– Metade das aulas com Alunos no Ensino a Distância?

A Tecnologia está aí. Blogs, Imagens via Satélite, Intranet, entre outras formas interativas de comunicação. É um fato.

As universidades cada vez mais permitem a interação de mestres e professores através de tais instrumentos. A tendência parece ser essa. Mas e quando os cursos presenciais tornam-se cada vez mais semi-presenciais?

Compartilho uma interessante matéria da Época Negócios (Ed março/2010, pg 20-22, por Alexandre Teixeira e Débora Fortes), a respeito da ousada empreitada da Anhanguera Educacional, onde quer ter 50% de aulas à distância até 2012.

Abaixo:

ENSINO HI-TECH

Quando Alex Dias, ex-CEO do Google no Brasil, assumiu a presidência da Anhanguera Educacional, em setembro, foi uma dupla surpresa. Por que um executivo de ponta trocaria uma das companhias mais sexies do mundo por uma rede de faculdades especializada em cursos para jovens da classe C? E por que uma organização fundada e administrada por professores recrutaria um profissional de tecnologia e mídia, com oito anos de DirecTV e dois de Google no currículo? A resposta é a mesma para as duas perguntas: a Anhanguera é, mais e mais, uma empresa hi-tech de mídia.

Embora o interesse por tecnologia só tenha ganho visibilidade com a aquisição, em 2008, da Rede de Ensino LFG, especializada em cursos televirtuais, a Anhanguera tem um histórico de inovação. Sua aposta no ensino a distância foi decisiva para conquistar o que chama de jovem trabalhador. A companhia montou uma das maiores estruturas de links de internet e de satélite do país. A partir de 23 estúdios de produção de conteúdo, transmite sua programação todas as noites por meio de 27 canais via satélite. Para se ter uma ideia, a Globosat, líder no mercado de TV por assinatura no Brasil, tem 34 canais.

Controlada por um fundo de private equity gerido pelo grupo Pátria, a Anhanguera tem 54 campi e 310 mil alunos. A meta é chegar a 100 campi até o final de 2012. Dois terços desse crescimento deverão se dar por meio de aquisições. As aulas hi-tech respondem hoje por 20% a 30% da vida acadêmica dos alunos, o que deve chegar a 50% nos próximos três anos. “A interface com o aluno tem de ser tão bacana quanto fazer uma compra na Amazon”, afirma Dias. Segundo ele, a próxima fronteira está na criação de métricas para aferir o aprendizado em uma aula em vídeo e no aumento da interação entre professor e aluno. Parte desse contato virá pelo próprio Google. É que a Anhanguera acabou de fechar um contrato para usar o pacote Google Apps For Business, que inclui do e-mail às planilhas. Tudo, claro, online.

– Menos Formandos e Chances Desproporcionais nas Universidades

Depois de um tempo de crescimento desmedido, as universidades vivem um drama: a desaceleração do número de alunos. E alguns dados curiosos:

– Em 2010, menos estudantes se formaram do que em 2007;

– Em 1995, 37% dos alunos que se formavam eram de universidades públicas; hoje, apenas 22%;

– A chance de um aluno de SP entrar em faculdade federal: 0,7%. Média Brasil: 10%. Aluno do Acre: 70% (devido a falta de instituições privadas por lá);

– Pós Graduação: o número de concluintes é 0,5% menor do que há 10 anos.

Com tanta pujança econômica que o país vive, porque não acompanhamos o desenvolvimento das finanças com o educacional?

Veja o artigo do prof dr Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor da FAPESP e ex-reitor da UNICAMP na Folha de São Paulo de hoje, pg A3, sobre tal assunto:

A PARADA NO CRESCIMENTO DO ENSINO SUPERIOR

A velocidade do crescimento do ensino superior brasileiro diminuiu fortemente a partir de 2005, revelam os últimos números do Inep. A tendência preocupa, pois é um momento em que a economia brasileira cresce, aumentando a demanda por pessoal qualificado.

Em 2010, as instituições de ensino superior públicas formaram 178.407 estudantes, 24 mil a menos do que os 202.262 de 2004.

Nesses seis anos, a queda no número de concluintes foi de 1,8% ao ano. O freio é generalizado e atinge menos intensamente as instituições privadas. Nestas, o crescimento desde 2005 tem sido de 4,5% ao ano, contra uma taxa três vezes mais alta, de 13% ao ano, entre 1995 e 2005.

A queda na taxa de crescimento é mais intensa justamente nas instituições de ensino superior classificadas como universidades, onde se espera aliar ensino e pesquisa para formar melhor os estudantes.

De 1995 a 2005, a taxa média de crescimento foi de 11% por ano. A partir de 2005, o crescimento tem sido pífio, de somente 0,2% ao ano. Resultado: em 2010, menos estudantes se graduaram em universidades do que em 2007.

Os efeitos do freio no crescimento graduados se propagam para a pós-graduação, uma das joias da coroa do ensino superior brasileiro.

De 1995 a 2004, o número de doutores formados cresceu ao ritmo de 15% por ano. De 2005 a 2010, o ritmo de crescimento caiu para um terço, 5% por ano. Em 2010, titularam-se menos doutores do que em 2009.

Com o fim do crescimento no sistema público, a privatização do ensino superior após 2003 avançou como nunca antes. Em 1995, 37% dos concluintes no ensino superior completaram seus estudos em instituições públicas. Em 2003, foram 32%; e em 2010, o percentual despencou para apenas 22%.

Dois fatores ajudam a entender as razões da parada generalizada.

Primeiro, a política recente do MEC privilegia a expansão do número de instituições do ensino superior federal sem levar em conta a distribuição no território nacional do número de estudantes que concluem o ensino médio.

Um dos resultados dessa política é que, no Estado de São Paulo, o jovem que conclui o ensino médio tem 0,7% de chance de frequentar uma universidade federal, enquanto na Bahia (por exemplo), o segundo estado mais desassistido pela União em ensino superior, essa chance é de 7,3%. No Acre, a chance é de 70%. A média geral do Brasil é 10%.

O investimento em ensino superior precisa levar em conta, em alguma medida, o número de jovens que concluem o ensino médio em cada região, buscando a equidade entre as regiões do país.

O outro fator é o fraco desempenho do ensino médio no país. A universalização do acesso ao ensino fundamental, nos anos 1990, trouxe a expectativa de um aumento forte no ensino médio, mas em 2010 houve menos concluintes do que em 2003, com um decréscimo anual de 0,5% ao ano.

Em 2010, 2,5 milhões de alunos concluíram o ensino fundamental. Como os concluintes no ensino superior são 829 mil, anualmente o Brasil deixa de qualificar 1,7 milhões de brasileiros. Contando com eles, o país iria muito mais longe.

– Presidente dará 200% de aumento aos Professores!

Calma… É na Rússia!

Putin está em campanha política para retornar ao Kremilin. E promete triplicar o salário dos professores universitários, fundamentais ao país segundo ele.

Políticos costumam ser todos iguais… ele já foi presidente por 2 mandatos na Rússia e não fez isso. Em campanha, vale a promessa!

Tanto lá como cá, vale a demagogia.

– Empresas Familiares e a Sucessão: A Preparação na Escola!

Sucessão nas empresas familiares: Herdeiro se faz na escola!

Extraído de: Revista Istoé Dinheiro, pg 62-65, edição 675, 15/09/2010

DIPLOMA DE SUCESSOR

Num ambiente corporativo ainda dominado por empresas familiares, há uma oferta crescente de cursos para formação de herdeiros – e companhias de todos os portes estão aderindo a essa tendência. – Por Letícia Moreli

Em tempos de globalização econômica, competição acirrada e megafusões, o ditado “nascido em berço de ouro” já não garante a ascensão do herdeiro de uma grande empresa ao trono da presidência.

É preciso polir e lapidar bem esse berço até que, após muito ser embalado, o rebento ande com suas próprias pernas. O conhecimento passado a esses herdeiros tem sido cada vez mais valorizado para que ocorra uma transferência de poder tranquila e sadia dentro das empresas.

E o que não falta no mundo corporativo são negócios com essa característica familiar de comando. Nos Estados Unidos, 40% das 500 maiores companhias são controladas por famílias. No mundo, a média chega a 80%. Uma realidade da qual o Brasil não se distancia. Em estudo realizado em 2005, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) apontou que 90% das empresas registradas no País são tradicionalmente familiares.

Assim, formar corretamente os futuros presidentes e diretores, mesmo que herdeiros naturais do negócio, matriculando-os em cursos específicos ou contratando consultores que funcionem como treinadores/tutores desses futuros executivos, pode ser decisivo para determinar a longevidade de uma empresa. Poucas vezes, as empresas brasileiras se depararam com esse tipo de desafio de forma tão dramática. 

Isso porque grandes grupos estão assumindo um papel global, justamente no momento de passar o bastão de uma geração para outra.  Ao longo da última década, pipocaram escritórios e escolas para sucessores no mundo – com cursos que variam de R$ 3 mil a US$ 35 mil. 

Em países como Suíça, França, Estados Unidos e Itália, especialistas trabalham na formação dos herdeiros e  renomadas escolas de economia e administração abrem suas portas para cursos de gestão de empresas familiares (observe quadro abaixo). 

Um dos principais nomes desta tendência é John Davis, professor de Harvard que virou referência para altos executivos brasileiros de empresas familiares e abriu, no Brasil, o primeiro escritório da Cambridge Business Advisors fora dos EUA, em maio. 

Davis participou do plano de sucessão de Jorge Gerdau Johannpeter, na presidência do grupo Gerdau, e orientou a mudança do comando no Pão de Açúcar, em 2003. 

O trabalho de escritórios como o de Davis é fazer com que as empresas se deparem com uma questão básica: “temos alguém na família preparado para assumir o comando?” Uma questão que muitos não sabem como responder . 

“Atendemos famílias que não sabem como estabelecer um acordo de acionistas e definir o futuro. Se os filhos vão atuar ou não e como prepará-los”, diz Claudinei Santos, consultor de empresas há 37 anos e diretor da área de projetos de pós-graduação da Escola Superior de Propaganda e Marketing, de São Paulo. 

Foi com o auxílio de uma dessas instituições brasileiras, a Fundação Dom Cabral – notória na formação de todo tipo de executivos, herdeiros ou não –, que o grupo mineiro Asamar concretizou a sucessão da segunda para a terceira geração, preparou os sucessores e desenvolveu o processo de abertura para participação de acionistas não familiares. 

O principal negócio da família se resumia à fábrica Cimentos Montes Claros. “Com o aquecimento da economia e a globalização percebemos que não conseguiríamos construir negócios grandes só com os recursos da família e optamos pela parceria com investidores”, explica Sérgio Cavalieri, 57 anos, do conselho administrativo e um dos seis herdeiros da empresa. Ele fez o curso da fundação. 

“Além do curso em si, a consultoria feita pela Dom Cabral no estabelecimento das regras do processo de transição nos ensinou muito. Agora, outro aprendizado vem com o dia a dia da empresa, já que, com o alinhamento entre acionistas e gestores, temos metas para entregar resultados”, garante Cavalieri. 

Hoje, o grupo Asamar desenvolve negócios nas áreas de distribuição de combustíveis líquidos – entre eles a marca Ale –, incorporação e construção imobiliária, operação de imóveis e hotelaria, produtos e serviços financeiros, construção em aço, reflorestamento e produtos florestais, biocombustíveis e tecnologia da informação. A receita total da holding é de R$ 8,5 bilhões.

A importância dos consultores também ganhou holofotes na sucessão familiar. A Riccó, fabricante de móveis domésticos e para escritório, é um exemplo de como esse tipo de profissional, fora da esfera familiar, pode ajudar. 

Fábio José Riccó, 31 anos, diretor-executivo da empresa há quatro anos, representa a quinta geração de um negócio que começou como uma marcenaria em 1857 e que vem crescendo 40% por ano. Antes de assumir a empresa, Fábio resolveu montar um outro negócio, fora do da família. 

“Foi importante ter sucesso sozinho, para sentir que funcionaria na empresa da família e que herdar o comando não era algo dado de graça”, diz o empresário, filho de Fábio Paulo Riccó, ex-presidente da Riccó. Para segurar os embates, ele e o pai contaram com a ajuda de um empresário amigo da família, que até hoje atua como um consultor informal. “Tive que aprender a me controlar,  falar menos e escutar mais”, admite Fábio. 

Mas qual o segredo para dar continuidade aos negócios geração após geração? Para os especialistas, a palavra-chave é competência. Ocorre que nem sempre é possível encontrar pessoas capazes de herdar o talento e o espírito empreendedor dos fundadores. “Por vezes, a solução é afastar os integrantes da família, colocando-os no conselho administrativo e substituindo-os por profissionais experientes”, diz Santos. 

Nas escolas de sucessores, os cursos servem para corroborar ou não se o DNA do herdeiro tem consistência empresarial. Se o boletim vier cheio de notas vermelhas, o pretenso sucessor familiar é reprovado. “Em geral, a empresa familiar resiste em abrir mão do controle. 

Mas o mercado é impiedoso e é preciso sabedoria para reconhecer quando é hora de mudar”, orienta Teresa Roscoe, gerente coordenadora da parceria para desenvolvimento de acionistas da Fundação Dom Cabral.

– Unicamp e a Não-Inscrição de Quase Metade dos Aprovados!

Um número que impressiona: quase metade dos estudantes aprovados na Unicamp não se matricula!

Cerca de 45% das vagas ficaram abertas para a segunda chamada. Como explicar tal fato?

Alguns alegam que é pela concorrência de outras instituições; outros, pelo fato da Universidade de Campinas não ser a primeira opção em determinados cursos. Ainda, o fato de treineiros estarem inscritos.

Bobagem. Para quem conhece a Unicamp, sabe da sua excelência. Mas fica a dúvida: como interpretar tal número?

Extraído de: http://is.gd/UXfhUs

UNICAMP CONVOCA PARA QUASE METADE DAS VAGAS NA SEGUNDA CHAMADA

A segunda chamada do vestibular da Unicamp tem 1565 candidatos convocados, 45% das 3.444 vagas disponíveis para o primeiro semestre de 2012. A lista de estudantes que conquista a vaga porque os primeiros chamados não foram realizar matrícula está disponível no saguão do Ciclo Básico II da universidade e na página www.comvest.unicamp.br. Nesta quarta-feira, dia 8, também foram divulgadas as notas de todos os concorrentes.

– O que os Estudantes preferem e quais seus Hábitos

Uma interessante matéria na Veja SP (citação abaixo), traz uma combinação de pesquisas realizadas pela Abril Mídia, IBGE e Ibope com estudantes entre 12 e 17 anos das redes público e privada de ensino, sobre comportamento dos estudantes. E nela, resultados interessantes: mais da metade dos alunos nunca seria professor; a minoria gosta de Química; quase 10% já usaram drogas ilícitas e 9% se apaixonaram por seus mestres.

Outros números sobre a realidade de ensino nessa faixa etária, abaixo:

Extraído de Revista Veja SP, Ed 0/02/2011, pg 31

AS PREFERÊNCIAS E HÁBITOS EM NÚMEROS

54% dos alunos não seriam professores;

23% experimentaram cigarro;

9% experimentaram drogas;

85% já colaram em provas;

18% consomem bebida alcoólica regularmente;

42% possuem smartphones;

9% se apaixonam pelos professores;

22% perderam a virgindade antes dos 15 anos;

55% praticam esportes;

29% foram vítimas de assalto;

40% sofreram com bullying;

21% causaram bullying;

9% preferem química, 12% português, 13% história; 16% idiomas, 17% matemática e 33% outras disciplinas;

38% seguirão carreira em Humanas, 18% exatas, 10% biológicas, 17% outras e 17% não sabem.

– A Enciclopédia Ultrapassada

Minha esposa Andréia sempre costuma questionar a validade das enciclopédias mediante os avanços científicos. Tem lógica, afinal, elas se desatualizam.

E não é que a Folha de São Paulo (22/01/2011, Caderno Ciência, pg C1) traz uma matéria do que seriam embriões de enciclopédia com registros inválidos e curiosos? Por exemplo, o relato do Homo Sylvestris, que nada mais era a anotação científica do Lobisomem (data de 1622). Outra: Homens sem cabeça e com olhos e bocas no peito, índios guerreiros da Amazônia de 1601. E com ilustrações!

Abaixo, a interessante matéria:

LOBISOMEM DE 1662 TINHA NOME CIENTÍFICO

Por Giuliana Miranda

Relatos científicos sobre a fauna da época incluíam até o chupa-cabra e serão tema de uma exposição no Rio

Muito antes de aterrorizar mocinhas no cinema, a anaconda, ou sucuri gigante da Amazônia, já tirava o sono de vários europeus. Índios canibais sem cabeça e até o chupa-cabra, também.

Esses e outros mitos e monstros saíram do Novo Mundo direto para as bibliotecas das metrópoles, em publicações que misturavam ciência, fantasia e ficção.
Para explicar os mistérios dos territórios recém-descobertos -e valorizar ainda mais suas conquistas-, muitos exploradores criavam narrativas que deixariam Darwin de cabelos em pé.

“A realidade dos europeus era completamente diferente. Então, quando eles viam animais, plantas e até pessoas tão incomuns, taxavam-nas de monstros e criavam explicações mirabolantes”, diz Ana Virginia Pinheiro, chefe do departamento de obras raras da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro.

Entre 14 de fevereiro e 15 de abril, algumas dessas histórias poderão ser vistas na exposição “Monstros: Memórias da Ciência e da Fantasia”, na sede da instituição.
Os autores eram variados: iam desde cientistas participando de expedições até piratas com pouca instrução, tendo ainda alguns escritores que nunca tinham saído da Europa, apenas ouviram uma lenda e a “recontaram”.

Alguns dos mitos de origem europeia também marcam presença no acervo, como a história do lobisomem.

Um livreto de 1662, escrito pelo teólogo Gaspar Schott, traz descrições minuciosas sobre a anatomia e, por mais incrível que pareça, atribui um nome científico à criatura: Homo sylvestris. Algo como homem da floresta.

Esses relatos, afirma Pinheiro, provavelmente se basearam em um encontro com pessoas que tinham hipertricose -uma doença sem cura que causa o crescimento excessivo de pelos grossos praticamente no corpo inteiro.

Outra anomalia, hoje conhecida como gêmeo parasita (fetus in fetu), também deu origem a um mito bizarro: o homem “grávido”.

Publicações do século 17 relatam alguns desses casos e, por incrível que pareça, davam instruções para a cura.

A doença provoca uma espécie de gêmeos siameses ao extremo. Enquanto um dos bebês se desenvolve, o outro cresce atrofiado dentro do corpo do irmão, ficando completamente dependente. Um verdadeiro parasita.

Na maioria dos casos, o feto parasita fica na região abdominal, causando uma espécie de barriga que lembra a de uma mulher grávida.

Caso queira ver fotos, o site CONTEÚDO LIVRE as publicou. Fotos em: http://sergyovitro.blogspot.com/2011/01/lobisomem-de-1662-tinha-nome-cientifico.html

– Enem derruba mais um!

Malvina Tuttman, presidente do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas e Estudos Educacionais), foi demitida pelo novo Ministro da Educação, Aloísio Mercadante. Ela havia assumido o cargo há um ano devido as fraudes do Enem levantadas pelo Estadão. Entretanto, sua gestão foi criticada justamente pelo aumento de casos de vazamento das provas e outras situações vexatórias.

Nesse ano, além dos casos no Ceará onde supostamente alunos fizeram provas simuladas com questões do Enem, houve o absurdo caso de Campinas: a professora Mônica Nunes inscreveu-se na prova para conhecê-la melhor e passar a experiência aos alunos. Entregou-a em branco, e para a sua surpresa… havia pontuado quando recebeu a nota!

Após cobrança de explicações da professora, o Inpe nada soube falar…

Deveriam justificar: sua nota valeu pelo acerto do nome no campo: “Nome”…

– Índice de Universitários no Brasil e Mensalidades

Há 15 anos, minha última mensalidade na minha primeira faculdade foi de exatamente R$ 632,00. Quanto custa a sua faculdade hoje?

A concorrência aumentou, sobram vagas e sobram instituições, a qualidade do ensino diminuiu em muitas faculdades e a vantagem competitiva passou a ser meramente o preço.

Quer um índice interessante? O instituto Data Popular fez um levantamento dizendo que há 5,8 milhões de universitários. Ou seja, quase 3% da população está na faculdade. Não quer dizer que haverá 3% de formandos ao final dos cursos… Afinal, nem todos que começam um curso, terminam. E esses números são cumulativos (independem da série/ano).

Para um país que precisa investir em Educação, tais dados são péssimos!

Aqui em Jundiaí, vide o número de cursos de Administração de uma década atrás e quantos existem hoje. Tornamo-nos um polo educacional, e, de coração, espero que de alta qualidade.

E você, o que pensa disso? Deixe seu comentário:

CLASSES C E D COM AS MÃOS NO DIPLOMA

(extraído de isto É Dinheiro, Coluna Dinheiro na Semana, pg 16, Ed 247)

 Uma pesquisa realizada pelo instituto Data popular mostrou que os representantes das Classes C e D ganharam mais espaço no ensino superior brasileiro. No período de 2002 a 2009, o número de universitários subiu de 3,6 milhões para 5,8 milhões e as classes C e D passaram a representar 57,1% e 15,3%dos muniversitários, respectivamente. Confira mais dados:

Classe A – 7,3%

Classe B – 19%

Classe C – 57,1%

Classe D – 15,3%

Classe E – 1,2%

– Boa Indicação para Trabalhos Acadêmicos

Conheci pelo professor universitário Alejandro Knaesel Arrabal, um ótimo blog sobre Pesquisas, Monografias e Dissertações. Chama-se “Prática da Pesquisa”, cujo link é: http://www.praticadapesquisa.com.br/

A nós, professores e alunos, mais um bom endereço na Web para facilitar nossos trabalhos e dirimir dúvidas sobre normas de publicação, metodologias e dicas em geral.

– Nova compra de Universidades: Cruzeiro do Sul assume Unicid

Depois da Anhanguera levar a Uniban e a Kroton a Unopar, agora é a vez da Universidade Cruzeiro do Sul assumir a Unicid

A tendência parece ser essa: a de grandes faculdades absorverem outras. E ficará a questão: sobrarão pequenas instituições?

Extraído do Brasil Econômico: http://is.gd/x4ycsH

ACTIS ENTRA NA CRUZEIRO DO SUL, QUE COMPRA UNICID

Por Francisco Marcellino

Actis LLP acertou a compra de uma participação minoritária da Cruzeiro do Sul Educacional, administradora de universidades, por R$ 180 milhões, segundo informou a assessoria de imprensa da Actis.

Como parte do acordo com a Actis, a Cruzeiro do Sul acertou a compra da rival Unicid, porém, detalhes da operação não foram revelados.

A Actis, com sede em Londres, é um fundo de private equity que administra US$ 4,6 bilhões.

– ENEM de Abril cancelado. Não é hora de mudar?

É visível que o ENEM tem sérios problemas. Seja o vexatório vazamento das provas no ano retrasado ou a questão que vazou no Ceará, a verdade é que o exame está em descrédito.

O ENEM de Abril foi cancelado. Agora, na Justiça, o Ministério da Educação conseguiu uma liminar para evitar a exigência de que as avaliações sejam devolvidas aos alunos e haja vista de provas, sob a alegação de “dificuldade de estrutura”.

Foram 4 milhões de provas corrigidas. Todos os alunos que conseguiram revisão de correção através da Justiça tiveram as notas alteradas. E é esse o desafio do novo Ministro da Educação, Aloísio Mercadante: dar crédito à prova, a fim de que uma avalanche de processos não tumultue ou tire a confiança dos estudantes.

Na esteira, fica a observação: certamente o ex-Ministro Fernando Haddad, candidato nas eleições à Prefeitura de São Paulo, será bombardeado pelas críticas do ENEM em sua gestão.

– A Aceleração do Ensino e o Jovem Universitário

O que dizer de um aluno pobre, carente, que lê desde os 2 anos e que entrou em 1º lugar na Universidade Federal do Paraná, no Curso de Química?

Veja que interessante a história deste jovenzinho que é bancado por uma empresa de pneus, além da discussão sobre a viabilidade da aceleração do ensino:

Extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,jovem-de-13-anos-passa-em-1-na-ufpr,308154,0.htm

JOVEM DE 13 ANOS PASSA EM 1º NA UFPR

O garoto Guilherme Cardoso de Souza, de 13 anos, é o mais novo aluno do curso de Química da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Ele foi o primeiro colocado no vestibular. Mas cursar a universidade é apenas uma das etapas de seu projeto: escrever um livro didático de química para ser utilizado no ensino médio e virar professor. Preciso estar graduado para editar meu livro, diz. O estudante, que mora na periferia de Curitiba, fez parte do projeto Bom Aluno, da empresa BS Colway, que garante estudos para crianças carentes.

O jovem entrou para o programa após sua mãe, Edina Lopes Cardoso, mandar uma carta para a empresa. Ele lê e escreve sozinho desde os 2 anos. Tentei colocá-lo em uma escola particular, mas não tínhamos dinheiro, conta. Souza terminou o ensino médio em 2008 e será o mais jovem aluno a ingressar na UFPR. Na rede paulista de ensino, isso não seria possível. Em São Paulo, embora a legislação brasileira admita, não é permitido aos alunos com altas habilidades pular séries.

Existem alguns especialistas que discordam dessa aceleração do ensino, pois acreditam que esse aluno deve ter uma convivência com pessoas de sua faixa etária, explica Maria Elizabete da Costa, coordenadora do Centro de Apoio Pedagógico Especializado (Cape), da Secretaria de Estado da Educação, que realiza um trabalho de treinamento de professores da rede para identificar alunos com essa característica e promover atividades extracurriculares que atendam às necessidades.

Para Martinha Dutra, da Secretaria de Educação Especial do MEC, a aceleração é possível nos casos em que o aluno demonstra um bom rendimento em todas as disciplinas. ?Me parece que esse é o caso do menino do Paraná, pois ele passou em primeiro lugar no vestibular.? Ela ressalta a importância de um acompanhamento psicológico com o estudante e sua família em situações como essa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

– Dois docentes em Sala de Aula ou Classes Pequenas?

Para melhorar a qualidade de ensino em SP, o Governo do Estado implantará em suas escolas 2 professores em cada sala de aula.

Será que vai funcionar?

Sinceramente, acho melhor reduzir o número de alunos por classes para que o professor tenha maior atenção com seus alunos, já que poderá personalizar mais suas aulas pois conhecerá melhor os discentes, além, claro, do desgaste menor.

E você, prefere o quê: salas grandes com 2 mestres ou salas reduzidas com poucos alunos?

É claro que, infelizmente, o custo com espaço físico e alocação da segunda opção é mais alto…

– Formação de Professores a Distância superará a de Docentes Presenciais

O “Estado de São Paulo” trouxe no caderno Opinião (06/01/2011) uma matéria interessante sobre a Formação dos Professores do Ensino Básico. Nela, há a informação que em 2015, a maioria dos docentes brasileiros terá se formado em Cursos On-Line de Ensino a Distância (EAD), superando os professores formados em cursos presenciais de faculdades.

Quais as implicações que isso pode trazer? Abaixo, compartilho o texto:

FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Com a expansão do ensino a distância, é cada vez maior o número de professores de ensino básico que estão se formando por meio de cursos online, com as aulas transmitidas por computadores e televisão. O sistema funciona por meio da distribuição de apostilas e livros e de uma plataforma na internet, que permite aos estudantes acessar aulas e sugestões bibliográficas. Ao final do período letivo, vários cursos aplicam provas escritas e provas práticas presenciais, enquanto outros se limitam a pedir fichamentos de leituras, relatórios de atividades de pesquisa e um trabalho de conclusão.

Em 2005, 11 mil pessoas concluíram licenciaturas a distância. Em 2010, foram quase 72 mil. Nesse período, o número de professores de ensino básico formados em cursos presenciais caiu, em média, 3,6% ao ano. Atualmente, os alunos de cursos a distância representam 30% do total de estudantes matriculados em licenciaturas. Há cinco anos, eles eram 5%.

Se esse ritmo se mantiver, em 2015 o número de professores de ensino básico graduados em licenciaturas online será maior do que o número de docentes formados nos tradicionais cursos presenciais. Por terem mensalidades muito baixas, os cursos a distância são os mais acessíveis para grande parcela da população, especialmente nas cidades do interior. Mas, se por um lado, a expansão das licenciaturas a distância permitirá ao País atender quantitativamente à demanda por professores de português, matemática, física, química, geografia e história, por outro lado, muitos especialistas encaram os cursos online com reservas, questionando a qualidade da formação por eles oferecida.

Segundo o Anuário Estatístico de Educação Aberta e a Distância, do MEC, o aluno de um curso a distância está na faixa etária de 30 a 35 anos, é casado, fez o ensino básico numa escola pública, trabalha de dia e tem um rendimento mensal de até três salários mínimos. Os defensores do ensino a distância dizem que o sistema ganhou credibilidade e que há cursos online tão bons quanto os tradicionais cursos presenciais. Mas, há três anos, o MEC suspendeu cursos de graduação a distância de quatro instituições públicas e privadas de ensino superior que, juntas, atuavam em mais de 1,2 mil municípios e atendiam quase 55% do total de alunos dessa modalidade educacional. Os cursos estavam defasados, a infraestrutura era precária e as apostilas eram fracas.

“Ninguém é contra o ensino a distância. Acontece que há um grande arsenal de conteúdo e tecnologia, mas que não é usado. Por exemplo, as instituições não dispõem de equipes suficientemente adequadas para o desenvolvimento dos cursos”, diz a professora Bernardete Gatti, da Fundação Carlos Chagas. “As críticas à qualidade do ensino a distância são generalizações sem evidência. Inverto a pergunta. Como está a qualidade no curso presencial?”, afirma o presidente da Associação de Educação a Distância, Fredric Michael Litto.

Lançada no País há 30 anos pela Universidade de Brasília, com base em experiência desenvolvida por universidades inglesas, a educação a distância teve um crescimento vertiginoso na última década. Em 2000, havia 10 cursos desse tipo na graduação, com um total de apenas 8 mil alunos. Em 2008, estavam credenciados no MEC 349 cursos de graduação, com 430 mil estudantes matriculados, e 255 cursos de pós-graduação lato sensu, com 340 mil estudantes.

No início, a educação a distância se limitava a cursos de especialização e fazia parte de programas de extensão universitária. Com o tempo, o número de cursos de especialização foi suplantado pelo número de cursos de graduação criados com o objetivo de formar professores para as escolas da rede pública de ensino fundamental e médio situadas em cidades do interior ou em zonas rurais.

Para os especialistas, o que deflagrou a expansão do ensino a distância foram os programas de substituição, na rede pública, dos docentes que não tinham diploma por professores devidamente graduados. Vencida essa etapa, o desafio agora é assegurar às licenciaturas a distância a mesma qualidade dos cursos presenciais.

– Aprender ou Passar no Vestibular?

Boa dica aos professores e pais engajados com filhos em idade pré-vestibular: o artigo de Joca Levy no Estadão de hoje: “Aprender ou Passar no Vestibular” (pg A2).

A neurose e ansiedade dos testes de treineiros faz com que a reflexão seja pertinente. Educação por objetivo específico ou para a vida?

– Curriculum Vitae: Novas vagas, estamos por aqui!

Amigos, apesar de continuar com minhas atuais atividades profissionais, confesso que a carestia está brava…

Alguém tem uma boa oferta de emprego para começarmos 2012 sorrindo?

Estou com disponibilidade em 2 noites para aulas no Ensino Superior, Palestras, Cursos, Bicos, Bate-bolas (desde que remunerado rsrsrs) e outras coisitas mais.

No curriculum, o email de contato. Como tenho alguns amigos que acompanham esta mídia, vale o toque. Quem sabe aparece algo que seja interessante para os dois lados?

CURRICULUM VITAE

 

1 – dados pessoais

 

· Rafael Porcari, 

 

– Email:

rafaelporcari@terra.com.br                    

 

– Blogs:

http://ProfessorRafaelPorcari.blog.terra.com.br

http://pergunteaoarbitro.blog.terra.com.br

http:// http://www.redebomdia.com.br/blog/lista/109

 

– Site:

http:// http://www.ProfessorRafaelPorcari.hpgvip.com.br 

 

– Currículo Lattes:

http://lattes.cnpq.br/6921568045199692

 

 

2- escolaridade:

 

· Mestrado Stricto Sensu em Administração de Empresas:

Área: Gestão de Negócios, Linha de Pesq: Marketing, Tema: Adm Esportiva – UniSant’Anna, 2000.

 

· Especialização Lato Sensu em Administração e Marketing:

Pós-Graduação (Área de Concentração: Administração) – UniSant’Anna, 2004.

 

· Graduação em Informática, ênfase em Gestão de Negócios:

Tecnólogo – Faculdade de Tecnologia de Jundiaí – Fatec, 2004 (incompleto).

 

· Graduação em Administração de Empresas:

Bacharelado – Faculdade Ciências Econômicas, Contábeis e Adm Empresas Padre Anchieta, 1997.

 

3 – obras escritas

 

· Dissertação de Mestrado:

 

– O Novo Processo Administrativo do Futebol Brasileiro Frente a Profissionalização no Gerenciamento dos Clubes,

São Paulo/SP:2000, 148p – UniSant’Anna. (EDA/BN 290.998)

 

· Artigos Científicos:

 

Abordagem Legal e de Mercado da Profissionalização do Futebol Brasileiro,

Revista Gerenciais, São Paulo/SP:2003, ed 03 – 03, ano 01, pg 18-21. Uninove.

 

O Funcionamento Estrutural do Futebol Brasileiro e a Utilização do Marketing,

Revista Nife, São Paulo/SP:2001, ed 07 – 03/01, ano 08, pg 47-54. Publicação do Centro de Pós Graduação, Pesquisa e Extensão do Centro Universitário Sant’Anna, em co-autoria com o Prof Dr Nilton Nunes Toledo. (ISSN 1414.1736)

 

· Livros:

 

– Violência das Torcidas de Futebol – Historicidade da Violência entre Torcidas,

Jundiaí/SP:2003, Edição do Autor, 27p. (ISBN 85-904052-1-4)

 

– Uso e Desuso do Futebol – Breve Relato das Transformações Históricas do Futebol no Brasil (do Ludismo ao Uso Político, do Mercantilismo ao Assistencialismo),

São Paulo/SP:2003, Edição do Autor, 38p. (ISBN 85-904052-2-2)

 

– Elementos Estruturais do Futebol Como Produto,

São Paulo/SP:1999, 307p, no prelo. (EDA/BN 290.997)

 

· Artigos em Sítios Eletrônicos:

 

– Blog Pessoal (Blog do Professor Rafael Porcari),

(Com comentários e percepções articuladas sobre assuntos referentes à Administração de Empresas, Futebol, Política, Economia, Sociedade e Religião.

 

– Blog Corporativo no Portal Bom Dia (Blog do Rafael Porcari),

(Destinados à assuntos globalizados trazidos para a realidade local)

 

– Blog Consultivo (Blog “Pergunte ao Árbitro),

(Exclusivo à elucidações de dúvidas sobre as Regras do jogo de Futebol e análises de partidas).

 

– Diversos Outros Artigos em Vários Endereços Acadêmicos, Comerciais e Esportivos na Internet.

 

4- atividades profissionais atuais

 

· Professor de Ensino Superior:

– Instituto Santanense de Ensino Superior (UniSant’Anna),

Instituição de Ensino Superior. (de Março/2004 a atual)

Lecionando disciplinas na área de Administração de Empresas:

o   Liderança;

o   TGA I e II;

o   Introdução à Administração;

o   Gestão das Organizações;

o   Teoria da Administração;

o   Teoria das Organizações;

o   Tópicos Especiais em Adm I, II e III;

o   Estratégia Empresarial;

o   Gerenciamento de Pequenas e Médias Empresas;

o   Prática de Negociação;

o   Administração de Conflitos;

o   Gestão Empreendedora;

o   Estudos Contemporâneos; e

o   Administração de Novos Negócios.

 

· Comerciante:

– Auto Posto Harmonia Ltda,

Comércio de Combustíveis e Lubrificantes. (de Junho/2000 a atual)

Sócio-proprietário trabalhando na gerência administrativa.

 

· Articulista em Esportes:

– Rede Bom Dia (Grupo Traffic),

Escrevendo blog sobre diversos assuntos atuais relativos a Esportes, Arbitragem e Bastidores (http:// http://www.redebomdia.com.br/blog/lista/109)

 

· Colunista de Arbitragem:

– Site ‘Voz do Apito’ (http://www.vozdoapito.com.br/coluna_porcari.php)

 

· Consultor em Futebol:

– Autônomo,

Desenvolvendo atividades, palestras e orientações sobre arbitragem, futebol, e administração esportiva.

 

· Blogueiro:

– Autônomo, com 2 blogs próprios:

Escrevendo textos e artigos sobre Administração, Política, Sociedade, produzindo o ‘Blog do Professor Rafael Porcari’ (professorrafaelporcari.blog.terra.com.br),

 

Além de editor do site especializado em Regras do Jogo de Futebol “Pergunte ao Árbitro”

(pergunteaoárbitro.blog.terra.com.br)

 

 

5 – atividades profissionais anteriores

 

· Árbitro de Futebol Profissional:

– Federação Paulista de Futebol (FPF),

Entidade Mantenedora do Futebol Paulista. (de Agosto/1996 a Maio/2010)

Tendo atuado na prestação de serviços como árbitro de futebol nos campeonatos profissionais da 1ª e 2ª  divisões, nas funções de Árbitro Principal e Quarto Árbitro.

 

· Professor de Ensino em Pós-Graduação Lato Sensu:

– Universidade Paulista (Unip),

Instituição de Ensino Superior. (2004)

Lecionando em Curso de Especialização em Gestão e Marketing Esportivo, nas disciplinas História Sócio-Cultural do Futebol e Reflexões Sócio-Mercadológicas do Esporte.

 

· Professor de Ensino Superior:

– Centro Universitário Nove de Julho (Uninove),

Instituição de Ensino Superior. (de Março/1999 a Janeiro/2004)

Lecionando disciplinas na área de Adm (TGA I e II, Introdução à Administração) para as Graduações em Adm Geral, Comércio Exterior, Marketing, RH e Análise de Sistemas, nos campi Vila Maria e Memorial da América Latina.

 

· Professor de Ensino Médio:

– Escola Estadual de Primeiro e Segundo Grau José Polli,

Instituição Pública de Ensino. (1998)

Lecionando como Professor de Ensino Médio nas disciplinas História e Geografia.

 

· Estagiário em Mercadologia:

– Caixa Econômica Federal,

Estatal Atuante no Setor Financeiro. (estágio de Agosto/96 a Janeiro/97).

 

· Estagiário em Logística:

– Akzo Nobel Ltda – Divisão Química,

Indústria de Produtos Químicos. (estágio de Novembro/95 a Julho/96).

 

· Comerciante:

– Nelson Porcari & Cia Ltda,

Comércio de Materiais para Construção. (de Agosto/88 a Outubro/95).

Empresa Familiar, trabalhando em diversas atividades.

 

6- outras atividades

 

· Leigo Voluntário:

– Paróquia São João Bosco,

Igreja Católica Apostólica Romana, Diocese de Jundiaí (de 1997 a 2006).

Trabalhando como leigo-voluntário na Coordenação dos grupos de catequese sacramental do Crisma para adolescentes, e na formação e desenvolvimento de grupos comunitários de jovens e retiros espirituais.

7 – outros cursos e participações

 

· Aluno Especial:

– Doutorado em Administração,

disciplina: Consultoria Empresarial – (FEA) – USP (2004).

– Doutorado em História Social,

disciplina: História Sociocultural do Futebol: Imposição Lúdica, Composições e Significações –  (FFLCH) – USP (2003).

· Administração Esportiva:

            – 1º Fórum do Futebol – FGV (GV Consulting) / Clube dos 13 / FPF (2003).

– Seminário “O Negócio Futebol” – Gazeta Mercantil (2000).

– Extensão em Administração Esportiva – ACEESP (1998).

– 1º Simpósio Internacional de Marketing Esportivo no Brasil – São Paulo (1997).

· Responsabilidade Social:      

            – XIX Encontro Terceiro Setor: Responsabilidade Social Corporativa – CIEE (2003).

– Seminário Nac. Antidrogas nas Escolas Superiores – SENAD/CIEE/GREA-USP/UNINOVE (2002).

– Seminário Resp Social – 3º setor, “A Construção de uma Nova Cultura” –  ABRH (2001).

· Qualidade:                      

– Seminário Sistema da Qualidade Total e ISO 9000 – Akzo Nobel (1996).

· Religião:              

– Doutrina Social da Igreja – Esc Cat Bispo Dom Gabriel P B Couto – Diocese de Jundiaí (2003 /2005).

– Curso de Teologia – Esc Cat Bispo Dom Gabriel P B Couto –  Diocese de Jundiaí (1998/1999).

· Arbitragem de Futebol:         

            – Curso de Formação de Novos Árbitros – EBF, Confederação Brasileira de Futebol (2006).

– Pré-temporada dos Árbitros de Futebol da 1ª Divisão (X, XI e XII edições) – FPF (2004, 2005, 2006).

– I Congresso Internacional dos Árbitros de Futebol – SAFESP (2006).

– Curso de Arbitragem Oficial de Futebol – EAFI, Federação Paulista de Futebol (1997).

– Curso de Arbitragem Amadora de Futebol – Liga Campineira de Futebol (1996).

· Saúde:                  

– Curso de Socorrista Internacional para RCV – Instituto do Coração (2005)

– Seminário Ressuscitação Cardiovascular e Primeiros Socorros – InCor/FPF/Rotary Clube (2004).

· Línguas:               

– Italiano: Curso de Cultura e Língua Italiana – Circolo Italiano di Jundiaí – São Paolo (1998/1999/2001)

– Inglês: Curso de Língua Inglesa – Angloschool Professional’s (1994)

 

8 – homenagens acadêmicas

 

– Professor Homenageado da Turma de Administração de Empresas 2007-2010 (1º Semestre) da UniSant’Anna – Salto (2011)

 

– Professor Paraninfo da Turma de Adm. de Empresas, Administração e Marketing e Análise de Sistemas 2005-2008 da turma de Administração 2006-2009 UniSant’Anna – Salto (2009 e 2010)

 

– Professor Homenageado da Turma de Administração de Empresas 2005-2008 (1º Semestre) da UniSant’Anna – Salto (2008)

 

– Professor Homenageado da Turma de Administração Geral e Marketing 2004-2007 (2º Semestre) da UniSant’Anna – Salto (2008)

– Por mais de 1 bilhão, Kroton compra Unipar

O grupo Kroton, dono de importantes instituições de ensino como a Faculdade Pitágoras, se torna o segundo maior no ramo educacional, ao comprar a Universidade do Norte do Paraná.

Agora, a Anhanguera (SP) é a número 1 do Brasil, com 281 mil alunos, seguida pelo Kroton (MG) com 264 mil e pela Estácio de Sá (RJ), com 247 mil.

Cá entre nós: a cifra de R$ 1.300.000.000,00 é impressionante, não? Negócio assustador, de quem realmente tem ‘bala na agulha’!

NEGÓCIO BATE RECORDE NO SETOR DE EDUCAÇÃO

Empresa mineira investe R$ 1,3 bilhão em busca da liderança do emergente mercado de turmas à distância. Kroton e Unopar terão receita de R$ 1,1 bi e 2º lugar do ensino superior privado, atrás da rival Anhanguera

Por Toni Sciarreta

O ensino superior privado brasileiro teve ontem a conclusão do maior negócio já feito no país.

A mineira Kroton Educacional fechou a compra da Unopar, instituição do norte do Paraná focada no ensino superior à distância, por R$ 1,3 bilhão -cifra que impressionou analistas e bancos de investimento, que viram as fusões e aquisições minguarem no segundo semestre por causa da crise global.

É o segundo meganegócio em menos de três meses do ensino privado brasileiro, setor visto como imune a crises potenciais e que caminha com o aumento de renda da classe média emergente.

Em setembro, a paulista Anhanguera comprou a Uniban por R$ 510,6 milhões.

A aquisição da Unopar fará a Kroton somar mais 162 mil alunos (145 mil de ensino superior à distância e o restante presencial) aos atuais 102 mil. Fica atrás em total de estudantes do ensino superior só da rival Anhanguera, que tem cerca de 281,7 mil alunos. A fluminense Estácio de Sá é a terceira no ranking, com 248 mil estudantes.

O ensino à distância é uma “mina” de geração de caixa, segundo Rodrigo Galindo, presidente da Kroton.

“A principal característica desse negócio é a forte geração de caixa e de elevado crescimento. O ensino à distância cresce mais rápido do que o presencial no Brasil”, disse Galindo, para explicar a aquisição aos analistas.

Neste ano, somente os 145 mil alunos de educação à distância deram uma receita estimada em R$ 416 milhões à Unopar. Somados ao faturamento de R$ 699 milhões da própria Kroton, a nova empresa terá receitas combinadas de R$ 1,1 bilhão.

A Unopar é a maior instituição de ensino à distância no país, à frente da Anhanguera, que tem 83 mil alunos nessa modalidade.

O trabalho é desenvolvido a partir de 469 polos de ensino à distância, verdadeiros centros de tecnologia, em 422 municípios do país.

Todos têm o aval do Ministério da Educação.

Além do ensino à distância, a Unopar tem 16 mil alunos de graduação e pós presencial nos campi de Londrina, Arapongas e Bandeirantes, no norte do Paraná.

CONSOLIDAÇÃO

A aquisição foi costurada pelo Itaú BBA, maior banco de investimento no ramo de fusões, e será feita por meio da editora da Kroton.

Do total de R$ 1,3 bilhão, 80% serão pagos em três parcelas -R$ 650 milhões à vista, R$ 260 milhões em março de 2012 e os R$ 130 milhões restantes em um ano- e 20% em papéis da Kroton, que ontem recuaram 3,09%.

Para a rival Anhanguera, a consolidação da educação privada está só começando e terá novas operações.

“O mercado educacional brasileiro ainda está em processo de consolidação e são positivas essas movimentações, que demonstram a confiança do investidor na alta atratividade e na geração de valor”, disse, em nota.

– O Maomé do Apito e os Clubes da Montanha

Aquele dito árabe antigo sobre ‘Maomé e a Montanha’ é perfeito para uma discussão interessante sobre a conduta dos clubes e das comissões de arbitragem.

Muitas vezes, os clubes reclamam de critérios de arbitragem. Mas quantas agremiações têm em seus quadros Instrutores de Arbitragem ou Professores de Regra de Futebol na sua Comissão Técnica? Alguns, diz o folclore, têm até Pai-de-Santo oficial, mas acham caro ter algum profissional que ensine o jogador a evitar uma expulsão ou suspensão por cartões.

Ouço o seguinte: no Mundial de Clubes da FIFA, a Comissão de Arbitragem da FIFA chamou as equipes para ‘aula de regras’, mostrando lances a serem evitados e revelando critérios do torneio.

Por que aqui não se deixa a vaidade de lado, e faz-se o mesmo nos campeonatos regionais? Espera-se o clube pedir uma palestra para a Comissão de Arbitragem ir visitá-lo, ao invés das próprias Comissões obrigatoriamente visitarem os clubes. E olha que o torneio FIFA é muito mais importante para os clubes (logo, acredita-se que os times estariam mais atentos com critérios de arbitragem, e a Comissão de Árbitros FIFA não deveria se dar ao trabalho de ir ao encontro deles) do que com os estaduais.

Custa muito os instrutores de árbitros irem até as agremiações, orientando-as, durante as pré-temporadas? Dúvidas seriam esclarecidas, o árbitro seria poupado de “jogadores desavisados” e o número de cartões e jogadas de unfair play diminuiriam.

E você, o que acha disso? As Federações Estaduais deveriam dar palestras aos seus clubes filiados sobre critérios da arbitragem antes dos jogos? Deixe seu comentário:

– Universidade do Hambúrguer é cada vez mais Sucesso!

As universidades corporativas fazem sucesso em muitos lugares. A iniciativa da Rede McDonald’s com a Universidade do Hambúrguer tem sido interessante e, em destaque, se destacam os campi de Brasil e China.

Você sabia que é 3 vezes mais difícil entrar para a Universidade do McDonald’s brasileira do que no curso de Medicina da USP?

Extraído da Revista Superinteressante, Maio /2011, pg 26.

A UNIVERSIDADE DO HAMBÚRGUER

McDonald’s abre sua própria escola na China – e detona corrida às vagas

USP? PUC? Unicamp? Que tal um diploma… (continua em: http://is.gd/uIRCnd)

– Estudantes que Cursam o que Gostam são Minoria em SP

A Veja SP desta semana traz uma pesquisa interessante sobre os estudantes paulistanos:

28% dos estudantes escolheram uma faculdade por desempenhar a atividade profissional e/ou exigência profissional (não é a escolha que gostariam)

36% dos estudantes, depois de graduados trabalham na área que gostam.

Especificamente, a percentagem dos estudantes que escolhem estudar no que gostam é:

Administração: 18%

Artes: 11%

Comunicação: 10%

Direito: 9%

Engenharia: 9%

Abaixo, a matéria:

ESCOLHA SEM FUTURO

(…) Um levantamento mostra que 72% dos candidatos paulistanos escolhem o curso de nível superior motivados por aspectos pessoais e só metade deles segue carreira na mesma área após a formatura. Os outros 28% (continua em… Http://veja.io/educ)

– Sustentar ou Cortar?

Sabe aquela situação em que alguns clientes (já manjados) estão dando calote?

O coitado do comerciante, que tem quem manter as contas em dia, fica com o dilema: “Se sustentar a venda, fica ainda mais sem capital de giro; se cortar o cliente, corre o risco de não receber, pois, afinal, ele buscará crédito em outra praça para suprir a necessidade”.

E aí vem as desculpas habituais: “O meu cliente não pagou, aconteceu um problema no banco, esqueci…

Às vezes, é como aluno que falta com regularidade para gandaiar: mata a mesma tia 3 vezes no semestre, diz que teve problemas no trabalho… rsrsrs

Professores que lêem o blog sabem do que estou falando… Enquanto isso, o bom aluno abre o jogo: meu problema foi X ou Y.

Ossos do ofício… no comércio e na docência!

– As Melhores Universidades do Brasil e as Notas do IGC das Instituições de Ensino Superior

UFSCar, Federal de Viçosa e Unicamp – eis as 3 melhores universidades brasileiras, segundo o IGC divulgado hoje.

O Índice Geral de Cursos avalia: ENADE, Desempenho dos Professores e Estrutura. As notas variam de 1 (pior) até 5 (maior).

A relação completa pode ser acessada em: http://media.folha.uol.com.br/saber/2011/11/17/igc_2011.pdf (Extraído do suplemento SABER, da FSP).

Curiosidade: Faculdade Anchieta de Jundiaí, Uninove, Faculdade Sant’anna de Salto, CEUNSP, entre algumas às quais mantive ou mantenho relacionamento, levaram nota 3.

Entretanto, a quantidade de notas 1 e 2 é assustadora… Uma pena.

E aí, após consultar a lista no link acima, diga: surpreendeu-se com alguma nota? Deixe seu comentário:

– A Professora e o trabalho de Pedofilia

Surreal a professora paulista que pediu à aluna adolescente para entrar num chat e procurar um pedófilo para trabalho escolar.

Mesmo tendo boa intenção, a metodologia dela é perigosíssima… daqui a pouco vamos ver docente pedindo para aluno ir à boca de fumo, seguindo a mesma lógica.

A colega deu uma bobeada daquelas…

Para quem não viu a polêmica, abaixo, extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,professora-propos-encontro-de-aluna-com-pedofilo-afirma-mae-,798689,0.htm

PROFESSORA PROPÔS ENCONTRO DE ALUNA COM PEDÓFILO

Por José Maria Tomazela

Uma professora de português da Escola Estadual Professora Maria Ramos, de São Carlos, a 255 km da capital, pediu a uma aluna de 12 anos que marcasse um encontro com um pedófilo pela internet como tarefa. Em nota, a Secretaria Estadual da Educação informou que determinou o afastamento da professora e a investigação do caso.

De acordo com a mãe da menina, a professora escreveu um bilhete dirigido aos pais, informando sobre a tarefa. No texto, ela explica ter pedido à menina que entrasse numa sala de bate-papo com nome fictício, citando a idade real, para “analisar as propostas que receberia”. A docente teria justificado que o objetivo seria mostrar os riscos da internet.

Ela pediu aos pais que monitorassem as conversas online da menina. O bilhete pede a ajuda dos pais “para avaliar e vigiar essa conversa, já que meu único objetivo é mostrar a eles o risco desse tipo de conversa”.

No bilhete, a professora também solicitou que as conversas fossem impressas e anexadas no trabalho. Ela ainda afirma: “Qualquer questionamento, podem me procurar na escola”.

O caso foi levado ao Conselho Tutelar da cidade, na sexta-feira, pela mãe da menina, que viu o bilhete da professora no caderno e conversou com o marido, padrasto da criança. Ele foi até a escola reclamar com a direção.

De acordo com o relato da estudante, a professora separou a classe em três grupos e distribuiu trabalhos com temas diferentes. No grupo da garota, o tema era a pedofilia e, como ela revelou que tinha acesso à internet, a professora pediu que entrasse em um chat para encontrar um pedófilo.

A aluna foi incumbida de marcar um encontro com ele em frente à catedral, no centro de São Carlos. O plano da professora era levar a garota até o local para tirar foto do suposto pedófilo. A mãe disse que a filha ficou tão nervosa com a incumbência que chegou a chorar, com medo de falar com os pais sobre o pedido da professora.

Esclarecimentos. A conselheira tutelar Rosa Helena Polese informou ter enviado ofício para a Diretoria Regional de Ensino pedindo esclarecimentos sobre a conduta da professora. De acordo com a diretora regional Débora Gonzales Costa, a professora leciona na rede estadual há oito anos e nunca teve problemas com alunos.

O caso também chegou ao Ministério Público. O promotor da Vara da Infância e da Juventude, Marcelo Mizumo, ainda analisará se cabe providências. Ele disse que, em princípio, não parece ter havido prática de crime.

A professora foi procurada pela reportagem, mas um familiar informou que ela não vai falar sobre o caso com a imprensa.

– Universidade oferece Ufologia e Conscienciologia na Grade

Perdido no meu armário, leio uma edição antiga da Folha de São Paulo (Caderno Ciência A22, 30 de maio de 2010). Lá, há uma curiosa entrevista do Professor Álvaro Luiz Tranconi, Coordenador da UnB (Universidade de Brasília), sobre o Núcleo de Parapsicologia da instituição.

Na matéria, a divulgação das ciências estudadas: Ufologia, Astrologia, Energização e Conscienciologia.

O coordenador brasiliense reclama do preconceito sofrido pelo seu núcleo. Afinal, até uma feira mística com bruxos foi visitada por ele para adquirir novos conceitos.

Crenças devem ser respeitadas. Mas uma universidade pública oferecer tal programa de ensino… estudar o esoterismo e outras ciências ocultas?

A UnB não teria outra prioridade?

– O Legado dos Rebeldes da USP

Depois da invasão dos estudantes que eram contra a presença da PM no campus da USP, e que tinham a bandeira a favor da plena liberdade em fumar maconha sem ser incomodados na universidade, ficam algumas perguntas importantes:

1) A invasão da reitoria: quem vai pagar os prejuízos? O local é mantido por recursos públicos. Eu e você já estamos pagando…

2) Os estudantes se diziam democráticos. Mas se encapuzaram e muitos estamparam cartazes dizendo que queriam a liberação da maconha (afrontando com baseados de mentira no tamanho gigante, fotos estampadas pelos meios de comunicação) ali no local. No Capão Redondo não pode, mas no espaço da “elite dos estudantes” pode?

3) Alguns se declaravam comunistas. Mas, conforme a Veja desta semana, os líderes possuem carros de alto valor e usam roupas de grife. Cadê o proletariado?

4) Quantos daqueles estudantes têm emprego fixo?

5) Os estudantes rebeldes serão expulsos por tudo o que fizeram?

Os verdadeiros estudantes, aqueles de bem, certamente queriam (e querem) a PM na Cidade Universitária. O problema é engolir o discurso de que “os rebeldes são perseguidos, que é ditadura e outras bobagens desses arruaçeiros….”

– Mais Alunos nas Universidades; Menos Formandos…

Números do MEC divulgados ontem:

Alunos matriculados nas universidades do Brasil: o número aumentou em 110%. Entretanto, nas instituições privadas, apenas 45% dos alunos se formarão.

Ou seja, dos calouros do primeiro semestre, menos que a metade terminarão o curso superior. Os concluintes caem em proporção no Brasil…

Isso quer dizer o quê? Que o acesso à faculdade está mais fácil: maior número de vagas, mais instituições e processos seletivos mais frouxos. Porém, por serem alunos despreparados no ensino médio, não conseguem acompanhar a cobrança do ritmo universitário.

De fato, precisamos repensar o ensino desde o fundamental. Não há escolha.

– FFLCH (tá feia a coisa, Parece Guerrilha!), Drogas e a Palavra de Içami Tiba

Quer dizer que os manifestantes da FFLCH/USP invadiram a reitoria na madrugada e estendem faixas no prédio?

Esses caras são a mente pensante e futuro da nação?

Lutam pelo direito de fumar maconha livremente no Campus?

Não querem a PM por lá?

E o resto da USP discorda de tudo isso… quem está certo?

Ouvi o respeitadíssimo dr Içami Tiba dizer em uma recente entrevista:

São filósofos, não médicos, que defendem a legalização da maconha. Não é um problema social para sociólogos discutirem, mas um problema de saúde, reservado pela autoridade médica. E os médicos acham um absurdo legalizar a maconha.”

Falar o quê? Estou com o dr Içami Tiba! E você?

– A Incrível Falta de Professores da USP

Sobram vagas para professores de Economia na USP?

É mais ou menos isso… A redução no quadro docente e a falta de especialistas em algumas áreas tem feito a USP mudar a grade curricular para poder tocar seus cursos. 

Extraído de OESP, 08/08/2011, pg A15 

FEA-USP PERDE DOCENTES E REVÊ GRADE DE CURSO

Por Carlos Lordelo

A Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP vai enxugar a grade do curso de Economia em razão da falta de professores para lecionar matérias optativas eletivas. Das 50 disciplinas à disposição dos alunos, cerca de metade é oferecida com regularidade. Os estudantes precisam cursar entre 9 e 13 para se formar.

Departamento de Economia da FEA tem hoje 69 professores. Desses, 17 já passaram da idade de se aposentar e 3 estão licenciados. Há duas décadas, estima-se em 120 o número de docentes. À medida que o contingente foi diminuindo, algumas disciplinas praticamente deixaram de existir, pois haviam sido criadas como resultado de pesquisas de professores.

Alunos dizem que matérias como Economia Agrícola, Economia do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais e Economia e Responsabilidade Social não abrem turmas há pelo menos três anos.

A faculdade enfrenta dificuldades para recompor o quadro de professores, entre outros motivos, por causa do aquecimento da economia. Profissionais bem formados estão sendo disputados pelas empresas. Além disso, a FEA sofre concorrência de instituições privadas – como a Fundação Getulio Vargas (FGV) e o Insper – que também atraem professores iniciantes. No ano passado, a USP não conseguiu preencher duas vagas abertas para docentes de Economia.

A reportagem tentou contato com o diretor da FEA, Reinaldo Guerreiro, mas ele está viajando. O chefe do Departamento de Economia, Denisard Alves, e a coordenadora do curso, Vera Fava, não quiseram se manifestar.

Os professores do departamento têm até o dia 2 de setembro para votar as mudanças na grade. As alterações ainda devem ser apreciadas por órgãos colegiados da FEA e da universidade. Se aprovadas, passarão a valer para os ingressantes a partir de 2013.

Duas propostas estão em jogo. A primeira, da coordenadora Vera Fava, prevê a reorganização das eletivas em 10 módulos – matérias de seis créditos-aula e dois créditos-trabalho que seriam ministradas por entre dois e quatro professores. Além das obrigatórias, o aluno cursaria cinco módulos para se formar. Hoje, duas matérias funcionam nesse esquema: Organização Industrial e Antitruste e Avaliação de Políticas Sociais. Créditos-trabalho servem para compensar o aluno pelas atividades extraclasse.

A outra sugestão veio do professor Rodrigo De Losso. A ideia é adicionar dois créditos-trabalho às obrigatórias centrais do curso (Macroeconomia, Microeconomia e Econometria), o que implicaria a redução da carga horária destinada às matérias optativas de 26% da grade para 16%. “Temos muito mais eletivas no currículo do que seria salutar, considerando o número de professores do departamento”, disse o docente ao Estadão.edu.

Pela proposta, a FEA também teria de fazer uma faxina nas optativas de Economia, sendo obrigada a oferecer 15 disciplinas todo ano. Para colar grau, o aluno precisaria pegar oito. “Queremos que nosso aluno seja um exemplo de formação em Economia.” Segundo De Losso, as mudanças vão aumentar a eficiência do departamento. “Hoje é uma confusão, porque tem um monte de disciplinas em que professores ministram aulas para 10, 12 alunos.”

DEBATE: Estudantes ouvidos pela reportagem sob a condição de anonimato fizeram ressalvas às duas propostas, mas dizem preferir a do professor De Losso. Eles acham a ideia dos módulos difícil de ser executada porque exige sintonia entre os docentes que lecionam a mesma disciplina. “Além disso, acabaria com as matérias atuais e passaríamos a ter eletivas totalmente novas”, afirmou uma aluna do 2.º ano.

Por outro lado, disse essa mesma estudante, a limpeza proposta por De Losso facilitaria a vida do aluno na hora de planejar sua formação. “Da forma como é hoje, não dá para saber quais e quando as eletivas serão oferecidas.”

Apesar de não ter feito nenhuma optativa até agora, um calouro acredita que a mudança do currículo vai afetar a “pluralidade” do curso. “A universidade deveria ser um espaço de debate. Quanto menos professores e matérias, menos espaço para a circulação de ideias.”

Outro aluno, do 3.º ano, se diz preocupado porque a faxina na grade poderia deixar de fora disciplinas que são ministradas por docentes aposentáveis, a exemplo de Economia Política Contemporânea e Metodologia da Economia. “As propostas são uma ameaça à diversidade que poderíamos ter em nossa formação. Mas a falta de professores talvez seja uma realidade a que temos de nos adaptar.”

– Os Maconheiros da USP

Calma! O título se refere à pequeníssima porção, mas barulhenta, de alunos revoltos com a Polícia Militar.

Alunos (alguns poucos) da FFCHL armaram a maior confusão, pedindo que a Polícia Militar se afastasse do campus. Com mensagens revolucionárias e imbecis, protestam pelo fato de quererem FUMAR MACONHA sem serem incomodados.

Pode?

Dias atrás, a PM foi solicitada para patrulhar a Universidade, devido a violência no local. Funcionou, a onda de crimes diminuiu. Mas essa parcela de estudantes acha que está acima do bem e do mal. A polícia prendeu estudantes que estavam com considerável quantidade de maconha. Quer dizer que portar, fumar, levar a outro e fazer apologia é permitido?

Ridículo. A lei é para todos.

Segundo pesquisa da própria instituição, mais de 60% da FEA e de outros institutos É A FAVOR DA POLÍCIA, e condenam os alunos da FFCHL.

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Florzinha ou Florezinhas?

Sou ignorante mesmo!

Só hoje soube que é válido, devido ao acordo ortográfico, os seguintes plurais terminado em “R” e no diminutivo:

Florzinha: Florezinhas ou Florzinhas

Barzinho: Barezinhos ou Barzinhos.

Será que devemos nos reeducar a partir do zero? Sim, pois manter-se atualizado não está sendo suficiente…

– MEC estuda processar Jornalista que burlou o Enem

Um repórter do “Jornal do Commércio” conseguiu enviar o tema da Redação do Enem durante o horário das Provas. Seu intuito era provar a falha na segurança do esquema de aplicação das provas.

Entretanto, ao invés de punir os responsáveis pela segurança do Enem, resolveu processar o repórter!

Extraído de: http://is.gd/T5Ua7C

MEC ESTUDA PROCESSAR REPÓRTER QUE DIVULGOU TEMA DA REDAÇÃO DO ENEM.

O MEC (Ministério da Educação) estuda processar o repórter que burlou a segurança do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e enviou mensagens de celular de dentro do local de prova enquanto o exame era realizado.

Funcionário do Jornal do Commercio de Pernambuco, o repórter enviou torpedos informando ao jornal que o tema da redação era “trabalho”, numa tentativa de mostrar a falha na segurança do Enem. Segundo reportagem no site do periódico, o jornalista teria entrado na sala de aula com um celular ligado no bolso, se encaminhado ao banheiro e enviado a mensagem.
A assessoria de imprensa do ministério nega que tenha havido falha na segurança e não confirma o tema da redação. Segundo o assessor ouvido pelo R7, “falha seria se ele [o repórter] tivesse recebido o gabarito da prova, e não enviado uma mensagem com o tema da redação”.

O repórter afirma, no texto publicado pelo Jornal do Commercio, às 13h26, que não foi advertido por usar lápis durante o Enem, mas que o fiscal o orientou a guardar o relógio de pulso, que também é proibido durante a prova.

A prova teve início às 13h, e o tema só poderia se tornar público às 15h, quando os primeiros alunos poderiam ser liberados dos locais de prova.

– Um Laboratório de Administração de Empresas?

Recebo a seguinte pergunta de um ex-aluno, desistente do curso de Administração:

“Professor, por que as universidades não tem laboratórios para a graduação em Administração de Empresas?” (Henrique, via e-mail)

Caro Henrique, os laboratórios de Adm de Empresas são as próprias instituições em que você trabalha. É impossível graduar-se (em um boa faculdade, lógico), sem estar no mercado. O estágio é essa condição que você pede! Teoricamente, é lá que você pode errar e ganhar experiência pelo erro, pois você exerce a condição de aprendiz dentro da empresa. Entretanto, sabemos que na prática não é assim que funciona. O estagiário é muitas vezes cobrado como um profissional já formado. Além de que, muitas correntes educacionais defendem que o estudante deve realizar seus estudos durante a manhã; as tarefas acadêmicas ao domícilio às tardes; e o descanso merecido à noite. Mas para estes, um questionamento: e a prática da administração, onde fica?

– Feliz Dia dos Professores!

A Educação, que é tão importante para a sociedade, é pouco valorizada nesse país. Pior: um dos principais instrumentos para levá-la às pessoas – o professor – é o mais esquecido dessa cadeia educacional…

Mas não é dia de lamentação. É dia de alegria e reflexão. Feliz ‘nosso dia’ assim mesmo!

Ser Professor não é só educar: é levar a cidadania; trazer a esperança; incentivar; fazer pensar; ajudar e ter fé.

Em suma, ser professor não é ofício; é vocação! Exige disposição, prazer, amor e dedicação.

Retorno?

O retorno é garantido: mentes brilhantes que você ajudou a formar. Sim, apenas ajudou, pois o esforço verdadeiro é do aluno.

– Se não Tiver Cursos de Graduação, Lato Sensus estará proibido!

Um cerco se fecha: instituições de ensino só poderão ministrar cursos de pós-graduação se possuírem graduação. Ou seja: sem ensino superior, não pode oferecer Lato Sensus!

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/166281_POS+GRADUACAO+NA+BERLINDA

O MEC DEIXA DE RECONHECER O DIPLOMA DE ESPECIALIZAÇÃO OU MBA EM INSTITUIÇÕES QUE NÃO TÊM CURSOS DE GRADUAÇÃO

por Rachel Costa

Escolas de pós-graduação lato sensu estão às voltas com o Ministério da Educação (MEC), que decidiu não reconhecer mais a validade de seus cursos. Estão nessa lista instituições respeitadas que usam sua expertise no mercado para oferecer especializações ou MBAs, mas não possuem graduação. Por essa singularidade, o MEC lhes concedia uma autorização especial, válida apenas para a oferta dos cursos de pós. Exemplos são a Fundação Dom Cabral, em Minas Gerais, e o Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa (Iep), em São Paulo. A decisão do Conselho Nacional de Educação (CNE), em vigor desde o mês passado, pôs fim ao cadastro especial para essas instituições não educacionais, que permitia o reconhecimento do diploma dessas escolas. “Não acho justo termos o credenciamento cortado por razões que não sejam de qualidade”, diz a gerente-coordenadora da pós-graduação da Fundação Dom Cabral, Silene Magalhães. 

Por hora, liminares garantem a oito, das 123 instituições vetadas, o direito de continuarem chanceladas pelo MEC. “O número crescente de liminares obtidas na Justiça é prova de que não há sustentação para essa suspensão”, argumenta Marcelo Nunes, presidente da Associação Brasileira de Instituições de Pós-Graduação. Juntas, as instituições não educacionais recebem cerca de 150 mil alunos por ano e respondem por 20% do mercado de pós-graduação lato sensu brasileiro. “Havia um número cada vez maior de pedidos e não conseguíamos mais atender à demanda”, diz Paulo Speller, presidente da Câmara de Educação Superior do CNE, para justificar a decisão pelo descredenciamento. “Um médico, por exemplo, poderia se juntar a seu sócio e pedir a autorização para oferecer um curso por meio da clínica deles.” Nem todos concordam com o argumento e há vozes divergentes dentro do próprio CNE: 18 dos 25 conselheiros do órgão votaram. Foram nove votos favoráveis ao parecer, quatro contra e cinco abstinências. “Fui contra e acho que a decisão foi tomada de modo precipitado, sem o devido debate”, avalia Paulo Barone, do CNE.
Outra alegação para o fim do cadastro especial seria a de que não é necessário um carimbo do MEC para garantir a qualidade desses cursos. “Quem tem de dizer se eles são bons é o mercado”, disse Paulo Speller. Opinião rebatida por quem atua na área. Roberto Padilha, diretor de ensino do braço educacional do Hospital Sírio-Libanês, argumenta que não adianta mudar as regras para as instituições se o contexto em que elas estão inseridas seguirá igual. “Sabemos que a qualidade do nosso curso não deixará de ser reconhecida pelo mercado, mas o aluno, quando for prestar concurso público, continuará tendo de apresentar o diploma com o carimbo do MEC”, disse. A mesma exigência é feita a quem dá aula, como Anderson Alves, 36 anos, aluno do MBA de marketing da Escola de Administração e Negócios (Esad), em Brasília. “Eu dou aula. As universidades que me contratam exigem o diploma reconhecido pelo MEC.”