– Lápis e caneta contra Ditadores!

Malala Yousafzai é a menina paquistanesa que lutou contra o Talebã pois queria… estudar! Ela se destacou pelo engajamento da educação das mulheres árabes frente ao fanatismo religioso. E disse:

“Os extremistas tem medo do lápis e da caneta”.

Pra mim, não só os extremistas. Os governantes também!

Olha só que bacana sua história, extraída de: http://is.gd/mp0V4m

MALALA: EDUCAÇÃO EM PRIMEIRO LUGAR

Malala Yousafzai mora em Mingora, Paquistão. Em 2012, na época com 14 anos, a garota levou um tiro na cabeça dentro de um ônibus durante um atentado do Talibã. O caso e a menina ganharam a atenção do mundo.

Depois de várias intervenções cirúrgicas e de um longo período de recuperação, no último dia 12, Malala falou em público pela primeira vez, diante de uma audiência mundial, no plenário da ONU, em Nova York. O discurso é uma preciosidade sobre a importância da Educação.

Era o dia do seu 16º aniversário. O dia 12 de Julho passou a ser chamado de Dia da Malala. Segundo os institutos de ajuda humanitária, o Paquistão ainda é um dos países com o número mais baixo de alfabetização e matrícula de meninas.

Agora, Malala está divulgando uma petição global pedindo ação urgente para garantir às crianças o direito de frequentar a escola em segurança. A petição foi lançada com o apoio do enviado especial das Nações Unidas para Educação, Gordon Brown. Qualquer pessoa pode assinar o documento, disponível na internet.

Ontem, um dos comandantes do Talibã, Adnan Rashid, divulgou uma carta aberta onde demonstra arrependimento pelo ataque que quase tirou a vida de Malala. No entanto, ele não pede descupas nem parece ter mudado um milímetro em suas convicções. Aconselhou a menina, que hoje vive na Inglaterra, a voltar para o Paquistão, matricular-se numa escola de cultura islâmica e se dedicar a divulgar o islamismo.

Pelo jeito, Rashid e o Talibã não souberam ouvir o precioso discurso de Malala. Vale a pena.

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– A Lista de Schindler Original está a venda!

Um dos mais belos e comoventes filmes que assisti é: “A Lista de Schindler“, que conta a história de um piedoso alemão que tentou salvar milhares de vidas do genocídio do Holocausto.

Pois bem: a Lista Original, datilografada em meio a Segunda Guerra Mundial pelo próprio Schindler, está a venda pelo eBay!

Lance inicial: 7 milhões de dólares.

Curioso? Veja ela abaixo:

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– Dinheiro do Bolsa Família para pagar Prostituta e Motel?

Fim da picada… um beneficiário do Bolsa-Família tentou pagar uma garota de programa e o motel com um débito em seu cartão do Bolsa Família!

Para os críticos do excesso de assistencialismo desmedido do Governo, um exemplo clássico. Será que esse cidadão merece mesmo o recurso, advindo dos nossos impostos?

Extraído de: http://oglobo.globo.com/pais/homem-tenta-pagar-prostituta-na-bahia-com-cartao-do-bolsa-familia-9057916#ixzz2ZRAVNL7q

HOMEM TENTA PAGAR PROSTITUTA NA BAHIA COM CARTÃO DO BOLSA FAMÍLIA

Uso do cartão está sendo investigado. Pelas regras do programa, a titular do benefício é, preferencialmente, a mulher da casa

A Delegacia de Polícia de Itapetinga, a 316 km da capital baiana, está investigando um caso de uso incomum do cartão do Bolsa Família. Um homem, identificado apenas pelo pré-nome de “João”, teria tentado pagar os serviços de uma prostituta e o motel em que pretendia realizar o programa sexual com o cartão do principal programa social do governo. A confusão começou quando a prostituta tentou cobrar adiantado os R$ 50 do programa. “João” percebeu que estava sem dinheiro, e perguntou se ela não aceitaria o pagamento através do cartão do Bolsa Família.

A mulher se recusou e, devido à discussão, uma radiopatrulha da PM foi chamada ao local. Para pagar a entrada no quarto do motel, o homem teria deixado o aparelho de som do seu carro. Os policiais militares contaram que “João” se irritou com o escândalo e reclamou da situação nos seguintes termos:

— Itapetinga tá atrasada mesmo, nem as p… aceitam cartão!.

O delegado Roberto Júnior, titular da delegacia de Itapetinga, informou que o caso foi registrado na delegacia como um “termo circustancial” de um cliente que não pagou o motel. Segundo ele, a utilização do cartão do Bolsa Família ainda está sendo investigado.

— O problema é que os policiais não retiveram o cartão, pois aí eu só liberaria na presença da titular — disse.

Pelas regras do programa, a titular do cartão é, preferencialmente, a mulher da casa. O delegado explicou que se ficar comprovado o uso indevido, o cartão pode ser cancelado.

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– A Invasão Neymar

Fenômeno em campo, fenômeno dos cartórios bolivianos!

“Daqui a 17 anos, a maioria dos homens daqui se chamará Neymar“

Palavras do diretor do Serviço de Registros Cívico de La Paz, na Bolívia. Dois em cada dez meninos nascidos na Bolívia levam o nome em homenagem ao brasileiro.

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– Facepopular: o Facebook Popular da Argentina

Ousado: assim é o Facepopular, que quer ser a maior rede social da América Latina e desbancar o Facebook. Sediado na Argentina, ele quer crescer. Mas há algumas curiosidades engraçadas. Veja:

Extraído de: http://tecnologia.terra.com.br/america-latina-tera-rede-social-que-critica-e-imita-facebook,b142fb8609ecf310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html

AMÉRICA LATINA TERÁ REDE SOCIAL QUE CRITICA E IMITA FACEBOOK

Uma nova rede social está sendo criada na Argentina com objetivo de fazer frente ao Facebook e se tornar a principal ferramenta de intereção social na América Latina.

O Facepopular, em que “face” não significa rosto, mas “Frente Alternativa Contra o Establishment”, tem uma postura crítica em relação ao “establishment” Facebook, que lhe serviu de inspiração.

A rede social, que espera ser um competidor direto do Facebook, conta com servidores localizados na Argentina e seu lançamento, esta semana, coincide com os planos de criação da mega rede de fibra ótica que a União das Nações Sul-Americanas (Unasul), da qual o Brasil faz parte, está desenvolvendo para toda a região.

O Facepopular é o produto-estrela da Red Popular, grupo de mídia que reúne rádio, TV e sites na internet, cujo objetivo é servir de plataforma de integração tecnológica para os países da Unasul e da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos, Celac, da qual o Brasil também é membro.

E seus criadores são otimistas: esperam que o Facepopular se torne a rede social mais predominante na América Latina no prazo de um ano.

EMOPERONES EM VEZ DE EMOTICONS

Em termos conceituais, o Facepopular tem muitas aplicações, opções e botões semelhantes ao Facebook. Mas há também diferenças. Em vez de emoticons (caracteres tipográficos que expressam emoções), há “EmoPerones” e seus usuários podem enviar uma “Evita”, um “Perón” ou até um “Bolívar”, em alusão aos ícones da política latino-americana.

Os hambúrgueres, por sua vez, serão substituídos por choripanes, sanduíches argentinos feitos com chouriço. Outra diferença em relação ao site é que o Facepopular não tem limite de amigos.

Também contará com um botão de “Não Curtir” e com uma seção denominada “O indesejável da semana”. O Facepopular quer desbancar o Facebook, mas clonando suas ideias para adaptá-las a uma versão latino-americana.

Em sua declaração de princípios, seus idealizadores dizem que o objetivo do Facepopular é “gerar um canal de comunicação e interação comunitária sem as arbitrariedades e modelos de imposição de outras redes sociais desenhadas e operadas fora da América Latina por corporações multinacionais”.

“É uma rede latino-americana, para hispanófonos, pensada e concebida segundo nossos próprios parâmetros e padrões”, diz em sua página na web.

CONDENAÇÕES

O tom embarca na onda de condenações que se espalhou pela região após a revelação do escândalo de espionagem dos Estados Unidos, que teriam espionado milhões de mensagens de e-mail em vários países, inclusive no Brasil.

“Esperamos superar a marca dos 100 mil usuários no final de semana”, disse Pablo Lenz, um dos fundadores da rede social, em entrevista à televisão local. “Vamos incorporar um quarto servidor porque não vamos dar conta”, acrescentou Lenz.

No entanto, no dia de seu lançamento, o Facepopular contava com 400 usuários, segundo informações publicadas nos meios de comunicação locais. E ao encerramento desta matéria, não era possível se increver na rede social.

Diante das várias semelhanças com o Facebook, que vão desde a tipografia até as mais variadas funções, a BBC Mundo contactou a rede social para saber sua opinião a respeito do lançamento do Facepopular e se haviam comentários sobre direitos autorais.

“Estamos analisando. Não temos comentários a fazer neste momento”, respondeu à BBC Mundo Alberto Arébalos, chefe de comunicações para América Latina do Facebook por e-mail.

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– Virtudes de um Pai na Educação dos Filhos

Há algo mais verdadeiro na relação entre pais e filhos?

“Duas coisas que os filhos devem obter de seus pais: Raízes e Asas”

(Goethe)

Algo a contestar? Perfeito!

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– Vagões Seletivos para Mulheres no Metrô Paulistano?

O Metrô de SP estuda colocar vagões exclusivos a mulheres. No Rio de Janeiro, isso já existe nos horários de pico. Em algumas cidades do mundo, idem. A idéia é evitar o assédio sexual.

Caramba… precisamos de uma providência dessas? Que selvageria! Separar homens e mulheres no transporte público é típico de gente má educada, de vândalos e animais, que agem por instinto e não sabem se comportar. Me envergonho de uma sociedade que precisa fazer isso.

Revoltante!

O que você pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– Conde Francisco Scarpa e suas histórias

O que acha de viajar para a Europa e levar a própria vaca para tirar leite fresco aos filhos? Ou se gabar de ser o pioneiro em cerveja em lata no Brasil? Ou ainda ter Rolls-Royce e Picasso em casa?

Isso é para pouquíssimos… fiquei impressionado com as histórias dos Conde Francisco Scarpa, falecido semana passada. Compartilho abaixo:

Extraído de Veja SP, ed 26/06/2013, pg 32

UMA VIDA MUITO RICA

Além de fortuna, Francisco Scarpa, morto aos 103 anos, tinha estilo, gosto e boas histórias para contar

O conde Francisco Scarpa, que contava ter recebido esse títulodo papa Pio XII, preferia que os amigos o chamassem de Chico.Apesar de apreciar a informalidade no tratamento, era um cavalheiro requintado. Tinha em casa Picasso e Rolls-Royce. Adorava festas. Durante décadas, quando ia a Paris, hospedava-se numa suíte do luxuosíssimo Plaza Athénée.

Nos anos 50, viajavacom a família para a Europa de transatlântico e levava junto umavaca leiteira, que era ordenhada no porão sempre que os filhospequenos pediam a mamadeira. Paulista de Sorocaba, herdou afortuna do pai, o imigrante italiano Nicolau Scarpa, criador daCervejaria Caracu. Foi também dono da Skol e orgulhava-se dehaver lançado a primeira cerveja em lata do Brasil.

Segundo seufilho-playboy, Chiquinho Scarpa, ele chegou a ter quarenta fazendas, além de usina de açúcar, metalúrgica e fábrica de tecidos. Francisco estudou química na Alemanha, onde em 29 desetembro de 1938 testemunhou uma cena histórica: a chegadados líderes das maiores potências europeias da época para a assinatura do Pacto de Munique, que redundou na entrega da Checoslováquia aos nazistas. Do lado de fora, em meio a bandeirascom suásticas, ele conseguiu fotografar, infelizmente de costas,Hitler, Mussolini e o primeiro-ministro inglês Neville Chamberlain.

Viúvo desde o ano passado, morava em companhia de Chiquinho, da antiga criadagem e de uma cacatua no palacete queconstruiu em 1949 na praça batizada com o nome de seu pai,nos Jardins. As duas filhas, Renata e Fátima, residem em casascontíguas. Até poucos meses atrás, ainda jogava paciência nocomputador. Foi ali que ele morreu na última terça-feira (18), decomplicações de um AVC sofrido em dezembro. Tinha 103anos. “Nasceu rico, viveu rico e morreu rico”, resumiu o advogado da família, Marco Antonio Fanucchi.

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– A teoria da Pipoca e o Respeito às diferenças!

Saibamos respeitar nossas diferenças e nossas particularidades.

Uma analogia muito simples, e ao mesmo tempo, propícia:

– O Facebook e o Twitter mudaram o Brasil?

Sempre ouvimos falar que o brasileiro era um povo acomodado e não se mexia nem organizava protestos. Agora, o país está parando todas as tardes com manifestações.

Mas algo importante: com o mesmo cenário político-econômico, elas ocorreriam há 10 anos atrás?

Eu creio que não! As redes sociais ajudam e muito. Vide o Twitter com a hastag #vemprarua, verdadeiro convite objetivo dos manifestantes. Mas talvez a força maior venha do Facebook, com suas postagens e diversos fotos e frases de incentivo, além da organização de marchas e envio de convites.

Quer queiramos ou não, as redes sociais (e neste caso o Facebook) estão sendo determinantes para todo esse processo.

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– Governantes cedem ao MPL

Geraldo Alckmin e Fernando Haddad, assustados e pressionados por uma quase revolução civil, cederam. Metrô e Ônibus terão as tarifa reduzidas a partir de 2a feira.

A revolta popular – democrática por parte de alguns, mas violenta e vândala por outros- venceu.

Fica a questão: tudo começou com os protestos do Movimento Passe Livre, e outras bandeiras acresceram as passeatas. E agora?

São Paulo continuará a ter manifestações? Se sim, o que reivindicam especificamente? Mais: o que será necessário para que cessem?

Protestar por simplesmente protestar não fará sentido. As vezes, as vozes ressoam abstratamente. Os propósitos deverão ser clarificados.

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– Os Vovolescentes da Internet

Sabe aquele adolescente que fica fascinado ao descobrir a Internet e o Mundo Virtual? Agora, imagine idosos e idosas que “renascem” ao navegarem na Web!

Eu conheço pessoas queridas como nessa bacana matéria abaixo. E você?

Extraído de: Revista Isto É, pg 82, ed 2274

VELHINHOS CONECTADOS

Eles invadiram as redes sociais, batem papo pelo computador, editam vídeos, enviam fotos, mantêm blogs e formam o grupo que mais cresce entre os usuários de internet no Brasil

Por Juliana Tiraboschi

Eles gostam de aprender coisas novas, recorrem frequentemente ao computador para pesquisar sobre os mais variados assuntos e adoram usar a internet para conversar com os amigos e conhecer gente. Pode parecer, mas esse não é o perfil médio dos jovens da geração X ou Y. Trata-se, na verdade, da descrição de um contingente de usuários da rede que só aumenta: o das pessoas com mais de 50 anos. Divulgada em maio pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a pesquisa “Acesso à internet e posse de telefone móvel celular para uso pessoal” constatou que, entre 2005 e 2011, aumentou em 222,3% o número de brasileiros com 50 anos ou mais de idade que entram na internet. Isso representa um aumento de 2,5 milhões para 8,1 milhões de pessoas no grupo dos conectados maduros. Foi a faixa etária que teve o maior crescimento no período.

Quem trabalha no meio não fica surpreso com esses números. “Os idosos têm muita fome de conhecimento”, diz Sérgio Contente, presidente de uma empresa de softwares e mantenedor da fundação que leva seu nome e promove cursos de informática para jovens carentes e para o público da terceira idade. Para ele, os membros desse grupo que ainda estão fora da rede gostariam de aprender a navegar pela internet e a usar softwares, mas têm receio de incomodar os familiares. Com base nos vovôs que frequentam os cursos, o incômodo seria mínimo. O que eles mais desejam é aprender a trocar e-mails, receber e enviar fotos, editar vídeos caseiros e usar o Facebook e o Skype para se comunicar com parentes e amigos.

Esse é o perfil de Luiza Soares Ribeiro, 88 anos. A dona de casa começou sua experiência com novas tecnologias ao ganhar um tablet de presente de uma de suas sete filhas em dezembro de 2012. Luiza aprendeu a dominar as funções básicas do aparelho e a utilizá-lo para colocar em prática seu passatempo favorito: jogar games de caça-palavras. Mas ela queria mais e, no início deste ano, soube de um curso básico de informática por meio de uma vizinha. Decidiu se matricular e aprofundar seus conhecimentos sobre navegação na internet. Gostou tanto que convenceu duas filhas – Mafalda Ribeiro, 68 anos, e Zoraide Trofino, 67 – a fazer o curso. Luiza frequenta um clube da terceira idade e diz que, apesar de uma ou outra dificuldade, aumenta o número de amigos que sabem lidar com as novas tecnologias. “Acho o Facebook um pouco difícil, a gente aprende mais devagar. Mas o que aparecer eu quero aprender”, afirma Luiza, que acabou de participar de uma oficina para conhecer as ferramentas da rede social.

Além dos laços afetivos, um grande impulso para a inserção dos idosos no mundo da computação vem da automatização de serviços como a declaração do Imposto de Renda e a movimentação de contas bancárias. A necessidade de estar em dia com esses avanços tecnológicos traz um efeito colateral benéfico. “É importante saber usar a internet, abre a nossa cabeça”, diz Mafalda, que gosta de usar o Facebook, ler notícias sobre novelas, pesquisar receitas e procurar informações sobre artesanato.

A bióloga aposentada Neuza Guerreiro de Carvalho, 83 anos, já é uma veterana na lida com os computadores. Começou a desvendar os segredos da informática em meados da década de 1990. “Meu filho e netos conversavam entre eles sobre o assunto e, para mim, era como ouvir chinês. Mas nunca fui de ficar por fora, então quis aprender”, diz. Sua principal motivação naquele momento foi usar o computador para registrar toda a história de sua família. “Não existia mais máquina de escrever, e não dava para escrever à mão”, afirma.

A familiaridade com o computador cresceu a ponto de, em 2008, a aposentada lançar o “Blog da Vovó Neuza”, que reúne textos sobre temas como cultura, arte, viagens e música clássica, seus hobbies favoritos. Para ela, o blog não é um passatempo, mas um trabalho. “Eu pesquiso, às vezes passo uma manhã inteira para escrever um post”, diz. Neuza comemora o fato de mais idosos estarem na rede, mas acha que eles ainda se contentam com pouco: “Tem gente que faz curso, compra computador e fica restrito a receber e-mail e repassar correntes de mensagens. Não sabe trabalhar uma foto, criar conteúdos ou fazer uma pesquisa.”

A psicóloga Andréa Jotta, pesquisadora do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática, da PUC/SP, tem percebido um aumento tanto no interesse dos idosos em acessar a internet quanto na oferta de portais com informações e serviços voltados para esse público. “Geralmente, eles se adaptam bem aos tablets, por conta da tecnologia touch screen e da facilidade em acessar aplicativos das redes sociais”, diz. Criados num tempo em que ainda dava para confiar na palavra, eles têm dificuldade para se adaptar às medidas de segurança necessárias para navegar tranquilamente. “Os idosos caem mais facilmente nesses golpes que chegam por e-mail”, diz Andréa. Por isso, muitos têm medo de usar serviços de acesso online às contas bancárias.

Mas o número de vovôs que dominam informática cresceu tanto que algumas empresas colocam cabeças grisalhas para trabalhar em seus computadores. Especializada em serviços de call center, a TMKT, de São Paulo, contratou 100 pessoas acima de 50 anos desde março de 2012. “Essa faixa etária apresenta um pouco de lentidão na digitação e no aprendizado de abrir as telas do computador, mas a disciplina, a força de vontade e o comprometimento fazem com que vençam essas dificuldades”, diz Sulamita Miranda, gerente de RH da empresa. Mara Pereira da Silva, 60 anos, voltou a trabalhar no call center depois de se aposentar como secretária há quatro anos. Para a profissional, com um bom treino as pessoas mais velhas podem trabalhar de forma tão eficiente quanto gente mais nova. “É estimulante trabalhar junto com os jovens. A gente sente que está no mesmo nível de conhecimento deles”, diz. Sinal de que, além de conectar os idosos com o mundo, os computadores funcionam como um virtual elixir da juventude.

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– Cura Gay e Reversão Hetero: a Polêmica em Brasília!

E passou por mais uma etapa um delicado projeto do contestado Pastor Feliciano, presidente da Comissão dos Direitos Humanos das Minorias. Ele, que é alvo dos grupos homossexuais por ser considerado homofóbico, conseguiu levar a frente um polêmico trabalho visando que pessoas com comportamento homossexual tenham ajuda gratuita para “reverterem o comportamento para heterossexualidade”.

Evidentemente, a medida desagradou os grupos gays, tanto que o projeto tem sido chamado ironicamente de “Cura Gay”.

Mas aqui uma consideração: se a pessoa outrora dita heterossexual tem direito a tratamento psicológico gratuito caso descubra sua homossexualidade e queria assumir (e até operação pelo SUS para mudança de sexo lhe é oferecida), por quê a situação contrária não é permitida? A pessoa pode ter ajuda do Governo para se assumir homossexual, mas o inverso não?

O pecado do projeto, ao meu ver, será se o homossexual for tratado como doente, o que é diferente da ajuda terapêutica. Caso contrário, tudo em ordem.

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– Protestos Sociais e Futebolísticos. Adiantarão?

Nos últimos dias, muitos protestos estão ocorrendo Brasil afora. Mas eles valem algo? Qual a importância e significado deles?

A onda começou com as passeatas em São Paulo, organizadas em sua maior parte pelas redes sociais, lembrando até o início da “Primavera Árabe”. Tudo pela redução de R$ 0,20 no transporte público, incentivando outras praças. Embora a causa seja justa e vivamos numa sociedade de liberdade de expressão, não podemos confundir Democracia com Anarquia. Os manifestantes abusaram da prática do vandalismo, promoveram arruaça e impediram que outras pessoas exercessem seu direito: o de se locomover nas ruas, de garantias de segurança, além de espalhar o terror. Se fosse um ato pacífico, nada a reclamar. Mas com fundo político e violento, tudo a contestar pelo radicalismo praticado.

Porém, em Brasília, manifestantes promoveram protestos contra os gastos da Copa das Confederações e Copa do Mundo. Foram extremamente zelosos para que nenhum cidadão de bem fosse prejudicado, evitaram confrontos com a Polícia (que diferente de SP, não foi vítima de arruaceiros) e não atrapalharam a ordem pública. Excelente! Esses têm o meu respeito, pois exerceram a Democracia de fato.

Dentro do Estádio Mané Garrincha, Joseph Blatter (presidente da FIFA) e Dilma Roussef foram vaiados a exaustão. O primeiro pelas exigências impostas e por todo o histórico de corrupção da entidade. A segunda pela política econômica e pela gastança de recursos que poderiam ser destinados a outras áreas. Neste ato, os manifestantes também foram bem.

Questiono: se o público fosse outro, aquele que recebe verba do bolsa-família, Dilma seria vaiada? Ali, gente de boa condição financeira hostilizou. Mas o fizeram por não serem pobres, ou por serem intelectualizados e discordarem da política demagógica, que esconde gastos bilionários em estádios e se pauta em verbas a potenciais eleitores?

Por fim: fico apenas com pena de que algumas ações possam ser irrelevantes. Desde 2007 Ricardo Teixeira, então presidente da CBF, bradou sobre o fato da Copa ser privada, sem recursos públicos. Portanto, há 6 anos sabíamos de que o discurso era inverossímil. Por que não saímos as ruas antes dos gastos se consumirem, antes das autoridades públicas (independente se Federal ou Estadual) gastarem 1,2 bilhão de real no Estádio de Brasília ou 1,0 bilhão no Maracanã? Se somadas, quantas escolas, leitos hospitalares ou obras necessárias poderiam ser construídos com tais recursos? Perdeu-se o timing para que os protestos tivessem eficácia.

Até agora você viu, de verdade, algum retorno positivo ao país dos “investimentos da Copa”?

Entre protestantes e protestados, ninguém se entende. E a Sociedade como um todo é quem sai prejudicada.

Aliás… tem tanta coisa para se protestar e não se protesta, não?

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– Visitar Favela é Turismo?

Na semana passada, um turista alemão foi morto enquanto visitava a Favela da Rocinha. E aí vem a questão: Favela é Ponto Turístico?

Nada de preconceito, mas o cara sai da Alemanha (como saem muitos dos EUA, Itália, Japão, China) e vem passear nas vielas onde mora gente pobre, necessitada e em meio a violência?

Qual é a graça? O turista fará filantropia lá? Mudará a dura realidade do povo destas comunidades? Ver miséria é fazer turismo?

Pior ainda: a Favela da Rocinha não foi pacificada recentemente? E as UPPs, não intimidaram como deveriam?

Uma pena que isso pode se repetir na Copa do Mundo…

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– Os Refundadores da América Surgirão?

Enquanto aguardamos a Copa das Confederações começar, vemos a Libertadores da América chegar às suas semifinais.

Mas o que dizer da principal competição do Hemisfério Sul? Uma lástima em termos de organização, se comparada a Liga dos Campeões da Europa. Durante os jogos, vimos selvageria, má educação, erros crassos de arbitragem e jogos fracos.

Exemplos ruins: a pancadaria de Arsenal x Atlético Mineiro (e no jogo de volta na fase de grupos também)? Ou da morte por sinalizadores de San José x Corinthians? Sem contar a eliminação na fase de quartas-de-final das equipes brasileiras por assustadores erros dos árbitros em Corinthians x Boca Juniors e Olímpia x Fluminense? No mesmo nível está a Copa Sulamericana, a competição menos badalada da Conmebol: lembram-se de São Paulo x Tigre?

Jogadores cobrando escanteios debaixo de escudos policias, gandulas que somem, agressões não punidas em campo, hostilidades mil… Quase igual a Bayern x Borussia, não?

A verdade é: ou os clubes se unam e refundem a Confederação Sulamericana de Futebol (Conmebol), tirando os dirigentes vitalícios que lá se encontram, mudando os vícios e negociatas de hoje, ou aguentem por mais anos todas essas auguras.

Aliás, já que a Conmebol é uma entidade de direito privado, por que os dirigentes dos principais clubes não montam uma Liga Sulamericana? Ou convidem o pessoal da Concacaf e criem a Liga das Américas de Futebol!

O que será feito (se será), não sei. Mas precisa ser feito.

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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Outros artigos no Blog do Rafael Porcari na Rede Bom Dia / Diário de São Paulo, em:

http://www.redebomdia.com.br/blog/lista/109/Rafael+Porcari

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– Já Somos Primeiro Mundo?

O vice-presidente dos EUA, Joe Biden, está no Brasil. E como programa oficial de toda celebridade estrangeria que vem ao nosso país, visitou favela, falou de futebol, foi a uma churrascaria e tomou caipirinha.
Porém, num evento no Rio de Janeiro, disse que somos:

“O líder global do Hemisfério Sul, que não se pode mais chamar de emergente, mas sim de País Desenvolvido”.

Viramos país de 1o mundo?

Que bom! No discurso é legal, mas na prática… vide os índices de violência, a péssima situação da Saúde Pública e os maus tratos aos professores.

Você tem a sensação de que vive num país desenvolvido, emergente ou subdesenvolvido?

Acho que ele discursou sobre forte efeito das bebidas brasileiras que não conhecia…

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– A Empresa que Não Gosta de Gordos e Feios

Vejam só: grife famosa mundialmente – a Abercrombie (que ainda não chegou ao Brasil) faz barulho ao desenvolver produtos para pessoas que não sejam gordas, além de discriminar funcionários: eles devem ser atraentes sexualmente!

Feios e obesos não trabalham por lá! E isso está dando confusão…

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/299394_A+GRIFE+QUE+NAO+GOSTA+DE+GORDOS+E+FEIOS?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

A GRIFE QUE NÃO GOSTA DE GORDOS E FEIOS

Como declarações preconceituosas do presidente da rede americana Abercrombie afetam a imagem e os negócios de uma gigante que faturou mais de R$ 4 bilhões em 2012

Por Fabíola Perez

Em pouco mais de uma década, a grife de roupas Abercrombie & Ficht deixou de ser uma marca de relativo sucesso apenas nos Estados Unidos para se tornar um fenômeno global. Nesse período, seu faturamento cresceu mais de dez vezes, até chegar aos US$ 4,2 bilhões em 2012, e sua reputação de marca bacana, jovial e descolada conquistou adolescentes do mundo inteiro. Parte significativa desse sucesso deve ser creditada a Mike Jeffries, um executivo com fama de maluco que assumiu a presidência da empresa em 1996 e que logo viria a colocar em prática ideias que pareciam esquisitas, mas que se revelaram acertadas. Em vez de vendedores convencionais, a rede contratou modelos para atender os clientes. Jeffries queria mais. As lojas passaram a simular um lugar de baladas, enfeitadas com luzes piscantes que brilhavam no ritmo do som altíssimo. De novo, o executivo não se conteve e foi então que ele teve a sacada que transformou de vez a Abercrombie. Os modelos masculinos, jovens sempre sarados, passaram a atender a clientela sem camisa e as meninas adolescentes tornaram os endereços da rede verdadeiras atrações turísticas. Basta dar uma volta na Quinta Avenida, em Nova York, para observar levas de garotas tirando fotos com a turma de corpo definido. Mas o império construído com a criatividade de Jeffries agora está ameaçado – e por culpa dele mesmo. Motivo: o presidente da grife falou bobagem. E das grandes. “Quero apenas gente magra e bonita”, disse, sobre quem seria seu público ideal. A declaração, como era de se imaginar, provocou uma enxurrada de protestos mundo afora.

Na semana passada, um movimento iniciado na internet sugeriu que roupas da grife fossem queimadas em praça pública (até a quinta-feira 16, a data da destruição não havia sido marcada) e as redes sociais destrataram Jeffries (que, aliás, não parece ser tão bonito assim). No Brasil, a campanha “Abercrombie Popular”, criada pelo designer paulistano Isaias Zatz, 21 anos, pede que as peças da grife sejam doadas a moradores de ruas. “A Abercrombie sempre foi elitista”, diz Zatz. “Então, pensei que as roupas poderiam cair melhor em pessoas de verdade, sem sorrisos forçados.” Nos Estados Unidos, uma iniciativa semelhante também ganhou força. O internauta Greg Karber postou um vídeo na internet convocando americanos para o movimento “Fitch the Homeless”, cuja proposta é vestir os sem-teto com camisetas, casacos e bermudas da Abercrombie. Nos últimos dias, a revolta ganharia força à medida que surgiram novas afirmações estranhas de Jeffries, que se tornaram públicas depois da divulgação de um documento interno da empresa. “Sinceramente, preferimos os garotos mais atraentes”, é uma das frases atribuídas ao executivo, que assumiu recentemente ser homossexual. “Muita gente não cabe em nossas roupas e não é para caber. Se somos exclusivistas? Totalmente.” Não se trata de um discurso da boca para fora. Há alguns dias, a rede anunciou que deixará de fabricar roupas dos tamanhos G e GG.

Até que ponto a sinceridade visceral de um executivo, algo que o mercado não está acostumado a ver, afeta os negócios de uma corporação global como a Abercrombie? Para especialistas, a grife terá dias ruins pela frente.“As frases preconceituosas podem afastar investidores e atrapalhar parcerias no futuro”, diz Berenice Ring, coordenadora do curso de gestão de marcas da Fundação Getulio Vargas. “As declarações restritivas do presidente da Abercrombie estão na contramão do novo comportamento que as companhias querem alcançar no mundo corporativo”, afirma Daniella Bianchi, diretora da Interbrand Brasil. Para ela, a luz amarela acendeu para a marca americana. “Grande parte da população americana usa tamanhos grandes e, ao extinguir essas roupas, Jeffries elimina uma fatia do mercado consumidor.” A empresa, assegura, deve sofrer um impacto nas vendas e não vai demorar para que os acionistas reclamem das declarações de Jeffries. Outros fatores indicam que o modelo de Jeffries dá sinais de esgotamento. A combinação de vendedores musculosos, lojas badaladas e preços altos era uma boa estratégia nos tempos em que os consumidores americanos e europeus, os principais alvos da marca, podiam gastar horrores sem se preocupar com os efeitos da crise. Agora, é diferente: se em 2012 o faturamento cresceu 23,5%, a previsão para 2013 é de 7,14%. É hora, portanto, de Jeffries ficar de bico bem calado.

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– Os Números do Sincrestismo Religioso do Brasil

Interessante a matéria da Revista Galileu de Maio/2010, pg 22 e 23 de Bruna Fasano e Alexandre Fasano. Nela, há um Raio X das religiões no Brasil:

NÚMERO DE FIÉIS:

125,5 mi de católicos;

18 mi de pentecostais;

12,5 mi sem religião;

8,5 mi de protestantes;

5,4 mi de outras religiões.

GASTOS COM DÍZIMO (PERCENTUAL DA RENDA FAMILIAR):

0,54% é a contribuição mensal de um católico;

1,48% de evnagélicos tradicionais;

2,26% de evangélicos pentecostais.

Do montante, 44% de tudo que é repassado às diversas igrejas é por dízimos de pentecostais.

RENDA FAMILIAR (EM REIAS POR RELIGIÃO)

5.447,00 de religiões orientais;

4.422,00 de espiritualistas;

2.023,00 de católicos;

1.496,00 de evangélicos pentecostais.

CELIBATO CATÓLICO

41% afirmaram ter tido envolvimento afetivo (não necessariamente sexual) com mulheres,

50% afirmaram não manter o votop de castidade (relações sexuais com pessoas pagas ou em casos afetivos).

Extraído de Galileu.globo.com

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– Um mundo que precisa mais de Paz!

Independente da crença que você, leitor, tenha, é certo que precisamos de um mundo mais solidário, pacífico, humano.

Seja católico, evangélico, judeu, muçulmano, ateu, agnóstico… não importa. A diversidade de credos / não-credos vê o mundo se esfacelar em guerras, sejam externas ou internas.

Os atentados em Boston, as ameaças norte-coreanas, ou ainda a violência urbana no Brasil mostram que se perdeu o valor e o respeito à vida.

Como resolver?

Sei lá. Só sei que, se amássemos mais uns aos outros, nada disso aconteceria. Mesmo num mundo tão heterogêneo de culturas/ comportamentos, a paz é possível!

Curioso: no Evangelho de hoje, Cristo nos lembra: “amaivo-os uns aos outros como eu vos amei“.

É isso que falta ao mundo: paz!

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– Esmola ou Trabalho?

Antonio Ermírio de Moraes, empreendedor de sucesso e workaholic público, disse recentemente sobre os programas de bolsas de assistência governamentais:

“O povo não quer esmola, o povo quer trabalho” – Antonio Ermírio de Moraes.

Será mesmo?

Será que muitos não se acomodaram com os programas assistenciais?

Será que muitos querem (e desejam) ser bancados pelo Governo eternamente?

Será que há muitos vagabundos?

Será que não confundimos assistencialismo com ludibriação demagógica?

O meu convite para a reflexão é: será que as pessoas que realmente precisam dessas verbas (ou até maiores) não são tão bem assistidas, já que o universo distribuído muitas vezes é composto por gente que poderia estar trabalhando?

Não parece que esse assistencialismo do Governo tornou-se renda fixa para alguns, e deixar de votar em seus criadores causaria medo?

Vale a pena pensar…

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– Mulher com Vontade de ser Presa em Itatiba mostra o triste mundo!

Coisa triste da semana: em Itatiba/SP, uma mulher assaltou uma loja e saiu calmamente. Foi a um ponto de ônibus e por lá ficou, até ser presa pela Polícia. E, para a surpresa de todos, ficou feliz ao ser algemada.

Motivo: segundo ela, “não tinha onde morar nem o que comer, pois morava na rua”. Agora, não precisa mais pagar aluguel, nem se preocupar com comida e bebida…

Que Sociedade complicada! Ela já está num presídio da cidade próxima (Itupeva/SP), feliz da vida…

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– Os Reembolsos Financeiros aos Ex-Atletas da Seleção

Há décadas, a transformação das condições financeiras dos atletas de futebol vem mudando. Jogar num grande time é sinônimo de fama, sucesso e alto salário. Jogar num pequeno é outra história…

Mas em outros tempos, não se ficava rico no futebol. Pelo que jogavam, quanto ganhariam em salários hoje Pelé, Carlos Alberto, Garrincha, Tostão…?

A geração de 50, 60 e 70 não recebia dinheiro significativo, e tão pouco era possível contribuir para a Previdência Social. O que ocorreu: alguns dos atletas das Seleções de 58, 62 e 70, após o encerramento da carreira, estão pobres e não se aposentaram, pelo não reconhecimento da profissão de atleta de futebol.

Agora, o Governo Federal dará a eles R$ 100 mil, além de uma aposentadoria complementar de R$ 4.100,00. Se o ex-atleta recebe R$ 1 mil, o INSS banca a diferença.

Justo ou não?

Alguns dirão que eles não se prepararam para o encerramento da carreira. Outros dirão que eles foram vítimas do modelo previdenciário e da própria condição de jogador, e que merecem por ter representado o país (e até mesmo como indenização da Previdência Social).

E você: o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário.

(Em tempo: Pelé e Tostão recusaram tal recebimento por alegarem estabilidade financeira).

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– O Sexo e a Sexualidade em Revolução Hoje?

Um lançamento de livro que traz a tona um problema atual: o futuro dos casamentos e das relações sexuais.

Flávio Gikovate, renomado psicólogo, escreveu: “Sexualidade sem fronteiras“, onde fala que uma Revolução Sexual já está em curso. Disse que:

“No futuro, o que irá determinar a orientação sexual de uma pessoa será seu envolvimento sentimental, deixando de existir termos e pessoas conhecidas como heterossexual, homossexual ou bissexual”.

Fica a pergunta: isso é bom ou ruim? Até quando o envolvimento sentimental atrapalha o racional?

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– Critica versus Denúncia, Amizade versus Cumplicidade: Tenho minhas Dúvidas…

Leio na Revista Isto É dessa semana a entrevista do Frei Betto. Polêmico, o sacerdote de esquerda falou sobre a necessidade de modernização da estrutura da Igreja Católica, da luta pela Democracia, pela preferência pelos pobres e de Cuba.

De fato, ele é um intelectual, mesmo com as muitas ressalvas que eu tenho de sua pessoa. E entenda “intelectual” como pessoa inteligente, esclarecida, com bases e princípios bem determinados (mesmo que eu não comungue com muitos deles).

Mas, em especial, sobre Cuba, ele lembrou que:

“Tenho várias críticas ao Governo Cubano e as faço lá. Críticas se fazem aos amigos, denúncias aos inimigos”.

Ok, entendi seu ideário e conheço pessoas que mesmo sabendo que seus amigos estão errados, se aliam a eles e conseguem benesses.

Eu não o faria. O limite de estar ao lado de um amigo que faz algo errado é tênue demais, tornado a amizade quase que uma cumplicidade. Se o amigo não se emenda, talvez é melhor se afastar dele. Afinal, existe um dito popular que “passarinho, de tanto andar com o morcego, corre o risco de que um dia digam que ele dormiu de ponta-cabeça, mesmo que não durma…”.

Pense nisso!

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– Slow Work: Você consegue Desacelerar o Ritmo de Trabalho?

Um movimento ganha corpo no mundo organizacional: o de reduzir o ritmo frenético de trabalho que tanto estressa os profissionais.

Você conseguiria participar da turma do Slow Work?

Extraído de: http://is.gd/t1YoBz

DESACELERE O TRABALHO

Essa é a máxima do movimento slow work: quanto mais flexível for o ambiente profissional, mais produtiva será a equipe.

Natália Martino

Executivo de uma multinacional espanhola, Leonardo Ricciardi, 35 anos, iniciou 2012 como um típico profissional de sucesso. Mas a remuneração alta cobrava seu preço: a diferença de fuso horário com a Espanha fazia seu dia começar às 4h30. Cansado dessa rotina, Ricciardi resolveu trocar de emprego em fevereiro. Hoje gerente de operações de uma empresa de tecnologia no Rio de Janeiro, ele ganha duas vezes menos do que no emprego anterior. Em compensação, trabalha como, quando e onde quer. “Abaixei meu padrão financeiro, mas acompanho o crescimento da minha filha e finalmente vou terminar meu curso de chinês, que adio há seis anos”, diz. Essa flexibilidade é uma das vertentes do slow work, “trabalho lento”. Apesar do nome, especialistas garantem que a estratégia pode aumentar significativamente a produtividade da empresa. “Somos bombardeados com informação o tempo todo e se espera que a resposta seja sempre instantânea, mas a resposta mais rápida nem sempre é a melhor”, disse à ISTOÉ Peter Bacevice, consultor da DEGW, multinacional especializada em melhorias nos ambientes corporativos.

“O conceito de slow work é basicamente facilitar a vida dos empregados”, diz Clara Linhares, professora de gestão de pessoas da Fundação Dom Cabral. A satisfação deles, por sua vez, aumenta seu comprometimento com a empresa e sua produtividade. Para gerar esse contentamento vale tudo que favoreça o florescimento de novas ideias e o equilíbrio da vida profissional e pessoal. Mas as mudanças precisam ser feitas com cuidado. “A dica é incorporar as mudanças aos poucos e depois de muito diálogo com os funcionários”, diz Clara Linhares. Sem pressa e com mais eficiência, como o próprio slow work.  

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– Parabéns, Sean Penn!

O ator hollywoodiano Sean Penn mostrou sensibilidade e foi extremamente feliz ao receber Ariel Goldenberg. Lembram do ator brasileiro e a campanha #VemSeanPenn?

O protagonista do filme “Colegas” (vide abaixo), que é portador da Síndrome de Down (bem como outros atores do filme) tinha Sean como seu ídolo nas telonas, e sonhava conhecê-lo. Após os apelos para que o americano viesse ao Brasil encontrá-lo, foi Ariel quem viajou a Los Angeles.

Parabéns!

Extraído de: http://colunas.revistaepoca.globo.com/ofiltro/2013/03/16/ariel-goldenberg-da-campanha-vemseanpenn-finalmente-se-encontra-com-sean-penn/

ARIEL GOLDENBERG, DA CAMPANHA #VEMSEANPENN, FINALMENTE SE ENCONTRA COM SEAN PENN

Depois de uma das campanhas mais acessadas no Brasil, o sonho do ator Ariel Goldenberg enfim se tornou realidade. Ariel conheceu seu grande ídolo, o ator Sean Penn, nesta sexta-feira (15) em Los Angeles, nos EUA.

Ariel é protagonista do longa-metragem Colegas ao lado de Breno Viola e de Rita Pokk, com quem é casado. Os três têm síndrome de Down. O emocionante vídeo do YouTube, com a participação de atores conhecidos, como Lima Duarte e Juliana Paes, chegou a ser o sexto vídeo mais visto em todo o mundo.

No vídeo, Ariel pede que Sean Penn venha ao Brasil para assistir à estreia do filme. O ator não veio para a estreia, mas o encontro ainda assim aconteceu. Ariel viajou aos Estados Unidos e finalmente conheceu seu ídolo.

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– Papa Chicão dá exemplo aos Poderosos!

Gostei. O Papa Francisco, jesuíta argentino escolhido no Conclave, começou bem o seu papado. No primeiro dia de papado, dispensou a Limusine oficial e trafegou de ônibus com seus colegas cardeais. E pagou a conta da hospedagem em Roma com o dinheiro do próprio bolso!

Começou bem. Aliás, comportamento franciscano quase igual aos dos nossos políticos, não?

Extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,argentino-paga-conta-e-toma-onibus-,1008901,0.htm

PAPA ARGENTINO PAGA CONTA E TOMA ÔNIBUS

Por Jamil Chade

Um pontífice informal, que faz brincadeiras sobre o conclave, dispensa a limusine oficial do Vaticano, pega ônibus com os colegas cardeais e levanta mais cedo para fazer as malas e pagar, ele próprio, a conta de seu alojamento em Roma. Esses foram os indícios de que o cardeal Jorge Mario Bergoglio, agora papa Francisco, deverá imprimir um novo estilo, mais despojado, à frente da Igreja Católica.

Na noite de quarta-feira, durante o jantar oferecido aos cardeais após o conclave, Francisco ergueu a taça de champanhe com a qual todos comemoravam a eleição e, segundo o cardeal brasileiro d. Odilo Scherer, brindou ironizando a própria escolha de seus pares: “Que Deus os perdoe”.

“Ele já mostrou que vai trazer um novo ar para o Vaticano”, disse ao Estado o cardeal chileno Javier Errázuriz Ossa. “Ele tem humor.”

Ontem, antes de se dirigir à Basilica di Santa Maria Maggiore com o prefeito da Casa Pontifícia, d. George Gaenswein, e o vice-prefeito, Leonardo Sapienza, o papa pediu para passar na Casa Internacional do Clero, onde se hospedara no pré-conclave. Lá, arrumou suas malas e pagou a conta de estadia (diárias de 60). A atitude despertou admiração de cardeais como d. Geraldo Majella Agnelo, que se disse impressionado pelos primeiros “exemplos de humildade” do novo pontífice.

Francisco também surpreendeu ao entrar no ônibus onde estavam os cardeais. “Vou me sentar ao lado do Raymundo”, disse o cardeal brasileiro Raymundo Damasceno Assis, que contou que os dois conversaram “como dois velhos amigos”.

Bergoglio já era conhecido em Buenos Aires, cidade da qual foi arcebispo, por seus hábitos simples, como cozinhar as próprias refeições, dispensando ajuda de serviçais. “Chegou um novo estilo de papa, como já pudemos ver hoje”, disse o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi.

Segurança. A nova postura imprimida por Francisco exigirá adaptações por parte da segurança do Vaticano, aprimorados desde a tentativa de assassinato de João Paulo II, em 1981. “No Vaticano, não é a segurança que impõe o que um papa pode fazer. A segurança é montada a partir do estilo do papa, está ao serviço do pastor e em função do que ele vai adotar como atuação”, explicou Lombardi

Jesuíta, Francisco também demonstrou disposição para inovar os ritos litúrgicos e reduzir a pompa do cargo, justamente para permitir que sua mensagem chegue mais clara aos fiéis. Ao aparecer no balcão da Basílica de São Pedro, convidou d. Cláudio Hummes, amigo de muitos anos, para ficar a seu lado. Quem deveria estar lá era o cardeal Valini, vigário para a Diocese de Roma.

Na missa dos cardeais ontem, celebrou em pé, em vez de usar a cátedra. Na hora da homilia, surpreendeu ao falar de improviso, sem ler. Além disso, usou a estante de leitura, do lado esquerdo do altar, como se fosse um simples padre. / COLABOROU J.M.M.

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– Como o Brasil é lembrado no Exterior

Quais seriam os atributos mais lembrados, positivamente ou negativamente, do nosso país no Exterior?

Pesquisa da Fundação Dom Cabral trouxe as qualidades e os defeitos atribuídos à imagem do Brasil pelos estrangeiros. Veja:

– DESTAQUES POSITIVOS:

Alegria do povo, hospitalidade, simpatia, clima, natureza, paisagem, geografia, praia do sol, comida, bebidas, frutas, mulheres.

– DESTAQUES NEGATIVOS:

Violência, Criminalidade, Assalto, Pobreza, Desigualdade, Insegurança, Favela, Trânsito.

Eu concordo com todos eles. E você?

– Estudo da ONU mostra: Baixa Natalidade pode acabar com Países!

Um estudo sobre as populações das Nações Unidas em 2011, divulgado na “The Economist”, mostrou que o envelhecimento da população pode ser fatal para a sobrevivência de algumas nações. Os países estão envelhecendo e não nascem indivíduos na mesma proporção do que morrem.

Exemplos?

Na Bósnia, há em média 0,5 filho por casal. Nesse ritmo, “zeraria” a população local no ano 2.560. Em Portugal, a taxa é de 0,6 e na Romênia 0,7. São países onde se vê muitos velhinhos e poucas crianças…

No Brasil? Calma, segundo o mesmo estudo, com nossa taxa de quase 1 filho por casal, deixaremos de procriar em terras tupiniquins para lá do ano 5.000…

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– Contra o Racismo, mas tem que ser pra Valer!

Louvável a iniciativa de Joseph Blatter, presidente da FIFA, em querer criar uma força-tarefa para combater o racismo.  Disse ele:

“Precisamos chutar o racismo para fora”.

Legal. Mas, desde criança ouço a mesma lenga-lenga. Diz que combaterá o preconceito, mas quando teremos ações eficazes para valer?

Só existe uma raça: a raça humana. Sendo assim, o que podemos pensar de um sujeito que chama seu irmão de “macaco” por culpa da cor da pele?

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– Má-Educação ou Desespero?

Terminado o Carnaval, leio que quase 700 pessoas foram presas por urinar na rua. O folião não consegue se conter, e faz xixi na via pública.

Aí temos dois problemas:

1-O cara que pega uma cordão carnavalesco, bloco de rua ou sei-lá-o-quê (e ainda bebe todas), não deveria ter a noção de que uma hora ou outra sentirá necessidade de ir ao banheiro?

2-Em contrapartida, as autoridades públicas não deveriam espalhar banheiros públicos durante o trajeto?

Independente das duas colocações acima, penso que é uma tremenda falta de educação urinar na frente dos outros, principalmente se a causa for “excesso de farra”.

E você, o que pensa sobre isso?

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– Renascer dia-a-dia, Reinventar-se, Repensar-se

Disse Jesus a Nicodemus:

“Necessário vos é nascer de novo”. Jo 3, 7b.

Essa passagem bíblica é oportuna para vários pontos de discussão: religiosa, social e profissional.

  • RELIGIOSA, pois mostra que a conversão é necessária para mudanças de condutas e práticas antes condenáveis ou indevidas;
  • SOCIAL, pois nos permite repensar em determinados comportamentos frente amigos, sociedade e até intimamente;
  • PROFISSIONAL, pois, cá entre nós, administradores de empresas: práticas como learning organizacions, destruição criativa e dentre outras tantas, não há esse princípio cristão de renascer (ou tecnicamente, ‘reinventar-se’)?

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– Marrentos Precoces do Futebol

Fico boquiaberto com a marra de alguns dos garotos da Copa SP. Muitos atletas de time grande “acham que jogam muito”, fazem “caras e bocas” para a TV, e, pior: dão trabalho para a arbitragem.

Não estou generalizando, mas é uma constatação verdadeira: o que tem de Sub20 querendo colocar o dedo na fuça dos árbitros, é impressionante! E o pior é que alguns juízes aceitam tal comportamento.

Corroboro o que meu sábio pai comentou sobre tal fato:

“– se hoje essa molecada se comporta desse jeito, imagine daqui a 3 anos, com dinheiro e fama?“

Penso que, além de profissionais do futebol como treinadores e preparados físicos, esses garotos precisam também de psicólogos, orientadores vocacionais e educadores. Afinal, essa idade é um passo delicado na vida deles.

E parabéns ao Santos, campeão da Copa SP 2013 e ao vice-campeão Goiás.

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– Networking: Arte ou Interesseira Relação?

Compartilho texto extremamente inteligente do prof José Reanto Santiago Sátiro, extraído do “Blog do Conhecimento”, a respeito do Networking, tão falado em nossos dias e poucas vezes bem aproveitado.

Vale a pena conferir:

Extraído de: http://www.jrsantiago.com.br/area_de_conhecimento/_Editorial/A_nobre_e_as_vezes_esquecida_arte_do_Networking_ou_puro_Interesse

A NOBRE, E AS VEZES ESQUECIDA, ARTE DO NETWORKING, OU PURO INTERESSE

Palavra originada justamente de nosso atual tempo onde as tecnologias passaram a fazer parte de nosso dia a dia, o ato de desenvolver networking, no entanto, tem sua origem datada dos primórdios dos tempos de nossa sociedade.

Foi exatamente a necessidade de todo e qualquer ser humano possui de viver em sociedade, em grupo seja qual for seu tamanho, é que sinalizou algo similar a ser feito dentro de nosso ambiente profissional.

A princípio o fato de desenvolvermos relações pessoais interessantes, serve para nos auxiliar a busca por eventuais oportunidades. Sim, pois a lembrança de conversas e trocas de informações nos auxilia a manter em nossa mente, a imagem e nome de pessoas que poderão atender eventuais demandas existentes.

Pode parecer um pouco brusco afirmar, mas a razão principal do networking se fundamenta justamente do interesse. E não há mal algum nisso. Infelizmente, alguns segmentos de nossa sociedade enxergam apenas o significado egoísta que está atrelado a palavra interesse, e que envolve questões de outra natureza.

Ledo engano, pois até mesmo quando nos envolvemos com a pessoa amada, isto apenas ocorre devido a existência do interesse, no caso, pela parceira. O amor envolve interesse…

O interesse, digamos, do mal, que envolve o networking, é quando ele ocorre simplesmente pela necessidade. Quando um dos lados precisa atender a um problema pontual existente, e aí, não é networking, apenas oportunismo, ou melhor, uma mera tentativa.

O efetivo networking existe em cada dia, em nossa rotina, ao longo das mais simples e cotidianas ações que tomamos, desde um simples bom dia, ao bom humor e alegria que emanamos para todos, e até mesmo do compartilhamento de eventuais e futuras oportunidades.

Devemos esquecer, no entanto, que haja algum problema, de haver o interesse nestes atos. É legítimo e justo que ele exista. Chocado?

Pois bem, alguns meses atrás, ao desenvolver um projeto em uma organização, tive contato com uma pessoa que depois de aproximadamente alguns dias, teve que se afastar por questões médicas, para se submeter a uma cirurgia contra um câncer.

Muito possivelmente, ela não voltaria mais a organização, tão severa parecia ser a cirurgia. Como é um hábito na minha família, sobretudo com o meu pai, que reza um terço para cada um de seus amigos e parentes (pode acreditar!!), comprei um terço para ela, e pedi que a entregassem, tendo como único objetivo, servir de uma lembrança e sinal de que haveria alguém, mesmo não próximo, torcendo por ela.

De longe, fiquei sabendo da evolução de seu tratamento, e esta semana, fui presenteado com um afetuoso abraço dela, que “voltou ao batente”, devidamente curada. Sim, quero sempre receber gestos como este, na verdade estas coisas é que me mantem forte, são meus combustíveis, é por meu interesse.

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