– O que os Estudantes preferem e quais seus Hábitos

Uma interessante matéria na Veja SP (citação abaixo), traz uma combinação de pesquisas realizadas pela Abril Mídia, IBGE e Ibope com estudantes entre 12 e 17 anos das redes público e privada de ensino, sobre comportamento dos estudantes. E nela, resultados interessantes: mais da metade dos alunos nunca seria professor; a minoria gosta de Química; quase 10% já usaram drogas ilícitas e 9% se apaixonaram por seus mestres.

Outros números sobre a realidade de ensino nessa faixa etária, abaixo:

Extraído de Revista Veja SP, Ed 0/02/2011, pg 31

AS PREFERÊNCIAS E HÁBITOS EM NÚMEROS

54% dos alunos não seriam professores;

23% experimentaram cigarro;

9% experimentaram drogas;

85% já colaram em provas;

18% consomem bebida alcoólica regularmente;

42% possuem smartphones;

9% se apaixonam pelos professores;

22% perderam a virgindade antes dos 15 anos;

55% praticam esportes;

29% foram vítimas de assalto;

40% sofreram com bullying;

21% causaram bullying;

9% preferem química, 12% português, 13% história; 16% idiomas, 17% matemática e 33% outras disciplinas;

38% seguirão carreira em Humanas, 18% exatas, 10% biológicas, 17% outras e 17% não sabem.

– Travestis cobrando Caloteiros do Fisco!

Sabemos que a sonegação fiscal é um problema mundial. Mas uma resolução inusitada veio do Paquistão. Lá, as autoridades resolveram provocar constrangimento aos devedores colocando travestis para cobrá-los!

Como se sabe, eles são islâmicos e o homossexualismo é algo que refutam muito. Veja o que aconteceu abaixo…

Extraído de: http://super.abril.com.br/cotidiano/travestis-combatem-sonegacao-impostos-598669.shtml

TRAVESTIS COMBATEM A SONEGAÇÃO DE IMPOSTOS

Paquistão pede ajuda de transexuais para elevar a arrecadação

por Juliana Cunha

Algumas usam jeans e camiseta, outras preferem vestido e lencinho na cabeça. Todas bem arrumadas, com maquiagem e cabelos impecáveis, elas saem prontas para arrasar… a evasão fiscal. O Paquistão, um dos países campeões mundiais em sonegação de impostos (apenas 2% da população declara imposto de renda), decidiu tomar uma medida inédita. A prefeitura de Karachi, maior cidade do país, recrutou grupos de travestis que saem às ruas para coletar impostos atrasados. Os transexuais vão até lojas e residências, de porta em porta, batendo palmas e gritando – a proposta é chamar bastante a atenção e, aproveitando o machismo do país, constranger os devedores a pagar suas dívidas.

A inspiração veio de uma iniciativa parecida: em 2006, a Índia empregou eunucos para cobrar impostos atrasados (que ficavam cantando na porta dos inadimplentes até que eles se convencessem a pagar). E não agrada a todos. “Os impostos são o calcanhar de aquiles da política paquistanesa”, diz o parlamentar Jahangir Tareen. “Enquanto o governo não tomar providências sérias para acabar com a sonegação, haverá esse tipo de medida desesperada e inócua.” Apesar das críticas, os defensores da ação alegam que ela também é uma forma de incluir os transe-xuais na sociedade. Para a maioria deles, o trabalho de arrecadar impostos é o primeiro emprego fixo e registrado. Os “travestis do governo”, como são chamados pela população, já estão trabalhando há 9 meses e arrecadaram US$ 100 mil em tributos atrasados. Mas a cidade de Karachi ainda tem cerca de US$ 5 milhões em impostos a receber. Ainda será preciso brilhar muito mais.

– Os Clubes de Carnaval em Jundiaí com a Lei Seca

A maioria dos clubes sociais de Jundiaí estão tendo que tomar medidas radicais em decorrência da Lei Seca e do Carnaval.

Boa parte vai proibir a entrada de menores de 18 anos. Aí fico pensando: nas noites, qual o percentual de jovens entre 16 e 18 anos num baile de Carnaval? É significativo.

Outros clubes colocarão em vigor a Lei Seca: nada de bebida alcoólica.

De fato, é difícil encontrar um mecanismo que controle adequadamente a venda de bebida aos jovens. Mas fico pensando: pra mim, esse controle deveria ser feito para os pais. O cara que tem 16 anos pode votar para presidente, mas não pode beber?

Difícil. A opção de cerveja sem álcool praticamente é descartada por todos.

– Como a Gentileza faz Diferença na Administração de Empresas

Cada vez mais o tema “boa educação e gentileza” na Administração de Empresas vem à tona. A seguir, interessante material de como simples ações e bons modos pode ajudar o profissional no mundo corporativo.

Extraído de: http://mulher.terra.com.br/interna/0,,OI3594802-EI1377,00-Ser+gentil+abre+portas+no+trabalho.html

SER GENTIL ABRE PORTAS NO TRABALHO

Segundo os caçadores de talento, ser gentil é muito importante para ter reconhecimento no mercado

Levar uma fechada no trânsito e ainda ser xingado, agüentar o chefe mal-humorado que mal diz bom dia, ficar meia hora pendurado no telefone esperando uma resposta do atendente. Realmente é difícil ser gentil nas grandes metrópoles. Mas saiba que é bom ir treinando pequenas gentilezas no dia-a-dia se você pretende ter sucesso na carreira.

As americanas Linda Kaplan Thaler e Robin Koval se inspiraram no segurança do prédio de escritórios onde trabalhavam, em Manhattan, para escrever o livro O Poder da Gentileza (Editora Sextante). Os calorosos cumprimentos de Frank, um homem na casa dos 50 anos, animam o dia das pessoas que passam pela portaria todas as manhãs.

E foi exatamente isso que ajudou a equipe das publicitárias a fechar um contrato multimilionário com o presidente do sexto maior banco dos Estados Unidos. Ele ficou impressionado com a gentileza de Frank numa cidade em que a frieza e atitude inflexível fazem parte de sua mitologia.

Muitos headhunters acham que ser gentil é uma característica fundamental para ganhar reconhecimento no mercado. Segundo esses caça-talentos, a gentileza sempre abre portas. “Uma pessoa acessível, simpática, educada e aberta a propostas tem mais chances de sucesso profissional em comparação com alguém pouco solícito e mal-encarado”, diz Renata Filippi Lindquist, sócia diretora da Mariaca InterSearch, empresa especializada em recrutamento de executivos.

Essa qualidade, porém, não é desejável apenas quando se fala em executivos. “A gentileza, ou a falta dela, impacta todos os níveis hierárquicos”, afirma Daniela Yokoi Sanchez, gerente da divisão de vendas e marketing da Page Personnel, empresa do grupo Michel Page especializada em recrutamento. E, quando se está começando uma carreira, essa característica se torna ainda mais importante, segundo a headhunter da Mariaca. “Quem trabalha de forma cooperativa tem mais oportunidades de ser considerada”.

Exemplos
No recrutamento, as empresas buscam profissionais que transitem bem nas relações interpessoais e tenham habilidade na comunicação. Por isso, é comum a entrevista abordar assuntos como vida pessoal, família e hobby do candidato, que podem revelar as características citadas.

Daniela lembra dois profissionais que ilustram bem comportamentos distintos no mundo corporativo para os quais recrutou funcionários. O primeiro é um executivo da área de alumínio – gentil com homens e mulheres, bem-educado e preocupado com a família. “Para ele, fiz a contratação de uma profissional, que está adorando e desenvolvendo muito profissionalmente. Ele é lembrado no mercado de modo positivo”, conta.

O segundo cliente é de uma multinacional e, segundo Daniela, conhecido por sua indelicadeza. “Sua gestão não é bem vista no mercado. Fecham negócio com ele só porque sua empresa é referência”, revela.

Problema de imagem

A gentileza muitas vezes pode ser confundida com fraqueza, o que não gera respeito. Como não cair nessa armadilha? “É preciso ser assertivo e passar o recado de forma clara e objetiva sobre procedimentos, resultados, prazos. Mas é possível fazer isso de maneira amistosa, já que causar medo não gera respeito”, diz a sócia proprietária da Mariaca.

Por outro lado, se a equipe sentir que o chefe é somente um amigo e faz da empresa uma extensão de sua casa (com happy hours constantes, falta de horário) não será respeitado. “Regras claras, organização, educação e transparência são essenciais para evitar confusões”, conclui.

Pratique
A frase “Podemos sempre ser gentis com pessoas que não têm qualquer importância para nós”, do personagem Lorde Henry, em O Retrato de Dorian Gray (1890), de Oscar Wilde, mostra que a gentileza pode ser praticada para um dia se tornar natural.

Mas cuidado com o exagero. “Quem é gentil só para fazer marketing pessoal se torna cansativo”, avisa Renata. Para aqueles que têm consciência de sua introversão, ela indica exercitar mais a gentileza, pois, mesmo no exagero, vai parecer natural. Já que as pessoas extrovertidas devem ser cuidadosas e dosar as gentilezas, para evitar o ar artificial.

Ser gentil, no entanto, não é apenas perguntar como foi o fim de semana para o colega de trabalho. Sorrir sempre, cumprimentar todos, ajudar os colegas, ser participativo e fazer parte do time são gestos gentis que os especialistas indicam para um ambiente profissional saudável. Vale a pena tentar, já que o mínimo que pode acontecer é contagiar as pessoas à sua volta, e essa gentileza retornar para você.

Cinco dicas úteis

Coleque a gentileza em prática seguindo os ensinamentos das autoras americanas Linda Kaplan Thaler e Robin Koval:

1 – Pratique. Todos os dias, durante a próxima semana, faça cinco coisas simpáticas que não tragam nenhuma recompensa imediata a você. Agradeça sempre, dizendo “obrigado” aos outros. Pergunte a quem encontrar como vai a vida. Será que a faxineira do prédio tem netos? O sentido disso não é imaginar que o taxista a quem você deu uma gorjeta generosa algum dia dirigirá uma empresa importante. É, simplesmente, adquirir o hábito de ser gentil – e descobrir como isso o faz sentir-se bem.

2 – Elogie. Certa vez, um rapaz perguntou a Abraham Lincoln se ele ficava irritado com os constantes pedidos de autógrafo. “Os homens suportam muita coisa quando são lisonjeados”, respondeu o presidente. Suas palavras são tão verdadeiras hoje quanto eram em seu tempo. Todos nós adoramos um elogio. E, no entanto, somos parcimoniosos ao fazê-los. Se você está preocupado com a possibilidade de que um elogio pareça falso, fique tranqüilo. O próprio fato de estar preocupado com isso significa que você não é um puxa-saco e, portanto, não dará essa impressão.

3 – Sorria. Estudos mostram que o simples ato de sorrir faz com que você se sinta realmente mais feliz, o que acontecerá também com as pessoas à sua volta. Então tente adquirir o hábito de sorrir mais. Como prática, sorria para estranhos amistosos e receptivos. Comece com crianças. Após algum tempo você estará preparado para sorrir até para as pessoas com um ar mais antipático.

4 – Adoce a vida. Mantenha um suprimento de guloseimas em sua escrivaninha ou nas proximidades. Quando as pessoas que vierem vê-lo parecerem tensas, cansadas, mal-humoradas, abra sua gaveta e dê um docinho a elas.

5 – Ajude o inimigo. Enumere seus três maiores rivais. Para cada um, escreva alguma coisa que você poderia fazer para ajudá-lo e que não atrapalhe seu próprio trabalho. Na próxima oportunidade, ofereça sua ajuda.

– Assuntos que enchem o saco… Um deles: o Futebol

 Sabe o que cansou nessa semana?

 

1 – o BBB

2 – a Luiza que estava no Canadá

3 – o navio que afundou

4 – a politicagem na arbitragem brasileira.

 

Sinceramente, esses assuntos já deram conta. O BBB por imbecilidade; a Luzia por cansaço; o navio por sensacionalismo; a politicagem no apito por nojo propriamente dito.

Alguns caras se agarram no poder em todas as frentes e fazem daquilo a maior das vaidades de suas vidas. É um tal de jogo político daqui, interesse dali… argh! Cansa ver árbitros dando murro em ponta de faca e nada acontece. E outros acomodados lambendo e bajulando seus diretores, que adoram isso!

Aliás, bem abertamente: estou de saco cheio e descrente do prazer que o futebol pode trazer. O torcedor comum pode se divertir, mas quem foi árbitro de futebol ou é jornalista, vê o esporte de outro jeito. As denúncias do meio da arbitragem são tão cansativas quanto as de treinadores e dirigentes que usam do futebol para suas benesses pessoais. Vide as matérias esclarecedoras do Blog do Paulinho, jornalista que escancara a podridão dentro do Corinthians e que recentemente trouxe impressionantes revelações das relações em ter Flamengo, Luxemburgo e empresários.

No fundo, todos sabem que isso, infelizmente, é comum. E porque nem todos externam isso? Tem emissora que promove de tal forma esses caras que evidentemente o telespectador mais culto percebe que há algo de errado nisso.

Cansei de futebol.

– Uma Terra de Gente Bandida com Pequenos Bolsões de Honestidade?

Cada vez mais me abala uma observação de um amigo sobre Honestidade. Ele sempre me dizia que:

Ser honesto, no Brasil, era ser diferente”.

Ora, não deveria ser uma regra?

Digo isso pois leio que Lâmpadas de Led foram roubadas na Ponte Estaiada, na Marginal Pinheiros. Não é o cúmulo?

Muitas vezes nós vemos atos de honestidade serem divulgados como manchete, como se fossem coisas raras. NÃAAAAAOOO. Ser honesto deve ser constante, no dia-a-dia, coisa normal, lógica e corriqueira. Ser honesto NUNCA pode ser diferente.

Isso, infelizmente, deve ocorrer porque muitos de nós nos acomodamos em ver corrupção, roubo, bandidagem, desonestidade.

Triste quando um país trata a honestidade como uma virtude, não como uma obrigação.

– As Sábias Palavras de Carlos Nascimento

Duas coisas que tomaram conta da mídia no país: BBB e a “Luiza”

Sobre o BBB, falamos em: http://is.gd/BebumdoBBB

Sobre a Luiza, em: http://is.gd/LuizaCanadaBrasil

Carlos Nascimento, consagrado jornalista, disse no Jornal do SBT um resumo do que a maior parte dos brasileiros gostaria de ter dito:

Ou os problemas brasileiros estão resolvidos ou nós nos tornamos perfeitos idiotas. Porque não é possível que dois assuntos tão fúteis possam chamar a atenção de um país inteiro”.

Concorda ou não? Eu assino embaixo.

– Sorrisos Amarelos no Ambiente de Trabalho

Até onde a simpatia não-sincera vale a pena? Uma pesquisa da Universidade de Michigan alega: falsidade com sorrisos forçados é prejudicial ao trabalho, em especial ao ambiente entre os colegas e às vendas.

Extraído da Revista Época Negócios, Caderno Inteligência, Ed Abril 2011, pg 63

QUANDO SORRIR FAZ MAL

Sabe aquele risinho amarelo, forçado, que serve apenas para tentar agradar à freguesia? Livre-se dele ou você poderá prejudicar a saúde e os negócios

Funcionários que lidam diretamente com o público e passam o dia sorrindo contribuem para um bom e produtivo ambiente de trabalho, certo? Depende do sorriso. Aquele amarelo, tão falso quanto uma nota de R$ 3, pode ser contraproducente e acabar minando os negócios. Pelo menos é este o resultado de um estudo feito por professores da Universidade de Michigan. Segundo os pesquisadores, a energia aparentemente positiva de um funcionário “farsante” não só piora o seu humor como dificulta o cumprimento das tarefas cotidianas. Por outro lado, quando o riso é genuíno e tem origem em pensamentos positivos ocorre uma efetiva melhora no ânimo.

Durante duas semanas, os pesquisadores acompanharam a rotina de motoristas de ônibus. Cabe lembrar que, nos Estados Unidos, os motoristas também atuam como cobradores, o que lhes obriga a interagir frequentemente com o público. Nas ocasiões em que estes profissionais declararam ter tentado disfarçar pensamentos negativos com sorrisos forçados, as respostas aos questionários revelaram uma nítida piora no humor. Não por acaso, os períodos de alteração no estado de espírito revelados pela pesquisa coincidiram com um aumento de ausência no trabalho. Por outro lado, quando os motoristas disseram que cultivaram pensamentos positivos – como lembranças das férias –, as faltas no trabalho caíram e o humor manifestado nas respostas da pesquisa melhorou.

“Empresários podem pensar que ter funcionários sorridentes é algo bom para a organização, mas não é bem assim”, disse Brent Scott, professor de administração responsável pelo estudo. “Sorrir por sorrir pode levar à exaustão emocional e fazer o funcionário se ausentar do trabalho.” O efeito foi ainda mais forte entre as mulheres, que apresentaram, além de uma queda mais acentuada no humor, maior propensão que os homens a faltar no trabalho após uma longa série de sorrisos amarelos. Da mesma forma, o pensamento positivo teve um efeito mais benéfico sobre elas, tanto no que diz respeito ao humor quanto à disposição para trabalhar.

O estudo, publicado em fevereiro no Academy of Management Journal, não investigou as causas do fenômeno nem a razão da diferença entre gêneros. No entanto, segundo Scott, pesquisas anteriores indicam que as mulheres demonstram mais suas emoções do que os homens. Quando forjam um sorriso enquanto sentem emoções negativas, elas entram em um intenso conflito interno, que pode afetar mais fortemente os sentimentos. De qualquer forma, ensina o professor, mulheres e homens devem utilizar a técnica da semeadura de bons pensamentos com moderação. Ela parece de fato melhorar o humor no curto prazo, mas pode causar sequelas depois de certo tempo. “Se você ficar tentando cultivar boas emoções a todo momento, corre o risco de começar a se sentir falso”, afirmou Scott.

– O Conto da Grávida de Taubaté

Dias atrás, a mídia falava da mega-grávida de quadrigêmeos, moradora em Taubaté, com 4 univitelinos! Caso raro e que ganhou destaque.

Minha mulher falou de pronto: “Credo, que barriga esquisita!”

Esquisita mesmo… afinal, não estava grávida! Seu advogado confirmou o golpe.

Desequilibrada ou picareta?

Imagine a quantidade de doações que já deve ter recebido. A troco de quê deu o golpe? Para gozar das pessoas? Para faturar em cima? Para aparecer na mídia?

Um caso de loucura ou de burrice. Não consigo definir. E você?

Extraído de: http://is.gd/VzyYw9

GRAVIDEZ DE QUADRIGÊMIOS DE TAUBATÉ É FALSA

A mulher que dizia estar grávida de quadrigêmeos em Taubaté, no interior de São Paulo, mentiu. O advogado dela confirmou, nesta sexta-feira, que a gestação é uma farsa.

Enilson de Castro contou que Maria Verônica Santos, de 25 anos, usou uma barriga falsa de silicone, coberta com tecido. Ela estaria arrependida. E ainda segundo o advogado, o marido também foi enganado.

O motivo que levou a mulher a inventar a história não foi revelado. O caso da suposta gravidez ficou famoso nas últimas semanas, depois que Maria Verônica concedeu diversas entrevistas e posou para fotos, exibindo a imensa barriga.

Mas a gravidez passou a ser contestada. O médico da mulher já havia confirmado que um ultrassom realizado em agosto descartava a possibilidade de gravidez. Maria Verônica dizia estar na trigésima quinta semana de gestação.

– Prostitutas Versus Travestis em Jundiaí

Em ótima matéria de Teresa Orrú no Jornal de Jundiaí dessa quinta-feira, uma constatação medonha: a prostituição em Jundiaí nas ruas continua alarmante. Mas um fato incrível: a prostituição feminina na cidade perde espaço para os travestis! Hoje, quem manda na zona central são os homens travestidos de mulher!

Novos tempos…

Não deveríamos ter nem de mulher, nem de homem. Passe as 21:00h em alguma esquina do Centro com seu filho(a) e sinta o constrangimento!

– Esbanjar o desnecessário: Injustiça e descaso para com o Pobre…

A indústria do luxo é cada vez mais forte no Brasil. Nossa sociedade cada vez mais consumista e materialista muitas vezes se esquece dos limites, e acaba cometendo injustiças. O glamour fala mais do que a insensatez.

A Bandeirantes tem um programa chamado “Mulheres Ricas”, onde socialytes riem da sua fortuna e dos gastos extravagantes. Enquanto isso – sem querer ser hipócrita – vítimas de Sapecado, na divisa de MG e RJ, morrem sem recursos, vítimas de desastres das chuvas.

Quer entender o que digo? Leia essa canção do padre Zezinho, elA retrata exatamente o que penso, ou seja, QUANDO O DINHEIRO ESCRAVIZA:

Não é justo e é pecado ter demais como o outro tem. (…) há pobres que se matam pela vida, e recebem de salário o que tu gastas em bebida. E o que gastas em cigarro, festas, roupas, diversão, quem te serve não recebe nem se quer pata leite e pão (…) Não é justo e é pecado esbanjar o dispensável (…) a escada que tudo sobres é a mesma que tu desces.

Não gosto dessas excentricidades sem conteúdo, nem de produtos que se impõe pela marca, com custo-benefício questionável. Me incomoda gastar com coisas desnecessárias. E você?

NÃO É JUSTO

Padre Zezinho, Sagrado Coração de Jesus

Não é justo e é pecado ter demais como o outro tem. 
Se trabalhas quase nada e sacias-te de bem, 
e o irmão que se consome e que trabalha muito mais, 
passa os dias tendo fome, porque um outro tem demais.
Tu dirás que não tem culpa de nasceres na riqueza,
Não tens culpa de este outro estar vivendo na pobreza.
E que tu ficando pobre quase nada mudaria, que se todos
Fossem pobres, o país regrediria.
Em momentos mais ousados tu respondes com dureza
E te mostras irritado com quem fala de pobreza, que se os 
Pobres trabalhassem como os ricos trabalharam, talvez eles
Se arranjassem como os ricos se arranjaram.
Acontece que há pobres que se matam pela vida, e recebem
De salário o que tu gastas em bebida. E o que gastas em cigarro,festas, roupas diversão, quem te serve não recebe, nem se quer para Leite e pão.
Não é justo e é pecado esbanjar o dispensável, quando aqueles que te ajudam levam vida miserável. É melhor fazeres isto com ternura de Cristão, para não teres de fazê-lo pela dura imposição.
A escada que tu sobes é a mesma que tu desces, quem subiu pisando os outros, os encontra no regresso. Não te esqueças que Jesus falou tudo isso e muito mais, se o dinheiro te escraviza, no seu céu não entrarás!

– As 1001 Oportunidades de Adriano

Por absoluta falta de tempo não falei sobre o “Adriano e o caso do tiro na mão da moça”, às vésperas do Natal.

Tem gente que não consegue boas oportunidades na vida. Outros, infinitas.

Adriano é um desses que sempre tem uma nova chance de recomeçar. E sempre entra em polêmicas.

A solução é uma só: psicólogo!

imaginaram ele jogando no mundo árabe? Os sheiks mandariam-o para a cadeia na primeira bagunça (pois, cá entre nós, elas são extravagantes!)

– Quer Mudança? Seja a Mudança!

Reflexão de final de ano:

“Devemos ser a mudança que queremos ser”

Pe. Fábio de Melo

– Infoxicação: Já Sofreu Disso?

Cuidado: nossa sociedade apresenta males do século XXI que são novos mas constantes. Um deles seria a intoxicação por excesso de informação, misto de contaminação com carência de atualizações.

Compartilho interessante material, extraído da revista Isto É, Ed 2168, pg 76, por Patrícia Diguê e João Loes. Abaixo:

INTOXICADOS DE INFORMAÇÃO

O estresse causado pela hiperconectividade e a sensação de estar sempre desatualizado causam a chamada infoxicação. Saiba quais são os sintomas e como se livrar desse mal

A publicitária Larissa Meneghini, 24 anos, toma café da manhã com os olhos grudados num livro. No caminho para o trabalho, parada no trânsito de São Paulo, aproveita para escutar notícias pelo rádio do carro e ler mais um pouco. Passa o dia conectada, respondendo a e-mails, checando redes sociais e pesquisando sites relacionados ao trabalho. “Chego a ficar tonta com tanta informação, a ponto de ter de sair da frente do computador e esperar passar”, conta a paulistana, que recentemente abriu mão do celular com internet para tentar reduzir o estresse com a hiperconectividade. Apesar de antenada com tudo, se sente constantemente desatualizada. “Estou sempre com medo de ficar de fora”, lamenta. A angústia de Larissa diante do grande volume de informação é tema que vem gerando manifestações acaloradas desde o início da era digital e agora ganhou nome: infoxicação.
O neologismo, uma mistura das palavras “informação” e “intoxicação”, foi cunhado por um físico espanhol especialista em tendências da informação, Alfons Cornellá. Segundo ele, uma pessoa está infoxicada quando o volume de informação que recebe é muito maior do que o que ela pode processar. “Quando ainda nem terminamos de digerir algo, já chega outra coisa”, afirma o especialista. As consequências são a ansiedade diante de tantas opções e a superficialidade.

Na mesma corrente, está o psicólogo britânico David Lewis, que criou o conceito da Síndrome da Fadiga Informativa, que se dá em pessoas que têm de lidar com toneladas de informação e acabam se sentindo paralisadas em sua capacidade analítica, ansiosas e cheias de dúvidas, o que pode resultar em decisões mal tomadas e conclusões erradas. Outros sintomas são danos às relações pessoais, baixa satisfação no trabalho e tensão com os colegas. “O excesso é mais prejudicial do que proveitoso”, afirma. Se há duas décadas só contávamos com alguns canais de televisão, hoje o volume de dados no mundo equivale à leitura de 174 jornais por dia por pessoa, aponta estudo da USC Annenberg School for Communication & Journalism, publicado em fevereiro (leia quadro).
Apesar dos perigos do excesso de informação, a maioria dos especialistas ainda enxerga mais vantagens do que desvantagens na era digital. Só alertam para a necessidade de as pessoas aprenderem a amenizar os efeitos colaterais dessa nova realidade. “Não temos como reverter esse processo, então é preciso aprender a lidar com ele”, defende a psicóloga Rosa Farah, do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). “E não podemos subestimar a capacidade de o ser humano de adaptar-se a essa realidade.”

Para não ser contaminado pelo turbilhão de bytes a que está exposto diariamente, o engenheiro naval Guilherme Malzoni Rabello, 27 anos, inventou uma dieta da informação. “Eu escolho cuidadosamente o que merece minha atenção antes de sair atirando para qualquer lado, atentando principalmente para a origem da fonte. “Quanto mais gabaritada e reconhecida, mais vale a pena consumir”, diz. O engenheiro é exemplo de quem conseguiu exercer a escolha criativa, segundo o psicanalista Jorge Forbes, que não concorda com a patologização do mundo online. “Será que alguém fica gordo porque vai a um restaurante de bufê e se acha obrigado a comer de tudo para não fazer desfeita?”, compara Forbes. A professora Rosa, da PUC, ressalta, porém, que há pessoas mais vulneráveis a essa abundância e, para elas, recomenda escutar os alertas do organismo. “O corpo dá sinais de que estamos ultrapassando limites. Aí é hora de reavaliar prioridades”, ensina. Por enquanto, a quantidade de informação no mundo ainda equivale a menos de 1% da que está armazenada nas moléculas de DNA de um ser humano, indício de que a espécie deverá sobreviver a mais esse impacto. 

– Complexo de Vira-Lata, ou Cuidado com o Seu Dinheiro

por Reinaldo Oliveira

Nesta época de fim de ano quando aflora a cordialidade e sensibilidade de todos, devido a situação atual no país e no mundo, lembro da célebre frase do escritor e dramaturgo Nelson Rodrigues, onde ele disse que o brasileiro sofre do complexo de vira lata e assim se coloca, voluntariamente, frente ao resto do mundo. Só que neste caso vejamos sobre o complexo de vira lata, por aqui mesmo: de brasileiro para brasileiro. Pois bem. Já há muitos anos, nesta época, levo aos leitores alerta sobre os cuidados com o seu dinheiro, com os gastos exagerados e futuras dívidas para todo o ano vindouro. Em 2008, neste período, com informações de um colega que todos os anos, durante as férias viaja para a Europa (ele tem parentes em Portugal, Espanha e França), alertei sobre as dificuldades que os países que adotaram o “euro” como moeda e já estavam em crise gerada pelo desemprego e endividamento daqueles países e suas populações. Infelizmente de lá para cá, a crise desandou de tal forma que, atualmente, o mundo todo está em crise. Pois bem. Em 2009 e 2010, já com a crise se acentuando utilizei este espaço para a consciência preventiva e controle dos gastos neste período. E o que tudo isto tem a ver com o complexo de vira lata? Simples. Desatento e alienado, iludido com a massificação da informação deste mafioso e corrupto governo que aí está – 7 ministros já foram cassados por malversação do erário público, de que a inflação está sob controle, o povo brasileiro, quando por direito deveria ter um justo reajuste salarial, tem seu poder aquisitivo defasado sem nunca acompanhar o real custo de vida. Por conta disso, segue como ilustração matérias publicada no jornal Bom Dia, nas edições dos dias 4, 13 e 17 de novembro e 2 de dezembro. Na edição de 4 de novembro – págs 2 e 3, é apontado que em pesquisa realizada sobre o custo da cesta básica, os itens que mais subiram foram a batata com 78,6% e o tomate com 20,2%, e assim por diante. Só uma dúvida: qual categoria teve aumento de salário nessa proporção?  Já na edição do dia 13 de novembro, com a manchete “O fantasma do custo de vida”, nas págs 2 e 3, estampa valores comparativos de vários itens básicos, em cidades da região e, novamente apresenta aumentos gritantes e superiores aos índices de correção salarial da população. Na edição do dia 17, com a manchete “Mais renda e desigualdade”, nas págs 2 e 3, estampa um perfil da renda da população das cidades de Jundiaí, Cabreuva, Itupeva, Jarinu, Louveira, Campo Limpo Paulista e Várzea Paulista. Na matéria, como a própria manchete diz, a desigualdade entre a alta de preços e poder aquisitivo é terrível. Com grande destaque a manchete da edição do dia 2 de dezembro traz: “Preços sobem 17% para o Natal”. Nas págs 2 e 3, traz que o mês de dezembro começa com os preços salgados, com aumento no preço do alho de 110,7% e o filé mignon com 42,5%. Novamente o questionamento: quem, qual categoria profissional teve aumento nesta proporção? Nenhuma. Mas o governo mafioso e corrupto que aí está, não sabe, não sente e nem tem sensibilidade para o que a população sofre para equilibrar seu orçamento doméstico. E tudo isto sendo passiva e bovinamente aceito e sem expressar reação pela população. Que por seu lado vai se endividando, fazendo sacrifícios, enquanto o governo mafioso e corrupto, desvia dinheiro público e a corrupção aumenta assustadoramente. Mas para ilustrar essa mansidão passiva do brasileiro e a reativa de pessoas de outros países que aqui vêm a trabalho, cito o exemplo do GP Brasil de Fórmula 1, realizado no mês de novembro e, descrito no caderno de esportes da Folha de São Paulo do dia 26 de novembro, pág D8. Ali é reportado que o GP Brasil é um dos preferidos pelos pilotos e equipes. Porém neste ano a coisa mudou. A alta de preços freiou o que eles mais gostam: churrascarias, caipirinhas, malas cheias de presentes, etc. De tal forma que um jornalista espanhol que vem todos os anos disse que há três, quatro atrás consumia sem se preocupar com a conta. Neste ano cortou os gastos devido aos preços muito altos. Uma belga que trabalha de garçonete para uma das equipes e que costuma alisar o cabelo, achou os preços deste ano muito altos e, outros dois engenheiros – um italiano e um japonês reclamaram que o valor do taxi, aumentou em 100%. Resultado: todos os participantes diminuíram o consumo este ano, segundo a reportagem. Ou seja: quem tem consciência boicota os preços altos. Corte rápido. Conversando com um comerciante com loja no centro de Jundiaí, perguntei com estavam as vendas após a abertura do comércio à noite. Ele disse que não chegará ao total de vendas do ano passado. Que o brasileiro está muito endividado e que utilizou o dinheiro extra, normalmente dedicado às compras, para quitar dívidas. Citei para ele o exemplo dos visitantes do GP Brasil que se recusaram a pagar preços altos, e ele disse que o brasileiro (aqui explica um pouco o complexo de vira lata), faz tudo ao contrário. Ele passa na loja, vê um produto da mesma marca, mas vai ao shopping e paga muuiitto mais caro e acha que isso é status, poder. Volta para casa apertado no ônibus, mais orgulhoso exibindo uma sacola de marca. Nem que para isso ele tenha que se endividar, compra sem avaliação, sem critério e se o preço está inflacionado ou não. Então diante dos fatos descritos, citei as fontes, para que os meus leitores (5 ou 6 segundo as ultimas pesquisas), possam acessá-las se julgarem necessário. Enquanto isto este governo mafioso e corrupto que aí está, desconhece a situação escorchante que o povo vive. Acorda povão. Quem fica parado é poste. A todos muitas realizações no ano vindouro. É isso!!   

– Rezar em Grandes, Pequenos ou em Nenhum Templo?

A Revista Época desta semana traz como matéria de capa os “Os Novos Templos da Fé”, por Humberto Maia Júnior (pg 84, Ed 709). Nela, se fala sobre a preocupação das Grandes Religiões em construir templos gigantescos, sejam cristãos, islâmicos ou de qualquer profissão de fé.

Há duas citações religiosas na matéria; a primeira, do Alcorão:

Maomé diz que a oração em conjunto é 27 vezes maior que a oração individual

E a segunda, da Bíblia:

Quando dois ou mais estiverem reunidos, ali estarei também

O mote é falar sobre a importância em orar em grupo; daí a construção de obras vultosas. Mas lembro de uma outra passagem, quando Jesus se retirou ao deserto para rezar e ficar a sós.

Particularmente, não gosto de grandes celebrações, tumultuadas, cheias de gente. Acaba, muitas vezes, ocorrendo dispersão espiritual. Você pode até não prestar atenção no pregador, por culpa do excesso de pessoas e barulho.

Claro, orar em comunidade tem seu valor. Mas confesso preferir as celebrações mais simples, quando o padre ou o pastor pode falar olhando para você, onde o silêncio de alguns momentos pode dizer muita coisa.

Independente se na Igreja ou não, conversar com Deus é importante. E ouvi-lo, mais ainda!

A matéria pode ser acessada no site da Época: Os Novos Templos que Renovam a Fé, em: http://is.gd/j8fiza

– A Enfermeira, o Animal e a Rede Social

Ontem, uma verdadeira febre nas Redes Sociais, principalmente no Facebook: uma enfermeira que agrediu um cachorro e toda a repercussão (para quem não viu, em: http://is.gd/NpaDPq)

Protestos de todas as partes, fotos com dados pessoais da moça, montagem de cães sobre uma possível vingança, e tudo mais ocorreram no mundo virtual. Não estarei defendendo a agressora, mas…

Há coisas curiosas no Brasil. Se rouba descaradamente no Congresso Nacional, se faz lobby de tanta empreiteira para ganhar dinheiro em leis escusas, permite-se tanto abono de crianças nas ruas, faz-se tanta vista grossa para a mendicância e outras particularidades, e não se tem o mesmo auê!

Repito: não estou defendendo a agressora, mas…

Quer coisa mais indigna do que uma mulher se sujeitar à prostituição para sobreviver? Ou do que um pai de família ter que roubar pão para sustento de sua casa?

Terceira repetição: não estou defendendo a agressora, mas…

O que dizer dos doentes que morrem em hospitais públicos, aguardando no canto ou nos corredores, sem assistência médica? Ou de cidadãos trancafiados em suas casas, vítima da violência social?

Nada, nada disso é levado em conta.

Última repetição: não estou defendendo a agressora, mas…

O que quero dizer é o seguinte: há tanta coisa mais importante para se mobilizar… Fóruns, grupos e manifestações foram montados para protestar contra a covarde agressão ao animalzinho. Concordo com tudo o que tem se dito, realmente foi uma covardia, um ato violento e condenável. Mas, amigos, cá entre nós: alguém faz ou tem feito a mesma movimentação por causas mais nobres?

Infelizmente, não.

É evidente que os defensores dos direitos dos animais reclamarão. Claro, estão corretos. As pessoas escolhem bandeiras para defender. Alguém tem que fazer isso! Mas fico indignado que enquanto somos assaltados pelos altos impostos, ou pessoas morrem por desatenção das autoridades médicas, ou ainda quando a dignidade humana é ferida descaradamente, pensamos num cachorro com a volúpia que pensamos…

Não irei repetir a frase dita e repetida acima por mais uma vez, entretanto… não estou defendendo a agressora, mas… lutar pelos direitos e dignidade humana é mais importante do que dos animais.

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Somos Livres para as Nossas Escolhas?

Leio numa edição da Revista Época (708, pg 65-69, por Marcela Buscato e Bruno Segadilha), uma interessantíssima matéria intitulada “O Cérebro no banco dos Réus”. Nela, se questiona se realmente somos livres para decidir, ou seja, se somos responsáveis pelas nossas escolhas. O trabalho se baseia no livro do neurocientista Michel Gazzaniga, autor do livro “Who’s in charge”?, onde ele diz que:

A responsabilidade pelos nossos atos não é propriedade do cérebro, mas um acordo estabelecido entre as pessoas”.

A idéia central é: nem sempre estamos no comando de nossos atos; muitas vezes estamos iludidos que comandamos a nós mesmos, pois em diversas oportunidades a sociedade é quem comanda as nossas ações. Assim, teríamos culpa por determinados erros com essa visão de responsabilidade pessoal dos nossos atos, se não somos culpados por algumas ações?

Papo-cabeça, mas inteligente e curioso.

O conceito de “Responsabilidade” surge mais ou menos no ano 1700 a.C., com a lei de Talião: Olho por olho, dente por dente! A punição a um crime seria com a mesma forma da infração.

Porém, o conceito começa a mudar com a Lei de Aquilia, Século III), onde surge o conceito de culpa e o direito romano. A preocupação é responsabilizar em respeito à necessidade de se restituir danos a um prejudicado.

Por volta do ano 400, Santo Agostinho defendeu a idéia que: Deus nos deu autonomia, e nós somos responsáveis pelos atos que nós tomamos. Temos livre arbítrio, e não podemos jogar a culpa em outras coisas / pessoas.

A novidade vem em 1843, com a Regra M’Naghten: insanos mentais não podiam receber responsabilidades, pois, afinal, são pessoas perturbadas.

Agora, o dr Gazzaniga diz que muitas vezes podemos ser também inocentes de erros cometidos, pois somos forçados a praticar coisas por força da sociedade. O que você pensa sobre isso: tal argumento pode nos tornarmos livre de responsabilidades pessoais, ou é um grande exagero? Deixe seu comentário:

– Motoboys Paulistanos e as Novas Regras

A Revista Veja SP, Ed 49, ano 44, traz na matéria de Maurício Xavier, a discussão da nova regulamentação dos motoboys na capital paulista.

A idéia é que os 150.000 motociclistas que executam tal trabalho estejam seguros e não provoquem reclamações dos motoristas de carros. Propõe-se: capacetes com faixas refletoras, coletes específicos, baús com 70 cm X 60 cm, e pintura de todas as motos na cor branca.

Hoje, a idade de um motoboy varia entre 25 e 35 anos; eles trabalham 8 horas por dia, usam CG 125 cc, percorrem até 350 km/dia e ganham, em média, R$ 850,00.

E aí, gostam da proposta? Deixe seu comentário:

– Marcelinho Paraíba e Mancini: apoio Psico-Social

Perceberam quantos casos de assédio sexual e outros culminando em violência maior no Esporte, nos últimos dias? No basquetebol americano, por exemplo, nos 15 dias passados, ao menos 2 casos. Aqui no Brasil, a condenação de Mancini (Atlético Mineiro) por estupro na Itália e a prisão de Marcelinho Paraíba (Sport/PE) em Campina Grande pela tentativa de violentar uma moça.

E aí, recordo meu amigo Chicão, que me disse ao comentar sobre o assunto:

É isso que dá jogador despreparado ganhar dinheiro demais. Se acha bonito porque tem grana e acha que pode tudo”.

Calma lá. O problema é outro: o preparo social e psicológico do atleta. Claro, a maior parte vem de família pobre, e ao ganhar muito dinheiro após equivalente sofrimento, passa a conviver com o assédio de “admiradoras”, empresários e “pseudo-amigos” interesseiros, além do próprio gozo da fama.

Sem dúvida, carecem de apoio de Assistentes Sociais, psicólogos, e por que não, Consultores Financeiros.

Os grandes clubes gastam tanto dinheiro com bobagens; custaria muito à eles gastarem com profissionais indispensáveis como estes?

É apenas uma questão de planejamento de carreira de seus atletas. Comportamento adequado também é indicador de valorização dos seus jogadores.

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Os Brasileiros Fiéis ao iPhone

O aparelho famoso da Apple realmente é benquisto no país. Cerca de 84% dos proprietários de iPhone não pretendem trocar de aparelho, a não ser que seja por um outro do mesmo modelo da empresa, numa versão atualizada, segundo o Estadão de hoje (http://is.gd/yZ28ha).

A empresa revolucionou os aparelhos de celular e a vida de muitos, verdadeiramente.

Não acredita? É porque talvez você não tenha um iPhone…

Vira um vício! É um computador de mão – ou até melhor.

E você que tem iPhone? Concorda com a pesquisa ou não? Deixe seu comentário:

– A Lei Federal do Fumo X Lei Estadual, vista pelo jundiaiense dr José Renato Nalini

O Dr José Renato Nalini, desembargador e doutor em Direito Constitucional, é aqui de Jundiaí. E como uma das pessoas mais respeitadas do meio jurídico, deu uma entrevista à Rádio Bandeirantes falando sobre a Lei do Fumo.

Indagado sobre qual deveria valer, já que em São Paulo já temos uma lei sobre a proibição do Fumo e se a Federal estaria acima dela, disse:

Valerá a mais rigorosa, já que se encara a questão como de saúde e de meio ambiente, e o meio ambiente é um direito fundamental futuro, que se preocupa com as novas gerações. Assim, vale a mais severa”.

Nem sempre a Lei Federal prevalece sobre a Estadual.

– A Professora e o trabalho de Pedofilia

Surreal a professora paulista que pediu à aluna adolescente para entrar num chat e procurar um pedófilo para trabalho escolar.

Mesmo tendo boa intenção, a metodologia dela é perigosíssima… daqui a pouco vamos ver docente pedindo para aluno ir à boca de fumo, seguindo a mesma lógica.

A colega deu uma bobeada daquelas…

Para quem não viu a polêmica, abaixo, extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,professora-propos-encontro-de-aluna-com-pedofilo-afirma-mae-,798689,0.htm

PROFESSORA PROPÔS ENCONTRO DE ALUNA COM PEDÓFILO

Por José Maria Tomazela

Uma professora de português da Escola Estadual Professora Maria Ramos, de São Carlos, a 255 km da capital, pediu a uma aluna de 12 anos que marcasse um encontro com um pedófilo pela internet como tarefa. Em nota, a Secretaria Estadual da Educação informou que determinou o afastamento da professora e a investigação do caso.

De acordo com a mãe da menina, a professora escreveu um bilhete dirigido aos pais, informando sobre a tarefa. No texto, ela explica ter pedido à menina que entrasse numa sala de bate-papo com nome fictício, citando a idade real, para “analisar as propostas que receberia”. A docente teria justificado que o objetivo seria mostrar os riscos da internet.

Ela pediu aos pais que monitorassem as conversas online da menina. O bilhete pede a ajuda dos pais “para avaliar e vigiar essa conversa, já que meu único objetivo é mostrar a eles o risco desse tipo de conversa”.

No bilhete, a professora também solicitou que as conversas fossem impressas e anexadas no trabalho. Ela ainda afirma: “Qualquer questionamento, podem me procurar na escola”.

O caso foi levado ao Conselho Tutelar da cidade, na sexta-feira, pela mãe da menina, que viu o bilhete da professora no caderno e conversou com o marido, padrasto da criança. Ele foi até a escola reclamar com a direção.

De acordo com o relato da estudante, a professora separou a classe em três grupos e distribuiu trabalhos com temas diferentes. No grupo da garota, o tema era a pedofilia e, como ela revelou que tinha acesso à internet, a professora pediu que entrasse em um chat para encontrar um pedófilo.

A aluna foi incumbida de marcar um encontro com ele em frente à catedral, no centro de São Carlos. O plano da professora era levar a garota até o local para tirar foto do suposto pedófilo. A mãe disse que a filha ficou tão nervosa com a incumbência que chegou a chorar, com medo de falar com os pais sobre o pedido da professora.

Esclarecimentos. A conselheira tutelar Rosa Helena Polese informou ter enviado ofício para a Diretoria Regional de Ensino pedindo esclarecimentos sobre a conduta da professora. De acordo com a diretora regional Débora Gonzales Costa, a professora leciona na rede estadual há oito anos e nunca teve problemas com alunos.

O caso também chegou ao Ministério Público. O promotor da Vara da Infância e da Juventude, Marcelo Mizumo, ainda analisará se cabe providências. Ele disse que, em princípio, não parece ter havido prática de crime.

A professora foi procurada pela reportagem, mas um familiar informou que ela não vai falar sobre o caso com a imprensa.

– Como é bom acordar cedo! Acordar e ser acordado. Por alguém, por si ou por Deus!

Sou integrante da parcela da população que curte a madrugada.

Calma, não dos notívagos, mas dos madrugadores ao pé-da-letra. Dormir cedo e acordar cedo é muito bom!

Devido minhas atividades, muitas vezes sou obrigado a dormir muitíssimo tarde e acordar antes do sol nascer. Mas, sempre que podemos, minha família vai pra cama cedo. Como diriam os mais antigos, na “hora da novela”.

Sou partidário daqueles que dizem que a noite é perigosa. E é mesmo! Tudo a noite é mais difícil: a escuridão ajuda a insegurança, o cansaço atrapalha o desenvolvimento das tarefas, e por aí vai!

Cedo, há maior disposição. O corpo e a mente descansaram. O espírito está mais pré-disposto a desafios!

Hoje, levantei as 03:30h. Pudemos dormir às 21:00h (ufa, que benção!). E acordei com uma vontade intensa de trabalhar!!!

É um hábito. Já corri 30 minutos a 12,5 km/h (com roupas “fosforescentes”, afinal, está escuro); ainda preparei as provas para meus alunos, estou escrevendo no Blog e daqui há pouco tem mais trabalho. Nesse ritmo, há tempo para as escapadelas planejadas para cuidar da família. Ótimo.

Tudo isso é diferente da insônia, que é terrível. Mas há algo parecido: e quando você acorda elétrico durante a noite? Já tive isso também.

Alguns dirão que essa euforia é fruto do inconsciente que acaba por despertar de alguma coisa vivida e não percebida. Outros colocarão a culpa na alimentação ou excesso de cafeína. Padre Lucas, um amigo, me dizia que:

O Espírito Santo age quando e como quer”.

Tenho isso em minhas anotações! Ele fazia questão de ressaltar que empolgações inexplicáveis, idéias brilhantes e vontade imensa de fazer acontecer eram impulsionadas pela Graça de Deus.

Concordo com todas essas afirmações, que trazem a nós a saúde para o corpo, alma e mente!

E você, gosta de acordar cedo?

– Regras de Convivência

Aprendi ao longo da minha vida profissional e pessoal que as regras de convivência têm que ser preservadas

Luís Álvaro Oliveira Ribeiro, presidente do Santos FC, sobre o fato de ligar para os possíveis compradores de Neymar e educadamente suspender as negociações, avisando-os imediatamente da renovação milionária do jogador.

Serve para o caso do triângulo Santos – Real Madrid – Barcelona, e serve para a vida de qualquer um!

– FFLCH (tá feia a coisa, Parece Guerrilha!), Drogas e a Palavra de Içami Tiba

Quer dizer que os manifestantes da FFLCH/USP invadiram a reitoria na madrugada e estendem faixas no prédio?

Esses caras são a mente pensante e futuro da nação?

Lutam pelo direito de fumar maconha livremente no Campus?

Não querem a PM por lá?

E o resto da USP discorda de tudo isso… quem está certo?

Ouvi o respeitadíssimo dr Içami Tiba dizer em uma recente entrevista:

São filósofos, não médicos, que defendem a legalização da maconha. Não é um problema social para sociólogos discutirem, mas um problema de saúde, reservado pela autoridade médica. E os médicos acham um absurdo legalizar a maconha.”

Falar o quê? Estou com o dr Içami Tiba! E você?

– Um Linguajar Inapropriado pode Ferir sua Equipe?

Questionado se o Corinthians desejava tirar o argentino Montillo da equipe do Cruzeiro, Andrés Sanches, seu ‘educado’ presidente, descartou a contratação dizendo à Rádio Itatiaia:

De merda, meu time está cheio.”

(áudio no YouTube em: http://www.youtube.com/watch?v=IXc1iT3q_hI)

Como é que os jogadores da sua equipe reagem a tal declaração? Intramuros, logicamente não devem ter gostado…

Recordando: no final da festa do Paulistão-2011, Andrés Sanches, questionado, descartou a contratação de Muricy Ramalho em substituição a Tite (que balançava na época) com o mesmo linguajar:

Já tenho um treinador ruim, vou trazer mais uma merda?

(texto no UOL em: http://uolesporte.blogosfera.uol.com.br/2011/05/23/andres-nega-trazer-muricy-e-alfineta-tite-ja-tenho-um-treinador-ruim/)

Uma pequena observação: tanto o treinador e os jogadores chamados pelo chulo termo estão na liderança do Brasileirão... irônico ou não?

– Wikinomia

Li uma entrevista de Don Tapcost numa edição antiga da Revista Veja (Ed 2212, Páginas Amarelas). Ele é um consultor em Economia e Tecnologia e abordou um tema interessante: a Wikinomia.

O que seria isso?

Seria a Economia Colaborativa, termo usado para falar no aprendizado e na colaboração de compartilhamento de conhecimentos de diversos setores da sociedade no mundo corporativo. Com o advento das redes sociais, há muita interação e comunicação; as pessoas aprendem mais e difundem seus conhecimentos, muitas vezes gratuitamente.

Quer um exemplo prático? Se você acabou de aprender algo novo neste post ou em qualquer outro assunto do blog e compartilhou com alguém, acaba de ser uma agente wikinômico. E como li sobre esse assunto e escrevi, também eu me tornei um ator da wikinomia.

Inteligência e comunicação são coisas fantásticas, não?

Segundo Tapcost, a sociedade tende a ser cada vez mais wikinômica. E você, concorda com isso? Deixe seu comentário:

– Vaiar ou Ausentar-se?

Como é difícil agradar platéias grandes. No Rock in Rio, Cláudia Leite foi vaiada. Não pela incompetência da moça, mas pelo ritmo musical. E ela reclamou:

Não gostar de Axé é normal. Anormal é achar-se superior porque conhece John Coltrane ou porque adora o Metallica”.

É isso aí. Não gosta, não vai ao show. Sou chato com minhas preferências musicais, mas respeito o talento de quem interpreta canções e ritmos que não gosto. Vaiar não vale.

E você, como se comporta? Deixe seu comentário:

– Radicalismo é Sempre Ridículo: o Péssimo Exemplo do PSTU

Vivemos num país democrático, mas há coisas ridículas: Em Bauru, um ex-membro do PSTU foi acusado de pedofilia. Veja a nota divulgada pelo partido (extraído da Época dessa semana, Coluna Dois Pontos)-

Reforçamos que essas situações extremas de violência (pedofilia) são fruto do modo de produção capitalista, que utiliza a opressão como meio de manter a produção”.

Putz, o cara é pedófilo e a culpa é do Capitalismo? Tenha dó.

– Pessoas mais Bonitas são mais Egoístas?

Sabem aqueles estudos que beiram o preconceito? Este é um deles.

As universidades de Barcelona, Madri e Edinburgo resolveram pesquisar a relação Beleza x Comportamento, e chegaram a conclusão que pessoas atraentes cooperam com o próximo em 45,7%; já os menos atraentes cooperam em 67,3%.

Conceito de beleza: simetria facial!

Cá entre nós: que grande bobagem, não? Como os reitores deixam o dinheiro dessas instituições escoarem pelo ralo…. além do conceito de “belo” ser subjetivo, o que deve valer é a beleza interior!

(informações extraídas da Revista Superinteressante, out/2011, pg 18,por Fernando Badô)

E aí, você tem a mesma impressão ou não? Deixe seu comentário:

– PUC fecha campus devido à Festa da Maconha

Universidades sofrem.

Muitas vezes, as redondezas dos grandes centros universitários são assoladas pelo consumo e apologia às drogas. Porém, a PUC-SP tem vivido o problema mais sério: as aulas foram suspensas devido à realização nesta sexta da “Festa da Cultura Canábica”, ou Festival da Maconha, como preferir.

Quer saber a programação do evento? Veja nessa matéria do UOL. É surreal!

Extraído de: http://noticias.uol.com.br/educacao/2011/09/15/reitor-da-puc-sp-suspende-aulas-e-fecha-campus-contra-festival-da-cultura-canabica.jhtm

PUC SUSPENDE AS AULAS POR FESTA DA CULTURA CANÁBICA

O reitor da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica), Dirceu de Mello, decidiu suspender as aulas e atividades administrativas dessa sexta-feira (16) no campus Monte Alegre, no bairro de Perdizes, zona oeste de São Paulo, por conta do “1º Festival de Cultura Canábica”. O evento está sendo organizado por estudantes e foi marcado para acontecer entre 16h de amanhã e 4h de sábado (17).

Os praticantes da cultura canábica defendem a descriminalização do uso da maconha (cannabis sativa) e cultuam objetos produzidos com a erva. Segundo os organizadores, o festival serve para  propagandear as duas causas.

O evento foi divulgado em redes sociais, e só no Facebook mais de 6.000 usuários confirmaram presença. Nos convites, os organizadores pedem para os convidados não consumirem maconha na festa porque suspeitam que haverá polícia no local.

Lariqueiro e Miss 4:20

Na programação do festival há cinco bandas alinhadas à causa, DJs, um desfile para eleger a “Miss 4:20” (4:20 significa consumir maconha), além de um concurso de culinária para premiar o melhor “lariqueiro” –no vocabulário dos “canábicos”, uma espécie de chef habilidoso em preparar lanches e pratos improvisados para saciar a fome resultante do consumo de maconha.

A suspensão das aulas no campus Monte Alegre foi determinada pelo reitor em ato publicado nesta quinta-feira (15). Dirceu de Mello também interditou toda área do campus para impedir a realização do festival.

Para justificar sua decisão, o reitor afirmou que nas festas realizadas às sextas-feiras na PUC há consumo de drogas e bebidas alcoólicas em pleno campus, além de barulho excessivo. O reitor citou ainda uma interpelação dirigida à universidade pelo Ministério Público e uma notificação do Programa de Silêncio Urbano (Psiu) da prefeitura.

Após a divulgação do festival, Mello pediu abertura de inquérito no 23º DP (Perdizes).

– Big Brother dos Boleiros

Antigo, (1 ano atrás), mas curioso e atual… Abaixo:

Comportamento adequado, preservação do corpo, resguardo e descanso. São essas algumas características que os profissionais do futebol devem ter. Ou melhor, deveriam!

Uma moda que pode se tornar costumeira: a espionagem da vida pessoal dos jogadores, a fim de descobrir o que fazem nas horas vagas!

Extraído de: Revista Isto É, ed 2138 de 01/01/2010, pg 82-83, por Rodrigo Cardoso

MARCAÇÃO FORA DE CAMPO

Barcelona contrata detetives para espionar a vida privada de seus jogadores, algo que os clubes fazem informalmente no Brasil

No filme “Boleiros”, de Ugo Giorgetti, o ator Lima Duarte interpreta um treinador de futebol que faz marcação cerrada a um boêmio jogador, craque de seu time, no hotel onde os jogadores estão concentrados. Em uma das cenas, enquanto o treinador passa de quarto em quarto para se certificar de que os atletas estavam na cama, descansando, um membro da comissão técnica vigiava a recepção do hotel, já suspeitando que o tal jogador armava uma noitada às escondidas. Era assim, de forma primária, que muitos clubes tentavam até pouco tempo atrás controlar as atividades extracampo de seus boleiros-problema. O Barcelona, da Espanha, porém, profissionalizou o expediente. À frente de seu tempo na forma de jogar futebol, o clube catalão mostrou-se pioneiro também fora das quatro linhas ao contratar uma agência de detetives particulares para fazer marcação cerrada em seus craques.

A mando do então presidente da agremiação, Joan Laporta, a agência Método 3 passou o outono de 2008 seguindo os passos dos brasileiros Ronaldinho Gaúcho e Deco, do camaronês Samuel Eto’o e do espanhol Gerard Piqué. De acordo com a revista espanhola “Interviú”, que revelou o caso, o trabalho custou o equivalente a R$ 11,8 mil. O zagueiro Piqué foi espionado 24 horas por dia durante uma semana. Os outros três foram investigados da seguinte forma: o clube informava as festas que ocorriam na cidade e os detetives apareciam nos locais. O espanhol foi o único que teve a ficha limpa no relatório enviado ao Barcelona – apenas Piqué ainda defende o time azul-grená. Já os brasileiros e o africano teriam cometido atos de indisciplina que ferem o regimento interno do clube. Meses depois, Ronaldinho e Deco foram negociados. Eto’o ficou até o final daquele ano, quando foi vendido.

Hoje meia do Fluminense, Deco, pego de surpresa com a notícia, negou ser baladeiro e explicou que a espionagem teve motivação política. “O Sandro Rossel, atual presidente do Barcelona, foi quem me contratou e os outros três ­jogadores. Ele era vice do Laporta antes, mas os dois brigaram”, diz. “Curioso que o único que não teve problema seja justamente o que continua no clube.” Além dos atletas, a esposa de Rossel e o antigo treinador da equipe, Frank Rijkaar, também teriam sido espionados.

No Brasil, a marcação extracampo não chega a ser tão profissional, mas existe. Além de treinadores, que controlam a vida afetiva de seus comandados com o auxílio de outros atletas do elenco, torcedores fanáticos fazem as vezes de espiões. Para tanto, têm como informantes seguranças, barmen, caixas e recepcionistas de casas noturnas. “Gente da comissão técnica e até diretores já pediram para a gente ficar de olho em jogador”, afirma André Guerra, presidente da Mancha Alviverde, torcida organizada do Palmeiras.

Segundo ele, o ex-atacante palmeirense Vagner Love esteve na mira de cartolas e torcedores, no ano passado. Dois dias antes de uma partida decisiva, em novembro, o jogador foi flagrado por imagens do circuito interno de uma boate, em São Paulo. Uma cópia da gravação chegou até a Mancha, que a enviou para diretores palestrinos. “Eles viram as imagens. O Love estava embriagado, às 6h da manhã. Quatro horas depois, o time embarcou para o Rio de Janeiro e ele andou no jogo”, diz Guerra. O atacante, hoje na Rússia, deixou o Palmeiras depois de brigar na porta de um banco com torcedores, que cobravam dele, dentro de campo, o mesmo entusiasmo nas baladas.

Este mês, o atacante Jóbson de Oliveira, 22 anos, do Botafogo, passou a ser monitorado 24 horas por dia. Em julho, ele retornou ao futebol após seis meses suspenso por doping – havia consumido cocaína antes de uma partida. Depois de iniciar um tratamento contra a dependência química, teve uma recaída e foi visto em algumas festas. Como há o receio de que a bebida seja um chamariz para a cocaína, uma pessoa passa o dia ao lado do jogador, o leva aos treinos e chega a dormir no apartamento de Jóbson. Gislaine Nunes, advogada que gerencia a carreira de jogadores de futebol, vê com indignação o fato de clubes ou torcedores vigiarem a vida particular dos atletas. “Casos como o do Barcelona mostram como os jogadores são tratados como coisas, dementes, e provam o quanto o futebol é arcaico, provinciano.” O filme “Boleiros” passeia por esse universo. Nele, o treinador Lima Duarte fracassou como detetive e o craque do time tem uma noite de prazer com uma maria-chuteira vivida por Marisa Orth.

– Sessentões: Para se ter Pleno Equilíbrio Emocional, há idade certa?

Um estudo da Universidade de Berkeley chegou a conclusão que aos 60 anos de idade as pessoas podem controlar mais as suas emoções, pois, de fato, estão em plena atividade quanto à “inteligência emocional”.

 

De certo, a experiência de vida pode ajudar as pessoas; tem sua lógica, é claro. De tanto calejar a pessoa aprende. Mas eu, particularmente, cada dia que envelheço fico mais sem paciência… e dizem a mim: “é a idade”.

Brincadeiras a parte, tal resultado é questionável por um simples motivo: o respeito à individualidade às pessoas. 

E você, o que pensa sobre isso: quanto mais velhas, as pessoas estão emocionalmente melhores? Deixe seu comentário:

– Desafio Interreligioso na Educação dos Filhos

Um dos novos questionamentos da sociedade é: como pais de religiões diferentes devem educar seus filhos?

O Ecumenismo é fundamental para isso. Mas compartilho uma interessante matéria da Revista IstoÉ, ed2138 de 01/03/2010, pg 72-73, por Patrícia Diguê, a respeito sobre o assunto:

CRESCENDO ENTRE DUAS RELIGIÕES

Como pais de crenças diferentes enfrentam o desafio de educar seus filhos com valores religiosos distintos

Quando Anne, 10 anos, e Felipe, 8, nasceram, os pais, Maria Angélica, criada no catolicismo, e Marcelo Dimantas, que é judeu, tiveram de conversar bastante sobre como seria a educação religiosa dos filhos. A mãe não abriu mão do batismo, sacramento que significa tornar a criança um filho de Deus para os católicos. E o pai quis que o menino fosse circuncidado, aos 8 meses, em uma cerimônia que igualmente simboliza a aliança com Deus no judaísmo. Além dos questionamentos habituais da infância, é comum na família do casal de médicos ter de responder a perguntas também sobre religião, como “por que o papai não acredita em Jesus?” ou “por que a mamãe comemora o Ano-Novo em uma data e o papai em outra?”. A saída, conforme o casal, é sempre esclarecer tudo com o máximo de transparência. “Eu digo que, apesar de o pai ir à sinagoga e eu à igreja, nós dois acreditamos em Deus”, conta Angélica.

A família frequenta os eventos das duas religiões e, em casa, mantém tanto os símbolos católicos quanto os judaicos. A data com maior potencial de confusão era o Natal. Neste caso, os avós paternos cederam e presenteiam as crianças mesmo que a data não tenha significado para eles – os judeus não acreditam que Jesus tenha sido o messias. A discussão do momento é a respeito do rito judaico de passagem da infância para a juventude, aos 13 anos, o bat mitzvah (meninas) ou bar mitzvah (meninos), correspondente ao crisma do catolicismo. “Para os judeus, é um momento importante, quando eles são apresentados à sociedade. Mas ainda estamos conversando sobre como lidar com isso”, diz Angélica.

Os Dimantas vivem uma realidade cada vez mais comum no Brasil. Apesar da maioria católica (73%), a crescente multiplicidade de religiões aumenta o número de lares onde prevalece mais de uma fé. “A vinda de imigrantes e a fragmentação das igrejas fazem com que esta situação se torne mais corriqueira”, diz o padre Gabriele Cipriani, ex-secretário do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic), entidade que representa cinco igrejas cristãs históricas e trabalha o ecumenismo. “O que importa é colocar a criança no caminho da fé e não pressioná-la a seguir uma das religiões. Isso tem de brotar naturalmente”, afirma.

A agente de viagens Carla Bechelli, 38, que foi criada no catolicismo mas se tornou espírita, e o técnico de celular Daniel Pinder, 43, judeu, vivenciam esta realidade. Os filhos, Lucas, 13, e Matheus, 9, convivem com as três crenças. Foram batizados na fé católica, frequentam o centro espírita e conhecem a “Torá” (livro sagrado dos judeus). “Eles gostam dos amigos e das festas, e só querem saber de brincar por enquanto”, comenta a mãe, para quem é melhor que os filhos tenham três religiões a nenhuma. “O importante é que eles temam a Deus e aprendam a ter fé. Quando crescerem, vão decidir qual caminho seguir”, diz ela A atitude do casal é a correta, segundo o padre José Bizon, diretor da Casa de Reconciliação de São Paulo. “A religião deve unir a família e nunca ser motivo para desentendimentos”, afirma.

Diante dos inúmeros casos de famílias com religiões mistas em seu consultório, a psicóloga Mariana Taliba Chalfon resolveu escrever um livro infantil para ajudar os pais na hora de explicar as diferenças. Lançado no mês passado, “Entre a Cruz e a Estrela” conta a história de Max, um garoto que vive entre o cristianismo e o judaísmo. Segundo a autora, que vivenciou essa situação em sua família, os pais devem entrar em acordo sobre a educação religiosa dos filhos ainda durante a gestação. “O diálogo franco entre o casal é a maneira mais positiva de estabelecer as regras de conduta em relação à religião para a família e para que os filhos se sintam seguros”, recomenda.

É com essa filosofia que o vendedor Márcio Alves Paviatti, 41, católico, e a secretária Valdinéia Gonçalves Paviatti, 37, evangélica, pretendem direcionar a educação religiosa do filho Pedro, 3 anos. Ambos decidiram se casar na Igreja Metodista, na qual o menino também foi batizado, para amenizar as diferenças. “Decidimos pelo caminho do meio”, conta Paviatti. Como católico, ele queria que o filho fosse batizado ao nascer. Valdinéia preferia que o rito ocorresse mais tarde, como pregam os evangélicos. Na Metodista, o batismo poderá acontecer duas vezes, satisfazendo a ambos.

Para Valdinéia, porém, o mais importante é que Pedro já sabe quem é o “papai do céu” e que a família reza antes das refeições e de dormir. “Os filhos têm que ser criados no caminho do amor, da fé e da solidariedade”, afirma o padre José Bizon, da Casa de Reconciliação. Tolerância e entendimento são as palavras-chave.