– Preconceito no Futebol

Nos últimos dias, tivemos a campanha do Dia Mundial contra a Transfobia; também a Celebração da Libertação dos Escravos e o adiantamento do Dia da Consciência Negra (por conta da pandemia).

Há 6 anos, publicávamos esse momento de discussão sobre as diversas formas de preconceito (incluindo as das causas citadas acima e outras a se discutir) e que me parece ser um assunto bem atual…

Compartilho, abaixo, de 24/05/2014:

PRECONCEITOS

Passado o impacto da campanha contra o racismo capitaneada pela hastag #somostodosmacacos, fica uma nova discussão no futebol: gritar “Macaco” no estádio é crime, e ”Bicha” não é?

A luta deve ser contra o preconceito sob todas as formas ou apenas em relação as raças?

Esperar-se-á alguém jogar uma calcinha rosa contra um atleta homossexual (embora os jogadores gays não se assumam no futebol brasileiro temendo a carreira), fazendo um paralelo à banana contra Daniel Alves, para que se aborde o tema?

Homossexuais existem no apito também. Árbitros e bandeiras enrustidos estão aí, trabalhando nos campeonatos e se passando por heterossexuais. Conheci alguns e nunca se tocou na questão sexual durante os trabalhos de jogo. Mas desde “esposa arranjada” para manter as aparências até “causos de namoricos” se ouviu falar. E não só entre árbitros, mas também envolvendo dirigentes! Alguns na ativa e outros aposentados.

A condição sexual é problema pessoal de cada um. Entretanto, me preocupa quando heteros ou homos a usam para proveito próprio e/ou instrumento para promoção de alguém.

E aí vem a outra questão: o assédio sexual, seja praticado para cima das mulheres ou de homens, também não é um problema?

Outro: se não bastasse a questão racista, sexual ou de gênero, a física também deve ser discutida: rarearam-se os árbitros “baixinhos”? Cada vez mais se quer árbitro alto, parrudo e de boa aparência. Fico pensando: será que a Família Oliveira (Paulo César e Luiz Flávio) teriam chegado onde chegaram se começassem a carreira nos dias atuais? Negros e baixos, a dificuldade seria maior hoje.

Involuímos socialmente ou os critérios de meritocracia são tolhidos pela política?

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– Paternidade Ativa em moda. Ainda bem!

Leio que cada vez mais os papais sentem-se tão necessários para a criação dos filhos do que as mamães, e isso é ótimo.

Compartilho, abaixo, extraído de: http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,pais-se-unem-por-um-novo-jeito-de-criar-os-filhos,70001800145

PAIS SE UNEM POR UM NOVO JEITO DE CRIAR FILHOS

A chamada ‘paternidade ativa’ ganha adeptos, com homens que põem literalmente a mão na fralda e na cama, se envolvendo em rotinas.

Por Fábio Leite

Quando Anne contou que queria dar à luz seu primeiro filho em casa, Thiago Queiroz “surtou”. “Achava aquilo uma loucura”, recorda o engenheiro carioca, de 34 anos. Ele estava mais focado em montar o quarto do bebê do que nos textos que a mulher enviava sobre o desejado parto humanizado. Aos poucos, foi convencido da ideia, mas a “ficha” da paternidade só caiu quando o corpo de Dante deslizou nos seus braços dentro da banheira montada no apartamento, após 23 horas de intensas contrações.

“Esse momento foi muito tocante. Se eu não tivesse embarcado nessa, não estaria ali, na hora certa, para pegar o meu filho. Depois, só pensava em como queria me apaixonar por ele. Comecei a ler sobre criação com apego e decidi mergulhar na paternidade”, conta Queiroz, que, além de Dante, com 4 anos, é pai de Gael, de 2, blogueiro, youtuber, com o canal Paizinho, Vírgula!, palestrante e criador de um grupo sobre disciplina positiva no Facebook, o Criação com Apego.

Agora, é ele quem escreve os textos que as mulheres mandam para os maridos. “Sei que muitos ainda não leem, como eu não lia”, diz. Mas isso está começando a mudar. A chamada paternidade ativa defendida por Queiroz tem ganhado cada vez mais adeptos no Brasil. São homens que rejeitam o papel do pai apenas como provedor da casa e colocam a mão na fralda, as crianças na cama e debatem os mais variados assuntos envolvendo os filhos, desde coisas mais práticas, como o jeito de usar o sling (espécie de rede para carregar o bebê junto ao corpo), até temas mais complexos, como o melhor as formas de lidar com ciúmes entre irmãos.

PELO PAÍS – Um deles é o engenheiro de sistemas Leandro Gonçalves, de 35 anos, que criou há quatro anos um grupo fechado no Facebook, o Paternando, com mais de 400 membros de Espírito Santo, Minas, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte, além de Rio e São Paulo. “O feminismo questiona os papéis na família preestabelecidos pela sociedade, de que o homem trabalha e a mulher cuida dos filhos. Hoje, todos trabalham, não é justo só as mulheres fazerem dupla jornada. Nossa geração está assumindo essa responsabilidade.”

E o papel das mulheres na descoberta da nova paternidade é vital. Assim como Queiroz, Gonçalves conta que a vontade de ser um pai mais participativo do que fora o seu aflorou no nascimento de Alice, sua filha mais velha. “A Dane (a mulher) optou pelo parto humanizado em casa. Foram 26 horas de trabalho de parto e fiquei junto dela o tempo todo. Foi muito intenso para mim também, meio catártico.” O próprio grupo de pais nasceu com base em um grupo de mães. “Elas promoviam encontros e os pais começaram a se conhecer também. Até que decidimos criar nosso próprio grupo.”

Hoje, o Paternando promove rodas de conversas mensais entre os pais e tem um podcast, o Balaio de Pais, para falar da criação dos filhos. No último episódio – Mamãe tá na roça, papai foi cozinhar –, os pais abordaram como a sociedade brasileira ainda tem dificuldade em aceitar essa nova realidade familiar. “Crescemos em uma cultura machista e essa desconstrução sobre o lugar do pai na família, em casa, é demorada. O que está acontecendo é uma quebra de paradigma, mas muitos ainda cobram do pai esse papel de provedor”, relata o psicólogo Leonardo Piamonte, de 38 anos, autor do blog Paternidade Sem Frescura.

Para um dos mais assíduos do grupo, o jornalista Leandro Nigre, de 34 anos, a troca de informações tem sido essencial para enfrentar o desafio da paternidade. “Infelizmente ainda há muito preconceito com os que decidem assumir determinadas tarefas e dividir a educação dos filhos com as mães”, diz Nigre, que utiliza seu blog, o Papai Educa, para divulgar entre homens notícias, pesquisas e reflexões que envolvem a paternidade. E para quem o elogia por cuidar de Guilherme, de 4 anos, e Rafael, 2 meses, ele responde: “Só estou cumprindo meu papel de pai”.

CRIAÇÃO ‘CASADA’ DESMISTIFICA HIERARQUIA

Muito se fala sobre as consequências da ausência de um pai na vida de uma criança, como comportamento violento e dependência química, mas pouco se estudou até agora sobre os efeitos da paternidade ativa no desenvolvimento dos filhos.

Para a psicóloga e terapeuta familiar Rosa Maria Macedo, coordenadora do Núcleo de Família e Comunidade da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), uma coisa é certa: a presença do pai em casa e nas atividades domésticas torna a estrutura familiar mais horizontal, o que é positivo para pais e filhos.

“Na literatura, pai sempre foi visto no lugar da autoridade, aquele que impõe as leis da casa. Ou seja, estaria hierarquicamente acima da mãe. Com a mudança de papéis, esse processo está ficando horizontal. Isso é bom sob diversos aspectos, do respeito às diferenças, aos gêneros, à democracia, sem criar uma situação de desigualdade.”

Rosa explica que a teoria do apego, que virou objeto de estudos dos pais ativos, começou a ser desenvolvida na década de 1950 pelo psicanalista britânico  John Bowlby. Em suas pesquisas, ele constatou que o vínculo estabelecido entre a criança e o adulto dependia mais da sensação de segurança que lhe era proporcionada do que com o alimento, como pensavam psicanalistas que julgavam o apego primário exclusivo das mães.

Para psicólogo, a mudança de comportamento do pai depende muito da postura da mãe, que não pode ter medo de “perder” o lugar de poder que ocupa em casa. “No consultório, recebo pais se queixando que querem participar mais, mas são repreendidos pelas mulheres, que colocam defeitos no que eles fazem. Isso não pode ser uma disputa.”

O psicólogo Leonardo Piamonte, que trabalhou com menores infratores na Colômbia, disse que, como esta é a primeira geração de pais que desenvolveu esse comportamento participativo, só agora será possível medir os efeitos da nova paternidade nas famílias. Ele participa do grupo de pais ativos e acredita que esse comportamento paterno faz com que os filhos sejam mais criativos, assistam menos TV e se alimentem melhor. “O que se sabe é que excesso de amor e carinho nunca machucou ninguém.”

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Leandro Gonçalves com suas filhas Alice(4) e Tereza(1) Foto: FELIPE RAU/ESTADO

– REFLEXÃO: o comportamento humano é estranho!

REPOST: foi num domingo, mas poderia ser hoje… vale pensar nesse texto:

SEJAMOS #LUZ para brilhar ao próximo. Bom dia, amigo #Domingo!
Refletindo pela manhã: como o #ComportamentoHumano é estranho, não? Uma capacidade enorme de produzir #INVEJA e #ÓDIO, mas… concomitantemente, felizmente a de também ter #AMOR e #SOLIDARIEDADE! Meu texto em: https://www.linkedin.com/pulse/o-comportamento-humano-rafael-porcari/

O comportamento humano é estranho. Muitas vezes, é movido a INGRATIDÃO. Não reconhece as coisas que se faz, a ajuda que recebe dos outros e nem imagina o quanto se quer bem.

O comportamento humano é estranho. Pode estar bem num dia, ser doce como um gatinho e no outro se voltar como uma cobra e ENVENENAR o íntimo do próximo.

O comportamento humano é estranho. A pessoa não aceita ser alertada, não se corrige e permite-se ao EGOCENTRISMO crendo exatamente o contrário. Ela sabe tudo, entende de tudo e é a sabedoria máxima de tudo.

O comportamento humano é estranho. Se faz de bom samaritano, quer ajudar todo mundo e VANGLORIA-SE do que fez, mostrando-se vaidoso.

O comportamento humano é estranho. Importa-se com as postagens em Redes Sociais dos outros, as policia, critica-as mas… EMPORCA as suas com ostentações e futilidades.

O comportamento humano é estranho. Despreza a caridade e a solidariedade de outrem, INVEJA a condição do outro e a denigre como forma de minimizar aquele que é invejado.

O comportamento humano é estranho. OFENDE terceiros para atingir aos outros, como forma de desgostar e torturar.

O comportamento humano é estranho. Cega-se a ver uma realidade urgente, postergando-se decisões difíceis e DESPREZANDO a experiência.

O comportamento humano é estranho. Acha que tudo é dito, escrito ou pensado a ela própria, pessoa que CONSPIRA e se acha vítima da sociedade.

O comportamento humano é estranho. Ou melhor: TOLO! O que ele ganha com tais bobagens? Fazer pirraça e atacar aqueles que o ama não leva a nada.

Pobre comportamento humano… ele é tão estranho que a gente consegue PERDOAR o ódio recebido. Mais estranho ainda é que essa definição poderá ser lida na página de outrem.

Enfim: o comportamento humano é extremamente estranho por todos esses fatores. Mas extraordinariamente capaz de passar borrachas e recomeçar; de buscar o bom senso e voltar a VIVER e CONVIVER, sem mágoas após mea culpa e sereno pós-tempo.

Ah, humanos. Que comportamento! Busquemos sempre o SOL e a LUZ, nunca as trevas da relação diária.

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(foto: arquivo pessoal)

– Abolição da Escravatura: E aí?

Hoje se recorda a Abolição da Escravatura do Brasil. Mas muitas teorias absurdas de pseudo-intelectuais ainda ganhavam coro na Europa, como a do iluminista escocês David Hume, que no longíquo 1770 dizia:

Que negros sejam naturalmente inferiores aos brancos”.

Idiotice da época. A cor da pele nada faz para que se mude a dignidade das pessoas. Mundo afora tivemos racismos históricos. A escravidão no Brasil é exemplo clássico.

Porém, em 13 de maio de 1888 a Princesa Isabel aboliu a escravatura. Foi a salvação para os negros?

Nada disso. Foi uma demagoga lei. No dia 12, eles dormiam em Senzalas e se alimentavam muito mal. No dia 13, foram livres e ficaram sem casa e sem comida.

Claro, o acerto foi a proibição da exploração. O grande erro foi a falta de assistencialismo da Lei, que deixou os pobres escravos ao Deus-dará.

Fica a histórica indagação: a Princesa Isabel bobeou e não pensou no futuro dos ex-escravos, ou simplesmente fez politicagem para ganhar os louros da fama?

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– Pandemia da Gripe Espanhola versus Pandemia de Covid-19

Depois de 100 anos aproximadamente, a humanidade revive o que é co-existir com uma pandemia.

Mas como foi em 1919, com a Gripe Espanhola?

Veja que legal, abaixo, extraído do Facebook de Alexandre Versignassi, diretor de redação da Revista Superinteressante:

PANDEMIA

Ela é o melhor farol que temos. A Gripe Espanhola, de 100 anos atrás, durou um ano e meio, e foi especialmente mortal num período mais curto, de seis meses.

Seu índice de letalidade era inferior a 1%. Calcula-se, porém, que 70% da população mundial tenha pegado, e que o número de mortos ficou entre 20 milhões e 50 milhões (se hoje subnotificação é um problema, imagina lá atrás).

Seja como for, ela deixou lições importantes. Num mundo não só “sem internet”, mas sem sequer rádio, o uso de máscaras se tornou universal. E as cidades que mais quarenteneram foram as que tiveram menos vítimas – o que mata a “tese” do “E daí? Se todo mundo vai pegar mesmo, vamos fazer churrasco”.

A (linda) imagem abaixo, feita na Califórnia da época, me chegou via Sergio Figueiredo.

O cartaz que a moça exibe diz “Use máscara, ou vá para a cadeia”. Não sei se é um protesto, ou só o registro de um momento que o pessoal da foto entendia (acertadamente) ter dimensão histórica. Fico com a segunda interpretação – até porque posar para uma foto, em 1918/1919, não era algo banal. Valia como posar para um quadro.

Outra beleza da imagem é a sensação de indo e vindo infinito que ela passa. A de que a vida, e a história, andam em ciclos, e que é importante revisitar o ciclo passado para entender melhor o presente.

O jornalista Alexandre Carvalho faz essa revisita em uma reportagem memorável sobre a Gripe Espanhola na Super deste mês (link nos comentários). Vale por um filme.

Outro ponto que faz valer uma revisita: ela nos dá uma noção mais clara do poder de resiliência da humanidade.

Os anos 20, que seguiram-se à Gripe Espanhola, foram um dos mais produtivos até hoje – na tecnologia (rádio), na indústria (massificação do automóvel), nos serviços (as primeiras cias aéreas são dessa época – KLM, Qantas e Avianca, da Colômbia, seguem ativas desde lá), nas artes (Fitzgerald, Semana de 22…). Porque tudo passa. Tudo, sempre, passará.

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– O rodízio de veículos na cidade de São Paulo. Uma boa ou não?

Cada vez mais eu não entendo o que as autoridades da Capital Paulista pensam sobre a mobilidade durante a pandemia.

Diferente do Rodízio de Placas habitual, com horários específicos e valendo para o Centro expandido, agora haverá em dias pares e ímpares para as respectivas placas, por todo o município e em 24 horas.

Em tese, metade da frota estará fora de circulação em toda a cidade. Mas e em número de pessoas?

Imagine que a alternativa será o transporte público coletivo para quem não tem escolha (penso que os carros que estavam na rua não circulavam simplesmente “por acaso”). Dessa forma, ônibus e metrôs lotados, incentivando aglomeração e contágio.

Respeito as autoridades e os estudos, mas… cadê a cientificidade do trabalho que determinou ser essa a melhor solução?

Covas anuncia rodízio de carros ampliado e mais restritivo em toda ...

– Que feio, Regina Duarte! Um dia de fúria?

Quando eu li que a responsável pela pasta da Cultura, a atriz Regina Duarte, teve um “dia de fúria” ao vivo na CNN, procurei ler em diversas mídias o ocorrido, para que não fizesse um mal julgamento. E ao assistir, o real motivo: um depoimento atual, gravado para o programa CNN 360º, da também atriz Maitê Proença com críticas pertinentes ao trabalho de Regina. E com isso me decepcionei com a Secretária!

Não aceitar críticas é sempre algo ruim (e todas elas tinham razão de serem feitas), mas promover um quiprocó como ela fez, abandonando a entrevista (e cometendo a gafe de dizer que era um vídeo antigo “desenterrado”) foi de um vexame muito maior que um simples comportamento arrogante.

Que triste… para onde os rumos e a falta de sensatez estão levando o Brasil? Se você vai para um programa ser entrevistado, é lógico que poderá ouvir elogios e cobranças! Ou vai querer pautar as perguntas?

Assista no link em: https://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2020/05/07/regina-duarte-se-irrita-com-video-de-maite-proenca-na-cnn-brasil.htm

Regina Duarte se irrita com vídeo de Maitê Proença na CNN Brasil ...

– O bem mais valioso nos dias atuais é…

Na verdade, não é, mas, são: os DADOS!

Veja só que artigo interessante, Extraído de PEGN, pg 34-37, Set/2019

O BEM MAIS VALIOSO

por Facundo Guerra

Pela primeira vez na história o bem mais valioso do mundo não é mais objetivo, mas subjetivo. Até recentemente o combustível de nossa economia era o petróleo. Hoje, são os dados, extraídos como o óleo de nosso comportamento online e que são metabolizados por máquinas, refinados, e retornam para nós em forma de anúncios, que por sua vez chegam com o timing certo e nos fazem consumir de maneira irrefletida: compramos coisas desnecessárias para preenchermos o vazio existencial que o excesso de conexão e estímulo via redes sociais acabam por criar, em detrimento de conexões reais com outros humanos. É a cilada perfeita: nos exprimimos, consumimos a expressão alheia, nos sentimos vazios, consumimos, nos exprimimos, em looping. Afinal, comparamos nosso nível de felicidade e sucesso com as outras pessoas de nossa rede, e é impossível não se sentir fracassado diante dos humanos perfeitos que performam perante nossos olhos no Instagram, esse aparato de propaganda montada com a engenharia reversa de uma máquina de caça-níqueis.

Esta máquina não surgiu do nada: é a resposta ao imperativo da auto-expressão e criatividade que surgiu nos anos 1990, por sua vez uma resposta à emergência das mega-celebridades e do culto à personalidade dos 1980. Uma geração inteira foi incentivada a se expressar, a se achar especial e merecedora de uma audiência, como se todos obrigatoriamente fossem se importar com o que eles tinham a dizer. Então, de repente, todos queriam ser artistas, encontrar seu público, seguir seu sonho. Uma geração de gente arrogante (da qual faço parte), que se achava a mais especial entre os humanos que já caminharam sobre a Terra e que eram merecedoras de notoriedade e fama.

As redes sociais são apenas a resposta do mercado ao imperativo de todos precisarmos sermos criativos, inovadores, pensarmos fora da caixa e artistas: as empresas de tecnología nos deram um pequeno palco só nosso, onde nos apresentamos para outras pessoas que também têm seu próprio palco, ad infinitum, dentro de uma sala de espelhos, como num asilo de alienados, cada qual em sua própria realidade.

Deu nisso: nos expressamos para ninguém, porque a verdade é que ninguém se importa, mais além de um like ou coração. Vivemos com raiva, nos revoltamos diariamente, nos fechamos em nossas próprias bolhas ilusórias, reagimos por espasmos, temos medo, expressamos nosso desagravo, consumimos porque o consumo virou escapismo e construção identitária, performarmos para nossa audiência, ela em si também formada por “artistas”, “influenciadores”, “celebridades”, público e performers vibrando na mesma frequência, todos exaustos de tanto sentir raiva por não terem 1000 seguidores, 10000 seguidores, 100000 seguidores, porque são incompreendidos, afinal, eram originais e merecedores de atenção, quando na verdade não passavam de uma cópia da cópia da cópia da cópia, todos colocando pra fora o que sentem e tendo seu comportamento tabulado, uma nuvem de pontos de expressão que através de inteligência artificial foi capaz de criar um simulacro de cada um de nós em um servidor, tão simplório e eficiente em identificar nosso comportamento de consumo porque nós mesmos nos tornamos simplórios em nossas opiniões polarizadas e senhores de nossa razão, gritando diante de um espelho, desconectados do agora e da realidade.

Como a gestão de dados impacta o controle de estoque? - Portal ...

– Empresas adotam Teste de Integridade Moral para contratar funcionários

Muitas organizações estão aplicando exames para avaliar o caráter dos seus funcionários. Entre eles, o PIR (teste de Potencial de Integridade Resiliente).

Saiba mais extraído de OESP, 14/05/17, Caderno “Carreiras & Empregos” (abaixo):

TESTE DE CARÁTER VIRA ETAPA DE CONTRATAÇÃO

Empresas adotam no processo seletivo avaliação de potencial de resistência de candidato quando colocado diante de dilemas éticos

Por Cris Olivette

Ter competência técnica, experiência internacional, currículo rico e facilidade para trabalhar em equipe, já não são suficientes para conquistar uma vaga de emprego. Isso porque os casos de fraude e corrupção chegaram ao ambiente corporativo e as empresas começam a procurar formas de avaliar a capacidade de resistência dos candidatos, quando são expostos a dilemas éticos.

O gerente nacional de assistência a clientes da Localiza, Jairo Barbosa, ocupa a função há dois meses. Ele só foi contratado depois de realizar um teste que mediu o seu potencial de integridade, que ocorreu na etapa final do processo seletivo.

Ele também participou de treinamento sobre integridade que abordou a Lei Anticorrupção e apresentou o programa de compliance da companhia. “Sempre trabalhei em grandes empresas e esta foi a primeira vez que fui convidado a fazer esse tipo de treinamento e teste.”

Segundo ele, essa abordagem dá ao candidato segurança para ingressar na empresa. “Esse conjunto de procedimentos demonstra a seriedade da companhia que tem políticas transparentes e bem definidas, com posicionamento claro sobre esse tema tão delicado.”

A gerente de RH da Localiza, Adriana Baracho, conta que desde o ano passado esse tipo de teste integra o programa de compliance da companhia. “O comportamento ético é um de nossos pilares e precisávamos de uma ferramenta que nos desse respaldo na hora de contratarmos novos funcionários.”
Adriana afirma que quando o resultado do teste não recomenda a contratação, a equipe de recrutamento faz verificação aprofundada. “Durante um processo seletivo, o teste apontou um indício que foi confirmado posteriormente, quando conferimos as referências.”

Segundo ela, além desse cuidado no processo de contratação, todos os funcionários assinam termo de compromisso afirmando que concordam com a conduta ética da empresa, que é renovado periodicamente.

Adriana diz que quando participa de eventos da área de RH e comenta que realiza esse tipo de teste, todos se interessam. “As empresas ainda não sabem que essas ferramentas existem.”
Gerente de recrutamento e seleção da Brookfield Incorporações, Carolina Caldeira diz que há dois anos a empresa passou a aplicar teste de integridade no processo seletivo.

“Precisávamos medir se quem trazemos para dentro da empresa compartilha nossos princípios éticos. No futuro, também vamos avaliar aqueles que foram contratados anteriormente”, afirma.
Segundo ela, a avaliação é aplicada na seleção para todos os níveis de contratação. “Inclusive para a obra, a partir do cargo de assistente administrativo.”

Carolina conta que já foram registrados dois casos de conduta inadequada na companhia. “Em um dos casos, a pessoa foi contratada quando começávamos a fazer esse tipo de avaliação e ainda não trabalhávamos em parceria com a área de compliance, como ocorre atualmente. Mesmo com o resultado indicando que aquele candidato não era recomendável, seguimos com a contratação. Depois de algum tempo, ficou comprovado que o alerta do teste era procedente”, afirma.

Ela conta que o programa Atitude Compliaence da Brookfiled compõe uma das metas de resultados da companhia. “Ele faz parte de uma das premissas básicas para se chegar a uma remuneração variável”, diz.

Segundo ela, a empresa mantém canal confidencial para denúncia anônima tanto para funcionários quanto para clientes. “Até mesmo os nossos fornecedores têm de passar por processo de homologação antes de serem aceitos.”

NECESSIDADE. O advogado Renato Santos, sócio da S2 Consultoria, explica que a Lei Anticorrupção brasileira determina que as empresa façam o monitoramento dos profissionais e que o processo seletivo seja mais apurado.

Segundo ele, não existe impedimento legal para a aplicação desse tipo de teste. “Inclusive, saiu recentemente uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que impede que as empresas façam levantamento de antecedente criminal dos candidatos”, ressalta.

Segundo ele, neste caso, a decisão do TST teve por objetivo impedir que houvesse preconceito em relação ao profissional. “Com essa decisão, as empresas precisam encontrar outras formas para avaliar o caráter do candidato.”

Santos conta que como resultado de sua tese de doutorado, desenvolveu o teste Potencial de Integridade Resiliente (PIR), que tem grau médio de predição de 77%.
“Com a decisão do TST, esse tipo de ferramenta ganha força e importância, pois elas não têm o objetivo de olhar o passado da pessoa ou classificá-la entre ética e não ética”, afirma.

Segundo ele, a proposta do teste é entender como a pessoa tende a lidar com dilemas éticos. A avaliação é feita por meio de simulações, nas quais o candidato escolhe, entre algumas alternativas, o que faria em determinada situação. “Conforme as respostas, é possível observar o nível de resiliência do profissional.”

Como existe a possibilidade de que a pessoa dê respostas politicamente corretas, o teste tem outra etapa. “A análise inclui perguntas abertas, com curto tempo de resposta, tanto dissertativas quanto por meio de gravação de vídeos. Tudo é avaliado pelos recrutadores, que observam a coerência do que foi dito e a linguagem corporal”, afirma.

Há oito anos, a organização internacional de apoio ao empreendedorismo Endeavor, utiliza ferramentas que testam o grau de integridade de empresários que passam pelo processo de seleção de empreendedores.

“É uma etapa obrigatória. Os empresários ficam, então, com a impressão de que estão entrando em uma organização séria e que realmente acredita nesses valores”, diz o diretor de apoio a empreendedores, Guilherme Manzano. Segundo ele, durante a seleção, a equipe da Endeavor mantém conversas francas com os empresários sobre comportamentos antiéticos, apontando o quanto elas afetam o desenvolvimento do negócio.

Manzano afirma que a organização já deixou de aceitar empreendedores por conta do resultado do teste. “Ele materializa evidências que obtemos durante a convivência com os empreendedores que estão sendo selecionados. O resultado obtido por meio do teste é somado às impressões que já haviam sido identificadas. A nossa lógica é evitar riscos”, ressalta.

O diretor afirma que alguns empreendedores que passaram pelo teste gostaram tanto da ferramenta que passaram a adotá-la em suas empresas.

“Todas as companhias deveriam usar algum processo para prevenir problemas de postura ética e moral, porque as consequências acabam com a sua reputação. Além disso, é uma forma de manter a saúde organizacional, cultural, financeira e da imagem no mercado.”

Origem. O advogado e sócio da S2 Consultoria, Renato Santos, que desenvolveu um teste de integridade, diz que desde a década de 1970 os americanos se preocupam com a questão do caráter dos funcionários.
“Eles criaram o polígrafo, que ficou conhecido como a máquina da verdade ou detector de mentiras. Esse teste foi aplicado em larga escala naquele país, em mais de dois milhões de candidatos”, conta.

Ocorre que na década de 1980, o uso do polígrafo foi proibido, por ser muito invasivo. “Surgiram, então, os testes de integridade criados, principalmente, nos Estados Unidos e Israel.”

Santos afirma que no Brasil, testes de integridade ainda são aplicados de maneira muito incipiente, porque as empresas nem sabem que a ferramenta existe.

“Mesmo assim, nos últimos doze meses, tivemos aumento de 35% nas consultas. Entre março de 2015 e abril de 2016, recebemos 1.482 consultas. Nos últimos doze meses, o número chegou a 2.031. Afinal, é muito mais barato predizer o comportamento que reagir a ele.”

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– Ser otimista, sem perder o realismo

É claro que nesses momentos tão difíceis que a sociedade vive, precisamos ter disposição em encarar as coisas sob uma ótica mais positiva. O famoso “fazer uma limonada dos limões”.

Vale refletir nessa ilustração, abaixo: ter otimismo é importante, mas lembre: manter-se com os pés no chão é fundamental!

– O Vício do Consumismo

Bela e inteligente. Eis a declaração da atriz Fernanda Vasconcelos sobre o mundo consumista e a sede dos jovens em ter bens materialistas para a satisfação pessoal:

Quanto mais jovens alienados e consumistas se formarem, mais adultos doentes teremos no futuro. Esse ‘querer ser’ através do consumo é quase comparável à dependência química”.

Disse tudo. Comprar/gastar pode ser um vício, como o das drogas!

Consumismo: impactos para o bolso e para o planeta | O Debateimgres.jpg

– Pets e Quarentena

Veja a cara de uma cachorrinha que está em quarentena junto à família

Nada de parques ou passeios. Ela pode suportar muito bem, especialmente com o ótimo quintal que temos. Isso se chama… consciência!

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– O Consumo on-line ficará como herança destes tempos de Quarentena?

Com toda essa confusão envolvendo o Coronavírus e a ampliação da Quarentena Paulista para até 10 de maio, evidentemente que as empresas precisam se reinventar!

Sabidamente, as pessoas estão com dificuldade econômica e precisam trabalharpois as empresas também quebram. Entretanto, diante do dilema financeiro-sanitário, não pode-se esquecer de que a Saúde vem em primeiro lugar (virá o bordão de que teremos “mais falidos do que falecidos”, uma infeliz invenção social). Delivery, Home Office e outras modalidades bem usadas nesse momento deixarão de ser alternativas para se consolidarem como costume.

O equilíbrio entre Trabalho e Bem-Estar é difícil, mas há de existir o quanto logo, para que as organizações não quebrem. Por isso, se faz relevante o apoio do Governo.

Não confundamos relaxar a prevenção pela preocupação econômica, isso precisa ficar claro. Precisamos nos resguardar para o quanto antes sair da Quarentena e retomar a vida, que será, logicamente, diferente.

Intenção de consumo das famílias cai 27% em um ano, mostra CNC ...

– A Fé e a Providência Divina prevalecem!

Veja por todos os pontos de vista: na figura abaixo, é lógico que concordo com o fortalecimento das famílias e das igrejas domésticas, buscando alternativas para participar da Santa Missa em tempos de pandemia!

Não vejamos tudo pelo lado negativo!

– Nem de Esquerda, nem de Direita! O Vírus não escolhe ideologia e nem foi produzido politicamente.

Em momentos de crise, as pessoas perdem muitas vezes a noção da realidade. Um desses casos é o de Andressa Urach, que literalmente “viajou” ao explicar a sua dúvida quanto a existência ou não do Covid-19.

Eu não tinha lido essa barbaridade (foi no final de Março), mas me assustei. Como pode?

Compartilho, extraído de: https://jovempan.com.br/entretenimento/famosos/andressa-urach-diz-que-pandemia-e-golpe-de-esquerda-recebe-criticas-e-apaga-post.html

ANDRESSA URACH DIZ QUE PANDEMIA É GOLPE DE ESQUERDA

Andressa Urach usou suas redes sociais para falar sobre a pandemia do novo coronavírus e foi alvo de críticas ao colocar em dúvida a sua existências – que já deixou ao menos 117 mortos apenas no Brasil.

“Essa ‘quarenta’ pra mim no Brasil não passa de um golpe de esquerda, que se uniu com uma parte da imprensa, para quebrar ainda mais economia do Brasil e depois colocar a culpa no presidente”, afirmou Urach.

A pastora e ex-Miss Bumbum foi além: “Aonde estão as provas dos atestados de Óbitos por Corona Vírus comprovados? Não existem!!! Outra coisa, vírus? Sempre vai existir… vamos parar sempre? Aff… Daqui 60 dias ou mais, quando várias empresas estiverem quebradas, o desemprego triplicar e pessoas passando mais fome e mais presídios cheios… vocês vão me dar razão. A aqui no Brasil o tráfico mata mais pessoas que o coronavírus. #PenseNisso.”

Após receber enxurrada de críticas de seus seguidores, Andressa resolveu, neste domingo (29), apagar o post. No entanto, ela fez questão de dizer que não se arrependeu do que disse. “Apaguei o post anterior, até estava bloqueando as pessoas, mas não vou mais! Sabe porque? Porque eles ainda vão se curvar ao meu Deus VIVO, então quando estiverem desesperados estarei aqui para ajudar vocês!”

– Está cansado de ficar em casa?

Quem está “passado” com a quarentena, reclama sobre o tédio em estar na sua residência fechado. Muitos aproveitam para colocar os afazeres em dia, outros ficam trabalhando via Home Office na mesma carga horária, mas, em alguns casos, outras pessoas se queixam da falta de tempo para descanso pelo acúmulo de atividades.

Li alguém que escreveu: “Não sei mais o que fazer em casa”! Às vezes, penso: quem dera eu pudesse ter esse problema… mas, na verdade, as coisas vêm se acumulando por diversas outras situações, não restando folga alguma.

E na sua realidade, o que te incomoda?

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– O Antinatalismo tem razão na sua causa: ter filhos biológicos não é correto?

Uma das coisas que mais gosto na minha vida é de ser pai! Tenho duas filhas e, se pudéssemos, eu e minha mulher teríamos mais crianças lá em casa (naturais e/ou adotadas). Por isso, li e me assustei: os antinatalistas (as pessoas que são contra ter filhos biológicos) defendem que não é ético engravidar!

Discordo totalmente, mesmo com as sustentações dessa turma. Compartilho, abaixo, extraído de:

https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/nao-e-etico-ter-filhos-biologicos-o-que-pensa-uma-adepta-do-antinatalismo.ghtml

‘NÃO É ÉTICO TER FILHOS BIOLÓGICOS’: O QUE PENSA UMA ADEPTA DO ANTINATALISMO

Desde muito jovem, a espanhola Audrey García sabia que não queria ter filhos e, aos 39, se submeteu a uma histerectomia. Para ela e outros natalistas, a superpopulação e a escassez de recursos tornam egoísta a decisão de procriar.

O mundo está cheio de casais dispostos a gastar bastante dinheiro e submeter-se a tratamentos médicos às vezes difíceis para conseguir tornar realidade seu sonho de ter filhos. Há pessoas, no entanto, que pensam justamente o contrário: que trazer novas vidas a um mundo superpovoado e com recursos limitados seria “uma falta de responsabilidade”.

A espanhola Audrey García, de 39 anos, é uma das que dizem ter motivos fortes para escolher não gerar descendentes. Desde adolescente ela pensava em não ter filhos. Aos 20 anos, no entanto, diz que a ideia se confirmou, por achar que “não é ético ter filhos biológicos”.

Os que pensam como ela são conhecidos como antinatalistas – e se inspiram, em geral, nas ideias de David Benatar, diretor do departamento de Filosofia da Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul, um dos expoentes atuais dessa corrente de pensamento.

O antinatalismo, para García, também está associado ao veganismo, pelo qual ela optou antes mesmo de decidir que não queria filhos. Ser antinatalista, na opinião dela, também é ir contra o sistema estabelecido, que “supõe que uma mulher está destinada a ser mãe”.  A espanhola submeteu-se a uma cirurgia de histerectomia, mas não descarta, no entanto, a possibilidade de querer ter filhos no futuro. Adotar crianças é uma opção que ela ainda considera.

Aos que dizem que a ideia é “egoísta”, a barceloneta responde que nem todos os que decidem não ter descendentes biológicos o fazem pelos mesmos motivos”

“Não vejo o que há de egoísta em querer dedicar sua vida a outra coisa que não seja ter filhos. O que acho egoísta é tomar, de maneira unilateral, a decisão de trazer alguém a este mundo.” 

Outro motivo listado pelos antinatalistas é o fato de que todos os seres humanos experimentam o sofrimento físico, psicológico e emocional. Desde que se tornou ativista, ela diz que lamenta “menos” que seus pais a tenham trazido ao mundo.

“Acho que muitas pessoas já pensaram em suicídio uma vez ou outra. Mas, já que estou aqui, tento ser útil.”

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Segundo a espanhola Audrey García, decisão de ter filhos biológicos pode prejudicar o planeta, especialmente considerando a opção de adotar crianças (Foto: BBC)

– Histeria e Negação: os extremos do Covid e o questionamento para o respeito ao profissional

O momento é para agregar a humanidade, afinal há um inimigo comum universalmente: o Novo Coronavírus! Mas não é bem assim que está acontecendo…

O Ministro da Saúde aparece na Globo dizendo que dias mais difíceis ainda virão. Já o Presidente da República surge no SBT, na mesma noite de domingo, dizendo que o pior já passou.

Pirei? Talvez.

Politizou-se a pandemia, não se negue essa triste realidade. E com isso surge um novo problema: o descontrole emocional! Tal situação gera o seguinte: alguns publicam que estamos vivendo o final dos tempos e que nada restará; outros, desdenham da ferocidade e velocidade do contágio do Covid-19. Dessa forma, surgem pessoas (para meu grande espanto) validando atitudes extremistas, antidemocráticas e que vão contra qualquer princípio ético ou cidadão.

Na sociedade, existe uma exceção de pessoas que perdeu o respeito alheio e defende a violência oral, vocal, verbal, moral ou, se bobear, até física contra os outros (pasmem: como “método de defesa dos valores”). Tenho medo que isso gere coisas mais sérias e violentas.

De maneira bem clara, estou me referindo às lamentáveis defesas a favor dos trogloditas que intimidaram a repórter e o cinegrafista da TV Tem em Jundiaí ou a fanática mulher que invadiu a transmissão ao vivo no SP1 e impediu o trabalho do profissional de imprensa.

Aqui, o grande vexame e/ou constrangimento: generalizar os trabalhadores de uma área como se todos fossem ruins, confundir as bolas, cegar-se com uma impressão pessoal, se permitir a defesa do extrapolar…

Na crise, se revelam algumas personalidades e a pessoa explicita sua real faceta. Assim, reflita:

  • Se você não gosta da CBF, pode-se invadir o campo e arrancar o apito do juiz?
  • Se você não gosta da UNICAMP e acredita nas bobagens de que as universidades são só “canteiros de maconha” (como sugestionou e generalizou um Ministro), pode-se arrancar a caneta do professor em meio a aula?
  • Se você não gosta da Unimed, vale invadir a enfermaria e arrancar a seringa do enfermeiro?
  • E se estiver bronqueado com a CPFL, você vai tirar a escada do operário que está no poste?
  • Sem contar com a animosidade contra os músicos, arrancando o cavaquinho do pagodeiro ou o pandeiro do sambista, caso não seja seu gosto musical. Ou o Funk, o Sertanejo…

RESUMINDO: se não gosta da Globo, respeite o jornalista que é um empregado, está trabalhando e não lhe arranque o microfone. Critique-se o diretor e mude de canal!

Pense: um petista pode invadir a transmissão ao vivo da Record, arrancar o microfone do jornalista e dizer que a emissora de Edir Macedo é chapa-branca e recebe benesses do Governo? Lógico que não. Assim como um bolsonarista não pode cometer a mesma coisa, para dizer ao vivo sua versão “Globo e a destruição do Brasil”. Em tempo: essas opiniões de Globo ou Record não são defesa ou crítica minha, são os escritos que se lê em muitos perfis nas Redes Sociais.

Já imaginou no seu trabalho você ser atrapalhado em meio ao seu ofício por um radical que queira denegrir o seu patrão ou o seu próprio negócio? Se isso virar moda, acabou o mundo!

Sem convivência não há cidadania. O diálogo deve existir acima de tudo entre as pessoas, sem imposição de ideologia. Nunca a violência resultará em bons negócios.

Assista outra emissora, mude de plano de saúde, troque a operadora de celular, converta-se de religião, redefina-se até de sexo… mas respeite quem pensa diferente ou simplesmente quem está trabalhando.

Se preferir, troque tudo o que está escrito acima pelo resumo: tenha educação!

Onde vamos parar com tanta intolerância, até mesmo contra coisas descabidas?

– Renato Peters e a Mulher Fanática

Que coisa feia aconteceu durante o jornal da hora do almoço na Globo, não? 

Uma mulher descontrolada pegou o microfone do jornalista Renato Peters e gritou “Globolixo” e disse que o “Bolsonaro está certo“.

Quanta bobagem. Esquerda diz que a Globo é de Direita, Direita diz que a Globo é de Esquerda, e assim a vida seguecom muitos políticos tendo seus fanáticos seguidores fazendo idiotices.

Que culpa Peters tem? Ele, que está trabalhando, pode ser atrapalhado ao vivo? É o trabalho dele informar.

Respeitem os profissionais! Separem as coisas, e se não gosta da Globo, mude de canal.

Mulher invade reportagem da Globo ao vivo: “Bolsonaro tem razão”

– Uma das poucas “consequências positivas” da reclusão: o maior convívio entre as pessoas da família!

Nossa educação em casa sempre foi voltada para os valores familiares. Estar juntos (marido, esposa e filhos) é um costume que prezamos ao extremo, junto com nossos pais e demais parentes.

Entretanto, com a vida corrida, muitas famílias que antes se viam “todas juntas” somente aos domingos (e às vezes, em alguns casos), passaram a conviver mais umas com as outras. E isso é ótimo!

Quantos não são os casos onde homem e mulher desconheciam algumas intimidades e particularidades dos próprios filhos? Quantas vezes não faziam as refeições diárias todos juntos? E o mais raro: quantas vezes não realizavam tarefas juntas, sem estarem conectados em smartphones ou preocupados com a Internet?

De certo, a pandemia mundial transformará as famílias. Tomara que, em muitos casos, para melhor (se bem que, em alguns casos pós-quarentena, se registrou um grande número de divórcios nas cidades…)

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Hoje, juntos, na Missa do Domingo de Ramos em nosso lar, mantendo a reclusão!

– Já contou sua mentira hoje?

E hoje é dia de contar lorota!

Eu não gosto de mentiras. Sempre ouvi que uma mentirinha é a mesma coisa que uma mentirona; portanto, ambas são mentiras. Também aprendi que “mentir vicia” e que o “Diabo é o pai da mentira”.

Tudo isso é correto. Mas é inegável que hoje é um dia divertido, de se brincar de mentir.

Já fez sua gozação a alguém? Tomara que de maneira saudável, sem bulinar ninguém, ok?

Extraído de: http://www.calendarr.com/brasil/dia-da-mentira/

DIA DA MENTIRA E DIA DOS BOBOS

O Dia da Mentira, também conhecido como Dia dos Bobos, é celebrado no dia 1º de abril e é uma data onde as pessoas contam mentiras e pregam peças em seus conhecidos por pura diversão.

Ele é comemorado por crianças e adultos, e existem brincadeiras que persistem por vários anos, alguns chegam a ser de humor negro, que são aquelas que ridicularizam e humilham as pessoas, mas em geral, são brincadeiras saudáveis.

Origem do Dia da Mentira

Há muitas explicações para o dia 1º de abril, uma delas diz que a brincadeira surgiu na França, pois no século XVI, o Ano Novo era comemorado dia 25 de março, as festas duravam uma semana e iam até dia 1º de abril.

No ano de 1564, o Rei Carlos IX adotou oficialmente o calendário gregoriano, passando o Ano Novo para o dia 1º de janeiro, porém muitos franceses resistiram a mudança e continuaram seguindo o calendário antigo. As pessoas começaram a fazer brincadeiras e ridicularizar essas pessoas, que eram conhecidos como bobos por seguirem algo que não era verdade.

– Não mais do que um abraço!

O que você quer hoje? Agora? Neste exato momento?

Com toda essa pressão emocional, com pessoas repensando a carreira profissional, as relações conjugais e até mesmo o próprio sentido da vida, vemo-nos presos em nossas próprias casas. Quem tem pânico ou depressão, deve estar sofrendo demais, precisando reencontrar urgente o controle emocional. Àqueles que têm empatia para com os que sofrem, ainda conseguem entender a necessidade do momento.

Mas e quem está na rua passeando, alegre, saltitante e vacilante? Não se deu conta do risco que está correndo? Ou é uma forma de debochar do perigo ou disfarçar ou medo? Ou, ainda, de simplesmente ignorar o que está acontecendo?

Enfim: nesses tempos de gente pilhada aos nervos pela quarentena e caixões pilhados nos necrotérios pelo Covid-19, procurar a doçura dos gestos (como a simplicidade dos atos ou os sorrisos mais sinceros) é a vitamina revigorante para o bem-estar. Pode estar faltando dinheiro, mas não pode deixar de faltar a paixão. Ou melhor: compaixão! É o que o mundo precisa.

O que eu estou precisando agora? Sinceramente não sei. Acho que apenas desejoso que tudo volte ao normal. Mas se for pedir algo, quero um abraço bem gostoso, inocente, amoroso e puro – como a da minha filha Maria Estela na nossa cachorrinha Pepita.

Em tempo: um abraço dela mesmo, da minha caçula. Ou da filha mais velha. Ou ainda da Esposa Querida.

Quer saber? Das 3 juntas. Ou 4 (pode vir a cachorra também).

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– Viver como a Rapunzel: é o melhor para quem está de Quarentena!

Nestes dias tão conturbados, onde o isolamento das pessoas leva muita gente a pirar, alternativas para se adaptar a rotina são necessárias.

Recebi esse vídeo, que de tão bobinho, é ao mesmo tempo muito sábio! E sabe o que ele recomenda? A ouvir a letra da música da Rapunzel (Enrolados, filme da Disney) para colocá-la em prática.

Em: https://www.youtube.com/watch?v=A7WfHKmU9tE&feature=youtu.be

– Ser Inteligente e Frio não é bom na Administração de Empresas.

Leio interessante artigo do psicoterapeuta George Vittorio Szenészi, em entrevista à Cilene Pereira na Revista IstoÉ, Ed 2173, pg7-9. Ele fala sobre a importância de “ser inteligente num mundo corporativo onde administrar as relações humanas é cada vez mais fundamental”.

E, na preocupação em administrar sentimentos, vem uma colocação interessante:

Inteligência sem emoção não funciona”.

Taí. Essa afirmação serve como reflexão para muitos gestores espertalhões que têm o coração duro. Administrar sentimentos pode ser tão importante quanto números em empresas.

Qual sua decisão: emoção ou razão? - Neuroconecte

– Sonhar é Preciso!

Nesses tempos turbulentos, muita gente têm dificuldade para dormir. E isso é perigoso, pois novos estudos mostram que além de descansar no sono, é necessário sonhar!

Os motivos para isso?

Abaixo, extraído de: https://istoe.com.br/por-que-e-preciso-sonhar/

POR QUE É PRECISO SONHAR

Pesquisa mostra que estamos sonhando pouco. Isso pode levar a graves problemas de saúde, entre eles dificuldade de memória e obesidade

Por Cilene Pereira

Um artigo científico publicado na semana passada no jornal da Academia de Ciências de Nova York acendeu um alerta em um campo da vida humana que parecia imune às circunstâncias históricas. De acordo com o trabalho, a sociedade vive uma epidemia silenciosa de perda dos sonhos. Estamos deixando de sonhar. Quem assina o estudo – uma revisão de pesquisas a respeito do assunto – é Rubin Naiman, especialista em sono e sonhos da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos.

O grande problema disso é que, a exemplo do sono, sonhar promove benefícios diretos à saúde mental e física. É também por meio dos sonhos que traumas podem ser tratados, fobias amenizadas e memórias consolidadas. “Se não sonhamos, não digerimos nossas experiências. É como uma indigestão psicológica”, disse Naiman à ISTOÉ. O ato está associado ainda à regulação de processos metabólicos importantes que, se não ocorrerem da forma esperada, podem levar à obesidade e diabetes.

RELAXAMENTO TOTAL
A falta de tempo para sonhar é resultado do crescimento das dificuldades que o homem moderno apresenta para dormir. A insônia é hoje um dos principais problemas de saúde pública mundial. No Brasil, estima-se que 36% da população sofram de insônia. Sem dormir, obviamente é impossível sonhar. Mas, mesmo dormindo, porém com qualidade ruim, também não se sonha. Para que os sonhos aconteçam, o sono precisa atingir o estado REM (rapid eyes moviment, em inglês), o mais profundo de todos os estágios. “Nesses momentos, o cérebro está em relaxamento total”, explica Naiman. “E consegue processar o que registrou durante o dia, tentando atenuar as emoções negativas e consolidando as memórias.”

A patente importância dos sonhos e, ao mesmo tempo, a constatação de que eles estão rareando, obrigam os cientistas a buscarem meios de estimulá-los. Os primeiros, mais óbvios, objetivam induzir o sono com mais facilidade. Nessa seara, destacam-se a ênfase na adoção de hábitos como os de manter os horários de se deitar e o uso de substâncias que auxiliam. Entre elas, estão a melatonina (hormônio que participa do ciclo circadiano) e suplementos com l-triptofano, aminoácido precursor da serotonina. O composto ajuda no tratamento da insônia.

Outra estratégia é a indução aos chamados sonhos lúcidos. Nesse caso, o indivíduo tem consciência de que está sonhando e é capaz de interferir em seu conteúdo. O recurso vem sendo estudado porque, aplicado corretamente, ajuda a apagar ou a atenuar sentimentos ruins relacionados às memórias, contribui no tratamento de traumas, fobias e para a melhora da performance esportiva por atletas. Nos sonhos, eles “treinam” força, equilíbrio e coordenação, entre outras habilidades. Segundo os resultados vistos até agora, há impacto positivo real no desempenho esportivo de cada um deles.

Na semana passada, o pesquisador australiano Denholm Aspy, da Universidade de Adelaide, anunciou ter testado com sucesso um novo método para permitir a ocorrência de sonhos lúcidos. Consiste na combinação de três recursos, entre eles um pelo qual a pessoa acorda depois de cinco horas e repete a si mesma que adormecerá, terá um sonho lúcido e se lembrará de seu roteiro. “Estamos perto de uma maneira bastante efetiva de indução dos sonhos lúcidos”, disse Aspy à ISTOÉ. “Eles poderão ser usados para beneficiar muita gente.”

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– Ufa!

Dia cansativo de trabalho Home Office, de substituir os professores das filhas e de ser o faxineiro da casa. Faz parte, pelo momento.

Mas o meu sentimento é de inveja da nossa cachorrinha. Eu é quem queria estar “largado” no chão descansando como ela…

Boa noite aos amigos!

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– Estou em outro mundo, segundo o Fantástico?

Com as atividades a mil por hora em casa, com a esposa no Home Office e as crianças tendo aula virtual e on-line de outros cursos, a falta de tempo ficou grande devido ao isolamento.

Em condições normais, logicamente a rotina seria outra. Mas as coisas acumulam! E, ao assistir o Fantástico da Rede Globo, vejo artistas alegres e sorridentes mostrando tempo de sobra.

Seriam eles a maioria das pessoas? Acho que não… mostrem “pessoas normais”, casais trabalhadores com filhos em residência e assim teremos a ideia como tem gente “rebolando” para conciliar tudo…

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– Adolescência que nunca acaba?

Estudos na Austrália dizem: devido aos tempos modernos, a adolescência vai até mais tarde em alguns casos.

Aliás, ser adolescente compreende qual período real de vida?

Sobre isso,

Extraído de: http://www.jj.com.br/noticias/estudo-diz-que-adolescencia-vai-ate-os-24-anos-e-divide-opinioes/

ESTUDO DIZ QUE ADOLESCÊNCIA VAI ATÉ OS 24 ANOS E DIVIDE OPINIÕES

Por Daniele Silva

Em meio à fase da adolescência o sonho de todo jovem é atingir a maioridade para ser dono de seu próprio nariz e senhor de suas ideias. Entretanto, um estudo feito por cientistas australianos opõe-se a essa idealização de vida planejada por aqueles que acabaram de completar os tão sonhados 18 anos e estão comemorando a entrada na vida adulta. De acordo com esse estudo, o período da adolescência, enquadrado dos 10 aos 19 anos, ganhou uma sobrevida e se estendeu por mais cinco anos. O argumento usado para defender essa mudança é de que os jovens têm optado cada vez mais por prolongarem seus estudos, logo, acabam adiando decisões que marcariam o início da vida adulta, como por exemplo, a saída da casa dos pais. Entre os jovens jundiaienses o que se encontra são justificativas que refutam essa ideia proposta pelos cientistas australianos. O estudante Matheus Casaloti, de 21 anos, vê como equivocada a postergação do período da adolescência, já que para ele, residir ou não na casa dos pais não faz com que a pessoa seja adolescente, afinal são as responsabilidades e tarefas que conferem a maturidade. “Ainda moro com os meus pais, mas trabalho desde que tinha 16 anos. Pago meu curso técnico com meu salário e isso me faz ser um adulto”, explica.

Compartilhando do mesmo posicionamento de Matheus, o universitário Yan Alves, de 22 anos, também se considera adulto em virtude de seus deveres e obrigações desde que saiu da casa dos pais. No mercado de trabalho desde que concluiu o ensino médio, Yan afirma que o momento de curtição já passou e que é um adulto formado por ter muito pé no chão. Para ele, delimitar uma idade em que se termina a adolescência e começa a fase adulta é uma questão variável. “Quando se é adulto há uma preocupação intensa não só com as necessidades pessoais como também as profissionais. No meu caso minhas obrigações com o trabalho e a universidade e a responsabilidade com a moradia são o que me enquadram nessa categoria”, explica. Segundo a psicóloga e terapeuta Ana Foelkel, de 43 anos, determinar que um jovem de 24 anos, por exemplo, ainda é adolescente traz sérias consequências para o seu amadurecimento, uma vez que se estimula uma dependência com os pais resultando em um comportamento de infantilidade que os impede de encarar os desafios que a vida exige. “Essa postergação pode resultar em futuras gerações menos independentes, além de uma reconfiguração no mercado de trabalho, já que este será composto de uma massa despreparada”, argumenta ela.

Ana ainda ressalta que a postura adotada pelos pais é determinante para a permanência dos jovens na adolescência. Segundo ela, a superproteção dos pais coloca a pessoa em uma situação de comodismo e a torna insegura para tomar decisões. Em meio a essa realidade, a psicóloga argumenta que a melhor forma de se ter um bom desenvolvimento cognitivo e intelectual é estimular os jovens desde cedo a assumirem responsabilidades. Como é o caso de Emanuelly Capucci que está dando seus primeiros passos rumo a experimentação da vida adulta. A jovem de 16 anos estuda e trabalha há quase três semanas em seu primeiro emprego. “Ainda sou adolescente, é claro, mas é bom sentir na pele essa amostra grátis de como é ser adulta”, brinca.

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– Um Mundo Indesejado

Há anos, ocorreu o forte terromoto que vitimou milhares de pessoas no paupérrimo Haiti. A notícia é vencida. O povo já sofrido ainda luta para sobreviver. Mas o modo de vida da população é algo que assusta tanto quanto a tragédia. Leio no portal Terra a entrevista do enviado especial do site, Francisco de Assis, com a embaixatriz do Brasil no Haiti. É triste, assustadora, e desanimadora.

Como imaginar a vida das mulheres, num país em que elas engravidam sistematicamente, pois é o único período em que não apanham do marido? Como viver num local onde a mortalidade infantil beira 50%? A chance de uma criança nascer viva (isso não quer dizer saudável) é a mesma dela nascer morta.

Compartilho, extraído de: Terra (clique no link para citação)

HAITIANAS ENGRAVIDAM PARA PARAR DE APANHAR

Diante do caos que marca a rotina de Porto Príncipe, a embaixatriz do Brasil no Haiti conta detalhes dos bastidores do país após o terremoto do último dia 12. Em entrevista ao Terra, Roseana Teresa Aben-Athar Kipman relatou o alto índice de mortalidade infantil, a violência contra a mulher e comentou sobre o espírito de luta do povo haitiano, que, mesmo em plena catástrofe, ainda permanece de cabeça erguida.

O desastre
“O que posso dizer é que nos bairros onde os danos pessoais foram menores, menor foi o desastre. Justamente porque quando cai uma placa de zinco na cabeça, o ferimento é muito mais leve do que se cai uma laje de concreto. Então, você cai, faz um galo, levanta e vai embora. Quando uma casa de concreto cai em cima de você, há soterramento.”

Mortalidade Infantil
“A mortalidade infantil no Haiti é de cerca de 45%. As mães são subnutridas. As avós também. Não têm nem leite no peito. Tenho crianças que sequer se sentam. É preciso fazer um trabalho de recuperação de todas elas. Um trabalho a longo prazo.”

Violência contra mulheres
“Os homens engravidam várias mulheres ao mesmo tempo. As mulheres gostam da gravidez porque esse é o único momento em que elas não apanham. Elas vivem apanhando dos maridos, mas quando estão grávidas ficam nove meses sem apanhar. Por isso, quando falamos para as mulheres que elas precisam evitar a gravidez, elas retrucam que é o único momento em que não apanham. É impossível fazer um controle de natalidade no Haiti.”

O abuso contra as crianças
“Não são apenas as mulheres que apanham dos homens. As crianças também sofrem muito com esse tipo de violência. Há uma imposição grande por parte do sexo masculino e isso se reflete em violência. A situação das crianças aqui é sempre ruim. Foi sempre assim. Os pais não tem o mínimo de cuidado com os filhos. Essas crianças que perderam os pais no terremoto vão ter duas alternativas. Ir para orfanatos ou ficar nas ruas e se transformarem em bandidos.

Projetos Sociais
“Nenhuma atividade foi parada. Estamos trabalhando junto com o exército. A diferença é que a gente agora está recolhendo os mortos. Nunca havia recolhido nenhum morto. É o que acontece aqui. Nosso trabalho é excelente. Isso não é o trabalho de um, mas, sim, o trabalho de todos. Ninguém faz um trabalho sozinho.”

Voluntariado
“Eu sou voluntária. Todos são voluntários. Estou aqui porque quero. Se não quisesse estaria em outro lugar, mas cheguei aqui para trabalhar no Haiti e é isso que estou fazendo. Eu trabalho em vários lugares, com vários grupos religiosos. Se não há brasileiro em determinado país, eu não trabalho. Sou embaixatriz do Brasil para cuidar dos brasileiros.”

Segurança
“Ando com dois soldados disfarçados para me dar segurança. Eles ficam à paisana, sem mostrar as armas, mas por baixo das roupas, tenha certeza que estão com um armamento pesado. São os melhores fuzileiros da marinha brasileira. Tenho que andar de carro blindado. As coisas aqui são complicadas. Não é fácil entrar na periferia como as pessoas podem pensar. “

O trabalho na Embaixada
“A Embaixada do Brasil ficará inteira aqui. Mas qualquer um que quiser ir embora poderá. Nós decidimos que vamos ficar. Não vamos tirar os pés do Haiti. Viemos aqui para trabalhar e não vai ser agora, que o Haiti mais precisa da gente, que vamos embora.”

A reconstrução
“Já tem gente tirando pedras entre os escombros para reconstruir as casas. Tivemos um terremoto de 5.3 graus e mesmo assim eles estão trabalhando. Se você parar para pensar, ainda estão acontecendo terremotos aqui. As casas abaladas estão caindo. Mas mesmo assim você vê as praças cobertas por lonas de forma organizada. Foram eles que se organizaram. Eles que estão se arrumando”.

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– O melhor remédio para o coração (e não é expressão popular) é o… perdão!

Muitos falam que o perdão faz bem para o coração. Claro, no “coração” com, sentido de alma, poeticamente falando de bondade, de uma forma a se entender como bem estar interior.

Mas o curioso é: perdoar faz bem literalmente ao coração, nosso órgão que bombeia sangue!

Veja que interessante os motivos:

Extraído de: https://www.einstein.br/noticias/noticia/perdoar-faz-bem-para-coracao

PERDOAR FAZ BEM PARA O CORAÇÃO

Será que essa afirmação é verdadeira?

​Quantas vezes o ato de conceder perdão a alguém trouxe um alívio interior? Você se lembra?

Esse ato simples, mas difícil, traz, sim, benefícios ao coração. Perdoar não é colocar as angústias, problemas e mágoas debaixo do tapete. Existe todo um processo para que isso ocorra.

A pessoa que perdoa fica mais otimista e afetuosa. O peito agradece. Isso porque diminui-se o nível de adrenalina, hormônio liberado em situações estressantes. A pressão arterial tende a ficar estável e o sono melhora. Ou seja, há um enorme ganho de qualidade de vida.

Fonte: dr. Marcelo Katz, cardiologista do Hospital Albert Einstein, Publicado em: 05/03/2018

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– Cadu Cortez morreu hoje, aos 40 anos. E o que isso pode significar para você?

O competente jornalista Cadu Cortez, que atualmente trabalhava para o streaming DAZN, faleceu nesta terça-feira, vítima de um infarto fulminante (tendo ele apenas 40 anos de idade).

Para a família, não precisa dizer que a dor deve ser grande e irreparável. Para os admiradores e amigos, o lamento de um carismático jovem. E para você, leitor?

Muitos poderão dizer que “não sou entusiasta de esportes e não o conheço”. Tudo bem. Mas não estamos falando somente da pessoa em si, mas de um fato: o ALERTA sobre uma pessoa saudável que sofre um infarto precocemente.

O que estou querendo dizer, agora de uma forma bem clara: estamos vivendo a vida da maneira que gostaríamos, a fim de que não sejamos surpreendidos com nosso próprio falecimento de forma tão inesperada?

É lógico que não conseguimos viver como desejaríamos em plenitude. Entretanto, você aproveita a contento os momentos com a família? Curte os filhos? Se dá ao “luxo” para praticar algum hobby e espairecer? Vê a beleza das coisas em momentos simples e casuais?

Por fim: você está “vivendo de verdade?“

Não espere um infarto que te leve ou alguma enfermidade que te assuste. Não tenha neurose em viver, sorrir, gozar das coisas que te divertem e, principalmente, de se sentir vivo e cheio de ânimo. Afinal, cada dia que terminamos é o “primeiro dos últimos dias a serem vividos”.

Pense nisso!

Extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/ultimas-noticias/2020/03/03/morre-cadu-cortez-narrador-da-dazn.amp.htm

MORRE CADU CORTEZ AOS 40 ANOS

Por Gabriel Vaquer

Morreu hoje (3), aos 40 anos, o jornalista e narrador Carlos Eduardo Sica Cortez, conhecido como Cadu Cortez. Com passagens por TV Cultura, SBT e Fox Sports, Cadu Cortez estava atualmente no DAZN, plataforma de streaming esportiva. Ele foi vítima de um infarto fulminante.

A informação foi confirmada ao UOL Esporte por amigos próximos de Cadu e pelo Dazn. Segundo apurou a reportagem, o narrador voltava de Buenos Aires (ARG) onde fez transmissões para a plataforma de streaming, e passou mal no avião na noite de ontem (2).

 

– Off

Que tal fugir um pouco da Web?

Às vezes, é necessário esconder o computador, cortar o sinal da Internet e dar uma sumida do teclado – mas por várias horas (ou dias).

Mundo virtual, até mais! Me desligando por um tempinho neste domingo para arejar a cabeça. E, aconselho, faça o mesmo. Voltamos amanhã!

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– Eu troco a Folia do Carnaval por…

… Por um bom descanso e ficar junto à beleza das flores!

Para quem gosta da folia, aproveite as festas carnavalescas. No meu caso, trabalharei boa parte do período (aliás, já estou na labuta) e me contentarei com um repouso merecido à tarde, curtindo a família e cuidando do nosso florido jardim. Mas principalmente, estando com as pessoas que amo e fazendo o que gosto.

E você, vai pular ou descansar? Seja o que fizer, lembre-se da necessária moderação.

– Improvável, mas muito bom!

Nenhuma notificação na tela principal do meu celular. Ufa! Incomum, improvável e quase impossível. Como é bom não estar preso a ele…

Isso ocorreu ontem à tarde, sábado. É lógico que posso desabilitar os alertas, mas infelizmente são necessários por diversas razões!

Mesmo assim, fica a rápida reflexão: até onde podemos nos desfazer dos nossos aparelhos de comunicação?

– Ser otimista é bom, mas envolve riscos. Questione o seu cérebro!

Veja que bacana: uma pesquisa reproduzida pela Revista Galileu (abaixo a citação) mostra que um cérebro otimista rejeita pensamentos negativos; logo, está sempre de bem com a vida. Entretanto…

Um otimista ao extremo tem um problema: subestimar riscos!

Nem tudo para a euforia e nem tudo ao desânimo…

Extraído de: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/1,,EMI281058-17933,00.html

CÉREBRO DOS OTIMISTAS REJEITA PENSAMENTOS NEGATIVOS

Por Sandra Damiani

Pesquisadores da University College de Londres descobriram que o cérebro das pessoas sempre positivas dá preferência a tudo que reforça uma bela perspectiva do futuro. Em um experimento, os cientistas pediram a voluntários que apontassem a probabilidade de acontecer 80 diferentes situações negativas em suas vidas, como separação e doença grave, enquanto passavam por uma ressonância magnética.

Os cientistas observaram que as pessoas otimistas tinham uma atividade maior no lobo frontal (responsável por nossa capacidade de planejamento e estimativas) ao processarem notícias positivas. Diante das negativas, tiveram menor atividade nesta parte do cérebro, sugerindo que o órgão estaria escolhendo qual evidência levar em conta.

O estudo dá pistas do que leva algumas pessoas a manter uma previsão cor-de-rosa mesmo quando a realidade reforça o inverso. É como acreditar que seu time vai ganhar no próximo jogo mesmo depois de sucessivos fiascos. “O lado ruim de ser sempre positivo é subestimar riscos”, diz Tali Sharot, uma das autoras do estudo. Isso explicaria por que campanhas como as de combate ao fumo ou à Aids são, por vezes, ineficazes, alerta a neurocientista.

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