– 7 anos comentando arbitragem no Time Forte do Esporte!

Uma alegria festejar hoje minha 7a temporada com a equipe do Time Forte do Esporte de Adilson Freddo, na Rádio Difusora AM 810, comentando arbitragem. Estreei no Paulista 0x0 Audax, no Paulistão da A1.

Nas fotos, abaixo, ao lado da imagem do comandante Adilson Freddo (a quem agradeço pela maravilhosa oportunidade), alguns amigos com quem eu pude trabalhar. Narradores: Marcelo Tadeu, Rafael Mainini, Vagner Alves e Edson Roberto. Comentaristas: Robinson Berró Machado e Heitor Mário Freddo. Reportagens: Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Técnica: André Luís Lucas, Antonio Carlos Caparroz e Alexandre Bardi. Mas duas fotos eu não consegui: do “Zé do Papé”, o querido Pereirão, e do Soneca. E tem até o Thiago Olim numa delas, pois fazia parte do grupo JJ e sempre nos ajuda bastante.

Que possamos estar com o Galo na A1 novamente dentro em breve (pois fomos até o fundo do poço juntos, sem soltar a corda nem abrir a mão)! Porque se depender dessa equipe, que é de Primeira, o futebol da Terra da Uva vai longe.

– E o momento exato da surpresa de algo nunca imaginado?

Sempre me impressionou essa foto. Repost de 1 ano:

Já pensou o susto que os indígenas tiveram quando conheceram os artefatos portugueses em 1500 (arcaicos para nós hoje, comuns para as pessoas daqueles dias e inusitados para os silvícolas)?

Essa foto representa mais do que isso – quando pobres meninos de uma comunidade tribal do interior da África vêem um… iPad!

Extraído da publicação de Fotos de Fatos (@FotosDeFatos) no Twitter:

“O viajante inglês Louis Cole uma vez postou uma fotografia incomum no instagram, mostrando a reação dessas crianças de uma tribo africana vendo pela primeira vez um tablet. A fotografia logo viralizou na internet, em 2015”:

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A referência do crédito da foto está na citação do twitter acima.

– Do tempo de AM / FM / OC à WEB

Com 45 dias de mudança domiciliar, ainda estou desempacotando caixas. Não é fácil ter a vida inteira num lugar e transferir tudo para outro… E com a falta de tempo, os pacotes, aos poucos, vão se ajeitando bem “tranquilamente”.

Eis que achei entre tantas pendências o meu rádio de Ondas Curtas! E quanto escutá-lo antes do advento da Web… Esse Toshiba da foto abaixo é muito bom, lembra os Motorádios antigos!

A verdade é: se não fossem os Apps dos Smartphones, esse “radião” teria vindo no colo durante a viagem. Mas não o esqueço: se acabar a energia elétrica ou a Internet, ele está à disposição!

– O direito de se expressar nas Redes Sociais deve ser assegurado. Mas tenha-se ciência do que se fala!

Não gosto do estilo Trump de se relacionar. Como presidente, acertou em vários aspectos econômicos mas pecou em inúmeros outros sociais. A “sede do poder” demonstrada nos últimos dias assustou.

Porém, vejo que as Redes Sociais estão bloqueando suas contas, como Instagram, Twitter e Facebook. Aí eu não concordo, pois passa a ser censura.

Tanto a Extrema Direita quanto a Extrema Esquerda as usam. Porém, a liberdade de expressão e o direito de se manifestar devem ser sagrados (pois isso é democracia), e tirado do ar (ou processado criminalmente) quando a fala torna-se um crime. Por exemplo: mandar invadir uma instituição, determinar o ataque orquestrado contra a vida de alguém ou algo que o valha. Por posicionamento ideológico, seja qual for, nunca.

Se assim fosse, muitos adoradores das ditaduras cubanas e venezuelanas estariam fora das Redes Sociais, bem como os fanáticos teocráticos do Oriente Médio (incluindo líderes iranianos que escrevem sobre o fim do Estado de Israel).

Repito: não gosto do Trump (isso não quer dizer que eu goste do Biden), mas censurar, não. Punições somente nos casos citados, por se tornar crime.

– Comunicando-se com seus superiores!

Um dos dilemas que norteia a vida de subordinados nas empresas é: a comunicação com seus chefes!

Você sabe como abordá-los, sem ser agressivo ou deselegante?

Compartilho esse interessante artigo, em: https://jornalgrandeabc.com/2020/12/31/comunicando-com-seus-superiores/

Você quer ser um chefe ou um líder? - Blog do Colaborador Golin

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Spam de Ano Novo via Redes Sociais, não!

O Natal foi recheado de mensagens “em lote” de desejos de Felicidades via WhatsApp e Messenger. Tem gente que mandou a mesma “mensagem padrão” nos dois aplicativos para a mesma pessoa. Há aqueles que mandaram duas vezes PELO MESMO meio à MESMA PESSOA.

Aí é sacanagem… “no tempo antigo”, quando se mandava cartões natalinos, ao menos se assinava o cartãozinho e se sabia a quem estava enviando. Pela Internet, o cara envia em massa e fica por isso mesmo.

Assim, seja uma pessoa legal: quer desejar Feliz 2018 via meio eletrônico, personalize a mensagem. Fazer como Spam não dá (eu nem abro).

– RIP, Orlando Duarte.

Quando vivo, era uma enciclopédia humana. Como eu admirava o jornalista Orlando Duarte!

Sabíamos, é verdade, até pela idade avançada, que ele enfrentava uma série de problemas (de saúde até outros). E hoje ele foi mais uma vítima de Covid-19.

Que descanse em paz. Não há muito o que escrever, só a exaltar esse gênio que nos deixa e lamentar sua morte.

Orlando Duarte, comentarista esportivo, morre em São Paulo vítima da  covid-19 - Rádio Itatiaia | A Rádio de Minas

– A Carta de despedida de Flávio Gomes!

Só hoje eu li a carta escrita pelo jornalista Flávio Gomes, despedindo-se da FOX Sports, que deixará de existir em breve. E que carta!

Eu gostava do Flavinho no programa esportivo de automobilismo das tardes de sábado na Jovem Pan. Embora discordasse do seu forte posicionamento político e da falta de paciência dele no trato com haters (eu sei que isso é complicado), era um cara brincalhão demais no ar. Uma pena.

Como o mercado está difícil para o Jornalismo (a falta de espaço e o excesso de profissionais), o tom que ele escreve é de aposentadoria!

Abaixo, extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/ultimas-noticias/2020/12/09/flavio-gomes-deixa-fox-e-escreve-carta-talvez-minha-carreira-se-encerrou.htm

FLÁVIO GOMES DEIXA FOX E ESCREVE CARTA EMOCIONADA

por Gabriel Vaquer

O texto foi escrito por Flavio Gomes para ser entregue internamente para alguns profissionais do Fox Sports na última segunda (7) e obtido pelo UOL Esporte. Entre as histórias relatadas, o jornalista conta que teve um convite do então executivo que introduziu o canal no Brasil, Edu Zebini, para sair da ESPN logo no início da Fox, em 2012. Gustavo Villani, hoje na Globo e que já tinha trabalhado com Flavio Gomes na ESPN, deu uma força para ele aceitar a proposta.

“Bom dia, pessoal.
Bem, foram muitas mensagens individuais enviadas nos últimos dias, agora chegou a hora de falar com todo mundo em grupo.
Semana passada agendaram minha reunião-para-falar-do-futuro para hoje às 9h40 e na sexta-feira fiz meus últimos dois programas na Fox intuindo que seriam os últimos. Do meu jeito, em silêncio, me despedi no ar. Ontem à noite, quando saiu a escala de hoje, já soube qual seria a informação que receberia na reunião – sutileza não tem sido a marca desta fusão, eu não estava no Rádio.
Minha reunião durou exatos seis minutos, das 9h43 às 9h49, com duas pessoas queridas, o João Simões e o Maluf, com quem trabalhei por oito anos na ESPN Brasil, e o advogado que não conhecia. Não os culpo de nada, obviamente, como mensageiros que são. Meu sentimento ao desligar o Zoom – que é uma boa ferramenta para ser demitido, quase indolor – foi quase de indiferença. Coloquei a água no fogo para fazer meu café, tomei duas xícaras e vim aqui me despedir.
Vou contar uma historinha para vocês, se é que alguém terá paciência para ler este enorme relato. Escrever é minha forma de ordenar o mundo, ao menos o meu mundo.
Em 2012, quando a Fox começava a dar seus primeiros passos, eu já estava na ESPN havia sete anos e tinha um escritorinho na avenida Paulista, no mesmo prédio da Jovem Pan, o histórico Sir Winston Churchill. Quem é de São Paulo talvez conheça: Paulista, 807. Nessa pequena sala no oitavo andar eu montei minha empresa em 1996, dois anos depois de sair da “Folha” e logo que fui contratado pela Pan para fazer Fórmula 1 e apresentar um jornal de fim de tarde como âncora, chamado “Hora da Verdade”. Ali eu dava expediente, por assim dizer. Cuidava dos jornais para quem escrevia e, mais tarde, ali passou a funcionar meu site, o Grande Prêmio. Um dos primeiros funcionários a trabalhar naquilo que virou uma minúscula redação foi o Everaldo Marques. Optei por montar minha empresa lá por causa da rádio. Como tinha de entrar no ar todos os dias às 17h30, achei que seria apropriado ter como “trânsito” para chegar ao trabalho apenas o elevador.
E assim foi por 20 anos naquela salinha, a 802, repleta de quinquilharias de automobilismo, miniaturas, fotos de carros nas paredes, livros, uma bagunça fenomenal. Tinha alma, aquilo que eu chamava de “escritório”.
Mas voltemos a 2012. No térreo do edifício Sir Winston Churchill há uma galeria, que liga a Paulista à alameda Santos. Fica no coração da avenida e eu gostava de estar lá. Praticamente em frente à Gazeta, à Fundação Cásper Líbero, às escadarias onde em 2002 Lula falou ao Brasil pela primeira vez depois de eleito e vi aquilo tudo de perto trepado numa banca de jornal ao lado do meu grande amigo Fábio Seixas, vestindo a camiseta vermelha do PT (sejam curiosos, coloquem “Flavio Gomes PT” no Google e vai surgir uma foto minha nesse dia, que não sei quem tirou, mas que vira e mexe aparece no Twitter quando bolsominions de vários matizes resolvem me importunar, como se aquela imagem me ofendesse…).
Gostava de lá, do prédio, da Paulista, daquele pedacinho específico da cidade, porque gostava da sensação de que tudo que fosse importante no Brasil passaria por ali primeiro e eu poderia ver da minha janela. Pois bem. Em 2012 eu estava saindo de um pequeno restaurante na galeria, do lado da alameda Santos, quando um homem muito alto me abordou na calçada, disse meu nome, me cumprimentou e perguntou se podíamos tomar um café. Café era o que não faltava naquela galeria.
Num primeiro momento sua fisionomia não me pareceu estranha, e só por isso aceitei o café, porque aquela pessoa claramente me conhecia e seria uma deselegância de minha parte não aceitar o convite tão gentil. Demorei alguns minutos – que vergonha – para perceber que era o mesmo que conhecera mais de 20 anos antes, na TV Manchete, quando fui convidado algumas vezes como editor de Esportes da “Folha” para participar de um programa de fim de noite aos domingos, apresentado pelo dr. Osmar de Oliveira. O cara alto era o Edu Zebini. Edu provavelmente não vai ler isso, mas se ler, já peço desculpas por não ter reconhecido na hora. Desculpa, Edu!
Tomamos nosso café num pequeno… café, uai! Deve estar lá até hoje, a mesinha encostada à parede, o balcão envidraçado cheio de doces, o espresso servido com um pequeno copo com água com gás que confere a esse tipo de café alguma solenidade. Naquele dia, Edu me perguntou se eu toparia me juntar ao projeto de implantação da Fox, e se ele me autorizava a conversar com a direção da ESPN para me fazer uma proposta. Respondi que estava muito feliz na ESPN, gostava do que fazia, ganhava bem, agradeci a lembrança, mas tentei dizer com alguma delicadeza que não tinha interesse.
Não havia nenhuma razão muito especial. Naquele café com água com gás, que o Edu pagou – sempre pagou os cafés –, não fiz nenhum julgamento sobre a Fox, sobre o projeto, nada. Apenas estava sossegado no meu canto, fazendo o “Pontapé Inicial” na ESPN, ancorando as jornadas da rádio que tínhamos criado em parceria com o “Estadão”, eu gostava muito de rádio, cuidando das minhas coisas no escritorinho da Paulista… Enfim, minha vida era OK, não queria mudar muita coisa.
Pouco tempo depois fui demitido pela ESPN, em rumoroso caso que dever ser do conhecimento da maioria aqui – resumidamente, troquei ofensas com torcedores do Grêmio num sábado à noite pelo Twitter porque a Lusa foi escandalosamente roubada em Porto Alegre, alguns desses torcedores me ameaçaram de morte, disseram que iam matar meus filhos, me exaltei e mandei todos tomarem no cu; uma treta de uns três, quatro minutos, meia dúzia de mensagens, nada muito importante, mas no dia seguinte torcedores gaúchos pediram minha cabeça ao presidente do Grêmio, que repassou a solicitação à ESPN, que a atendeu com presteza. Isso foi em setembro de 2013.
Naqueles dias, o Guga Villani, com quem tinha trabalhado na ESPN, já estava na Fox e entrou em contato comigo. O Edu estava montando o elenco do Rádio e meu nome foi falado, e em uma semana, mais ou menos, estávamos tomando outro café, desta vez numa padaria na rua Turiassu. Ali acertamos meu novo contrato e eu estava empregado de novo. A estrutura de São Paulo estava sendo instalada no Bixiga, mais algumas semanas e o elenco estava fechado, nos encontramos numa loja do Shopping Paulista para montar o figurino sob a supervisão da Paula Young, alguma coisa estava nascendo ali. Em dezembro de 2013 fizemos alguns pilotos nos estúdios recém-inaugurados, fomos chamados para uma coletiva para a imprensa (da turma do Rádio, eu só tinha trabalhado antes com o Sormani, basicamente na “Folha”), e no fim daquele ano viemos para o Rio para uma sessão de fotos da qual guardo três recordações: uma, que o motorista da van que nos apanhou no aeroporto errou o caminho e levamos horas para chegar ao estúdio onde as fotos seriam tiradas, na Barra; a segunda, que fazia um calor absurdo; a terceira, que me enfiaram num blazer que batia no meu joelho e as fotos ficaram horríveis.
Em janeiro estreamos o Rádio, ainda no Fox 2, que também estava entrando no ar naquele começo de ano. Antes, conheci o casarão do Cosme Velho, onde entrei no ar pela primeira vez no Fox 1 num programa sobre o rali Dakar. De volta a São Paulo, logo o Rádio foi se firmando e passamos por bons momentos naquele cenário meio inóspito numa mesa triangular que parecia uma nave espacial. Poucos meses depois nos mudaríamos para o Rio para fazer a Copa, nossa primeira Copa, e dela tenho lembranças muito carinhosas de cada minuto vivido no IBC, os novos programas, dividir a apresentação do “Bom Dia, Copa” com a Lívia, os cafés (sempre eles!) que tomávamos às 6 da manhã na cantina do Riocentro, o primeiro contato com a turma “carioca” da Fox, onde me sentia um estranho no ninho em meio àquele jeito diferente de ser, falar, agir… Um paulista envergonhado, mas recebido com enorme gentileza por todos.
Fizemos uma grande Copa, não foi? Acho que ali atingimos, em menos de três anos no ar, uma maioridade difícil de alcançar em TV. De volta a São Paulo, o Rádio se estabeleceu como líder de audiência no horário, o canal como um todo era um sucesso, fiz coisas inimagináveis como me fantasiar de Pokemon e Penélope Charmosa, sabíamos rir de nós mesmos – uma virtude, creio –, e o que chamamos de “Família Fox” virou isso mesmo, uma divertida família comprometida com o trabalho, o ofício, a profissão.
Bem, já estou me alongando. Desculpem. Vou tentar ser menos prolixo.
Vivemos bons anos naquela pequena sede paulista, vizinha de um hotel de alta rotatividade, em frente à pequena mercearia de uma japonesa que vendia picolés e paçocas, próxima de um pé-sujo onde às vezes dava para comer um PF razoável. Até que no final de 2016 as vidas de todos nós sofreram uma reviravolta que nos fez adultos, a perda de nossas seis estrelinhas na Colômbia.
Acho que é aí que queria chegar, com este gigantesco relato.
Para quem perdeu Vitu, PJ, Jumelo, Rodrigo, Deva e Mário Sérgio da forma como tudo aconteceu, o que estamos passando agora não é nada, sendo bem racional. Conseguimos nos aprumar nos meses seguintes, e do alto de meu ateísmo militante, da minha descrença quase absoluta nas coisas que não posso ver, sinto que eles estão com a gente até hoje. Quando fui informado que teria de me mudar para o Rio, em meados de 2017, minha primeira reação foi de negar a mudança, mas fui convencido pelos meus filhos de que não era o fim do mundo. Lembro de comunicar a eles numa pizzaria que o papai ia mudar de cidade e o Yuri, o mais novo, dizer: pai, se você for com esse espírito, vai dar tudo errado. Então decidi que viria com o coração aberto. Também para fazer companhia às nossas seis estrelinhas e honrar o que eles fizeram em suas vidas.
Já tinha conhecido a sede da Barra em 2016, durante a Olimpíada. Vim em definitivo em junho de 2017 e cheguei aqui com a mesma sensação de ser um paulista estranho em meio a cariocas descolados que, desta vez, me olhariam com certa desconfiança. Um cara esquisito, cheio de carros velhos na garagem, mais velho, vindo da ESPN, meio recluso em alguns momentos – era a impressão que eu tinha a impressão de passar… Nada mais falso. Nunca ninguém me tratou como um velho esquisito recluso cheio de carros velhos, imagem que talvez eu tenha de mim mesmo.
O Rio me fez bem, nos fez bem. Decidi, aconselhado pelos meus meninos, encarar esta cidade sem preconceitos ou má vontade. Nem precisava. O Rio me ofereceu um abraço, abracei. Menos de um ano depois estava desfilando na São Clemente do nosso Eugênio numa ala cheia de amigas e amigos, um momento mágico que jamais, jamais vou esquecer.
Acho que foi na Copa de 2018 que chegamos ao auge de nossa jornada na Fox. Para alguns, foram meses de Rússia; para outros, como nós, que metemos a cara na câmera, 45, 50 dias. Nessas horas, longe de casa, mostramos o melhor de nós mesmos. A camaradagem, a cumplicidade, a solidariedade. Rosinka, Rosinka… Me joguem em Moscou com o Yandex no celular. Aliás, joguem qualquer um de nós na Rússia inteira com o Yandex no celular. Chegamos a qualquer canto, resolvemos qualquer problema, viajamos naquele metrô para onde for.

Acho que na Copa nossos laços foram definitivamente apertados, e talvez tenha sido nosso canto do cisne, porque as negociações de venda para a Disney já estavam em andamento e o destino do canal – e de cada um de nós – escapava de nossas mãos.
Bom, acabou. Há alguns dias, estive nos estúdios da Barra. Arrumei um pretexto qualquer – devolver um celular. Fiz o caminho de todos os dias, parei meu carro na garagem vazia do segundo subsolo, passei meu crachá pela última vez na catraca e fiquei lá por duas horas passeando por cada cantinho do prédio. Fui me despedir. Sou assim, com lugares. Me despeço deles e lhes presto reverência pelo que representaram na minha vida. No estúdio do Rádio, escuro e silencioso, notei que sobre a bancada ainda estavam alguns daqueles microfones cenográficos meio ridículos que fizeram parte do cenário desde sempre. Uns sobreviventes. Peguei um deles, que estava preso com fita dupla face na mesa, e resolvi levar embora. Coloquei no bolso, meio desajeitado, com medo de ser flagrado por câmeras se segurança. Bom, se alguém pedir, devolvo. Assumo o crime. Está comigo, aqui na minha frente, agora.
Obrigado a todos vocês por estes anos. Não estou triste, nem decepcionado, nem com raiva de nada. Esse processo todo chamado de fusão tem sido doloroso para todos, é mais uma extinção do que fusão, e no balanço de tudo apenas espero que aqueles que ficarem sigam firmes na carreira. A ESPN é uma boa casa, uma marca importante, vocês todos têm muita coisa pela frente. Se eu permanecesse, não tinha grandes ilusões, porém, de reencontrar a ESPN onde trabalhei por oito anos. Aquela, do Trajano, acabou. Assim como a nossa Fox. Não faz sentido querer reconstruir o passado no presente. O passado a gente olha para trás e lembra dele. Só.
Aos que saíram, e acho que nenhum deles lerá essas linhas, desejo o melhor. O melhor, sempre. Vivam, sejam felizes, mudem de rumo se for preciso. Vivam.
É muito provável que hoje, dia 7 de dezembro de 2020, às 9h49, minha carreira como jornalista esportivo tenha se encerrado. Em abril eu faria 38 anos de profissão, que começou no já bem distante ano de 1982, quando a maioria de vocês nem tinha nascido. Não tenho a intenção de arrastar correntes como um fantasma cansado em busca de uma sequência em algum outro canal, ou portal, ou YouTube, o que for. Acho que já fiz o que tinha de fazer, e me orgulho bastante dessa trajetória que termina hoje. Não tenho do que reclamar. Cobri mais de 200 GPs de Fórmula 1, Copas, Olimpíadas, eleições presidenciais, guerras, estive no jornalismo durante três décadas em que o jornalismo foi relevante, e isso me faz olhar para trás com alguma satisfação. E, mais importante de tudo, nesses anos todos conheci muitas pessoas a quem passei a amar e admirar profundamente, ainda que na maioria das vezes seja incapaz de demonstrar isso. Cada um de vocês faz parte dessa pequena multidão.
Há um escritor americano chamado Paul Auster que escreveu, num de seus livros, uma frase que costumo citar – menos por presunção, mais porque é curta e fácil de decorar. “Foi. Não será de novo. Lembre.”

Lembrarei de cada um de vocês com carinho e respeito. Lembrarei de cada momento que vivi aqui com ternura e gratidão. Obrigado por terem feito parte da minha vida. Mas obrigado, principalmente, por permitirem que eu tenha feito parte da vida de vocês.
Um beijo, sigam em frente.

FG”

– Nem todo bom jogador pode ser, necessariamente, um bom ou mau comentarista.

Quem disse que um grande jogador que se aposenta vira um ótimo treinador ou excepcional comentarista? Nem sempre, e a situação inversa idem.

Assim, igualmente se diga aos árbitros comentando na TV ou jornalistas sendo testados como técnicos. Cada um com seu talento na seara adequada.

Em: https://www.youtube.com/watch?v=nlrf1xoW8YY

– Alô Você!… RIP, Fernando Vannucci.

Que coisa… Fernando Vannucci faleceu nesta 3a feira. As gerações mais novas, infelizmente, não sabem da grandeza desse jornalista, mas talvez tenham na memória as gafes e contratempos recentes do irreverente profissional.

Sobre a história dele, compartilho em: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2020/11/24/morre-fernando-vanucci.htm

Descanse em Paz!

Apresentador Fernando Vanucci morre aos 69 anos em SP

Crédito: Reprodução TV Globo. Extraído de: https://catracalivre.com.br/mais/apresentador-fernando-vanucci-morre-aos-69-anos-em-sp/

– Crush e Stalker, por uma adolescente.

Pais escutam coisas que nunca imaginariam… por exemplo: termos modernos como “Crush” e “Stalkear”.

O trabalho de escola da minha filha mostra bem como o vocabulário da nova geração é bem diferente do nosso. Precisamos nos antenar!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=OHz5KtSu5vQ

– Dia Nacional da Língua Portuguesa

Neste dia 05, data de nascimento de Rui Barbosa, celebra-se nota língua-mãe!

Cá entre nós, do Português Antigo ao Português do recente Acordo Ortográfico, muita coisa mudou no jeito que falamos e escrevemos. Inclua-se gírias, modismos e estrangeirismos. Ainda assim, em muitos momentos pensa-se em Língua Brasileira, ao invés da Língua Portuguesa

Sobre essa data, uma postagem bacana e simpática, em: https://inspiracoesparalelas.wordpress.com/2020/11/05/dc-dia-nacional-da-lingua-portuguesa/

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– 8 anos sem o JT…

Já faz 8 anos que acabou o JT!

Que saudade do Jornal da Tarde… Criativo, prático e direto! Nenhum conseguiu o substituir…

– Redes Antissociais.

Percebeu quanta gente que usa as Redes Sociais para escrever palavras raivosas?

Uma reflexão, em: https://www.youtube.com/watch?v=NxBV5q_t-TI

– Quando a imagem nas Redes Sociais valem mais que seu Curriculum Vitæ…

Uma reportagem muito interessante que compartilho: o poder da nossa imagem no mundo da Internet é algo, hoje, tão poderoso (ou mais ainda) do que nosso conjunto de ações registradas em um papel.

O seu legado está impresso para uma empresa ou divulgado on-line para o mundo?

Extraído de: http://www.meioemensagem.com.br/home/opiniao/2017/09/14/sua-imagem-digital-pode-ser-mais-importante-que-o-seu-curriculo.html

SUA IMAGEM DIGITAL PODE SER MAIS IMPORTANTE QUE O SEU CURRÍCULO

Por Mauro Segura

Se você não tem atividade nas mídias sociais, ou tem uma atitude de mero espectador, precisa mudar rapidamente.

E aí? Caprichou no currículo? Agora imprime ele, coloca numa moldura e pendura na parede. E pode escrever assim: “vai deixar saudades”.

Vejo muitas pessoas excessivamente preocupadas com o currículo. Gastam um tempo enorme com o formato e com palavras bonitas. O currículo ainda cumpre um papel na atividade da busca de emprego, mas o fato é que ele vem perdendo relevância para quem deseja mostrar as suas competências e experiências para um futuro empregador. Acredito que, em breve, as empresas talvez nem olhem mais para o currículo das pessoas.

Pense em você como consumidor. O que você faz se deseja conhecer e pesquisar sobre determinado produto ou serviço? Você acredita puramente na propaganda ou você pesquisa arduamente na web e nas redes sociais para saber mais a respeito do que as pessoas falam sobre aquilo?

Num ponto de vista extremo, o currículo nada mais é do que uma peça de propaganda sobre você mesmo. O seu “ser real”, porém, é formado pelas experiências, pelas realizações e pelas redes de relacionamento que você constrói ao longo do caminho. Isso vale para o mundo físico e o mundo online, especialmente das redes sociais.

Cada vez mais o mundo online registra o nosso comportamento, desejos, conhecimento, interesses, preferências, estilos, sonhos e aspirações. Cada frase, texto, foto, vídeo e voz que publicamos na web, transformam-se em nossos rastros digitais, acumulando pequenos e sucessivos registros da nossa personalidade. São pequenos fragmentos que, juntos, montam um arcabouço riquíssimo sobre determinada pessoa, denunciando os seus valores, crenças, atitudes e habilidades. É um acúmulo sem precedentes de informação individual. Isso diz respeito direto à sua reputação e reconhecimento público, como pessoa e profissional.

Através do mundo online é possível saber sobre suas conexões, se você tem relacionamentos saudáveis e se contribui positivamente para essas relações. Também é possível saber se você é um indivíduo aberto e expansivo, se é bom cidadão, se compartilha conhecimento e tem pontos de vistas e opiniões relevantes sobre temas da sociedade. Por outro, pode denunciar se você é uma pessoa mais fechada e contemplativa, mais reativa e rancorosa. Além disso, permite colecionar evidências se você é uma pessoa apaixonada pela sua profissão, se é positiva, se tem interesse por outro tipo de trabalho e como se relaciona com colegas dos empregos anteriores.

Você pode até não apreciar essa realidade, mas o mundo digital captura os nossos rastros digitais ininterruptamente. Portanto, é muito mais crível saber sobre você analisando os seus rastros na web do que olhando unicamente o seu currículo contido num pedaço de papel.

Se você não tem atividade nas mídias sociais, ou tem uma atitude de ser mero espectador do que rola no mundo online, então encare esse meu conselho com serenidade: “desculpe, mas acho que você precisa mudar rapidamente o seu comportamento, porque você está ausente de uma grande transformação em curso. Tem algo grande acontecendo e você está fora”. O mundo de hoje já é digital. Não dá mais para sermos cidadãos sem estarmos conectados. Como consumidor, você terá novas experiências, benefícios e serviços se estiver online. As novas tecnologias permitem mais interações e compartilhamentos com sua família, amigos e colegas de profissão. E, como profissional, as empresas procuram indivíduos atualizados que possam contribuir com novos conhecimentos, relacionamentos e que ajudem na transformação digital das organizações. Ou seja, nos dias de hoje, ser digital é condição para um novo ser humano cidadão, consumidor, trabalhador e empreendedor.

Estar fora do mundo online e das redes sociais não é uma boa mensagem para as empresas. Pode dar a entender que existe uma certa negligência ou resistência de sua parte ao que é “novo”. O que você acha que uma empresa vai escolher ao se deparar com dois candidatos muito semelhantes em termos de formação e experiência: um candidato com um currículo impresso num papel ou um candidato que tem um monte de bom conteúdo e conexões registradas no mundo online? Os seus rastros digitais podem endossar ou jogar por terra tudo que você tentou “vender” eu seu currículo. A conclusão é: o que está registrado no mundo online a respeito de você é a real percepção que o recrutador de uma empresa vai ter de você, no aspecto pessoal e profissional. O comportamento que você denuncia nas redes sociais será naturalmente transferido à imaginação de sua personalidade no lado profissional.

Você pode alavancar a sua carreira se criar um blog para escrever algo sobre o que gosta. Se publicar conteúdo sobre a sua área profissional poderá ser melhor ainda. Seja positivo e escreva conteúdos de valor nas mídias sociais. Entre no LinkedIn, escreva um resumo de sua experiência profissional, se conecte com pessoas legais e até participe de comunidades de sua área de interesse. Seja ativo. Se você participa de atividades de responsabilidade social, então deixe algumas coisas publicadas nas redes, mesmo que sejam de posts curtos no Facebook ou Twitter. Publique fotos legais no Instagram. Enfim, comece a montar um legado positivo a seu respeito no mundo online e nas redes sociais. O seu próximo emprego pode depender disso e você nem sabe.

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Arte extraída da Web, autoria desconhecida.

– Será que precisamos de tanta informação?

Já ouviu falar de infoxicação?

É o excesso de informação que nos intoxica (um fenômeno dos dias atuais).

Em: https://www.youtube.com/watch?v=xqkZRK07GwU

– Adicionar pessoas íntimas ou chefes no Facebook pode ser problemático…

Ora, ora… o “Parque de Diversões Virtual” que costuma ser o mundo das redes sociais como Facebook e Twitter, acaba deixando as pessoas mais irritadas do que relaxadas.

Motivo: pesquisa mostra que hoje, com pais, parentes e chefes sendo adicionados e usando tal ferramenta, a pessoa passa a ser mais vigiada e se obriga a tomar muito cuidado ao postar algo.

Vai que a mãe dá um puxão de orelha virtual e todos lêem, ou o chefe implica com alguma coisa?

Extraído de:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1192600-adicionar-os-chefes-no-facebook-pode-aumentar-estresse-diz-pesquisa.shtml

ADICIONAR OS CHEFES NO FACEBOOK PODE AUMENTAR ESTRESSE, DIZ PESQUISA

Pesquisa feita na escola de negócios da Universidade de Edimburgo mostra que quanto mais círculos sociais uma pessoa conecta em sua vida on-line, mais estresse causam as mídias sociais.

Isso porque quanto mais grupos relacionados ao perfil no Facebook, maior o potencial de esses amigos causarem uma ofensa pública. A ansiedade a esse respeito aumenta ainda mais quando a pessoa adiciona chefes ou familiares.

A apreensão é justificada: pesquisas indicam que mais da metade dos empregadores já deixou de contratar alguém por algo que foi visto nas redes sociais.

Os pesquisadores da Universidade de Edimburgo descobriram que, em média, os amigos de uma pessoa no Facebook pertencem a sete círculos sociais diferentes.

O grupo mais comum é o de amigos off-line, seguido pela família ampliada, irmãos e irmãs, amigos dos amigos e colegas.

O levantamento, que ouviu 300 pessoas, detectou ainda que apenas um terço usa as listas privadas do Facebook para divulgar suas atualizações, ferramenta que permite controlar para quais grupos de amigos vão as informações.

“O Facebook costumava ser uma grande festa para todos os amigos, onde se podia dançar, beber e paquerar. Mas agora, com pais, mães e chefes olhando tudo, a festa se torna um evento cheio de potenciais armadilhas sociais”, disse Ben Marder, autor da pesquisa e professor da Universidade de Edimburgo.

– A dependência causada pelo Facebook: um vício a ser tratado.

A Revista Saúde trouxe uma interessante matéria sobre como as Redes Sociais podem fazer mal, principalmente “entristecendo a vida” das pessoas.

Duvida?

Veja, extraído de Revista Saúde é Vital, ed Out/13, pg 90

UM EFEITO COLATERAL DAS REDES SOCIAIS

Por Theo Ruprecht

Entre mais de 500 milhões de internautas interagindo no Facebook, 82 participaram de um estudo da Universidade de Michigan, sobre participam em Redes Sociais. Os cientistas descobriram que os momentos de menor satisfação com a vida coincidiam com os de maior número de visitas às páginas do Facebook. Por outro lado, quando conversavam com amigos pessoalmente ou por telefone, dificilmente as pessoas apresentavam melancolia.

“Em uma primeira análise, o site em questão parece ser um meio valioso de atender à necessidade humana por conexões sociais” afirma o psicólogo Ethan Kross, autor do trabalho. “Mas nossos achados sugerem que, em vez de aumentar o bem-estar, ele pode, na verdade, diminuí-lo”, conclui. Para não sabotar a própria alegria, melhor maneirar no tempo dedicado às redes sociais.

Na Noruega, a Universidade de Bergen detecta o vício pelo Facebook através do seguinte questionário:

  • 1- Você gasta muito tempo pensando no Facebook?
  • 2- Sente anseio de visitá-lo?
  • 3- Utiliza-o com o objetivo de esquecer seus problemas pessoais?
  • 4- Tentou, sem sucesso, controlar o uso do Facebook?
  • 5- Fica agitado ou preocupado se não consegue acessá-lo?
  • 6- Usa tanto que isso impacta no trabalho ou nos estudos?

– A língua neutra e o exagero do argumento defendido

Ganhou muita repercussão nos últimos dias a questão da “linguagem neutra”, procurando modificar o “português sexista”. Seria um exagero do Politicamente Correto?

É sabido que não cabe mais nenhuma forma de discriminação sexual ou questão de gênero no mundo. A opção sexual é de questão particular de cada indivíduo, respeitando-se cada pessoa.

Porém, existem alguns defensores da causa LGTBQ+ que insistem na necessidade de criar vocábulos inclusivos na Língua Portuguesa, como o “x” ao final das palavras. Por exemplo: ao invés de dizer que “todos os homens e mulheres têm direitos iguais”, usar-se-ia o “todxs têm direitos iguais”. Antes, quando escrevíamos alguma coisa para chamar a atenção de gêneros masculino e feminino, citávamos “todos (as)”.

Agora, surgiu um vídeo (no link abaixo) criando praticamente outra língua: “ele” ou “ela” viram “ile”, igualmente “daquele” ou “daquela” viram “daquile” e outras tantas variações para indicar “neutralidade de gênero”.

Cá entre nós: quem inventou isso, não ajudou em nada a causa gay, mas fez com esse exagero que chacotas fossem criadas desnecessariamente.

Para um homem ou mulher hetero ou homo serem dignamente tratados, não é necessário mudar a língua falada com tantas invencionices. É só ter respeito.

Em: https://www.youtube.com/watch?v=vcVX1EXNSwc

– Você é o que você posta nas suas redes sociais?

Você realmente escreve as coisas de maneira sincera, representando sua personalidade ou seu estado de espírito em postagens no Facebook, Twitter ou Instagram?

Uma reflexão em: https://www.youtube.com/watch?v=LoldZX7BJk0

– A capa da Piauí com um Posto Ipiranga “acabado”

Imagine o custo da Rede de Postos Ipiranga para manter sempre o conceito “clean” da sua imagem. E ao ver a capa da Revista Piauí deste mês, falando da “Indústria do Petróleo Pós-Pandemia”, com uma unidade da empresa “arrasada”, penso: duvido que a Ipiranga autorizou o uso da sua marca!

Não dá para falar que está descaracterizado, pois a manifestação de imagem é clara. Aí fico na dúvida: a sensibilidade do editor não lhe mostrou que poderia fazer a mesma matéria (que deve ser boa, o tema é pertinente, embora não tenha comprado a revista para ler) com um apelo de capa não manifestado tão claramente?

ACRÉSCIMO: a Ipiranga se pronunciou oficialmente:

A Ipiranga esclarece que não foi consultada para a publicação da imagem de sua marca, que estampa a capa da edição de setembro dessa revista de circulação nacional. Utilizando a imagem de um Posto Ipiranga, de forma indevida e não autorizada, e sem uma chamada acompanhando a ilustração, a publicação remete aos leitores somente a representação de uma de nossas unidades de forma depreciativa.

Somos uma empresa brasileira, que possui uma história de 80 anos de compromisso com o País, apartidária e que acredita no Brasil. Lamentamos que nossa marca tenha sido usada com um significado distorcido dos princípios que defendemos, agredindo gratuitamente milhares de colaboradores e parceiros de negócios, que ostentam a marca com orgulho e, os milhões de brasileiros que escolhem a qualidade de nossos produtos e serviços, diariamente.

Ressaltamos ainda que temos profundo respeito pela revista e pela imprensa em geral, principalmente, pelo trabalho feito em defesa dos valores fundamentais de liberdade de expressão e transparência em nossa sociedade. Por isso, esperamos que tal uso inadequado seja devidamente corrigido e esclarecido pelos editores.

Capa da revista, divulgação.

– Saudade de um joguinho de futebol na cabine…

A linha do tempo do Facebook nos maltrata! Ô boa lembrança de quando a normalidade nos permitia transmissões de futebol in loco…

Voltarão em breve, se Deus quiser!

Aqui: o Time Forte do Esporte da Rádio Difusora AM 810 cobrindo Paulista de Jundiaí x São Bento de Sorocaba.

– Elogie com moderação:

COMUNICAÇÃO – O saudoso Armando Nogueira dizia: “Você pode elogiar sem bajular e criticar sem ofender”.

Como não concordar com isso?

Refletindo em: https://www.youtube.com/watch?v=1mA2Tmp1gYs

– A Segurança Digital é o grande desafio dos novos tempos?

Invasão de WhatsApp bem simplória, Inteligência Artificial dos celulares ouvindo nossas conversas ou Smart Tvs espionando nossa casa: acredita nessas coisas?

Pois bem: elas são reais e assustadoras!

Compartilho essa entrevista bem interessante sobre “Segurança Digital”, com Marcelo Lau (um dos especialistas mais respeitados do assunto). O tema tão sério é tratado com bastante humor com Danilo Gentili. Vale a pena assistir:

Em: https://youtu.be/BSqOX0LlzfY

– Tergiversou ou não?

Na semana que passou, li em pelo menos 3 lugares o verbo tergiversar (todos relativos a entrevistas de pré-candidatos). Parece que alguém usou e caiu no gosto de alguns. Mas o que é isso?

TERGIVERSAR é verbo intransitivo, e significa: dar as costas, usar de subterfúgios”.

Em outras palavras, quem tergiversa está desviando o foco, mudando de assunto, ou simplesmente, enrolando para não se comprometer!

Ouvi falar que a prática de tergiversação é comum entre vários políticos. Será? Pelo menos, nos que votei, não. Mas que a maioria “sim”, não há dúvida!

– Internet às vezes cansa!

De saco cheio da Internet!

Muitos compromissos a resolver e as timelines lotadas de Fakenews! Como tem idiota publicando manchete mentirosa, “pagando pau pra político” e disseminando notícias para enganar os outros.

É de torrar a paciência… E tem coitado que lê e diz todo pimpão: “mas eu vi na Internet, eu vi”!

INTERNET É COMO PAPEL. ACEITA TUDO.

Fui. Dando um tempo em ver o que se passa nas Redes Sociais que se transformaram em Anti Sociais por algumas horas.

– A questão do suicídio e o trato na mídia

Olhem só que assunto delicado e de importância gigantesca: a forma na qual o suicídio é tratado pela mídia contribui ou não para o aumento ou diminuição dos casos?

Extraído do blog Marginália Social, em: https://marginaliasocial.wordpress.com/2020/08/07/vamos-falar-sobre-suicidio-na-midia/

VAMOS FALAR SOBRE SUICÍDIO NA MÍDIA?

Por Karolina Calado

O suicídio é encarado no Brasil e no mundo como um grande tabu. Discussões sérias sobre este fenômeno são invisibilizadas, e seu silenciamento não permite a clareza da dimensão do problema para fins de enfrentamento. O “não dito” é encarado, portanto, como inexistente. De encontro a essa postura silenciadora, a Organização Mundial da Saúde evidencia que 800 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano e já é a causa de morte de ¼ da população mundial. Para dar visibilidade a este assunto, desde 2015, o Centro de Valorização da Vida (CVV), o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) têm promovido o “Setembro Amarelo”, uma campanha dedicada à prevenção do suicídio junto a setores midiáticos e de poder. Nos parágrafos abaixo, buscaremos propor um debate sobre como historicamente o suicídio foi encarado pela mídia.

Essa temática é pouco abordada na mídia por conta da convenção de que as notícias podem aumentar o contágio entre os indivíduos e ocasionar no suicídio. Ao encontro dessa perspectiva, em 2013, o IPEA divulgou uma pesquisa na qual conclui que “(…) o índice de mídia é o terceiro motivador de suicídios, depois do desemprego e da violência, para todos os grupos de pessoas. (…) o aumento de 1% na mídia eleva a taxa de suicídio de jovens do sexo masculino entre 15 e 29 anos em 5,34%.” Segundo Asa Briggs e Peter Burke, a associação entre suicídio e imprensa é conhecida já há algum tempo: “Dois exemplos concretos de como ajudar a moldar as atitudes de seus leitores referem-se ao suicídio e ao ceticismo. Em Sleepless Souls (1990), Michael MacDonald e Terence Murphy escrevem que ‘o estilo e o tom das histórias dos jornais sobre suicídio promoveram uma atitude secular crescente e simpática sobre esse ato’ no século XVIII na Inglaterra. Essa impressão foi-se criando pela frequência dos relatos que mostravam o suicídio como coisa comum. As cartas dos que se matavam eram publicadas nos jornais, permitindo aos leitores ver o evento do ponto de vista dos atores, sendo que essas cartas, por sua vez, influenciavam o estilo de outras deixadas por suicidas posteriores.” (BRIGS; BURKE, 2006, p. 78-79). Outro fato bastante lembrado é novela de Goethe, “Os Sofrimentos do Jovem Werther”, pulicada em 1774. Nela, o jovem comete um suicídio após uma desilusão amorosa. Por conta disso, vários jovens, na época, repetiram esse tipo de morte.

No entanto, o silenciamento diante deste assunto é maléfico para a sociedade como um todo. A prevenção só é possível através da informação de qualidade, da capacidade de informar para formar, da tematização que se torna possível a partir do momento em que se discute o tema, levanta dados, ouve-se pessoas com possíveis distúrbios e se humaniza para a valorização da vida. “Os clínicos e os pesquisadores sabem que não é a cobertura jornalística do suicídio per se, mas alguns tipos de cobertura, que aumentam o comportamento suicida em populações vulneráveis”(Organização Mundial da Saúde). A mídia, portanto, ocupa um lugar essencial nesse processo.

Ao compreender a relevância da problematização e discussão midiática, a Organização Mundial da Saúde (OMS) produziu o material “Prevenção do suicídio: um manual para profissionais da mídia” a fim de orientar os jornalistas sobre a forma de abordar esse tipo de morte. “O suicídio é talvez a forma mais trágica de alguém terminar a vida. A maioria das pessoas que consideram a possibilidade de cometer o suicídio são ambivalentes. Elas não estão certas se querem realmente morrer. Um dos muitos fatores que podem levar um individuo vulnerável a efetivamente tirar sua vida pode ser a publicidade sobre os suicídios. A maneira como os meios de comunicação tratam casos públicos de suicídio pode influenciar a ocorrência de outros suicídios. (OMS)”. Entretanto, o texto orienta o que fazer na produção noticiosa: “Trabalhar em conjunto com autoridades de saúde na apresentação dos fatos. Referir-se ao suicídio como suicídio ‘consumado’, não como suicídio ‘bem sucedido’. Apresentar somente dados relevantes, em páginas internas de veículos impressos. Destacar as alternativas ao suicídio. Fornecer informações sobre números de telefones e endereços de grupos de apoio e serviços onde se possa obter ajuda. Mostrar indicadores de risco e sinais de alerta sobre comportamento suicida.” Nesse material, é também possível encontrar as orientações sobre o que não fazer: “Não publicar fotografias do falecido ou cartas suicidas. Não informar detalhes específicos do método utilizado. Não fornecer explicações simplistas. Não glorificar o suicídio ou fazer sensacionalismo sobre o caso. Não usar estereótipos religiosos ou culturais. Não atribuir culpas.”

Ao tematizar a relevância da mídia no “Setembro Amarelo” e na inclusão desse assunto na mídia, o G1 lembrou da campanha sobre o câncer de mama que, por meio da publicização, alcançou a queda do número de pessoas com a doença desde a década de 1960. Nesse mesmo sentido, o Centro de Valorização da Vida promoveu em Porto Alegre (RS) o IV debate “Abordagem Responsável do Suicídio na Mídia”, no dia 10 de setembro, data em que se celebra o “Dia Mundial de Prevenção do Suicídio”. O local foi escolhido porque o Rio Grande do Sul possui 11 municípios dentre os 20 com os maiores índices de suicídio do Brasil. “A mídia desempenha um papel significativo na sociedade atual, ao proporcionar uma ampla gama de informações, através dos mais variados recursos. Influencia fortemente as atitudes, crenças e comportamentos da comunidade e ocupa um lugar central nas práticas políticas, econômicas e sociais. Devido a esta grande influência, os meios de comunicação podem também ter um papel ativo na prevenção do suicídio. (OMS)”

No manual da OMS, informa-se que, junto às notícias sobre suicídio, deve-se trazer: “listas de serviços de saúde mental disponíveis e telefones e endereços de contato onde se possa obter ajuda (devidamente atualizados); listas com os sinais de alerta de comportamento suicida; esclarecimentos mostrando que o comportamento suicida frequentemente associa-se com depressão, sendo que esta é uma condição tratável; demonstrações de empatia aos sobreviventes (familiares e amigos das vítimas) com relação ao seu luto, oferecendo números de telefone e endereços de grupos de apoio, se disponíveis. (OMS)”

Com uma boa base de dados, além da OMS, as fontes confiáveis para divulgar informações relacionadas ao suicídio são: “Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) – Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM) – Instituto Inter-Regional das Nações Unidas para Investigações sobre Criminalidade e Justiça (UNICRI) – Rede Clínico-Epidemiológica Internacional (INCLEN), Sociedade Internacional para a Prevenção da Negligência e Abuso Infantis (ISPCAN), INTERPOL, Departamento Estatístico da Comunidade Européia (EUROSTAT) e Banco Mundial” (OMS).

O CVV defende que a mídia tem um papel crucial na prevenção do suicídio e mostra, em seu site, matérias publicadas, de forma responsável, por diversos veículos sobre esse assunto. Esse Centro oferece serviço gratuito de ajuda, via ligação por meio do número 144, chat, Skype, e-mail ou presencialmente. Em Recife, por exemplo, o endereço é na Avenida Manuel Borba, 99/102 – Boa Vista, com funcionamento 24 horas. Maiores informações podem ser encontradas no site https://www.cvv.org.br/.

Centro de Valorização da Vida (CVV). Disponível em: << https://www.cvv.org.br/ >> acesso em 20 de setembro de 2017.

Dados da OMS sobre o suicídio. Disponível em: https://www.saude.gov.br/images/pdf/2019/setembro/13/BE-suic–dio-24-final.pdf > acesso em 07 de agosto de 2020.

BRIGGS, A; BURKE, P. Uma história social da mídia: de Gutenberg à Internet; tradução Maria Carmelita Pádua Dias; revisão técnica Paulo Vaz. 2.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2006.

Estudo do IPEA: “OS EFEITOS DA MÍDIA SOBRE O SUICÍDIO: UMA ANÁLISE EMPÍRICA PARA OS ESTADOS BRASILEIROS”. Disponível em: << http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/TDs/td_1851.pdf >> acesso em 20 de setembro de 2017.

História do Setembro Amarelo. Disponível em: << http://www.setembroamarelo.org.br/historia/ >> acesso em 20 de setembro de 2017.

Notícia sobre o Setembro Amarelo no G1. Disponível em: << http://g1.globo.com/natureza/blog/mundo-sustentavel/post/setembro-amarelo.html >> acesso em 20 de setembro de 2017.

Prevenção do suicídio: um manual para profissionais da mídia: Disponível em: << http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/67604/7/WHO_MNH_MBD_00.2_por.pdf >> acesso em 20 de setembro de 2017.

Setembro Amarelo (CVV). Disponível em: << https://www.cvv.org.br/blog/um-setembro-mais-amarelo/ >> acesso em 20 de setembro de 2017.

– O Lema da relação de Trabalho e Vida do Sílvio Santos.

Nesta próxima semana, Sílvio Santos comemorará 39 anos da conquista da TVS por concessão do Governo (antes, ele era da Globo e arrendava horário na Record). E ouvi certa vez no antigo programa “Rádio Atividade” da Rádio Jovem Pan seu discurso naquela ocasião.

Preocupado com a carga de atividades, no meio da sua fala, disse à sua mulher:

Íris, fique tranquila, sou eu quem comanda o meu trabalho, não ele quem me rege“.

Fantástico. Gostei e, confesso, desejaria sempre colocar isso em prática (sabemos que muitas vezes não é possível). Aliás, quem não gostaria?

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– Parabéns, Internet! Está ficando velhinha…

Eu estava em meio ao Mestrado quando a conheci! E tudo foi forçado. Um dos meus professores queria que tivéssemos uma conta de e-mail para que nos comunicássemos.

Era 1998. Ela, quem era? A Internet! Muito cara, lenta e pouco acessível. Ter um endereço eletrônico parecia uma “frescura” sem fim! Mas, na marra, acabei me relacionando com ela até hoje.

O certo é que as crianças do século XXI não imaginam como era o mundo sem Internet, numa infância diferente do que a nossa. Elas já nascem meio que “infoway”.

Há apenas 29 anos nascia a Web (ou Internet, se preferir), exatamente em 06 de agosto de 1991.

Que revolução em nossas vidas, não?

– É censura ou não? É loucura conspiratória ou não?

Allan dos Santos, do Blog pró-Bolsonaro Terça Livre, está presente na Internet mas com paradeiro desconhecido. Ele é uma das pessoas “bloqueadas nas Redes Sociais” pelo Ministro do Supremo Alexandre de Moraes, que o acusa de Fake News.

Uma coisa é ter liberdade de expressão. Outra, é produzir mentira para prejudicar alguém. Deixemos as coisas bem claras quanto a esse entendimento. Quem se sentir prejudicado, processe a pessoa. Mas… o STF entrar na parada não é um tremendo exagero? E isso vale para a Esquerda, Direita ou Centro.

Por outro lado, achei curioso o vídeo em que diz que, se acontecer algo a ele, será culpa de várias pessoas e instituições citadas, entre elas, da… embaixada da Coreia do Norte!

Temos uma leva de gente que vive alucinado por teorias conspiratórias?

Sinceramente, acho que as pessoas andam “pilhadas demais” e se fanatizaram tanto por Política que tais loucuras (de ambos lados) tornam-se mais constantes…

– O Desdém inicial da Apple com o iPhone

Os erros que a Apple iria cometer quando lançasse seu maior equívoco (para alguns concorrentes), o iPhone, foram retratados nesse artigo bem curioso.

Abaixo (extraído do BlogdoIphone.com):

O DESDÉM INICIAL DO IPHONE 

O desdém inicial pelo iPhone

Muitos se arriscaram na época a prever o futuro catastrófico (SIC) do iPhone. “Especialistas” que queimaram a língua por não verem o futuro chegando.

O iPhone era tão diferente de tudo até ali que muitas mudanças foram difíceis de absorver. A falta completa de um teclado físico era uma das críticas mais usadas pelos detratores, além do fato dele ser “grande” para o padrão da época.

O CEO da Palm chegou a dizer na época “Os caras dos computadores não vão agora chegar e mostrar como se faz. Não é só chegar e fazer“.

Já um outro analista do Bloomberg não acreditava que o iPhone duraria muito tempo:

“O iPhone não é nada mais do que um brinquedo de luxo que vai apelar para alguns loucos por gadgets. Em termos de seu impacto sobre a indústria, o iPhone é menos relevante. É pouco provável que a Apple faça algum impacto neste mercado. A Apple vai vender um pouco para alguns de seus fãs, mas o iPhone não vai marcar a indústria a longo prazo.”

Michael Kanellos, da CNET, foi ainda mais categórico, prevendo o fracasso total do aparelho:

“A Apple está se preparando para lançar um novo telefone… E ele vai fracassar. As vendas deste telefone até irão disparar no começo, mas as coisas vão se acalmar e o telefone da Apple vai tomar o seu lugar nas prateleiras com as câmeras de vídeo aleatórias, telefones celulares, roteadores sem fio e outros possíveis acertos. Quando o iPod surgiu no final de 2001, ele resolveu alguns problemas importantes com MP3 players. Infelizmente para a Apple, são problemas que não existem no setor de telefonia. Os telefones celulares não são desajeitados, dispositivos inadequados. Em vez disso, eles são muito bons. Muito bons.”

Nem mesmo a Microsoft estava acreditando no que estava acontecendo. O diretor de marketing da empresa, Richard Sprague, comentou na época:

“Eu não posso acreditar nesta atenção toda que está sendo dada para o iPhone … Eu só tenho que saber quem vai querer uma coisa dessas (além do fanático religioso). Então, por favor,  favorite este post e volte daqui dois anos para ver os resultados da minha previsão : eu prevejo que o iPhone não vai vender nem perto dos 10 milhões [de unidades] que Jobs prevê para 2008.”

E claro, não podemos esquecer do comentário que ficou na história, vindo da boca do então presidente da Microsoft, Steve Ballmer:

Confira um outro artigo com uma coletânea de frases ditas contra o iPhone. Aproveite também para analisar os comentários que nossos leitores fizeram há cinco anos.

iPhone 11 de 256 GB – Amarelo - Apple (BR)

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Mário do Tik Tok?

Há uma rede social que é febre entre os jovens: a chinesa Tok Tok, onde os adolescentes se divertem e também alguns adultos. São vídeos rápidos e de diversos temas.

Nela, há um brasileiro chamado Mário Jr, que ficou conhecido como o “sedutor do Tik Tok”. Ele se destacou por vídeos onde faz “cara de galã” com conversas fictícias em que tenta paquerar garotas.

Eu não acesso a essas coisas, pois não curto e nem tenho tempo. Lógico, respeito quem curta. Entretanto, vejo sites e blogs detonando Samy Dana e o Programa Pânico, pois quando participou de uma pequena entrevista lá, Mário disse que tinha largado os estudos. Samy, num óbvio conselho (eu faria a mesma coisa), orientou-o a voltar aos estudos (por ser algo importante a todos) – e os participantes brincaram entre si sobre a relevância do Tik Tok na vida deles. Tudo normal.

O que tem de crítica… que bobagem!

Não existiu humilhação alguma, o jovem teve oportunidade para dizer o que queria, ninguém o deixou constrangido e ele próprio, Mário Jr, estava tímido por estar não ar. Mas o assunto ganhou uma dimensão absurda. Pode?

Coisas inacreditáveis como essa (a “desnecessária polêmica”) tomam corpo por um fato: fãs adolescentes do garoto!

O que faz as Redes Sociais hoje, não?

– Excesso de informação faz o sujeito ser mais Inteligente? Sobre a Gestão Emocional e a Síndrome do Pensamento Acelerado.

Quem disse que “estar por dentro das notícias” faz, necessariamente, o indivíduo ser mais culto?

O excesso de informação não faz a pessoa ser mais inteligente. Ao contrário, pode confundir alguém que seja despreparado, pois o sujeito não consegue assimilar todo o conhecimento. Sem falar do cansaço mental…

Nos dias atuais, temos muito acesso a notícias / informações / descobertas e opiniões. “Entopem” nossa mente de muita coisa! E como administrar tudo isso?

Precisamos de uma boa gestão emocional para não poluir nossa mente. Sim: evitar POLUIÇÃO MENTAL, que é um dos grandes problemas dos dias atuais!

Pensa-se (ou se tenta pensar) sobre tantas coisas, com má formação de ideias pela impossibilidade de interpretar corretamente textos, filtrar dados ou confiar na qualidade daquilo que se oferece, que tudo fica misturado e obscuro. Há narrativas diversas sobre o mesmo assunto e, quem não tiver equilíbrio mental / intelectual, “vira o fio”.

Como é isso nas empresas? Sabemos filtrar o que é necessário e correto no nosso trabalho?

E no nosso dia-a-dia?

Há aqueles que tem uma carência muito grande de saber de tudo, provocando um stress muito grande na mente ao passar a raciocinar de maneira mais pressionada, rápida e saturada. Isso se chama SPA – Síndrome do Pensamento Acelerado. Cuidado com isso!

Sobre SPA, saiba mais em: https://blog.psicologiaviva.com.br/sindrome-do-pensamento-acelerado/

Ou em: http://administracaonoblog.blogspot.com/2016/04/sindrome-do-pensamento-acelerado-spa.html

Imagem extraída de: http://administracaonoblog.blogspot.com/2016/04/sindrome-do-pensamento-acelerado-spa.html

– #tbt 2: Futebol Esporte Show: contamos com sua audiência!

Há 4 anos, uma ótima recordação:

E hoje tem Futebol Esporte Show! Com Marcel Capretz, Matias Souza e Rafael Porcari.

Aqui, no SBT – Vtv e TvSorocaba. Tudo sobre o Futebol Nacional e Internacional, além dos times da região. Prestigie!

Campinas e Região: 12h15
Baixada Santista: 13h00
Sorocaba / Jundiaí e Região: 13h15.

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– Saudade do Microfone!

Ô lembrança boa, “do tempo que se tinha futebol no Interior”. Faz tempo que não comentamos um jogo pela rádio, não? Pudera, com a pandemia… quem está na ativa dentro dos estádios? Ninguém.

Aqui um clique do “Time Forte do Esporte” de Adilson Freddo, da Rádio Difusora AM 810! Nossa equipe (da esquerda para a direita): Heitor Freddo, Robinson “Berró” Machado, Rafael Mainini, Rafael Porcari e Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira.

Se Deus quiser, logo voltaremos! Ops: e se as condições sanitárias deixarem, pois não entrará rádio na A1, só emissora de TV com direito de transmissão. Inimaginável algo assim em setembro na A3…

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