Em tudo podemos ter Bom Humor. Na vida, o que vale é encarar os problemas com serenidade e, se possível, manter um sorriso!
SORRIA, simplesmente. Os percalços não mudarão, mas você encarará a dificuldade de outra forma.
#FlatLay
Em tudo podemos ter Bom Humor. Na vida, o que vale é encarar os problemas com serenidade e, se possível, manter um sorriso!
SORRIA, simplesmente. Os percalços não mudarão, mas você encarará a dificuldade de outra forma.
#FlatLay
Há 6 anos… repost deste triste fato:
Robbin Willians morreu, com apenas 63 anos. O ator famoso de tantos filmes (Uma Babá Quase Perfeita, o Homem Bicentenário, Candidato Aloprado, Patch Adams, Gênio Indomável, Sociedade dos Poetas Mortos, entre tantos outros) foi encontrado morto por asfixia. Depressivo, crê-se que tenha cometido suicídio.
Willians foi o melhor amigo do “eterno Superman” Christopher Reeve. Lembro-me que, quando Reeve se acidentou de cavalo e ficou paralítico, Willians esteve sempre presente; e ao falecer, cuidou do seu filho.
Carismático; mas lembro-me de uma “bola fora dele”, ao criticar a escolha do Rio de Janeiro para a sede das Olimpíadas de 2016 (concorrendo com a americana Chicago).
No Programa “Late Show with David Letterman”, fez a seguinte piada infeliz:
“Eu espero que a Oprah não tenha ficado chateada por ter perdido as Olimpíadas, sabe? Chicago mandou a Oprah e a Michelle Obama [aos membros do Comitie Olímpico]. O Brasil mandou 50 strippers e meio quilo de pó. Não foi justo”.
Lembrando ainda: Robbin Willians sofreu e confessou publicamente os problemas em abandonar a dependência de Cocaína na juventude, declarando arrependimento e aconselhando as pessoas a não usarem drogas.
Olha que bacana: é cada vez maior o número de homens que abrem mão da vida profissional para a dedicação à criação dos filhos. Nesses casos, a mãe vai ao trabalho fora de casa e o pai faz as tarefas do lar, numa inversão social aceitável nos dias atuais (embora, inaceitável anos atrás).
Extraído de: http://is.gd/AqXoa8
PAIS DO LAR
Aos poucos, os parques infantis, as reuniões escolares e os consultórios pediátricos conhecem um novo frequentador: o homem que fica em casa para criar os filhos
por Rachel Costa
Todo dia ele faz tudo igual: prepara o café da manhã, leva e busca na escola a filha Alice, 3 anos, dá banho na menina e, enquanto a mulher, Lúcia Farias, 32 anos, está no trabalho, prepara o jantar. Pilotar fogão, trocar fralda, contar história para a filha dormir, nada disso parece estranho ou incômodo ao fotógrafo gaúcho Ricardo Toscani, 32 anos, que cumpre sem fazer cara feia todas essas atividades, que no passado eram delegadas à mãe. “Não existe barato melhor que buscar seu filho depois da aula”, diz. Na casa dele e da mulher é assim: papai fica em casa enquanto mamãe vai trabalhar. “Quando ele falou: ‘depois dos quatro meses de licença maternidade, eu assumo’, eu fiquei mais tranquila e topei a gravidez”, conta Lúcia, que não pensava em ser mãe.
Configurações como essa ainda são pouco comuns no Brasil e causam certo estranhamento. Expressões como “mas homem não sabe trocar fralda” ou questionamentos como “seu marido não vai trabalhar nunca mais?” não raro são ouvidos pelas famílias onde existe “dono” de casa. Mas não se engane: esses homens são apenas os primeiros de um novo modelo de pai que está em gestação, resultado direto da busca por igualdade entre os sexos. E se aqui ainda são raros, o mesmo não ocorre em outras partes do mundo. Na Suécia, por exemplo, ficar em casa é um direito adquirido pelo pai, que pode dividir, do modo como quiser, os 480 dias de licença dados ao casal – desde que no mínimo 60 dias sejam para o homem.
“Para o meu avô, o mais importante era ganhar dinheiro para sustentar a família”, disse à ISTOÉ o jornalista americano Jeremy Smith, que trocou o emprego pelo filho Liko quando ele tinha um ano de vida. “Dos pais do século XXI, é esperado que eles ajudem com as tarefas domésticas e no cuidado emocional e psicológico dos filhos, não ficando mais só por conta de sustentar financeiramente a casa”, diz. A escolha de Smith lhe rendeu momentos inesquecíveis. “Estava com ele quando aprendeu a andar”, conta o pai, que transformou a experiência no livro “A Jornada do Papai” (tradução livre, Beacon Press, 2009) e no blog Dialética do Papai (daddy-dialectic.blogspot.com). Escolado na arte de cuidar do rebento, Smith garante que, embora não sejam muitos os homens como ele, nunca se sentiu solitário nos Estados Unidos. “É comum encontrar outros pais com seus filhos pelos parquinhos aqui na cidade de São Francisco. Somos uma minoria, mas estamos aí”, declara.
Mesma constatação é feita nas clínicas pediátricas. “Cada vez mais vejo homens sozinhos com a criança no meu consultório”, diz o pediatra Marcelo Reibscheid, do Hospital São Luiz, em São Paulo, que garante que os pais são tão bons cuidadores quanto as mães. Defensores dos pais do lar também têm se proliferado entre os cientistas. Um deles, o psiquiatra americano Kyle Pruett, da Universidade de Yale, defende que a tendência masculina de desenvolver brincadeiras físicas com as crianças ajuda em muito no desenvolvimento e a presença paterna na infância forma adolescentes mais seguros sobre sua sexualidade.
Basta, portanto, encarar o desafio de peito aberto para o papai descobrir que é um grande mito aquele papo de que homem não “leva jeito” com criança. “Claro que tem umas coisas que dão muito desespero”, admite o jornalista paulista Ricardo Brandt, 36 anos, pai das bebês gêmeas Beatriz e Helena. Ele não se esquece das primeiras cólicas das filhas e das crises de choro noturnas sem nenhuma razão aparente. “Cansa a gente muito, mas não existe coisa mais gratificante que ver o sorriso delas”, diz o pai, autor do blog O Papai, as Gêmeas e a Mamãe. Quando a mulher, Taís, engravidou, Brandt resolveu entrar de cabeça na experiência paterna. “Voltei para o interior e tirei um ano sabático para ficar com as meninas”, conta ele, que largou o emprego em São Paulo e foi para Araras, interior do Estado. Ter de inventar uma solução para ficar com os filhos, como fizeram Brandt e Toscani, é comum no Brasil, uma vez que a licença-paternidade prevista em lei é de apenas cinco dias. “Ainda estamos bem atrasados, vai demorar para a Constituição absorver essa mudança que já está acontecendo na sociedade”, considera o assessor legislativo da Sociedade Brasileira de Pediatria, Dioclécio Campos Júnior. Mas, tudo indica, é uma questão de tempo.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
Leio a indicação para um livro da escritora chinesa Liija Zhang, intitulado “A garota da Fábrica de Mísseis”.
A autora, que também é jornalista, conta os tempos difíceis do Interior da China, trabalhando em fábricas do Governo, onde a Polícia Menstrual fiscalizava se as operárias não estavam grávidas.
Mundo cão, não? De certo, em algumas cidades de lá ainda existe isso…
Springfield é a capital do estado americano de Illinois. Por lá, a prefeitura colocou algumas exigências para os alunos que estão tendo aulas com ensino remoto devido à pandemia: nada de pijama, sentar na cama ou óculos escuros!
A ideia é: fazer com que o estudante tenha o mesmo comportamento que teria em sala de aula, a fim de melhorar o aprendizado. Em tese, relaxado demais, não aprenderia a contento.
Os pais não gostaram da decisão, pois alegam que não possuem um escritório ou cômodo exclusivo para isso, além de que estão em suas próprias casas e o conforto seria algo importante.
E você, o que pensa sobre isso?
Deixe seu comentário:
O que significa “ter sucesso” para o jovem brasileiro?
Veja se é igual aos seus propósitos,
em: https://www.youtube.com/watch?v=Ccgyn1wMj08
Eu estava em meio ao Mestrado quando a conheci! E tudo foi forçado. Um dos meus professores queria que tivéssemos uma conta de e-mail para que nos comunicássemos.
Era 1998. Ela, quem era? A Internet! Muito cara, lenta e pouco acessível. Ter um endereço eletrônico parecia uma “frescura” sem fim! Mas, na marra, acabei me relacionando com ela até hoje.
O certo é que as crianças do século XXI não imaginam como era o mundo sem Internet, numa infância diferente do que a nossa. Elas já nascem meio que “infoway”.
Há apenas 29 anos nascia a Web (ou Internet, se preferir), exatamente em 06 de agosto de 1991.
Que revolução em nossas vidas, não?
Leio com certo susto: pesquisadores de Cingapura realizaram diversos estudos e concluem: beber 2 latinhas de refrigerantes por semana pode aumentar a chance de ter câncer no pâncreas!
Será que aqueles que gostam da bebida, ao ler tal matéria, mudarão o hábito?
Extraído da Revista Época (site, em: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EMI120768-15257,00.html)
REFRIGERANTE AUMENTA RISCO DE CÂNCER NO PÂNCREAS, DIZ ESTUDO
Um estudo realizado pela Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, afirma que beber mais que duas latinhas de refrigerante por semana pode causar câncer de pâncreas. A pesquisa foi divulgada nesta segunda-feira (8) na revista Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention.
De acordo Marcos Pereira, que liderou o estudo, os altos níveis de açúcar encontrados em refrigerantes podem aumentar o nível de insulina no organismo, o que, para ele, contribui para o crescimento de células de câncer no pâncreas. A insulina, que ajuda o organismo a metabolizar o açúcar, é produzida no pâncreas.
Alguns pesquisadores, como Pereira, acreditam que a ingestão de açúcar pode favorecer o aparecimento do câncer, embora já tenha sido provado que a tese é contraditória. O estudo foi realizado com 60.524 homens e mulheres em Cingapura. Eles foram acompanhados por 14 anos. Durante esse período, 140 dos voluntários desenvolveram câncer no pâncreas. Aqueles que bebiam duas ou mais refrigerantes por semana apresentaram um risco mais elevado (87%) de desenvolver a doença. Pereira disse acreditar que as conclusões se aplicam a outros lugares do mundo. “Cingapura é um país com um sistema de saúde excelente. Os passatempos favoritos da população são comer e fazer compras. Dessa maneira, acredito que os resultados podem ser aplicáveis a outros países ocidentais”, diz o pesquisador. Para Susan Mayne, da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, é preciso ter cautela com os resultados. “Embora esse estudo aponte esse risco, a conclusão foi baseada em um número relativamente pequeno de casos. Não fica claro se isso é uma associação causal ou não”, diz. “O consumo de refrigerantes em Cingapura foi associado a diversos outros comportamentos nocivos para a saúde, como o tabagismo e o consumo de carne vermelha”, diz Susan. Outras pesquisas relacionaram o câncer de pâncreas à carne vermelha torrada.
O estudo também é questionado por Ang Peng Tiam, diretor médico do Parkway Cancer Center, em Cingapura. “Se, de fato, o açúcar é a causa de câncer de pâncreas, então esse risco deveria ser observado em muitas outras dietas, como, por exemplo, nas pessoas que comem uma grande quantidade de arroz ou doces”, diz. “Eu bebo mais que duas latas de refrigerante por semana e não vou mudar o meu hábito apenas por causa desse relatório”, afirmou Tiam.
O câncer de pâncreas é uma das formas mais mortais da doença.Estima-se que existam 230 mil casos no mundo todo. Somente nos Estados Unidos, 37.680 pessoas foram diagnosticadas com câncer de pâncreas no ano passado. 34.290 morreram da doença.
De acordo com a American Cancer Society, a taxa de cinco anos de sobrevida para pacientes com câncer de pâncreas é de cerca de 5 por cento.
Eu sofro de insônia crônica, mas ao invés de dormir, arranjo algo para matar o “tempo não-dormido”. Porém, leio que há diferenças na qualidade de sono entre homens e mulheres.
Compartilho, extraído de: Revista Isto É, ed 04/04, pg 80-81
A BATALHA DO SONO
Pesquisas apontam as diferenças no padrão de sono de homens e mulheres e devem ajudar na criação de tratamentos mais específicos para ambos.
Por Luciani Gomes
Eles roncam, elas têm insônia. Eles precisam de menos horas de sono e demoram a adormecer – apesar disso, ficam mais satisfeitos com a qualidade e quantidade de tempo que passam adormecidos. O sono delas, no entanto, é considerado mais saudável porque atinge um maior número de vezes estágios profundos, aqueles nos quais ocorre a consolidação da memória e do aprendizado. Essas são algumas das constatações que estão surgindo de diversas pesquisas que buscam apontar as diferenças do sono entre homens e mulheres. O objetivo dos pesquisadores é usar as informações para traçar estratégias específicas de melhora do sono para cada gênero – portanto mais eficazes do que recomendações gerais para ambos os sexos.
Trata-se de uma preocupação justificável. É importante que as pessoas durmam cada vez melhor porque hoje se sabe que, quando isso não acontece, aumentam os riscos para várias doenças. “Dormir pouco, de maneira recorrente, pode levar a problemas cardiovasculares, mudanças metabólicas, além de causar impactos no sistema imunológico”, explicou à ISTOÉ Jeanne Duffy, especialista em medicina do sono e professora da Universidade Harvard, nos Estados Unidos.
Jeanne coordenou algumas das pesquisas que já forneceram dados importantes a respeito do sono dos homens e das mulheres. Uma das principais diferenças é o ritmo circadiano – período de cerca de 24 horas no qual se completa um ciclo biológico inteiro do corpo humano. Enquanto o dos homens é de 24 horas e 11 minutos, o das mulheres é de 24 horas e 5 minutos, segundo o trabalho realizado pela universidade americana.
A diferença é pequena – apenas seis minutos –, mas especialistas acreditam que a longo prazo ela é capaz de imprimir distinções no comportamento de ambos os sexos. “Em geral, o longo ritmo circadiano masculino os leva a querer dormir mais tarde e assim a querer acordar mais tarde”, explica Jeanne.
“Com as mulheres é o contrário.”
Pesam bastante também as oscilações hormonais femininas e masculinas e suas repercussões no período em que o corpo se encontra adormecido. “Hoje sabemos que os hormônios podem de fato afetar o sono”, explicou à ISTOÉ Donna Arand, da Academia Americana de Medicina do Sono. E como as mulheres são as mais atingidas pelas alterações de concentrações dessas substâncias ao longo da vida, acabam bastante vulneráveis aos impactos que isso traz. “Elas são fortemente afetadas pelas oscilações que ocorrem durante os ciclos menstruais, a gestação e a menopausa”, disse Donna. Por mecanismos complexos, o sobe e desce de compostos como o estrógeno e a progesterona (hormônios femininos) atrapalha o sono, prejudicando sua qualidade.
Diferenças como essas repercutem em transtornos igualmente distintos. As mulheres, por exemplo, apresentam maior número de episódios de insônia em comparação ao apresentado pelos homens. Ainda não se conhecem claramente as razões que estão por trás da questão, mas uma das hipóteses é a de que a falta de sono nas mulheres seja em grande parte uma consequência de problemas como ansiedade e depressão, duas doenças psiquiátricas, às quais o sexo feminino é mais suscetível.
Já os homens costumam reclamar de cansaço excessivo ao longo do dia na maior parte das vezes causado por pura privação de sono (dormem menos do que necessitam) ou pela apneia. Definida como interrupção temporária da respiração, a apneia está fortemente associada ao ganho de peso. Para complicar, enquanto o problema fica sem tratamento, aumenta o acúmulo de gordura. “Dormir mal, como é o caso de quem sofre de apneia, ajuda no ganho de peso, já que o cansaço pode atrapalhar a produção da leptina, hormônio que dá o sinal de saciedade”, alerta o pneumologista e médico do sono Fábio Haggstram, diretor da clínica Pneumosono, de Porto Alegre (RS).
As pesquisas indicam ainda que a falta de sono tem impacto profundo, principalmente para os homens.
Um trabalho realizado na Penn State College of Medicine, nos Estados Unidos, por exemplo, revelou que eles apresentaram desempenho cognitivo pior do que elas após ambos terem registrado déficit de sono ao longo de uma semana. “Mas depois de os dois grupos terem passado seis horas dormindo, as mulheres saíram-se melhor nos testes”, contou Donna. Além disso, elas manifestaram uma recuperação mais consistente depois de duas noites inteiras dormindo, em média, oito horas.
Na opinião dos especialistas, tratamentos modernos de transtornos do sono devem respeitar todas essas diferenças. “E essa questão tende a ganhar cada vez mais importância”, diz o médico Haggstram.
“O futuro é uma medicina cada vez mais personalizada, inclusive para ajudar homens e mulheres a dormir melhor”, complementa.
PESADELO FEMININO
Mulheres apresentam maior número de episódios de insônia e estão mais sujeitas aos prejuízos ao sono causados por oscilações hormonais
FRAGILIDADE MASCULINA
Homens têm pior desempenho cognitivo se não repousarem todo o tempo de que necessitam. E demoram mais para se recuperar da privação do sono
Por diversas vezes citei um livro que li (A Dança dos Deuses, do prof Hilário Franco Júnior), onde enviei algumas impressões e pequenos textos que se referiram à arbitragem (fui aluno dele). Porém, não resisto ao ler novamente (pg 309) a procura do autor em desmistificar a figura do árbitro. É interessante, curto, e compartilho:
“O masoquismo do árbitro transparece ainda no fato de seu bom trabalho merecer apenas o silêncio, segundo a máxima ‘que o bom árbitro é aquele que passa desapercebido’. Em teoria ele é o elemento neutro em campo, na prática é alvo a priori das desconfianças dos dois lados que disputam a partida. Ele desperta pouca simpatia. É o ator maldito do espetáculo futebolístico. Pode arruiná-lo, e será criticado, ofendido, talvez agredido. Pode contribuir para seu sucesso, porém não terá a glória e a remuneração de seus colegas de palco (…) No árbitro projetam-se a frustração e a raiva dos perdedores, a indiferença dos vencedores.”
Texto atualíssimo, não?
Na linguagem popular, a expressão “embromation” significa “postergar, procrastinar, deixar para depois”…

O que é “ser feliz”?
Ô pergunta difícil… como definir a felicidade e o que nos apropria dela?
Ter saúde é ótimo. Mas somente a saúde, sem ninguém, não dá. Se é ter família, desde que ela seja perfeita, ótimo; mas, como em todas as famílias, sempre há um ou outro problema. Ter paz poderia ser uma boa resposta, mas quando é que estamos em paz de verdade? Dinheiro, sabidamente, não compra a felicidade, e a falta ou o excesso podem trazer complicadores.
“Não ter preocupação” seria uma boa resposta? Não sei… só sei que para sermos felizes, é necessário entender que nunca a encontraremos se buscarmos a perfeição das coisas!
Ser feliz, simplesmente, pode ser momentâneo, duradouro, ou a compreensão de que você tem pessoas que importam ao seu lado.
Ou não?

WEB – O excesso de informações, com tanta facilidade que temos hoje, pode causar a SAP.
Sabe o que é isso? Um mal dos tempos modernos…
Compartilho em: https://youtu.be/j1UOJC-4lKM
Repost de 2 anos:
Quantas famílias têm entes queridos perdidos nas drogas… Mesmo assim, há aqueles que dão de ombros a esse mal e defendem a legalização delas. Por fim, pior do que isso: há aqueles que, de maneira ignorante e populista, tentam usar tal discurso para promoção pessoal.
Compartilho esse texto da jornalista Izilda Alves (publicado há 1 ano, mas que é bem atual), que fez da campanha “Pela Vida contra as Drogas” promovida pela Rádio Jovem Pan, uma ação social que deveria ser usada pelo Governo Federal como prevenção (eu mesmo já assisti a uma palestra numa oportunidade em que levamos a campanha para a UniSant’Anna, em Salto-SP, onde lecionei por um bom período).
Pasmem: o protagonista da absurda fala no qual Izilda ilustra seu texto é de Henrique Meirelles!
É mole?
POR IZILDA ALVES, DO SEU FACEBOOK
É com declaração como a de Henrique Meirelles, candidato à Presidência pelo MDB, que se perde eleição. Meirelles declarou:
“Se eleito, vou liberar o uso da maconha porque não causa danos permanentes.”
Candidato! Que ignorância é essa sobre maconha!!!!!
Se o senhor e sua equipe tivessem o cuidado de pesquisar sobre a maconha, descobririam que suas palavras significam tornar o Brasil “uma fábrica de esquizofrênicos”, como tem alertado o psiquiatra Valentim Gentil Filho em sua pesquisa “Maconha e demência”, referência hoje para todos os que estudam os efeitos das drogas. Valentim Gentil Filho é da Universidade de São Paulo, candidato!
Ah, descobririam também que maconha “dificulta o pensamento e interfere na capacidade de aprender e executar tarefas complicas”, alerta o principal centro de estudos sobre drogas nos Estados Unidos, o NIDA.
Candidato, vem pra rua, converse com especialistas e conheça famílias que perderam os filhos exatamente pelo uso da droga que o senhor está defendendo: a maconha. Ou o uso da maconha é, de fato, o que o senhor deseja para nossas famílias?
O que é mais importante e que deve se repercutir mais: a alta do número de mortos por Covid_19 ou o adiamento de festas populares?
Li e ouvi em diversas mídias sobre o adiamento do Carnaval, Reveillon, Parada Gay e outros eventos. Muita gente triste, outros inconformados e o assuntou “rendeu”…
Também leio que a média diária de pessoas mortas por Covid_19 no Brasil nesta semana foi a maior desde o início da pandemia! Puxada pelos estados do Sul e Centro-Oeste (onde o Novo Coronavírus “chegou mais tarde”) e pelo Interior do Estado de São Paulo (que relaxou e quebrou recorde de falecimentos).
Será que estamos nos “incomodando menos” com a mortalidade do Covid? Acostumamo-nos ou cansamos da mesma manchete?
A verdade é: precisamos levar mais a sério o valor da vida, e prevenir-se adequadamente se faz necessário. Os exemplos de relaxamento e descuido impressionam!
Quem vive exemplificando situações do passado e as comparando com as do presente NÃO é museu, como muitos gostam de aclamar contrariamente com o dito popular, ironizando os que resgatam a história. O sujeito que tem essa possibilidade de ilustrar É CULTO! O problema é se prender aos tempos remotos e “ficar por lá”. Usar os dados para discutir casos atuais é ter subsídio.
Eu assusto ao ver gente do Esporte, da Política e da Economia comentando fatos antigos e que estão na minha memória, se referindo aos acontecimentos acompanhados do lembrete de que “não era nascido naquela época”! Não por eles, mas por mim. Tô mais experiente pela idade ou simplesmente passei pelo tempo?
Tudo isso, aliás, seria sinal de envelhecimento?
Afinal, parece que foi ontem mesmo que me diziam: “quando você for mais velho, vai encarar o mundo de outra forma“. E é isso mesmo. Apesar de eu “ainda ser jovem, embora esteja meio gasto pelos anos”, a visão das coisas é bem mais madura, equilibrada e, sem dúvida, com a sensatez em abundância que não se tem na adolescência ou juventude.
Vamos a alguns exemplos?
Começando com o futebol: dias atrás ouvi alguém falar da qualidade do esporte jogado hoje e fez referência à Seleção Brasileira da Copa do Mundo de 1994 (extremamente pragmática) do Carlos Alberto Parreira, classificada na bacia das almas para aquele Mundial graças à convocação de Romário para decidir o jogo contra o Uruguai no Maracanã. Um pouco antes, nas Eliminatórias, em desespero, os jogadores até entraram de mãos dadas contra a Bolívia (uma tremenda novidade), mas mesmo assim não conseguiam transmitir confiança. Assim sendo, o Baixinho, que estava sendo boicotado pelo treinador, foi chamado para decidir. O comentarista, falando sobre essa Seleção, disse que “eu nem nascido eu era naquele tempo, mas sei que o time era mais criticado pela antipatia do que pela falta de ofensividade”.
Como assim, cara-pálida?
Eu já era adulto quando ocorreu o Tetra! Lembro-me direitinho… devo estar ficando velho mesmo, mas Raí não funcionou como deveria e Zinho ganhou o apelido de “enceradeira”. O Brasil venceu pela sólida defesa e pela genialidade de Bebeto e Romário no ataque.
Dito isso, pense: você se lembra quando “nasceu para o futebol”?
Eu lembro muito bem da década de 80 (quando se conseguia decorar as escalações das equipes). Me recordo daqueles times parrudos que a Ponte Preta apresentava ao Brasil (um até decidiu o Paulistão perdendo para o São Paulo, quando o torneio tinha peso quase igual ao do Campeonato Brasileiro) e que queria se igualar em façanha ao Guarani de 1978 (que não vi jogar e foi pelo Brasileirão), dirigido por Carlos Alberto Silva.
É da minha infância futebolística (ou adolescência) o grande Valdir Perez no gol; Serginho Chulapa no São Paulo e depois no Santos; e do Leão boicotado no Corinthians. Tive o privilégio de ver Zico (que golaço inesquecível contra a forte Iugoslávia, que já não existe mais), Falcão, Careca… Aliás, e o Denner, mais recentemente?
Vi os 3 Ronaldos surgirem no futebol (CR7, R10e R9) e deles, já vi 2 pararem. Vi o Nenê surgir no Paulista de Jundiaí (apitei ele no Sub 17 na Fazenda São João em Itupeva, quando de vez em quando o time ía treinar por lá) e hoje ele é um “senhor de 40 anos”. Lembro-me dos times de intensidade da década de 90 do Luxemburgo, quando ele era “O Estrategista”.
Infelizmente, a história, com o passar do tempo, fica esquecida e algumas pessoas pensam que o mundo “nasceu hoje ou ontem”. Ela nasceu há muiiiiiito tempo. A memória, por exemplo, não exalta e nem fala como deveria sobre o fabuloso Leônidas da Silva, o Diamante Negro (e sua bicicleta na Copa de 1938) e que fez o São Paulo FC ser grande na década de 40 – ele virou “nome de chocolate”, sendo homenageado até hoje, mesmo que muitos não saibam que o doce surgiu por conta de presenteá-lo pela figura importante que era. Mas os mais jovens sãopaulinos talvez se lembrem do bom Dodô, igualmente atacante, cuja fisionomia era idêntica a do Leônidas, mas sem bigode e sem a altíssima categoria..
E já que falei em Dodô, lembrei-me do folclórico Dadá (que hoje seria taxado de arrogante pelo excesso de folclore nas suas declarações). E escuto também falarem que Dudu “é craque”. É mesmo? Mas não se compara com o Dudu da Academia, que era Craque com C maiúsculo… Respeitosamente, qualquer Jadson ou Renato Augusto viraram craques no futebol atual. Pita, no auge, seria galáctico perto deles – e outros camisas 8, 9 ou 10 dos anos 80.
Mudando de assunto… e se falar sobre Política ou Economia?
Mesma coisa. Muita gente jovem, que não procurou estudar ou entender para discutir, quer falar de democracia tendo visto um ou dois partidos no poder. Nasceram depois do Real e só conhecem uma moeda! Eu tenho certeza que conheci mais de meia dúzia (tô velho mesmo…). Meu pai, muito mais! Aliás, em 1994 era o tempo da Gasolina a R$ 0,67 e do Álcool a R$ 0,34, além do quilo do frango a 1,00 real.
FHC era comunista, Dilma terrorista, Lula piquetista. Lembram disso, ocorrido lá atrás? Os que falam do militarismo (sendo jovens) nem viveram ele, mas alguns lunáticos o defendem – e outros o odeiam, mas defendendo lados errados da luta pela necessária redemocratização! Eu me lembro do Figueiredo, do Andreazza, do Tancredo e do Maluf na última eleição indireta. Aliás, citei Paulo Salim Maluf, conhecido por ser “aquele do rouba mas faz” (não é frase do Lula não, e nem do próprio Maluf – ela foi roubada do Adhemar de Barros), e hoje o vejo como uma caricatura daquele homem poderoso de outrora.
Como nossos netos conhecerão a história desse período em que vivemos, com tanto fanatismo, tentando-se polarizar o país entre Bolsonaro e Lula como deuses ou diabos? Está difícil mostrar o meio-termo, as virtudes e os defeitos reais de todos, com tanto fake news e radical adorador.
Eu “brinquei” de ser “fiscal do Sarney”. Eu vi a Perestroika e a Glasnot. Eu fiz trabalho na escola sobre o momento histórico da Alemanha: se reunificaria ou não a Oriental com a Ocidental? Ah, esquece, poucos se lembram delas…
Será que as gerações de hoje só pensam no futuro e ignoram o ontem? Repito a introdução: “dizem que quem vive de passado é museu”. Alto lá! Quem CONHECE o passado pode evitar erros no presente e prever / fazer um futuro melhor. E a geração atual, que poderia estudá-lo melhor com as ferramentas de hoje, não está fazendo isso.
Enfim, os tempos mudaram e continuam mudando. Me lembro da primeira vez que ouvi falar sobre “enviar um email”. E diziam que seria inevitável que essa ferramenta se popularizasse, mas foi o que aconteceu. E mais coisas que me recordo e nossos filhos não imaginam: andei de barco no Rio Tietê em Pirapora; vi meu pai ser sorteado no Consórcio de Vídeo Cassete e festejar quando era contemplado no Plano de Expansão da Telesp! Lembro da chegada da Blockbuster no Brasil (muita molecada só soube o que era isso assistindo o filme da Capitã Marvel)…
Eu queria ter a cabeça de hoje quando tinha 18 ou 20 anos – não que eu era “descabeçado / inconsequente”, mas é que os anos nos amadurecem, os hormônios não estão à flor da pele e a experiência e vivência já se fazem sentir e dar confiança.
E você, o que pensa sobre conhecer a história para falar do presente e sonhar com o futuro?
CONFIANÇA – A importância de se ter orgulho (e não ter vergonha) de si mesmo!
Pesquisa mostra como é salutar a autoestima, em: https://www.youtube.com/watch?v=LfaYh0F0IYo
Há uma rede social que é febre entre os jovens: a chinesa Tok Tok, onde os adolescentes se divertem e também alguns adultos. São vídeos rápidos e de diversos temas.
Nela, há um brasileiro chamado Mário Jr, que ficou conhecido como o “sedutor do Tik Tok”. Ele se destacou por vídeos onde faz “cara de galã” com conversas fictícias em que tenta paquerar garotas.
Eu não acesso a essas coisas, pois não curto e nem tenho tempo. Lógico, respeito quem curta. Entretanto, vejo sites e blogs detonando Samy Dana e o Programa Pânico, pois quando participou de uma pequena entrevista lá, Mário disse que tinha largado os estudos. Samy, num óbvio conselho (eu faria a mesma coisa), orientou-o a voltar aos estudos (por ser algo importante a todos) – e os participantes brincaram entre si sobre a relevância do Tik Tok na vida deles. Tudo normal.
O que tem de crítica… que bobagem!
Não existiu humilhação alguma, o jovem teve oportunidade para dizer o que queria, ninguém o deixou constrangido e ele próprio, Mário Jr, estava tímido por estar não ar. Mas o assunto ganhou uma dimensão absurda. Pode?
Coisas inacreditáveis como essa (a “desnecessária polêmica”) tomam corpo por um fato: fãs adolescentes do garoto!
O que faz as Redes Sociais hoje, não?
Enquanto a Capital Paulista tem os números de infectados pelo Novo Coronavírus e mortos caindo, o Interior do Estado vive um drama. Mas por quê a comoção não é a mesma?
Talvez pelo fato da grande mídia estar lá na Grande SP? Ou a explicação é mais simples: cansou-se do assunto!
Segundo a Isto É Dinheiro, depois de tanto tempo, quebramos um recorde de contaminados. Repito: RECORDE, depois de 4 meses de pandemia.
“Com quatro meses de pandemia do coronavírus em São Paulo e indicativos de arrefecimento na crise, o Estado tornou a bater um recorde de novos casos confirmados da doença nesta quarta-feira (22), com mais 16.777 infecções. Há 439.446 pessoas com a covid-19 no Estado, que nesta quarta-feira, 22, computou mais 361 mortes, chegando a um total 20.532 óbitos.”
Mais claro do que essa explicação, não dá. Triste. E pessoas se aglomerando sem se preocupar…
Achei incrível: tribos africanas que se comunicam com pássaros em busca de mel – e que são atendidos!
O homem moderno tem muito a aprender ainda com a natureza selvagem…
Abaixo, extraído de Revista Isto É, ed 2434pg 80, por Lucas Bessel
OS HOMENS QUE CONVERSAM COM PÁSSAROS!
Ao analisar a relação entre tribos africanas e aves especialistas em encontrar mel, pesquisadores comprovam que é possível haver comunicação e colaboração entre seres humanos e animais silvestres.
Honeyguide é o nome popular em inglês de uma família de pássaros encontrados na Ásia e em boa parte da África, ao sul do deserto do Saara. Traduzindo literalmente, eles seriam chamados de “guias do mel”. Essas aves são famosas pela capacidade de achar colmeias no alto de árvores ou no interior de troncos. A partir de agora, a fama desses passarinhos se estenderá também ao campo científico. Pela primeira vez, pesquisadores conseguiram comprovar que é possível haver comunicação e colaboração entre seres humanos e animais silvestres. Para isso, estudaram a parceria que algumas tribos africanas estabeleceram com os “guias do mel”. Quando querem sair para caçar o precioso alimento, essas pessoas usam um tipo específico de chamado – que soa como “brrr-hmm” – para atrair as aves, que respondem saindo à procura das colmeias (confira quadro). O acordo também funciona no sentido contrário: quando encontram as colmeias por conta própria, os pássaros da família Indicatoridae (indicadores) emitem um som particular para chamar os humanos.
Essa inusitada parceria é conhecida pelos europeus desde o século 16, quando um missionário português descreveu a caça ao mel pela primeira vez. As observações, no entanto, foram desacreditadas pela comunidade científica da época. Agora, o estudo publicado na revista “Science” mostra que o acordo entre homem e pássaro não é coincidência.
Sucesso maior
“O chamado característico dos humanos deixa claro que eles querem seguir os pássaros”, diz a bióloga Claire Spottiswoode, professora das universidades de Cambridge e da Cidade do Cabo, que conduziu os estudos com membros do povo Yao em Moçambique. “Os ‘guias do mel’ usam essa informação para escolher seus parceiros para a caça.” O levantamento demonstrou que a colaboração aumenta as chances de sucesso de 17% para 54%. Enquanto as pessoas se fartam com o mel, os pássaros estão interessados na cera de abelha e nas larvas existentes no interior das colmeias.
A colaboração entre pessoas e animais treinados é relativamente comum, como demonstram os cães de caça e os falcões usados em competições. Na natureza, no entanto, esse é um fenômeno raro. De acordo com os cientistas, o único outro caso conhecido, mas que ainda precisa ser estudado, é o de golfinhos que se unem a pescadores na busca por peixes.
Uma interessante matéria sobre uma situação que deixa todo papai e toda mamãe preocupados: as crianças que crescem “antes da hora”.
Calma, compartilho esse esclarecedor material sobre como perceber a Puberdade Precoce nos pequenos (sintomas, causas, comportamento, entre outras coisas).
Em: http://formacao.cancaonova.com/familia/pais-e-filhos/o-que-e-a-puberdade-precoce/

Imagem extraída de CançãoNova.com
Quem disse que “estar por dentro das notícias” faz, necessariamente, o indivíduo ser mais culto?
O excesso de informação não faz a pessoa ser mais inteligente. Ao contrário, pode confundir alguém que seja despreparado, pois o sujeito não consegue assimilar todo o conhecimento. Sem falar do cansaço mental…
Nos dias atuais, temos muito acesso a notícias / informações / descobertas e opiniões. “Entopem” nossa mente de muita coisa! E como administrar tudo isso?
Precisamos de uma boa gestão emocional para não poluir nossa mente. Sim: evitar POLUIÇÃO MENTAL, que é um dos grandes problemas dos dias atuais!
Pensa-se (ou se tenta pensar) sobre tantas coisas, com má formação de ideias pela impossibilidade de interpretar corretamente textos, filtrar dados ou confiar na qualidade daquilo que se oferece, que tudo fica misturado e obscuro. Há narrativas diversas sobre o mesmo assunto e, quem não tiver equilíbrio mental / intelectual, “vira o fio”.
Como é isso nas empresas? Sabemos filtrar o que é necessário e correto no nosso trabalho?
E no nosso dia-a-dia?
Há aqueles que tem uma carência muito grande de saber de tudo, provocando um stress muito grande na mente ao passar a raciocinar de maneira mais pressionada, rápida e saturada. Isso se chama SPA – Síndrome do Pensamento Acelerado. Cuidado com isso!
Sobre SPA, saiba mais em: https://blog.psicologiaviva.com.br/sindrome-do-pensamento-acelerado/
Ou em: http://administracaonoblog.blogspot.com/2016/04/sindrome-do-pensamento-acelerado-spa.html

Imagem extraída de: http://administracaonoblog.blogspot.com/2016/04/sindrome-do-pensamento-acelerado-spa.html
Na minha linha do tempo aparece uma foto (de 2015) de um típico almoço em família que realizamos costumeiramente. Porém, em tempos de pandemia, isso já não é possível…
Como reunir todos desde que estejam imunizados e/ou na mesma quarentena?
Um dia o normal há de voltar… Aliás, que foto para às 12h00! Deu fome…

Olha que estudo bacana: cães sabem refutar os que lhes maltratam por análise social.
Veja o estudo extraído de: http://portaldodog.com.br/cachorros/noticias/estudo-revela-os-caes-ignoram-pessoas-nao-gostam-tutores/
ESTUDO REVELA QUE CACHORROS IGNORAM AS PESSOAS QUE NÃO GOSTAM DELES
Um estudo realizado no Japão comprovou mais uma vez que o cão é realmente o melhor amigo do homem, ao descobrir que os cachorros reconhecem e ignoram as pessoas que não gostam de seus tutores.
Durante a pesquisa, os cachorros recusaram comida daqueles que foram maldosos com seus tutores.
Os pesquisadores fizeram testes com 2 grupos de 18 cães que assistiam uma encenação de seus tutores tentando abrir uma caixa, acompanhado por duas pessoas que o cachorro não conhecia.
No primeiro grupo, o tutor pedia o auxílio de uma das pessoas, que se recusava a ajudar.
No segundo, o tutor pedia e recebia ajuda de uma das pessoas.
Sendo que nesses dois grupos, a terceira pessoa ficava neutra, sem ajudar ou recusar auxílio.
Após assistir a cena, o cachorro recebia comida das duas pessoas desconhecidas.
Os cães do primeiro grupo preferiram aceitar o petisco da pessoa neutra do que daquela que havia recusada ajuda ao seu tutor.
Os cachorros do segundo grupo não desmontaram preferência em relação à pessoa neutra ou àquela que ajudou seu tutor.
Kazuo Fujita, professor da Kyoto University e líder do estudo, falou sobre a importância desse resultado:
Pela primeira vez nós descobrimos que os cachorros fazem análises sociais e emocionais das pessoas independentemente de seus interesses diretos. Esta habilidade é um dos fatores determinantes na construção de uma sociedade altamente colaborativa e os cães compartilham essa habilidade com os humanos.
Para que acha que Home Office é algo mais “tranquilo”, olhe aí que bacana…
Acontece só com a moça do vídeo? Conosco não?
Abaixo:
COMPORTAMENTO – Você se esforça demais para agradar os outros e esquece-se de você próprio?
Cuidado com o auto-egoísmo!
Veja só que reflexão, em: https://www.youtube.com/watch?v=66pAtONzfBQ&t=2s
Em tempos de crise, você deixará algum legado?
Gostei da frase dessa imagem, abaixo, e fica a reflexão:

Com o passar da pandemia, já vemos uma outra categoria de pessoas surgindo: os “sem-máscaras”!
Calma: não me refiro aos imprudentes que teimam em desdenhar do perigo, mas pessoas já imunizadas de Covid-19, que não mais correm risco de pegar ou transmitir a doença. Portanto, em tese, não estão cometendo “crime” algum.
Entretanto, fica a dica: para não escandalizar o próximo, continue usando máscara e mantendo o distanciamento seguro.
Essa foto tem dois títulos: “ria das coisas que não deram certo na vida”, ou, se preferir, “é melhor rir para não chorar”!
Uma experiência de “auto-novo penteado” da Marina, minha filha mais velha, não foi das melhores. Porém, o bom humor dela mostra que, rir de si mesmo, é sempre positivo.

… na Saúde! Os dados são trazidos por Theo Ruprecht, a respeito de uma pesquisa sobre o que traz satisfação aos brasileiros (Revista Saúde, ed 0613, pg86).
A pesquisa foi feita pelo Instituto Akatu, num trabalho intitulado “Rumo à sociedade do bem estar“. O entrevistado poderia responder livremente a questão: “Para você, o que é felicidade?”. O resultado foi:
E pra você, o que é (ou o que dá) felicidade?
É muito subjetivo responder essa questão…

A Flor do Limoeiro serve para fazer esta perfeita analogia: até os (as) mais azedos (as) têm sua beleza…
O limão não é doce, seu suco pode manchar a pele e o preço não vale quase nada. Entretanto, as limonadas são gostosas e o que aparenta ser desagradável, vez ou outra floresce singela e delicadamente. Vide o clique do limoeiro da minha casa (abaixo).
Quantas pessoas amarguradas que conhecemos são azedas na simpatia, enrugadas no relacionamento e amargas no comportamento. Mas como podemos julgar o íntimo delas?
Dessas, vale esperar um florescer eventual, uma demonstração de boa vontade ou, se nada disso existir, o respeito às causas internas dela ter se tornado uma pessoa murcha ou infrutífera.
O que não se pode nunca é: julgar! Nem taxar, rotular ou discriminar. A beleza pode ser imperceptível por razões nas quais nem imaginamos…
Ops: mas que papo é esse que usou o limão para questionar? Poderia ser o jiló, o coentro e outras tantos exemplos duvidosos da Mãe-Terra! rsrs
Brincadeiras à parte, fica a reflexão: olhemos com mais doçura para as pessoas, procurando minorar o azedume existente.

Imagem: Arquivo pessoal.
Há 9 anos, uma declaração polêmica de um mestre do humor. Abaixo:
E a entrevista do Chico Anysio à Revista Veja desta semana? Criticou todo mundo! Esbravejou sobre a Globo, sobre a sua família, sobre suas ex-mulheres, e sobre outras tantas coisas!
Mas um detalhe me chamou a atenção: o porquê dele se separar das esposas. Disse que:
“O casamento é justificado pelo filho, mas é também o filho que acaba com ele. Não há sexo que resista quando a mulher fala ‘acho que o menino acordou, já volto’. Espera aí, já volto? Acabei vários casamentos por causa desse ‘espera aí, já volto’”.
Caramba, hein?
Caramba, já estamos em 1o de julho. Que ano horroroso para o Comércio e para a Indústria. Péssimo para a Educação. Tenebroso para os Governos e, acima de tudo, fúnebre para muitas famílias, culminando na catástrofe emocional que vivemos.
Há de se ter muita paciência com o atual momento. A reclusão e o desemprego, provocados pelos efeitos devastadores da Covid-19 na vida de todos nós, alteraram os relacionamentos e trazem à discussão a necessidade de maior equilíbrio nas tomadas de decisões de todos os setores.
Sou cético quanto a qualquer tipo de superstição (mas respeito quem crê ou pensa diferente). No entanto, fica a consideração: nos programas de final de ano, lá em 2019, nenhum deles mostrou com as “bolas de cristal” que tamanha calamidade aconteceria?
Reergamo-nos quando possível e sobrevivemos enquanto podemos. Há de melhorar!
COMPORTAMENTO – O ineditismo de algo como o que está acontecendo com a nossa sociedade em relação à Covid-19, é perceptível a quase todos os viventes do planeta.
Pontuando ao longo do século passado e comparando com a gripe espanhola, em: https://youtu.be/zpaYPIVLReQ
Acho que aprendemos muitas coisas com a Pandemia, mas 10 alertas básicos são bem representados nesta figura, abaixo:
