– Que tenhamos sempre a mesma motivação para fazer o que gostamos ou não!

O historiador Prof Marco Antônio Villa trocou a Rádio Jovem Pan pela Bandeirantes. E na segunda-feira, em sua estreia no novo dial, fez uma analogia perfeita do futebol com a disposição em trabalhar, durante a passagem do Jornal Primeira Hora para o Jornal Gente. Gostei demais! Leia:

“Toda estreia, seja num programa ou numa faculdade, sempre dá um friozinho na barriga. Mas quando você faz o que gosta, vai fazendo com muita intensidade, como se fosse um jogador de futebol que corre o campo todo e está cheio de vontade de jogar”.

Duas rápidas considerações:

  1. Fazer o que gostamos é sempre muito bom e muito motivador. Mas e quando temos a obrigação de fazer o que não gostamos? Que haja o mesmo pique.
  2. E a intensidade da motivação? Todo começo sempre nos traz ânimo, mas quando a pasmaceira ronda (mesmo das coisas que nós gostamos), torna-se um problema (ou uma motivação a menos).

Enfim: que possamos sempre estar motivados, intensos, animados e bem-dispostos a trabalhar, pois o trabalho (qualquer que seja) é dignificante!

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– A queda das Redes Sociais do Zuckerberg

Ontem, durante todo o dia, WhatsApp, Instagram e Facebook (todas do mesmo dono, Mark Zuckerberg) tiveram instabilidades e saíram do ar. Depois mostraram dificuldades em carregamentos de fotos e vídeos. E por aí foi até o final da noite.

Antes, estávamos reféns desses aplicativos por falta de outras opções. Hoje, já existem alternativas conhecidas, ficando prejudicados mais os negócios decorrentes destas plataformas do que a possibilidade de se ficar incomunicável (claro, existe o desconforto para quem “vive dentro” dessas redes sociais por entretenimento).

Mas não é curioso que as falhas, quando ocorrem, são mal explicadas? As razões para que globalmente elas caiam, quais são?

Ficaremos sem respostas convincentes.

Extraído de: https://link.estadao.com.br/noticias/empresas,facebook-whatsapp-e-instagram-enfrentam-instabilidade-nesta-quarta,70002902711

FACEBOOK, WHATSAPP E INSTAGRAM ENFRENTARAM INSTABILIDADE NESTA QUARTA

Usuários relataram dificuldades para enviar fotos, vídeos, áudios e figurinhas nas plataformas; Twitter também teve problemas ao longo do dia

Os diversos aplicativos do Facebook – que, incluem além do app da rede social, também o WhatsApp e o Instagram  – enfrentaram instabilidades ao longo desta quarta-feira, 3. Por meio de plataformas como o Twitter, usuários relataram problemas, dizendo que não conseguiam enviar arquivos de mídia como fotos, vídeos, áudios e figurinhas pelos serviços. Em alguns casos, também não era possível acessar conteúdos do tipo pelos aplicativos. 

De acordo com o site Down Detector, conhecido por apontar falhas em serviços na internet, o problema não ficou restrito ao Brasil: houve também relatos de instabilidade nos Estados Unidos, na América Latina e em diversos países da Europa Ocidental. As falhas começaram por volta das 10 horas de manhã (horário de Brasília) e seguiram acontecendo ao longo de todo o dia. O problema só foi resolvido por volta das 21 horas (horário de Brasília). 

Procurado pelo Estado, o Facebook informou que “algumas pessoas e negócios tiveram problemas para carregar ou enviar imagens, vídeos e outros arquivos nos nossos aplicativos. A situação foi resolvida e normalizada para todos.” 

Falhas nas plataformas do Facebook têm sido frequentes nos últimos meses: em março, os serviços da empresa chegaram a ficar fora do ar por quase 24 horas, por conta de uma falha após mudanças nas configurações internas dos servidores da companhia. Em maio, uma falha centralizada na América Latina impossibilitou a execução de funções básicas como envio de mensagens, comentários e realização de publicações nos três serviços. 

Entre especialistas, corre a especulação de que parte dos problemas frequentes tem sido causados pelo plano de integração entre WhatsApp, Instagram e Facebook Messenger – algo que foi anunciado por Mark Zuckerberg no início deste ano e que permitiria que usuários do WhatsApp mandem mensagens para contatos que têm apenas conta no Instagram. 

TWITTER TAMBÉM ENFRENTOU INSTABILIDADE

Quem também enfrentou instabilidades na tarde desta quarta-feira foi o Twitter, em um problema isolado, sem ligação direta com o do Facebook. Segundo a empresa, houve falhas na entrega de mensagens diretas (DMs, na sigla em inglês) e notificações referentes à funcionalidade. O problema, no entanto, foi resolvido antes do final da tarde. 

Além disso, o Down Detector reportou instabilidades fora do normal em alguns serviços na internet brasileira – o Waze, por exemplo, reportou que recebeu notificações de problemas de usuários, mas até a última atualização desta reportagem não havia encontrado nenhuma falha em seus sistemas. Procurado pelo Estado, o Sinditelebrasil, que representa as operadoras Claro, Oi, TIM e Vivo, disse que as empresas “não verificaram nenhum problema ou instabilidade em suas redes.” 

Na terça-feira, 2, uma falha de grandes proporções tirou vários sites do ar nos Estados Unidos – a instabilidade, porém, se deve a um problema no Cloudflare, serviço de armazenamento de sites que hospeda, por exemplo, o próprio Down Detector, além de sites da operadora Verizon e o serviço de e-commerce americano Shopify. Segundo o presidente executivo da empresa, Matthew Prince, o problema foi causado por uma super atividade nos servidores da empresa, que levou a uma pane em seu sistema. Ao Estado, a empresa confirmou que não havia relação de sua falha com as intermitências ocorridas no Brasil nesta quarta-feira. 

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– Internet às vezes cansa!

De saco cheio da Internet!

Cansa ver as timelines lotadas de Fake News! Como tem idiota publicando manchete mentirosa, “pagando pau pra político” e disseminando notícias para enganar os outros.

É de torrar a paciência… E tem coitado que lê e diz todo pimpão: “mas eu vi na Internet, eu vi”!

INTERNET É COMO PAPEL. ACEITA TUDO.

Fui. Não se leve muito a sério algumas Redes Sociais que se transformaram em Anti Sociais em alguns momentos.

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– LinkedIn é o canal preferido das Grandes Empresas

No Caderno “Mercado” do último domingo (pg B2, por Maria Cristina Frias), a Folha de São Paulo retratou como as grandes empresas têm contratado seus executivos.

O tal do QI – não o Quociente de Inteligência mas sim o “Quem Indicou” – continua sendo importante. Mas a coleta de informações via a rede social LinkedIn se tornou o principal meio dos recrutadores de grandes organizações.

Confesso que tenho o meu perfil na rede um pouco desatualizado. Talvez o “tanto” de redes sociais existentes nos obriguem a fugir do computador em algumas horas, para que a vida real não se furte à virtual.

E você, têm atualizado seu perfil lá?

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– O VAR está maltratando os grandes narradores de rádio!

Amo ouvir futebol pelo Rádio AM. Sou aquele que fica “zapeando” as emissoras da minha preferência durante um jogo. E escutando Brasil x Honduras por um Smartphone (meu rádio estava sofrendo interferências de um “linhão de torre de energia elétrica”), me deparei com algo engraçado:

No primeiro gol do Brasil (Gabriel Jesus), estando conectado na Bandeirantes, José Silvério gritou gol e no meio do grito foi “murchando”. Até que perguntou ao Cláudio Zaidan se realmente estava anulado o gol. Ali, o “Pai do Gol” não se atentou que todo gol marcado carece de consulta da sua legalidade ao VAR. Mas a demora gerou tal dúvida.

Mudei para a Jovem Pan. Lá, Nilson César conversava com Flávio Prado que a olho nu, sem precisar de qualquer equipamento eletrônico, era claro que o gol foi legal e não estava impedido (existiu tal dúvida pelo árbitro de vídeo). Após os minutos de demora, confirmando-se o gol, Nilson “re-narrou” o lance.

O que fazer? Criou-se um efeito colateral com o VAR: o grito de gol e também o grito de confirmação de gol!

Coitados dos grandes narradores… estão sofrendo com tal situação surgida.

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– A Globo acerta ou erra em afastar Mauro Naves?

Mauro Naves foi afastado da Globo por envolvimento no caso Neymar. A emissora não gostou. Mas teria razão?

Entendendo: o então advogado do caso “Neymar e o suposto estupro”, Dr José Edgar Cunha Bueno, relatou que conseguiu entrar em contato com o pai do atleta graças ao telefone fornecido pelo jornalista Mauro Naves, da TV Globo. Neymar “Pai” disse que o próprio Mauro perguntou se poderia fornecer o número, e após autorização, o fez.

O advogado solicitar ao repórter, ele fornecer após pedir autorização ao pai; e tudo sem nenhum desvio: qual o pecado de Mauro Naves?

É lógico que provavelmente, por esse favor, conseguiria mais entrevistas exclusivas, por exemplo. Mas ainda assim: cadê o erro? Isso tira a isenção do jornalista?

Troca de contatos são comuns em todo o meio. Entendo que a Globo, que é “espancada diariamente” no cenário político e nas redes sociais (às vezes com e às vezes sem razão) toma seus cuidados éticos. Mas aqui não há excesso de zelo?

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– Você acredita em “Frases de Efeito dos Artistas” publicadas no Facebook?

Pedro Bial, Jô Soares e outras tantas personalidades habitam o mundo de frases de impacto no Facebook. Já repararam?

Mas será que eles realmente disseram o que você lê?

Olha que curioso, sobre falsas frases e personalidades improváveis. Tem até frase de Raul Seixas, com foto de Renato Russo e atribuída ao Cazuza, Ed Murphy por Will Smith… e por aí vai!

Veja as melhores em: http://tecnologia.uol.com.br/album/2012/04/03/internautas-fazem-montagens-envolvendo-frases-falsas-e-personalidades-fora-de-contexto.htm?abrefoto=3

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– Barrigada da Veja; Acerto da Jovem Pan

Impressionante a confusão envolvendo a Ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves!

A Revista Veja, em seu site, publicou na manhã desta 6a feira que ela havia pedido demissão do cargo por problemas de saúde e ameaças contra a vida. Alegou ainda, que por motivação da Segurança Institucional, estava morando em lugar não revelado em Brasília e que estava cansada.

Só que… 

Poucos minutos depois, a Rádio Jovem Pan entrevistou ao vivo a ministra que negou tudo! Disse que apenas falou ao repórter que estava em vias de se aposentar quando aceitou o cargo e que o cargo era cansativo; confirmou que recebia ameaças de morte por mexer com assuntos de crime organizado, como o combate às drogas e pedofilia, mas que em momento algum sequer mencionou que deixaria o cargo, que fica até o último dia do mandato do presidente Jair Bolsonaro e que sai somente se for demitida.

E aí, José?

Será que ela pediu demissão mesmo, mas em pouquíssimo tempo foi demovida da ideia, ou foi uma tremenda “furada” da Veja, que na ânsia de dar um “furo”, vacilou?

Parabéns à Rádio Jovem Pan que oportunamente entrevistou a ministra, que surpreendeu os jornalistas que estavam ao vivo ao desmentir a informação da Revista.

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– As explicações sobre a confusão dos impostos do ISS e Eleições do SAFESP, explicadas por quem trabalhou na casa.

É uma pena desperdiçar tanto tempo que poderia ser dirigido à rica discussão do crescimento da arbitragem brasileira, conhecimento de regras, debates sobre o melhor funcionamento do VAR, profissionalização real da categoria com registro em carteira, análises de jogos e outras coisas importantes, com tal temática abaixo. Mas, enfim, vamos lá…

Vejo no site “Apitonacional”, de Marcelo Marçal, um link para seu blog pessoal onde ele explica com riqueza de detalhes a questão dos quase R$ 400.000,00 cobrados de ISS pelo Fisco Municipal da Capital contra o Sindicato dos Árbitros. Abordei tal assunto em meu blog de maneira respeitosa e isenta (está em: https://wp.me/p4RTuC-n5A), levantando a necessidade de explicações mais concisas – já que a livre expressão democrática no pleito em curso e boas relações sociais assim o pedem.

Nenhum dos lados que disputam as Eleições aproveitou o espaço e se manifestou abertamente. Entretanto, no site citado acima, Marçal explicou as origens das contas e tudo o que envolveu o assunto. Talvez por ter trabalhado no SAFESP, possa ter tido o acesso aos dados tão polêmicos; não sei se foi isso que aconteceu, mas ele mostrou algumas coisas que poucos sabiam. E vejam só, dentre essas mostras, tem até “rolo de cadastro de contribuinte de bordel envolvido”! É difícil entender como se criou essa “bola de neve” que foi sendo aumentada na surdina, embora o relator Marçal tenha tido a boa vontade de, com tantos números, links e informações, criar um roteiro explicativo (às vezes confuso, pela natureza de ser tal conta) e ao mesmo tempo cheio de nuances (detalhes profundos do assunto).

Ao ler, fica lógico que as explicações não evitarão que o assunto se estenda ainda mais, colocando tal tema nas Eleições do Sindicato dos Árbitros (suspensas pela Justiça), além de fomentar a discussão jurídica do pagamento ou não dos impostos. O mais curioso: isso existia, segundo Marçal, há mais de 3 anos, sem ninguém expor aos associados. Ao menos para dizer: “estamos sendo cobrados ilegalmente”.

Enfim, todos são honestos até que se prove o contrário, e a categoria dos árbitros de futebol torce para que tudo isso, de fato, seja um mal entendido da Prefeitura; afinal, será um valor muito alto a ser pago caso tenha sido algum equívoco do SAFESP.

Gostaria de abordar um assunto relatado na explicação de Marcelo Marçal, logo na introdução da explicação dele, onde ele cita dois blogs desqualificando os autores sem citar nominalmente: diz que “um surtou após ficar recluso” (e hoje, ao acessar o blog do jornalista Paulo Cezar de Andrade Prado, o “Blog do Paulinho”, se entende que é evidente que ele se refere ao mesmo) e que “pegou carona em outro que tem rancor e só sabe jogar pedra em vidraça por incapacidade na carreira” (na mesma postagem do Paulinho, faz referência à minha pessoa, Rafael Porcari).

Ora, somos adultos, ninguém é tão ingênuo e trouxa de não ter essa compreensão do texto. Que feio, Marçal!… Não vai dar uma de bobão e escrever uma postagem sequencial dizendo que “não escrevi que foram vocês, mas se a carapuça serviu, não é culpa minha”, ok?

Entendo que por ter trabalhado há tanto tempo para o SAFESP e seu presidente, saído da entidade, voltado, brigado e por aí vai – mas feito seu dever profissional, possa ter alguma relação mais sentimental com a casa que foi onde manteve vínculo empregatício. Mas nunca desqualifique outras pessoas para tentar promover a si mesmo ou defender alguém. Respeitar os outros é importante!

Sobre o Paulinho: ele foi preso duas vezes (tenho lido e estudado sobre isso), por críticas verdadeiras a pessoas poderosas que ele incomodou, onde feriram o sagrado direito de liberdade de expressão jornalística. Não roubou, não matou, não cometeu crime hediondo, não teve falso testemunho. Mas quem sou eu para ser advogado dele? As pessoas com que ele convive no dia-a-dia são prova do caráter limpo e desejo de Justiça (com J maiúsculo de verdade) que o jornalista possui.

Quanto as críticas a mim: “rancor”? Que falta de amor e respeito social creditar isso a minha pessoa… mostra que você está se doendo por alguém, só pode ser isso, pois se eu te magoei por algo injusto que cometi contra você, Marçal, peço desculpas por ignorar tal fato. Mas se você se refere a críticas (as positivas são esquecidas, mas as negativas – que são feitas de maneira respeitosas, são lembradas), é outra história. Rancor de quem? De seus amigos? Ué, não bajulo, babo-ovo, pago-pau ou sou puxa-saco de ninguém só porque está no poder e poderia me agradar; tampouco escrevo algo com interesse de promover fulano ou beltrano, muito menos crio matérias pagas para a alavancagem de alguém (DE ANTEMÃO, para que não paire dúvidas: não estou dizendo que você faz isso tudo o que citei, estou dizendo O QUE EU NÃO FAÇO). Eu apenas escrevo minhas humildes opiniões, de maneira educada, embora, sejamos honestos: quem é criticado, nunca gosta. Mas algo me perturba: “incapacidade do quê?” De estar entre os poderosos do apito? De estar em alta no submundo da arbitragem? Então seu entendimento é equivocado… “Passarinho, de tanto dormir com morcego, um dia cairá no risco de dormir de ponta cabeça. E mesmo que não durma, dirão que dormiu pela amizade com o morcego”. De tal forma, graças ao bom e querido Deus, os amigos que possuo e as pessoas do meu relacionamento são reconhecidamente honestas e corretas. E amigos são poucos, conhecidos são muitos, em especial nesse atual estágio de mundo virtual tão libertino e amplo.

A propósito, faço de conta que tal infelicidade cometida (a de dar uma de espertalhão denegrindo a imagem gratuitamente de quem nada lhe fez – e fica o novo convite de explicar o que te magoa pessoalmente, publicamente, já que sua postagem foi pública) não ocorreu e te perdoo. Guardar ressentimento destrói o homem, e entendo suas atuais angústias. Imagino como devem estar sendo turbulentos os dias atuais, você que respira, vive e trabalha com os bastidores da arbitragem sindical (cobrindo não só o SAFESP, mas o Brasil, como dá o título do próprio site que possui: ApitoNacional), com tantos assuntos que norteiam o tema. NUMA BOA: fique em paz, seu ataque movido a alguma paixão é algo emocional e deve ser perdoado. E te convido à atenta leitura (não só sua, mas a de quem gosta de SENSATEZ) sobre publicações extremistas no mundo virtual atualmente – como isso acaba com o cenário político do nosso país, além de observações reflexivas). Talvez ajude a entender a necessidade de não ter amarras com o sentimentalismo de uma categoria ou pessoa, separando a afinidade do bom senso. O texto, que aborda o cuidado para a intoxicação de leitores com Fake News da Extrema Direita e Extrema Esquerda, escrito outrora por mim (e que não tem nada a ver com a questão da arbitragem, mas do cenário político), pode ser lido aqui: https://wp.me/p4RTuC-n6j.

Abaixo reproduzo as postagens citadas nessa longa postagem:


SAFESP E O ISS

Extraído do Blog do Marçal (08h22, 16/04/19), em: http://marcalneles.blogspot.com/2019/04/safesp-e-o-iss-muitose-tem-falado-sobre.html

Muito se tem falado sobre a demanda judicial envolvendo o Safesp – Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo – e a Prefeitura do Município de São Paulo por conta de tributos (ISS – Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza) não pagos. E a maioria fala sem saber bulhufas do que estão falando.

Teve um Blog – que até um passado próximo tinha muita credibilidade e isenção, mas que seu autor surtou após longos dias reclusos -, que pegando carona em outro que, por rancor, só sabe jogar pedra em vidraça alheia para cobrir sua incapacidade quando na ativa, afirmou que os valores foram descontados das taxas dos árbitros e não repassados a prefeitura. Uma total desinformação para não dizer maldade pura para tumultuar o processo eleitoral sendo que a briga jurídica existe a pelo menos três anos e só agora, no período eleitoral, tornou se publico e principal assunto de alguns lideres de redes sociais.

Primeiramente esclareço que os valores do ISS dos árbitros de futebol nas competições da Federação Paulista de Futebol (FPF) são repassados à Prefeitura diretamente pela FPF e constam dos borderôs, sem passar pelo Safesp. Portanto os valores da demanda entre sindicato e poder publico não tem nada a ver com os árbitros como alguns desinformados propagam em canais de comunicação e nas redes sociais.

Prefeitura e do Safesp trocam processos na justiça

A demanda judicial realmente existe (acima) e os valores se aproximam dos 400 mil reais. De um lado a Prefeitura entende que o sindicato deve e o sindicato por sua vez se defende tentando provar que pelos requisitos constitucionais, como entidade sindical é imunes ao ISS conforme artigo 150 da constituição Federal de 1988 que diz:

Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:

VI –  instituir impostos sobre:

c)  patrimônio, renda ou serviços dos partidos políticos, inclusive suas fundações, das entidades sindicais dos trabalhadores, das instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrativos, atendidos os requisitos da lei.

Portanto o Safesp é beneficiado pela lei e o poder público não pode instituir impostos sobre a entidade dos árbitros.

Imunidade renovada

Na verdade existem seis processos: três do Safesp contra a PMSP e três da PMSP contra o Safesp. Todos eles relacionados ao mesmo tema e todos eles decorrentes da isenção prevista no artigo 150 da CF. O que a PMSP está cobrando do Safesp é ISS de 2012 e 2013 e por sua vez o Safesp tenta provar que é isento a esses tributos que a prefeitura esta cobrando por não reconhecer a declaração de isenção da entidade.

No município de São Paulo, para obter essa isenção é necessário que a entidade acesse o site do Sistema de Declaração de Imunidade (SDI) e preencha cadastro que deve ser renovado anualmente. Esta regulamentação municipal foi instituída à época para readequação do sistema de notas fiscais eletrônicas que obrigou às entidades privadas sem fins lucrativos a efetuarem um cadastro junto à prefeitura para gozarem do beneficio instituído pela Constituição Federal como descrito acima.

O problema acontece desde que, por um erro, a Sub Prefeitura da Lapa atribuiu dois CCM´s (Cadastro de Contribuinte Mobiliário) ao Safesp, sendo que o original (CCM: 8.675.701-6) esta em uso normalmente e o outro (3 .456.652-3), cancelado em abril de 2012, pertencia a uma casa noturna, que alguns diziam ser uma boate de garotas de programas.

Prefeitura nega imunidade ao Safesp por duplicidade de CCMs

Esse conflito de contribuintes mobiliário foi o motivo pelo qual a PMSP negou à época a imunidade ao CNPJ da entidade. Inclusive o erro foi reconhecido, foi corrigido o que prova que o sindicato goza da imunidade uma vez que a própria prefeitura concedeu a imunidade em todos os anos seguidos, inclusive 2019, o que torna uma cobrança indevida.

As informações aqui postadas são publicas e podem ser consultadas utilizando-se apenas o CNPJ do Safesp (CNPJ:51.736.908/0001-07) nos respectivos portais.

Espero ter dado minha contribuição para esclarecer esse assunto que esta sendo usado, indevidamente, na politica da entidade na tentativa manipular os associados na busca pelo voto.

Antes que alguém me acuse de defender um dos lados, informo que acompanho essa briga jurídica desde seu inicio e acho injusto ser usado apenas para tumultuar o processo. Também esclareço que não defendo e não apoio nenhuma das chapas, pois desde a época de árbitro, sou contrario que pessoas dependentes do sistema, como a maioria dos integrantes das duas chapas são, dirija a entidade.


JOGO SUJO NAS ELEIÇÕES DO SAFESP

Extraído do Blog do Paulinho (08h24, 16/04/19) em: https://blogdopaulinho.com.br/2019/04/16/jogo-sujo-nas-eleicoes-do-safesp/

Em meio à guerra de lama inserida nas eleições do SAFESP (Sindicato dos Árbitros Profissionais do Estado de São Paulo), novo capítulo, dos mais imundos, foi protagonizado ontem, pelos de sempre.

Vamos contextualizar.

Semana passada, o ex-árbitro Rafael Porcari, em seu blog, revelou dívida fiscal milionária do Sindicato, já em fase de execução pela Justiça; na sequência, o Blog do Paulinho confirmou a pendência.

Estimulado, talvez, pelos que protagonizaram o calote, o blog doutro ex-árbitro, Marcelo Marçal, publicou detalhada defesa do Sindicato, sem deixar claro que a Justiça, em casos semelhantes, tem refutado toda a argumentação apresentada.

Em recente mensagem enviada ao Blog do Paulinho, o “colunista” admitiu receber “ajuda de custo” não apenas do SAFESP, mas também doutros órgãos da arbitragem, para “cobertura” de eventos destes (sempre cercados de “elogios”), dizendo “não ver problema” em fazê-lo, apesar da evidente imoralidade (há quem garanta que o sustento ultrapassa os limites do custeio de despesas).

“Tenho sim ajuda de custo com passagens aéreas e estadias nos locais que visito, que, na minha visão é justíssimo por ser o único que faz isso no país, pois além de mim aponte alguém que fala da arbitragem, que divulga a arbitragem diariamente”

Voltando à defesa do SAFESP, Marçal sequer entendeu o que tentou explicar, até porque o texto não foi escrito por ele, mas por outro ex-árbitro, que tentou, sem sucesso, emplacar o mesmo material (idêntico) no Blog do Paulinho.

Por fim, para ampliar o “Jogo Sujo”, a mesma argumentação, citando a postagem do “ajuda de custo” como “fonte”, surgiu nas imundas páginas do site “Futebol Interior”, portal conhecido por achacar gente do futebol e também cobrar para publicar “matérias”, que já teve Sérgio Corrêa da Silva, chefão da arbitragem nacional, um dos “colaboradores” do ex-árbitro que se vende como jornalista, na condição de colunista.

Seguindo a tradição, alguém deve ter pagado… resta saber quem.


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O PENSADOR – foto do Museu Rodin, propícia para essa reflexão.

– Falar bem é muito bom!

Estou ouvindo a entrevista do Governador de SP, João Dória Jr, ao vivo pela Jovem Pan. Como ele fala bem!

Você pode estar ciente de todos os problemas do Estado, mas sua fala parece convencer de que há coisas boas e concordar que existem sérias dificuldades – mas que serão revertidas.

Independente de qualquer ideologia política, admiro quem fala bem (não quer dizer que eu concorde com suas ideias, mas sim a impressão de “a palavra tem poder”). O convencimento de que muitas pessoas conseguem passar com sua fala mostra que saber se comunicar é algo que vence barreiras e ajuda a conquistar adeptos.

Na história, tivemos grandes oradores, para o bem e para o mal: do papa João Paulo II ao ditador Adolf Hittler, ambos possuíam o carisma de falar bem.

Isso mostra: “quem não se comunica, se intrubica”, conforme o Velho Guerreiro dizia… E viva a boa oratória!

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– Constança Rezende é mais uma vítima de absurdo Fake News!

Uma tática nojenta que era feita pelos radicais de esquerda, passa a ser feita agora pelos radicais de direita: uma respeitada jornalista do Estadão tem seu texto totalmente modificado, é atacada, contestada e… tudo isso para usufruto de interesses ruins.

O pior: sem cuidado, o presidente Jair Bolsonaro tuita como se fosse verídico. Não pode… cadê as pessoas que orientam a comunicação do Chefe do Executivo?

Extraído de: https://oglobo.globo.com/brasil/bolsonaro-compartilha-texto-com-falsa-acusacao-jornalista-23512216

BOLSONARO COMPARTILHA TEXTO COM FALSA ACUSAÇÃO A JORNALISTA

Repórter do ‘Estado de S.Paulo’ foi atacada nas redes, após site divulgar trechos de conversa sobre o caso Fabrício Queiroz

Uma acusação falsa publicada pelo site “Terça Livre” e compartilhada pelo presidente Jair Bolsonaro, no Twitter, foi desmentida neste domingo pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. O “Terça Livre” divulgou trechos de uma conversa telefônica da repórter Constança Rezende, da sucursal do “Estado” no Rio de Janeiro, sobre as investigações de denúncias contra Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente.

Segundo o site, na gravação, que teria sido obtida por um jornalista francês, Constança teria dito que “a intenção é arruinar Flávio Bolsonaro e o governo”. A frase, no entanto, não aparece nas gravações divulgadas pelo próprio site.

No Twitter, Bolsonaro afirmou que Constança Rezende “diz querer arruinar a vida de Flávio Bolsonaro e buscar o impeachment do presidente” e lembra que Constança é filha do jornalista Chico Otavio, repórter do GLOBO. O presidente conclui: “Querem derrubar o governo com chantagens, desinformações e vazamentos”.

O “Estado de S.Paulo” publicou um texto em seu blog de checagem de fake news, com o título “Site bolsonarista distorce entrevista de repórter do Estado o e promove desinformação”.

Na gravação, Constança não fala em “intenção” de arruinar o governo ou o presidente. A conversa, em inglês, tem frases truncadas e com pausas e apenas trechos selecionados foram divulgados. Na nota publicada em seu site, o “Estado” diz que “em determinado momento, a repórter avalia que ‘o caso pode comprometer’ e ‘está arruinando Bolsonaro’, mas não relaciona seu trabalho a nenhuma intenção nesse sentido”.

O jornal esclareceu que Constança Rezende não deu entrevista ao jornalista francês citado pelo “Terça Livre”. As frases da gravação foram retiradas de uma conversa que ela teve em 23 de janeiro com uma pessoa que se apresentou como Alex Mac Allister, suposto estudante americano interessado em fazer um estudo comparativo entre Donald Trump e Jair Bolsonaro.

O “Terça Livre” é ligado a ativistas conservadores e simpatizantes de Jair Bolsonaro. Grupos governistas promoveram no Twitter uma série de postagens nas quais acusam o “Estado” de “mentir” na cobertura do caso Fabrício Queiroz.

Relatório do Conselho de Atividades Financeiras (Coaf ) mostrou que Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão em sua conta entre 2016 e 2017. Em depoimento ao Ministério Público, ele admitiu que recebia parte dos salários de outros servidores do gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio, e usava os recursos para contratar outros funcionários.

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– As Redes Anti Sociais: máscara de viciado, impiedade com avô, bate-boca…

O mundo está doente: gente usando máscara de um dependente de droga para pular Carnaval (Fábio Assunção, um tolo que não consegue largar o vício); outros falando sobre a morte de uma criança de 7 anos como se fosse subterfúgio de presidiário ou fato político (sobre a saída de Lula que deseja ir ao enterro do agora defunto netinho); outros ainda puxando o saco cegamente de militante de direita ou de esquerda (a velha briga de fanáticos).

Às favas a sensibilidade. Todos se tornam “os senhores da razão, insensíveis e sabedores da lei”.

Como está chato o Facebook (e outras Redes Sociais também). Cansa ver tanto imbecil fazendo “campanha ainda, e outros “já fazendo campanha”! O mundo virtual virou simplesmente Terra sem Lei, sem Educação e sem Amor.

Uma pena. A sociedade está cega pelo radicalismo.

– Já se foi, interrogação?

O jornalista icônico Roberto Avallone, de tantos bordões (como o “exclamação”, “interrogação”, “Meu Deus!”) sofreu uma parada cardíaca e morreu ontem. Que triste!

Só quem acompanha a fundo o futebol sabia da qualidade (e do tipo criado) por esse ótimo profissional.

Que descanse em paz!

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– Bebianno e Bolsonaro: aula de comunicação via WhatsApp? E o Moro…

Quem não se comunica, se trumbica, dizia Chacrinha, o Velho Guerreiro. Certo?

Os áudios vazados entre Bolsonaro e Bebianno são exemplo disso (aliás, foram colocados na imprensa por Augusto Nunes, jornalista respeitado e que os tinha recebido do próprio Bebianno). Que repercussão deram, não?

Isso mostra algo corriqueiro em nossos dias: essas conversas de “recados curtos via WhatsApp” são um perigo. Recados mandados, recados recebidos, recados reenviados, e por aí vai… A comunicação por esse sistema não permite interrupção da pessoa, com um falando e outro retrucando. Não seria mais fácil ligar para a pessoa, dialogar (e não fazer pergunta-resposta)? As conversas ficam mais esclarecedoras e as situações menos conflitantes justamente pela clareza e a prontidão.

E falando em “se comunicar”, que decepção a entrevista do Sérgio Moro na fala dele sobre o Caixa 2! Em 2017, o “Caixa 2 é mais nocivo quanto a corrupção”. Agora, em 2019, o discurso de que “Caixa 2 não é tão grave quanto a corrupção”.

Ora, eu prefiro o Juiz Sérgio Moro, que condenou sem medo os políticos corruptos de maneira correta e firme. Já o Ministro Sérgio Moro, que tenho algumas ressalvas depois dessa fala, não disse que o Caixa 2 é algo aceito pela lei, mas o rigor da ilegalidade, nas palavras dele em 2 anos, tornou-se diferente. Uma pena que tenha dito isso. 

Vai corrigir um dos dois discursos contraditórios? Não sei. Tomara que sim!

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– A parceria entre DAZN e REDETV

Falamos dias atrás sobre os novos costumes a serem observados por conta da cada vez maior e mais importante participação das plataformas multimídias no esporte.

Um desses casos é a chegada em nosso país da DAZN, um gigante estrangeiro comprando direitos de transmissão esportiva mundo afora e que adquiriu com total exclusividade a Copa Sulamericana.

Para divulgar sua marca e criar o hábito de se comprar uma partida de futebol para assistir em tablet, celular, computador ou Smartv, a empresa usou algumas sábias estratégias: transmitou os eventos que tinha (a própria Sulamericana além do Campeonato Italiano) gratuitamente através de suas páginas no Facebook e YouTube.

Há pouco, outra novidade: resolveu compartilhar os jogos do Corinthians com a RedeTV, que transmitirá sozinha na TV aberta as partidas do Timão na competição.

Se o time for bem, veremos na emissora o mesmo efeito dos casos “Galvão Bueno e OM na Libertadores de 92” ou do próprio Corinthians no “Mundial da FIFA em 2000 via Bandeirantes”? Na época, o campeonato de futebol na TV aberta sem ser transmitido pela Rede Globo era coisa rara e as duas brechas levaram as concorrentes à liderança pontual durante a transmissão.

Em tempo: olha aí uma brecha para os Comentaristas de Arbitragem se realocarem no Mercado de Trabalho com tal oportunidade, hein?

– Conselhos para escrever bem!

Muito bom: Steven Pinker, autor do best seller “A loja do estilo- o guia da pessoa pensante para escrever no século XXI” dá 6 boas dicas para escrever:

1) seja coloquial e visual (imagine que o leitor é tão capaz quanto você, mas não sabe tudo o que você sabe);

2) não confie apenas em si para avaliar a clareza (parece contraditório com a dica anterior, mas pense que nem todos são como você);

3) não esconda o principal (não tente ser inteligente demais, procure ser claro no assunto a ser tratado);

4) não é preciso seguir as regras de correção, mas é bom tentar (licenças criativas são boas, mas avalie quando se deve quebrá-las);

5) leia, leia, leia (simples: leia muito!);

6) revise sempre (releia quantas vezes for necessário para que o leitor tenha tranquilidade de entender).

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– Vem aí a CNN em Português!

Ôpa! Melhorando o título deste post: a notícia oficial (e boa para a geração de empregos qualificados) é que a CNN Brasil estará no ar até o meio do ano.

Trazendo todo o respeito da famosa rede de notícias americana, estão os empreendedores Rubens Menin (o dono da construtora MRV) e Douglas Tavolaro (Ex-Record)

Extraído de: https://www.bol.uol.com.br/entretenimento/2019/01/14/ex-chefao-do-jornalismo-da-record-douglas-tavolaro-comandara-cnn-no-brasil.htm

CNN BRASIL

A inesperada saída de Douglas Tavolaro do comando do jornalismo da Record tem um motivo: ele vai comandar o projeto do canal de notícias americano CNN no Brasil.

Ao lado do empresário Rubens Menin, Tavolaro divulgou nesta segunda-feira (14) o acordo de licenciamento com a CNN para lançar a CNN Brasil, um canal de notícias, que estará disponível para assinantes da TV paga como um canal 24 horas e também em plataformas digitais.

A CNN Brasil será programada e operada pelo grupo liderados por Menin e Tavolaro e terá acesso ao conteúdo internacional do canal. O jornalista será CEO da empreitada e o empresário Rubens Menin, presidente do conselho de administração. Segundo comunicado, a CNN Brasil “será lançada nacionalmente com agências de notícias em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Brasília e correspondentes no exterior. A CNN International e a CNN en Español continuarão disponíveis no país e não fazem parte do licenciamento da CNN Brasil”.

De início, a nova empresa de mídia promete contratar 400 jornalistas para a base em São Paulo e os dois escritórios: Rio e Brasília. Os contratados irão começar os treinamentos de imediato porque a empresa pretende começar as operações no início do segundo semestre.

No comunicado de lançamento da nova empreitada, há uma fala de Greg Beitchman, vice-presidente de Vendas de Conteúdo e Parcerias da CNNIC.

“Estamos muito satisfeitos em anunciar este acordo de licenciamento com nosso novo parceiro para lançar a CNN Brasil”, disse Beitchman. “O Brasil é um país empolgante para continuar a expansão da marca CNN. Este anúncio é parte de uma estratégia global para trabalhar com parceiros que pensam da mesma maneira e que enxergam uma clara oportunidade para produtos e serviços de notícias locais da marca CNN.”

Em outra fala do comunicado à imprensa, Menin afirma: “Nosso objetivo é contribuir com a democratização da informação no Brasil. Um país com uma sociedade livre e desenvolvida só é construído com uma imprensa plural. Já existem boas plataformas de notícias localmente, mas acreditamos que há espaço para uma nova opção. A chegada de uma grande marca fortalece e valoriza o jornalismo. Estamos felizes e motivados com esse acordo com a CNN”.

Mais tarde Douglas também enviou um comunicado sobre a sua saída da Record e confirmou a direção na CNN Brasil:

“Encerro hoje um ciclo de 17 anos no Grupo Record. Nessa fase, em sua maior parte como diretor nacional e vice-presidente de Jornalismo, ajudamos a construir o projeto de televisão que transformou a Record no segundo maior grupo de comunicação do Brasil.
Aos poucos, tijolo por tijolo, degrau por degrau, nosso Jornalismo cresceu e se consolidou como uma das referências no mercado brasileiro, com produtos consagrados pelo público, conquistando a liderança de audiência em vários horários, em diversas regiões do país, e a confiança das agências de publicidade e dos anunciantes.
Só tenho a agradecer aos meus colegas de redação e a RecordTV, que nos deu todas as oportunidades para que construíssemos essa importante história na televisão brasileira.
Agora sigo para um novo desafio: implantar a CNN Brasil, marca do maior canal de notícias do mundo. Serei sócio-fundador e CEO desse novo grupo de mídia brasileiro, que atuará na TV por assinatura e nas diversas plataformas digitais com a missão de ser uma opção de jornalismo forte e com credibilidade para o nosso país.”

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– Feliz Aniversário, iPhone!

Há 12 anos, um invento mudava o mundo. Era criado o Iphone!

Na oportunidade, Steve Jobs, CEO da Apple, disse:

Hoje a Apple está reinventando o telefone.” (09/01/2007)

Para mim, reinventou mesmo. Os aparelhinhos inspiraram os concorrentes e transformaram até mesmo o comportamento das pessoas. Desde então, o conceito de aparelho telefônico mudou bem!

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– 88 anos do Homem do Baú!

Puxa, Sílvio Santos, faz 88 anos hoje!

Aparentemente está muito bem, não (apesar das polêmicas surgidas nos últimos tempos quanto a uma possível falta de bom senso do politicamente correto – o que discordo, imagino ser simples brincadeira de humor duvidoso)? Sem dúvida, um ícone da Televisão Brasileira e ídolo para muitos dos seus admiradores e imitadores.

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– A falha do Facebook resetou 50 milhões de contas?

Caramba, viram a história do ataque hacker ao Facebook, que precisou fazer um “Des-login” nas contas?

Abaixo, extraído do Uol.com:

DESLOGOU AÍ?

O Facebook anunciou nesta sexta-feira (28) a descoberta de um ataque hacker que afetou 50 milhões de usuários em todo o mundo. Por conta disso, vários internautas tiveram os perfis deslogados. Quem tentou acessar a conta na rede social, precisou entrar novamente com usuário e senha.

Segundo a companhia, hackers aproveitaram uma falha no código da função “Ver como”. A vulnerabilidade permitiu que os criminosos acessassem tokens — “chaves digitais” que deixam as pessoas continuar logadas no serviço sem precisar recolocar a senha — e isso poderia ser usado para tomar controle das contas das pessoas.

O erro no código foi descoberto na terça-feira (25), mas informado apenas hoje. Desde então, as ações do Facebook, que já estavam caindo 1,5% antes do anúncio, passaram a cair 3,5% depois que a invasão foi exposta.

“Este ataque explorou uma interação complexa envolvendo uma série de ocorrências em nossos códigos. Ele nasceu de uma mudança de código que fizemos na nossa ferramenta de upload de vídeo em julho de 2017, que impactou a funcionalidade ‘Ver como’. Os invasores não precisaram apenas encontrar essa vulnerabilidade e usá-la para ganhar acesso a um token, mas também tiveram que ir desta conta a outras para roubar mais tokens”, diz o comunicado.

Para resolver o problema, o Facebook resetou os tokens de acesso de 50 milhões de contas. Outros 40 milhões de perfis foram deslogados como precaução. Com isso, 90 milhões de perfis foram afetados — isso representa 4% do total de 2,23 bilhões de usuários mensais do site.

O Facebook admite que não tem detalhes sobre a falha, ou seja, não sabe se as contas foram usadas para atividade maliciosa ou se os dados dos donos dos perfis foram acessados. Também não sabe quem são os responsáveis pelo ataque nem de onde ele partiu. O número de contas, assume o Facebook, pode aumentar.

“Ainda estamos no início da nossa investigação”

Guy Rosen, vice-presidente de gerenciamento de produto do Facebook

“Ainda não sabemos se essas contas foram exploradas para usos indevidos”

Mark Zuckerberg, presidente e fundador do Facebook

O Facebook diz que já avisou as autoridades nos EUA e na Europa. Em solo americano, as investigações estão nas mãos do FBI. Na Europa, autoridades de proteção de dados da Irlanda, país que abriga a sede da rede social no continente, foram informadas do caso.

Medidas tomadas pelo Facebook:

  • Solucionou a falha de segurança para prevenir novos ataques;
  • Invalidou o token de acesso (que deixa logar automaticamente) de 50 milhões de usuários afetados pelo ataque, fazendo com que eles fossem deslogados. Essas pessoas serão notificadas no topo do feed principal;
  • Como precaução, deslogou outras 40 milhões de pessoas que usavam a funcionalidade “Ver como” no último ano; elas terão que se conectar de novo;
  • Derrubou a função “Ver como” por medida de precaução enquanto o site investiga o ataque e revisa outras possíveis vulnerabilidades.

Após ataque, Facebook informa que ‘Prévia do Meu Perfil’ foi desabilitada
Pouco tempo depois da divulgação do caso, o senador do Partido Democrata Mark Warner afirmou em comunicado que a falha é mais uma indicação de que a rede social deve ser regulada. “A era do Velho Oeste nas mídias sociais acabou”, disse.

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– Há 25 anos, nascia o Telefone Celular!

Veja que interessante: a Telesp Celular começava a operacionalizar o telefone celular, 25 anos atrás.

Eu me lembro bem: era caríssimo. Assinatura de 40 dólares, fora o custo das tarifas (realizadas e recebidas)!

Olha o Estadão da época, do dia anterior ao início das atividades:

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– Parabéns, Dona Internet

Eu estava em meio ao Mestrado quando a conheci! E tudo foi forçado. Um dos meus professores queria que tivéssemos uma conta de e-mail para que nos comunicássemos.

Era 1998. Ela, quem era? A Internet! Muito cara, lenta e pouco acessível. Ter um endereço eletrônico parecia uma “frescura” sem fim! Mas, na marra, acabei me relacionando com ela até hoje.

O certo é que as crianças do século XXI não imaginam como era o mundo sem Internet, numa infância diferente do que a nossa. Elas já nascem meio que “infoway”.

Há apenas 27 anos nascia a Web (ou Internet, se preferir), exatamente em 06 de agosto de 1991.

Que revolução em nossas vidas, não?

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– A queda do Facebook nas bolsas.

Que coisa! O Facebook, após anunciar que estava crescendo menos e já perdia usuários em alguns lugares (motivados pelos escândalos de vazamento de dados), perdeu 120 bilhões de dólares em valor de mercado na bolsa de valores. Isso vale a perder o equivalente a uma Petrobrás e um Bradesco somados, tudo num único dia.

A fortuna pessoal do presidente e criador da Rede Social, Mark Zuckerberg, encolheu cerca de US$ 16 bi.

Será que teremos uma queda contínua da empresa, ou está sendo “somente” um momento (muito) ruim?

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– Chega de Mensagens, Gifs, Memes e Vídeos que eu não pedi!

Amigos, envio esse texto a todos os meus contatos e peço a gentileza: não me incluam em grupos de WhatsApp ou Messenger; não mandem GIFS, vídeos e demais memes em lotes (não tenho tempo de ler, desculpe). Não mande “correntes religiosas” (eu apago, nem abro, não sou supersticioso e não acredito nessas tolices – minha fé é bem clara). Tudo isso atrapalha o uso dessas importantes ferramentas das redes sociais.

No Facebook, Google Plus, Instagram ou Twitter, só me marque se for para algo realmente de interesse mútuo. Também me desculpe pois não consigo responder a todos que escrevem nelas (por conta da correria do trabalho e de outras prioridades). É difícil responder mensagens quase que “automáticas” de cumprimentos (parece que se torna uma obrigação – há cobrança de gente que fica bravo por não responder “bom dia” – só que a pessoa posta diariamente “bom dia”, “boa tarde” e “boa noite”; e faz refletir: aí não dá, né!).

Não é antipatia, é medo desse vício de internautas que não percebem que o mundo real é que deve ser vivido. Se puder, respondo; se não puder, não é prioridade. E medo também de eu próprio ficar refém dessas coisas e perder o precioso tempo de vida em agradar “internautas-relógios”, por exemplo.

Precisou falar com urgência? Me ligue ou mande um SMS. Atendo mais rápido, se puder. Mas resposta em rede social por protocolo (especialmente pelos “comentadores inveterados” – os que escrevem em tudo só para dizer que leram e se fazem de “amigão / amigona”), é dose…

REDES SOCIAIS NÃO PODEM SER ALGO ESTRESSANTE. Não as estrague.

Nessa época de radicalismo e eventos (em especial Copa do Mundo e Eleições), não quero perder amizades reais por insistências e incômodos virtuais. Sendo assim, peço humildemente a compreensão. Não é algo pessoal, é desprendimento mesmo.

Essa é uma mensagem padrão, mandada em lote para a minha relação de amigos da Web, como uma daquelas que recebo, a fim da boa conduta no mundo virtual. Vai que um dia você precisa perguntar algo importante, e justamente por causa desse volume de inutilidades, eu apago e não leio?

Na rede / perfil próprio, a pessoa publica o que quiser. Na dos outros, não. Afinal, não existe WhatsApp com Spam…

Obrigado.

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– A Internet pega todo mundo de surpresa (de novo). Sobre Mourinho e Pedro Santana Lopes.

Um vídeo específico do YouTube está bombando nessa época de Copa do Mundo. Mas ele é antigo, embora seja muito legal!

Nele, uma apresentadora da TV portuguesa SIC interrompe a entrevista com o ex-primeiro ministro de Portugal, Pedro Santana Lopes, para anunciar a chegada do treinador de futebol José Mourinho. O político se enfurece, dá uma bronca na jornalista e abandona o estúdio.

Apesar de parecer atual, foi de 2007, quando Mourinho era técnico campeão pela 1ª passagem no Chelsea. Entretanto, a Sportv o passou em 2015 como se fosse “fresco”, daquele momento. E hoje, nas Redes Sociais, muitos pensam ser de 2018!

A engraçada gravação, feita há 11 anos mas propagada como de hoje, em: https://youtu.be/6WJNRMQ9s6Y 

– E se fosse no Brasil? O Imposto para se usar WhatsApp, Facebook, Viber e Twitter.

Uganda, paupérrimo país da África Negra, determinou: para se evitar fofocas sociais e boatarias contra o Governo, taxará os usuários das principais Redes Sociais!

Assustou?

Veja só, extraído de:

https://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/05/31/e-se-a-moda-pega-uganda-cria-imposto-diario-pra-usar-whatsapp-e-facebook.htm

E SE A MODA PEGA? UGANDA CRIA IMPOSTO DIÁRIO PRA USAR WHATSAPP E FACEBOOK

Imagine você ter que pagar o governo para poder usar o WhatsApp e Facebook. Parece uma coisa absurda, não? Mas se Zuckerberg ainda se recusa a criar uma opção do Facebook pago, outros países estão tornando isso realidade. É o caso de Uganda, que criou um imposto para diversas plataformas de mensagem.

O parlamento local aprovou uma polêmica lei que cobrará 200 shiling (US$ 0.05, cerca de R$ 0,20) diariamente para poder usar plataformas de mensagens como Facebook, WhatsApp, Viber e Twitter. O argumento da lei é que essas redes sociais impulsionam “fofocas” e boatos – aqui no Brasil não é muito diferente, né?

A legislação foi orquestrada pelo presidente local Yoweri Museveni, que iniciou os trâmites do projeto no último mês de março. Na época, ele escreveu para o ministro das Finanças que a renda coletada pelo imposto ajudaria a lidar com as “consequências das fofocas”. A lei deverá entrar em vigor no dia 1º de julho.

Na carta, ele deixou claro que não queria impor impostos nos dados da internet, já que ela é útil para “funções educacionais e de pesquisa”.

Nos últimos anos, as redes sociais viraram uma importante arma política em Uganda tanto para o atual governo quanto para a oposição. O acesso a plataformas do tipo foi derrubado durante a eleição presidencial de 2016 – segundo o atual presidente, isso foi feito para impedir que mentiras fossem espalhadas.

Outras nações da África também têm criado leis que ativistas dizem que afetam a liberdade de expressão. Na Tanzânia, blogueiros são obrigados a pagar uma taxa de licença e devem mostrar quem suporta eles financeiramente.

Já o Quênia criou uma nova legislação de cibercrime, mas jornalistas e blogueiros ganharam na Justiça uma ação que impede que o governo elimine supostas notícias falsas.

COMO O IMPOSTO SERÁ IMPLEMENTADO?

Especialistas e pelo menos um grande provedor de internet, no entanto, levantaram dúvidas sobre como o imposto diário poderia ser implementado, segundo a BBC britânica.

O governo está trabalhando para que todos os chips telefônicos estejam devidamente registrados. De acordo com a Reuters, dos 23,6 milhões de celulares do país, apenas 17 milhões usam a internet. Como o governo de Uganda vai conseguir identificar cidadãos acessando as redes sociais ainda é uma grande incógnita.

O imposto é polêmico por muitos acreditarem que é uma tentativa do governo reduzir a liberdade na internet. A lei ainda cria outras taxas, como 1% sobre transações financeiras realizadas pelo celular. Grupos civis sociais dizem que esse imposto vai afetar principalmente cidadãos mais pobres do país, já que eles raramente usam serviços bancários.

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– Mulher é multada por invadir WhatsApp de Marido…?

Manchete sensacionalista para situações ridículas de ciúmes do mundo contemporâneo (e ainda machista): nos Emirados Árabes, a esposa descobriu a traição do marido via What’sApp. Porém, se tornou ré por vasculhar o aplicativo sem permissão.

Novas formas de se relacionar em velho conceito discriminatório…

Extraído de: http://bit.ly/27CkRvW

MULHER É MULTADA POR INVASÃO DE PRIVACIDADE APÓS VASCULHAR WHATSAPP DO MARIDO

Desconfiada, uma esposa decidiu olhar as mensagens no celular do marido e acabou sendo condenada em um processo por invasão de privacidade.

De acordo com o informações do site Gulf News, a mulher, que não teve o nome divulgado, verificou o WhatsApp do homem e encontrou provas de uma traição. A fim de contestar o marido, ela chegou a copiar as fotos para o celular dela. No entanto, ao questioná-lo, ele a denunciou por ter feito tudo sem a permissão dele.

O tribunal de Ajman, nos Emirados Árabes, considerou a mulher culpada e a condenou a pagar multa equivalente a R$ 144 mil para o homem. Pelo crime, ela ainda será deportada do país.

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– A Internet que ajuda e que atrapalha!

Quantas vezes ouvimos falar que a Internet é a “janela do mundo”? Que ela é o exemplo concreto da Globalização? Que sem internet um estudante não conseguirá nada? E tantas outras frases apológicas sobre a Rede Mundial de Comunicação por Computadores…

Mas, segundo levantamento feito recentemente por uma associação científica norte-americana, divulgada por diversas mídias, somente 6% das informações divulgadas na rede são úteis e verdadeiras. Os outros 94% de dados são falsos (as fake news), sem comprovação científica, com apologia a crimes e outras barbaridades mais, ou ainda, simplesmente INÚTEIS / FÚTEIS / DESNECESSÁRIOS. E é esse o ponto de discussão: o que é bom e o que é ruim na Internet? Como filtrar os bons sítios ou sites que devemos nos relacionar?

É claro que a Internet não é só informação ou trabalho, mas também diversão e entretenimento. Vide as comunidades virtuais, como Facebook, ou modismos passageiros, como o Second Life. Mas muitas vezes as inutilidades formam erroneamente a mente das pessoas, bitolam ou deturpam a índole e os propósitos dos menos esclarecidos.

A Internet é ótima, basta saber usá-la. Ou é péssima, pois engana, mente, e vicia. A propósito, é grande o números de grupos, na mesma medida do bem-sucedido Alcoólicos Anônimos, que surgem com o nome de Internautas Anônimos.

Eu vou ser bem sincero: estou cansado das Redes Sociais – em especial dos “chatos profissionais”, dos haters, dos “internautas relógios” e dos trolladores. Cansam! A vontade real é abandonar essas ferramentas.

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– As Pilhagens Sensacionalistas e o Derby que não acaba.

Eu já vi página de jornal colada na parede em vestiário de clube de futebol. Nas manchetes: qualquer coisa que mexa com o brio dos jogadores (claro, questionando suas qualidades).

É lógico que no futebol profissional isso não deveria acontecer para motivar o elenco, mas acontece (assim como são “motivações” pagar salário atrasado, aumentar “bicho” e outras coisas que são discutíveis no mundo do esporte de alto rendimento).

Agora, se vê a produção de “fake news” aos montes. De torcedor para torcedor, o problema é minimizado. Mas o ex-jogador Neto mostrando no Programa dele um pôster do Palmeiras Campeão Paulista de 2018, como se o próprio Palmeiras tivesse produzido antes do jogo menosprezando o Corinthians, é duro de engolir.

Não há um diretor na emissora dele para alertá-lo?

Tão vivido, caiu nessa coisa de fake?

Ou foi para produzir puro sensacionalismo?

Aliás, o jogo da 1ª partida da final parece que não acabou. Ainda se discute Claysson e Felipe Melo, além de outras nuances. Mas sobre a BOLA ROLANDO, pouca coisa! Até sobre treino aberto dos dois times está se discutindo (devido a possível proibição da PM).

Quando a qualidade do futebol jogado é baixa, dá espaço a tantas outras coisas secundárias como essas.

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– O Facebook e o escândalo da venda de dados

Você confia que os dados que você fornece na Internet são seguros?

Acha que as Redes Sociais ganham dinheiro apenas com a sua presença nela?

Leia essa matéria e entenda o imbróglio que fez Mark Zuckerberg perder quase 60 bilhões em poucas horas (abaixo),

Extraído de: https://blogdoiphone.com/2018/03/a-atual-polemica-sobre-o-facebook-e-a-privacidade-dos-usuarios/

A ATUAL POLÊMICA SOBRE O FACEBOOK E A PRIVACIDADE DOS USUÁRIOS

por Ale Salvatori

Nos últimos dias, a rede social de Mark Zuckerberg está enfrentando uma enorme polêmica nos Estados Unidos, se espalhando pelo mundo inteiro. Isso porque uma empresa de marketing político conseguiu utilizar os dados de dezenas de milhões de usuários coletados pelo Facebook, o que colocou em questão o próprio modelo de negócios da rede social.

Tudo isso gira em torno do termo privacidade, uma bandeira que a Apple vem levantando há alguns anos e que agora começa a mostrar sua real importância.

O escândalo

Tudo começou com uma investigação independente feita pelos jornais The New York Times e The Observer, que descobriram que uma empresa de dados analíticos (que presta serviços para organizações políticas e empresas, tendo como cliente a equipe de Donald Trump nas eleições passadas) obteve acesso fácil aos dados de mais de 50 milhões de usuários da rede.

O grande problema é que esta obtenção de dados não foi fruto de hackers ou vazamentos ilícitos: foi o próprio Facebook que forneceu tudo, pois é assim que funciona sua política de privacidade com seus parceiros.

A tal empresa, a Cambridge Analytica, foi criada em 2013 e atua como um serviço de análise de dados para fins comerciais ou políticos. A sede fica em Londres, mas a empresa tem escritórios nos Estados Unidos, Malásia e Brasil.

Através de um simples jogo do Facebook (um quiz), um acadêmico conseguiu coletar informações dos usuários como identidade, localização e gostos, revendendo estes dados posteriormente para a Cambridge Analytics. Os usuários deram permissão para o jogo coletar as informações, sem imaginar que ela seria usada para outros fins.

E o pior: não foram coletados apenas os dados dos usuários, mas também os dos amigos dos usuários, sem eles nem saberem disso.

Com o escândalo vindo a tona, as ações do Facebook despencaram e a empresa já perdeu mais de US$50 bilhões em valor de mercado. Atualmente uma campanha nas redes sociais com a hashtag #DeleteFacebook está ganhando cada vez mais adeptos, pregando que as pessoas apaguem sua conta na rede social.

Mas qual é o real problema?

Vamos ser francos: nada disso que está sendo exposto é realmente uma novidade. Não é de hoje que muitos de nós sabe que serviços como Facebook e Google absorvem o máximo de informações que podem de seus usuários, para venderem para outras empresas ou usá-las para gerar publicidade.

“Quando o serviço é gratuito, o produto é você.”

O Facebook até tem uma política que proíbe seus parceiros de repassar as informações coletadas para terceiros, mas o fato é que é impossível controlar isso. E mesmo que o responsável pelo quiz tenha sido expulso do Facebook após a descoberta que ele vendeu os dados para a Cambridge, a plataforma permitiu que estes dados fossem coletados, e isso não tem mais volta. O modelo do Facebook deixa exposto os dados de milhões de usuários.

E se você é daqueles que diz “eu não me importo em coletarem meus dados, eu não tenho nada para esconder“, entenda que a questão é muito maior do que você imagina.

Nenhuma empresa ou movimento político quer saber o que você comeu de manhã ou se seu cachorro é de fato tão fofo quanto você diz ser. Porém, o algoritmo do Facebook (e também de outras redes sociais) é capaz de traçar suas preferências e gostos sem você precisar informar explicitamente isso. Basta apenas uma dezena de curtidas que você dê em alguns posts para traçar com grande precisão as suas características pessoais.

E por que isso é tão importante?

Bem, essas informações nas mãos de especialistas podem, inclusive, determinar o resultado de uma eleição.

Quem já assistiu a série House of Cards (do Netflix) viu que um dos artifícios de Frank Underwood foi utilizar um serviço de espionagem capaz de saber o que grupos de eleitores pensavam e comentavam em diferentes regiões do país, o que permitiu a ele enquadrar o seu discurso exatamente na preferência destes eleitores, que por afinidade (artificial) acabaram votando nele.

E quem conhece o Frank sabe que ele não estava nem aí para o bem estar dos eleitores, só queria o voto deles.

Saber exatamente o que você pensa possibilita lhe direcionar informações que você digira melhor, manipulando-as para te enquadrar no que eles querem que você se enquadre. Você então acaba formando opiniões baseadas em fatos distorcidos, sem nem se dar conta que está pensando exatamente da forma como eles querem.

E no Brasil o terreno para isso é ainda mais fértil. A atual polarização está fazendo com que pessoas não queiram ouvir opiniões contrárias às delas, o que faz com quem siga uma linha de direita apague ou bloqueie amigos que possuam posições de esquerda, e vice-versa. E dentro desses nichos ideológicos, qualquer informação distorcida a favor da própria ideologia vira uma verdade absoluta compartilhada ad nauseam sem conferir a veracidade.

Não tenham dúvida que este tipo de artifício será amplamente usado nas eleições presidenciais deste ano no Brasil. A própria Cambridge Analytics tem filial no nosso país e certamente já está sendo contratada por partidos, para usar todas as informações coletadas em redes sociais e manipular grupos específicos. Seja de esquerda ou de direita.

A Apple e a privacidade

A bandeira da Apple que prega que a privacidade do usuário deve ser preservada e respeitada ficou evidente na sua briga pública contra o FBI, há dois anos. Porém, esta preocupação já vem de bem antes.

Quando a Apple introduziu um sistema de assinaturas de revistas no iOS, muitas editoras foram contra e protestaram pelo fato da maçã se recusar a repassar os dados pessoais dos assinantes. Achavam um absurdo não terem mais o e-mail e endereço dos usuários para enviarem SPAM ou revenderem para empresas de marketing (como acontece com editoras brasileiras).

A Apple não precisa repassar (ou vender) os dados de seus usuários porque seu modelo de negócios não depende disso. Seus caros dispositivos na verdade garantem que seus serviços sejam independentes e não precisem se sustentar através da venda de informações ou de publicidade.

Google, Facebook, Spotify e alguns outros serviços oferecem seus serviços de graça, porém em troca eles absorvem o máximo de informações possíveis dos usuários, pois sabem que isso vale ouro.

“Não existe almoço grátis”.

O usuário da Apple tem a tranquilidade de colocar suas fotos no iCloud sem se preocupar que elas estejam sendo analisadas para coletar informações suas que permitam que um anúncio adequado a você apareça quando você abrir uma página de internet. Ele sabe que suas playlists no Apple Music não estão sendo analisadas, nem seus e-mails (do @icloud.com) estão sendo lidos para direcionamento de publicidade.

Desde o iOS 10 a Apple está investindo no que chama de Privacidade Diferencial, que é uma forma de não associar os dados às pessoas individuais (leia mais: O que é a Privacidade Diferencial adotada pela Apple no iOS 10). Os próprios aplicativos possuem limites bem rígidos quanto ao que os desenvolvedores podem obter de informações sobre o usuário e todas elas devem ser especificamente autorizadas pelo usuário.

Mas isso só é possível porque os lucros da Apple são obtidos nos dispositivos, que a fazem ser uma das empresas mais ricas do mundo. Em consequência, ela não precisa se sustentar vendendo as informações dos usuários.

Aí eu te pergunto: como o Google consegue oferecer um sistema operacional (Android) de graça para os fabricantes de smartphones? Como ele ganha dinheiro oferecendo um endereço e-mail de graça para você, ou permitindo que você armazene infinitamente suas fotos, sem pagar um tostão? Como ele consegue fazer tudo isso e ainda ser uma das maiores empresas tecnológicas do mundo?

Eu sei que você também sabe a resposta.

Dê importância à sua privacidade

Com certeza haverá quem continue sem dar importância aos seus dados pessoais, achando que “sou muito pequeno para eles se preocuparem comigo“. Mas o fato é que a manipulação da sociedade é algo que influencia sim diretamente na sua vida, sem você nem se dar conta.

Há quem afirme que “hoje em dia não tem como fugir, se você está online sua vida está exposta“. É verdade que a maioria dos serviços realmente usa e abusa de seus dados, para benefício próprio. Porém, se ficarmos calados e apenas aceitarmos isso, nada nunca irá mudar.

Claro que não é algo fácil. Ser o único de seus amigos a não usar o Facebook ou o WhatsApp provavelmente fará com que as pessoas lhe vejam como o chato paranóico esquisito que quer se isolar do mundo. Você tem até o direito de desconfiar também da Apple, achando que nem ela é a santa que prega ser, e isso é válido, pois desconfiar significa que você pensa. E isso é bom.

Sinceramente eu não sei qual é a saída, mas alguma coisa tem que ser feita. Apagar a sua conta do Facebook pode ser um bom começo.

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– Simpatia ou Amolação das Empresas nas Redes Sociais? O diálogo com o cliente!

Como uma empresa pode se tornar transparente para o consumidor? Através do diálogo aberto com os seus clientes, as empresas conseguem ganhar a simpatia e a atenção daqueles que, afinal de contas, os sustentam!

John Elkington, um dos gurus da Administração de Empresas, certa vez escreveu sobre a importância dessas ações. Para ele, uma das formas das organizações entrarem em contato com as pessoas é através de redes sociais, como Twitter e Facebook.

Nós temos observados um sem número de empresas que assim procedem. Mas o que lhe parece o fato das mesmas usarem essas mesmas mídias para enviar propaganda de produtos? O contato vira Spam, aborrece e insatisfaz o cliente.

Uma das formas mais eficazes, incontestavelmente, ainda é o boca-a-boca. Independe do tamanho da empresa! A repercussão de um bom produto ou serviço acaba sendo um dos maiores índices de influência na decisão de compra. E esse tipo de mídia social, não virtual mas pessoal, pode ser visto em qualquer canto. Vá ao Centro de Jundiaí e use dos serviços de alguma loja local. Se for bem atendido, você fala aos seus amigos. Se for mal atendido, a cidade inteira saberá!

E você, o que pensa sobre os contatos das empresas: isso traz simpatia ou amolação?

Abaixo o artigo citado, extraído de ELKINGTON, John. A Voz das Empresas. Revista Época Negócios, pg 66., maio/2010:

A VOZ DAS EMPRESAS

O que se requer delas é que dialoguem nas mídias sociais de maneira franca e honesta, em vez de se buscar publicidade.

“Abrir-se é bom; fechar-se é ruim.” Ninguém esperava ouvir isso de um ex-executivo do alto escalão da Shell, mas quando Björn Edlund tomou a palavra durante o congresso “Só Meios”, sobre mídia social, sua franqueza foi brutal. Ele disse que “as grandes empresas têm a obsessão do controle, e não do diálogo”, mas acrescentou que o pensamento corporativo está começando a mudar.

Decorrida uma década de aventuras no mundo hipersaturado e prestes a entrar em colapso da Nova Economia, voltamos ao clima tenso em meados de 2009, com a realização de pesquisas sobre as implicações da nova onda de redes sociais para a transparência e a prestação de contas das empresas, bem como suas possíveis aplicações, tendo sempre a equação da confiança em mente.

Embora a presença das empresas na mídia social ainda esteja no início, são grandes as oportunidades de maior transparência, envolvimento e colaboração. O que se requer delas é que participem desse diálogo, talvez difícil, de maneira honesta e franca, em vez de usar esse canal para fazer publicidade. Na verdade, o conceito mais difícil de entender para muitas empresas é o de que é preciso assimilar uma certa perda de controle, e que deixar o diálogo fluir sem interrupções, filtros e de uma maneira que encontre seu próprio equilíbrio resultará no feedback indispensável tanto de partidários quanto de críticos.

Tome-se como exemplo a Timberland e sua plataforma Vozes do Desafio, que se abriu à discussão e às dificuldades próprias das questões fundamentais de sustentabilidade, que vão desde normas aplicáveis à mão de obra da cadeia de suprimentos até a política de mudança climática.

Mesmo as empresas mais sofisticadas passam, às vezes, por momentos difíceis quando têm de lidar com a mídia social. Quem acompanha a página da Nestlé no Facebook viu, em março, o que pode acontecer quando a empresa tenta controlar a conversa. Em resposta à exigência do moderador de que os participantes parassem de modificar os logos da empresa, um deles tentou, com muito empenho, educar a Nestlé em relação aos benefícios da mídia social. “Participar da mídia social significa abraçar o seu mercado, participar dele e cultivar o diálogo, em vez de passar sermões.” Infelizmente, o moderador não compartilhava desse ponto de vista e deu a seguinte resposta: “Obrigado pela lição de boas maneiras. Considere-se abraçado. Contudo, esta página é nossa, somos nós que criamos as regras, sempre foi assim”. Seguiu-se uma avalanche de comentários que foi acompanhada de um pedido de desculpas da empresa.

Nos dois casos, as empresas fizeram contato – a página do Facebook da Nestlé tem, por incrível que pareça, mais de 90 mil fãs ativos. O impacto de ambas também foi grande, em razão da natureza viral dos blogs e tweets. Ao final, porém, foram o tom e o estilo que deixaram a Nestlé do lado errado da equação e a Timberland, do lado certo.

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– Cuidado se você fez os testes do “Gênero Oposto” ou “Com qual Celebridade você se Parece”!

Você entrou na febre desses aplicativos do Facebook chamados “Como Você Seria Se Fosse Do Gênero Oposto?” ou “Qual Celebridade Você se Parece”?

Cuidado: seus dados estão nas mãos de uma empresa que pode vendê-los (e você não ganhar nada com isso).

Extraído de UOL Tecnologia (em: https://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/02/20/fez-o-teste-do-genero-oposto-no-facebook-voce-pode-ter-cometido-um-erro.htm)

FEZ O TESTE DO GÊNERO OPOSTO NO FACEBOOK? VOCÊ PODE TER COMETIDO UM ERRO

O “Como Você Seria Se Fosse Do Gênero Oposto?” é o teste da vez no Facebook. Se você entrou na onda, saiba que deu seus dados a uma empresa pouco conhecida, e sabe-se lá o que ela fará com eles.

O gancho para atrair usuários é mostrar como a pessoa ficaria se fosse do gênero oposto, com imagens bem reais. Mas, para realizar o teste, a empresa Kueez solicita que você clique em “Conectar-se ao Facebook” para ver o resultado.

Só que, ao fazer isso, você entrega para a empresa as seguintes informações públicas do seu perfil:

  • nome
  • imagem de perfil
  • data de nascimento
  • todas as suas fotos e imagens no Facebook
  • lista de amigos
  • informações de contato
  • e endereço de e-mail usado para logar na rede social

A Kueez não é a primeira nem será a última empresa a criar um aplicativo/jogo/quiz de Facebook para conseguir isso. No ano passado, falamos do “Qual Celebridade Você Se Parece”, um caso bem similar.

E, se achou pouco, a política de privacidade da empresa ainda diz que coleta informações não pessoais de usuários, como o modelo do seu celular ou PC com o qual fez o teste, localização e áreas de interesse (no Facebook), entre várias outras coisinhas.

PARA QUE TUDO ISSO?

O de sempre: transformar esse monte de informações em dinheiro. Ou, nas palavras da empresa, para “melhorar o site com base em suas preferências e experiências”, “oferecer conteúdos promocionais”, “criar dados estatísticos, modelos comportamentais e tendências”, etc.

Como tudo é descrito de forma bastante vaga, esses dados podem ser usados de muitos jeitos. Normalmente, servem para gerar anúncios personalizados –chatinhos, porém inofensivos.

Mas, neste caso aqui, algumas coisas chamam a atenção. A Kueez diz que pode compartilhar seus dados com “terceiros interessados em lhe fornecer determinados conteúdos promocionais” ou que sua foto de perfil pode aparecer “como parte integrante dos serviços que oferecemos (ou seja, sua imagem aparecerá em certos questionários ou jogos, MESMO para pessoas que você não conhece)” –sim, eles colocaram o “MESMO” em caixa alta.

A Kueez pertence ao Yoto Media Group, da Israel. Então, se surgir algum problema jurídico, vai ser complicado de resolver por se tratar de um negócio fora do Brasil.

JÁ FIZ O TESTE, ME FERREI?

Não exatamente. A Kueez disponibiliza uma ferramenta em seu site para você remover todos os seus dados pessoais do banco de dados deles, embora não haja nenhuma garantia de que isso será cumprido.

O melhor é desatrelar seu perfil do app no Facebook. Para isso, vá nas Configurações de Aplicativos do Facebook (por este link), ache o Kueez e delete o app, clicando no “X”.

Novamente: essas informações não serão apagadas do banco de dados da empresa. Mas, se você apaga o app, pelo menos garante que novos dados e arquivos gerados por você a partir de então não sejam mais capturados.

NINGUÉM LÊ COM O QUE CONCORDA

Uma pesquisa da Kaspersky diz que 63% dos entrevistados dizem não ler o contrato de licença antes de instalar um novo aplicativo.

Alguns desses aplicativos podem afetar a privacidade do usuário, instalar outros apps ou mesmo alterar a configuração do sistema operacional de um aparelho celular ou tablet. E o próprio usuário permitiu isso ao clicar em “aceito” durante o processo de instalação.

Para evitar que suas informações sejam usadas e até mesmo compartilhado por empresas, recomenda-se não aceitar todos os convites para jogos e aplicativos que aparecem nas redes sociais. Também leia bem o contrato de termos de uso, verifique frequentemente as configurações de apps de sua conta do Facebook e elimine os que não são mais usados.

VIROU PROBLEMA POLÍTICO

A empresa de dados Cambridge Analytica, contratada pela campanha de Donald Trump à presidência dos EUA e do Brexit para o Reino Unido deixar a União Europeia, é conhecida por usar o Facebook para criar perfis psicológicos de milhões de pessoas. E faz isso semeando a rede social com esses populares quizzes de personalidade. A informação é do “New York Times”.

Segundo uma entrevista do pesquisador Michal Kosinski à revista “Vice”, nossos smartphones são “um vasto questionário psicológico que estamos constantemente preenchendo, conscientemente e inconscientemente”.

Kosinski estuda “big data”, área da computação que lida com imensos e variados bancos de dados gerados por usuários. Ele criou em 2012 o experimento MyPersonality para determinar perfis psicológicos com base nos dados do Facebook, embrião da tecnologia por trás desses quizzes atuais.

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Até a Glória Pires fez o teste!

– Saudade da antiga Bandeirantes…

Lembro-me do Luciano do Valle e o jargão: Bandeirantes, o Canal do Esporte”!

Canal do Vôlei, do Boxe, da Fórmula Indy. Povoou as tardes de domingo dos meus anos 80 com o “Show do Esporte”, a melhor alternativa para quem não queria ficar no Programa Sílvio Santos.

Depois que a Bandeirantes mudou o seu logo das cores da bandeira paulista para demagógica verde-amarela, e se renomeou como Band… parece que até mesmo os ares mudaram!

Hoje está impossível assistir. Não só pelos freios nos investimentos em esporte, mas pelo seu castingNeto no comentário em jogos de futebol? Esqueça! Cheguei a apitar jogos dele no final de carreira, aqui em Jundiaí no Paulista FC (em jogos-treinos) e no profissional do Araçatuba. Um dos maiores batedores de falta que vi (mesmo estando fora de forma). Em 1990, deveria ter ido até à Copa da Itália, e não foi por teimosia do Lazzaroni.

Mas quando o Neto comenta futebol… não dá. Tenho que mudar de canal. Parece “TV Corinthians”! Pitacos que parecem direcionados, brigando com a imagem sem lucidez. Ou melhor: fora da realidade. Nada contra o Neto no campo pessoal (pois dizem que intimamente é um sujeito do bem), mas no campo profissional… Aff!

Como é que a Band não se preocupa com a qualidade de suas transmissões?
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Rebloguei do meu próprio blog, escrito há exatamente 1 ano, mas bem atualizado.

– Projeto de Lei que transforma em crime a inclusão de pessoas em grupos de WhatsApp sem consentimento.

Seria “Assédio Digital“?

A senadora amazonense do PCdoB, sra Vanessa Grazziotin, deve realmente ter muitas preocupações e responsabilidades a respeito do nosso país. Tanto que está trabalhando em um projeto de lei que torna crime a inclusão de qualquer pessoa em grupos de WhatsApp sem avisá-la.

Não tem nada mais importante para fazer?

Extraído de: https://blogdoiphone.com/2018/02/projeto-de-lei-do-senado-brasileiro-quer-proibir-adicionar-pessoas-em-grupos-do-whatsapp-sem-consentimento-previo/

PROJETO DE LEI DO SENADO BRASILEIRO QUER PROIBIR A INCLUSÃO DE PESSOAS EM GRUPOS DO WHATSAPP SEM CONSENTIMENTO PRÉVIO

Vivemos em um país quase perfeito, em que não temos problemas sérios nem preocupações sociais graves. Talvez por isso, alguns digníssimos senadores da República estão gastando seu tempo criando leis que querem regulamentar como as pessoas são adicionadas em grupos de redes sociais.

O Projeto de Lei 347/2016 quer proibir que pessoas sejam adicionadas por outros em grupos do WhatsApp, Facebook, Telegram e demais redes sociais sem que elas tenham dado permissão expressa para isso.

Ser adicionado em grupos sem saber é algo comum no WhatsApp, Messenger e Telegram. Mas para a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB/AM), isso teria que virar caso de polícia. Ela propôs uma emenda ao Marco Civil da Internet para impedir este tipo de coisa.

Altera a Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014 (Marco Civil da Internet), para dispor sobre a necessidade de prévio consentimento do usuário nos processos de cadastramento e envio de convites para participação em redes e mídias sociais, bem como em seus respectivos grupos, páginas, comunidades e similares.

O PLS (Projeto de Lei do Senado) foi aprovado já na primeira semana de trabalhos do legislativo deste ano, devendo ainda passar por votação final na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) antes de ser avaliado pelo plenário do Senado, pela Câmara dos Deputados e sancionado pelo Presidente.

O digníssimo senador Romero Jucá (PMDB-RR) também contribuiu com a emenda, determinando que se uma pessoa for incluída em um grupo sem sua permissão, será o aplicativo que pagará por “dano moral ao titular dos dados“.

É chato ser adicionado em um grupo do WhatsApp por pessoas que muitas vezes você nem conhece? Claro, demais. Mas com um país com tantos problemas, será que este tipo de discussão banal e sem importância deveria estar na pauta de nosso legislativo?

Se você não lembra em quem votou para deputado e senador na última eleição, a culpa é um pouco sua também…

– Ser fumante é sofrer até o último dia de vida, segundo o respeitado jornalista

José Paulo de Andrade, veterano e admirado profissional do Grupo Bandeirantes de Rádio e TV, tem saído várias vezes do ar por problemas de saúde. Vez ou outra é internado devido aos malefícios do cigarro – na qual ele já testemunhou em seus programas por diversas vezes o arrependimento quando fumou pela 1a vez.

Ontem, quarta-feira, “Zé Paulo” se manifestou pelo Twitter agradecendo as mensagens de apoio e acrescentou ao seu “obrigado” que:

Reitero minha pregação antitabagista: o fim do fumante é sofrer até o último dia. Dramático? Não, realista.

Pois é. Como vamos contestar o depoimento de um ex-fumante, que gosta de trabalhar mas não pode devido às complicações causadas pelo fumo?

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