– Abasteçam o seu carro urgentemente!

Hoje divulgou-se que o balanço não auditado da Petrobrás mostrou Lucro Líquido de 3 bilhões. Claro, não está incluído o custo-corrupção, o que “arrebentaria” as contas da empresa.

Como o mercado sabe que só se cobrirá o déficit da verdadeira conta (aquela que contabiliza o roubo bilionário saqueado há anos) com aumento de combustíveis, todos estão ansiosos para saber quando e como ele acontecerá.

A verdade é que: para equilibrar as contas, necessita–se de 13 bilhões de reais. Então, no próximo dia 01 de fevereiro haverá o aumento do PIS e da COFINS na Gasolina e no Diesel. E em até aproximadamente 60 dias, o da CIDE.

Portanto, atenção: SERÃO 2 AUMENTOS! Isso deve impactar, ao final, em R$ 0,25 a R$ 0,28 na Gasolina e R$ 0,15 a R$ 0,18 no Diesel.

Lembrando: nos últimos dias, com o aumento do consumo de Etanol e a baixa produção, o produto JÁ AUMENTOU ENTRE R$ 0,15 a R$ 0,20.

O cenário, infelizmente, é ruim!

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– 20 anos para o País Enriquecer de fato?

Olhem que interessante matéria de Exame.com, por Nicholas Vital: o prazo para sermos uma nação desenvolvida seria de 20 anos!

Extraído de: http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/0980/noticias/vinte-anos-para-ficar-rico

20 ANOS PARA O BRASIL FICAR RICO

Está em curso um fenômeno novo para o país: o amadurecimento em massa da população. Mas é preciso correr, pois a janela de oportunidades tem data para fechar

Ronaldos e Giseles à parte, a maioria dos mortais segue um roteiro de vida semelhante. Primeiro experimentamos as delícias da infância e da adolescência. Depois, chega a hora de começar a trabalhar, um momento marcado por muito esforço e pouco dinheiro. Com o tempo, as oportunidades vão surgindo e o desafio é conseguir garantir um descanso tranquilo no período final. E assim passamos de geração em geração. Também os países seguem uma trajetória semelhante, com graus diferentes de sucesso. Numa fase inicial, nações jovens têm uma fatia grande da população abaixo da idade de trabalho. Com o tempo, as crianças crescem e começam a trabalhar. É um período ideal para aproveitar o impulso e crescer. Depois vem a fase do envelhecimento, em que o ímpeto econômico se esvaece. Se tudo der certo nesse caminho, haverá, então, riqueza suficiente para financiar o sossego dos idosos.

O Brasil já foi uma nação jovem. E seremos, no futuro, um país velho. A boa notícia é que estamos — agora — no auge do período produtivo. Encontra-se em curso um fenômeno demográfico e social novo para o país: o amadurecimento em massa da população. O crescimento populacional vertiginoso ficou para trás. Após crescer geometricamente por dois séculos, o número de brasileiros aumenta cada vez menos e não deve ultrapassar a marca de 220 milhões. Ao mesmo tempo, com expectativa de vida de 73 anos, o país tem hoje dois terços da população entre 15 e 64 anos — a faixa etária considerada economicamente mais produtiva. A proporção dos que estão em idade de produzir vai continuar a crescer até 2022, quando atingirá um pico de 71%. A previsão é que nessa data o número de brasileiros em idade ativa passe dos atuais 130 milhões para 147 milhões. As chances de negócios abertas por essa transformação silenciosa são enormes. “Se em dez anos não abrirmos 100 milhões de novas contas, é porque algo deu errado”, diz Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do Bradesco. Segundo estimativa da Federação Brasileira de Bancos, o número de agências bancárias no país deve crescer 50% na próxima década, o que significa a criação de cerca de 150 000 postos de trabalho. O crescimento no setor bancário é apenas um exemplo do salto esperado em inúmeros mercados na próxima década.

“Essa é uma chance única na história de qualquer país”, disse a EXAME Ronald Lee, diretor do departamento de demografia e economia da Universidade de Berkeley e membro da Comissão Americana para Estudos do Envelhecimento. A chance a que Lee se refere é batizada pelos especialistas de bônus demográfico — a fase com o máximo possível de gente trabalhando. Uma projeção realizada pelos professores Cássio Turra e Bernardo Queiroz, da Universidade Federal de Minas Gerais, mostra que o Brasil tem um potencial de crescimento de 2,5% ao ano gerado exclusivamente pelo bônus demográfico. Outra conta, feita por Marcelo Neri, pesquisador do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas, sugere um aumento de até 2,7% ao ano na renda média dos brasileiros em função do bônus e do aumento da escolaridade, iniciado nos anos 90. No cenário elaborado por Turra e Queiroz, o Brasil, se crescer apenas à média anual de 2,5% propiciada pelo bônus demográfi co, chegará a 2030 com um produto interno bruto de 3,3 trilhões de dólares, 50% maior que o atual. Mas o país tem crescido mais que isso — e os economistas avaliam que será possível manter um ritmo de 4,5%. Isso elevaria, no mesmo prazo, o PIB para 4,8 trilhões de dólares, o sufi ciente para alcançar um padrão de renda equivalente ao que Portugal tem atualmente. Numa hipótese mais otimista, de o bônus ser aproveitado para impulsionar reformas mais profundas, em duas décadas o Brasil atingiria o nível de renda per capita atual da Espanha e teria um PIB de 7 trilhões de dólares. “Os brasileiros estão diante de uma oportunidade de ouro, mas ela é temporária. Após duas décadas, o envelhecimento da população inverterá a curva e fará a proporção de inativos subir. Por isso, para tirar o máximo proveito até lá, o Brasil deve investir fortemente nas novas gerações, em especial provendo boa educação básica”, diz Lee. O recado é claro: temos mais 20 anos para fazer a lição de casa, modernizando a economia e melhorando a qualidade da educação, e, assim, nos tornar uma nação rica. Caso contrário, estaremos no pior dos mundos. Corremos o risco de envelhecer sem ter conseguido integrar o clube dos desenvolvidos — e aí será muito mais difícil chegar lá.

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– O Pacote de Maldades do Governo: 2002 repetindo 2014 entre acusações e práticas de PT e PSDB

Que desgosto da política brasileira!

No debate da Rede Globo na última campanha presidencial, Dilma Rousseff disse que não faltaria energia elétrica, que não aumentaria os juros nem tomaria medidas antipopulares.

Fez tudo isso. E Aécio, logicamente, faria também!

Discurso de campanha, mentiroso e maldoso. Engana-se o eleitor claramente, que inocentemente volta nessa cambada de gente ávida pelo poder.

Pois bem: agora pagaremos quase 20 bilhões de reais a mais em impostos de 2015, já que há um pacotaço de reajustes.

Somente os combustíveis serão onerados aproximadamente em R$ 0,22 a Gasolina e R$ 0,15 o Diesel.

Quer dizer que REDUZIR OS GASTOS DA MÁQUINA ADMINISTRATIVA (pra quê tanto ministério e tanto cargo como assessor disso / daquilo), acabar com as mordomias dos deputados e senadores ou eliminar o custo bilionário da corrupção não pode; e a gente é que paga essa conta com aumento de impostos?

Foram 8 anos de PSDB na presidência e 12 de PT. As notícias que eu ouvia da esquerda em 2002 são as mesmas que ouço da direita em 2014: “o (a) presidente foi responsável pelo apagão, não investiu em energia, sucateou o país, deu um fôlego desenvolvimentista de mentira, pois depois veio a recessão e o desemprego; aumentou os juros e tomou medidas antipopulares.” 

O discurso é o mesmo, dos dois lados e da militância fanática de ambos!!! E nenhum dos dois partidos em 20 anos solucionou a crise energética!

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– Fábrica do Samba requer Fábrica de Dinheiro?

A Prefeitura de São Paulo está construindo a “Fábrica do Samba”, um espaço para as escolas de samba paulistanas aos moldes da “Cidade do Samba” no Rio de Janeiro.

O problema é que a obra está em atraso, e hoje custará 15 vezes a mais do que foi orçada e o dobro do que custou a construção carioca.

Por quê todas as outras públicas têm tantos estouros de verbas?
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– Custo Brasil sobre os Portos

Assustador: 16 horas é o tempo médio que os navios aguardam para atracar no Porto de Santos, contra uma média mundial de 6 horas; 21 dias é o quanto demora a liberação de contêiners, enquanto que o Porto de Roterdã (Holanda), 4 vezes mais movimentado, leva 2 dias.

É mole?

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– As Demissões na Indústria Brasileira são culpa de quem? Da Argentina???

Falarmos que as demissões que assolam o Brasil (e em especial as que acontecem nas montadoras) é o assunto do momento, não é loucura.

Claro, o culpado-mor será a equipe econômica da presidente Dilma. Mas só dela?

A justificativa da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) é de que a crise na Argentina é a grande vilã. Pode até ser; mas é, de fato?

Não, não é. Neste mundo globalizado é cada vez mais importante ter parceiros em todo o planeta para não ficarmos reféns de um segmento. Creditar à presidente Cristina Kirchner os resultados ruins daqui é desvio de foco.

Nos abrimos economicamente com o “fim da reserva de mercado” que mantínhamos, herança da ditadura, através do presidente Collor. FHC nos inseriu na economia global e em contratos com as nações desenvolvidas. Lula costurou acordos comerciais com mercados vizinhos e alternativos na África e Ásia. Porém, o grande mercado consumidor que deveria sustentar a nossa economia anda ruim; e ele é o… mercado interno!

Irônico, não? Com a crise de empregos e política assistencialista perpétua, não nos tornamos autossustentáveis!

Tenho medo dos próximos anos na economia brasileira. E você?
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– Eu não acredito em números oficias do Governo. E você?

A dona de casa e o assalariado de classe média sabem muito bem: no dia-a-dia, a inflação é muito maior do que a divulgada pelos órgãos governamentais.

Seria leviano dizer que os índices são manipulados. Mas a verdade é que eles nos fazem pensar que são.

Ora, a meta da inflação para 2014 era de 6.5%. E não é que ela ficou em 6.41%, mesmo com tantos aumentos em todos os setores econômicos? Dilma, Mantega e Levy comemoraram…

Eu me lembro que em 1999 a Gasolina custava R$ 0,67 e o Etanol R$ 0,39. Hoje… R$ 2,959 e R$ 1,959! O seu salário foi equiparado nos mesmos percentuais? Mas e o tão badalado Pré-Sal?

E o frango? Era símbolo do Plano Real, a R$ 1,00!

Veremos o mês de janeiro, com tantos aumentos nas concessionárias de serviços públicos, reajustes na comida, aumento das mensalidades escolares, e por aí vai.
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– Se hoje lembrássemos o dia do “Não Fico”…

Foi em um dia 09 de janeiro que Dom Pedro Rafael Gabriel (e mais vários nomes) de Orleans e Bragança disse que ficava no Brasil e não voltaria para Portugal, onde se tornaria Dom Pedro IV. Em 1822! E virou “Dia do Fico”.

E se Dom Pedro não quisesse ficar?

Quando teria sido nossa independência?

Seríamos um só Brasil ou da colônia surgiriam outros países?

Economia: como estaríamos?

Não existe achismo, mas… o que você acha?

Ah se pudéssemos criar realidades alternativas, só por curiosidade.

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– Não dá para Prorrogar o Acordo Ortográfico?

Sou um daqueles que deu VIVA ao saber que o acordo ortográfico foi adiado para 2016. Sofro e choro quando leio “ideia” ao invés de “idéia” ou “voo” em “vôo”.

Mas…

Apesar disso, padronizar a língua portuguesa é importante. Na ONU, por exemplo, o português não é uma língua oficial, já que temos o português de Portugal, do Brasil, de Angola, de Macau e de outras características tão diversas. O francês, o italiano ou inglês não sofrem disso.

Língua não é dialeto. Se ela muda muito, vira outra língua. Ou transformamos a língua portuguesa do Brasil em língua brasileira, ou aceitamos o acordo ortográfico.

Aqui, chegamos ao absurdo de um decreto da Dona Dilma Roussef em legalizar o uso da palavra “presidenta”, termo que nunca existiu (o presidente, a presidente).

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– Extintor ABC se tornou artigo raro

E o martírio que tem sido encontrar um Extintor ABC para substituir o antigo BC?

O que aconteceu foi o seguinte: o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) decretou que os veículos deveriam ter como equipamento de segurança o citado extintor “mais completo”. A medida é a de número 333 de 06 de novembro de 2009, e previa que a partir de 01 de janeiro de 2015 todos os extintores antigos fossem trocados.

Acontece que os carros fabricados a partir de 2005 já saiam de fábrica com o extintor ABC, por outra medida do Contran (de 2004). E quem possuía carros de 2004 para baixo, não se importou ou nem soube da mudança da lei.

Por 6 anos a lei foi “esquecida”, até que, próximo do limite do prazo, começou a correria pela troca.

Agora, poucos comércios têm estoque do produto, não houve uma campanha sobre o assunto e a confusão ficou instaurada.

A propósito: seu extintor está em ordem? Cuidado com a multa salgada: R$ 127,69 e 5 pontos na carteira de motorista.

Resumindo: vá até o seu carro e verifique qual é o seu extintor. Vai que já é ABC e você está se preocupando à toa.

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– O Custo de um Político no Brasil!

Segundo a Revista Isto É (ed 2279), um deputado federal custava em 1986 o equivalente a 33 salários mínimos (ou CZ$ 27.000,00). Hoje, ele custa 203 salários mínimos ou R$ 138.000,00.

Mas essa conta pode ser ainda maior, se somar tudo o que eles podem gastar num mês: o auxílio moradia é de R$ 3.900,00; eles têm 38.000,00 por mês para gastar com material de escritório, restaurantes e combustível; outra verba de R$ 78 mil reais para contratar até 25 assessores e ressarcimento médico com reembolso ilimitado!

Lembrando: além de toda essa grana, não nos esqueçamos do salário, que hoje é de R$ 26.723,13.

Um bom negócio, né? Quantos “Joões Plenários” temos por aí…

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– Os 28 nomes dos Corruptos da Delação Premiada

E a lista dos nobres políticos denunciados na Operação Lava Jatos? Gente sempre suspeita, próxima dos caciques desse país.

É uma vergonha tal costume de corrupção… E o Governo quer que creiamos que ele próprio, através de Lula e Dilma, não sabia de tal esquema orquestrado?

Isso me enoja!

A lista dos corruptos da delação premiada de Paulo Roberto Costa, abaixo:

PT

Antonio Palocci – ex-Ministro dos governos Lula e Dilma

Gleisi Hoffmann – Senadora (PR) e ex-ministra da Casa Civil

Humberto Costa – Senador (PE) e líder do PT na Casa

Lindbergh Farias – Senador (RJ)

Tião Viana – Governador reeleito do Acre

Delcídio Amaral – Senador (MS)

Cândido Vaccarezza – Deputado federal (SP)

Vander Loubet – Deputado federal (MS)

PMDB

Renan Calheiros – Atual Presidente do Senado (AL)

Edison Lobão – Atual Ministro de Minas e Energia

Henrique Eduardo Alves – Atual Presidente da Câmara (RN)

Sérgio Cabral – ex-Governador do Rio de Janeiro

Roseana Sarney – ex-Governadora do Maranhão

Valdir Raupp – Senador (RO) e 1º vice-presidente do partido

Romero Jucá – Senador (RR)

Alexandre José dos Santos – Deputado federal (RJ)

PSB

Eduardo Campos – Governador de Pernambuco de 2007 a 2014 (morto em 2014)

PSDB

Sérgio Guerra – Presidente nacional do PSDB de 2007 a 2013 (morto em 2014)

PP

Ciro Nogueira – Senador (PI)

João Pizzolatti – Deputado federal (SC)

Nelson Meurer – Deputado federal (PR)

Simão Sessim – Deputado federal (RJ)

José Otávio Germano – Deputado federal (RS)

Benedito de Lira – Senador (AL)

Mário Negromonte – ex-Ministro das Cidades

Luiz Fernando Faria – Deputado federal (MG)

Pedro Corrêa – ex-Deputado federal (PE)

Aline Lemos de Oliveira – Deputada federal (SP)

Só “gente fina”, incorruptível e acima de qualquer suspeita, não?

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– Animais Silvestres e suas Tabelas!

Dados da Revista Superinteressante, ed Dezembro/2012, pg 28-29, sobre os preços de bens da Natureza extraídos na Floresta Amazônica.

Uma Arara Vermelha é vendida lá pelos nativos por R$ 200,00, e revendida por R$ 12.000,00;

Um Tucano Toco, por qualquer caixinha. Mas na revenda, vai para R$ 4.000,00.

Um Cocar Kayapó, de R$ 70,00 vira R$ 15.000,00.

Açaí? Lá, R$ 1,70/ quilo, mas se revende por R$ 20,00.

Produtos mais raros: a Arraia-de-Água-Doce é retirada por R$ 50,00 e repassada por R$ 60.000,00.

Até os menores custam caro: uma borboleta azul custa R$ 0,10, mas os intermediários chegam a pedir R$ 400,00.

O maior disparate? Uma aranha-marrom, vendida por R4 2,00 e a grama do seu veneno extraído por R$ 49.000,00!

Custo baixo para a compra, lucros absurdos!

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– IPVA francês e brasileiro

Na França, o Governo tende a proibir a circulação de veículos com mais de 17 anos de uso.

Motivos: são mais poluentes, quebram mais e atrapalham mais o trânsito.

Aqui no Brasil, carro velho ganha benefício de isenção de IPVA!

Vai entender…

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– O País do Jeitinho vale a pena?

Me revolto com a história de querer levar vantagem em tudo. O tal do “jeitinho brasileiro”, a “Lei de Gérson” ou de qualquer outra coisa que o valha são nefastas e deviam ser desincentivadas.

Gostei desse pensamento que compartilho:

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Panettone Bauducco é mais caro no Brasil do que no Japão!

A Pandurata é a dona da marca Bauducco, e nessa época natalina, os preços dos seus panettones estão em alta.

Eu prefiro o Chocottone, mas gosto dos outros também. Mas o curioso é: o panettone Bauducco é exportado para o Japão atravessando o planeta, pagando impostos de alfândega e…. pasmem: é mais barato lá!

A empresa justifica que os impostos brasileiros para os comerciantes é o grande vilão dos preços. Será?

Abaixo, a comparação do mesmo produto no supermercado brasileiro e no japonês (extraído da Veja.com)!
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A grana dos danos morais de Maluf. E se fosse da Petrobrás?

A Justiça trouxe de um banco alemão aos cofres públicos um ressarcimento de 46,8 milhões de reais, fruto de DANOS MORAIS da movimentação de dinheiro de um dos desvios de Paulo Maluf.

E quanto não seria o valor total desviado da Petrobrás, caso se restituísse tudo o que foi desviado? E os mesmos danos morais de tudo isso?

Uma vergonha… O custo da corrupção no Brasil é assustador!

DEVOLUÇÃO DO DINHEIRO – extraído do G1.com

A Prefeitura de São Paulo recebeu na manhã desta quarta-feira (10) um depósito de R$ 46,8 milhões feito pelo Deutsche Bank, como informou o SPTV. O montante equivale à indenização por danos morais paga pelo banco alemão por ter movimentado dinheiro desviado de obras públicas durante a gestão de Paulo Maluf (PP).

O banco devolveu o dinheiro aos cofres municipais para não ser processado pelo Ministério Público. O ex-prefeito Paulo Maluf sempre negou as acusações de corrupção e também disse que nunca teve dinheiro fora do Brasil.

Essa foi a primeira vez que um banco paga indenização em caso de desvio de dinheiro público remetido para o exterior. O Deutsche aceitou fazer acordo com o Ministério Público de São Paulo para não ser processado por ter movimentado dinheiro desviado da administração da capital paulista.

A investigação da Promotoria descobriu que 200 milhões de dólares, mais de R$ 500 milhões, que seriam da família Maluf, passaram por contas do banco alemão na ilha britânica de Jersey.

O Ministério Público afirma que todo o dinheiro foi desviado da construção das obras da antiga Avenida Água Espraiada e do túnel Ayrton Senna, durante a gestão do ex-prefeito Paulo Maluf, entre 1993 e 1996.

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– A Poluição dos Rios Tietês e Jundiaí

Dias atrás o Rio Tietê, na região de Salto/SP, apresentou o fenômeno da água preta, acompanhado de matança de peixes.

Já no Rio Jundiaí, nas proximidades, as águas poluídas continham espuma cor-de-rosa.

O que fazer? Quando as autoridades levarão a sério o problema da poluição ambiental e revitalizarão esses rios?

Falta, acima de tudo, vontade política.

Coitados dos moradores de Salto… São obrigados a viverem com o descaso dos governantes que de concreto nada fazem.

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– Bolsa Família para Imigrantes é demais!

Quer dizer que agora o Brasil irá ajudar os bolivianos, haitianos, angolanos e demais imigrantes, distribuindo bolsas-família a eles?

Puxa vida, mas não é um contrassenso? Ao invés de ajudar brasileiros (e aqui se questiona o assistencialismo financeiro puro versus a geração de emprego real dando dignidade às pessoas), reverte-se uma verba polpuda aos de fora (multiplique pelo número de beneficiados)?

Se para alguns estrangeiros que aqui vivem iludidos de que essa terra é um oásis de oportunidades a situação é favorável pois não se evita a imigração, imaginem quando os que estão lá nesses países souberem que se dá dinheiro vivo! Sofreremos o mesmo problema que se vê na Europa: invasão de imigrantes enquanto o povo local começa a questionar. E não é xenofobia, é simplesmente indignação de como o Brasil tem as fronteiras escancaradas e como não se preocupa com o seu próprio povo.

Estamos incentivando desesperados de outros países, cujos presidentes riem e agradecem por isso.
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– Gasolina e Diesel no Brasil custam de 15 a 24% mais do que no Mercado Internacional

Está na capa dos principais jornais desta 3a feira: enquanto que no Exterior o preço dos combustíveis está em queda, aqui no Brasil existe a tendência de alta. Seja em aumentos oficiais, no realimento de preços devido à nova formulação ou ainda para recuperar as perdas da Petrobrás, a sede de aumento não cessa. Até na volta do imposto “da CIDE” se fala.

Nos últimos 12 meses, no Golfo do México houve queda de 32% do preço. Em comparação aos estrangeiros, a média é de 20% dos preços mais alto!

Pois é, e se os bilhões desviados da Petrobrás não tivessem ocorrido?

Revoltante…

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– Aumento dos Combustíveis pela CIDE?

Está na capa da Folha de São Paulo: a presidente Dilma Rousseff planeja a volta da CIDE, aquele nefasto “imposto dos combustíveis”. Segundo o jornal, o Ministro da Fazenda Guido Mantega calcula que com ele as contas públicas possam se reequilibrar.

Sabem quanto centavos impactava nos combustíveis a CIDE?

Na Gasolina, R$ 0,28! No Diesel, R$ 0,07.

Caracoles! Quer dizer que eles assaltam a Petrobrás, quebram a empresa com tamanha corrupção e a gente é que paga a conta?

Que os corruptos devolvam a grana!!!

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– A Segurança Hídrica de Jundiaí destacada na Revista Época

Olha que bacana: nossa Jundiaí é destaque na Revista Época pela segurança hídrica, onde se relata o “segredo” por não faltar água.

Em: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2014/11/por-que-bnao-falta-agua-em-jundiaib.html

Por que não falta água em Jundiaí

Represa no rio Jundiaí-mirim, em Jundiaí, está com 70% de sua capacidade e não enfrenta problemas por conta da seca em São Paulo (Foto: Rogério Cassemiro/ÉPOCA)Represa no rio Jundiaí-mirim e a cidade de Jundiaí ao fundo. Cidade é uma das poucas que não sofrem com a seca em São Paulo (Foto: Rogério Cassemiro/ÉPOCA)

Muitos moradores da cidade de Jundiaí, no interior de São Paulo, trabalham na capital do Estado. Eles saem todo dia de manhã de casa e vão trabalhar na metrópole. Ele vivem duas realidades. No lugar onde passam o dia, sentem os efeitos da grave crise de água paulista. Notam uma piora na qualidade da água que bebem e escutam relatos de vários amigos que enfrentam cortes semanais de água em suas casas. Em Jundiaí, a situação é completamente oposta. Os 350 mil habitantes de Jundiaí estão em uma ilha de abastecimento, enquanto as cidades ao redor sofrem com a seca. A represa da cidade, por exemplo, está com 70% de sua capacidade de armazenamento, enquanto o sistema Cantareira, que abastece São Paulo, está com apenas com 10%. Cidades próximas, como Itu ou Campinas, estão em situação desesperadora, enquanto o abastecimento em Jundiaí é classificado como “satisfatório” pela Agência Nacional das Águas (ANA). Certamente não choveu mais em Jundiaí do que nas cidades vizinhas. Como explicar?

>> 10 medidas para evitar que a crise da água piore no ano que vem

A tranquilidade que Jundiaí passa na crise não é fruto de um prefeito ou uma administração, mas de uma série de medidas que começaram no passado e continuaram em administrações seguintes. A primeira represa da cidade foi construída há mais de 60 anos. Segundo o diretor-presidente da DAE-Jundiaí, Jamil Yatim, a represa foi ampliada em vários momentos, como na década de 1970 e na de 1990, e mesmo agora, sem estar passando por racionamento, há a previsão de novas obras. “Nós não estamos com problemas, mas estamos planejando ampliar a represa. E se ocorrer outra seca grave como essa? Espero que não, mas se acontecer, temos que estar preparados”, diz Yatim.

A principal responsável pela situação confortável da cidade hoje foi uma decisão tomada há 20 anos. Em 1994, prevendo o crescimento da população, Jundiaí fez um pedido ao Comitê de Bacias Hidrográficas para aumentar a quantidade de água que capta do rio Atibaia. Na época, a cidade tinha autorização para captar 700 litros por segundos, e pedia para aumentar esse valor para 1.200 litros por segundo. O Comitê concordou com o pedido, mas fez quatro exigências: construir uma represa no rio Jundiaí-Mirim, uma estação de tratamento de esgoto, instalar novos equipamentos hidrométricos e reduzir as perdas de água no abastecimento. Diferentemente do que costuma acontecer no Brasil, essas medidas não ficaram apenas no papel ou perdidas na burocracia. Uma vez colocadas em prática, elas criaram a situação de segurança hídrica na cidade.

A represa funciona como uma poupança. Quando o consumo da cidade é menor do total que ela pode captar do rio Atibaia, a água é direcionada para a represa, que “guarda” esses litros a mais para uma situação de estiagem, como a que enfrentamos agora. Um sistema semelhante foi proposto pela Sabesp para o sistema Cantareira, o Banco das Águas. No entanto, no caso paulistano, o sistema não conseguiu armazenar a água em anos chuvosos, como 2011, e abriu as comportas, desperdiçando essa água.

Represa no rio Jundiaí-mirim, em Jundiaí, está com 70% de sua capacidade e não enfrenta problemas por conta da seca em São Paulo (Foto: Rogério Cassemiro/ÉPOCA)Represa no rio Jundiaí-mirim, em Jundiaí, está com 70% de sua capacidade e não enfrenta problemas por conta da seca em São Paulo (Foto: Rogério Cassemiro/ÉPOCA)

O exemplo de Jundiaí mostra que o planejamento e obras feitas ao longo do tempo, mesmo em anos chuvosos, acabam se tornando a melhor forma de se preparar para a estiagem. Hoje, a cidade é a quinta melhor do país no ranking de saneamento e abastecimento do Instituto Trata Brasil, com baixos níveis de perda de água nos encanamentos. Mas os recursos hídricos no Brasil nunca foram realmente pensados a longo prazo. O resultado é que Jundiaí é uma exceção. Segundo Francisco Lahóz, presidente do Consórcio PCJ – uma união de prefeituras e empresas que consomem água dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí -, das 76 cidades da região, apenas Jundiaí e mais cinco podem dizer que não estão passando por crise. Ele cita Nova Odessa, Piracicaba, Santa Bárbara d’Oeste, Cabreúva e Indaiatuba.

Mesmo as poucas cidades que estão em situação confortável de abastecimento não fizeram obras por visão de futuro, mas por necessidades do momento. É o caso de Piracicaba e Nova Odessa. Piracicaba fez obras de abastecimento na época da construção do Sistema Cantareira, por medo de que o Cantareira secasse os rios que abastecem a cidade. Essas obras, como a captação de água do rio Corumbataí, permitem que a cidade tenha relativa tranquilidade no abastecimento. Nova Odessa é outro caso. A cidade estava muito distante do rio Jaguari ou Atibaia para captar água, e por isso optou por fazer um reservatório em um ribeirão local. “Muitas vezes, não é que a cidade teve um planejamento exemplar. É a que própria necessidade obrigou as prefeituras a fazer alguma coisa”, diz Lahóz. Santa Bárbara d’Oeste também tem sua própria represa, enquanto que Cabreúva e Indaiatuba se beneficiaram de uma mudança no status da qualidade da água de rios locais, aumentando a possibilidade de captação.

>> O que você precisa saber sobre a crise de água em São Paulo

Ter um reservatório ou uma outorga para captar água de várias fontes acaba sendo o fator em comum das poucas cidades da região da Cantareira que conseguem manter o abastecimento normalizado mesmo durante a pior crise de água de São Paulo. Porém, se vamos pensar no futuro, essas medidas não são suficientes. Os gestores precisam planejar melhor a situação dos recursos hídricos no país, reflorestar regiões da Mata Atlântica para proteger mananciais e incentivar a população a utilizar a água de forma consciente. Desta forma, na próxima estiagem, mais cidades, ou quem sabe todas elas, possam conseguir driblar a seca como fez Jundiaí.

– Acabou futebol aos sábados à tarde? Não faça isso, JP…

Eu gosto muito de ouvir a programação esportiva da Rádio Jovem Pan, mas sábado à tarde sem futebol não dá…

Há tempos a emissora vem mudando. Claro, se adaptando a novas realidades. Antes, a outrora Panamericana de Esportes fazia a propaganda de que era “quem mais transmitia futebol”. De segunda a sexta, onde houvesse uma partida, logo após o “Pique na Pan” entrava a transmissão.

Se não havia ninguém jogando a série A, transmitia-se série B ou futebol internacional. Ontem, em pleno sábado, nada…

Que as rádios em geral estão demitindo, é sabido. Mas a crise chegou a que nível?

Tudo bem, sei que a conta no final do mês tem que fechar, mas… se as outras emissoras conseguem, por que a JP não?

A queixa não é só minha não… E nessas horas, salve a tecnologia! Pelo Tuneln, ouvi um pedaço do jogo do Barça e outro do jogo da Ponte Petra, enquanto trabalhava.

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– Desacordo entre Imigrantes e MST!

Coisas de um mundo globalizado: em São Paulo, há um grande número de africanos provindos de Benin, Uganda e Angola (além dos nossos irmãos latinos haitianos que entram através do Acre) tentando a sorte por aqui. Quem os incentivou eu não sei, mas eles entram tranquilamente já que as fronteiras do país estão escancaradas.

Sem perspectivas de trabalho, acabam dormindo em abrigos ou invadindo prédios abandonados na capital, e aí que está a maluquice: os apartamentos são controlados pelo MST, que cobram dos “inquilinos” cerca de 150,00 reais!

É ocupação socialista pelo menos favorecido ou invasão capitalista para fundos próprio?

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– Secura no Estado de São Paulo

Rodei pela Rodovia Dom Pedro I neste domingo e o cenário é assustador: as represas, ao seu lado, tão belas e chamativas, estando secas!

Assustador…

Olha só: 

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– E a Proclamação da República? Como foi?

Dando uma fuçada na Internet, achei o interessante blog do prof Bruno Viveiros, que conta detalhes do Golpe de Estado que levou o Brasil a trocar o Império Monearquico pela República Democrática.

Vale a pena dar uma visitada, em: http://proclamacaorepublicaportal.wordpress.com

PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

Na metade do século XIX, a urbanização e as transformações econômicas que ocorreram provocaram mudanças na sociedade brasileira e com isso novas aspirações e interesses foram gerados. A nova elite cafeeira do Oeste Paulista exigia a abolição da escravatura e maior participação política, já que São Paulo era o estado que sustentava a maior parte da economia do país. As camadas médias urbanas também aderiram a essas reivindicações, pois desejavam chegar ao poder. Incapaz de atender às novas aspirações sociais e de se modernizar politicamente, o governo imperial entrou em crise e transformou-se em República em 1889.

Os republicanos insistiram para que Marechal Deodoro da Fonseca chefiasse o movimento revolucionário pela transformação do Brasil de monarquia em república. Depois de boatos sobre a pretensão de prisão de Deodoro da Fonseca e Benjamin Constant, os revolucionários resolveram antecipar o golpe de estado e, na madrugada do dia 15 de novembro, os revolucionários deram início ao movimento. Os revolucionários ocuparam o quartel-general do Rio de Janeiro, depois o Ministério da Guerra e no Paço Imperial. Floriano Peixoto recusou-se a obedecer às ordens de Visconde de Ouro Preto (primeiro-ministro), que o havia mandado atacar as tropas inimigas assim como fez na Guerra do Paraguai, dizendo assim: “Sim, mas lá (no Paraguai) tínhamos em frente inimigos e aqui somos todos brasileiros!”, e em seguida aderiu ao movimento dando voz de prisão a Visconde de Ouro Preto.

Na tarde de 15 de Novembro de 1889, solenemente na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, foi proclamada a República, sendo redigida nesta  noite a proclamação oficial da República dos Estados Unidos do Brasil, que saiu em todos os jornais no dia seguinte, informando ao povo da mudança do regime.

Dom Pedro II, que estava em Petrópolis, retornou ao Rio de Janeiro quando foi informado do golpe de estado e procurou anunciar um novo nome em substituição ao de Visconde de Ouro Preto. Porém, com o boato de que Dom Pedro escolheria Gaspar Silveira Martins, inimigo político de Deodoro da Fonseca, este aderiu definitivamente a causa republicana. Com isso, Dom Pedro II decidiu não oferecer resistência e, no dia seguinte, recebeu uma comunicação, dando ciência da proclamação da república e ordenando sua partida para a Europa. A família imperial brasileira retornou novamente ao Brasil somente na década de 20.

Assim sendo, a Proclamação da República Brasileira aconteceu em 15 de novembro de 1889, no Rio de Janeiro, onde foi instaurado o regime republicano, derrubando a monarquia de Dom Pedro II. Foi liderada pelo Marechal Deodoro da Fonseca que deu um golpe de estado. No mesmo dia, foi instituído um “governo provisório” republicano, onde Marechal Deodoro da Fonseca era o presidente e Floriano Peixoto o vice-presidente.

Que legal o belo Hino da República. Minha parte preferida: 

“Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!z”.

Aqui: http://www.youtube.com/watch?v=v64YLLd-ueA

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– Lava Jato Histórico!

E a operação “Lava-Jato” da Polícia Federal, a todo vapor prendendo bandidos do colarinho branco?

Amigos, a coisa é realmente incrível: executivos da Camargo Correa, OAS, Queiroz Galvão…, ex-diretores da Petrobrás, irmão de Ministro de Estado, laranjas e outra pessoas envolvidas em negócios superfaturados que atingiam as cifras de R$ 59 bilhões em contratos com o Governo.

Pensei que nunca iria ver isso. Mas me atiça a curiosidade: os políticos envolvidos são do PT, PMDB, PP e outros aliados. Eles também serão presos?

Em 2015 (e talvez 2016), veremos todos os deputados e senadores listados no escândalo (talvez o maior da história do país) cassados?

– Atenção Senhores Suplentes, vai ter muita vaga em Brasília…!

Ou para a classe política não dará nada?

Seja como for, me questiono: por quê tudo isso não foi há 1 mês, antes das Eleições?

Sem resposta.
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– 3o Aumento de Combustíveis em 10 dias!

Vai me dizer que a inflação é de apenas “0,6-alguma coisa” por mês?

Nesta noite, subirá o Etanol e a Gasolina; aumento autorizado pelo Governo da Presidente Dilma Roussef.

Na segunda-feira passada, subiu o Diesel pelo motivo da nova formulação. Na última sexta-feira, ocorreu o aumento “oficial” dos combustíveis derivados de petróleo. Amanhã, subirá os derivados de Álcool.

O reajuste se dará próximo de R$ 0,08 a R$ 0,10 no Álcool Etílico Hidratado (que é o Etanol, abastecido nos carros) e de R$ 0,03 a R$ 0,04 no Álcool Anidro (que compõe 25% da fórmula da Gasolina Brasileira, já que ela é misturada).

Em 10 dias, 3 aumentos. Por quê não se falou isso durante a campanha eleitoral?

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– Pizzolato, Battisti e nada a reclamar

O ex-Diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato está curtindo a vida. Envolvido no Mensalão, com prisão decretada no Brasil, fugiu para a Europa e lá aproveita a impunidade tranquilamente.

A Itália, que o prendeu (mas já o soltou), negou a extradição, alegando que os presídios brasileiros não tinham condições humanas de mantê-lo. Claro que o verdadeiro motivo foi a não-extradição do terrorista italiano Cesare Battisti, mantido em nosso país pela vontade única e exclusiva do ex-presidente Lula, que alegou que o bandido era “um perseguido político”.

Brasília não tem que reclamar. Aliás, será que muitos não estão felizes em deixá-lo por lá, a vontade, sem denunciar seus partes daqui?

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– Aumento dos Combustíveis, da Miséria, dos Juros, da Censura…

E o reajuste da Petrobrás aconteceu. Não nos índices desejados, entre 8% a 12%, mas “apenas” 3% para a Gasolina e 5% para o Diesel, lembrando que por tabela sobem o Etanol e o S10.

É o segundo aumento da semana para o pessoal da área de transportes, já que há menos de 7 dias já houvera subido R$ 0,045 em média o Diesel pela sua nova formulação.

Nesta mesma semana, o IPEA (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas) divulgou o aumento da miséria em 3,7%, sendo que agora mais de 10 milhões de brasileiros estão na miserabilidade (abaixo da linha da pobreza).

Também o Copom aumentou a Taxa de Juros para 11,25%, surpreendendo a todos, já que a presidente Dilma, às vésperas da Eleição e no debate da Rede Globo, declarou que “aumentar juros é coisa de tucano”.

E, por último, vale o lembrete da própria presidente após a reeleição, sobre a liberdade de imprensa: “Como qualquer setor econômico, a mídia precisa também de regulação”. Cheira censura nos moldes da Argentina ou Venezuela, ou não?

A pergunta inevitável: POR QUÊ TUDO ISSO NÃO FOI FEITO/ DITO EXATAMENTE HÁ DUAS SEMANAS, ANTES DO PLEITO ELEITORAL?

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– Os Aumentos não oficiais dos Combustíveis!

Você assistiu o Jornal Nacional anunciando o reajuste dos preços dos combustíveis nesta semana?

Leu na Folha ou no Estadão que a Petrobrás fez algum reajuste?

Ouviu sobre isso em algum noticiário nas rádios?

Não, certamente não ouviu. Primeiramente porque não existe aumento oficial, mas que estão elevando os preços por diversos meios, ô se estão.

Recorde-se: já tivemos um significativo aumento de preços (esse, oficial) no começo de Outubro. Ao invés dos usineiros aproveitarem e entupirem o mercado de Etanol, substituindo a Gasolina pelo preço baixo, aproveitaram a ocasião com a concordância do Governo.

Se a Gasolina vende pouco, a Petrobrás perde dinheiro. Mas se o Etanol se eleva, as vendas continuam as mesmas e Governo + Usineiros lucram muito mais; e, logicamente, quem perde é o… consumidor. Ah, e os postos revendedores também se dão mal, que sentem a margem de lucro cada vez menor e o consumo dos clientes caindo, pois o motorista sai cada vez menos de carro.

Aumentando o Álcool Etílico, por constituir 27,5% de Álcool Anidro na Gasolina, o outro combustível também sobe de preço. Ainda mais: numa semana eles elevam o preço por “realinhamento”. Na outra, sobem mais centavos por “readaptação ao mercado”. Aí elevam também o Diesel, pelos mesmos motivos, por cálculo do índice do preço médio de impostos, e de tantas outras coisas.

Em quase 1 mês, o preço aumentou diversas vezes. Mas, oficialmente, só ocorreu o do começo do mês passado…

Depois se falará que a inflação é de apenas 0.5 ou 0.6 ao mês. Que conversa fiada!

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– Combustíveis já têm novo preço, embora negado oficialmente

Coisas do Brasil: os Órgãos Reguladores se reuniram com o Ministro da Fazenda e a Petrobrás, ontem, sexta-feira, a fim de decidir o aumento de preço dos combustíveis. Não chegaram a um acordo e na próxima terça-feira, 04 de novembro, uma nova e final rodada deve elevar o valor.

O problema é: o Diesel já subiu!

O Diesel Comum S500 é um derivado de petróleo adicionado de óleos vegetais (o Biodiesel). A partir de hoje, ele passará de 6 para 7% na sua composição, elevando o seu preço.

Como se necessitará de uma quantidade maior de Biodiesel para a nova fórmula do Diesel Comum, a demanda aumenta e o Diesel S10, que é um dos biocombustíveis, sobe também.

Oficialmente, o Governo não aumentou os preços da Petrobrás. Mas o aumento ocorreu por outra forma, através do Diesel S500 e S10, tão necessários à logística do país, e, por tabela, aumentando a inflação.

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– Dia das Bruxas ou Dia do Saci?

Tenho amigos que acreditam em Saci-Pererê. Aliás, são criadores de sacis e possuem até mesmo uma associação (ANCS – Associação Nacional dos Criadores de Saci)! E duvide deles para você ver…

Digo isso pois hoje é o Dia do Saci! A data foi criada em 2005, contrapondo-se à festa do Halloween. É uma espécie de resposta do folclore brasileiro a uma inculturação americana.

Entretanto, tanto o Saci como o Halloween tem origens diversas. Uma das estórias conta que o Saci era uma entidade indígena que conhecia as plantas, uma espécie de “deus das ervas”, e misturando-se com a cultura afro, virou negrinho e começou a fumar cachimbo. Depois, nossos escritores o tornaram mais simpático com gorrinho e molecagens! Já o Halloween tem origem Celta e era a festa das vésperas do Dia de Todos os Santos, uma celebração pagã que encontrou um sentido sincrético-religioso.

Dois textos abaixo sobre esse assunto, com as citações abaixo:

DIA DO SACI

O Saci, ou Saci-pererê, é um personagem bastante conhecido da mitologia brasileira, que teve sua origem presumida entre os indígenas da região das Missões, no Sul do país. Inicialmente retratado como um endiabrado, é uma criança indígena, com uma perna e de cor morena, com a diferença de possuir um rabo. Suas histórias se espalharam e chegando à Região Norte do Brasil, a mitologia africana o transformou em um negrinho que perdeu uma perna lutando capoeira, imagem que prevalece nos dias de hoje. Herdou também a cultura africana do pito, uma espécie de cachimbo, e da mitologia européia, herdou o píleo, um gorrinho vermelho.

Considerado uma figura brincalhona, que se diverte com os animais e pessoas, fazendo pequenas travessuras que criam dificuldades domésticas, ou assustando viajantes noturnos com seus assobios. O mito existe pelo menos desde o fim do século XVIII. O saci não tem amigos, vivendo solitário nas matas. Também conhecido como menino de uma só perna.

A função desta “divindade” era o controle, sabedoria, e manuseios de tudo que estava relacionado às plantas medicinais, como guardião das sabedorias e técnicas de preparo e uso de chá, mezinhas, beberagens e outros medicamentos feitos a partir de plantas.

Como suas qualidades eram as da farmacopéia, também era atribuído a ele o domínio das matas onde guardava estas ervas sagradas, e costumava confundir as pessoas que não pediam a ele a autorização para a coleta destas ervas.

O primeiro escritor a se voltar para a figura do Saci-Pererê foi Monteiro Lobato, que realizou uma pesquisa entre os leitores do jornal O Estado de S. Paulo, colhendo depoimentos sobre o nosso “diabinho”. O resultado foi publicado (1918) em forma de livro: ‘O Sacy-Pererê – resultado de um inquérito’; além de publicar ‘O saci’ – obra-prima sobre o folclore brasileiro – Lobato utilizou a figura do simpático diabrete no conto Pedro Pichorra, em que um menininho se vê confrontado com o seu medo ao Saci. Imortalizado nas histórias contadas à beira das fogueiras nas cidades do interior do Brasil, o Saci ganhou um novo e importante aspecto cultural nos livros de Monteiro Lobato e nas histórias em quadrinhos de Ziraldo, criador da ‘Turma do Saci Pererê’, alcançando desta forma, também as crianças da cidade grande. Figura ainda em muitas histórias do Chico Bento, personagem criada por Maurício de Sousa, típico caipira do interior paulista. Com a contribuição destes escritores o mito do Saci sobrevive à invasão das culturas estrangeiras amplamente divulgadas pela mídia. Com a transposição dos textos de Lobato para a Televisão, o Saci deixou o imaginário para ser personificado numa figura de carne e osso.

O Saci é apenas o mais famoso integrante do Dia das Bruxas nacional.

DIA DO HALLOWEEN

Todos os anos, na noite de 31 de outubro, milhões de crianças de toda a América do Norte pintam seus rostos, vestem fantasias e vão de porta em porta coletando doces. Os adultos freqüentemente decoram suas casas com figuras fantasmagóricas, esculpem rostos assustadores em abóboras e põem velas dentro delas para criar lanternas. Infelizmente, em meio a milhões de norte-americanos satisfeitos em suas fantasias, muitos são ademais muçulmanos. Esse artigo ira emitir alguma luz no significado e nas origens da véspera do Dia de Todos os Santos e porque muçulmanos não deveriam participar desta data.

Origens do festival da Véspera do Dia de Todos os Santos

O clássico festival celta (irlandês/escocês/galês), chamado “Samhain”, é considerado por muitos historiadores e eruditos o predecessor da atual Véspera do Dia Todos Santos. Samhain era o dia de Ano Novo dos celtas pagãos. Era também o Dia dos mortos, época em que se acreditava que às almas dos que morreram durante o ano era permitido acessar na “terra dos mortos”. Muitas crenças tradicionais e costumes associados ao Samhain continuam sendo praticados atualmente no dia 31 de outubro.

Os costumes mais notáveis são a prática de deixar oferendas como comida e bebida (hoje doces) para foliões mascarados e fantasiados e, o ato de acenderem fogueiras. Elementos desse festival foram incorporados ao festival cristão de Véspera de Todos os Santos, a noite que precede o Dia de Todos os Santos.

O significado do nome “hallow-even” (Véspera do Dia de Todos os Santos) foi o que nos deu o nome “halloween”. Até recentemente, em algumas partes da Europa acreditava-se em que nessa noite os mortos andavam entre eles e que as bruxas e feiticeiros voavam com eles. Preparando-se para isso, fogueiras eram feitas a fim de repelir esses espíritos maléficos.

No século XIX, brincadeiras de bruxas foram substituídas por travessuras de crianças. O espírito do samhain, uma vez acreditado ser selvagem e poderoso, é agora reconhecido como sendo maligno. Devotos cristãos começaram a rejeitar esse festival. Eles descobriram que os supostos deuses, deusas e outros seres espirituais das religiões pagãs eram trapaças diabólicas. As forças espirituais as quais as pessoas experimentaram duramente o festival eram certamente reais, mas eram manifestações do mal que desencaminhava as pessoas para o culto de falsos ídolos. Conseqüentemente, eles rejeitaram os costumes associados à Véspera do Dia de Todos os Santos, incluindo todas as representações de fantasmas, vampiros e esqueletos humanos – símbolo dos mortos, do diabo e de outras malignas criaturas. É preciso ser notado também que, ate hoje, muitos adoradores de “satã” consideram a noite a noite de 31 de outubro como sendo a mais sagrada e, muitos devotos cristãos hoje continuam se distanciando desse festival pagão.

Texto 1- Extraído de: CLIQUE AQUI

Texto 2 – Extraído de: CLIQUE AQUI

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– Lá vem o Aumento do Petróleo…

Especula-se fortemente que na próxima sexta-feira, dia 31, teremos o tão “reservado” aumento dos combustíveis, que só não aconteceu antes e foi adiado inúmeras vezes para que não fosse alvo de críticas durante o processo eleitoral.

Será que se a Petrobrás não fosse uma empresa tão vítima da corrupção (10 bilhões de reais segundo a delação premiada), o aumento poderia ser evitado?

Rouba-se, desfalca-se, e o povo devolve o dinheiro do déficit pagando preço alto na gasolina e no diesel.

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– Parabéns Dilma! E agora? Sobre minha memória política e o “fazer por merecer”.

Democracia é respeito.

Quando um candidato vence, seus eleitores devem cobrá-lo para que cumpra o prometido. E os que não votaram nele, devem cobrar ainda mais o convencimento de que deveria estar lá, pois, afinal, a opção política era outra.

Quem nasceu na década de 70 como eu, sofreu com a inflação. Via os preços subirem nos anos 80, a falta de liberdade em expressar sua crítica e as mãos atadas. Aqueles que lutaram contra a ditadura, como Fernando Henrique Cardoso, Lula, Tancredo Neves e tantos outros tentavam um certo protagonismo contra o fim do regime autoritário.

Entretanto, José Sarney (o mesmo que reina até hoje) foi aquele que assumiu a presidência pós-militarismo, criando o congelamento de preços e o Plano Cruzado. As mercadorias faltavam nas prateleiras, as embalagens eram remarcadas com outros pesos para se burlar a lei e os preços disparavam em novos rótulos.

Aí surgiu uma esperança do Partido Jovem: Fernando Collor de Melo, que criou o PRN e se lançou como o “Caçador de Marajás”. Eleito presidente, por muito menos que um escândalo de Sivam, de Pasta Rosa, de Mensalão ou ainda por migalhas de um “Petrolão” sofreu o Impeachment.

Com a saída de Collor, vimos Itamar Franco assumindo o poder num país amargando a inflação crescente e crise moral do país. Sua saída foi aceitar uma pseudo-dolarização da economia proposta por economistas brasileiros, capitaneados pelo novo Ministro da Fazenda: FHC. Assim, nasceu o Plano Real com a URV trazendo paridade de 1/2750 nos valores monetários.

O país se abriu, a Economia cresceu, o povo adorou! Fernando Henrique se candidatou e levou fácil. Nessa Eleição, Lula era o cão raivoso contra o Real, a oposição radical que não discutia. Na campanha da Reeleição, Lula mudou o discurso: “o Real é bom e vamos continuá-lo “(identicamente como Aécio Neves discursou a respeito dos programas assistenciais atuais). Mas só na Eleição seguinte Lula venceu, no momento em que o Mundo entrava em recessão e o Brasil tomava medidas de contenção antipopulares, gerando desemprego.

E aí vem a geração que só viu o PT no Governo Federal, que teve o privilégio de não sentir na pele o que era um país com 20% de inflação ao mês. Testemunhou um Luís Inácio incrível, visitando pobres do interior do Brasil, criando um programa para a erradicação da miséria chamado de Fome Zero e que depois se virou por completo ao Bolsa-Família. Assistiu a um populismo somente lembrado na história da República a Getúlio Vargas. E, igualmente como Getúlio dividia amor e ódio (não nos esqueçamos da Revolução Paulista contra a ditadura getulista), Lula mergulhou em um mar de escândalos: Máfia dos Vampiros, do Correio, Caixa 2, Mensalão… sempre se desvencilhando dos seus pares que sempre estiveram com ele: José Dirceu, seu Secretário da Casa Civil e, portanto, que viva ao seu lado no Palácio do Planalto; José Genoíno, Delúbio Soares, João Paulo Cunha…

Entretanto, com popularidade em alta, conseguiu a transferência de votos para a sua escolhida: Dilma Rousseff, ex-Ministra das Minas e Energia e que não tinha carisma nenhum junto a sociedade. Diante de uma frágil, inoperante e omissa oposição do PSDB e seus aliados, Dilma ganhou. E os escândalos continuaram, e as queixas continuaram, e as obras superfaturadas continuaram… e devem ter continuado desde o tempo da Monarquia, sejamos justos.

O mais curioso é: em Junho de 2013 o país parou pedindo mudanças, num dito ato apolítico e popular, onde jovens saíram as ruas e sorriam por estar fazendo história.

Mas que história?

O que começou com um protesto contra R$ 0,20 no aumento de ônibus promovido pelo movimento Passe Livre, agigantou-se como um ato anti-corrupção. Nada de PT ou PSDB, era revolta das ruas, sendo que posteriormente vimos baderneiros black blocs se infiltrando.

E mudou o quê?

Nada. A corrupção continuou galopante, vide o inegável “Petrolão”, com o doleiro Alberto Youssef lavando o dinheiro de parlamentares pelos desvios do diretor Paulo Roberto Costa, financiando os bolsos e as campanhas de políticos importantes, afirmando e reafirmando que Lula e Dilma sabiam dos acontecimentos.

Nas urnas, nada disso foi relevante. Ontem, Dilma se reelegeu falando da mudança que o povo escolheu.

Mudar com o mesmo?

A presidente era ela ontem, anteontem, semana passada, em 2013 e nos últimos 4 anos.

E se Aécio ganhasse?

Oxigenaria-se os nomes, mas não seria nenhuma salvaguarda de honestidade no Congresso e nas instituições, sejamos francos. O efeito positivo é que a corja corrupta criada há 12 anos onde apenas os mensaleiros petistas José Dirceu, Genoíno e Delúbio foram para a cadeia (com regalias, é claro) estaria fora.

Enfim, o Brasil rachou, ninguém duvida disso, embora não se queira assumir publicamente. No mapa dos colégios eleitorais, criou-se um “Brasil do Sul aecista” e um “Brasil do Norte petista”, criando minorias barulhentas do PSDB no Norte e minorias atuantes do PT no Sul.

Os mais radicais dirão que os nordestinos elegeram Dilma. Sim, eles foram fundamentais, é claro. E qual o problema? Xenofobismo tupiniquim? Não deveria ser com essa ótica…

Se para os nordestinos as bolsas assistenciais são importantes para a realidade deles, isso basta. Eles têm o direito a voto e escolheram segundo a realidade que vivem, assim como cada brasileiro pode votar pensando no seu benefício pessoal ou da nação.

Da mesma forma, se os sulistas não escolheram Dilma, deve-se respeitar igualmente. Se para os paulistas a corrupção (que somente num dos escândalos, o da Petrobrás, atingiu 10 bilhões de reais) tornou-se causa maior, que assim seja. Ou haverá contestação sobre o direito ao voto?

Digo por Jundiaí, minha cidade: industrializada, com ótima taxa de escolaridade e uma das campeãs em recolhimento de impostos, teve como placar: Aécio 71 x 29 Dilma, com o prefeito sendo do PC do B e o vice do PT, após 24 anos de PSDB na Prefeitura.

Como interpretar? O que as urnas quiseram dizer?

Difícil falar por um município, pior ainda por uma nação.

Irrita propagar-se que Dilma é o “novo”. Não é. Mas já que está eleita, que trabalhe, que não seja demagoga, que satisfaça o ego dos seus eleitores e conquiste o coração dos opositores. Que puna sem dó nem piedade os corruptos, e em especial os seus pares que ela sabe que existem e que infestaram o poder, e que seja muito diferente do seu 1o mandato.

Em Outubro de 2018, teremos 16 anos do PT no Governo Federal. Como isso entrará para a história? Aliás, as gerações mais novas só viram Lula e Dilma. Quem eles colocarão no poder para 2019?

O meu medo é: o não distanciamento de Cuba, da Venezuela e da Argentina, ditaduras latinas que estão sucateando o povo, acabando com a Democracia e censurando a mídia, sem contar, claro, com a péssima política econômica.

Boa sorte aos brasileiros, força para a presidente e que Deus nos abençoe e nos acude!

Ah – me recuso a falar presidenta. Quando acabarão com esse horroroso vício “popululista”? Por acaso existe presidento? Nunca ouvi falar em estudanta, gerenta…

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