– Disparates Salariais entre Gêneros e outros Indicadores

Mulheres com mestrado ganham menos do que homens; negros representam apenas 2% da população que chega ao Doutorado. Outros números interessantes revelados por UOL Educação, extraído de:http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/04/23/mulheres-com-mestrado-ganham-menos-do-que-homens-titulados.htm

MULHERES COM MESTRADO GANHAM MENOS DO QUE HOMENS TITULADOS

O número de mulheres com mestrado no Brasil é maior que o número de homens com a mesma titulação. Elas representam 53,5% dos mestres no país e eles, 46,5%. No entanto, em termos de remuneração, as mulheres ganham em média R$ 5.438,41, 28% a menos que os homens, que recebem R$ 7.557,31. Os dados foram divulgados nessa segunda-feira (22) pelo CGEE (Centro de Gestão e Estudos Estratégicos) no estudo “Mestres 2012: Estudos da Demografia da Base Técnico-Científica Brasileira”.

Segundo o estudo, que utiliza dados do final de 2009, as mulheres têm uma participação maior (71%) nas áreas de linguística, letras e artes. Na área de ciências sociais aplicadas, onde a remuneração é maior, as mulheres representam 43,2% dos empregados.

Na segunda área de maior remuneração, as engenharias, as mulheres têm a menor participação relativa entre os empregados, 27,9%.

Os números mostram que, dentro de uma mesma carreira, ocorre diferenciação. Nas engenharias, homens com mestrado ganham em média, R$ 8.430,18. As mulheres com a mesma formação e carreira, recebem em média, R$ 6.133,98. Em linguística, letras e artes, carreira em que são maioria, as mulheres recebem em média R$ 4.013,87 e os homens, R$ 4.659,60.

Um dos fatores para essa diferença salarial, explica a coordenadora técnica do projeto, Sofia Daher, assessora técnica do CGEE, é que existem “menos mulheres em cargos de confiança, nos quais os salários são maiores”.

DISTÂNCIA REGIONAL

A diferença aparece também entre as regiões. “Em 2010, a remuneração média mensal dos mestres que eram mulheres era 44% menor do que a dos homens nas regiões Sudeste e Sul. Nas regiões Centro-Oeste e Nordeste, a diferença era respectivamente 38% e 37% enquanto que na Região Norte era 18%”, diz o estudo.

“A diferença de remuneração por gênero é algo que temos que pensar e melhorar. A educação corrige uma parte, mas não corrige totalmente a distinção que está na sociedade”, diz o presidente do CGEE, Mariano Laplane. O mesmo, segundo ele, se aplica para a população negra.

Os brancos, que correspondem a 47% da população, representam 80% dos mestres e doutores. Os pardos, que são 42% da população, representam 16% dos mestres e 12% dos doutores. Os negros são 8% da população, 3% dos mestres e 2% dos doutores.

Em dados gerais, de 1996 a 2009, a formação de novos mestres cresceu 10,7% no país. O Distrito Federal é a unidade federativa com maior número de mestres por habitante, 5,4 mestres por mil habitantes entre 25 e 65 anos de idade. Cerca de 43% desses profissionais atua na área de educação. A titulação oferece um aumento de salário –  mestres recebem 83% a mais que graduados e doutores 35% a mais que mestres.

“O mestrado é um treinamento rápido, de dois anos, que atende a uma demanda maior que o doutorado. O mestrado atende a uma demanda do setor produtivo da nossa economia. Temos conseguido expandir a etapa de ensino para regiões mais carentes, para formar mão de obra qualificada”, diz Laplane.

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– Shandong, o time chinês mais brasileiro do campeonato local

Parece ser o novo eldorado do futebol mundial. E como em todos os lugares do mundo, também na China os brasileiros têm a simpatia dos torcedores.

Conhece o Shandong? Veja as curiosidades do dia-a-dia dos jogadores.

Extraído de:

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/162441-china-brazuca.shtml

CHINA BRAZUCA

Com 12 brasileiros, como Vagner Love, o time chinês Shandong paga bem, mas cobra muito

Por Marcelo Ninio

“Lo fu”, “Lo fu”, gritam jovens vestidos com a camisa laranja do Shandong Luneng, a nova sensação do futebol chinês. “Lo fu” é como sai na pronúncia local o nome do atacante brasileiro Vagner Love, camisa 10 e principal estrela da equipe.

Torcedor-símbolo do time, o fanático e rechonchudo Wang Da Quan tem estampados na camisa os rostos dos reforços brasileiros.

Com um megafone, repete os nomes na porta do Estádio Olímpico de Jinan, onde o Shandong Luneng se prepara para mais uma partida do campeonato chinês.

O atacante Aloísio, ex-São Paulo, é conhecido como “Ye Niu” (búfalo selvagem, versão chinesa para boi bandido), o técnico Cuca é “Cu Cá” e o volante Júnior Urso, ex-Coritiba, virou “Wu Suo”.

“Adoramos o futebol brasileiro e confiamos no Cu Cá!!”, reverbera Wang entre gritos de kung fu em seu alto-falante particular, montado num patinete elétrico.

Enquanto os torcedores chineses dobram a língua e reinventam os nomes de seus novos ídolos, os brasileiros se desdobram para traduzir os segredos da bola aos chineses. Tarefa árdua, movida a muito dinheiro.

Atraída por salários milionários, uma legião de brasileiros nunca vista na China desembarcou há poucos meses em Shandong.

A província, no sudeste do país, é conhecida por ser a terra natal do filósofo Confúcio e o local de origem da primeira versão do futebol, há mais de 2.000 anos.

Mas o que interessa aos dirigentes do Shandong Luneng é o futuro, e eles têm pressa em ver resultados.

Propriedade de uma estatal de energia elétrica, o time foi o que mais investiu nesta temporada do futebol chinês, mais de R$ 80 milhões.

“Não tem xingamento, nem torcedor querendo nos bater em aeroporto, mas quando há um tropeço sou chamado para uma conversa com o chefão. Não tem essa história de paciência oriental”, diz Cuca.

O treinador compara o investimento feito hoje pela China ao que ocorreu nos anos 1990 no Japão, quando a chegada de Zico e outros brasileiros marcou a ascensão do futebol do país. “Isso também vai acontecer aqui”, afirma o técnico.

Das preleções às broncas na beira do gramado, Cuca e os demais preparadores dependem de um tradutor para tudo. Mas a maior dificuldade é ensinar aos chineses a malandragem brasileira.

“Eles são muito tímidos”, diz Cuca. “E falta malícia. Não sabem ganhar uma falta, só caem quando a porrada é muito forte”.

Há três meses no cargo, Cuca já é alvo de críticas da imprensa local, que questiona se ele vale o salário mensal de R$ 1,5 milhão, considerado o mais alto já pago a um treinador brasileiro.

A expectativa está à altura do investimento. No contrato de Cuca, uma cláusula estipula que o time deve ser campeão mundial interclubes até 2016. Ou seja, fazer o que ele não conseguiu com o Atlético-MG em 2013.

A meta é repetir o sucesso do maior rival, o Guangzhou Evergrande, de Cantão. No ano passado, sob o comando do treinador italiano Marcello Lippi, o time sagrou-se tricampeão chinês e venceu a Liga dos Campeões da Ásia, com atuações decisivas dos brasileiros Muriqui e Elkeson e do argentino Conca.

Vagner Love, o primeiro da nova onda brasileira a chegar a Shandong, no ano passado, conquistou rapidamente o torcedor com seu jeito irreverente e seis gols em dez jogos no fim de 2013.

Love diz não sentir a pressão. “Pode até ter, mas como não entendo o que eles falam, não fico sabendo”, ri Vagner, que foi trazido do CSKA Moscou por R$ 19 milhões, na transação mais cara feita pelo Shandong.

No último sábado, só deu Love na vitória do Shandong fora de casa contra um de seus principais rivais, o Beijing Guoan. Agradecida, a torcida já aprendeu e canta o sucesso de Claudinho e Buchecha: “Só love, só love…”.

LOST IN TRANSLATION

Para implantar sua filosofia na terra de Confúcio, Cuca cercou-se de compatriotas. No total são 12 brasileiros no Shandong, incluindo três jogadores e nove preparadores, além do meia argentino Montillo, que jogou no Santos.

A invasão verde e amarela mudou a cara e os costumes do time. Nos corredores do moderno centro de treinamento, quadros digitais informam em português e chinês a programação do dia.

Um batalhão de dez tradutores foi convocado para ajudar os brasileiros e suas famílias em Jinan, capital da província de Shandong.

“Poucos clubes do Brasil oferecem essas condições”, diz Luiz Alberto Rosan, fisioterapeuta da seleção brasileira desde 1998 e um dos membros da comissão técnica montada por Cuca.

Como todos os outros brasileiros, Rosan vive às voltas com confusões provocadas por enganos na tradução.

Recentemente, examinou um dos jogadores chineses que se recuperava de uma lesão e disse que ele já estava pronto para receber alta. Misteriosamente, o jogador desapareceu.

“O tradutor não sabia o que era alta e disse ao jogador que ele tinha que melhorar de nível. Por isso ele sumiu do time, para voltar em mais alta forma”, relembra Rosan. “Mal-entendidos como esse são comuns”.

FALTA DE LAZER E POLUIÇÃO INCOMODAM

Com humor negro, torcedores do Shandong dizem que a cor laranja do uniforme do time é para facilitar a visão dos jogadores no meio da poluição.

Uma névoa densa cobria o estádio de Jinan quando foi dado o pontapé inicial do jogo entre o Shandong Luneng e o Hangzhou Greentown, no sábado.

Naquele momento, Jinan estava em primeiro lugar no ranking das cidades mais poluídas da China, com índice dez vezes superior ao máximo recomendado pela OMS (Organização Mundial de Saúde).

A poluição não deteve o time laranja, que venceu por 2 a 0, com um golaço de Vagner Love.

Para os brasileiros que desembarcaram em Jinan, a poluição nem é considerada o maior problema. O pior é a falta do que fazer.

Atraídos por salários que multiplicaram por quatro ou cinco o que ganhavam no Brasil, jogadores e preparadores se mudaram de vez já com contrato assinado, sem saber para onde estavam indo.

Alguns vieram com a informação de que Jinan é uma cidade pequena. Ao chegarem, descobriram que na China uma cidade com 6 milhões é considerada pequena.

O ritmo chinês impressionou. “É a primeira vez que vejo uma cidade com mais prédios em construção do que já construídos”, disse Maiara, 25, filha de Cuca.

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– E se Tiradentes fosse vivo?

Tiradentes é simbolo de abnegados de um país revoltado com tantos impostos.

Caramba, e hoje é diferente daquele cenário? Some-se a violência, a falta de escolas, saúde precária…

O “Zé Quim” ficaria mais fulo ainda se observasse tudo isso!

Conheça, extraído de: http://educacao.uol.com.br/biografias/joaquim-jose-da-silva-xavier-tiradentes.jhtm

TIRADENTES

Líder da Inconfidência Mineira e primeiro mártir da Independência do Brasil, Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, nasceu em Minas Gerais em 1746, filho do proprietário rural português Domingos da Silva Santos.

Antes mesmo de freqüentar a escola, já havia aprendido a ler e escrever com a mãe. Órfão de mãe e pai desde a juventude, ficou sob a tutela de um tio até a maioridade, quando resolveu conhecer o Brasil. Já adulto, foi tropeiro, mascate e dentista (daí o apelido). Trabalhou em mineração e tentou a carreira militar, chegando ao posto de alferes no Regimento de Cavalaria Regular.

Foi na tropa que Tiradentes entrou em contato com as ideias iluministas, que o entusiasmaram e inspirariam a Inconfidência Mineira, a primeira revolta no Brasil Colônia a manifestar claramente sua intenção de romper laços com Portugal, marcando o início do processo de emancipação política do Brasil.

A revolta foi motivada ainda pela decisão da coroa de cobrar a derrama, uma dívida em atraso. A conspiração foi delatada por Joaquim Silvério dos Reis e todos os seus participantes foram presos.

Sobre Tiradentes, recaiu a responsabilidade total pelo movimento, sendo o único conspirador condenado à morte. Enforcado em 21 de abril de 1792, teve seu corpo esquartejado. Seus membros foram espalhados pelo caminho que ligava o Rio de Janeiro a Minas Gerais. Sua cabeça foi exposta em Vila Rica.

Com a morte de Tiradentes, o Estado português queria demonstrar uma punição exemplar para desencorajar qualquer revolta contra o regime colonial. Tiradentes tornou-se mártir da Independência e da República.

Com informações da Nova Enciclopédia Ilustrada Folha

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– Como Nasce uma Favela!

A velocidade impressiona: o que dizer da Comunidade Nelson Mandela, uma favela à beira do Rodoanel que inexistia há 3 meses e, de repente, surgiram 7000 barracos?

Lá ainda não tem energia elétrica, mas bares e drogas… E, claro, participação do MST e até um “dono / prefeito / líder da comunidade”.

Abaixo, extraído de:

http://m.estadao.com.br/noticias/cidades,favela-com-7-mil-barracos-se-forma-as-margens-do-rodoanel,1155638,0.htm

FAVELA COM 7 MIL CASAS SE FORMA ÀS MARGENS DO RODOANEL

Por Felipe Resk

OSASCO – A imagem é estarrecedora. Pela fotografia aérea, se vê uma enorme área verde, às margens do Rodoanel Mário Covas, em Osasco, apinhada de pontinhos brancos por todos os lados do morro. Na foto não dá para perceber direito, mas cada pontinho daquele corresponde a um barraco de madeira. Mesmo os motoristas que atravessam à toda a rodovia se espantam. Três meses atrás, não havia nada ali. Como uma favela apareceu, assim, do dia para noite? O que muitos não sabem é que os moradores anônimos “daquela invasão lá do Rodoanel” já têm adjetivo pátrio e tudo. São mandelenses: da Comunidade Nelson Mandela.

O terreno, uma propriedade privada de dimensão desconhecida, começou a ser ocupado em 14 de janeiro, exatos 29 dias após o enterro do líder sul-africano Nelson Mandela em Qunu, vilarejo onde cresceu. Até então, os novos moradores eram poucos, vindos de periferias de Osasco e de cidades vizinhas, principalmente Barueri e Carapicuíba, todas da Grande São Paulo. Capinaram o mato alto, improvisaram umas cercas e, em dois ou três dias, os barracos estavam prontos. As toras de madeira encontravam-se fincadas no chão duro, as folhas de madeirite bem pregadas nas toras e havia qualquer coisa por cima de tudo, sejam lonas pretas ou telhas de zinco. Estágio da construção que na comunidade é classificado como “só falta entrar”. Porque mandelense não mora, mandelense entra.

Duas semanas depois, o número saltou para 500 casinhas de madeira, tão precárias quanto as primeiras, construídas em lotes que seguem, bem mais ou menos, um padrão de 60 metros quadrados. Hoje, os moradores falam em 7 mil habitações, espalhadas de cima a baixo do morro, boa parte delas ainda sem energia elétrica, o que impossibilita a ocupação imediata. Se em cada barraco morar apenas uma pessoa, para considerar a possibilidade mínima, a população da Comunidade Nelson Mandela já seria superior a de 30% dos municípios de São Paulo. Há também bares e vendas no local. A cada instante, um caminhão carregado de material de construção pena para passar por ruas de terra, estreitas e acidentadas, obrigando quem está a pé a tapar o nariz com a camisa para não ter de engolir poeira.

A história da comunidade não é muito diferente de outras favelas e ocupações irregulares do Brasil. “A causa é primordialmente a pobreza”, diz o professor Antônio Cláudio Moreira, do Departamento de Projeto da Faculdade de Arquitetura da Universidade de São Paulo (USP), que pesquisa o assunto desde 1958. Na visão do professor, a ocupação é resultado da soma do déficit habitacional com um terreno desocupado. No caso específico, um morro na altura do quilômetro 11 do Rodoanel, então destinado à expansão de um aterro sanitário, que fica atrás do terreno. A região pertence à zona norte de Osasco, mas numa área de divisa com Barueri. Tão divisa que, quando questionada, nem mesmo a prefeitura de Barueri soube dar certeza se parte da comunidade pertencia ao seu território, sendo necessário verificação para confirmar ou desmentir qualquer palpite. Isso no final de março, quase dois meses depois do início da ocupação.

A Secretaria de Habitação de Osasco não confirma o número de habitantes na Comunidade Nelson Mandela. “Por ser área privada, a prefeitura não tem informações oficiais”, explica. Em nota, ainda afirma: “Ao que consta, os proprietários (do terreno) ingressaram com ação de reintegração de posse, em análise pela Justiça, sem sentença”. No entanto, o advogado Rafael Alves dos Santos, que presta consultoria jurídica aos atuais ocupantes, garante ter feito pesquisas no Fórum e na prefeitura de Osasco. “Até agora, não encontramos nada sobre reintegração de posse”, conta. O Ministério Público também diz não existir nenhuma ação referente ao caso em sua alçada.

Donos- Outra ponta solta da história são os proprietários daquela área toda. Na Comunidade Nelson Mandela, ninguém sabe quem são. A prefeitura de Osasco diz que, por atribuições legais, não pode informar a titularidade do terreno, apenas frisa ser particular, assim como o governo de São Paulo. “A comunidade está fora da faixa de domínio” é a justificativa da concessionária CCR, responsável por administrar o Rodoanel e que há dois meses monitora a situação por meio do setor jurídico da empresa junto às prefeituras de Osasco e Barueri. A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) também não tem informações.

A prefeitura de Osasco informa que não foi procurada pela comissão de representantes da ocupação. Também afirma não se tratar, aparentemente, de uma região “indicada ao uso habitacional”, o que inviabiliza a consolidação da Comunidade Nelson Mandela naquele espaço. Para isso, aponta três motivos. O primeiro deles, porque é “de amplo conhecimento o risco existente de deslizamentos”, preocupação compartilhada pela concessionária CCR. O segundo é a existência do aterro sanitário, cuja expansão, diz, fica seriamente comprometida. E por último, por se tratar de uma área “não edificável ao longo do Rodoanel”.

“O terreno não exercia a função social da terra, ia virar um lixão”, contrapõe Santos. O advogado ainda planeja protocolar uma carta ao governador Geraldo Alckmin e outra ao prefeito de Osasco, Jorge Lapas, com o pedido de apropriação do local em favor dos mandelenses. Por enquanto, diálogos com a prefeitura e a Câmara Municipal de Osasco foram apenas informais. Ele também admite não ter sido feita qualquer análise técnica para avaliar as áreas de riscos da ocupação. “O terreno é antigo e forte, mesmo assim já estamos providenciando um engenheiro para fazer o laudo oficial”, diz.

Comércio-  Rafael Alves dos Santos tem certeza de que a Comunidade Nelson Mandela faz bem à região. “Eles movimentam o comércio local. Olhe só quanto não compraram de madeira.” Em uma conta rápida, cada barraco usa pelo menos 15 folhas de madeirite, vendidos a uma média de R$ 22 a unidade. Dessa forma, só as paredes das 7 mil moradias já teriam rendido mais de R$ 2,3 milhões aos armazéns locais. Os moradores também afirmam que, antes da ocupação, o terreno era deserto e mal iluminado, palco de assaltos e desovas de carro roubados recorrentes. “Era um espaço do medo, hoje é moradia”, diz Dariel José de Araújo, mais conhecido por Pernambuco, que vive há mais de 25 anos em periferias da zona norte de Osasco e agora é o titular da matrícula número 55 da Comunidade Nelson Mandela.

Entre trancos e barracos. Não há qualquer sinal de tristeza na voz ao responder por que foi para a comunidade. “É precisão”, diz simplesmente. Pernambuco estava entre os primeiros que chegaram ao terreno no dia 14 de janeiro e, hoje, divide um lote de pouco mais de 50 metros quadrados com a mulher e dois filhos. O barraco sequer tem janela ou água encanada. Mede, arrisca dizer, uns 30 metros. Os móveis se resumem a dois aparelhos de som pifados, resultado da instabilidade da corrente elétrica na ocupação, e uma cama de solteiro, onde descansa o filho mais velho. Mas vocês não são quatro? “Não tem problema, a gente forra o chão e dorme”, conta.

Pernambuco é um sujeito baixinho e desconfiado, talvez porque tenha vivido o suficiente para ser. “Os policiais já queimaram meu barraco três vezes”, fala com naturalidade. Na cerca ao redor do seu terreno é possível contar meia dúzia de madeiras com marcas de fogo. “Um me chamou de bandido. Eu respondi que não era, só não ia mais morar de aluguel.” Armador na construção civil, tem renda média de R$ 700, dos quais R$ 600 destinava mensalmente ao aluguel da antiga casa.

Críticas- Os moradores da Comunidade Nelson Mandela sabem que a ocupação não é bem vista por muita gente e que o mandado de despejo é uma possibilidade real. Para se organizar, convocaram o líder comunitário Carlos Eduardo Ventura, presidente da Frente Popular de Favelas de Carapicuíba, que logo articulou uma aproximação com o Movimento Sem-Teto do Ipiranga. Apesar de morar em Carapicuíba, a liderança – que cita artigos do Código Penal, anda com a camisa sempre ensacada e o celular pendurado no pescoço – tem passado a maior parte do tempo na ocupação às margens do Rodoanel para resolver questões internas.

“Aqui, todas as decisões são coletivas”, garante Ventura. As primeira medidas foram definir as ruas e numerar os barracos, passando a ser a matrícula de cada família. Na pauta: construir duas igrejas, uma escola e finalizar o cadastro interno dos ocupantes. A ideia de homenagear o líder da luta contra o apartheid foi dele. Lá, ninguém entra sem a sua autorização.

No início de fevereiro, a Guarda Municipal de Osasco investiu contra a Comunidade Nelson Mandela, segundo os moradores sem qualquer aviso prévio. Acabou expulsa a pedradas. “Chegaram atirando, mano, foi tiro de tudo, de borracha, de calibre 12, de 38”, conta um dos mandelenses que tem no celular o vídeo do momento em que o contingente bate em retirada pelo Portal D’Oeste II, o bairro vizinho. “Ó, é bala demais”, mostra. Ao menos dois ocupantes ficaram feridos. “Agora eles vão ter que responder na corregedoria por tentativa de homicídio qualificado e abuso de poder”, diz Carlos Eduardo Ventura.

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– Que tristeza em escolher um Candidato!

Coisas que me enojam: nenhum deles transmite HONESTIDADE.

E querem a Presidência?

Tá difícil escolher… Olha só a pesquisa IBOPE:

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– Memória do Eleitor…

Ah se a memória de muitos eleitores não fosse curta…

Olha aí como era a fala do PT na 1a eleição de Lula e o mensaleiro José Dirceu ao seu lado! Abaixo:

Incrível, não?

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– Educação Brasileira e suas Fases

Amigos, compartilho ótimo material do Portal IG a respeito do pior dos níveis de ensino no Brasil: o Ensino Médio.

De 9,4 milhões de jovens entre 14 e 17 anos, 1 milhão está fora da escola.

Dos que estudam, 49,8% não concluem o Ensino Médio.

Daquele que concluem, apenas 10% tem desempenho verdadeiramente aceitável.

Estarrecedor!

Extraído de: http://is.gd/g37aX8

ENSINO MÉDIO: A PIOR FASE DA EDUCAÇÃO DO BRASIL

Por Cinthia Rodrigues

Há duas avaliações possíveis em relação à educação brasileira em geral. Pode-se ressaltar os problemas apontados nos testes nacionais e a má colocação do País nos principais rankings internacionais ou olhar pelo lado positivo, de que o acesso à escola está perto da universalização e a comparação de índices de qualidade dos últimos anos aponta uma trajetória de melhora. Já sobre o ensino médio, não há opção: os dados de abandono são alarmantes e não há avanço na qualidade na última década. Para entender por que a maioria dos jovens brasileiros entra nesta etapa escolar, mas apenas metade permanece até o fim e uma pequena minoria realmente aprende o que deveria, o iG Educação apresenta esta semana  uma serie de reportagens sobre o fracasso do ensino médio.

O problema é antigo, mas torna-se mais grave e urgente. As tecnologias reduziram os postos de trabalho mecânicos e aumentaram a exigência mínima intelectual para os empregos. A chance de um jovem sem ensino médio ser excluído na sociedade atual é muito maior do que há uma década, por exemplo. “Meus pais só fizeram até a 5ª série, mas eram profissionais bem colocados no mercado. Hoje teriam pouquíssimas e péssimas chances”, resume Wanda Engel, superintendente do Instituto Unibanco, voltado para pesquisas educacionais.

Ao mesmo tempo, a abundância de jovens no País está com tempo contado, segundo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). O Brasil entrou em um momento único na história de cada País em que há mais adultos do que crianças e idosos. Os especialistas chamam o fenômeno de bônus demográfico, pelo benefício que traz para a economia. Para os educadores, isso significa que daqui para frente haverá menos crianças e adolescentes para educar.

“É agora ou nunca”, diz a doutoranda em Educação e presidente do Centro de Estudos e Memória da Juventude, Fabiana Costa. “A fase do ensino médio é crucial para ganhar ou perder a geração. Ali são apresentadas várias experiências aos adolescentes. Ele pode se tornar um ótimo cidadão pelas décadas de vida produtiva que tem pela frente ou cair na marginalidade”, afirma.

História desfavorável

O problema do ensino médio é mais grave do que o do fundamental porque até pouco tempo – e para muitos até agora – a etapa não era vista como essencial. A média de escolaridade dos adultos no Brasil ainda é de 7,8 anos e só em 2009 a constituição foi alterada para tornar obrigatórios 14 anos de estudo, somando aos nove do ensino fundamental, dois do infantil e três do médio. O prazo para a universalização dessa obrigatoriedade é 2016.

Por isso, governo, ONGs e acadêmicos ainda concentram os esforços nas crianças. A expectativa era de que os pequenos bem formados fizessem uma escola melhor quando chegassem à adolescência, mas a melhoria no fundamental não tem se refletido no médio.

Para o coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, a questão envolve dinheiro. Quando o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental (Fundef) foi criado, em 1996, repassava a Estados e municípios verba conforme o número de matrículas só naquela etapa. “O dinheiro não era suficiente para investir em tudo e foi preciso escolher alguma coisa”, diz o especialista.

A correção foi feita em 2007, quando o “F “da sigla foi trocado por um “B”, de Educação Básica, e os repasses de verba passaram a valer também para o ensino médio. “Só que aí, as escolas para este público já estavam sucateadas”, lamenta Cara.

A diferença é percebida pelos estudantes. Douglas Henrique da Silva, de 16 anos, estudava na municipal Guiomar Cabral, em Pirituba, zona oeste de São Paulo, até o ano passado quando se formou no 9º ano. Conta que frequentava a sala de informática uma vez por semana e o laboratório de ciências pelo menos uma vez por mês.

Em 2010, no 1º ano do ensino médio, conseguiu vaga na escola estadual Cândido Gomide, que fica exatamente em frente à anterior. Só pelos muros de uma e outra, qualquer pessoa que passa por ali já pode notar alguma diferença de estrutura, mas os colegas veteranos de Douglas contam que ele vai perceber na prática uma mudança maior.

“Aqui nunca usam os computadores e não tem laboratório de ciências”, afirma Wilton Garrido Medeiros, de 19 anos, que também estranhou a perda de equipamentos quando saiu de uma escola municipal de Guarulhos, onde estudou até 2009. Agora começa o 2º ano na estadual de Pirituba, desanimado: “Lá também tinha mais professor, aqui muitos faltam e ninguém se dedica.”

Até a disponibilidade de indicadores de qualidade do ensino médio é precária. Enquanto todos os alunos do fundamental são avaliados individualmente pela Prova Brasil desde 2005, o ensino médio continua sendo avaliado por amostragem, o que impossibilita a implantação e o acompanhamento de metas por escola e aluno e um bom planejamento do aprendizado.

A amostra, no entanto, é suficiente para produzir o Índice da Educação Básica (Ideb), em que a etapa é a que tem pior conceito das avaliadas pelo Ministério da Educação. Foi assim desde a primeira edição em 2005, quando o ensino médio ficou com nota 3,4; a 8ª série, 3,5; e a 4ª série, 3,8; em uma escala de zero a 10. Se no ensino fundamental ocorreu uma melhora e em 2009 o conceito subiu, respectivamente, para 4 e 4,6, os adolescentes do ensino médio não conseguiram passar de 3,6.

“A etapa falha na escolha do conteúdo, que não é atrativo para o estudante, e também não consegue êxito no ensino do que se propõe a ensinar”, diz Mateus Prado, presidente do Instituto Henfil e colunista do iG que escreverá artigos especialmente para esta série, que durante os próximos dias conduzirá o leitor a conhecer o tamanho do problema e refletir sobre possíveis soluções.

– A Cartilha que a FIFA divulgou mas refutou!

Na última sexta-feira estávamos há apenas 32 dias para a Copa do Mundo. E a FIFA, no intuito de agradar os torcedores, acabou sem querer dando uma “bola nas costas” no Brasil, como se costuma dizer no jargão do futebol.

A entidade divulgou em seu site (estava disponível em: fifa.com/aboutfifa/organisation/the-fifa-weekly) uma cartilha intitulada “Brasil para Principiantes” sobre o que o estrangeiro que viesse assistir ao Mundial deveria entender e esperar sobre nosso país. Mas no sábado à tarde, retirou as dicas da Internet, provavelmente pela repercussão negativa.

Pois bem, veja se você concorda com os itens que foram publicados. Abaixo:

1. Sim nem sempre significa sim

Os brasileiros são otimistas e nunca começam uma frase com a palavra “não”. Para eles, “sim” significa na realidade ‘talvez”. Quando disserem “Sim, eu te ligo”, é melhor que não espere que o telefone toque nos próximos cinco minutos.

2. Horário flexível

A pontualidade é um conceito muito flexível no Brasil. Quando marcar com alguém, ninguém espera que estará no lugar combinado na hora exata. O normal é contar com uns 15 minutos de atraso.

3. Contato físico

Os brasileiros e as brasileiras não estão familiarizados com o costume da Europa de manter distância como norma de cortesia e conduta. Eles falam com as mãos e não evitam de tocar o interlocutor. Isso pode facilmente se transformar em um beijo se a conversa estiver ocorrendo em uma discoteca, por exemplo.

4. Fazer fila

A paciência na hora de esperar não é uma das principais virtudes dos brasileiros. Por exemplo, não existe uma “fila mecânica” como na Inglaterra. Os brasileiros preferem ser “inteligentes”, sempre se arranjando para chegar na frente.

5. Moderação

Quem se animar a ir a uma churrascaria, deverá praticar jejum de 12 horas e maneirar na hora de comer, já que as melhores carnes chegam na parte final.

6. A lei do mais forte

A regra que dá direito à preferência dos carros no trânsito é simples: o veículo maior passa na frente.

7. Proibido fazer topless

A imagem das mulheres com pouca roupa, tão típica no carnaval, pode ser enganosa e é diferente da realidade. É certo que os biquínis brasileiros têm menos pano que os europeus, mas as brasileiras nunca os tiram na praia, onde fazer topless é proibido e pode resultar em prisão.

8. A língua espanhola não vale

Os turistas que tentarem se comunicar em espanhol terão a sensação de estar falando com as paredes. A língua nacional do país é o “brasileiro”, uma variável do português. Quem falar que Buenos Aires é a capital do Brasil, pode estar seguro de que será deportado imediatamente.

9. Experimentar o ‘açaí’

As frutas da Amazônia fazem maravilhas: previnem as rugas e têm o mesmo efeito de uma bebida energética. Algumas mordidas podem recuperar o jogador de futebol mais cansado.

10. Paciência

No Brasil é muito comum fazer as coisas no último minuto. A recomendação aos turistas é que tenham muita paciência. No final, tudo estará pronto a tempo. Isso pode ser aplicado aos estádios. A filosofia dos brasileiros na vida pode ser resumida com a seguinte frase: “relaxa e aproveita.”.

A última dica foi sensacional, parafraseando a senadora Marta Suplicy quando tentou aconselhar as pessoas irritadas com o caos aéreo nos aeroportos com o infeliz “relaxa e goza”.

Mas, cá entre nós… no fundo, a cartilha, apesar de politicamente incorreta, não tem algumas verdades que doem (apesar de que a autora – a FIFA – não ter muita simpatia para ditar normas éticas)?

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– A Gafe nas Escolas do DF!

Pior impossível: olha a camiseta dos alunos que a Secretaria de Educação do DF entregou- ENCINO! Com “C” mesmo…

Vergonha…

Extraído de: http://educacao.uol.com.br/noticias/2014/03/17/encino-alunos-recebem-uniforme-escolar-com-erro-de-portugues-no-df.htm

“ENCINO”: ALUNO RECEBE UNIFORME ESCOLAR COM ERRO DE PORTUGUÊS NO DF

Na última sexta-feira (14), a imagem de uma camiseta de uniforme escolar com erro de português publicada nas redes sociais causou polêmica no Distrito Federal. Na peça, entregue a um aluno do Centro de Ensino Médio 01, em Brazlândia, a palavra ensino aparece escrita com “C”. Até a manhã desta segunda (17), a imagem foi compartilhada por mais de 8.900 pessoas. A Secretaria de Educação está investigando o caso.

A camiseta com erro ortográfico foi entregue ao estudante Maykon Douglas, 18, há cerca de duas semanas. O uniforme escolar tem o símbolo da Secretaria de Educação e segue o padrão adotado pelas escolas públicas do Distrito Federal neste ano, com a imagem do estádio Mané Guarrincha –em comemoração à realização da Copa do Mundo.

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– Crise do Etanol Brasileiro e da Gasolina Venezuelana

Há 17 anos o combustível tem seu preço subsidiado na Venezuela. Hoje, o preço da gasolina custa US$ 0,04, e devido a crise local, será reajustado.

Nicolas Maduro, presidente do país, disse que não é aumento de preços, mas sim o “início de uma cobrança” que será feita por culpa da crise promovida pela oposição política.

Se lá ainda assim a Gasolina é barata e aqui cara, no Brasil teríamos a opção do Etanol, com tecnologia de ponta e ecologicamente correta.

Mas…

O Editoral da Folha de São Paulo explica tudo. Abaixo:

USINA DE CRISES

(FSP, Editorial, 13/03/2014)

Seria de esperar que o governo elaborasse políticas para explorar a vantagem do Brasil com etanol –e, se for incapaz de fazer isso, que ao menos não atrapalhe o setor.

Espremida entre o aumento do custo de produção e o represamento dos preços da gasolina, a indústria brasileira de açúcar e etanol tem perdido fôlego financeiro.

Desde janeiro, seis usinas entraram em processo de recuperação judicial, segundo estudo da consultoria MBF Agribusiness. O montante equivale a todos os pedidos registrados nos últimos dois anos. Desde 2008, são 56 estabelecimentos em tal situação.

A crise se agravou no período mais recente pela queda nos preços do açúcar no mercado internacional. Cerca de dois terços dos grupos estariam operando com prejuízo.

A cadeia de suprimento de equipamentos está comprometida. Segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar, desde 2010 houve queda de 50% no faturamento, com a perda de 50 mil empregos.

A deterioração vem de alguns anos, quando o governo começou a dar passos atrás na modernização que empreendia com sucesso desde os anos 1990.

A criação da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), em 2001, com alíquotas diferenciadas, deu competitividade ao setor –a taxação do etanol era menor que a da gasolina.

A política de correção dos preços internos da gasolina, por sua vez, que até 2006 acompanhou mais de perto as cotações internacionais, também contribuía para que a rentabilidade do biocombustível não fosse comprometida.

Houve, ademais, grande aumento da demanda interna de etanol a partir de 2003, com a tecnologia de carros flex, que em poucos anos passaram a representar 90% dos novos carros vendidos no país.

Completando o ciclo, os preços altos do petróleo levaram investidores a buscar alternativas. O Brasil oferecia o cenário ideal: tecnologia consolidada, baixo custo e forte cadeia de fornecedores.

Muito mudou nos últimos anos, contudo. A partir de 2006, o governo conteve o preço interno da gasolina. Para evitar repasses dos aumentos internacionais, a Cide foi progressivamente reduzida (até zero em 2012), eliminando o diferencial tributário em favor do etanol justamente quando cresciam os custos de produção.

A questão de fundo, que praticamente fez cessar novos investimentos no setor, é que deixou de haver uma política clara para a convivência da gasolina e do etanol, combustíveis com estruturas produtivas e rentabilidades diferentes.

A liderança do Brasil é inquestionável no que respeita ao etanol. Seria de esperar, portanto, que o governo elaborasse políticas para explorar essa vantagem –e, se for incapaz de fazer isso, que ao menos não atrapalhe o setor.

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– O iPhone mais caro do Mundo é brasileiro!

Responda rápido: um iPhone é caro?

Sim, claro.

Responda de novo: em que país é mais caro?

Acertou de novo: no Brasil!

A tabela e as explicações sobre isso são bem claras. Abaixo, extraído do “Blog do iPhone”:

OS 16 PAÍSES ONDE O IPHONE É MAIS CARO

Não precisamos ser óbvios em repetir uma notícia que damos desde 2008 e que se repete todos os anos: no Brasil, temos o iPhone mais caro do mundo. E isto é algo no qual não nos orgulhamos.

Mas como curiosidade, vamos listar os 16 países onde ele é mais caro, para entender melhor a situação.

O levantamento foi feito pela empresa MobileUnlocked, mas não incluía o Brasil. Nós incluímos.

País Preço (em dólar) Equivalente em Reais
1. Brasil US$ 1.223 R$ 2.799
2. Jordânia US$ 1.091 R$ 2.496
3. Turquia US$ 1.063 R$ 2.432
4. Romênia US$ 1.012 R$ 2.316
5. Hungria US$ 1.004 R$ 2.297
6. Grécia US$ 999 R$ 2.286
7. Malta US$ 985 R$ 2.255
8. Itália US$ 985 R$ 2.254
9. Dinamarca US$ 978 R$ 2.238
10. Lituânia US$ 958 R$ 2.192
11. França US$ 958 R$ 2.191
12. Suécia US$ 953 R$ 2.181
13. Polônia US$ 953 R$ 2.180
14. Noruega US$ 946 R$ 2.165
15. Finlândia US$ 944 R$ 2.160
16. Portugal US$ 944 R$ 2.160

Como se vê, o iPhone não é um aparelho barato em nenhum lugar do mundo. A diferença é que na maioria destes países listados, o salário mínimo é muito maior que o nosso e a população tem mais acesso aos produtos sem precisar fazer grandes esforços financeiros.

Na tabela, é interessante notar que o Brasil é o líder isolado, com um preço de quase US$200 a mais do segundo colocado. É muita coisa. E isso que estamos falando de países que também cobram taxas “exóticas”, como a França que põe um imposto de “cópia privada” sobre eletrônicos com capacidade interna de armazenamento, pois os usuários podem usar o iPhone para copiar músicas digitais e, por isso, este valor é repassado às gravadoras musicais.

O mais estranho é constatar que em todos os países o iPhone 5c de 32GB tem exatamente o mesmo preço do iPhone 5s de 16GB. No Brasil, a diferença entre os dois modelos é de R$400, quantia que já daria para comprar um Apple TV. Por que isso?

No início da semana, fizemos aqui um gráfico comparando a evolução de preços do iPhone no Brasil. Não tem sentido dizer que os preços aumentaram sem analisar o mesmo aumento do dólar no período. E neste ponto, a variação na moeda americana não é tão gritante quanto aquela em real.

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– O Golpe dos Ingressos para a Copa do Mundo

Esse é um golpe muito bem feito, acho que muitos receberão algo assim e poderão cair! Cuidado…

Recebi esse email da empresa “INGRESSO.com”, que comercializa entradas de teatros, shows e eventos diversos, dizendo que ganhei um par de ingressos para a Copa do Mundo. Estranhei a gentileza, mas ao ver meus dados pessoais (todos corretos, inclusive nome da mãe, endereço, CPF e RG corretíssimos), comecei a pensar se não pudesse ser verdade.

Prudentemente, entrei em contato com a empresa em outro número (não o citado abaixo) e descobri pela atendente que se trata de uma página “fake”, e os dados provavelmente foram roubados da empresa. O número que está abaixo (na mensagem) é dos golpistas e a atendente convence que é verdadeiro.

Se os amigos que acessam esse post puderem compartilhar, agradeço, pois a própria empresa INGRESSO.com se movimentará para divulgar o golpe, pois alguns já cairam nele.

Veja abaixo que há logotipo, telefone, dados diversos… tudo parecendo ser “quente”.

Incrível como os bandidos são perversos e inteligentes. O link é uma página clonada da própria empresa que rouba dados e transforma seu computador em uma janela para os meliantes.

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Caro Rafael.

Nome completo: Rafael Porcari
Data nascimento: XX-XX-XXXX
CPF: XXXXXXXXX RG: XXXX
Nome da Mãe: Maria XXXXXXXXXXX
Sexo: Masculino
Endereco: XXXXXXXXXX ( CEP XXXXXXX Jundiaí)

Meu nome é Camila, sou responsável pela central de relacionamento da Ingresso.com. Nós ficamos bastante felizes por lhe ter como cliente há bastante tempo!

Pensando em todos vocês, fizemos um sorteio com todos nossos clientes e seu cadastro foi um dos ganhadores de um par de ingressos para um jogo do Brasil na Copa do Mundo 2014.

Seu código de cupom é: “FA2375DFDB”, caso queira efetivar a ativação do cupom, preciso por gentileza que preencha o formulário disponível na página no final da mensagem, com os seus dados de cadastro abaixo (exatamente igual) e também escolhendo o local e dia que irá assistir o jogo do Brasil.

Siga o passo-a-passo na página do Ingresso.com a seguir:
http://www.cadastroingresso.com/cupom/passo-a-passo/

Quando finalizar o preenchimento, responda o e-mail para mim com o formulário preenchido anexado.

Muito obrigado em nome da equipe Ingresso.com!

Cordialmente,
Camila Campos Dutra.
(41) 4003-2340

– Mais Dinheiro por Menor Qualidade?

E o Governo Federal abrirá nova concorrência para a telefonia 4G no Brasil. Claro que o leilão das áreas envolve muito dinheiro, mas há algo que me preocupa: o Ministério das Telecomunicações alardeou que poderá pedir mais esforço das teles em troca de menor exigência do serviço.

Em suma: o país ganha mais dinheiro na entrega das áreas, e permite menor investimento em qualidade por parte das empresas.

Se o sinal do 3G é falho e se tem (ou diz que tem) tanta cobrança, imagine o 4G sem o compromisso do respeito ao consumidor?

Tudo pela grana mesmo…

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– 66% dos brasileiros nunca ouviram a Voz do Brasil!

Pesquisa da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República aponta: 66% dos brasileiros NUNCA escutaram o famoso e dinossáurico programa de rádio do Governo: “A Voz do Brasil”.

Pior: 30% nem sabem que ele existe!

Se é assim, por quê impor a obrigatoriedade às rádios no importante horário das 19h? Mais: salvo engano, qual o motivo da Rádio Bandeirantes ser a única a não transmiti-lo?

Coisas do Brasil…

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– O Covarde aumento de Combustíveis na Surdina

Alguém se deu conta que, enquanto os foliões se divertiam na segunda-feira de Carnaval, alguns impostos desse país tiveram a alíquota modificada? E em especial, os que compõe o preço dos combustíveis. Entre R$ 0,04 a R$ 0,07 foi o reajuste da Gasolina e do Diesel.

Dona Dilma divulgou publicamente? Houve “auê” sobre isso? No meio de um feriado onde todos estão viajando e o noticiário destaca apenas os desfiles das escolas de samba?

São nesses momentos que se vê como as táticas antipopulares são tomadas ardilosamente e na surdina…

Nesse mesmo período, o Etanol disparou nas bombas! Entressafra, baixa produção e desincentivo do Governo Federal são os motivos principais. Hoje, não compensa (na maior parte dos casos) abastecer com o combustível da cana-de-açúcar financeiramente falando. O único retorno tem sido o ambiental, já que ele é menos poluente.

O abandono do pró-alcool do século 21 se daria para o incentivo ao consumo da Gasolina na era pré-Sal? Lembre-se que anos atrás foi dito pelo ex-presidente Lula que o país era autossuficiente em Petróleo, embora, até hoje, nossas importações de combustível (em especial ao Diesel S500) são muito significativas.

Portanto, avise seu bolso: a realidade é mais dura do que parece – os preços aumentaram e ninguém foi avisado!

Parafraseio um amigo meu: “para quê dizer que o preço aumentou na segunda gorda e atravessar o samba na avenida?”

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– O Partido dos Milicos?

Ganha corpo a formação do Partido Militar Brasileiro, e teria em suas fileiras nomes conhecidos: Jair Bolsonaro, Protógenes Queiroz e até o astronauta brasileiro Marcos Pontes.

A ideia dos seus defensores não é voltar com a Ditadura, mas ser um partido democrático com linhas de direita. E já há um nome para a presidência: o do General Augusto Heleno, o comandante das Forças de Paz brasileiras no Haiti.

Será que vai dar certo? Não dará uma coceirinha nos militares para voltar ao tempo de (arghhh) “Figueiredos da vida”?

A propósito: o general Augusto Heleno, em todas as entrevistas, se mostrou sempre sensato, virtuoso e coerente. Seria um nome muito melhor do que Dilma e Aécio. Ou não?

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– O Governador, O Preso e a Papuda

Agnelo Queiroz é o mandatário maior de Brasília, eleito para ser o chefe local. Portanto, a Polícia e a administração penitenciária estão sob sua jurisdição e autoridade.

E não é que ele foi visitar em solidariedade o mensaleiro José Dirceu, preso na Papuda?

Caramba… se ele quem deveria dar exemplo acaba deixando no ar um caráter duvidoso à prisão, o que dizer dos que lutam pela impunidade?

Coisa triste de um país que perdeu as referências de Justiça e Honestidade.

Extraído de: http://www.jornaldamidia.com.br/2014/03/01/agnelo-queiroz-fez-visita-secreta-a-jose-dirceu-na-papuda/

AGNELO FAZ VISITA SECRETA A DIRCEU

Alvo de questionamento do Ministério Público pelas supostas regalias concedidas por seu governo aos condenados do mensalão nas cadeias do Distrito Federal, o governador Agnelo Queiroz (PT) fez uma visita secreta ao ex-ministro José Dirceu (PT-SP) na Penitenciária da Papuda, revelou reportagem publicada nesta sexta-feira, 28, na revista “Veja”.

A visita ocorreu no último dia 20 e não foi divulgada na agenda oficial do governador. O Governo do Distrito Federal (GDF) admite o encontro, mas alega que ele foi “casual”. Em nota, explicou que Agnelo “aproveitou” uma inauguração em local próximo para, em seguida, fazer uma “inspeção” na Papuda.

“Durante a visita, (o governador) encontrou-se com o ex-ministro e ex-deputado federal José Dirceu. Eles trataram de assuntos pessoais e o ex-ministro manifestou sua expectativa em relação ao julgamento de recurso junto ao Supremo Tribunal Federal (STF)”, disse o GDF. (Fábio Fabrini – Estadão)

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– A Rapidez das Viaturas Policiais nos EAU

Dubai, importante centro de negócios e lazer localizado nos Emirados Árabes Unidos, abusa do gasto do dinheiro do petróleo.

No ano passado, a Polícia local ficou famosa pela compra de vários Bugattis (modelo Veyron), veículos luxuosos que custam 500 mil dólares, a fim de equipar a sua frota.

Contentes com o desempenho, as autoridades de lá gostaram do conceito: agora, adquiriram novos carros, incluindo MacLarens e Auston Martins. Este, custando 665 mil dólares e podendo chegar a 330 km/h!

Parecidos com os Palios Weekend daqui, não?

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– República dos Barbudos está Feliz!

É ou não o país da impunidade?

Penas afrouxadas aos políticos do mensalão (veja a irônica foto de José Genoíno), Lula se divertindo com o comunista Fidel Castro (foi passear em Cuba, pra variar) e o país curtindo a festa do Carnaval!

Aliás, contra isso os Black Blocs não protestam? A farra acaba com os problemas?

Desculpe o desabafo: ô alienação que mata…

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– 20 anos do Real

Se voltarmos ao passado, era um pesadelo. Lembro-me que no tempo do Cruzeiro, Cruzado, Novo Cruzado e aí por diante, a inflação judiava da gente!

A mercadoria chegava numa semana e na outra era reajustada. Tudo subia 20% ao mês! O salário era literalmente comido. Confesso que seria o fim-do-mundo imaginar esse cenário nos dias de hoje!

Tudo mudou com o Real, há 20 anos. Primeiro era URV (dividiu-se por 2750 e houve a paridade 1 dólar para 1 real). É verdade que muitos espertalhões aproveitaram e subiram os preços na conversão, mas o próprio mercado se encarregou de corrigí-los.

O presidente era Itamar Franco e o Ministro da Economia Fernando Henrique Cardoso. FHC, mentor do plano, se elegeu de lavada como presidente. Na reeleição, o adversário Lula não teve como criticar os primeiros anos do Real, e FHC levou de novo.

O fato é que 8 anos depois, na eleição de Lula x Geraldo Alckmin, o governador de São Paulo foi tímido na promoção do plano e Lula se beneficiou do momento da crise mundial e afrouxo econômico promovido por FHC.

Política a parte, viva o Plano Real! Certamente teríamos nos afundado se não fosse ele. Quem viveu os anos 80 sabe disso…

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– O Assustador Aumento do Etanol

Baixa produção com a entressafra, estoques inexistentes e boas vendas: sinônimo de aumento de preços para a indústria sucroalcooleira.

Os aumentos do Etanol têm sido constantes. Dia-a-dia os centavos a mais apareciam na bomba, e, nesta última semana, o preço disparou com reajustes elevadíssimos.

Grandes produtores, como Coopersucar e Cosan, já aumentaram. As distribuidoras repassaram. O Governo nada pode fazer (ou não quer fazer). Enfim… prepare o seu bolso, pois até Abril / Maio, a tendência será de alta no preço.

Aqui no estado de São Paulo a vantagem financeira é a Gasolina (que também está cara). Ecologicamente, o Etanol é melhor (por ser um álcool combustível). Portanto, fica a seu critério a melhor opção.

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– Trabalho e Remuneração mundo afora

Você sabia que o brasileiro é um dos trabalhadores cuja remuneração tem menos poder de compra comparando-se com a carga horária entre países desenvolvidos?

Observe a sequência abaixo:

País – Jornada de Trabalho – Salário Mínimo Mensal em Dólares

Coréia do Sul – 55h – 904

EUA – 40h – 1257

Alemanha – 38h – Não há

França – 35h – 1855

Brasil – 44h – 306

(Extraído de Superinteressante, Ed 289-A, Verdades Inconvenientes, Março/2011, pg 57).

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– Dilma e o Papa

A presidente Dilma Rousseff está no Vaticano a fim da cerimônia dos novos cardeais. E visitou o papa Francisco, presenteando-o com a camisa da Seleção Brasileira. Aproveitou a estada e o convidou para assistir a Copa do Mundo.

Seria para amenizar o clima hostil que muitos estão demonstrando pelo Mundial e a proximidade de passeatas? Aliás: manifestações que deveriam ser demonstradas antes do aceite da CBF e a concordância do Governo em relação a FIFA, 7 anos atrás.

Fico pensando: com tantos protestos pré-agendados, ano de Eleição, confusão e black blocs de plantão, somente com Francisco por aqui e muita reza mesmo…

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– Dar o Peixe até quando?

Detesto demagogia, e a presidente Dilma Rousseff está fazendo isso. Ela prometeu distribuir 2,5 milhões de bolsas-famílias e, com tal ação, acabar com a miséria no Brasil.

Seria maravilhoso dar emprego a todos esses beneficiados. Que raio de Governo é esse que, ao invés de dar educação, saúde e trabalho, fazendo com que as pessoas tenham dignidade, resolve dar dinheiro do meu, seu… enfim: dos nossos impostos!

A gente trabalha como doido e financia o assistencialismo. O cara continua desempregado e recebendo ajuda de custo todo mês. E em Brasília, a farra da corrupção persiste.

Não é para se irritar? Parece que a Eleição Presidencial já começou… Pura campanha!

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– Combustíveis a Preço Tabelado?

A variação do preço do combustível em Rio Claro é de R$ 0,30. E, por menos de R$ 3,00, poucos conseguem abastecer Gasolina.

Porém, o Procon de lá ordenou a redução de Preços para R$ 2,87!

Isso me fez recordar: lembram-se do tempo em que o combustível era tabelado?

Extraído de: http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2014/02/13/procon-em-sp-limita-preco-da-gasolina-mas-lei-nao-permite-diz-advogado.htm

PROCON EM SP LIMITA PREÇO DA GASOLINA, MAS LEI NÃO PERMITE, DIZ ADVOGADO

O Procon de Rio Claro (SP) determinou que, a partir desta sexta-feira (14), nenhum posto da cidade pode vender gasolina a mais de R$ 2,87. Os postos da cidade já foram notificados e quem descumprir a determinação está sujeito a multas que vão de R$ 50 a R$ 100 mil, de acordo com o tamanho e faturamento do posto.

Um advogado contesta a medida porque o país não tem tabelamento de preços.

A decisão do Procon foi tomada após uma fiscalização iniciada há três meses e que detectou supostos indícios da formação de um cartel no setor de combustíveis na cidade. O preço mínimo do combustível encontrado na cidade foi de R$ 2,89, e o preço máximo alcançou R$ 3,19.

O valor fixado pelo Procon é o mesmo recomendado pelo Ministério da Justiça e pela Secretaria da Fazenda. A instituição informou que os donos de postos já foram notificados e que o prazo máximo para a defesa dos postos venceu nesta quinta-feira (13).

Segundo o diretor da instituição, Sérgio Santoro, o Procon irá autuar os estabelecimentos baseado no artigo do código do consumidor que impede a abusividade de preços.

“Recebemos muitas notas fiscais que comprovavam a irregularidade”, disse. “Quem estiver com o preço muito alto será enquadrado no artigo que impede a abusividade de preços”, afirma Santoro.

Procon diz que não é tabelamento, mas veto a preço “abusivo”

Ainda segundo ele, não se trata de fixação de preço máximo, mas sim de identificação de preço abusivo, seguindo recomendação do Ministério da Justiça”, diz, ressaltando que Rio Claro é o primeiro município paulista a aplicar a norma.

“Vamos percorrer os 39 postos amanhã e verificar os preços. A partir dai, vamos ver quem está vendendo com preço superior e, partir dai, iremos realizar as multas”, informou.

Santoro afirmou ainda que, por conta da atuação, chegou a ser ameaçado.

“Vou fazer o meu trabalho. Se os postos vão derrubar a multa posteriormente, é uma questão a ser definida. Mas não vou permitir que esse cartel continue a prejudicar a população”, disse .

Advogado diz que preços são livres no país

Para o advogado Anderson Teles Balan, a medida do Procon pode ser contestada judicialmente.

“Ele não tem base legal para impor o preço máximo, já que estamos em um regime de liberdade de preço. Mas, como há indícios, segundo o Procon, da realização do cartel, pode haver uma brecha para a fixação”, diz o especialista.

“A multa teria que ser estudada caso a caso. O mercado da gasolina no Brasil é regido pela ANP, e, no caso especifico, o Procon acaba atuando diante da pratica abusiva de preços”, disse.

Sindicato de empresas diz que limitação a preços é ilegal

Campos ainda afirmou que teme que a ação do Procon cause violência nos postos. “A população pode ser incitada, pelas ações e declarações do presidente do Procon, a agir com violência, e esse é um temor que temos”, disse.

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– Referências Perdidas para o Futuro? Sobre Black Blocs, Jovens Diferenciados, Esperança, Mundo Real e Virtual

Você já ouviu falar de Zygmunt Bauman? Eu também não. Mas ele é um dos maiores pensadores do século XXI. Polonês, foi expulso de seu país no tempo do comunismo por ter idéias contrárias ao regime.

Em entrevista recente à Revista Época (ed 10/02/14, pg 68-70 a Luís Antonio Giron), falou sobre o futuro da humanidade. E declarou-se meio que desesperançoso, alegando que só os jovens indignados podem mudar o mundo.

Mas quais jovens?

Certamente não são os violentos black blocs os mais indicados. Aliás, causa espanto a ativista “Sininho” incentivando o anarquismo e acusar a própria Bandeirantes pela morte do cinegrafista Santiago, alegando que em eventos de protesto vai ter bomba e a imprensa não deve ir!

Pior é o ativista pago Caio, preso por ter lançado o rojão que matou o inocente profissional, se apresentar como vítima da “empolgação da sociedade”(?), alegar que o alvo seria a Polícia (cáspita, a vida de um PM vale menos do que a de qualquer outro cidadão para esses imbecis?) e o seu advogado dizer que muitos manifestantes recebem até 150,00 por participação em protesto. Aliás, repararam que PSOL e PT não possuem manifestantes contra mensaleiros, corrupção no Governo Federal e tampouco sobre aumento do IPTU? E não há black blocs contrários a eles? Interessante… “Ativistas Profissionais, como se fosse emprego”.

Os jovens que podem mudar o mundo segundo o sociólogo Bauman são aqueles fora da alienação do mundo da Web, e, apesar de se mostrar melancólico com o rumo que a Sociedade tomou, esperançosamente (talvez sua única demonstração de fé na matéria) disse:

Confio que os jovens possam perseguir e consertar o estrago que os mais velhos fizeram. Como e se forem capazes de pôr isso em prática, dependerá da imaginação e determinação deles. Para que se deem uma oportunidade, os jovens precisam resistir às pressões da fragmentação e recuperar a consciência da responsabilidade compartilhada para o futuro do planeta e seus habitantes. Os jovens precisam trocar o mundo real pelo virtual”.

Ótimo! Penso como ele. Que valores e referências a Sociedade determina nos dias de hoje? A violência, a corrupção, o descaso com o próximo, a ostentação e a individualidade foram legado triste de alguns pais, que com dificuldade de moral e falta de oportunidade educacional, contaminaram uma nação inteira com a história de “levar vantagem em tudo”.

Cabe a nós encontramos e encorajarmos jovens diferenciados com vontade de mudar. E, em muitos casos, sermos esses próprios jovens.

Salvemos nosso Brasil dessa gente interesseira, alienada e que envergonha o seu povo.

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– Rachel Sheherazade e a polêmica sobre o Marginal

Um adolescente infrator foi preso por 3 homens no Rio de Janeiro e amarrado pelado num poste por correntes de bicicleta. Motivo: a vizinhança estava cansada dos frequentes assaltos praticados por ele na região do Aterro do Flamengo, e nenhuma ação policial o detinha.

No Jornal do SBT/Brasil, a jornalista Rachel Sheherazade disse que:

O marginalzinho amarrado ao poste era tão inocente que, ao invés de prestar queixa contra seus agressores, preferiu fugir antes que ele mesmo acabasse preso. É que a ficha do sujeito está mais suja do que pau de galinheiro”.

Mas não é que o comentário dela repercutiu muito mais do que o imaginado? Principalmente pelo PSOL e pelo deputado Jean Willys, que a acusaram de violação de direitos humanos.

Em resposta, ela disse que:

Não sou a favor da violência, estou do lado do bem, sou uma ferrenha crítica da violência. Defendo as pessoas de bem que foram abandonadas à própria sorte porque não há polícia e segurança pública. Não defendi a atitude do justiceiro, defendi o direito da população de se defender quando o Estado é omisso. Todo cidadão tem o direito de prender um meliante. Não se pode confundir um direito com a bárbarie. Não defendo a violência, defendo a paz e a segurança“.

A ideia do que ela pensa em sua resposta é perfeita. O espírito defendido em seu comentário inicial idem. O problema é que não se pode ser tão veemente assim na televisão…

Faço minha a opinião do jornalista “Paulinho” (blogdopaulinho.net), que escreveu exatamente o que penso sobre isso. Abaixo, extraído do “Blog do Paulinho”.

Ops: Antes disso, ao escrever esse post, acabo de ouvir que o Cinegrafista da TV Bandeirantes, Santiago Andrade, morreu. Ele foi vítima de um disparo covarde de rojão pelas costas, praticado por um Black Bloc. Interessante: o PSOL e o deputado Jean Willys não farão o mesmo estardalhaço em defesa do trabalhador falecido? Pela sua (in)coerência, talvez defenderão o Black Bloc… E como fica a família do defunto?

O LINCHAMENTO DE RACHEL SHEHERAZADE

Assim como todos os jornalistas de relevância, Rachel Sheherazade, corajosa e necessária profissional do SBT, as vezes passa dos limites em momentos de indignação.

Porém, acerta muito mais do que erra.

No episódio da revolta popular contra um marginal, a jornalista, de fato, se excedeu, embora, na essência de seu raciocínio, não o demonstrado, mas o que ficou implícito, muito do que pensou está alinhado com o desejo de grande parte da população.

Não estou falando, evidentemente, das cenas de violência, mas sim da ânsia popular de lutar contra a impunidade, e de ver bandidos, como o que apanhou, equivocadamente, da população, efetivamente punidos pelo sistema.

Se o delinquente merecia apanhar ?

Para muitos, merecia.

Mas, num estado de direito, nem sempre o que desejamos ou achamos correto, deve ser necessariamente aplicado.

As leis, mesmo  que ineficientes, demarcam os limites da comunicação de um jornalista com seu público, uma linha tênue, que, por vezes, leva até bons profissionais como Sheherazade, que possui a indignação necessária ao exercício correto de seu ofício, a escorregar.

Rachel merece críticas, até duras, pelo exagero de opinião, mas não o linchamento que vem recebendo, também covarde, de muitos colegas de profissão que a invejam pela coragem, que jamais possuirão, de errar, acertar, mas nunca se omitir.

No entanto, é muito mais digna de elogios, pelo conjunto da obra, admirável, sempre posicionando-se com firmeza, desprovida de máscaras e temor, em contribuição jornalística bem mais relevante dos que, às sombras, procuram atacá-la nos tropeços.

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– Faltando Infraestrutura?

Não se tem água e a chuva não vem. Ninguém pensou em construir represas e se preparar para a estiagem?

Não se aguenta tanto consumo de energia elétrica e as usinas estão no limite. Cadê as hidroelétricas para evitarem os apagões?

Não se tolera mais tanta falta segurança mas a impunidade corre solta. Onde estão os relatores de boas e funcionais leis?

Não se tem sinal de celular e o atendimento para reclamações das operadoras é praticamente inexistente. Mas não diziam que até a Copa do Mundo isso estaria resolvido?

Tudo não funciona nesse país. Será que o algo que realmente falta nesse país não é Governo?

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– Você é a favor de uma Greve no Paulistão?

Devido aos incidentes que envolveram as Torcidas Organizadas Corinthianas e o próprio time do Corinthians no penúltimo sábado (além de uma situação parecida com a da Ponte Preta), os jogadores se organizaram para promoverem uma greve no Campeonato Paulista. Porém, ela não saiu.

Mas greve pra quê?

Greve é para discutir a relação empregado e empregador. Se os jogadores do Corinthians estão receosos com a violência da sua própria torcida, por quê envolver outros clubes?

Vou parafrasear o jornalista Thiago Baptista de Olim (site Esporte Jundiaí) que escreveu algo parecido: quer dizer que Paulista de Jundiaí, Rio Claro, São Bernardo ou Audax parariam de jogar em apoio aos jogadores do Corinthians? Mas eles sofreram violência de alguém? Não é um episódio particular do próprio Timão?

Afinal, contra quem ou o quê se protesta?

O Corinthians financia há anos essa gente e até defendeu os torcedores presos de Oruro. E é esse mesmo pessoal que os agride. Ademais, é um problema social maior que envolve a bandidagem, a falta de educação, um grupo de rapazes mal intencionados, não-civilizados e que odeiam o convívio respeitoso. Então, questiono: parar o Paulistão não é atitude pouco eficiente e demagógica?

Resolverá o quê?

Os primeiros a agirem contra sua dependência (afinal, são reféns das Organizadas) são os próprios clubes e também os jogadores, que assinam os “livros de ouro” dessas entidades uniformizadas e até agora nada fizeram.

Em seguida, as autoridades, que não podem permitir a brutalidade desses criminosos só porque o universo deles é o futebol, como se fosse um ambiente permissivo a tudo. Se você agredir um policial na rua, vai pra cadeia. Por quê na arquibancada, num estádio ou no CT isso é permitido?

Por fim: a própria população. Esses bandidos tem pai e mãe? Foram educados por quem? A família ensinou o que a eles?

Particularmente, entendo a greve um ato vazio e ineficaz. Os trogloditas não se importarão e rirão do simbolismo sem ação efetiva que seria a paralisação.

Li uma declaração do Bom Senso F.C. de que “se protesta pela segurança que é da responsabilidade da FPF”. Eu discordo! Ela é dos clubes. Não tem lógica tal argumento.

Na prática, os jogadores do Corinthians deveriam protestar contra a diretoria do seu time. Afinal, o Dr Mário Gobbi e Andrés Sanches (atual e ex-presidente) tem defendido esse pessoal. Aliás, como protestar se esses mesmos atletas adoram desfilar no Carnaval nessas entidades? Pior de tudo é ler nos bastidores que Andrés pediu para que os atletas perdoassem os agressores…

O futebol perdeu e os briguentos conseguiram: Douglas e Pato indo embora do time; Emerson quase saindo; outros querendo ser negociados; e nenhum bandido preso… É a vitória dos brutamontes. Prova disso é o que o líder da Gaviões da Fiel disse em entrevista à Folha de São Paulo na semana passada: “Quem nunca deu um murro na cara de alguém”, em alusão à justificativa de ânimos exaltados de seus filiados, como se fosse normal agredir ao próximo.

Mas não nos esqueçamos: essa mesma gente que agora pede união a negou recentemente. Está fresca na memória dos torcedores da Portuguesa a declaração do ex-diretor de futebol do Corinthians, Roberto de Andrade, sobre se o seu clube se posicionaria a favor da Lusa no imbróglio do caso Heverton x STJD. Ironicamente, disse: “Ema, ema, ema; cada um com seus problemas”.

Esse é o país da impunidade e dos oportunistas de plantão. Fazer greve adiantará o quê? Espera-se sensibilidade de quem agride por causa de bola?

O pior é: o que fazer? A curto prazo, tudo parece difícil.

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– Dar Asilo à Médica Cubana ou não?

Você daria asilo político aos médicos cubanos que assim o desejassem?

Eu sim!

A 1a cubana a pedir asilo político, Dra Ramona Rodriguez, só recebe 1.000 dólares por mês. O restante dos 10.000 reais pagos pelo Brasil ficam com Cuba!

É ou não para sustentar o regime castrista?

A médica disse que se recebesse o valor integral e vivesse no Brasil, estaria no paraíso!

Imagine como é lá na Ilha de Fidel

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– Um Apagão Parcial

Boa parte da Região do Medeiros e Eloy Chaves em Jundiaí estava sem energia elétrica nessa tarde. Um apagão nesse vetor da cidade judiou dos moradores. Mas, por volta das 16h, a notícia: um black-out em diversas regiões afetou boa parte da população do Brasil, segundo o Governo.

Na Argentina, onde tudo está sucateado, quando os hermanos ligam o ar condicionado a energia cai. Será que no nosso país, com o aumento do poder aquisitivo e mais gente comprando aparelhos elétricos, não nos preparamos suficientemente para esse aumento da demanda energética?

Relembro: na gestão FHC houve necessidade de reduzir o consumo para evitar racionamento. A oposição corretamente criticou. Mas na gestão Lula, que era oposição e virou situação, mudou o quê? A única diferença é que agora que a antiga situação virou oposição, não tiraram proveito disso.

Em suma: o país cresce e a infra-estrutura padece.

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– E a Dilma em Cuba? Bom ou ruim para o nosso país?

E a presidente brasileira esteve em Havana conversando com os comunistas históricos e feliz pelos investimentos brasileiros por lá.

O BNDES soltou muito dinheiro para a Odebrecht (a mesma que constrói o estádio do Corinthians) para as obras do moderníssimo Porto de Mariel. Com ele, Cuba conseguirá melhorar o comércio com outros países (por mais contraditório que isso seja).

Fico pensando: será que tal valor não poderia ser investido no Porto de Santos, que está sucateado e tem alto custo? Ou para obras nacionais, fornecendo emprego à população local?

Alguns defenderão que a abertura econômica de Cuba é inevitável e que será um importante entreposto e porta de entrada aos EUA, além da sua força local. Eu, particularmente, não creio, já que a ilha é pequena e o poder econômico da população não tão significativo.

Mas fica a observação: há alguns que defendem radicalmente tal investimento, e para isso, vale compartilhar os argumentos para discussão.

Abaixo, compartilho o que pensa o jornalista do Grupo Bandeirantes, Fábio Piperno:

DILMA EM CUBA

A Odebrecht recebeu financiamento do BNDES para construção do porto de Marial, em Cuba. A operação se assemelha a outras tantas que envolvem obras de infraestrutura executadas por empresas brasileiras no exterior. Na via inversa, isso é comum entre instituições estrangeiras de fomento e grupos de seus respectivos países que vêm ao Brasil para vender produtos e serviços.

Quer um exemplo? A Boeing acaba de perder uma concorrência para vender caças ao Brasil. Mas se tivesse vencido, o Eximbank concederia ao governo brasileiro uma linha de financiamento para que este pudesse comprar os aviões americanos. Esta é uma das inúmeras formas que um Estado utiliza para garantir contratos aos capitalistas de seu país.

E quais as vantagens para o Brasil em ter uma companhia brasileira construindo um porto em Cuba? Solidariedade com uma nação amiga ou parceria com um aliado ideológico? Conversa fiada. Coisa de comunista? Nem remotamente. O que o Brasil procura são negócios. Business. Qualquer idiota iletrado sabe que o duro regime da ilha começa a se abrir e que o embargo americano tem os dias contados. E com isso, a pequena ilha, distante apenas algumas milhas da costa da Flórida e mais perto da Europa que o Brasil, deve tornar-se um cobiçado ponto de envio de produtos para os Estados Unidos.

Não é à toa que cerca de 400 empresas brasileiras já prospectam a possibilidade de implantar unidades em solo cubano. Por solidariedade??? Óbvio que não. Querem mesmo é estar perto do maior mercado do mundo.

Por sinal, a Nicarágua deve iniciar em breve a construção de um canal, aproximando os oceanos Pacífico e Atlântico. O investimento será chinês. Caridade ou solidariedade ideológica com os Sandinistas? Não meu amigo. Ninguém deve ter se lembrado do velho Karl Marx nas negociações. Não é um negócio entre comunistas.

É apenas puro negócio. E dos grandes!

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– Mensaleiros Felizes!

E não é que a Família do José Genoíno conseguiu arrecadar com simpatizantes o dinheiro necessário para pagar a multa imposta a ele pela Justiça, devido aos crimes cometidos?

Agora, os outros condenados – Delúbio, Zé Dirceu, entre outros – se preparam para lançar seus sites de arrecadação.

Pô, se estão na cadeia por corrupção e outros tantos golpes, não era justo empregar esse dinheiro dos doadores para outra coisa?

Às pessoas que depositaram suas verbas a ele, saibam que ele vai ao FUNDO PENITENCIÁRIO. Não era melhor dar aos pobres e carentes?

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– Fim da AIDS em 15 anos?

Dias atrás, o Dr Luiz Loures, principal nome da ONU para o combate à AIDS, declarou publicamente que:

A Epidemia de AIDS pode acabar em 15 anos, e o Brasil pode ser o primeiro país a controlar a doença devido aos investimentos e combate a doença.

Repercutiu bem para alguns, e péssimo para outros. Quem avalizou, diz que estamos na vanguarda.Quem contrariou, alegou que ele desconhece a realidade e que tal declaração seria um incentivo ao descuido da prevenção.

E você, o que achou?

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– Dona Roseana Sarney quer que acreditemos em quê?

Há coisas que nem valem a pena comentar. A governadora Roseana Sarney insistiu que a causa da violência do Maranhão, dias atrás, era a (pasmem) Riqueza do Estado!

Disse ela:

“É um Estado que está se desenvolvendo, que está crescendo. E um dos problemas que está piorando a segurança do nosso Estado é que nosso Estado está mais rico.”

Ora, que raio de riqueza é essa que leva aos presídios sucateados e a violência urbana incessante serem contrastados com crescimento?

E o pior é que, enquanto o povo maranhense se acaba na dor, os bandidos pintam e bordam e a governadora insiste com o mesmo discurso e recusa intervenção federal.

Há quantas décadas a família Sarney é dona do Maranhão e nada foi feito. Será resolvido agora?

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