– Grindr e a Aposta Certeira no Nicho de Mercado Gay

 

Daqui há alguns dias (semana que vem) acontecerá a Parada Gay, e desde já as empresas querem lucrar com o evento.

 

Entretanto, no mundo dos negócios o público gay é altamente valorizado, principalmente pelo aceite em gastar quantias significativas pela tranqüilidade de seus costumes.

 

Compartilho matéria da Época Negócios, a respeito do GRINDR, aplicativo de smartphone aos homossexuais e que virou uma febre entre eles e elas, além de enorme rentabilidade para seu criador:

 

Extraído de: http://is.gd/9ZBFpp

 

ENCONTRO MARCADO E POR IPHONE

 

por Pedro Caiado

 

Com 1,7 milhão de usuários em 190 países, o aplicativo Grindr virou uma febre entre o público gay masculino. Tudo começou com apenas US$ 5 mil e uma ideia

 

O que você faz com o GPS do seu smartphone? Joel Simkhai, um americano de 33 anos, decidiu criar um aplicativo, o Grindr. Com um investimento de US$ 5 mil, a ideia era preencher uma lacuna que ele encontrava nos sites de namoro. “Em chats, não há ênfase nas pessoas ao meu redor. Agora posso saber quem é gay e está sentado perto de mim”, afirma. Dois anos depois de criado, o aplicativo virou uma febre entre o público gay masculino, com uma base de mais de 1,7 milhão de usuários em 190 países. Duzentos e oitenta mil deles têm um uso intensivo, conectando-se, em média, oito vezes por dia. Londres tem o maior público do Grindr, à frente de Nova York e Los Angeles. No Brasil, são 14 mil usuários – a cidade com mais cadastrados é o Rio de Janeiro, com 2,1 mil.

O modelo de negócios é misto. Há versão gratuita, com propaganda, e uma paga, com assinatura de US$ 2,99 por mês e recursos adicionais. “Não gastamos nada em publicidade. Novos adeptos conhecem o Grindr pelo boca a boca”, diz. Recentemente, o programa foi lançado para os sistemas Android e BlackBerry e, desde então, 8 mil novos usuários têm se cadastrado por dia. Simkhai diz que recebe muitos pedidos para criar um aplicativo para o público hétero, algo que já está nos planos. “Por que não encontrar pessoas próximas em vez de gastar horas online buscando alguém e descobrir que não há química?”

– Enquanto o Etanol dispara, Dilma comemora!

 

Nesta semana, o etanol subiu incríveis R$ 0,18 ao consumidor brasileiro. Motivos: a produção não é suficiente para a demanda e, é claro, as exportações aos EUA.

 

Porém, hoje, os americanos aprovaram uma lei que diminui os subsídios por lá. Ou seja, eles pagarão menos impostos e comprarão mais álcool (etanol) brasileiro.

 

Assim, se já falta álcool para o mercado interno, faltará ainda mais em breve. E os preços…

 

Pior: Dilma Roussef, a presidente, talvez desinformada das conseqüências, comemorou o fato com os usineiros de Ribeirão Preto hoje. Os usineiros comemoram, claro, pois terão mais lucro. Mas a presidente não deveria se preocupar com o povo brasileiro que a elegeu? Afinal, nós, consumidores, pagaremos a conta.

 

Extraído de: http://is.gd/cmcr68

 

FIM DO SUBSÍDIO AO ETANOL NOS EUA É VITÓRIA, DIZ DILMA

 

A presidente Dilma Rousseff disse hoje, em entrevista coletiva, em Ribeirão Preto (SP), que o fim das barreiras contra o etanol brasileiro nos Estados Unidos representa uma vitória para o País. Embora admita que, em termos práticos, a medida aprovada ontem no Senado norte-americano ainda dependa da sanção do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, Dilma disse que a decisão representa um reconhecimento de que o etanol brasileiro não competia em condições de igualdade nos EUA.

“Mesmo não sendo imediatamente aplicável, dependendo eu não sei do que direito, eu quero dizer que é um avanço, porque pela primeira vez aparece claramente uma posição que reconhece que tem incentivos, subsídios e protecionismo excessivo”, afirmou. “Então eu não sei como vai ser e a eficácia disso, mas aconteça o que acontecer, tem um fator simbólico muito importante para nós, que é o reconhecimento de que não é um mercado perfeito aquele do etanol brasileiro nos Estados Unidos. Então, para nós, acho que para todos os brasileiros interessados no assunto, se constitui numa vitória, mesmo que o resultado prático não seja imediato.”

Dilma disse, ainda, esperar que os produtores brasileiros tenham capacidade para abastecer o mercado externo, depois da crise nos últimos meses com a falta de álcool no mercado interno. “Eu acredito, e o governo vai fazer isso, eu acredito tanto na consciência dos produtores de etanol quanto na eficácia das políticas do governo. Nós estamos fazendo um esforço enorme no sentido de garantir um aumento da produção de etanol.”

– Magazine Luiza Arremata o Baú do SS e se torna o “Vice-Forte”

 

Sílvio Santos vendeu a cadeia de lojas “Baú” – originada do “Baú da Felicidade” ao Magazine Luiza.

 

O varejista do interior paulista cresce mais ainda com tal aquisição. E, SS, o homem do Baú, deve estar sentindo muito…

 

É o custo da reestruturação.

 

Extraído da Reuters: http://is.gd/fm8zXk

 

MAGAZINE LUIZA COMPRA BAÚ E CONSOLIDA VICE-LIDERANÇA

 

Por Vivian Pereira

O Magazine Luiza acertou a compra das lojas do Baú da Felicidade, do Grupo Sílvio Santos, consolidando a posição de segundo maior grupo varejista de eletrônicos e eletrodomésticos do país.

A rede comandada por Luiza Helena Trajano desembolsará 83 milhões de reais pelo Baú, em uma operação envolvendo 121 lojas em São Paulo, Minas Gerais e Paraná, segundo fato relevante ao mercado nesta segunda-feira. Além disso, o Magazine Luiza adiciona 3 milhões de clientes à sua base de cartões.

A aquisição marca o primeiro movimento da varejista após ter reforçado o caixa em abril com mais de 600 milhões de reais com sua Oferta Pública Inicial (IPO, na sigla em inglês).

“As lojas do Baú estão localizadas em pontos comerciais estratégicos, com foco na classe C, mesmo público-alvo das lojas do Magazine Luiza”, afirmou a varejista.

O movimento de consolidação entre redes varejistas no Brasil ganhou força após o Grupo Pão de Açúcar, alcançar a liderança absoluta do setor com as compras de Ponto Frio e Casas Bahia, anunciadas em 2009.

As ações do Magazine Luiza chegaram a avançar 3,6 por cento nesta segunda-feira, após o anúncio do acordo. Às 12h21, os papéis tinham valorização de 1,92 por cento, a 17,48 reais.

Depois de perder a disputa de Ponto Frio e Insinuante para Pão de Açúcar e Ricardo Eletro, respectivamente, o Magazine Luiza desembarcou no Nordeste, onde ainda não tinha operações, ao adquirir a Lojas Maia em julho do ano passado.

– O que você faria se tivesse ações da Brazil Foods?

 

A Brazil Foods, empresa originada da fusão entre Perdigão e Sadia, uma gigante mundial formada na área de alimentação, viu suas ações despencarem nos últimos dias, após o Cade (Conselho de Administração Econômica) sinalizar que não aprovará a união das empresas. Motivo: a participação de mercado seria muito grande, com as marcas Sadia, Perdigão, Batavo (as 3 mais importantes) além de outras 5 menores nas mãos de um grupo controlador.

 

Não parece o mesmo caso da Ambev, quando Brhama e Antártica tiveram que se desfazer da Bavária para permanecerem com a Skol?

 

Duvido que impeçam a continuidade da empresa. E digo mais: o momento é oportuníssimo para compra de ações da empresa, já que estão em baixa e, quando houver o veredito final (com a aprovação da fusão), elas dispararão de preço.

 

Aqui em Jundiaí, vemos o movimento enorme da Logística da empresa, sediada no Parque Industrial Fazgran. Se tivessem mais espaço, trabalhariam ainda mais! A empresa está em alta.

 

E você, o que sobre isso: vale a pena comprar ações da Brazil Foods hoje? Deixe seu comentário:

– Faltará Etanol em 2012, oficialmente

 

E o discurso do Ministro Edison Lobão? Disse que provavelmente faltará álcool combustível (etanol) em 2012, listou as dificuldades e fez suas considerações. Só faltou ser convincente sobre as medidas que o Governo adotará.

 

Se temos 1 ano para prevenção, por que não a fazermos já?

 

Extraído de: http://is.gd/3itD5r

 

MINISTRO LOBÃO PREVÊ FALTA DE ETANOL NA PRÓXIMA ENTRESSAFRA

 

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse nesta segunda-feira que podem ocorrer novos problemas de abastecimento de etanol no País. Segundo ele, assim como ocorreu neste ano, pode haver falta do combustível em postos durante a próxima entressafra da cana-de-açúcar, que ocorre nos primeiros meses do ano. Esse problema poderia causar novamente uma alta no preço do produto.

“Este ano, tivemos algumas dificuldades e estamos prevendo para o próximo ano também algumas dificuldades”, afirmou Lobão, após participar da cerimônia de abertura de um congresso sobre etanol realizado em São Paulo. “Temos preocupação com a próxima safra”.

Lobão disse que, devido à possibilidade de escassez do etanol, o governo vem conversando constantemente com empresários do setor sucroalcooleiro para projetar o abastecimento de etanol para o ano que vem. Segundo ele, caso falte combustível, a mistura de etanol na gasolina pode ser reduzida para manter o preço do produto.

“Estamos conversando com os produtores para que tenhamos uma produção maior, evitando a elevação de preços”, disse ele. “Se isso não for possível, reduziremos aquilo que o governo não quer reduzir, que é mistura [de etanol na gasolina], de 25%, para 22%, para 20%”.

Em abril deste ano, durante a entressafra da cana, o governo alterou o percentual mínimo de álcool misturado à gasolina. A quantidade mínima obrigatória, que variava de 20% e 25%, passou a variar entre 18% e 25%.

O ministro também afirmou que o governo federal trabalha em um plano decenal para aumentar a produção de açúcar e álcool no País. O plano, segundo ele, está em fase final de preparação e deve ser anunciado em breve.

O ministro disse que o plano vai traçar metas para a produção do setor sucroalcooleiro para os próximos dez anos. Essas metas serão estabelecidas projetando a demanda nacional dos produtos derivados da cana-de-açúcar.

“O plano decenal é um planejamento de demanda, de produção e de financiamento para que se obtenha os resultados desejados”, explicou o ministro, após participar da abertura de um congresso sobre etanol, em São Paulo. “Ele [o plano] está sendo concluído e acredito que, dentro de muito pouco tempo, vamos lançá-lo.”

Lobão afirmou que a intenção do governo é aumentar as exportações de etanol com o planejamento da produção. Por isso, o plano decenal vai trazer metas para a venda do produto para o mercado internacional.

“O governo pretende exportar etanol mais do que já vem exportando”, disse ele. “Não conseguiremos fazer isso se não garantirmos uma produção, que desde logo, abasteça o mercado nacional. Então, precisamos de um ganho na produção para exportar”.

De acordo com o ministro, o plano decenal vai garantir que o Brasil cresça sem prejudicar a qualidade de sua matriz energética. Ele disse que a energia proveniente da cana-de-açúcar é “limpa” e terá todo apoio do governo. “O governo fará todos os esforços para manter o uso das matrizes de energia limpa”.

Para o presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Marcos Jank, o anúncio do plano decenal é surpreendente e muito positivo. Jank disse que, com um planejamento de longo prazo, o setor sucroalcooleiro saberá qual será seu papel para os próximos anos. Assim, os empresários poderão fazer os investimentos necessários para atender às expectativas do governo referentes à produção.

– Raizen Resolve Divulgar sua Marca no Mercado

 

A Cosan, empresa brasileira e gigante mundial na produção do Álcool, no ano passado, assumiu a marca ESSO no Brasil. Recentemente, se associou a SHELL na distribuição de combustíveis, criando a RAIZEN.

 

Passado certo tempo, a nova empresa começou a divulgar sua marca e sua força. Em anúncio nos principais jornais e revistas do país, nesta sexta-feira, há a publicidade institucional: “nasce uma empresa de 40 mil funcionários e R$ 50 bilhões de reais”.

 

Uau! Muita força, não? Há duas formas de interpretar esse número:

 

1) terão condições de brigar mais intensamente com os concorrentes, beneficiando os consumidores; ou,

2) dominarão ainda mais o mercado regulando os estoques e prejudicando os consumidores.

 

Tudo dependerá da relação “Lucratividade & Ética”, não há dúvida.

 

E você, o que pensa sobre o assunto: a Raizen terá qual papel no bolso do consumidor? Deixe seu comentário:

– Nova Tarifa de Ônibus Gerou Protestos de Movimentos Sociais em Jundiaí

por Reinaldo Oliveira

 

O novo valor de R$ 2,90 da passagem dos ônibus coletivos urbanos de Jundiaí, válidos a partir do dia 29 de maio, gerou protesto de estudantes e de movimentos sociais, em frente ao terminal da Vila Arens, na noite do dia 31 de maio. Mais de 50 estudantes estiveram presentes no ato de protesto, que contou ainda com apoio dos movimentos Jundiaí Livre, Circulo Palmarino, União da Juventude Socialista, União Municipal dos Estudantes, PSOL e PCdoB. Após o protesto foi idealizado um documento, protocolado no dia 1º de junho, na prefeitura municipal, dirigido ao Ilustríssimo Senhor Prefeito de Jundiaí, Miguel Haddad, que diz:

 

·          Diante da não apresentação concreta e transparente das planilhas de custos;

 

·          Diante do fato de não existir os Conselhos Deliberativos: Tarifário e de Transporte, no município;

 

·          Diante da prestação de serviço de transportes coletivos urbanos que não atende a demanda e sem especificação de índices de desempenho tais como tempo de espera, número de passageiros por metro quadrado nas horas de pico, etc., e que, conseqüentemente não atende às necessidades de mobilidade da população;

 

·          Diante de um serviço sem integração horária e cujo custo é inteiramente suportado pelos usuários, de tal modo que os reajustes salariais de rotina de transformam em justificativa para aumento de tarifa;

 

·          Diante de uma política tarifária sem necessária transparência e discussão pública de planilha de custos por órgãos com participação da sociedade civil;

 

·          Reivindicamos, ao Senhor Prefeito que suspenda imediatamente o reajuste na tarifa, para avaliação e verificação das planilhas de custos, que deverão ser apresentadas ao Conselho Deliberativo: Tarifário e de Transporte, que ainda serão criados;

 

·          Sabedores de que Jundiaí é a 7ª maior economia do Estado de São Paulo e, está entre as 30 maiores do País, entendemos que uma Jundiaí verdadeiramente do todos só é possível com democracia e transparência pública.

 

Além de protocolar o documento na prefeitura de Jundiaí, os movimentos informaram que a mobilização permanece e novos atos devem acontecer em diferentes terminais do transporte coletivo urbano de Jundiaí. 

– Rússia Veta Carne Suína Brasileira

 

Rússia não comprará mais carne suína do Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso por motivos sanitários.

 

Bertin e Brazil Foods é quem sofrerão maiores prejuízos. Agora, dizer que é “questão sanitária” é sacanagem. É puramente questão financeira.

– Queda na Bolsa de Valores das Ações: Pão de Açúcar + Carrefour = Casino Bravo e Acionistas Assustados?

 

O Pão de Açúcar é sócio do grupo francês Casino no Brasil (se pronuncia Casinô). A família Diniz é quem manda no grupo, mas devido a força do parceiro, tem que dar satisfação aos franceses.

 

Abílio Diniz namorou a compra do Carrefour no Brasil, que é o grande concorrente do Casino na França.

 

Imaginaram no Brasil uma rede formada por: Pão de Açúcar, Extra, Extra Eletro, CompreBem, Casas Bahia, Ponto Frio, Assai, Carrefour, Atacadão, Dia%, entre outras? Responderiam a 32,5% de tudo que é vendido no país!

 

Mas algo surpreendente: o parceiro Casino, se sentindo marido traído por ser o último a saber, pediu explicações. Consequência: há dois dias as ações do Grupo Pão-de-Açúcar despencaram…

 

Isso quer dizer o seguinte: o mercado ficou apreensivo por uma resposta negativa dos sócios franceses.

 

Sabem o que eu faria se tivesse ações do GPA? Ficaria quietinho com elas, pois certamente não vão ‘micar’.

– International Airlines quer Tudo!

 

Passageiros de plantão: a empresa criada pela British + Ibéria, a International Airlines, está com apetite. Agora quer a TAP. A empresa portuguesa, forte no Brasil e lucrativa, é uma estatal que será vendida para ajudar a tapar o rombo financeiro que vive nosso país-irmão. Ótimo negócio, de quase ½ bilhão.

 

Pena que nenhuma aérea brasileira esteja namorando a portuguesa…

– Depois da Honda, a Toyota vive a Crise Japonesa

 

Há dias, falamos sobre o efeito inevitável da Globalização no quesito ‘crises’. Depois da Honda demitir por causa do tsunami vivido no Japão, agora é a vez da Toyota ter de tomar medidas duras.

 

A produção em Indaiatuba e em Zárate (argentina) será paralisada. Motivo: falta de peças importadas no Japão. Felizmente, a empresa terá condição de suportar as não-demissões.

– De Tanto Atrasar, Americanas.com é proibida de vender no RJ!

 

Uma desembargadora, cansada de receber processos e reclamações de consumidores do portal virtual das Lojas Americanas (em sua maior parte, atraso nas entregas), resolveu radicalizar: até que todos os pedidos em aberto sejam entregues na cidade do Rio de Janeiro (maior volume de queixas da logística), a empresa não pode aceitar pedido em seu site!

 

Uau…

 

Extraído de Valor Econômico: http://is.gd/Goivpw

 

JUSTIÇA DO RIO DE JANEIRO SUSPENDE VENDAS DA AMERICANAS.COM

 

As vendas do site das Lojas Americanas estão suspensas no Estado do Rio de Janeiro. A decisão foi do Tribunal de Justiça do Estado e vale até que todas as entregas de produtos comprados pelo site, que estão atrasadas, sejam normalizadas. O não cumprimento da decisão implicará em multa de R$ 20 mil por dia.

A medida foi tomada pela desembargadora Helda Lima Meireles, da 15ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio e passou a valer apenas depois que a empresa recebeu a intimação.

Anteriormente, o site já havia sido obrigado a veicular em todas as ofertas o prazo preciso de entrega dos produtos, sob pena do pagamento de multa de R$ 500,00, por decisão em primeira instância. O Ministério Público do Rio recorreu da decisão, pedindo uma medida mais contundente.

Foi então que a desembargadora Helda Meireles proibiu as vendas online, além de manter as decisões anteriores. De acordo com ela, se as Lojas Americanas continuarem as vendas pela internet, os compradores serão ainda mais prejudicados com o aumento de atrasos na entrega das mercadorias.

O processo que envolve as Americanas ainda não foi concluído, trata-se de uma ação civil pública contra a B2W Companhia Global de Varejo. Procurada pelo Valor, a empresa declarou que não comenta processos em andamento.

– Protesto dos R$ 0,50 vai pegar em Jundiaí?

 

Ou é gente desinformada demais, ou quer aparecer às custas dos outros.

 

Ontem, apareceu na mídia jundiaiense um “organizador do movimento dos 50 centavos”. Pouparemos o nome do cidadão.

 

Ele quer reunir hoje, sábado, 300 veículos no Parque da Uva para, em carreata, abastecer R$ 0,50 em cada um dos automóveis e pagar com Cartão de Crédito! A idéia dele é para “protestar contra os preços dos impostos nos combustíveis”. E para isso vai escolher um posto para deflagrar a ação.

 

O que o dono do Posto tem a ver com isso? ELE NÃO COBRA IMPOSTO DE NINGUÉM! O coitado do comerciante é tão vítima quanto o consumidor – e às vezes até mais do que ele! Quem cobra imposto é o Governo Federal, quem regula os combustíveis é a ANP (Agência Nacional de Petróleo) e o refino e distribuição se dão pela Petrobras!

 

Por que esse manifestante não vai protestar contra uma dessas 3 instituições?

 

Ou o cara é xarope e quer ter seus minutos de fama ou é muito simplório… O posto de combustível seria o responsável pela alta carga tributária? Santa Paciência…

 

É mais cômodo fazer arruaça desse jeito do que se manifestar em Brasília ou em Paulínia. E o danado ainda tem atenção de outros pseudo-manifestantes…

 

Somos ou não um país de ignorantes? Deixe seu comentário:

– Ipad2 e as filas no Brasil! E os de Jundiaí?

 

Ouço agora de madrugada pelo rádio: Há brasileiros nas filas de lojas de eletro-eletrônicos para comprarem o Ipad2.

 

Como são burrinhos… ou melhor, ansiosos! Estamos prestes a produzir o equipamento em Jundiaí e haverá antes do final do ano uma redução drástica de impostos dos tablets (que poderão custar menos da metade do preço), e ainda assim as pessoas se sacrificam por tal aparelho.

 

Hoje, ao abrir minha caixa de entrada, há emails de mala direta com diversas empresas oferecendo o Ipad2 por volta de R$ 1700,00.

E você, o que pensa disso: vale a pena esperar o Ipad2 jundiaiense por metade do preço ou a ansiedade pela novidade não tem preço? Deixe seu comentário:

– Sílvio Santos: O Homem do Baú vai perder o Baú…

 

E a crise que assolou o Banco Panamericano não acabou. Sílvio Santos deve vender agora a sua marca maior, simbólica e que lhe trouxe riqueza: a empresa “Baú da Felicidade!”

 

Extraído de: DCI (citação em: http://is.gd/s9Xzzv)

 

SÍLVIO SANTOS DEVE VENDER O BAÚ

 

O empresário Sílvio Santos já começou a precificar suas empresas no Brasil. A primeira delas foi a Braspag, de pagamentos digitais, comprada nesta semana por R$ 40 milhões pela Cielo. A próxima é o Baú da Felicidade, uma rede varejista com 137 lojas em São Paulo e no Paraná. A expectativa do grupo é fechar o negócio entre 60 e 90 dias. O Bradesco BBI é quem está conduzindo as negociações.
Segundo o vice-presidente do grupo Silvio Santos, Lásaro do Carmo Júnior, o plano de reestruturação das empresas Sílvio Santos incluem a vendas das duas empresas.

Com a saída da rede Baú, o grupo pretende alcançar uma receita de R$ 2,3 bilhões em 2011.
Outras empresas, como a construtora Sisan, o hotel Jequitimar e a seguradora Panseg, não estão à venda neste momento, segundo Carmo. O porta-voz ainda afirma que as que restarem no grupo são saudáveis e que não devem receber
grandes investimentos nos próximos meses. Ele também não descarta a possibilidade que as mesmas sejam colocadas à venda no futuro. A escolha da rede SBT e da Tele Sena como dois dos três negócios prioritários do grupo Sílvio Santos pode refletir em uma decisão mais focada na emoção.
A Jequiti deve faturar R$ 450 milhões neste ano, um salto de quase 30% em relação ao mesmo período do ano passado.

O executivo não quis revelar o preço que o grupo está pedindo pelas 127 lojas da rede do Baú, das quais 100 estão no Paraná e as restantes em São Paulo.Ainda em novembro do ano passado quando se descobriu o rombo de R$ 2,5 bilhões no banco PanAmericano, o grupo SS imediatamente colocou à venda a Lojas do Baú.

– Gasolina sem Imposto!

 

Imaginou abastecer a Gasolina com 53% de desconto?

 

Pois é: hoje, diversas Câmaras Setoriais aderiram ao Dia Nacional de Liberdade dos Impostos 2011. Assim, nas capitais, determinados estabelecimentos (1 por capital e por ramo de atividade)  venderão produtos sem impostos.

 

Dessa forma, a Gasolina custará, em média R$ 1,07 mais barata, sendo que pode ultrapassar os 50% de desconto em determinados municípios.

 

Em todos os estabelecimentos, a promoção vale por cotas e em dinheiro vivo.

 

Já imaginou se os impostos fossem diminutos no Brasil? Infelizmente, a carga tributária alta acaba financiando a corrupção na Política ao invés de atender bem as necessidades sociais.

– Pão de Açúcar + Carrefour: o Maior Negócio da Economia Brasileira?

 

Repercute, ainda, a notícia de que o Pão de Açúcar pode se fundir com o Carrefour. O grupo formado por Extra, Pão de Açúcar, CompreBem, Ponto Frio, Casas Bahia (entre outros tantos investimentos), tem como acionista o grupo francês Casino (maior concorrente do Carrefour na França). A família Diniz ainda detém a maioria das ações, e assumiria a administração da marca Carrefour em nosso país. No exterior, o Carrefour continuaria independente.

 

Sabem o número financeiro das negociações divulgado lá na França? R$ 15 bilhões!

 

Claro que o nome “fusão” é apenas para não desvalorizar as ações de quem é comprado. No caso, o Pão de Açúcar está comprando o Carrefour Brasil.

 

Imaginem os fornecedores e a concorrência… Pavor imediato! Sim, os fornecedores terão que se esforçar para manter suas margens, e os concorrentes se prepararem para a agressividade.

– Elitização do Futebol: um Conceito Polêmico

 

Amigos, revirando a blogosfera, deparei-me com um artigo interessante de Marcos Alvito. Para quem não o conhece, ele é membro da Associação Nacional dos Torcedores. Calma, não tem nada de torcida organizada na história, ele é um legítimo representante dos torcedores-consumidores, o público de bem dos estádios. Professor de Antropologia da UFF, escreveu sobre o desejo das entidades em elitizar o acesso ao futebol.

 

A idéia é a seguinte: cobrando mais caro, o torcedor terá mais benefícios no estádio e os mais pobres se afastarão. Ora, o problema do futebol é a condição financeira ou a educação?

 

Lembro-me de Marcelo Campo Pinto, da Globoesporte, que em uma palestra que tive a oportunidade de participar, disse mais ou menos assim:

 

“ir a um estádio de futebol deve ser um evento singular; às vezes, o cidadão irá uma única vez e isso deve ser marcante”.

 

A clara idéia é: o futebol deve ser acessado pelas mídias, não presenciado nas arquibancadas…

 

Abaixo, publicado originalmente no OESP, Caderno Esporte, B2, 12/12/2010

 

AOS RICOS, O FUTEBOL

 

Por Marcos Alvito

 

Os sinais estão por toda parte. Em 2005 o Maracanã fechou a geral, talvez o setor popular mais famoso do mundo, onde durante meio século floresceu uma cultura torcedora lúdica e carnavalesca. Em seu lugar foram colocadas cadeiras de plástico com preço seis vezes maior. O Maracanã, antes “o maior de todos”, vai virar um estádio para 76 mil pessoas. Esse encolhimento – que ocorrerá também nas dimensões do gramado – custará aos cidadãos “apenas” R$ 1,2 bilhão. Com a reabertura do estádio, calcula-se que os ingressos custarão pelo menos o dobro do que custam atualmente.


Recentemente realizou-se no Rio a Soccerex, feira internacional centrada no futebol-negócio. Nela, “especialistas” afirmaram que doravante o futebol brasileiro terá a classe A como clientela alvo, deixando de lado as classes B e C. Porque as D e E há muito não sentam em uma arquibancada. É claro que o evento foi financiado com dinheiro público. Em Santa Catarina, o Avaí aumentou em 50% o preço dos ingressos neste ano, passando de R$ 40 para R$ 60. No Paraná, o recém-promovido Coritiba já anunciou que aqueles que não aderirem a seu plano de sócio torcedor terão que desembolsar R$ 100 pelo ingresso avulso. Não é de se admirar que a média de público do campeonato brasileiro em 2010 tenha sido ridiculamente baixa: 14.839 pagantes. Isso é menos que a média do campeonato alemão da segunda divisão!


Não é o preço do ingresso o único fator para o afastamento do público. Hoje os estádios viraram estúdios para um show televisivo chamado futebol. No estádio-estúdio do Engenhão, que custou aos cofres públicos três vezes mais do que previa o orçamento, placas de publicidade impedem a visão de boa parte da linha de fundo, inclusive da linha do gol. Ingressos para esse setor “pagando pra não ver” custam, em jogo normal, R$ 30. A tabela do campeonato é alterada de uma semana para outra, modificando dias e horários sem respeito pelo torcedor. A rede de TV que monopoliza as transmissões há décadas transformou o futebol em sobremesa da novela, com jogos no meio da semana terminando por volta de meia-noite. Essa mesma rede é dona do pay-per-view, que a cada dia dá mais lucro. Ou seja: ela praticamente obriga os torcedores a se transformarem em telespectadores dos canais pagos.


Esse processo de expulsão dos torcedores mais pobres (ou menos ricos) é algo planejado e consciente. Ainda em 2004, o então presidente do Atlético Paranaense já afirmava que “o clube não precisa mais de torcedores, e sim de apreciadores do espetáculo”. Dentro dessa filosofia, proibiu a entrada de torcedores com bandeiras, tambores, faixas e camisas de torcidas organizadas. Por baixo de uma “nuvem midiática” vendendo a ideia de que estaria ocorrendo uma modernização do futebol brasileiro, o dinheiro do cidadão pobre financia, via impostos, sua própria expulsão. É um processo de Robin Hood ao contrário…


Chamar o futebol brasileiro contemporâneo de moderno, aliás, é piada de mau gosto. Por um lado temos uma estrutura política feudal mantida há décadas nos clubes, nas federações estaduais e na CBF. Por outro, o capitalismo selvagem na hora de extorquir os torcedores. A junção do atraso com a falsa modernidade é desastrosa.


Existe algo mais arcaico e tradicional que a venda de ingressos? Como vão sempre parar na mão dos cambistas? Será que as rendas reais são mesmo aquelas? Será que as gratuidades são mesmo aquelas? É um sistema obscuro que beneficia sempre os mesmos: empresas que fabricam os ingressos (e fazem adiantamentos aos clubes, presos a elas do mesmo modo que à televisão) e, mais uma vez, cartolas corruptos.


Por falar em polícia, qual é o principal instrumento de policiamento dos estádios? Investigação? Inteligência? Aparelhos sofisticados de filmagem? Acertou quem respondeu o cassetete, usado desde o Paleolítico. Em vez de prender e processar a minoria ínfima de torcedores que vai ao jogo para brigar, a polícia prefere bater. Desde quando o bom e velho porrete é sinônimo de modernidade?


A parte menos moderna, todavia, é o sistema de formação de jogadores. Milhões de jovens brasileiros sonham ser jogador de futebol. Poucos vão se tornar profissionais e, entre estes, pouquíssimos vão ganhar os altos salários que povoam o imaginário das classes populares. A formação de um jogador profissional demora em torno de 5 mil horas de treinamento em dez anos. Os clubes exploram essa mão de obra infantil sem nenhuma responsabilidade. Se o garoto de 11 ou 12 anos se machucar ou se não “servir” mais, o que ocorre? É simplesmente abandonado. Para onde vai? O Estado zela por ele? Regulação por parte do Estado, proteção aos jovens, preparação para a vida futura com ensino profissionalizante, nada disso ocorre.


Debaixo da bruma marqueteira que exalta a pseudomodernização assistimos a um processo de elitização perversa do futebol brasileiro. Perversa porque financiada com dinheiro do povo. Uma arte e cultura popular criada e mantida por gerações de brasileiros é saqueada em benefício de poucos. É o primeiro mandamento do futebol-mercadoria: dai aos ricos o futebol.

– Cuidado, fumantes: Uruguai Versus Phillip Morris

 

A briga é boa: o Uruguai quer que os maços de cigarro estampem 80% de imagens sobre suas ações danosas, entre elas: recém-nascido deformado, câncer bucal e deficiente pulmonar em estado terminal. Aqui no Brasil isso já ocorre, mas não na mesma proporção.

 

A Phillip Morris, líder de vendas de cigarro no nosso país vizinho, entrou na justiça contra o governo alegando que isso é censura às suas logomarcas, que não seriam facilmente reconhecidas.

 

A briga é boa: o Uruguai se esforçando em combater o vício do cigarro e consequentemente seus males, e a empresa querendo vender.

 

Um dado interessante: o PIB uruguaio é de 44 bilhões de dólares. O valor de mercado da Phillip Morris é de 108 bi!

 

Quem leva a melhor e o que você pensa disso? Deixe seu comentário:

– As Marcas que se Destacaram no Brasil no último Período

 

A revista Isto É Dinheiro, edição de 18/05/2011, no. 710, trouxe uma lista dos Rankings das Marcas no mercado brasileiro.

 

1) A marca em que o brasileiro deposita mais lealdade, na lista, é o McDonald’s.

 

2) As mais valiosas são: Petrobrás, Itaú, Bradesco, Banco do Brasil e Natura.

 

3) As que mais cresceram: Porto Seguro, Ipiranga, Vale, MRV e Gol.

 

Fica a sugestão: acessar a lista completa e outros dados em: http://www.istoedinheiro.com.br

– Porque o carro chinês é mais barato!

 

Leio os motivos que fazem os carros brasileiros serem mais caros que os chineses (Revista Época desta semana (Ed 677, pg 106, por Marcelo Moura):

 

Custo da Energia Elétrica: (em reais por MWh)

Brasil – 120

China – 67

 

Custo do Aço: (em dólares por tonelada)

Brasil – 1451

China – 555

 

Carga Tributária: (em %)

Brasil – 34

China – 20

 

Assim é covardia competir… Um carro Chery QQ custa R$ 23.220,00, é produzido em Wuhu, no interior da China, e leva 4 meses para chegar de lá até nós… Ainda assim custa pouco.

– 6% de Redução da Gasolina e 13% do Etanol

 

Numa só canetada, o ministro Edson Lobão determinou que a Petrobrás reduza de imediato os preços dos combustíveis.

 

É o medo da inflação e a preocupação com a repercussão do descaso do Governo com o setor…

 

Extraído de: http://is.gd/0yoK9l

 

BR CONFIRMA REDUÇÃO DE PREÇOS

 

Conforme antecipado pelo colunista do Guilherme Barros, a Petrobras Distribuidora (BR) confirmou nesta quinta-feira a diminuição média de 6% no preço da gasolina e de 13% no do etanol hidratado vendidos nos postos de combustíveis do País.

A decisão ocorreu após declarações do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, que ontem disse ter o objetivo de derrubar em até 10% o valor da gasolina. Como a BR Distribuidora detém 38,8% do mercado de distribuição nacional, isso poderia contribuir para uma queda generalizada dos preços. Segundo Lobão, a expectativa é que os demais distribuidores acompanhem o movimento da estatal.

– Apesar da Resistência, Schincariol cede aos Dólares da Heineken

 

Segundo Carla Falcão, em questão de dias deve ser feito o anúncio que levará a cervejaria holandesa, dona da Bavaria e Kaiser, a se tornar a segunda maior do país. A família Schincariol praticamente selou o acordo sobre a venda, estipulada em quase 3 bilhões de dólares.

 

Extraído de IG Economia (citação abaixo)

 

HEINEKEN ESPERA CONCLUIR A COMPRA DA SCHINCARIOL ATÉ JUNHO

 

Texto na íntegra em: http://is.gd/QSxB9E

– Redução de 10% nos preços dos Combustíveis?

 

Edison Lobão, Ministro das Minas e Energia, prometeu: Gasolina deve cair até 10% nos próximos dias, além do Etanol.

 

Será que enfim o Governo se preocupou com a chamada “Pressão Inflacionária”?

 

Extraído de: http://is.gd/ta8qCM

 

BR DISTRIBUIDORA DEVE REDUZIR PREÇO DO COMBUSTÍVEL EM ATÉ 10%, DIZ MINISTRO

 

Por Luciana Cobucci

 

O ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou nesta quarta-feira que a BR Distribuidora, da Petrobras, deve reduzir o preço da gasolina entre 8% e 10%, o que deve pressionar o preço dos combustíveis em outras distribuidoras. Lobão participou hoje do lançamento da Frente Parlamentar de Infraestrutura, no Senado.

Segundo Lobão, o preço do etanol deve cair a patamares mais baixos que o da gasolina. “A BR está reduzindo os preços e usando seus estoques. Os outros distribuidores também estão trabalhando nessa direção. A queda no preço dos combustíveis deve continuar até chegar num patamar razoável”, completou.

A redução do preço da gasolina está sendo beneficiada pela queda do preço do álcool anidro, que é misturado ao combustível vendido nos postos atualmente na proporção de 25%. A diminuição nos preços da gasolina também acontece em meio aos esforços do governo para conter a inflação.

Nesta quarta-feira, por exemplo, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou que o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) subiu 0,70% na primeira prévia de maio, ante alta de 0,55% em igual período de abril.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,87% na primeira prévia de maio, ante variação positiva de 0,46% na primeira leitura de abril. A gasolina apresentou a principal alta na leitura inicial de maio, de 6,25%, contra avanço de 2,20% em igual leitura de abril. Importantes autoridades têm manifestado publicamente a necessidade de se controlar a inflação.

O governo vem tomando medidas nos lados monetário e fiscal para conter a alta dos preços. No mês passado, o Banco Central diminuiu o ritmo da alta do juro, para 0,25 ponto percentual, mas disse ver um aperto por um período “suficientemente longo”, levando o mercado a prever mais elevações do que o anteriormente estimado.

No início desta semana, o mercado reduziu sua previsão de inflação neste ano após oito semanas, estimando que o IPCA em 2011 feche o ano em 6,33%, abaixo do teto de 6,50% da meta do governo, segundo relatório Focus divulgado pelo BC.

– Apple se torna a Marca mais valiosa do Mundo, superando a Google

 

Na relação das 100 marcas mais valiosas do mundo, vemos as brasileiras Petrobrás, Itaú, Bradesco, Skol e Bhrama presentes. O destaque é o reconhecimento de empresas de países emergentes, como China, Índia e Brasil. Abaixo, extraído do Bom Dia Jundiaí: http://is.gd/ZL5ina

 

APPLE SUPERA GOOGLE TORNANDO-SE A MARCA MAIS VALIOSA DO MUNDO

 

A fabricante do iPad e iPhone pôs fim a quatro anos de liderança do serviço de buscas na Internet

A Apple superou o Google como marca mais valiosa do mundo, pondo fim a quatro anos de liderança do maior serviço mundial de buscas na Internet, de acordo com novo estudo da agência mundial de marcas Millward Brown.

A fabricante do iPad e iPhone tem uma marca avaliada em US$ 153 bilhões no momento, quase metade do valor de mercado da companhia, estimado em US$ 319,4 bilhões. Os valores seguem o estudo anual BrandZ, que compila as 100 marcas mais conhecidas do mundo.

A linha de bens de consumo criados pela Apple levou a companhia a superar a Microsoft e se tornar a empresa de tecnologia com maior valor de mercado, em 2010.

Peter Walshe, diretor de marcas mundiais da Millward Brown, diz que a atenção meticulosa da Apple aos detalhes, além da presença crescente de seus aparelhos no ambiente empresarial, permitiram que ela se comporte de modo diferenciado dos demais fabricantes de bens eletrônicos de consumo.

“A Apple está violando as regras no que tange à formação de preços”, disse ele à Reuters. “Está fazendo o que as marcas de luxo fazem, no sentido de quanto mais alto o preço, mais ele parece reforçar e sustentar o desejo de adquirir.”

“Obviamente isso precisa estar combinado a produtos excelentes e a uma grande experiência, algo que a Apple vem nutrindo nos consumidores”, disse.

Das 109 maiores marcas do relatório apresentado nesta segunda-feira, seis estão no setor de tecnologia e telecomunicações. O Google aparece em segundo lugar, IBM em terceiro, Microsoft em quinto, AT&T em sétimo e China Mobile em nono.

A rede de lanchonetes McDonald’s subiu dois postos, para a quarta posição, com o crescimento mais rápido registrado pelo setor de fast food. A Coca-Cola caiu um e está em sexto, a Marlboro caiu uma posição, para o oitavo posto, e a General Electric está em décimo.

Walshe disse que a demanda chinesa havia sido fator importante na alta das marcas de fast food. “Os chineses estão descobrindo o fast food e é um mercado imenso. McDonald’s Starbucks e as cadeias de pizzarias chegaram à China”, disse.

“A maneira pela qual a McDonald’s se reinventou, adaptou seus cardápios, adicionou opções saudáveis, expandiu seus horários de serviço, por exemplo servindo mingau de aveia de manhã… isso, combinado ao crescimento dos mercados em desenvolvimento, realmente ajudou a marca.”

O relatório completo está disponível em www.millwardbrown.com/brandz.

 

CHINA E BRASIL

 

A pesquisa também mostra que mais da metade das 13 marcas que estrearam nos rankings regionais do levantamento estão baseadas na China e no Brasil.

As novas marcas chinesas incluem uma combinação de estatais (China Mobile, China Life Insurance e Bank of China) e empresas privadas (site de buscas Baidu e a rede social Tencent/QQ). Do Brasil, duas cervejas (Skol e Brahma, da AmBev) e uma marca de produtos de beleza (Natura) estreiam no ranking latino-americano.

O ranking de marcas dos países latino-americanos apurado pela Millward Brown inclui oito marcas, seis das quais de empresas do Brasil. A Petrobras lidera, com um valor de mercado de sua marca de US$ 13,42 bilhões.

– Clubes terão Perdão do INSS?

 

Sabe quando se questiona o excessivo número de vice-presidentes da FPF e se tem a resposta de que é “cargo político” e de que os dirigentes desses cargos “no futebol não mandam nada?”

 

Pois é: dar esse cargo político é uma grande jogada!

 

Digo isso pois leio nas principais mídias de que o Vice-Presidente da Federação Paulista de Futebol, deputado federal Vicente Cândido, apresenta um projeto à Câmara dos Deputados com amplo apoio da bancada da bola: o de ‘perdão das dívidas tributárias dos clubes e das entidades’!

 

Para aprovação, já que essa proposta vem através de PEC (Proposta de Emenda à Constituição), ela deve passar pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), do qual ele próprio faz parte.

 

Na prática, os bilhões de reais devidos à União seriam perdoados. Os clubes devem centenas de milhões de reais, que somados, passariam da casa bilionária! Pode-se dar o luxo de anistiar essas dívidas e se oficializar o calote?

 

O argumento do parlamentar é que são instituições culturais-desportivas. Ora, eles não lucram na negociação de atletas e conquistas de prêmios de torneios? Desde quando clubes como Flamengo, Corinthians, Atlético Mineiro e a própria FPF e CBF são entidades que tem no esporte uma ação filantrópica?

 

Mas chama a atenção mais ainda o fato de se legislar em causa própria: afinal, o nobre deputado mostra, neste caso, uma incompatibilidade de cargo.

 

E você, o que acha da proposta de anistia fiscal aos clubes e federações? Deixe seu comentário:

– Foxconn Confirmada Oficiosamente em Jundiaí!

 

É “oficioso”, mas ainda não oficial.

 

O Ministro da Ciência e Tecnologia Aloísio Mercadante (PT-SP), confirmou ao vereador Durval Orlato de que a produção da Foxconn para a Apple será mesmo em Jundiaí, com geração imediata de 6.000 empregos.

 

Quando” e “exatamente onde” ainda não se sabe. Mas será em nossa cidade.

 

Nesta semana, quem transita pela Hermenegildo Tonoli pode constatar a enorme movimentação de carretas e cargas no Condomínio Industrial GR, em frente ao Jardim Carolina. Seria lá?

 

E você, quer deixar alguma mensagem sobre o assunto? Deixe seu comentário:

– Azaléia fecha Unidade Fabril no Sul: a Guerra China X Brasil

 

Ontem, comentamos em nossas aulas sobre algumas observações dos Negócios Internacionais & Globalização.

 

Leio agora que a Azaléia, tradicional produtora de calçados, fechou sua unidade gaúcha e demitiu todos os funcionários.

 

Crise?

 

Nada disso. Redução de custos! A empresa conta com 44 mil funcionários e tem capacidade de produzir quase 250.000 pares (produzindo no Nordeste do Brasil e Argentina). Porém, a unidade de Parobé-RS era a de custo maior, devido ao padrão salarial local, o que inviabiliza a concorrência com os similares chineses.

 

Vemos, portanto, um fenômeno interessante: assim como europeus e americanos produzem no Sudeste Asiático para se tornarem mais competitivos pagando mão de obra barata, as empresas nacionais produzem na Argentina e no Nordeste Brasileiro pelo mesmo motivo.

 

Abaixo, extraído de Terra Economia (http://is.gd/J9KyS0)

 

AZALEIA ANUNCIA FIM DA FÁBRICA E DEMISSÃO DE 800 FUINCIONÁRIOS

 

A fabricante de calçados Azaleia anunciou nesta segunda-feira o fechamento da fábrica de Parobé (RS). Com essa medida a empresa demitiu cerca de 800 funcionários e deixará de produzir cerca de 8 mil calçados por dia. Uma das justificativas da empresa para tomar essa decisão foi a concorrência dos calçados importados para o Brasil, que diminuem o mercado para os produtos nacionais.

Em nota a empresa afirmou que “temos feito progressos no ajuste a esta conjuntura, mas a crescente participação de calçados importados no mercado interno e a perda de competitividade nas exportações não favorecem uma expansão expressiva dos nossos volumes de vendas”.

A Azaleia conta 44 mil funcionários e tem capacidade para produzir cerca de 250.000 pares de calçados em suas fábricas na Argentina e no Nordeste do Brasil. A empresa anunciou que manterá na cidade gaúcha outras atividades como as diretorias de marketing e desenvolvimento de produtos, de planejamento, e as áreas de suprimentos, logística e recursos humanos.

– O Sucesso das Ações do Magazine Luiza

 

As redes de varejo interioranas e de Administração Familiar estão em alta. Como exemplo, o Magazine Luiza, que estreou na Bolsa de Valores. O fundo Previ comprou 1,8% das ações por R$ 60 milhões.

 

Tal número mostra que o termo ainda pejorativo “administração familiar” no Brasil (por parte de muitos consultores em administração) é descabível. No mundo, tal característica só valoriza as organizações.

 

Extraído do Portal Exame: http://is.gd/UIU0xw

 

PREVI ARREMATA 1,8% DO MAGAZINE LUIZA

 

Com forte apetite pelo setor de varejo, a Previ anunciou nesta quarta-feira (4) que adquiriu 3,75 milhões de ações ou 1,8% do capital total do Magazine Luiza (MGLU3), por 60 milhões de reais, durante o processo de IPO (Oferta Inicial de Ações, na sigla em inglês) da rede varejista, comandada pela empresária Luiza Helena Trajano.

Em comunicado, a Previ informa que, do montante de 60 milhões de reais, 50 milhões de reais pertencem ao Plano Previ 1, dos funcionários mais antigos, e 10 milhões de reais ao Previ Futuro. A companhia aposta no varejo “voltado para uma nova classe média em crescimento a partir do fortalecimento da economia brasileira nos últimos anos”, destaca o comunicado.

As oportunidades de consolidação e a perspectiva de redução da informalidade também chamaram a atenção do Fundo. Outro destaque apontado como favorável ao setor é a influência do ramo imobiliário, cujo aquecimento impulsiona a venda de eletrodomésticos.

“O crescimento da economia brasileira nos últimos anos tem possibilitado o aumento do poder aquisitivo das famílias que entraram numa dinâmica de consumo de bens e serviços ‘antes inimagináveis’, e a Previ não quer ficar fora desse mercado”, afirmou o presidente da fundação, Ricardo Flores.

Até agora, a Previ alocou 94,1 milhões de reais na aquisição de ações de quatro empresas do varejo: Hypermarcas, Lojas Renner, Pão de Açúcar e Magazine Luiza. A fundação aplicou 16,4 milhões de reais para comprar 0,23% das Lojas Renner e pagou 9,4 milhões de reais por 0,06% do capital total do Pão de Açúcar. Na Hypermarcas, o investimento foi de 10,2 milhões de reais, por 0,08% das ações.

– A Queda dos Preços dos Combustíveis

 

Já era tempo!

 

O Governo determinou que o Etanol não é mais um produto agrícola, mas sim um combustível estratégico.

 

Dessa forma, a Petrobrás controlará o produto da mesma forma como faz, por exemplo, com a Gasolina. Com a importação de gasolina e anidro, além da safra de álcool que chega ao consumidor, a oferta dos combustíveis aumenta e acaba-se com o risco de falta. A tendência é que os preços do Etanol Combustível caiam ainda nessa semana, sendo que os reflexos na Gasolina poderão ocorrer nos próximos 15 dias.

Mas reduzir os altíssimos impostos dos combustíveis… aí o Governo não abre mão mesmo!

– Conta Bancária para Ricos

 

Cada vez mais os bancos investem em 2 tipos de segmentos distintos: pobres/paupérrimos e ricos/riquíssimos.

 

O Bradesco, por exemplo, abre cada vez mais agências em núcleos habitacionais de baixa renda e favelas. Além, claro de agências exclusivamente Premium.

 

O Santander, segundo a Coluna Vamos Combinar da Revista Época desta semana, abrirá agências para clientes que tem mais de R$ 3 milhões para investir. Serão 5 unidades em SP e RJ, em pontos nobres e discretos.

 

Sinais dos tempos: Ricos que enriquecem mais ainda e a nova classe média que cresce. Dá-lhe Brasil?

 

Tomara que a distância da péssima distribuição de renda diminua.

– Administração da “Caco de Telha” é exemplo de Negócio Bem Sucedido!

As revistas de celebridades acusaram Ivete Sangalo de ironizar Beyoncé durante o Carnaval. Parece post de blog de fofocas, mas o mote é outro: atrás dessa pura balela, o que poucos sabem é que a empresa da família da cantora baiana é hoje uma das principais promotoras de eventos do país! Ela é responsável pela venda de ingressos no Carnaval em diversas praças, da vinda do Cirque du Soleil e da própria Beyoncé.

Veja como essa empresa de administração do entretenimento, a ‘Caco de Telha’, tem funcionado. Aproveite e tire as lições de sua boa gestão para o gerenciamento de outras empresas:

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0962/marketing/dona-festa-533994.html

A DONA DA FESTA

por Juliana Borges

Aos 37 anos de idade e 14 de carreira, pode-se dizer que a cantora baiana Ivete Sangalo é uma das celebridades mais bem-sucedidas do país. Ivete já assinou mais de 15 contratos de patrocínio ao longo de sua trajetória, com empresas como TAM, Philips, AmBev e Itaú. Isso sem falar na frenética agenda de shows, que inclui mais de 100 aparições por ano, e na gravação de pelo menos um DVD por temporada (o Ao Vivo no Maracanã, de 2007, é o mais vendido da história no Brasil, com mais de 640 000 cópias). Com tudo isso, estima-se que seu cachê orbite na casa do milhão de reais, um dos mais altos do showbiz nacional. Nos últimos meses, Ivete Sangalo vem emprestando sua imagem para acelerar outro negócio: sua empresa de entretenimento, a Caco de Telha. Com a ajuda da cantora, a empresa esteve por trás de dois grandes eventos realizados neste ano. Num consórcio com a Mondo, do Grupo ABC, de Nizan Guanaes, e com a Panmusic, foi uma das responsáveis pela vinda da cantora americana Beyoncé ao Brasil. (Ivete abriu dois dos quatro shows, realizados no início de fevereiro.) Paralelamente, arrematou a licitação para a organização do Carnaval de Salvador, cujas cotas de patrocínio chegam a 14 milhões de reais. Nos últimos dias, a Caco de Telha anunciou que está em negociações para trazer o cantor pop americano Justin Timberlake ao Brasil. “A Ivete é o nosso melhor cartão de visita”, afirma Jesus Sangalo, irmão da cantora e presidente da Caco de Telha. “A produção de seus shows nos cacifou a conquistar eventos maiores.”

Criado em 1996 por integrantes da família e amigos próximos à cantora, o grupo Caco de Telha surgiu com um propósito relativamente modesto: gerenciar a então nascente carreira-solo de Ivete Sangalo, já em vias de se desligar da Banda Eva (a cantora detém atualmente 95% da empresa, mas não participa da gestão). Uma de suas primeiras atribuições foi concentrar atividades então relegadas a outras companhias, como a produção dos shows e a gravação de CDs e DVDs. Não demorou para que a iniciativa chamasse a atenção de outros astros da música, como o cantor Nando Reis. Impressionado com o sucesso do primeiro DVD da cantora, gravado no estádio Fonte Nova, em Salvador, em 2003, Reis contratou a Caco de Telha para produzir seu show em Porto Alegre naquele mesmo ano. “Foi nosso primeiro contrato com um artista de projeção nacional, além da própria Ivete”, diz Ricardo Martins, vice-presidente da Caco de Telha.

DESDE ENTÃO, A CACO NÃO PAROU mais. Por meio de suas dez empresas, o grupo realiza cerca de 20 eventos por mês, que vão de megaespetáculos a formaturas em faculdades, passando por eventos corporativos, gravação de álbuns e gerenciamento da carreira de 11 bandas – além, é claro, da própria Ivete Sangalo. Estima-se que, atualmente, o grupo seja responsável por organizar mais da metade de todos os grandes eventos em estados como Bahia, Pernambuco e Ceará. Além do show da cantora Beyoncé, a empresa ajudou a levar o Cirque Du Soleil para Salvador e fechou um contrato com o Google para criar um canal no YouTube só para transmitir o Carnaval deste ano na capital baiana. A Caco de Telha acaba de criar uma divisão de cinema para produzir um longa de animação 3D cuja protagonista é praticamente a versão digitalizada da cantora. Batizado de Ivete Stellar e a Pedra da Luz, o filme será o mais caro da história da indústria cinematográfica nacional. (Lula, o Filho do Brasil, que atualmente ocupa o posto, custou 12 milhões de reais.) Graças à multiplicação dos negócios, em 2010 a empresa prevê faturar quase 84 milhões de reais – praticamente o dobro das receitas do ano passado.

Não é de hoje que artistas, escritores e esportistas colocam a fama a serviço dos negócios. Celebridades aqui e lá fora, como a apresentadora Xuxa ou o tenista Roger Federer, usam a imagem para aumentar os ganhos e garantir a perpe tuidade do sucesso. E, não raro, transformam a visibilidade em empresa. O grande desafio, nesses casos, é evitar que criador e criatura fiquem tão dependentes que um não consiga sobreviver sem o outro. É justamente essa a questão enfrentada hoje pela Caco de Telha. Apesar de toda a diversificação, o desempenho da empresa permanece extremamente atrelado ao sucesso de Ivete Sangalo, responsável por cerca de 60% das receitas. A gravidez da cantora em 2009 – e a consequente redução de sua agenda de shows – acendeu a luz amarela dentro da empresa, que estabeleceu como meta reduzir pela metade essa dependência nos próximos dois anos. “Não tivemos redução na receita”, diz Jesus Sangalo. “Mas o fato é que essa ligação nos deixa numa posição mais vulnerável.”

Os principais indicadores do grupo Caco de Telha, criado por familiares e amigos da cantora Ivete Sangalo

PRESIDENTE: Jesus Sangalo

NÚMERO DE EMPRESAS: 10

FUNCIONÁRIOS: 220
 
FATURAMENTO: 84 milhões de reais(1)

ÁREAS DE ATUAÇÃO: Venda de ingressos para o Carnaval, gestão de carreiras artísticas, gravação de discos e organização de eventos corporativos e formaturas

EVENTOS REALIZADOS POR MÊS: 20

PRINCIPAIS CLIENTES:  TAM, Riachuelo, L’Oréal, Garnier, Philips, Itaú e Grendene

FEITOS RECENTES:   Neste ano, ajudou a trazer a cantora Beyoncé ao Brasil e conquistou o direito de negociar as cotas de patrocínio para o Carnaval de Salvador. Além disso, levou o Cirque Du Soleil para a Bahia em 2009 e fechou um contrato de licenciamento da marca Ivete Sangalo com a Riachuelo no valor de 50 milhões de reais.

– Gasolina a R$ 3,00 e “Apagão dos Combustíveis”

 

Situação caótica: a Petrobrás assume que não consegue atender a demanda e que, segundo a estatal, já há 18 bilhões de dólares de rombo na balança comercial.

 

Extraído de O Estado de São Paulo, Caderno Economia, Pg 1-3

 

JÁ FALTA GASOLINA NAS DISTRIBUIDORAS

 

A Petrobrás não está conseguindo atender a totalidade das cotas de gasolina acertadas com as distribuidoras. Fontes do setor relatam que estão recebendo 80% a 90% dos volumes do combustível que encomendam à estatal. O problema é maior entre as distribuidoras independentes, que atuavam mais no mercado de etanol. Procurada desde segunda-feira, a Petrobrás não deu entrevista.

 

A Petrobrás importou emergencialmente 1,5 milhão de barris de gasolina para atender a demanda extra. Cosan e Coopersucar também trouxeram 138 milhões de litros de etanol anidro, que é misturado à gasolina.

 

A demanda por gasolina bateu recorde no País, enquanto o consumo de etanol hidratado caiu vertiginosamente. Conforme o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom), que representa 75% do mercado, foram consumidos 2,3 bilhões de litros de gasolina em março.

 

A entidade projeta novo recorde em abril. Segundo o presidente do Sindicom, Alísio Vaz, a tendência é que o mercado se normalize em maio, com o início da safra da cana e o aumento da produção de etanol.

 

O preço do litro do etanol hidratado subiu 30,8% este ano e 37% em 12 meses, atingindo R$ 2,359 nas bombas. O consumidor fez as contas e viu que não vale mais a pena abastecer com álcool, que rende 70% da gasolina. Por conta da mistura de 25% de etanol anidro, a gasolina também subiu 7,5% deste o início do ano, para R$ 2,789 – mesmo com a Petrobrás mantendo os preços estáveis para as distribuidoras.

 

LITRO DE COMBUSTÍVEL JÁ CUSTA MAIS DE R$ 3 NO INTERIOR

 

A volta do feriadão vai doer um pouco mais no bolso dos motoristas. O preço da gasolina está sendo reajustado nos postos do interior do Estado e o combustível pode até faltar em revendedores que não tiverem estoque.


Nas regiões de São José do Rio Preto e Bauru, os postos receberam gasolina com reajuste de cinco centavos no início da semana e estão repassando os aumentos ao consumidor.

Na região de Araçatuba, o repasse chegou a dez centavos, fazendo com que os preços chegassem a R$ 3 em alguns postos.

 

“APAGÃO” DE COMBUSTÍVEL PROVOCA ROMBO

 

Com a disparada do preço do etanol, que subiu mais de 30% nos postos de combustível desde o início do ano, os motoristas migraram em massa para a gasolina, provocando escassez do produto. Faltou combustível em alguns postos do interior de São Paulo e a Petrobrás e os usineiros chegaram a importar gasolina e etanol.

 

A situação é resultado da queda da produção de etanol, provocada pela entressafra da cana e pela alta do preço do açúcar, mas reflete também um problema estrutural do País. Com o aumento da frota de veículos e o crescimento da economia, e sem investimentos compatíveis na produção de gasolina, diesel e etanol, o País começa a viver um “apagão” de combustíveis.

 

O consumo de derivados de petróleo (gasolina, diesel e nafta) ultrapassou a produção local, impulsionando as importações, que ficam cada vez mais caras com o aumento do preço do petróleo lá fora. Em geral, a Petrobrás prioriza a produção de gasolina localmente e concentra as importações em diesel e nafta.

 

A situação vai provocar um déficit de US$ 18 bilhões na balança de derivados de petróleo este ano, conforme projeção da RC Consultores. Em 2010, as importações de derivados ultrapassaram as exportações em US$ 13 bilhões, segundo o Ministério do Desenvolvimento. Em 2000, o rombo era de US$ 3,2 bilhões.

 

Diferente do “apagão” de energia elétrica, que interrompe a produção nas fábricas e deixa as cidades às escuras, a falta de combustível é sanada com importações, desde que a situação não seja muito grave. “A população pode não perceber, mas vivemos um estrangulamento do setor de combustíveis, um apagão”, disse Adriano Pires, diretor executivo do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE).

– Um Cartel de, Pelo Menos, 5 anos!

 

Você acha que os brinquedos brasileiros custam caro? Acha também que existe uma invasão de produtos chineses?

 

Seu achismo está correto! A Secretaria de Defesa Econômica do Governo aponta a existência de um grande cartel no setor de brinquedos, que controla desde a importação até a política de preços do setor.

 

Veja que golpe bem feito, que, perdoando o trocadilho e a ironia, não é brincadeira…

 

Extraído de: Folha de São Paulo, 12/01/2011, Caderno Economia, pg e3

 

SECRETARIA QUER CONDENAÇÃO PARA CARTEL DE BRINQUEDOS

 

por Julianna Sofia

 

Depois de três anos de investigação, a SDE (Secretaria de Direito Econômico) -ligada ao Ministério da Justiça- recomendará a condenação da Abrinq (Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos) e de seu presidente, Synésio Batista da Costa, sob a suspeita de induzir o mercado nacional de brinquedos a formar um cartel na importação de produtos da China.

O parecer com o pedido de punição, ao qual a Folha teve acesso, será encaminhado hoje ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que julgará o caso.
No caso de condenação, a multa a ser aplicada pode variar de 1% a 30% da receita da entidade, além de outras punições a serem arbitradas pelo tribunal administrativo.
A prática de cartel traz prejuízos diretos ao consumidor, pois elimina a concorrência, provocando aumento de preços no mercado.

A denúncia contra a Abrinq e Costa foi apresentada à SDE, em 2006, pela Mattel do Brasil- subsidiária da multinacional americana que comercializa brinquedos fabricados principalmente na China.

De acordo com as acusações, a associação e seu dirigente incentivaram a adoção de uma conduta uniforme por parte de fabricantes, importadores e lojistas do setor.

Gravações

As principais provas apresentadas no caso são a pauta de uma reunião convocada pela Abrinq e a gravação desse encontro, que foi realizado em setembro de 2006.
Na reunião, a associação teria proposto: fixação e gerenciamento de cotas fixas individuais por importador; estabelecimento de preços mínimos para as importações; e criação de barreiras à entrada no mercado de novos concorrentes.

As informações levantadas no processo mostram que a entidade pretendia diminuir a exposição do mercado nacional à concorrência dos produtos chineses, limitando as compras com cotas individuais por CNPJ do importador e fixando preços mínimos.
A Abrinq, destaca a secretaria, tem como associados empresas que respondem por 30% do mercado nacional, e a produção local equivale a 55% dos brinquedos vendidos no país. O setor reúne 300 fabricantes locais e 50 importadores.

Acordo

O parecer relata que, em agosto de 2006, empresários brasileiros e a Abrinq foram à China negociar um acordo com a indústria de brinquedos daquele país. Na volta da viagem, Costa convocou uma reunião com todos os 42 associados para discutir o tema.

No encontro, afirma a SDE, a Abrinq passou aos empresários a impressão de que o acordo com a China autorizava a associação a fixar e distribuir as cotas individuais e a estabelecer preços mínimos.

Na prática, a associação teria usado o acordo para induzir a formação de cartel. A investigação ainda aponta que Costa dava a entender que o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio do Brasil chancelava as medidas.

“A reunião na sede da Abrinq e as afirmações de seu presidente a respeito do acordo travado com entidades chinesas foram voltadas a influenciar a adoção de comportamento uniforme no mercado”, diz o relatório. “Jamais foi ou poderia ter sido competência da Abrinq estabelecer ou distribuir cotas de importação ou atuar na fixação de preços mínimos de importação”, continua o texto.

Em ofício à secretaria, o ministério informou que o acordo entre Brasil e China -homologado pelo governo em dezembro de 2006- envolve cotas globais de importação de produtos e trazia “disposições gerais a serem adotadas pelas empresas para garantir o equilíbrio do comércio”.

A SDE, em sua análise, pondera que, em nome da defesa comercial da indústria brasileira, a associação não poderia ter desrespeitado as regras de defesa da concorrência.
“O objetivo de impedir um excesso de entrada de produtos chineses no Brasil não legitima a conduta adotada pela Abrinq”, afirma.

– Petrobrás Confirma o Risco de Desabastecimento dos Postos de Combustíveis

 

Enfim a Petrobrás resolveu falar a verdade sobre os aumentos dos combustíveis: a produção não é suficiente e há risco de faltar produto. As entregas já estão atrasadas…

 

Extraído de: http://not.economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201104192205_RTR_1303250714nN1966666

 

PETROBRÁS DIZ QUE PODE FALTAR COMBUSTÍVEIS EM ALGUNS POSTOS

 

O diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, reconheceu nesta terça-feira que pode faltar gasolina em alguns postos por causa da escassez de etanol.

“O mais difícil (em termos de abastecimento) é o etanol anidro para ser misturado à gasolina. Se houver falta de gasolina, pode ser causada por isso”, disse Costa à Reuters.

Os preços de etanol estão disparando com o forte aumento da demanda, colocando mais pressão sobre a inflação e elevando temores sobre uma possível falta de combustível em algumas partes do País. O Brasil produz dois tipos de etanol à base de cana-de-açúcar: o hidratado, que é usado diretamente em automóveis que rodam com o etanol; e o anidro, que é misturado a toda gasolina utilizada no Brasil, como forma de manter um limite aos preços de combustível ou para reduzir o consumo de combustíveis fósseis.

Contudo, os preços do etanol anidro subiram para níveis recordes, em parte por causa da diminuição da oferta de cana na entressafra, enquanto a colheita se aproxima. Isso pode deixar, em breve, partes do Brasil na posição atípica de não ter etanol suficiente para atender a mistura compulsória determinada pelo governo para a gasolina. “As pessoas estão com medo de escassez em áreas mais isoladas do país”, disse Marcelo Andrade, diretor da corretora Ecoflex, do Rio de Janeiro.

Distribuidores pagaram até R$ 2,80 pelo litro de etanol anidro na terça-feira, incluindo impostos, com ofertas atingindo até R$ 3 por litro, disseram corretores. Isso é um nível recorde, e muito acima dos R$ 2,10 de uma semana atrás.

Os preços do etanol hidratado também oscilam em torno das máximas de cinco anos, levando motoristas de veículos flex a aumentar significativamente a troca do etanol pela gasolina, que tem melhor desempenho que o biocombustível.

A debandada para a gasolina corroeu os estoques de etanol anidro, forçando algumas usinas a recorrer a importações para atender à demanda. Assim como fez a Petrobras, que importou gasolina. O total das importações de etanol para a região centro-sul do Brasil entre janeiro e maio é agora estimado para atingir 200 milhões l, acima dos 150 milhões l estimados há um mês.

Um volume adicional de 120 milhões de litros de etanol importado chegaram ao nordeste do Brasil, outra importante área de produção.