– Gabriel de Jesus vai embora? Não há como segurar…

Quem conhece a carreira e o dia-a-dia do atacante palmeirense Gabriel de Jesus, sabe o quão responsável o menino é. Goleador, profissional e, acima de tudo, um “garoto de boa índole”.

Em entrevistas, sempre se vê o jogador declarando preocupações em auxiliar a mãe e avesso às farras. Ótimo! Vai ser sucesso na Europa, que é seu caminho irreversível.

Aliás, como segurá-lo no Brasil? O Palmeiras tem propostas altíssimas de Barcelona, Real Madrid, Internazionale e Manchester City.

Ufa! Enfim um atleta brasileiro, que joga aqui, sendo disputado pelos gigantes europeus.

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– Torcedores de Ponte Preta e São Paulo quebram o pau no… SUB20!

Estamos vendo cada vez mais a intolerância e o fanatismo reinando na sociedade. Não é que torcedores organizados de Ponte Preta e São Paulo, motivados pela partida Sub 20 das equipes, promoveram uma guerra no Centro de Campinas?

A Polícia tomou cuidado com as imediações do Moisés Lucarelli, mas mesmo em plena terça-feira útil de trabalho os “profissionais torcedores” arranjaram confusão!

O que fazer? Briga até em Sub 20 à tarde é demais… Um jovem foi espancado e está internado. Abaixo, a imagem da EPTV (afiliada Globo de Campinas) que filmou um outro foco de confusão na Avenida Anchieta (Centro) após o jogo.

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– Neymar fora da Lista dos TOP 10 da UEFA?

Em toda lista de “melhores de algo” sempre haverá alguma restrição ou discordância. Rankings, mesmo quando existem critérios, também geram problemas. Imaginem se a eleição é feita a bel-prazer do votante (com o quesito simpatia interferindo)?

E não é que Neymar ficou apenas na 19a posição dos melhores da temporada 2015/2016 da UEFA?

O único brasileiro da lista é o naturalizado português Pepe. Veja se você concorda se todos estes nomes devem estar à frente do nosso melhor jogador na atualidade (em ordem alfabética):

  1. Cristiano Ronaldo – Real Madrid
  2. Gareth Bale – Real Madrid
  3. Gianluigi Buffon – Juventus
  4. Griezmann – Atlético de Madri
  5. Kroos – Real Madrid
  6. Lionel Messi – Barcelona
  7. Manuel Neuer – Bayern de Munique
  8. Pepe – Real Madrid
  9. Suárez – Barcelona
  10. Thomas Muller – Bayern de Munique

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– Os técnicos sobreviventes do Brasileirão e a falsa ilusão Paulista

Os números são frios e sempre precisamos interpretá-los. No futebol, podem ser perigosos. Digo isso pelos clubes paulistas no Campeonato Brasileiro: dos 8 primeiros, os 5 paulistas da série A estão lá na parte de cima: Palmeiras (1o), Corinthians (2o), Santos (4o), Ponte Preta (7o), São Paulo (8o).

Diante dessa tabela, fica a dúvida: Ressurreição e Superioridade dos times paulistas ou simplesmente fraqueza dos adversários somada às bobeadas dos demais em início de competição?

Que a estrutura dos times grandes de São Paulo está a frente dos demais, parece não existir dúvida. Mas e a qualidade do futebol mostrado, se comparado aos clubes europeus?

Antes, medíamos forças se equilibrando contra os da Europa. Hoje, perdemos para equatorianos e colombianos (vide Libertadores e Eliminatórias).

Outra observação: dos atuais técnicos do Brasileirão da Série A, somente 2 eram treinadores da sua equipe em 2015: Dorival Júnior no Santos e Roger no Grêmio. Se considerarmos a série B, inclua-se Ricardo Gomes no Botafogo e Mancini no Vitória (que subiram de divisão).

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– Os Lances Polêmicos da Arbitragem de Corinthians 1×1 São Paulo

Cinco observações sobre a atuação do árbitro Péricles Bassols:

1) Pênalti a favor do São Paulo: marcação correta e não precisa dar cartão amarelo ao corintiano (é a chamada “faltinha”, imprudente, infantil, sem advertência).

2) Cartão ao Cuevas por comemoração de gol: se deve dar o Amarelo por incentivar a violência. Passar com dedo do meio em riste a uma torcida adversária merece ser punido. Mas “colocar a mão na orelha” é exagero do árbitro.

3) Gol do Corinthians: Romero está em impedimento passivo, ou seja: está em posição de impedimento, mas não impedido. Estaria em impedimento ativo e deveria ser sancionado se atrapalhasse o goleiro Dênis, se atrapalhasse alguém na jogada ou se tocasse na bola. Nessa, acertou o bandeira (não é lance para o árbitro).

4) Bateu na mão, marca-se falta. É a famosa Regra 12B, uma invenção brasileira criada, regra tupiniquim.

5) Repare o seguinte: Danilo, veterano, percebeu a fragilidade do árbitro e começou a querer apitar. Está certo o jogador, aproveitando a situação. Errado está quem deu o escudo a FIFA à ele.

Importante: nessa semana, as novas orientações da Comissão de Árbitros da CBF foram exigidas. Conheça-as, em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2016/07/17/o-pacote-de-orientacoes-da-cbf-aos-arbitros-para-as-proximas-rodadas/

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– O Pacote de Orientações da CBF aos Árbitros para as próximas rodadas

Está vendo árbitros muitos rigorosos?

Sabia que a CBF pediu rigor máximo para os jogos desta rodada em diante?

Junto com um texto de auto-louvação, determinou o seguinte (abaixo, extraído do site CBF.com):

CBF ENVIA PACOTE DE ORIENTAÇÕES AOS ÁRBITROS

Quando entrarem em campo para trabalhar neste fim de semana, os árbitros brasileiros já terão recebido as novas orientações da Comissão de Arbitragem da CBF. Um conjunto de dicas foi passado para reforçar a aplicação da regra e melhorar a qualidade do jogo para o público no estádio e os torcedores que assistem pelas transmissões de TV.

O trabalho da Comissão de Arbitragem, que vem contando com boa assimilação por parte dos árbitros e mudança de postura dos jogadores, tem alcançado resultados positivos. O tempo médio de bola rolando nos jogos do Brasileirão apresenta um aumento gradativo: 52’27 em 2014, 54’05 no ano passado e 55’40 este ano.

Considerando as 14 primeiras rodadas do campeonato, o número de partidas com mais de 60 minutos de bola rolando deu um salto superior a 500% em dois anos: de 8, em 2014, para 42 este ano, passando por 20 em 2015.

– Nossa meta é ajudar a melhorar o jogo para todos, dentro e fora de campo. É importante terminar com alguns mitos que acabam sendo criados e absorvidos pela opinião pública. Não existe essa lenda de que a CBF orienta para não marcar falta. Se há 20, 50, 100 ou 200 faltas num jogo, todas devem ser marcadas. Outro ponto importante é a questão da conversa. Claro que jogador pode falar com o árbitro. Não pode é extrapolar – explica o presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Sérgio Corrêa.

Confira as orientações enviadas pela CBF aos árbitros.

NÃO SE DEVE ACEITAR, EM HIPÓTESE ALGUMA:

1 – Rodinhas de jogadores reclamando.
2 – Dedo em riste.
3 – Gritaria no ouvido.
4 – Jogador pedindo cartão para o adversário.
5 – Simulação.
6 – Treinador gesticulando para jogar a torcida contra a arbitragem.
7 – Reclamações flagrantes contra o árbitro assistente.
8 – Integrante do jogo “mandando” o árbitro consultar o assistente. 

ATENÇÃO PARA:

1 – Bola no local correto para a cobrança do escanteio (tiro de canto).
2 – Laterais cobrados muitos metros à frente do local em que a bola saiu.
3 – Goleiros demorando mais do que 6 segundos para recolocar a bola em jogo.
4 – Agarra-agarra na área.
5 – Na arquibancada, apenas faixas que incitem a violência não são permitidas.

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– Corinthiano ou Corintiano?

Se quem nasce na Bahia é baiano (e não bahiano), quem torce para o Corinthians é, logicamente, corintiano (sem Th). A explicação é que na língua portuguesa não existe o dígrafo Th, embora ele exista em nomes próprios estrangeiros (mas não deve existir em seus adjetivos e outras nomenclaturas).

A explicação, abaixo, do renomado Prof Pasquale,

Em: http://www.meutimao.com.br/forum-do-corinthians/bate-papo-da-torcida/3475/corinthiano_ou_corintiano

CORINTHIANO OU CORINTIANO?

Essa foi uma dúvida que me perseguiu durante muito tempo, até que, há alguns anos atrás, por acaso encontrei a resposta do professor Pasquale na internet.

Em termos gramaticais, o correto é CORINTIANO, sem H.

O professor Pasquale Cipro Neto explica:

‘Em 1943, houve uma reforma ortográfica que, entre outras alterações, eliminou a letra ‘h’ de uma série de palavras. Por se tratar de nome próprio e para preservar a tradição, foi mantido o ‘h’ no nome da maravilhosa ‘Bahia’. O adjetivo, que não é nome próprio, não goza do mesmo benefício e segue o que é padrão para as demais palavras da língua. Quem nasce na Bahia, portanto, é ‘baiano’, sem ‘h’. Situação semelhante ocorre com o adjetivo relativo ao Corinthians, popular equipe de futebol. O adjetivo é ‘corintiano’, sem ‘h’.’ 
Explicando melhor, o dígrafo ‘th’ não existe na língua portuguesa. ‘Corinthians’, por se tratar de um nome próprio, teve o ‘h’ mantido, porém, qualquer palavra derivada dele – corintiano, corintianismo etc – não deverá ter o ‘h’.

Outra explicação, mais completa, vem da professora Isabel Sobreira:

‘A professora de língua portuguesa, Isabel Sobreira, afirma que o nome próprio pode ser escrito da forma que quiser, já os adjetivos, não. Eles devem seguir as Normas Ortográficas, segundo o Acordo de 1943.

“Não temos dígrafo th. Temos: nh, lh, ch. Agora, tradicionalmente o nome vinha assim…”, explica Isabel.

“Na língua portuguesa temos dezessete dígrafos (duas letras representando um único som). Os dígrafos ch (chave), lh (malha) e nh (manhã), além de an, en, in, on, un (ando, vendo, vindo, onda e mundo), rr, ss, sc (carro, passo, nascer), qu, gu (querido, guitarra) etc.

Não temos, portanto, th. Em Corinthians, respeita-se a grafia dos nomes próprios, assim como Luís, Luiz, Wanderley, Vanderlei, Matheus, Mateus, Bahia, Jahu etc.

Agora, escrever dentro da norma culta, obedecendo às Normas Ortográficas, as palavras derivadas desses substantivos seguem às Normas: corintiano, baiano, jauense…”, finaliza Isabel Sobreira.’

Fonte: http://www.donasdabola.com.br/2012/09/19/responda-rapido-corintiano-ou-corinthiano/

Mas… Isso não significa que seja um crime escrever ‘corinthiano’, o que é feito em decorrência da tradição.

Particularmente, escrevo ‘corintiano’ em respeito à regra gramatical, muito embora ache muito mais adequado, em termos futebolístico, ‘corinthiano’.

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– Uma final surpreendente de Libertadores da América

Diga o que quiser: antes do início da Libertadores, NINGUÉM imaginaria que um colombiano contra um equatoriano fariam a final da Copa Libertadores 2016.

Pelas campanhas, a final é justa. Afinal, o Nacional de Medelim joga um futebol bonito, ofensivo, a lá Brasil dos anos 80. O Del Valle é uma espécie de São Caetano local, sem tradição na disputa mas que fez jus dentro de campo (além da simpática ação solidária para os desabrigados do terremoto recente no Equador, doando a renda das partidas).

Fica a observação: São Paulo x Boca Júniors seria um jogo espetacular pela grandeza das equipes, mas decepcionaram muito!

Novos tempos do futebol?

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– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Red Bull x Paulista

Ufa! Enfim a bolinha desencantou.

Se reclamávamos de que nas duas rodadas iniciais tínhamos árbitros sem destaque em jogos do Paulista FC (enquanto nas outras partidas eram juízes mais experientes), a coisa virou: somente em Red Bull x Paulista (sábado, 15h, Moisés Lucarelli) teremos árbitro de A1, enquanto que nas outras partidas teremos árbitros menos gabaritados.

Apitará Cássio Luís Zancopé, auxiliado por Fausto Viana Moretti e Marcos Sehnem. José Roberto Marques será o quarto-árbitro.

Zancopé corre bastante (aliás, uma curiosidade: é ciclista de pedalar por horas a fio!) e sabe deixar o jogo correr sem perder o controle da partida. Moderado na dose certa no rigor com os cartões, deve levar a contento a partida.

Espero um bom jogo e uma boa arbitragem!

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– Análise da Arbitragem de Nacional 2×1 São Paulo

Sou sempre a favor de que as equipes de futebol profissionais tenham especialistas em todas as áreas. Assim, de massagista à médico, de psicólogo à assistente social e de treinador à consultor de arbitragem, a busca pela excelência deve ser total. Afinal, altos valores financeiros estão envolvidos no esporte como business.

Equipes sub 15 e sub 17 não tem “Professores de Regras de Futebol” (cujo ofício exercem). Os adultos, pouco se importam em estudar as características dos árbitros. Se a situação fosse diferente, seria sabido que clubes como Boca Jrs e tantos outros são fortíssimos nos bastidores. Ou até mesmo times como o Nacional de Medelim, que ganhou o “Atlético” no nome para não remeter o passado da força do mega traficante Pablo Escobar e seu nefasto cartel (que financiava o mesmo time).

Faço essa introdução para lembrar que nas duas partidas o São Paulo FC poderia ter evitado erros contrários dos árbitros. Vide:

1- No jogo de ida, o argentino Mauro Vigliano (com apenas 3 anos de FIFA) apitou o jogo no Morumbi. Com fama de ser rigorosíssimo disciplinarmente, era criticado por “fáceis cartões vermelhos”. Esse mesmo árbitro foi suspenso da AFA a pedido de Maurício Macri, então dirigente do Boca Jrs e atual presidente da Argentina, por erros contra sua equipe. Ficou “devendo uma” ao time do Bombonera. E alertamos isso em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2016/07/06/o-polemico-arbitro-que-apitara-sao-paulo-x-atletico-nacional/

2 – No jogo de volta, o chileno Patricio Polic (que já havia sido suspenso por suspeita de corrupção na arbitragem e com histórico de que nunca o time visitante consegue vitória em seus jogos), estava escalado mesmo sem ter um apitado jogos importantes e sendo suscetível a pressão. Aqui, o alerta foi mais sério, e também escrevemos sobre ele em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2016/07/12/analise-pre-jogo-do-arbitro-de-atletico-nacional-x-sao-paulo/

Por fim, sem a fama de ser um bom árbitro mas com repentes constantes de Carlos Amarilla ou Ubaldo Aquino, o juizão influenciou decisivamente a partida na Colômbia na noite de 4a feira.

LANCE 1 – Borja é lançado em profundidade e a recebe em posição duvidosa. Circula uma imagem na internet na qual parte do tronco está a frente do pé de Lugano (na linha de impedimento, você avalia as “partes do corpo que você pode jogar”, ou seja, não se leva em conta as mãos e braços). Errou o bandeira 2 Christian Schiermann em lance de altíssima dificuldade (nesse ítem, não dá para ser crítico).

LANCE 2 – Aos 47 minutos do 1o tempo, estando 1×1, Hudson recebe passe de Michel Bastos, está dentro da área, de frente para o gol e é derrubado por Bocanegra, que o trava no pé de apoio e ainda o empurra com o braço direito nas costas. Não havia motivo para simulação e o lance nem duvidoso era. Polic não marcou, aparentemente, porque não quis. E Centurion ainda foi advertido por Amarelo pelas reclamação (que, cá entre nós, não foi excessiva). Erro grosseiro da arbitragem.

LANCE 3 – Aos 30 minutos do 2o tempo, outro lance muito polêmico: a bola é cruzada e Carlinhos, dentro da área a curta distância salta para interceptá-la. Estando de costas, a bola bate em seu braço que está um pouco aberto. Aqui muitas considerações:

  1. Se você considerar intenção deliberada e achou que o braço estava excessivamente estendido, aberto, desejando tocá-lo na bola, é pênalti.
  2. Se você considerar que é impossível pular de braços fechados e o toque é mera causalidade de jogo (foi sem querer), não é pênalti.
  3. Se você considerar que ele foi imprudente em pular com os braços que estavam moderadamente abertos, não é pênalti, já que não se pode marcar imprudência em lances de mão na bola (não existe o “correr risco de por a mão na bola”, como se diz para faltas por carrinho).
  4. Se você considerar que o salto foi com os braços se movimentando de maneira antinatural e disfarçadamente ele tem a intenção de por a mão na bola, aí é pênalti.

O certo é que nesse terceiro lance polêmico, o árbitro estava em um lado cego, encoberto pelo corpo do são-paulino e não viu nada. Quem marcou foi o assistente 1 Marcelo Barraza.

Por fim, após muita confusão, aos 33 minutos do segundo tempo, Lugano foi expulso por segundo amarelo juntamente com Michel Bastos por reclamação. Mas o confuso árbitro avisa que é Wesley, e não Michel Bastos, quem recebera o Vermelho junto com o uruguaio. Nesse momento, percebe-se claramente que o árbitro estava mais do que perdido: sedento para acabar o jogo.

Lembrando: Wilson Luís Seneme está na Comissão de Árbitros da Conmebol mas não tem poder de decisão. Fala-se à boca pequena que Carlos Alarcón, o reconhecidamente gângster ex-presidente da Comissão, continua mandando normalmente.

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– A Olimpíada de 2016 acontecerá no Rio ou na Amazônia?

Viram o polêmico vídeo da poderosa rede inglesa BBC sobre os Jogos Olímpicos no Brasil?

A emissora mostrou animais praticando esportes, em meio a uma densa floresta, em um típico cenário amazônico. Nos últimos segundos se vê o Corcovado e a praia, como se Copacabana fosse do lado de Manaus.

Será que ninguém falou ao diretor da BBC que o Brasil não é “mata selvagem” apenas? Que não encontrarão chipanzés andando no calçadão carioca à beira mar?

É essa a imagem que muitos têm do nosso país no exterior: a de mato absoluto!

Assista (apenas 1’30”) em: https://www.youtube.com/watch?v=EkRVqn5gZJY

– Análise Pré-Jogo do Árbitro de Atlético Nacional x São Paulo

O trio de arbitragem para Atlético Nacional-COL x São Paulo-BRA é chileno e será formado por Patricio Polic como árbitro central, tendo Marcelo Barraza e Christian Schiemann como assistentes.
Patrício é professor de Educação Física, tem 43 anos, é descendente de família croata.

Tempos atrás (2003), Patricio foi suspenso por 8 meses por suposto favorecimento deliberado em péssima arbitragem na fase preliminar da Copa Sulamericana, na partida entre Provincial Osorno x Universidade Católica (veja a confusão que ele arranjou em: https://www.youtube.com/watch?v=4VIWhGNdrdg).

Ele saiu e voltou do quadro da FIFA. Desde 2010, seu retorno definitivo, apitou poucos jogos da Libertadores da América. O time visitante dificilmente ganha com ele (vide seu histórico).

Neste ano, apitou a Pré-Libertadores (Huracan 1×0 Caracas), e outras 3 partidas: Trujillianos 2x 1 Strongest, Huracan 0 x 0 Atlético Nacional e Pumas 2 x 0 Táchira. Nas 4 partidas, mostrou 19 Cartões Amarelos e 3 Vermelhos.

Em 2015, só apitou 1 jogo: Huracan (de novo) 3 x 1 Cruzeiro, em 2014 apitou 4 partidas, em 2013 apitou 3 e em 2012 apenas 2. Não apitou nada em 2011.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 3×1 Ituano

Embora tenha torcido para uma grande atuação, não gostei do trabalho do árbitro Leomar Oliveira Neves na manhã de domingo no Jayme Cintra.

Foram 4 vantagens perdidas: duas no 1o tempo, duas no 2o, nas quais os atletas sofreram faltas em ambas e a bola sobrou limpa para o contra-ataque (3 a favor do Paulista e 1 ao Ituano). Inverteu duas faltas (1 para cada equipe). E outros “errinhos” evitáveis.

Na sua última atuação, eu havia dito que ele tinha “soltado” o jogo demais e não conseguiu segurar a partida posteriormente. Desta feita, segurou demais… Aos 9 minutos, por exemplo, numa simples falta de Fábio Gomes ele aplicou Cartão Amarelo. Foi excessivo, assim como o de Kennedy (embora, cá entre nós, foi criterioso).

Demonstrando ótimo condicionamento físico, foi lúcido ao não marcar pênalti na simulação de Ariel e mandou o jogo seguir. Só que cometeu dois pecados:

1- aos 73 minutos, Luís Henrique (PAU) foi agarrado e derrubado por Léo (ITU) dentro da área, e ele nada marcou. O zagueiro parou esperando o pênalti e, ao perceber que nada foi marcado, voltou a disputar a bola com o jogador do Paulista caído. Erro grosseiro.

2- aos 89 minutos, Kennedy (ITU) levou um pontapé de Branquinho (BRA), em cima da linha. Mas Leomar entendeu que foi fora da área. Errou de novo, e o técnico do Ituano Vinícius Bergatini ficou possesso.

Boa participação do assistente 1 Alex Alexandrino e excelente atuação do assistente 2 Fernando Afonso, com precisas marcações de impedimento e sempre atento na marcação de faltas auxiliando o árbitro central.

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– Quem escalou Wilton Sampaio para Palmeiras x Santos?

O mundo do futebol é cheio de coincidências. Ou não?

Em todos os clássicos paulistas no Brasileirão, árbitros do Estado de São Paulo foram escalados até agora. Nos clássicos de outros estados, árbitros de fora da Federação de origem.

Eu havia destacado o excesso de jogos de Raphael Claus. Já o ex-árbitro Sálvio Spinola bateu forte sobre esse critério de “árbitros locais” nos sorteios de SP.

E não é que, na sequência, isso mudou?

O goiano Wilton Pereira Sampaio (que não vem atuando bem, embora seja da FIFA) foi sorteado para Palmeiras x Santos nesta 3a feira.

A bolinha do “globinho da sorte” é populista e tem escutado as massas…?

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– A decepção de Clattenburg na Final da Eurocopa entre Portugal x França

De novo, não gostei da arbitragem do inglês Mark Clattenburg. E olha que ele tem “bom cartaz” na UEFA. Foi Clattenburg quem apitou a decisão da Champions League entre Real Madrid x Atlético, criticado por mim na oportunidade (vide as falhas do juizão em: http://wp.me/p55Mu0-Ws).

Dessa vez, não coibiu a contento a intimidação dos franceses com faltas mais viris em Cristiano Ronaldo (no pouco tempo em que ele esteve em campo). Pior: no final da partida, no segundo tempo da prorrogação, um atacante português colocou intencionalmente a mão na bola e ele marcou mão do zagueiro francês, resultando numa falta que bateu na trave!

Já imaginaram se essa bola entra e decide o jogo? Estaríamos contestando até agora o triunfo dos nossos irmãos lusitanos. E olha que lá na Inglaterra os árbitros são profissionais (provando que, acima de tudo, o árbitro precisa de competência).

Sobre o título de Portugal: pelo jogo final, empolgante pelo fato do drama vivido por Cristiano Ronaldo e sua vibração, justo. Mas não nos esqueçamos: apesar da heroica conquista, a Seleção Portuguesa fez uma pífia campanha…

Lembrete: Portugal possui as grandes universidades de futebol na Europa, e são pioneiros em estudar o esporte como ciência. Os frutos estão sendo colhidos…

Curiosidade: há 18 anos, um outro Ronaldo, que também falava português, que também usava a camisa 9, que também estava em uma decisão contra a França, que também estava no Estádio de France, também se contundia no 1o tempo… Que ironia! É muito “também” coincidente entre Cristiano Ronaldo-2016 e Ronaldo Fenômeno-1998!

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– A Seleção dos Jogadores de Futebol Devedores ao Fisco Espanhol

A Receita Federal da Espanha está fiscalizando sem dar moleza os jogadores de futebol. Nestes últimos dias, divulgou-se que Messi foi condenado por sonegação e Neymar teve o caso arquivado (na verdade, seu clube, o Barcelona, assumiu a conta).

Mas veja que interessante: segundo a Revista Época (ed 04/07/2016, pg 15), ao final do 1o Semestre de 2016, os devedores (recentes ou atuais do Real Madrid e Barcelona) formariam uma Seleção! Veja suas dívidas (em milhões de euros):

1- Casillas (2,0)

2- Daniel Alves (1,3)

3- Sérgio Ramos (1,8)

4- Piqué (2,4)

5- Mascherano (1,5)

6- Xabi Alonso (2,0)

7- Iniesta (1,8)

8- Xavi (1,5)

9- Suárez (0,3)

10- Messi (4,1)

11- Neymar (45,0)

DT – José Mourinho (2,0)

É muito dinheiro, não?

Não seria mais fácil, já que ganham tanta grana com em seus clubes e patrocínios, pagarem os impostos e assim ter tranquilidade?

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– 2 anos do 7×1. E o que mudou?

Hoje faz exatamente 2 anos que a Seleção Brasileira foi humilhada e perdeu para a Alemanha por 7×1 na semifinal da Copa do Mundo.

Que os alemães eram melhores, tudo bem. Mas levar 7 em casa, e do jeito que foi, aí não tem desculpa.

Tenho certeza que tal vexame nos fez esquecer a perda da Copa de 50. Superamos um trama com outro pior!

E o que mais assusta é o fato dos cartolas serem os mesmos, a estrutura idem e, por incrível que possa parecer, Neymar, que era a referência única, continua solitariamente tendo o mesmo fator de protagonismo…

Será que o 7×1 foi pouco para que existam mudanças de fato?

Talvez ficar fora de uma Copa do Mundo, não se classificando pelas Eliminatórias, seja o nosso ápice de incompetência e o start para as mudanças começarem de verdade.
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– Análise Pré Jogo da Arbitragem de Paulista x Ituano (Copa Paulista)

Leomar Oliveira Neves, 36 anos, apitará o confronto dos Galos de Jundiaí e Itu. Ele apitou Paulista 2×0 Guaratinguetá em 2015, foi 4o árbitro na A2 neste ano (Paulista 1×4 Bragantino) e apitou o Sub 20 do Galo no último final de semana (Paulista 1×8 Ponte Preta).

O árbitro tem como características: correr bastante (é muito bem preparado fisicamente), deixar o jogo fluir (e às vezes se perde ao não marcar faltas reais confundindo com as faltas forçadas) e ser regular na aplicação de cartões.

Seus bandeiras serão o experiente Alex Alexandrino e o jovem Fernando Afonso Gonçalves de Melo. Leandro Camargo da Silva será o 4o árbitro.

Desejo um bom jogo às equipes e boa arbitragem ao quarteto!

Acompanhe a transmissão de Paulista x Ituano pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Domingo, às 10h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 9h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

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– O esquema de manipulação de resultados na A2 e A3 da FPF na Operação Game Over

Um esquema de apostas esportivas em sites da China, Indonésia e Malásia, composto por brasileiros, foi deflagrado pela Polícia Civil hoje. Envolve clubes, treinadores, jogadores e agentes das séries A2 e A3.

Provavelmente, teremos mudanças no rebaixamento das duas séries do Paulistão, caso se confirme o envolvimento mais sério / participação das agremiações.

Abaixo, extraído do GE: http://globoesporte.globo.com/sp/futebol/noticia/2016/07/policia-cumpre-11-mandados-de-prisao-contra-apostadores-em-sp-rj-e-ce.html

POLÍCIA PRENDE SETE PESSOAS EM OPERAÇÃO CONTRA APOSTADORES

A Polícia Civil prendeu na manhã desta quarta-feira sete pessoas, em operação para desmantelar uma quadrilha de apostadores que manipulava resultados de partidas de futebol. No total, são dez mandados de prisão temporária e dois de busca e apreensão, em investigação comandada pelo Drade (Delegacia de Polícia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva).

A Operação Game Over tem alvos em São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará. As prisões foram efetuadas na capital paulista, em São José do Rio (SP), Bauru (SP) e Maracanaú (CE). Carlos Luna, goleiro que atuou pelo América-SP em 2015 e atualmente está sem clube, é um dos presos, acusado de fazer aliciamento aos jogadores.

Os suspeitos atuavam, principalmente, em jogos de divisões inferiores, como as Séries A-2 e A-3 do Paulista. No começo do ano, jogadores do Barueri denunciaram um esquema para que o time fosse derrotado pelo Rio Preto na terceira divisão de São Paulo.

A investigação durou nove meses e apurou que o placar era manipulado para beneficiar apostadores asiáticos, que faziam apostas pela internet. A propina para pagar os técnicos e jogadores vinha de bolsas de apostas da Indonésia, Malásia e China. Nenhum dos acusados é estrangeiro.

O esquema era chefiado por um agenciador carioca e um ex-jogador de futebol que atuou na Indonésia. Em São Paulo, a Polícia Civil realizava escutas telefônicas desde outubro do ano passado, pelo menos, quando instaurou inquérito sigiloso para investigar as denúncias.

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– O Polêmico Árbitro que apitará São Paulo x Atlético Nacional

O árbitro argentino Mauro Vigliano (auxiliado por Juan Belatti e Gustavo Rossi) apitará o importante jogo entre São Paulo x Atlético Nacional. Ele é natural de La Plata, tem 40 anos de idade e apenas 6 anos trabalhando na 1a divisão argentina. Está no quadro da FIFA há 3 anos. É considerado rigoroso e gosta de aplicar cartões amarelos por reclamações. Costuma ser muito criticado em suas atuações. Não titubeia em aplicar cartões vermelhos (e uma das queixas dos hermanos é que no campeonato local as expulsões são constantes em seus jogos). A questão é: sobre o comando de Carlos Alarcon, envolvido nos escândalos da arbitragem da Conmebol, seu estilo é diferente: apitou somente 3 jogos, aplicou 16 Cartões Amarelos mas nenhum Cartão Vermelho (a última partida arbitrada: Independente Del Valle 2×1 Pumas).

Em seu primeiro ano como árbitro FIFA (2014), apitou um polêmico Boca x River que acabou em confusão, sendo suspenso pela AFA. Na época, Mauricio Macri (o atual presidente argentino e ex-dirigente do Boca) pediu sua eliminação do quadro de árbitros. Vigliano foi suspenso por muitas rodadas.

Curiosidade: Mauro é filho de Jorge Vigliano, árbitro dos anos 80. Seu irmão Paulo Vigliano apita na segunda divisão argentina. Muitos creditam a carreira dos dois à influência do pai em casa e na AFA.

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– Por quê Heber não expulsou Fagner no lance de Ederson?

Muitas reclamações do Mengão contra a arbitragem de Heber Roberto Lopes na Arena Corinthians.

Ainda no 1o tempo, Ederson está com a posse de bola e Fágner dá um carrinho por trás para atingi-la. É infração, pois para alcançar a bola atinge o adversário. Na linguagem dos juízes de futebol, é falta por força excessiva e Cartão Vermelho (já que atinge a bola e o jogador).

Alguns poderão dizer que não atingiu o jogador mas sim exclusivamente a bola. Discordo, mas se o leitor interpretou dessa forma, é “falta por ação temerária e Cartão Amarelo”, pois se configuraria a chamada tesoura.

As duas únicas interpretações que não poderiam ser utilizadas eram: falta por imprudência (que não requer cartão algum) ou jogada limpa (que foi a leitura de Heber). E tal erro resultou nas reclamações do treinador Zé Ricardo que foi expulso.

A preocupação maior é: o número elevadíssimo de treinadores expulsos, sendo que a maioria tinha razão em suas queixas. Seria uma certa confusão entre autoridade e autoritarismo dos árbitros?

Me pesa ver que há um certo orgulho da CBF em dizer que o número de faltas diminuiu no Brasileirão e o tempo de bola rolando aumentou. Pudera, as faltas reais não estão sendo marcadas… Ainda: que fase do Heber! Depois da má atuação na final da Copa América, outra arbitragem discutível.

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– As reclamações de Ponte Preta 1×0 São Paulo procedem?

Muitas queixas do Tricolor Paulista sobre a arbitragem de Vinícius Furlan contra a Macaca a respeito de jogar uma partida quase que inteira com 1 jogador a menos. Vamos à análise do lance?

Aos 8 minutos de jogo, Matheus Reis (SPFC) vai dividir a bola de maneira temerária e atinge a perna de Mateus de Jesus (AAPP) com o bico da chuteira. Na regra do jogo, é a clássica Advertência (Lembre-se: em Falta Imprudente não há cartão; Temerária é Amarelo e Força Excessiva é Vermelho). O são-paulino recebe corretamente o Cartão Amarelo e o ponte-pretano fica fora de campo para ser atendido. O treinador Eduardo Baptista reclama e, antes da “teórica permissão” do reinício de jogo, o árbitro vai “reavaliar” sua decisão indo verificar a gravidade da contusão. Na sequência, cancela o Amarelo e aplica o Vermelho.

Pode fazer isso?

Sim, pode (mas não digo que a decisão foi correta, pois não sei se ele houvera pedido ao jogador ponte-pretano para esperar a cobrança da falta, já que ele não precisa esperar permissão daquele tipo de falta  – e se não fez o pedido, foi erro de direito). É possível mudar uma decisão técnica ou disciplinar, desde que não seja reiniciada a partida (e naquele momento Vinícius está de costas ao reinício).

A dúvida principal que fica no ar é: Vinícius Furlan resolveu verificar de novo a contusão (mesmo não sendo médico)…

1) Por que o quarto árbitro Márcio Henrique de Góes o chamou? Se foi isso, é válido.

2) Por que teve uma preocupação em conferir a decisão que lhe trazia dúvida por iniciativa própria? Se foi isso, é válido também.

3) Ou tomou a decisão após os berros do treinador da casa? E se foi isso, é lamentável.

Por fim, sinceramente, creio que houve equívocoEra lance para Cartão Amarelo e é inaceitável que o árbitro vacile de tal forma na decisão. Que respire fundo antes de aplicar um cartão e tenha que corrigi-lo. Ademais, ao ir de encontro ao atleta fora do campo, na frente do banco que reclama, deixa a impressão de que aceitou pressão. E não se use o argumento de que havia sangue, pois, se fosse assim, todo atleta que sangrasse em divididas teria que fazer o adversário levar o Cartão Vermelho (não se esqueça que o futebol é um esporte de contato físico). Para o azar de Furlan, o torcedor do SPFC não esquece a sua má arbitragem contra o Palmeiras em que ele expulsou Rafael Tolói também no começo da partida (vide a análise daquela arbitragem em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2015/03/26/entendendo-as-expulsoes-de-palmeiras-3-x-0-sao-paulo-corretas-ou-nao/).

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– A Renovação de Neymar com o Barcelona. Foi boa para ambos?

Neymar renovou seu vínculo com o Barça até 2021. Havia a forte concorrência do Paris Saint-Germain, mas o brasileiro optou por permanecer na Catalunha.

Fez bem?

Talvez. O ponto positivo é que já está habituado na Espanha e com o time, além de ser bem entrosado com seus colegas de clube. O ponto negativo é que no PSG seria protagonista imediato e que estando no Barça aguentará o Fisco Espanhol em seu pé.

O detalhe que me chamou a atenção é que ele terá multa contratual progressiva. No começo, é aproximada em 200 milhões de euros, atingindo o auge de 250 mi ao final do contrato. Sim, o modelo diferente pode ser uma demonstração de que os dirigentes considerem que nesse momento Neymar será o número 1 e a carreira de Messi esteja começando a fase decadente.

Confesso que eu preferia vê-lo na França. Mas imagine o quanto tudo isso não foi negociado e quão grande são as cifras…

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– Contamos com a sua audiência!

E hoje tem Futebol Esporte Show! Com Marcel Capretz, Orlando Gaeta e Rafael Porcari.

Aqui, no SBT – Vtv e TvSorocaba. Tudo sobre o Futebol Nacional e Internacional, além dos times da região. Prestigie!

Campinas e Região: 13h00
Baixada Santista: 13h00
Sorocaba / Jundiaí e Região: 13h15.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Bragantino x Paulista, Rodada 1

Para a rodada inicial da Copa Paulista, teremos Antonio Ferreira de Oliveira Junior, 34 anos, como árbitro central. Ele tem apitados jogos da Série A3 e trabalhou como 4o árbitro na partida entre Água Santa x Paulista na série A2. Apesar de 10 anos de carreira como árbitro, não chegou ainda a principais jogos da A2 e A1.

Os bandeiras serão Vicente Romano Neto (38 anos, 20 anos de carreira, que já foi aspirante da FIFA e que vive uma fase ruim desde o ano passado) e Marco Antonio Teixeira Ianez , 35 anos, buscando se firmar como assistente. O quarto-árbitro será Luciano Silva (curiosamente, com mais experiência do que o próprio árbitro).

Nos demais jogos, vejo árbitros jovens que se destacaram na A1 ou que foram muito bem na série A2. Espero que eles estejam nas outras escalas em jogos do Paulista como visitante. 

Acompanhe Bragantino x Paulista com o Time Forte do Esporte da Difusora AM 810, sob o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu, comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo. Reportagens de Sílvio Loredo. Sábado, as 13h.

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– É penta!

14 anos do Pentacampeonato da Seleção Brasileira. Lembram como foi na Copa de 2002? Ganhamos da Alemanha na finalíssima por 2×0, mas recentemente… esqueçamos o #GER7x1BRA 

Bons tempos que, parece, não voltarão tão cedo!

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– Os pênaltis não marcados de São Paulo 2×1 Fluminense e Coritiba 1×0 Atlético Paranaense

Dois jogos com muita reclamação sobre pênaltis. Vamos a eles?

1- SÃO PAULO 2X1 FLUMINENSE

Levir Culpi reclama da arbitragem de Anderson Daronco em São Paulo 2×1 Fluminense. Com razão?

Em parte, sim.

A primeira queixa foi o pênalti marcado corretamente por uso indevido das mãos na bola de João Schmidt. O são-paulino de maneira infantil estica o braço e toca na bola em um lance desnecessário dentro da área. É pênalti e se pediu cartão amarelo. Deve receber a advertência?

Neste caso, não. Nem toda mão é advertência para cartão amarelo. Especificamente, o amarelo por uso nas mãos é aplicado, segundo as diretrizes da Regra 12, quando você evita um contra ataque, domina a bola com a mão ou faz um gol tentando ludibriar a arbitragem. Esta mão indevida do atleta do São Paulo não teve gravidade, embora seja uma infração. Se é no meio do campo, tiro livre direto sem cartão. Dentro da área, pênalti sem cartão (cuidado: não caia na tentação em dizer que “todo pênalti tem que ter cartão pois foi dentro da área”).

A segunda queixa do treinador do Fluminense foi o pênalti cometido aos 31 minutos do segundo tempo em Osvaldo. O zagueiro Maico vai no corpo do atacante carioca, não há o que discutir. É pênalti e cartão amarelo e que Anderson Daronco bobeou e não marcou.

2- CORITIBA 1X0 ATLÉTICO PARANAENSE

Já em Curitiba, no Atletiba, o goleiro Wilson (COR) sai pulando “a la Fabio Costa”, e estando no alto atinge com a sola a cabeça do adversário Deivid (ATL). É pênalti e cartão vermelho, não marcado pelo árbitro paulista Thiago Duarte Peixoto. Repare que o árbitro não está em diagonal na jogada, ele está numa linha reta ao goleiro tendo o corpo de um jogador do Coritiba atrapalhando sua visão. Ali, faltou experiência em perceber que um goleiro que pula com a perna na cabeça de um adversário dificilmente acerta a bola em movimento. Talvez a maior falha tenha sido a do bandeira paranaense Ivan Carlos Bohn, que estava de frente para a jogada. Assim, com razão o Furacão reclama deste lance contra o Coxa Branca.

Vídeo deste lance em: http://globoesporte.globo.com/pr/futebol/brasileirao-serie-a/jogo/29-06-2016/coritiba-atletico-pr/#video-id=5129469

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– 58 anos do 1o Título Mundial da Seleção Brasileira!

Que timaço… há 58 anos (29 de junho de 1958), a Seleção Brasileira conquistava o seu primeiro dos 5 títulos mundiais, com Pelé surgindo para o mundo! 

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– Hulk vale mesmo 200 milhões?

Não, não estamos falando do herói da Marvel “Incrível Hulk” ou de alguns dos seus amigos Vingadores, como o Capitão América ou Thor. Falamos do mediano jogador brasileiro Hulk, que de atleta desconhecido chegou até o Porto, foi convocado para a Seleção Brasileira e de lá para a equipe do Zenit, onde sua contratação foi polêmica: era o único “não-branco” do time russo de reconhecida torcida xenófoba e os valores eram astronômicos para o futebol da Europa em geral, suspeitando-se de lavagem de dinheiro.

Agora, o atacante vai se transferir para o Shangai SIGP em um negócio de 55 milhões de euros (R$ 200 mi), recebendo R$ 6,1 milhões por mês.

Imaginem quanto não valeriam Bebeto, Romário ou Ronaldo hoje, se Hulk vale tudo isso?

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– Árbitro José das Couves Fulano de Tal em jogo errado???

Bobeada daquelas que há muito eu não via. 

O Jornal Lance costuma divulgar suas notas aos jogadores e árbitro pós-jogo (gostaria que árbitro e bandeiras tivessem nota a parte, mas os assistentes são sempre esquecidos). 

Eis que jogaram Vitória 1×1 Ponte Preta, com arbitragem de Ricardo Marques Ribeiro. Mas não é que o jornal publicou Vitória 1×1 Chapecoense?

Pior foi o nome do árbitro que levou nota 5,5: José das Couves Fulano de Tal! E não é brincadeira não… Vai sobrar para alguém na Redação. Veja abaixo:

– Heber, Messi e Maradona: E a final da Copa América Centenário conquistada pelo Chile?

Heber Roberto Lopes foi muito criticado pela arbitragem de Argentina x Chile. Algumas queixas são corretas: o mau posicionamento dentro de campo, a aplicação da “targeta roja” para Rojo (aliás, dar cartões em meio ao bololô é algo condenável para qualquer árbitro) e outras queixas mais. Mas não influenciou no resultado.

Sua escala foi um presente dado por Wilson Luís Seneme (o responsável pelas escalas da Copa América Centenária-16) pelos serviços prestados. Heber é respeitado árbitro, mas nada de espetacular tecnicamente, ainda hoje pecando por algumas posições espalhafatosas.

Quanto a Messi (que perdeu o pênalti nas cobranças decisivas da final), uma injustiça o craque não ter um título pela Seleção Argentina. Aliás, a Argentina tem uma geração que merecia ter conquistado algo (a de Batistuta e Riquelme). Esta, de Messi e Mascherano, por pouco não levou a Copa do Mundo do Brasil, mas como vice-campeonato nunca é reconhecido… E Lionel, ao anunciar que abandona a seleção, só faz crescer o “mito Maradona” entre seus compatriotas.

Para mim, Pelé foi e será sempre o número 1, seguido por Maradona, o número 2, colado com Messi, o número 3. Embora, há muita discussão se Di Stéfano (que não vi jogar nem em vídeos) seria tão bom quanto Dom Diego. Cruyff estaria no meu ranking na sequência.

Cá entre nós: falamos de gênios, de gente fora de série, de extraterrestres da bola. Criticar Messi, tantas vezes melhor do mundo, é imbecilidade. O grande erro dele foi não se naturalizar espanhol, pois sua vida foi construída na Espanha.

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– Preliminar ou “Pósliminar” na Copa Paulista?

Viram a tabela dos jogos da Copa Paulista? Alguns times farão as preliminares de jogos do Campeonato Brasileiro (quando o time principal e a tabela permitirem). Mas algo que chamou a atenção: o São Paulo FC (que está na chave do Paulista FC ) jogará depois do time principal no Estádio Cícero Pompeu de Toledo.

Quer dizer que o Brasileirão da Série A será preliminar do time Sub 23 na Copa Paulista? Não. Significa que o São Paulo não quer agradar o público com uma partida preliminar antes do jogo principal; mas a fim de poupar o gramado, jogará como “pósliminar”.

Sempre fui a favor de preliminares dos jogos principais para agradar o público e familiarizar a torcida com os atletas da base. Mas nem todos pensam assim.

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– SanSão perdendo a oportunidade de revelar árbitros

Não gostei do sorteio do árbitro Raphael Claus para a partida entre Santos x São Paulo para este domingo. Nada contra o bom árbitro, mas… todo clássico só dá ele?

Nos tempos em que a Comissão de Árbitros da FPF degringolou, tivemos uma sequência de escalas em clássicos exclusivamente para Seneme e Sálvio. Abade, Bragueto e Paulo César de Oliveira eram vetados ou desprestigiados. Agora, a CBF só utiliza Claus (que faz por merecer bons jogos) em clássicos paulistas?

Gostaria de ver outros árbitros tendo oportunidade e se destacando. Como firmar a carreira de Vinícus Furlan, Thiago Peixoto, Flávio de Souza, Vinícius Gonçalves e outros nomes interessantes, se não tem oportunidades em jogos possíveis?

Um clássico como esse em jogo da metade do 1o turno era a chance de testar alguém, mas a chance foi desperdiçada.

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– Grêmio 1×2 Vitória e a Malandragem de Dagoberto. Valeria punir por imagem?

Dagoberto, veterano atacante do Vitória, entrou na área com a bola dominada, se viu na frente do gremista Bressan e… se atirou descaradamente ao chão. Usou da experiência para ir de encontro com a perna do adversário e simular uma infração, cavando o pênalti. O árbitro Sandro Meira Ricci, traído pela interpretação, marcou.

Sem absolver o erro do árbitro, vale o debate: diante da clara simulação, não valeria punir o atacante pelas imagens?

Reflita: Dagoberto, além do pênalti a seu favor, fez com que o adversário Bressan (que não fez falta) recebesse o seu segundo cartão amarelo e ser expulso. E isso no 1o tempo. Será que a burla da regra e o benefício dentro do campo de tamanha malandragem não mereceria uma punição pós jogo?

Precisamos urgentemente acabar com a falta de espírito esportivo no futebol. Chega de jogo sujo!

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– O real medo do terrorismo dos lobos solitários na Olimpíada do Brasil

Ismail, o Brasileiro. Esse é o “nome traduzido” de um lobo solitário (aquele que atua sozinho em um lugar a serviço do Isis) de Ismail Abdul Jabbar Al-Brazili.

Ele é o cidadão investigado por estar a serviço dos terroristas do Grupo Estado Islâmico para atentados durante a Rio-2016. Faz propaganda na Internet para arregimentar novos seguidores e doutrina jovens com a tradicional lavagem cerebral.

Não bastasse isso, Jihad Ahmad Deyab, segundo a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), o perigoso terrorista internacional procurado nos quatro cantos do planeta, estaria em nosso país escondido. Maxime Hauchard, o “francês”, outro membro do ISIS, também já ameaçou.

O que fazer?

Nossas autoridades estão preparadas?

Os cidadãos de bem já sofrem com o terrorismo dos bandidos do crime organizado, dos larápios de colarinho branco de Brasília e agora com extremistas fanáticos religiosos…

O Esporte é para congregar os povos, nunca para dividir. E o perigo do terrorismo ultrapassou as carreiras sociais e esportivas, infelizmente.

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