– Bom dia, 3ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Curtindo o feriado?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?

Pratique esportes. Sempre! Isso ajuda no controle do cortisol.

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #asics

– Que joguinho… Cuiabá 0x0 São Paulo.

Eu estava na estrada, voltando para casa, e como apaixonado pelo rádio, dirigia ouvindo o jogo Cuiabá x SPFC. Por uma rádio, lamentos de uma partida horrível. Em outra, idem. Na 3a opção, mesma coisa. E, finalmente, até onde consegui ouvir, um péssimo jogo.

Pior do que tudo isso é o fato de que isso (disputas modorrentas) está se tornando normal no Brasil! Quantos jogos ruins estamos observando no Campeonato Brasileiro há algum tempo?

Como explicar: regredimos tecnicamente, estamos exigentes demais ou o futebol está muito chato mesmo?

– Santos FC e o Sal Grosso.

A história de que o Santos FC jogou sal grosso na cabine do VAR é mais uma do folclore do futebol.

Gasta-se milhões com jogadores, briga-se na Justiça por contas a pagar, contrata-se treinadores, fisiologistas e outros profissionais, mas quando consegue vencer nos acréscimos um jogo importante… a culpa do sucesso é da SORTE?

Ora, sem futebol bem jogado, não existe sorte. O Grêmio de 2021 é muito ruim e o Santos “comeu grama” durante os mais de 90 minutos. Foi isso: competência!

– A insensibilidade do massagista com apelo à agressão.

Por conta das agressões ao árbitro Rodrigo Crivellaro em Venâncio Aires, com imagens que rodaram o mundo (o covarde chute em sua cabeça quando estava no chão, pelo atleta Willian Ribeiro – vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-xZ0), muitos árbitros se manifestaram antes das partidas ajoelhando-se, em protesto contra a violência.

Eis que… veja essa breve história:

Jordaite Barretos da Silva é massagista do EC São Bernardo. Neste domingo, pela Copa Paulista (a competição de 2o semestre da FPF para os clubes fora do Brasileirão), na partida entre seu time contra o Primavera de Indaiatuba, após receber o cartão vermelho por ofensas ao bandeira Anderson Moraes Coelho (um árbitro assistente de elite, acostumado a jogos da Série A do Brasileirão e um dos melhores do quadro da CBF), disse:

“É por isso que tem que chutar a cabeça desses caras mesmo, igual fizeram lá no Sul”.

Pode?

Insensibilidade total, desequilíbrio emocional e a prova de que, no futebol, adversário e árbitro não são elementos do jogo, mas inimigos para alguns.

É esporte, minha gente, não é luta por sobrevivência.

– Bom dia, 2ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Garoa lá fora, agora.

Comecemos uma nova semana?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?

Pratique esportes. Sempre!

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– Geração 2018/2022 da França é melhor que a de 1998/2002?

A Seleção Francesa venceu a Liga das Nações há pouco, batendo a Espanha e jogando muito bem. Para mim, é uma das favoritas para levar o título da Copa do Mundo no Catar no ano que vem.

Fica a pergunta: a turma de Pogba e Mabppé é melhor do que a de Zidane e Cia?

Aparentemente, acho que sim.

– O novo dono do Newcastle: o príncipe saudita conta com a antipatia dos seus co-irmãos…

O príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, comprou o time de futebol Newcastle da Inglaterra. Ele é 8 vezes mais rico que Mansour Bin Zayed Al Nahyan, dono do Manchester City. Sem contar o Fundo Público Saudita, sua fortuna pessoal é de 95 bilhões de dólares!

Sabidamente, ele é conhecido por ser um ditador inconsequente. Os demais clubes da Premier League, alguns que também têm origem financeira duvidosa, não querem o novo parceiro.

Abaixo, extraído de: https://blog.jovempan.com.br/flavioprado/2021/10/09/futebol-sujo-de-sangue/

FUTEBOL SUJO DE SANGUE

por Flávio Prado

O “arremedo de clube” segundo seu grande ídolo Alan Shearer, virou o mais rico do planeta desde o dia 7 de outubro. O desprezível Mohammed bin Salman, príncipe herdeiro da ditadura da Arábia Saudita, acusado de números crimes, inclusive o recente assassinato do jornalista Jamal Khashoggi, comprou o Newcastle da Inglaterra.

Bin Salman tem mais dinheiro que todos os outros donos de equipes na Premier League juntos. Verdade que entre eles existem outras figuras também lastimáveis acusadas de todo tipo de falcatruas e lavagem de dinheiro. Mas a chegada de Bin Salman parece ter acionado um sinal de alerta. Até que ponto se pode aceitar gente deste nível no mundo da bola?

Muitas informações desencontradas afirmam até que as outras 19 equipes irão unir-se, para proibir a entrada do herdeiro árabe no seu grupo. Alan Shearer fala em hipocrisia. Sabe das acusações contra o reinado da Arábia Saudita, mas lembra que dinheiro, no mínimo contestável, também veio da China, Rússia e Abu Dhabi. Além da Inglaterra aceitar outros vários empreendimentos árabes em todo país.

Mohammed Bin Salman era inimigo expresso do jornalista Khashoggi, que entrou no Consulado da Arábia em Istambul no dia 2 de outubro de 2020 atrás de um documento. Nunca mais saiu. Os árabes dizem que ele morreu numa briga lá dentro. Jornais americanos afirmam ter provas de que ele foi morto de forma bárbara, tendo seu membros e outras partes do corpo decepadas com ele ainda vivo. Nunca se saberá a verdade, infelizmente.

O tema é o limite dos investimentos. A Copa do ano vem será no Catar, outra ditatura sangrenta, que além disso corrompeu vários membros da Fifa para ganhar a sede do Mundial. O PSG já pertence ao governo catariano. São coisas separadas ou temos que criar regras? Esta discussão está fervendo no grande país do futebol atual. O Brasil começou a abrir suas fronteiras para investidores. Como você se sentiria se o seu time tivesse este tipo de investidor? Se fosse no maior adversário é lógico que você ficaria chocado, né? Mas e seu time cheio de dinheiro sujo e ganhando tudo, como você, sinceramente, se comportaria?

– Quais times são as surpresas positiva e negativa no Campeonato Brasileiro?

Nesse momento do Campeonato Brasileiro 2021, já se pode rotular a participação de alguns clubes no torneio. Por exemplo:

  • Qual é a grande decepção?

Seria o Palmeiras, que  apesar da classificação para a final da Libertadores e da posição na tabela do Brasileirão, no returno faz campanha pífia e não tem mostrado um futebol convincente? No sábado, se considerarmos o agregado contra o Red Bull Bragantino, o placar foi de derrota por 7×3 (perdeu de 3×1 e 4×2).

Ou seria o São Paulo, que é o atual Campeão Paulista e luta contra o rebaixamento?

Talvez o Santos. Ou não se esperava muita coisa do Peixe, já que o prenúncio de má campanha não permite dizer que o desempenho ruim é uma surpresa?

Por fim: o Grêmio! Os gaúchos trouxeram Rafinha e Douglas Costa a “peso de ouro”, além da quase contratação de Borré. Mas no “jogo jogado”… ao invés de lutar por títulos, briga para não cair para a série B.

  • Qual a grande novidade?

O Fortaleza de Vojvoda, com desempenho muito bom?

O Corinthians de Sylvinho, já que se previa o caos na campanha atual antes da chegada dos reforços?

O Red Bull Bragantino (ou já era de esperar tal campanha muito boa)?

Deixe seu comentário:

– Faça alguma atividade física!

Fim de treino. Há pouco, já contei minha rotina nas postagens anteriores. Vale a pena suar.

Hoje um pouco mais cedo, a fim de conseguir dar conta das atividades dominicais.

Pratique esportes, controle os BPMs e seja feliz. O corpo agradece.

– Bom dia, domingo (1 de 4). 🏃🏼

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Que chuva na madrugada, não?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?

Pratique esportes. Sempre!

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– Lições da 2a divisão Sub23: a escolha do treinador e a ética.

Depois da má campanha do Paulista FC na 4a divisão estadual, precisamos pensar nos erros e acertos, tirando aprendizados.

Uma reflexão de um dos erros: a escolha do treinador!

Gostaria de citar um exemplo da semana retrasada, a fim de ilustrar o texto: eu pude participar de uma aula na Faculdade Cásper Líbero, onde falei sobre Ética nas Corporações, no Futebol e na Arbitragem (um funil sobre o tema). Lá, surgiu a seguinte pergunta: “O que você pensa de treinadores de futebol que levam sempre os mesmos jogadores nos clubes onde passam? Seria um desrespeito para quem já está no elenco ou é um problema ético?”.

Ora, sempre foi muito especulado em times grandes que certos treinadores tinham jogadores caros e de confiança. Para alguns, opção técnica. Para outros, combinação de receitas (o jogador pagava um “pedágio”/ parcela de salário para que o técnico, em outra equipe, o levasse junto).

Nas divisões mais humildes e regionais, isso (que é um problema ético e até de desonestidade) não acontece. O que ocorre são outras situações, nas quais o Galo precisa se atentar: o de “treinadores-empresários”. E isso é complicado…

Eles atuam em três frentes:

  • Arrendando a equipe: seja como “figura do empresário que coloca um time usando a camisa do clube”, e seu treinador é agente de confiança. Nos moldes da Kah Sports, em 2019, na campanha do acesso para a A3. Se não existirem conflitos de interesse, ótimo. Se os objetivos de empresários (vender seus atletas e colocar na vitrine), forem diferentes do clube (o Paulista queria o acesso para a A2, e não lutar pra não cair, como ocorreu em 2020), é obvio que não dá certo. Aí, nem é problema ético, é desacordo comercial.
  • Treinador arrendatário: muito comum em divisões inferiores, o técnico se oferece ao clube, coloca seu plantel em campo e assume as responsabilidades. Eticamente, se o clube não externar o ocorrido aos torcedores, estará os enganando e será ruim. Se manifestar claramente que está permitindo tal relacionamento, menos mal.
  • Treinador-empresário camuflado: ocorre quando o técnico é o agente de atletas e assume uma equipe profissional, preferindo escalar seus atletas agenciados ao invés dos jogadores do elenco. Aqui, o problema ético é seríssimo, pois o conflito de interesses se evidencia: como crer que um jogador que é titular realmente faz por merecer a titularidade, ou que é escalado por ser do casting do treineiro? Isso provoca cizânia entre o elenco, além do óbvio conflito ético. Mais do que isso, o elenco racha de vez e o clube é quem fica prejudicado (a não ser que o jogador seja Messi ou Cristiano Ronaldo).

Neste último ano, Baiano, o treinador que subiu do Sub 20 para o profissional (excelente pessoa, grande ex-jogador, inexperiente como técnico e uma aposta para o torneio) foi questionado quanto a algumas escalações e substituições. Normal, é um iniciante e errar é algo comum. Mas ao ler no Jornal de Jundiaí (link abaixo) de que o atacante Adriano, que assinou por 3 meses e jogou meia hora, é da empresa de jogadores de propriedade do Baiano, me assusto e entristeço.

Leia sobre isso em: https://www.jj.com.br/esportes/2021/10/136421-adriano-e-atleta-da-b5-sports.html

Vale uma palavra da diretoria sobre tal episódio… e que tal aprendizado sirva para 2022, onde possamos ter um treinador desimpedido de amarras empresariais, fazendo um trabalho ético, esportivamente falando.

– População Brasileira poderá Convocar a Seleção de Futebol em Votação?

A ideia surgiu há 9 anos e foi revelada pelo Estadão: e se ela se concretizasse? Entenda:

A informação está no Estadão (Caderno Esportes, pg 03, ed 08/10/12, por Paulo Favero e Paulo Galdieri): a Gillete, patrocinadora da Seleção Brasileira, estaria negociando a seguinte promoção: o consumidor entra no site da marca, e “escala” jogadores para o Brasil. Ao final de um determinado período, os atletas mais votados para cada posição seriam revelados e essa “Seleção Popular” seria convocada pela CBF, dirigida por Mano Menezes e jogaria contra um adversário a ser definido.

Andrés Sanches, diretor de seleções, disse na matéria que “não vê problemas nisso, a não ser a questão das datas”.

E aí, o que você acha da idéia? Penso que seria um risco muito grande e desnecessário, onde atletas mais carismáticos poderiam ser escalados no lugar dos mais competentes. Além disso, imagine se o “povão” convocar jogadores preteridos por Mano atualmente, que saia-justa…

– Bom dia, sábado (parte 1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Que ventinho chato lá fora, não? Por aqui, vai chover.

Falando em “lá fora”… tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde (não sei se na rua ou na esteira). Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina, controlando sempre o cortisol?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #asics #reebok

– Seleção que nada motiva.

Ah, Seleção Brasileira

Tite invicto, mas com um futebolzinho “sem vergonha” mostrado em campo. Ou melhor: sem alma!

Jogo chato, enfadonho, que não cativa ninguém.

A verdade é: a safra de jogadores é fraca demais, além de não ser simpática para o torcedor.

Cá entre nós: assistir Venezuela x Brasil (do pouco que vi) é algo muito sem graça…

Confira como foi a transmissão da Jovem Pan do jogo entre Venezuela e Brasil  | Jovem Pan

– O pênalti equivocado de São Paulo x Santos pelo Brasileirão.

Aos 30m, Rodrigo Nestor (SPFC) chuta para o gol e a bola desvia no braço em Vinícius Balieiro (ex-Vinícius Paulinho, jogador em “comodato” com o Santos, pertencente ao Paulista de Jundiaí e que o time do Interior implora desesperadamente para o Peixe vendê-lo, a fim de entrar dinheiro em caixa). Lance normal ou não?

Seria anormal se:

  • Existisse a intenção de desviar a bola com a mão e os braços (não foi o caso);
  • Existisse o movimento antinatural do braço em deixar que a bola batesse nele (não foi o caso);
  • Existisse a intenção subjetiva de tirar proveito da situação (não foi o caso);
  • Existisse a vontade de ampliar a área de contato (não foi o caso).

Diferente dos lances que abordamos ontem em América/MG x Palmeiras/SP (relato no link: https://wp.me/p55Mu0-2W3), aqui há um claro lance não intencional, corriqueiro, de movimento natural e não infracional que acontece nos jogos. Ops: não considere “houve desvio no ataque”, “direção do gol” ou outros mitos que se tenta justificar e que não se referem de verdade à essa questão específica da Regra.

Repare que Raphael Claus não marcou infração, mas acabou convencido pela VAR Daiane Caroline Muniz (que, sinceramente, foi mal escalada nessa partida, pois não tem rodagem para um jogo tão grande como esse – ela somente apitou uma partida pela série C e outra pela série D, e de repente aparece como árbitra de vídeo na série A? Lógico, trabalhou como AVAR e árbitra em partidas de menor porte do que o SanSão, em divisões menores e amadoras).

Portanto, erro na marcação do pênalti.

– Bom dia, 6ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Como mudou o tempo, não?

A preguiça não pode reinar. Sendo assim, vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running

– São Paulo x Santos: um SanSão de desesperados?

Ao ver a escala de arbitragem (Claus, com Danilo Simon e Evandro Lima – um trio de primeiríssima linha), imagino que a CBF tem preocupação com os nervos de são-paulinos e santistas para esta 5a feira no Morumbi.

Eu também teria! Tanto o Tricolor quanto o Peixe precisam fugir do rebaixamento inédito do Brasileirão.

O São Paulo de Hernan Crespo não consegue marcar gols nas oportunidades que cria. O Santos não fez gol desde que Fábio Carille assumiu. Se alguém for derrotado, terá o seu treinador muito contestado?

Tá me cheirando um 0x0 esse jogo…

– Os lances polêmicos de América 2×1 Palmeiras pelo Brasileirão.

Eu não escalaria mais Leandro Pedro Vuaden em jogos do Palmeiras, somente para que o treinador Abel não entrasse predisposto para reclamar da arbitragem. Falaremos abaixo dos erros e acertos da partida entre América-MG 2×1 Palmeiras-SP, mas lembremo-nos: Abel havia reclamado muito em um Choque-Rei e chegou a ficar com o dedo em riste contra Vuaden (que somente o puniu com Amarelo na ocasião). No começo do ano, nova cizânia entre ambos na partida que decidiu a Supercopa entre Flamengo x Palmeiras. Rememorando tudo isso no link em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2021/04/12/supercopa-flamengo-x-palmeiras-nao-acabou-ainda-consideracoes-sobre-o-var-abel-e-vuaden/.

Sobre a partida desta 4a feira, pontuo 4 lances importantes que observei e anotei:

26m- Gol de Rony: totalmente legal! A bola que bate na mão do zagueiro Ricardo Silva foi totalmente involuntária e o jogo deveria seguir (como seguiu). Mesmo se tivesse sido infração, houve vantagem. Se a bola batesse na mão de Rony, como o VAR suspeitou, deveria deixar a partida continuar, pois não houve movimento antinatural e nem intenção deliberada. Portanto, acertou Leandro Pedro Vuaden.

49m- Ataque promissor do Palmeiras: o defensor Eduardo Bauermann segura Rony com a mão esquerda no ombro e depois com a mão direita na camisa, agarrando-o (lembrando que desde 2019 a FIFA reforçou: os agarrões precisam impedir que o atleta continue a jogada, pois agarrar a camisa por si só não é mais infração). Vuaden entendeu que o atleta não forçou a queda, mas que foi desequilibrado, e marcou a falta. Porém, existiam atletas do América ao lado de Bauermann, e isso pode ter atrapalhado a interpretação do árbitro. Esses defensores não teriam chance de alcançar Rony para disputar a bola (ao contrário do que provavelmente pensou o juiz), portanto, era lance de situação clara de gol. Errou Vuaden ao aplicar o Cartão Amarelo, era para  Cartão Vermelho).

60m- Primeiro pênalti marcado para o América: A bola é cruzada e bate na mão direita de Jorge que está levantada. Aqui é importante salientar: por falta de nitidez das imagens, se imaginou que poderia ter batido no antebraço esquerdo do palmeirense (se fosse isso, por estar grudado no corpo e em movimento natural, não seria pênalti). Entretanto, por outro ângulo, se verificou que a mão direita estava em movimento antinatural, impedindo a passagem da bola (se a mão estivesse na frente do rosto de Jorge e batesse nela, seria o movimento natural de proteção e isso não é pênalti, pois você pode proteger rosto e partes íntimas com as mãos). Acertou Vuaden.

88m – Segundo pênalti marcado para o América: A bola é cruzada para a área palmeirense e Felipe Mello dá um carrinho para impedi-la. Aqui, atenção: se bate na mão de apoio no chão, que é um movimento natural, não é pênalti. Se bate na outra mão / braço e ele está junto ao corpo, também não é pênalti. Mas como bateu numa mão que está aberta (e repare que ele deixa o braço para aumentar o espaço), é o típico exemplo de movimento antinatural (essa orientação da regra foi criada para isso: punir o jogador que dá uma de “malandro” e bloqueia a bola com a desculpa de que “bateu sem querer”). Acertou o árbitro.

Dos 4 lances polêmicos, 1 erro e 3 acertos. Na coletiva pós-jogo, três perguntas seguidas ao treinador Abel (se referindo a um time reativo, ou seja, que não propunha o jogo e ficava na retranca, e nas três respostas o técnico reclamou da arbitragem).

Cá entre nós: dava para evitar escalar o Vuaden em jogos do Palmeiras, mesmo que a arbitragem tivesse sido ótima.

– #tbt 3: Treinadores e Jogadores aos olhos do Árbitro: quem é o “boa gente da bola”?

Repost de 8 anos:

O Futebol é um universo miscigenado, com atores das mais diversas condutas, transmitindo amor e ódio aos torcedores.

Tive o prazer de conviver com muitos deles. E, vez ou outra, me perguntam: “E Fulano, como é dentro de campo? E Beltrano, joga muito?”.

Pois bem: um árbitro de futebol repara mais no comportamento dos atletas do que na categoria. E sobre isso, vale meia-dúzia de observações:

1- Craque quase nunca reclama. Romário é o exemplo. Pouquíssimas vezes vi o Baixinho reclamar com o juiz. Sabe como era um bate-papo com ele antes de sortear o Toz (a moedinha da ‘Bola ou campo’)? Simplesmente cumprimentava, perguntava se fez boa viagem, falava sobre a temperatura, e se o jogo fosse em São Januário, aconselhava alguns “points pós-jogo”. Nunca vi o Romário simular ou pedir cartão para o adversário. Assim também se comportava Raí, Ronaldo Nazário, Bebeto…

2- “Botinudo” sempre será botinudo. Lembram-se do “Cocito”? Batia na própria sombra. E era marcado justamente pela violência. Se era falta simples, virava amarelo pelo seu histórico. Hoje, Felipe Mello leva essa fama. Mas atenção: é diferente do Domingos, o zagueiro que começou no Santos FC e rodou inúmeros clubes, que para muitos é sinônimo de pancada. Tive a chance de apitá-lo desde a base até o profissional, em diversas equipes: seus lances nunca são de falta violenta proposital, mas normalmente por imprudência. Dentro de campo, por mais incrível que possa parecer, é muitíssimo educado com a arbitragem, sendo que poderá ser expulso por violência involuntária, mas nunca por ofensas.

3- O mal comportado é figurinha carimbada na história do futebol brasileiro. Da década de 90, Djalminha e Edmundo são os mais recomendados para se discutir. Me recordo que certa feita, estava no Morumbi assistindo como aluno da Escola de Árbitros o jogo São Paulo x Vasco da Gama. O árbitro era Francisco Dacildo Mourão (hoje, fazendo sucesso como competente comentarista de arbitragem). Depois do jogo, perguntei a ele se o Edmundo (que já era Bad Boy naquele timaço vascaíno da década de 90) dava muito trabalho em campo. E ele respondeu serenamente: “Claro que não. Quando o Edmundo apronta, ele faz a besteira na frente de todo mundo. O duro é o Djalminha, que põe as mãos para trás, vem sorrindo como se pedisse desculpas para o árbitro mas na verdade vem xingando sua mãe”. Nunca me esqueci disso. No final da carreira do Edmundo, num domingo a tarde, eu estava como quarto-árbitro no Parque Antártica na partida entre Palmeiras x Guaratinguetá; neste jogo, um jogador do time de Guará falou algo no ouvido do “Animal” que não pensou duas vezes: meteu o cotovelo sem se preocupar em estar sendo flagrado ou não. Mas o mais curioso é: fora de campo, no vestiário, o Edmundo se transformava! Educado e cortês…

4- Há também os chatos, aqueles que antes da bola rolar já enchem a paciência: Fábio Costa é um deles! Não quer assinar a súmula pois está concentrado no jogo, não quer trocar a camisa pois é supersticioso (mesmo ela sendo da mesma cor do time adversário), não quer tirar aliança para entrar em campo (e isso é obrigatório), além da grosseria. São os jogadores que encaram o árbitro como um inimigo: inclua-se na lista Marcelinho Carioca, Emerson Sheik, Kleber Gladiador… Aliás, são esses mesmos atletas que os adversários reclamam de lances desonestos e tentativas de agressão. E o pior é que todos esses citados deram várias provas disso.

5 – E os “Boas Praças”? O goleiro Marcos, Vampeta, Denilson… esses caras não desacatavam ninguém, eram queridos e/ou folclóricos. Vi os 3 em campo em jogos oficiais: tinham a bola como amiga, jogavam com gosto. Traziam alegria ao futebol.

6- Não pensem que árbitro fica reparando só em jogador dentro de campo. Ele também se preocupa (e muito) com os treinadores. E nessa área, ou melhor, na área técnica, trabalhei com os principais da atualidade: dos rabugentos aos educados.

Muricy é ranziza, mas a boleirada gosta dele; Scolari é chato ao extremo, se preocupa em tumultuar a vida dos árbitros e fazer seu time de vítima, jogando os atletas contra tudo e contra todos; Tite é educado, fala difícil, é intenso na beira do campo e tenta se impor, sem perder o respeito com o árbitro. Luxemburgo é ardiloso, reclama de tudo, cria situações e desvia o foco dos acontecimentos em cima dos árbitros. Mas o pior deles é Emerson Leão! Seu único sorriso é de ironia; é grosso e arrogante. Tenho certeza que, todo e qualquer árbitro quando o expulsava, o fazia com gosto! Na mesma linha vai o atual treinador do Criciúma: Argel Fucks! Apitei ele como treinador de times do Interior, e garanto que ele é tão violento no trato como nos pontapés que dava quando era jogador.

Gente educada (e competente) é: Nelsinho Baptista, Vagner Mancini, Caio Jr, Dorival Jr, Marcelo Oliveira, Levir Culpi…

Diante de tudo isso, vale ressaltar: o comportamento de um profissional de futebol é decisivo em muitos jogos. Imagine um hipotético jogo onde o Gamarra disputa uma bola com o Emerson Sheik na grande área. Se o zagueiro paraguaio (que foi famoso por raramente fazer faltas) fizer um pênalti duvidoso em Emerson (famoso por polemizar), na indecisão do árbitro, a decisão vai ser a marcação de simulação (mesmo que seja tiro penal).

O importante é: que todo profissional de futebol, independente se jogador ou treinador, não fique rotulado negativamente no começo da carreira, pois a fama criada é carregada por muito tempo.

Bola De Vinil Dente Branco Com Preto ( Kit Com 30 Bolas ). nas americanas

– Bom dia, 5ª feira (1 de 5).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Todo mundo “verticalizando o esqueleto”?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina? Claro: sempre com o desejo de controlar o cortisol!

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #adidas #cooper #training #corrida #sport #esporte #running

– Para Red Bull Bragantino x Flamengo, teremos árbitros da Roraima ou do Amapá?

O Flamengo reclama que “briga pelo título brasileiro com o Atlético Mineiro e o VAR do jogo contra o Red Bull Bragantino é de Minas Gerais”.

Quer dizer, pela lógica da cartolagem, que o árbitro vai “meter a mão contra o Mengão, só para ajudar o Galo”?

Ora, num campeonato onde dos 20 clubes em disputas há 15 vagas para classificar em torneios internacionais e 4 para fugir do rebaixamento, TODO jogo vai ter interesse de terceiros. E certamente o árbitro escalado será de um estado interessado.

Como resolver isso?

Escalando juízes de estados fora da primeira divisão: do Tocantins, da Paraíba, do Acre…

Ironia à parte, os estados que têm o futebol mais desenvolvido, têm os árbitros de melhor qualidade. Não dá para “montar o quebra-cabeça das escalas” sem os principais da Série A atualmente.

Em 13 de Outubro de 2008, tínhamos várias queixas de clubes sobre o “estado de origem dos árbitros”. Compartilho a postagem daquela oportunidade:

DE ONDE VIRÃO OS HOMENS DE PRETO?

A coisa tá ficando difícil. Nesta última rodada do Brasileirão, todos puderam acompanhar como os treinadores apelaram contra a arbitragem. A equipe do Palmeiras-SP reclamou nas rádios da arbitragem do Gaciba (que foi bem no jogo) alegando o fato de ser gaúcho e o Grêmio-RS estar envolvido na briga pelo título (nos jogos que o Vuaden apitou não houve reclamação dos palmeirenses – ops: ele também não é Gaúcho?). Já o Santos reclamou de Marcelo de Lima Henrique (não assisti o jogo), através do discurso de que ele é carioca e o Vasco-RJ e Fluminense-RJ estão na briga contra o rebaixamento!

Em suma, dirigentes reclamam que árbitros que são de estados da federação que tenham equipes envolvidas tanto no acesso ou no rebaixamento estariam “de caso pensado” prejudicando os adversários em prol dos interesses das equipes compatriotas.

Não é extremamente ofensivo, a nós, árbitros? Coloca-se em xeque a nossa honestidade, a LISURA do campeonato e toda a sua seriedade com um mero (e por que não, preconceituoso) fator geográfico!

Infelizmente, quando tais questionamentos passam para a imprensa, o estrago pode ser maior. No último sábado, eu voltava de uma partida que apitei em Franca-SP, e coincidiu do retorno ser próximo do horário do jogo entre Flamengo-RJ X Atlético-MG. Naquela região e pelo horário, as ondas de rádio AM cariocas pegavam muito bem, e ouvia a narração pela Globo AM 1220 (RJ). Na escalação, o repórter de campo da emissora (que não sei o nome – mas cobria o Flamengo na ocasião), quando foi anunciar a arbitragem da partida, disse : “Ah, a arbitragem para esse jogo é suspeita, já que esse jogo interessa ao Palmeiras e São Paulo que brigam pelo título contra o Mengão. Apita o paulista Paulo César de Oliveira; os assistentes Ednilson Corona e Carlos Augusto Nogueira; todos de SP (…)”.

Virou adjetivo pejorativo ser paulista para o “repórter desconfiado”?

Quem conhece o trio paulista que apitou o jogo, sabe da barbaridade que o péssimo jornalista falou.

A propósito, ainda na volta, ouvia os comentários da partida na Rádio Tupi AM 1280 (RJ), e o comentarista Jorge Nunes disse: “ninguém pode reclamar nada do juiz, o Atlético poderia ter enfiado 7 ou 8 a zero; o Flamengo não jogou nada, o Ibson acha que é dono do time e o Caio Júnior teve uma pane na cabeça dele, deu um curto-circuito e saiu tudo errado“.

Amigos, o que podemos fazer contra as injúrias pré-dispostas?

Seguindo essa lógica, já que o Campeonato Brasileiro está empolgante, com todas as equipes brigando por algo, só poderão apitar jogos os árbitros de estados que não tenham clubes na série A. Respeitosamente, esses “donos-da-verdade” devem estar querendo (sem demérito dos colegas) árbitros do AP, RO, RR, AC… E depois vão reclamar da distância e dos custos da arbitragem!

CBF libera novo auxílio aos árbitros e assistentes - Confederação Brasileira de Futebol

Foto: Divulgação CBF.

– E se essa pesquisa (a de desinteresse do futebol pelos jovens) fosse realizada no Brasil?

O futebol tem sido um esporte atrativo para os jovens?

Aparentemente, não. E o interesse dele tem caído muito mundo afora! Veja essa pesquisa do ano passado, extraída de: https://pressfut.com/post/diminui-o-interesse-dos-jovens-por-futebol/

DIMINUI O INTERESSE DOS JOVENS PELO FUTEBOL

Dados da ECA e do Datafolha apontam uma crescente perda de adeptos no mundo. Até mesmo o Brasil, conhecido como “país do futebol”, sofre com esse dilema. O interesse dos jovens pelo futebol vai dando lugar a novas tendências.

A Associação dos Clubes Europeus (ECA), mostrou recentemente, que 13% dos jovens entre 16 e 24 anos declararam “odiar o futebol”, enquanto 27% não tem “nenhum interesse” nesse esporte. Vale lembrar que o estudo foi feito na Europa, onde se pratica futebol no mais alto nível. A conclusão para esse desinteresse está ligada a esses quatro principais aspectos:

1. Preferência por outros esportes (e-esportes, principalmente);
2. Partidas muito longas (o tempo é cada vez mais escasso e é preciso despertar o interesse das pessoas em segundos);
3. Falta de emoção nos jogos;
4. Falta de um ambiente que favoreça a inclusão e a diversidade no mundo do futebol.

Isso liga um alerta para todos os stakeholders do futebol. Essa faixa etária analisada no estudo é extremamente importante no impacto dos negócios. Isso porque, ela é a faixa etária que está ingressando no mercado e destina boa parte de sua renda ao entretenimento. Ou seja, o futebol está perdendo espaço para outros entretenimentos. Por isso, é preciso mudar alguns conceitos e criar novas ofertas de valor para esses clientes. Como listado anteriormente, o mundo cada vez mais dinâmico, precisa chamar atenção de forma rápida. Como no futebol tem faltado emoção, uma hora e meia de jogo se torna tedioso.

– Bom dia, 4ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?

Pratique esportes. Sempre!

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– Em Avaí x Ponte Preta, não tem nem dúvida que é Vermelho!

Detesto criticar algum colega comentarista ex-árbitro, sou muito comedido nisso. Mas… há situações que me assustam.

Espero que o Sandro Meira Ricci reveja esse lance e não diga que “a solada na perna faz parte do jogo”. Não dá para deixar de dar cartão vermelho nesse lance abaixo (clique no link):

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Com respeito, ele está totalmente equivocado ao não defender a expulsão

– O CT do Red Bull Bragantino, oficialmente divulgado.

Com trabalho sério (e com dinheiro), tudo se torna mais fácil: o Red Bull Bragantino apresentou oficialmente seu projeto para o Centro de Treinamento Integrado.

Veja só: https://youtu.be/ASy5CCNWlLY

– A culpa é de quem? Sobre a covarde agressão do jogador Willian Ribeiro contra o árbitro gaúcho.

Rodrigo Crivellaro Dias, árbitro gaúcho, apitava Guarani de Venâncio Aires contra o São Paulo de Rio Grande, pelo Gauchão da 2a divisão. Após um gol do Guarani, o atleta camisa 10 Willian Ribeiro, do São Paulo, foi reclamar pedindo a anulação do tento. Ao ser advertido com Cartão Amarelo por reclamação, o jogador deu um soco no juizão, que caiu. No chão, ainda o chutou na cabeça.

O árbitro, desmaiado, foi socorrido e levado para um hospital. O jogador foi preso.

Abaixo, o lance (clique no link):

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Aqui, não se culpe a CBF, o Futebol Brasileiro ou a Educação do Povo. É simplesmente questão de MÁ ÍNDOLE de um cara descontrolado e despreparado para o convívio social.

Toda minha solidariedade ao árbitro e seus familiares…

Abaixo, a nota do São Paulo de Rio Grande, que demitiu o jogador:

A

– Evergrande Guangzhou: do futebol milionário ao rombo imobiliário bilionário.

Parece a história do grupo OGX, de EIke Baptista: através de dinheiro futuro, muita grana no presente, sem garantias do que haveria de vir – foi isso que a construtora Evergrande fez na China. Diversificando os negócios, desde o ramo imobiliário à montadora de veículos (que nunca foram montados), a empresa enganou muita gente e agora pode trazer um prejuízo enorme para a China e, consequentemente, para o mundo.

Lembre-se que o Guangzhou, time que foi dirigido por Luiz Felipe Scolari, é de propriedade da Evergrande. Aliás, ele foi o grande campeão chinês por várias temporadas e a melhor equipe local, pagando altos salários até para os padrões europeus. Atualmente, estava construindo um novo estádio, orçado em US$ 1,7 bilhão (R$ 9 bilhões), com formato de “flor de lótus”, para 100 mil torcedores.

Por fim, não nos esqueçamos, o mesmo time contratou Conca, em 2011, com o 3o maior salário do mundo, na época atrás apenas de Lionel Messi e Cristiano Ronaldo.

Hoje, somente no ramo imobiliário, a dívida do grupo é de 350 bilhões de dólares, segundo o UOL.

Considerando que o Suning Group, outro gigante da China e dono da Internazionale de Milão, também fechou o Jiangsu por problemas financeiros (time que o zagueiro são-paulino Miranda estava jogando), podemos crer que o futebol na China se reinventará forçosamente?

Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/amp/mercado/2021/09/como-a-evergrande-criou-a-montadora-mais-valiosa-da-china-sem-vender-um-unico-carro.shtml

COMO A EVERGRANDE CRIOU A MONTADORA MAIS VALIOSA DA CHINA SEM VENDER UM ÚNICO CARRO.

CAIXIN -O Evergrande Group da China, incorporadora hoje à beira da falência, fez muitos esforços ao longo dos anos para ramificar seus negócios além dos imóveis, mas o mais impressionante é como ela conseguiu manipular os mercados de capital com as histórias que criou.
Uma dessas histórias é a Evergrande como fabricante de carros de novas energias. O valor de mercado do China Evergrande New Energy Vehicle Group (Evergrande Auto), que ainda não vendeu um único carro, chegou a 674,1 bilhões de dólares de Hong Kong (US$ 86,6 bilhões, cerca de R$ 462 bilhões), tornando-a não apenas a mais valiosa empresa listada em Bolsa na China, como também duas vezes mais valiosa que sua matriz, a Evergrande —apesar de a Evergrande ter vendido trilhões de iuanes em imóveis residenciais nos últimos 20 anos.
Mas os tempos mudaram. A Evergrande Auto está avaliada hoje em 30 bilhões de dólares de Hong Kong (HK$), cerca de 4% de seu pico. Na terça-feira (21), a companhia concedeu 323,72 milhões de opções de ações no valor de HK$ 1,26 bilhão (R$ 870 milhões) para três diretores e cerca de 3.180 funcionários da companhia, segundo um documento enviado à Bolsa de Valores de Hong Kong.

As pessoas que mais lucraram com as histórias da Evergrande são seu fundador, Hui Ka Yan, e seus amigos. Por exemplo, uma pessoa do círculo de Hui comprou 80 milhões de ações do Evergrande Health Industry Group —antecessor da Evergrande Auto antes que ela fosse rebatizada para servir a seu novo propósito— por HK$ 0,3 cada, antes de vendê-las todas por HK$ 50 a ação, segundo a agência de notícias Caixin. O negócio rendeu para o investidor mais de HK$ 4 bilhões.

Encorajado por esse sucesso disparado, o amigo de Hui também participou de colocação privada da Evergrande Auto, mas descobriu que sua sorte tinha mudado, segundo a Caixin. Ele continuou comprando ações enquanto o preço caía, mas acabou sendo forçado a vendê-las com prejuízo.
O objetivo principal da Evergrande Auto era levantar capital para o grupo Evergrande. A matriz alegou que tinha investido 47,4 bilhões de iuanes (R$ 39,34 bilhões) em seu negócio de automóveis, mas alguns analistas acreditam que o grosso desse investimento veio do mercado, e não da própria Evergrande.
“A Evergrande Auto tinha levantado 30 bilhões de iuanes em duas rodadas. O que significa que a companhia usou principalmente dinheiro de investidores —em vez de seu próprio capital— para investir, e conseguiu ganhar um alto valor de mercado (para a companhia de carros). Consequentemente, com suas ações (da companhia de carros) a um preço elevado, ela poderia usá-las como garantia para levantar ainda mais dinheiro”, disse um analista.
Conforme a história da Evergrande Auto se desdobrou, a trama focou em fusões e aquisições, não na fabricação de carros. Em setembro de 2018, a Evergrande comprou uma grande participação no Xinjiang Guanghui Industry Investment Group por 14,5 bilhões de iuanes (R$ 12 bilhões), tornando-se a segunda maior acionista da empresa. Esse negócio trouxe as vendas de carros para o noticiário porque o Guanghui Industry Investment é um acionista do China Grand Automotive Services Group, uma das maiores revendedoras de automóveis do país. Essa narrativa nunca chegou a lugar nenhum, entretanto. Em 2019, a Evergrande, sem caixa, vendeu sua participação no Guanghui Industry Investment para a gigante de energia estatal Shenergy Group por 14,85 bilhões de iuanes (R$ 12,267).
Em janeiro de 2019, a antecessora da Evergrande Auto, Evergrande Health, do setor de saúde, adquiriu 51% da National Electric Vehicle Sweden (Nevs) por US$ 930 milhões (R$ 4,969 bilhões). Hui, cujo nome em Mandarim é Xu Jiayin, fechou o negócio rapidamente, talvez porque precisasse reforçar as credenciais de montadora da Evergrande depois que sua decisão de colaborar com o empresário cercado de polêmicas Jia Yueting no projeto de carro elétrico Faraday Future (FF) deu errado. Sem o FF, Xu precisava de algo para dar alguma substância à identidade da Evergrande como fabricante de carros, e a Nevs era bem apropriada. Deu certo. Depois que comprou uma parte da Nevs, o preço da Evergrande Health disparou.
O aumento dessas ações se deve em parte ao fato de elas estarem concentradas nas mãos de relativamente poucos acionistas. Em 9 de agosto de 2020, a companhia recebeu uma advertência da Comissão de Securities e Futuros de Hong Kong sobre alta concentração em sua propriedade. A conclusão da comissão sugeria que em 5 de agosto de 2020 um grupo de 18 acionistas detinha 19,83% das ações emitidas pela companhia. Junto com as 74,99% de ações emitidas em posse da companhia, essa participação representava 94,82% do total de ações da empresa. Só 5,18% das ações emitidas pela Evergrande estavam em posse de outros acionistas da companhia.
O acordo para assumir uma participação majoritária no Fangchebao Group oferece mais evidências das técnicas financeiras da Evergrande. Ela adquiriu uma participação de 51% nas mais de 40 mil lojas físicas da Fangchebao por meio de uma troca de ações. Dessa maneira, a Evergrande não teve de pagar dinheiro pelo negócio, para o qual atraiu a Fangchebao prometendo uma oportunidade de abrir o capital. Em consequência, a Evergrande adquiriu ativos valiosos com um investimento aproximado de 1 bilhão de iuanes (R$ 826,1 milhões) para cobrir a reforma das lojas e custos de integração do sistema. No final de 2020, os ativos totais e líquidos da Fangchebao chegavam a 4,7 bilhões e 3,1 bilhões de iuanes, respectivamente (R$ 3,9 bilhões e R$ 2,57 bilhões).
Em 29 de março de 2021, a Fangchebao trouxe 17 investidores estratégicos e levantou um total de HK$ 16,35 bilhões (R$ 11,28 bilhões). Esses investidores teriam uma participação de 10% na companhia ao concluir o negócio, elevando a avaliação pré-financiamento da Fangchebao para HK$ 163,5 bilhões. Esse negócio teria uma parte dos fundos levantada por meio da venda de ações existentes, com o restante levantado pela emissão de novas ações. A Fangchebao emitiu 651 milhões de novas ações para investidores, enquanto a Evergrande pretendia vender 651 milhões de ações existentes aos investidores.
Dessa maneira, a Evergrande conseguiu aumentar o valor de mercado da Fangchebao para HK$ 163,5 bilhões (R$ 112,21 bilhões) em um ano e embolsar HK$ 8,175 bilhões (R$ 5,610 bilhões) com a venda de suas ações da companhia.
Uma pergunta agora é como a Evergrande conseguiu fazer os investidores entrarem no negócio da Fangchebao?
Um investidor institucional que participou do negócio disse que o segredo foi a promessa de recompra pela Evergrande. “O que nós valorizamos foi seu mecanismo de ajuste da avaliação”, disse o investidor. “Se a Fangchebao não abrisse o capital em um ano, a Evergrande compraria de volta nossas ações com um prêmio de 15% em relação ao preço de mercado predominante. Pelo menos, através desse mecanismo, nós poderíamos recuperar nosso dinheiro.”
O investidor também indicou que outra companhia sob o guarda-chuva da Evergrande, a Evergrande Property Services Group, conseguiu entrar na Bolsa muito rapidamente, o que deu aos investidores confiança de que tinham uma saída potencial do negócio que não era muito distante. (Cont no link acima)

– Bom dia, 3ª feira (1 de 4).

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– A previsão furada de Andrés Sanches.

Eu só consegui achar o vídeo hoje, mas é indiscutível que a “profecia” de Andrés Sanches não funcionou…

Clique no tuíte abaixo:

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– Crespo: a empolgação ao treinador diminuiu?

Postagem de junho, mas atual… veja: 

Hernan Crespo chegou ao São Paulo como o atual Campeão da Copa Sulamericana. Em seu primeiro torneio em solo brasileiro, foi Campeão Paulista. Porém, tanto na Libertadores da América quanto no Brasileirão, já existem as primeiras contestações (em que pese os desfalques por contusões e erros de pontaria dos atacantes).

Nas entrevistas, ele é afável, transparente nas suas ações e muito solícito. Porém, críticas às suas escalações e modificações são levantadas, e ele assume a responsabilidade.

Diante de tudo isso, será que não existiu uma empolgação exagerada no início? Ele, antes da sua chegada ao Brasil, tinha 46,38% de aproveitamento.

Vide:

Parma (sub-19): 14 vitórias, 7 empates e 10 derrotas;
Modena: 11 vitórias, 5 empates e 19 derrotas;
Banfield: 4 vitórias, 6 empates e 8 derrotas
Defensa y Justicia: 13 vitórias, 10 empates e 9 derrotas

Para mim (já escrevi em: https://wp.me/p4RTuC-ted) Crespo é ainda uma aposta. Eu, por ora, prefiro o atacante Crespo do que o treinador.

Aguardemos. E lembremos: há um técnico na praça chamado Rogério Ceni, muito respeitado no Morumbi.

– A 4a divisão paulista, o medo do Clube-Empresa e a necessidade de transparência.

Enquanto na elite do futebol se falava de Libertadores da América e Sulamericana, do Brasileirão e de outras tantas coisas importantes, acontecia no Interior Paulista a fase preliminar da 4a divisão estadual – um campeonato deficitário, ruim e de nuances assustadoras.

Primeiro: não é um torneio “profissional de verdade”, pois é limitado até a idade de 23 anos. É um “juniores estendido, com registro em carteira”.

Segundo: o nome oficial é fake: chama-se “2a divisão de futebol profissional Sub 23”, ou carinhosamente invocada como “Bzinha”. Na prática, é a 4a divisão.

Terceiro: o desnível é muito grande: times que dão WO por falta de ambulância (como o Barcelona Esportivo da Capela do Socorro), misturados com times tradicionalíssimos como o América de São José do Rio Preto (onde o próprio clube denunciou que tinha atletas envolvidos em esquema de manipulação de resultados – uma praga dessa divisão), somados a clubes inusitados (como o Atlético de Mogi das Cruzes, há 4 anos sem vencer um só jogo, com mais de 40 derrotas em 4 edições do torneio).

Quarto: para quem foi eliminado na primeira fase, o time, pasmem, teve apenas 5 semanas de disputa! Ou seja, o clube fica em atividade de competição por um pouco mais de 1 mês, e sem jogos oficiais por quase 11! Inviável e ilógico.

Quinto: comumente se vê atletas “comprando vagas para se jogar em equipes”, permitindo a realização do “sonho de ser atleta“. Há também treinadores-empresários que assumem a agremiação e levam seus atletas, colocando-os na vitrine (já vi isso até em equipes na A2, mas nunca deu certo esportivamente…) 

Sexto: há clubes-empresas das mais diversas origens, como o Colorado Caieiras (bancado por um apaixonado torcedor de futebol e empresário do ramo de supermercados), Manthiqueira (que anuncia trabalho social em seus propósitos) e terceirizados (como o Grêmio Prudente, cujo mecenas é um importante empreendedor do ramo de material esportivo).

E já que o assunto nesse último item foi clube-empresa, não me furtarei de falar do Paulista FC. Tradicional e centenária agremiação, que há 15 anos disputou a Libertadores da América, mas foi desclassificado da 4a divisão estadual em 2021. O clube foi gerenciado como uma empresa pela Lousano e teve em seu elenco Toninho Cerezo (Sampdória) e Alemão (Napoli), dois jogadores de Seleção Brasileira. Também foi gerido como empresa nas mãos da Parmalat e virou Etti Jundiaí, igualmente com sucesso e disputando o Paulistão com competitividade, bem como séries de acesso do Brasileirão. E quando teve a chance de ter a parceria com a Red Bull muitos bradavam que “não se renderiam ao dinheiro gringo e que o clube estava sendo vendido”. 

Ué, não estão vendo o sucesso do Bragantino? As ações de marketing local e global são espetaculares, sem contar com o resultado dentro de campo. E o Galo abriu mão disso (aliás, aceitou que a Kah Sports e a Fut-Talentos tocassem o time pois o nome Paulista se manteria – como não se tivesse mudado com a Lousano e a Parmalat). Pior: li nos fóruns manifestações de que “se a Red Bull quebrar, o time quebra junto!”. Como se o Paulista não estivesse quebrado nas contas (pois essa é a justificativa padrão de todas as diretorias)…

Aqui, uma observação: o presidente Rodrigo Alves está de parabéns e é o responsável pelo time não ter pedido licença (pois se pede, ficaria difícil voltar). Mas também ele é responsável, como chefe maior da instituição, das finanças e da escolha dos treinadores Chuva e Baiano (já que é o presidente da equipe quem banca a permanência do diretor de futebol Julinho). 

Três considerações finais:

1- Por quê não há comunicação da diretoria com os meios de comunicação que alcançam boa parte dos torcedores? Rodrigo, bem como o diretor Julinho, não deram uma entrevista sequer à Rádio Difusora. Ora, falar é ser transparente! Na TV Japi, o ex-diretor do Galo, o Dr Marcos Zuffo, disse que deixou em caixa R$ 300.000,00! Para onde foi esse dinheiro? Não há ao menos uma contestação / palavra oficial do clube? Vá à emissora e diga.

2- Fazer rifa, promover evento beneficente, permuta com empresários e envolvimento da torcida, é muito bonito e romântico. Mas não cabe ao futebol profissional… O futebol em geral deixou de ser um evento atrativo e sofre concorrência com outros lazeres, além da credibilidade do esporte em geral ser contestada. Pepe Verdugo, Juninho e Zanata eram questionados e a justificativa era a falta de dinheiro. O grupo político atual, que contestava, alega agora a mesma coisa. Então as críticas às diretorias anteriores foram injustas, já que a atual usa o mesmo argumento? 

3- Que “medo é esse” de clube-empresa? A tendência do futebol, irreversível, é essa! Nos anos 30 e 40, alguns ousaram em peitar o profissionalismo e ficaram para trás. Era um caminho sem volta. A mesma coisa agora: os clubes pequenos, médios ou grandes, com propósitos de revelar jogadores, fazer marketing ou disputar títulos (ou os 3 simultaneamente), terão que se profissionalizar de verdade e se transformarem em empresas responsáveis. Vide a Lei das SAFs, ou os novos times existentes com proprietários (de Red Bull, passando pelo Audax, chegando ao simpático Metropolitano de Jundiaí). Não tem jeito, será necessário arranjar parceiro ou se autosustentar. City Group, dono no Manchester City, vem montando clubes como o NY City ou comprando outros, no Japão, no Uruguai e na Venezuela, ou fazendo parcerias como na Bolívia ou na Espanha. A Juventus da Itália é da FIAT. Dan Friedkin pagou R$ 3,8 bi e levou a Roma. Grupos chineses e demais asiáticos estão na Premiere Legue comprando todo mundo. Eles chegarão, uma hora ou outra, ao Brasil.

Penso: que paura é essa de que o clube tenha um dono? Se a empresa for séria, ótimo! Do jeito que está, ninguém assume a culpa dos erros e todo mundo fica passando o chapéu…

Profissionalizem-se, falem às claras, e façam a coisa certa, clubes brasileiros. Urgente, para o bem do esporte e sobrevivência das equipes.

Imagem extraída de: “O Curioso do Futebol”.

– Vá suar!

Suar é muito bom!

Treino da manhã / madrugada, bem controlado, mantendo o BPM monitorado.

Faça alguma atividade física. O corpo agradece!

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– Bom dia, 2a feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Vamos começar uma nova semana?

Por aqui, já estou pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. S’imbora correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina, controlando o cortisol?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running

– A discussão do adiamento de jogos do Brasileirão se deve exclusivamente à pendenga com o Flamengo?

Adia ou não adia o término do Brasileirão? Férias ou trabalho para os jogadores no final de ano? Respeita-se a não realização da rodada do Campeonato Brasileiro por conta das datas-FIFA, ou joga-se desfalcado?

Talvez todas essas questões que surgiram nas últimas horas devem-se à cizânia provocada pelo Flamengo, com motivações particulares e que, em alguns momentos, se mostraram  egoístas e que vão em desacordo com a coletividade do futebol.

Brigar (com ou sem razão) contra a CBF e demais co-irmãos pode ser traumático e ruim para o torneio em geral…

– Bom dia, sábado (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo joia? Bem nublado lá fora.

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