– Um final de semana sem futebol

Fim de semana sem futebol é bem chato, não? Não tem jogo transmitido para assistir e nem para a gente que milita na área trabalhar. Tampouco programas esportivos ou ainda debates / mesas-redondas ou algo novo para se discutir. Afinal, tudo está paralisado, sem notícia alguma.

Porém, vale lembrar que esse sacrifício (o da paralisação do esporte, das receitas e atividades administrativas) é necessário. Todos estamos juntos, lutando contra o coronavírus.

Ops, eu não poderia esquecer: posso estar “remando contra a maré”, mas é bem chatinha essa história dos boleiros “petecando embaixadinhas” com papel higiênico e postando nas Redes Sociais. Será que é porque eu sou ruim com a bola no pé?

– O sofrimento em opinar nas Redes Sociais… os 5 “tipos de discordantes da Web”.

Quando falamos em Dar Opiniões no Mundo Virtual sabemos das várias formas (a maioria agressiva) de como discordar de quem pensa diferente de você. 

Elenquei as 5 mais comuns que percebo:

A) A pessoa pode não ter entendido o que você escreveu e reclama veementemente (mesmo sendo ignorante);

B) Faz de conta que não entendeu (e quer te minimizar disfarçadamente);

C) Entendeu seu ponto de vista e expõe educadamente o seu entendimento (concordando, sendo alternativo ou discordando), sempre respeitando-o;

D) Apesar de ter observado atentamente suas colocações, discorda prontamente e quer que você concorde com ela “na marra” (pois só ela é “dona da verdade”);

E) Nem lê, mas se é contra o que ela pensa, já te xinga (as opiniões desses radicais devem sobrepujar a de todos outros, dispensando qualquer conhecimento).

No mundo ideal, a alternativa C, infelizmente, está em baixa… não só no tripé dito popularmente difícil de discutir (religião, política e futebol), mas na sociedade em geral… Vivemos um mundo de pouca tolerância e de muita ignorância. Somente a Educação há de mudar isso (começando pela dada pelos pais – se é que ela ainda é a correta de muitos, afinal, há muitos pais que “deseducam” hoje em dia e incentivam a discórdia desrespeitosa).

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Para mais textos, visite meu blog de Assuntos Contemporâneos Gerais, o Discutindo Contemporaneidades, em: https://ProfessorRafaelPorcari.com

 

– Napoli volta a treinar na Itália. Mas como assim?

Contrariando a lógica, a diretoria do Napoli anunciou que no próximo dia 23 de março o elenco profissional deverá voltar aos treinos.

Mas com tantos casos de Coronavírus por lá? Que propósito é esse? Seria uma jogada de (anti) marketing incompreendida?

A irresponsabilidade das pessoas nesse momento tão difícil, me assusta. É insensibilidade ou o quê?

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– Jogador brasileiro está há 15 dias “preso em casa” na Itália

Os atletas que vivem nos lugares mais atingidos pelo Covid-19 sofrem um verdadeiro calvário. Vide esse relato do ex-flamenguista Samir, que atua na Udinese (Itália).

Extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2020/03/17/brasileiros-pensam-que-e-ferias-diz-zagueiro-samir-sobre-coronavirus.htm

BRASILEIROS PENSAM QUE É FÉRIAS, DIZ ZAGUEIRO

O zagueiro brasileiro Samir, que atua na Udinese (ITA), cobrou mais seriedade da população brasileira na maneira de lidar com o Coronavírus. Em quarentena, o jogador deu um depoimento na edição de hoje (17) do Seleção SporTV, relatando as dificuldades por que tem passado em solo italiano.

“A situação está complicada por aqui. Faz 15 dias que eu não vou para a rua. Estou de quarentena. O negócio está muito sério. Estou acompanhando as notícias no Brasil e está chegando com força aí. Aqui já está com força total. Só peço para que os brasileiros tomem bastante cuidado. Aqui a situação está muito crítica. Nós, jogadores, temos que ficar em casa, não podemos ir ao mercado, temos que fazer tudo online”, declarou.

Samir acredita que a situação do Brasil pode ficar pior que a da Itália se as recomendações do governo não forem respeitadas, uma vez que a população brasileira é muito maior que a do país europeu.

“A situação aqui na Itália está bastante complicada e espero que as pessoas no Brasil possam se conscientizar porque não é brincadeira. Se elas não tiverem consciência, a situação vai se agravar – e muito. Não dá nem para comparar o tamanho da população brasileira com a da Itália. Se o governo diz que é pra se prevenir, é pra se prevenir, é pra ficar em casa. O pessoal do Brasil está pensando que é férias”, completou.

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– Modelo de Gestão? Campeão? Mas a irresponsabilidade do Flamengo no caso “Coronavírus” não pode ser deixada de lado.

Muita gente alertou para o fato de que Maurício Gomes de Mattos, um dos vice-presidentes do Flamengo, havia contraído o Coronavírus e sem saber que estava infectado, ficou no mesmo hotel que o Mengão e viajou com a delegação da Colômbia para o Brasil. 

Ao invés de fazer prevalecer os protocolos de isolamento quando se descobre que houve o contato, antes da manifestação ou não dos sintomas, a equipe se concentrou e entrou em campo contra a Portuguesa da Ilha do Governador pelo Campeonato Carioca. O risco era lógico, e falamos aqui: https://wp.me/p4RTuC-p46.

Não é que Jorge Jesus, o treinador flamenguista, nos exames que fez para o Covid-19, não conseguiu negativo, mas “inconclusivo com chance de positivo”?

Quantas pessoas quiseram uma abraço carinhoso, um aperto de mão afetuoso ou um simples cumprimento do português?

Aliás, pense: quantas pessoas Maurício Gomes de Mattos pode ter contagiado sem saber; e essas, não cientes, passaram para quantas outras que passaram para outras… Mas o número poderia ser menor se o Flamengo, na sua grandeza indiscutível e sabendo que havia um caso positivo e real de quem esteve próximo do elenco e que conviveu com todos (hospedado e viajando junto), tivesse se recusado a entrar em campo contra a Lusa carioca.

Ficará a dúvida: não valerá a pena fazer um “pente fino” em todos os identificáveis que se relacionaram com eles (VP, Comissão Técnica e Jogadores), já que infelizmente os ilustres anônimos e admiradores não poderá ser?

Algo totalmente evitável, se levássemos a sério.

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– Qual jogo você pediria para reprisar?

Com a decisão da Rede Globo em interromper as gravações de suas novelas em decorrência do Novo Coronavírus, eis que foi anunciado que algumas novelas marcantes serão reprisadas nos horários habituais.

Na área esportiva, não há como tapar o buraco da programação com a mesma facilidade. Mas hipoteticamente: se você pudesse escolher alguns jogos para o domingo às 16h, já que os campeonatos estão paralisados, quais partidas você escolheria para reprisar?

O 1o confronto, eu não tenho dúvida: Brasil x Itália, decisão da Copa do Mundo de 1970. Rever os craques, a arbitragem, o clima entusiasmado dos mexicanos… seria incrível!

E você, qual partida escolheria?

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– A Série A3 foi parada oficialmente. O que pode acontecer?

Na reunião dessa segunda-feira, a FPF, em acordo com os clubes, paralisou as 3 divisões mais importantes do estado de São Paulo. E como ficarão elas futuramente?

  • Primeiro ponto: pressionada pela outras entidades (a FIFA suspendeu as Eliminatórias, a Conmebol a Libertadores e a CBF suas competições), não faria sentido a FPF insistir em realizar seus jogos. Seria (como já estava) bombardeada pelas críticas. Imaginem inclusive que Corinthians x Ituano só pode estar presente os jornalistas da Globo que detém os direitos de transmissão, demais veículos de imprensa foram proibidos com o argumento de que estariam expostos ao Coronavírus. Mas e os atletas? E o jogo do Palmeiras em Limeira com torcida liberada?
  • Segundo ponto: Jorge Jesus (que no primeiro exame ao Covid_19 deu positivo mas inconclusivo) e Renato Gaúcho detonaram os cartolas do futebol brasileiro neste final de semana e ameaçaram greve. No braço de força entre treinadores e jogadores versus cartolas das federações, quem teria mais força e apelo popular? Sem dúvida, a FPF não quís algo assim em São Paulo.
  • Terceiro ponto: o fracasso de público e prejuízo de bilheteria. Continuar o torneio com portões fechados seria um tiro no pé.

Dito tudo isso, vamos lá: 

A FPF tem como “joia da coroa” a A1. Não poderia tomar a decisão sem os 4 grandões em acordo com ela – e eles queriam a paralisação. Os jogadores são patrimônios caríssimos dos clubes, e não poderiam correr tal risco de contágio. O Santo André, por motivos óbvios, queria a continuidade e foi voto vencido.

A Série A2 obedeceu a paralisação do torneio, não haveria muito o que discutir, visto que a A1 é que acaba refletindo em todas as outras. Idem à série A3, que não teria força para mudar o panorama.

Dessa forma, alguns cenários futuros hipotéticos, pois (agora a informação principal) não se tem nada garantido daqui para a frente. Todos vão ficar observando o desenrolar dessa pandemia para tomar decisões mais a frente (meus primos da Itália relataram o caos que está por lá, imagem de filme apocalíptico; uma amiga dos EUA, pasmem, disse que não encontrou papel higiênico no Supermercado e que a comida começa a faltar em algumas mercearias).

  1. O cancelamento total da competição: se realmente a virada de Abril e Maio for o pico do Covid_19 no Brasil, imaginando-se o que alguns especialistas dizem, não haveria tempo nem de começar o Brasileirão (quiçá terminar o Paulistão). Assim, uma das chances seria proclamar sem vencedor os torneios da A1, A2 e A3, cancelando rebaixamento e acesso (não acredito nessa hipótese, embora essa seja uma proposta da Bundesliga na Alemanha).
  2. A volta aos jogos para terminar ao menos a primeira fase, proclamando os dois primeiros para o acesso sem a fase final e os dois piores para a divisão de baixo. Isso para a A2 e A3, pois não tem como fazer para a A1, que seria uma “briga de cachorro grande” a ser decidida (não acredito nessa hipótese, pois os clubes da A2 e A3 não tem como prorrogar contrato e manter salários sem receitas e outros problemas – lembrando que existe o impacto da decisão da CBF sobre o calendário, que poderia até abrir a discussão sobre o modelo europeu – temporada 2020/2021, ao invés de maio a dezembro, se começar a Série A muito tarde).
  3. O encerramento da temporada (que acho a mais “vingável”, embora não entro no mérito de concordar ou não): como os clubes não terão tempo de terminar a competição e nem condições financeiras e técnicas para voltar à atividade com os mesmos elencos, e quem fez boa campanha não vai querer “pagar a conta”, em se falando de A3 e A2, ao invés de cancelar o torneio, a FPF poderia encerrar a competição premiando o acesso das duas melhores equipes até então, e anulando o rebaixamento (como se defende na Premier League). É obvio que se discutiria justiça ou não, mas a saída mais fácil para o organizador seria essa. E, para 2021, o inchaço seria natural das divisões pois o argumento é de que esse evento de impacto mundial foi preponderante sobre o regulamento. Os 3os e 4os colocados “lamentariam menos” o não-acesso, ninguém reclamaria de cair de divisão faltando algumas rodadas a serem disputadas, e os premiados às séries seguintes se contentariam.

Não imagino outras hipóteses e, cá entre nós, é um problema muito grande acertar  tudo isso. Não dá para simplesmente esperar a pandemia passar e voltar a jogar o restante em todas as suas partidas e fases restantes, isso é inimaginável.

E você: o que pensa ser a melhor saída? A mim, confesso, difícil pensar num modelo justo e sem queixas. Alguém (ou alguns) vai (vão) reclamar!

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– E havia quem resistisse…

Como defender o indefensável?

Pessoas mais fanatizadas e de cultura arreigada ao saudosismo refutaram o Red Bull como gestor de suas equipes. Paulista de Jundiaí e Ponte Preta de Campinas que o digam, pois foram as equipes cujas torcidas mais fiéis aos seus princípios históricos não aceitavam as mudanças dos tempos atuais.

Hoje, sem dúvida alguma, se vê o sucesso de uma gestão profissional com menos de um ano de vigência no Bragantino: salários em dia, condições excepcionais de trabalho, presença na 1a divisão nacional e líder do seu grupo na 1a divisão regional.

A sorte sorri para quem abraça a oportunidade. Parabéns Red Bull Bragantino. É impossível não aplaudir.

– A mesquinhice de alguns torcedores de futebol…

Com toda indignação e medo que o Coronavírus está trazendo, e a paralisação do planeta (imagine na Itália, onde somente no domingo, 300 pessoas morreram lá), leio  que alguns torcedores de futebol desejam que os campeonatos parem não por questão humanitária e de saúde, mas para salvar o seu time do rebaixamento. Ao mesmo tempo, outros alegando que não tem que parar não, pois quem subiria de divisão seria prejudicado se o campeonato fosse acabado.

Onde se pensou em qualquer uma das duas situações na compaixão ao próximo?

Paixões mexem com frustrações e esperanças, não podem ser indicadores de burrice ou inteligência. Mas fanatismo, sim.

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– Por linhas tortas, teremos a adequação ao calendário europeu?

Ninguém quis o advento do Coronavírus Covid-19, mas ele, em meio ao alvoroço que provocou, acabou deixando uma “bola pingando” para a CBF e os clubes de futebol: a readequação do calendário brasileiro!

Será que o modelo atual será rediscutido e o Brasileirão (por conta da suspensão das atividades) começará mais tarde, permitindo que o torneio seja classificado de temporada 2020/2021, imitando em período de realização as grandes, rentáveis e viáveis ligas da Europa?

A oportunidade está aí!

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– Antes tarde do que nunca, dona CBF. Campeonatos de futebol suspensos no Brasil. Mas e as Federações?

Demorou, mas a CBF anunciou a suspensão dos campeonatos que ela rege devido ao Covid-19. As federações provavelmente o farão amanhã.

Mas fica uma importunação: por quê o Flamengo, mesmo na dúvida de atletas infectados ou não, entrou em campo ontem? Escrevi aqui: https://wp.me/p4RTuC-p46.

Repito o que Renato Gaúcho reclamou em entrevista nesse domingo: preserva jogador mas que “se dane” jogadores e outros envolvidos nas partidas que trabalham com portões fechados?

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– O que está acontecendo contigo, Galo?

O simpático professor Oliveira deu um entrevista ao Rafael Mainini da Rádio Difusora no pós-jogo de Batatais 2×0 Paulista, que foi de acertos a erros numa impressionante falta de sintonia. Vamos lá?

1 – Ao explicar sobre a saída de Zulu (que estava muito bem), ponderou a opção tática (até aí, é leitura de jogo do treinador; concordemos ou não, que respeite-se). Afinal, precisa trabalhar com o que lhe tem a disposição (no caso 26 atletas, sendo 20 herdados pela gestão da Kah Sports).

2 – Quando reclamou da inexperiência do time, criticou os cartões recebidos pela imaturidade dos atletas, lembrou sobre os erros que, segundo ele, havia alertado e os boleiros não cumpriram o combinado das suas orientações, deixando a entender que “fez a parte dele”. No momento que ficou parecendo que a culpa era dos atletas, veio o famoso “nós ganhamos e nós perdemos, somos uma equipe”. Percebeu que errou no discurso? Talvez sim: e aí veio o capítulo “arbitragem”.

3 – Como acompanhei à distância pelo Rádio, ouvi na transmissão uma atuação correta do juiz nos cartões aplicados, sem influência nos gols tomados, segundo o relato do Mainini (que entende demais do futebol narrado, jogado e apitado). Mas Oliveira viu diferente, e depois da crítica aos seus atletas, jogou a culpa na arbitragem com uma perigosa afirmação de que: “eles são ruins mesmo, mas também mal intencionados”.
Ora, sou um dos grandes críticos ao trabalho ruim que se tem feito na renovação da arbitragem na FPF, há muitos erros e concordo com a ruindade citada em alguns jogos. Mas sempre que apontar má-intenção, leva ao descrédito da competição e isso é perigosíssimo! Tem como provar? Por quê contra o Paulista? A Promotoria ADORA mostrar serviço e encaminhar ao TJD tais declarações. Seja mais experiente, Oliveirae digo isso com carinho, torcendo pelo seu equilíbrio emocional e observando que a mesma imaturidade reclamada sobre os atletas que você observou (corretas, inclusive), acabou praticando nesse discurso. Sorte que a FPF está em desespero para acabar logo com o Paulistão em suas séries profissionais e não quer confusões extra-campo, já que com o Coronavírus, ela conta cada minuto do relógio para que chegue a rodada seguinte, a fim de que não precise suspender o campeonato e, ao menos, o “mal menor” em definir os rebaixados e classificados para a próxima fase (pois se tiver que fazer antes, corre-se o risco de desconsiderar acesso e descenso como se tem pregado nos torneios europeus até então).

4 – Outro tema: a questão da pedrada, relatada em súmula como reclamada e não observada por ninguém, onde, segundo Oliveira, foi o motivador de seus gestos obscenos à equipe adversária. Ora, treinador de futebol profissional tem que ser surdo na saída de campo, é o be-a-bá do ofício. Imagine em estádios mais colados às arquibancadas e com a grande massa ao seu lado? Mais ainda: se alguém lança algo contra você, faça imediatamente o chamamento da arbitragem e mostre onde caiu (ou atingiu) o objeto lançado. Cansei de ver situações assim: o árbitro pega o objeto, coloca num saco qualquer e informa na súmula que a prova está indo junto! Já anexei chinelo, pilha, isqueiro, copo (usado para jogar de cerveja até xixi) e, pasmem, numa partida da A2 entre Sertãozinho x Guaratinguetá, um saco de amendoim que atingiu a cabeça do treinador! Não machucou em nada (era o Edson Só, salvo engano), mas custou uma multa ao time da casa e que só não teve a interdição do estádio pois o agressor foi identificado (o problema ali foi: atingir, não importa com o quê. A não-identificação agravaria o caso).
No caso de Batatais, mostre onde caiu, aponte de onde veio, chame a atenção do fiscal da FPF pois ele vai colocar no seu relatório (e gosta de fazer isso, pois quer “mostrar serviço”). Não pode ficar nas palavras, tem que provar o ocorrido. Lembrando: torcedor não leva cartão, quem vai levar é o treinador (que, apesar do nervosismo, tem que se controlar).

5 – Por fim: no relato da súmula, foi ruim ver que houve atraso / demora porque existiu troca de uniforme por erro da parte do Paulista (e isso gerará multa)! Cáspita, estamos no futebol profissional, sabe-se que o 4º árbitro organiza e informa aos clubes como deve ser o seu fardamento (com o time da casa tendo preferência das cores do seu uniforme bem como o do goleiro da casa) e ainda assim acontece coisa errada?

O Paulista precisa se organizar melhor, em vários aspectos, acalmar seus atletas e pensar em jogar bola. Chutar a porta de árbitro como feito na vitória contra o Primavera (que felizmente conseguiu-se mudar o artigo de julgamento, ô turma boa essa do Jurídico), brigar com torcedor ou não assumir que jogou mal, não leva a nada. É discurso repetitivo e conduta manjada.

Neste momento em que todos estão apoiando e de mãos dadas com o Galo (mesmo com tanto sofrimento na bola jogada), o time (diga-se: Comissão Técnica e Jogadores) precisa se entregar maiscom responsabilidade e controle emocional. Lembrando que Oliveira não poderá dirigir o time contra o Olímpia.

IMPORTANTE – Até o final dessa postagem (14/03/2020, 18h38), não tínhamos a divulgação do borderô. Tenho muita curiosidade em saber se o decreto de 13/03/2020, do Governador João Dória, que proíbe presença de um número maior de 500 pessoas em eventos religiosos, esportivos, políticos ou de qualquer outra natureza, foi respeitado – ou as autoridades do futebol estão criando leis próprias.

COMPLEMENTO – Eu consideraria suspender os campeonatos e anular rebaixamento e acesso, sabendo que o custo financeiro não pode ser empecilho para o custo de vida. O grande exemplo a ser observado foi a irresponsabilidade no jogo do Flamengo deste sábado. Aqui: https://wp.me/p4RTuC-p46.

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– Seja digno, Mengão, e não entre em campo hoje! Os perigos do Novo Coronavírus contra a Portuguesa Carioca, devido a confirmação da contaminação do vice-presidente.

Maurício Gomes de Mattos é um dos vice-presidentes do Flamengo e está confirmado como portador do Novo Coronavírus (internou-se em Brasília), devendo ter sido infectado após ter visitado a equipe de basquetebol do Real Madrid, que foi infectada (segundo o Fox Sports, na reprodução abaixo).

Segundo o UOL, a volta da Espanha teve uma parada para assistir o jogo do Flamengo na Libertadores e:

Mauricio teve contato com a delegação rubro-negra no hotel [em Barranquilla] e no avião [com o elenco do time], no retorno ao Brasil. Assim, todos os integrantes do Rubro-Negro que estiveram na Colômbia serão testados, como forma de medida preventiva.

Dessa forma, se algum dos jogadores se contaminou (o que é bem possível, devido ao alto contágio), mesmo que não tenha sentido ainda os sintomas, cada atleta se tornará automaticamente um potencial transmissor na partida marcada neste sábado à noite contra a Portuguesa Carioca.

Tudo isso só confirma a tese: não tem que jogar com portões fechados, tem que suspender os campeonatos! Cobramos a posição das entidades esportivas e alertamos os perigos ontem cedo (em: https://wp.me/p4RTuC-p3l) e nos revoltamos ontem à tarde, por tal decisão de ter futebol mesmo assim, com exposição a todos e pior: fechando apenas algumas praças esportivas! Em: https://wp.me/p4RTuC-p3I.

A irresponsabilidade dos cartolas brasileiros é absurda. Seja digno, Mengão, e não entre em campo hoje!

Extraído de: https://www.foxsports.com.br/br/article/coronavirus-jogadores-do-flamengo-fazem-exames-apos-vice-e-funcionaria-apresentarem-sintomas_waa638 

JOGADORES DO FLAMENGO FAZEM EXAMES PARA COVID_19

Clube realiza nesta sexta-feira a medida de prevenção com todo o departamento de futebol no Ninho do Urubu

Por conta da pandemia do coronavírus, o Flamengo teve duas pessoas ligadas ao clube com suspeita da doença. Nesta sexta-feira (13 de março), o departamento inteiro de futebol vai passar por exames.

A comunicação do clube informou que os exames serão preventivos para saber alguém apresenta algo relacionado ao vírus. Em função disso, o treino não será aberto à imprensa.

O vice-presidente de Embaixadas e Consulados, Mauricio Gomes de Mattos, e uma funcionária do marketing, Anyelli Silva, estão com sintomas e aguardam o resultado do exame para confirmação.

Anyelli trabalha na recepção dos sócios-torcedores em eventos em dias e está afastada desde o clássico contra o Botafogo. Ela está em casa e sente apenas os sintomas da gripe, sem muita gravidade.

Por outro lado, Mauricio Gomes de Mattos está internado em Brasília e aguarda exame. Ele estava ao lado do presidente Rodolfo Landim e do vice de marketing Gustavo Oliveira. O trio visitou o Real Madrid, que deixou todos os atletas em quarentena após um jogador do time de basquete ter confirmação de que estava com coronavírus.

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– Que falta de respeito, Federação Paulista e CBF! O Novo Coronavírus é seletivo?

Revoltante a decisão da FPF de proibir a presença de público na cidade de São Paulo (e que depois foi a mesma da CBF, incluindo a cidade do Rio de Janeiro) nas partidas de futebol.

Quer dizer que o torcedor do Interior Paulista e Fluminense são imunes ao Covid-19?

Tudo o que eu disse antes dessa decisão sobre os envolvidos numa partida de futebol (leia aqui: https://wp.me/p4RTuC-p3l), reitero: árbitros, imprensa, comissões técnicas e jogadores também podem ser infectados pelo vírus e podem passar (sem saber e nem ter sentido sintomas) às pessoas dentro dos grupos de riscos.

Será que o Coronavírus não atinge caipira (essa é uma expressão respeitosamente carinhosa e cultural, pois eu sou caipira) pela lógica burra da FPF? Não tem que ter portão fechado (até porquê existe aglomeração fora dos estádios, onde torcedores se juntam para acompanhar as partidas). Tem que suspender as partidas. 

Se na Europa os jogadores jeans foram infectados, por quê atleta brasileiro seria imune?

Ou é falta de sensibilidade, ou é ganância demais. E uma 3a hipótese: burrice!

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– Cansou o Grenal, não?

De novo um jogo envolvendo Grêmio x Internacional (Grenal) com muita violência? Que coisa…

Deixou de ser um jogo de futebol, passou a ser um combinado nervoso de pessoa que se odeiam, onde a bola é apenas uma desculpa para brigar.

O árbitro argentino Fernando Rapallini expulsou 8 atletas (todos corretamente). Mas poderia ter mandado muito mais…

Mais um exemplo de fanatismo que maltratada a sociedade…

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