Que jogaço! Poderia ser em outra fase, mas sem dúvida o Mengão contra o Bayern nas Oitavas do Mundial de Clubes será de grande valia para quem gosta de futebol.
Não ficarei fazendo palpites. Jogo “no triplo” na Loteria. Imprevisível o placar!
A FIFA está muito feliz com o Mundial de Clubes 2025, versão Copa do Mundo.
Os clubes sulamericanos, cá entre nós, idem. Segundo a CNN, somando as premiações, por exemplo, do Botafogo FR, ao passar de fase já garantiu R$ 143 mi (em: https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/veja-quanto-o-botafogo-fatura-ao-chegar-as-oitavas-do-mundial-de-clubes/#goog_rewarded).
Os europeus, ao que parecem, estão divididos. Mas quando a grana chegar… aliás, dinheiro do Fundo Real da Arábia Saudita, o maior dos patrocinadores (vide o letreiro PIF, nas placas publicitárias).
Agora, os jornais trazem a notícia que Gianni Infantino, o presidente da FIFA, gostaria que essa competição ocorresse de 2 em 2 anos! Aí, não hea calendário que aguente…
O que você acha da ideia? Deixe o seu comentário:
Eu estou achando muito legal essa Copa do Mundo de Clubes. Que sacada genial da FIFA (motivada por muita grana).
Não esperava grande desempenho das equipes fora do eixo europeu. E me surpreendi positivamente com os brasileiros. E o que deu para perceber, foi:
Porém, aqui precisamos tomar cuidado para não nos enganarmos: na Europa, temos os supertimes como PSG, Manchester City e Real Madrid (além de outros que não estão no torneio, como Liverpool e Barcelona). Eles são empresas de entretenimento, com elencos transnacionais. Se jogarem 10 vezes contra os melhores times sulamericanos, em igualdade de condições, vencerão a maior parte dos jogos.
Fora esses times, temos equipes europeias (como os portugueses) que são comuns. Nada de espetacular!
A verdade é que o abismo que vimos surgir entre europeus e sulamericanos no começo dos anos 2000, diminuiu hoje. É fato! Deve-se ao dinheiro, intercâmbio e novos treinadores. Mas a diferença, sejamos honestos, ainda é pertinente.
Em um torneio de tiro curto, se bem treinado e motivado, um improvável pode vencer. Vide a Eurocopa em que a Grécia ganhou em Portugal. Mas independente disso, é prazeroso ver a autoestima do futebol brasileiro ressurgir.
Em seus grupos, até a rodada 2, todos os brasileiros são líderes. E e contarmos os argentinos, idem ao River Plate.
A questão é: até 13 de julho, haverá chance de um brasileiro chegar à final, ou aí já é excesso de otimismo?
Eu estou achando muito legal essa Copa do Mundo de Clubes. Que sacada genial da FIFA (motivada por muita grana).
Não esperava grande desempenho das equipes fora do eixo europeu. E me surpreendi positivamente com os brasileiros. E o que deu para perceber, foi:
Porém, aqui precisamos tomar cuidado para não nos enganarmos: na Europa, temos os supertimes como PSG, Manchester City e Real Madrid (além de outros que não estão no torneio, como Liverpool e Barcelona). Eles são empresas de entretenimento, com elencos transnacionais. Se jogarem 10 vezes contra os melhores times sulamericanos, em igualdade de condições, vencerão a maior parte dos jogos.
Fora esses times, temos equipes europeias (como os portugueses) que são comuns. Nada de espetacular!
A verdade é que o abismo que vimos surgir entre europeus e sulamericanos no começo dos anos 2000, diminuiu hoje. É fato! Deve-se ao dinheiro, intercâmbio e novos treinadores. Mas a diferença, sejamos honestos, ainda é pertinente.
Em um torneio de tiro curto, se bem treinado e motivado, um improvável pode vencer. Vide a Eurocopa em que a Grécia ganhou em Portugal. Mas independente disso, é prazeroso ver a autoestima do futebol brasileiro ressurgir.
Em seus grupos, até a rodada 2, todos os brasileiros são líderes. E e contarmos os argentinos, idem ao River Plate.
A questão é: até 13 de julho, haverá chance de um brasileiro chegar à final, ou aí já é excesso de otimismo?
Eu gosto de lucidez! E o treinador do Flamengo a tem.
Veja que entrevista sem demagogia:
Na partida entre Monterrey-MEX vs Internazionale-ITA, vimos uma daquelas invenções que nos levam a questionar: vale a pena ou não?
Domenec Torrent, ex-treinador do Flamengo e atualmente no Monterrey, montou uma barreira dupla, aberta ao goleiro. Repare na foto abaixo que os cantos do gol ficam protegidos e sobra um clarão de frente ao arqueiro.
O que o batedor deve fazer? Dará um chutão à meta ou tentará encobrir a barreira?
Repare que nessa oportunidade, os italianos tentaram esconder a visão do goleiro, como fator surpresa, mas não resultou em nada significativo.
Penso: me parece mais uma daquelas situações cujo custo-benefício é questionável. Por exemplo, outra: colocar um jogador deitado atrás da barreira.
Tudo isso pode, à Luz das Regras do jogo. Mas há um lembrete: quem “pede barreira”, não é a defesa, mas o ataque!
Lembre-se: o batedor tem o direito de exigir a distância de 9,15m. Se ele abrir mão dela e quiser bater rápido (exceto se o árbitro mandar esperar por algum motivo sério), ele pode. O goleiro, sabendo que o adversário espera a distância, pode agrupar seus companheiros enquanto eles se posicionam para a distância regulamentada. Mas não cometa o erro de crer que a barreira “é um direito que a defesa tem”.

Era previsível: a FIFA, em seu material de promoção da Copa do Mundo de Clubes 2025, apresentou os clubes participantes e seus títulos conquistados. E como ela quer valorizar esse torneio atual, chamado por muitos de “Super Mundial”, solicitou recentemente que os detentores dos direitos de transmissão não o chamassem de “Mundial de Clubes”, mas de “Copa do Mundo de Clubes”.
Ora, se ela faz isso, e criou uma competição de 4 em 4 anos aos moldes da Copa do Mundo de Seleções, era provável que ela chamaria o vencedor de “Campeão do Mundo”. E como só quem ganha a Copa do Mundo de Seleções é Campeão do Mundo, idem à versão clubes.
E os demais Mundiais realizados?
Taí a narrativa modificada: A FIFA não reconhece mais os campeões de outros torneios não realizados por ela como “Campeões do Mundo”. Quando a montadora de carro japonesa (que organizava o Intercontinental) começou a patrocinar esse novo modelo de Mundial a partir de 2005, a FIFA começou a chamar a antiga Copa Toyota de “torneio continental equivalente a um Mundial” à época.
Agora, tudo mudou de novo. Ninguém tem mais Mundial! O primeiro time oficialmente campeão do mundo será conhecido nesse ano. E todos os demais torneios realizados anteriormente ganharam um novo nome: competições interconfederações!
Assim, o Palmeiras de 1951 e o Fluminense de 1952 (segundo a própria FIFA) são campeões interconfederações. O Santos de Pelé, quando disputou a Copa Europa – América do Sul (1962 e 1963), idem. O São Paulo FC, que venceu a Copa Toyota UEFA – Conmebol (1992 e 1993), também. E o próprio SPFC, o Corinthians e o Internacional, que venceram o chamado “Mundial de Clubes da FIFA”, não são mais mundiais, mas interconfederações.
O critério é simples: torneios que envolvam clubes de confederações diferentes e de repercussão mundial, são interconfederacionais. Campeão Mundial, até agora, não existe, pois não houve um torneio com esse propósito nos moldes criados como Copa.
Obviamente, os torneios realizados anteriormente, eram intercontinentais e representavam o Campeão Mundial (os melhores da UEFA e os melhores da Conmebol). Depois, quando a FIFA resolveu organizar, incluíram outros continentes. E, agora, para “fazer vingar” a Copa do Mundo de Clubes, se reclassificou tudo.
Em 1951 e 1952, a FIFA não organizou os torneios e fazia vista grossa a eles. Nas décadas de 60, 70 e 80, a organização não foi dela, mas das confederações. Nos anos 90, quando a Toyota resolveu patrocinar esse torneio, ganhou ainda mais atenção. E nos anos 2000, a FIFA, como se fosse um cartório, “bateu o carimbo” de que o que valia era só o que ela fazia.
Alguém é maluco em dizer que Santos x Benfica não foi uma final do mundo? Que o Flamengo de Zico não foi Campeão Mundial? E tantos outros clubes?
Nessa nova contagem, o Real Madrid é o maior vencedor interconfederacional: 9 títulos, pelos diversos organizadores.
Assim, vale perguntar: quem será o primeiro e verdadeiro Campeão do Mundo reconhecido pela FIFA?
Independente de toda essa confusão, vale ressaltar: o torneio é muito legal… confrontos de escolas diferentes, partidas impensáveis dias atrás (eu achei absurdamente fantástico Fluminense x Borússia Dortmund, onde os cariocas surpreenderam e dominaram os alemães). Também foi muito bacana o clima criado: de festa, de Copa, de paixão, de festa!
Com tudo isso, vencer a Libertadores ou a Liga dos Campeões da Europa torna-se algo ainda mais valorizado. E a globalização dos clubes, só aumenta. E uma verdade seja dita: os clubes brasileiros, não tão conhecidos no estrangeiro por muita gente, ganham notoriedade.
Vida longa a essa Copa!
Na partida entre Monterrey-MEX vs Internazionale-ITA, vimos uma daquelas invenções que nos levam a questionar: vale a pena ou não?
Domenec Torrent, ex-treinador do Flamengo e atualmente no Monterrey, montou uma barreira dupla, aberta ao goleiro. Repare na foto abaixo que os cantos do gol ficam protegidos e sobra um clarão de frente ao arqueiro.
O que o batedor deve fazer? Dará um chutão à meta ou tentará encobrir a barreira?
Repare que nessa oportunidade, os italianos tentaram esconder a visão do goleiro, como fator surpresa, mas não resultou em nada significativo.
Penso: me parece mais uma daquelas situações cujo custo-benefício é questionável. Por exemplo, outra: colocar um jogador deitado atrás da barreira.
Tudo isso pode, à Luz das Regras do jogo. Mas há um lembrete: quem “pede barreira”, não é a defesa, mas o ataque!
Lembre-se: o batedor tem o direito de exigir a distância de 9,15m. Se ele abrir mão dela e quiser bater rápido (exceto se o árbitro mandar esperar por algum motivo sério), ele pode. O goleiro, sabendo que o adversário espera a distância, pode agrupar seus companheiros enquanto eles se posicionam para a distância regulamentada. Mas não cometa o erro de crer que a barreira “é um direito que a defesa tem”.

Até agora (tarde de 3ª feira), nenhum time da América do Sul foi derrotado no Mundial de Clubes 2025. E também nenhum europeu!
Nos confrontos dos times da Conmebol e da Uefa contra equipes de outros continentes, 100% de vitórias. E a pergunta é: algum time da Europa será derrotado?
Pelo que se pode ver, talvez sim. Algumas equipes andam sentindo o calor (Atlético de Madrid), outras estão em fase ruim (os portugueses) e teve até quem não tenha encantado (o Chelsea).
É óbvio que, por lucidez, não dá para imaginar derrotas de Manchester City, PSG ou Real Madrid para outras equipes. Mas como o assunto é “futebol”, quem sabe em uma jornada ruim deles, um time bem armado possa surpreender?
Era previsível: a FIFA, em seu material de promoção da Copa do Mundo de Clubes 2025, apresentou os clubes participantes e seus títulos conquistados. E como ela quer valorizar esse torneio atual, chamado por muitos de “Super Mundial”, solicitou recentemente que os detentores dos direitos de transmissão não o chamassem de “Mundial de Clubes”, mas de “Copa do Mundo de Clubes”.
Ora, se ela faz isso, e criou uma competição de 4 em 4 anos aos moldes da Copa do Mundo de Seleções, era provável que ela chamaria o vencedor de “Campeão do Mundo”. E como só quem ganha a Copa do Mundo de Seleções é Campeão do Mundo, idem à versão clubes.
E os demais Mundiais realizados?
Taí a narrativa modificada: A FIFA não reconhece mais os campeões de outros torneios não realizados por ela como “Campeões do Mundo”. Quando a montadora de carro japonesa (que organizava o Intercontinental) começou a patrocinar esse novo modelo de Mundial a partir de 2005, a FIFA começou a chamar a antiga Copa Toyota de “torneio continental equivalente a um Mundial” à época.
Agora, tudo mudou de novo. Ninguém tem mais Mundial! O primeiro time oficialmente campeão do mundo será conhecido nesse ano. E todos os demais torneios realizados anteriormente ganharam um novo nome: competições interconfederações!
Assim, o Palmeiras de 1951 e o Fluminense de 1952 (segundo a própria FIFA) são campeões interconfederações. O Santos de Pelé, quando disputou a Copa Europa – América do Sul (1962 e 1963), idem. O São Paulo FC, que venceu a Copa Toyota UEFA – Conmebol (1992 e 1993), também. E o próprio SPFC, o Corinthians e o Internacional, que venceram o chamado “Mundial de Clubes da FIFA”, não são mais mundiais, mas interconfederações.
O critério é simples: torneios que envolvam clubes de confederações diferentes e de repercussão mundial, são interconfederacionais. Campeão Mundial, até agora, não existe, pois não houve um torneio com esse propósito nos moldes criados como Copa.
Obviamente, os torneios realizados anteriormente, eram intercontinentais e representavam o Campeão Mundial (os melhores da UEFA e os melhores da Conmebol). Depois, quando a FIFA resolveu organizar, incluíram outros continentes. E, agora, para “fazer vingar” a Copa do Mundo de Clubes, se reclassificou tudo.
Em 1951 e 1952, a FIFA não organizou os torneios e fazia vista grossa a eles. Nas décadas de 60, 70 e 80, a organização não foi dela, mas das confederações. Nos anos 90, quando a Toyota resolveu patrocinar esse torneio, ganhou ainda mais atenção. E nos anos 2000, a FIFA, como se fosse um cartório, “bateu o carimbo” de que o que valia era só o que ela fazia.
Alguém é maluco em dizer que Santos x Benfica não foi uma final do mundo? Que o Flamengo de Zico não foi Campeão Mundial? E tantos outros clubes?
Nessa nova contagem, o Real Madrid é o maior vencedor interconfederacional: 9 títulos, pelos diversos organizadores.
Assim, vale perguntar: quem será o primeiro e verdadeiro Campeão do Mundo reconhecido pela FIFA?
Independente de toda essa confusão, vale ressaltar: o torneio é muito legal… confrontos de escolas diferentes, partidas impensáveis dias atrás (eu achei absurdamente fantástico Fluminense x Borússia Dortmund, onde os cariocas surpreenderam e dominaram os alemães). Também foi muito bacana o clima criado: de festa, de Copa, de paixão, de festa!
Com tudo isso, vencer a Libertadores ou a Liga dos Campeões da Europa torna-se algo ainda mais valorizado. E a globalização dos clubes, só aumenta. E uma verdade seja dita: os clubes brasileiros, não tão conhecidos no estrangeiro por muita gente, ganham notoriedade.
Vida longa a essa Copa!
Pela Copa do Mundo de Clubes, o Flamengo venceu com tranquilidade o Esperance da Tunísia. E mandou na partida.
Independente da dificuldade em fazer gols (2×0 foi pouco) e a fragilidade do adversário, me chamou a atenção o volume de jogo! Sufocou os tunisianos em alguns momentos.
Cá entre nós: se pode ter essa intensidade, por que não a demonstra pelo Campeonato Brasileiro?
Aliás, vale dizer isso também para o Palmeiras, que jogou muito bem (e igualmente com intensidade) contra o Porto.
Até agora (tarde de 3ª feira), nenhum time da América do Sul foi derrotado no Mundial de Clubes 2025. E também nenhum europeu!
Nos confrontos dos times da Conmebol e da Uefa contra equipes de outros continentes, 100% de vitórias. E a pergunta é: algum time da Europa será derrotado?
Pelo que se pode ver, talvez sim. Algumas equipes andam sentindo o calor (Atlético de Madrid), outras estão em fase ruim (os portugueses) e teve até quem não tenha encantado (o Chelsea).
É óbvio que, por lucidez, não dá para imaginar derrotas de Manchester City, PSG ou Real Madrid para outras equipes. Mas como o assunto é “futebol”, quem sabe em uma jornada ruim deles, um time bem armado possa surpreender?
… o Brasil!
Não é um número impressionante?
Nesse tempo de “aldeia global”, a Copa de Mundo de Clubes da FIFA, com tantos clubes europeus em sua composição, nos mostra que a maior parte dos jogadores são brasileiros!
Obviamente, os melhores não estão nas equipes do nosso país, devido a questões econômicas.
Resumo: a Copa do Mundo de Clubes conta com 998 jogadores, sendo que o Brasil tem o maior número de atletas: 142 (47 disputando por equipes estrangeiras).
O Al-Alin dos Emirados Árabes Unidos, é o mais globalizado: possui 33 jogadores de 23 nações diferentes.

Muito pertinente: em 2014, o Papa Francisco divulgou uma mensagem de paz e congraçamento para a Copa do Mundo de Seleções no Brasil.
Agora, às vésperas da Copa do Mundo de Clubes 2025, o mundo vê um clima bélico preocupante entre Rússia e Ucrânia, além de Israel e Irã. E a mesma mensagem torna-se atual. Vale a pena a leitura, abaixo:
“Queridos amigos,
É com grande alegria que me dirijo a vocês todos, amantes do futebol, por ocasião da abertura da Copa do Mundo de 2014 no Brasil.
A minha esperança é que, além de festa do esporte, esta Copa do Mundo possa tornar-se a festa da solidariedade entre os povos. Isso supõe, porém, que as competições futebolísticas sejam consideradas por aquilo que no fundo são: um jogo e ao mesmo tempo uma ocasião de diálogo, de compreensão, de enriquecimento humano recíproco. O esporte não é somente uma forma de entretenimento, mas também – e eu diria sobretudo – um instrumento para comunicar valores que promovem o bem da pessoa humana e ajudam na construção de uma sociedade mais pacífica e fraterna. Se, para uma pessoa melhorar, é preciso um “treino” grande e continuado, quanto mais esforço deverá ser investido para alcançar o encontro e a paz entre os indivíduos e entre os povos “melhorados”! É preciso “treinar” tanto…
O futebol pode e deve ser uma escola para a construção de uma “cultura do encontro”, que permita a paz e a harmonia entre os povos. E aqui vem em nossa ajuda uma segunda lição da prática esportiva: aprendamos o que o “fair play” do futebol tem a nos ensinar. Para jogar em equipe é necessário pensar, em primeiro lugar, no bem do grupo, não em si mesmo. Para vencer, é preciso superar o individualismo, o egoísmo, todas as formas de racismo, de intolerância e de instrumentalização da pessoa humana. Não é só no futebol que ser “fominha” constitui um obstáculo para o bom resultado do time; pois, quando somos “fominhas” na vida, ignorando as pessoas que nos rodeiam, toda a sociedade fica prejudicada.
A última lição do esporte proveitosa para a paz é a honra devida entre os competidores. O segredo da vitória, no campo, mas também na vida, está em saber respeitar o companheiro do meu time, mas também o meu adversário. Ninguém vence sozinho, nem no campo, nem na vida!”
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Imagem extraída da Internet (autoria desconhecida, quem conhecer, favor indicar para os créditos).
Tem como explicar que seleções não tradicionais do futebol mundial consigam se classificar para uma Copa do Mundo?
Não vale dizer de maneira simplória que se deve ao aumento do número de vagas. A explicação é outra…
Abaixo, um ótimo artigo:
COMO A INTERNET ESTÁ TRAZENDO NOVAS POTÊNCIAS AO FUTEBOL
Por Prof Dr Vivaldo José Breternitz (*), Jornal Empresas e Negócios e https://tecnologianavidadiaria.blogspot.com/
As classificações da Jordânia, Geórgia, Uzbequistão e da Nova Zelândia para a Copa do Mundo de 2026 são um sinal de que o futebol global está mudando rapidamente.
Durante muito tempo, o sucesso no futebol internacional foi prerrogativa de um pequeno grupo de nações com tradição, dinheiro e estrutura. Mas essa lógica está sendo rompida. A pergunta que surge é: o que está permitindo essa virada?
A resposta passa inevitavelmente por um fator muitas vezes subestimado: a revolução digital. Hoje, qualquer jovem treinador na Jordânia pode acessar, via YouTube, as análises táticas mais detalhadas do futebol europeu.
Clubes em crescimento usam plataformas como Hudl e Wyscout para estudar adversários, melhorar o desempenho de seus atletas e estruturarem-se de forma profissional. O que antes era privilégio de grandes centros agora pode ser livremente acessado – basta uma conexão à internet e interesse.
Informação, no esporte moderno, é poder. As federações de países como a Geórgia não apenas reconheceram isso — como investiram, capacitando profissionais no exterior e utilizando ferramentas oferecidas por programas da FIFA e da UEFA, como o FIFA Digital Skills, que já é usado mais de 100 federações ao redor do mundo.
O futebol sempre teve muros invisíveis. Muros que separavam o “centro” — Europa e América do Sul — da periferia futebolística. Mas esses muros começaram a ruir quando o conhecimento tático, técnico e até mesmo psicológico começou a circular livremente.
A internet que antes apenas transmitia os jogos, agora ensina a jogá-los melhor. E mais: exibe talentos que antes seriam esquecidos por falta de visibilidade. Quantos atletas georgianos ou jordanianos foram descobertos por meio de vídeos enviados por plataformas especializadas?
O resultado é um futebol cada vez menos previsível, mais aberto e, por que não dizer, mais emocionante. Velhos gigantes caem, novatos surpreendem, e torcedores ganham com isso.
A digitalização sozinha não explica tudo. A paixão, a capacidade de organização e os investimentos ainda são fundamentais. Mas é impossível ignorar que a tecnologia está nivelando o campo, permitindo que ideias superem limitações geográficas e econômicas.
Estamos entrando em uma era em que o talento não precisa mais nascer no Brasil, Itália ou Argentina para ser lapidado. Ele pode surgir em Amã ou Tbilisi — e ser potencializado pela internet, pelas plataformas de análise, por comunidades online de treinadores e pelos dados que ajudam a entender o jogo como nunca antes.
O futebol não é mais apenas o jogo dos grandes. É o jogo de quem aprende, se adapta e sonha — com a ajuda de alguns cliques.
(*) Vivaldo José Breternitz, Doutor em Ciências pela Universidade de São Paulo, é professor e consultor – vjnitz@gmail.com.
Mesmo sem ter um futebol brilhante, a Seleção Brasileira carimbou o passaporte para a Copa do Mundo 2026 na América do Norte.
Continuamos a ser o país que disputou todos os Mundiais, desde 1930. Pudera, com tantas vagas hoje, isso perdurará.
Boa sorte, Brasil. Mas precisamos melhorar!

Tem como explicar que seleções não tradicionais do futebol mundial consigam se classificar para uma Copa do Mundo?
Não vale dizer de maneira simplória que se deve ao aumento do número de vagas. A explicação é outra…
Abaixo, um ótimo artigo:
COMO A INTERNET ESTÁ TRAZENDO NOVAS POTÊNCIAS AO FUTEBOL
Por Prof Dr Vivaldo José Breternitz (*), Jornal Empresas e Negócios e https://tecnologianavidadiaria.blogspot.com/
As classificações da Jordânia, Geórgia, Uzbequistão e da Nova Zelândia para a Copa do Mundo de 2026 são um sinal de que o futebol global está mudando rapidamente.
Durante muito tempo, o sucesso no futebol internacional foi prerrogativa de um pequeno grupo de nações com tradição, dinheiro e estrutura. Mas essa lógica está sendo rompida. A pergunta que surge é: o que está permitindo essa virada?
A resposta passa inevitavelmente por um fator muitas vezes subestimado: a revolução digital. Hoje, qualquer jovem treinador na Jordânia pode acessar, via YouTube, as análises táticas mais detalhadas do futebol europeu.
Clubes em crescimento usam plataformas como Hudl e Wyscout para estudar adversários, melhorar o desempenho de seus atletas e estruturarem-se de forma profissional. O que antes era privilégio de grandes centros agora pode ser livremente acessado – basta uma conexão à internet e interesse.
Informação, no esporte moderno, é poder. As federações de países como a Geórgia não apenas reconheceram isso — como investiram, capacitando profissionais no exterior e utilizando ferramentas oferecidas por programas da FIFA e da UEFA, como o FIFA Digital Skills, que já é usado mais de 100 federações ao redor do mundo.
O futebol sempre teve muros invisíveis. Muros que separavam o “centro” — Europa e América do Sul — da periferia futebolística. Mas esses muros começaram a ruir quando o conhecimento tático, técnico e até mesmo psicológico começou a circular livremente.
A internet que antes apenas transmitia os jogos, agora ensina a jogá-los melhor. E mais: exibe talentos que antes seriam esquecidos por falta de visibilidade. Quantos atletas georgianos ou jordanianos foram descobertos por meio de vídeos enviados por plataformas especializadas?
O resultado é um futebol cada vez menos previsível, mais aberto e, por que não dizer, mais emocionante. Velhos gigantes caem, novatos surpreendem, e torcedores ganham com isso.
A digitalização sozinha não explica tudo. A paixão, a capacidade de organização e os investimentos ainda são fundamentais. Mas é impossível ignorar que a tecnologia está nivelando o campo, permitindo que ideias superem limitações geográficas e econômicas.
Estamos entrando em uma era em que o talento não precisa mais nascer no Brasil, Itália ou Argentina para ser lapidado. Ele pode surgir em Amã ou Tbilisi — e ser potencializado pela internet, pelas plataformas de análise, por comunidades online de treinadores e pelos dados que ajudam a entender o jogo como nunca antes.
O futebol não é mais apenas o jogo dos grandes. É o jogo de quem aprende, se adapta e sonha — com a ajuda de alguns cliques.
(*) Vivaldo José Breternitz, Doutor em Ciências pela Universidade de São Paulo, é professor e consultor – vjnitz@gmail.com.
Ainda não temos nenhum jogo de futebol oficial com imagens produzidas com a mesma visão dos árbitros. E essa será a maior novidade do Super Mundial de Clubes da FIFA.
Eu sempre disse que o jogo da arquibancada é diferente do campo. O árbitro está posicionado sempre ao alcance da visão para a bola, esforçando-se para desenvolver a visão periférica, a fim de ver os arredores.
Com essas câmeras, o torcedor enxergará um outro jogo, com uma diferença: será possível ver DE ONDE o árbitro vê, não COMO ele vê! E o motivo é simples: durante o jogo, o suor escorre nos olhos durante a corrida, o árbitro pisca, respira, tosse… e nesse milésimo de segundo, ele não vê o lance capital e comete um erro significativo. As câmeras não terão essa “pausa de visão”, e nem outro fator: o “calor / vibração” do jogo.
A mesma imagem fria que você verá do sofá, na dinâmica do jogo, poderá ser interpretada diferente pelo juiz.
Aqui, um exemplo do é essa tecnologia, quando usada no rúgbi: https://cdn.jwplayer.com/previews/cI2uwQCo
Ainda não temos nenhum jogo de futebol oficial com imagens produzidas com a mesma visão dos árbitros. E essa será a maior novidade do Super Mundial de Clubes da FIFA.
Eu sempre disse que o jogo da arquibancada é diferente do campo. O árbitro está posicionado sempre ao alcance da visão para a bola, esforçando-se para desenvolver a visão periférica, a fim de ver os arredores.
Com essas câmeras, o torcedor enxergará um outro jogo, com uma diferença: será possível ver DE ONDE o árbitro vê, não COMO ele vê! E o motivo é simples: durante o jogo, o suor escorre nos olhos durante a corrida, o árbitro pisca, respira, tosse… e nesse milésimo de segundo, ele não vê o lance capital e comete um erro significativo. As câmeras não terão essa “pausa de visão”, e nem outro fator: o “calor / vibração” do jogo.
A mesma imagem fria que você verá do sofá, na dinâmica do jogo, poderá ser interpretada diferente pelo juiz.
Aqui, um exemplo do é essa tecnologia, quando usada no rúgbi: https://cdn.jwplayer.com/previews/cI2uwQCo
Neymar, nos últimos tempos, quase não jogou futebol. Seu salário era de R$ 1,2 milhão diários (ou, se preferir, R$ 36 mi mensais) no Al Hilal da Arábia Saudita. No Santos FC, acertou valores de participação em patrocínios e outras receitas, totalizando R$ 21 milhões mensais, por 5 meses de contrato (R$ 105 milhões ao todo). E nesse período, em partidas oficiais, entrou em campo 12 vezes (sendo que não jogou 90 minutos de cada jogo).
Tecnicamente, não.
Financeiramente, depende. Somente saberemos quando o Santos FC divulgar seus números.
Mas o que me motivou a escrever esse texto, foi a Coluna do jornalista Mauro Cezar Pereira no UOL (você pode acessá-la aqui: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/mauro-cezar-pereira/2025/06/05/nascidos-em-5-de-fevereiro-cr7-e-neymar-comprovam-que-a-idade-nao-e-tudo.htm), onde ele mostra que Neymar, nascido em 05 de fevereiro de 1992, é um atleta em números, participações decisivas e comprometimento, bem diferente do que Cristiano Ronaldo, que, veja a curiosidade, também nasceu em 05 de fevereiro (mas de 1985).
Sete anos distam os dois atletas. E compare:
Neymar, mais jovem, não consegue uma sequência de jogos e se ausenta por várias rodadas. Durante a sua recuperação física, não se priva de eventos sociais e participa de festas e outras ocasiões que uma celebridade possa frequentar. Cristiano, com 40 anos, não se machuca, joga um grande número de partidas e é decisivo tanto para a sua Seleção quanto para o seu clube. Preocupado com sua imagem, frequentemente é visto com temáticas envolvendo saúde e comprometimento profissional (CR7 é embaixador mundial da causa da doação de sangue, e isso explica o fato de não ter nenhuma tatuagem, a fim de não ter que cumprir a janela imunológica e poder fazer suas ações solidárias).
Tecnicamente, Neymar é melhor do que Cristiano Ronaldo. O português, porém, é exemplo de superação e dedicação em treinos e sabe se preservar. Ambos são, no “trato com a bola”, inferiores a Lionel Messi, que também é um dedicado profissional, sabe se cuidar, e com 37 anos resolveu jogar futebol nos EUA (onde ele tem total liberdade em campo, goza de respeito e nem marcação ou falta recebe dos adversários – parece que joga um recreativo, devido a falta de competitividade). Um justo final de carreira, curtindo um bom salário nos EUA e desfrutando de tudo o que plantou ao longo da brilhantíssima e vitoriosa carreira.
Faltando um ano para a Copa do Mundo de Seleções, fico pensando: talvez Lionel Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar foram os 3 maiores jogadores que esse quarto de século XXI nos proporcionou. O argentino deverá estar em condições de mais um Mundial. Idem a Cristiano Ronaldo (será a 6ª edição de ambos), E justamente o brasileiro, mais jovem e menos comprometido na preservação da imagem, poderá não ir. E aqui, não só pela condição física, mas técnica também, e, por que não, a emocional.
O Cartão Vermelho infantil que recebeu pelo Brasileirão contra o Botafogo, despedindo-se do 1º semestre do ano, mostrou um destempero absurdo. Não deveria ser mais tratado como “Menino Ney”, já é um atleta calejado. E ao invés de mostrar a experiência, parece o mesmo garoto imaturo que Renê Simões, um dia, chamou a atenção para que fosse bem trabalhado a fim de que seu enorme talento não fosse desperdiçado.
Vejo muita gente comparando a carreira de Neymar com a de Ronaldo Nazário (contusões seríssimas e superação para jogar uma Copa do Mundo). Não se pode fazer isso sem levar em conta algumas nuances, pois são situações diferentes: Ronaldo jogava na Seleção Brasileira ao lado de outros grandes craques. Idem aos clubes em que jogou, como Barcelona e Internazionale naquele período. Neymar, hoje, não tem ao seu lado a mesma qualidade técnica na Seleção, e no seu clube, incomparável. O Fenômeno se dedicou de corpo e alma para chegar bem em 2002, e Ney não parece demonstrar esse esforço de reclusão.
Lamento que, talvez em 2018, na Copa da Rússia, “menos quebrado” pelas contusões e excepcionalmente bem fisicamente, Neymar não quis ser um grande protagonista mas sim um artista canastrão. Foi ele quem inaugurou a era de memes da Internet, com suas simulações de faltas absurdas, constrangendo por abdicar a sua técnica pela tentativa de ludibriar a arbitragem.
Recordei-me que, quando ele foi vítima de extorsão por uma das suas namoradas de ocasião, Nadja, vazou um galanteio dele descrito como: “Saudade daquilo que a gente ainda não viveu”. A frase parodiada pelo meu amigo Zé Boca-de-Bagre, que não tem papas na língua, cabe bem: “Saudade do atleta Bola de Ouro que não quis ser”…
Neymar é bilionário, vencedor, bem sucedido e carismático com seus admiradores, não se discuta isso. Mas conseguiu de maneira contraditória contar com uma antipatia enorme pela falta de “demonstração de seriedade”. Um caso, quem sabe, único no futebol brasileiro.
Se mais dedicado fosse, não sei se a Seleção Brasileira teria 6 estrelas na camisa, mas provavelmente teríamos um The Best / Balon D’Or a mais na conta do nosso país.
Na foto, de autoria desconhecida e retirada da Internet, um jovem Neymar que trazia esperança ao Brasil. Ele ainda vestirá a Amarelinha para algum jogo oficial?
Neymar, nos últimos tempos, quase não jogou futebol. Seu salário era de R$ 1,2 milhão diários (ou, se preferir, R$ 36 mi mensais) no Al Hilal da Arábia Saudita. No Santos FC, acertou valores de participação em patrocínios e outras receitas, totalizando R$ 21 milhões mensais, por 5 meses de contrato (R$ 105 milhões ao todo). E nesse período, em partidas oficiais, entrou em campo 12 vezes (sendo que não jogou 90 minutos de cada jogo).
Tecnicamente, não.
Financeiramente, depende. Somente saberemos quando o Santos FC divulgar seus números.
Mas o que me motivou a escrever esse texto, foi a Coluna do jornalista Mauro Cezar Pereira no UOL (você pode acessá-la aqui: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/mauro-cezar-pereira/2025/06/05/nascidos-em-5-de-fevereiro-cr7-e-neymar-comprovam-que-a-idade-nao-e-tudo.htm), onde ele mostra que Neymar, nascido em 05 de fevereiro de 1992, é um atleta em números, participações decisivas e comprometimento, bem diferente do que Cristiano Ronaldo, que, veja a curiosidade, também nasceu em 05 de fevereiro (mas de 1985).
Sete anos distam os dois atletas. E compare:
Neymar, mais jovem, não consegue uma sequência de jogos e se ausenta por várias rodadas. Durante a sua recuperação física, não se priva de eventos sociais e participa de festas e outras ocasiões que uma celebridade possa frequentar. Cristiano, com 40 anos, não se machuca, joga um grande número de partidas e é decisivo tanto para a sua Seleção quanto para o seu clube. Preocupado com sua imagem, frequentemente é visto com temáticas envolvendo saúde e comprometimento profissional (CR7 é embaixador mundial da causa da doação de sangue, e isso explica o fato de não ter nenhuma tatuagem, a fim de não ter que cumprir a janela imunológica e poder fazer suas ações solidárias).
Tecnicamente, Neymar é melhor do que Cristiano Ronaldo. O português, porém, é exemplo de superação e dedicação em treinos e sabe se preservar. Ambos são, no “trato com a bola”, inferiores a Lionel Messi, que também é um dedicado profissional, sabe se cuidar, e com 37 anos resolveu jogar futebol nos EUA (onde ele tem total liberdade em campo, goza de respeito e nem marcação ou falta recebe dos adversários – parece que joga um recreativo, devido a falta de competitividade). Um justo final de carreira, curtindo um bom salário nos EUA e desfrutando de tudo o que plantou ao longo da brilhantíssima e vitoriosa carreira.
Faltando um ano para a Copa do Mundo de Seleções, fico pensando: talvez Lionel Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar foram os 3 maiores jogadores que esse quarto de século XXI nos proporcionou. O argentino deverá estar em condições de mais um Mundial. Idem a Cristiano Ronaldo (será a 6ª edição de ambos), E justamente o brasileiro, mais jovem e menos comprometido na preservação da imagem, poderá não ir. E aqui, não só pela condição física, mas técnica também, e, por que não, a emocional.
O Cartão Vermelho infantil que recebeu pelo Brasileirão contra o Botafogo, despedindo-se do 1º semestre do ano, mostrou um destempero absurdo. Não deveria ser mais tratado como “Menino Ney”, já é um atleta calejado. E ao invés de mostrar a experiência, parece o mesmo garoto imaturo que Renê Simões, um dia, chamou a atenção para que fosse bem trabalhado a fim de que seu enorme talento não fosse desperdiçado.
Vejo muita gente comparando a carreira de Neymar com a de Ronaldo Nazário (contusões seríssimas e superação para jogar uma Copa do Mundo). Não se pode fazer isso sem levar em conta algumas nuances, pois são situações diferentes: Ronaldo jogava na Seleção Brasileira ao lado de outros grandes craques. Idem aos clubes em que jogou, como Barcelona e Internazionale naquele período. Neymar, hoje, não tem ao seu lado a mesma qualidade técnica na Seleção, e no seu clube, incomparável. O Fenômeno se dedicou de corpo e alma para chegar bem em 2002, e Ney não parece demonstrar esse esforço de reclusão.
Lamento que, talvez em 2018, na Copa da Rússia, “menos quebrado” pelas contusões e excepcionalmente bem fisicamente, Neymar não quis ser um grande protagonista mas sim um artista canastrão. Foi ele quem inaugurou a era de memes da Internet, com suas simulações de faltas absurdas, constrangendo por abdicar a sua técnica pela tentativa de ludibriar a arbitragem.
Recordei-me que, quando ele foi vítima de extorsão por uma das suas namoradas de ocasião, Nadja, vazou um galanteio dele descrito como: “Saudade daquilo que a gente ainda não viveu”. A frase parodiada pelo meu amigo Zé Boca-de-Bagre, que não tem papas na língua, cabe bem: “Saudade do atleta Bola de Ouro que não quis ser”…
Neymar é bilionário, vencedor, bem sucedido e carismático com seus admiradores, não se discuta isso. Mas conseguiu de maneira contraditória contar com uma antipatia enorme pela falta de “demonstração de seriedade”. Um caso, quem sabe, único no futebol brasileiro.
Se mais dedicado fosse, não sei se a Seleção Brasileira teria 6 estrelas na camisa, mas provavelmente teríamos um The Best / Balon D’Or a mais na conta do nosso país.
Na foto, de autoria desconhecida e retirada da Internet, um jovem Neymar que trazia esperança ao Brasil. Ele ainda vestirá a Amarelinha para algum jogo oficial?
O mundo utópico dos treinadores de futebol:
Já imaginou ter os melhores jogadores do mundo à sua disposição, sem se preocupar com o salário deles, ou se o cartola vai contratá-los ou não?
Ver os seus atletas treinando e jogando nos melhores gramados possíveis, com o mais moderno e tecnológico material esportivo que existe?
Adicione a isso: ter a seu lado profissionais de alto desempenho, escolhidos por você, te dando tranquilidade para apenas exercer seu trabalho de treinador?
Importante: leve em conta o ótimo salário, o status, os excepcionais hotéis, os voos em primeira classe, a tietagem…
Tudo isso, em tese, se refere a ser técnico da Seleção Brasileira de Futebol!
Há muita ilusão sobre o cargo. Claro, ele povoa o imaginário do brasileiro, pela magia causada com o Escrete Canarinho de suas melhores versões (1970, que dispensa comentários, e de 1982, que por um capricho dos deuses da bola, não levou a Taça do Mundo), ou das versões não tão apaixonantes, mas que foram vitoriosas (1994 e 2002).
Me recordo que Vagner Mancini, certa vez, era treinador do Atlético Goianiense e estava muito bem no Brasileirão daquele ano, e saiu do Dragão para ir ao Corinthians, em crise, devendo para todo mundo, e correndo risco de rebaixamento. Questionado pela troca, disse: “Poxa, foi um convite do Corinthians!”. Agora, troque o nome do Atlético Goianiense por qualquer clube da Série A do Brasileirão e substitua o nome Corinthians pelo da Seleção Brasileira: aconteceria a mesma coisa!
Todo treinador que está no Brasil, creio, aceitaria ser o novo técnico da Seleção, por todas as benesses que foram citadas no início desse texto, independente de como ela esteja. Elas são o grande bônus.
Até mesmo Tite, que um dia assinou um manifesto de protesto contra a CBF e Marco Polo Del Nero, quando convidado pelo próprio, sucumbiu ao desejo e virou técnico (de duas Copa do Mundo, inclusive). A exceção foi Muricy Ramalho, que não quis sair do Fluminense por respeito ao contrato (além de não gostar da conversa do então presidente Ricardo Teixeira).
O curioso é que, o que parece ser bônus, benefício, vantagem, ou um conjunto de fatores positivos, pode ser, ao mesmo tempo, um ledo engano!
Veja só: o que parece “coisa boa”, pode virar um tiro no próprio pé. Quem disse que o treinador da Seleção Brasileira tem os melhores jogadores do mundo? O Brasil não resolve o problema das laterais e não tem atacantes unânimes em campo. Se Raphinha ou Vinícius Jr não rendem na equipe nacional o mesmo que jogam no Barcelona ou no Real Madrid, a culpa é do treinador. Se o conjunto não tem liga, idem. Se perde o amistoso, idem-idem. Se isso, se aquilo, se acolá… tudo vai na conta do treinador!
Não temos os melhores jogadores, mas muitos torcedores crêem que somos o Dream Team do Basquetebol dos EUA, e não é verdade. Temos bons jogadores, como outras Seleções hoje têm. E as críticas são sempre as mesmas: “os atletas têm mordomia, melhores hotéis, ganham ótimo salário”, ou: “são todos mercenários, não têm amor ao país”, etc..
A verdade é: todas as vantagens que os técnicos têm, se revertem em desvantagem ao mesmo tempo. Com um detalhe: a função de técnico de futebol é diferente na Seleção! Além de não ter a rotina de treinos diárias de um clube, correndo o risco de enferrujar, acaba tendo que “evitar que os adversários se reforcem”, e convocam jogadores de qualidade duvidosa, ou ilustres desconhecidos, a fim de que, naturalizados, não joguem por outros países. Galeno, do Porto, foi chamado algumas vezes e não se firmou – mas antes foi convidado a jogar pela Seleção Portuguesa e recusou quando recebeu o convite de convocação do Brasil! A Amarelinha seduz… mas às vezes, nem tanto. Diego Costa, por exemplo, foi jogar pela Espanha.
Enfim: pode ser um orgulho dirigir a Seleção Brasileira, mas acaba sendo uma tarefa árdua e dolorosa…
Em tempo: no Exterior, nenhum técnico de ponta almeja dirigir a Seleção do seu país, quando está no auge da carreira (por questão de salários altos dos milionários times e dos torneios que disputam na UEFA). Dirigir o Time Nacional, só quando em fim de carreira. Vide Mourinho, Klopp, Guardiola e o próprio Ancelotti.
O mundo utópico dos treinadores de futebol:
Já imaginou ter os melhores jogadores do mundo à sua disposição, sem se preocupar com o salário deles, ou se o cartola vai contratá-los ou não?
Ver os seus atletas treinando e jogando nos melhores gramados possíveis, com o mais moderno e tecnológico material esportivo que existe?
Adicione a isso: ter a seu lado profissionais de alto desempenho, escolhidos por você, te dando tranquilidade para apenas exercer seu trabalho de treinador?
Importante: leve em conta o ótimo salário, o status, os excepcionais hotéis, os voos em primeira classe, a tietagem…
Tudo isso, em tese, se refere a ser técnico da Seleção Brasileira de Futebol!
Há muita ilusão sobre o cargo. Claro, ele povoa o imaginário do brasileiro, pela magia causada com o Escrete Canarinho de suas melhores versões (1970, que dispensa comentários, e de 1982, que por um capricho dos deuses da bola, não levou a Taça do Mundo), ou das versões não tão apaixonantes, mas que foram vitoriosas (1994 e 2002).
Me recordo que Vagner Mancini, certa vez, era treinador do Atlético Goianiense e estava muito bem no Brasileirão daquele ano, e saiu do Dragão para ir ao Corinthians, em crise, devendo para todo mundo, e correndo risco de rebaixamento. Questionado pela troca, disse: “Poxa, foi um convite do Corinthians!”. Agora, troque o nome do Atlético Goianiense por qualquer clube da Série A do Brasileirão e substitua o nome Corinthians pelo da Seleção Brasileira: aconteceria a mesma coisa!
Todo treinador que está no Brasil, creio, aceitaria ser o novo técnico da Seleção, por todas as benesses que foram citadas no início desse texto, independente de como ela esteja. Elas são o grande bônus.
Até mesmo Tite, que um dia assinou um manifesto de protesto contra a CBF e Marco Polo Del Nero, quando convidado pelo próprio, sucumbiu ao desejo e virou técnico (de duas Copa do Mundo, inclusive). A exceção foi Muricy Ramalho, que não quis sair do Fluminense por respeito ao contrato (além de não gostar da conversa do então presidente Ricardo Teixeira).
O curioso é que, o que parece ser bônus, benefício, vantagem, ou um conjunto de fatores positivos, pode ser, ao mesmo tempo, um ledo engano!
Veja só: o que parece “coisa boa”, pode virar um tiro no próprio pé. Quem disse que o treinador da Seleção Brasileira tem os melhores jogadores do mundo? O Brasil não resolve o problema das laterais e não tem atacantes unânimes em campo. Se Raphinha ou Vinícius Jr não rendem na equipe nacional o mesmo que jogam no Barcelona ou no Real Madrid, a culpa é do treinador. Se o conjunto não tem liga, idem. Se perde o amistoso, idem-idem. Se isso, se aquilo, se acolá… tudo vai na conta do treinador!
Não temos os melhores jogadores, mas muitos torcedores crêem que somos o Dream Team do Basquetebol dos EUA, e não é verdade. Temos bons jogadores, como outras Seleções hoje têm. E as críticas são sempre as mesmas: “os atletas têm mordomia, melhores hotéis, ganham ótimo salário”, ou: “são todos mercenários, não têm amor ao país”, etc..
A verdade é: todas as vantagens que os técnicos têm, se revertem em desvantagem ao mesmo tempo. Com um detalhe: a função de técnico de futebol é diferente na Seleção! Além de não ter a rotina de treinos diárias de um clube, correndo o risco de enferrujar, acaba tendo que “evitar que os adversários se reforcem”, e convocam jogadores de qualidade duvidosa, ou ilustres desconhecidos, a fim de que, naturalizados, não joguem por outros países. Galeno, do Porto, foi chamado algumas vezes e não se firmou – mas antes foi convidado a jogar pela Seleção Portuguesa e recusou quando recebeu o convite de convocação do Brasil! A Amarelinha seduz… mas às vezes, nem tanto. Diego Costa, por exemplo, foi jogar pela Espanha.
Enfim: pode ser um orgulho dirigir a Seleção Brasileira, mas acaba sendo uma tarefa árdua e dolorosa…
Em tempo: no Exterior, nenhum técnico de ponta almeja dirigir a Seleção do seu país, quando está no auge da carreira (por questão de salários altos dos milionários times e dos torneios que disputam na UEFA). Dirigir o Time Nacional, só quando em fim de carreira. Vide Mourinho, Klopp, Guardiola e o próprio Ancelotti.
Nenhum VAR brasileiro (nem AVAR) estará no Mundial de Clubes da FIFA (igualmente como ocorreu no Mundial de Seleções de 2022). Porém, Wilton Pereira Sampaio e Ramon Abatti Abell serão os árbitros do nosso país.
Abatti Abel era “pedra cantada”: é jovem e foi para as Olimpíadas, indo até a final. Wilton, não. Raphael Claus era a lógica.
Se dependesse da Conmebol, seria Claus. Idem da CBF. Mas a FIFA leva em conta o rendimento em seus torneios, e Wilton foi muito além de Claus na Copa de 2022 (recordemos que o goiano surpreendeu positivamente, mas o paulista não foi tão bem).
Raphael Claus atuou tranquilamente nos jogos do Paulistão. Não acompanhei Wilton nos Estaduais, mas me decepcionou em Fluminense x Red Bull Bragantino (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3D3). Correu pouco e contemporizou cartões.
A novidade será: os árbitros vestirão um uniforme que terá uma câmera acoplada, para que o espectador tenha a mesma visão dos juízes durante a transmissão.
Relação de árbitros:
Relação de VARs:
Khamis Al-Marri (Catar), Mahmoud Ashour (Egito), Ivan Bebek (Croácia), Jerome Brisard (França), Bastian Dankert (Alemanha), Carlos Del Cerro Grande (Espanha), Marco Di Bello (Itália), Rob Dieperink (Holanda), Hamza El Fariq (Marrocos), Shaun Evans (Austrália), Nicolás Gallo (Colômbia), Leodan Gonzalez (Uruguai), Tatiana Guzman (Nicarágua), Alejandro Hernández (Espanha), Tomasz Kwiatkowski (Polônia), Juan Lara (Chile), Hernan Carlos Mastrangelo (Argentina), Fu Ming (China), Erick Miranda (México), Obaid Khadim Mohammed (Emirados Árabes Unidos), Guillermo Pacheco (México), Juan Soto (Venezuela), Bram Van Driessche (Bélgica) e Armando Villarreal (Estados Unidos).
Nenhum VAR brasileiro (nem AVAR) estará no Mundial de Clubes da FIFA (igualmente como ocorreu no Mundial de Seleções de 2022). Porém, Wilton Pereira Sampaio e Ramon Abatti Abell serão os árbitros do nosso país.
Abatti Abel era “pedra cantada”: é jovem e foi para as Olimpíadas, indo até a final. Wilton, não. Raphael Claus era a lógica.
Se dependesse da Conmebol, seria Claus. Idem da CBF. Mas a FIFA leva em conta o rendimento em seus torneios, e Wilton foi muito além de Claus na Copa de 2022 (recordemos que o goiano surpreendeu positivamente, mas o paulista não foi tão bem).
Raphael Claus atuou tranquilamente nos jogos do Paulistão. Não acompanhei Wilton nos Estaduais, mas me decepcionou em Fluminense x Red Bull Bragantino (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3D3). Correu pouco e contemporizou cartões.
A novidade será: os árbitros vestirão um uniforme que terá uma câmera acoplada, para que o espectador tenha a mesma visão dos juízes durante a transmissão.
Relação de árbitros:
Relação de VARs:
Khamis Al-Marri (Catar), Mahmoud Ashour (Egito), Ivan Bebek (Croácia), Jerome Brisard (França), Bastian Dankert (Alemanha), Carlos Del Cerro Grande (Espanha), Marco Di Bello (Itália), Rob Dieperink (Holanda), Hamza El Fariq (Marrocos), Shaun Evans (Austrália), Nicolás Gallo (Colômbia), Leodan Gonzalez (Uruguai), Tatiana Guzman (Nicarágua), Alejandro Hernández (Espanha), Tomasz Kwiatkowski (Polônia), Juan Lara (Chile), Hernan Carlos Mastrangelo (Argentina), Fu Ming (China), Erick Miranda (México), Obaid Khadim Mohammed (Emirados Árabes Unidos), Guillermo Pacheco (México), Juan Soto (Venezuela), Bram Van Driessche (Bélgica) e Armando Villarreal (Estados Unidos).
Especulou-se Dybala no SPFC… e não passou de boataria. Mas lembram-se do dia em que ele foi chamado de… salame?
Olhe que pérola, de anos atrás:
Às vésperas do importante e decisivo jogo da Seleção Argentina, “bomba” na Internet o áudio de um comentarista argentino ironizando e chamando de “salame” Paolo Dybala, o craque da Juventus de Turim (que não consegue jogar bem na alvi-celeste).
O problema é que pegaram uma frase solta do atleta, onde ele diz:
“Es um poco difícil jugar com Messi em Argentina”.
Fora do contexto, parece que Dybala reclama que Lionel Messi atrapalha o time. Nada disso, na sequência ele explica que na Itália (ele, Dybala) joga na mesma posição de Messi no Barcelona, e que por ter que jogar improvisado na Argentina (que por motivos óbvios não vai sacrificar Messi), rende menos. Só isso.
Mas como a frase do atleta da Vecchia Signora foi pega separadamente… quem não ouviu a entrevista pode até pensar que Messi é o “Pereba” do time. É aí que surgiu esse comentário engraçadíssimo, nervoso, desesperado e irônico .
Assista o vídeo (legendado) em: https://www.youtube.com/watch?v=B95Agb3eADQ&t=12s

Especulou-se Dybala no SPFC… e não passou de boataria. Mas lembram-se do dia em que ele foi chamado de… salame?
Olhe que pérola, de anos atrás:
Às vésperas do importante e decisivo jogo da Seleção Argentina, “bomba” na Internet o áudio de um comentarista argentino ironizando e chamando de “salame” Paolo Dybala, o craque da Juventus de Turim (que não consegue jogar bem na alvi-celeste).
O problema é que pegaram uma frase solta do atleta, onde ele diz:
“Es um poco difícil jugar com Messi em Argentina”.
Fora do contexto, parece que Dybala reclama que Lionel Messi atrapalha o time. Nada disso, na sequência ele explica que na Itália (ele, Dybala) joga na mesma posição de Messi no Barcelona, e que por ter que jogar improvisado na Argentina (que por motivos óbvios não vai sacrificar Messi), rende menos. Só isso.
Mas como a frase do atleta da Vecchia Signora foi pega separadamente… quem não ouviu a entrevista pode até pensar que Messi é o “Pereba” do time. É aí que surgiu esse comentário engraçadíssimo, nervoso, desesperado e irônico .
Assista o vídeo (legendado) em: https://www.youtube.com/watch?v=B95Agb3eADQ&t=12s

Há 2 anos…
Dia de Trabalho Incrível! Fazendo o que gosto, ao lado de gente competente.
Comentei a arbitragem de 3 jogos da Copa do Mundo nesta 5a feira, pela Rádio Jovem Pan (incluindo a estreia da Seleção). Melhor, impossível…

Em 17 de Julho de 1994, a Seleção Brasileira conquistava a Copa do Mundo dos EUA!
Seleção de futebol pragmático e que quase não se classificou. Parreira teve que trazer a contragosto Romário (que havia brigado com ele desde que foi reserva de Müller, contra a Alemanha, em Porto Alegre). No Maracanã, contra o Uruguai, o Baixinho chamou a responsabilidade pra si e carimbou-se ali o passaporte.
Duas coisas marcantes daquele Mundial: o baixíssimo nível técnico da competição e o pênalti desperdiçado pelo italiano Baggio, na final.
Puxa, voltamos aos anos 90 na memória ao escrever tudo isso…
Imagem extraída da Internet. Quem conhecer a autoria, favor indicar para crédito na postagem.
Em 16 de julho de 2015, morria Alcides Ghiggia, o homem que fez o 2o e decisivo gol a favor do Uruguai, na final da Copa do Mundo de 1950 contra a Seleção Brasileira, promovendo o inesquecível Maracanazo.
É dele a frase:
“Somente 3 pessoas conseguiram silenciar o Maracanã: o Papa, Frank Sinatra e Eu.”
Não dá para contestar…

Foto: Reprodução Internet.
Hoje faz exatamente 10 anos que a Seleção Brasileira foi humilhada e perdeu para a Alemanha por 7×1 na semifinal da Copa do Mundo.
Que os alemães eram melhores, tudo bem. Mas levar 7 em casa, e do jeito que foi, aí não tem desculpa.
Tenho certeza que tal vexame nos fez esquecer a perda da Copa de 50. Superamos um trama com outro pior!
E o que mais assusta é o fato dos cartolas continuarem fazendo as mesmas lambanças, a estrutura idem e, por incrível que possa parecer, Neymar, que era a referência única, continua tendo o mesmo fator de protagonismo, dividindo agora com Vini Jr.
Será que o 7×1 foi pouco para que existam mudanças de fato?
Talvez ficar fora de uma Copa do Mundo, não se classificando pelas Eliminatórias (o que será difícil acontecer), seja o nosso ápice de incompetência e o start para as mudanças começarem de verdade.
O Brasil vai receber a próxima Copa do Mundo Feminina, que acontece em 2027. Na madrugada desta sexta-feira (17), a FIFA escolheu o país-sede do …
Continua em: É DO BRASIL! Após votação, país foi escolhido para receber Copa do Mundo Feminina

A FIFA anunciou que o Estádio Azteca (na Cidade do México) e a Arena Metlife (em NY), serão respectivamente os locais de abertura e fechamento da WorldCup’26.
Um detalhe: oficialmente, como essa Copa do Mundo se chamará?
Era fácil falar “Copa do Catar 2022”. Fica difícil falar “Copa do México, Canadá e Estados Unidos 2026”. Talvez, muita gente chamará de “Copa dos EUA”, por ocorrer mais jogos lá.
Que tal Copa da América do Norte? Afinal, será o primeiro evento onde um continente inteiro sedia essa competição (muita gente confunde o México como pertencente à America Central, talvez por confundir a subdivisão das Américas em Latina e Anglo-Saxônica). Na Japão-Coreia, hoje, 22 anos depois, é lembrada de “Copa do Japão”.
Como será essa?
E a de 2030, que ninguém tem certeza como acontecerá, pois passará por 3 continentes, começando no Uruguai, indo para o Marrocos e terminando na Península Ibérica?
Ah, essa politicagem da FIFA…