– E quando o Brasileirão recomeçar?

Todos nós estamos acompanhando o emocionante Mundial de Clubes! Essa Copa do Mundo de Clubes “pegou”, está legal e empolgando. Uma “bola dentro” da FIFA.

Pelo momento econômico do futebol brasileiro, representando a Conmebol, 4 brasileiros estão na disputa. Só que…

E quando voltarem ao Campeonato Brasileiro? Enquanto seus adversários descansaram e fizeram uma intertemporada, Botafogo e Flamengo estarão cansados – mas especialmente Fluminense e Palmeiras, que avançaram de fase.

Jogando no calor, em horários inapropriados (embora muito bem remunerados), os clubes que avançam de fase sacrificarão suas equipes no Brasileirão. E tal período, nesse tempo de tanta exigência física no futebol, fará a diferença.

É o ônus do sucesso, sem dúvida. Mas aí eu me recordo do Raphinha, do Barcelona, que disse ser uma loucura sacrificar as férias pelo Mundial. Talvez ele tenha exagerado, mas que a FIFA deverá rever o calendário mundial, não se discute.

Imagine a “alegria” dos europeus, após o término da temporada, nessas condições?

Eu estou curtindo a competição, mas sei que sua incorporação ao calendário regular é uma insanidade, fisicamente falando.

IN ENGLISH – We are all following the exciting Club World Cup! This Club World Cup is “on the up”, it’s cool and exciting. A “goal” by FIFA,

Given the economic situation of Brazilian football, representing Conmebol, 4 Brazilians are in the competition. But…

And when they return to the Brazilian Championship? While their opponents rested and had an off-season, Botafogo and Flamengo will be tired – but especially Fluminense and Palmeiras, who advanced to the next phase.

Playing in the heat, at inappropriate times (although very well paid), the clubs that advance to the next phase will sacrifice their teams in the Brasileirão. And such a period, in this time of so much physical demand in football, will make a difference.

It is the burden of success, without a doubt. But then I remember Raphinha, from Barcelona, ​​who said it was crazy to sacrifice vacation for the World Cup. Maybe he exaggerated, but there is no debate about the fact that FIFA will have to review the world calendar.

Imagine the “joy” of the Europeans after the end of the season, under these conditions?

I am enjoying the competition, but I know that incorporating it into the regular calendar is insane, physically speaking.

– Os europeus favoritos ditam a Copa do Mundo de Clubes.

Nós já havíamos falado que os favoritos ao título de Campeão do Mundo de Clubes eram os europeus “grandões”. E que não poderíamos nos iludir com a boa apresentação dos brasileiros na primeira fase.

Vide tudo isso que foi dito aqui: https://wp.me/p4RTuC-18cm

Pois bem: o Bayern venceu por 4×2 o Flamengo, mas esse não foi o detalhe. O ponto alto foi: o início do jogo!

Os alemães se impuseram e o Mengão sentiu, errando muito. Não teve segredo. Paciência.

Continuo com a opinião: o título não sairá de Manchester City ou PSG.

– E o Botafogo fez “sobrar” para Renato Paiva?

O futebol brasileiro é sempre imprevisível.

Há uma semana, Renato Paiva, treinador do Botafogo, era um gênio por vencer o PSG. Agora, após retrancar o time e perder do Palmeiras, virou “burro” (terno que o próprio Renato disse nunca ter sido chamado e que seu debute foi no Bahia).

Cá entre nós: será que a decisão do Botafogo em demitir Paiva se deu ao Mundial de Clubes, ou existe um bastidor que não conhecemos?

– E Ramon Abatti Abel está com moral na FIFA.

Já falamos sobre os brasileiros estarem desempenhando ótimo papel na Copa do Mundo de Clubes, ao contrário do que acontece no Brasileirão (vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2025/06/22/sobre-os-arbitros-brasileiros-no-mundial-de-clubes/).

Pois bem: numa final européia, Ramon Abatti Abel tem enormes chances de ser o árbitro da final. Por vários motivos:

  1. Agradou nos Jogos Olímpicos de 2024 (foi o árbitro da final).
  2. Foi bem nos jogos dos “grandões” Real Madrid e Manchester City, e,
  3. Especialmente no jogo do Madrid: na Europa, se diz que em dúvida, Barcelona e Real Madrid são favorecidos. Abatti Abel não titubeou e expulsou logo no início da partida Asencio (mostrou que “não vê camisa’). Mas principalmente pelo protocolo antirracismo (os europeus não costumam utilizá-lo, discutem com jogadores que reclamam de racismo e fazem vista grossa; e o brasileiro abriu o protocolo sem pensar duas vezes). Tal gesto foi olhado por simpatia por todos.

A questão é: em Copas do Mundo de Seleções, os árbitros de países que se aproximam da final, vão sendo dispensados. Não tem juiz de futebol dos países que estão nas semifinais, por exemplo. Acontecerá isso na versão clubes? E, se acontecer, é porque teremos algum time brasileiro nas semifinais. Qual poderá ser ele?

– Palmeiras 1×0 Botafogo pelo Mundial de Clubes: decepcionante…

O mundo viu um “joguinho” pela Copa do Mundo de Clubes.

Se podiam jogar mais (como fizeram anteriormente), por que não o fizeram?

Em: https://youtu.be/vW7dL00HWqM?si=6JlNbXDQG42oWd1K

– Os europeus favoritos ditam a Copa do Mundo de Clubes.

Nós já havíamos falado que os favoritos ao título de Campeão do Mundo de Clubes eram os europeus “grandões”. E que não poderíamos nos iludir com a boa apresentação dos brasileiros na primeira fase.

Vide tudo isso que foi dito aqui: https://wp.me/p4RTuC-18cm

Pois bem: o Bayern venceu por 4×2 o Flamengo, mas esse não foi o detalhe. O ponto alto foi: o início do jogo!

Os alemães se impuseram e o Mengão sentiu, errando muito. Não teve segredo. Paciência.

Continuo com a opinião: o título não sairá de Manchester City ou PSG.

– E Ramon Abatti Abel está com moral na FIFA.

Já falamos sobre os brasileiros estarem desempenhando ótimo papel na Copa do Mundo de Clubes, ao contrário do que acontece no Brasileirão (vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2025/06/22/sobre-os-arbitros-brasileiros-no-mundial-de-clubes/).

Pois bem: numa final européia, Ramon Abatti Abel tem enormes chances de ser o árbitro da final. Por vários motivos:

  1. Agradou nos Jogos Olímpicos de 2024 (foi o árbitro da final).
  2. Foi bem nos jogos dos “grandões” Real Madrid e Manchester City, e,
  3. Especialmente no jogo do Madrid: na Europa, se diz que em dúvida, Barcelona e Real Madrid são favorecidos. Abatti Abel não titubeou e expulsou logo no início da partida Asencio (mostrou que “não vê camisa’). Mas principalmente pelo protocolo antirracismo (os europeus não costumam utilizá-lo, discutem com jogadores que reclamam de racismo e fazem vista grossa; e o brasileiro abriu o protocolo sem pensar duas vezes). Tal gesto foi olhado por simpatia por todos.

A questão é: em Copas do Mundo de Seleções, os árbitros de países que se aproximam da final, vão sendo dispensados. Não tem juiz de futebol dos países que estão nas semifinais, por exemplo. Acontecerá isso na versão clubes? E, se acontecer, é porque teremos algum time brasileiro nas semifinais. Qual poderá ser ele?

– O público dos times brasileiros no Mundial de Clubes:

Um dado interessante: mas considere a capacidade dos estádios, as cidades e os adversários.

Na imagem:

 

– Brasileiros 100% classificados, Argentinos 100% eliminados. Mas e nas Oitavas?

Na Copa do Mundo de Clubes 2025, todos os brasileiros, em algum momento, mostraram bom futebol (em especial contra os times europeus). E, curiosamente, contra os supostamente “mais fáceis”, não mostraram tudo o que podem.

Normal. Futebol não é só condição técnica, mas também motivação, propósito, gana e outras nuances. E, nessa primeira edição, Palmeiras, Botafogo, Flamengo e Fluminense se classificaram (talvez o Fogão não fosse esperado). A decepção, talvez, tenha sido Boca Jrs e River Plate. Aliás... o Boca ter empatado com um time semi amador da Oceania? Tenha dó!

Enfim: ao menos, já teremos um brasileiro nas quartas-de-final (confronto doméstico entre Palmeiras x Botafogo, onde não ouso apostar). Além dele, uma partida que deve ser muito bacana (Flamengo x Bayern, onde os alemães são favoritos, mas uma vitória do Mengão não seria surpresa) e um jogo onde os italianos, aí sim, são candidatos a passar de fase (Internazionale x Fluminense).

Seria muito legal um sulamericano avançar para a semifinal, mas, por lógica, ainda os europeus são os prováveis. Entretanto, falamos de futebol…

– Copa do Mundo de Clubes de 2 em 2 anos?

 A FIFA está muito feliz com o Mundial de Clubes 2025, versão Copa do Mundo.

Os clubes sulamericanos, cá entre nós, idem. Segundo a CNN, somando as premiações, por exemplo, do Botafogo FR, ao passar de fase já garantiu R$ 143 mi (em: https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/veja-quanto-o-botafogo-fatura-ao-chegar-as-oitavas-do-mundial-de-clubes/#goog_rewarded).

Os europeus, ao que parecem, estão divididos. Mas quando a grana chegar… aliás, dinheiro do Fundo Real da Arábia Saudita, o maior dos patrocinadores (vide o letreiro PIF, nas placas publicitárias).

Agora, os jornais trazem a notícia que Gianni Infantino, o presidente da FIFA, gostaria que essa competição ocorresse de 2 em 2 anos! Aí, não hea calendário que aguente…

O que você acha da ideia? Deixe o seu comentário:

– O público dos times brasileiros no Mundial de Clubes:

Um dado interessante: mas considere a capacidade dos estádios, as cidades e os adversários.

Na imagem:

 

– Flamengo vs Bayern München?

Que jogaço! Poderia ser em outra fase, mas sem dúvida o Mengão contra o Bayern nas Oitavas do Mundial de Clubes será de grande valia para quem gosta de futebol.

Não ficarei fazendo palpites. Jogo “no triplo” na Loteria. Imprevisível o placar!

– Que feio, Verdão!

Jogou bem contra os portugueses, jogou mais ou menos contra os egípcios, e, por fim, não jogou nada contra o Inter de Miami.

O que acontece com o Palmeiras, que é (pasmem) o 5º time no MUNDO que mais investiu em contratações no ano de 2025?

– Copa do Mundo de Clubes de 2 em 2 anos?

 A FIFA está muito feliz com o Mundial de Clubes 2025, versão Copa do Mundo.

Os clubes sulamericanos, cá entre nós, idem. Segundo a CNN, somando as premiações, por exemplo, do Botafogo FR, ao passar de fase já garantiu R$ 143 mi (em: https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/veja-quanto-o-botafogo-fatura-ao-chegar-as-oitavas-do-mundial-de-clubes/#goog_rewarded).

Os europeus, ao que parecem, estão divididos. Mas quando a grana chegar… aliás, dinheiro do Fundo Real da Arábia Saudita, o maior dos patrocinadores (vide o letreiro PIF, nas placas publicitárias).

Agora, os jornais trazem a notícia que Gianni Infantino, o presidente da FIFA, gostaria que essa competição ocorresse de 2 em 2 anos! Aí, não hea calendário que aguente…

O que você acha da ideia? Deixe o seu comentário:

– O sucesso dos sul-americanos (em especial dos brasileiros) até a Rodada 2 da Copa do Mundo de Clubes 2025.

Eu estou achando muito legal essa Copa do Mundo de Clubes. Que sacada genial da FIFA (motivada por muita grana).

Não esperava grande desempenho das equipes fora do eixo europeu. E me surpreendi positivamente com os brasileiros. E o que deu para perceber, foi:

  • Subestimávamos demais os clubes brasileiros de ponta;
  • Supervalorizåvamos na mesma proporção os europeus.

Porém, aqui precisamos tomar cuidado para não nos enganarmos: na Europa, temos os supertimes como PSG, Manchester City e Real Madrid (além de outros que não estão no torneio, como Liverpool e Barcelona). Eles são empresas de entretenimento, com elencos transnacionais. Se jogarem 10 vezes contra os melhores times sulamericanos, em igualdade de condições, vencerão a maior parte dos jogos.

Fora esses times, temos equipes europeias (como os portugueses) que são comuns. Nada de espetacular!

A verdade é que o abismo que vimos surgir entre europeus e sulamericanos no começo dos anos 2000, diminuiu hoje. É fato! Deve-se ao dinheiro, intercâmbio e novos treinadores. Mas a diferença, sejamos honestos, ainda é pertinente.

Em um torneio de tiro curto, se bem treinado e motivado, um improvável pode vencer. Vide a Eurocopa em que a Grécia ganhou em Portugal. Mas independente disso, é prazeroso ver a autoestima do futebol brasileiro ressurgir.

Em seus grupos, até a rodada 2, todos os brasileiros são líderes. E e contarmos os argentinos, idem ao River Plate.

A questão é: até 13 de julho, haverá chance de um brasileiro chegar à final, ou aí já é excesso de otimismo?

– O sucesso dos sul-americanos (em especial dos brasileiros) até a Rodada 2 da Copa do Mundo de Clubes 2025.

Eu estou achando muito legal essa Copa do Mundo de Clubes. Que sacada genial da FIFA (motivada por muita grana).

Não esperava grande desempenho das equipes fora do eixo europeu. E me surpreendi positivamente com os brasileiros. E o que deu para perceber, foi:

  • Subestimávamos demais os clubes brasileiros de ponta;
  • Supervalorizåvamos na mesma proporção os europeus.

Porém, aqui precisamos tomar cuidado para não nos enganarmos: na Europa, temos os supertimes como PSG, Manchester City e Real Madrid (além de outros que não estão no torneio, como Liverpool e Barcelona). Eles são empresas de entretenimento, com elencos transnacionais. Se jogarem 10 vezes contra os melhores times sulamericanos, em igualdade de condições, vencerão a maior parte dos jogos.

Fora esses times, temos equipes europeias (como os portugueses) que são comuns. Nada de espetacular!

A verdade é que o abismo que vimos surgir entre europeus e sulamericanos no começo dos anos 2000, diminuiu hoje. É fato! Deve-se ao dinheiro, intercâmbio e novos treinadores. Mas a diferença, sejamos honestos, ainda é pertinente.

Em um torneio de tiro curto, se bem treinado e motivado, um improvável pode vencer. Vide a Eurocopa em que a Grécia ganhou em Portugal. Mas independente disso, é prazeroso ver a autoestima do futebol brasileiro ressurgir.

Em seus grupos, até a rodada 2, todos os brasileiros são líderes. E e contarmos os argentinos, idem ao River Plate.

A questão é: até 13 de julho, haverá chance de um brasileiro chegar à final, ou aí já é excesso de otimismo?

– Parabéns, Filipe Luís!

Eu gosto de lucidez! E o treinador do Flamengo a tem.

Veja que entrevista sem demagogia:

– A barreira dupla de Domenec Torrent é válida?

Na partida entre Monterrey-MEX vs Internazionale-ITA, vimos uma daquelas invenções que nos levam a questionar: vale a pena ou não?

Domenec Torrent, ex-treinador do Flamengo e atualmente no Monterrey, montou uma barreira dupla, aberta ao goleiro. Repare na foto abaixo que os cantos do gol ficam protegidos e sobra um clarão de frente ao arqueiro. 

O que o batedor deve fazer? Dará um chutão à meta ou tentará encobrir a barreira? 

Repare que nessa oportunidade, os italianos tentaram esconder a visão do goleiro, como fator surpresa, mas não resultou em nada significativo.

Penso: me parece mais uma daquelas situações cujo custo-benefício é questionável. Por exemplo, outra: colocar um jogador deitado atrás da barreira.

Tudo isso pode, à Luz das Regras do jogo. Mas há um lembrete: quem “pede barreira”, não é a defesa, mas o ataque!

Lembre-se: o batedor tem o direito de exigir a distância de 9,15m. Se ele abrir mão dela e quiser bater rápido (exceto se o árbitro mandar esperar por algum motivo sério), ele pode. O goleiro, sabendo que o adversário espera a distância, pode agrupar seus companheiros enquanto eles se posicionam para a distância regulamentada. Mas não cometa o erro de crer que a barreira “é um direito que a defesa tem”.

Screenshot

– A FIFA decreta: nenhum time ainda tem Mundial (oficialmente)! Nem o Santos de Pelé!

Era previsível: a FIFA, em seu material de promoção da Copa do Mundo de Clubes 2025, apresentou os clubes participantes e seus títulos conquistados. E como ela quer valorizar esse torneio atual, chamado por muitos de “Super Mundial”, solicitou recentemente que os detentores dos direitos de transmissão não o chamassem de “Mundial de Clubes”, mas de  “Copa do Mundo de Clubes”.

Ora, se ela faz isso, e criou uma competição de 4 em 4 anos aos moldes da Copa do Mundo de Seleções, era provável que ela chamaria o vencedor de “Campeão do Mundo”. E como só quem ganha a Copa do Mundo de Seleções é Campeão do Mundo, idem à versão clubes.

E os demais Mundiais realizados?

Taí a narrativa modificada: A FIFA não reconhece mais os campeões de outros torneios não realizados por ela como “Campeões do Mundo”. Quando a montadora de carro japonesa (que organizava o Intercontinental) começou a patrocinar esse novo modelo de Mundial a partir de 2005, a FIFA começou a chamar a antiga Copa Toyota de “torneio continental equivalente a um Mundial” à época.

Agora, tudo mudou de novo. Ninguém tem mais Mundial! O primeiro time oficialmente campeão do mundo será conhecido nesse ano. E todos os demais torneios realizados anteriormente ganharam um novo nome: competições interconfederações!

Assim, o Palmeiras de 1951 e o Fluminense de 1952 (segundo a própria FIFA) são campeões interconfederações. O Santos de Pelé, quando disputou a Copa Europa – América do Sul (1962 e 1963), idem. O São Paulo FC, que venceu a Copa Toyota UEFA – Conmebol (1992 e 1993), também. E o próprio SPFC, o Corinthians e o Internacional, que venceram o chamado “Mundial de Clubes da FIFA”, não são mais mundiais, mas interconfederações.

O critério é simples: torneios que envolvam clubes de confederações diferentes e de repercussão mundial, são interconfederacionais. Campeão Mundial, até agora, não existe, pois não houve um torneio com esse propósito nos moldes criados como Copa.

Obviamente, os torneios realizados anteriormente, eram intercontinentais e representavam o Campeão Mundial (os melhores da UEFA e os melhores da Conmebol). Depois, quando a FIFA resolveu organizar, incluíram outros continentes. E, agora, para “fazer vingar” a Copa do Mundo de Clubes, se reclassificou tudo.

Em 1951 e 1952, a FIFA não organizou os torneios e fazia vista grossa a eles. Nas décadas de 60, 70 e 80, a organização não foi dela, mas das confederações. Nos anos 90, quando a Toyota resolveu patrocinar esse torneio, ganhou ainda mais atenção. E nos anos 2000, a FIFA, como se fosse um cartório, “bateu o carimbo” de que o que valia era só o que ela fazia.

Alguém é maluco em dizer que Santos x Benfica não foi uma final do mundo? Que o Flamengo de Zico não foi Campeão Mundial? E tantos outros clubes?

Nessa nova contagem, o Real Madrid é o maior vencedor interconfederacional: 9 títulos, pelos diversos organizadores.

Assim, vale perguntar: quem será o primeiro e verdadeiro Campeão do Mundo reconhecido pela FIFA?

Independente de toda essa confusão, vale ressaltar: o torneio é muito legal… confrontos de escolas diferentes, partidas impensáveis dias atrás (eu achei absurdamente fantástico Fluminense x Borússia Dortmund, onde os cariocas surpreenderam e dominaram os alemães). Também foi muito bacana o clima criado: de festa, de Copa, de paixão, de festa!

Com tudo isso, vencer a Libertadores ou a Liga dos Campeões da Europa torna-se algo ainda mais valorizado. E a globalização dos clubes, só aumenta. E uma verdade seja dita: os clubes brasileiros, não tão conhecidos no estrangeiro por muita gente, ganham notoriedade.

Vida longa a essa Copa!

– A barreira dupla de Domenec Torrent é válida?

Na partida entre Monterrey-MEX vs Internazionale-ITA, vimos uma daquelas invenções que nos levam a questionar: vale a pena ou não?

Domenec Torrent, ex-treinador do Flamengo e atualmente no Monterrey, montou uma barreira dupla, aberta ao goleiro. Repare na foto abaixo que os cantos do gol ficam protegidos e sobra um clarão de frente ao arqueiro. 

O que o batedor deve fazer? Dará um chutão à meta ou tentará encobrir a barreira? 

Repare que nessa oportunidade, os italianos tentaram esconder a visão do goleiro, como fator surpresa, mas não resultou em nada significativo.

Penso: me parece mais uma daquelas situações cujo custo-benefício é questionável. Por exemplo, outra: colocar um jogador deitado atrás da barreira.

Tudo isso pode, à Luz das Regras do jogo. Mas há um lembrete: quem “pede barreira”, não é a defesa, mas o ataque!

Lembre-se: o batedor tem o direito de exigir a distância de 9,15m. Se ele abrir mão dela e quiser bater rápido (exceto se o árbitro mandar esperar por algum motivo sério), ele pode. O goleiro, sabendo que o adversário espera a distância, pode agrupar seus companheiros enquanto eles se posicionam para a distância regulamentada. Mas não cometa o erro de crer que a barreira “é um direito que a defesa tem”.

Screenshot

– Quando ocorrerá a primeira vitória ou derrota de sul-americano ou europeu?

Até agora (tarde de 3ª feira), nenhum time da América do Sul foi derrotado no Mundial de Clubes 2025. E também nenhum europeu!

Nos confrontos dos times da Conmebol e da Uefa contra equipes de outros continentes, 100% de vitórias. E a pergunta é: algum time da Europa será derrotado?

Pelo que se pode ver, talvez sim. Algumas equipes andam sentindo o calor (Atlético de Madrid), outras estão em fase ruim (os portugueses) e teve até quem não tenha encantado (o Chelsea).

É óbvio que, por lucidez, não dá para imaginar derrotas de Manchester City, PSG ou Real Madrid para outras equipes. Mas como o assunto é “futebol”, quem sabe em uma jornada ruim deles, um time bem armado possa surpreender?

– A FIFA decreta: nenhum time ainda tem Mundial (oficialmente)! Nem o Santos de Pelé!

Era previsível: a FIFA, em seu material de promoção da Copa do Mundo de Clubes 2025, apresentou os clubes participantes e seus títulos conquistados. E como ela quer valorizar esse torneio atual, chamado por muitos de “Super Mundial”, solicitou recentemente que os detentores dos direitos de transmissão não o chamassem de “Mundial de Clubes”, mas de  “Copa do Mundo de Clubes”.

Ora, se ela faz isso, e criou uma competição de 4 em 4 anos aos moldes da Copa do Mundo de Seleções, era provável que ela chamaria o vencedor de “Campeão do Mundo”. E como só quem ganha a Copa do Mundo de Seleções é Campeão do Mundo, idem à versão clubes.

E os demais Mundiais realizados?

Taí a narrativa modificada: A FIFA não reconhece mais os campeões de outros torneios não realizados por ela como “Campeões do Mundo”. Quando a montadora de carro japonesa (que organizava o Intercontinental) começou a patrocinar esse novo modelo de Mundial a partir de 2005, a FIFA começou a chamar a antiga Copa Toyota de “torneio continental equivalente a um Mundial” à época.

Agora, tudo mudou de novo. Ninguém tem mais Mundial! O primeiro time oficialmente campeão do mundo será conhecido nesse ano. E todos os demais torneios realizados anteriormente ganharam um novo nome: competições interconfederações!

Assim, o Palmeiras de 1951 e o Fluminense de 1952 (segundo a própria FIFA) são campeões interconfederações. O Santos de Pelé, quando disputou a Copa Europa – América do Sul (1962 e 1963), idem. O São Paulo FC, que venceu a Copa Toyota UEFA – Conmebol (1992 e 1993), também. E o próprio SPFC, o Corinthians e o Internacional, que venceram o chamado “Mundial de Clubes da FIFA”, não são mais mundiais, mas interconfederações.

O critério é simples: torneios que envolvam clubes de confederações diferentes e de repercussão mundial, são interconfederacionais. Campeão Mundial, até agora, não existe, pois não houve um torneio com esse propósito nos moldes criados como Copa.

Obviamente, os torneios realizados anteriormente, eram intercontinentais e representavam o Campeão Mundial (os melhores da UEFA e os melhores da Conmebol). Depois, quando a FIFA resolveu organizar, incluíram outros continentes. E, agora, para “fazer vingar” a Copa do Mundo de Clubes, se reclassificou tudo.

Em 1951 e 1952, a FIFA não organizou os torneios e fazia vista grossa a eles. Nas décadas de 60, 70 e 80, a organização não foi dela, mas das confederações. Nos anos 90, quando a Toyota resolveu patrocinar esse torneio, ganhou ainda mais atenção. E nos anos 2000, a FIFA, como se fosse um cartório, “bateu o carimbo” de que o que valia era só o que ela fazia.

Alguém é maluco em dizer que Santos x Benfica não foi uma final do mundo? Que o Flamengo de Zico não foi Campeão Mundial? E tantos outros clubes?

Nessa nova contagem, o Real Madrid é o maior vencedor interconfederacional: 9 títulos, pelos diversos organizadores.

Assim, vale perguntar: quem será o primeiro e verdadeiro Campeão do Mundo reconhecido pela FIFA?

Independente de toda essa confusão, vale ressaltar: o torneio é muito legal… confrontos de escolas diferentes, partidas impensáveis dias atrás (eu achei absurdamente fantástico Fluminense x Borússia Dortmund, onde os cariocas surpreenderam e dominaram os alemães). Também foi muito bacana o clima criado: de festa, de Copa, de paixão, de festa!

Com tudo isso, vencer a Libertadores ou a Liga dos Campeões da Europa torna-se algo ainda mais valorizado. E a globalização dos clubes, só aumenta. E uma verdade seja dita: os clubes brasileiros, não tão conhecidos no estrangeiro por muita gente, ganham notoriedade.

Vida longa a essa Copa!

– E nenhuma lambança da arbitragem no Mundial de Clubes!

Não é um fato a ser observado?

Até agora, nenhum erro crasso ou polêmica envolvendo a arbitragem na Copa do Mundo de Clubes 2025!

Que continue assim, com placares legitimados.

– E se o Flamengo tivesse a mesma intensidade no Brasileirão?

Pela Copa do Mundo de Clubes, o Flamengo venceu com tranquilidade o Esperance da Tunísia. E mandou na partida.

Independente da dificuldade em fazer gols (2×0 foi pouco) e a fragilidade do adversário, me chamou a atenção o volume de jogo! Sufocou os tunisianos em alguns momentos.

Cá entre nós: se pode ter essa intensidade, por que não a demonstra pelo Campeonato Brasileiro?

Aliás, vale dizer isso também para o Palmeiras, que jogou muito bem (e igualmente com intensidade) contra o Porto.

– Quando ocorrerá a primeira vitória ou derrota de sul-americano ou europeu?

Até agora (tarde de 3ª feira), nenhum time da América do Sul foi derrotado no Mundial de Clubes 2025. E também nenhum europeu!

Nos confrontos dos times da Conmebol e da Uefa contra equipes de outros continentes, 100% de vitórias. E a pergunta é: algum time da Europa será derrotado?

Pelo que se pode ver, talvez sim. Algumas equipes andam sentindo o calor (Atlético de Madrid), outras estão em fase ruim (os portugueses) e teve até quem não tenha encantado (o Chelsea).

É óbvio que, por lucidez, não dá para imaginar derrotas de Manchester City, PSG ou Real Madrid para outras equipes. Mas como o assunto é “futebol”, quem sabe em uma jornada ruim deles, um time bem armado possa surpreender?

– O país com maior número de atletas na Copa do Mundo de Clubes é…

… o Brasil!

Não é um número impressionante?

Nesse tempo de “aldeia global”, a Copa de Mundo de Clubes da FIFA, com tantos clubes europeus em sua composição, nos mostra que a maior parte dos jogadores são brasileiros!

Obviamente, os melhores não estão nas equipes do nosso país, devido a questões econômicas.

Resumo: a Copa do Mundo de Clubes conta com 998 jogadores, sendo que o Brasil tem o maior número de atletas: 142 (47 disputando por equipes estrangeiras).
O Al-Alin dos Emirados Árabes Unidos, é o mais globalizado: possui 33 jogadores de 23 nações diferentes.

– A Mensagem Papal para a Copa do Mundo é atemporal.

Muito pertinente: em 2014, o Papa Francisco divulgou uma mensagem de paz e congraçamento para a Copa do Mundo de Seleções no Brasil.

Agora, às vésperas da Copa do Mundo de Clubes 2025, o mundo vê um clima bélico preocupante entre Rússia e Ucrânia, além de Israel e Irã. E a mesma mensagem torna-se atual. Vale a pena a leitura, abaixo:

“Queridos amigos,

É com grande alegria que me dirijo a vocês todos, amantes do futebol, por ocasião da abertura da Copa do Mundo de 2014 no Brasil.

A minha esperança é que, além de festa do esporte, esta Copa do Mundo possa tornar-se a festa da solidariedade entre os povos. Isso supõe, porém, que as competições futebolísticas sejam consideradas por aquilo que no fundo são: um jogo e ao mesmo tempo uma ocasião de diálogo, de compreensão, de enriquecimento humano recíproco. O esporte não é somente uma forma de entretenimento, mas também – e eu diria sobretudo – um instrumento para comunicar valores que promovem o bem da pessoa humana e ajudam na construção de uma sociedade mais pacífica e fraterna. Se, para uma pessoa melhorar, é preciso um “treino” grande e continuado, quanto mais esforço deverá ser investido para alcançar o encontro e a paz entre os indivíduos e entre os povos “melhorados”! É preciso “treinar” tanto…

O futebol pode e deve ser uma escola para a construção de uma “cultura do encontro”, que permita a paz e a harmonia entre os povos. E aqui vem em nossa ajuda uma segunda lição da prática esportiva: aprendamos o que o “fair play” do futebol tem a nos ensinar. Para jogar em equipe é necessário pensar, em primeiro lugar, no bem do grupo, não em si mesmo. Para vencer, é preciso superar o individualismo, o egoísmo, todas as formas de racismo, de intolerância e de instrumentalização da pessoa humana. Não é só no futebol que ser “fominha” constitui um obstáculo para o bom resultado do time; pois, quando somos “fominhas” na vida, ignorando as pessoas que nos rodeiam, toda a sociedade fica prejudicada.

A última lição do esporte proveitosa para a paz é a honra devida entre os competidores. O segredo da vitória, no campo, mas também na vida, está em saber respeitar o companheiro do meu time, mas também o meu adversário. Ninguém vence sozinho, nem no campo, nem na vida!”

Imagem extraída da Internet (autoria desconhecida, quem conhecer, favor indicar para os créditos).

– O que explica o feito dos inéditos participantes da Copa do Mundo de 2026?

Tem como explicar que seleções não tradicionais do futebol mundial consigam se classificar para uma Copa do Mundo?

Não vale dizer de maneira simplória que se deve ao aumento do número de vagas. A explicação é outra…

Abaixo, um ótimo artigo:

COMO A INTERNET ESTÁ TRAZENDO NOVAS POTÊNCIAS AO FUTEBOL

Por Prof Dr Vivaldo José Breternitz (*), Jornal Empresas e Negócios e https://tecnologianavidadiaria.blogspot.com/

As classificações da Jordânia, Geórgia, Uzbequistão e da Nova Zelândia para a Copa do Mundo de 2026 são um sinal de que o futebol global está mudando rapidamente.

Durante muito tempo, o sucesso no futebol internacional foi prerrogativa de um pequeno grupo de nações com tradição, dinheiro e estrutura. Mas essa lógica está sendo rompida. A pergunta que surge é: o que está permitindo essa virada?

A resposta passa inevitavelmente por um fator muitas vezes subestimado: a revolução digital. Hoje, qualquer jovem treinador na Jordânia pode acessar, via YouTube, as análises táticas mais detalhadas do futebol europeu.

Clubes em crescimento usam plataformas como Hudl e Wyscout para estudar adversários, melhorar o desempenho de seus atletas e estruturarem-se de forma profissional. O que antes era privilégio de grandes centros agora pode ser livremente acessado – basta uma conexão à internet e interesse.

Informação, no esporte moderno, é poder. As federações de países como a Geórgia não apenas reconheceram isso — como investiram, capacitando profissionais no exterior e utilizando ferramentas oferecidas por programas da FIFA e da UEFA, como o FIFA Digital Skills, que já é usado mais de 100 federações ao redor do mundo.

O futebol sempre teve muros invisíveis. Muros que separavam o “centro” — Europa e América do Sul — da periferia futebolística. Mas esses muros começaram a ruir quando o conhecimento tático, técnico e até mesmo psicológico começou a circular livremente.

A internet que antes apenas transmitia os jogos, agora ensina a jogá-los melhor. E mais: exibe talentos que antes seriam esquecidos por falta de visibilidade. Quantos atletas georgianos ou jordanianos foram descobertos por meio de vídeos enviados por plataformas especializadas?

O resultado é um futebol cada vez menos previsível, mais aberto e, por que não dizer, mais emocionante. Velhos gigantes caem, novatos surpreendem, e torcedores ganham com isso.

A digitalização sozinha não explica tudo. A paixão, a capacidade de organização e os investimentos ainda são fundamentais. Mas é impossível ignorar que a tecnologia está nivelando o campo, permitindo que ideias superem limitações geográficas e econômicas.

Estamos entrando em uma era em que o talento não precisa mais nascer no Brasil, Itália ou Argentina para ser lapidado. Ele pode surgir em Amã ou Tbilisi — e ser potencializado pela internet, pelas plataformas de análise, por comunidades online de treinadores e pelos dados que ajudam a entender o jogo como nunca antes.

O futebol não é mais apenas o jogo dos grandes. É o jogo de quem aprende, se adapta e sonha — com a ajuda de alguns cliques.

(*) Vivaldo José Breternitz, Doutor em Ciências pela Universidade de São Paulo, é professor e consultor – vjnitz@gmail.com.

– Rumo ao Hexa?

Mesmo sem ter um futebol brilhante, a Seleção Brasileira carimbou o passaporte para a Copa do Mundo 2026 na América do Norte.

Continuamos a ser o país que disputou todos os Mundiais, desde 1930. Pudera, com tantas vagas hoje, isso perdurará.

Boa sorte, Brasil. Mas precisamos melhorar!

– O que explica o feito dos inéditos participantes da Copa do Mundo de 2026?

Tem como explicar que seleções não tradicionais do futebol mundial consigam se classificar para uma Copa do Mundo?

Não vale dizer de maneira simplória que se deve ao aumento do número de vagas. A explicação é outra…

Abaixo, um ótimo artigo:

COMO A INTERNET ESTÁ TRAZENDO NOVAS POTÊNCIAS AO FUTEBOL

Por Prof Dr Vivaldo José Breternitz (*), Jornal Empresas e Negócios e https://tecnologianavidadiaria.blogspot.com/

As classificações da Jordânia, Geórgia, Uzbequistão e da Nova Zelândia para a Copa do Mundo de 2026 são um sinal de que o futebol global está mudando rapidamente.

Durante muito tempo, o sucesso no futebol internacional foi prerrogativa de um pequeno grupo de nações com tradição, dinheiro e estrutura. Mas essa lógica está sendo rompida. A pergunta que surge é: o que está permitindo essa virada?

A resposta passa inevitavelmente por um fator muitas vezes subestimado: a revolução digital. Hoje, qualquer jovem treinador na Jordânia pode acessar, via YouTube, as análises táticas mais detalhadas do futebol europeu.

Clubes em crescimento usam plataformas como Hudl e Wyscout para estudar adversários, melhorar o desempenho de seus atletas e estruturarem-se de forma profissional. O que antes era privilégio de grandes centros agora pode ser livremente acessado – basta uma conexão à internet e interesse.

Informação, no esporte moderno, é poder. As federações de países como a Geórgia não apenas reconheceram isso — como investiram, capacitando profissionais no exterior e utilizando ferramentas oferecidas por programas da FIFA e da UEFA, como o FIFA Digital Skills, que já é usado mais de 100 federações ao redor do mundo.

O futebol sempre teve muros invisíveis. Muros que separavam o “centro” — Europa e América do Sul — da periferia futebolística. Mas esses muros começaram a ruir quando o conhecimento tático, técnico e até mesmo psicológico começou a circular livremente.

A internet que antes apenas transmitia os jogos, agora ensina a jogá-los melhor. E mais: exibe talentos que antes seriam esquecidos por falta de visibilidade. Quantos atletas georgianos ou jordanianos foram descobertos por meio de vídeos enviados por plataformas especializadas?

O resultado é um futebol cada vez menos previsível, mais aberto e, por que não dizer, mais emocionante. Velhos gigantes caem, novatos surpreendem, e torcedores ganham com isso.

A digitalização sozinha não explica tudo. A paixão, a capacidade de organização e os investimentos ainda são fundamentais. Mas é impossível ignorar que a tecnologia está nivelando o campo, permitindo que ideias superem limitações geográficas e econômicas.

Estamos entrando em uma era em que o talento não precisa mais nascer no Brasil, Itália ou Argentina para ser lapidado. Ele pode surgir em Amã ou Tbilisi — e ser potencializado pela internet, pelas plataformas de análise, por comunidades online de treinadores e pelos dados que ajudam a entender o jogo como nunca antes.

O futebol não é mais apenas o jogo dos grandes. É o jogo de quem aprende, se adapta e sonha — com a ajuda de alguns cliques.

(*) Vivaldo José Breternitz, Doutor em Ciências pela Universidade de São Paulo, é professor e consultor – vjnitz@gmail.com.

– As câmeras corporais dos árbitros na Copa do Mundo de Clubes!

Ainda não temos nenhum jogo de futebol oficial com imagens produzidas com a mesma visão dos árbitros. E essa será a maior novidade do Super Mundial de Clubes da FIFA.

Eu sempre disse que o jogo da arquibancada é diferente do campo. O árbitro está posicionado sempre ao alcance da visão para a bola, esforçando-se para desenvolver a visão periférica, a fim de ver os arredores.

Com essas câmeras, o torcedor enxergará um outro jogo, com uma diferença: será possível ver DE ONDE o árbitro vê, não COMO ele vê! E o motivo é simples: durante o jogo, o suor escorre nos olhos durante a corrida, o árbitro pisca, respira, tosse… e nesse milésimo de segundo, ele não vê o lance capital e comete um erro significativo. As câmeras não terão essa “pausa de visão”, e nem outro fator: o “calor / vibração” do jogo. 

A mesma imagem fria que você verá do sofá, na dinâmica do jogo, poderá ser interpretada diferente pelo juiz.

Aqui, um exemplo do é essa tecnologia, quando usada no rúgbi: https://cdn.jwplayer.com/previews/cI2uwQCo

 

– As câmeras corporais dos árbitros na Copa do Mundo de Clubes!

Ainda não temos nenhum jogo de futebol oficial com imagens produzidas com a mesma visão dos árbitros. E essa será a maior novidade do Super Mundial de Clubes da FIFA.

Eu sempre disse que o jogo da arquibancada é diferente do campo. O árbitro está posicionado sempre ao alcance da visão para a bola, esforçando-se para desenvolver a visão periférica, a fim de ver os arredores.

Com essas câmeras, o torcedor enxergará um outro jogo, com uma diferença: será possível ver DE ONDE o árbitro vê, não COMO ele vê! E o motivo é simples: durante o jogo, o suor escorre nos olhos durante a corrida, o árbitro pisca, respira, tosse… e nesse milésimo de segundo, ele não vê o lance capital e comete um erro significativo. As câmeras não terão essa “pausa de visão”, e nem outro fator: o “calor / vibração” do jogo. 

A mesma imagem fria que você verá do sofá, na dinâmica do jogo, poderá ser interpretada diferente pelo juiz.

Aqui, um exemplo do é essa tecnologia, quando usada no rúgbi: https://cdn.jwplayer.com/previews/cI2uwQCo

 

– Neymar é grande! Mas poderia ter sido muito mais… Há tempo?

Neymar, nos últimos tempos, quase não jogou futebol. Seu salário era de R$ 1,2 milhão diários (ou, se preferir, R$ 36 mi mensais) no Al Hilal da Arábia Saudita. No Santos FC, acertou valores de participação em patrocínios e outras receitas, totalizando R$ 21 milhões mensais, por 5 meses de contrato (R$ 105 milhões ao todo). E nesse período, em partidas oficiais, entrou em campo 12 vezes (sendo que não jogou 90 minutos de cada jogo).

  • Vale tudo isso, hoje?

Tecnicamente, não.

Financeiramente, depende. Somente saberemos quando o Santos FC divulgar seus números.

Mas o que me motivou a escrever esse texto, foi a Coluna do jornalista Mauro Cezar Pereira no UOL (você pode acessá-la aqui: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/mauro-cezar-pereira/2025/06/05/nascidos-em-5-de-fevereiro-cr7-e-neymar-comprovam-que-a-idade-nao-e-tudo.htm), onde ele mostra que Neymar, nascido em 05 de fevereiro de 1992, é um atleta em números, participações decisivas e comprometimento, bem diferente do que Cristiano Ronaldo, que, veja a curiosidade, também nasceu em 05 de fevereiro (mas de 1985).

Sete anos distam os dois atletas. E compare:

Neymar, mais jovem, não consegue uma sequência de jogos e se ausenta por várias rodadas. Durante a sua recuperação física, não se priva de eventos sociais e participa de festas e outras ocasiões que uma celebridade possa frequentar. Cristiano, com 40 anos, não se machuca, joga um grande número de partidas e é decisivo tanto para a sua Seleção quanto para o seu clube. Preocupado com sua imagem, frequentemente é visto com temáticas envolvendo saúde e comprometimento profissional (CR7 é embaixador mundial da causa da doação de sangue, e isso explica o fato de não ter nenhuma tatuagem, a fim de não ter que cumprir a janela imunológica e poder fazer suas ações solidárias).

Tecnicamente, Neymar é melhor do que Cristiano Ronaldo. O português, porém, é exemplo de superação e dedicação em treinos e sabe se preservar. Ambos são, no “trato com a bola”, inferiores a Lionel Messi, que também é um dedicado profissional, sabe se cuidar, e com 37 anos resolveu jogar futebol nos EUA (onde ele tem total liberdade em campo, goza de respeito e nem marcação ou falta recebe dos adversários – parece que joga um recreativo, devido a falta de competitividade). Um justo final de carreira, curtindo um bom salário nos EUA e desfrutando de tudo o que plantou ao longo da brilhantíssima e vitoriosa carreira.

Faltando um ano para a Copa do Mundo de Seleções, fico pensando: talvez Lionel Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar foram os 3 maiores jogadores que esse quarto de século XXI nos proporcionou. O argentino deverá estar em condições de mais um Mundial. Idem a Cristiano Ronaldo (será a 6ª edição de ambos), E justamente o brasileiro, mais jovem e menos comprometido na preservação da imagem, poderá não ir. E aqui, não só pela condição física, mas técnica também, e, por que não, a emocional.

O Cartão Vermelho infantil que recebeu pelo Brasileirão contra o Botafogo, despedindo-se do 1º semestre do ano, mostrou um destempero absurdo. Não deveria ser mais tratado como “Menino Ney”, já é um atleta calejado. E ao invés de mostrar a experiência, parece o mesmo garoto imaturo que Renê Simões, um dia, chamou a atenção para que fosse bem trabalhado a fim de que seu enorme talento não fosse desperdiçado.

Vejo muita gente comparando a carreira de Neymar com a de Ronaldo Nazário (contusões seríssimas e superação para jogar uma Copa do Mundo). Não se pode fazer isso sem levar em conta algumas nuances, pois são situações diferentes: Ronaldo jogava na Seleção Brasileira ao lado de outros grandes craques. Idem aos clubes em que jogou, como Barcelona e Internazionale naquele período. Neymar, hoje, não tem ao seu lado a mesma qualidade técnica na Seleção, e no seu clube, incomparável. O Fenômeno se dedicou de corpo e alma para chegar bem em 2002, e Ney não parece demonstrar esse esforço de reclusão.

Lamento que, talvez em 2018, na Copa da Rússia, “menos quebrado” pelas contusões e excepcionalmente bem fisicamente, Neymar não quis ser um grande protagonista mas sim um artista canastrão. Foi ele quem inaugurou a era de memes da Internet, com suas simulações de faltas absurdas, constrangendo por abdicar a sua técnica pela tentativa de ludibriar a arbitragem.

Recordei-me que, quando ele foi vítima de extorsão por uma das suas namoradas de ocasião, Nadja, vazou um galanteio dele descrito como: “Saudade daquilo que a gente ainda não viveu”. A frase parodiada pelo meu amigo Zé Boca-de-Bagre, que não tem papas na língua, cabe bem: “Saudade do atleta Bola de Ouro que não quis ser”…

Neymar é bilionário, vencedor, bem sucedido e carismático com seus admiradores, não se discuta isso. Mas conseguiu de maneira contraditória contar com uma antipatia enorme pela falta de “demonstração de seriedade”. Um caso, quem sabe, único no futebol brasileiro.

Se mais dedicado fosse, não sei se a Seleção Brasileira teria 6 estrelas na camisa, mas provavelmente teríamos um The Best / Balon D’Or a mais na conta do nosso país.

Na foto, de autoria desconhecida e retirada da Internet, um jovem Neymar que trazia esperança ao Brasil. Ele ainda vestirá a Amarelinha para algum jogo oficial?

– Neymar é grande! Mas poderia ter sido muito mais… Há tempo?

Neymar, nos últimos tempos, quase não jogou futebol. Seu salário era de R$ 1,2 milhão diários (ou, se preferir, R$ 36 mi mensais) no Al Hilal da Arábia Saudita. No Santos FC, acertou valores de participação em patrocínios e outras receitas, totalizando R$ 21 milhões mensais, por 5 meses de contrato (R$ 105 milhões ao todo). E nesse período, em partidas oficiais, entrou em campo 12 vezes (sendo que não jogou 90 minutos de cada jogo).

  • Vale tudo isso, hoje?

Tecnicamente, não.

Financeiramente, depende. Somente saberemos quando o Santos FC divulgar seus números.

Mas o que me motivou a escrever esse texto, foi a Coluna do jornalista Mauro Cezar Pereira no UOL (você pode acessá-la aqui: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/mauro-cezar-pereira/2025/06/05/nascidos-em-5-de-fevereiro-cr7-e-neymar-comprovam-que-a-idade-nao-e-tudo.htm), onde ele mostra que Neymar, nascido em 05 de fevereiro de 1992, é um atleta em números, participações decisivas e comprometimento, bem diferente do que Cristiano Ronaldo, que, veja a curiosidade, também nasceu em 05 de fevereiro (mas de 1985).

Sete anos distam os dois atletas. E compare:

Neymar, mais jovem, não consegue uma sequência de jogos e se ausenta por várias rodadas. Durante a sua recuperação física, não se priva de eventos sociais e participa de festas e outras ocasiões que uma celebridade possa frequentar. Cristiano, com 40 anos, não se machuca, joga um grande número de partidas e é decisivo tanto para a sua Seleção quanto para o seu clube. Preocupado com sua imagem, frequentemente é visto com temáticas envolvendo saúde e comprometimento profissional (CR7 é embaixador mundial da causa da doação de sangue, e isso explica o fato de não ter nenhuma tatuagem, a fim de não ter que cumprir a janela imunológica e poder fazer suas ações solidárias).

Tecnicamente, Neymar é melhor do que Cristiano Ronaldo. O português, porém, é exemplo de superação e dedicação em treinos e sabe se preservar. Ambos são, no “trato com a bola”, inferiores a Lionel Messi, que também é um dedicado profissional, sabe se cuidar, e com 37 anos resolveu jogar futebol nos EUA (onde ele tem total liberdade em campo, goza de respeito e nem marcação ou falta recebe dos adversários – parece que joga um recreativo, devido a falta de competitividade). Um justo final de carreira, curtindo um bom salário nos EUA e desfrutando de tudo o que plantou ao longo da brilhantíssima e vitoriosa carreira.

Faltando um ano para a Copa do Mundo de Seleções, fico pensando: talvez Lionel Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar foram os 3 maiores jogadores que esse quarto de século XXI nos proporcionou. O argentino deverá estar em condições de mais um Mundial. Idem a Cristiano Ronaldo (será a 6ª edição de ambos), E justamente o brasileiro, mais jovem e menos comprometido na preservação da imagem, poderá não ir. E aqui, não só pela condição física, mas técnica também, e, por que não, a emocional.

O Cartão Vermelho infantil que recebeu pelo Brasileirão contra o Botafogo, despedindo-se do 1º semestre do ano, mostrou um destempero absurdo. Não deveria ser mais tratado como “Menino Ney”, já é um atleta calejado. E ao invés de mostrar a experiência, parece o mesmo garoto imaturo que Renê Simões, um dia, chamou a atenção para que fosse bem trabalhado a fim de que seu enorme talento não fosse desperdiçado.

Vejo muita gente comparando a carreira de Neymar com a de Ronaldo Nazário (contusões seríssimas e superação para jogar uma Copa do Mundo). Não se pode fazer isso sem levar em conta algumas nuances, pois são situações diferentes: Ronaldo jogava na Seleção Brasileira ao lado de outros grandes craques. Idem aos clubes em que jogou, como Barcelona e Internazionale naquele período. Neymar, hoje, não tem ao seu lado a mesma qualidade técnica na Seleção, e no seu clube, incomparável. O Fenômeno se dedicou de corpo e alma para chegar bem em 2002, e Ney não parece demonstrar esse esforço de reclusão.

Lamento que, talvez em 2018, na Copa da Rússia, “menos quebrado” pelas contusões e excepcionalmente bem fisicamente, Neymar não quis ser um grande protagonista mas sim um artista canastrão. Foi ele quem inaugurou a era de memes da Internet, com suas simulações de faltas absurdas, constrangendo por abdicar a sua técnica pela tentativa de ludibriar a arbitragem.

Recordei-me que, quando ele foi vítima de extorsão por uma das suas namoradas de ocasião, Nadja, vazou um galanteio dele descrito como: “Saudade daquilo que a gente ainda não viveu”. A frase parodiada pelo meu amigo Zé Boca-de-Bagre, que não tem papas na língua, cabe bem: “Saudade do atleta Bola de Ouro que não quis ser”…

Neymar é bilionário, vencedor, bem sucedido e carismático com seus admiradores, não se discuta isso. Mas conseguiu de maneira contraditória contar com uma antipatia enorme pela falta de “demonstração de seriedade”. Um caso, quem sabe, único no futebol brasileiro.

Se mais dedicado fosse, não sei se a Seleção Brasileira teria 6 estrelas na camisa, mas provavelmente teríamos um The Best / Balon D’Or a mais na conta do nosso país.

Na foto, de autoria desconhecida e retirada da Internet, um jovem Neymar que trazia esperança ao Brasil. Ele ainda vestirá a Amarelinha para algum jogo oficial?

– O bônus em treinar a Seleção Brasileira, ao mesmo tempo, é ônus!

O mundo utópico dos treinadores de futebol:

Já imaginou ter os melhores jogadores do mundo à sua disposição, sem se preocupar com o salário deles, ou se o cartola vai contratá-los ou não?

Ver os seus atletas treinando e jogando nos melhores gramados possíveis, com o mais moderno e tecnológico material esportivo que existe?

Adicione a isso: ter a seu lado profissionais de alto desempenho, escolhidos por você, te dando tranquilidade para apenas exercer seu trabalho de treinador?

Importante: leve em conta o ótimo salário, o status, os excepcionais hotéis, os voos em primeira classe, a tietagem…

Tudo isso, em tese, se refere a ser técnico da Seleção Brasileira de Futebol!

Há muita ilusão sobre o cargo. Claro, ele povoa o imaginário do brasileiro, pela magia causada com o Escrete Canarinho de suas melhores versões (1970, que dispensa comentários, e de 1982, que por um capricho dos deuses da bola, não levou a Taça do Mundo), ou das versões não tão apaixonantes, mas que foram vitoriosas (1994 e 2002).

Me recordo que Vagner Mancini, certa vez, era treinador do Atlético Goianiense e estava muito bem no Brasileirão daquele ano, e saiu do Dragão para ir ao Corinthians, em crise, devendo para todo mundo, e correndo risco de rebaixamento. Questionado pela troca, disse: “Poxa, foi um convite do Corinthians!”. Agora, troque o nome do Atlético Goianiense por qualquer clube da Série A do Brasileirão e substitua o nome Corinthians pelo da Seleção Brasileira: aconteceria a mesma coisa!

Todo treinador que está no Brasil, creio, aceitaria ser o novo técnico da Seleção, por todas as benesses que foram citadas no início desse texto, independente de como ela esteja. Elas são o grande bônus.

Até mesmo Tite, que um dia assinou um manifesto de protesto contra a CBF e Marco Polo Del Nero, quando convidado pelo próprio, sucumbiu ao desejo e virou técnico (de duas Copa do Mundo, inclusive). A exceção foi Muricy Ramalho, que não quis sair do Fluminense por respeito ao contrato (além de não gostar da conversa do então presidente Ricardo Teixeira).

O curioso é que, o que parece ser bônus, benefício, vantagem, ou um conjunto de fatores positivos, pode ser, ao mesmo tempo, um ledo engano!

Veja só: o que parece “coisa boa”, pode virar um tiro no próprio pé. Quem disse que o treinador da Seleção Brasileira tem os melhores jogadores do mundo? O Brasil não resolve o problema das laterais e não tem atacantes unânimes em campo. Se Raphinha ou Vinícius Jr não rendem na equipe nacional o mesmo que jogam no Barcelona ou no Real Madrid, a culpa é do treinador. Se o conjunto não tem liga, idem. Se perde o amistoso, idem-idem. Se isso, se aquilo, se acolá… tudo vai na conta do treinador!

Não temos os melhores jogadores, mas muitos torcedores crêem que somos o Dream Team do Basquetebol dos EUA, e não é verdade. Temos bons jogadores, como outras Seleções hoje têm. E as críticas são sempre as mesmas: “os atletas têm mordomia, melhores hotéis, ganham ótimo salário”, ou: “são todos mercenários, não têm amor ao país”, etc..
A verdade é: todas as vantagens que os técnicos têm, se revertem em desvantagem ao mesmo tempo. Com um detalhe: a função de técnico de futebol é diferente na Seleção! Além de não ter a rotina de treinos diárias de um clube, correndo o risco de enferrujar, acaba tendo que “evitar que os adversários se reforcem”, e convocam jogadores de qualidade duvidosa, ou ilustres desconhecidos, a fim de que, naturalizados, não joguem por outros países. Galeno, do Porto, foi chamado algumas vezes e não se firmou – mas antes foi convidado a jogar pela Seleção Portuguesa e recusou quando recebeu o convite de convocação do Brasil! A Amarelinha seduz… mas às vezes, nem tanto. Diego Costa, por exemplo, foi jogar pela Espanha.

Enfim: pode ser um orgulho dirigir a Seleção Brasileira, mas acaba sendo uma tarefa árdua e dolorosa

Em tempo: no Exterior, nenhum técnico de ponta almeja dirigir a Seleção do seu país, quando está no auge da carreira (por questão de salários altos dos milionários times e dos torneios que disputam na UEFA). Dirigir o Time Nacional, só quando em fim de carreira. Vide Mourinho, Klopp, Guardiola e o próprio Ancelotti.