– A Ibogaína realmente funcionará?

Só ouvi esses dias sobre ela e me assustei: a ibogaína, uma planta alaranjada de efeitos alucinógenos cuja duração é de aproximadamente 12h! 

E sabe quem a usa? Dependentes químicos a fim de acabarem com o vício!

Sim, você entendeu certinho: uma droga para combater outra droga.

Isso veio a tona após um apresentador de programa de fofocas chamado Léo Dias, que disse ser dependente de cocaína e que faria uso da Ibogaina para ficar livre dela.

Assisti no programa Morning Show sobre esse caso e compartilho o link,

Em: https://youtu.be/yxb6A-WV53c

Ops: repare a opinião de um dos jornalistas a 07’10” – representa perfeitamente o que eu penso!

– 29 anos sem o Maluco Beleza!

Um gênio, poeta e doido partiu há 29 anos.

Êta Raul Seixas… Se as drogas não tivessem acabado com ele, a metaformose ambulante continuaria por aí, sendo a Mosca na Sopa de muita gente que insiste em ser Camboy Fora da Lei! Valeu simpatia. Quem sabe daqui a 10.000 anos a gente se vê, pegando a linha do Metrô 783… Mas não estarei lá naquela sua Sociedade Alternativa não, hein?

Brincando com suas letras e canções, da inspiradíssima Gita a tantas outras, minha preferida é essa:

TENTE OUTRA VEZ

Veja!
Não diga que a canção
Está perdida
Tenha fé em Deus
Tenha fé na vida
Tente outra vez!…

Beba! (Beba!)
Pois a água viva
Ainda tá na fonte
(Tente outra vez!)
Você tem dois pés
Para cruzar a ponte
Nada acabou!
Não! Não! Não!…

Oh! Oh! Oh! Oh!
Tente!
Levante sua mão sedenta
E recomece a andar
Não pense
Que a cabeça agüenta
Se você parar
Não! Não! Não!
Não! Não! Não!…

Há uma voz que canta
Uma voz que dança
Uma voz que gira
(Gira!)
Bailando no ar
Uh! Uh! Uh!…

Queira! (Queira!)
Basta ser sincero
E desejar profundo
Você será capaz
De sacudir o mundo
Vai!
Tente outra vez!
Humrum!…

Tente! (Tente!)
E não diga
Que a vitória está perdida
Se é de batalhas
Que se vive a vida
Han!
Tente outra vez!…

Vídeo em: http://www.youtube.com/watch?v=Ef7jUQOCjS0&feature=fvst

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– A Infelicidade de FHC

Sempre admirei o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Lutou contra o militarismo, democrata, sociólogo respeitado e muitas outras qualidades. Popularizou o termo “Desenvolvimento Sustentável” e estabilizou a economia do país.

Como político, claro, alguns defeitos: a demagoga “buchada de bode” durante a reeleição; a sua conversão de “ateu para fiel de todas as crenças” durante a primeira campanha; e muito antes, o excesso de confiança ao sentar na cadeira de prefeito de SP, às vésperas da eleição municipal (que perdeu para o Jânio Quadros) a pedido da Revista Playboy.

Mas o que macula a vida política de FHC é a insistência em defender a liberação da Maconha, a fim de combater o tráfico. É como acabar com a traição de uma mulher infiel tirando o sofá da sala! Tenho vergonha e até constrangimento em ouvir tal proposta. Maconha é droga; vicia, mata! Traz infelicidade às famílias e acaba com a paz das pessoas que vivem ao redor do viciado.

A biografia de Fernando Henrique, lamentavelmente, terá esse capítulo negro. DROGAS NÃO PODEM SER LIBERADAS.

Pergunte à mãe de algum dependente o que ela acha dessa proposta. Se hoje proibído, o consumo é grande, imagine quando liberado?

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– Elvis, In Memorian 41 anos depois!

E hoje faz 41 anos que o Rei do Rock, Elvis Presley, se foi!

Um gênio da música, vitimado pelo maldito vício das drogas…

Qual a sua canção preferida? A minha: Suspicious Mind.

 

– Demi Lovato e a Overdose de Heroína

Seguindo o exemplo de atrizes que muito jovens alcançaram o sucesso, foram / são uma febre entre os adolescentes, e se perderam por não terem estrutura e caírem no mundo das drogas, agora é a vez da cantora-atriz Demi Lovato sofrer com tal problema e estar na mídia por quase morrer por overdose de heroína.

Lembro da “Hannah Montana” (Miley Cyrus) fazendo apologia às drogas com o “bolo de maconha”, ou a talentosa e bela Lindsay Lohan se perdendo na vida por uso de entorpecentes.

O que falta: educação, família ou planejamento de carreira?

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– Não deveria ser mais esclarecedor a questão do filho do vereador preso?

Com todo respeito, mas se um “ladrão de galinhas” é preso com drogas, sua foto sai estampada no noticiário e seu nome divulgado aos quatro cantos.

Ontem, prendeu-se um filho de vereador de Jundiaí traficando entorpecentes. Nem nome do criminoso e nem do político são divulgados.

Qual a diferença entre os dois bandidos? O fato de um ser “otoridade” e outro um pobretão, faz que se poupe o mais importante?

Complicado isso tudo…

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– A Inalação de Amônia por parte dos Jogadores da Rússia.

Recentemente, o mundo soube sobre as diversas tramoias que a Rússia praticava dopando (com a ciência ou não) os seus atletas em muitas atividades esportivas. Medalhas, conquistas e rendimentos todos obtidos de maneira ilegal, à base de drogas.

Eis que durante a Copa do Mundo, alguém fotografou diversos atletas cheirando um “algodãozinho” suspeito, posteriormente descoberto pela FIFA com a ajuda da Wada (Word Anti-dopping Agency) de que era amônia.

Dr Eduard Bezuglov, médico da Seleção Russa, negou que isso seja dopping, e disse que usar qualquer substância amoníaca melhora a condição cardiovascular e dá ânimo aos jogadores, não sendo condenando ou relatado em regulamento esportivo qualquer.

Com tal histórico, eu não aceitaria qualquer coisa dos russos em meu vestiário, caso fosse adversário deles. Vai que é a mesma água que Maradona ofereceu ao Branco numa Copa do Mundo…

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– O descontrolado Maradona. O que acontece?

Deselegante, nervoso, alterado, embriagado… ou, o que muitos não querem que seja: drogado?

Afinal, o show de horrores promovido por Diego Maradona (a quem considero o número 1 da Argentina, se comparado com Messi – já que não vi Di Stéfano jogar) na partida de ontem da Albiceleste contra a Nigéria, impressionou muita gente.

Agora, já se sabe muita coisa, como, por exemplo, de que realmente ele não estava no seu estado emocional normal.

Em: https://patadasygambetas.blogosfera.uol.com.br/2018/06/27/o-que-esta-por-tras-do-descontrole-de-maradona/?

O QUE ESTÁ POR TRÁS DO DESCONTROLE DE MARADONA…

por Tales Torraga

Toda a Argentina sabe que Diego Armando Maradona sempre foi adepto de dramas e de cenas bizarras, mas o país todo ficou sem entender por que ele ontem (26) estava descontrolado como há muitos anos não se via, precisando de ajuda médica no intervalo e na saída do estádio, como informou o canal de TV TyC Sports.

A primeira delas é na barreira que foi criada pela sua filha, Gianinna, que o impediu
de ver o neto, Benjamín, que está na Rússia acompanhando o pai, Kun Agüero. Maradona, claro, está extremamente abalado por estar perto do neto e não poder vê-lo. Dalma e Gianinna, as duas filhas mais velhas de Diego, cortaram relações com o pai depois da ausência de Maradona no casamento de Dalma. Há uma insana briga entre as duas e a atual namorada de Diego, Rocío Oliva, que não está na Rússia. El Diez esperava que esta condição fosse suficiente para encontrar o neto, mas isto ainda não ocorreu.

Outro ponto de conflito de Maradona com as filhas são seus novos hábitos. Pelos excessos de toda a vida, Diego hoje precisa tomar uma infinidade de remédios que, segundo Dalma não deveriam ser misturados com o álcool que Maradona cansa de filmar ingerindo.

O resultado foi visto ontem em São Petersburgo. Ninguém no entorno de Diego fala abertamente de uma recaída no uso de cocaína. Maradona diz ter largado a droga há 15 anos. E reconheceu, ao seu biógrafo Daniel Arcucci, que ”tomou todo o vinho branco” que estava no camarote onde assistiu ao jogo, e que foi aconselhado pelos médicos no intervalo a ir para casa – o que ele obviamente contrariou.

Maradona todas as noites participa do programa de TV ”De La Mano del Diez”, que é transmitido pela TeleSUR, da Venezuela. Ele não esteve na atração de ontem e não teve a sua falta justificada pelo apresentador Victor Hugo Morales, que apenas afirmou que Maradona estaria no próximo programa, na noite de hoje.

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– Abandonaram o Guerrero?

O atacante Paolo Guerrero foi punido recentemente pela Wada. No julgamento que cancelaria ou não os seus 6 meses de gancho pela FIFA pelo dopping de cocaína, a pena foi aumentada para 14 e o deixou fora da Copa do Mundo.

Não há um questionamento curioso a fazer: por quê Flamengo e Seleção Peruana, a quem ele trabalha e serve, não o defenderam neste caso?

Questão moral não me parece ser. Estranho…

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– Uma vergonha para Jundiaí: a Cracolândia da Terra da Uva

Triste realidade retratada pelo Jornal de Jundiaí: como é o dia-a-dia da Cracolândia de Jundiaí (sim, infelizmente nosso município possui uma área assim).

Extraído de: http://www.jj.com.br/noticias/usuarios-tomam-conta-de-morro-na-cracolandia-jundiaiense/

USUÁRIOS TOMAM CONTA DE MORRO DA CRACOLÂNDIA JUNDIAIENSE

Estacas de madeira fincadas no chão. Pedaços de telha na lateral para proteger dos ventos e a lona grossa para cobrir da chuva. No chão, pedaços de entulho se misturam à terra e alguns tufos de grama do solo íngreme de um morro particular. É nesse cenário e local, entre a Vila Aparecida e o Jardim São Camilo, que pessoas usuárias de crack montam os seus barracos e mantém o vício no dia a dia. Homens e mulheres que deixaram o terreno onde foi construída uma avenida de passagem no São Camilo.

No bairro, o Jornal de Jundiaí ouviu três comerciantes e dois moradores do entorno da chamada “cracolândia jundiaiense”, e todos foram unânimes ao afirmar que notam a presença dos usuários no dia a dia, mas que já estão acostumados com o problema social.

“Eles sempre estão ali, já há anos. Fazem algumas bagunças de vez em quando, mas não mexem com a gente”, diz uma comerciante. Um morador do bairro diz que nunca teve problemas com os usuários, mas conhece pessoas que já foram assaltadas. “A gente está acostumado, né.”
Outro comerciante revela que alguns sempre vão à sua loja. “Tem dia que preciso pedir para eles respeitarem mais, mas fora isso pouco acontece. Não sinto insegurança por isso”, diz.

Procurada, a Prefeitura de Jundiaí emitiu nota reiterando alguns pontos em relação aos usuários de droga entre o São Camilo e a Vila Aparecida. De acordo com a prefeitura, as pessoas usuárias de drogas são alvo de ações regulares de cuidados com a saúde, todas realizadas pela equipe do Consultório na Rua, projeto da Unidade de Gestão de Promoção da Saúde (UGPS).

Nas ações, segundo a nota, são realizadas avaliações das condições de saúde destes usuários, além de encaminhamentos para exames e procedimentos nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

A Prefeitura também encaminha as pessoas para os Centros de Atendimento Psicossocial (Caps), onde há atendimento composto por enfermeiros, psicólogos, médicos e agentes redutores de danos. O trabalho é feito em conjunto com a Unidade de Gestão de Assistência e Desenvolvimento Social (UGADS).

Ainda de acordo com administração municipal, há também o oferecimento do trabalho realizado pelo Centro Pop (que fica na rua Marechal Deodoro da Fonseca) e pela Casa de Passagem (que fica na rua Prudente de Moraes, 1830). Ambas atuam na reinserção da pessoa na sociedade, além de trabalhar o resgate de vínculos familiares.

SEGURANÇA

Segundo a Prefeitura de Jundiaí, a Guarda Municipal de Jundiaí realiza patrulhamento diário no local e em outras regiões, inclusive nos finais de semana. De acordo com números da GMJ, oito pessoas procuradas pela Justiça ou com apreensão de entorpecentes foram encontradas no local – cinco em janeiro, três em fevereiro e nenhuma em março.

A administração municipal destaca também que a área atualmente ocupada pelos usuários de droga entre a Vila Aparecida e o Jardim São Camilo é particular.

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– Drogas? Caia Fora!

Não sei quem idealizou a campanha, mas foi muito feliz: DROGAS? PRA QUÊ?

Se os outros usam, por quê você cairá nessa tentação imbecil? Resista. Mude. Seja diferente! Tenha saúde, viva alegremente e sem dependência.

Esse post do Neymar com sua namorada viraliza nas redes sociais. Ainda bem!

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– Se vivo fosse, Elvis Presley faria…

Claro, sou daqueles que acreditam que “Elvis não morreu“!

Brincadeiras a parte, se vivo fosse, hoje o Rei do Rock completaria 83 anos. Que pena que um gênio da música se deixou levar para o mundo das drogas…

E isso porque elas eram proibidas e difíceis de serem encontradas. Imagine hoje, onde elas são achadas em qualquer esquina apesar da ilicitude?

Como Elvis Presley estaria se não fossem elas, não?

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– Prenderam Rogério 157. E daí?

Vejo e leio muita gente no Rio de Janeiro festejar a prisão do mega traficante Rogério Avelino dos Santos, que andou dando um “baile” na Polícia carioca nos últimos meses. Aliás, foram 2900 homens envolvidos na operação, contando com a Força Nacional, Forças Armadas, Polícia Civil, Policia Militar e Polícia Federal – todos entrando nas favelas da Mangueira, Tuiuti e Mandela.

Prendeu ele e acabou o tráfico de drogas?

Negativo. Ele é apenas uma peça pequena de um sistema maldoso que deve envolver políticos corruptos e outras coisas.

Triste, mas o tráfico perde “um cabeça” e surge outro. E se diga a verdade: o maior comparsa é o CONSUMIDOR (entenda-se: o usuário de drogas)!

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– Drogas & Poder de Decidir

“O grande perigo das Drogas é que elas matam a coisa mais importante de que você vai precisar na vida, que é o poder de decidir. A única coisa que você tem na vida é o seu poder de decisão”.

Paulo Coelho, escritor, à Revista Veja Ed 08/06/2011, pg 153.

– O Dopping do Guerrero

E o Paulo Guerrero, jogador do Flamengo, do Peru, com passagens pela Alemanha e pelo Corinthians?

Deveria ser mais esperto e inteligente para evitar qualquer ato em que poderia ser pego no exame antidoping. Ele não sabia que as medicações diversas devem ser informadas ao médico da equipe?

Seja droga social “ou recreativa” (detesto esses termos, droga é sempre droga) ou droga estimulante específica para engodo no esporte, uma pena para quem gosta de futebol e um prejuízo para o Flamengo.

Sobre a Seleção Peruana que jogará contra a Nova Zelândia pela repescagem, sinceramente acho que não fará falta, pois o nível de qualidade dos neozelandeses é bem inferior…

Tomara que Paolo Guerrero não tenha feito bobagem de caso pensado.

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– Coisas do Brasil e da Família Beira-Mar

O filho de Fernandinho Beira Mar, Marcelo, foi solto da cadeia por decisão do STJ.

A filha de Fernandinho Beira Mar, Fernanda, assumiu como Vereadora em Duque de Caxias – RJ, no local de um miliciano que foi preso, o vereador Chiquinho Grandão.

O próprio Fernandinho Beira Mar está se defendendo da acusação de ter lavado 8 bilhões de reais na divisa do Paraguai com doleiros.

A família está no noticiário… Sem contar que Beira Mar estuda Teologia no presídio para reduzir sua pena. (informações do Uol e da Isto É).

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– Freddie Mercury, 71? Não, as drogas não deixaram…

Da minha geração, não há quem não gostava da banda Queen e do seu líder Freddie Mercury. “Whe are the champions”, “Radio Ga Ga” e outros tantos sucessos inesquecíveis, são canções icônicas.

Porém, o cantor morreu de AIDS, provavelmente por ter a adquirido em uso de seringas compartilhadas por viciados como cocaína (ele era usuário assumido).

Uma pena. Já imaginaram se ainda fosse vivo? Hoje, celebraria 71 anos.

É dele esse suposto poema sobre sua relação com narcóticos:

UM LOUCO AMOR

Quando eu a conheci tinha 16 anos.

Fomos apresentados por um carinha que se dizia meu amigo.

Foi amor à primeira vista.

Ela me enlouquecia.

Nosso amor chegou a um ponto que já não podia mais viver sem ela.

Mas era um amor proibido.

Meus pais não aceitavam.

Fui repreendido na escola e passamos a nos encontrar escondidos.

Mas aí não deu mais, fiquei louco.

Eu a queria, mas não a tinha. Eu não podia permitir que me afastassem dela.

Eu a amava: Bati o carro, quebrei tudo dentro de casa e quase matei a minha irmã. Estava louco, precisava dela.

Hoje tenho 39 anos; estou internado em um hospital.

Sou inútil e vou morrer abandonado pelos meus pais, amigos e por ela.

Seu nome? COCAÍNA!

Devo a ela meu amor, minha vida, minha destruição e minha morte.

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– A Fazenda Esperança na Diocese de Jundiaí

Talvez não tenha repercutido como deveria, mas vale o registro: há 15 dias, houve um magnífico evento em Itu: o lançamento do maravilhoso projeto social chamado “Fazenda Esperança”.

Para quem não conhece, vai aqui a apresentação dessa obra de Deus (matéria da véspera do lançamento).

Extraído de: http://tudo.com.vc/jundiai-regiao/2017/07/28/diocese-de-jundiai-anuncia-unidade-para-dependentes-quimicos-dia-13/

 

por Hanaí Costa

A Diocese de Jundiaí lança a pedra fundamental de uma das maiores obras da Igreja Católica na região: a construção de uma unidade da Fazenda da Esperança, no próximo dia 13 de agosto. O lançamento contará com a presença do núncio apostólico (representante do Papa), Dom Giovanni D´Aniello, bispo de Jundiaí, Dom Vicente, bispos da região, autoridades, representantes da Fazenda da Esperança e sacerdotes. E faz parte das comemorações dos 50 anos da Diocese de Jundiaí.

A Fazenda da Esperança é uma comunidade terapêutica com mais de 30 anos de experiência na recuperação de jovens dependentes químicos. É considerada a maior obra da América Latina desenvolvendo esse tipo de atividade e ajudando milhares de famílias. Atualmente se encontra em 17 países. Seu trabalho, entretanto, se baseia no tripé: convivência em família, trabalho como processo pedagógico e espiritualidade para encontrar um sentido de vida. A obra será erguida na cidade de Itu, em uma chácara que a Diocese ganhou para esta finalidade.

“Ano passado, no ano da Misericórdia, nosso papa Francisco pediu que cada Diocese erguesse uma obra pela misericórdia e a nossa é essa. Quem vai administrar será a comunidade da Fazenda da Esperança”, conta o coordenador Diocesano de Ação Evangelizadora, padre Leandro Megetto.

Quando o então papa Bento 16 esteve no Brasil, em 2007, ele visitou uma unidade da Fazenda na cidade de Guaratinguetá, onde, na verdade, tudo começou há 30 anos (veja vídeo abaixo). De lá para cá, o trabalho se espalhou e virou referência no mundo quando se fala em tratamento de dependente químico. A unidade de Itu, que terá a Diocese de Jundiaí como suporte espiritual, deve receber  16 dependentes químicos de todo interior o Estado do sexo masculino.

A construção

Para se construir a casa, porém,  a Fazenda da Esperança deve lançar uma campanha missionária. A partir de janeiro de 2018, padre Christian Heim, coordenador regional da Fazenda, ficará na Diocese de Jundiaí com 14 jovens recuperados divulgando o trabalho feito pela entidade. “Para erguer a casa e a estrutura de trabalho para os jovens,  estamos calculando uns R$ 350 mil. Temos que contar com doações, claro”, reforçou ao Portal Tudo. Mas o projeto é bem maior que isso e já está pronto: além da casa, haverá capela e outras estruturas para os jovens. Quanto ao investimento total, o coordenador regional disse que será grande, entretanto, será feito em partes. Para manter o local, os próprios jovens trabalham gerando renda. E as famílias se envolvem de alguma maneira nesse processo.

Nesses mais de 30 anos de história da Fazenda da Esperança já passaram pelas 127 unidades (em 17 países) mais de 30 mil jovens. Segundo padre Christian, 80% se recuperaram da dependência.

Conheça o trabalho da Fazenda da Esperança

O dependente químico

A dependência química é o mal do século. Gatilho para levar os usuários à situação de rua e, mais grave, até mesmo ao suicídio, as drogas são um problema de saúde pública. Nos seis primeiros meses do ano, o Cead (Centro Especializado no Tratamento de Dependentes de Álcool e Drogas de Jundiaí) atendeu 1.277 pessoas. Sendo 278 novos casos só esse ano, ou seja, dois novos dependentes químicos procurando ajuda por dia (os novos casos são atendidos de segunda a sexta).

Já o Centro de Atenção Psicossocial de Álcool e Drogas III (CAPS -AD) ofereceu, no mesmo período, hospitalidade noturna (quando é oferecido o acolhimento exclusivo de abrigo à noite) para 105 usuários. Segundo o relatório da UNODC (escritório para drogas e crime da ONU), o Brasil consome quatro vezes mais cocaína que a média mundial. Ou seja, é como enxugar gelo. Em junho o Portal Tudo fez uma reportagem sobre o tema e mostrou a  dificuldade que se tem em relação a casas de acolhidas para dependente químicos.

Com a chegada de uma unidade da Fazenda da Esperança na região, uma ‘esperança’ se abre  no coração de muitas famílias. É o caso da família de R.D, de 32 anos, que luta contra as drogas há quase 15. O rapaz já saiu de casa três vezes e da última vez foi resgatado da Cracolândia. A família é de Jundiaí e já não sabe mais o que fazer. A mãe, cansada, acredita que clínicas privadas que não tenham cunho religioso, é apenas um gasto que não vai trazer ao filho o que ele  busca: o seu próprio resgate.  A mãe dele, que preferiu ficar no anonimato, acredita que a Fazenda da Esperança trará, não só para sua família, mas para muitas, o que realmente eles procuram há tanto tempo. É um fio de esperança. Na Fazenda da Esperança.

Papa Francisco manda mensagem para os jovens da Fazenda

– O Tráfico de Drogas acabando com a Vida das Meninas Brasileiras

Veja só: o Estado de São Paulo trouxe uma impressionante matéria sobre como os traficantes se utilizam de jovens meninas para o tráfico de drogas. Maria Isabel Melo, diretora de uma das “Fundação Casa” – antiga FEBEM – diz que elas “são tão pequenas que ainda fazem xixi na cama”.

Assustador e triste…

Extraído de: http://www.jornalalobrasilia.com.br/ultimas/?tipo=NOT&Desc=Nacional&IdNoticia=25946

TRÁFICO USA CADA VEZ MAIS MENINAS EM SP, DIZ FUNDAÇÃO

O recrutamento de meninas com menos de 14 anos para atuar no tráfico de drogas aumentou, segundo estatísticas da Fundação Casa. A parcela feminina menor de 14 anos respondia, em 2005, por 9,8% das internações do sexo feminino e 19,3% delas eram internadas por tráfico, infração que perdia no ranking da criminalidade para o roubo. No primeiro semestre de 2009, o índice de pequenas infratoras subiu para 12,1%, conforme números levantados a pedido do Estado, e 35% delas são privadas de liberdade por comércio de tóxicos, o líder absoluto em delitos.

O tráfico tem recrutado as chamadas “garotas-propaganda” para ampliar as vendas, uma estratégia usada até nas áreas mais devastadas pelo uso de entorpecentes, como a cracolândia, no centro de São Paulo. As meninas viram fonte de renda para organizações criminosas e ficam responsáveis por administrar pequena quantidade de crack e cocaína. Muitas vendem para ganhar o que abastece o próprio vício.

Walter Varanda, pesquisador da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), que há duas décadas trabalha com a ligação entre drogas e pessoas em situação de rua, observou a chegada das meninas ao crack no último ano. “O que ainda precisamos descobrir é de onde essas garotas estão vindo, se são situações de ruptura familiar, de violência doméstica… Elas encontram na droga sensações de engrandecimento que não conseguem em outros contextos.”

A utilização de meninas menores como “isca” de usuários acontece na cracolândia, que recebeu na semana passada uma ofensiva de 20 órgãos públicos para tentar coibir o uso de crack ao ar livre, que se registra há 20 anos. Entre os dependentes crônicos, enrolados em cobertores, que se espalham pelas calçadas da região central da capital paulista, garotas de aparência inferior a 16 anos, arrumadas, banho tomado e porte sedutor, se destacam por serem polos flutuantes de comércio de pequena quantidade de crack. E elas também são usuárias, em substituição ao “escambo” que sempre marcou o local.

Prostituição

Para as meninas, o mesmo ofício deixa ainda mais próximo outro destruidor da infância: a prostituição. “Existe um consórcio entre o mercado do sexo e o de drogas”, afirma a socióloga Graça Gadelha, consultora na área de combate da exploração sexual de crianças. “A associação se dá por dois fatores. Ou porque a menina precisa da droga para conseguir conviver com a situação de múltiplas relações sexuais ou porque a droga é moeda de pagamento da dívida pelo vício, o que coloca mais obstáculos para a menina sair dessa situação”, completa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

– Esporte e Drogas na Reabilitação de um Vencedor!

Leio na Revista Runner (pg 62-68, por Patricia Julianelli) a história de superação de “Cleber Cowboy do Asfalto”, corredor profissional que só se tornou atleta pela necessidade de fugir de algo que o matava: as drogas! Começou a fumar maconha no ano de 1998 e em 2008 estava no fundo do poço, consumindo crack. Tentando se recuperar e em meio as crises de abstinência, se socorreu à… corrida!

Cada vez que fica em desespero pela falta do uso de entorpecentes, saía para correr, até conseguir se livrar da dependência.

Um dos depoimentos comoventes dele foi quando sua mãe descobriu o vício. Ele conta que:

Minha mãe desabou e gritava ‘onde foi que eu errei?’ como se fosse culpa dela. Parecia que chorava minha morte.

Porém, após vencer sua primeira maratona, ele se lembrou de tudo isso e disse:

Ao completar minha primeira prova, eu flutuava. Droga nenhuma me proporcionou um sentimento com tamanha intensidade e com gosto de realidade“.

Taí. Se você caiu alguma vez em tentação ou se enfiou nessas porcarias, siga o exemplo de Cleber: arranje algo saudável para fazer e substituir a dependência. Seja um campeão como o “Cowboy do Asfalto” foi.

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– O dopping no esporte está insuportável.

Temos visto muitas manchetes sobre dopping no esporte, e elas são cada vez mais cabeludas.

Tudo tem sido fajuto, mascarado? Os resultados dos atletas são artificiais, sendo conquistados com tecnologias de dopagem modernas e não descobertas?

Uma pena que isso esteja cada vez mais comum. Quantos dopings ocorreram e não descobrimos até agora?

O mais complicado é: descobrir quem está realmente ou não dopado, pois a modernidade usada pelos laboratórios para ajudar criminosamente os esportistas é avançadíssima.

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– Difícil de acreditar nas Instituições

Ouço pelo rádio que há nesta 5a feira uma megaoperação no Rio de Janeiro a fim de prender os cabeças do tráfico de drogas.

Nos mandados de prisão constam 90 policiais e 70 traficantes.

Como confiar nas autoridades? Policial corrupto é sinônimo de terra sem lei.

Lamentável…

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– 72 anos do Maluco Beleza!

Se vivo fosse, Raul Seixas completaria hoje 72 anos!

Ah se não fossem as drogas… 

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– Aniversário de Gilberto Gil e Frase Marcante

Gilberto Gil assopra as velhinhas hoje. Gênio musical, mas de certas polêmicas criadas. Me recordo que exatamente há 5 anos, declarou que os intelectuais da Bossa e os adeptos jamaicanos do Reggae usaram as propriedades da Canabbis para potencializar suas obras.

Ah, não vale nem comentar. Em suma: fumar maconha deixa o sujeito inteligente?

Tenha santa paciência…

Gilberto Gil é craque como músico. Mas horrendo na defesa das drogas

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– Caia fora das Drogas, Fábio Assunção!

Que pena!

Fabio Assunção, ator que já foi o grande galã da Rede Globo, há tempos teve problemas com drogas. Agora, extrapolou até com a Polícia, quebrando o vidro da viatura.

Leia e assista no link abaixo (extraído do Blog do Paulinho).

CLIQUE EM: A vida fora da Globo: Fabio Assunção, alterado, no camburão

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– Que fedor e que suicídio… e o cara não se manca! Sobre tabagismo e narcóticos.

Dia 31 de maio foi Dia Mundial de Combate ao Tabagismo. Ótimo! É preciso se conscientizar dos males que surgem do fumo.

Há certas situações que mostram como o cigarro “ilude” a pessoa e a faz se tornar totalmente dependente. Veja:

O relógio marcava 06h, eu estava entrando na padaria e… para fora, um “mané” fumando o seu tubo cilíndrico composto de tabaco e nicotina. E que cheiro ruim! Parece que recepcionava os fregueses… Uma senhora abanou a mão para se livrar da fumaça e o cara nem percebia (dizem que quem fuma perde a percepção do cheiro). Não vê o incômodo.

Logo cedo, com a bonita manhã que despertava, à beira da Serra do Japi, somente se tiram duas conclusões:

1) O vício impede o cara de sentir o ar puro da Natureza logo neste horário;

2) A dependência o deixou insensível para tais coisas.

Os fumantes adultos de hoje foram vítimas da cultura da glamourização do cigarro de tempos atrás. A indústria do fumo atrelava a imagem do cigarro ao sucesso, em propagandas homéricas no esporte, em filmes e outras publicidades. Mas hoje, com tanta informação dos malefícios, é inadmissível que adolescentes e jovens caiam nessa armadilha. E aí ficam outras duas observações:

1) o jovem é um “Maria-vai-com-as-outras”, não tendo personalidade para recusar;

2) o burro entendimento de que se “experimentar uma só vez não vai se viciar” predomina.

Saibam: todo usuário de maconha começou experimentando algo oferecido por “amigos” (entre aspas mesmo) e se viciou. Idem ao cigarro. E depois da maconha vem a cocaína. Os mesmos péssimos e falsos amigos dizem que “fumar maconha é fraco, o ‘negócio’ é cheirar. E daí vem o pior: as drogas mais modernas em outros formatos, como o perigosíssimo LSD ou o esctasy.

Se você fuma, lembre-se: o seu cigarro e a sua fumaça incomodam muita gente! Respeite os outros com sua poluição (e intoxicação) pessoal, além da preocupação com o câncer.

Se você experimenta ou experimentou algum narcótico, fuja desse mundo! Se alguém te oferecer, recuse. Se for intimidado, chame a Polícia! Se sentir acuado, peça ajuda a quem te ama. Se ficar refém da dependência, abandone imediatamente àqueles que oferecem e não se acanhe em desabafar com pessoas sóbrias. Se sofrer bulliyng, não vacile – tenha personalidade e diga: “eu sou mais forte e mais legal sem essas porcarias”! Saia por cima, o verdadeiro “vacilão” é o usuário.

Você conhece algum dependente (de cigarro, de drogas ilícitas e de álcool) saudável?

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– Cracódromos na Cracolândia?

Exatamente há 3 anos… republico uma reportagem que é bem atual sobre os pontos de consumo de crack. Abaixo:

CERCADINHOS PARA VICIADOS

Puxa, não imaginava que a indignidade humana se rebaixaria a tanto. Só agora li que, há um mês, a Prefeitura de São Paulo tentou implantar um “cercadinho” para os usuários de droga do Centro da Capital. Uma espécie de “Cracódromo” dentro da “Cracolândia”!

É dessa forma que queriam resolver esse problema?

O mundo está acabando, definitivamente.

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/05/1454065-prefeitura-faz-cercadinho-para-usuarios-de-crack-no-centro-de-sp.shtml

PREFEITURA FAZ ‘CERCADINHO’ PARA USUÁRIOS DE CRACK NO CENTRO DE SP

A Prefeitura de São Paulo tentou na tarde de ontem colocar usuários de droga da cracolândia dentro de um cercado de metal, que foi erguido na esquina da alameda Cleveland e da rua Helvetia.

Normalmente, a concentração de usuários fica disposta no meio das ruas do entorno, principal ponto de venda e consumo do crack.

As grades foram colocadas por volta das 16h ao redor do calçadão. Cerca de uma hora depois, viaturas começaram a levar pacificamente o grupo que estava concentrado na alameda Dino Bueno para a área do “cercadinho”.

Indignados com as grades, os usuários resolveram ocupar a tenda Braços Abertos, localizada na rua Helvetia.

A tenda é base do programa homônimo da prefeitura, que oferece trabalho, moradia, alimentação e tratamento na cracolândia.

Segundo usuários ouvidos pela Folha, ela foi ocupada como uma alternativa ao início de um confronto com a Guarda Civil Metropolitana.

Afirmaram ainda que aceitariam mudar o ponto de concentração para a esquina da Helvetia com a Cleveland, mas não toleram as grades.

IMPASSE

No início da ocupação, os usuários apontavam que só sairiam da tenda caso as grades fossem removidas, mas acabaram se retirando de forma pacífica e sem interferência dos guardas-civis.

A ocupação durou duas horas. Nesse período, tanto a venda quanto o consumo de crack, que normalmente acontecem na rua, ocorreram dentro da tenda municipal.

Até o início da noite de ontem, os usuários estavam concentrados na rua Helvetia e afirmavam que só iriam para o calçadão caso as grades fossem removidas.

PREFEITURA

De acordo com a prefeitura, as grades foram colocadas apenas para organizar a movimentação dos usuários.

“Estamos tentando liberar as calçadas e ruas para garantir o direito de ir e vir da população”, afirmou Roberto Porto, secretário municipal de Segurança Urbana.

Segundo ele, as grades não ficarão fechadas e os usuários têm trânsito livre.

“Não estamos prendendo ninguém, apenas dando espaço para quem deseja usar a calçada ou a rua”, disse.

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– Gravíssimo: Dopping de atletas brasileiros, inclusive no Futebol?

Algo estarrecedor, se confirmado. Atletas de alto rendimento do Brasil há tempos vem praticando dopping, de difícil percepção nos exames, incluindo campeões como, inclusive, o lateral esquerdo Roberto Carlos.

Nojento, deplorável e preocupante (repito: caso seja verdade). Publicado há pouco, extraído do Blog do Juca Kfouri no UOL:

TV ALEMÃ DENUNCIA DOPING NO BRASIL, NO FUTEBOL, INCLUSIVE – 10/06/2017 15:30
A ARD, emissora alemã de TV, levou ao ar agora há pouco, 13h35 no horário brasileiro,  uma reportagem feita pela mesma equipe, comandada pelo jornalista Hajo Seppelt,  que descobriu o sistema de doping  na Rússia e que tirou os russos da Olimpíada no Rio em 2016.
A matéria acusa o médico brasileiro Júlio César Alves, de Piracicaba, de práticar métodos que seriam proibidas pelo antidoping e que envolvem atletas brasileiros de alto rendimento, inclusive o ex-lateral Roberto Carlos, campeão mundial em 2002, que se negou a dar explicações à equipe alemã de TV. O texto, em inglês, pode ser lido AQUI.
Alves já causou grande repercusão no Brasil ao conceder entrevista ao jornalista Roberto Salim, então na ESPN Brasil, como se pode ver AQUI, quando disse, entre outras afirmações gravíssimas que desnudaram a hipocrisia vigente no esporte mundial,  haver dois jogadores da Seleção de Felipão entre seus clientes, sem citar seus nomes. Agora suas práticas ganham repercusão mundial.
ATUALIZANDO – 16h34 – Jamil Chade, consagrado jornalista, postou no Estadão essa reportagem bem detalhada:

Rede clandestina alimenta doping no esporte e futebol de elite no Brasil

Emissora alemã que trouxe à tona escândalo de doping no esporte russo agora expõe situação brasileira e revela suposto doping de ex-lateral Roberto Carlos, falhas no controle, pressões do COB e abastecimento em grande escala

Com amplas falhas de controle e pressão de instituições, o doping é uma realidade do esporte brasileiro e chega até mesmo ao futebol de elite. A denúncia foi revelada pela emissora de TV alemã ARD neste sábado e aponta ainda para o suposto envolvimento de ex-jogadores da seleção como Roberto Carlos.

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Roberto Carlos, ex-lateral da seleção, estaria entre os envolvidos Foto: Tasso Marcelo/AE

De acordo com a investigação, o País não conta com um sistema de controle suficiente, o treinamento é inadequado, o abastecimento de produtos é amplo, existe pressão das instituições e a ação judicial falha.

Em 2014, a ARD revelou a forma pela qual o governo russo promovia o doping de seus atletas. Sua emissão levou o COI a banir o time de atletismo da Rússia dos Jogos de 2016, no Rio de Janeiro. Desta vez, a investigação é focada no doping no futebol brasileiro e no esporte nacional.

Apresentando-se como agente estrangeira de jogadores de futebol em busca de anabolizantes, a equipe de TV entrou em contato com uma rede de abastecimento clandestina e chegou até mesmo a visitar uma fábrica de anabolizantes.

Um dos médicos que prometia fornecer o material fica em Piracicaba, Julio Cesar Alves. Ao conversar com o grupo alemão, sem saber que falava com jornalistas, ele revelou como seus produtos abasteciam jogadores, como o ex-lateral da seleção brasileira. Com uma câmera escondida, o grupo ouviu do médico ofertas por clenbuterol e orientando os clientes a deixar de tomar o produto 15 dias antes de uma competição para evitar serem pegos em um exame de doping. Alves ainda promete a eles dez doses de EPO. Na visita, o pacote de produtos saía por R$ 10,5 mil, que poderiam ser pagos em quatro vezes.

Uma das atletas pegas no doping no Brasil foi Eliane Pereira. Aos jornalistas, ela garante que não sabia o que Alves receitava e tomava acreditando que era algo legal. Mas ela admite que o médico ensinava como escapar dos testes e como teve um encontro com um “grande ídolo” da seleção brasileira no consultório do médico. Eliane, porém, se recusa a dar seu nome.

Pego numa gravação, Alves insiste que já forneceu seus produtos a dois jogadores da seleção. “Eu tratei de Roberto Carlos. Ele chegou a mim com 15 anos”, disse. De acordo com a ARD, documentos de uma investigação no Brasil também apontariam o envolvimento do ex-lateral. Mas procuradores disseram desconhecer o caso. Procurado, o ex-jogador não deu uma resposta à emissora.

IMPORTAÇÃO

De acordo com a investigação, parte dos produtos no mercado brasileiro é importada. Em Assunção, no Paraguai, o grupo de jornalistas chegou a ser levado a uma fábrica de anabolizantes. No encontro, os empresários confirmaram que vendiam anabolizantes e que seu principal mercado era o setor de futebol do Brasil, em grandes quantidades.

“Vendemos para todos os esportes, como atletismo”, disseram. “Há pessoas ainda que compram para jogadores que querem ainda atuar quando são mais velhos, entre 34 ou 35 anos ou para aqueles que tiveram alguma lesão”, explicou. Segundo o empresário, o produto é enviado para Brasil e Argentina. “Dois ou três fisioterapeutas de clubes brasileiros compram isso aqui para seus jogadores em fase de recuperação de lesões”, disse. “Em um momento que não pode ser detectado em exames de doping”, completou.

A investigação ainda aponta como as falhas nos controles seriam amplas no Brasil. Uma das investigações da WADA ocorre justamente com empresas que são terceirizadas no Brasil para realizar os testes.

Numa gravação telefônica que está de posse da WADA, uma das empresas deixa claro que o organizador de um torneio pode escolher quem ele quer testar. Ao ser questionada quem seria testado, a empresa responde: “normalmente testamos os três primeiros colocados e mais três outros. Mas você pode decidir isso”, disse.

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Grande esquema de doping teria envolvido diversos atletas do esporte e do futebol brasileiro Foto: Fabio Motta/Estadão

Entre os diversos especialistas e pessoas excluídas do controle de doping no Brasil, a ARD fala ainda com Luis Horta, ex-chefe de planejamento da ABCD e que denunciou as autoridades brasileiras por terem impedido exames fora de competições com atletas nacionais na preparação para a Olimpíada Rio-2016.

De fato, por meses, os atletas brasileiros deixaram de ser testados fora de competições e ex-responsáveis acusam o COB de fazer pressão para que os atletas não fossem examinados na preparação final para a Rio 2016. “Antes dos Jogos Olímpicos, estávamos sob pressão a não realizar testes de doping sem aviso prévio”, disse Horta. “Sob pressão do Comitê Olímpico Brasileiro”, esclareceu. “Eu percebi que eles não têm o mesmo objetivo. Eles querem medalhas, medalhas, medalhas. Limpas ou não”, atacou.

De volta ao seu país de origem (Portugal), Horta afirma não se sentir seguro no Brasil. “Existem instituições que são um estado dentro de um estado”, afirmou.

Marco Aurelio Klein, ex-responsável no Ministério do Esporte, também denuncia o abandono de parte do controle para a Rio-2016. Segundo ele, o último controle de doping sem aviso prévio ocorreu no início de julho de 2016, mais de um mês antes dos Jogos começarem. Em um ano, a ARD apurou que apenas cinco testes de surpresa foram realizados em todo o Brasil.

Klein também denuncia o fato de que as medidas que tinham sido planejadas e o treinamento feito antes da Rio-2016 foram “ignorados” no momento do evento.

– Filhos de Mães Viciadas em Drogas!

Assustador. Não há outro adjetivo para descrever o que acontece com as crianças cujas mães usam drogas.

Você sabia que bebês filhos de viciadas em heroína tem que receber a droga para se acalmarem? Absurdo, mas necessário.

E que algumas deficiências mentais são resultantes de mães que usam crack?

Veja que situação triste, na reportagem de Cristiane Segatto, da Revista Época, Ed 22/06/2011, pg 67-68.

OS BEBÊS DO CRACK

Cresce o número de recém-nascidos expostos à droga na gestação. Estudos sugerem que ela afeta o desenvolvimento cerebral das crianças

Cerca de 600 bebês nascem todos os meses na Maternidade Estadual Leonor Mendes de Barros, a principal da Zona Leste de São Paulo. A neonatologista Graziella Pacheco Velloni é responsável pelos primeiros cuidados que eles recebem. Na semana passada, a médica tentava aliviar o sofrimento de gêmeos prematuros nascidos no início do mês com pouco mais de 1.200 gramas. Os meninos ainda precisavam receber oxigênio e eram alimentados por meio de uma sonda gástrica. Do lado de fora da UTI, não havia pai, mãe, avó ou parente distante torcendo por eles.

A mãe, uma moça de 22 anos, recebeu alta e não voltou mais. Graziella suspeita que as crianças tenham sido expostas ao crack na gestação. A médica está acostumada a lidar com dramas desse tipo, que não são raros naquele hospital. Mas acostumada não significa conformada. “Meu sentimento é de total impotência”, afirma. “A gente fica em dúvida sobre o que seria melhor para essas crianças: viver com os pais viciados ou viver sem os pais?”

Em 2007, apenas uma criança nascida na maternidade foi encaminhada à adoção porque a mãe, dependente química de crack ou cocaína, abriu mão do bebê. Em 2008, foram 15 casos. No ano seguinte, mais 26. Em 2010, outros 43. Só no primeiro trimestre deste ano, o hospital encaminhou 14 recém-nascidos para a Vara da Infância e Juventude. Eles vão para abrigos e ficam à espera de adoção.

“O consumo de crack durante a gestação é um grave problema médico e social”, afirma Corintio Mariani Neto, diretor do hospital. Ele diz que a droga pode provocar diversos problemas: descolamento da placenta, falta de oxigenação, retardo do crescimento, baixo peso no nascimento e morte neonatal. Quando o bebê sobrevive, surgem preocupações sobre a extensão dos danos provocados pela droga. Há os problemas visíveis e imediatos e há os danos posteriores, relacionados ao desenvolvimento – sobre os quais ainda se sabe pouco. Quando a grávida usa crack ou cocaína, o bebê costuma nascer hiperexcitado, irritado, choroso. É sinal de que a droga chegou ao cérebro e pode ter provocado alterações de desenvolvimento. Mas o resultado desse contato precoce só pode ser observado anos depois, quando a criança começar sua vida escolar.

Nos primeiros dias depois do parto, a droga é metabolizada pelo fígado do bebê e expelida nas fezes. Em cerca de uma semana, a criança está livre da substância. Bebês expostos à cocaína e ao crack durante a gestação não nascem com síndrome de abstinência evidente, como ocorre quando a mãe usa heroína, morfina e qualquer outro derivado do ópio. Nesses casos, o organismo dos bebês sente falta da substância. Para tratá-los é preciso dar a mesma droga e reduzir a dose aos poucos.

A grande preocupação em relação ao crack e à cocaína é o desenvolvimento futuro da criança. “As drogas alteram a arquitetura cerebral do feto. Elas mudam a formação de sinapses, conexões e circuitos. Ao final, podem provocar alterações cognitivas que prejudicam a vida social e escolar da criança. Sua capacidade de entender conceitos abstratos e fazer associações pode ser comprometida”, diz Ruth Guinsburg, professora de pediatria neonatal da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Um dos grupos mais dedicados ao estudo desse problema é o da americana Emmalee S. Bandstra, professora de pediatria, obstetrícia e ginecologia da Universidade de Miami. No final dos anos 1990, a equipe dela reuniu 476 recém-nascidos (nenhum prematuro) para realizar um amplo estudo sobre os efeitos da exposição à cocaína e ao crack durante a gestação. Metade das mães usava drogas de forma frequente e metade não usava. O estudo, que ainda continua, deu origem a vários artigos científicos. Em um deles, a equipe avaliou funções intelectuais e capacidade de aprendizagem aos 7 anos. O risco de apresentar dificuldades de aprendizagem foi três vezes mais elevado no grupo de crianças que teve contato com a droga.

“As habilidades matemáticas parecem ser as mais afetadas”, escreveu Emmalee num artigo publicado na revista científica Developmental Neuropsychology. “Essa descoberta desperta questões sobre os processos neuropsicológicos que podem ser afetados.” As competências matemáticas são comandadas por várias regiões do cérebro, entre elas o hemisfério direito, o lobo frontal e o lobo temporal. Em tese, portanto, o consumo de crack durante a gestação poderia ter impacto sobre diversas regiões do cérebro do bebê. O primeiro passo para tentar entender a extensão do problema é identificar as crianças afetadas. Mas o Ministério da Saúde do Brasil não tem ideia de quantos recém-nascidos são expostos a drogas durante a gestação. “Precisamos ficar atentos a esse problema porque deve haver muita subnotificação”, diz a professora Ruth, da Unifesp. A equipe do Leonor fez um esforço para contar os casos e investigá-los. É um exemplo a ser seguido.

– Duas vidas jogadas fora pelo motoqueiro!

Há certos acidentes totalmente evitáveis. Um deles foi o ocorrido na Rodovia Bispo Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, no sentido Itu – Jundiaí.

Ontem, por volta das 06h30, eu estava próximo à Takata-Petri (região do Parque Eloy Chaves), e uma moto em altíssima velocidade (e era subida), ultrapassava os carros em zigue-zague. Na garupa, com o frio que fazia na manhã de sexta-feira, se percebia que era uma moça que estava de shorts ou saia.

Como explicar a velocidade incompatível, num trecho tão perigoso com uma direção irresponsável e nos tais trajes? Respeitosamente, parecia que as duas pessoas não estavam cientes do perigo, da temperatura e das próprias leis de trânsito.

Instantes depois, ainda ziguezagueando, a moto sumiu em velocidade maior na descida próximo à fábrica da Coca-Cola. De repente, tanto a pista expressa quanto a marginal da Dom Gabriel pararam. A moto se enfiou na traseira de um carro e piloto com a acompanhante arremessados pelo canteiro até via marginal. Morte instantânea.

É triste tal relato. A vida para uns é tão sagrada, e para outros jogada fora. Dos males, o menor foi que os corpos não foram arremessados em cima de um ônibus ou de outro veículo maior, causando mais mortos.

Uma pena. E ao ler o jornal de Jundiaí, descobriu-se que as vítimas portavam LSD!

Muito triste. Foram vítimas de si próprio. Compartilho:

(Extraído de: http://www.jj.com.br/noticias-46549-casal-de-jovens-morre-em-colisao-de-moto-na-rodovia-dom-gabriel)

CASAL DE JOVENS MORRE EM COLISÃO NA DOM GABRIEL

Um casal de jovens morreu na manhã desta sexta-feira (02) em acidente de moto na rodovia Dom Gabriel Gabriel Paulino Bueno Couto, que interliga Jundiaí a Itu. Erick James de Lima, de 27 anos, pilotava uma Yamaha XT 660, levando na garupa Amanda Larissa Silveiro Torres, 21. O veículo bateu na traseira de um VW Logus.

A policiais rodoviários, o motorista do carro, um técnico em eletricidade de 29 anos, contou que ouviu de testemunhas, após o acidente, que o condutor da motocicleta pilotava em alta velocidade, ziguezagueando na estrada para ultrapassar outros veículos. Ele disse ter sentido apenas o impacto da moto contra seu automóvel.

Erick e Amanda morreram no local. Conforme relataram os policiais rodoviários durante o registro do boletim de ocorrência, 29 micropontos de LSD, uma droga de grande poder alucinógeno, foram encontrados nos pertences da moça. O entorpecente estava guardado em papel alumínio.

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Também o Jornal Regional postou outros detalhes do acidente, incluindo a foto assustadora do resgate:

(extraído de: http://www.jr.jor.br/2017/06/02/amanda-e-erick-morreram-em-acidente-de-moto/)

Que Deus console os familiares e conscientize os jovens do mal das drogas – e a importante responsabilidade no trânsito.

– Andreas von Richthofen pagou indevidamente pela fama da irmã!

Coitado de Andreas von Richthofen, vítima de má jornalismo, fofoca e doenças psíquicas. O jovem é irmão de Suzane von Richthofen, a moça que junto do namorado e do futuro cunhado (os irmãos Cravinhos), mataram os pais para ficar com a herança.

Ontem se divulgou que ele fora detido “doidão na Cracolândia“. Alguns até mesmo o tacharam de cúmplice da irmã! Quanta maldade…

O rapaz tinha 15 anos na época, não participou do crime e chorou muito a perda da família. Ficou órfão POR CULPA DA IRMÃ, que confessou que com os cúmplices consumiu Cocaína e que planejou a morte dos genitores por dinheiro. Mais do que isso: Andreas não estava na Cracolândia, estava na Chácara Flora. Ele é graduado, mestrado e doutorado em Química pela USP! Lamentavelmente, o “último que sobrou vivo e livre daquela família” foi diagnosticado com problemas mentais quando pulou a casa onde foi detido.

O grande problema é: RÓTULO! Pagou pela fama da irmã pelos desavisados…

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– Como ser contra a internação compulsória dos viciados da Cracolândia?

Você já viu um viciado em crack perambulando pelas ruas?

Já tentou conversar ou argumentar com ele?

Impossível vê-lo como um ser racional. A doença (sim, vício em drogas é doença) acaba com o poder de decisão “pensada”, somente permite a “instintiva” do cidadão. Lamentável…

As autoridades querem internar essas pessoas em clínicas de reabilitação. Ótimo, é necessário quando a pessoa não pode mais decidir por si só. Isso se chama humanidade, compaixão, preocupação com o próximo. Mas me assusta o fato de que há gente contrária a isso, chamando absurdamente de… repressão!

Vá dormir, é indiscutível tal necessidade.

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– Mais uma Marcha da Maconha…

Dias atrás, as principais cidades do Brasil tiveram suas “Marchas da Maconha” sendo realizadas. Algumas com meia dúzia de pessoas, outras com milhares. Mas todas com o propósito de liberar a droga.

Sou TOTALMENTE CONTRA a liberação das drogas, e todos os argumentos – desde o do viciado da esquina ao do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso – não me convencem.

O custo social, a indignidade humana, a deploração familiar e a dependência nunca são levados em conta por esses defensores.

Uma pena. Eles viciam, depois é a Sociedade quem tem que cuidar das mães desesperadas pelos dependentes e os gastos com recuperação.

Respeito quem defende, mas discordo. Tudo democraticamente.

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– Defende-se a liberação das drogas e gasta-se para recuperar os usuários?

E o Governo Estadual lançou o “Parceiros do Recomeço”, um programa de incentivo para as empresas que contratam dependentes químicos em recuperação.

Ótima iniciativa. O problema é que: de um lado, há a apologia para a liberação das drogas no Brasil. Do outro, gastos para recuperar quem usa drogas!

Contraditório, não?

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– A Cracolândia em Guerra e os Bandidos sendo protegidos

É “a mortadela fatiando a máquina”, ou se preferir, a “banana comendo o macaco”.

Leio que a PM e a GCM precisaram agir dentro da Cracolândia, devido a tumultos. O local, dominado por traficantes (que são donos literalmente dos espaços) e viciados (que não podem sair de lá pois são reféns), virou cenário de guerra.

O curioso é que alguns grupos CONDENARAM a ação da Polícia Militar. Os traficantes não permitem que as famílias retirem os seus entes do vício; o comércio de drogas ao céu aberto predomina; um mundo a parte lá existe (ou melhor, um inferno).

E pensar que existe aqueles que querem saber como funcionam as drogas… Tonto é aquele que aceita “uma provadinha”, ou ainda aquele que diz: “vou experimentar e não fará mal, pois sou forte”.

Extraído de: http://noticias.r7.com/sao-paulo/coletivos-publicam-carta-contra-repressao-policial-na-cracolandia-11052017

COLETIVOS PUBLICAM CARTA CONTRA REPRESSÃO POLICIAL NA CRACOLÂNDIA

Ação da PM e da GCM na quarta deixou quatro pessoas feridas a bala

Ao menos 28 grupos publicaram na noite desta quarta-feira (10) uma carta de repúdio contra as ações violentas da Polícia Militar e da Guarda Civil Metropolitana na região conhecida como Cracolândia, no bairro da Luz, centro de São Paulo.

O documento foi divulgado horas após agentes públicos de segurança entrarem em confronto com os usuários de drogas que moram na região. Aos menos quatro pessoas ficaram feridas por disparos dos policiais.

Segundo a PM, a confusão começou após homens da GCM perseguirem e prenderem um suspeito de roubo na Alameda Dino Bueno. A GCM então pediu apoio da PM para conter a confusão, após os agentes entrarem no chamado “fluxo”, o trecho da Dino Bueno, entre a Rua Helvétia e o Largo Coração de Jesus, que é totalmente ocupado pelos usuários. A polícia acabou interditando vias da região, como a Avenida Rio Branco no sentido da Marginal do Tietê. O controle de pessoas e veículos se manteve até a noite de ontem.

De acordo com a carta, “foi mais um ataque a populações desprotegidas que estão nas periferias e pontos de interesse do mercado imobiliário. O projeto é apenas eliminar os grupos que demonstram a falência das políticas públicas. A guerra às drogas é novamente a justificativa para o extermínio e o encarceramento dos pobres e negros”.

O R7 apurou que, desde o início da gestão João Dória, usuários de crack e grupos que prestam assistência aos dependentes químicos — inclusive funcionários dos programas Recomeço, do governo do Estado, e do De Braços Abertos, da prefeitura — temem uma megaoperação de limpeza da população que vive naquelas ruas. Isso prejudicaria o trabalho de redução de danos que vem sendo realizado na Cracolândia nos últimos anos.

O clima de incerteza se instalou desde que o prefeito João Doria anunciou, durante a campanha eleitoral do ano passado, o fim do De Braços Abertos, o que não aconteceu até agora. Pelo programa, o dependente químico recebe moradia e remuneração em troca de serviços como varrição de ruas e plantio. O usuário é incentivado a reduzir o consumo de drogas, por meio de acompanhamento multidisciplinar, mas a internação não é exigida.

Em janeiro, a prefeitura declarou que o novo programa de combate ao crack, chamado “Redenção”, vai exigir exames antidoping frequentes dos usuários como contrapartida para receberem a moradia. Quem não aceitar correrá o risco de perder o auxílio.

Em fevereiro, Doria afirmou que o Redenção vai “retirar” os dependentes da rua. A remoção seria feita de forma “humanitária”, segundo o prefeito, que não detalhou a ação. Até hoje o programa ainda não foi explicado para a população, sendo adiado mais de uma vez. A expectativa é que seja iniciado no segundo semestre. A técnica de internação forçada já foi aplicada na Cracolândia, sem sucesso.

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