– O Embate entre “nós” e “eles”

Richard Branson, dono da área Virgin, é reconhecido mundialmente pela astúcia, ousadia e grande capacidade como administrador. Também escreve uma coluna mundial chamada “Direto do Topo”, reproduzida no Brasil pela Exame.

Aqui ele retrata um problema vivido certamente por nós: assumir vitórias e tentar fugir das derrotas. Fazendo uma brincadeira com os pronomes “nós” e “eles”, vemos como a impessoalidade traz problemas na Administração de Empresas:

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0971/secoes/perigoso-embate-eles-572747.html

O PERIGOSO EMBATE ENTRE “NÓS” E “ELES”

Toda empresa que abusa da impessoalidade tem problemas. Se o funcionário não se sente identificado com a companhia, ele não usará jamais o verbo na primeira pessoa do plural

De todas as espertezas gramaticais, nenhuma me irrita mais do que o uso conveniente de construções impessoais. Por exemplo, você pergunta a um vendedor se ele tem um produto qualquer e ele diz: “Desculpe, ficou decidido que a loja não trabalharia mais com essa marca”. No aeroporto, um funcionário da companhia aérea lhe diz: “Fomos informados de que o voo terá uma hora de atraso”. Essa impessoalidade misteriosa é sempre a culpada por todos os problemas. Quando a notícia é ruim, ela costuma ser dada de forma impessoal, ou apenas de maneira genérica com o sujeito “eles”. Ao passo que a notícia boa costuma vir na primeira pessoa do singular. (Como eu gostaria que minha professora lesse isso. Ela achava que eu não prestava atenção nas aulas!) Se a loja tem o produto desejado, o vendedor dirá: “Tenho, sim.” Quando o voo está no horário, o funcionário da empresa diz: “Tenho o prazer de comunicar que o voo 123 sairá no horário programado”.

Essa tendência merece atenção. Toda empresa que abusa da impessoalidade tem problemas. Se o funcionário não se sente identificado com a companhia, em situações críticas ele não usará jamais o verbo na primeira pessoa do singular – e muito menos do plural. Isso é sinal de que não está havendo comunicação entre os diferentes escalões. Em companhias desse tipo é comum que existam problemas generalizados – do desenvolvimento de produtos à prestação de serviços ao cliente. Pode parecer o maior clichê do mundo, mas o maior tesouro de qualquer empresa são seus empregados. Quando se deixa de observar esse princípio básico, o que se tem é esse antagonismo que contrapõe “nós” a “eles” – um embate velado entre as ações e os interesses da massa de funcionários e os principais executivos.

Basta ouvir as queixas mais comuns da equipe de vendas: “Eles (os chefes) nunca pedem nossa opinião para nada”. Ou ainda: “Se nos tivessem perguntado, teríamos dito que não adianta propor soluções abstratas para os problemas concretos que temos”. E o que dizem os executivos? “Parece que eles (os funcionários) não entendem. Será que não percebem que nossas propostas arrojadas vão ao encontro de uma clientela moderna?” Esse antagonismo, que coloca funcionários e executivos em lados opostos, jamais formará um “nós”. Se os empregados se sentem como se estivessem do lado de fora da empresa, de quem é a culpa? Talvez a administração não esteja investindo tanto quanto deveria para que eles se sintam devidamente valorizados. É fácil fazer esse diagnóstico. Basta perguntar a esses funcionários, por exemplo, onde eles conseguem informações sobre os novos produtos da empresa em que trabalham ou onde ficam sabendo das notícias que podem afetá-los. Se a resposta for “nos jornais” ou “no concorrente”, pode ter a certeza de que a empresa para eles é algo muito distante.

Essa queda de braço entre “nós” e “eles” é comum em qualquer grande corporação, portanto os executivos podem estar certos de que vão ter de lidar com isso a vida toda. Às vezes, encontro esse tipo de coisa nas empresas da Virgin. Quando uma pessoa qualquer me diz: “Desculpe, senhor Branson, mas me disseram que não faríamos mais isso”, respondo assim: “Disseram? Desculpe, pensei que você trabalhasse aqui”. Um pouco pesado, talvez, mas não há quem não entenda!

O problema fica pior ainda por causa de nossa dependência excessiva das tecnologias impessoais de comunicação. Um dos maiores desafios de qualquer executivo hoje é fazer com que as pessoas conversem de verdade umas com as outras. Reuniões presenciais e o velho brainstorming são fundamentais para qualquer empresa. Mandar um e-mail com um anexo de PowerPoint pode dar resultado em alguns casos, mas não na maior parte deles. É preciso adotar um estilo mais fluido de comunicação interna entre a administração e os empregados.

Na Virgin Atlantic, quando estamos bolando uma nova cabine para nossos aviões, chamamos o pessoal da administração, de projetos e de marketing para que acompanhem desde o início tudo o que será feito. Um representante do grupo que utilizará a cabine (isto é, um membro da tripulação) fará parte desse grupo, já que ele, em última análise, será responsável pelo sucesso ou pelo fracasso do novo local de trabalho. Se esse profissional não for convocado, corre-se o risco de ouvir o seguinte comentário da tripulação na primeira vez que entrar nessa cabine que custou milhões de dólares: “Hum, que beleza, mas onde fica a cafeteira?” Quando todos participam do desenvolvimento do produto, o projeto não só sai melhor como também potencializa o sentimento de orgulho próprio dos trabalhos em equipe. Todos saem ganhando, inclusive os clientes e os acionistas.

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– E a Segurança Industrial da China? Nova preocupação mundial?

Se não bastassem as queixas contra as condições de trabalho dos operários e a falta de democracia (coisas que os direitos humanos deveriam agir com mais contundência e não faz), agora nasce um outro problema na China: a segurança industrial!

Na região do Porto de Tianjin, uma explosão matou na semana passada 114 pessoas e feriu outras 700. Impressionante a imagem feita do céu, deixando uma cratera gigantesca vista do alto.

Será que para produzir a custo baixo vale a pena o trabalho escravo e as péssimas condições na produção?

Enquanto existirem consumidores dispostos a comprarem com ciência disso, haverá esse tipo de situação.

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– Empresas Inovadoras e a necessidade de inovar!

Olha que bacana: a Revista Época trouxe uma matéria interessante sobre inovação e inovadores, além das dificuldades que elas possuem no dia-a-dia, especialmente em relação aos rumos e a concorrência.

Abaixo, extraído de: http://is.gd/1o4SW7

AS EMPRESAS DO MUNDO DIGITAL NÃO SÃO TÃO DIFERENTES ASSIM

Elas têm a fama de ser irreverentes e inovadoras. Na realidade, sofrem dos mesmos dramas que todas as corporações

por Rafael Barifouse

Toda empresa digital que se preze narra uma história épica para definir sua origem. É a garagem onde Steve Jobs e Steve Wozniak criaram o primeiro computador pessoal e a Apple. O encontro fortuito entre Larry Page e Sergey Brin, a dupla do Google, na Universidade Stanford. Ou a solidão de Mark Zuckerberg em seu dormitório de Harvard, onde nasceu o Facebook. Seus fundadores costumam proclamar-se ícones de novas corporações, cujos princípios misturam a informalidade nos trajes e os ideais comunitários da contracultura à ambição inovadora e à competitividade dos grandes empreendedores. O mundo corporativo tradicional é visto como um ambiente de torpor e sisudez. Os empreendedores digitais nunca estão interessados apenas no negócio – querem mudar o mundo. Tal narrativa costuma vir embalada em palavras de ordem e slogans revolucionários – “Pense diferente”, da Apple; ou “Não seja mau”, do Google. “É uma promessa atraente. Entretanto, sugere uma nova leva de livros de negócios, essas corporações não agem de modo tão diferente. Elas podem não ser exatamente más, mas sua abordagem da influência e do crescimento persegue um caminho bem repisado, implacável”, escreve na revista The New Yorker o jornalista Nathan Heller. “Atrás delas, paira a sombra pesada das empresas disseminadas, gananciosas e tacanhas de outrora.”

Um dos livros recentes é A eclosão do Twitter (Companhia das Letras), de Nick Bilton, repórter e colunista do jornal The New York Times. Até há pouco tempo, a lenda original do Twitter era narrada assim: Jack Dorsey era engenheiro da Odeo, uma empresa de rádio on-line à beira da falência que pedira aos funcionários ideias em busca de uma salvação. Dorsey propôs um sistema de mensagens em que o usuário informava o que fazia. A ideia, prossegue a lenda, surgiu quando ele era criança – e voltou anos mais tarde, quando viu um sistema parecido em táxis.

Essa versão da gênese do Twitter foi reproduzida por toda reportagem que tentou narrar as transformações trazidas pelas mensagens de 140 caracteres. Bilton conta que não foi bem assim. Ele relata uma criação bem mais colaborativa. Dorsey teve a ideia, mas não teria feito nada com ela se o criador da Odeo, Noah Glass, não o tivesse estimulado. Foi Glass quem batizou a empresa e deu ênfase à conexão de pessoas. Evan Williams ajudara Glass, seu amigo, a abrir a Odeo com o dinheiro ganho com a venda da rede de blogs Blogger ao Google. Foi sob seu comando que o Twitter se converteu numa forma de compartilhar o que ocorria no mundo, por meio de informações e  notícias, não apenas relatos narcisistas do tipo “o que estou fazendo”. Como instrumento de mobilização no Oriente Médio e canal de notícias em tempo real, o Twitter ganhou fama mundial. Por fim, Biz Stone, o quarto cofundador, foi seu eixo moral. Lutou para manter o serviço politicamente neutro, ao negar pedidos do governo por informações dos usuários. Sem qualquer um dos quatro, o Twitter dificilmente seria o que é hoje. “Esse tipo de mito é comum no Vale do Silício”, diz Bilton. “Um cara diz que teve uma ideia no bar e, anos depois, ela vira  um negócio bilionário. Raramente é verdade. As pessoas contam essa história para aparecer bem na foto, mas normalmente é algo construído por um grupo. Quando a lenda funciona, essas pessoas ganham o poder que buscavam.”

Como quase sempre acontece quando há poder e dinheiro envolvidos, disputas pelo controle do Twitter se seguiram. De forma intensa para os padrões do Vale do Silício. Considerado inapto para gerir a empresa, Glass foi tirado do comando por Williams, com apoio de Dorsey. Foi apagado da história do Twitter. Dorsey assumiu a presidência, e não fez um bom trabalho. Insatisfeito, Williams obteve o apoio de investidores para demitir o amigo e assumir o posto. Magoado, Dorsey peregrinou pela imprensa contando a origem do Twitter como seu grande protagonista. Depois levou a cabo a segunda parte da revanche. Como Williams demorava para decidir e tinha um fraco por contratar amigos, deixou insatisfeitos os investidores. Dorsey captou a insatisfação, a levou ao conselho e tirou Williams da presidência. Nada disso chegou ao mercado. Para todos os efeitos, o Twitter era uma típica empresa digital, repleta de mentes brilhantes que mudavam o mundo enquanto jogavam videogame e pebolim. Parte disso era verdade.

Pouco depois da demissão de Williams, o rapper Snoop Dog fez um show improvisado no refeitório do Twitter. Cantava e fumava maconha, enquanto os funcionários dançavam sobre as mesas, enebriados. Quando soube da balada, Dick Costolo, o novo presidente, ficou furioso. Prometeu que seria a última vez que algo assim ocorreria. “Está na hora de o Twitter crescer”, afirmou. Desde então, o número de usuários mais que dobrou (para 550 milhões), a receita multiplicou-se por dez (hoje são US$ 583 milhões por ano), e os funcionários fora de 200 para 2.300. No início de novembro, o Twitter entrou na Bolsa de Valores com valor de US$ 25 bilhões.

A transição da adolescência para a fase adulta corporativa parece ser inescapável às companhias digitais. Nesse período, jovens empreendedores descolados se transformam em capitalistas preocupados com prazos, resultados e capitalização da companhia. A lenda original desvanece e dá lugar à gestão profissional e aos conflitos de acionistas. Mas o mito original ainda circula, como imagem externa (e eterna) da empresa.

Dois outros livros citados por Heller – um sobre a Amazon, outro sobre a disputa entre Apple e Google – revelam que o exemplo do Twitter não é exceção. Os fundadores dessas companhias se consideram sujeitos excepcionais, que abriram empresas para criar um jeito novo de fazer negócios e mudar o mundo. Aos poucos, suas empresas foram assumindo contornos tradicionais. Seus objetivos nobres deram lugar às metas que guiam corporações desde a fundação da Companhia das Índias Orientais. Se fazem um bom trabalho, conseguem manter um verniz de irreverência, enquanto sua imagem pública se descola cada vez mais da realidade do dia a dia.

O Google afirma ter surgido com a missão de organizar e oferecer informação por meio de um sistema de busca. Hoje, mais de 90% de seu faturamento vem de uma das mais antigas fontes de receita: publicidade (foram US$ 50 bilhões em 2012). Seu lema – “não seja mau” – é uma forma de dizer que age com ética e pensa antes no interesse público. Mas a ética do Google foi questionada neste ano, quando a presidente do Conselho de Contas Públicas do Reino Unido, Margaret Hodge, acusou a empresa de vender publicidade por meio da filial na Irlanda e receber por isso pela filial nas Bermudas, para evitar pagar de impostos. Também não parece ter pensado no interesse público quando foi flagrada bisbilhotando a conexão de internet de americanos enquanto seus carros fotografavam as ruas para seu serviço de mapas.

Em Dogfight: como Apple e Google foram à guerra e começaram uma revolução, o autor Fred Volgstein adiciona outro fato desabonador à biografia da empresa. Conta como Steve Jobs sentiu-se traído com o lançamento do sistema de celulares Android pelo Google. Larry Page e Sergey Brin, seus fundadores, se consultavam com Steve Jobs. Eric Schmidt, presidente do Google na época, era membro do conselho da Apple e assegurara a Jobs que fazer programas para o iPhone era mais importante do que o Android, um projeto secundário. Sentindo-se traído, Jobs prometeu ir à guerra com o Google. Não adiantou. O Android lidera como software para smartphones, com 80% do mercado.

A Apple não escapa ilesa no relato de Volgstein. A empresa – que cresceu sob o slogan “Pense diferente” – ganha dinheiro com versões aperfeiçoadas de produtos criados por outras companhias. O iPod, diz Volgstein, surgiu três anos depois que o mercado de tocadores de música fora desbravado pela fabricante Rio. Nem o iPhone foi o primeiro smartphone nem o iPad o primeiro tablet – embora ambos tenham inventado seus respectivos mercados. Volgstein diz que a Apple se promove como uma marca que incentiva o livre-pensamento e a criatividade, quando, na verdade, é uma empresa paranoica por controle, que patenteia tudo o que pode para bloquear a concorrência. A liberdade proporcionada por seus produtos não se reflete em sua forma de fazer negócio. O livro conta como Jobs optou por um tipo incomum de parafuso, para que só técnicos credenciados pela Apple fossem capazes de abrir seus produtos. Até mesmo a imagem visionária de Jobs sai arranhada. Ele não gostava de lidar com empresas de telecomunicação nem da ideia de unir um telefone a um tocador de mídia. Teve de ser empurrado a fazer o iPhone, assim como a incluir a letra “i” no nome do aparelho. Mesmo os computadores brancos, hoje ícones da Apple, foram, de início, recusados por ele.

Um dos principais capitalistas de risco americano, John Doerr dá um conselho aos empreendedores: “Seja missionário, não mercenário”. Entre os beneficiários do dinheiro (e dos conselhos) de Doerr está Jeff Bezos, da Amazon. Em The everything store, o jornalista Brad Stone conta como Bezos acredita seguir o mantra de Doerr ao estabelecer como missão da Amazon simplificar o comércio eletrônico. A Amazon transformou o comércio on-line numa indústria bilionária. Conquistou admiração por seus preços baixos e eficiência – e virou um gigante global que fatura US$ 75 bilhões por ano. Mas o livro sobre a Amazon mostra como ela pode ser agressiva.

Um episódio foi a compra da Quidsi, dona do site Diapers.com, de produtos para bebês. Depois que sua oferta foi recusada, a Amazon baixou em 30% os preços de seus produtos para bebês. A Quidsi reajustou seus valores. A Amazon baixou ainda mais os dela, arcando com milhões de dólares em prejuízo. A Quidsi cedeu. A postura belicosa da Amazon é tão conhecida no mercado de tecnologia que os investidores seguem uma regra: só investir em empresas que não estejam no caminho de Bezos. A atitude hostil não começa da porta da empresa para fora. Stone retrata  a Amazon como um lugar difícil de trabalhar, onde a retenção de funcionários é a menor entre as companhias de tecnologia. Segundo ele, isso reflete uma cultura em que todos são incentivados a desafiar uns aos outros. Bezos é o primeiro a deixar a civilidade de lado. É descrito como bem-humorado e cativante, mas é capaz de explodir se algo sai errado, de dizer: “Você é preguiçoso ou só incompetente?” ou “Desculpe-me. Será que tomei minhas pílulas de estupidez hoje?”. Bezos pode ser visionário, mas age como um tirano da velha guarda. Isso não quer dizer que seja uma farsa. Os criadores de Google, Apple, Amazon e Twitter realmente acreditam trabalhar por um objetivo maior. O equívoco é pensar que seus ideais se refletem nas práticas corporativas.

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– Os Inimigos da Produtividade

Muito bacana a matéria da Folha de São Paulo (19/07/15, Classificados, pg D6, por Fernanda Perrin) sobre inimigos da produtividade, a respeito das distrações que atrapalham o dia-a-dia das empresas e roubam o tempo dos funcionários. São eles:

1- Ambientes sem Divisórias, que impedem pessoas atarefadas de dizerem “Não”, devido a proximidade e intimidade criadas.

2- Comunicação Falha, onde as pessoas falam muito e não se fazem compreendidas com o essencial e resumido.

3- Reuniões Desnecessárias, mal organizadas, pautas ruins e repetitivas, além de gente que se estende demais.

4- Atualização Impulsiva da Caixa de E-mails, tornando o usuário do sistema um viciado no teclado.

5- Pressa e Imediatismo nas Tarefas, sem planejamento adequado e com a hora pressionando.

6- Má Gestão do Tempo, onde as atividades deveriam ser classificadas por níveis de importância e escalonadas durante o dia.

7- Uso das Redes Sociais, grande mal dos nossos tempos. Parar o serviço para dar uma espiada no Facebook ou LinkedIn não dá.

E aí, concorda com este elenco de pontos negativos contra a Produtividade?
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– Starbucks conhecendo a realidade?

A rede de cafeterias Starbucks, global marca de luxo, parece que sente a dificuldade econômica do Brasil. Depois do modismo na sua chegada, começou a fechar unidades!

A primeira a encerrar as atividades será a da Rua Amauri, ponto nobre de SP. Motivo: não dá lucro!

A crise chegou para todos os setores mesmo…
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– A Malaysia caiu e faliu?

Uma empresa de aviação que sofre abalos de imagem devido a segurança nos vôos corre risco de deixar de existir. Lembram-se da TAM e dos Fokker 100?

Pois bem: depois dos dois acidentes seguidos da Malaysia Airlines, a empresa reduzirá os salários de 14.000 funcionários e demitirá outros 6.000.

O próprio presidente da Malaysia, o alemão Christoph Mueller, disse que “Tecnicamente, estamos falidos!”.

E se você ganhasse uma passagem de avião da Malaysia, com tal confissão do principal executivo da empresa? Toparia passear com ela?

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– Abílio Diniz como número 1 do Carrefour, mundialmente falando?

Uau!

Leio na Época Negócios (ed Abril 2015, pg 30) que Abílio Diniz, ex-Pão de Açúcar e que após vender o conglomerado ao Casino comprou a operação do Carrefour no Brasil, negocia com o homem mais rico da França, Bernard Arnault, além de entrar em contato com a família Moulin (os maiores acionistas do Carrefour mundo afora), a COMPRA das suas ações para se tornar o maior acionista do planeta!

Imaginar que o Carrefour era seu inimigo número 1 e hoje pode ser seu maior ativo é incrível. Coisas de um empreendedor de sucesso! bomba.jpg

– Os 10 maiores prejuízos das empresas brasileiras em 2014

O número é realmente assustador: esqueça a Petrobrás, quebrada pela corrupção política. Arriscaria dizer qual a empresa que mais perdeu dinheiro em 2014?

Foi a OI, de comunicação. Vejam só cada número impressionante:

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/negocios/20150406/maiores-prejuizos-brasil-2014-ate-agora/248501.shtml

OS 10 MAIORES PREJUÍZOS DO BRASIL EM 2014

Apesar da expansão pífia de 0,1% do PIB no ano passado, as empresas brasileiras terminaram 2014 com prejuízos menores – pelo menos, até agora. Os dez maiores prejuízos líquidos somaram R$ 18,587 bilhões. A cifra é 63% menor que os R$ 50,560 bilhões registrados pelas campeãs de perdas de 2013. O número, porém, ainda pode ser alterado. O motivo é que a Petrobras ainda não apresentou seus números auditados do terceiro e quarto trimestres [Como é sabido, já foi divulgado e supera todas as demais]. A previsão é que o balanço seja divulgado até o fim de abril, mas, diante da falta de informações sobre como a empresa vai contabilizar as perdas com o superfaturamento de preços que sustentou a corrupção descoberta pela Lava Jato, não se sabe sequer se a Petrobras terá lucro ou prejuízo.

A comparação também mostra como as empepinadas empresas de Eike Batista pesaram sobre a economia, há dois anos. Em 2013, cinco dos dez maiores prejuízos foram registrados por companhias do ex-bilionário. Foi o momento mais agudo da crise do Grupo EBX e que culminou com os pedidos de recuperação judicial da OGX, sua petroleira, e da OSX, que atua na construção e operação de plataformas. Somente a OGX registrou prejuízos de mais de R$ 19 bilhões, entre seu braço operacional e sua holding.

Até aqui, a lista de 2014 é liderada pela Oi, com perdas de R$ 4,408 bilhões. A companhia foi afetada pelo fim das operações da PT Portugal. Com isso, a empresa precisou realizar provisões de R$ 4,164 bilhões para eventuais perdas contábeis. Trata-se de uma reserva de dinheiro para compensar o que a empresa deixará de ganhar com a PT Portugal. No relatório que acompanha as demonstrações financeiras, a Oi afirma que mais da metade das provisões poderá ser revertida em ganhos futuros, devido à reclassificação das perdas e pagamentos adicionais pelo desempenho da PT.

Confira, a seguir, os dez maiores prejuízos de empresas brasileiras em 2014, de acordo com os dados da consultoria Economática:

1) Oi

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 4,408 bilhões

Lucro Líquido em 2013: R$ 1,493 bilhão

Variação: na

2) Eletrobras

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 3,031 bilhões

Prejuízo Líquido em 2013: R$ 6,287 bilhões

Variação: -52%

3) MMX

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 2,218 bilhões

Prejuízo Líquido em 2013: R$ 2,057 bilhões

Variação: +8%

4) ALL América Latina Logística

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 1,897 bilhão

Lucro Líquido em 2013: R$ 13,029 milhões

Variação: na

5) Eneva

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 1,517 bilhão

Prejuízo Líquido em 2013: R$ 942,455 milhões

Variação: +67%

6) Biosev

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 1,295 bilhão

Prejuízo Líquido em 2013: R$ 450,135 milhões

Variação: +188%

7) Gol

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 1,246 bilhão

Prejuízo Líquido em 2013: R$ 796,547 milhões

Variação: +56%

8) Brookfield

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 1,232 bilhão

Prejuízo Líquido em 2013: R$ 686,210 milhões

Variação: +79%

9) HRT Petróleo

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 1,003 bilhão

Prejuízo Líquido em 2013: R$ 2,238 bilhões

Variação: -55%

10) Marfrig

Prejuízo Líquido em 2014: R$ 739,472 milhões

Prejuízo Líquido em 2013: R$ 913,593 milhões

Variação: -19%
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– O Recall da Spin. Abra o olho, dona Chevrolet

A GMB (General Motors do Brasil) pensa estar tratando o cliente do Brasil como americano. Mas, na prática, o faz só em tese

Veja essa situação: proprietários da minivan Spin (e de alguns modelos do Ônix e Cobalt) foram chamados para um recall a fim de substituir uma porca do tanque de combustível ou eventual substituição do próprio tanque!

Ok. Tentei agendar numa concessionária de Jundiaí, mas não havia previsão da chegada da peça. Tentei outra. Idem. Tentei em São Paulo. Idem. Tentei em Campinas. Idem, idem e idem.

Ora, empresa que faz recall pode ser interpretada de duas formas:

1) Se preocupa com o consumidor;

2) Faz mal feito e depois tem que consertar.

Pior de tudo é chamar para o recall e há MESES nenhuma agência ter as peças…

Que feio.

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A Bilionária Apple!

A Apple divulgou seu balanço: a empresa tem em seu caixa US$ 178 bi!

Dá para comprar a GM + Ford + Tesla, e ainda sobrará 40 bi no caixa.

Uau… o valor da empresa no mercado é de 640.000.000.000,00 de dólares.

Não precisa escrever mais nada depois disso…

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– Os 4 Tipos de Chefes Mais Odiados pelos Jovens

Veja que interessante: pesquisa aponta os defeitos mais odiados dos jovens em relação aos seus chefes.

Será que o do seu superior está nesta lista?

1– Chefes ausentes da sua equipe

2- Chefes que não elogiam

3- Chefes conservadores

4- Chefes parciais no tratamento

Extraído de: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/os-4-tipos-de-chefes-que-os-jovens-mais-odeiam

OS 4 TIPOS MAIS ODIADOS PELOS JOVENS

A receita para ser rejeitado pela equipe é esquecê-la. Chefes ausentes e indiferentes são adeptos do “estilo de liderança” mais reprovado por jovens entrevistados pelo Nube, entre novembro e dezembro.

Para 57% dos 7.451 participantes da pesquisa, o pior perfil é do chefe distante e quase nunca presente. Segundo Yolanda Brandão, coordenadora de treinamentos externos do Nube, o resultado da pesquisa é sinal de que os jovens prezam, e muito, pela criação de relacionamentos com colegas e líderes no ambiente de trabalho.

Um chefe que não reconhece as conquistas da equipe aparece logo em seguida na escala de rejeição. Com, 20,52% dos votos, este tipo de comportamento também é altamente criticado pelos jovens, acostumados a ouvir elogios de pais e professores.

Perfis que pendem para uma atuação tradicionalista e proibitiva também recebem cartão vermelho da Geração Y. Segundo a pesquisa, 17,32% dos entrevistados rejeitam chefes que adotem este estilo mais antiquado.

A parcialidade no tratamento da equipe fecha a lista de gestão, co]m 5,14% dos entrevistados, de acordo com o Nube.

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– Operação Lava Jato se aproximando da Friboi?

Está no Estadão: a Friboi teria sido citada por Paulo Roberto Costa (o diretor corrupto da Petrobrás) durante a delação premiada.

Em boataria, sempre se ouviu falar que a Friboi teria como acionistas ocultos o ex-presidente Lula e seu filho Lulinha. Claro, boato não é verdade até que seja provado e pode prejudicar as pessoas, se calunioso.

Será que onde há fumaça realmente existe fogo?

Aguardemos.
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– Os Aumentos não oficiais dos Combustíveis!

Você assistiu o Jornal Nacional anunciando o reajuste dos preços dos combustíveis nesta semana?

Leu na Folha ou no Estadão que a Petrobrás fez algum reajuste?

Ouviu sobre isso em algum noticiário nas rádios?

Não, certamente não ouviu. Primeiramente porque não existe aumento oficial, mas que estão elevando os preços por diversos meios, ô se estão.

Recorde-se: já tivemos um significativo aumento de preços (esse, oficial) no começo de Outubro. Ao invés dos usineiros aproveitarem e entupirem o mercado de Etanol, substituindo a Gasolina pelo preço baixo, aproveitaram a ocasião com a concordância do Governo.

Se a Gasolina vende pouco, a Petrobrás perde dinheiro. Mas se o Etanol se eleva, as vendas continuam as mesmas e Governo + Usineiros lucram muito mais; e, logicamente, quem perde é o… consumidor. Ah, e os postos revendedores também se dão mal, que sentem a margem de lucro cada vez menor e o consumo dos clientes caindo, pois o motorista sai cada vez menos de carro.

Aumentando o Álcool Etílico, por constituir 27,5% de Álcool Anidro na Gasolina, o outro combustível também sobe de preço. Ainda mais: numa semana eles elevam o preço por “realinhamento”. Na outra, sobem mais centavos por “readaptação ao mercado”. Aí elevam também o Diesel, pelos mesmos motivos, por cálculo do índice do preço médio de impostos, e de tantas outras coisas.

Em quase 1 mês, o preço aumentou diversas vezes. Mas, oficialmente, só ocorreu o do começo do mês passado…

Depois se falará que a inflação é de apenas 0.5 ou 0.6 ao mês. Que conversa fiada!

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– A FIFA quer que jogador pertença ao Clube. E daí?

A FIFA estuda acabar com os fundos de investimentos que são donos de jogadores de futebol. A idéia é que somente os clubes possam ser detentores dos direitos federativos do atleta contratado.

Na prática, isso acabaria com a situação em que determinado jogador tenha hipoteticamente 20% dos seus direitos pertencentes a um empresário, 30% a um investidor, 40% ao clube ou os outros 10% fatiados entre outros “proprietários”.

Mas isso, claro, é paliativo. Aqui no Brasil, onde grande parte dos clubes não tem os jogadores como atletas pertencentes ao elenco, mas sim “colocados para jogarem” por alguém que tenha direito, tornando-se assim a agremiação como uma boa vitrine comercial para os empresários, a coisa ferverá até uma ideal readequação.

E qual será ela?

Simples: a criação de clubes de fachada! É de conhecido público que grandes negociantes como Eduardo Uram, Família Figger e tantos outros compram equipes e lá registram seus jogadores.

A mudança trará algumas implicações, mas no final da conta, os jogadores mudarão de donos que eram fundos para donos que sejam clubes – ATUANTES OU NÃO em campeonatos!

Continuarão como “atletas em prateleiras”, sendo produtos ofertados como já são”.

Fico com a curiosidade: quem terá o maior elenco do Brasil? Tombense, Deportivo Brasil e tantos outros por aí… Aliás, algo assim aconteceu com o camisa 10 Rodrigo Fabri, quando foi vendido da Portuguesa ao Real Madrid via Uruguai.

Teria sido naquela época um “acordo entre cavalheiros”?

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– CPFL não respeita ninguém!

Depois de 3 tentativas para pedir a troca de uma simples lâmpada queimada na rua, e nas 3 vezes (com protocolo na mão) a atendente da CPFL dizer que o prazo era de 48h para a troca, e de todas as ligações já se terem passado rigorosamente 1 semana de cada e nenhum reparo ter sido feito, o que fazer?

Quase 1 mês implorando para uma simples troca de lâmpada na minha rua, num local escuro, e “neca de pitibiriba”. Estou pensando seriamente em emprestar alguma escada alta e comprar uma lâmpada para iluminar o trecho.

Que vergonha, CPFL! Nos tempos em que existia as estatais CESP e Eletropaulo, a gente achava que o serviço era péssimo. Lêdo engano… a CPFL parece ser ainda pior!

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– Há 21 anos nascia o Celular (no Brasil…)

Veja que interessante: a Telesp Celular começava a operacionalizar o telefone celular, 21 anos atrás.

Eu me lembro bem: era caríssimo. Assinatura de 40 dólares, fora o custo das tarifas (realizadas e recebidas)!

Olha o Estadão da época, do dia anterior ao início das atividades:

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– As Inovações Japonesas da Pepsi

Melancia Salgada, Yogurte, Morango Pink, Extra e Black: novos, excêntricos, mas rentáveis sabores da Pepsi, que resolveu testar seus produtos no Japão!

Extraído de: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/pepsi-lanca-sabores-excentricos-no-japao

PEPSI LANÇA SABORES EXCÊNTRICOS NO JAPÃO

Companhia lançou o “melancia salgada”, “Pepsi branca com iogurte” e “morango pink” para atender o gosto dos consumidores japoneses

– A Pepsi vem lançando refrigerantes exclusivos para atender o gosto dos consumidores japoneses. As últimas novidades são os sabores especiais “melancia salgada”, “Pepsi branca com iogurte” e “morango pink”.
A primeira adaptação feita pela companhia no Japão foi a Pepsi Extra, bebida com um maior teor de cafeína e açúcar, comercializada em latas no formato slim, com 200 ml.

O produto é trabalhado localmente como um energético e é promovido como sendo ideal para afastar o sono.

Outro lançamento, a Pepsi Black, é voltado para o público adulto e conta com 50% menos açúcar que a versão tradicional. Já a Pepsi Dry é outra opção excêntrica, já que não possui sabor doce.

Novos sabores de Pepsi no Japão

– Grandes Magazines investigados por Venda Casada

Famosos mas duvidosos!

Os respeitados Magazine Luiza, Ricardo Eletro, Ponto Frio e Casas Bahia estão sendo cobrados pela prática ilegal da venda casada, que nada mais é que “o golpe de baratear um preço forçando a venda de outro”.

Nestas horas, a ética fica esquecida…

Abaixo: http://m.estadao.com.br/noticias/economia-geral,gigantes-do-varejo-sao-investigados-por-venda-casada,181602,0.htm

GIGANTES DO VAREJO SÃO INVESTIGADOS POR VENDA CASADA

Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor considera abusiva a oferta de garantia estendida e planos odontológicos na venda de eletrodomésticos

Por Murilo Rodrigues Alves

O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), órgão veiculado ao Ministério da Justiça, explicou que vai investigar as empresas Magazine Luiza, Ricardo Eletro, Casas Bahia e Ponto Frio por tentar impor a venda “abusiva” de garantia estendida e outros serviços, incluindo planos odontológicos, no momento da comercialização de eletrodomésticos. 

A abertura de processo administrativo contra as varejistas foi publicada na edição desta quarta-feira do Diário Oficial da União. As empresas têm 10 dias para apresentar a defesa. Se condenadas, podem ser multadas cada uma em até R$ 7,2 milhões.  

Segundo o Ministério da Justiça, as averiguações começaram em 2012, depois de denúncia do Procon de Ubá (MG) contra as Casas Bahia. Após consulta aos registros do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec) e aos Procons, o órgão resolveu ampliar a investigação para outras empresas por conta do alto número de reclamações em todos os Estados. 

As Lojas Insinuante, com presença significativa no Nordeste, também foi notificada para prestar esclarecimentos sobre a prática, mas ainda não foi aberto processo administrativo sobre a empresa.

”É dever do fornecedor informar, esclarecer e orientar o consumidor sobre todos os produtos e serviços ofertados. Não podemos admitir que empresas se aproveitem da vulnerabilidade dos consumidores e imponham a compra de um eletrodoméstico a venda de seguros e serviços não solicitados”, afirma Amaury Oliva, diretor do DPDC. 

O seguro garantia estendida não pode substituir a garantia obrigatória prevista no Código de Defesa do Consumidor. Os fornecedores são obrigados a oferecê-la. 

De acordo com Oliva, no ano passado, 24.906 consumidores procuraram os Procons em todo o País para reclamar sobre seguros. O ministério produziu um levantamento sobre reclamações de consumidores em relação à garantia contra cada uma das quatro varejistas entre 2005 e 2012. No período, a Ricardo Eletro liderou o ranking de queixas, com 33.367 reclamações. Em seguida, aparecem Ponto Frio (14.031), Casas Bahia (13.057) e Magazine Luiza (9.068). 

Uma dessas empresas conseguiu vender em apenas um ano 9 milhões de apólices de seguro, de acordo com Oliva. Ele não quis identificar qual foi a varejista. Segundo ele, só o Magazine Luiza oferece 11 tipos diferentes de seguro.

O diretor apresentou alguns casos de consumidores que saíram das lojas sem saber que junto com os produtos também adquiriram outros serviços em vendas casadas. Uma consumidora comprou um jogo de cozinha, que custaria R$ 820, e saiu com seguro de vida, garantia estendida e compra de seguro. No total, teve que desembolsar R$ 1.019,00.

Uma aposentada comprou diversos produtos e quando foi conferir a nota fiscal percebeu que adquiriu também um seguro para trabalhadores sem comprovação de renda, serviço que não precisaria adquirir. Outra senhora, de 63 anos, comprou um eletrodoméstico e, sem notar, saiu da lojas com contrato de assistência odontológica para ela e a neta, de 10 anos. Quando utilizou a assistência, porém, teve que pagar pelos serviços. 

”Muitas vezes entra no parcelamento e o consumidor não percebe que está pagando por outros serviços caros”, explicou Oliva. Para ele, a culpa não é dos vendedores, que são obrigados a seguir a política das empresas. 

Ele afirmou que o DPDC trabalha em conjunto com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão do governo que regulamenta e fiscaliza o setor. Esta semana, estão reunidos em Brasília representantes dos Procons, Ministérios Públicos e Defensorias Públicas para discutir ações de fiscalização do mercado.

Oliva admite que o valor da possível multa para empresas desse porte é pequeno, mas, segundo ele, o principal prejuízo é manchar a imagem das companhias. Explicações- A Ricardo Eletro informou que ainda não foi notificada e que só se manifestará após tomar conhecimento da medida. A empresa afirma que tem realizado investimentos constantes para atender melhor o consumidor e que constatou uma redução “bastante significativa” no número de reclamações de clientes.

O Magazine Luiza alegou também que até o momento não foi notificado sobre sobre o processo administrativa. “A empresa informa que atua em conformidade com a legislação vigente e reitera o seu compro,misso maior de sempre prezar pela transparência e excelência no atendimento, visando à satisfação de seus clientes”, diz a nota enviada pela assessoria de imprensa da compnhia. 

A Via Varejo, holding das marcas Ponto Frio e Casas Bahia, informou, por meio de nota, que responderá ao governo no prazo determinado. “A Via Varejo informa que pauta suas ações de acordo com a Lei e na excelência do atendimento ao consumidor em todos os seus negócios”, diz o comunicado.

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– Você acredita em Especialistas e sabe tomar decisões sem influência?

Já ouviu falar da economista e consultora britânica Noreena Hertz?

Ela leciona na University College London, e foi orientadora de vários governantes em diversos assuntos: questões econômicas, negociações de paz e imbrólhos diplomáticos. E entrevista à Revista Época desta semana (pg 68-71, ed 824 à Marcos Coronato), falou sobre a idolatria a alguns especialistas e aos modelos pré-definidos para tomadas de decisões. Disse ela:

É claro que as opiniões, educação e treinamento com especialistas são importantes e devem ser levados em conta, mas especialistas erram muito (…) Nunca ouça um especialista só, questione as opiniões deles e busque informações”.

Mas gostei mesmo sobre quando ela fala da influência digital! Veja:

Vivemos uma era de distração digital, de e-mails e redes sociais. Mantemo-nos num estado hormonal de estresse constante e podemos ficar viciados. Recomendo que você tire folgas digitais, ao menos uma vez por semana, sem checar e-mail ou entrar nas redes sociais. Um dos melhores procedimentos que você pode adotar antes de tomar uma decisão, privada ou profissional, é delimitar um tempo e espaço para apenas pensar. É incrivelmente difícil fazer isso hoje”.

Concordo e assino embaixo. Precisamos muitas vezes buscar a calmaria para a reflexão e para podermos melhor pensar!

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– O Expresso Jundiaí virou FEMSA!

É negócio de “gente grande”! A FEMSA (engarrafadora mexicana da Coca-Cola e que atua fortemente no Brasil) comprou a tradicional empresa familiar Expresso Jundiaí, que muito orgulhou nossa cidade.

Qual será o futuro da empresa com tal aporte? Seria um caminho para mudar os rumos do negócio e levá-lo à distribuição de produtos da empresa? Não creio que a FEMSA pretenda alterar a logística atual da empresa.

Só o tempo dirá!

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– A Delação Premiada da Siemens

E não é que repercutiu pouco, bem menos do que deveria?

A multinacional alemã Siemens aceitou a delação premiada no caso que envolvia os escândalos de obras do Governo do Estado de São Paulo, em especial sobre o metrô. A empresa confessou (em troca da não-punição) que participava de licitações super-faturadas junto com outras concorrentes, que em esquema de rodízio ganhavam as obras após combinarem o preço, com aceite de alguns políticos.

Cadê os desdobramentos do caso e mais detalhes?

Isso é gravíssimo, e faltam muitas explicações. É preciso vigiar.

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