– Jornais tomam Dura Posição Contra Censura do Governo Lula!

 

Se alguém já leu agora bem cedo tanto a Folha de São Paulo e o Estadão, se assustaram com tal louvável ousadia!

 

Ambos anunciaram suas críticas ao PT abertamente, expondo os motivos, em editorial. Acho que nunca presenciei na história política recente do país tal fato. Vale ressaltar que as revistas semanais de grande circulação também criticam em capa a tentativa de cercear a liberdade de imprensa do Governo Lula, permitindo apenas que se divulguem informações de seu interesse.

 

Viva o jornalismo independente e sério; abaixo a ditadura. Vide Argentina e Venezuela, onde apenas a imprensa chapa branca sobrevive.

 

Extraído de: TERRA

 

EM EDITORIAIS, FOLHA E ESTADO SE POSICIONAM SOBRE A SUCESSÃO

 

Por Gilberto Nascimento

 

Em editoriais em suas edições deste domingo (26), os jornais Folha de S.Paulo e o Estado de S.Paulo se posicionaram a respeito da sucessão presidencial no País. A Folha e o Estadão reagiram às críticas à imprensa feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O Estadão declarou apoio ao candidato do PSDB à presidência da República, José Serra. A Folha criticou o presidente Lula e a “candidata oficial”, Dilma Rousseff, do PT, e disse procurar manter uma orientação de “independência, pluralidade e apartidarismo editoriais”.

Os dois jornais manifestaram oficialmente sua posição três dias depois de o presidente Lula afirmar, em entrevista exclusiva ao Terra, que a comunicação no País “é dominada por nove ou dez famílias” e que a imprensa “tem candidato e partido”. Lula afirmou que os meios de comunicação deveriam manifestar claramente sua posição, em vez de defenderem “uma neutralidade disfarçada”.

Estadão
Intitulado “O Mal a Evitar”, o editorial do Estado de S. Paulo diz que “com todo o peso da responsabilidade (…), o Estado apoia a candidatura de José Serra à presidência da República”. O jornal ressalta o “currículo exemplar de homem público e pelo que ele (Serra) pode representar para a recondução do País ao desenvolvimento econômico e social pautado por valores éticos”. O jornal diz que Serra “é o que tem melhor possibilidade de evitar um grande mal para o País”.

Com o apoio, o jornal rechaça a acusação do presidente Lula de que a imprensa “se comporta como um partido político”. “Há uma enorme diferença entre se comportar como um partido político e tomar partido numa disputa eleitoral em que estão em jogo valores essenciais ao aprimoramento se não à própria sobrevivência da democracia neste País”, afirma o editorial, que cita Lula como “chefe de uma facção que tanto mais sectária se torna quanto mais se apaixona pelo poder”.

No editorial, o Estadão ainda diz que “Lula e seu entorno” escolhem os piores meios “para atingir seu fim precípuo: manter-se no poder” e cita as recentes denúncias de tráfico de influência na Casa Civil – o que culminou na demissão de ministra-chefe Erenice Guerra – e o “solapamento das instituições sobre as quais repousa a democracia – a começar pelo Congresso”. Ao final do texto, o Estadão avalia que a idéia de que Lula “é o cara” hipnotiza os brasileiros e serve como “mau exemplo que permite a qualquer um se perguntar: ‘Se ele pode ignorar as instituições a atropelar as leis, por que não eu?’ Este é o mal a evitar”.

Além de dizer que Dilma é uma “invenção” de Lula, o jornal pede uma reflexão aos eleitores. “O que estará em jogo, no dia 3 de outubro, não é apenas a continuidade de um projeto de crescimento econômico com a distribuição de dividendos sociais (…) o que o eleitor decidirá de mais importante é se deixará a máquina do Estado nas mãos de quem trata o governo e o seu partido político como se fossem uma coisa só”.

O jornal pondera os lados positivos do governo Lula, “como no desenvolvimento econômico quanto na ampliação de programas sociais”, mas considera que, ao mesmo tempo, houve a “desconstrução historicamente frágil no Brasil, mas indispensável para a consolidação, em qualquer parte, de qualquer processo de desenvolvimento de que o homem seja sujeito e não mero objeto”.

Folha
A Folha não deu apoio a qualquer candidato e, em texto em sua primeira página intitulado “Todo poder tem limite”, ressaltou que procura manter uma orientação de “independência, pluralidade e apartidarismo editoriais”, o que redunda, segundo o jornal, “em questionamentos incisivos durante períodos de polarização eleitoral”. O jornal critica duramente o presidente e a candidata Dilma Rousseff. Para a Folha, Lula e Dilma “têm-se limitado até aqui a vituperar a imprensa, exercendo seu próprio direito à livre expressão, embora em termos incompatíveis com a serenidade requerida no exercício do cargo que pretendem intercambiar”.

Ao final do editorial, o jornal afirma que “tentativas de controle da imprensa” serão repudiadas: “Fiquem ambos advertidos, porém, de que tais bravatas somente redobram a confiança na utilidade pública do jornalismo livre. Fiquem advertidos de que tentativas de controle da imprensa serão repudiadas – e qualquer governo terá de violar cláusulas pétreas da Constituição na aventura temerária de implantá-lo”.

A Folha diz que “vai longe o tempo” em que maiorias não seriam respeitadas no Brasil. “As eleições são livres e diretas, as apurações, confiáveis – e ninguém questiona que o vencedor toma posse e governa. Se existe risco á vista, é do enfraquecimento do sistema de freios e contrapesos que protege as liberdades públicas e o direito ao dissenso quando se formam ondas eleitorais avassaladoras, ainda que passageiras”. E prossegue: “Nesses períodos, é a imprensa independente quem emite o primeiro alarme, não sendo outro o motivo do nervosismo presidencial em relação a jornais e revistas nesta altura da campanha eleitoral”.

O jornal ressalta ainda ter sido a imprensa quem revelou ao País que uma agência da Receita Federal em Mauá, no ABC paulista, teria sido “convertida em órgão de espionagem clandestina contra adversários”. Foi também a imprensa “quem mostrou que o principal gabinete do governo, a assessoria imediata de Lula e de sua candidata Dilma Rousseff, estava minado por espantosa infiltração de interesses particulares”. E acrescenta: “É de calcular o grau de desleixo com o dinheiro e os direitos do contribuinte ao longo da vasta extensão do Estado federal”.

Apesar das duras críticas, a Folha reconhece que “os altos índices de aprovação popular do presidente não são fortuitos”. Para o jornal, os altos índices de popularidade de Lula refletem “o ambiente internacional favorável aos países em desenvolvimento, apesar da crise que atinge o mundo desenvolvido” e “os acertos do atual chefe do Estado”.

– Tirando o Sofá da Sala

Leio que há um projeto para se proibir o uso do celular nos bancos no estado do RJ. Outras 16 cidades já apóiam tal iniciativa.

 

Ao invés de resolver o problema da criminalidade, cerceiam a população de se comunicar?

 

E você, o que pensa sobre isso? Proibir o celular nos bancos é a solução?

– A Explosão do Preço do Etanol

Amigos, o preço do Etanol (álcool) está fugindo do controle nas bombas da região de Jundiaí. Há alguns motivos: o aumento da exportação de açúcar; a recente seca nos canaviais (diminui a produção) e a própria retenção do produto por parte dos usineiros.

Em média, o combustível já está variando na casa de R$ 1,499, atingindo até R$ 1,599 (nos postos de boa qualidade).

Ainda assim, é vantajoso abastecer etanol: a conta é dividir o preço do álcool pelo da gasolina, multiplicando por 100. Se o preço estiver até 70%, na maioria dos carros, prefira financeiramente o etanol (por exemplo: 1,499 / 2,499 X 100 = 59,98%). Entretanto, lembre-se: nem todos os carros gastam o equivalente a fórmula média utilizada (isso vale para carros que gastam por volta de1 litro de álcool em 9 km e 1 litro de gasolina para 12,5 km).

 

Você prefere o etanol ou a gasolina em seu veículo? Deixe seu comentário:

 

Extraído de: Portal Noroeste

 

CONSUMO DE ÁLCOOL COMBUSTÍVEL DESPENCA NO PAÍS

 

Dados da Agência Nacional do Petróleo indicam que, entre janeiro e junho, os postos brasileiros venderam seis milhões 652 mil metros cúbicos. É 17% menos que no mesmo período de 2009. O motivo da queda, para a entidade, foi o aumento dos preços.


Nos três primeiros meses deste ano, o valor médio do litro nas bombas QUASE ALCANÇOU A R$ 2,00. A alta foi provocada pela quebra na safra de cana-de-açúcar da Índia, pelas chuvas fora de época, no inverno passado, que prejudicaram a colheita por aqui, e pelo aumento do preço do açúcar, que fez muito usineiro deixar a fabricação de álcool em segundo plano.


Hoje, o valor médio do combustível está na casa de R$ 1,60.


Ainda assim, em algumas regiões, donos de carro flex dão preferência para a gasolina que, apesar de mais cara, faz o veículo rodar cerca de 30 por cento a mais por litro.

Para os próximos meses, a previsão é que a seca, que tem prejudicado o rendimento e o desenvolvimento nos canaviais, provoque novos aumentos no preço do álcool.

– Chamem a Polícia!

Puxa, o GAECO, braço da Polícia tão respeitado e que combate o crime organizado, foi assaltado!

É a mortadela fatiando a máquina;

               a banana comendo o macaco, ou,

                          o poste fazendo xixi no cachorro…

Sabe o que levaram? O computador que continha os dados sigilosos de um esquema de corrupção em licitações públicas na região de Campinas.

Hum… então tá. Se quiser, dá para pegar os meliantes, não?

O que você acha desse roubo? Deixe seu comentário:

– Erenice Guerra: o poder em mãos encobertas!

Muitos não tem a noção do poder da Casa Civil. Ser Secretário da Casa Civil significa ser o braço direito, assessor, consultor e aconselhador do Presidente da República. É um secretariado mais poderoso do que ministério, abaixo apenas da presidência, mas coligada a ela.

 

O escritório do secretário da Casa Civil é ao lado do presidente. O que o Presidente e Secretário fazem são ações muito próximas, dificílimas em se imaginar que um não sabe o que o outro faz.

 

Curiosamente, José Dirceu, Dilma Roussef e Erenice Guerra foram os 3 últimos secretários da Casa Civil. Dirceu e Erenice saíram por corrupção. Dilma para se candidatar a Presidente.

 

Será que nosso país tem dificuldade em interpretar situações tão grandes assim?

 

Dona Dilma, sob a benção de Lula, está blindada!

– Laurentino Gomes é o cara!

1808, 1822 e 1889: o que essas datas significam para você?

 

Para um bom estudante e para qualquer cidadão atento, são 3 datas históricas cuja resposta é imediata: a da Família Real no Brasil, Independência do País e Proclamação da República, respectivamente.

 

Tais temas são, muitas vezes, contados folcloricamente ou até mesmo marginalizados. De pronto, poucos lembram o significado para a História do Brasil destas datas. E aí temos o escritor Laurentino Gomes: de maneira didática e romancista, escreveu 2 livros sobre as primeiras datas (ambos sucesso de vendas), e se prepara para o seu terceiro (1889).

 

Este post não é promocional, mas um chamamento à boa literatura: entretenimento e ensino somados em best-sellers. Só nos resta ler e louvar sua brilhante forma de retratar os acontecimentos marcantes do país. E aguardar, quem sabe, um próximo livro. Qual data a ser retratada você sugeriria?

– Usinas Atômicas Brasileiras Privadas

Em breve, o Congresso Nacional discutirá a permissão ou não da construção de usinas de energia nuclear pela iniciativa privada. O tema é polêmico…

 

As vantagens seriam: energia elétrica de uma fonte limpa; ocupa pouco espaço físico; é uma tendência na Europa (65% da energia elétrica vem de usinas particulares).

 

As desvantagens seriam: o perigo do vazamento nuclear; o custo da produção de energia; a questão de ‘geração de energia’ ser assunto estratégico nacional, de controle governamental.

Aqui em Jundiaí, recentemente, se discutiu a construção de uma termoelétrica. Ainda bem que não saiu! Digo isso pelas diversas formas de poluição que uma usina dessa característica produz.

 

Mas sabemos que há uma crise de energia elétrica! As hidroelétricas estão na capacidade máxima, e mesmo com a construção da nova usina no Norte do país, a carência ocorrerá.

 

No fiel da balança, já que a União declaradamente não quer arcar com novas usinas nucleares, diga: você é a favor ou contra a liberação de produção de energia atômica por particulares? Deixe o seu comentário:

– Democracia e Demagogia: o apelo do Presidente!

“Democracia”, na visão Lulista, é isso aqui: DISCURSO DO PRESIDENTE LULA EM SC

 

Nosso Guia-mestre Lula pediu para o povo, em campanha: “Temos que extirpar o DEM da política brasileira”.

Ué, mas só pode o seu partido e sua candidata concorrerem? Mas e a democracia, o multipartidarismo, a liberdade de expressão? Onde ficam?

 

Tanta demagogia cansa…

– Chinelada na Paulistada? Ou Tiro no Próprio Pé?

Que bola fora via Twitter do prefeito carioca Eduardo Paes (PSDB-RJ), não? Ao ter a confirmação de que a sede da FIFA no Brasil para a Copa do Mundo-2014 será na cidade do Rio de Janeiro, ele comemorou twittando: “Chinelada na paulistada. É humilhante… Mostro a vista e mostro um negócio desses. Vai levar o que pra São Paulo?“.

Para quê isso, não? O Rio de Janeiro, assim como São Paulo, tem inúmeros defeitos e inúmeras virtudes. Que bobagem… parece picuinha de marica. Logo depois, talvez ciente da desnecessária citação, disse que era só uma inocente brincadeira.

Quando tentar alçar vôos mais altos na política (como outrora já sinalizou), ele terá que pedir votos ao eleitorado paulista também. E, claro, a frase será lembrada pelos adversários políticos.

Em suma: ao invés de exaltar as belezas naturais do seu estado, resolveu atacar o seu vizinho. Poderia ter ido dormir sem essa…

E você, o que pensa sobre isso? O centro nervoso da FIFA estará bem abrigado no Rio de Janeiro? Ainda: Eduardo Paes poderia ter ficado quieto?

– Propostas para quem?

O Horário Político prega cada peça… Hoje, no rádio, ouvi um certo candidato (nem vale citar o nome do partido), pedindo votos para lutar pela PAZ NA PALESTINA e a NÃO INVASÃO DOS AMERICANOS NA CORÉIA DO NORTE.

 

Isso é proposta que se faça em eleição no Brasil? Até parece que vivemos num paraíso… É o naipe dos nossos políticos.

– Quem precisará do Trem-Bala?

Uma obra que consumirá bilhões de reais e que ainda não saiu do papel: este é o Trem-Bala Campinas – São Paulo – Rio de Janeiro, cujas estações ainda não estão definidas. Mas essa obra tão vultuosa tem apenas algumas certezas: custará mais caro do que o avião, será um pouco mais rápida do que o carro e terá uma viabilidade duvidosa.

 

Se a ponte-aérea funcionar, quem precisará do Trem-Bala? Se as Rodovias forem boas, por que pagar tão mais caro? Ainda: para nós, jundiaienses, de quê servirá?

 

Particularmente, acho o Trem-Bala uma obra faraônica, desnecessária, e, de repente, interessante para motivos eleitoreiros.

 

Com tantos custos, não seria melhor investir em outras obras mais necessárias? O que dá para fazer em ferrovias, infra-estrutura diversa e outros benefícios com R$ 34 bilhões?

 

E você, é a favor do Trem-Bala ou não? Deixe o seu comentário:

– O Fenômeno Eleitoral da Transferência de Votos

É realmente impressionante a blindagem popular do presidente Lula. Sobreviveu incólume aos diversos escândalos do seu governo, incluindo os do Mensalão e de outros tão graves, não sentiu os respingos da vexatória aproximação com o Irã e outras coisitas mais.

 

Mas o que assusta é o poder de influência popular, o carisma inato sobre seus devotos. Dilma era uma ilustre desconhecida das massas, e agora beira à vitória no primeiro turno. Marta e Netinho de Paula estão disparados nas pesquisas ao Senado: efeito Lula. Até o Mercadante ameaça decolar a candidatura ao governo paulista, em virtude dos apelos do presidente.

 

Agora, em decorrência do escândalo que envolve a quebra do sigilo na Receita Federal da filha do candidato José Serra, poderíamos ter uma reviravolta eleitoral. Mas, sinceramente, quem acredita que o povão entenderá o caso e mudará o seu voto? Respeitosamente, somente as pessoas mais intelectualizadas estão indignadas e deram a devida importância. Além disso, tem outra questão: pobre não paga imposto; sendo assim, não há influência direta… Na prática, não mudará nada!

 

De fato, Lula é um fenômeno do povo.

– Em defesa do Voto Útil Regional

Em defesa do voto útil para Jundiaí e região!

Ao invés de Tiriricas e Cacarecos da vida, por que não privilegiar a nossa região? Lançada a campanha “Eu acredito mais na região”. Compartilho as informações enviadas pelo amigo jornalista Reinaldo Oliveira:

 

ENTIDADE LANÇA CAMPANHA POR VOTO REGIONAL

 

O CIESP – Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, sediou uma coletiva de imprensa, para que membros do FORCIS – Fórum Regional do Comércio, Indústria e Serviço, de Jundiaí, apresentassem o material da campanha “Eu acredito mais na região”, que tem como objetivo incentivar o eleitor, nas próximas eleições, a votar nos candidatos da região para os cargos de deputado estadual e federal. Outras entidades como a Proempi (construtores), Rede Parceiros (supermercados), CDL (lojistas), SRJ (produtores rurais), CIESP (indústrias), Acijun (associação dos corretores de imóveis), apóiam a iniciativa do FORCIS. O presidente da Acijun, Celso Coelho deu sua opinião sobre a campanha: “Jundiaí está crescendo e precisamos nos fortalecer tendo representantes que ouçam as preocupações dos moradores. Um candidato da região sendo eleito, torna-se mais fácil este contato. É preciso pensar na cidade onde viverão nossos filhos e netos”. Vários outros representantes falaram sobre a campanha, que por ser apartidária está disponibilizando o www.adej.org.br, onde está postado o selo com a logomarca da campanha e demais informações. O vereador Paulo Sergio Martins (PV), presente no evento, disse ser bastante positiva a iniciativa da campanha: “Esta vem a somar com a que está sendo desenvolvida pelo Cidade Democrática”. Ela abrangerá onze cidades da região e gravações com depoimentos de formadores de opinião, também serão veiculados incentivando o voto em candidatos da região. “Estas pessoas falarão o que as cidades, principalmente as menores, são prejudicadas por falta de um representante da região”, disse Maurício Rappa, um dos dirigentes do FORCIS.

– João Mendonça Falcão Vive!

 

Calma, esse post nada tem a ver com vida pós-morte. Mas falamos de ideários, principalmente no esporte. E, como nunca, a figura de um ex-dirigente esportivo, mesmo pouco lembrado atualmente, é atualíssima: João Mendonça Falcão, deputado e ex-presidente da FPF.

 

Poucos sabem dessa história, mas convivi semanalmente com o “Dr Falcão”. Ganhei chaveirinhos dele na sua última campanha a Deputado Federal pelo PTB no início da década de 80.

 

João Mendonça Falcão se recolhia aqui em Jundiaí, no nosso Bairro Medeiros (onde minha família se instalou e permanece até hoje), em sua aprazível chácara. Hoje, coincidentemente, moro bem em frente a ela, que se transformou no saboroso e aprazível restaurante campestre Noz Mostarda.

 

Falcão pontualmente chegava na loja de materiais de construção do meu pai às 9:00h, trazido pelos folclóricos motoristas Ivan ou Toco (este, figura carimbada do futebol paulista, corinthiano doente). Lembro-me sempre do Del Rey azul estacionando no pátio, ou em situações estratégicas, da Brasília bege! Quando o então ex-dirigente entrava na loja, fazia questão de sentar na cadeira do escritório, encostar sua bengala (já era bem idoso), e ficava lá contando suas histórias. Hoje tenho como certeza que, alijado dos holofotes, ele buscava simplesmente companhia para contar suas experiências (ele sempre se queixava da família e outros problemas particulares; enfim, um homem solitário no final da vida).

 

Imagine uma criança fanática por futebol (sem noção do que era a Federação Paulista de Futebol ou a política no esporte), ganhando bolas oficiais do Campeonato Paulista, ouvindo contos e passagens daquele senhor de idade sobre nomes famosos do futebol, além de perceber que era uma figura importante? Me deliciava com as histórias, mesmo que não as entendesse.

 

Naquele tempo, não havia telefone no bairro todo, e a linha só chegava até a nossa loja. Falcão ia lá, ligava para Deus e o mundo, e ficava até à hora do almoço. Cansei de vê-lo esbravejar com seus pares políticos, sem ter noção do que era importante ou não. E quase toda semana, ele dizia algo que de tanto contar, gravei na mente até as mesmas palavras: “se o Santos ganhou do Milan, tem que me agradecer para o resto da vida…” , em referência ao jogo-desempate do Mundial de 63, onde ele não permitiu o jogo em campo neutro e sim no domínio santista.

 

Digo tudo isso para lembrar do fato que torna Falcão atual: ele repetia sempre, mais ou menos com essas palavras, que “Futebol é muito mais do que um jogo jogado no campo, é vencido fora dele”.

 

Hoje, adulto e tarimbado, entendo perfeitamente o que ele queria dizer. Ex-árbitros daquele período, que tive o grande prazer de conhecer e que hoje são octagenários, diziam que quando o João Mendonça Falcão chamava alguém em sua sala, lá na sede da FPF na Brigadeiro… xi… lá vinha confusão. Muitos deixaram de apitar por não concordar com determinadas ordens.

 

Cada vez mais a política está presente no futebol. Não há manipulação de resultados oficial, pois seria perceptível àqueles que entendem e militam na área. Mas há entraves dificultosos políticos, que deturpam o espírito esportivo. Nesta semana, por exemplo, o ex-piloto finlandês Kimi Raikkonen declarou que “Na F-1, há muitos fatores mais importantes do que a corrida. É muita política e ninguém diz o que pensa”.

Traga essa frase da F-1 para o mundo futebolístico e compare com a frase de efeito do ex-presidente da FPF, citada acima. Falcão não é atual?

 

E você, o que pensa disso: há muitos mais fatores políticos no futebol do que o próprio jogo? Deixe sua opinião:

– A lei da Cadeirinha: costume ou necessidade?

Hoje começa a vigorar a lei das cadeirinhas dos veículos automotores. A idéia é proteger as crianças nos bancos traseiros. O motivo é ótimo, mas há alguns problemas: o custo ainda é alto (será que tal equipamento deveria custar tanto?), a necessidade de modelos específicos conforme o tamanho (se você tiver 3 filhos: 6, 3 e 1 ano, como fará para transportá-los?) e, principalmente, o costume em usá-las.

Se a lei é para todos, por quê as vans escolares, ônibus e táxis estão dispensados? Porque seria inviável? Quem não tem dinheiro para comprar as cadeirinhas, ou cujas mães andam no banco de trás com seus filhos, podem também alegar tal motivo.

Gostaria de que a lei valesse para todos por coerência, ou que fosse revista com meios alternativos.

E você, o que acha da Lei das Cadeirinhas?

Aqui em Jundiaí, a lei promete ser cumprida. Ao menos, a fiscalização já está nas ruas. E como as autoridades gostam de uma receita de multa…

– Candidato Tiririca e sua declaração de bens

Coisas inacreditáveis de uma eleição: o candidato Tiririca, aquele mesmo humorista que está enfurecendo o Mercadante e alegrando a campanha na TV (cada um querendo o cargo como meio de vida… infelizmente!), vai gastar R$ 3,5 mi na corrida eleitoral! Não imaginava que tinha tanto dinheiro… Vai recuperá-lo como?

Vejo também que declarou não ter bens à Receita Federal e ao TSE. Motivo: se separou da mulher e colocou o patrimônio em nome de outras pessoas.

Nem se elegeu e já aprendeu bem…

– Você já foi entrevistado?

Você já foi pesquisado sobre intenção de voto à Presidência?

Se não, olha como é a Metodologia:

(Você sabia que há mais entrevistados em Itapissuma do que em Jundiaí, Itu e Sorocaba somados?)

 

VOCÊ SABE COMO É FEITA A PESQUISA DE INTENÇÃO DE VOTO?

 

Por Reinaldo Oliveira

 

Esta dúvida, diante dos números apresentados durante a presente campanha eleitoral, aparece na cabeça, de oito a cada dez eleitores. Por conta disso, esta informação encontra-se a disposição do eleitor no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). De uma pesquisa recente, postada neste site, é importante observar os seguintes números:

Num universo de 2508 pesquisados, a proporção por região, ficou assim definida:

Região Norte/Nordeste – 840 pessoas pesquisadas.

Estado de São Paulo – 574 pessoas pesquisadas.

Minas Gerais – 256 pessoas pesquisadas.

Região Sul – 378 pessoas pesquisadas.

Rio de Janeiro – 278 pessoas pesquisadas.

Região Central – 182 pessoas pesquisadas.

E aqui entra algumas considerações. Qual o número de eleitores da região Norte/Nordeste? Minas Gerais é o segundo maior colégio eleitoral do País, entretanto, tem um número de pesquisados menor que a região Sul. O Rio de Janeiro também tem um número de pesquisados bastante reduzido.  A distribuição por Estado, número de cidades e de eleitores pesquisados, para esta pesquisa, ficou assim:

Acre – 1 cidade – 14 pesquisados. Amazonas – 2 cidades – 42 pesquisados.

Pará – 5 cidades – 84 pesquisados. Rondônia – 1 cidade – 14 pesquisados.

Roraima – 1 cidade – 14 pesquisados. Tocantins – 1 cidade – 14 pesquisados.

Alagoas – 3 cidades – 42 pesquisados. Bahia – 11 cidades – 158 pesquisados.

Ceará – 7 cidades – 98 pesquisados. Maranhão – 5 cidades – 70 pesquisados.

Paraíba – 4 cidades – 56 pesquisados. Pernambuco – 9 cidades – 112 pesquisados.

Piauí – 3 cidades – 42 pesquisados. Rio G. do Norte – 3 cidades – 42 pesquisados.

Sergipe – 2 cidades – 28 pesquisados. Espírito Santo – 3 cidades – 42 pesquisados.

Minas Gerais – 20 cidades – 266 pesquisados. Rio de Janeiro – 13 cidades – 224 pesquisados.  

São Paulo – 36 cidades – 574 pesquisados. Paraná – 10 cidades – 140 pesquisados.

Rio G. Sul – 10 cidades – 160 pesquisados. Sta Catarina – 6 cidades – 84 pesquisados.

Distrito Federal – 1 cidade – 28 pesquisados. Goiás – 6 cidades – 84 pesquisados.

Mato G. Sul – 2 cidades – 28 pesquisados – Mato Grosso – 3 cidades – 42 pesquisados.

A desproporção fica evidente quando cidades como Garrafão do Norte, Riachão do Jacuípe, Barbalha, Itapissuma e Garanhuns, têm 14 pesquisados, enquanto as cidades de Santos, Campinas, Ribeirão Preto e Florianópolis também têm 14 pesquisados. Aqui o eleitor já pode perceber que a condição de vida, renda e formação escolar dos pesquisados das primeiras cidades, são de quase total dependência das bolsas sociais do governo federal, enquanto nas segundas a condição de vida, renda e formação escolar são obtidas com o trabalho e oportunidades oferecidas pelo Estado. Ainda do total pesquisados 34% são da região Norte/Nordeste, ou seja: a desproporcionalidade a favor de candidato A, B ou C, se intensifica para mais, quanto mais ele estiver próximo do governo federal. Entretanto, independente disso, os percentuais de intenção de voto obtido são divulgados em todo o Brasil. Regiões e cidades com menor densidade populacional e econômica e, portanto mais dependentes dos programas sociais do governo federal, têm peso idêntico aos das regiões mais desenvolvidas. Visite o site do TSE.

– Mega Sena e Fundo Penitenciário

Você sabe para onde vai o dinheiro das apostas da Mega Sena? Leia o volante de apostas por inteiro para saber a destinação, e repare em algo interessante: 32% do valor total do arrecadado vira premiação. Entre outros destinos do dinheiro, dois me chamaram a atenção:

– 3% vai para a Cultura e 3,14% vai para o Fundo Penitenciário.

Precisa dizer algo? Quem investe menos em Cultura do que em Cadeia só pode estar nessa situação periclitante mesmo… (como se as ações das penitenciárias fossem boas!)

Ops: é claro que estou sendo irônico, pois o valor de apenas 3% para a Cultura é ridículo por ser irrisório…

Distribuição de arrecadação

Quem joga na Mega-Sena tem milhões de motivos para apostar e milhões de brasileiros para ajudar. Parte do valor arrecadado com as apostas é repassada ao Governo Federal, que pode, então, realizar investimentos nas áreas da saúde, educação, segurança, cultura e do esporte, beneficiando toda a população.

Distribuição de Arrecadação  
Prêmio Total 51,00%
Fundo Nacional da Cultura 3,00%
Comitê Olímpico Brasileiro 1,70%
Comitê Paraolímpico Brasileiro 0,30%
Prêmio Bruto 46%
Imposto de Renda Federal 13,80%
Prêmio Líquido 32,20%
Seguridade Social 18,10%
FIES -Crédito Educativo 7,76%
Fundo Penitenciário Nacional 3,14%
Desp. de Custeio e Manut. de Serviços 20,00%
Tarifa de Administração 10,00%
Comissão dos Lotéricos 9,00%
FDL – Fundo Desenv. das Loterias 1,00%
Renda Bruta 100,00%
Adicional p/ Sec. Nacional de Esportes 4,50%
Arrecadação Total 104,50%

(Extraído do site da CEF, link Loterias)

– O fim do Convênio CPFL e Lotéricas

Recebi uma importante matéria hoje, do amigo e jornalista Reinaldo Oliveira, a respeito da CPFL e o não-aceite de pagamento das faturas nas Casas Lotéricas. Observem a informação, e comentaremos mais abaixo:

 

“PAGAR A CONTA DE LUZ EM ITUPEVA FICOU MAIS DIFÍCIL

 

Os clientes da concessionária do serviço de energia elétrica da cidade de Itupeva, através de modificação no local de pagamento, a partir do dia 18 deste mês estão encontrando mais dificuldades para pagar a conta de luz. Antes desta modificação, apesar das longas filas, as contas eram pagas em casa lotérica no centro da cidade. A partir deste mês os locais credenciados a receber o pagamento, esta informação consta no rodapé da conta, são:

Rua Alfredo Domingos Retondo, 217 – Bº Rio das Pedras.

Rua Geraldo Ferraz, 62 – Bº Rio das Pedras; e

Rua Julio Patelli, 219 – Vila São João.

.Esta modificação no local de pagamento traz dificuldades para o cliente da concessionária, provocando grandes deslocamentos por conta dos novos locais situarem-se fora do centro da cidade. Os dois primeiros endereços distam exatos 8 e 5 km do centro da cidade Importante lembrar que o cliente desta concessionária de serviços públicos, nos últimos anos vem sofrendo desrespeitos seguidos, a saber: num passado não muito distante os bancos se descredenciaram e não mais receberam os referidos pagamentos. A solução foi a migração destes pagamentos para a rede lotérica, que agora também não mais fará o recebimento. Por conta disso, um cliente da concessionária, residente no Bº Portal Santa Fé – Itupeva/SP ligou para o 0800.010.2570, que é o serviço de atendimento ao cliente da concessionária e foi informado de que realmente, para o município de Itupeva apenas estes três locais estão credenciados a receber os pagamentos.”

 

O que podemos falar? Sabidamente, a Energia Elétrica é um serviço essencial, e diferentemente de outros, não há opção prática na concorrência. Se você não comprar os serviços de luz da CPFL, de quem o fará? As grandes empresas poderiam buscar outras alternativas, mas o simples mortal não! Ela é absoluta, faz o que quer e ficamos de mãos atadas.

Não só em Itupeva, como citado, mas em qualquer outro município, a população sofrerá com tal absurdo. Onde estão as autoridades para que se pronunciem sobre o caso?

 

O que você pensa sobre essa medida da CPFL, em restringir o pagamento a pouquíssimas instituições credenciadas? Deixe o seu comentário:

– Horário Eleitoral ou Humorístico?

“Vote em Tiririca, pior que tá não fica! Vou ajudar os necessitados, inclusive minha família.”

 

Esse é o bordão de um dos candidatos mais inusitados. Parece gozação com a cara do eleitor. Aliás, não sei o que é pior: os candidatos ou os já eleitos!

Projeto do deputado federal Antonio Andrade: os restaurantes, lanchonetes e bares estarão obrigados a incluir leite em seu cardápio, devido os valores nutricionais.

 

Tão de brincadeira conosco, né?

 

E você, o que acha do horário eleitoral e dos já eleitos?

– Novas Cédulas: Como ficam os Caixas Eletrônicos?

As novas cédulas de Real entrarão em circulação em breve. Elas terão novos tamanhos e nova roupagem.

Tudo bem. Mas a pergunta que não quer calar: se as cédulas não são da mesma medida, como ficarão os caixas eletrônicos?

 

Hein? Cadê a resposta…

– Quanto Ganha um Deputado Federal

Em período eleitoral, algumas informações são curiosas: você sabe quanto ganha um deputado federal?

 

Veja a composição dos rendimentos:

 

·          Salário Mensal: R$ 16.512,09;

·          13º,+ 14º e 15º Salários;

·          Auxílio Moradia: R$ 3.000,00;

·          Cota Telefônica: R$ 4.000,00;

·          Passagens: R$ 9.000,00;

·          Assinaturas Mensais de Revistas: R$ 1.000,00;

·          Assistência Médica: R$ 8.000,00;

·          Verba Indenizatória: R$ 15.000,00;

·          Verba de Gabinete: R$ 60.000,00.

 

Emprego bom, não? E o trabalho não é de domingo a domingo, muito menos picam cartão de ponto…

 

Valores de maio / 2010, fonte: ONG Transparência Brasil, extraído da Revista Superinteressante, edição 281 de Agosto/2010, 46-47.

VALORES PARA 2011 ATUALIZADOS: clique aqui- http://professorrafaelporcari.blog.terra.com.br/2010/12/16/o-salario-de-deputado-federal-para-2011/

– Uma Ausência Planejada ou Simplesmente Coincidência?

Hoje teremos o primeiro debate entre os presidenciáveis. Mas algo me surpreende: por quê a candidata Dilma Roussef só não confirmou presença em um debate: o promovido pelo pool de emissoras católicas?

Minha intriga não é pela candidata em si e nem pela convicção religiosa, mas pela justificativa: o problema é da agenda!

Então tá…

 

CANDIDATA NÃO CONFIRMA PRESENÇA EM DEBATE DAS TVS CATÓLICAS

 

Por Reinaldo Oliveira

 

Os candidatos a Presidência da República, Marina Silva (PV), José Serra (PSDB) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), já confirmaram presença no debate do dia 23 de agosto promovido pelas emissoras católicas TV Aparecida e Rede Canção Nova de Comunicação. Além destes, o convite também foi feito para a candidata Dilma Roussef (PT), porém a petista ainda não confirmou presença. Ela declarou, que por questões de agenda, participará apenas dos debates agendados pelas Redes Bandeirantes, Globo, Record e Rede TV. O local do debate será no auditório da Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo. Este será o primeiro debate, entre presidenciáveis, promovido por emissoras católicas. As duas emissoras instaladas no Vale do Paraíba, juntas abrangem mais de 100 milhões de espectadores. O debate terá quatro blocos, com duração de duas horas. Os candidatos responderão perguntas de um mediador, de jornalistas da TV Aparecida, Rede Canção Nova e de membros de pastorais católicas. Não haverá perguntas entre os candidatos. Eles não serão poupados de questões polêmicas, como o aborto, o uso de contraceptivos, a união homossexual, a manutenção de símbolos religiosos em repartições públicas e a utilização de células-tronco embrionárias para pesquisas científicas e tratamento. No primeiro bloco o mediador fará as perguntas  sobre saúde, educação, habitação e emprego. No segundo bloco três jornalistas perguntam aos candidatos. Por sorteio, um candidato responde e outro comenta, com direito a réplica e tréplica. No terceiro bloco membros das pastorais católicas perguntam a um candidato, outro comenta com direito a réplica e tréplica. No quarto bloco cada candidato responde a uma pergunta, feita pelo mediador, sobre um determinado problema do país. Em seguida os candidatos fazem suas considerações finais. O objetivo do debate, segundo os organizadores, é conscientizar o público cristão.

– Amanhã acontecerá o Primeiro Debate!

Amanhã é o dia do primeiro debate à Presidência. Como os candidatos são conhecidos (ao menos, os que têm mais chances), dificilmente um azarão vai ter torcida.

O que me espanta até agora é que ninguém tem novas propostas. Nenhuma idéia nova surge! É o blábláblá de sempre. Infelizmente, muitos brasileiros não cobram novidades num debate, mas querem ver discussão, barraco…

Me lembro de questões folclóricas em debates. Havia um imposto chamado Cide, que ninguém nem sabia que existia, mas que todos pagavam (ele estava incorporado em muitos produtos). Antony Garotinho,  candidato na última eleição, durante um debate foi avisado por um espartalhão sobre um desconhecido, perguntou ao Lula: “o que você fará com a Cide”? A resposta foi a padrão: “vamos estudar, se for boa manteremos ou se não for adequada vamos rediscuti-la”. E Garotinho riu, exclamando: “Lula nem sabe o que é a Cide…” Aliás, ninguém sabia, nem o próprio Garotinho saberia se não fosse avisado.

Momento hilariante de um sisudo encontro.

– Jingle Surreal ou Cara-de-Pau?

“É Lula apoiando Collor, é Collor apoiando Dilma, pelo bem dos mais carentes. É Lula apoiando Dilma, é Dilma apoiando Collor, e os 3 pelo bem da gente”

 

Esse é o jingle da campanha de Fernando Collor de Melo em Alagoas.

Tão de brincadeira, né? Collor não é aquele de 89, o anti-Lula, o ex-presidente…

Todos farinha do mesmo saco. E tenho dito.

Na Política, confundem negociar com negociata. Em determinada eleições, se matam. Em outras, se abraçam. E ideologia ou preocupação com a sociedade fica para segundo plano.

Qual o maior absurdo político da sua cidade recentemente?

– Cala Boca, Stallone. Ou: – Tampe os ouvidos, Brasil?

Sylvester Stallone filmou recentemente o longa-metragem “Mercenários” aqui no Rio de Janeiro (estreará em breve).  Ontem, num programa de entrevistas americano, o ator desdenhou da simplicidade do povo brasileiro, levando a condição do carioca de ingênuo à de ignorância extrema; falou com escárnio da simpatia local; e, finalmente, falou muitos desaforos sobre a violência no país, além do medo que passou com sua equipe de filmagem. Entre algumas pérolas, disse: “Gravar no Brasil foi bom, pois pudemos matar pessoas, explodir tudo e eles (os brasileiros) dizem obrigado (…) “ [Eles dizem:] Obrigado, Obrigado e leve um macaco (…) Os policiais de lá usam camisetas com uma caveira, duas armas e uma adaga cravada no centro; já imaginou se os policiais de Los Angeles usassem isso? Já mostra o quão problemático é aquele lugar. (…) Lá poderíamos ter explodido vários prédios e todos ficaram felizes e ainda trariam cachorros-quentes para aproveitar o fogo”.

É pura ironia e piada de mau gosto. Mas para quem não está costumado com uma cidade violenta, será que ele não se impressionou? Pense ainda: o que achamos de normal em questões de criminalidade, é porque nos acostumamos com o dia-a-dia dessas ações de banditismo?

Claro que ele rebaixa a condição intelectual do povo brasileiro. Entretanto, não há um fundo de razão nas críticas urbanas?

Corroborando com os TT do Twitter de hoje: Cala Boca Stallone. Mas será que o que ele falou é aquilo que nós teríamos que ouvir?

E você, o que pensa disso: a violência que assustou Stallone no Rio de Janeiro já é a mesma da nossa cidade? E estamos tão acostumados com ela que nem percebemos mais?

Aguardo sua opinião!

– O que Você faria com 25 milhões de dólares?

O Presidente Lula sancionou a doação de 25 milhões de dólares para a Faixa de Gaza.

Gaza, no Oriente Médio, precisa ser ajudada por brasileiros, ou o Governo deveria usar essa quantia para resolver os problemas internos?

Sabe o que essa doação equivale em obras, por exemplo? A quase 8 Hospitais Regionais de Jundiaí(o Hospital Regional custará próximo de 7 milhões de reais).

Doar com o dinheiro dos outros (sim, afinal essa quantia provém dos nossos impostos) é muito fácil.

O que você faria com 25 milhões de dólares?

– Um Vice-Governante Atuante?

Vice no Brasil não vale muita coisa.

Ser vice-campeão é fria. Como diria Nelson Piquet, é o primeiro perdedor.

Na política, vices recentes se tornaram os verdadeiros governantes, pela ausência dos eleitos (vide Sarney, Itamar…)

Quando o presidente é realmente o “dono da cadeira”, o vice-presidente vira apenas uma mera figura representativa. Entretanto, vemos uma novidade nas próximas eleições: Guilherme Leal, o dono da Natura e admirado pelo empresariado (e que é o vice de Marina Silva-PV à presidência), tem mostrado que quer ser atuante. Repare em seus discursos: ele quer ser uma espécie de “Co-presidente”!

Mas cá entre nós: de maneira realista, será difícil a chapa de Marina Silva chegar ao Segundo Tempo….

– A Lei da Calamidade Pública no Futebol

Os Jogos Panamericanos do Rio de Janeiro, realizados há pouco tempo, deixaram um legado de dívidas e complicações: o Engenhão, estádio de futebol com uma das mais modernas pistas de atletismo do país, sucumbiu ao pré-abandono. O Complexo de Natação Maria Lenk, idem. Mas a pior parte deste desastre moral-organizacional do Pan-RJ foi o custo: dos R$ 520 milhões orçados, ele chegou ao final no valor de R$ 4 bilhões!

Agora, 6 anos precedendo as Olimpíadas do RJ e 4 da Copa do Mundo, o Governo Federal está usando uma brecha na lei: a possibilidade de contratação de funcionários sem concurso público, por motivo de calamidade pública!

Funciona assim: quando há algum desastre natural (alagamentos, deslizes de terra), há a possibilidade de contratar emergencialmente qualquer pessoa, a fim de agilizar o uso da mão de obra e o serviço. Salários e tarefas são definidos pelo contratante, sem burocracia.

Atraso em “obras da Copa do Mundo” é motivo para enquadrar como “calamidade pública”?

Evidente que não. Simplesmente estão adiantando o abominável “contrato emergencial”, sempre usado em atraso de obras e que não requer licitações. Vai que as obras não atrasem…

 

Imaginem o que vai rolar até 2014 e 2016! Haja dinheiro para impostos a fim de custear tudo isso…

 

Informações baseadas em: (matéria da FSP com citações abaixo): http://www1.folha.uol.com.br/esporte/766549-cabide-de-emprego-ronda-os-jogos-olimpicos-do-rio-2016.shtml

 

CABIDE DE EMPREGO RONDA RIO-16

 

Por Filipe Coutinho

 

O governo federal usou a lei de calamidade pública para abrir uma brecha que pode tornar a Rio-2016 um cabide de emprego olímpico, sem concurso público ou quantidade de cargos definida.

A seis anos dos Jogos, o governo já usa o expediente de evitar atrasos para nomear quantas pessoas quiser, com o critério que julgar mais apropriado, pelo tempo que achar necessário e com o salário que considerar justo.

A possibilidade de contratação temporária foi inserida em projeto de lei enviado à Câmara dos Deputados. A proposta cria a APO (Autoridade Pública Olímpica), órgão responsável pelo acompanhamento dos Jogos.

Pelo texto, a contratação será baseada na lei de calamidade pública, de 1993, que permite fazer nomeações temporárias em casos como crises no sistema de saúde e outras situações de emergência –o governo agora quer enquadrar atrasos nas obras.

Apesar de provisórios, os contratados poderão trabalhar por até três anos “excepcionalmente”. E mais: os contratos podem ter “sucessivas prorrogações”.

Os salários serão baseados em valores da administração pública ou de mercado.

O projeto de lei afirma que o custo com pessoal não pode passar do limite orçamentário da APO. A contratação deve ser feita por “processo seletivo simplificado”, com critérios a serem definidos.

Os deputados da Comissão de Administração Pública tiveram quase um mês para enviar emendas à proposta do governo. Só uma alteração foi sugerida, mas sem relação com os temporários.

A emenda, elaborada pelo deputado Walter Feldman (PSDB-SP), pede um integrante da Câmara e outro do Senado no conselho que comandará a APO.

 

COMISSIONADOS

 

A APO servirá ainda para criar 484 cargos comissionados, sendo 84 exclusivos do órgão, e outras 300 pessoas do serviço público serão convocadas, com remuneração extra de até R$ 5.000.

Os cargos poderão custar R$ 369 milhões até 2018, quando a APO será extinta.

A média salarial dos comissionados contratados pela APO é de R$ 16 mil. O chefe do órgão será nomeado pelo presidente da República e ganhará R$ 22 mil por mês. O mandato é de quatro anos, permitida a recondução.

Só para a APO começar a funcionar, o governo prevê gastar R$ 94 milhões.

Os 484 servidores terão como função fiscalizar obras e selecionar projetos.

A APO é um consórcio formado pelos governos federal, do Rio e prefeitura carioca. O projeto deve ser aprovado no Legislativo dos três governos. A criação do órgão foi uma garantia dada pelo Brasil ao Comitê Olímpico Internacional para a candidatura do Rio. A sede será na cidade.

 

MINISTÉRIO DO ESPORTE

 

O Ministério do Esporte nega que a APO (Autoridade Pública Olímpica) terá gastos excessivos com pessoal em razão da contratação de funcionários temporários. Para o ministério, esse expediente evita inchaço da máquina.

“A contratação ocorrerá apenas pelo período necessário. Com isso, evita-se inchaço no quadro com profissionais que terão função somente por determinado período de tempo”, diz a nota.

O ministério avalia que o salário dos cargos comissionados foi baseado em pesquisas de mercado e defende ainda que contratações temporárias serão necessárias.

“A APO terá necessidade de especializações em diversas áreas, e elas serão supridas por profissionais a serem contratados por períodos determinados, para o trabalho em certas fases do projeto.”

Segundo a assessoria do Ministério do Esporte, o modelo para o funcionamento da APO foi inspirado em outras edições dos Jogos.

“A quantidade de cargos está referenciada em experiências de outras cidades que organizaram os Jogos Olímpicos.”

O comitê Rio-2016 diz que não responde sobre a APO, já que o órgão é de responsabilidade dos governos federal, estadual e municipal.

– A Segurobrás vem aí mesmo?

Por que o ministro Guido Mantega insite tanto em uma nova estatal, a SEGUROBRÁS, para vender seguro no Brasil?

Dá para explicar mais um monstrengo na economia?

– Ufanismo Esportivo X Patriotismo

Amigos, compartilho ótimo artigo de Vinícius Braccini, do blog Futebol – Paixão e Profissão, a respeito do ufanismo esportivo versus ação política. Para quem gosta da temática, ótima leitura para reflexão!

 

Extraído de: http://vbraccini.blogspot.com/2010/07/patriotismo-temporao.html

 

PATRIOTISMO TEMPORÃO

 

Depois de uma calorosa e desgastante, porém interessante discussão com meu filho adolescente sobre a paixão do brasileiro durante a Copa do Mundo, resolvi exteriorizar minha opinião sobre o assunto.

Durante a Copa 2010, muita discussão surgi, ou melhor, ressurgi em torno da hipocrisia patriótica. Isto é normal num País apaixonado por futebol. Paixão esta que chega ao ponto de parar a nação inteira, gostando ou não de futebol, cada brasileiro pára (por opção ou obrigação) para assistir aos jogos.

Defensores do patriotismo saem de seus esconderijos cobrando uma postura ética em relação ao verdadeiro sentido da palavra Patriotismo, como se exteriorizar uma paixão fosse uma afronta à nação. E bradam: “Porque não colocam a bandeirinha no carro o ano inteiro? Porque não colocam a bandeira na janela de casa sempre?”

Mas o que é Patriotismo? Segundo o Dicionário Aurélio, Patriotismo significa (s.m.) Amor à pátria.

Só como citação, Samuel Johnson (escritor, crítico e jornalista inglês) cita: “O patriotismo é o último refúgio de um canalha”.

Não vejo o futebol como patriotismo temporão, apenas como um esporte cativante, apaixonante e que faz seus fãs torcerem e acompanharem seus clubes e seleção com uma entrega superior aos outros esportes ou demais assuntos. Mal acabou esta Copa para nós, já se fala em 2014, no novo treinador, nas possibilidades, no conforto de não precisarmos de enfrentar as Eliminatórias, pois somos País sede. Apenas não faz sentido, sair pela rua afora, gritando de cara pintada, bandeirinha a tira colo, vuvuzela na mão.

É apenas futebol, acalmem-se! Nada que ferirá nosso senso patriótico, pois quando precisa, estamos à disposição! E não venham com papo de eleições, pois o falta de cultura, memória, ou caráter do brasileiro se vendendo para corruptos não nos faz menos patrióticos, apenas não sabemos votar! E quem sabe?

Torcemos para a seleção como torcemos para nossos clubes. Existem aqueles que viajam para assistir aos jogos de seus clubes para outras cidades, estados e país, existem aqueles que se pintam, fantasiam e fazem de tudo para torcer a incentivar seus clubes. Cantam o hino, gritos de incentivo, quando ganham tiram sarro com os amigos adversários, quando perdem sofrem com os rivais, enfim, este é o futebol, que alucina os brasileiros (uns mais outros menos), sejam com seus ídolos, clubes ou seleção. Analisando com calma, vemos que não é questão de patriotismo temporão, ou falso patriotismo, é questão de paixão, amor, entrega.

Aliás, vendo as imagens da Copa, nota-se que uma multidão de pessoas apaixonadas de todos os cantos do mundo acompanham e defendem as cores de sua bandeira, se pintam e pagam mico com uma naturalidade espantosa. E mais, um torcedor do Brasil, é torcedor sempre, seja na Copa, seja nas Eliminatórias, seja em amistoso, seja no vôlei, basquete, automobilismo, natação, ginástica, Olimpíadas, enfim, aonde tiver uma competição envolvendo um brasileiro, estão torcendo para o êxito de nossos representantes. Obviamente, guardando o que culturalmente cada um aprendeu, suas preferências, seu entendimento e sua paixão.

Brasil na Copa é a pátria de chuteiras, demonstramos nosso amor à pátria sim, mas quando precisamos ir às ruas de cara pintada lutar contra a repressão no final da década de 60, a favor das eleições diretas no fim da década de 80, estamos lá, presentes. Defendemos nossas riquezas, nossas divisas, nossas reservas, sempre. Apenas não agimos com a mesma paixão que sentimos pelo futebol, afinal, é paixão. Torcemos pelos atletas que jogam ou jogaram em nosso clube de coração, e torcemos o nariz para aqueles que vestem (ou vestiram) a camisa do rival. É natural, não se pode cobrar uma postura diferente, Copa do Mundo transcende barreiras, é um momento mágico. Há de se respeitar quem goste e quem não goste e ponto final!

Lembrem-se: Patriotismo, s.m. Amor à pátria.

Abraços e fiquem com Deus!

– As Melhores e as Piores Escolas estão na cidade de…

(Para números da cidade de Jundiaí, clique em: http://blog.redebomdia.com.br/blog/rafaelporcari/comentarios.php?codpost=3222&blog=6&nome_colunista=963)

 

Nesta segunda-feira, a Folha de São Paulo divulgou o ranking das melhores escolas públicas do país. E as 3 melhores pertencem ao município de… Cajuru/SP!

As melhores instituições de ensino são as de pequenas cidades do interior paulista, sempre com poucos alunos em sala de aula e boa base familiar. Nelas, os pais estão acompanhando com mais freqüência os seus alunos. As piores estão no Nordeste Brasileiro.

 

Abaixo, matéria com informações adicionais reproduzidas pela Revista Época (citação no link)

 

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI152574-15228,00-IDEB+DAS+ESCOLAS+PUBLICAS+NAO+ALCANCAM+METAS+NOS+ANOS+FINAIS+DO+ENSINO+FUND.html

 

35% DAS ESCOLAS PÚBLICAS NÃO ALCANÇAM METAS NOS ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

 

Os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2009, divulgados pelo Ministério da Educação (MEC), nesta segunda-feira (5), mostram que, apesar do avanço nas médias nacionais, 35% das escolas públicas do país não atingiram a meta estipulada pelo governo federal para cada uma delas nos anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º ano). Nos anos iniciais (1º ao 5º ano), ficaram abaixo da meta 26% das escolas.

Dos 5.404 municípios avaliados, 15,1% não atingiram as metas estabelecidas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) no ano passado, levando em conta as séries iniciais do ensino fundamental das escolas da rede pública.

Em 2009, 50,2% das cidades ficaram acima da média nacional, que foi de 4,6 pontos, em uma escala de 0 a 10. Na avaliação anterior, em 2007, 47% dos municípios conseguiram superar a média, que era de 4,2 pontos.


O Ideb foi criado em 2005 para medir a qualidade do ensino público no país e é calculado a cada dois anos, levando em conta as notas da Prova Brasil e os índices de reprovação. O Inep estabeleceu metas de qualidade que devem ser atingidas pelo país, pelos Estados, municípios e pelas escolas. O objetivo é que a média nacional chegue a 6, em uma escala de 0 a 10, em 2021.


O pior resultado da avaliação realizada no ano passado foi registrado pelo município de Apuarema, com nota 0,5. A cidade fica no sul da Bahia, a 320 quilômetros de Salvador. Procurada pela Agência Brasil, a secretária de Educação do município, Zaira dos Santos, mostrou-se surpresa com o resultado, mas não quis comentar os motivos do baixo desempenho.

 

A nota mais alta foi no município paulista de Cajuru, no nordeste do Estado, a 360 quilômetros da capital. Lá, a média das notas das escolas da rede pública ficou em 8,6.Dos 11 municípios com as piores notas nas séries iniciais do ensino fundamental, seis estão na Bahia, dois no Piauí, dois na Paraíba e um no Pará. Dos 13 municípios com as notas mais altas, sete estão em São Paulo, cinco em Minas Gerais e um no Rio Grande do Sul.

No ranking das médias estaduais, o Pará ficou em último lugar. A nota do Estado, considerando-se a avaliação das escolas urbanas públicas e privadas, foi de 3,6. A maior nota, com os mesmos critérios, foi registrada no Distrito Federal e em Minas Gerais, que ficaram com 5,6.

 


Na avaliação das séries finais, de 5ª à 8ª, o pior desempenho foi o de Alagoas, com nota 2,9, e o estado que se saiu melhor foi Santa Catarina, que obteve a nota 4,5. Para o ensino médio, o pior classificado foi o Piauí, com nota 3 e o melhor colocado foi o Paraná, com 4,2.


Na amostragem por região, o Norte e o Nordeste ficaram com a pior classificação nas séries iniciais: 3,8. No outro extremo está a Região Sudeste, com 5,3. A Região Sul ficou com 5,1 e a Centro-Oeste com 4,9.


Entre as capitais brasileiras, a que obteve a pior média foi Maceió (AL), com nota 3,6 para as séries iniciais e 2,6 para as séries finais do ensino fundamental. Pela segunda vez, Curitiba teve a maior nota para as séries iniciais, com nota 5,7. Na avaliação de 2007, a capital paranaense também obteve o melhor resultado na avaliação, com 5,1. Para as séries finais, Palmas ficou na frente entre as capitais, com nota 4,6.


Para o presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Carlos Eduardo Sanches, a melhora nos resultados, especialmente nas séries iniciais, é reflexo de fatores como o estímulo à frequência na educação infantil, com maior investimentos, e a implantação do ensino fundamental de nove anos, que aumenta o tempo para a alfabetização, garantindo melhor desempenho na trajetória escolar.


Segundo ele, as regiões com melhor desempenho no Ideb são aquelas que contam com uma boa infraestrutura de prédios, biblioteca e acesso à internet, além de melhores salários e carreira adequada. “Quando há esses insumos, é possível colher resultados melhores. Há uma relação direta entre padrão mínimo de qualidade e resultado do Ideb. Isso está comprovado pela terceira vez”, avalia o dirigente.

 

Distância entre as redes pública e privada

 

Apesar da diminuição na distância entre os resultados das redes pública e privada no Ideb, entre 2005 e 2009, ainda é grande a diferença no desempenho dos alunos das escolas particulares em relações às públicas. Reportagem da Folha de S.Paulo desta segunda-feira (5) mostra que um estudante que termina o ensino fundamental em escola partciular sabe mais que um formando do ensino médio público. Ou seja, a comparação das avaliações do Ideb leva à conclusão de que a rede pública está três anos atrás da particular.

– O Custo Brasil

E o custo-Brasil na soja brasileira?

 

Leio que o frete do Mato-Grosso, maior estado produtor de soja do país, até o porto de Paranaguá/PR, é mais caro do que o frete do porto à China (proporcionalmente falando).

Inversamente, temos o custo-China: quanto custa na fonte um CD pirateado chinês vendido na Rua 25 de Março por R$ 1,00?

– Fazendo Caridade como o Dinheiro Alheio…

Que nosso presidente Lula é especialista em demagogia, não resta dúvida.

Mas vivendo num país repleto de impostos, de desvios de verbas e com regiões ainda miseráveis, o que você acha disso: o Brasil irá doar dinheiro para a Faixa de Gaza!

 

Extraído de: http://wp.clicrbs.com.br/cacaumenezes/page/2/?topo=42%2C2%2C%2C%2C%2C42

 

E NÓS?

 

O Senado está estudando a aprovação, ainda esta semana, de um projeto que pretende doar R$ 25 milhões à Palestina, para reconstrução da Faixa de Gaza. É fato que a região precisa de ajuda, assim como é fato, o trabalho do governo brasileiro para mediar o conflito entre palestinos e israelenses.

 

Lula tem se mostrado um excelente diplomata, buscando (e ganhando!) destaque internacional… É “O Cara!” do Obama! O amigo de infância de Ahmadinejad! No Haiti, nem se fala, é adorado. É certo que o nome do Brasil vai junto e as ações presidenciais refletem positivamente na economia brasileira, mas os números doados em 2010 extrapolam os limites de qualquer filantropia. Enquanto que, no ano inteiro de 2009, o Brasil doou US$ 67 milhões para causas humanitárias internacionais… em 2010 (e ainda estamos em junho) já foram doados US$ 354 milhões. Destes, 340 milhões só para o Haiti.

 

Em ano eleitoral, a diferença fica mais significativa ainda! Seria tudo lindo… se não vivessemos num país sustentado por “Bolsa Família”. Seria lindo… se nós, brasileiros, estivéssemos tão bem, ao ponto de doar grandes valores aos países e regiões que ainda não tivessem encontrado seu caminho. Mas vendo a situação do Nordeste, as cenas de destruição… pessoas usando máscaras (porque o cheiro já está insuportável), sem ter pra onde ir, desabrigadas, feridas e famintas, penso que essa ajuda internacional podería esperar um pouco. Num momento de calamidade pública, o governo deve voltar todas as suas ações para garantir a saúde e o bem estar de seu povo. Como um pai, que primeiro socorre os filhos e depois ajuda os vizinhos. Lula devia pensar nisso, já que votar mesmo, quem vota é o povo!

 

Que São Pedro, tenha piedade de nós!

– Anatel e As Sugestões para a Telefonia

Já possuímos mais linhas telefônicas celulares do que fixas. Assim, chegará um momento em que se esgotarão as possibilidades e combinações numéricas. Ou seja, poderá haver repetição de número.

Para solucionar o problema, a Anatel está fazendo uma consulta pública: acrescentar um dígito a mais nos telefones celulares (sua linha passaria a ter 9 números), ou mudar o DDD de São Paulo de 11 para 10 com exclusividade.

Para participar da consulta pública, acesse: http://www.anatel.gov.br/Portal/exibirPortalInternet.do