocadas e caráter forte. É dela a frase: “o poder não corrompe ninguém, só revela as pessoas“.

Laor, ex-presidente do Santos FC, foi quem fez de tudo para segurar Neymar no Brasil. Foi ele quem disse que “o torcedor paga para assistir, dentro de campo, um show, não um jogo“.

Havelange, ex-presidente por décadas da FIFA e que transformou a entidade num império, falece após manchar sua história com corrupção e negociatas. Ex-atleta olímpico, deveria, se honesto fosse, ser homenageado com a honraria de acender a pira olímpica. Entretanto, o que se viu dele nos últimos anos, foi um velho que jogou suas virtudes no submundo da ganância.

A propósito, levará ele para o túmulo os milhões roubados?

Faz bem o COI em não homenagear João Havelange com bandeira a meio pau.

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– Árbitros de Nome e sem Nome: Brasil 2×0 Colômbia e São Paulo 0x1 Botafogo

Cuneyt Cakir, o árbitro turco renomado (que dentre outros jogos apitou a final do Mundial entre Corinthians 1×0 Chelsea e outras partidas importantíssimas na Europa) sofreu com a catimba de brasileiros e colombianos na partida válida pela Olimpíada Rio 2016. Ou ele mostrava sua autoridade, ou tentava “administrar” o jogo. Me surpreendi ver um 1o tempo tão conversado e não apitado com jogadores de ambas equipes colaborando para um jogo feio de se assistir e chato para se apitar. Creio que tivemos o menor tempo de bola rolando (em um tempo de jogo) de todos os Jogos Olímpicos desta edição. Tão experiente que é (em especial por apitar jogo brigado como Galatasaray x Fenerbahce), tenha sido tão mole nessa ocasião.

Caio Max Augusto Vieira, árbitro que estreou no Brasileirão da Série A no Morumbi, foi a agradável surpresa na vitória do Fogão sobre o Tricolor. Apitou certinho, fez o be-a-bá muito bem e foi testado demais pelos jogadores. Aliás, o comportamento de jogadores são-paulinos e botafoguenses enchendo o saco do juizão a todo instante é reprovável. Não tem nome mas foi perfeito. Só não sei se no gol de Sassá ele advertiu o atleta com cartão amarelo (como pede a regra, por ter tirado a camisa). Como escrevo no dia dos pais, confesso que não me preocupei em ver a súmula já que as imagens de TV não mostraram.

Na semana em que os FIFAs não apitaram, foi a grata surpresa na rodada.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 0x3 Bragantino. Como foi o árbitro?

Não é “pegar no pé”, mas sim fazer considerações importantes” para a melhora da qualidade da arbitragem.

Na partida em que o Paulista perdeu de 3×0 para o Bragantino, não houve influência do árbitro Douglas Marques das Flores no resultado final, embora sua arbitragem não tenha sido a contento.

Vamos lá:

1- O estado do gramado Jayme Cintra está com alguns problemas. Portanto, correr no seu aquecimento dentro do piso de jogo se faz necessário para reconhecer os pontos falhos. Não vi isso do quarteto de árbitros.

2- A partida começou às 09h57. Ser pontual é estar no horário às 10h00. Não se deve nunca atrasar o jogo, mas adiantar também não.

3- Os pontos fortes do árbitro foram a clara sinalização das suas marcações, bem como a boa postura. Apita de maneira elegante, está em boa forma física.

4- Os pontos negativos:

A- Nas duas primeiras faltas próximas ao gol, o árbitro assinalou a marca da cobrança, fez a barreira e ficou “ligadão” na área, esquecendo de buscar um posicionamento com a bola parada que pudesse observar o cobrador, a barreira e os demais atletas. E se um jogador coloca a mão propositalmente na bola? O juizão não teria visto. Nas demais faltas, corrigiu seu posicionamento.

B- Em alguns momentos, era “encostar” e ele marcava as faltas. Depois resolveu soltar o jogo e quase se perdeu, pois os atletas começaram a entender que contatos mais fortes eram para se paralisar a partida. Posteriormente voltou ao estilo anterior.

C- Jonatan (8) e Kelliton (2), ambos do Bragantino, praticaram 6 faltas cada. Não houve advertência verbal pela persistência. Na 5a falta de Kelliton em Ariel (9 do Paulista), ele devolveu com um pontapé e levou cartão amarelo. Só depois Kelliton foi advertido. Ser mais vibrante em campo é importante para que os atletas tenham temor da autoridade do árbitro e se respeitem.

5- O bandeira Leandro Alves de Souza foi muito bem na partida, sempre atento e marcando uma falta desprezada pelo árbitro e, no final do jogo, flagrando a saída de bola com uso das mãos fora da área do goleiro Rafael Pascoal. Já o bandeira Vladimir Nunes da Silva não foi exigido.

Enfim: há de se dar mais rodagem ao árbitro, pois embora já seja do quadro da CBF, precisa corrigir.

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– O texto das Regras de Futebol está pendente no Brasil?

Muita gente está me questionando se realmente não existe Livro de Regras 2016/ 2017 em Língua Portuguesa.

A resposta é: NÃO, pois a CBF iniciou o Brasileirão sem tê-lo traduzido. Dessa forma, os árbitros têm que, à parte dos informes e circulares nacionais, lerem o original em inglês.

Para quem deseja, a versão oficial da FIFA está disponibilizada neste PDF, no link (clique sobre ele): Livro de Regras 2016 2017 Original

Mas se você quiser especificamente a página 87 sobre a polêmica da mudança de quando ou não se deve expulsar um atleta que impedir uma situação clara e iminente de gol, abaixo:

Texto regra oficial

– Aniversário e Hino do Botafogo, da Ponte Preta, mas…

São times centenários, de uma maravilhosa história.

Ontem foi aniversário da Macaca Campineira, a Veterana. Hoje, da Estela Solitária.

Seus hinos são belíssimos. Como não se empolgar ao ouvi-los? Mas, cá entre nós: o do Ameriquinha-RJ é ainda o que considero mais legal!

Qual o hino que você mais aprecia?

Aqui os dos 3 citados:

– Veremos enfim a quarta-substituição?

Nessa próxima fase do futebol nos Jogos Olímpicos, teremos uma novidade: durante a prorrogação (se ela ocorrer), será possível fazer a 4a substituição, aprovada no último congresso da Internacional Board.

Eu gosto da ideia, mas vou além: por que não permitir que jogador substituído possa voltar a campo mais tarde?

Vale a sugestão.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Bragantino, Copa Paulista, Rodada 8

Para o clássico do interior envolvendo Galo x Massa Bruta, apitará o ranchariense Douglas Marques das Flores, 30 anos, funcionário público.

Seu histórico em jogos do Paulista é ruim: ele apitou a derrota do time contra o Santo André por 2×0 na 4a rodada do Paulistão da A2 em 2015, com ruim atuação na oportunidade.

Naquela feita, comentamos que ele estava tendo uma má gestão de carreira por parte da FPF, lançado muito inexperiente na série A1 (com fraca arbitragem) sem ter apitado na A2, ganhando rodagem em Jundiaí naquele jogo (reveja a análise daquela partida no endereço: http://wp.me/p55Mu0-mE).

Disciplinarmente, ele sabe discernir bem a advertência verbal da advertência com amarelo, mas tecnicamente ainda se atrapalha com trancos legais que viram faltas, marcando todo contato físico. Entretanto, nos jogos do Campeonato Brasileiro Sub 20 e da série C (que tem apitado ultimamente), ele deixa o jogo fluir mais (por conta da recomendação da CBF). Espero ver, in loco, um árbitro com postura melhor e mais experiente para conter a “malandragem” dos atletas.

Leandro Alves de Souza, com boa experiência, será o assistente 1. Vladimir Nunes da Silva, com menor número de jogos trabalhados, o assistente 2. Rodrigo Santos será o quarto árbitro.

Torço para uma boa arbitragem e um bom jogo!

Acompanhe a transmissão de Paulista x Bragantino pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Domingo, às 10h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 09h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

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– STJD é piada! Heber suspenso por 20 dias, mas os demais…

Ok, Heber Roberto Lopes foi suspenso por 20 dias pelo STJD por não ter apitado uma falta a favor do Flamengo contra o Corinthians, deixando de expulsar o atleta Fagner.

E o Dewson Freitas será julgado por não expulsar o Cássio e marcar pênalti contra o Cruzeiro? Pior: Leonardo Cavaleiro que fez horrores em Campinas no jogo Ponte Preta 2×2 Internacional será sancionado pelo órgão?

Fica a pergunta…

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– Ciclos e Gringos no Futebol Brasileiro

Uma reflexão dominical após assistir um pedaço de Santa Cruz x São Paulo e Brasil x Iraque, motivada pela seguinte narração:

De Cueva para Mena, ele cruza para Chaves e gooooooool do Tricolor.

Mas só estrangeiros na jogada?

Cadê os atacantes brasileiros, as revelações da base?

O São Paulo não era celeiro de jovens craques onde brotavam talentos?

Esse cenário se estende ao futebol dos clubes em geral. Perdemos a capacidade de formar e amadurecer os atletas, e isso já se reflete na Seleção.

Quais atletas de hoje jogariam nas Seleções dos anos 80?

A verdade é: o futebol é cíclico. A Inglaterra reinou nos primórdios, mas Copa do Mundo ela só tem a de 66. A mística da Celeste Olímpica dominou o começo do século XX, trocando de posto pela ascensão do Escrete Canarinho, que revezou o reinado com Argentina, Itália e Alemanha. A verdade é: o ciclo acabou. Somos uma Seleção Comum, com uma administração ruim de um presidente sitiado em seu bunker de luxo. Viraremos uma Hungria dos trópicos?

Todos os clubes estão contratando estrangeiros pela carência de bons brasileiros. Será que o aumento do limite de estrangeiros para 5 atletas influenciou tanto?

Isso talvez iniba a formação de jovens, e o reflexo de tudo isso será no futuro das seleções (vide os campeonatos italiano e inglês com poucos atletas natos).

Se for para trazer atletas melhores para elevar o nível técnico, tudo bem. Mas com a economia brasileira em queda, regulamente estamos trazendo jogadores idênticos aos que já temos com algumas exceções. Vide que são em sua maioria argentinos, uruguaios, paraguaios, colombianos e um ou outro equatoriano.

Muda muito, será?

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– O pênalti de Cássio em Ábila: para Amarelo ou Vermelho?

Erro do árbitro parense da FIFA Dewson Freitas no empate de Corinthians 1×1 Cruzeiro. Ábila está no ataque e Cássio vai defender a bola atingindo as pernas do adversário. Pênalti para a raposa, não marcado.

Avalie:

  • Seria para cartão amarelo segundo as novas regras, já que Cássio evitou uma situação clara e iminente de gol dentro da área disputando a bola e praticando jogo temerário,
  • Seria para cartão amarelo pois não foi uma situação tão clara de gol, mas sim uma falta intencional passível de advertência,
  • Seria para cartão vermelho, pois independente de situação iminente ou não de gol, de acordo com as novas regras (e as antigas também), Cássio abandona a disputa de bola e atinge com força excessiva o joelho de Cássio?

Interprete o lance diferente do que o árbitro fez. A propósito, uma boa discussão: o Brasil ainda merece ter o número máximo de árbitros internacionais (10) no quadro da FIFA? Creio que não temos mais material humano para isso.

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– Ratificando ou Retificando o Vermelho de Vanderlei

Já era um assunto de outras discussões e voltou à tona: o lance de expulsão de Vanderlei, goleiro do Santos, contra o América-MG, foi correto DE ACORDO COM AS REGRAS ATUAIS?

Defendi que, de acordo com as novas regras, foi equivocado pois este foi em disputa de bola. No caso recente do goleiro Cássio, do Corinthians, tão polêmico quanto, deveria ser vermelho pois este não foi em disputa de bola, mas no corpo do adversário. As devidas considerações estão no link do meu blog em: http://wp.me/p55Mu0-12k.

Pois bem: esta postagem já estava rascunhada logo após a didática explicação citada, esperando um pequeno debate. Por um simples motivo: dias atrás, entre amigos de arbitragem, falamos sobre a nova regra só valer ou não para a tripla punição, ou seja, em lances EXCLUSIVOS DENTRO DA ÁREA, segundo manifestações de muitos. Dessa forma, se Vanderlei fizesse o que fez dentro da área, deveria-se, a partir desse entendimento, aplicar o Amarelo. Fora da área, como acontecido, Vermelho.

Então vamos ao mea culpa condicional desse humilde ex-árbitro e apaixonado estudioso por regras: houve meu equívoco, onde rEtifico: há o acerto do árbitro já que, se fosse dentro da área, o Amarelo seria aplicado e aconteceria a marcação do pênalti. Como foi fora da área e se marca tiro livre direto, deve-se (como foi) aplicar o Vermelho.

Entretanto…

Digo que meu atestado de erro é condicional pois não estou ainda convencido. Por um simples motivo: continuo entendendo de outra forma e rAtifico minha opinião pelos seguintes estudos da regra:

– No original em inglês, entendo que a situação clara e manifesta de gol com amarelo em disputa de bola e vermelho nas questões de agarrão, uso indevido de mão, conduta violenta e jogo brusco grave INDEPENDEM de ser ou não na área penal. Não consigo achar textualmente a exclusividade da grande área citada (pode ser por descuido meu). A única manifestação oficial foi a da CBF, através do Manuel Serapião Filho. Pesa contra, ainda, o fato da CBF não disponibilizar as Regras em Língua Portuguesa (sim, acredite, os árbitros não tem um livro de regras atualizado em nossa língua). Só há diversas publicações de Manual de Diretrizes com auto-louvação, estatísticas inúteis e guias de vários processos burocráticos para a arbitragem (sempre com Del Nero na contracapa). Mas livro de regras 2016/2017, neca de pitibiriba.

– Se um mesmo lance dentro da área é amarelo, nas mesmas condições, fora da área, seria vermelho (apesar da marcação da penalidade)? Aqui se torna um contrassenso do espírito da regra. Torna-se algo incoerente.

Dessa forma, deixo a livre manifestação aos amigos nesse espaço. Claro, ninguém é absoluto dono da verdade e não viso expor ou impor uma condição, mas ajudar no debate inteligente e, acima de tudo, coerente sobre as Regras do Jogo.

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– Vermelho ou Amarelo para Vanderlei, goleiro do Santos, contra o América?

Se falamos recentemente que o goleiro Cássio do Corinthians deveria ter sido expulso contra o Figueirense em falta fora da área, agora temos que explicar didaticamente porque o goleiro Vanderlei não deveria ser expulso contra o América.

Entenda: a Regra diz que um jogador que cometer falta EM DISPUTA DE BOLA não deverá mais ser expulso se evitar uma situação clara e iminente de gol. Ou seja: em faltas por imprudência e ação temerária que impeçam um gol claro quando se visa a bola não deve-se punir com o cartão vermelho.

Cássio, dias atrás, cometeu falta por jogo brusco graveabandonou a disputa de bola e foi no corpo do adversário. Isso continua sendo Vermelho (bem como um atleta de linha fazer uso das mãos para evitar o gol).

Vanderlei vai na bola, Vitor Rangel prossegue e acaba sendo tocado e derrubado imprudentemente pelas pernas do goleiro, ou seja falta em disputa de bola. Portanto, isso agora é cartão Amarelo.

Para o torcedor comum, pode parecer a mesma situação. Mas para a IFAB, a “dona das Regras”, são dois lances muito distintos: o do Corinthians, gol evitado com jogador visando o corpo do adversário; o do Santos, visando a bola mas pegando o adversário.

Mas algumas questões importantes:

1- O árbitro não estava convicto ou quis uma segunda opinião?

2- Ou ainda: juizão não quis se comprometer sozinho e jogou a “responsa” ao bandeira?

3- Mais ainda: porque houve tanta demora para a decisão? Será que o 4o árbitro soprou na orelha deles a repetição do lance às escondidas após alguém ver o replay na TV?

Tudo leva a crer que a decisão do árbitro (reforçando: equivocada) deveria ser mais rápida. Mas temos que acreditar que todo o tempo perdido foi por discussão calma sobre a cor do cartão a ser aplicado, sem muita preocupação com o relógio

ACRÉSCIMO: Ratificando ou Retificando o Vermelho de Vanderlei à luz das novas regras. Surge um interessante debate que prova: a Regra não é tão clara… Quero a sua opinião em meu blog. Em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2016/08/08/ratificando-ou-retificando-o-vermelho-de-vanderlei/

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– Momentos de Auto Estima Brasileira. Mas voltando ao Planeta Terra…

Todos maravilhados, (inclusive eu fiquei sob efeito do encantamento) com a espetacular cerimônia de abertura dos jogos Olímpicos Rio 2016. Mas que não nos esqueçamos: as obras foram caríssimas, houve superfaturamento da construção das instalações e sobrarão muitos elefantes brancos. Essas coisas serão marcantes também, apesar do show de luzes, alegria e paz assistidos na sexta-feira à noite.

Sinceramente, sem hipocrisia (e olha que sou esportista nato): eu trocaria os Jogos Olímpicos por mais leitos hospitalares e pagamento de menos impostos no dia-a-dia.

O “belo contraditório” do espetáculo foi: nós, brasileiros, pedimos ao mundo: PAZ, RESPEITO SOCIAL E PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

– Estamos fazendo isso?

E não é um azedume, mas uma reflexão:

  • paz nas nossas violentas cidades?
  • respeito entre os diferentes grupos sociais éticos, religiosos e sexuais?
  • preservação ambiental adequada na Floresta Amazônica, no Rio Tietê ou na Baía da Guanabara?

Fica o ponto de interrogação… 

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– Seleção Feminina e Masculina de Futebol, a incomparável Rainha e os “quase-reis”!

Que prazer em torcer para a Seleção Brasileira Feminina de Futebol, não?

Dá muito mais gosto do que a Masculina, em questões de vivacidade em campo e de empatia.

É claro que surgirão comparações das duas estrelas de cada time: Marta e Neymar. Uma é veterana, outro é novato. Mas são incomparáveis não pela idade, mas pelo conceito do que é “responsabilidade e imagem”.

Nos lembremos que a “Rainha Marta” dividia os palcos das premiações internacionais com Ronaldinho Gaúcho, “cracaço” que permitiu o descomprometimento da sua carreira e se tornou um showman em exibições. Nessa comparação, permitida, Marta é muito superior a R10, pois continua se destacando.

A comparação que devemos fazer é: Neymar será protagonista do seu clube como Ronaldinho Gaúcho foi?

Potencial para ser, ele tem. Mas será?

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– China e seus Projetos no Futebol

O Dr José Renato Nalini, nosso conterrâneo jundiaiense e atual Secretário de Educação do Estado de São Paulo, contou em sua coluna dominical no Jornal de Jundiaí sobre seu bate-papo informal com o vice ministro chinês Liu Yandong, que veio prestigiar a Rio 2016.

Após falarem da iniciativa de ensino do mandarim em escolas públicas, o representante da China contou algumas coisas importantes: a meta do país asiático é continuar crescendo 6,5% ao ano, gerando assim 60 milhões de novos empregos anuais, e, fora da economia, querem ser a maior potência do futebol. Para isso, está em curso a primeira de três etapas:

1 – Transformar o futebol como o esporte número 1 jogado e assistido pela população (100 mil novos campos estão sendo construídos para o ensino e prática, sendo metade deles em 5 anos);

2- Sediar uma Copa do Mundo (provavelmente, gastarão muitos sino-dólares para 2026);

3- Vencer um Mundial da FIFA.

E qual a maior referência do futebol aos chineses?

Segundo o premier, ainda é… Pelé! Uma lenda viva que povoa o imaginário dos chineses (à frente de Messi, inclusive para os jovens).

Será que a China alcançará o objetivo de vencer uma Copa? Sediar, sem dúvida, o fará.

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– Os Lances de Gols de Chapencoense 1×1 Palmeiras

Wilton Pereira Sampaio não está tendo sorte nas suas últimas arbitragens. Desta vez, foi prejudicado pelo bandeira 1 Bruno Raphael Pires, além de ser iludido no final do jogo.

Gol da Chape: Kempes está à frente do penúltimo jogador. Portanto, impedimento, em lance difícil (aqui fica a máxima: bandeira bom deve ser vesgo, para enxergar a linha do penúltimo zagueiro e ao mesmo tempo o momento do toque na bola cruzada). Gol irregular.

Gol do Verdão: Cleiton Xavier está no ataque, entra na área e é tocado levemente pelo zagueiro. Ao sentir o contato físico, desaba e o árbitro entra na simulação. Lembre-se: nem todo contato físico é faltoso, e aquele leve toque não causa desequilíbrio. O atacante palmeirense usou de esperteza e se atirou. Errou o árbitro ao marcar o pênalti que resultou em gol.

Enfim, 1×1 em Gols, e por tabela, 1×1 em erros relevantes da arbitragem.

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– Hoje tem Futebol Esporte Show. Contamos com a sua audiência!

E hoje tem Futebol Esporte Show! Com Marcel Capretz, Orlando Gaeta e Rafael Porcari.

Aqui, no SBT – Vtv e TvSorocaba. Tudo sobre o Futebol Nacional e Internacional, além dos times da região. Prestigie!

Campinas e Região: 12h15
Baixada Santista: 12h15
Sorocaba / Jundiaí e Região: 13h15.

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– Alarcón fora? Enfim se mudará a Arbitragem Sulamericana? Ainda sou cético.

Depois que Alejandro Dominguez, o atual chefe do futebol sulamericano (e último presidente da Conmebol a não ser preso) ter anunciado que Wilson Luiz Seneme seria o presidente da Comissão de Árbitros da entidade (vide aqui em: http://wp.me/p55Mu0-LQ), e ele nunca ter exercido de fato o seu poder (relembre isso neste outro link, em: http://wp.me/p55Mu0-SD), a própria entidade escancarou que era “tudo mentirinha”.

Enfim, em nota oficial, a Conmebol comunica que após 30 anos no poder, Carlos Alarcon, o paraguaio envolvido em corrupção, deixará o cargo (que supostamente já havia deixado).

Você acredita que agora é pra valer?

O comunicado pode ser lido abaixo, em:

http://www.conmebol.com/es/carlos-alarcon-deja-la-presidencia-de-la-comision-de-arbitros-de-la-conmebol

CARLOS ALARCÓN DEJA LA PRESIDENCIA DE LA COMISIÓN DE ÁRBITROS DE LA CONMEBOL

Tras más de una década al servicio del fútbol sudamericano desde un puesto clave, el doctor Carlos Alarcón Ríos deja la presidencia de Comisión de Arbitros de la Confederación Sudamericana de Fútbol, CONMEBOL.

El doctor Alarcón Ríos, paraguayo, inició su tarea en el ámbito de la conducción de mundo arbitral en 1986, cuando se integró como miembro de la Comisión de Árbitros de la CONMEBOL y, desde el 1991, formó parte de la Comisión de Arbitros de FIFA, en representación de la Confederación Sudamericana de Fútbol, llegando ser el miembro mas antiguo de esa organización de la FIFA.

La carrera dirigencial del doctor Alarcón incluyó su presencia en 4 Copas del Mundo de la FIFA (Estados Unidos 1994; Francia 1998; Japón-Korea 2002; Sudáfrica 2010 y Brasil 2014).

Carlos Alarcón se encuentra este mes de agosto formando parte de la comisión arbitral de los Torneos de Fútbol de los Juegos Olímpicos de Río de Janeiro 2016. “La presencia en estos juegos olímpicos, junto a mi participación en la reciente Copa América Centenario, conforman el broche de oro a mi prolongada carrera al servicio de la CONMEBOL y del fútbol mundial”, afirmó a conmebol.com el doctor Alarcón Ríos.

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– Caju cometeu pênalti ou não em Santos 0x0 Flamengo? Entendendo a Regra:

Um erro da língua portuguesa poderia estar atrapalhando os brasileiros a entender o que a IFAB quer na interpretação da mão da bola?

Mais um lance polêmico nessa situação, agora na Arena Pantanal. O Flamengo está no ataque, a bola é cruzada e Fernandinho cabeceia a bola que toca na mão do santista Caju, logo a sua frente.

1- Havia tempo e espaço para evitar o contato do braço do atleta do Santos?

2- Bateu sem querer ou ele foi de encontro a ela intencionalmente?

3- Foi um lance de “intenção disfarçada, agindo com os braços de maneira anormal só para tocá-la?

Para mim, acerto do árbitro Dewson Freitas ao não marcar pênalti. Entenda: ali houve movimento natural de impulsão (ninguém pula com os braços grudados ao tronco), não é movimento antinatural de quem pula a fim de tirar proveito intencionalmente para ampliar o espaço e tocar na bola (que é a intenção disfarçada).

Não gosto quando se utiliza o termo “correu o risco ou não” para explicar a jogada, pois isso remete a ideia de imprudência. E a infração do uso da mão na bola deve ser avaliada exclusivamente pela INTENÇÃO (as demais, na regra do futebol, devem ser por imprudência, intenção ou força excessiva).

O mau uso da língua portuguesa no futebol pode ocasionar essa confusão que se faz. Correr risco é ser imprudente. EVITE O TERMO!

Aliás, quem inventou esse termo “correr o risco”? Só vejo a CBF usando. Quem corre risco é imprudente e, insisto, no caso da mão na bola, não é infração.

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– Pelé e a Pira Olímpica

Edson Arantes do Nascimento, o Rei Pelé, nunca disputou uma Olimpíada. Como atleta do século XX e brasileiro de Três Corações, acho justo que ele seja escolhido para acender o Fogo Olímpico.

Só uma questão: ele titubeou dizendo que precisaria negociar com seus patrocinadores e com a empresa que detém sua marca.

Fico na dúvida: isso é real (e sendo assim, desagradável), ou é apenas “charminho” (e dessa forma, aceitável para criar o suspense)?

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– Por quê o Futebol é um “Patinho Feio Olímpico”?

Os Jogos Olímpicos Rio 2016 começarão no próximo dia 05, oficialmente. Mas dois dias antes já teremos partidas de futebol.

Por que tal esporte tem que ser diferente?

Dirão que o calendário é curto e que há muitas equipes. Ora, dever-se-ia otimizar o número de participantes ou datas. É um desrespeito ao Espírito Olímpico que já tenhamos futebol sendo jogado antes da Olimpíada se iniciar.

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– Jesus Cristo no Octógono do UFC?

João Carlos Assumpção, tempos atrás, no Jornal Lance (24/01/2012, pg 32), escreveu sobre o proselitismo religioso no esporte. E na sua coluna semanal, sob o título CRISTO NO OCTÓGONO, falou sobre atletas agradecerem a Deus após suas vitórias no Vale Tudo (MMA): 

O sujeito quebra o maxilar do rival, arranca seu rosto, abre a testa, tira sangue da orelha, faz o adversário cair, e sai comemorando e agradecendo a Jesus, dizendo que o mérito foi dele”.

Concordo com ele. Deus tem coisa mais importante a fazer do que se preocupar com quem vai ganhar uma luta

E você, concorda ou discorda? Deixe seu comentário:

– Qual filosofia o São Paulo vai adotar na escolha do novo treinador?

Há times que tem identidade marcante: o Barcelona é um deles. O Santos, por exemplo, se diz ter “DNA” ofensivo. Mas quem tem distorcido sua imagem ultimamente é o São Paulo!

Ao escolher Osório (e perdê-lo para a Seleção do México), mostrava que era um time de ataque. Depois escolheu um novato bem diferente dele: Doriva, que logo foi demitido. Aí optou por Bauza (que vai para a Argentina), conhecido retranqueiro dos Hermanos.

Com o cargo vago, qual a opção do Tricolor do Morumbi? Manter Pintado (que já está lá), dar continuidade à defensividade de Bauza ou voltar à linha científico-ofensiva de Osório?

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– Análise da Arbitragem de Paulista 0x0 Juventus

Cristiano de Lazzari realizou uma boa arbitragem na partida entre Paulista 0x0 Juventus pela Copa Paulista neste domingo.

Tecnicamente, foi bem. Fez uma boa leitura de lances de vantagem (foram vários, com destaque aos 49 minutos quando Ariel-PFC foi derrubado por Salinas-CAJ e a bola sobrou para Michel). Embora não tenha sido tão exigido, acertou nas marcações ou não de faltas (em especial, soube interpretar a simulação de Ferrinho-CAJ e Ariel-CAJ, ambos no segundo tempo).

Disciplinarmente, razoável, pois deixou de advertir Branquinho-PFC aos 17 minutos por jogo brusco grave e Paulo Vitor-CAJ aos 54 minutos, por matar um contra-ataque com um agarrão. Os demais cartões foram bem aplicados.

Fisicamente, se comportou bem quando teve que correr e se posicionou tão bem quanto.

Sobre a postura, um aconselhamento: precisa estar presente na frente de jogadores que ficam discutindo entre si. Fazer o sinal de “calma” com as mãos, de longe, não é bom (tanto que a falta de advertência verbal foi percebida em vários bate-bocas de jogadores das duas equipes).

O bandeira 1 Eduardo de Souza Neto teve bastante exigência e dificuldades. Nos vários impedimentos, erros e acertos. Mas o ponto crucial foi o desentrosamento com o árbitro: por duas oportunidades, esperou o árbitro definir o que marcar. Além disso, na sua frente Fábio Gomes-PAU roubou a bola com a mão e não auxiliou o juizão como deveria.

Já o bandeira 2 José Paulo Ferreira Mariano marcou vários impedimentos e ajudou o árbitro na marcação de faltas. Sempre atento.

Leandro Carvalho da Silva, o quarto árbitro, ficou ligado nos 90 minutos e deixou o trio despreocupado com o jogo.

Enfim: em nada influenciou a arbitragem na partida.

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– O que você achou da Seleção Olímpica?

Neymar e os “Gabriéis” jogaram muita bola no amistoso do Brasil contra o Japão. Teste para um time Sub 23, com ótima participação de Felipe Anderson também. Claro, sei que o adversário era bem fraquinho, mas…

Honestamente, se Tite quiser, pode usar esse ataque para a Copa do Mundo de 2018. Ou quer me convencer que Hulk, Jonas e outros “dungáveis” jogam mais? E não nos esqueçamos de Douglas Costa que está lesionado.

Confesso que gostei muito da Seleção Olímpica e acho que ela foi bem convocada. Certamente, ela está melhor do que a que jogou a Copa América Centenária. Mas uma observação pertinente: só o Brasil nas Olimpíadas está indo com a força máxima, pois, todos sabemos, o Futebol Masculino nos Jogos Olímpicos é um patinho feio. Portanto, Medalha de Ouro será obrigação!

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– Como justificar a contratação de Pato pelo Villareal?

O time espanhol do Villareal, chamado carinhosamente de “Submarino Amarelo” (em alusão às cores do time e a música dos Beatles) pagou 3 milhões de dólares por Alexandre Pato (mais de R$ 10 milhões de reais).

Perguntar não ofende: se é sabido que o jogador já poderia assinar um pré-contrato e que daqui a 4 meses poderia jogar sem pagar multa contratual (ou seja: DE GRAÇA), qual o motivo da emergencial contratação a tal custo? Os espanhóis aceitaram tal valor pois Pato será titular absoluto na Champions League e será o jogador fundamental?

Eles acreditam mesmo que o atacante que foi um dia eleito “o melhor do mundo sub 21” é craque inconteste e que está apenas em uma má fase ou jogando no clube / posição errados?

Para mim, negócio suspeitíssimo!

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– Neymar se mostra marrento ou mal assessorado?

De mau humor e parecendo mal amado, Neymar foi extremamente marrento na sua entrevista coletiva aos jornalistas durante a preparação da Seleção Olímpica.

Questionado sobre a sua falta de comprometimento (baladas em excesso e outras polêmicas nas redes sociais), declarou, em outras palavras, que “todo jovem que ganha muito dinheiro como ele pode se dar o luxo de fazer isso e que é problema pessoal.

Caramba… não poderia ser mais simpático na resposta?

É claro que o dinheiro é dele e ele faz o que quiser. Mas um atleta profissional de alto rendimento é espelho para os demais atletas e fãs. Tem que tomar cuidado com a exposição e transmitir responsabilidade, pois em qualquer falha, há de ser cobrado.

Com um staff monstruoso, ninguém orientou o garoto que, apesar de ser o craque da Seleção Brasileira, não ganhou nada ainda e deve se blindar para evitar críticas?

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Juventus (Copa Paulista, Rodada 6)

Cristiano de Lazzari, 40 anos, Professor de Educação Física, apitará Galo x Moleque Travesso pela sexta rodada da Copa Paulista.

Com 10 anos de carreira, não creio que seja uma aposta da Federação Paulista para 2017, pois sua idade já não lhe permite sonhar alto no mundo da arbitragem (pois é, a “casa dos quarenta” macula a carreira dos árbitros…). Por ter apitado série A3 e alguns jogos da Copa Paulista, parece-me ser um árbitro regular.

Eduardo de Souza Neto e José Paulo Ferreira Mariano serão os bandeiras. Leandro Carvalho da Silva o quarto árbitro.

Em tese, o jogo é fácil para arbitragem que atua na A3 (todo o quarteto é desta divisão). Desejo assim uma boa atuação dos “homens de preto” e bom jogo para as equipes.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Juventus pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Domingo, às 10h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 09h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

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– O que o tal do Dr Olim tem a ver com a arbitragem?

Questione: o delegado Dr Olim foi nomeado para ser membro do Tribunal de Justiça da Federação Paulista de Futebol.

Tudo muito bem, se percebermos que a entidade está forrada de Coronéis por lá (tática iniciada por Marco Polo Del Nero). Mas, considere: ele ascendeu ao cargo por indicação do SAFESP, que tem direito a indicar um nome.

O que teria o Sindicatos dos Árbitros de Futebol com ele para ser o indicado? Esse nome é de conhecimento e do agrado dos árbitros, ou os juízes de futebol nem sabiam de sua existência?

Vale a reflexão. Entretanto, o presidente da FPF gostou do nome.

Não faço nenhuma ilação com a denúncia levantada um dia pela ESPN sobre Marco Polo conseguir influenciar na escolha de um auditor no STJD-CBF através da ANAF em reportagem recente. Mas muita gente fica com a pulga atrás da orelha e pode até pensar coisa que não deve.

Calma, são entidades distintas, embora, cá entre nós: precisam se oxigenar com novas pessoas. E nada contra o Dr Olim, que é uma pessoa honesta e capaz.

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– Festa Justa e Briga Medieval no título de Campeão da América do Sul

Se dentro de campo o Nacional da Colômbia fez bonito, com um esquema tático moderno, futebol ofensivo e sem dar botinadas (sim, é possível vencer jogando bem, mesmo sendo Libertadores da América), fora dele muita briga: 5 mortos durante as comemorações.

Ô mundo em que não se consegue ter paz nem durante os momentos felizes…

A propósito: faltou um pênalti a ser apitado pelo juizão argentino Néstor Pitana. Em final, não s epode falhar!

Ainda: o que esperar dos colombianos numa provável final contra o Real Madrid no Mundial Interclubes do Japão?

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– Análise Pré Jogo da Arbitragem para XV x Paulista

Para o importante confronto entre Nhô Quim x Galo pela 5 Rodada da Copa Paulista, um árbitro em ascensão estará atuando: Rodrigo Gomes Paes Domingues (que trabalhou sem maiores problemas em União Barbarense 1×1 Paulista no ano passado e Barretos 1×0 Paulista neste ano).

Da safra de árbitros que apitou jogos relevantes na A2 e que teve oportunidades na A1, Rodrigo é o que está melhor vingando. Firme nas marcações, tem um estilo rigoroso. Bom para jogo de “pegada” e disputas mais viris.

Luís Alexandre Nielsen (veteraníssimo e experiente) e Leandro Almeida dos Santos (que atuou várias vezes no Jayme Cintra sem nenhum problema a registrar) serão os bandeiras. Caio da Costa Mello será o quarto-árbitro.

Desejo boa sorte ao quarteto de arbitragem e um grande jogo às equipes.

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– Análise da Arbitragem de Ponte Preta 2×2 Internacional

Nunca vi Leonardo Cavaleiro apitar. Somente o conheço por queixas de clubes contra algumas de suas arbitragens no Campeonato Carioca (mas por aí não vale julgar). Ontem, vendo a lambança no Moisés Lucarelli, assustei! Como foi escalado na série A?

LANCE 1 – No 1o tempo, a Ponte Preta chuta uma bola ao gol e o zagueiro do Internacional se vira de costas para disputar a bola. Mas ele “dá um migué” e ergue os braços para interceptá-la. É a intenção disfarçada, o verdadeiro movimento antinatural dos braços (isso é pênalti, não os de queimada que se vê por aí sendo chamados erroneamente de movimento antinatural). Errou o árbitro. 

LANCE 2 – A bola é chutada de longe e bate dentro do gol colorado – em cima e embaixo. Lance chato, difícil. Vai pra conta da CBF em não querer ficar com os equipamentos de chip na bola deixados pela FIFA depois da Copa do Mundo. Segundo erro grave do árbitro. 

LANCE 3 – Rhaynner entra na área e é interceptado por Paulão. Pênalti para a Ponte Preta, ignorado pelo árbitro que inexplicavelmente não marcou. Pelo seu posicionamento, daria para marcar. Terceiro erro do juizão carioca. 

Três erros dessa magnitude no estádio da Ponte, contra a Macaca, cá entre nós: há de ser corajoso, não?

Enfim: veremos o tal de DVD da Ponte Preta na CBF reclamando da arbitragem (e de maneira justa). mas seria bacana, embora utópico, crer que o Internacional fizesse o mesmo alegando que “reclamamos da arbitragem não só em causa própria, já que fomos beneficiados, mas pelo bem do futebol.

– Qual a cor correta do cartão ao Cássio no empate de Corinthians 1×1 Figueirense

Com as novas mudanças das Regras de Jogo, muita gente está fazendo confusão. Rodadas atrás, na partida Vitória x Internacional, um atleta colorado iniciou o jogo tocando a bola para trás (já que a partir de agora isso é possível). Só que como não estava bem informado, pensou que poderia sair jogando: ou seja, deu o toque para trás e ele mesmo seguiu com a posse de bola. O árbitro FIFA Sandro Meira Ricci viu a irregularidade e, ao invés marcar o tiro livre indireto a favor do adversário, se equivocou e mandou reiniciar a partida. Erro de Direito…

Um erro de jogador e árbitro também aconteceu na Arena Corinthians nesse sábado. O goleiro Cássio impediu uma situação clara e manifesta de gol praticando uma infração contra o corpo do adversário. Após o jogo, ele declarou que sabia que tomaria cartão amarelo por que estudou “a Regra Nova”. O árbitro baiano Marielson Silva errou ao dar tal advertência, pois o Cartão Amarelo deve ser aplicado quando a infração acontece EM DISPUTA DE BOLA. Isso significa que se um jogador cometer uma infração impedindo uma situação clara de gol quando estiver tentando roubar a bola e atingir o adversário, é cartão amarelo. Se ele agarrar a camisa, fazer uso das mãos ou qualquer outra coisa que não seja em disputa de bola, continua sendo cartão vermelho (isso vale para disputas de bola com jogo brusco grave).

Assim, o treinador do Figueirense Argel (acreditem) desta vez tem razão na sua queixa contra a arbitragem.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 1×0 São Paulo. 

Um árbitro com grande potencial. É isso que vi de Daniel Bernardo Serrano, o juiz que apitou Paulista 1×0 São Paulo Sub 23 pela Copa Paulista neste sábado.

Tecnicamente, não foi muito exigido. Mas quando precisou mostrar serviço (decidir situações duvidosas em lances de trancos legais, quedas na área ou faltas interpretativas), deu conta do recado. 

Fisicamente, correu o campo todo, esteve bem posicionado e ficou atento aos lances de contra-ataque. 

Disciplinarmente, precisa melhorar. Os cartões para Rafael Fefo (PAU) e Pedro (SPFC) foram justos pelo conjunto da obra, mas tardios pois mereciam ter sido aplicados em infrações anteriores. Em especial, faltou advertir Branquinho (PAU) por jogo brusco em duas oportunidades. Como a partida estava tranquila (apenas 9 faltas no 1o tempo, de um total de 25 no jogo – sendo 10 delas supreendentemente cometidas por atacantes tentando roubar a bola de zagueiros), pode ter perdido a leitura da partida ou se acomodado. Entretanto, não foi relevante no todo da sua atuação

Duas observações a se corrigir:

1. Em um lance onde o jogador do Paulista estava caído no meio campo por cãibras, sem gravidade, a bola ia saindo “morta” para a linha de fundo em tiro de meta à sua equipe. Porém, o árbitro paralisou a partida desnecessariamente para o atendimento e teve que reiniciar o jogo com bola ao chão dentro da grande área. Por Fair Play, o São Paulo nem disputou a bola. Poderíamos ter uma situação a ser evitada. 

2. No primeiro tempo, uma série de lances ocorreu do lado do bandeira Leonardo Augusto Villa, que acabou cometendo erros de atenção: duas seguidas inversões de laterais claros em pontos cegos do árbitro. No primeiro escanteio do jogo, foi o árbitro que marcou em lance fácil de discernir e o assistente ficou esperando o que marcar. Em impedimentos, foi bem. 

O ponto negativo da partida: torcedores da Organizada do São Paulo acenderam sinalizadores (ao meio-dia), mesmo sabendo da proibição. Fica a pergunta: em número reduzido que estavam, como entraram com os artefatos sem serem vistos pela PM (que proíbe até radinho na arquibancada)?

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x São Paulo (Copa Paulista 2016, rodada 4)

Para o confronto do Tricolor Jundiaiense contra o do Morumbi, apitará Daniel Bernardo Serrano, 30 anos, professor de Educação Física.

O árbitro é jovem, tem batalhado pouco a pouco por seu espaço. Nos seus 8 anos de arbitragem, apitou apenas uma partida pela Copa Paulista em 2015. Neste ano, apitou 2 partidas da Série A2 (foi quarto árbitro em Guarani 0x1 Paulista) e algumas da A3.

Seus bandeiras serão Leonardo Augusto Villa e Luís Felipe Prado Silva, ambos com 8 anos de trabalho (igualmente como o árbitro). Já o quarto árbitro chegou até a apitar a A1 e fará o serviço na lateral do campo: Luís Carlos Ramos Junior.

Desejo boa sorte à equipe de arbitragem e boa partida para os clubes.

Acompanhe a transmissão de Paulista x São Paulo pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Sábado, às 10h30 – mas a jornada esportiva começa a partir das 9h30 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

imagem: site Esporte Jundiaí
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