– O novo perfil de funcionários repensado pelas empresas: a Personalidade acima da Habilidade?

As atuais carências observadas pelas empresas na contratação dos funcionários: job readiness.

Você está pronto para trabalhar? Muitas pessoas, não (e nunca estarão).

Sobre a necessidade de funcionários com mais personalidade no ambiente corporativo,

Extraído da Folha de São Paulo, edição de 28/01/2018, Caderno Mercado, pg A20

PERSONALIDADE SUPERA TÉCNICA NO TRABALHO

Empresas passam a dar mais importância para habilidades socioemocionais do que para conhecimentos específicos.

Por Érica Fraga

A relação entre a educação e o trabalho passa por uma espécie de crise existencial.

Ela é evidenciada por constantes revisões do perfil profissional buscado pelas empresas, que se torna cada vez menos técnico e mais focado em traços da personalidade, como persistência e facilidade de relacionamento.

Outro sintoma do distanciamento entre o universo acadêmico e o laboral é a elevada parcela de profissionais que termina em empregos fora de sua área de formação (leia texto na pág. A21).

Essas tendências –apontadas por duas pesquisas da FGV Clear – indica que o país pode estar desperdiçando recursos investidos na educação que, se fossem mais bem aplicados, talvez elevassem a baixa eficiência da economia.

Um dos estudos, feito pela instituição em parceria com o JPMorgan em 2017, mostra que 85% das empresas no Estado de São Paulo, nos setores de saúde, tecnologia e alimentos, reveem as necessidades de treinamento dos funcionários o tempo todo.

O percentual atinge 90% entre as grandes empresas.

O mundo do trabalho tem mudado muito, e as empresas não sabem bem o que querem. Vão na base da tentativa e do erro“, afirma o economista André Portela, um dos autores da pesquisa.

O esforço para adequar o perfil dos funcionários às rápidas mudanças tecnológicas esbarra em barreiras.

Quase 80% das 417 empresas entrevistadas pela FGV e pelo JPMorgan relataram enfrentar problemas para contratar empregados para vagas de perfil técnico, e 36% disseram que a dificuldade é alta.

PERSONALIDADE

As entrevistas feitas com as empresas mostram que conhecidas deficiências do ensino ajudam a explicar seu desencontro com o trabalhador. Indagadas, por exemplo, sobre as competências que dificultam as contratações, as empresas mencionaram questões que aludem à formação acadêmica.

No setor de alimentos, falta de conhecimento e escolaridade foram, respectivamente, a segunda e a quarta fragilidade mais citada.

As empresas de tecnologia e de saúde também listaram problemas como escassez de conteúdo técnico e falta do domínio da escrita.

Mas o que chamou a atenção dos pesquisadores foi que, nos três setores, competências mais próximas de traços da personalidade do que de conteúdos técnicos foram citadas pela maioria.

As empresas não reclamam tanto de habilidades técnicas, mas da chamada ‘job readiness’ [prontidão para o trabalho em tradução livre]”, afirma Portela.

Entre as carências mais comuns, foram mencionados pontos como “postura profissional”, “competências comportamentais”, “ética”, “falta de comprometimento” e “comunicação”.

Já entre as características imprescindíveis, “ser disciplinado e perseverante” e “trabalhar em grupo” foram mencionadas por quase a totalidade das empresas.

As habilidades socioemocionais apareceram na frente de “se comunicar em língua estrangeira” até nas respostas do setor de tecnologia, em que a demanda por profissionais com ensino superior técnico é bem mais alta do que nos outros dois.

A percepção da importância de característica como perseverança, autocontrole e facilidade de relacionamento aumenta à medida que pesquisas mostram que seu impacto no desempenho acadêmico e no sucesso na vida adulta é igual ou até maior do que a inteligência medida em testes cognitivos tradicionais.

Com isso, a demanda por profissionais com essas habilidades tem se tornado explícita. Foi o que percebeu o grupo Kroton Educacional ao analisar anúncios de vagas no portal que mantém para conectar seus graduandos com empregadores.

Nove entre os dez atributos mais demandados são traços de personalidade, como disposição para o aprendizado contínuo, responsabilidade e comprometimento.

– Vale a pena mentir nos anúncios?

Muitas vezes, vemos anúncios exagerados de certos produtos. Na preocupação de supervalorizar algo, cai-se no erro da mentira.

Um livro novo, “O Argumentador Honesto” propõe esse debate: vale a pena mentir nos anúncios? Você percebe a mentira em certas propagandas?

Abaixo, extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI262972-16366,00-ANUNCIO+BOM+E+ANUNCIO+HONESTO.html

ANÚNCIO BOM É ASSUNTO HONESTO

Por Márcio Ferrari

A idéia não é assim tão nova, mas é raramente seguida pela publicidade. Tanto que o homem que a propõe é visto como um herege na área. O britânico John Bunyard, famoso e aposentado publicitário, argumenta em seu livro recente, The honest persuader (“O argumentador honesto”), que não adianta exagerar as qualidades de um produto ou impor marcas ao consumidor, porque, se os benefícios não forem comprovados, a propaganda funciona ao revés. Ele baseia suas afirmações em conhecimentos da neurolinguística – e tem recebido críticas favoráveis. Para Bunyard, a melhor estratégia é complementar a campanha publicitária imediatamente com testes de consumo no varejo para confirmar o que foi anunciado. Segundo ele, estudos neurológicos mostram que, quando nossas expectativas são confirmadas, o cérebro libera uma descarga de dopamina, substância química que dá sensação de prazer. Por isso, também não adianta confiar no que os consumidores dizem em pesquisas: o hábito de compras é orientado essencialmente por processos inconscientes. Mais que ouvi-lo, o anunciante precisa estudar o comportamento do consumidor.

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– A precaução contra o Assédio está extrapolando ou não?

Toda forma de assédio, moral ou sexual, deve ser banida das empresas. Entretanto, há os exageros de quem vê em tudo um motivo para reclamar.

Digo isso pois leio na Revista Veja desta semana (ed 10/01/2018, pg 69) algumas medidas que as empresas brasileiras estão tomando como precaução.

Veja se você concorda:

1- A rede Dr Consulta baniu entre seus colaboradores a saudação / cumprimento através de beijos no rosto ou abraços.

2- A Intel proibiu que se toque em outra pessoa quando você conversa com ela. O exemplo mais claro é o sujeito que encosta em você para conversar de maneira quase que “pegajosa.

3- O Sesi orienta para que homens evitem elogios às roupas, forma física e perfumes de mulheres, devido a dificuldade entre o espontâneo e a intenção disfarçada.

4- Via WEB – Não se despedir em mensagens de e-mails com “Beijos”, a fim de não ampliar uma intimidade indesejada. Encerre a mensagem escrita com “obrigado” ou “abraços”.

5- Reuniões a portas fechadas: a um professor, por exemplo, nesses novos tempos, nunca deve se reunir com um aluno individualmente em uma sala fechada.

Será que a ordem natural hoje é achar que todos os homens são tarados? A mim, particularmente, tal excesso parece ofensivo.

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– MOficcer proibida de comercializar no Brasil devido ao trabalho escravo.

Nos últimos dias, muito se tem discutido sobre a legislação pertinente ao “trabalho análogo à escravidão”.

Entretanto, uma empresa bem conhecida nos shoppings está sofrendo sanções…

Abaixo, extraído de: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,mofficer-e-condenada-por-trabalho-escravo-e-pode-ficar-fora-de-sp-por-10-anos,70002076906

M.OFFICER É CONDENADA POR TRABALHO ESCRAVO E PODE FICAR FORA DE SP POR 10 ANOS

Varejista de roupas foi condenada em 1ª instância e a 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo manteve a decisão que prevê o pagamento de R$ 6 milhões em multas

A M5 Indústria e Comércio, dona da marca M. Officer, condenada em 1ª instância por submeter trabalhadores a condições análogas à de escravidão, pode ficar proibida de comercializar roupas no Estado de São Paulo por até 10 anos.

A decisão da 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP) nesta quarta-feira, 8, mantém a condenação em 1ª instância e o pagamento de R$ 6 milhões pela prática de trabalho análogo à escravidão e para o ‘cumprimento de várias obrigações trabalhistas’.

A empresa terá que pagar R$ 4 milhões por danos morais coletivos e mais R$ 2 milhões pelo chamado dumping social, quando uma empresa se beneficia dos custos baixos resultantes da precarização do trabalho para praticar a concorrência desleal.

O cumprimento de mais uma série de obrigações trabalhistas está prevista na condenação da dona da M. Officer, conforme informou o Ministério Público do Trabalho (MPT), em nota.

O coordenador nacional de Erradicação do Trabalho Escravo do MPT, procurador do Trabalho Muniz Cavalcanti, destacou que a decisão confirma que a M.Officer foi a responsável pelo trabalho escravo. “Com essa decisão, vamos oficiar ao governo de São Paulo para aplicar a lei estadual, que determina a cassação da inscrição no cadastro de contribuintes de ICMS pelo prazo de 10 anos de quem foi condenado por trabalho escravo em segunda instância”.

De fora. A lei prevê que será cassada a inscrição no cadastro de ICMS das empresas “que comercializarem produtos em cuja fabricação tenha havido, em qualquer de suas etapas de industrialização, condutas que configurem redução de pessoa a condição análoga à de escravo”.

Segundo o MPT, a cassação ocorrerá quando a empresa for condenada em decisão colegiada, independente da instância ou do tribunal. A cassação abrangerá os sócios, pessoas físicas ou jurídicas, que ficam impedidos de entrar com pedido de nova inscrição por 10 anos.

Denúncia. A ação contra a dona da M.Officer foi movida em 2014 pelos procuradores do Trabalho, que argumentaram que peças da marca eram produzidas por trabalhadores que realizavam jornadas exaustivas em ambiente degradante, com risco à saúde, à segurança e à vida, além de relacionarem o caso ao tráfico de pessoas.

Para os procuradores, esse tipo de exploração é um “modelo consagrado de produção da ré, como forma de diminuição de custos, através da exploração dos trabalhadores em condições de vulnerabilidade econômica e social”.

Segundo o MPT, a varejista utilizava empresas intermediárias para subcontratar o serviço de costura, realizado em grande parte por imigrantes em oficinas clandestinas submetidos a jornadas excessivas em condições precárias, sem qualquer direito trabalhista.

Em um desses locais, descoberto em diligência conduzida no dia 6 de maio de 2014 pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em atuação conjunta com MPT, Defensoria Pública da União (DPU) e Receita Federal, constatou-se que os trabalhadores ganhavam de R$ 3 a R$ 6 por peça produzida e cumpriam jornadas médias de 14 horas, muito acima do limite legal de 8 horas.

Os seis bolivianos resgatados quase não falavam português e viviam com suas famílias no mesmo local de trabalho, costurando em máquinas próximas a fiação exposta, botijões de gás e pilhas de roupas, representando grave risco de incêndio, destacou o MPT.

Alguns trabalhadores resgatados afirmaram ainda estar pagando pela passagem ao Brasil com o “salário” recebido pelas peças costuradas, o que, segundo o MPT, poderia ser indício de tráfico de pessoas para fins de trabalho.

Explicação. Procurada pela reportagem, a empresa informou por meio de nota que “afirma e comprova nunca ter praticado trabalho escravo e irá recorrer da injusta decisão trabalhista. A fiscalização do trabalho é frágil e inconsistente, partindo de premissas equivocadas para tentar vincular a M5 aos produtos encontrados nas oficinas”.

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O cumprimento de mais uma série de obrigações trabalhistas está prevista na condenação da dona da M. Officer Foto: Divulgação

– Aleluia, Teksat ou Tekcell!

Depois de uma homérica luta, consegui receber de volta (após quase 4 meses) o dinheiro pago da empresa Teksat (ou Tekicell), pela compra de um equipamento eletrônico que não foi entregue.

A empresa me chantageou a todo instante, querendo devolver o valor somente se eu tirasse as reclamações do site “Reclame Aqui”. Com muito custo, meses depois da compra e com brigas diárias, resolveu a situação.

É claro que eu não vou apagar as reclamações do site, pois é um alerta para que as pessoas não paguem nada adiantado à empresa Teksat / Tekcell.

A mensagem final dela (ufa):

Bom dia Rafael segue o comprovante de cancelamento e estorno do valor que nos pagou, favor remover as reclamcoes e links relacionados ao nome da empresa, atenciosamente. Marcos

A publicação da época, abaixo:

NÃO CAIA NESSA ARAPUCA

Um golpista profissional! A Teksat (Tekicel, de Gerson Clemente) vende seus produtos e não entrega, enrola e embolsa o dinheiro. E se recusa a devolver a grana caso coloque a queixa no Reclame Aqui!

Empresa séria não discute, mas resolve!

Olha que drama, abaixo:

PRODUTO NÃO ENTREGUE. SEM REEMBOLSO

Em 29 de julho de 2017 comprei um receptor Azamérica S1007 Plus acm, no valor de R$ 367,60, a ser entregue em 6 dias via Sedex (valor do frete incluído). Não o recebi, e então mandei mensagens via WhatsApp (que nunca são respondidas). Não há um telefone sequer para contato (o que ele fornece não atende). Via email, após muita insistência e atraso, respondeu que estava com dificuldades de… POSTAGEM! E não conseguiu explicar quais são elas, dando um novo prazo – também não cumprido. Novamente entrei em contato via email, pedi o reembolso e o Gerson Clemente (o proprietário – atendente – vendedor- diretor responsável) só enrolou. Mandei diversas outras mensagens, sem resposta alguma. Hoje é dia 23 de setembro, não entregou o produto, não entra em contato, não houve reembolso. Sumiu, desapareceu, parece picaretagem!
Venho através do Reclame Aqui tentar conseguir meu produto ou o reembolso. Entrarei na Justiça e publicarei uma reportagem nos meus canais de comunicação para que outros não sejam [editado pelo Reclame Aqui] como eu, caso ele não resolva.
Meus dados:
Pedido nº: 84112
Data do pedido: 29/07/2017
Pagamento: Depósito bancário 8% de Desconto
Frete: Sedex – Entrega em até 6 dias úteis
PAGAMENTO VIA TRANSFERÊNCIA PELO BANCO DO BRASIL
AGENCIA – 3257-3
CONTA – 20522-2
GERSON CLEMENTE
CNPJ 26.947.180/0001-07
APÓS PAGAMENTO, COMPROVANTE ENVIADO A VENDAS@TEKSAT.COM.BR PARA CONFIRMAÇÃO.
Confirmou, recebeu, não entregou e não reembolsou.

RESPOSTA DA TEKSAT

Prazos de Envio e Estornos
PRAZO PARA ENVIO DE PEDIDO AOS CORREIOS APOS PAGAMENTO CONFIRMADO
05 A 15 DIAS ÚTEIS APÓS PAGAMENTO CONFIRMADO.
PRAZO PARA CANCELAMENTO E ESTORNO DE PEDIDOS
07 DIAS UTEIS APOS O ENVIO DOS DADOS PARA ESTORNO AO EMAIL VENDAS@TEKSAT.COM.BR
A empresa nao efetua cancelamentos ou estornos com reclamacoes ativas no Reclame aqui.
para que seja cancelado e estornado o pedido o cliente deve desabilitar toda e qualquer reclamacao via reclame aqui e outros sites
enviar os dados bancarios por email vendas@teksat.com.br e aguardar o prazo de ate 7 dias uteis apos solicitado via email.
AO FINALIZAR A COMPRA E PAGAMENTO ESTOU CIENTE QUE A TEKSAT TEM OS PRAZOS ACIMA PARA ENVIO E CANCELAMENTOS

RÉPLICA

Essa resposta é ridícula! Olha quantas reclamações do mesmo teor estão publicadas no Reclame Aqui e o Gerson Clemente, proprietário da TekSat (cujo nome é Tekicel), ousa colocar uma resposta padrão publicada em diversas outras queixas!

1- EU JÁ SOLICITEI O ESTORNO VIA SITE DA TEKSAT, LOGO QUE O PRAZO DE 15 DIAS ESTOUROU, ELE MENTIU QUE ESTAVA COM DIFICULDADE DE POSTAGENS, P[EDIU MAIS 15 DIAS E NÃO ENTREGOU!

2- DEPOIS DE NÃO RECEBER PELA SEGUNDA VEZ, PEDI NOVAMENTE O ESTORNO CONFORME AS ORIENTAÇÕES DA EMPRESA, QUE RECUSA A RESPONDER OS MOTIVOS DA NÃO ENTREGA DO PEDIDO E DE NÃO REEMBOLSAR.

3- É CHANTAGEM DIZER QUE DEVOLVERÁ O DINHEIRO DEPOIS DE RETIRAR A QUEIXA, BEIRA A GOZAÇÃO, está chamando o cliente de trouxa e subestimando o Reclame Aqui!

Se não devolver meu dinheiro, estarei agrupando as outras pessoas que se queixaram e processando por estelionato e outras custas esta empresa. Trate de com urgência responder decentemente e providenciar a resolução do caso. Isso é golpe, crime, estelionato, picaretagem. Os dados da empresa estão aqui, ela está demonstrando ser uma arapuca!

O mais ridÍculo é um cara que não é confiável dizer para tirar as reclamações do site que aí devolve o dinheiro! Como confiar em um malandro!!!

Estou impressionado com a cara de pau!

RESPOSTA DA TEKSAT

A empresa nao efetua cancelamentos ou estornos com reclamacoes ativas no Reclame aqui.
para que seja cancelado e estornado o pedido o cliente deve desabilitar toda e qualquer reclamacao via reclame aqui.
enviar os dados bancarios por email vendas@teksat.com.br e aguardar o prazo de ate 7 dias uteis apos solicitado via email.

AO FINALIZAR A COMPRA E PAGAMENTO ESTOU CIENTE QUE A TEKSAT TEM OS PRAZOS ACIMA PARA ENVIO E CANCELAMENTOS
ACEITO O TERMO AO EFETUAR O PAGAMENTO DO MEU PEDIDO.

RÉPLICA

Nada disso, quando comprei não tinha nada desse termo. Gérson, você está mexendo com coisa complicada. Devolva o dinheiro da minha compra, você será processado caso não o faça. Além disso, esse TERMO que você inventou com respostas automáticas demonstra o quanto o site Teksat é uma arapuca. Você não tem coragem de responder como homem sério? Passe seu telefone que ligo para você agora!

Tem histórico no Reclame Aqui de pessoas que tiraram a reclamação e voltaram a publicar pois você não cumpre o acordo. Vamos lá, mostre que tem vergonha na cara e responda decentemente!

Estou aguardando sua manifestação. Você recebeu no mesmo instante do pedido; não entregou, não honrou nenhuma vez a palavra e ficou jogando a culpa no Correios! DEVOLVA MEU DINHEIRO!!!

RESPOSTA DA TEKSAT

Bom dia Rafael os termos sempre estiveram no site sr tenha o sr lido ou nao, estamos com atraso realmente em seu pedido porem o mesmo sera enviado esta semana caso nao efetue o processo para cancelamento nao estamos lhe obrigando a desabilitar nada o sr so tera de desabilitar se for efetuar o procedimento de cancelamento ok e o cancelamento so sera feito nas condicoes informadas.

RÉPLICA

Nada disso, você prometeu em outras oportunidades entregar e não o fez, já ouvi a resposta que “nesta semana  entregaria”. De acordo com o Código do Consumidor vigente neste país, eu tenho DIREITO da devolução desse dinheiro. Quando cancelei o pedido, lhe mandei o email e enviei também o formulário preenchido no seu site HÁ MUITAS SEMANAS.  Não adianta se fazer de desentendido ou passar por responsável e burocrático cidadão. Você está OBRIGANDO as pessoas a tirarem as reclamações daqui. PRIMEIRO, DEVOLVA O DINHEIRO! Todos os procedimentos de cancelamento foram feitos corretamente, o único que não cumpriu sua parte foi você. Esse lenga-lenga de tirar a queixa do Reclame Aqui é engodo!

Quero meu dinheiro de volta, aguardo sua manifestação!

Não existindo resposta….

Caro Gerson,
Já procurei uma delegacia e me informei. Os registros das nossas conversas somados a todas as reclamações do site reclame aqui são evidências suficientes para abrir um boletim de ocorrência contra você. Você está praticando crime de esterionato, previsto pelo artigo no. 171 do código civil.
Dessa forma, peço PELA ÚLTIMA VEZ, que você devolva o meu dinheiro. Te dou o prazo até essa sexta-feira (dia 29/09). Caso não o faça, o boletim de ocorrência será registrado e a delegacia de Jundiaí ativará a delegacia mais próxima de Piçarras para conduzir a investigação.
O que você está fazendo conosco é crime. Chega de ser enganado.
Valor a ser devolvido: R$ 367,60
Efetuar depósito: Banco do Brasil XXXX
Favorecido: XXXXX
Os demais dados você já possui.
No aguardo.

RESPOSTA DA TEKSAT

Boa tarde pode ficar a vontade Rafael, como falei a empresa so ira cancelar o envio e efetuar o estorno apos desabilitar a reclamacao aqui e apos o prazo de 7 dias uteis 
a pressa e sua em efetuar o procedimento, e momento algum estou lhe negando o estorno apenas temos as normas da empresa e ponto final ok
quero resolver o quanto antes depende de voce
Teksat

RÉPLICA

Como assim? Isso é chantagem, é estelionato, 171! Isso não existe! De acordo com o Código do Consumidor, você tem que devolver o meu dinheiro! Isso é golpe, você vendeu, não entregou, ficou com o dinheiro e inventa essa “norma da empresa”. Nenhuma norma está ACIMA DA LEI!!!

Irei agora mesmo à Delegacia. Você é um bandido!!! Trate de devolver meu dinheiro.

RESPOSTA DA TEKSAT

Nao tem chantagem alguma amigo vamo resolve logo isso ok e so desabilitar a reclamacao e pronto eu faco o estorno e pronto cabo o sr nao precisa mais falar comigo nem em com o sr 
Teksat

RÉPLICA

Não tem essa de eu tirar a reclamação antes de você devolver o dinheiro. É chantagem sua sim. Você não cumpriu nada do que prometeu desde a compra, se eu não reclamo você embolsa o dinheiro e não entra em contato, faz dois meses que está enrolando. VOCÊ não foi confiável até agora, por quê seria dessa vez? Tá achando que seremos trouxa outra vez?

DEVOLVA PRIMEIRO O MEU DINHEIRO. Você receberá a intimidação judicial em breve caso não seja HONESTO e devolva o dinheiro. É LEI, estou respaldado no Código do Consumidor.

RESPOSTA DA TEKSAT

Aguardo a intimação Rafael poderia ser bem mais rapido mas a escolha e sua.

RÉPLICA

Você é folgado. Chantagista, estelionatário. Vendeu, recebeu a vista, não entregou e ainda EXIGE algo que vai contra a lei! Eu não tenho que tirar as reclamações daqui para você enganar outras pessoas. Você não respondeu: se mentiu por dois meses, por que devo confiar agora em você? RESPONDA!!!

Pois é. Picaretagem explícita! O que dizer de um enrolador como esse Gerson?

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– E como procurar um novo emprego?

Compartilho esse ótimo artigo do Professor e Consultor José Renato Sátiro Santiago, a respeito da reinserção ao mercado de trabalho. Como fazê-la?

Abaixo:

AS FORMAS DE SE PROCURAR UM NOVO EMPREGO

Para qualquer momento de rejeição, a primeira coisa a se procurar é o conforto. Minto, talvez seja encontrar uma forma de anular, ou diminuir, a intensidade desse sentimento resultado imediato de contrariedades, negativas que costumam nos confrontar em nossa vida. Ao restringirmos esta análise ao mundo corporativo, é possível afirmar que a perda de emprego costuma ser um dos maiores elementos causadores desse ‘estar’. O descarte de nossas aptidões, seja por qual motivo for nos causa certos impactos materiais inequívocos, o maior deles, obviamente, o fim da fonte provedora dos recursos dos quais somos remunerados por conta das atividades que desenvolvemos.

Seja esperado, ou não, tão logo ouvimos a frase dita como derradeira “por conta da situação da empresa, teremos que dispensá-lo” ou algo parecido, muitos sequer conseguimos processar o passo seguinte a ser dado. Na verdade as empresas não costumam dar as devidas orientações aos seus, agora, “ex-colaboradores”, por um singelo e efetivo motivo: “pouco se importam com eles”. Esta verdade, nua e crua, costuma ser tratada com outros “dedos” pelas organizações, mas a sentença é certeira. Ainda assim, a ‘ficha’ do colaborador vai caindo e quanto antes isto acontecer, melhor.

O primeiro pensamento que passa é contatar os seus colegas de trabalho. Se eles estão na própria empresa, certamente não serão as fontes mais interessantes a serem procuradas. Contar com o acionamento do networking alheio não soa apenas como oportuno assistencialismo, mas uma infantilidade patética. Constrangedor. Eis que neste momento, costumamos lembrar que o currículo, o CV, está plenamente desatualizado, incluindo ainda atividades que sequer recordamos ter feito um dia. A forma como gerimos nossa vida profissional parece mostrar, muitas vezes, uma paissagem obscura, de pouca esperança e quase desoladora. Pensarmos em networking e em CV justamente quando precisamos procurar por uma nova oportunidade profissional mostra muito o que somos e o que fizemos por nossa carreira.

Daí surge a intenção de ligar e/ou mandar mensagens para amigos com os quais não nos relacionamos já faz um bom tempo. O texto costuma ser único, quase um padrão, mudando se apenas a saudação inicial, com a alteração do nome da pessoa, nem sempre com o devido cuidado de corrigir o seu gênero. “Busco por novos desafios” parecer ser uma frase bem legal, apenas isso explica sua presença em quase 100% daqueles que têm a intenção conquistar um novo cargo. Viver por conta de desafios, parece algo tão pontual em nosso mundo corporativo, ainda mais se verificarmos que em boa parte das empresas as atribuições dos colaboradores costumam remete-los a fazer muitos controles, analisar outros tantos indicadores e seguir processos bem azeitados e estruturados ainda nos “tempos do onça”.

Somos muito poucos aqueles que realmente buscam e vivem por desafios, e estes não costumamos procurar emprego de forma convencial através de e-mails recheados por frases de efeito. Mas há sempre o pior. Quantos não costumam ser dramáticos sobre suas situações financeiras, indicando que estão desempregados já faz não sei quantos meses ou anos, como se isso fosse sensibilizar alguém para que esta informação seja utilizada como critério para definir o colaborador que irá ocupar uma eventual nova vaga. A mistura do pessoal com o profissional parece nos ofender apenas quando feita pelos homens públicos de moral suspeita.

Outro caminho que costuma ser utilizado é mandar mensagens para profissionais, que sequer conhecemos, mas que costumam festejar seus milhares de seguidores, quase como se fossem seitas religiosas, muito por conta da exibição de vagas profissionais efêmeras, como se as mesmas estivessem sob sua responsabilidade única, isto quando elas realmente existem. Muitas vezes os pedidos se resumem para que informemos nossos e-mails, uma armadilha vil que tem como intenção única a criação de mailing lists, que acredite, move um mercado bem lucrativo. Fugir destes vendedores de sonhos, na verdade, 171s de marca maior, não é apenas um conselho.

Pois então, qual seria a forma mais efetiva para se procurar emprego? Para os que aqui chegaram com esta expectativa, lamento citar o obvio: não há receita pronta. Mas certamente meios, caminhos e iniciativas que fortalecem nossa trajetória para tal. Talvez a maior delas esteja relacionada com a empatia, o saber se colocar no lugar do outro. Como você gostaria que as pessoas se comportassem contigo, quer seja enquanto desempregado, quer como empregado. A reciprocidade não é uma questão de justiça, mas de verdade. Estamos diariamente fazendo por onde para que tenhamos maior ou menos facilidade na obtenção de nossa próxima oportunidade profissional, que possamos notar isso em nossa volta e ações que tomamos.

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– A Gafe da Propaganda do Papel Higiênico Preto

Que bola fora!

A fabricante do Papel Higiênico Personal foi ousada e lançou um produto preto, ao invés de branco. Contratou a atriz Marina Ruy Barbosa e soltou no ar a campanha.

Em que pese o inusitado de que os papéis higiênicos serem brancos justamente para se verificar a limpeza total ou não após o seu uso (e em alguns países, como no Japão, através das fezes no papel identificar ou não possíveis infecções e ser uma questão de saúde), a marca usou a hastag #BlackIsBeautiful na divulgação.

Só que…

“Black is Beautiful” é uma frase internacionalmente usada por movimentos negros em busca da dignidade, criada na década de 60 e ligada hoje a ativistas contra o racismo!

Depois de muitos compartilhamentos com críticas negativas, a Santher, fabricante do Personal Vip Black, retirou o slogan e emitiu uma nota dizendo:

“A mensagem criativa da campanha para o produto Personal Vip Black foi selecionada com o objetivo de destacar um produto que segue tendência de design já existente no exterior e trazida pela Santher para o Brasil. Nenhum outro significado, que não seja esse, foi pretendido.

Refutamos toda e qualquer insinuação ou acusação de preconceito neste caso e lamentamos outro entendimento que não seja o explicitado na peça.

Desta forma, Santher e Neogama vem a público informar que tal assinatura foi retirada de toda comunicação da campanha e apresentar suas desculpas por eventual associação da frase adotada ao movimento negro, tão respeitado e admirado por nós.”

Taí! Se a cor do papel higiênico já traz discussões sanitárias, o uso de uma frase tão emblemática usada inapropriadamente (e que poderia ser evitada com uma simples busca na Internet) trouxe uma antipatia ainda maior.

Quem desenvolveu a peça publicitária deve estar se remoendo de raiva por tal bobeada, não?

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– Magazine Luiza versus Amazon?

A gigante americana Amazon começará a vender eletro-eletrônicos com mais força no Brasil. E sabe quem está se preparando para a “guerra no mercado” com ela? O Magazine Luiza!

Leia que interessante a entrevista, abaixo, do presidente da empresa (e um dos herdeiros) Frederico Trajano.

Extraído de: Isto é Dinheiro, em Linkedin Pulse (https://www.linkedin.com/pulse/como-o-magazine-luiza-pretende-enfrentar-amazon-ralphe-manzoni-jr-/?trk=eml-email_feed_ecosystem_digest_01-recommended_articles-4-Unknown&midToken=AQEuiQ98yJUGTQ&fromEmail=fromEmail&ut=30dinB6xr4ETY1)

COMO O MAGAZINE LUIZA PRETENDE ENFRENTAR A AMAZON?

Por Ralphe Manzoni Jr

A expansão da operação brasileira da Amazon, que reforçou sua área de eletrônicos no Brasil, provocou reações por todas as partes.

O presidente da Magazine Luiza, Frederico Trajano, falou sobre a Amazon. Sem citar o nome da rival, ele disse que o ponto forte da operação varejista que dirige são os pontos físicos.

“O que para muito gente é um passivo, para nós é um ativo”, disse Fred, como ele é chamado, referindo-se as lojas do Magazine Luiza.

A declaração foi feita durante o BlastU, festival de tecnologia e empreendedorismo, que aconteceu em São Paulo, na terça-feira 16. Fred participou de um debate nesta manhã.

Durante sua apresentação, Fred mostrou a estratégia digital do Magazine Luiza, reforçando que sua vantagem é a integração de loja online com loja física. “Pode parecer um contrassenso, mas meu modelo foi desenhado dessa forma.”

Referindo-se ao Prime, modelo de assinatura anual no qual o consumidor da Amazon ganha uma série de benefícios, inclusive frete grátis, Fred afirmou que hoje é possível receber um produto comprado no site, sem pagar frete, retirando-o numa loja física em até 48 horas.

Um dos trunfos do Magazine Luiza para enfrentar a Amazon é o seu marketplace, em que terceiros podem vender seus produtos pelo site da empresa.

No ano passado, o comércio eletrônico do Magazine Luiza vendia apenas 40 mil produtos. Com introdução de terceiros, esse número saltou para mais de 1 milhão. Atualmente, 500 parceiros participam do marketplace.

Durante a sua apresentação, um slide que passou sem ser notado pela maioria da audiência mostrava como deveria avançar o marketplace do Magazine.

A partir de 2018, segundo esse slide, o Magazine deve permitir a integração de seus parceiros de vendas com as lojas físicas. A rede varejista deverá vender anúncios, contará com um meio de pagamento próprio e poderá gerenciar o inventário de seus parceiros.

Questionado para detalhar essas informações, Fred não quis fazer comentários, alegando que estava em período de silêncio.

Atualmente, o comércio eletrônico já representa 30% da receita do Magazine Luiza, algo em torno de R$ 4 bilhões. Em suas contas, a Amazon deve faturar cerca de R$ 200 milhões neste ano no Brasil.

Fred também mostrou números robustos sobre a audiência do Magazine Luiza. Segundo ele, o aplicativo é acessado por sete milhões de pessoas mensalmente. O site, por sua vez, tem uma audiência mensal de 30 milhões. Aproximadamente 2 milhões de pessoas realizam uma compra no e-commerce da empresa todo mês.

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– O Design Sprint do Google

As startups já conhecem esse processo, mas vale compartilhar: o método Sprint, do Google!

Abaixo, extraído de Veja, ed 31/05/17.

FÁBRICA DE SUCESSOS

Criado por funcionários da divisão de novos negócios do Google, o método Sprint consiste numa “linhagem de montagem” para empreender – tanto dentro de uma empresa como na vida pessoal. 

Por Jennifer Ann Thomas

“EU NÃO FALHEI. Apenas encontrei 10 000 maneiras que não vão funcionar e, assim descobri qual dará certo.” A frase, que se tornaria célebre, foi proferida pelo americano Thomas Edison (1847-1931) depois de testar milhares de protótipos para conseguir desenvolver a primeira lâmpada elétrica da história, em 1879. O mesmo espírito animou, em pleno século XXI, um novo método de invenção e empreendedorismo, elaborado no Vale do Silício, polo tecnológico onde surgiram empresas como Apple, Google e Facebook. Batizada de sprint, a técnica permite testar projetos – de startups, de grandes companhias ou mesmo relacionados a carreiras individuais – em apenas cinco dias, partindo de uma ideia e chegando a um teste prático.

Tudo isso sem demandar gastos de milhões de dólares para viabilizar um plano que, no fim do processo, poderia fracassar. O roteiro do Sprint serve de pontapé inicial para todo mundo: marcas que precisam resolver problemas pontuais, empresas estabelecidas que querem lançar novas empreitadas, pessoas infelizes no trabalho que planejam montar o próprio negócio ou mesmo aqueles que pretendem trocar de profissão.

Nessa última categoria, atualmente, os exemplos se multiplicam. Segundo uma pesquisa da rede social Linkedln, a nova geração tende a mudar de emprego ao menos quatro vezes até os 32 anos de idade. Adotar o Sprint para tomar decisões pode ajudar na redescoberta profissional.

Não por acaso, a nova metodologia surgiu dentro de uma companhia reconhecida pelo seus viéis inovador, o Google. Mais especificamente, em seu braço de novos negócios, o Ventures. O sprint começou a ser desenvolvido em 2003 pelo engenheiro americano Jake Knapp. Até 2012, foi testado, na prática, no lançamento de recursos de produtos-chave da empresa – como o navegador Chrome, o serviço de e-mail Gmail e o sistema de publicidade Adwords. A partir do sucesso de aplicação nos inventos da marca, o método se difundiu pelo Vale do Silício e por outros polos de tecnologia. Já foi adotado, por exemplo, por uma concorrente direta do Google, a Mozilla, dona do navegador Firefox. Em 2016, Knapp, ao lado de outros dois colegas do Google – os designers John Zeratsky e Braden Kowitz -, publicou um livro sobre o assunto, que chegou ás listas dos mais vendidos dos Estados Unidos. No mês passado, Sprint: o método Usado no Google para testar e Aplicar novas ideias em apenas cinco dias foi publicado no Brasil pela editora Intrínseca. O sucesso nas livrarias e lojas de e-books se deve sobretudo ao fato da obra servir de guia também a quem jamais pensou em empreender e, no entanto, por motivos diversos, encontra-se de repente em una encruzilhada profissional. No livro, Knapp conta como formulou a ideia do Sprint.

Naquele ano de 2003, ele viu nascer seu primeiro filho. O engenheiro notou então que a novidade familiar fizera com que se tornasse menos produtivo no trabalho.Para retornar seu ritmo, decidiu elaborar um roteiro simples, com o qual pudesse acelerar seus afazeres profissionais. Como empreender, por meio de Ventures, de um modo mais rápido? Assim surgiu a fórmula que permite avaliar, em uma semana útil. Ideias de negócios. Contudo, foram necessários quase dez anos para Knapp aperfeiçoar o procedimento. De início, por exemplo, ele acreditava que um Sprint poderia ser feito com um time de quarenta pessoas. Entretanto, as primeiras tentativas só renderam confusões. Após uma série de testes, chegou-se á conclusão de que a coisa só funcionava quando desenvolvida por equipes pequenas – de, no máximo, sete membros.

Nesse limite, o ideal seria contar com a seguinte composição de perfis: um indivíduo chamado de “o definidor”, que tomaria as decisões finais; e seis especialistas, das áreas de finanças, marketing, contato com o consumidor, tecnologia, logística e design. Isso, claro, considerando-se que o Sprint seria realizado dentro de uma empresa de grande porte, como o Google.O sistema revelou-se prático e  eficaz Disse Knapp: “O nosso método resolve um ponto básico, porém muito difícil de realizar no dia a dia, que é o teste de protótipos. Estudantes e startups, assim como grandes empresas, podem se beneficiar dele. Numa comparação, O Sprint seria como ter a chance única de bater alguns pênaltis contra o time adversário, no primeiro tempo de uma partida de futebol, e só depois apostar em quem ganharia o jogo”.

De acordo com índice Kauffman de Empreendedorismo, que analisa o ecossistema de novos negócios nos Estados Unidos, 310 em cada 100 000 adultos americanos abrem negócios, todos meses, desde 2016. Para financiar as empreitadas, cadas uma dessas startups consegue captar, em média, 1,3 milhão de dólares em investimentos. Além disso, elas gastam em torno de 500 000 dólares mensais para manter suas operações. No entanto, a maioria, nove em cada dez, falha nos primeiros vinte meses. A perda de dinheiro relacionada ao fracasso poderia, em teoria, ser evitada caso se aplicasse o Sprint no início desses projetos; assim, talvez se descobrisse que a empreitada já nasceria fadada a falir.

Em um país em crise, como o Brasil, essa certeza pode ser ainda mais determinante para aqueles que perdem o emprego e optam por se dedicar ao próprio negócio – situação de 44% dos que abriram empresas nacionais entre 2015 e 2016. O Sprint ainda desconstrói a representação romântica que se tem dos empreendedores do ramo da tecnologia. Antes, imaginava-se um jovem nerd numa garagem, sonhando com suas invenções – o script vivido por Steve Jobs (1955-2011), que nos anos 70, criou a Apple, ao lado de Steve Wozniak, literalmente na garagem de casa, e montou ali seus primeiros computadores sem plano de negócios na cabeça.

No século XXI, esqueça essa cena, de um garoto correndo grandes riscos em prol de um projeto visionário. Hoje, o vale do Silício funciona como propõe o Sprint: uma linha padronizada de montagem de ideias; algo mais parecido com o antigo fordismo do que com a imagem de uma mente genial querendo mudar o mundo a partir de uma sacada espetacular.

Informações via Revista Veja.

– Viva os Empreendedores!

Hoje é dia do Empreendedor!

A nós, Administradores de Empresas, uma data especial, pois ela se torna a lembrança de que empreender é arriscar, mudar, alterar, investir, produzir valor! Nem sempre resultando em sucesso, pois a experiência do fracasso é da essência do Empreendedorismo.

Àqueles que desejarem, compartilho ótimo case sobre Empreendedores que Inspiram”!

Em: http://is.gd/EMPREENDEDORES

– Imitação Criativa!

Inovar e Copiar andam conjuntamente. Quer exemplos? Abaixo, extraído de Época Negócios, pg 50, por Álvaro Oppermann e Karla Spotorno:

Na corrida entre INOVADORES e COPIADORES, a vantagem é quase sempre de segundos. De acordo com um estudo recente, 97,8% do valor criado pelas inovações fica com os imitadores. É o que Peter Durcker chamava de ‘imitação criativa’.”

Inventor do bife de hambúrguer, o dinamarquês Louis Lassen não enriqueceu com sua descoberta, feita em 1900. Hoje em dia, a simpática lanchonete Louis’Lunch, fundada por ele em 1895 em New Haven, no estado de Connecticut, nos EUA, é tocada pelo seu tataraneto, Jeff, como um pequeno negócio familiar. Quem ficou rico foi Edgar Waldo Ingram, fundador da rede White Castle, em 1921 [que copiou a idéia e montou lanchonetes limpíssimas].” 

E o que o Mc Donald’s faz hoje?

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– Johnson & Johnson e os processos contra o “talco cancerígeno”.

Vez ou outras as empresas acabam entrando em polêmicas muitas vezes evitáveis.

Recentemente, uma mulher ganhou uma indenização de 417 milhões de dólares por ter usado diariamente um talco da J&J, e este supostamente ter lhe causado câncer de ovário.

O problema é: muita gente com a doença começou a processar a fabricante, mesmo sem comprovação de relação do talco com produtos cancerígenos.

Abaixo, compartilho,

extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Empresa/noticia/2017/08/johnson-johnson-e-condenada-pagar-r-1-bilhao-cliente.html

JOHNSON & JOHNSON É CONDENADA A PAGAR R$ 1 BILHÃO A CLIENTE

Norte-americana acusou empresa por ter desenvolvido câncer

Um tribunal de Los Angeles, nos Estados Unidos, condenou a gigante Johnson & Johnson a pagar US$ 417 milhões (cerca de R$ 1,3 bilhão) a uma norte-americana de 62 anos que acusava a empresa de causar seu câncer no ovário por conta do uso de um talco.

Eva Echeverria abriu o processo por não ter sido informada do risco de desenvolver a doença pelo uso do produto para higiene íntima. A empresa, por sua vez, alega que não há estudos que apontem que o talco seja um produto cancerígeno e anunciou que vai recorrer da decisão.

Essa é a terceira vez que a marca é condenada a pagar uma indenização do tipo. No ano passado, um tribunal de Saint Louis, também nos Estados Unidos, condenou a J&J a pagar US$ 70 milhões (cerca de R$ 220 milhões) para uma cliente que fez a mesma alegação.

Em maio deste ano, em Missouri, outro júri condenou a Johnson & Johnson a indenizar uma cliente em US$ 110 milhões (R$ 345,4 milhões) pelo mesmo motivo. Estima-se que a empresa esteja respondendo entre quatro e cinco mil ações por conta da doença.

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– O Novo Aumento dos Combustíveis (já é outro, não o mesmo de ontem)!

Na 5a feira, falamos sobre a Petrobrás ter aumentado os preços dos combustíveis por conta do furacão Harvey (vide em: http://wp.me/p4RTuC-k9n).

Agora, outro aumento: esse simplesmente para acompanhar a necessidade de maior lucratividade da empresa.

E como fica o consumidor? O motorista é quem vai pagar a corrupção da empresa…

O mais triste de tudo é que sabemos que do nosso bolso é que saiu o dinheiro do Petrolão e que é desse mesmo bolso que o Governo quer cobrir o rombo da estatal.

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– Cuidado com os golpes de Sindicatos e Associações.

Quase cai numa “pegadinha”, e acho importante compartilhar.

Frequentemente, recebo boletos diversos de “Associação Comercial do Brasil”, “Sindicato do Comércio ‘BlaBlaBlá’ do Mercado” e outras instituições que só existem para arrancar dinheiro. Entidades que tem apenas conta bancária e não prestam serviço algum (algumas, nem existem de verdade). Mandam cobranças como se fossem de pagamento obrigatório e você fica desconfiado. Se pagar, perdeu.

Pois bem, recebi nesta semana duas cobranças: uma de R$ 475,00 e outra de R$ 1.900,00! E o que me deixou assustado: de uma entidade conhecida, estabelecida há anos. Conversando com o meu contador e com o próprio “credor” (embora não devo nada), soube que eles buscaram na Receita Federal todos os estabelecimentos que constam VAREJO no nome, e fizeram uma mala direta com as cobranças!

Simples e fácil, não? Eu as vi pelo DDA, mas não recebi carta, telefonema ou explicação de ninguém. Mesmo quem pertence (por obrigação da lei) em algum outro sindicato, recebe tal cobrança. Se o coitado pagar, dançou!!!

Cuidado! Converse sempre com seu contador e não caia nesse engodo de cobranças de Sindicatos e Associações. Antes, as “fantasmas” queriam te roubar. Agora, as “quentes e existentes” querem te esfolar também, indevidamente.

Aliás, que máquina de ganhar dinheiro são essas entidades, não?

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– Os 7 únicos listados mais ricos do mundo da Forbes

Na semana passada, por algumas horas, Jeff Pezos (O dono da Amazon) tornou-se o homem mais rico do mundo (por algumas horas, acumulando US$ 90 bilhões), superando Bill Gates (Microsoft), que estava há 18 anos consecutivos como número 1 da relação.

Mas você sabia que a lista da Revista Forbes, que há 30 anos faz o ranking, só teve 7 nomes diferentes no topo?

Além de Pezos (por horas) e Gates (por anos), figuraram na lista: Amancio Ortega, dono da rede de lojas Zara, Warren Buffett (investidor financeiro e dono da holding Berkshire Hathaway), Carlos Slim (dono da America Movil, que controla a Claro), Yoshiaki Tsutsumi (Seibu Group, imobiliário) e Taikicho Mori (Tokio, construtora).

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– Ambientes de Trabalho Descontraídos

Vejam só: escritório com mesa de sinuca, guitarra e cerveja!

Regalias?

Não, liberdade para pensar e agir! Um modismo positivo.

Veja, extraído de: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/180/noticias/o-preco-da-descontracao

O PREÇO DA DESCONTRAÇÃO

Oferecer benefícios descolados virou moda nas empresas brasileiras, mas isso atrai um tipo específico de profissional. Resta saber se esse é o seu perfil

Mesa de sinuca, guitarra, baixo, bateria, teclado e uma geladeira recheada de cerveja. Poderia ser um bar, mas é um escritório. Poderia estar no Vale do Silício, nos Estados Unidos, mas fica em Salvador, na Bahia.

Na sede do JusBrasil, site de informação na área de direito do trabalho, ninguém anda de terno. Além do kit roqueiro, a empresa oferece jogos eletrônicos e happy hour às sextas-feiras.

“Desde o começo, queríamos que fosse uma empresa com pouca hierarquia, onde os estagiários tivessem acesso aos chefes sem problemas”, diz Rodrigo Barreto, de 30 anos, sócio e diretor financeiro e operacional. “A autonomia é tudo para nós”, afirma Rafael Costa, de 30 anos, CEO da companhia.

A oferta de ambientes descontraídos tornou-se tendência nas empresas de tecnologia no Brasil e costuma despertar o interesse de jovens profissionais. Só em 2012, o arquiteto Edo Rocha, dono de um dos principais escritórios de arquitetura corporativa do Brasil, desenvolveu 26 projetos de escritórios descolados.

Empresas que colocam esse tipo de benefício à disposição do funcionário visam passar a mensagem de que se preocupam com o bem-estar de todos. Mas, conforme esses ambientes se popularizam, cresce a percepção de que nem todo profissional sente-se confortável neles.

A coach Taynã Malaspina, mestre em psicologia social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, investigou em sua dissertação de mestrado quatro grupos distintos de profissionais, sendo um deles de jovens que trabalham em agências de comunicação e empresas de tecnologia. Para esses trabalhadores, o principal valor é a liberdade para pensar e agir.

“Companhias de tecnologia vendem uma possibilidade de autonomia, como personalizar seu horário e tocar seu projeto com independência”, diz Taynã. Mas, se à primeira vista a decoração cria uma atmosfera de liberdade, num segundo momento a sensação provocada é de frustração.

Segundo Taynã, os profissionais se ressentem de não aproveitar os benefícios divertidos. Como resultado, muitos acabam se desapontando e deixando o emprego após um tempo. “A proposta se torna incoerente, e eles preferem sair”, afirma Taynã. “Eles querem trabalhar num lugar onde haja identificação de valores.”

Para uma ex-gerente do Buscapé, site de comparação de preços, produtos e serviços, se não for feito um trabalho com os gestores para que eles estimulem o clima de liberdade, não adianta oferecer opções de descontração.

A sede do Buscapé, em São Paulo, tem pebolim, pingue-pongue, cesta de basquete, redes para descanso e até um boneco de boxe para socar nas horas de estresse. A executiva diz que não regulava sua equipe, mas se lembra de ouvir outros gerentes criticando quando um funcionário deles descansava na rede. “Muitos achavam improdutivo usar a área de descompressão”, afirma a gestora.

Uma das consequências mais comuns dessa política de manter muitos atrativos na empresa é que as pessoas ultrapassam o horário regular do expediente. De acordo com Christian Barbosa, especialista em gestão de tempo e produtividade e fundador da Triad PS, de São Paulo, se por um lado os benefícios trazem felicidade ao escritório, por outro são uma maneira velada de a empresa manter os funcionários por perto.

“O intuito é que isso se traduza em produtividade, o que nem sempre acontece”, diz Christian. “Queremos tirar qualquer impressão do trabalho como um lugar ruim ou hostil. Os profissionais se sentem bem e nem querem sair daqui”, diz Rafael Costa, do JusBrasil.

Ambiente informal, jogos e alimentação saudável amenizam o peso das tarefas e a pressão por resultados e fazem o profissional passar mais tempo no escritório, restringindo as relações pessoais aos colegas da empresa. Quem opta por essa rotina acaba se esquecendo de que a vida não é só trabalho.

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– Operação Carne Fraca: um país enganado pelos poderosos frigoríficos!

Uma história horripilante: o grupo JBS (dono da Friboi, Seara e Swift) e a BRFoods (Sadia, Perdigão, Qually, entre tantas marcas) foram acusados pela Polícia Federal através da Operação “Carne Fraca” de pagar propinas para evitar fiscalização na produção de carne e embutidos.

Constatou-se carne vencida modificada com produtos químicos cancerígenos, papelão reprocessado com produtos para dar volume ao alimento, restos de comida em embutidos.

E tudo isso descobriu-se que na merenda do estado do Paraná, a salsicha de Peru era feita de soja…

Antes, a preocupação era de adubos e fertilizantes perigosos nos hortifrútis. Depois, o hormônio nos frangos. E agora a questão da carne?

O que comer?

Resposta simples: o que se planta e cria em casa. Ou peixe (por enquanto, acho que ainda dá).

Abaixo, as marcas que são propriedades das duas empresas. A seguir, o texto explicativo das ações da polícia:

Extraído de: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2017/03/18/carne-vencida-e-mascarada-com-produtos-cancerigenos-o-que-se-sabe-sobre-o-escandalo-que-atinge-as-maiores-empresas-de-carne-do-brasil.htm

O QUE SE SABE SOBRE O ESCÂNDALO QUE ATINGE AS MAIORES EMPRESAS DE CARNE DO BRASIL

Mudar a data de vencimento de carnes estragadas, maquiar seu aspecto ou usar químicos para mascarar seu mau cheiro – até mesmo em produtos usados na merenda escolar.

Estas são algumas das táticas ilegais que, segundo as autoridades do Brasil, cerca de 30 empresas de carne do país usavam para vender alimentos em mau estado de conservação, incluindo fornecedoras de grandes frigoríficos.

Operação Carne Fraca, realizada nesta sexta-feira (17), revelou que as empresas JBS e BRF – que são as maiores do Brasil e estão entre as maiores exportadoras mundiais – também adulteravam a carne que vendiam no mercado interno e externo.

A operação foi a maior já realizada na história da Polícia Federal, segundo as autoridades. A investigação, que mobilizou 1.100 policiais em sete Estados, revelou uma extensa rede de subornos e propinas nos quais estariam implicados dezenas de inspetores do governo encarregados de garantir que os produtos cumpriam com as normas sanitárias.

As empresas negam que práticas de alteração tenham sido realizadas em seus produtos e dizem que estão colaborando com as investigações.

MERENDA ESCOLAR

A descoberta de que, no Paraná, alunos da rede pública estadual consumiram salsicha de peru sem carne – preenchida com proteína de soja, fécula de mandioca e carne de frango – deu início à investigação de dois anos.

“Inúmeras crianças de escolas públicas estaduais do Paraná estão se alimentando de merendas compostas por produtos vencidos, estragados e muitas vezes até cancerígenos para atender o interesse econômico desta poderosa organização criminosa”, disse o delegado da Polícia Federal Mauricio Moscardi Grillo.

As práticas fraudulentas incluíam alterar os rótulos e as datas de vencimento dos produtos, injetar água na carne para aumentar seu peso e tratar as carnes com ácido ascórbico (vitamina C). A PF encontrou produtos com estas alterações em supermercados.

A liberação da carne vencida e adulterada era feita por fiscais do Ministério da Agricultura, que recebiam propina dos frigoríficos para afrouxar a fiscalização.

Segundo a PF, há provas de que as empresas falsificaram documentos para exportar a carne para a Europa, a China e o Oriente Médio.

A Justiça Federal do Paraná determinou o bloqueio de R$ 1 bilhão das investigadas.

O Brasil é o maior exportador mundial de carne bovina e de frango, e o quarto em carne suína. As exportações em 2016 representaram 7,2% do comércio global do setor, segundo a agência EFE.

LIGAÇÕES COM A POLÍTICA

Na sexta-feira, a Polícia Federal cumpriu 38 mandados de prisão, 34 deles para funcionários públicos, principalmente agentes sanitários. Também foram detidos quatro executivos de empresas, incluindo o gerente de Relações Institucionais e Governamentais da BRF Brasil, Roney Nogueira dos Santos, o diretor da BRF André Luiz Baldissera e o funcionário da Seara, empresa da JBS, Flávio Evers Cassou.

Ao todo, foram 309 mandados judiciais, incluindo condução coercitiva e busca e apreensão.

Mauricio Moscardi afirmou também que “a investigação deixa bem claro que uma parte dos valores (das propinas) era revertida para partidos políticos”. O dinheiro, segundo ele, beneficou membros do PMDB e do PP, cujos nomes não foram citados.

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, emitiu um comunicado no qual informou ter ordenado a suspensão de 33 funcionários do governo acusados de estar envolvidos no escândalo.

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– O dono da Samsung está preso por corrupção!

A lei serve para todos. A lá “Lava Jato”, o todo poderoso Lee Jae-young, dono da Samsung foi preso por corrupção junto ao Governo. A presidente Park Geun-hye sofreu impeachment.

Extraído de: http://istoe.com.br/lava-jato-coreana/

LAVA JATO COREANA

Cenas de uma crise que se descortinou nas últimas semanas na Coreia do Sul se parecem muito com o roteiro do escândalo que chocou o outro lado do mundo: a Lava Jato no Brasil. Na sexta-feira 17, o dono da empresa de eletrônicos Samsung, Lee Jae-yong, foi preso pela polícia sob a acusação de ter participado do esquema de corrupção que levou ao impeachment da presidente Park Geun-hye. Assim como Dilma Rousseff, ela foi alçada ao poder graças ao patrocínio de um influente padrinho. As duas líderes foram afastadas depois de gigantescos protestos de rua, enquanto o caso levava para a cadeia grandes empresários dos dois países. Em lados opostos do globo, as elites políticas e financeiras envolvidas lutam com todas as suas forças para não perderem seus poderes. Diferentes são os panos de fundo das mandatárias: Dilma foi vítima do regime militar e indicada do ex-presidente Lula; Park é filha de um ex-ditador militar, e foi escolhida graças à memória de seu pai. “As investigações possuem diferenças, mas ambas incidem sob regimes democraticamente eleitos, nos quais triunfaram, pela primeira vez, mulheres”, diz Helio Michelini, professor de Relações Internacionais da Fundação Armando Alvares Penteado (Faap). “Também há o envolvimento de grandes corporações privadas.”

SAMSUNG E PROPINA
Lee é herdeiro do império Samsung, a maior empresa de celulares do mundo (leia quadro). Após quase ir para a cadeia no começo do ano, escapou por pouco graças a um recurso judicial. Ele foi finalmente preso após o Ministério Público local afirmar que pagou à presidente US$ 36 milhões (cerca de R$ 110 milhões) em troca de favores para facilitar a transição na companhia. É o líder de fato desde 2014, quando um ataque cardíaco incapacitou o patriarca do grupo. O processo que culminou na detenção vem na esteira de um rocambolesco escândalo de corrupção que afastou a presidente Park em dezembro do ano passado. O processo segue um trâmite diferente do Brasil. Ela foi impedida pelo Congresso, porém não será julgada pelos parlamentares, mas sim pela corte constitucional da Coreia. “As denúncias são muito robustas”, afirma Rodrigo da Silva, professor de ciências econômicas da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila). “É mais provável que ela seja condenada definitivamente.”

Se há quem ache o caso brasileiro pitoresco, o coreano parece ainda mais inusitado. Lá, as revelações vieram à luz devido a um cachorro. De acordo com o estilista responsável pelas revelações, Choi Soon-sil, uma confidente da mandatária, pediu que ele cuidasse de um cãozinho de estimação. A relação dos dois azedou depois que o estilista deixou o animal sozinho em casa para jogar golfe e foi descoberto. Depois de uma série de desentendimentos, ele formulou um dossiê mostrando as conexões escusas entre a presidente e Choi, filha de um líder messiânico extremamente controverso. Não existem provas concretas sobre intimidade das duas, mas os jornais afirmam que Choi herdou a atividade do pai e passou a fazer o papel de conselheira espiritual da mandatária, realizando com ela rituais xamânicos – uma prática mal vista no país. Aos poucos, a confidente foi conquistando a confiança de Park e passou a servir como ponte de pagamento de propina entre a presidente e empresários, incluindo o dono da Samsung.

Presidente coreana deve ser afastada por conta de escândalo de corrupção, mas herdeiro da Samsung pode se safar devido ao tamanho da empresa

É por esse crime que todos eles responderão na justiça. Ao contrário de Park, no entanto, Lee deve acabar se safando. A Samsung responde por cerca de 20% do Produto Interno Bruto (PIB) coreano, e o empresário pode seguir o mesmo caminho de muitos outros colegas pegos com a mão na massa antes dele, inclusive seu próprio pai: a diminuição da pena ou o perdão do delito. “Ele pode passar um tempo na cadeia, mas vai ser liberado porque vale mais fora do que dentro dela”, afirma Gilmar Masiero, professor de administração da Universidade de São Paulo (USP). “Não existe nenhum risco que a Samsung acabe por conta disso.”

UM COLOSSO ORIENTAL
Conheça a história e o tamanho da Samsung

1938 foi o ano de fundação da empresa, que comercializava alimentos. Ramo de eletrônicos é de 1969

325 mil são empregos pela Samsung eletrônicos em mais de 80 países. É a maior companhia de celulares
do mundo

1º lugar em várias linhas de produtos. Entre eles estão TVs, cartões de memória e refrigeradores

US$ 230 bi é o lucro anual da marca. Ramo de eletrônicos ficou em 13º lugar no ranking das maiores empresas do mundo

¼ do Produto Interno Bruto (PIB) da Coreia do Sul vem da Samsung. A companhia é dona até de hospitais no país

21% dos celulares vendidos em 2016 pertencem à marca. Em segundo lugar vem a Apple, com 14% das vendas

306 milhões de aparelhos foram comercializados pela Samsung no ano passado, quase 100 milhões a mais do que o segundo lugar

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– E Eike Batista pode ir para a cadeia…

O império ruiu mesmo. Aquele que um dia deu uma coleira de ouro para a namorada e uma McLaren para o filho andar a 300 km/h, que supersticiosamente criou um conglomerado de empresas com o término da letra X, e que ostentava o fato de ser bilionário e desejar ser o cara mais rico do mundo, foi indiciado pela Operação Eficiência da Polícia Federal e pode ser preso a qualquer momento.

Contra ele, muita corrupção envolvendo o ex-governador Sérgio Cabral e diversos golpes no Estado do Rio de Janeiro.

Onde estão os caras que eram tão amigos dele na fase boa e agora sumiram?

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– Odebrecht e os golpes mundo afora!

Rapaz, cada vez estouram mais denúncias contra a Construtora Odebrecht – todas relativas à corrupção

Primeiro, eram as que envolviam os esquemas descobertos no Brasil pela Operação Lava Jato da Polícia Federal. Depois, surgiram casos nos países vizinhos na América do Sul. Passaram para outros países da América Latina e chegaram até aos EUA.

O FBI revelou que os “códigos da propina” nas máquinas apreendidas da empresa são extremamente difíceis de se decifrar. Eles próprios estão espantados com tamanha complexidade!

Taí uma multinacional que está envergonhando nosso país e que, há 2 anos, curiosamente era um dos maiores exemplos e orgulho da nação.

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– As novas embalagens da Coca-Cola e o novo sabor da Zero

A partir de fevereiro, novidades na praça: a Coca-Cola virá com nova roupagem e o sabor da Coke Zero mudará (bem como o nome).

Abaixo, em: http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2016/12/27/coca-cola-muda-sabor-da-versao-zero-para-ficar-mais-proximo-da-original.htm?cmpid=tw-uolnot

COCA MUDA O SABOR DA ZERO PARA FICAR MAIS PRÓXIMA DA ORIGINAL

A Coca-Cola anunciou que mudou a fórmula de sua versão Zero, que não tem açúcar, para que o sabor “fique mais próximo ao de Coca-Cola original”.

Henrique Braun, presidente da Coca-Cola Brasil, diz que a mudança foi feita sem adicionar ou alterar qualquer ingrediente. O nome oficial também passa a ser Zero Açúcar, em vez de apenas Zero.

Além da mudança no sabor, as três versões de Coca-Cola serão vendidas em novas embalagens, que devem chegar a todo o país até fevereiro. As novas embalagens têm um disco vermelho ao centro, acompanhado da cor de cada versão (vermelho para a original, preto para Zero Açúcar e verde para Stevia).

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– O Bullying no Trabalho: BRFoods tem que indenizar funcionária chamada de “Baleia”.

Totalmente evitável, e ao mesmo tempo, condenável.

Empresa é condenada a pagar R$ 5.000,00 a funcionária bolinada como “gorda”!

Extraído da Seção Economia do UOL, em: http://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2016/10/27/brf-deve-pagar-r-5000-a-funcionaria-que-teria-sido-chamada-de-free-willy.htm?cmpid=tw-uolnot

BRF DEVE PAGAR R$ 5.000 A FUNCIONÁRIA QUE TERIA SIDO CHAMADA DE FREE WILLY

A BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão, foi condenada a pagar R$ 5.000 por danos morais a uma funcionária de Mineiros (GO) que diz ter sido chamada por um supervisor de “baleia”, “betoneira” e “Free Willy” (nome da personagem orca que estrelou filmes da Warner Bros).

Os insultos foram relatados pela trabalhadora e também por colegas que testemunharam no processo. Condenada, a BRF entrou com recurso no Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (GO), mas a decisão foi mantida. Ainda cabe novo recurso.

A empresa negou que a ex-funcionária tenha sofrido assédio moral. Procurada pelo UOL, disse que “abriu uma sindicância interna para apurar as circunstâncias do ocorrido”.

“Maranhenses” e “mortas de fome”

Segundo a ação, a funcionária e outras cinco colegas também teriam sido constrangidas, em 2014, na hora de receber a cesta da empresa com produtos natalinos.

Na ocasião, disse uma testemunha, a secretária responsável pela entrega se recusou a entregar o kit a elas, chamando-as de “maranhenses” e “mortas de fome” na frente de outros funcionários.

Para o desembargador Daniel Viana, relator do recurso, os depoimentos das testemunhas confirmaram que o supervisor, além da secretária e de outro superior, humilhava a funcionária, inclusive na frente dos demais colegas de trabalho, com apelidos pejorativos e discriminatórios.

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– Twitter será vendido ao Google, à Microsoft ou à Disney?

Surgiu o boato que o Google está tentando comprar o Twitter. O microblog andava com as ações em baixa, e tal especulação fez com que a empresa disparasse na bolsa. Agora, o valor de mercado está estimado em aproximadamente 16 bilhões de dólares.

Foi estratégia do Twitter soltando um boato ou as especulações são reais?

Ontem, outra notícia: a Microsoft e a Disney teriam se interessado também. Quem levará?

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– Empreendedor à Flor da Pele

Há certas pessoas que têm o espírito empreendedor aflorado. O que dizer: o inovador Luiz Possas criou a cerveja Kaiser, a água-de-coco Kero Coco e agora pretende criar Petiscos de Inseto!

Será que ele vencerá a barreira cultural?

Inovador ele é…

Extraído de: Revista Época, Ed 676, pg 78-80

QUER BEM OU MALPASSADO?

Por Daniella Cornachione

O empresário mineiro Luiz Otávio Pôssas Gonçalves, de 69 anos, já criou uma marca de cerveja, outra de água de coco e uma terceira de cachaça. A cerveja é a Kaiser, a água de coco é a Kero Coco e a cachaça é a Vale Verde. Em cada mercado de que participam, essas bebidas ocupam posição de destaque. Por maior que seja o talento de Pôssas para os negócios, é difícil imaginar, porém, que ele vá obter a mesma popularidade com seu recente empreendimento, a Nutrinsecta. Trata-se de uma produtora de insetos. Em março, a empresa deu um passo inédito no Brasil – pediu ao governo de Minas Gerais, ao Ministério da Agricultura e ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) certificação de que seus insetos podem ser consumidos por seres humanos. Gilberto Schickler, zootecnista e um dos sócios da empresa, espera que a decisão saia até junho. Ele explica que a produção de insetos para ração continuará como negócio principal da empresa. A autorização do governo para consumo humano serviria como atestado de qualidade para os produtos da empresa – mas pode ser usada para prospectar o novo mercado. “Eu não seria capaz de comer uma barata, mas já experimentei larvas de besouro fritas e achei gostoso”, afirma Pôssas. Quanto a levar baratas à mesa, ele concede que há uma “barreira cultural”.

Pode parecer estranho atribuir apenas a uma “barreira cultural” a opção por não comer baratas. Mas a verdade é que, no mundo dos insetos produzidos para alimentação, já caíram as barreiras nutricionais ou sanitárias. Os bichos em criação não têm contato com sujeira e comem legumes, frutas e farelo de trigo. Mortos, podem ser processados a ponto de virar uma discreta farinha de proteína para ser usada como suplemento alimentar.

Pôssas chegou aos insetos por causa de seu interesse por aves. Em 2000, ele começou a financiar o trabalho de pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais em busca de novas formas de alimentar sua criação. Nesse processo, conheceu a proteína originada dos insetos. “Adicionar insetos na alimentação dos animais aumenta o bem-estar da criação. É uma das melhores fontes de proteína”, afirma a veterinária Flávia Saad, professora da Universidade de Lavras e uma das participantes dos estudos. Com 26 receitas em mãos, Pôssas fundou em 2006 a fabricante de rações MegaZoo. Para abastecer a linha de produção, resolveu criar os insetos ali mesmo, em Betim, Minas Gerais, em sua antiga fazenda. Três anos depois, abriu a Nutrinsecta, que fornece mensalmente 1.400 quilos de moscas, besouros, baratas e grilos, vivos ou processados, para sua empresa-irmã MegaZoo. Há clientes também entre zoológicos e criadores de animais. Os sócios esperam quintuplicar a produção a partir de junho, com a inauguração de uma segunda fábrica. Eles dizem que o aumento de escala permitirá a redução dos preços. Hoje, 1 quilo de inseto custa, em média, R$ 100, embora a empresa tenha apenas sete funcionários. Para ganhar mercado, esses preços precisam cair. Vender insetos como comida para gente seria, nesse contexto, um atestado de limpeza e qualidade, mais do que uma fonte de receitas importante.

Com o mesmo consumo de vegetais, os grilos produzem quatro vezes mais proteína que vacas

Embora o Brasil não enfrente nenhuma crise de produção de alimentos, a demanda do planeta por proteína animal cresce de modo preocupante. No ano passado, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) começou a incentivar, oficialmente, a inclusão de insetos na dieta, hábito chamado de entomofagia. Segundo a FAO, até 2050 o consumo global de carne deverá dobrar, mas esse alimento se tornará mais caro e raro, a ponto de ganhar status de item de luxo. A criação de animais de corte tradicionais já ocupa dois terços das terras disponíveis para produzir alimentos, mas bois, porcos e carneiros não são os sistemas mais eficientes para converter vegetais em proteína. Para produzir 1 quilo de proteína animal, os grilos consomem 1,7 quilo de alimento, bem menos que o frango (2,2 quilos), o porco (3,6 quilos), o carneiro (6,3 quilos) e a vaca (7,7 quilos). Por outro lado, grelhar um filé de grilo deve ser extremamente trabalhoso… Os insetos superam as criações tradicionais também pela concentração de proteínas. “Os insetos têm vantagens sobre animais convencionais, incluindo um alto nível de proteína, vitaminas e minerais. Além de um sabor único”, afirma Arnold van Huis, entomologista da Universidade Wageningen, na Holanda, e um dos principais defensores do consumo de insetos por gente. Junto com outros cientistas, Van Huis publicou em dezembro um artigo demonstrando que, por quilo de proteína produzido, porcos liberam na digestão entre oito e 12 vezes mais amônia do que grilos e 50 vezes mais amônia do que gafanhotos. A amônia é um dos gases responsáveis pelo efeito estufa.

De acordo com a bióloga mexicana Julieta Ramos Elorduy, autoridade mundial no assunto, 3 mil grupos humanos em mais de 120 países comem insetos. A tendência é que o hábito se torne mais difundido. Mas isso não significa que a entomofagia seja para todos. Assim como seus primos crustáceos, insetos podem provocar fortes alergias. Aos que têm alergia a camarão, recomenda-se evitar as novas iguarias.

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– Dia 06 teremos greve dos bancos?

Na 3a feira que vem, véspera de feriado, pós dia de pagamento, data de movimento e… os bancários entrarão em greve?

Calma, pois entendo a situação. Os bancos divulgam BILHÕES de lucro trimestralmente. O sindicato pede 14% de aumento e os banqueiros oferecem só 6%. Nessa, fecham em 10% que é o índice oficial de inflação (embora possam pagar mais).

Com tanta tecnologia, não há desculpa para deixar de pagar as contas em tais dias de paralisação, certo?

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– As Inovações Japonesas da Pepsi

Melancia Salgada, Yogurte, Morango Pink, Extra e Black: novos, excêntricos, mas rentáveis sabores da Pepsi, que resolveu testar seus produtos no Japão!

Extraído de: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/pepsi-lanca-sabores-excentricos-no-japao

PEPSI LANÇA SABORES EXCÊNTRICOS NO JAPÃO

Companhia lançou o “melancia salgada”, “Pepsi branca com iogurte” e “morango pink” para atender o gosto dos consumidores japoneses

– A Pepsi vem lançando refrigerantes exclusivos para atender o gosto dos consumidores japoneses. As últimas novidades são os sabores especiais “melancia salgada”, “Pepsi branca com iogurte” e “morango pink”.
A primeira adaptação feita pela companhia no Japão foi a Pepsi Extra, bebida com um maior teor de cafeína e açúcar, comercializada em latas no formato slim, com 200 ml.

O produto é trabalhado localmente como um energético e é promovido como sendo ideal para afastar o sono.

Outro lançamento, a Pepsi Black, é voltado para o público adulto e conta com 50% menos açúcar que a versão tradicional. Já a Pepsi Dry é outra opção excêntrica, já que não possui sabor doce.

Novos sabores de Pepsi no Japão

– Os Boatos da Redução do preço da Gasolina e Lula no Comando!

Muita calma nessa hora: a presidente Dilma não negou nem confirmou uma suposta redução de preços dos combustíveis. E a boataria corre solta sobre isso!

Na prática, com os preços internacionais do petróleo em baixa e sobrando no mercado, os preços deveriam ter sido reduzidos há mais de um ano. Agora, com a Petrobrás quebrada, não seria o ideal, pois as ações e a lucratividade da empresa despencariam.

Diz-se “a boca pequena” que, assim que Lula assumir a Casa Civil, o anúncio da redução seria divulgado, com o propósito de dar “um novo ar” para o Governo e melhorar a popularidade de muitos interessados.

Será como aquela demagógica redução de preços da Energia Elétrica de anos atrás: anuncia a queda e depois aumenta-se muito mais, aos poucos, disfarçadamente.

Vamos aguardar!

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– E os Correios?

Sou do tempo em que, quando se falava de CORREIOS, se lembrava de uma estatal que era orgulho nacional!

E hoje?

Eu, particularmente, não recebo uma carta sequer em dia! Contas? Esqueça, se depender do serviço de postagem, ficarão sem ser pagas. E dá-lhe tirar segundas vias de tudo…

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– Empresas Inovadoras Sofrem como Outras Quaisquer

Olha que bacana: a Revista Época trouxe uma matéria interessante sobre inovação e inovadores, além das dificuldades que elas possuem no dia-a-dia, especialmente em relação aos rumos e a concorrência.

Abaixo, extraído de: http://is.gd/1o4SW7

AS EMPRESAS DO MUNDO DIGITAL NÃO SÃO TÃO DIFERENTES ASSIM

Elas têm a fama de ser irreverentes e inovadoras. Na realidade, sofrem dos mesmos dramas que todas as corporações

por Rafael Barifouse

Toda empresa digital que se preze narra uma história épica para definir sua origem. É a garagem onde Steve Jobs e Steve Wozniak criaram o primeiro computador pessoal e a Apple. O encontro fortuito entre Larry Page e Sergey Brin, a dupla do Google, na Universidade Stanford. Ou a solidão de Mark Zuckerberg em seu dormitório de Harvard, onde nasceu o Facebook. Seus fundadores costumam proclamar-se ícones de novas corporações, cujos princípios misturam a informalidade nos trajes e os ideais comunitários da contracultura à ambição inovadora e à competitividade dos grandes empreendedores. O mundo corporativo tradicional é visto como um ambiente de torpor e sisudez. Os empreendedores digitais nunca estão interessados apenas no negócio – querem mudar o mundo. Tal narrativa costuma vir embalada em palavras de ordem e slogans revolucionários – “Pense diferente”, da Apple; ou “Não seja mau”, do Google. “É uma promessa atraente. Entretanto, sugere uma nova leva de livros de negócios, essas corporações não agem de modo tão diferente. Elas podem não ser exatamente más, mas sua abordagem da influência e do crescimento persegue um caminho bem repisado, implacável”, escreve na revista The New Yorker o jornalista Nathan Heller. “Atrás delas, paira a sombra pesada das empresas disseminadas, gananciosas e tacanhas de outrora.”

Um dos livros recentes é A eclosão do Twitter (Companhia das Letras), de Nick Bilton, repórter e colunista do jornal The New York Times. Até há pouco tempo, a lenda original do Twitter era narrada assim: Jack Dorsey era engenheiro da Odeo, uma empresa de rádio on-line à beira da falência que pedira aos funcionários ideias em busca de uma salvação. Dorsey propôs um sistema de mensagens em que o usuário informava o que fazia. A ideia, prossegue a lenda, surgiu quando ele era criança – e voltou anos mais tarde, quando viu um sistema parecido em táxis.

Essa versão da gênese do Twitter foi reproduzida por toda reportagem que tentou narrar as transformações trazidas pelas mensagens de 140 caracteres. Bilton conta que não foi bem assim. Ele relata uma criação bem mais colaborativa. Dorsey teve a ideia, mas não teria feito nada com ela se o criador da Odeo, Noah Glass, não o tivesse estimulado. Foi Glass quem batizou a empresa e deu ênfase à conexão de pessoas. Evan Williams ajudara Glass, seu amigo, a abrir a Odeo com o dinheiro ganho com a venda da rede de blogs Blogger ao Google. Foi sob seu comando que o Twitter se converteu numa forma de compartilhar o que ocorria no mundo, por meio de informações e  notícias, não apenas relatos narcisistas do tipo “o que estou fazendo”. Como instrumento de mobilização no Oriente Médio e canal de notícias em tempo real, o Twitter ganhou fama mundial. Por fim, Biz Stone, o quarto cofundador, foi seu eixo moral. Lutou para manter o serviço politicamente neutro, ao negar pedidos do governo por informações dos usuários. Sem qualquer um dos quatro, o Twitter dificilmente seria o que é hoje. “Esse tipo de mito é comum no Vale do Silício”, diz Bilton. “Um cara diz que teve uma ideia no bar e, anos depois, ela vira  um negócio bilionário. Raramente é verdade. As pessoas contam essa história para aparecer bem na foto, mas normalmente é algo construído por um grupo. Quando a lenda funciona, essas pessoas ganham o poder que buscavam.”

Como quase sempre acontece quando há poder e dinheiro envolvidos, disputas pelo controle do Twitter se seguiram. De forma intensa para os padrões do Vale do Silício. Considerado inapto para gerir a empresa, Glass foi tirado do comando por Williams, com apoio de Dorsey. Foi apagado da história do Twitter. Dorsey assumiu a presidência, e não fez um bom trabalho. Insatisfeito, Williams obteve o apoio de investidores para demitir o amigo e assumir o posto. Magoado, Dorsey peregrinou pela imprensa contando a origem do Twitter como seu grande protagonista. Depois levou a cabo a segunda parte da revanche. Como Williams demorava para decidir e tinha um fraco por contratar amigos, deixou insatisfeitos os investidores. Dorsey captou a insatisfação, a levou ao conselho e tirou Williams da presidência. Nada disso chegou ao mercado. Para todos os efeitos, o Twitter era uma típica empresa digital, repleta de mentes brilhantes que mudavam o mundo enquanto jogavam videogame e pebolim. Parte disso era verdade.

Pouco depois da demissão de Williams, o rapper Snoop Dog fez um show improvisado no refeitório do Twitter. Cantava e fumava maconha, enquanto os funcionários dançavam sobre as mesas, enebriados. Quando soube da balada, Dick Costolo, o novo presidente, ficou furioso. Prometeu que seria a última vez que algo assim ocorreria. “Está na hora de o Twitter crescer”, afirmou. Desde então, o número de usuários mais que dobrou (para 550 milhões), a receita multiplicou-se por dez (hoje são US$ 583 milhões por ano), e os funcionários fora de 200 para 2.300. No início de novembro, o Twitter entrou na Bolsa de Valores com valor de US$ 25 bilhões.

A transição da adolescência para a fase adulta corporativa parece ser inescapável às companhias digitais. Nesse período, jovens empreendedores descolados se transformam em capitalistas preocupados com prazos, resultados e capitalização da companhia. A lenda original desvanece e dá lugar à gestão profissional e aos conflitos de acionistas. Mas o mito original ainda circula, como imagem externa (e eterna) da empresa.

Dois outros livros citados por Heller – um sobre a Amazon, outro sobre a disputa entre Apple e Google – revelam que o exemplo do Twitter não é exceção. Os fundadores dessas companhias se consideram sujeitos excepcionais, que abriram empresas para criar um jeito novo de fazer negócios e mudar o mundo. Aos poucos, suas empresas foram assumindo contornos tradicionais. Seus objetivos nobres deram lugar às metas que guiam corporações desde a fundação da Companhia das Índias Orientais. Se fazem um bom trabalho, conseguem manter um verniz de irreverência, enquanto sua imagem pública se descola cada vez mais da realidade do dia a dia.

O Google afirma ter surgido com a missão de organizar e oferecer informação por meio de um sistema de busca. Hoje, mais de 90% de seu faturamento vem de uma das mais antigas fontes de receita: publicidade (foram US$ 50 bilhões em 2012). Seu lema – “não seja mau” – é uma forma de dizer que age com ética e pensa antes no interesse público. Mas a ética do Google foi questionada neste ano, quando a presidente do Conselho de Contas Públicas do Reino Unido, Margaret Hodge, acusou a empresa de vender publicidade por meio da filial na Irlanda e receber por isso pela filial nas Bermudas, para evitar pagar de impostos. Também não parece ter pensado no interesse público quando foi flagrada bisbilhotando a conexão de internet de americanos enquanto seus carros fotografavam as ruas para seu serviço de mapas.

Em Dogfight: como Apple e Google foram à guerra e começaram uma revolução, o autor Fred Volgstein adiciona outro fato desabonador à biografia da empresa. Conta como Steve Jobs sentiu-se traído com o lançamento do sistema de celulares Android pelo Google. Larry Page e Sergey Brin, seus fundadores, se consultavam com Steve Jobs. Eric Schmidt, presidente do Google na época, era membro do conselho da Apple e assegurara a Jobs que fazer programas para o iPhone era mais importante do que o Android, um projeto secundário. Sentindo-se traído, Jobs prometeu ir à guerra com o Google. Não adiantou. O Android lidera como software para smartphones, com 80% do mercado.

A Apple não escapa ilesa no relato de Volgstein. A empresa – que cresceu sob o slogan “Pense diferente” – ganha dinheiro com versões aperfeiçoadas de produtos criados por outras companhias. O iPod, diz Volgstein, surgiu três anos depois que o mercado de tocadores de música fora desbravado pela fabricante Rio. Nem o iPhone foi o primeiro smartphone nem o iPad o primeiro tablet – embora ambos tenham inventado seus respectivos mercados. Volgstein diz que a Apple se promove como uma marca que incentiva o livre-pensamento e a criatividade, quando, na verdade, é uma empresa paranoica por controle, que patenteia tudo o que pode para bloquear a concorrência. A liberdade proporcionada por seus produtos não se reflete em sua forma de fazer negócio. O livro conta como Jobs optou por um tipo incomum de parafuso, para que só técnicos credenciados pela Apple fossem capazes de abrir seus produtos. Até mesmo a imagem visionária de Jobs sai arranhada. Ele não gostava de lidar com empresas de telecomunicação nem da ideia de unir um telefone a um tocador de mídia. Teve de ser empurrado a fazer o iPhone, assim como a incluir a letra “i” no nome do aparelho. Mesmo os computadores brancos, hoje ícones da Apple, foram, de início, recusados por ele.

Um dos principais capitalistas de risco americano, John Doerr dá um conselho aos empreendedores: “Seja missionário, não mercenário”. Entre os beneficiários do dinheiro (e dos conselhos) de Doerr está Jeff Bezos, da Amazon. Em The everything store, o jornalista Brad Stone conta como Bezos acredita seguir o mantra de Doerr ao estabelecer como missão da Amazon simplificar o comércio eletrônico. A Amazon transformou o comércio on-line numa indústria bilionária. Conquistou admiração por seus preços baixos e eficiência – e virou um gigante global que fatura US$ 75 bilhões por ano. Mas o livro sobre a Amazon mostra como ela pode ser agressiva.

Um episódio foi a compra da Quidsi, dona do site Diapers.com, de produtos para bebês. Depois que sua oferta foi recusada, a Amazon baixou em 30% os preços de seus produtos para bebês. A Quidsi reajustou seus valores. A Amazon baixou ainda mais os dela, arcando com milhões de dólares em prejuízo. A Quidsi cedeu. A postura belicosa da Amazon é tão conhecida no mercado de tecnologia que os investidores seguem uma regra: só investir em empresas que não estejam no caminho de Bezos. A atitude hostil não começa da porta da empresa para fora. Stone retrata  a Amazon como um lugar difícil de trabalhar, onde a retenção de funcionários é a menor entre as companhias de tecnologia. Segundo ele, isso reflete uma cultura em que todos são incentivados a desafiar uns aos outros. Bezos é o primeiro a deixar a civilidade de lado. É descrito como bem-humorado e cativante, mas é capaz de explodir se algo sai errado, de dizer: “Você é preguiçoso ou só incompetente?” ou “Desculpe-me. Será que tomei minhas pílulas de estupidez hoje?”. Bezos pode ser visionário, mas age como um tirano da velha guarda. Isso não quer dizer que seja uma farsa. Os criadores de Google, Apple, Amazon e Twitter realmente acreditam trabalhar por um objetivo maior. O equívoco é pensar que seus ideais se refletem nas práticas corporativas.

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– Fracassando de Maneira Correta

Nós, brasileiros, costumamos encarar os empreendedores que passaram pela experiência do fracasso como condenados; sujeitos sem segunda chance e marcados eternamente.

Diferentemente, os americanos encaram os administradores que já viveram o fracasso como executivos experientes; pessoas que aprenderam o que não fazer e que sentiram na pele os danos, conhecedores dos erros que devem evitar.

A Revista Época Negócios, edição de Maio/2012, Caderno Inteligência, pg 137, traz um artigo inteligente de como fracassar no momento certo.

Compartilho em: http://is.gd/FRACASSO .

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– Cauda de Sereia Infantil está na Moda. Mas é perigosa…

Virou febre: as meninas querem ser Ariel ou uma sereia qualquer, e para isso pedem para os pais essas caudas de lycra que estão à venda nas lojas.

Mas sabia que são problemáticas?

Abaixo, extraído de: https://t.co/Pmf8O4DPXV

PERIGOSAS SEREIAS

Transformar em realidade o sonho de ser uma princesa da Disney é uma ideia encantadora para as crianças e até para muitos adultos, ainda mais quando o cenário de fantasia é o fundo do mar. O acessório para natação “Cauda de Sereia”, moda no Canadá e nos Estados Unidos, chegou ao Brasil no final do ano passado e faz qualquer menina se sentir a própria Ariel, protagonista do clássico “A Pequena Sereia”. O problema é que, apesar de convidativa, a fantasia é também perigosa e causa grandes riscos de afogamento. É o que alertam que a Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa), a ONG Criança Segura e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Essas entidades contra-indicam o uso da nova moda. A nadadeira, inclusive, já foi banida nas cidades canadenses Edmonton e Surrey, onde houve acidentes.

A cauda também tem sido muito utilizada em nados sincronizados e exige uma habilidade aquática complexa. Normalmente feita com lycra/Spandez, prende as duas pernas e impede o movimento básico feito para boiar. “Ao segurar as pernas, a fantasia afeta o equilíbrio corporal”, diz Marislaine Lumena de Mendonça, presidente do Departamento Científico de Segurança do SBP. Se os responsáveis se distraírem por segundos e a menina, usando a cauda, resolver entrar na piscina, há sérios riscos de ocorrer um acidente. “Nadar não é o problema”, diz David Szpilman, diretor-médico do Sobrasa. “O perigo é quando a criança para e tenta se equilibrar, mas fica sem os pés para apoiar.” Segundo o Ministério da Saúde, o afogamento é a segunda causa de morte acidental entre crianças de 1 a 9 anos.

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– Camargo Correa vende Havaianas para a JBS

É sabido que depois dos escândalos envolvendo empreiteiras no Brasil, as construtoras passaram a ter dificuldades. Um caso desses é o da Camargo Correa: recentemente vendeu a Topper e a Rainha; agora, vendeu a Alpargatas, de tantas marcas importantes e, em especial, das Havaianas.

O valor do negócio? Cerca de R$ 2,66 bilhões, pagos pela JBS, frigorífico dono da Seara, Bertin e de tantos outros negócios importantes.

Abaixo, extraído do G1:

CAMARGO CORREA VENDE CONTROLE DA ALPARGATAS PARA DONA DA JBS

A Camargo Corrêa vendeu o controle da Alpargatas, dona de marcas como Havaianas, Osklen, Mizuno, Timberland e Dupé, para a J&F Investimentos, dona da JBS, segundo informa comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta segunda-feira (23).

O valor total da operação é de R$ 2,66 bilhões, sendo R$ 12,85 o valor atribuído por ação. A forma de pagamento do preço será à vista, em moeda corrente nacional, na data do fechamento.

De acordo com o comunicado, a operação ainda está sujeita à aprovação prévia do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), “bem como à condição resolutiva de lançamento de uma Oferta Pública de Aquisição de Ações pela J&F”.

A companhia que comprou a Alpargatas disse, ainda no mesmo comunicado, que o objetivo da operação é a “diversificação do portfólio de negócios investidos pela J&F”. Uma das principais empresas controladas pelo grupo, a JBS, atua com processamento de carne e tem como principais marcas a Friboi e a Swift. Outra delas é a Vigor, que fabrica produtos lácteos.

A empresa afirmou ainda que não tem intenção de, dentro do prazo de um ano, cancelar o registro de companhia aberta da Alpargatas.

Perto das 13h30, as ações da Alpargatas, que não fazem parte do principal índice de ações da Bovespa, recuavam 7,21%, revertendo os ganhos da abertura, conforme agentes financeiros analisavam a venda da participação de controle. O papel havia subido quase 45% desde 5 de outubro, quando a Camargo Corrêa afirmou que analisava oportunidades para a Alpargatas. A ação ON da Alpargatas, por sua vez, subia mais de 2%, mas com número baixo de negócios.

OUTRA VENDA

No início de novembro, a Alpargatas anunciou um acordo para vender as marcas de calçados esportivos Rainha e Topper no Brasil para um grupo de investidores liderados pelo empresário Carlos Wizard por R$ 48,7 milhões. A operação não inclui ativos industriais vinculados às marcas.

O acordo também inclui venda da marca Rainha no mundo e 20% da Topper na Argentina e no mundo, com exceção de Estados Unidos e China, onde a marca será licenciada por 15 anos aos compradores.

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– O Embate entre “nós” e “eles”

Richard Branson, dono da área Virgin, é reconhecido mundialmente pela astúcia, ousadia e grande capacidade como administrador. Também escreve uma coluna mundial chamada “Direto do Topo”, reproduzida no Brasil pela Exame.

Aqui ele retrata um problema vivido certamente por nós: assumir vitórias e tentar fugir das derrotas. Fazendo uma brincadeira com os pronomes “nós” e “eles”, vemos como a impessoalidade traz problemas na Administração de Empresas:

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0971/secoes/perigoso-embate-eles-572747.html

O PERIGOSO EMBATE ENTRE “NÓS” E “ELES”

Toda empresa que abusa da impessoalidade tem problemas. Se o funcionário não se sente identificado com a companhia, ele não usará jamais o verbo na primeira pessoa do plural

De todas as espertezas gramaticais, nenhuma me irrita mais do que o uso conveniente de construções impessoais. Por exemplo, você pergunta a um vendedor se ele tem um produto qualquer e ele diz: “Desculpe, ficou decidido que a loja não trabalharia mais com essa marca”. No aeroporto, um funcionário da companhia aérea lhe diz: “Fomos informados de que o voo terá uma hora de atraso”. Essa impessoalidade misteriosa é sempre a culpada por todos os problemas. Quando a notícia é ruim, ela costuma ser dada de forma impessoal, ou apenas de maneira genérica com o sujeito “eles”. Ao passo que a notícia boa costuma vir na primeira pessoa do singular. (Como eu gostaria que minha professora lesse isso. Ela achava que eu não prestava atenção nas aulas!) Se a loja tem o produto desejado, o vendedor dirá: “Tenho, sim.” Quando o voo está no horário, o funcionário da empresa diz: “Tenho o prazer de comunicar que o voo 123 sairá no horário programado”.

Essa tendência merece atenção. Toda empresa que abusa da impessoalidade tem problemas. Se o funcionário não se sente identificado com a companhia, em situações críticas ele não usará jamais o verbo na primeira pessoa do singular – e muito menos do plural. Isso é sinal de que não está havendo comunicação entre os diferentes escalões. Em companhias desse tipo é comum que existam problemas generalizados – do desenvolvimento de produtos à prestação de serviços ao cliente. Pode parecer o maior clichê do mundo, mas o maior tesouro de qualquer empresa são seus empregados. Quando se deixa de observar esse princípio básico, o que se tem é esse antagonismo que contrapõe “nós” a “eles” – um embate velado entre as ações e os interesses da massa de funcionários e os principais executivos.

Basta ouvir as queixas mais comuns da equipe de vendas: “Eles (os chefes) nunca pedem nossa opinião para nada”. Ou ainda: “Se nos tivessem perguntado, teríamos dito que não adianta propor soluções abstratas para os problemas concretos que temos”. E o que dizem os executivos? “Parece que eles (os funcionários) não entendem. Será que não percebem que nossas propostas arrojadas vão ao encontro de uma clientela moderna?” Esse antagonismo, que coloca funcionários e executivos em lados opostos, jamais formará um “nós”. Se os empregados se sentem como se estivessem do lado de fora da empresa, de quem é a culpa? Talvez a administração não esteja investindo tanto quanto deveria para que eles se sintam devidamente valorizados. É fácil fazer esse diagnóstico. Basta perguntar a esses funcionários, por exemplo, onde eles conseguem informações sobre os novos produtos da empresa em que trabalham ou onde ficam sabendo das notícias que podem afetá-los. Se a resposta for “nos jornais” ou “no concorrente”, pode ter a certeza de que a empresa para eles é algo muito distante.

Essa queda de braço entre “nós” e “eles” é comum em qualquer grande corporação, portanto os executivos podem estar certos de que vão ter de lidar com isso a vida toda. Às vezes, encontro esse tipo de coisa nas empresas da Virgin. Quando uma pessoa qualquer me diz: “Desculpe, senhor Branson, mas me disseram que não faríamos mais isso”, respondo assim: “Disseram? Desculpe, pensei que você trabalhasse aqui”. Um pouco pesado, talvez, mas não há quem não entenda!

O problema fica pior ainda por causa de nossa dependência excessiva das tecnologias impessoais de comunicação. Um dos maiores desafios de qualquer executivo hoje é fazer com que as pessoas conversem de verdade umas com as outras. Reuniões presenciais e o velho brainstorming são fundamentais para qualquer empresa. Mandar um e-mail com um anexo de PowerPoint pode dar resultado em alguns casos, mas não na maior parte deles. É preciso adotar um estilo mais fluido de comunicação interna entre a administração e os empregados.

Na Virgin Atlantic, quando estamos bolando uma nova cabine para nossos aviões, chamamos o pessoal da administração, de projetos e de marketing para que acompanhem desde o início tudo o que será feito. Um representante do grupo que utilizará a cabine (isto é, um membro da tripulação) fará parte desse grupo, já que ele, em última análise, será responsável pelo sucesso ou pelo fracasso do novo local de trabalho. Se esse profissional não for convocado, corre-se o risco de ouvir o seguinte comentário da tripulação na primeira vez que entrar nessa cabine que custou milhões de dólares: “Hum, que beleza, mas onde fica a cafeteira?” Quando todos participam do desenvolvimento do produto, o projeto não só sai melhor como também potencializa o sentimento de orgulho próprio dos trabalhos em equipe. Todos saem ganhando, inclusive os clientes e os acionistas.

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– E a Segurança Industrial da China? Nova preocupação mundial?

Se não bastassem as queixas contra as condições de trabalho dos operários e a falta de democracia (coisas que os direitos humanos deveriam agir com mais contundência e não faz), agora nasce um outro problema na China: a segurança industrial!

Na região do Porto de Tianjin, uma explosão matou na semana passada 114 pessoas e feriu outras 700. Impressionante a imagem feita do céu, deixando uma cratera gigantesca vista do alto.

Será que para produzir a custo baixo vale a pena o trabalho escravo e as péssimas condições na produção?

Enquanto existirem consumidores dispostos a comprarem com ciência disso, haverá esse tipo de situação.

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– Empresas Inovadoras e a necessidade de inovar!

Olha que bacana: a Revista Época trouxe uma matéria interessante sobre inovação e inovadores, além das dificuldades que elas possuem no dia-a-dia, especialmente em relação aos rumos e a concorrência.

Abaixo, extraído de: http://is.gd/1o4SW7

AS EMPRESAS DO MUNDO DIGITAL NÃO SÃO TÃO DIFERENTES ASSIM

Elas têm a fama de ser irreverentes e inovadoras. Na realidade, sofrem dos mesmos dramas que todas as corporações

por Rafael Barifouse

Toda empresa digital que se preze narra uma história épica para definir sua origem. É a garagem onde Steve Jobs e Steve Wozniak criaram o primeiro computador pessoal e a Apple. O encontro fortuito entre Larry Page e Sergey Brin, a dupla do Google, na Universidade Stanford. Ou a solidão de Mark Zuckerberg em seu dormitório de Harvard, onde nasceu o Facebook. Seus fundadores costumam proclamar-se ícones de novas corporações, cujos princípios misturam a informalidade nos trajes e os ideais comunitários da contracultura à ambição inovadora e à competitividade dos grandes empreendedores. O mundo corporativo tradicional é visto como um ambiente de torpor e sisudez. Os empreendedores digitais nunca estão interessados apenas no negócio – querem mudar o mundo. Tal narrativa costuma vir embalada em palavras de ordem e slogans revolucionários – “Pense diferente”, da Apple; ou “Não seja mau”, do Google. “É uma promessa atraente. Entretanto, sugere uma nova leva de livros de negócios, essas corporações não agem de modo tão diferente. Elas podem não ser exatamente más, mas sua abordagem da influência e do crescimento persegue um caminho bem repisado, implacável”, escreve na revista The New Yorker o jornalista Nathan Heller. “Atrás delas, paira a sombra pesada das empresas disseminadas, gananciosas e tacanhas de outrora.”

Um dos livros recentes é A eclosão do Twitter (Companhia das Letras), de Nick Bilton, repórter e colunista do jornal The New York Times. Até há pouco tempo, a lenda original do Twitter era narrada assim: Jack Dorsey era engenheiro da Odeo, uma empresa de rádio on-line à beira da falência que pedira aos funcionários ideias em busca de uma salvação. Dorsey propôs um sistema de mensagens em que o usuário informava o que fazia. A ideia, prossegue a lenda, surgiu quando ele era criança – e voltou anos mais tarde, quando viu um sistema parecido em táxis.

Essa versão da gênese do Twitter foi reproduzida por toda reportagem que tentou narrar as transformações trazidas pelas mensagens de 140 caracteres. Bilton conta que não foi bem assim. Ele relata uma criação bem mais colaborativa. Dorsey teve a ideia, mas não teria feito nada com ela se o criador da Odeo, Noah Glass, não o tivesse estimulado. Foi Glass quem batizou a empresa e deu ênfase à conexão de pessoas. Evan Williams ajudara Glass, seu amigo, a abrir a Odeo com o dinheiro ganho com a venda da rede de blogs Blogger ao Google. Foi sob seu comando que o Twitter se converteu numa forma de compartilhar o que ocorria no mundo, por meio de informações e  notícias, não apenas relatos narcisistas do tipo “o que estou fazendo”. Como instrumento de mobilização no Oriente Médio e canal de notícias em tempo real, o Twitter ganhou fama mundial. Por fim, Biz Stone, o quarto cofundador, foi seu eixo moral. Lutou para manter o serviço politicamente neutro, ao negar pedidos do governo por informações dos usuários. Sem qualquer um dos quatro, o Twitter dificilmente seria o que é hoje. “Esse tipo de mito é comum no Vale do Silício”, diz Bilton. “Um cara diz que teve uma ideia no bar e, anos depois, ela vira  um negócio bilionário. Raramente é verdade. As pessoas contam essa história para aparecer bem na foto, mas normalmente é algo construído por um grupo. Quando a lenda funciona, essas pessoas ganham o poder que buscavam.”

Como quase sempre acontece quando há poder e dinheiro envolvidos, disputas pelo controle do Twitter se seguiram. De forma intensa para os padrões do Vale do Silício. Considerado inapto para gerir a empresa, Glass foi tirado do comando por Williams, com apoio de Dorsey. Foi apagado da história do Twitter. Dorsey assumiu a presidência, e não fez um bom trabalho. Insatisfeito, Williams obteve o apoio de investidores para demitir o amigo e assumir o posto. Magoado, Dorsey peregrinou pela imprensa contando a origem do Twitter como seu grande protagonista. Depois levou a cabo a segunda parte da revanche. Como Williams demorava para decidir e tinha um fraco por contratar amigos, deixou insatisfeitos os investidores. Dorsey captou a insatisfação, a levou ao conselho e tirou Williams da presidência. Nada disso chegou ao mercado. Para todos os efeitos, o Twitter era uma típica empresa digital, repleta de mentes brilhantes que mudavam o mundo enquanto jogavam videogame e pebolim. Parte disso era verdade.

Pouco depois da demissão de Williams, o rapper Snoop Dog fez um show improvisado no refeitório do Twitter. Cantava e fumava maconha, enquanto os funcionários dançavam sobre as mesas, enebriados. Quando soube da balada, Dick Costolo, o novo presidente, ficou furioso. Prometeu que seria a última vez que algo assim ocorreria. “Está na hora de o Twitter crescer”, afirmou. Desde então, o número de usuários mais que dobrou (para 550 milhões), a receita multiplicou-se por dez (hoje são US$ 583 milhões por ano), e os funcionários fora de 200 para 2.300. No início de novembro, o Twitter entrou na Bolsa de Valores com valor de US$ 25 bilhões.

A transição da adolescência para a fase adulta corporativa parece ser inescapável às companhias digitais. Nesse período, jovens empreendedores descolados se transformam em capitalistas preocupados com prazos, resultados e capitalização da companhia. A lenda original desvanece e dá lugar à gestão profissional e aos conflitos de acionistas. Mas o mito original ainda circula, como imagem externa (e eterna) da empresa.

Dois outros livros citados por Heller – um sobre a Amazon, outro sobre a disputa entre Apple e Google – revelam que o exemplo do Twitter não é exceção. Os fundadores dessas companhias se consideram sujeitos excepcionais, que abriram empresas para criar um jeito novo de fazer negócios e mudar o mundo. Aos poucos, suas empresas foram assumindo contornos tradicionais. Seus objetivos nobres deram lugar às metas que guiam corporações desde a fundação da Companhia das Índias Orientais. Se fazem um bom trabalho, conseguem manter um verniz de irreverência, enquanto sua imagem pública se descola cada vez mais da realidade do dia a dia.

O Google afirma ter surgido com a missão de organizar e oferecer informação por meio de um sistema de busca. Hoje, mais de 90% de seu faturamento vem de uma das mais antigas fontes de receita: publicidade (foram US$ 50 bilhões em 2012). Seu lema – “não seja mau” – é uma forma de dizer que age com ética e pensa antes no interesse público. Mas a ética do Google foi questionada neste ano, quando a presidente do Conselho de Contas Públicas do Reino Unido, Margaret Hodge, acusou a empresa de vender publicidade por meio da filial na Irlanda e receber por isso pela filial nas Bermudas, para evitar pagar de impostos. Também não parece ter pensado no interesse público quando foi flagrada bisbilhotando a conexão de internet de americanos enquanto seus carros fotografavam as ruas para seu serviço de mapas.

Em Dogfight: como Apple e Google foram à guerra e começaram uma revolução, o autor Fred Volgstein adiciona outro fato desabonador à biografia da empresa. Conta como Steve Jobs sentiu-se traído com o lançamento do sistema de celulares Android pelo Google. Larry Page e Sergey Brin, seus fundadores, se consultavam com Steve Jobs. Eric Schmidt, presidente do Google na época, era membro do conselho da Apple e assegurara a Jobs que fazer programas para o iPhone era mais importante do que o Android, um projeto secundário. Sentindo-se traído, Jobs prometeu ir à guerra com o Google. Não adiantou. O Android lidera como software para smartphones, com 80% do mercado.

A Apple não escapa ilesa no relato de Volgstein. A empresa – que cresceu sob o slogan “Pense diferente” – ganha dinheiro com versões aperfeiçoadas de produtos criados por outras companhias. O iPod, diz Volgstein, surgiu três anos depois que o mercado de tocadores de música fora desbravado pela fabricante Rio. Nem o iPhone foi o primeiro smartphone nem o iPad o primeiro tablet – embora ambos tenham inventado seus respectivos mercados. Volgstein diz que a Apple se promove como uma marca que incentiva o livre-pensamento e a criatividade, quando, na verdade, é uma empresa paranoica por controle, que patenteia tudo o que pode para bloquear a concorrência. A liberdade proporcionada por seus produtos não se reflete em sua forma de fazer negócio. O livro conta como Jobs optou por um tipo incomum de parafuso, para que só técnicos credenciados pela Apple fossem capazes de abrir seus produtos. Até mesmo a imagem visionária de Jobs sai arranhada. Ele não gostava de lidar com empresas de telecomunicação nem da ideia de unir um telefone a um tocador de mídia. Teve de ser empurrado a fazer o iPhone, assim como a incluir a letra “i” no nome do aparelho. Mesmo os computadores brancos, hoje ícones da Apple, foram, de início, recusados por ele.

Um dos principais capitalistas de risco americano, John Doerr dá um conselho aos empreendedores: “Seja missionário, não mercenário”. Entre os beneficiários do dinheiro (e dos conselhos) de Doerr está Jeff Bezos, da Amazon. Em The everything store, o jornalista Brad Stone conta como Bezos acredita seguir o mantra de Doerr ao estabelecer como missão da Amazon simplificar o comércio eletrônico. A Amazon transformou o comércio on-line numa indústria bilionária. Conquistou admiração por seus preços baixos e eficiência – e virou um gigante global que fatura US$ 75 bilhões por ano. Mas o livro sobre a Amazon mostra como ela pode ser agressiva.

Um episódio foi a compra da Quidsi, dona do site Diapers.com, de produtos para bebês. Depois que sua oferta foi recusada, a Amazon baixou em 30% os preços de seus produtos para bebês. A Quidsi reajustou seus valores. A Amazon baixou ainda mais os dela, arcando com milhões de dólares em prejuízo. A Quidsi cedeu. A postura belicosa da Amazon é tão conhecida no mercado de tecnologia que os investidores seguem uma regra: só investir em empresas que não estejam no caminho de Bezos. A atitude hostil não começa da porta da empresa para fora. Stone retrata  a Amazon como um lugar difícil de trabalhar, onde a retenção de funcionários é a menor entre as companhias de tecnologia. Segundo ele, isso reflete uma cultura em que todos são incentivados a desafiar uns aos outros. Bezos é o primeiro a deixar a civilidade de lado. É descrito como bem-humorado e cativante, mas é capaz de explodir se algo sai errado, de dizer: “Você é preguiçoso ou só incompetente?” ou “Desculpe-me. Será que tomei minhas pílulas de estupidez hoje?”. Bezos pode ser visionário, mas age como um tirano da velha guarda. Isso não quer dizer que seja uma farsa. Os criadores de Google, Apple, Amazon e Twitter realmente acreditam trabalhar por um objetivo maior. O equívoco é pensar que seus ideais se refletem nas práticas corporativas.

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