– Saudades, Folhinha!

Há 4 anos…

E não é que a Folha de São Paulo extinguiu o seu caderno infantil de sábado, a “Folhinha”?

Poxa, fiquei triste. Todos os sábados eu e a filhota líamos as boas e educativas matérias.

Volta, Folhinha!

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– Que pena, Rádio Globo!

A equipe de Osmar Santos (depois capitaneada por Oscar Ulisses) estará sem dial?

Pois é… a Rede Globo deixará de existir em São Paulo. Depois de 68 anos, ela será desligada.

Nos últimos anos, muitas mudanças de programação, estilo e até mesmo de estratégia. Uma pena! Adorava ouvir quando era jovem a Turma da Maré Mansa à noite. Depois, quando adulto, o Panorama Esportivo!

Faz tempo, hein?

– Pobre Humanidade…

O sujeito brigar por Política, normal não deve ser. Deputados, senadores e presidentes, sejam eles quais forem, não merecem idolatria.

Se errados, critique-se. Se corretos, aplauda-se (mas não se adore).

O povo brasileiro era chamado de alienado politicamente. Agora, virou fanático radical. O que aconteceu?

Lamentável ver (especialmente nas Redes Sociais) tanto ódio em palavras. Culpa-se a todos e a tudo! Que paixão incompreensível por política…

Rede Social deve ser entretenimento, acima de tudo. Não instrumento de guerra.

Ο χρήστης Rinaldi Digilio στο Twitter: "Discordar e debater nas ...

– Já são 5017 mortos por Covid-19 no Brasil (474 hoje). Estamos no pico ou ainda não?

Morreram, somente hoje, 474 pessoas vítimas do Novo Coronavírus. A coisa está ruim. O pico chegou?

Aliás, me admiro ao ver tanta gente inteligente “fazendo de conta” que não entende a subjetividade da data. Se as pessoas não se previnem, a chegada do pico e os números mudam. Se conseguem se resguardar e evitar contato, adia o pico e o número de vítimas diminui devido a concentração de pessoas em casa. Mas ficam na bobagem de ironizar que ninguém acerta o pico. Claro que não! É previsão, não é número exato pois depende do comportamento e engajamento das pessoas.

Pior do que isso: negar a gravidade da doença. Cerca de 759 pessoas morreram de dengue no Brasil no último ano (números oficias). Somente hoje, quase 500 em nosso país de Covid-19. E há quem sugira de que “não se deve divulgar tais dados”… deve sim, uma população consciente é necessária. Ou desejamos ser alienados e desprecavidos?

Vacina contra coronavírus, estimada para setembro, começa a ser ...

– Os 15 países que ainda não tem registros do Novo Coronavírus em seus territórios:

As informações são da Revista Superinteressante: até 10/04 (e isso não mudou) tínhamos quinze nações que não observaram casos de Covid-19!

Parece incrível isso estar acontecendo nesses lugares, mas na maioria são ditaduras que sonegam informações ou micro-ilhas longínquas, que o próprio geo-isolamento explica tal fato.

Abaixo, extraído de: https://super.abril.com.br/sociedade/quais-paises-ainda-nao-tem-casos-de-coronavirus/

QUAIS PAÍSES AINDA NÃO TÊM CASOS DE CORONAVÍRUS?

Há três meses, era possível contar nos dedos os países infectados pelo coronavírus. Hoje, é difícil pensar em um único território que não tenha ao menos um caso reportado da doença. Mas eles existem. Qual será a receita para um país passar imune por uma pandemia?

Na verdade, não tem segredo. Os pouquíssimos locais que ainda não reportaram a Covid-19 se encaixam em um de três casos: ou são governados por regimes ditatoriais, ou possuem poucos recursos ou, ainda, são ilhas extremamente afastadas, com uma população minúscula.

Até o dia 10 de abril, o monitoramento da Universidade Johns Hopkins registrava casos de coronavírus em 185 países. Os países que ainda não registraram casos são Samoa, Lesoto, Coreia do Norte, Turcomenistão, Tajiquistão, Nauru, Tuvalu, Palau, Micronésia, Tonga, Vanuatu, Comores, Kiribati, Ilhas Marshall e Ilhas Salomão. Alguns outros territórios (que não são considerados países) como Antártida e Ilhas Christmas também ainda não tiveram registro de casos.

Ditaduras

Você já deve ter em mente o maior exemplo do primeiro caso: Coreia do Norte. O país governado pelo ditador Kim Jong-un está colado na China e afirma não ter reportado nenhum caso da doença. Isso não significa, contudo, que o vírus não tenha chegado por lá – ele provavelmente está circulando no país, mas os dados não estão sendo divulgados (ou mesmo contabilizados pelo governo).

Um caso ainda mais extremo é o do Turcomenistão, um dos regimes mais fechados do mundo. O ditador Gurbanguly Berdimuhamedow proibiu o uso das palavras “coronavírus” e “Covid-19” no país. Elas não podem aparecer em notícias e nem mesmo em uma conversa comum entre as pessoas – sob risco de prisão.

O país fica ao lado do Irã, que já contabiliza 66 mil casos e 4 mil mortes. É o mesmo caso da Coreia do Norte. Em um ranking de liberdade de imprensa feito pela ONG Repórteres Sem Fronteiras, o Turcomenistão fica em último lugar. Até onde se sabe, a vida lá não mudou em nada: os bares estão abertos, as aglomerações continuam acontecendo e ninguém anda de máscara.

Outro exemplo é o Tajiquistão. Por lá, tem rolado até campeonato de futebol, mas com as arquibancadas vazias. O país é considerado uma república, mas o presidente Emomali Rakhmov não sai do posto desde 1994, o que levanta críticas sobre manipulação de eleições.

No Tajiquistão, as pessoas que chegam de outros países são testadas e colocadas em quarentena. A hipótese é que o vírus também já esteja no país, mas ainda não foi detectado pelas autoridades. É possível que o primeiro caso apareça em breve.

Falta de recursos

Não tem como notificar casos de coronavírus sem testes. Países que estão passando por guerras não possuem recursos para fazer uma campanha de testagem e ter uma dimensão real do problema no território. A Síria, que passa por uma guerra civil desde 2011, só reportou 15 casos de coronavírus até agora.

O Iêmen registrou o primeiro caso de coronavírus no país no dia 10 de abril. Ele está em guerra desde 2015, o que dificulta o monitoramento da doença. Lesoto é um país da África que ainda não registrou casos, o que pode estar relacionado à falta de kits de teste. Já Comores, que também ainda não registrou casos, é formado um conjunto de ilhas que ficam entre o continente africano e Madagascar.

Ilhas

Aqui estão os lugares em que o vírus talvez realmente ainda não tenha chegado. Algumas ilhas do Pacífico, como Kiribati, Ilhas Marshall, Ilhas Salomão, Nauru, Tuvalu, Palau, Micronésia, Tonga, Vanuatu e Samoa não registram nenhum caso. Mesmo sem o vírus ter chegado por lá, os países já adotam medidas de prevenção e isolamento, como o fechamento de escolas.

No entanto, a principal medida adotada para conter a chegada do coronavírus foi a restrição de turistas. Elas são aquelas ilhas paradisíacas que te deixam com vontade de viajar quando aparecem no feed do Facebook. Muitas delas recebem visitantes todos os anos, mas tiveram que abrir mão do turismo para evitar a disseminação do vírus, o que poderia causar um colapso no sistema de saúde.

Sem muitas pessoas, a chances do vírus chegar lá é menor. A população de cada um desses países não passa de um milhão de habitantes. Além disso, as ilhas estão em uma região bem isolada do Oceano Pacífico. Kiribati, por exemplo, está em cima da linha internacional de data – a 6 mil quilômetros da Austrália e 10 mil quilômetros da América do Sul. E você achando que está muito isolado.

A Antártica é o único continente que ainda não possui casos. Ela não tem uma população fixa, e sim um rodízio de poucos pesquisadores que se instalam temporariamente no local para fazer estudos.

(MR.Cole_Photographer/Getty Images)

– Curso Livre de Jornalismo Esportivo pela Rede Contínua!

Participe!

Entre no Canal da Rede Contínua no YouTube e se inscreva neste Curso Livre de Jornalismo Esportivo com ótimos temas e boas dicas de pessoas que têm a teoria e a prática.

Eu estarei na 3a feira (15h). Na segunda-feira foi dia do Fernando Fontana e também teremos o competentíssimo Alex Fogaça. Tudo supervisionado pelo jornalista Flávio Prado.

Aproveite, é gratuito!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=G4Z2_GDw4fo&feature=youtu.be.

– E se algum jogador de futebol imitasse a Maria Sharapova?

Para qual jogador de futebol você queria telefonar, se tivesse o número dele?

Veja o que a belíssima Sharapova fez e entenda a pergunta:

Segundo o Globoesporte:

A ex-tenista russa Maria Sharapova tomou uma decisão ousada na última sexta-feira. Ela decidiu divulgar um número de telefone para que os fãs pudessem entrar em contato. Ela talvez só não contasse com o volume de mensagens que chegariam. Em cerca de 40 horas, foram dois milhões e duzentas mil mensagens recebidos.
Eu quero mais conexão. Estamos todos nessa separação, nessa distância física, quero que me falem o que acham, mas essa é a ideia. Na realidade, eu quero que você me mande mensagem de texto, eu tenho um número que você vai poder mandar uma mensagem, que vai direto para meu telefone. Então me manda uma mensagem e espere uma resposta – postou Sharapova em seu twitter quando divulgou o número.

Sharapova divulga telefone pessoal para falar com fãs

– Parabéns, Jornalistas!

Ser jornalista em um país de aficcionados por políticos, de fato, é um desafio!

Parabéns a todos os profissionais da imprensa, que levam a informação (boa e ruim) a todos nós! E os que não exercem com tal ética, paciência. O mercado há de separar o joio do trigo.

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– O aplicativo Zoom é seguro?

Dias atrás, surgiu a informação de que o FBI pediu para seus agentes evitarem o uso do App Zoom, por possíveis invasões na rede (chamadas de Zoombombing). Não compartilhar links de reuniões acabou sendo uma determinação oficial, já que a falta de segurança se daria, num primeiro momento, a de acessar o conteúdo mesmo sem senha (quando o link era fornecido).

Posteriormente, questionou-se o envio de dados não autorizados do Zoom para o Facebook a partir dos dispositivos da Apple e, para “ajudar”, houve o problema do questionamento da real criptografia ou não (como questionada anos atrás ao WhatsApp.

Nesta onde de críticas, grandes empresas começaram a evitar o uso desse aplicativo com medo de roubo de dados e/ou vazamento de informações das conversas. Entretanto, a empresa diz estar ciente de tudo, negando algumas coisas e corrigindo outras.

A questão é: o uso do Zoom disparou nos últimos dias, principalmente com o ensino eletrônico a distância.

Compartilho uma das matérias que fala sobre o assunto, em: https://tecnologia.ig.com.br/olhar-digital/2020-04-03/zoom-e-seguro-entenda-os-escandalos-de-privacidade-envolvendo-o-aplicativo.html

ZOOM É SEGURO?

O aplicativo de videoconferência Zoom ficou ainda mais famoso durante o período de isolamento social, mas sua privacidade vem sendo questionada

A política de isolamento adotada por vários países para conter o avanço do novo coronavírus (Sars-CoV-2) tornou o Zoom familiar para muito mais gente. Com bilhões de pessoas isoladas em suas casas, o aplicativo criado em 2013 como uma plataforma on-line para videoconferências ganhou novos usos, que vão de reuniões entre amigos e familiares a festas de aniversário e bares virtuais. Sob os holofotes do sucesso, a empresa agora enfrenta escândalos de privacidade e segurança cibernética.

O primeiro baque aconteceu na semana passada, após o site Motherboard publicar uma análise do aplicativo para o sistema operacional iOS . De acordo com a publicação, após fazer o download e abrir o app, o “Zoom se conecta à Graph API do Facebook ”, a porta de entrada e saída de dados da rede social .

Leia também: Aplicativo de videoconferência Zoom envia dados dos usuários para o Facebook

“O que a companhia e sua política de privacidade não deixam claro é que a versão iOS do aplicativo Zoom está enviando alguns dados para o Facebook, mesmo quando os usuários do Zoom não têm uma conta na rede social”, diz a reportagem.

Após a repercussão negativa, a companhia atualizou o aplicativo, removendo o SDK — Software Development Kit — do Facebook , que o conectava à rede social . A empresa informou que nenhuma informação pessoal era repassada, apenas dados sobre o aparelho, como versão do sistema operacional, horário, operadora, modelo do dispositivo, tamanho da tela, poder de processamento e espaço de armazenamento.

Em comunicado assinado pelo seu diretor legal, Aparna Bawa, o Zoomenfatizou que “não vende dados de usuários” e que “nunca vendeu dados de usuários no passado e não tem intenção de fazê-lo no futuro”. Além disso, garantiu ainda que “não monitora as conversas e seus conteúdos” e cumpre com todas as legislações sobre privacidade, incluindo o GDPR (Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados da União Europeia) e a CCPA (Lei de Privacidade do Consumidor da Califórnia).

Leia também: Inteligência artificial e segurança: entenda porque dados devem ser protegidos

Por causa dos escândalos, um processo foi aberto contra a companhia numa corte federal americana, em San Jose, na Califórnia , pedindo investigação para checar se a plataforma cumpre os requisitos legais no estado.

Desculpa por definição de criptografia

Mas o inferno astral do Zoom não terminou por aí. Uma análise do “The Intercept” revelou que as comunicações por vídeo na plataforma não são criptografadas de ponta a ponta, como seu site e seu white paper de segurança proclamavam. Isso não significa que as comunicações não são seguras. A empresa usa o TLS, padrão dos navegadores, usado em muitos outros sites e aplicativos .

Esse tipo de criptografia protege o tráfego entre o terminal do usuário e o servidor da companhias, mas não entre dois terminais de usuários, como define a criptografia ponta a ponta, usada em plataformas como o WhatsApp e o Signal .

Leia também: Videoconferência: aprenda a ter privacidade ao compartilhar sua tela

Em comunicado divulgado nesta quarta-feira (1), a empresa se desculpou “pela confusão que causamos por sugerir incorretamente que as reuniões no Zoom eram capazes de usar a criptografia de ponta a ponta”.

“O Zoom sempre se esforçou para usar a criptografia para proteger conteúdos no maior número possível de cenários e, nesse espírito, usamos o termo criptografia de ponta a ponta”, reconheceu a companhia. “Embora nunca tivéssemos a intenção de enganar nossos clientes, reconhecemos que existe uma discrepância entre a definição amplamente aceita de criptografia ponta a ponta de como nós a estávamos utilizando”.

Não bastassem os escândalos de privacidade , começaram a surgir denúncias de vulnerabilidades na segurança . O engenheiro de software Felix Seele descobriu que o arquivo de instalação para computadores Mac usava uma técnica popular entre criadores de malwares para burlar restrições impostas pelo sistema operacional. O problema já foi corrigido.

Leia também: Home office: saiba como proteger seu computador trabalhando de casa

Esses problemas fizeram com que o FBI emitisse um alerta a seus agentes para tomarem cuidado ao usarem a plataforma. Segundo a agência de investigação americana, estão acontecendo casos de invasões em teleconferências , que foram apelidadas como “Zoombombing”. Por isso, os funcionários devem adotar medidas de precaução, como não compartilhar o link de reuniões de maneira pública e exigir senhas para participação.

Elon Musk proíbe aplicativo

Já a SpaceX , do bilionário Elon Musk , proibiu que seus funcionários façam uso da plataforma para conferências e reuniões. “Por favor, usem e-mail, mensagens de texto ou telefone como maios alternativos de comunicação”, dizia comunicado interno enviado a funcionários no último dia 28, revelado nesta quarta-feira (1) pela agência Reuters.

Com o bombardeio de denúncias, o diretor executivo do Zoom , Eric Yuan, divulgou um comunicado aos usuários se desculpando pelas falhas. “Nós nos esforçamos para fornecer um serviço ininterrupto e a mesma experiência que fez do Zoom a plataforma de videoconferência preferida para empresas em todo o mundo, além de garantir segurança e privacidade”, afirmou. “No entanto, reconhecemos que não atingimos as expectativas de privacidade e segurança dos usuários — e as nossas próprias. Por isso, sinto muito”.

Leia também: Saber quais aplicativos estão associados ao seu Facebook é questão de segurança

Apesar dos problemas, o uso da plataforma explodiu nas últimas semanas. Segundo Yuan, mais de 90 mil escolas em 20 países adotaram o Zoom para ferramentas para o ensino a distância . No fim de dezembro do ano passado, o número máximo de participantes diários em conferências foi de 10 milhões. Em março, esse número aumentou para 200 milhões.

Com capital aberto desde abril do ano passado, a empresa viu suas ações dispararem com a pandemia, nadando contra a corrente de desastre nas bolsas de valores. Desde a oferta pública inicial, os papéis se valorizaram em 96,92%, sendo que neste ano a alta acumulada é de 79,44%, apesar da queda de 13,5% nos últimos cinco dias.

“Durante este período de isolamento, nós no Zoom nos sentimos incrivelmente privilegiados por estarmos na posição de ajudar as pessoas a se manterem conectadas”, disse Yuan.

App de vídeochamadas Zoom é acusado de propaganda enganosa sobre ...

– O filtro do Twitter às postagens contrárias de dicas da Ciência quanto ao Covid-19

O Twitter começou a apagar tuítes de contestações às recomendações da comunidade científica a respeito do Novo Coronavírus, além de postagens que levem ao risco de contágio. 

Vivemos em um mundo de liberdade de expressão e de necessidade de luta pelo bem comum. Imagino que tal medida da Rede Social, para muitos, será aplaudida em nome do convívio saudável da sociedade. Outros, ao contrário, alegarão que é censura. 

Difícil agradar a todos… evidentemente, se questionará até onde uma postagem será má fé, simplesmente ignorância ou debate sendo levantando de maneira inteligente. 

Enfim, já imaginaram a loucura que será se outras Redes Sociais agirem da mesma forma (como Facebook, Instagram ou WhatsApp)?

Particularmente, acho interessante que o desserviço de uma influência nociva não seja publicada.

Twitter now let's anyone enjoy 'Celebrity' status with verified ...

– A Globo é de Direita ou de Esquerda?

Vários amigos que eu tenho, quando os consulto, me respondem conforme suas convicções. Mas a essa pergunta não tem resposta sem viés de muitos e/ou opinião fechada. Confira:

  • Se você perguntar a um eleitor de Jair Bolsonaro o que ele acha da Rede Globo, dirá que a emissora é Globolixo, esquerdista, petista e outros adjetivos.
  • Se você perguntar a um eleitor de Lula a mesma coisa, dirá que a emissora do Plim-Plim é chapa-branca, golpista e outras qualificações.

Ambos curiosamente, darão inúmeros argumentos (reais ou não). Parece torcida de futebol: todo mundo reclama que o juiz só erra contra o seu time, nunca se vê reclamação de erro a favor…

E para você? O que pensa sobre as críticas (inúmeras e de todos os lados) feitas contra a Rede Globo (especialmente pelo pessoal mais fanatizado)?

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– Um final de semana sem futebol

Fim de semana sem futebol é bem chato, não? Não tem jogo transmitido para assistir e nem para a gente que milita na área trabalhar. Tampouco programas esportivos ou ainda debates / mesas-redondas ou algo novo para se discutir. Afinal, tudo está paralisado, sem notícia alguma.

Porém, vale lembrar que esse sacrifício (o da paralisação do esporte, das receitas e atividades administrativas) é necessário. Todos estamos juntos, lutando contra o coronavírus.

Ops, eu não poderia esquecer: posso estar “remando contra a maré”, mas é bem chatinha essa história dos boleiros “petecando embaixadinhas” com papel higiênico e postando nas Redes Sociais. Será que é porque eu sou ruim com a bola no pé?

– A cobrança do trabalho fora do expediente (e via WhatsApp)

Aconteceu no ano passado, mas como o assunto permanece atual, vale o destaque: muitas vezes destacamos como é ruim o fato de funcionários usarem o seu telefone e/ou aplicativos e redes sociais durante o expediente. Mas e quando a empresa o faz fora do horário de trabalho, cobrando metas do empregado?

Um caso real, acontecido no Brasil, que gerou indenização,

Extraído da Folha de São Paulo, página A28, Caderno Mercado, 26/11/18

COBRAR EMPREGADO POR WHATSAPP GERA INDENIZAÇÃO

A Terceira Turma do TST (Tribunal Superior do Trabalho) condenou a Telefônica a pagar indenização a um vendedor, porque seu chefe enviava mensagens de WhatsApp cobrando metas e resultados fora do expediente.

A decisão, unânime, fixou indenização de R$ 3.500.

Para o Tribunal Superior, a conduta extrapolou os limites, além de gerar apreensão, insegurança e angústia no funcionário. A Vivo, marca comercial do grupo Telefônica Brasil, disse que não comenta processos judiciais.

No processo, o vendedor disse que sofria assédio moral, com pressões excessivas por resultados e ameaças de demissão caso não atingisse as metas. A pressão, afirmou, afetou sua vida privada e sua integridade psicológica.

As testemunhas relataram que havia cobranças durante e depois do horário de expediente, via WhatsApp.

Além disso, foi dito que o desempenho de cada vendedor era afixado no mural da empresa e exposto pelas mensagens do aplicativo. O gerente, afirmaram, também cobrava respostas às mensagens enviadas fora de hora.

Inicialmente, o pedido havia sido negado. Para a primeira instância, não havia pressão excessiva. O Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região disse que havia opção de não ler ou não responder.

Já no TST, o relator, ministro Alexandre Agra Belmonte, entendeu que é preciso estabelecer limites e que a conduta invade a privacidade.

“Se não era para responder, por que enviar a mensagem por WhatsApp? Mandou a mensagem para qual finalidade? Se não era para responder, deixasse para o dia seguinte. Para que mandar mensagem fora do horário de trabalho?”, questionou.

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– A Criminalização das Fake News poderá levar a 3 anos de prisão?

Há 1 ano, mas poderia ser de hoje a reflexão. Abaixo:

Leio que há um projeto de lei que deseja criminalizar a divulgação de falsas notícias, as “fake news”.

Mas e o coitado que assustado dissemina com boa fé uma mensagem na certeza de estar colaborando com alguém e inocentemente acredita na mentira? Será criminoso também? Como separar o mal intencionado daquele que é vítima do engôdo também?

Deve-se atacar os mandantes da criação, não os replicadores. Muito cuidado com a lei e bastante calma nessa hora, a fim de não se cometer injustiças.

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– E a culpa é da imprensa?

Um Brasil ideal deveria ter como base os 3 poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) trabalhando de forma harmônica e com pessoas competentes e honesta. Sempre (isso é importante) de maneira independente.

A jornalista Vera Magalhães divulgou no Estadão que o presidente Jair Bolsonaro estava incentivando as manifestações contra o Congresso através de mensagens por WhatsApp (o que foi um fato real). Isso é notícia, não é Fake News ou algo que o valha. Cabe ao presidente responder (se quiser) sobre esse deslize em insurgir a população contra um dos poderes.

Mas não é que o fanatismo que cega resolveu “culpar” a profissional de imprensa?

Enfim: qual a culpa? De fazer o trabalho dela com correção?

Cuba, uma nojenta ditadura esquerdista, não permite Liberdade de Imprensa. China, uma potência econômica e militar, idem. No Brasil, o PT e seus aliados tentaram implantar a censura de maneira velada com a nefasta ideia de “regulação da mídia”. Agora, a Direita, que deveria ser contraponto e defensora do respeito, desdenha da Democracia com os extremistas?

Lamentável…

Extraído de: https://istoe.com.br/jornalista-vera-magalhaes-do-estado-e-alvo-de-ataques-nas-redes-sociais/

VERA MAGALHÃES É ALVO DE ATAQUES

Após ter revelado nessa terça-feira (25) que o presidente Jair Bolsonaro havia usado seu celular pessoal para compartilhar um vídeo convocando a população para manifestações contra o Congresso Nacional,a jornalista Vera Magalhães, do ‘Estado’, passou a ser alvo de ataques nas redes sociais.

Uma conta falsa em nome da jornalista foi criada no WhatsApp e mensagens fraudadas foram distribuídas em outras redes sociais. Além disso, houve compartilhamento de uma cobrança de 2015 do colégio onde estudam os filhos de Vera, expondo, dessa forma, a família da jornalista, de acordo com informações do próprio ‘Estado’.

“Divulgar este tipo de informação pessoal é um constrangimento e, embora possa não ser considerado uma ameaça do ponto de vista jurídico, é obviamente uma forma de ameaçar a jornalista. A divulgação de documentos é um método clássico de ameaçar ou incentivar alguém a atentar contra uma pessoa. Do ponto de vista da Abraji, é mais um ataque dos apoiadores do presidente contra jornalista. Pela recorrência, isso está se tornando uma questão crítica”, disse o presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Marcelo Träsel, ao ‘Estado’.

No Twitter, a deputada Carla Zambelli (PSL-SP), que é da base de apoio do presidente Bolsonaro no Congresso, classificou os ataques à Vera como algo ‘abominável’.

Carla Zambelli @CarlaZambelli38

Se a @veramagalhaes publicou um print do Fraga, é pq ele próprio printou e enviou. Acredito q isso não deveria sequer ser notícia, por isso critiquei a Vera.

Mas daí a divulgar onde os filhos dela estudam, os colocando em risco, é algo abominável. Atitude clássica da esquerda.

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– O respeito no dia-a-dia: o irrepreensível puxão de orelha do Papa à falta de noção ao comportamento na Web

Disse o Papa Francisco quanto ao comportamento dos católicos durante a Quaresma:

A Quaresma é um momento para abrir mão de palavras inúteis, fofocas, boatos, tagarelice e se dirigir a Deus pelo nome (…) Vivemos em uma atmosfera poluída por violência verbal demais, palavras ofensivas e danosas demais, que são amplificadas pela internet. Hoje, as pessoas insultam umas às outras como quem diz ‘bom dia’.

A observação do Papa é quase perfeita. “Seria perfeita” (em tom jocoso, lógico) se o discurso fosse a todas as crenças e descrentes, além de ser perene (não necessariamente na Quaresma).

Que esse chamamento à conversão seja diário!

Papa participa de audiência no Vaticano

Foto extraída de Exame.com tendo como legenda: “Vaticano: nos últimos anos, o papa foi alvo de insultos de sites católicos ultraconservadores (Remo Casilli/Reuters)”

– Improvável, mas muito bom!

Nenhuma notificação na tela principal do meu celular. Ufa! Incomum, improvável e quase impossível. Como é bom não estar preso a ele…

Isso ocorreu ontem à tarde, sábado. É lógico que posso desabilitar os alertas, mas infelizmente são necessários por diversas razões!

Mesmo assim, fica a rápida reflexão: até onde podemos nos desfazer dos nossos aparelhos de comunicação?

– A Imprensa boa versus o noticiado ruim!

O grande jornalista Wanderley Nogueira divulgou essa mensagem em seu tuíte que retrata com perfeição os ataques sofridos aos sérios profissionais da imprensa:

Imprensa que incomoda está sob ataque. A malandragem mente, ofende, inventa, esbanja esperteza, tem dinheiro para contratar defensores estrelados e quase sempre leva vantagem na Justiça. Mas, tenho certeza que a opinião pública sabe quem são os vilões. Em todas as áreas.

Em tempos de Fake News, descréditos e mal intencionados tentando desvirtuar os assuntos, não há colocação melhor do que essa!

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– A Pimenteira do Benazzi e a Voz incentivadora do Paulista

Logo cedo, ao abrir o Facebook, vi a primeira postagem do dia com a chamada do Time Forte do Esporte de Adilson Freddo na Rádio Difusora para o importante Comercial x Paulista. E me recordei: no primeiro jogo envolvendo essas duas equipes em que fiz comentários da arbitragem, o “Bafo” (ou Leão do Norte) era dirigido pelo Vagner Benazzi. O Galo, por Márcio Bittencourt. No apito, Vinícius Dias Gonçalves (que hoje apita clássicos no Brasileirão da Série A).

Vamos lá: Ambos estavam na A1, fugindo da Zona do Rebaixamento (em 2014). E, supersticioso ao extremo, Benazzi (que tem como guru espiritual Robério de Ogum, que também é amigo de Vanderlei Luxemburgo) colocou pimenteiras no banco de reservas do Paulista para “trazer fluidos importantes ao adversário”. Eu não acredito nessas coisas, mas respeito a fé alheia. Curiosamente, o Paulista perdeu de 3×0. 

Torcendo para que isso não se repita e relembrando, compartilho a jornada infeliz daquele dia em: https://esporte.ig.com.br/futebol/2014-02-20/comercial-vence-paulista-respira-e-deixa-rival-mais-perto-da-degola.html.

A segunda notícia que vi na mesma rede social foi a da criação da página “Galo do Japi’, postada pelo Murilo Zotto, da iniciativa do Robson Mambrini e incentivada pela Jéssica Garcia. Muito legal, uma página de torcedores e jornalistas do Paulista, com notícias do time, avisos e demais informações. E me recordei também de outras mídias bacanas oficiais: a Rádio Coringão, as páginas oficiais como TV Santos e SPFC TV, e até mesmo veículos importantes que fazem apologia sem críticas, como um canal extra da FOX (o Fox 2) para transmissão de jogos (como feito na final da Libertadores em prol do Flamengo).

Que eles tenham boa sorte nessa iniciativa associada com o Paulista e seus apoiadores (vou ser um dos fãs), e é legal ver tal novo Portal no ar, separando o que é informação (somada com torcida, apoio e desenvolvimento) do jornalismo que deve ser independente e tecer as críticas quando necessárias (mesmo que os jornalistas torçam para o Paulista mas que devam, por ofício e profissionalismo, informar o que muitas vezes não agrada ou que não é popular).

Não é nada mal tal site de louvor ao Galo, tem-se tornado normal nos clubes de futebol e a ideia é muito boa como mídia de incentivo! O link é: https://www.facebook.com/galodejundiai/?__tn__=%2CdK-R-R&eid=ARBWFwjYLpQVgHIaEcODEnB9n6lEDV2IRSDaZsIPUOaXWKzNEqcOphx73CupKBGwgiLaum1-_jegqg7c&fref=gs&dti=101130486748105&hc_location=group

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Na foto, ache o Benazzi! Aliás, cada craque (e quantos rostos conhecidos) de ex-jogadores que continuam aqui em Jundiaí, não?

– Conselhos para escrever bem!

Muito bom: Steven Pinker, autor do best seller “A loja do estilo- o guia da pessoa pensante para escrever no século XXI” dá 6 boas dicas para escrever:

1) seja coloquial e visual (imagine que o leitor é tão capaz quanto você, mas não sabe tudo o que você sabe);

2) não confie apenas em si para avaliar a clareza (parece contraditório com a dica anterior, mas pense que nem todos são como você);

3) não esconda o principal (não tente ser inteligente demais, procure ser claro no assunto a ser tratado);

4) não é preciso seguir as regras de correção, mas é bom tentar (licenças criativas são boas, mas avalie quando se deve quebrá-las);

5) leia, leia, leia (simples: leia muito!);

6) revise sempre (releia quantas vezes for necessário para que o leitor tenha tranquilidade de entender).

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– A responsabilidade em não constranger uma pessoa alheia ao fato: sobre Maiara e Maraísa frente a Alexandra França

Repercutiu bastante a coluna de Alexandre França, na Folha de São Paulo, onde de um assunto importante e interessante ele se enrolou todo e foi infeliz.

O escritor resolveu falar sobre a não-manifestação de boa parte da classe artística sobre o ex-Secretário da Cultura, Roberto Alvim, no discurso de plágio nazista realizado (o presidente Bolsonaro o demitiu por tal fato). Entretanto, citou nomes da oposição ao Governo que criticaram a fala e detonou os demais artistas, separando-os por elite e popular, alegando que quem não o criticou, é neofascista e adepto de um conjunto de tantos outros rótulos.

Ora, quer dizer que obrigatoriamente alguém tem que escrever na Rede Social, a fim de contentar Alexandre França? Manifesta-se quem quiser, embora seja unânime a percepção do horror que foi o Nazismo e que são as ideias Neonazistas.

Para completar a infelicidade, publicou-se uma charge das cantoras populares Maiara e Maraísa, com um bracelete de suástica, escolhida a esmo por França, a fim de ilustrar suas ideias.

Que culpa essas moças têm? São obrigadas a publicar opiniões políticas no Instagram ou Twitter ao invés de se preocuparem com a vida, somente para demagogia? E quem disse que a não-expressão é concordar com Alvim e o nazismo?

Poderiam várias outras pessoas a serem escolhidas, já que o critério de associação (indevido) de Alexandre França foi muito errado. Por azar da dupla de cantoras, foram elas.

Aliás, me admiro a irresponsabilidade da Folha de São Paulo em publicar tal imagem, levando aos leitores a falsa interpretação de que temos duas cantoras neonazistas. Ridículo! Embora, posteriormente, a Folha pediu desculpas.

Já imaginou você ser escrachado publicamente de apoiador por algo que você nem se manifestou (por falta de tempo, por quê não quis ou por qualquer outro motivo)?

Por fim: na teimosia de não aceitar o erro, Alexandre França, novamente de maneira gratuita, chamou as moças de “cantoras da cachaça”. Pra quê?

Esse radicalismo e cegueira por viés ideológico acabam com o Brasil. E fica a reflexão: apesar dos erros do Presidente Bolsonaro (que repercutem e encobrem os acertos também existentes – há de ser ponderado), quem disse que o Governo é Facista ou Nazista? Onde estamos vendo tais ações? Onde as raças estão sendo purificadas ou a liberdade de expressão proibida? Aliás: não está se usando de maneira equivocada esses dois termos?

Repito: o fanatismo pela Esquerda ou Direita deturpam a sensibilidade e a razão.

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– 6 anos comentando arbitragem no Time Forte do Esporte!

Uma alegria festejar hoje minha 6a temporada com a equipe do Time Forte do Esporte de Adilson Freddo, na Rádio Difusora AM 810, comentando arbitragem. Estreei no Paulista 0x0 Audax, no Paulistão da A1.

Nas fotos, abaixo, ao lado da imagem do comandante Adilson Freddo (a quem agradeço pela maravilhosa oportunidade), alguns amigos com quem eu pude trabalhar. Narradores: Marcelo Tadeu, Rafael Mainini, Vagner Alves e Edson Roberto. Comentaristas: Robinson Berró Machado e Heitor Mário Freddo. Reportagens: Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Técnica: André Luís Lucas, Antonio Carlos Caparroz e Alexandre Bardi. Mas duas fotos eu não consegui: do “Zé do Papé”, o querido Pereirão, e do Soneca. E tem até o Thiago Olim numa delas, pois faz parte do grupo JJ e sempre nos ajuda bastante.

Que possamos estar com o Galo na A1 novamente dentro em breve (pois fomos até o fundo do poço juntos, sem soltar a corda nem abrir a mão)! Porque se depender dessa equipe, que é de Primeira, o futebol da Terra da Uva vai longe.

– O impressionante erro do “imprecionante” ministerial

O Ministro da Educação Abraham Weintraub tem colecionado polêmicas. Entre erros e acertos na sua pasta (lógico que acertos repercutem muito menos do que erros, é natural na nossa sociedade), me chamou a atenção quantas vezes ele escreve errado no twitter. Ontem, a polêmica foi do tuíte com a palavra “imprecionante”.

Todos somos falhos. Mas por ser o “chefe da Educação” de nosso país, na dúvida, consulte o dicionário (eu uso bastante, não é uma vergonha dizer). Vai levar “pedrada” de quem não gosta dele mesmo, e com razão.

Fico pensando: não foi a primeira vez que comete um erro crasso com a língua portuguesa. Falta alguém orientando, é um estagiário que digita em seu lugar ou ele escreve errado de propósito só para ver “o circo pegar fogo” e ficar rindo na penumbra?

Normal tais numerosos equívocos, de fato, não se pode considerar. Algo deve acontecer de estranho!

No clique que ilustra essa postagem, a lógica orientada acima: use o “Pai dos Burros” quando não souber a grafia!

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– Cuidado ao grafar 2020 em documentos!

Temos a mania de, em certos documentos, grafarmos DD/MM/AA. Ou seja, por exemplo, 03/01/20 (03 de janeiro de 2020).

Mas quando as duas casas não são obrigatórias para os anos, existe ainda a oportunidade de escrever 03/01/2020. Dá na mesma, mas atente-se: como há a coincidência da década 20 ser precedido pelo milênio de 2000 (cuja inicial é 20), corre-se o risco de, em algum documento / contrato / assinatura qualquer, algum malandro falsificar duas casas. Dessa forma, se você colocar que um contrato tem validade até 31/12/20 (ano 2020), esse picareta pode colocar na frente uma outra dezena, como a 21, e a data do acordo se prolongar por 1 ano de maneira falsificada (ficaria 31/12/2021).

Entendeu? Então, vale o cuidado.

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– São Paulo x Paulista, 1975

Olha aí o que era a força do Paulistão: anúncio da Rádio Jovem Pan para o duelo entre os Tricolores do Morumbi x de Jundiaí.

Na imagem:

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– Augusto Nunes e Glenn Greenwald. Basta…

Todo mundo viu que o jornalista Gleen Greenwald e seu colega de profissão Augusto Nunes se desentenderam ao vivo no Programa Pânico, e chegaram às vias de fato, separados pelas pessoas presentes. Gleen provocou insistentemente Augusto que lhe devolveu com um tapa na cara.

Quem está certo? Ninguém. Todos erraram!

Greenwald tomou para si uma luta insana (e polêmica) para tirar todo o crédito da Lava Jato e usou dados de Hackers (publicando-os paulatinamente, como um roteiro), com manchetes que davam a entender que tudo estava manipulado. Nunes desacreditou as notícias e levou a coisa para a intimidade, mexendo de maneira infeliz com os filhos adotados dele (que é gay e vive com o deputado David Miranda-PSOL/RJ), ao perguntar se eram bem criados e sugerir que um juiz analisasse o caso.

A Esquerda e a Direita radicais mexem com as vaidades humanas e deturpam o bom jornalismo e os bons jornalistas. Tudo está confuso neste país!

– Um dia sem Redes Sociais?

E aqui confesso: tentei passar um dia inteiro sem acessar Twitter, Facebook, Instagram ou demais redes sociais. E como é difícil…

Para mim, não são canais de entretenimento: são de trabalho e multimídia; contatos pessoais e profissionais estão lá, e por elas se comunicam.

Hei de chegar em um dia de descanso, sem computador, celular e… relógio! Somos reféns do horário e da tecnologia.

O pior de tudo: as redes sociais nos consomem tempo. Mesmo quando não as queremos, damos uma olhadela em algo que não é prioritário. Sem contar aqueles que acham que você está a disposição 24 horas, te mandam mensagens por Messenger, Viber ou WhatsApp e ainda aguardam resposta no exato momento! E ainda há os que enviam repetitivas perguntas sobre repetitivo assunto repetitivamente!!!

Ok, ando sem paciência por diversos motivos, desde maltratos da vida até desrespeitos e desprezos de outrem, além da economia cambaleante. Mas que estou fugindo aos poucos das redes sociais (tornei-me antissocial?), estou. Melhor otimizar o tempo com coisas e pessoas que não estressem…

Em tempo: grupos de WhatsApp? Tô fora.

Compreendam, amigos: o mundo real estressa demais; o virtual não pode ser complemento cansativo dele…

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– 7 anos sem o JT…

Já faz 7 anos que acabou o JT!

Que saudade do Jornal da Tarde… Criativo, prático e direto! Nenhum conseguiu o substituir…

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– Que sofrimento com o 4G da vivo no Centro de Jundiaí?

Se você é jundiaiense e possui uma linha de telefone celular da VIVO, sabe que existe uma zona de sombra no Centro da cidade, mais ou menos equivalente a um quadrilátero que vai do Teatro Polytheama até o Coreto da Catedral, atingindo as ruas paralelas, onde o serviço de Internet não funciona.

O sinal do aparelho fica no 4G, mas não há quem consiga fazer alguma conexão. Nos estabelecimentos vizinhos, fica a mesma queixa: por lá, a VIVO não funciona na Web.

O que acontece? Numa região tão importante, é lamentável que isso aconteça.

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– Visite meu Canal no YouTube

Compartilho meu endereço no YouTube, onde tenho tentado transformar alguns assuntos do blog em versão vlog.

Ficarei honrado com a visita e inscrição dos leitores!

O link é : https://www.youtube.com/channel/UCRT3Ds8ExBZppf6iTwFTsuA

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– O hikikomori que casou com uma… anime!

Há de tudo na sociedade moderna. Até mesmo gente que se isola e só consegue se relacionar com máquinas e mundo virtual.

E não é que no Japão a realidade extrapolou os limites do bom senso? Um jovem que vive isolado do relacionamento humano (hikikomori, como é chamado esse tipo de sujeito) casou com uma personagem!

Pois é! Abaixo, extraído de: https://epoca.globo.com/mundo/por-que-me-casei-com-uma-personagem-de-anime-23950791

“POR QUE ME CASEI COM UMA PERSONAGEM DE ANIME”

Japonês Akihito Kondo se apaixonou pela artista pop virtual Hatsune Miku: ‘Eu a amo tanto que dói’

O jovem japonês Akihito Kondo é casado com uma personagem de anime.

Ele diz que, antes de encontrar esse amor virtual, era muito solitário e vivia uma vida isolada – o que é conhecido no país como hikikomori, pessoas que se isolam em casa e evitam falar ou se relacionar com os outros. Existem cerca de um milhão de hikikomori no Japão.

“Eu sofria bullying no trabalho. Eles ignoravam meus cumprimentos e gritavam comigo por qualquer coisa”, diz ele.

“Eu nunca me senti atraído por mulheres reais, porque eu não faço sucesso com as mulheres.”

Kondo conta que conheceu a personagem Hatsune Miku na internet quando estava dando um tempo do trabalho. Ela é a artista pop virtual mais famosa no país.

“Os vídeos da Miku, suas fotos e suas músicas fizeram eu me sentir curado”, diz o jovem. “A emoção é a mesma de um relacionamento real. Eu a amo tanto que dói.”

VOLTA AO TRABALHO

Graças a Miku, Kondo voltou a trabalhar.

“O holograma da Miku me acorda toda manhã, me deseja bom trabalho, me cumprimenta quando chego em casa, me dá boa noite. Essa é nossa interação diária. Isso me faz muito feliz.”

Ele diz que espera que a tecnologia avance para que, um dia, possa pegar na mão da personagem.

Conta que a mãe e a irmão não vieram para o casamento, o que o deixou triste. Mas ganhou uma boneca da Miku de presente da irmã.

Diz que anunciou o casamento com Miku publicamente por dois motivos.

“O primeiro é para provar o meu amor pela Miku”, diz Kondo. “O segundo é porque, embora não haja muitas estatísticas sobre isso, há muitos homens jovens como eu se apaixonando por personagens de anime. Eu senti que anunciar meu casamento publicamente era uma responsabilidade para apoiar outras pessoas que são como eu.”

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Akihito Kondo fez DVD e álbum de casamento para ter um registro de seu amor por personagem virtual – Foto: Reprodução

– A Cúpula da Revista Época caiu!

Na última edição da Revista Época, um jornalista cometeu um excesso ferindo as normas éticas de jornalismo da Globo (proprietária da publicação): se passou por paciente e marcou consultas com a esposa de Eduardo Bolsonaro, que é psicóloga, forjando situações e gravando cinco sessões de maneira escondida

Conclusão: “caiu a cúpula inteira da revista”, além de um pedido formal de desculpas!

Sinceramente, acho que o jornalista perdeu o senso ético…

Extraído de: https://istoe.com.br/apos-pedido-de-desculpas-da-globo-a-nora-de-bolsonaro-cupula-da-epoca-deixa-revista/

APÓS PEDIDO DE DESCULPAS DA GLOBO À NORA DE BOLSONARO, CÚPULA DA ÉPOCA DEIXA REVISTA

A cúpula da redação da revista Época não faz mais parte do gerenciamento do veículo, de acordo com informações do ‘Portal dos Jornalistas’.

Segundo a reportagem, ainda não houve a confirmação dos nomes envolvidos e se a decisão partiu do Grupo Globo ou dos próprios jornalistas, mas o motivo seria a nota em que o Grupo Globo se desculpou pela reportagem publicada na última edição da revista sobre Heloísa Bolsonaro, mulher do deputado federal Eduardo Bolsonaro.

A reportagem causou grande pressão do parlamentar que chegou a dizer que processaria o repórter João Paulo Saconi, autor da reportagem, o editor Plínio Fraga e a diretora de redação Daniela Pinheiro.

A reportagem

Um repórter da revista, que não havia se identificado, se submeteu a cinco sessões online com a psicóloga, e teria gravado sem o conhecimento dela. O material usado serviu de base para a reportagem que falava sobre a orientação profissional de Heloisa Wolf Bolsonaro.

Veja a nota na íntegra abaixo:

UMA EXPLICAÇÃO NECESSÁRIA

Nota do Conselho Editorial do Grupo Globo

“Como toda atividade humana, o jornalismo não é imune a erros. Os controles existem, são eficientes na maior parte das vezes, mas há casos em que uma sucessão de eventos na cadeia que vai da pauta à publicação de uma reportagem produz um equívoco.

Foi o que aconteceu com a reportagem “O coaching on-line de Heloisa Bolsonaro: as lições que podem ajudar Eduardo a ser embaixador”, publicada na última sexta-feira. ÉPOCA se norteia pelos Princípios Editoriais do Grupo Globo, de conhecimento dos leitores e de suas fontes desde 2011. Mas, ao decidir publicar a reportagem, a revista errou, sem dolo, na interpretação de uma série deles.

É certo que em sua seção II, item 2, letra “h”, está dito: “A privacidade das pessoas será respeitada, especialmente em seu lar e em seu lugar de trabalho. A menos que esteja agindo contra a lei, ninguém será obrigado a participar de reportagens”. A letra “i” da mesma seção abre a seguinte exceção: “Pessoas públicas – celebridades, artistas, políticos, autoridades religiosas, servidores públicos em cargos de direção, atletas e líderes empresariais, entre outros – por definição abdicam em larga medida de seu direito à privacidade. Além disso, aspectos de suas vidas privadas podem ser relevantes para o julgamento de suas vidas públicas e para a definição de suas personalidades e estilos de vida e, por isso, merecem atenção. Cada caso é um caso, e a decisão a respeito, como sempre, deve ser tomada após reflexão, de preferência que envolva o maior número possível de pessoas”.

O erro da revista foi tomar Heloisa Bolsonaro como pessoa pública ao participar de seu coaching on-line. Heloisa leva, porém, uma vida discreta, não participa de atividades públicas e desempenha sua profissão de acordo com a lei. Não pode, portanto, ser considerada uma figura pública. Foi um erro de interpretação que só com a repercussão negativa da reportagem se tornou evidente para a revista.

Crédito: Reprodução/Instagram

– Padre Fábio de Melo sai do twitter e diminui rotina árdua! Até ele é vítima dos haters das Redes Sociais?

O conhecido religioso Padre Fábio de Melo, de importante lições espirituais e dono de inspiradas canções, após ser pilhado por conta de uma publicação onde falava sobre “saidinha de presos do Dia dos Pais”, resolveu abandonar o Twitter.

Ele escreveu em outras palavras que Alexandre Nardoni, um famoso condenado por ter matado sua filha pequena ao jogá-la do alto do seu apartamento, deveria não ter o benefício de sair para ver seus filhos no dia dos pais, mas sim ir ao túmulo da inocente assassinada no dia de Finados. Para a Web, tal postagem foi motivo de repulsa ao sacerdote que foi bombardeado por críticas.

Tendo sofrido recentemente com a Síndrome do Pânico, o padre declarou que a sua saúde emocional era importante e que essa Rede Social não estava mais lhe fazendo bem. Imaginem o que ele deve ter lido… também prometeu diminuir sua rotina de shows, até se dedicar fora da área musical para novos desafios de evangelização.

A questão é: ele, tão especial em espiritualidade e nas mensagens de paz, numa opinião pessoal (não escreveu como homilia, mas como humano que é), tornou-se alvo da patrulha do politicamente correto.

Claro que como Padre muitos talvez desejassem que ele repetisse o famoso ensinamento cristão de perdoar 70×7. Mas na Internet ele sempre foi mais gente do que padre, e tal sentimento de indignação falou mais alto.

A questão é: Nardoni, por incrível que possa parecer, foi levado a ser por muitos uma “Madalena Arrependida” (e olha a diferença de pecado do criminoso e da santa…).

E você: o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– Um Vlog como teste?

Amigos, estou fazendo uma nova experiência: após sugestão, estou gravando temas do Blog em vídeos no YouTube. Na verdade, por enquanto, somente fiz o primeiro, de apresentação.

Tudo caseiro, bem amador, sem muita preocupação com edição. Como estou aprendendo, parece-me que não é errado chamar de Vlog (Blog em Vídeo). Ou melhor: Canal!

Não importa! O que vale é a intenção. Se você quiser me dar a honra de prestigiar e se inscrever, o endereço (abaixo) é:

https://www.youtube.com/channel/UCRT3Ds8ExBZppf6iTwFTsuA

– O fim dos likes do Instagram? Ou melhor: da contagem aberta!

Não muda nada na minha vida a história do fim da “contagem dos likes do Instagram”, tão debatida e desnecessariamente ocorrida. Muda apenas para quem vive disso, tanto como fruto de curtidas por ostentação quanto por remuneração dos “influencers”.

Na verdade, as contagens agora aparecem no topo, quando se abre a foto e clicando em “curtidas por fulano e outras pessoas”. Mas isso somente para quem postou, quem lê não sabe quantas curtidas aquela pessoa tem.

Uma bobagem tudo isso, não? O problema é que muitas pessoas sofrem de ansiedade e estão viciadas em redes sociais, acabando com a vida pessoal e se dedicando a virtual. Para elas, isso é “O” acontecimento da semana…

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