– Libertadores e Sulamericana: a divisão “prime” do Campeonato Brasileiro? O que fazer?

As duas competições continentais organizadas pela Conmebol serão decididas por quatro brasileiros: Palmeiras x Flamengo (Libertadores) e Red Bull Bragantino x Athletico (Sulamericana). A 1a, por gigantes tradicionais; a 2a, por clubes emergentes com gestão profissional.

Considere que:

1. Nas duas competições, os clubes argentinos não chegaram nem nas semi-finais.

2. De 2017 pra cá, tirando River x Boca decidido na Espanha (2018), só tivemos clubes brasileiros campeões da Libertadores.

A Conmebol receberá queixas / sugestões dos demais países membros para que isso seja mudado, como evitar finais com clubes do mesmo país (artifício utilizado por alguns anos)? Ou a incorporação de times mexicanos e norte-americanos, em acordo com a Concacaf, para internacionalizar ainda mais o torneio, ao invés de somente disputarem os da América do Sul?

Trazendo para o cenário nacional, pelo Campeonato Brasileiro, teremos 9 vagas para a Libertadores e 6 para a Sulamericana em 2022. Ou seja, dos 20 times, do 1º ao 15º classificam-se para competições internacionais, o 16º fica “chupando o dedo” e do 17º ao 20º caem de divisão. Não está complicado, vulgarizando a disputa? Na prática, 75% dos times da série A automaticamente estarão num torneio da Conmebol.

Nós sabemos que o poderio financeiro do nosso país, se comparado aos vizinhos, é maior. Que a pandemia trouxe mais miséria para as nações que já eram pobres e que o abismo social cresceu ainda mais. Embora eu defenda sempre a meritocracia, talvez, esportivamente falando, não há de se fazer algo para que a Libertadores não seja uma “divisão prime” do Brasileirão, acima da série A?

Em tempo: com tudo isso, para internacionalizar as competições, árbitros brasileiros ficam alijados desses jogos… Nenhum deles apitou pela Libertadores ou pela Sulamericana nesses últimos tempos, a fim de que juízes de outros países possam representar nações diferentes do que o Brasil em campo.

– 44 anos que Pelé parou!

O tempo passa: em 01 de Outubro de 1977, Edson Arantes do Nascimento jogava profissionalmente pela última vez!

Extraído de: https://seuhistory.com/hoje-na-historia/ultima-partida-de-pele-como-jogador-profissional

ÚLTIMA PARTIDA DE PELÉ COMO JOGADOR PROFISSIONAL

O dia 1o. de outubro de 1977 marcou a despedida de um dos maiores ídolos futebol mundial. Vestindo a camisa do Cosmos, de Nova York, o rei Pelé decidiu que era hora de dar adeus aos gramados. Depois de uma carreira de glórias pela seleção brasileira e pelo Santos, ele chegou ao time norte-americano aos 35 anos, em 1975, com o objetivo de difundir o esporte no país. Pelo Cosmos, Pelé conquistou o título de campeão norte-americano de 1977. A despedida oficial do Rei foi justamente contra o Santos, em um confronto em Nova York que muitos consideram que só existiram perdedores. O Rei foi um deles, pois não fez seu último gol da carreira pelo Peixe, clube que o projetou para o sucesso. Pelo contrário, Pelé acabou marcando pelo Cosmos na derrota do Santos por 2 a 1. O Cosmos, mesmo vencendo o jogo, perdia seu grande craque e relações públicas. Contudo, o futebol foi o grande derrotado, já que um dos maiores jogadores da história encerrava ali sua vitoriosa carreira.

– Bom dia, 6ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Todos caindo da cama? Mandem a preguiça embora!

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista X Grêmio Prudente.

Para o jogo decisivo do “Galo da Japi” contra o “Gavião Carcará do Oeste Paulista”, a FPF escalou arbitragem de série A1:

Árbitro: Salim Fende Chavez
Árbitro Assistente 1: Alex Alexandrino
Árbitro Assistente 2: Leandro Matos Feitosa
Quarto Árbitro: Rodrigo Pires de Oliveira
Analista de Campo: Marcelo Rogério.

Salim tem 37 anos de idade, há 16 temporadas na FPF (sendo 6 na A1) e é conhecido no Jayme Cintra. A primeira vez que aqui esteve (2016), realizou uma péssima, horrorosa e medonha arbitragem contra o Mirassol! Relembre-a aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2016/02/28/analise-da-arbitragem-de-paulista-1×1-mirassol/.
Depois dessa atuação, me recordo que apitou Paulista x Chapecoense pela Copa SP de Juniores (2017), com um desempenho um pouco menos ruim. Compartilho aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/01/17/analise-da-arbitragem-de-paulista-1×0-chapecoense/. Em 2018, melhorou bastante e fez uma boa arbitragem em Paulista x Primavera. Aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2018/08/26/analise-da-arbitragem-para-paulista-3×0-primavera/.

Hoje, Salim está no quadro da CBF e apitando importantes jogos. Evoluiu nitidamente, mas ainda comete alguns erros técnicos. Porém, é inegável que dos nomes escalados na Rodada, a FPF o escalou preocupada em manter a disciplina em campo, já que ultimamente, nos jogos em que eu assisti dele, tornou-se rigoroso. Espero que mantenha o mesmo nível da A1 na 2a divisão Sub 23.

O outro árbitro renomado na escala é Péricles Bassols, que se “desaposentou”, largou há 1 ano a TNT Sports e voltou a apitar. Estará em AA Flamengo x União Mogi.

Acompanhe Paulista x Grêmio Prudente pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira, análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começa às 15h neste sábado, mas desde as 14h30 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– Parabéns, Red Bull Bragantino, finalista da Copa Sulamericana.

Goste ou não de clube-empresa (eu defendo tal modelo desde minha dissertação de mestrado, voltada para esse tema, nos anos 2000), é inegável o sucesso do Red Bull Bragantino.

A empresa se juntou ao clube do Interior Paulista, foi excelente no marketing de relacionamento com a comunidade, expandiu suas ações mercadológicas e agora passa a ser o primeiro time do grupo Red Bull a chegar numa final de competição continental!

Que continue assim e coroe o trabalho sério com o título da Copa Sulamericana (foi para a final após o placar agregado de 5×1 contra o Libertad).

E pensar que outras equipes sonharam ou debocharam desse parceiro do Massa Bruta…

Imagem: Reuters.

– Bom dia, 5ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Voltamos a ter muito vento nesta madrugada. Vai virar o tempo?

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– A invasão de Deyverson era motivo para anular o gol palmeirense em Atlético Mineiro 1×1 Palmeiras?

Viralizou durante a madrugada, após o jogo entre Galo x Verdão: o Palmeiras fez o gol de empate (e que valeu a classificação à finalíssima da Libertadores) de maneira irregular?

Deyverson, na condição de reserva, está observando a jogada na qual sairia o tento. Descuidadamente, entra no campo de jogo com a bola ainda rolando, sem influenciar no lance (vide na imagem abaixo). Houve irregularidade ou não?

Uma situação tão incomum como essa ocorrida, sempre trará discussão. Me recordo de uma pendenga semelhante envolvendo São Paulo x Flamengo com Rodrigo Caio (relembre aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2012/07/31/e-quando-um-time-joga-com-12-atletas/ – repare que naquela época o reinício do jogo para “jogador extra” era por tiro livre indireto, e hoje é por tiro livre direto).

Entenda: a Regra do Jogo é acompanhada pelo Espírito da Regra. Ou seja: Texto da Lei + Entendimento do Jogo Prático. Quando surgiu a redação de “jogador extra”, se referia a: “o que fazer quando um time joga com 12 atletas”.

Ao longo do tempo, ela foi sendo acrescentada de detalhes, com situações que iriam desde a jogadores que voltam ao campo de jogo após substituição (querendo ludibriar a arbitragem ou não) ou até por invasão deliberada.

Na frieza do texto atual, ao pé da letra e sem interpretação, Deyverson é um infrator e o gol deveria ser anulado por ter invadido o campo de jogo com a bola rolando, sendo que a partida se reiniciaria com tiro livre direto onde ele se encontrava. Ao olhar pelo prisma do Espírito da Regra, se vê que a invasão dele não foi um ato deliberado e sim por descuido, não interferindo em nada com o jogo.

Compare com a famosa “segunda bola em campo”: se uma outra bola for arremessada para o campo de jogo, e ela não atrapalhar a jogada, o lance não deverá ser anulado. Ou ainda: sair e voltar de campo pela lateral ou linha de fundo por força de um drible: idem!

Por fim, repito: pela Regra fria, com o “caderninho embaixo do braço”, gol irregular. Mas pelo Espírito da Regra, eu não anularia.

Lógico, o futebol permite essa interpretação e várias discussões (respeito todas as outras opiniões, desde que tenham embasamento e sejam argumentadas com racionalidade).

Imagem: Reprodução SBT.

– Bom dia, 4ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Verticalizando o esqueleto?

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– Wilmar Roldán para Atlético Mineiro x Palmeiras.

Como tive um pedido irrecusável da filha mais velha (“Pai, vamos assistir uma série comigo”), sem 1o tempo de futebol pela Libertadores…

Mas fica a dica sobre a arbitragem de Wilmar Roldán (não é de Atlético Mineiro x Palmeiras, mas serve como noção: https://professorrafaelporcari.com/2021/08/16/o-que-esperar-de-wilmar-roldan-para-palmeiras-x-sao-paulo-no-jogo-de-volta-da-libertadores/).

 

– Como os clubes ficam reféns de agentes de atletas? As dívidas do Atlético Mineiro (mas poderia ser de qualquer outro clube)…

Há 3 meses, foi noticiado que o empresário de jogadores André Cury teria o valor de R$ 35.189.617,33 para receber do Atlético Mineiro, fruto de comissionamentos por transações de atletas (segundo o Superesportes, extraído de: https://www.mg.superesportes.com.br/amp/noticias/futebol/atletico-mg/2021/06/17/noticia_atletico_mg,3920768/atletico-esta-perto-de-acordo-para-quitar-divida-com-andre-cury-veja-valor.shtml)

Os jogadores são:

Guilherme Arana – R$ 1.860.000,00
Luan – R$ 672.000,00 (parcela 1)
Luan – R$ 240.000,00 (parcela 2)
Lucas Pratto – R$ 4.764.313,08
Marcos Rocha – R$ 800.000,00
Vina – R$ 871.774,19
Rómulo Otero (euro) – R$ 570.625,00
Rómulo Otero (dólar) – R$ 1.076.000,00
Rómulo Otero (real) – R$ 1.364.256,00
Eduardo Vargas – R$ 462.363,75
Rosinei – R$ 222.444,70
Maicosuel – R$ 1.371.420,00
Franco Di Santo – R$ 436.045,21
Frickson Erazo – R$ 7.385.620,00 (parcela 1)
Frickson Erazo – R$ 417.201,40 (parcela 2)
Dylan Borrero – R$ 1.173.337,00
José Welison (cessão de crédito) – R$ 1.007.000,00
José Welison (intermediação) R$ 1.677.220,00
David Terans – R$ 1.614.000,00
Leandrinho (intermediação) – R$ 538.000,00
Leandrinho (imagem) – R$ 76.000,00
Denilson – R$ 1.964.800,00
Mansur – R$ 2.731.860,00
Rafael Dudamel – R$ 720.000,00

Não são valores assustadores? Seria mesmo necessário que o clube negociasse com agentes, e não mais presidente de clube com presidente de clube, ou diretor de futebol com atleta interessado? A figura do intermediário funciona, em alguns casos, como alguém que “apresenta” o jogador a algum clube ou vice-versa. Muitos deles, é sabido, são “donos” desses atletas.

Ficará a questão: um só empresário tem quase R$ 36 milhões para receber do Galo. E os demais agentes? E os outros clubes, também não teriam dívidas com essa gente?

Em muita casos, há ainda a transação “casada”: para levar um jogador, leva-se outro. E na hora de escalar a equipe, com tantos atletas e dívidas a receber, impossível não crer em conflito de interesses com tantas pendengas.

O Lancenet! publicou na última semana que “o empresário [André Cury] entrou com uma ação na Justiça junto ao Galo pedindo bloqueio de receitas do clube em possíveis vendas dos jogadores Guilherme Arana, Allan e Sávio e ainda da porcentagem restante do clube no shopping Diamond Mall (49%)”.

Será que conseguirá?

Coisas do futebol brasileiro…

André Cury posando com Neymar. Imagem: JB Filho Repórter.

– Oksana Masters: o Exemplo de Paraatleta

As fotos abaixo não são de galanteio barato ou de índole machista. Ao contrário: mostram que a superação ajuda em todos os sentidos.

Oksana é medalhista olímpica e paraatleta do remo. Suas deficiências, como podem ser observadas, não a impediram de mostrar sua força física e beleza.

Sabem o que aconteceu com ela? Foi uma das crianças vítimas de Chernobyl! Quando ocorreu o acidente nuclear, na década de 80, sua mãe estava grávida e ela nasceu assim.

Muitas vezes, lamentamo-nos com coisas tão bobas... taí um exemplo de superação.

– Bom dia, 3ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem?

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Grêmio Prudente x Paulista, rodada 11 (ida das Oitavas de Final)

Pietro Dimitrof Stefanelli, 31 anos de idade, 9 temporadas na FPF, administrador de empresas, apitará a estreia do Galo em Presidente Prudente.

O árbitro já apitou alguns jogos do Paulista. No ano passado, pela Copa SP, a derrota por 5×1 contra o Athletico Paranaense (onde ele foi muito bem, apesar do placar). Relembre aqui: https://wp.me/p55Mu0-2ra.

Nos jogos profissionais, ele apitou em 2019 a estreia do Galo contra o São José (0x0) e a vitória contra o Manthiqueira (4×0), ambas no Vale do Paraíba – e também atuou bem.

No ano de 2017, Pietro apitava Sub 11. Em 2018, conseguiu trabalhar em duas partidas profissionais. Em 2019, 2020 e 2021, se firmou bem na A3. É uma aposta da FPF para 2022 na A2. Aguardemos!

– Cruzeiro 1×2 CSA, e o “Fala Zezé”.

Iury (CSA) comemorou seu gol contra a Raposa simulando uma ligação telefônica e dizendo “Fala Zezé”, imitando Thiago Neves, ex-jogador cruzeirense, que um dia ligou ao presidente do seu time (Zezé Perrella) cobrando salários atrasados e disse:

“Fala, Zezé… se a gente não ganhar do CSA, pelo amor de Deus”.

Que praga, não? Nunca mais o Cruzeiro ganhou dos alagoanos. Olhe só a sequência dos jogos:

– O recomeço de Edina.

Eu torço para quem trabalha sério, luta por meritocracia e supera as dificuldades. Fico muito feliz com esse “recomeço” pessoal e profissional da árbitra Edina Alves.

Penso: tantos homens cometem erros maiores e em maior quantidade do que ela, e seguem nas escalas. Ela, por sua vez, padeceu por um equívoco!

Abaixo, extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2021/09/27/edina-alves-relembra-fossa-apos-erro-em-jogo-do-spfc-precisei-de-terapia.htm

EDINA ALVES RELEMBRA FOSSA APÓS ERRO EM JOGO DO SPFC: “PRECISEI DE TERAPIA”

Na semana passada, a árbitra Edina Alves recebeu a notícia que marca um recomeço em sua trajetória: sua mãezinha, de 64 anos, está curada do câncer. Um linfoma, descoberto um pouco antes do fatídico jogo entre São Paulo e Novorizontino pelo Campeonato Paulista deste ano, tirou a paranaense do prumo.

O pai de Edina morreu pela mesma doença anos atrás, e as previsões ruins dos médicos em relação ao estado de saúde da mãe causaram meses de tensão. Hoje, depois de muita terapia, ela compreende que, naquele momento, deveria ter dado um tempo na arbitragem. Mas foi com a notícia da cura que a árbitra consagra sua nova fase: apitou, no domingo (26), uma final histórica do Brasileirão feminino, com 100% do elenco de arbitragem formado por mulheres —desde assistentes até o VAR. Em campo, o Corinthians atropelou o Palmeiras e foi campeão.

Edina Alves apita pela CBF desde 2007. Foram 12 anos até que chegasse à arbitragem de uma partida da série A —20 de futebol profissional. Período de testes. A cada jogo ruim, ela voltava várias casas. Regras, todos passam por isso. Entretanto, a reportagem apurou que o tempo de testagem do jovem árbitro catarinense Ramon Abatti, de 32 anos, foi menor: três anos. Ele entrou no quadro de árbitros da CBF em 2017, e apitou sua primeira partida pela Série A do Brasileiro em 2020.

É bastante sinuosa a escada que mulheres precisam subir para alcançar posições de destaque no futebol. E é por isso que a final do Brasileiro feminino foi tão importante. Bateu recorde de pedidos de credenciamento para a imprensa: 224. Quase duas vezes mais que a quantidade de solicitações para o dérbi masculino, que aconteceu no mesmo fim de semana.

“Nós, mulheres, temos que provar o tempo todo que somos capacitadas. Mesmo quando a gente consegue mostrar, não adianta mostrar uma, duas vezes. A gente tem que mostrar sempre. E, quando a gente erra, a tolerância é bem menor”, diz Edina em entrevista exclusiva ao UOL. O homem vem com selo de qualidade aprovado pela sociedade, principalmente no futebol. Quando a menina nasce, ganha uma boneca. O menino, uma bola.”

Ainda assim, ela diz querer ser reconhecida pelo trabalho, e não pelo gênero. “A gente tem vivido uma nova fase, que é resultado de uma construção de anos. Um passo de cada vez, um na frente do outro. Com competência e muita capacidade, as mulheres têm requisitado o próprio espaço. Não me refiro só à arbitragem feminina, mas também ao futebol feminino, que tem crescido cada vez mais”.

“Brigamos, trabalhamos e construímos para conquistar esse espaço. Amamos futebol como os homens”. A árbitra-assistente da partida foi a querida dupla de Edina, Neuza Back, com quem a paranaense coleciona histórias e jogos importantes. Ela diz: “Essa parceria foi fundamental para o meu crescimento”.

O número de mulheres na arbitragem tende a aumentar. Isso porque, Edina explica, há muitas garotas ingressando na área. “Eu tenho 22 anos de profissão, mas tem muita menina começando, e, na arbitragem, não se deve pular fases. É importante construir a própria história com paciência, para chegar com capacidade e qualidade que ninguém vai poder questionar. Logo, haverá muitas mulheres apitando”.

Depressão por erro

A cada erro, os árbitros são penalizados —as punições envolvem um período sem apitar partidas. E, para quem não sabe, árbitro ganha por jogo —eles não têm salário fixo, como é o caso dos jogadores. “Ressaltar isso é importante, porque os torcedores acham que a gente erra de propósito, para favorecer um time. Isso não existe. Errar deixa a gente sem trabalho, sem receber. A gente paga pelo erro —que é extremamente doloroso, não só pela punição, mas pela nossa própria cobrança”.

Em março deste ano, pelo Campeonato Paulista, Edina cometeu um equívoco na arbitragem de uma partida entre São Paulo e Novorizontino. Foram seis meses até que ela conseguisse falar sobre isso. Ao se posicionar de forma equivocada, a árbitra não teve visão na hora de um lance dentro da área. Seria pênalti para o São Paulo, mas Edina não marcou.

“Eu não vi. Falei para o VAR que estava em dúvida porque não tinha conseguido enxergar. Ele me disse que não havia sido pênalti, e eu segui”, relembra. Ao chegar no vestiário ao fim da partida, ela reviu o lance por meio de um vídeo no celular. “Ali, desabei. Falei para meus colegas: ‘Eu errei, foi pênalti’. Eles tentaram me consolar dizendo que o VAR havia me dito que não. Mas eu estava vendo no vídeo, foi pênalti, sim. E eu não dei.”

“Esse lance me machucou. Fiquei deprimida, em uma fossa absurda por meses. Precisei de terapia para me recompor daquele dia, e essa é a primeira vez que falo sobre isso abertamente. Foi um erro inadmissível, eu me posicionei mal e não consegui ver. Não gosto de errar, ainda mais desse jeito”, lamenta. “Assim que encontrei os jogadores do São Paulo, depois do jogo, pedi desculpa. Mas foi bastante difícil lidar com isso”.

Foi naquele mesmo período que Edina descobriu o linfoma da mãe, que ainda mora no Paraná. “Hoje, eu percebo que deveria ter parado de apitar naquele período. Eu não conseguia pensar em outra coisa senão isso, era muita preocupação. Mesmo tensa, apreensiva, eu tinha obrigação de tranquilizar minha mãe, de dizer que iria passar, que ela venceria, mesmo sem qualquer certeza disso. E eu estava longe. Foi difícil. Sei que não ter parado me prejudicou na arbitragem, mas são escolhas que a gente faz”.

Edina conta que, durante o tratamento de quimioterapia, a mãe parou de assistir aos jogos apitados pela filha —antes do câncer, ela não perdia um. O procedimento a deixava bastante debilitada. “Na mesma semana que recebi a notícia da cura dela, também soube que apitaria uma final exclusivamente feminina na série A do Brasileirão. Foi um presente, que compartilhei com ela”.

“Mãe, você sabia que vou apitar um jogo todo de mulher? Vai ter mulher em campo, na arbitragem e até na cabine”, falei, e ela respondeu: “Tudo mulher? Em todos os lugares? Que legal, minha filha. Vou torcer por vocês”.

Gabi Zanotti domina a bola em final do Brasileirão entre Corinthians e Palmeiras, com árbitra Edina Alves ao fundo. Imagem: RONALDO BARRETO/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO

– Até onde pode-se “abandonar” a disputa do Campeonato Brasileiro pela disputa da Libertadores?

“Ninguém” quer ganhar o Brasileirão?

Tanto nas fases de grupos quanto nas fases eliminatórias, às vésperas de entrar em campo na competição internacional, os clubes brasileiros têm desprezado o torneio nacional. Vide os times mistos, os atletas poupados e a indisposição em enfrentar os adversários.

Apenas uma equipe pode ser vencedora da Copa Libertadores. Por esse prisma e dificuldade, não era prudente mais empenho no BR21?

Palmeiras, Atlético Mineiro e Flamengo (os 3 brasileiros no embate continental) não ganharam mais uma vez neste último final de semana. Quem não vencer a Libertadores, lamentará futuramente os pontos não conquistados dos últimos dias (lembrando que “3 pontos” da Rodada 1 valem a mesma coisa que os das Rodadas 18 ou 36).

Seria “criar crise” sem necessidade, tal má vontade com o Brasileirão?

– Bom dia, 2ª feira (1 de 4).

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– Por que os reforços do SPFC não jogam?

Gabriel Neves e Calleri: duas contratações para o ataque comemoradas no São Paulo FC que, ninguém sabe os motivos, jogam poucos minutos (quando são escalados).

Será que Crespo não queria os atletas? Será que estão machucados? Será que algo acontece?

Tudo muito esquisito, não? Vide a minutagem de jogo do argentino e do uruguaio até agora…

– Bom dia, domingo (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem?

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– Grêmio e Brusque: apenas dois punidos em racismo no Brasil, ao longo de 4 anos?

Em 2017, o Grêmio foi excluído da Copa do Brasil pelas ofensas racistas contra o goleiro Aranha, do Santos FC.

Em 2021, o Brusque perdeu 3 pontos (mais uma multa) por conta das ofensas contra Celsinho, do Londrina-PR.

Não é muito pouco em 4 anos, num país tão racista como o Brasil, sendo que observamos inúmeros casos país afora?

– Record e YouTube no Paulistão. Mas quem disse que é prejuízo para a Globo?

É sabido que o futebol não tem atraído muita audiência, em especial os torneios regionais. O apelo tem sido para os jogos mais importantes do Brasileirão, Libertadores da América e a fase final do Paulistão.

Aliás, os Estaduais andam em baixa faz tempo. A própria Rede Globo já havia deixado de transmitir alguns jogos no meio de semana por conta da má audiência. Assim, ela deixar de se interessar e não brigar com altos valores por alguns produtos é estratégia e posição de mercado (assim como foi com a Fórmula 1).

Compare a audiência dos produtos: o que tem dado mais audiência: a Libertadores no SBT ou a novela / programas da Globo no mesmo horário?

Compare, parte 2: a audiência de quando a Libertadores estava na Globo, e a atual.

Tudo isso para dizer: a FPF anunciou ontem que a Record na TV aberta e o YouTube na Internet transmitirão o Campeonato Paulista 2022 (16 jogos para cada um), substituindo a Globo nessas plataformas. Ótimo, maior diversidade de canais e competição financeira. Mas…

Eu amo o futebol, acho sensacional mais players no mercado e outras frentes de emprego a todos. Quanto mais gente e emissoras, melhor. Mas não caia no engôdo de que (como “bomba” nas Redes Sociais”) a Globo está falindo. É simplesmente questão de custo-benefício.

Talvez os mais “afoitos” estão lotando a Web de memes contra a Venus Platinada por questões políticas? Lembrando que os Lulistas, no alto do Petrolão, cunharam o termo pejorativo de “Globolixo” contra as denúncias de esquemas petistas. Hoje, os Bolsonaristas fazem igual às matérias sobre má gestão na pandemia…

Boa sorte a todas as emissoras, honestas e competentes, que se dedicam à transmissão esportiva. SBT, Record, Band e Globo estão felizes pelo que transmitirão e pelo que abriram mão. Tudo normal, tudo negócio.

– Bom dia, sábado (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem?

Um pouquinho borocoxô por aqui, mas não pode ser desculpa para preguiça…

Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina, controlando o cortisol?

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– O streaming esportivo DAZN é quem bancaria o Daniel Alves no SPFC?

E o jornalista Ricardo Perrone revelou em seu blog que, o parceiro desejado para bancar a contratação de Daniel Alves no São Paulo FC, era a empresa de mídia DAZN.

O problema: o contrato não estava assinado, veio a pandemia e… quem manda fechar negócio sem dinheiro?

Veja que loucura essa péssima ação, extraída de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/perrone/2021/09/24/o-patrocinio-costurado-mas-nunca-assinado-que-minou-daniel-alves-no-spfc.htm

O patrocínio costurado, mas nunca assinado, que minou Daniel Alves no SPFC

Pouco depois de anunciarem a contratação de Daniel Alves, em 2019, dirigentes do São Paulo davam como praticamente fechado pelo menos um contrato de patrocínio que ajudaria a bancar o projeto. Dois anos se passaram e o acordo não foi assinado. A engenharia financeira montada, que era considerada segura, não segurou as pontas, e o clube acaba de fazer um acordo para pagar cerca de R$ 25 milhões ao lateral e meia em virtude de uma rescisão amigável.

Como um contrato que, segundo o clube, estava em análise jurídica pelo parceiro nunca foi assinado? De que forma uma operação apresentada como dentro da realidade do futebol brasileiro virou uma dívida milionária?

O blog procurou as respostas e a seguir conta a história que começou com festa e certeza de sucesso, mas terminou em ressentimentos entre as duas partes e uma conta indigesta para o clube pagar.

Lugano

A ideia de contratar Daniel Alves começou depois de Lugano encontrar o jogador no estádio do PSG e tocar no assunto.

Em seguida, Raí conversou com o empresário de Dani, Fransérgio Bastos, que, depois de ouvir o atleta, respondeu que ele não descartava defender o São Paulo naquele momento.

Raí, então, acionou sua rede de contatos. Montou um grupo de voluntários, a maioria são-paulina e com experiência em áreas como publicidade e redes sociais para ajudar o clube a elaborar um projeto que viabilizasse os pagamentos a serem feitos para Dani a partir da exploração da sua imagem.

O publicitário Rui Branquinho, diretor de marketing do clube em 2012, e André Barros, criador do canal Desimpedidos, faziam parte da comissão de colaboradores voluntários.

Na avaliação da direção tricolor na ocasião, a participação desses profissionais na elaboração do projeto ajudou Dani a dizer “sim” ao São Paulo.

Tudo certo

Pouco mais de um mês após Daniel ser apresentado, este colunista conversou com dirigentes do São Paulo que detalharam a operação sob a condição de não serem identificados.

Entre outras, foram feitas por eles as seguintes afirmações:

“Tem um parceiro que o contrato [com ele] já foi para a Inglaterra para finalizar a parte jurídica. Já está tudo certo.”

“Não existe a possibilidade de não ter parceiro. Podemos não ter 100% do que imaginamos. Mas parceiro vai ter. Já está chegando um e tem outros bem encaminhados.”

“A gente está garantindo [o pagamento]. Ele vai receber, e a gente pode vender [a imagem do jogador] até o último dia do contrato, até 31 de dezembro de 2022.”

“Ninguém aqui fez uma coisa do outro mundo, uma loucura.”

“Talvez, o Daniel não esteja no top 15 dos jogadores mais caros do futebol brasileiro”.

O modelo

A confiança de que o projeto seria um sucesso vinha não só do patrocinador dado como certo e que não teve seu nome revelado naquele dia.

O modelo escolhido para o pagamento da remuneração do meia e lateral também era usado pelos cartolas para mostrar segurança de que não haveria dificuldade financeira.

Segundo disseram os dirigentes na ocasião, o salário de Daniel registrado em carteira era um pouco inferior a R$ 500 mil. A maior parte de sua remuneração seria paga em direitos de imagem.

O São Paulo se comprometera a pagar um valor fixo, que não foi revelado. O que passasse dessa quantia até um limite ficaria com o Tricolor. Atingido o teto, as partes dividiriam igualmente a verba a mais.

Foram combinadas parcelas semestrais de direitos de imagem. Pensando na possibilidade de os primeiros contratos de patrocínio demorarem para serem fechados, principalmente por causa de detalhes burocráticos, o São Paulo programou o primeiro pagamento para entre o final do primeiro semestre e o começo do segundo de 2020.

De acordo com os cartolas, o risco de não haver patrocinadores até lá era praticamente nulo por causa do contrato que era dado como certo.

Mas, se isso acontecesse não haveria problema porque o orçamento de 2020 já teria previsão para esses pagamentos.

O cálculo feito era de que o São Paulo precisaria gastar menos com reforços em 2020 e ainda deveria vender jogadores. Assim, teria dinheiro para se virar sozinho caso acontecesse uma zebra com os patrocinadores.

A confiança era tanta que os cartolas disseram que estavam descartando interessados em contratos curtos. A preferência era por acordos de pelo menos três anos.

DAZN

O contrato que os dirigentes davam como certo e disseram que teria ido para análise jurídica na Inglaterra era com a plataforma de streaming de esportes ao vivo DAZN, como mostrou o UOL Esporte.

Indagado nesta semana por que a parceria que já era considerada fechada não vingou, uma das fontes ouvidas em 2019 disse que o contrato teve idas e vindas e que no meio do caminho veio a pandemia de covid-19. Segundo o mesmo relato, a empresa desistiu do acordo por causa da crise financeira mundial causada pela pandemia.

O DAZN foi apresentado à oportunidade de fazer um contrato atrelado à imagem de Daniel Alves por André Barros. Na ocasião, além de fazer parte do grupo que ajudou o São Paulo a elaborar o projeto, ele trabalhava na Dentsu, agência de publicidade que tinha a conta do DAZN.

A empresa se interessou pelo projeto, fez reuniões com Daniel Alves e representantes do São Paulo e, de fato, esteve perto de assinar o acordo, que ajudaria o clube a pagar parte da remuneração do atleta.

A ideia era transformar o jogador em embaixador global do DAZN e explorar a imagem dele com uma série para ser exibida pela plataforma. Apesar de não ter sido o fator principal, colaborou para o acordo emperrar o fato de o conteúdo exato da série não estar definido, conforme apurou o blog.

Outros ajustes a serem feitos no acordo impediram a assinatura em 2019. O golpe fatal aconteceu em 2020 com a explosão da pandemia de covid-19.

Contratos assinados pelo DAZN em diversos países foram suspensos. As operações no Brasil também foram atingidas, o que tornou o projeto Daniel Alves inviável. A empresa desmantelou sua equipe no Brasil.

O blog não conseguiu ouvir o DAZN. Guilherme Guimarães, ex-vice-presidente de Marketing do DAZN, disse que não se sentia confortável para falar sobre o tema por não estar mais na empresa. André Barros também preferiu não dar entrevista sobre o assunto.

Sérgio Floris, ex-vice-presidente de conteúdo original do DAZN, não atendeu aos telefonemas do blog nem respondeu às mensagens enviadas, assim como Rui Branquinho.

Além do DAZN, as outras empresas que conversavam com o clube, segundo dirigentes da época, nunca assinaram contrato. A justificativa dos cartolas é o abalo econômico mundial provocado pela pandemia.

O que era considerado impossível por confiantes cartolas envolvidos com o plano Daniel Alves aconteceu. O clube ficou sozinho e, ao contrário do que diziam os cartolas que explicaram a operação ao blog, não conseguiu honrar todos compromissos (os salários registrados em carteira estavam em dia, segundo o clube). Isso em meio a um cenário imprevisível, sem receita de bilheteria por causa do veto ao público nos jogos em função da pandemia.

A dívida chegou a aproximadamente R$ 18 milhões. No acordo para a rescisão do contrato, o São Paulo se comprometeu a pagar cerca de R$ 25 milhões (parte dos valores que o atleta ainda teria a receber entraram na conta). Desse valor, serão descontadas as verbas rescisórias a que o jogador tem direito. O restante deve ser pago em 60 meses.

A atual diretoria do São Paulo atribui o fracasso financeiro da operação Daniel Alves ao fato de o projeto de marketing não ter decolado, aos efeitos da pandemia de covid-19 nas finanças do clube e aos altos valores do contrato.

Hoje no Vasco, Alexandre Pássaro, ex-gerente-executivo do São Paulo e um dos responsáveis pela operação Daniel Alves ao lado de Raí, não atendeu aos telefonemas do blog. Também não respondeu à mensagem enviada. Raí não deu resposta ao pedido para dar uma declaração a respeito do tema.

Daniel Alves em Ceará x SPFC. Foto: Ge.com

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Mauaense (Rodada 10 da 2a div Sub23):

E já temos a escala para a última rodada da 1a fase da Segunda Divisão Sub23. Abaixo:

Árbitro: Diego Augusto Fagundes
Árbitro Assistente 1: João Petrucio Marimônio de Jesus dos Santos
Árbitro Assistente 2: Wellington Bragantim Caetano
Quarto Árbitro: Thiago Filipe Machado Chagas
Analista de Vídeo: Elton de Andrade Santos

Diego tem 29 anos de idade, 9 temporadas como árbitro e nesse ano teve sua primeira oportunidade na série A2. Tem sido frequente na A3.

Em jogos do Paulista, apitou em Jayme Cintra o confronto contra o União de Mogi em 2019 (vitória do Galo por 4×0), numa partida sem exigência. Em 2020, pela Copa SP de Futebol Jr, apitou em Jundiaí o 0x0 contra o Rio Claro (com muitos erros relatados aqui: https://wp.me/p55Mu0-2qN), além de Batatais 2×0 Paulista pela A3.

A impressão que eu tive do árbitro é que tecnicamente, nas últimas atuações, ficou a desejar, além de ter um vício muito ruim: ao invés de advertir com firmeza os infratores e/ou mostrar cartão, ficou no “chega”, gesticulando com os braços. Seu posicionamento dentro de campo também não foi bom.

Espero que tenha conseguido melhorar sua performance em outros jogos, corrigido os erros e que faça uma boa partida neste domingo no Jayme Cintra!

Curioso: o mesmo bandeira que sábado passado que esteve no Jayme Cintra, voltará nesse domingo: João Petrucio Marimônio de Jesus dos Santos (que não foi exigido contra o Barcelona Esportivo).

Acompanhe Paulista x Mauaense pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira, análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começa às 15h, mas desde as 14h30 o Tome Forte do Esporte já estará no ar.

Mauaense sai na frente, mas Paulista busca o empate em duelo pela Segundona  | paulista segunda divisão | ge

Foto: Ge.com (jogo de ida em Mauá).

– Bom dia, 6ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #Puma #Nike #Adidas

– Jogar em casa fez diferença nesta semana, ou não?

Considere:

Flamengo 2×0 Barcelona-ECU (aproximadamente 20.000 torcedores no Maracanã),
Red Bull Bragantino 2×0 Libertad-PAR (aprox 2.000 torcedores no Nabizão),
Palmeiras 0x0 Atlético Mineiro (sem torcida na Allianz Arena), e
São Paulo 0x0 América-MG (idem no Morumbi).

Os jogos pela Libertadores e Copa Sul-americana com presença de público tiveram resultados positivos aos mandantes, enquanto os com estádios vazios, resultados sem gols em jogo “xôxo”.

A questão é: mesmo com carga baixa de torcedores, faz diferença dentro de campo aos jogadores e no resultado final de uma partida a presença de público?

Eu, particularmente, confesso: talvez a grande influência fosse casa cheia, abarrotada. Com pouca gente, não creio.

E você, o que pensa sobre isso? Mera coincidência ou não?

– Palmeiras 0x0 Atlético Mineiro: que joguinho indigno!

Era uma semifinal de Libertadores da América? Mas que jogo feio fizeram Verdão e Galo…

Há quem teorize que: se reconhecendo inferior como equipe dentro de campo, o Palmeiras usou a estratégia de retranca montada pelo seu treinador, Abel Ferreira, a fim de jogar pelo contra-ataque em Minas Gerais. Ou seja: “não tomo gol em casa, e jogo a responsabilidade para o adversário na próxima partida”.

Aí me vem a lembrança de Vanderlei Luxemburgo, quando dizia que “o medo de perder tira a vontade de ganhar”. Não é por aí mesmo?

Enfim: não teve torcida em São Paulo, e seria magnífico desportivamente falando que o Atlético Mineiro não vendesse ingressos em Belo Horizonte…

Em tempo: já pensou se tivéssemos público no Allianz, pagando uma nota pela entrada e assistindo uma partida desse nível?

– Bom dia, 4ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Que vento lá fora!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde (e a blusa está reservada, se a ventania não parar). Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina, controlando sempre o cortisol?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running

– 10 mulheres na Arbitragem de Corinthians x Palmeiras na Arena NeoQuímica.

A CBF escalou Edna Alves Batista, da FIFA, para apitar o Derby FEMININO no final de semana.

Ao todo, com 5a árbitra, VAR, AVAR e demais integrantes, teremos 10 mulheres formando a equipe de arbitragem. E a pergunta óbvia: poderiam ser escaladas no Derby MASCULINO de sábado? Afinal, competentes elas são.

A propósito: esse jogo entre mulheres será no domingo às 21h. Não poderia ser rodada dupla, já que o jogo entre os homens é no sábado, no mesmo local?

A escala abaixo: 

– Bom dia, 3ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem?

Por aqui, confesso, com bastante preguiça… Mesmo assim, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde.

Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina? Ao menos, que seja uma caminhada.

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Guarulhos x Paulista, Rodada 9 do Paulistão 2a divisão Sub23.

Para AD Guarulhos vs Paulista FC, uma surpresa: o 4o árbitro do jogo passado (contra o Barcelona Esportivo), Gabriel Petrini Rodrigues Cruz, será o juizão em Guarulhos pela 9a rodada do Paulistão Sub 23 (quarta-feira).

Será apenas seu segundo jogo profissional na carreira. Jovem, 26 anos, terá a oportunidade de mostrar suas qualidades nesta próxima rodada, já que tem atuado nas categorias amadoras.

Marco Andrade de Motta Junior, experientíssimo em jogos da A1, e Alexandre Basílio Vasconcelos (ambos com 42 anos) serão os assistentes. Gustavo Henrique da Silva será o 4o árbitro.

Desejo um grande jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe Guarulhos x Paulista pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira, análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começa às 15h, mas desde as 14h30 o Tome Forte do Esporte já estará no ar.

– A queixa da Federação Espanhola sobre manipulação do VAR!

Aconteceu há 2 anos na Espanha, e o assunto é bem sério: a discussão sobre a confiabilidade nos operadores e interesse do VAR. Abaixo: 

Já imaginou que “forfé” se fosse no Brasil? A acusação, abaixo, é gravíssima!

Em: https://www.espn.com.br/futebol/artigo/_/id/6132734/federacao-espanhola-acusa-empresa-dona-dos-direitos-de-laliga-de-manipular-var

FEDERAÇÃO ESPANHOLA ACUSA DA DONA DOS DIREITOS DA LA LIGA DE MANIPULAR O VAR

A vitória do Valencia por 1 a 0 neste sábado, no País Basco, contra o Athletic Bilbao, na sétima rodada de LaLiga, foi motivo de polêmica entre a Federação Espanhola de Futebol (RFEF) e a Mediapro, empresa detentora dos direitos televisivos do Campeonato Espanhol.

Em nota divulgada neste sábado, a RFEF acusou a Mediapro de manipular o VAR. Isso porque no gol da vitória do Valencia, Cheryshev, que começou o lance, estava em posição duvidosa.

A RFEF acusa a Mediapro de ter mostrado uma imagem do VAR, onde o russo estaria impedido, que não tenha sido provida por ela. Segundo a federação, a atitude de mostrar uma outra linha de impedimento prejudica o uso do árbitro de vídeo.

“Indo contra os elementos de ética do esporte, a produtora mostrou imagens de uma linha de impedimento hipotética, que geram uma visão distorcia da jogada. Uma manobra que pode gerar alarde social”, diz a nota.

“Se esse comportamento irresponsável se repetir com o propósito de descreditar a confiabilidade do VAR, isso estará sujeito à denúncia imediata da Federação e uma possível sanção”, continua a RFEF.

A geração oficial de imagens provida da federação só divulgou as imagens do VAR aos 54 minutos de jogo, enquanto o gol aconteceu aos 27 do primeiro tempo.

– Qual o futuro dos bandeiras? Sobre São Paulo x Atlético Goianiense.

É o enésimo jogo que assisto do simpático Atlético Goianiense, no qual vejo discussões de lances “pró ou contra” envolvendo impedimentos passivos. Não tenho a estatística, mas acontecem aos montes com o Dragão.

No Morumbi, domingo, nos dois primeiros gols vimos lances de gols com jogadores em impedimento passivo (contra). Na semana passada, a favor (contra o Corinthians).

Em todas as situações, os bandeiras foram figurantes. Não é que eles deram a condição de jogo, eles simplesmente se omitiram e deixaram a responsabilidade ao VAR.

Será que no futuro só teremos marcação de laterais como responsabilidade deles? Ou com linhas sensoriais nem isso?

O tal do VAR é necessário (embora, o uso excessivo e equivocado, torna-se chato).

Em tempo: o São Paulo jogou ontem com 5 estrangeiros, no final do jogo. A base não consegue formar jogadores com as características dos gringos, foram oportunidades de mercado e/ou peças insubstituíveis?

– Bom dia, 2ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar a semana?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #nike #mizuno

– Que mico, Globo… sobre Vasco 1×1 Cruzeiro. Cadê o “Padrão Globo de Qualidade”?

Transmitir do estúdio, economizar equipe, fazer uma Central do Apito à distância acompanhando vários jogos… deu no que deu!

Vasco x Cruzeiro terminou 1×1, pois o gol do Vascão no final do jogo foi anulado e a transmissão não percebeu. Conclusão: no RJ, narrador se perde e tenta explicar que está achando que é 2×1 e pede desculpas; em SP, narrador conta uma história de que depois do jogo o VAR anulou…

Cadê o Padrão Globo de Qualidade?

Cabeças vão rolar.