– Sem Teto novamente!

Já ouviu falar em Guilherme Boulos?

Ele é o líder do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), pessoal paralelo ao MST, que se classifica como “sem terra”.

Nas últimas duas semanas, o MTST vem protestando contra tudo! Invadiu propriedades particulares e, acreditem, manifestaram-se até contra a falta de antenas de telefonia!

O curioso foi: num dos acampamentos, onde se pregava o assentamento, havia 4000 barracas no Morumbi! Mas elas eram de… mentirinha! Foram montadas barraquinhas em espaço diminuto para apenas ocupar espaço!

Segundo a Folha de São Paulo, a maioria dos manifestantes do movimento TEM TETO e não ocupavam os assentamentos.

Abaixo, extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/07/1488391-sem-teto-inflam-invasao-na-zona-oeste-de-sao-paulo-com-barracas-vazias.shtml

SEM-TETO INFLAM INVASÃO NA ZONA OESTE DE SÃO PAULO COM BARRACAS VAZIAS

Por fora, o que se vê é um mar de barracas de lona cobrindo um terreno equivalente a oito campos de futebol. Dentro, o que não se vê é sinal de gente na maioria delas.

Nos 60 mil metros quadrados do Portal do Povo, área invadida no Morumbi (zona oeste), 4.000 famílias estão instaladas há quase um mês para reivindicar casa própria, segundo divulga a coordenação do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto).

A Folha esteve por dois dias seguidos no local, em horários diversos, e verificou que a maioria das barracas só serve para demarcar território –e tentar vaga futura no cadastro da casa própria.

O movimento era pequeno tanto de dia como à noite, semelhante ao de algumas invasões de sem-terra no interior do país décadas atrás.

Com cerca de dois metros quadrados cada, as barracas estão fincadas na parte plana do terreno e também em uma encosta íngreme. Abertas nas laterais, a maioria tem os nomes dos “ocupantes” pintados com tinta branca.

Nas barracas, porém, não há espaço para a permanência de uma pessoa adulta ou mesmo de uma família. O que se vê dentro é apenas mato.

O comando do movimento alegou, após ser questionado, que as 4.000 famílias “ocupam” a área, mas que há um revezamento durante a noite.

“O fato de não dormirem 4.000 famílias lá não significa que não precisem de moradia. São pessoas que vivem no entorno em situação precária”, disse Natalia Szermeta, coordenadora do MTST.

Por volta das 19h, uma assembleia do MTST chegou a reunir cerca de 400 pessoas no Portal do Povo. Duas horas e meia depois, ele começou a ser esvaziado de novo.

Após assinar a lista de presença no final da assembleia, a maioria foi embora, formando fila no ponto de ônibus.

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– Cruz Vermelha do Brasil desviando dinheiro de necessitados?

Cerca de 17 milhões de reais que seriam usados para ajudar desabrigados das chuvas da Região Serrana atingidos no verão passado, foram desviados pela Cruz Vermelha Brasileira.

Gente… falamos da CRUZ VERMELHA! Entidade filantrópica mundialmente conhecida.

Que coisa. A corrupção age e contagia gente de bem que não está preparada.

O dinheiro?

Foi parar no… Maranhão!

Lembrou de algo? Paremos por aqui…

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– Fusões da Telefonia: bom ou ruim?

É pública a negociação entre a Oi e a Portugal Telecom (que era uma das donas da Vivo). O negócio envolve bilhões de reais e ajudará as duas empresas, que passam por dificuldades financeiras.

A GVT, que por  enquanto é elogiada por muitos, é namorada pela TIM. Pode dar casamento… Sem falar do péssimo atendimento de Claro + Embratel e Vivo + Telefonica.

O que o cliente brasileiro deve fazer, não? A concorrência não parece “concorrer de verdade”, e a má qualidade é fato que não se resolve…

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– Humor? PCO acusa imprensa e partidos políticos da derrota brasileira

Futebol e Política se misturam?

Muitas vezes. E há certas declarações que fogem da compreensão racional. O que dizer da mensagem do Partido da Causa Operária, radical legenda, sobre o jogo Brasil 1 x 7 Alemanha?

Parece humor, mas não é. Do site do PCO, que costuma não poupar PT ou PSDB, e agora ataca até seus “co-irmãos”:

” A derrota esmagadora da seleção brasileira aconteceu muito antes deste fatídico 8 de julho no Mineirão.

Foi preparada pela direita nacional organizada pelo imperialismo, pelos monopólios capitalistas do esporte, pela imprensa “nacional” (vendida para o capital estrangeiro) e, inclusive pela esquerda pequeno-burguesa que trabalha a serviço da direita como o Psol, o PSTU e outros grupos menores do mesmo quilate.

Acuaram os brasileiros para não torcer pelo Brasil, buscaram de todos os meios desestabilizar o time brasileiro.

A seleção foi derrotada pela política, mais precisamente pela pressão política.

Os jogadores brasileiros, todos muito jovens, provavelmente a seleção mais jovem que o Brasil já teve fez o que pode, não pode ser culpada de nada. Foi perseguida pela imprensa, caçada em campo, teve que lutar contra os juízes e todas as tramoias obscuras e não conseguiu. Tiraram da Copa o seu melhor jogador com o apoio cínico da imprensa. Desarticularam o time e a seleção verde amarela lutou como pode até o gol de honra contra a Alemanha no final do jogo. São o retrato do povo brasileiro e da classe trabalhadora da qual vieram: são grandes jogadores, lutaram muito contra tudo e contra todos e foram esmagados e humilhados.”

Incrível. Ou não entendem nada de bola, ou vivem cegamente o fanatismo totalitário de esquerda. Será que a Dona Lúcia, aquela velhinha-fake acusada de escrever cartas pró-CBF, é filiada ao partido?

A propósito, essa é a pior versão que ouvi para o vexame brasileiro na Copa do Mundo.

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– Hublot no caminho da Rolex?

Algumas empresas conseguem aproveitar o esforço em marketing nos grandes eventos e costumam se destacar.

Desconhecida por muitos no Brasil, a Hublot tem feito ações publicitárias durante o Mundial da FIFA, tornando-se mais famosa.

A empresa suíça de Relógios de Luxo é bem mais nova do que sua principal concorrente, a Rolex (a Hublot tem apenas 24 anos), e conseguiu notoriedade por ser a marca oficial de cronometragem dos jogos da Copa. E vem investindo: contratou figuras importantes e celebridades para seus novos lançamentos, como o “Classic Fusion Pelé”, que custa R$ 57 mil!

A inovação tem sido chamada como principal arma, ao criar “um novo material”, chamado de “Magic Gold” – uma mistura de Ouro 18 quilates com uma cerâmica não divulgada.

Fará sucesso?

Talvez. Só o tempo dirá. Sem trocadilhos.

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– As Inovações Japonesas da Pepsi

Melancia Salgada, Yogurte, Morango Pink, Extra e Black: novos, excêntricos, mas rentáveis sabores da Pepsi, que resolveu testar seus produtos no Japão!

Extraído de: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/pepsi-lanca-sabores-excentricos-no-japao

PEPSI LANÇA SABORES EXCÊNTRICOS NO JAPÃO

Companhia lançou o “melancia salgada”, “Pepsi branca com iogurte” e “morango pink” para atender o gosto dos consumidores japoneses

– A Pepsi vem lançando refrigerantes exclusivos para atender o gosto dos consumidores japoneses. As últimas novidades são os sabores especiais “melancia salgada”, “Pepsi branca com iogurte” e “morango pink”.
A primeira adaptação feita pela companhia no Japão foi a Pepsi Extra, bebida com um maior teor de cafeína e açúcar, comercializada em latas no formato slim, com 200 ml.

O produto é trabalhado localmente como um energético e é promovido como sendo ideal para afastar o sono.

Outro lançamento, a Pepsi Black, é voltado para o público adulto e conta com 50% menos açúcar que a versão tradicional. Já a Pepsi Dry é outra opção excêntrica, já que não possui sabor doce.

Novos sabores de Pepsi no Japão

– Revolução Paulista de 32

Hoje é o dia da lembrança mais importante do Estado de São Paulo: a data (09 de Julho) em que os paulistas saíram pedindo o fim do absolutismo de Getúlio Vargas e a elaboração de uma nova Constituição Brasileira.

Claro que o conflito teve outros interesses, como uma espécie de não aceitação dos acordos políticos do país naquele momento e a minimização da importância de SP na influência nacional. Em alguns momentos, tendeu a ser um movimento separatista, com emissão até de moeda paulista.

Que São Paulo não se acomode com a corrupção e desmandos como fez outrora!

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– 18 bilhões de calote?

Uau! Ouvi uma entrevista do presidente do Itau Unibanco falando sobre os motivos dos juros demorarem a cair no Brasil. O problema seria, principalmente, calote em linhas de giro de capital.

Sabem quanto o banco espera perder? Cerca de 18 bilhões de reais!

Quanto é que se tem que lucrar para poder ter tal perda?

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– O Craque da Camisa 10 da Copa do Mundo até agora é…

Quem tem sido o craque da Copa até agora?

Veja as dicas:

É da América do Sul,

Veste a camisa 10,

Sua Seleção joga de Amarelo ou de Azul,

Tem apenas 22 anos e recentemente fez um contrato milionário na Europa.

Sim, acertou quem pensou no colombiano James Rodríguez! O garoto tem jogado muita bola, já tem 5 gols em 4 jogos na Copa (aliás, a Colômbia tem 100% de aproveitamento no Mundial, e o Brasil…) e seu futebol é vistoso!

Tímido, James pediu delicadamente para que o chamem de “Rámês” ao invés de “Jeimes”, em referência à pronúncia do seu nome. Elogiado como Messi colombiano, tem reagido sem graça aos elogios feitos a ele.

O Brasil não tem um meia esquerda como ele. E, sem dúvida, a atuação dele (e da Seleção Colombiana) contra o Uruguai foi muito melhor do que a de Neymar (e da Seleção Brasileira) contra o Chile.

A um desavisado, poderia achar que a camisa 10 amarela que deu show na tarde de sábado no Maracanã era uma projeção holográfica do Brasil dos anos 70 ou 80, ou uma lembrança do time da Copa das Confederações 2013.

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– Igrejas, ONGs e Universidades

Entrar para a Faculdade é um sonho para muitos brasileiros. E para concretizá-lo, às vezes precisa-se de uma ajuda.

A Folha de São Paulo traz uma matéria interessante: estar ligado a uma ONG ou a alguma Igreja pode ser um bom passo para o ingressante. Abaixo:

Em: http://www1.folha.uol.com.br/saber/980890-faculdades-pagam-ongs-e-igrejas-para-captar-novos-alunos.shtml

FACULDADES USAM ONGS E IGREJAS PARA CAPTAR NOVOS ALUNOS

Surgiu nova figura no meio universitário. Associações de moradores, líderes comunitários, ONGs e igrejas agora estão sendo intermediários entre as faculdades privadas e os jovens trabalhadores de menor renda que se tornaram o principal público-alvo de algumas instituições.

De acordo com o texto, as entidades intermediárias são remuneradas de duas formas: pelos alunos –que pagam uma taxa semestral ou anual para ter o nome incluído no cadastro para bolsas de estudo– e pelas faculdades, que chegam a pagar R$ 100 por matriculado.

As faculdades justificam a contratação da rede de intermediários dizendo que isso é mais eficiente e barato do que gastar com publicidade nas mídias convencionais.

Instituições de São Paulo como Uniban –recentemente adquirida pelo grupo Anhanguera–, Universidade de Guarulhos, UniRadial –ligada ao grupo Estácio de Sá–, Faculdade Sumaré e UniSant’Anna são algumas das que aderiram à prática.

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– Você votou no Tiririca?

Pois é: o campeão de votos Tiririca, aquele do bordão “Pior que tá não fica“, provou que sua propaganda era verdadeira: não ficou pior, ficou igual.

Sabe como foi a atuação do deputado humorista?

– Nenhum projeto aprovado;

– Nenhum pronunciamento oficial;

– Não usou a Tribuna nenhuma vez.

Ele recebeu 1,3 milhão de votos e é congressista há quase 4 anos! Respondeu bem ao seu eleitorado? E é candidato à reeleição…

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– Y é semivogal ou consoante?

Dúvida bobinha, mas persistente: o Y realmente é uma consoante?

Li num artigo e consegui (ufa) a resposta!

(extraído de:

http://super.abril.com.br/blogs/oraculo/por-que-a-letra-y-nao-e-considerada-uma-vogal/?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_super)

“No português, o “y” é consoante”, diz Paulo Henriques Britto, professor do Departamento de Letras da PUC-Rio. Na verdade, na nossa língua, o “y” cumpre, na maioria das vezes, o papel de semivogal, ou seja, o de uma vogal que funciona como uma consoante, abrindo ou fechando uma sílaba. Como a semivogal é uma espécie de consoante, ela ficou classificada como uma consoante.

O “y” entrou no alfabeto latino para representar uma letra do alfabeto grego. Na origem, ele era uma vogal. Quando foi adotado pelas línguas europeias, como o inglês ou o português antigo, passou a ser mais usado como uma semivogal. Na palavra yo (“eu”, em espanhol), tem o valor de uma consoante. No inglês, pode representar uma vogal, como em myth (mito).

Letras são apenas símbolos gráficos. O que pode ser classificado como vogal ou consoante é o seu som, o fonema. Quando falamos uma consoante, a corrente de ar que soltamos encontra uma certa obstrução ao fazer o som. Por exemplo, ao dizer “m”, fechamos a boca. Já nas vogais, a corrente de ar não encontra obstrução. O ar sai da boca sem obstáculos quando dizemos “a”.

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– Contas da Unicamp que assustam!

Quer dizer que as contas da Unicamp foram reprovadas pelos órgãos fiscalizatórios?

Motivo: mais de 95% é gasto com… pessoal!

Caramba… investimento em pesquisa poderia ser maior caso o efetivo fosse reduzido, não?

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– Fazer o quê nas Eleições, José?

Na última pesquisa DataFolha, todos os presidenciáveis caíram na intenção de voto. E o segundo maior percentual na enquete é o de indecisos: 30%!

Seria bom que fossem eleitores com dúvida sobre quem seria o melhor candidato, devido a qualidade deles. Mas, infelizmente, a indecisão é pela pouca virtude dos mesmos…

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– Empresas em dificuldade e férias coletivas no Brasil

Samsung, Semp Toshiba, Yamaha… e tantas outras grandes empresas do país estão dando férias coletivas a seus funcionários.

Já viram como estão os pátios das montadoras?

E os estoques por aí?

Pior de tudo é ter gente que não acredita que o país está em crise…

Legado da dona Dilma ou acaso econômico?

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– Dicas dos EUA para americanos que virão à Copa

Ora essa! O Governo dos Estados Unidos divulgou uma série de dicas/aconselhamentos ao cidadão que virá ao Brasil assistir a Copa do Mundo.

Veja só se algumas delas são válidas ou não:

  1. “Carreguem camisinhas compradas em seu país natal, pois, ao comemorar gols, as pessoas podem incentivar viajantes a fazer sexo sem proteção, especialmente se álcool e drogas estiverem envolvidos
  2. “Opte por acomodações entre o 2º e o 6º andares nos hotéis. Um quarto no 1º andar de um hotel pode oferecer acesso mais fácil para criminosos. Quartos no 7º andar e acima podem dificultar a fuga em caso de um incêndio”.
  3. “É recomendável tomar injeções contra sarampo, rubéola, caxumba, difteria, tétano, coqueluche, catapora, poliomielite e gripe. Se possível, também para hepatite A e B, febre amarela e raiva.”
  4. Não nadar em rios e lagos.”
  5. “Cuidado com sequestros-relâmpago, crimes de rua e furtos em lugares públicos, como aeroportos, recepção de hotéis e estações de ônibus, pois a taxa de homicídios é quatro vezes maior que a dos EUA e a de outros crimes é tão alta quanto“.
  6. “A polícia costuma usar gás lacrimogênio e unidades montadas para dispersar manifestantes políticos, tenha cuidado”.
  7. “Se souber de protestos nas proximidades, permaneça dentro de um local com portas e janelas fechadas”.

E aí, preocupações pertinentes ou não? Aliás, se você fosse americano e recebesse esse guia, como reagiria?

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– A Inflação está aí e é Inegável!

Vá ao mercado e anote os preços. No mês que vem, reveja-os. “Cumé” que a inflação é só de 0,5 ou 0,6%?

Frutas dispararam! Não vale dizer que é só pela sazionalidade. Em 3 mercados encontrei esses preços aproximados: ameixa era R$ 9,99 e passou para quase R$ 30,00; pêssego era R$ 12,99 e passou para quase R$ 30,00; kiwi era R$ 6,99 e passou para quase R$ 15,00.

A Economia está ou não degringolando?

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– Bolsa, bolsa, bolsa…

Defendo o assistencialismo responsável, que ajude a pessoa a se reerguer e garanta uma vida digna.

“Salário” como bolsa-auxílio não pode. Deve ser uma espécie de complemento e socorro aos necessitados provisoriamente. Porém, como incentivo a acomodação perpétua, não.

Estamos no país das “bolsas”?  Sim. E em época de Eleição… mas veja esse comprovante (abaixo): eu também gostaria de uma “ajuda de custo mensal” como essa!

Por quê eu não tenho direito também? Trabalho bastante, pago meus impostos

De onde vem esse recurso financeiro? Dos impostos de quem?

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– País Civilizado?

Índios se juntaram a manifestantes e a esquerdistas radicais em Brasília, a fim de protestar contra a Copa do Mundo.

Mas como poucos sabem ser pacíficos… Ontem, durante os protestos, policial foi atingido por fechada na perna.

E se o oficial morre?

Já foi o tempo em que índio (alguns) eram ingênuos e coitadinhos… Os “índios urbanos” são danados também!

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– Petrobrás é a empresa mais endividada do mundo?

Estamos vendo as grandes críticas realizadas à Petrobrás. Mas veja: há quase 1 ano, a empresa brasileira já era a mais endividada do mundo!

Extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,petrobras-e-a-empresa-com-mais-dividas-no-mundo,1087347,0.htm

PETROBRÁS É A EMPRESA COM MAIS DÍVIDAS NO MUNDO

Segundo relatório do BofA, a dívida da empresa cresceu muito por causa do programa para elevar a produção offshore

A Petrobrás é agora a empresa mais endividada do mundo, segundo relatório divulgado pelo Bank of America Merril Lynch. “A dívida da Petrobrás cresceu rapidamente com a empresa implementando um ambicioso programa de investimento de US$ 237 bilhões para o crescimento de sua produção offshore”, informa o documento.

Segundo o BofA, um importante fator para a Petrobrás reverter a tendência de alta da sua alavancagem seria impulsionar o seu Ebitda (geração de caixa), o que ocorreria com um aumento de produção.

“Sem uma produção maior, a alavancagem continuará a crescer a menos que ocorra um forte aumento nos preços da gasolina e uma forte redução no programa de capex (investimento)”, segundo o documento. Para a equipe de análise, a produção da estatal deveria crescer para 3,8 milhões de barris por dia para que a alavancagem da empresa comece a cair.

“Os próximos 6 a 18 meses serão, esperançosamente, o início de uma importante virada para a Petrobrás em termos de produção”, ainda de acordo com o documento.

Outro ponto relevante é o aumento dos preços. “De acordo com a diretoria, um aumento adicional de preços é possível no curto prazo”, afirma a analista que assina o documento, Anne Milne, que julga difícil “dada a fraqueza no crescimento da economia, pressão inflacionária, um real fraco e risco de protestos sociais”.

Outro ponto que poderia ajudar na redução do endividamento da petrolífera seria a redução do programa de investimentos. “A empresa identificou US$ 29,5 bilhões em projetos que estão com baixa valorização”, destaca a analista. Ela frisa que movimento de venda de ativos e de joint ventures pode ajudar a Petrobrás, além de um amplo programa de redução de custos.

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– E o Itaquerão segundo a Revista Exame?

Só agora li a polêmica e bombástica reportagem sobre a construção da Arena Corinthians que saiu nesta semana na Exame (ed 1066, 28/05/14, pg 42 a 54 – isso mesmo, 12 páginas, matéria de Maria Luiza Filgueiras e Thiago Bronzatto, intitulada: “A SAGA DE ITAQUERA”).

Qualquer pessoa sensata deve ter tido duas reações: a primeira, de espanto pelas negociatas escancaradas; a segunda, de revolta pelo mau uso do dinheiro público e facilitações burocráticas!

Alguns dados:

1- O Itaquera Stadium (como está sinalizado nas ruas da capital paulista) será o segundo estádio com custo por assento mais caro da história das Copas.

A- Estádio Mané Garrinha (Copa 2014 no Brasil): R$ 20.538,00 por assento

B- Arena Corinthians (Copa 2014 no Brasil): R$ 17.647,00 por assento

C- Arena Amazônia (Copa 2014 no Brasil): R$ 14.791,00 por assento

D- Maracanã (Copa 2014 no Brasil): R$ 14.171,00 por assento

E- Allianz Arena (Copa 2006 na Alemanha): R$ 13.900,00 por assento

F- Stade de France (Copa 1998 na França): R$ 11.100,00 por assento

G- Soccer City (Copa 2010 na África do Sul: R$ 8.900,00

Como se vê, os estádios brasileiros são os mais caros do mundo e o do Corinthians custou o dobro do principal estádio do último Mundial…

2- Custo Parcial. O dinheiro, até agora, veio de financiamentos por organismos estatais:

A- R$ 420 milhões por Incentivos fiscais da Prefeitura de São Paulo;

B- R$ 400 milhões pelo PróCopa através do BNDES;

C- R$ 350 milhões como Adicional da Caixa Econômica Federal.

Total: 1,17 bilhão de reais.

Em tempo: alguns empréstimos isentam a Odebrecht como fiadora, caso o Corinthians não pague a Caixa, por exemplo.

3- Há 4 processos de investigação por 3 órgãos:

A- Suspeitas de Garantias Irreais: O Ministério Público Federal investiga o clube que deu como garantias terrenos ao BNDES na Zona Leste no valor de R$ 1,2 bi. Porém, foram avaliados 30% a mais do que imóveis prontos.

B- Incentivos Fiscais Suspeitos: O Ministério Público de São Paulo, através do promotor Marcelo Milani, declarou que o impacto das verbas liberadas pelo BNDES é tão alto e estranho que suplanta o Mensalão.

C- Dados Não Revelados: O Tribunal de Contas da União acusa o BNDES de não mostrar com clareza as cláusulas dos empréstimos e esconder as informações verdadeiras sobre a liberação de crédito.

D- Favorecimento: O TCU apura a facilitação de verbas sem capacidade de pagamento comprovada.

4- Pessoas Responsáveis na Construção:

A- Presidente Lula, buscando reforçar seu nome entre os eleitores corinthianos, marcou reuniões entre Andrés Sanches com Emílio e Marcelo Odebrechet em um resort na praia de Comandatuba. Ali acordaram o estádio.

B- Marcelo Odebrecht: lucrar com as obras do Estádio e manter bom relacionamento da sua construtora com o Governo Federal.

C- Andrés Sanches: Usar o estádio como palanque à sua candidatura como Deputado Federal.

D- Gilberto Kassab: o então prefeito queria trazer a abertura da Copa para a cidade de São Paulo a qualquer custo

5- Receitas Ilusórias para pagar os empréstimos do Estádio ao Governo até 2028 e a Odebrechet (em R$):

A- Faturar 120 milhões por ano com bilheteria (o Milan arrecada 79 milhões).

B- Faturar 95 milhões com camarotes (o Maracanã arrecada 10 milhões).

C- Faturar 60 milhões por ano com naming rights (a Arena O2 do Arsenal, em Londres, fatura 22 milhões).

D- Faturar 40 milhões por ano com shows (o Morumbi arrecada 4 milhões; em breve, a Arena do Palmeiras concorrerá com os outros dois estádios).

E- Faturar 30 milhões com cobrança de entradas a turistas por ano em visitas ao Itaquerão (o Museu do Futebol no Pacaembu fatura 2 milhões).

Vai pagar o estádio com essas verbas?

A PERGUNTA/DÚVIDA FINAL: tudo isso remete a uma grande irresponsabilidade do Governo Federal e demais autoridades, que arriscaram um estádio inteiro financiado sem garantias de pagamento (já que quem deve é o Corinthians e a Odebrecht é um “avalista em termos” – sem responsabilidade de quitação em caso de calote (incrível isso!); ou tudo foi planejado justamente para não pagar, sabendo que tal engenharia financeira apenas mascararia os números, enganando a opinião pública e iludindo os cidadãos?

O medo (não só meu, mas de todos) é: o temor de que o Governo tenha arquitetato dar um estádio de 1,2 bilhão de reais a um clube de futebol (seja ele qual for) em troca de populismo e desvios de verbas por corrupção, sendo que há tantas prioridades em nosso país que deveriam ser priorizadas com tal montante.

O que você acha? Deixe sua opinião:

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– São Paulo é ponto turístico mais preferido do que o Rio de Janeiro?

Ora, ora… quer dizer que o RJ foi ultrapassado por SP como destino turístico preferido no Brasil?

Incrível…

Extraído de: http://oesta.do/1lHHHKi

SÃO PAULO PASSA RIO EM LISTA DE DESTINOS PREFERIDOS

Cidade foi eleita o melhor destino do Brasil em premiação do site de viagens TripAdvisor que avalia quantidade e qualidade de hotéis, restaurantes e atrações

Provavelmente o destino turístico mais conhecido do País, o Rio perdeu a preferência entre visitantes estrangeiros e brasileiros. No prêmio Travelers’ Choice Destinos 2014, promovido pelo site de viagens TripAdvisor e que terá os vencedores divulgados nesta terça-feira, 8, São Paulo foi eleito o melhor destino do Brasil. O Rio ganhou no ano passado.

“São Paulo é um destino reconhecido por viajantes de todo o mundo, inclusive pelos próprios brasileiros. Em uma pesquisa recente feita com nossos usuários para celebrar os 460 anos da cidade, perguntamos quais eram as suas principais impressões sobre a capital paulista. Entre todos os pontos levantados, a gastronomia foi o item mais bem avaliado”, afirmou Blanca Zayas, porta-voz do site no Brasil.

Curtir a noite na cidade, fazer compras e passeios culturais e praticar atividades ao ar livre também ganharam destaque da pesquisa.

Em sua sexta edição, a premiação reconhece cerca de 500 destinos, em 40 países, e se baseia em milhões de comentários no TripAdvisor. As cidades vencedoras são determinadas pela qualidade e quantidade de avaliações dos hotéis, atrações e restaurantes ao longo de 12 meses.

No site de viagens, várias pessoas também citam a Avenida Paulista como um símbolo da cidade. “A Paulista é um local seguro, que tem alguma vida noturna e é o centro comercial da cidade. Eu sempre fico ali, é seguro e barato ir de táxi para qualquer lugar. O Museu de Arte Moderna (Masp) está lá (maravilhoso), além de restaurantes legais. Você consegue sentir São Paulo dali”, disse um usuário ao ser questionado se a avenida era um local interessante para se hospedar.

O TripAdvisor tem mais de 150 milhões de avaliações e recebe mensalmente 260 milhões de visitas em todo o mundo.

Além de São Paulo, o Brasil tem outras 12 cidades no ranking das 25 melhores da América do Sul. A vencedora sul-americana foi Buenos Aires. Istambul foi o destino campeão no mundo, seguido de Roma, Londres e Pequim.

Confira o ranking:

Cidades brasileiras vencedoras na América do Sul:

3. São Paulo, São Paulo
4. Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
10. Gramado, Rio Grande do Sul
11. Salvador, Bahia
13. Florianópolis, Santa Catarina
14. Curitiba, Paraná
17. Fortaleza, Ceará
19. Natal, Rio Grande do Norte
20. Trancoso, Bahia
21. Jericoacoara, Ceará
22. Belo Horizonte, Minas Gerais
23. Búzios, Rio de Janeiro

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– Rio de Janeiro e o Prefeito Brincalhão

Piada?

Nada disso. É sério: Eduardo Paes, prefeito carioca, mandou publicar no Diário Oficial uma medida curiosa do seu programa cultural chamado “Pró-Carioca”.

Qual é ela?

Todos os alunos estão obrigados a cantar, uma vez por semana, a canção “Cidade Maravilhosa”.

Se Carmem Miranda (que cantou essa marchinha na década de 30) fosse viva, talvez ficasse pensativa se no Rio de Janeiro do século XXI não existisse coisas mais importantes para se fazer na Educação do que decorar sua música…

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– Ferrovia Norte-Sul faz 27 anos e remete às lorotas de Sarney!

Quando foi anunciada em 1987, a Ferrovia Norte-Sul foi pregada como a grande, definitiva e verdadeira obra de integração do Brasil, segundo o presidente José Sarney.

Eu era adolescente e acreditei. Mas 27 anos depois… apenas 45% da obra foi concluída, já custou R$ 6,7 bilhões de reais e trechos como o de Anápolis (GO) até Palmas (TO) terão que se refeitos pelo péssimo serviço executado, onde os trilhos estão, acredite, desbitolados!

Acredite: Dilma Rousseff, em evento sobre a ferrovia nesta 5a feira, elogiou o andar das obras e parabenizou Sarney pela iniciativa.

Caramba… não tem nenhum assessor para avisar a presidente que certas coisas não devem ser ditas?

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– Brasil perde sua 1a Dama do Futebol

Para as coisas do amor não há explicação. Mesmo com a diferença de aproximados 50 anos de idade entre os enamorados nunca tendo sido um empecilho, Marco Polo Del Nero rompeu o seu noivado e deixará a CBF sem uma Primeira Dama.

Carolina Galan, a ex-noiva, é talvez quem tenha sofrido mais: com o casamento desmarcado, perdeu o noivo e o seu programa na TV FPF, que saiu do ar. Tudo logo após o pleito que elegeu o dirigente paulista ao comando do futebol nacional…

Assim como tudo começou fulminante (o olhar clínico de Marco Polo percebeu a estudante na Escola de Árbitros da FPF e logo viu o tato jornalístico da moça, galgando-a para outras searas e posteriormente se tornando um romance), acabou de maneira inesperada.

Vida que segue… o cargo ficará vago?

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– Rui Falcão, o Democrata!

Quem te viu e quem te vê…

Rui Falcão, presidente do PT, declarou:

Há muitos debates no Brasil, isso não é bom. Por quê tanto debate para presidente?

Uau! Não defendiam antes o diálogo, o debate, a democracia?

Como o poder faz mal para alguma pessoas…

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– Qual a sua Seleção de Prioridades para o Brasil?

Nas brincadeiras que circulam nas redes sociais sobre a Copa do Mundo, há desde gozações bobinhas até questões políticas sérias.

Uma delas me chamou a atenção: 11 pontos prioritários escalados pelo povo! Gostei da Seleção, que compartilho abaixo:

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– E a Justiça nos festejos da Libertação dos Escravos?

Muitas teorias absurdas de pseudo-intelectuais ganhavam coro na Europa, como a do iluminista escocês David Hume, que em 1770 dizia:

Que negros sejam naturalmente inferiores aos brancos”.

Idiotice da época. A cor da pele nada faz para que se mude a dignidade das pessoas. Porém, mundo afora tivemos racismos históricos. A escravidão no Brasil, exemplo clássico.

Porém, em 13 de maio de 1888 a Princesa Isabel aboliu a escravatura. Foi a salvação para os negros?

Nada disso. Foi uma demagógica lei. No dia 12, eles dormiam em Senzalas e se alimentavam muito mal. No dia 13, foram livres e ficaram sem casa e sem comida.

Claro, o acerto foi a proibição da exploração. O grande erro foi a falta de assistencialismo da Lei, que deixou os pobres escravos ao Deus-dará.

Fica a histórica indagação: a Princesa Isabel bobeou e não pensou no futuro dos ex-escravos, ou simplesmente fez politicagem para ganhar os louros da fama?

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– Insensibilidade do Funcionário Público do Posto de Saúde

Em Rio Verde (GO), um funcionário abusou do bom senso: colocou um aviso onde dizia que “crianças que choram na fila de espera serão atendidas por ‘últimos’.”

Além de insensível, é burrrrro. Matou a língua portuguesa!

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– Etanol ou Gasolina no Tanque?

Faça as contas: a tabela mostra a relação de preço entre Gasolina e EtanolVeja o preço da gasolina na coluna da esquerda e até QUANTO o etanol deixa ou não de ser vantajoso (na coluna da direita). Por exemplo: se a Gasolina está R$ 2,75, o Etanol passa a ser desvantajoso a R$ 1,92:

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– Disparates Salariais entre Gêneros e outros Indicadores

Mulheres com mestrado ganham menos do que homens; negros representam apenas 2% da população que chega ao Doutorado. Outros números interessantes revelados por UOL Educação, extraído de:http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/04/23/mulheres-com-mestrado-ganham-menos-do-que-homens-titulados.htm

MULHERES COM MESTRADO GANHAM MENOS DO QUE HOMENS TITULADOS

O número de mulheres com mestrado no Brasil é maior que o número de homens com a mesma titulação. Elas representam 53,5% dos mestres no país e eles, 46,5%. No entanto, em termos de remuneração, as mulheres ganham em média R$ 5.438,41, 28% a menos que os homens, que recebem R$ 7.557,31. Os dados foram divulgados nessa segunda-feira (22) pelo CGEE (Centro de Gestão e Estudos Estratégicos) no estudo “Mestres 2012: Estudos da Demografia da Base Técnico-Científica Brasileira”.

Segundo o estudo, que utiliza dados do final de 2009, as mulheres têm uma participação maior (71%) nas áreas de linguística, letras e artes. Na área de ciências sociais aplicadas, onde a remuneração é maior, as mulheres representam 43,2% dos empregados.

Na segunda área de maior remuneração, as engenharias, as mulheres têm a menor participação relativa entre os empregados, 27,9%.

Os números mostram que, dentro de uma mesma carreira, ocorre diferenciação. Nas engenharias, homens com mestrado ganham em média, R$ 8.430,18. As mulheres com a mesma formação e carreira, recebem em média, R$ 6.133,98. Em linguística, letras e artes, carreira em que são maioria, as mulheres recebem em média R$ 4.013,87 e os homens, R$ 4.659,60.

Um dos fatores para essa diferença salarial, explica a coordenadora técnica do projeto, Sofia Daher, assessora técnica do CGEE, é que existem “menos mulheres em cargos de confiança, nos quais os salários são maiores”.

DISTÂNCIA REGIONAL

A diferença aparece também entre as regiões. “Em 2010, a remuneração média mensal dos mestres que eram mulheres era 44% menor do que a dos homens nas regiões Sudeste e Sul. Nas regiões Centro-Oeste e Nordeste, a diferença era respectivamente 38% e 37% enquanto que na Região Norte era 18%”, diz o estudo.

“A diferença de remuneração por gênero é algo que temos que pensar e melhorar. A educação corrige uma parte, mas não corrige totalmente a distinção que está na sociedade”, diz o presidente do CGEE, Mariano Laplane. O mesmo, segundo ele, se aplica para a população negra.

Os brancos, que correspondem a 47% da população, representam 80% dos mestres e doutores. Os pardos, que são 42% da população, representam 16% dos mestres e 12% dos doutores. Os negros são 8% da população, 3% dos mestres e 2% dos doutores.

Em dados gerais, de 1996 a 2009, a formação de novos mestres cresceu 10,7% no país. O Distrito Federal é a unidade federativa com maior número de mestres por habitante, 5,4 mestres por mil habitantes entre 25 e 65 anos de idade. Cerca de 43% desses profissionais atua na área de educação. A titulação oferece um aumento de salário –  mestres recebem 83% a mais que graduados e doutores 35% a mais que mestres.

“O mestrado é um treinamento rápido, de dois anos, que atende a uma demanda maior que o doutorado. O mestrado atende a uma demanda do setor produtivo da nossa economia. Temos conseguido expandir a etapa de ensino para regiões mais carentes, para formar mão de obra qualificada”, diz Laplane.

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– Shandong, o time chinês mais brasileiro do campeonato local

Parece ser o novo eldorado do futebol mundial. E como em todos os lugares do mundo, também na China os brasileiros têm a simpatia dos torcedores.

Conhece o Shandong? Veja as curiosidades do dia-a-dia dos jogadores.

Extraído de:

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/162441-china-brazuca.shtml

CHINA BRAZUCA

Com 12 brasileiros, como Vagner Love, o time chinês Shandong paga bem, mas cobra muito

Por Marcelo Ninio

“Lo fu”, “Lo fu”, gritam jovens vestidos com a camisa laranja do Shandong Luneng, a nova sensação do futebol chinês. “Lo fu” é como sai na pronúncia local o nome do atacante brasileiro Vagner Love, camisa 10 e principal estrela da equipe.

Torcedor-símbolo do time, o fanático e rechonchudo Wang Da Quan tem estampados na camisa os rostos dos reforços brasileiros.

Com um megafone, repete os nomes na porta do Estádio Olímpico de Jinan, onde o Shandong Luneng se prepara para mais uma partida do campeonato chinês.

O atacante Aloísio, ex-São Paulo, é conhecido como “Ye Niu” (búfalo selvagem, versão chinesa para boi bandido), o técnico Cuca é “Cu Cá” e o volante Júnior Urso, ex-Coritiba, virou “Wu Suo”.

“Adoramos o futebol brasileiro e confiamos no Cu Cá!!”, reverbera Wang entre gritos de kung fu em seu alto-falante particular, montado num patinete elétrico.

Enquanto os torcedores chineses dobram a língua e reinventam os nomes de seus novos ídolos, os brasileiros se desdobram para traduzir os segredos da bola aos chineses. Tarefa árdua, movida a muito dinheiro.

Atraída por salários milionários, uma legião de brasileiros nunca vista na China desembarcou há poucos meses em Shandong.

A província, no sudeste do país, é conhecida por ser a terra natal do filósofo Confúcio e o local de origem da primeira versão do futebol, há mais de 2.000 anos.

Mas o que interessa aos dirigentes do Shandong Luneng é o futuro, e eles têm pressa em ver resultados.

Propriedade de uma estatal de energia elétrica, o time foi o que mais investiu nesta temporada do futebol chinês, mais de R$ 80 milhões.

“Não tem xingamento, nem torcedor querendo nos bater em aeroporto, mas quando há um tropeço sou chamado para uma conversa com o chefão. Não tem essa história de paciência oriental”, diz Cuca.

O treinador compara o investimento feito hoje pela China ao que ocorreu nos anos 1990 no Japão, quando a chegada de Zico e outros brasileiros marcou a ascensão do futebol do país. “Isso também vai acontecer aqui”, afirma o técnico.

Das preleções às broncas na beira do gramado, Cuca e os demais preparadores dependem de um tradutor para tudo. Mas a maior dificuldade é ensinar aos chineses a malandragem brasileira.

“Eles são muito tímidos”, diz Cuca. “E falta malícia. Não sabem ganhar uma falta, só caem quando a porrada é muito forte”.

Há três meses no cargo, Cuca já é alvo de críticas da imprensa local, que questiona se ele vale o salário mensal de R$ 1,5 milhão, considerado o mais alto já pago a um treinador brasileiro.

A expectativa está à altura do investimento. No contrato de Cuca, uma cláusula estipula que o time deve ser campeão mundial interclubes até 2016. Ou seja, fazer o que ele não conseguiu com o Atlético-MG em 2013.

A meta é repetir o sucesso do maior rival, o Guangzhou Evergrande, de Cantão. No ano passado, sob o comando do treinador italiano Marcello Lippi, o time sagrou-se tricampeão chinês e venceu a Liga dos Campeões da Ásia, com atuações decisivas dos brasileiros Muriqui e Elkeson e do argentino Conca.

Vagner Love, o primeiro da nova onda brasileira a chegar a Shandong, no ano passado, conquistou rapidamente o torcedor com seu jeito irreverente e seis gols em dez jogos no fim de 2013.

Love diz não sentir a pressão. “Pode até ter, mas como não entendo o que eles falam, não fico sabendo”, ri Vagner, que foi trazido do CSKA Moscou por R$ 19 milhões, na transação mais cara feita pelo Shandong.

No último sábado, só deu Love na vitória do Shandong fora de casa contra um de seus principais rivais, o Beijing Guoan. Agradecida, a torcida já aprendeu e canta o sucesso de Claudinho e Buchecha: “Só love, só love…”.

LOST IN TRANSLATION

Para implantar sua filosofia na terra de Confúcio, Cuca cercou-se de compatriotas. No total são 12 brasileiros no Shandong, incluindo três jogadores e nove preparadores, além do meia argentino Montillo, que jogou no Santos.

A invasão verde e amarela mudou a cara e os costumes do time. Nos corredores do moderno centro de treinamento, quadros digitais informam em português e chinês a programação do dia.

Um batalhão de dez tradutores foi convocado para ajudar os brasileiros e suas famílias em Jinan, capital da província de Shandong.

“Poucos clubes do Brasil oferecem essas condições”, diz Luiz Alberto Rosan, fisioterapeuta da seleção brasileira desde 1998 e um dos membros da comissão técnica montada por Cuca.

Como todos os outros brasileiros, Rosan vive às voltas com confusões provocadas por enganos na tradução.

Recentemente, examinou um dos jogadores chineses que se recuperava de uma lesão e disse que ele já estava pronto para receber alta. Misteriosamente, o jogador desapareceu.

“O tradutor não sabia o que era alta e disse ao jogador que ele tinha que melhorar de nível. Por isso ele sumiu do time, para voltar em mais alta forma”, relembra Rosan. “Mal-entendidos como esse são comuns”.

FALTA DE LAZER E POLUIÇÃO INCOMODAM

Com humor negro, torcedores do Shandong dizem que a cor laranja do uniforme do time é para facilitar a visão dos jogadores no meio da poluição.

Uma névoa densa cobria o estádio de Jinan quando foi dado o pontapé inicial do jogo entre o Shandong Luneng e o Hangzhou Greentown, no sábado.

Naquele momento, Jinan estava em primeiro lugar no ranking das cidades mais poluídas da China, com índice dez vezes superior ao máximo recomendado pela OMS (Organização Mundial de Saúde).

A poluição não deteve o time laranja, que venceu por 2 a 0, com um golaço de Vagner Love.

Para os brasileiros que desembarcaram em Jinan, a poluição nem é considerada o maior problema. O pior é a falta do que fazer.

Atraídos por salários que multiplicaram por quatro ou cinco o que ganhavam no Brasil, jogadores e preparadores se mudaram de vez já com contrato assinado, sem saber para onde estavam indo.

Alguns vieram com a informação de que Jinan é uma cidade pequena. Ao chegarem, descobriram que na China uma cidade com 6 milhões é considerada pequena.

O ritmo chinês impressionou. “É a primeira vez que vejo uma cidade com mais prédios em construção do que já construídos”, disse Maiara, 25, filha de Cuca.

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– E se Tiradentes fosse vivo?

Tiradentes é simbolo de abnegados de um país revoltado com tantos impostos.

Caramba, e hoje é diferente daquele cenário? Some-se a violência, a falta de escolas, saúde precária…

O “Zé Quim” ficaria mais fulo ainda se observasse tudo isso!

Conheça, extraído de: http://educacao.uol.com.br/biografias/joaquim-jose-da-silva-xavier-tiradentes.jhtm

TIRADENTES

Líder da Inconfidência Mineira e primeiro mártir da Independência do Brasil, Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, nasceu em Minas Gerais em 1746, filho do proprietário rural português Domingos da Silva Santos.

Antes mesmo de freqüentar a escola, já havia aprendido a ler e escrever com a mãe. Órfão de mãe e pai desde a juventude, ficou sob a tutela de um tio até a maioridade, quando resolveu conhecer o Brasil. Já adulto, foi tropeiro, mascate e dentista (daí o apelido). Trabalhou em mineração e tentou a carreira militar, chegando ao posto de alferes no Regimento de Cavalaria Regular.

Foi na tropa que Tiradentes entrou em contato com as ideias iluministas, que o entusiasmaram e inspirariam a Inconfidência Mineira, a primeira revolta no Brasil Colônia a manifestar claramente sua intenção de romper laços com Portugal, marcando o início do processo de emancipação política do Brasil.

A revolta foi motivada ainda pela decisão da coroa de cobrar a derrama, uma dívida em atraso. A conspiração foi delatada por Joaquim Silvério dos Reis e todos os seus participantes foram presos.

Sobre Tiradentes, recaiu a responsabilidade total pelo movimento, sendo o único conspirador condenado à morte. Enforcado em 21 de abril de 1792, teve seu corpo esquartejado. Seus membros foram espalhados pelo caminho que ligava o Rio de Janeiro a Minas Gerais. Sua cabeça foi exposta em Vila Rica.

Com a morte de Tiradentes, o Estado português queria demonstrar uma punição exemplar para desencorajar qualquer revolta contra o regime colonial. Tiradentes tornou-se mártir da Independência e da República.

Com informações da Nova Enciclopédia Ilustrada Folha

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– Como Nasce uma Favela!

A velocidade impressiona: o que dizer da Comunidade Nelson Mandela, uma favela à beira do Rodoanel que inexistia há 3 meses e, de repente, surgiram 7000 barracos?

Lá ainda não tem energia elétrica, mas bares e drogas… E, claro, participação do MST e até um “dono / prefeito / líder da comunidade”.

Abaixo, extraído de:

http://m.estadao.com.br/noticias/cidades,favela-com-7-mil-barracos-se-forma-as-margens-do-rodoanel,1155638,0.htm

FAVELA COM 7 MIL CASAS SE FORMA ÀS MARGENS DO RODOANEL

Por Felipe Resk

OSASCO – A imagem é estarrecedora. Pela fotografia aérea, se vê uma enorme área verde, às margens do Rodoanel Mário Covas, em Osasco, apinhada de pontinhos brancos por todos os lados do morro. Na foto não dá para perceber direito, mas cada pontinho daquele corresponde a um barraco de madeira. Mesmo os motoristas que atravessam à toda a rodovia se espantam. Três meses atrás, não havia nada ali. Como uma favela apareceu, assim, do dia para noite? O que muitos não sabem é que os moradores anônimos “daquela invasão lá do Rodoanel” já têm adjetivo pátrio e tudo. São mandelenses: da Comunidade Nelson Mandela.

O terreno, uma propriedade privada de dimensão desconhecida, começou a ser ocupado em 14 de janeiro, exatos 29 dias após o enterro do líder sul-africano Nelson Mandela em Qunu, vilarejo onde cresceu. Até então, os novos moradores eram poucos, vindos de periferias de Osasco e de cidades vizinhas, principalmente Barueri e Carapicuíba, todas da Grande São Paulo. Capinaram o mato alto, improvisaram umas cercas e, em dois ou três dias, os barracos estavam prontos. As toras de madeira encontravam-se fincadas no chão duro, as folhas de madeirite bem pregadas nas toras e havia qualquer coisa por cima de tudo, sejam lonas pretas ou telhas de zinco. Estágio da construção que na comunidade é classificado como “só falta entrar”. Porque mandelense não mora, mandelense entra.

Duas semanas depois, o número saltou para 500 casinhas de madeira, tão precárias quanto as primeiras, construídas em lotes que seguem, bem mais ou menos, um padrão de 60 metros quadrados. Hoje, os moradores falam em 7 mil habitações, espalhadas de cima a baixo do morro, boa parte delas ainda sem energia elétrica, o que impossibilita a ocupação imediata. Se em cada barraco morar apenas uma pessoa, para considerar a possibilidade mínima, a população da Comunidade Nelson Mandela já seria superior a de 30% dos municípios de São Paulo. Há também bares e vendas no local. A cada instante, um caminhão carregado de material de construção pena para passar por ruas de terra, estreitas e acidentadas, obrigando quem está a pé a tapar o nariz com a camisa para não ter de engolir poeira.

A história da comunidade não é muito diferente de outras favelas e ocupações irregulares do Brasil. “A causa é primordialmente a pobreza”, diz o professor Antônio Cláudio Moreira, do Departamento de Projeto da Faculdade de Arquitetura da Universidade de São Paulo (USP), que pesquisa o assunto desde 1958. Na visão do professor, a ocupação é resultado da soma do déficit habitacional com um terreno desocupado. No caso específico, um morro na altura do quilômetro 11 do Rodoanel, então destinado à expansão de um aterro sanitário, que fica atrás do terreno. A região pertence à zona norte de Osasco, mas numa área de divisa com Barueri. Tão divisa que, quando questionada, nem mesmo a prefeitura de Barueri soube dar certeza se parte da comunidade pertencia ao seu território, sendo necessário verificação para confirmar ou desmentir qualquer palpite. Isso no final de março, quase dois meses depois do início da ocupação.

A Secretaria de Habitação de Osasco não confirma o número de habitantes na Comunidade Nelson Mandela. “Por ser área privada, a prefeitura não tem informações oficiais”, explica. Em nota, ainda afirma: “Ao que consta, os proprietários (do terreno) ingressaram com ação de reintegração de posse, em análise pela Justiça, sem sentença”. No entanto, o advogado Rafael Alves dos Santos, que presta consultoria jurídica aos atuais ocupantes, garante ter feito pesquisas no Fórum e na prefeitura de Osasco. “Até agora, não encontramos nada sobre reintegração de posse”, conta. O Ministério Público também diz não existir nenhuma ação referente ao caso em sua alçada.

Donos- Outra ponta solta da história são os proprietários daquela área toda. Na Comunidade Nelson Mandela, ninguém sabe quem são. A prefeitura de Osasco diz que, por atribuições legais, não pode informar a titularidade do terreno, apenas frisa ser particular, assim como o governo de São Paulo. “A comunidade está fora da faixa de domínio” é a justificativa da concessionária CCR, responsável por administrar o Rodoanel e que há dois meses monitora a situação por meio do setor jurídico da empresa junto às prefeituras de Osasco e Barueri. A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) também não tem informações.

A prefeitura de Osasco informa que não foi procurada pela comissão de representantes da ocupação. Também afirma não se tratar, aparentemente, de uma região “indicada ao uso habitacional”, o que inviabiliza a consolidação da Comunidade Nelson Mandela naquele espaço. Para isso, aponta três motivos. O primeiro deles, porque é “de amplo conhecimento o risco existente de deslizamentos”, preocupação compartilhada pela concessionária CCR. O segundo é a existência do aterro sanitário, cuja expansão, diz, fica seriamente comprometida. E por último, por se tratar de uma área “não edificável ao longo do Rodoanel”.

“O terreno não exercia a função social da terra, ia virar um lixão”, contrapõe Santos. O advogado ainda planeja protocolar uma carta ao governador Geraldo Alckmin e outra ao prefeito de Osasco, Jorge Lapas, com o pedido de apropriação do local em favor dos mandelenses. Por enquanto, diálogos com a prefeitura e a Câmara Municipal de Osasco foram apenas informais. Ele também admite não ter sido feita qualquer análise técnica para avaliar as áreas de riscos da ocupação. “O terreno é antigo e forte, mesmo assim já estamos providenciando um engenheiro para fazer o laudo oficial”, diz.

Comércio-  Rafael Alves dos Santos tem certeza de que a Comunidade Nelson Mandela faz bem à região. “Eles movimentam o comércio local. Olhe só quanto não compraram de madeira.” Em uma conta rápida, cada barraco usa pelo menos 15 folhas de madeirite, vendidos a uma média de R$ 22 a unidade. Dessa forma, só as paredes das 7 mil moradias já teriam rendido mais de R$ 2,3 milhões aos armazéns locais. Os moradores também afirmam que, antes da ocupação, o terreno era deserto e mal iluminado, palco de assaltos e desovas de carro roubados recorrentes. “Era um espaço do medo, hoje é moradia”, diz Dariel José de Araújo, mais conhecido por Pernambuco, que vive há mais de 25 anos em periferias da zona norte de Osasco e agora é o titular da matrícula número 55 da Comunidade Nelson Mandela.

Entre trancos e barracos. Não há qualquer sinal de tristeza na voz ao responder por que foi para a comunidade. “É precisão”, diz simplesmente. Pernambuco estava entre os primeiros que chegaram ao terreno no dia 14 de janeiro e, hoje, divide um lote de pouco mais de 50 metros quadrados com a mulher e dois filhos. O barraco sequer tem janela ou água encanada. Mede, arrisca dizer, uns 30 metros. Os móveis se resumem a dois aparelhos de som pifados, resultado da instabilidade da corrente elétrica na ocupação, e uma cama de solteiro, onde descansa o filho mais velho. Mas vocês não são quatro? “Não tem problema, a gente forra o chão e dorme”, conta.

Pernambuco é um sujeito baixinho e desconfiado, talvez porque tenha vivido o suficiente para ser. “Os policiais já queimaram meu barraco três vezes”, fala com naturalidade. Na cerca ao redor do seu terreno é possível contar meia dúzia de madeiras com marcas de fogo. “Um me chamou de bandido. Eu respondi que não era, só não ia mais morar de aluguel.” Armador na construção civil, tem renda média de R$ 700, dos quais R$ 600 destinava mensalmente ao aluguel da antiga casa.

Críticas- Os moradores da Comunidade Nelson Mandela sabem que a ocupação não é bem vista por muita gente e que o mandado de despejo é uma possibilidade real. Para se organizar, convocaram o líder comunitário Carlos Eduardo Ventura, presidente da Frente Popular de Favelas de Carapicuíba, que logo articulou uma aproximação com o Movimento Sem-Teto do Ipiranga. Apesar de morar em Carapicuíba, a liderança – que cita artigos do Código Penal, anda com a camisa sempre ensacada e o celular pendurado no pescoço – tem passado a maior parte do tempo na ocupação às margens do Rodoanel para resolver questões internas.

“Aqui, todas as decisões são coletivas”, garante Ventura. As primeira medidas foram definir as ruas e numerar os barracos, passando a ser a matrícula de cada família. Na pauta: construir duas igrejas, uma escola e finalizar o cadastro interno dos ocupantes. A ideia de homenagear o líder da luta contra o apartheid foi dele. Lá, ninguém entra sem a sua autorização.

No início de fevereiro, a Guarda Municipal de Osasco investiu contra a Comunidade Nelson Mandela, segundo os moradores sem qualquer aviso prévio. Acabou expulsa a pedradas. “Chegaram atirando, mano, foi tiro de tudo, de borracha, de calibre 12, de 38”, conta um dos mandelenses que tem no celular o vídeo do momento em que o contingente bate em retirada pelo Portal D’Oeste II, o bairro vizinho. “Ó, é bala demais”, mostra. Ao menos dois ocupantes ficaram feridos. “Agora eles vão ter que responder na corregedoria por tentativa de homicídio qualificado e abuso de poder”, diz Carlos Eduardo Ventura.

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– Que tristeza em escolher um Candidato!

Coisas que me enojam: nenhum deles transmite HONESTIDADE.

E querem a Presidência?

Tá difícil escolher… Olha só a pesquisa IBOPE:

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