– Rezar em Grandes, Pequenos ou em Nenhum Templo?

A Revista Época desta semana traz como matéria de capa os “Os Novos Templos da Fé”, por Humberto Maia Júnior (pg 84, Ed 709). Nela, se fala sobre a preocupação das Grandes Religiões em construir templos gigantescos, sejam cristãos, islâmicos ou de qualquer profissão de fé.

Há duas citações religiosas na matéria; a primeira, do Alcorão:

“Maomé diz que a oração em conjunto é 27 vezes maior que a oração individual”

E a segunda, da Bíblia:

“Quando dois ou mais estiverem reunidos, ali estarei também”

O mote é falar sobre a importância em orar em grupo; daí a construção de obras vultosas. Mas lembro de uma outra passagem, quando Jesus se retirou ao deserto para rezar e ficar a sós.

Particularmente, não gosto de grandes celebrações, tumultuadas, cheias de gente. Acaba, muitas vezes, ocorrendo dispersão espiritual. Você pode até não prestar atenção no pregador, por culpa do excesso de pessoas e barulho.

Claro, orar em comunidade tem seu valor. Mas confesso preferir as celebrações mais simples, quando o padre ou o pastor pode falar olhando para você, onde o silêncio de alguns momentos pode dizer muita coisa.

Independente se na Igreja ou não, conversar com Deus é importante. E ouvi-lo, mais ainda!

A matéria pode ser acessada no site da Época: Os Novos Templos que Renovam a Fé, em: http://is.gd/j8fiza

– A Enfermeira, o Animal e a Rede Social

Ontem, uma verdadeira febre nas Redes Sociais, principalmente no Facebook: uma enfermeira que agrediu um cachorro e toda a repercussão (para quem não viu, em: http://is.gd/NpaDPq)

Protestos de todas as partes, fotos com dados pessoais da moça, montagem de cães sobre uma possível vingança, e tudo mais ocorreram no mundo virtual. Não estarei defendendo a agressora, mas…

Há coisas curiosas no Brasil. Se rouba descaradamente no Congresso Nacional, se faz lobby de tanta empreiteira para ganhar dinheiro em leis escusas, permite-se tanto abono de crianças nas ruas, faz-se tanta vista grossa para a mendicância e outras particularidades, e não se tem o mesmo auê!

Repito: não estou defendendo a agressora, mas…

Quer coisa mais indigna do que uma mulher se sujeitar à prostituição para sobreviver? Ou do que um pai de família ter que roubar pão para sustento de sua casa?

Terceira repetição: não estou defendendo a agressora, mas…

O que dizer dos doentes que morrem em hospitais públicos, aguardando no canto ou nos corredores, sem assistência médica? Ou de cidadãos trancafiados em suas casas, vítima da violência social?

Nada, nada disso é levado em conta.

Última repetição: não estou defendendo a agressora, mas…

O que quero dizer é o seguinte: há tanta coisa mais importante para se mobilizar… Fóruns, grupos e manifestações foram montados para protestar contra a covarde agressão ao animalzinho. Concordo com tudo o que tem se dito, realmente foi uma covardia, um ato violento e condenável. Mas, amigos, cá entre nós: alguém faz ou tem feito a mesma movimentação por causas mais nobres?

Infelizmente, não.

É evidente que os defensores dos direitos dos animais reclamarão. Claro, estão corretos. As pessoas escolhem bandeiras para defender. Alguém tem que fazer isso! Mas fico indignado que enquanto somos assaltados pelos altos impostos, ou pessoas morrem por desatenção das autoridades médicas, ou ainda quando a dignidade humana é ferida descaradamente, pensamos num cachorro com a volúpia que pensamos…

Não irei repetir a frase dita e repetida acima por mais uma vez, entretanto… não estou defendendo a agressora, mas… lutar pelos direitos e dignidade humana é mais importante do que dos animais.

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Somos Livres para as Nossas Escolhas?

Leio numa edição da Revista Época (708, pg 65-69, por Marcela Buscato e Bruno Segadilha), uma interessantíssima matéria intitulada “O Cérebro no banco dos Réus”. Nela, se questiona se realmente somos livres para decidir, ou seja, se somos responsáveis pelas nossas escolhas. O trabalho se baseia no livro do neurocientista Michel Gazzaniga, autor do livro “Who’s in charge”?, onde ele diz que:

“A responsabilidade pelos nossos atos não é propriedade do cérebro, mas um acordo estabelecido entre as pessoas”.

A idéia central é: nem sempre estamos no comando de nossos atos; muitas vezes estamos iludidos que comandamos a nós mesmos, pois em diversas oportunidades a sociedade é quem comanda as nossas ações. Assim, teríamos culpa por determinados erros com essa visão de responsabilidade pessoal dos nossos atos, se não somos culpados por algumas ações?

Papo-cabeça, mas inteligente e curioso.

O conceito de “Responsabilidade” surge mais ou menos no ano 1700 a.C., com a lei de Talião: Olho por olho, dente por dente! A punição a um crime seria com a mesma forma da infração.

Porém, o conceito começa a mudar com a Lei de Aquilia, Século III), onde surge o conceito de culpa e o direito romano. A preocupação é responsabilizar em respeito à necessidade de se restituir danos a um prejudicado.

Por volta do ano 400, Santo Agostinho defendeu a idéia que: Deus nos deu autonomia, e nós somos responsáveis pelos atos que nós tomamos. Temos livre arbítrio, e não podemos jogar a culpa em outras coisas / pessoas.

A novidade vem em 1843, com a Regra M’Naghten: insanos mentais não podiam receber responsabilidades, pois, afinal, são pessoas perturbadas.

Agora, o dr Gazzaniga diz que muitas vezes podemos ser também inocentes de erros cometidos, pois somos forçados a praticar coisas por força da sociedade. O que você pensa sobre isso: tal argumento pode nos tornarmos livre de responsabilidades pessoais, ou é um grande exagero? Deixe seu comentário:

– Motoboys Paulistanos e as Novas Regras

A Revista Veja SP, Ed 49, ano 44, traz na matéria de Maurício Xavier, a discussão da nova regulamentação dos motoboys na capital paulista.

A idéia é que os 150.000 motociclistas que executam tal trabalho estejam seguros e não provoquem reclamações dos motoristas de carros. Propõe-se: capacetes com faixas refletoras, coletes específicos, baús com 70 cm X 60 cm, e pintura de todas as motos na cor branca.

Hoje, a idade de um motoboy varia entre 25 e 35 anos; eles trabalham 8 horas por dia, usam CG 125 cc, percorrem até 350 km/dia e ganham, em média, R$ 850,00.

E aí, gostam da proposta? Deixe seu comentário:

– Marcelinho Paraíba e Mancini: apoio Psico-Social

Perceberam quantos casos de assédio sexual e outros culminando em violência maior no Esporte, nos últimos dias? No basquetebol americano, por exemplo, nos 15 dias passados, ao menos 2 casos. Aqui no Brasil, a condenação de Mancini (Atlético Mineiro) por estupro na Itália e a prisão de Marcelinho Paraíba (Sport/PE) em Campina Grande pela tentativa de violentar uma moça.

E aí, recordo meu amigo Chicão, que me disse ao comentar sobre o assunto:

“É isso que dá jogador despreparado ganhar dinheiro demais. Se acha bonito porque tem grana e acha que pode tudo”.

Calma lá. O problema é outro: o preparo social e psicológico do atleta. Claro, a maior parte vem de família pobre, e ao ganhar muito dinheiro após equivalente sofrimento, passa a conviver com o assédio de “admiradoras”, empresários e “pseudo-amigos” interesseiros, além do próprio gozo da fama.

Sem dúvida, carecem de apoio de Assistentes Sociais, psicólogos, e por que não, Consultores Financeiros.

Os grandes clubes gastam tanto dinheiro com bobagens; custaria muito à eles gastarem com profissionais indispensáveis como estes?

É apenas uma questão de planejamento de carreira de seus atletas. Comportamento adequado também é indicador de valorização dos seus jogadores.

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Os Brasileiros Fiéis ao iPhone

O aparelho famoso da Apple realmente é benquisto no país. Cerca de 84% dos proprietários de iPhone não pretendem trocar de aparelho, a não ser que seja por um outro do mesmo modelo da empresa, numa versão atualizada, segundo o Estadão de hoje (http://is.gd/yZ28ha).

A empresa revolucionou os aparelhos de celular e a vida de muitos, verdadeiramente.

Não acredita? É porque talvez você não tenha um iPhone…

Vira um vício! É um computador de mão – ou até melhor.

E você que tem iPhone? Concorda com a pesquisa ou não? Deixe seu comentário:

– A Lei Federal do Fumo X Lei Estadual, vista pelo jundiaiense dr José Renato Nalini

O Dr José Renato Nalini, desembargador e doutor em Direito Constitucional, é aqui de Jundiaí. E como uma das pessoas mais respeitadas do meio jurídico, deu uma entrevista à Rádio Bandeirantes falando sobre a Lei do Fumo.

Indagado sobre qual deveria valer, já que em São Paulo já temos uma lei sobre a proibição do Fumo e se a Federal estaria acima dela, disse:

“Valerá a mais rigorosa, já que se encara a questão como de saúde e de meio ambiente, e o meio ambiente é um direito fundamental futuro, que se preocupa com as novas gerações. Assim, vale a mais severa”.

Nem sempre a Lei Federal prevalece sobre a Estadual.

– A Professora e o trabalho de Pedofilia

Surreal a professora paulista que pediu à aluna adolescente para entrar num chat e procurar um pedófilo para trabalho escolar.

Mesmo tendo boa intenção, a metodologia dela é perigosíssima… daqui a pouco vamos ver docente pedindo para aluno ir à boca de fumo, seguindo a mesma lógica.

A colega deu uma bobeada daquelas…

Para quem não viu a polêmica, abaixo, extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,professora-propos-encontro-de-aluna-com-pedofilo-afirma-mae-,798689,0.htm

PROFESSORA PROPÔS ENCONTRO DE ALUNA COM PEDÓFILO

Por José Maria Tomazela

Uma professora de português da Escola Estadual Professora Maria Ramos, de São Carlos, a 255 km da capital, pediu a uma aluna de 12 anos que marcasse um encontro com um pedófilo pela internet como tarefa. Em nota, a Secretaria Estadual da Educação informou que determinou o afastamento da professora e a investigação do caso.

De acordo com a mãe da menina, a professora escreveu um bilhete dirigido aos pais, informando sobre a tarefa. No texto, ela explica ter pedido à menina que entrasse numa sala de bate-papo com nome fictício, citando a idade real, para “analisar as propostas que receberia”. A docente teria justificado que o objetivo seria mostrar os riscos da internet.

Ela pediu aos pais que monitorassem as conversas online da menina. O bilhete pede a ajuda dos pais “para avaliar e vigiar essa conversa, já que meu único objetivo é mostrar a eles o risco desse tipo de conversa”.

No bilhete, a professora também solicitou que as conversas fossem impressas e anexadas no trabalho. Ela ainda afirma: “Qualquer questionamento, podem me procurar na escola”.

O caso foi levado ao Conselho Tutelar da cidade, na sexta-feira, pela mãe da menina, que viu o bilhete da professora no caderno e conversou com o marido, padrasto da criança. Ele foi até a escola reclamar com a direção.

De acordo com o relato da estudante, a professora separou a classe em três grupos e distribuiu trabalhos com temas diferentes. No grupo da garota, o tema era a pedofilia e, como ela revelou que tinha acesso à internet, a professora pediu que entrasse em um chat para encontrar um pedófilo.

A aluna foi incumbida de marcar um encontro com ele em frente à catedral, no centro de São Carlos. O plano da professora era levar a garota até o local para tirar foto do suposto pedófilo. A mãe disse que a filha ficou tão nervosa com a incumbência que chegou a chorar, com medo de falar com os pais sobre o pedido da professora.

Esclarecimentos. A conselheira tutelar Rosa Helena Polese informou ter enviado ofício para a Diretoria Regional de Ensino pedindo esclarecimentos sobre a conduta da professora. De acordo com a diretora regional Débora Gonzales Costa, a professora leciona na rede estadual há oito anos e nunca teve problemas com alunos.

O caso também chegou ao Ministério Público. O promotor da Vara da Infância e da Juventude, Marcelo Mizumo, ainda analisará se cabe providências. Ele disse que, em princípio, não parece ter havido prática de crime.

A professora foi procurada pela reportagem, mas um familiar informou que ela não vai falar sobre o caso com a imprensa.

– Como é bom acordar cedo! Acordar e ser acordado. Por alguém, por si ou por Deus!

Sou integrante da parcela da população que curte a madrugada.

Calma, não dos notívagos, mas dos madrugadores ao pé-da-letra. Dormir cedo e acordar cedo é muito bom!

Devido minhas atividades, muitas vezes sou obrigado a dormir muitíssimo tarde e acordar antes do sol nascer. Mas, sempre que podemos, minha família vai pra cama cedo. Como diriam os mais antigos, na “hora da novela”.

Sou partidário daqueles que dizem que a noite é perigosa. E é mesmo! Tudo a noite é mais difícil: a escuridão ajuda a insegurança, o cansaço atrapalha o desenvolvimento das tarefas, e por aí vai!

Cedo, há maior disposição. O corpo e a mente descansaram. O espírito está mais pré-disposto a desafios!

Hoje, levantei as 03:30h. Pudemos dormir às 21:00h (ufa, que benção!). E acordei com uma vontade intensa de trabalhar!!!

É um hábito. Já corri 30 minutos a 12,5 km/h (com roupas “fosforescentes”, afinal, está escuro); ainda preparei as provas para meus alunos, estou escrevendo no Blog e daqui há pouco tem mais trabalho. Nesse ritmo, há tempo para as escapadelas planejadas para cuidar da família. Ótimo.

Tudo isso é diferente da insônia, que é terrível. Mas há algo parecido: e quando você acorda elétrico durante a noite? Já tive isso também.

Alguns dirão que essa euforia é fruto do inconsciente que acaba por despertar de alguma coisa vivida e não percebida. Outros colocarão a culpa na alimentação ou excesso de cafeína. Padre Lucas, um amigo, me dizia que:

“O Espírito Santo age quando e como quer”.

Tenho isso em minhas anotações! Ele fazia questão de ressaltar que empolgações inexplicáveis, idéias brilhantes e vontade imensa de fazer acontecer eram impulsionadas pela Graça de Deus.

Concordo com todas essas afirmações, que trazem a nós a saúde para o corpo, alma e mente!

E você, gosta de acordar cedo?

– Regras de Convivência

“Aprendi ao longo da minha vida profissional e pessoal que as regras de convivência têm que ser preservadas“

Luís Álvaro Oliveira Ribeiro, presidente do Santos FC, sobre o fato de ligar para os possíveis compradores de Neymar e educadamente suspender as negociações, avisando-os imediatamente da renovação milionária do jogador.

Serve para o caso do triângulo Santos – Real Madrid – Barcelona, e serve para a vida de qualquer um!

– FFLCH (tá feia a coisa, Parece Guerrilha!), Drogas e a Palavra de Içami Tiba

Quer dizer que os manifestantes da FFLCH/USP invadiram a reitoria na madrugada e estendem faixas no prédio?

Esses caras são a mente pensante e futuro da nação?

Lutam pelo direito de fumar maconha livremente no Campus?

Não querem a PM por lá?

E o resto da USP discorda de tudo isso… quem está certo?

Ouvi o respeitadíssimo dr Içami Tiba dizer em uma recente entrevista:

“São filósofos, não médicos, que defendem a legalização da maconha. Não é um problema social para sociólogos discutirem, mas um problema de saúde, reservado pela autoridade médica. E os médicos acham um absurdo legalizar a maconha.”

Falar o quê? Estou com o dr Içami Tiba! E você?

– Um Linguajar Inapropriado pode Ferir sua Equipe?

Questionado se o Corinthians desejava tirar o argentino Montillo da equipe do Cruzeiro, Andrés Sanches, seu ‘educado’ presidente, descartou a contratação dizendo à Rádio Itatiaia:

“De merda, meu time está cheio.”

(áudio no YouTube em: http://www.youtube.com/watch?v=IXc1iT3q_hI)

Como é que os jogadores da sua equipe reagem a tal declaração? Intramuros, logicamente não devem ter gostado…

Recordando: no final da festa do Paulistão-2011, Andrés Sanches, questionado, descartou a contratação de Muricy Ramalho em substituição a Tite (que balançava na época) com o mesmo linguajar:

“Já tenho um treinador ruim, vou trazer mais uma merda?”

(texto no UOL em: http://uolesporte.blogosfera.uol.com.br/2011/05/23/andres-nega-trazer-muricy-e-alfineta-tite-ja-tenho-um-treinador-ruim/)

Uma pequena observação: tanto o treinador e os jogadores chamados pelo chulo termo estão na liderança do Brasileirão... irônico ou não?

– Wikinomia

Li uma entrevista de Don Tapcost numa edição antiga da Revista Veja (Ed 2212, Páginas Amarelas). Ele é um consultor em Economia e Tecnologia e abordou um tema interessante: a Wikinomia.

O que seria isso?

Seria a Economia Colaborativa, termo usado para falar no aprendizado e na colaboração de compartilhamento de conhecimentos de diversos setores da sociedade no mundo corporativo. Com o advento das redes sociais, há muita interação e comunicação; as pessoas aprendem mais e difundem seus conhecimentos, muitas vezes gratuitamente.

Quer um exemplo prático? Se você acabou de aprender algo novo neste post ou em qualquer outro assunto do blog e compartilhou com alguém, acaba de ser uma agente wikinômico. E como li sobre esse assunto e escrevi, também eu me tornei um ator da wikinomia.

Inteligência e comunicação são coisas fantásticas, não?

Segundo Tapcost, a sociedade tende a ser cada vez mais wikinômica. E você, concorda com isso? Deixe seu comentário:

– Vaiar ou Ausentar-se?

Como é difícil agradar platéias grandes. No Rock in Rio, Cláudia Leite foi vaiada. Não pela incompetência da moça, mas pelo ritmo musical. E ela reclamou:

“Não gostar de Axé é normal. Anormal é achar-se superior porque conhece John Coltrane ou porque adora o Metallica”.

É isso aí. Não gosta, não vai ao show. Sou chato com minhas preferências musicais, mas respeito o talento de quem interpreta canções e ritmos que não gosto. Vaiar não vale.

E você, como se comporta? Deixe seu comentário:

– Radicalismo é Sempre Ridículo: o Péssimo Exemplo do PSTU

Vivemos num país democrático, mas há coisas ridículas: Em Bauru, um ex-membro do PSTU foi acusado de pedofilia. Veja a nota divulgada pelo partido (extraído da Época dessa semana, Coluna Dois Pontos)-

“Reforçamos que essas situações extremas de violência (pedofilia) são fruto do modo de produção capitalista, que utiliza a opressão como meio de manter a produção”.

Putz, o cara é pedófilo e a culpa é do Capitalismo? Tenha dó.

– Pessoas mais Bonitas são mais Egoístas?

Sabem aqueles estudos que beiram o preconceito? Este é um deles.

As universidades de Barcelona, Madri e Edinburgo resolveram pesquisar a relação Beleza x Comportamento, e chegaram a conclusão que pessoas atraentes cooperam com o próximo em 45,7%; já os menos atraentes cooperam em 67,3%.

Conceito de beleza: simetria facial!

Cá entre nós: que grande bobagem, não? Como os reitores deixam o dinheiro dessas instituições escoarem pelo ralo…. além do conceito de “belo” ser subjetivo, o que deve valer é a beleza interior!

(informações extraídas da Revista Superinteressante, out/2011, pg 18,por Fernando Badô)

E aí, você tem a mesma impressão ou não? Deixe seu comentário:

– PUC fecha campus devido à Festa da Maconha

Universidades sofrem.

Muitas vezes, as redondezas dos grandes centros universitários são assoladas pelo consumo e apologia às drogas. Porém, a PUC-SP tem vivido o problema mais sério: as aulas foram suspensas devido à realização nesta sexta da “Festa da Cultura Canábica”, ou Festival da Maconha, como preferir.

Quer saber a programação do evento? Veja nessa matéria do UOL. É surreal!

Extraído de: http://noticias.uol.com.br/educacao/2011/09/15/reitor-da-puc-sp-suspende-aulas-e-fecha-campus-contra-festival-da-cultura-canabica.jhtm

PUC SUSPENDE AS AULAS POR FESTA DA CULTURA CANÁBICA

O reitor da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica), Dirceu de Mello, decidiu suspender as aulas e atividades administrativas dessa sexta-feira (16) no campus Monte Alegre, no bairro de Perdizes, zona oeste de São Paulo, por conta do “1º Festival de Cultura Canábica”. O evento está sendo organizado por estudantes e foi marcado para acontecer entre 16h de amanhã e 4h de sábado (17).

Os praticantes da cultura canábica defendem a descriminalização do uso da maconha (cannabis sativa) e cultuam objetos produzidos com a erva. Segundo os organizadores, o festival serve para  propagandear as duas causas.

O evento foi divulgado em redes sociais, e só no Facebook mais de 6.000 usuários confirmaram presença. Nos convites, os organizadores pedem para os convidados não consumirem maconha na festa porque suspeitam que haverá polícia no local.

Lariqueiro e Miss 4:20

Na programação do festival há cinco bandas alinhadas à causa, DJs, um desfile para eleger a “Miss 4:20” (4:20 significa consumir maconha), além de um concurso de culinária para premiar o melhor “lariqueiro” –no vocabulário dos “canábicos”, uma espécie de chef habilidoso em preparar lanches e pratos improvisados para saciar a fome resultante do consumo de maconha.

A suspensão das aulas no campus Monte Alegre foi determinada pelo reitor em ato publicado nesta quinta-feira (15). Dirceu de Mello também interditou toda área do campus para impedir a realização do festival.

Para justificar sua decisão, o reitor afirmou que nas festas realizadas às sextas-feiras na PUC há consumo de drogas e bebidas alcoólicas em pleno campus, além de barulho excessivo. O reitor citou ainda uma interpelação dirigida à universidade pelo Ministério Público e uma notificação do Programa de Silêncio Urbano (Psiu) da prefeitura.

Após a divulgação do festival, Mello pediu abertura de inquérito no 23º DP (Perdizes).

– Big Brother dos Boleiros

Antigo, (1 ano atrás), mas curioso e atual… Abaixo:

Comportamento adequado, preservação do corpo, resguardo e descanso. São essas algumas características que os profissionais do futebol devem ter. Ou melhor, deveriam!

Uma moda que pode se tornar costumeira: a espionagem da vida pessoal dos jogadores, a fim de descobrir o que fazem nas horas vagas!

Extraído de: Revista Isto É, ed 2138 de 01/01/2010, pg 82-83, por Rodrigo Cardoso

MARCAÇÃO FORA DE CAMPO

Barcelona contrata detetives para espionar a vida privada de seus jogadores, algo que os clubes fazem informalmente no Brasil

No filme “Boleiros”, de Ugo Giorgetti, o ator Lima Duarte interpreta um treinador de futebol que faz marcação cerrada a um boêmio jogador, craque de seu time, no hotel onde os jogadores estão concentrados. Em uma das cenas, enquanto o treinador passa de quarto em quarto para se certificar de que os atletas estavam na cama, descansando, um membro da comissão técnica vigiava a recepção do hotel, já suspeitando que o tal jogador armava uma noitada às escondidas. Era assim, de forma primária, que muitos clubes tentavam até pouco tempo atrás controlar as atividades extracampo de seus boleiros-problema. O Barcelona, da Espanha, porém, profissionalizou o expediente. À frente de seu tempo na forma de jogar futebol, o clube catalão mostrou-se pioneiro também fora das quatro linhas ao contratar uma agência de detetives particulares para fazer marcação cerrada em seus craques.

A mando do então presidente da agremiação, Joan Laporta, a agência Método 3 passou o outono de 2008 seguindo os passos dos brasileiros Ronaldinho Gaúcho e Deco, do camaronês Samuel Eto’o e do espanhol Gerard Piqué. De acordo com a revista espanhola “Interviú”, que revelou o caso, o trabalho custou o equivalente a R$ 11,8 mil. O zagueiro Piqué foi espionado 24 horas por dia durante uma semana. Os outros três foram investigados da seguinte forma: o clube informava as festas que ocorriam na cidade e os detetives apareciam nos locais. O espanhol foi o único que teve a ficha limpa no relatório enviado ao Barcelona – apenas Piqué ainda defende o time azul-grená. Já os brasileiros e o africano teriam cometido atos de indisciplina que ferem o regimento interno do clube. Meses depois, Ronaldinho e Deco foram negociados. Eto’o ficou até o final daquele ano, quando foi vendido.

Hoje meia do Fluminense, Deco, pego de surpresa com a notícia, negou ser baladeiro e explicou que a espionagem teve motivação política. “O Sandro Rossel, atual presidente do Barcelona, foi quem me contratou e os outros três ­jogadores. Ele era vice do Laporta antes, mas os dois brigaram”, diz. “Curioso que o único que não teve problema seja justamente o que continua no clube.” Além dos atletas, a esposa de Rossel e o antigo treinador da equipe, Frank Rijkaar, também teriam sido espionados.

No Brasil, a marcação extracampo não chega a ser tão profissional, mas existe. Além de treinadores, que controlam a vida afetiva de seus comandados com o auxílio de outros atletas do elenco, torcedores fanáticos fazem as vezes de espiões. Para tanto, têm como informantes seguranças, barmen, caixas e recepcionistas de casas noturnas. “Gente da comissão técnica e até diretores já pediram para a gente ficar de olho em jogador”, afirma André Guerra, presidente da Mancha Alviverde, torcida organizada do Palmeiras.

Segundo ele, o ex-atacante palmeirense Vagner Love esteve na mira de cartolas e torcedores, no ano passado. Dois dias antes de uma partida decisiva, em novembro, o jogador foi flagrado por imagens do circuito interno de uma boate, em São Paulo. Uma cópia da gravação chegou até a Mancha, que a enviou para diretores palestrinos. “Eles viram as imagens. O Love estava embriagado, às 6h da manhã. Quatro horas depois, o time embarcou para o Rio de Janeiro e ele andou no jogo”, diz Guerra. O atacante, hoje na Rússia, deixou o Palmeiras depois de brigar na porta de um banco com torcedores, que cobravam dele, dentro de campo, o mesmo entusiasmo nas baladas.

Este mês, o atacante Jóbson de Oliveira, 22 anos, do Botafogo, passou a ser monitorado 24 horas por dia. Em julho, ele retornou ao futebol após seis meses suspenso por doping – havia consumido cocaína antes de uma partida. Depois de iniciar um tratamento contra a dependência química, teve uma recaída e foi visto em algumas festas. Como há o receio de que a bebida seja um chamariz para a cocaína, uma pessoa passa o dia ao lado do jogador, o leva aos treinos e chega a dormir no apartamento de Jóbson. Gislaine Nunes, advogada que gerencia a carreira de jogadores de futebol, vê com indignação o fato de clubes ou torcedores vigiarem a vida particular dos atletas. “Casos como o do Barcelona mostram como os jogadores são tratados como coisas, dementes, e provam o quanto o futebol é arcaico, provinciano.” O filme “Boleiros” passeia por esse universo. Nele, o treinador Lima Duarte fracassou como detetive e o craque do time tem uma noite de prazer com uma maria-chuteira vivida por Marisa Orth.

– Sessentões: Para se ter Pleno Equilíbrio Emocional, há idade certa?

Um estudo da Universidade de Berkeley chegou a conclusão que aos 60 anos de idade as pessoas podem controlar mais as suas emoções, pois, de fato, estão em plena atividade quanto à “inteligência emocional”.

 

De certo, a experiência de vida pode ajudar as pessoas; tem sua lógica, é claro. De tanto calejar a pessoa aprende. Mas eu, particularmente, cada dia que envelheço fico mais sem paciência… e dizem a mim: “é a idade”.

Brincadeiras a parte, tal resultado é questionável por um simples motivo: o respeito à individualidade às pessoas. 

E você, o que pensa sobre isso: quanto mais velhas, as pessoas estão emocionalmente melhores? Deixe seu comentário:

– Desafio Interreligioso na Educação dos Filhos

Um dos novos questionamentos da sociedade é: como pais de religiões diferentes devem educar seus filhos?

O Ecumenismo é fundamental para isso. Mas compartilho uma interessante matéria da Revista IstoÉ, ed2138 de 01/03/2010, pg 72-73, por Patrícia Diguê, a respeito sobre o assunto:

CRESCENDO ENTRE DUAS RELIGIÕES

Como pais de crenças diferentes enfrentam o desafio de educar seus filhos com valores religiosos distintos

Quando Anne, 10 anos, e Felipe, 8, nasceram, os pais, Maria Angélica, criada no catolicismo, e Marcelo Dimantas, que é judeu, tiveram de conversar bastante sobre como seria a educação religiosa dos filhos. A mãe não abriu mão do batismo, sacramento que significa tornar a criança um filho de Deus para os católicos. E o pai quis que o menino fosse circuncidado, aos 8 meses, em uma cerimônia que igualmente simboliza a aliança com Deus no judaísmo. Além dos questionamentos habituais da infância, é comum na família do casal de médicos ter de responder a perguntas também sobre religião, como “por que o papai não acredita em Jesus?” ou “por que a mamãe comemora o Ano-Novo em uma data e o papai em outra?”. A saída, conforme o casal, é sempre esclarecer tudo com o máximo de transparência. “Eu digo que, apesar de o pai ir à sinagoga e eu à igreja, nós dois acreditamos em Deus”, conta Angélica.

A família frequenta os eventos das duas religiões e, em casa, mantém tanto os símbolos católicos quanto os judaicos. A data com maior potencial de confusão era o Natal. Neste caso, os avós paternos cederam e presenteiam as crianças mesmo que a data não tenha significado para eles – os judeus não acreditam que Jesus tenha sido o messias. A discussão do momento é a respeito do rito judaico de passagem da infância para a juventude, aos 13 anos, o bat mitzvah (meninas) ou bar mitzvah (meninos), correspondente ao crisma do catolicismo. “Para os judeus, é um momento importante, quando eles são apresentados à sociedade. Mas ainda estamos conversando sobre como lidar com isso”, diz Angélica.

Os Dimantas vivem uma realidade cada vez mais comum no Brasil. Apesar da maioria católica (73%), a crescente multiplicidade de religiões aumenta o número de lares onde prevalece mais de uma fé. “A vinda de imigrantes e a fragmentação das igrejas fazem com que esta situação se torne mais corriqueira”, diz o padre Gabriele Cipriani, ex-secretário do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic), entidade que representa cinco igrejas cristãs históricas e trabalha o ecumenismo. “O que importa é colocar a criança no caminho da fé e não pressioná-la a seguir uma das religiões. Isso tem de brotar naturalmente”, afirma.

A agente de viagens Carla Bechelli, 38, que foi criada no catolicismo mas se tornou espírita, e o técnico de celular Daniel Pinder, 43, judeu, vivenciam esta realidade. Os filhos, Lucas, 13, e Matheus, 9, convivem com as três crenças. Foram batizados na fé católica, frequentam o centro espírita e conhecem a “Torá” (livro sagrado dos judeus). “Eles gostam dos amigos e das festas, e só querem saber de brincar por enquanto”, comenta a mãe, para quem é melhor que os filhos tenham três religiões a nenhuma. “O importante é que eles temam a Deus e aprendam a ter fé. Quando crescerem, vão decidir qual caminho seguir”, diz ela A atitude do casal é a correta, segundo o padre José Bizon, diretor da Casa de Reconciliação de São Paulo. “A religião deve unir a família e nunca ser motivo para desentendimentos”, afirma.

Diante dos inúmeros casos de famílias com religiões mistas em seu consultório, a psicóloga Mariana Taliba Chalfon resolveu escrever um livro infantil para ajudar os pais na hora de explicar as diferenças. Lançado no mês passado, “Entre a Cruz e a Estrela” conta a história de Max, um garoto que vive entre o cristianismo e o judaísmo. Segundo a autora, que vivenciou essa situação em sua família, os pais devem entrar em acordo sobre a educação religiosa dos filhos ainda durante a gestação. “O diálogo franco entre o casal é a maneira mais positiva de estabelecer as regras de conduta em relação à religião para a família e para que os filhos se sintam seguros”, recomenda.

É com essa filosofia que o vendedor Márcio Alves Paviatti, 41, católico, e a secretária Valdinéia Gonçalves Paviatti, 37, evangélica, pretendem direcionar a educação religiosa do filho Pedro, 3 anos. Ambos decidiram se casar na Igreja Metodista, na qual o menino também foi batizado, para amenizar as diferenças. “Decidimos pelo caminho do meio”, conta Paviatti. Como católico, ele queria que o filho fosse batizado ao nascer. Valdinéia preferia que o rito ocorresse mais tarde, como pregam os evangélicos. Na Metodista, o batismo poderá acontecer duas vezes, satisfazendo a ambos.

Para Valdinéia, porém, o mais importante é que Pedro já sabe quem é o “papai do céu” e que a família reza antes das refeições e de dormir. “Os filhos têm que ser criados no caminho do amor, da fé e da solidariedade”, afirma o padre José Bizon, da Casa de Reconciliação. Tolerância e entendimento são as palavras-chave.

– Dia “de Mim”?

As Lojas Cem têm uma propaganda curiosa. Criaram o “Dia de Mim”, onde o consumidor é levado a refletir sobre fazer agrados a si próprio (consumindo na própria rede, é claro).

Mas sabe que essa idéia é interessante?

Sinceramente, penso que muitas vezes é bom fazer umas concessões, se auto-mimar. Creio que seja necessário para espairecer.

Agora, verdade seja dita: carece de dinheiro para essas coisas…

– Dia do Sexo. E do Sexo Cristão?

Ih… hoje é dia do meu aniversário de casamento, e, ao mesmo tempo, DIA DO SEXO!

Coincidências? Hum…

Brincadeiras à parte, mas que tal uma outra visão do sexo, do ponto de vista cristão?

O Sexo nos planos de Deus: O jovem casto exercita o autodomínio para ser fiel no casamento. Link em: http://goo.gl/t07wt

 #ValeaPenaEsperar

– Parquímetro para…?

Em Jundiaí, os parquímetros arrecadam bem e fazem sucesso (ou polêmica) nas ruas de Rafael de Oliveira e Petronilha Antunes. Alguns motoristas entendem a lógica de estacionamento rotativo e outros acabam por detestar a iniciativa que já perdura por alguns anos.

Bonn, cidade que foi a capital da antiga Alemanha Ocidental, inovou: adaptou seus parquímetros para cobrar a taxa de permanência não de veículos, mas de pessoas. E de um grupo específico: das prostitutas.

Lá, durante à noite, as moças que exercem a dita “profissão mais antiga do mundo” estarão liberadas para exercer sua atividade nas calçadas, e  pagarão à Prefeitura Local uma taxa de permanência (encare como ISS ou outra contribuição qualquer), usando os parquímetros para isso.

Assim como os carros estacionados têm que mostrar o ticket de permanência nos vidros, as moças deverão mostrar os comprovantes às autoridades fiscalizadoras.

E aí, o que acha disso: imposto sobre trabalho ou a Prefeitura age como uma espécie de cafetina pública? Deixe seu comentário:

Quanto se arrecadaria nas cidades brasileiras com tais medidas…

– Dia do Solteiro? Vantagem ou Não?

 

Alguém me disse que hoje é o Dia do Solteiro.

 

Caramba: temos dias para todos os gostos. Mas o que se pode comemorar na solterice?

 

Quem não tem uma boa companheira não sabe como é bom ser casado!

 

(Fiz uma média legal com a Patroa, não? – Mas falei de coração).

 

Mas não se esqueça: às vezes, antes só do que mal acompanhado também é uma grande verdade…

– Comércio de Jundiaí sofre Arrastão de Meninas

 

Primeiro, foram as meninas paulistanas que fizeram arrastões na Vila Madalena e geraram polêmica. Infelizmente, a versão local desta triste situação aconteceu aqui em Jundiaí também: Cacau Show, Hot Point, Dani Cosméticos e Caedu sofreram um arrastão de meninas com 12, 14 e 15 anos no Centro da cidade! Todas eram de Francisco Morato, e confessaram que vieram exclusivamente para praticar furtos aqui.

 

O que se pode falar sobre isso? De quem é a culpa desse absurdo? Dos pais, da sociedade, do Governo… de quem? Além disso, o que fazer com elas? Fundação Casa resolve?

 

Deixe seu comentário (extraído do Bom Dia Jundiaí, em: http://is.gd/96pHoN)

– Madames-Chuteiras X Marias-Chuteiras

 

No futebol, é recorrente o termo “Maria-Chuteira” à moça que luta de todas as formas para arranjar um jogador de futebol como namorado. O título se popularizou pelo fato da maioria, às vezes, nem se importar com a pessoa ou o comportamento do atleta, mas sim pelo status (há várias situações assim na sociedade: Maria-breteira, Maria-gasolina…).

 

Mas a Revista Época desta semana, Ed 690 (pg 90-91), trouxe um novo perfil nesse meio: as madames-chuteiras, que teriam mais classe do que as primeiras.

 

Tenho certeza que as moças citadas na matéria abaixo não se sentiram lisonjeadas com o título de madame…

 

MADAME CHUTEIRA

 

Finas, educadas e donas de prestígio e traquejo social, beldades como Bia Antoni e Deborah Seco representam o novo perfil da mulher de craque.

 

Por Bruno Segadilha

 

É um roteiro manjado. Mulher bonita e sensual se insinua para um jogador famoso em meio a uma balada qualquer. Eles ficam, fazem farra, saem em todas as capas de revista. Se não conseguir engatar um namoro, a bela, normalmente nascida em berço popular, aproveita os 15 minutos de fama para emplacar algum ensaio sensual e faturar uns trocados. Caso emplaque um romance ou engravide, o Olimpo: dinheiro, mordomia, fama. Ricas e alçadas à condição de celebridades, aproveitam para desfilar na imprensa a cabeleira loira e alisada, calças de cintura baixíssima e tops justos.

Esse foi o caminho da ascensão social seguido por muitos anos pelas “marias chuteiras”, apelido das garotas que fazem de tudo para descolar um polpudo casamento com os atletas dos campos. Mas, a julgar pelo comportamento de consortes como Bia Antoni, senhora Ronaldo Fenômeno, e Deborah Secco, senhora Roger Flores, o perfil das antigas marias chuteiras mudou. Finas, bem-educadas e donas de sua própria posição social, elas têm seguido um caminho iniciado pela ex-spice girl Victoria Beckham. Em vez de pegarem carona na fama do marido, são elas que, de certa forma, emprestam seu prestígio a atletas que costumam ter fama de inconsequentes. “Elas são fundamentais na construção da imagem pública de seus maridos, seja pelo traquejo social que esbanjam ou simplesmente pelo talento para se manter longe de confusões”, diz o pesquisador esportivo Celso Unzelte. “Essa fluência social é essencial para os jogadores, porque hoje em dia eles não vivem só do futebol, mas de contratos publicitários.”

Descolada e dona de uma agenda privilegiada, Bia é uma figura festejada na alta sociedade paulistana e carioca. Formada em engenharia e com pós-graduação na França, ela costuma causar alvoroço com seus eventos, como o almoço organizado por ela, em fevereiro, em homenagem ao badalado Yehuda Berg, mestre de Madonna na cabala. Os convidados dividiram a mesa com Ashton Kutcher e Demi Moore, que estavam de passagem por aqui por causa da São Paulo Fashion Week. Ao contrário das marias chuteiras, Bia tem a capacidade essencial de manter a fleuma diante do vexame. O melhor exemplo aconteceu em 2008, quando Ronaldo foi flagrado com travestis em um motel do Rio de Janeiro. Ela arrumou as malas e saiu de casa. Mas não soltou uma só palavra. No ano passado, deu nova demonstração de nobreza ao apoiar que o marido assumisse a paternidade de Alex, filho concebido durante a Copa do Mundo do Japão, em 2002.

Caroline Celico, de 24 anos, também vive em sintonia com o marido, Kaká. Mãe e dona de casa por vocação, como ela costuma dizer, Caroline só deixa a rotina de cuidados com os filhos Luca, de 3 anos, e Isabella, de 3 meses, pelos estúdios musicais. Há um mês, Caroline lançou um DVD só com músicas religiosas. Shows e turnês, nem pensar. A prioridade são os filhos e a família, como sempre pregou o comportado Kaká, craque que afirma ter casado virgem. Filha de Rosângela Lyra, diretora da grife Dior no Brasil, e do empresário Celso Celico, Caroline vem de uma família de posses. “Os jogadores estão mais espertos em relação à fortuna deles e são bem assessorados pelos seus empresários”, diz o comentarista esportivo Mauro Betting. Casar com uma mulher bem-nascida diminui substancialmente as chances de golpe do baú. Roger Flores, atualmente no Cruzeiro, que o diga. Antes de conhecer a atriz Deborah Secco, com quem está casado desde 2009, o jogador namorou por dois anos a apresentadora Adriane Galisteu. Tanto Deborah quanto Adriane são exemplos de mulheres independentes e bem-sucedidas. Galisteu teria declarado, inclusive, que Roger seria sovina.

Casar com jogador famoso já foi sinônimo de vergonha no Brasil. Nas décadas de 1950 e 1960, os atletas eram associados à boemia. Estavam na mesma categoria dos sambistas. Iniciar um romance com um tipo desses era motivo de desespero para a família, como foi para a de Rachel Izar Neves. Filha de libaneses ricos, Rachel conheceu o ex-goleiro Gylmar dos Santos Neves em 1958, quando ele era o titular da Seleção. Ela se apaixonou, mas esbarrou na resistência do pai, que deixou a filha trancada em casa por seis meses. A solução – fugir – custou-lhe a exclusão do testamento do pai e um exílio familiar de dez anos. “Era muito difícil um pai aceitar que a filha casasse com um jogador”, diz o empresário Marcelo Izar Neves, filho do casal. “Hoje em dia, talvez a história fosse diferente.”

Hoje, o que era vergonha se transformou em orgulho. O exemplo mais notório é Barbara Berlusconi. Filha do primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, ela (aparentemente) não teve problemas em casa por assumir seu romance com Alexandre Pato, atacante do Milan, o time do pai. O político tem mandado recado pelos filhos de que Pato “já é da família”. Pelo visto, em breve veremos um casamento com um pacto pré-nupcial daqueles. Difícil saber quem vai se proteger mais.

– As Normas de Condutas Empresarias quanto as Roupas!

Compartilho interessante material da Folha de São Paulo sobre as exigências de vestimentas aos seus funcionários. Curioso!

 

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/765257-empresas-adotam-codigos-de-vestimenta-severos-a-funcionarios.shtml

 

EMPRESAS ADOTAM CÓDIGOS DE VESTIMENTAS A SEUS FUNCIONÁRIOS

 

Muitas empresas, ainda que a contragosto dos funcionários, entraram na moda do “dress code” –código de vestimenta que diz o que é permitido usar no trabalho.

As regras vão de uso de uniformes a proibição de determinadas cores e formatos. Para quem desrespeita o manual, que visa reforçar a imagem da empresa, há penalidades como advertências.

Ao ser contratado, Luiz Monaro, 25, ex-analista de treinamento da Libbs –do ramo farmacêutico–, recebeu o “dress code” em formato de livro, que deveria permanecer sobre sua mesa.

“Os homens não podiam dobrar a manga da camisa, e o relógio tinha limite para o tamanho da caixa”, lembra.

Segundo Monaro, os funcionários tinham três meses para se adaptarem. Logo no início, sua chefe o informou de que deveria trocar os óculos de grau, pois a armação era “muito esportiva”.

O consultor Ricardo Rabello, da Fellipelli, critica o exagero em regras –que não implica o crescimento do profissional. “São bizarrices.”

Em novembro de 2009, Juliana Aparecida Carvalho, 23, ex-funcionária da Multicobra (“call center”), foi parada na porta da firma “por usar roupa inadequada”.

“A encarregada de segurança me barrou”, recorda Carvalho, que no dia estava de calça jeans, blusa regata e sapatos de salto alto.

“As pessoas se mostravam indignadas com aquela situação porque eu não estava malvestida”, comenta.
Na mesma semana, registrou boletim de ocorrência e entrou com pedido de rescisão de contrato na Justiça.

“Não tinha conhecimento de nenhum manual de vestimenta na empresa”, diz. “A empresa não se manifestou, não me deu apoio e até hoje não tive nenhuma explicação do que aconteceu. Isso foi o que me intrigou mais.”

Em contraponto, o advogado André Goda, que representa a Multicobra, salienta que há um manual de integração que “orienta os funcionários a se vestirem de maneira adequada”.

“Caso a responsável pela portaria avalie que o funcionário não está de acordo com as regras, ela vai chamar o seu supervisor para autorizar a entrada”, declara Goda.

Segundo ele, o uso de roupas ousadas não é permitido. “Até hoje, nenhum funcionário deixou de trabalhar ou foi impedido de entrar na empresa sem uma avaliação.”

– Enésima Expulsão de Felipão…

 

Várias vezes abordamos o tema: “Felipão e seu relacionamento com os outros setores do futebol”, em especial à jornalistas e arbitragem.

 

Ontem, mais uma expulsão de Luiz Felipe Scolari. E ele certamente tem seus motivos para justificar a “injustiça cometida por mais um árbitro”. Sim, pois já que ele está acima do bem e do mal, achando que pode apitar a partida do banco de reservas e pressionar acima de qualquer limite a arbitragem, sempre o culpado é o árbitro (seria por não ceder às suas queixas?)

 

Me lembro da primeira oportunidade em que vi Luiz Felipe Scolari. Estava iniciando a carreira como árbitro e trabalhava numa partida Sub15 do Campeonato Paulista da categoria, onde o Palmeiras jogava num dos campos da Academia de Futebol. Salvo engano, o árbitro da partida seguinte (Sub17) era Robério Pereira Pires. Deve ter sido em 97 ou 98. O treino da equipe profissional havia se encerrado, e num jogo de garotos apitado por um trio também de “garotos”, lá estava Felipão, à beira do gramado, gritando, esbravejando e xingando. Numa partida comum, sem nenhuma polêmica. Será que era para “educar” os garotos do Sub15 e sub 17?

 

Minha segunda vez: em 1999 ou 2000, bem mais experiente, apitei uma preliminar de Palmeiras X União Barbarense. Equipe profissional se aquecia ao fundo do gol e o jogo entre Aspirantes transcorria normalmente. Depois de um lance duvidoso… não é que o professor Felipão, atrás de uma placa publicitária, xingando? (quantas vezes você vê treinador acompanhando aquecimento?).

 

Fico com a pergunta: Para quê tanta antipatia? Scolari é competente, não precisa disso…

– O que você quer do Brasil?

 

Um material intitulado: “O retrato que o país quer ser”, da Revista Época de 01 de novembro de 2010, pg 60-63, traz os seguintes desejos da sociedade:

 

PAZ

 

JUSTIÇA

 

REDUÇÃO DA POBREZA

 

MORADIA CONFORTÁVEL

 

CUIDADO COM OS IDOSOS

 

OPORTUNIDADE DE EMPREGO

 

CUIDADO COM A SAÚDE

 

RESPEITO

 

QUALIDADE DE VIDA

 

JUSTIÇA SOCIAL

 

HONESTIDADE

 

SOLIDARIEDADE

 

Esses são os anseios da sociedade. E os seus desejos, estão nessa mesma ordem de importância? O que você acrescentaria nessa lista? Deixe seu cometário:

– Xenofobia, Intolerância e Mente Perturbada

 

Triste, mas real. Veja o seguinte texto de um doente mental sobre o modelo social brasileiro:

 

“Um país que tem culturas competindo vai se despedaçar ou terminará como um país permanentemente disfuncional como o Brasil ou outros países. Corrupção e alto nível de criminalidade são resultados naturais (…)A alternativa é o modelo de ‘bastardização’, muito similar ao modelo brasileiro, onde tem sido estabelecida (devido à revolução marxista brasileira) uma mistura de europeus, asiáticos e africanos. Essas políticas se provaram uma catástrofe para o Brasil e outros países que institucionalizaram e facilitaram uma livre mistura de raças. O Brasil se estabeleceu como um país de segundo mundo com um grau de coesão social muito baixo. Os resultados são óbvios e se manifestam por meio de um alto grau de corrupção, baixa produtividade e eterno conflito entre as diferentes culturas (…).”

 

Sabem que escreveu isso? Anders Behring Breivik, o matador norueguês, em seu manifesto: 2083 – a Independência Européia.

 

Uma das virtudes do nosso país é a miscigenação de raças e cultura diversa. Infelizmente, há loucos e loucos como ele por aí a solta…

 

E você, o que acha desse artigo? Deixe seu comentário:

– Árbitro de Futebol pode tecer comentários sobre atletas como um simples mortal?

 

Claro que não.

 

Infelizmente, a cultura futebolística não permite que o árbitro possa agir como qualquer cidadão. Se ele criticar a postura de Neymar ou Kleber Gladiador, torcedores mais exaltados dirão que os árbitros perseguem esses atletas. E se elogiar a conduta de qualquer jogador, alegarão favorecimento.

 

É triste, mas é assim que funciona.

 

Bem diferente do tênis. Por exemplo: o árbitro brasileiro Carlos Bernardes foi escalado para a final do torneio de Wimbledon, dias atrás (compare com a Copa do Mundo de futebol). Além de ter competência, Carlos Bernardes esbanja simpatia. Lá, ele falou sobre a conduta dos atletas sem nenhum constrangimento ou problema. E com esse jeito, conquistou tenistas, conviveu com eles e é aplaudido e respeitado por onde passa por torcedores!

 

Aqui, se o árbitro erra um lance, no outro dia não pode sair à rua…

 

Compartilho bela matéria do OESP sobre a vida do árbitro de tênis Carlos Bernardes, bem diferente da dos árbitros de futebol. Abaixo, extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,o-juizo-da-final,742894,0.htm

 

O JUÍZO DA FINAL

 

Da cadeira de 2 metros de altura, Carlos Bernardes foi o árbitro da decisão de Wimbledon entre Nadal e Djokovic

 

Por Flávia Tavares

 

A 9.530 quilômetros da quadra onde Björn Borg e John McEnroe disputavam a final – que ganhou a fama de ter sido a melhor de todos os tempos – do torneio de Wimbledon, em 5 de julho de 1980, Carlinhos assistia ao espetáculo embasbacado. Ali, na nem tão glamourosa São Caetano do Sul, o rapazote, filho de pai bombeiro e mãe nutricionista, se encantava irremediavelmente com o tênis. Mas hoje é incapaz de lembrar quem era o árbitro da partida.

Pois quase exatos 31 anos mais tarde, o juiz da final de Wimbledon, em seu uniforme de R$ 6 mil, imponente em sua cadeira a dois metros de altura, era Carlinhos, agora Carlos Bernardes. No domingo passado ele arbitrou a decisão entre Rafael Nadal e Novak Djokovic, com vitória do sérvio por 3 sets a 1. Recebeu uma moeda comemorativa, foi convidado para o baile de gala pós-jogo e, desde então, não para de dar autógrafos, acomodar os tapinhas nas costas e sorrir.

Foi longo, mas até natural, o caminho até a grama inglesa. Ainda nos anos 80, um vizinho tinha umas raquetes encostadas e os dois decidiram aprender por conta a técnica dos voleios, saques, backhands, forehands, etc. Pulavam o muro do que hoje é o ginásio Milton Feijão para treinar e acabaram convidados a jogar de fato. Com a morte do pai, um dos heróis do incêndio do Joelma, num ataque cardíaco fulminante, Carlinhos teve de se tornar Carlos Alberto Bernardes Júnior e, aos 15 anos, passou a dar aulas. “Eu era muito quieto, tímido. O tênis mudou isso e minha vida”, diz, serenamente, na sala do departamento de tênis do São Caetano Esporte Clube.

Num torneio internacional no Clube Pinheiros, em 1985 ou 1986, não se lembra bem, foi convocado a atuar como juiz de linha e recebeu um treinamento vapt-vupt para isso. Aos poucos, deixou a raquete e passou a arbitrar cada vez mais, até chegar ao posto de juiz de cadeira, o senhor das regras nas quadras de tênis. O fato de ser negro num ambiente predominantemente branco nunca atrapalhou. E hoje ele é um dos 12 golden badge da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), mais alto posto da categoria, com um salário que pode variar de US$ 50 mil a US$ 100 mil – sem direito a “bicho” por chegar à final.

Entre suas atribuições está o controle da plateia, que não pode se exceder para não desconcentrar os jogadores. Aquela voz que pede silêncio com um “thank you” durante a disputa é dele. “Uma vez tive de dar um pito no Maradona, num jogo entre Potito Starace e David Nalbandian, na Argentina, porque ele torcia como se estivesse num estádio de futebol”, conta Bernardes. “Depois da partida, ficamos amigos.” Ele também fez amizade, por outros motivos, com personalidades como o golfista Tiger Woods.

Mas o que torna um juiz de cadeira realmente bom é a capacidade de aplicar as regras sem tirar os tenistas do sério. Quando aquela bola esbarra na linha por milímetros e o jogador recorre ao desafio (um replay do lance no telão) e está errado, é comum que se frustre. “Há estatísticas que provam que o árbitro está certo em 70% dos casos de desafio”, garante. “Minha tarefa é conversar com o jogador de forma que ele se conforme e consiga voltar sem que isso afete o resultado final da partida.” Por isso, muitas vezes a comunicação se restringe a um aceno com a cabeça, para conter os ânimos. Bernardes não se incomoda com o recurso tecnológico que pode desmentir suas decisões. Apenas acha injusto que ele não esteja disponível para todos. Em Wimbledon, das 19 quadras, apenas 4 dispunham do recurso. “É como se os demais jogadores participassem de outra competição na prática.”

Nem só de contestações se compõem as relações entre o juiz e os tenistas. Depois de uma jogada espetacular, é comum que ele troque um olhar de espanto e admiração com um deles ou com os juízes de linha, discreto o suficiente para que não seja captado pelas câmeras de TV. A partida mais sensacional que “apitou” não foi a primeira final de um juiz um sul-americano no US Open, de 2006, mas o jogo entre Andre Agassi e James Blake naquele mesmo ano. “Era noite e foi um jogo inesquecível, muito bem jogado.”

Bernardes se sente confortável para contar que gosta de arbitrar jogos do suíço Roger Federer. “Ele é pura técnica, impecável. Nadal é mais força. E Djokovic vem numa evolução surpreendente.” A final do último domingo foi tranquila, sem grandes pressões: apenas dois desafios e uma correção, que é quando o juiz tem de rever uma decisão de um juiz de linha. Na definição do brasileiro, “um jogo bonito”.

O que o abalou mesmo foram as manifestações de carinho que recebeu depois que seu nome foi selecionado para ser o primeiro brasileiro a comandar uma final do tradicional torneio, em sua 125ª edição. Como a do tenista sueco Jonas Björkman, que gritou “Brasil! Brasil!” nos corredores entre as quadras de Wimbledon. Ou da namorada Francesca, também juíza, com quem mora em Bérgamo, na Itália. Ou da filha Anna Luiza, de 12 anos, diretamente de São Caetano. “Não esperava repercussão tão grande. Recebi e-mails de pessoas que não via há anos.” Na salinha de tênis do São Caetano Esporte Clube, autografou bolinhas felpudas como se fosse o campeão. E quem dirá que não é?

– Gênios do Bem e Gênios do Mal

 

Sou grande admirador de Stephen Kanitz (@stephenkanitz). Para quem ousa não conhecê-lo (siga-o no Twitter, você não se arrependerá), ele é professor, consultor, administrador e portador de demais títulos.

 

Há 8 anos, ele escreveu um artigo na Revista Veja onde dissertou sobre pessoas inteligentíssimas e que usam esse dom para o bem ou para o mal. Nele, falou das grandes possibilidades dos terroristas nos dias atuais. O ‘poder tecnológico’ que permite aumentar o ‘poder de fogo’ de terroristas, por exemplo, é assustador.

 

Contrastando com os “gênios do bem”, que usam sua inteligência para um mundo melhor, os “gênios do mal” se dividem em duas perigosíssimas categorias: os que buscam vingança e os que buscam poder e dinheiro.

 

Compartilho o brilhante artigo, de antemão aviso: Não se assustem com o poder de destruição dos gênios do mal; afinal, embora realístico seja o perigo, ainda (felizmente) existam gênios do bem.

 

Extraído de: http://blog.kanitz.com.br/2011/05/o-pr%C3%B3ximo-bin-laden-ser%C3%A1-pior-e-agora-.html

 

O PRÓXIMO BIN LADEN SERÁ PIOR. E AGORA?

 

Da mesma forma que temos gênios do bem, o mundo gera gênios do mal. 

 

Para cada 1.000 pessoas inteligentes haverá uma pessoa maluca, um “6 Sigma”*.

E entre cada 1.000 dessas haverá uma supermaluca ainda, gente a quem vou chamar de “7 Sigma”.

Pessoas inteligentíssimas e competentes, mas que estão longe do padrão normal.

Na Idade Média, um desses malucos de mal com a vida e o mundo poderia sair matando uns vinte inocentes no mercado principal, até que os cavaleiros do rei lhe cortassem a cabeça.

 

Nos anos 80, um terrorista matava 200 com uma bomba numa estação de trem.

Hoje, graças ao avanço da tecnologia, um maluco pode sequestrar um avião e matar 2.000 pessoas.

Daqui a alguns anos, correremos o enorme risco de um “7 Sigma” modificar um vírus da gripe e misturá-lo com o vírus da Aids, e então veremos 80% da população mundial e brasileira ser dizimada.

Este é o novo problema que nos assola.

Teremos mais Bin Ladens, cada vez mais perigosos. 

 

A luta contra esse terror não é exclusivamente americana, como muitos estão comodamente achando. Um vírus aéreo da Aids lançado em Nova York em dois meses estaria sendo respirado em Brasília.

 

Como identificar um “7 Sigma” antes que ele faça um estrago grave é um problema sério que o mundo poderá enfrentar nos próximos cinquenta anos.

É um problema policial-sociológico-jurídico-político absolutamente novo e exigirá soluções muito impopulares.

Por exemplo, como identificar essa gente maluca com nossos valores de privacidade, sigilo e liberdade?

Como identificar os “7 Sigma”, sem impor um Estado policial, numa cultura que abomina o “dedo-duro”?

Como prendê-los sem muitas provas de suas malucas futuras intenções?

Como condená-los à prisão se ainda não cometeram o monstruoso crime?

Depois do 11 de setembro, esse perigo ficou mais claro para o mundo, mas o governo americano mudou de enfoque e demarcou países como o Iraque e a Coréia como perigosos, e não os futuros “7 Sigma” espalhados por aí.

Em minha modesta opinião, isso é um erro. Saddam e seus filhos queriam poder e dinheiro.

 

Quem quer dinheiro e poder avalia seus limites. 

Bin Laden e seus suicidas queriam vingança, e isso sim é um perigo assustador.

 

Vingança a qualquer preço, para si e para os outros, e quem está disposto ao suicídio já ultrapassou qualquer limite de razoabilidade.

Como também queria vingança o criador do vírus Sobig.F, que chegou a contaminar um em cada dezesseis e-mails, e preparava um enorme ataque ao site da Microsoft, destruindo e-mails de médicos a seus pacientes, pedidos de remédios e chats de apoio psicológico, entre outras coisas.

Um segundo erro da doutrina Bush é que ela quer implantar democracias liberais no resto do mundo como solução.

Mas democracias liberais são justamente aquelas que não acreditam em um Estado que controle a população, e sim numa população que controle um Estado.

Justamente o contrário do que precisamos para proteger a nação de um “7 Sigma”.

Os Estados Unidos já implantaram redes neurais que supervisionam movimentos de pessoas, de cheques e sinais estranhos na população. Mas quem vai supervisionar o mundo?

Os americanos, a ONU, cada país por si ou a polícia montada canadense? É uma bela encrenca a ser resolvida.

No fundo, o que ocorre é que o mundo está avançando em termos de tecnologia muito mais rapidamente do que em termos de psicologia, sociologia e política.

Um único indivíduo instruído com um bom laboratório nos fins de semana tem acesso a tecnologia de destruição capaz de dizimar o mundo.

Talvez o risco dos “7 Sigma” não seja tão grande quanto estou supondo, e vão me criticar por alarmismo.

Eu também prefiro achar que não vai acontecer nada, mas e se der zebra e não estivermos preparados?

Vão dizer que o ser humano no fundo é bonzinho e não faria mal a ninguém.

Esquecem que todo dia hospitais, indústrias de remédios, médicos e dentistas perdem arquivos valiosos para nós pacientes por causa de 7.000 vírus eletrônicos que andam rodando por aí, plantados no sistema por alguém, sem alvo definido, sem medir consequências.

Eu sinceramente preferiria discutir um pouco mais essa questão em vez de ignorá-la como estamos fazendo.

 

* Sigma é uma medida estatística de desvio da normalidade. Quanto mais Sigma, mais anormal. Estima-se que existam mais de 650.000 pessoas “6 Sigma” no mundo e 1.650 pessoas “7 Sigma”. O drama é que não se sabe quem são.

– O Cotidiano na Coréia do Norte

Estamos verdadeiramente em outro planeta, se compararmos a nossa vida com a dos norte-coreanos.

 

Leio na Superinteressante (Revista Superinteressante, Ed Outubro/2010, pg 42-43, por Alexandre Rodrigues, João Guitton, Samuel Rodrigues e Vanessa Reyes), um infográfico sobre como é o dia-a-dia na Coréia do Norte, que talvez seja a maior e mais fechada ditadura comunista do mundo, controlada ao extremo pelo PC local e pelo seu governo totalitário.

 

Ter celular dá cadeia; o figurino das ruas é sempre o mesmo e o Governo controla até o seu sono. Veja se você se habituaria a um lugar como esse:

 

DESPERTADOR COLETIVO – às 7h da manhã, alto-falantes despertam a nação. Em cada domicílio e escritório, uma caixa de som na parede toca a rádio estatal.

 

KIM FILHO – A cara do presidente Kim Il-Jung, herdeiro de Il-Sung, está em todas as ruas, casas, escolas, fábricas, repartições. Lojas têm fotos de Il-Jung fazendo compras ali.

 

COLETIVO – Os poucos carros vão para os funcionários públicos mais graduados. O comum é ir trabalhar a pé, de bicicleta, em ônibus elétricos e, principalmente, de metrô.

 

SEM SINAL – Não há semáforos, e nem fazem falta, pois há poucos carros. Policiais conhecidas como “damas do tráfego” direcionam o trânsito.

 

SUL MARAVILHA – Vindos da Coréia do Sul, balões com pacotes caem do céu. Eles trazem dinheiro, camisetas e panfletos contra a Coréia do Norte.

 

NOITE FRACA – Às 21h, todos já estão em casa. Não há vida noturna nem na capital, exceto uma boate e um cassino para estarngeiros.

 

VERSÃO OFICIAL – A mídia admite problemas no país, mas é tudo ‘culpa do imperialismo americano e seus lacaios sul-coreanos’. Ninguém tem acesso à internet para checar os fatos.

 

LOOK BÁSICO – A maioria das roupas são dadas pelo Estado. Homens ganham conjuntos estilo Mao, azuis ou pretos. Mulheres, blusas brancas e beges, saias pretas e azuis. Crianças, o uniforme escolar.

 

RAÇÃO – A comida é racionada, e é preciso ir buscá-la todos os dias em lojas do governo. Cigarros, bebidas e congelados são contrabandeados da China.

 

CIRCO SEM PÃO – Estádios lotam com os participantes da ‘diversão coletiva’. São espetáculos coreografados, parecidos coma abertura dos Jogos Olímpicos – só que sem os jogos.

 

SE TRUMBICA – Na rua, não se vê celulares – até pouco tempo atrás, quem tivesse um podia pegar pena de morte. Há poucos orelhões, pouco usados. Ligar para quem, se ninguém tem telefone?

– A Intolerância e a Idiotice sem Limites

 

E o triste caso no interior paulista, nesta semana, onde um pai saudoso do filho o abraçou e foi confundido com gay? (nem coloco citação pois foi um caso que repercutiu em toda a mídia)

 

Idiotas, ao verem o pai abraçando o filho que não via há tempos, pensaram que era namoro homossexual e os agrediram.

 

E se fosse?

 

Não faço apologia à causa gay, mas como cidadão e cristão, temos que respeitar o homossexual. Intolerância e ignorância, somadas, dão nesse absurdo caso… Violência e insociabilidade!

 

Deixo aqui a frase do pai, na delegacia, após sair do hospital:

 

“Agora, nem saudade do filho pode se ter”.

 

Triste, não?

– Comunidades Cibernéticas e Comunidades Reais!

 

Dom Odilo Scherer tuitou.

 

Pois é, o cardeal arcebispo metropolitano da capital paulista está usando a ferramenta microblogueira para evangelizar, e alertou sabiamente:

 

“Contatos e comunidades cibernéticas não podem tomar o lugar das relações humanas e comunitárias reais, nem substituí-las.”

 

Concordo. Nada substitui o contato físico, emocional, pessoal… Não há link que possa ser melhor do que um abraço fraterno, um olhar sincero ou um singelo aperto de mão. Sem desprezar os meios interativos de comunicação, tão necessários no dia de hoje.

 

E você, o que pensa disso? Há possibilidade de muitos jovens serem ótimos sócios-virtualmente e péssimos no contato sócio-real? Deixe seu comentário: