– 60% dos estudantes universitários optam pelo EAD, segundo o MEC.

Pós-Pandemia, o número de estudantes de ensino superior que optam pelo EAD continua aumentando!

Compartilho, abaixo, de: https://www.istoedinheiro.com.br/seis-de-cada-dez-universitarios-entram-em-cursos-a-distancia-presencial-cai-28/

SEIS DE CADA DEZ UNIVERSITÁRIOS DO BRASIL ENTRAM EM CURSOS A DISTÂNCIA

Por Leon Ferrari, do Estadão Conteúdo.

Conforme dados do MEC, na última década, número de ingressantes em graduação a distância avançou 474%; especialistas veem risco de perda da qualidade na formação.

Seis de cada dez ingressantes do ensino superior em 2021 entraram em cursos a distância (EAD). Já o número de calouros em graduações presenciais caiu 28%, em comparação a 2019, último ano antes da pandemia. A mudança evidencia um novo perfil da formação em ensino superior no Brasil.

De um lado, o EAD permite expansão mais rápida e barata, além de ser mais viável para alunos que trabalham. Por outro, especialistas apontam riscos de perda de qualidade na formação inicial dos profissionais, sobretudo em áreas estratégicas, como a docência. O Ministério da Educação (MEC) diz que vai aumentar a fiscalização.

Os dados fazem parte do Censo da Educação Superior, divulgado nesta sexta-feira, 4, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão do MEC. A redução de ingresso em cursos presenciais e o crescimento do EAD é tendência que ocorre desde 2014 e foi acentuada com a crise da covid-19. Na pandemia, o ingresso na modalidade a distância cresceu 55,6%. Em uma década, a alta é de 474%.

Para se ter uma ideia, o cenário de 2011 era bastante diferente. Naquele ano, oito de cada dez estudantes que ingressavam no ensino superior eram da modalidade presencial. Apenas 431,6 mil calouros se matriculavam em uma graduação à distância há dez anos. Em 2021, esse mesmo número saltou para 2,48 milhões.

Segundo Vandir Chalegra Cassiano, chefe de gabinete da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) do ministério, o total de ingressantes do EAD “alavancou” na pandemia e frisa que, agora, em 2022, “também temos um crescimento absurdo”. Ele pondera que essa já seja uma realidade “sedimentada”. “Um caminho sem volta”, fala.

Cassiano conta que a secretaria acompanha o cenário com cuidado e está preocupada com a qualidade de ensino. “Temos instituições que anunciam cursos de EAD a um valor de R$ 59,90, uma mensalidade muito baixa”, destaca. “A secretaria está com um projeto de supervisão desses polos e desses cursos para medir essa qualidade e dar tratamento adequado para que a sociedade não venha a ser prejudicada”, afirma.

MEC suspende análise de cursos EAD de Direito e Enfermagem

Em setembro, o MEC decidiu suspender os processos de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de graduações100% a distância em Direito, Odontologia, Psicologia e Enfermagem. A medida após reação contrária desses setores, que viam risco de perda de qualidade na oferta de cursos totalmente remotos.

Foi criado um grupo de trabalho, que terá um prazo de 180 dias para apresentar propostas e sugestões para a regulamentação dos cursos. Depois de anos parados, os processos de avaliação das propostas de faculdades para os cursos EAD em campos como o Direito, por exemplo, avançaram.

Quais as principais diferenças entre o Ensino Presencial e o Ensino à  distância (EAD)? - Expandr

Imagem extraída de: https://blog.expandr.com.br/quais-as-principais-diferencas-entre-o-ensino-presencial-e-o-ensino-a-distancia-ead/

– A lógica política!

Perfeito!

De maneira resumida, o que aconteceu na Política Brasileira:

– Sem extremismos!

Meses atrás, surgiu um vídeo de pessoas chutando algo, representando “a cabeça de Bolsonaro” como uma bola.

Ridículo.

Agora, Nelson Piquet aparece sugerindo Lula morto. Igualmente ridículo.

É esse país odioso que queremos ensinar para os nossos filhos?

Lamentável…

– Já deu, né?

Estradas ainda paradas em muitos lugares. Que coisa… 

Já cansou, né? Não temos 3º turno, o país está rachado mas as coisas devem continuar. E tal estratégia (a de fechar estradas) é anti-democrática e vai contra o que se é reclamado: a liberdade!

Esse país pirou a muito tempo

Em tempo: não apoio nem L e nem B, somente quero Ordem, Progresso, Honestidade e Competência.

– Que situação…

Fila para abastecer. Que fim-de-feira está esse país…

Estradas bloqueadas e medo de desabastecimento. Se o presidente pedir, os caminhoneiros que protestam já teriam recuado!

Pobre povo brasileiro… saindo do lunático e voltando para o cleptocrático.

– Bloquearam o Estado de São Paulo.

Quem mora em Bragança Paulista, está literalmente ilhado na cidade hoje com os bloqueios dos caminhoneiros.

A estrada para Itatiba está bloqueada. Idem para Socorro. Complicações na Fernão Dias e Dom Pedro parada.

Ou você entra por estradas rurais e roda por terra dezenas de quilômetros (tentando chegar a algum destino), ou desmarca seu compromisso / trabalho. 

Ir à Jundiaí, Campinas ou São Paulo a partir daqui, só via área…

Rodovia Castello Branco bloqueada na altura de Osasco, na manhã desta terça-feira (1º) — Foto: Reprodução/TV Globo

Rodovia Castello Branco bloqueada na altura de Osasco, na manhã desta terça-feira (1º) — Foto: Reprodução/TV Globo

– Um silêncio perturbador.

Acabou o processo eleitoral. E não é estranho que o atual presidente tenha “sumido do mapa”, nada falando ou nem sequer sendo visto?

Ao menos, reconheça o resultado e peça aos caminhoneiros para desbloquearem as estradas. Não teremos 3º turno!

Apoiadores de Jair Bolsonaro em protesto na rodovia BR-251

Foto: Diego Vara / Reuters, extraído de BBC Brasil

– No fundo, trocamos seis por meia dúzia.

O Brasil trocou uma “lunaticocracia”, formada por um bando de radicais, pela volta de uma “cleptocracia“, formada por um bando de corruptos.

Geddel Vieira Lima, o da mala de dinheiro vivo, estava ao lado de Lula no discurso da vitória. Mas quem é Bolsonaro para falar sobre dinheiro vivo?

A corrupção de Lula no Mensalão, Petrolão, Máfia dos Sanguessugas, conluio de Construtoras e Bancos (e por mais que alguns se esforcem em negar esses fatos, o dinheiro não “criou pernas e foi para o estrangeiro sozinho”, já que foi repatriado pela Lava-Jato), proporcionou o surgimento de Bolsonaro. E Bolsonaro, com a cloroquina, a teimosia e birra na pandemia, recriou Lula (somado ao fato de brigar com o STF que, evidentemente, “descondenou” Luís Inácio para concorrer nas Eleições).

Em suma: trocamos o populismo de Esquerda pelo da Direita, e agora voltamos no mesmo lugar de antes. Passamos por corrupção, intolerância e incompetência, e ainda… festejamos!

O Brasil está perdendo desde que nos polarizamos. Simples.

Eu desejo um nome honesto, competente e que tenha credibilidade para 2026. Não vi em 2022. Vou torcer para que Lula não faça cáca e nem remonte o esquema de corrupção, da mesma foram que torci para Bolsonaro não fanatizar o Brasil e criar uma teocracia à moda dele. Afinal, precisamos torcer para que o país dê certo (apesar desses senhores políticos).

Os presidenciáveis Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) disputam o segundo turno neste domingo (30) - Ricardo Stuckert e Divulgação/Palácio do PlanaltoImagem extraída de: https://noticias.uol.com.br/eleicoes/2022/10/29/atlas-pesquisa-segundo-turno-lula-bolsonaro.htm, por Ricardo Stuckert e Divulgação/Palácio do Planalto.

– Teremos 4 tristes anos para o Brasil (independente de quem for o novo presidente)

Agora: 19h12. Tudo indefinido na apuração para Presidente da República. Mas uma coisa é certa: o país se dividiu.

Diz-se que toda a unanimidade é burra, e isso é uma verdade popular. Entretanto, a divisão 50-50 como vemos, torna o país ingovernável. Não sei quem ganhará para presidente, mas é lógico que quem já perdeu foi o país.

De novo, 4 anos de “eles contra nós”, de Esquerda contra Direita (e vice-versa).

No mundo imaginário, seria ótimo quem quiser Lula ou Bolsonaro como seu líder, que o tenha – assim não teríamos briga. Mas é ilusório isso…

Em tempo: o vencedor terá a maioria dos votos válidos, mas matematicamente, a sua votação será menor do que o desejo da maioria dos eleitores (pois se conta os votos adversários, dos “tanto-faz” que não escolheram e/ou dos que anularam, além dos faltosos).

Imagem extraída de: https://qualidadeonline.wordpress.com/2014/06/04/os-requisitos-para-a-bandeira-brasileira/

– O instável Brasil.

Dizem que essa frase é do ex-Ministro Pedro Malan. Não sei se é, mas é interessante. Leia:

“O Brasil é o único lugar onde não se tem certeza nem do passado”.

E não é verdade? Todo dia acontecem coisas novas por aqui e o ambiente instável é constante. É uma aventura viver e trabalhar em nosso país.

O futuro já aconteceu. E o livre-arbítrio não existe | Super

Foto-arte extraída de: https://super.abril.com.br/especiais/o-futuro-ja-aconteceu-e-o-livre-arbitrio-nao-existe/

– O Golpe do Trabalho Fácil.

Mais um golpe… agora, veio do número +92 331 7058914.

De novo, salário alto com pouco esforço, além de ganhar “R$ 50,00” só em clicar Ridículo!

Dias atrás, foi esse aqui: https://professorrafaelporcari.com/2022/09/17/golpes-e-mais-golpes-2/

E outro muito parecido, esse aqui: https://professorrafaelporcari.com/2022/10/18/sortudo/

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– Roberto Jefferson, pasmem, “uniu” o Brasil…

… contra ele mesmo!

Falamos ontem sobre os dois erros cometidos por pessoas influentes: Carmem Lúcia e Roberto Jefferson. Clique aqui para a leitura: https://professorrafaelporcari.com/2022/10/23/carmem-e-roberto-todos-errados/

Irritado, Alexandre de Moraes mandou prender Roberto Jefferson (não estou entrando na questão jurídica). Na sequência, o ex-deputado deu tiros contra a Polícia e só se entregou a noite. Mas não é irônico ver que:

  • O PT se pronunciou contra todas as atitudes de Roberto Jefferson.
  • O presidente Bolsonaro condenou Roberto Jefferson, chamado-o de bandido, pela troca de tiros contra os policiais.
  • O Ministro Alexandre de Moraes tuitou dizendo que foi perfeito o trabalho da Polícia contra Roberto Jefferson.

Depois de muito tempo, esse tripé tão polêmico concordo com alguma coisa envolvendo Política. Incrível!

Foto: Montagem agência O Globo e PT, extraída de: https://oglobo.globo.com/blogs/bela-megale/post/2022/08/o-recado-que-bolsonaro-quer-dar-a-lula-na-posse-de-moraes-no-tse.ghtml

– Carmem e Roberto: todos errados…

A Ministra Carmem Lúcia discursou contra a censura, e votou a favor. Pisou na bola.

Roberto Jefferson, que todos nós sabemos da sua enrolada história, a chamou de “prostituta arrombada“. Sem comentários…

E há quem aplauda um ou outro. Pode?

Vídeo: Bolsonarista Roberto Jefferson chama ministra Cármen Lúcia de “prostituta arrombada” - Pensar Piauí

Extraído de: https://pensarpiaui.com/noticia/video-bolsonarista-roberto-jefferson-chama-ministra-carmen-lucia-de-prostituta-arrombada.html

– Bernardo, o personagem com nanismo da Turma da Mônica!

Vida longa a Maurício de Sousa, que continua merecendo aplausos pelos seus personagens divertidos e inclusivos.

Agora, é a vez de estrear um personagem com nanismo. Politicamente incorreto, o termo “anão” felizmente é deixado de lado e o assunto, muitas vezes usado como deboche, passa a ser tratado com carinho.

Abaixo, extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/10/turma-da-monica-lanca-personagem-com-nanismo-inspirado-em-menino-de-8-anos.shtml?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=twfolha

TURMA DA MÔNICA LANÇA PERSONAGEM COM NANISMO

Novo livro busca conscientizar crianças contra o preconceito e na defesa de uma sociedade mais inclusiva

Por Havolene Valinhos

A “Turma da Mônica” lança em 25 de outubro o livro “Nosso Amigo com Nanismo”. A data foi escolhida por marcar o Dia Nacional do Combate ao Preconceito às Pessoas com Nanismo.

O novo personagem é inspirado em um menino real, Bernardo, 8, de Caxias do Sul (RS), que tem acondroplasia, a forma mais comum de nanismo. Estima-se que, a cada 25 mil nascimentos, uma criança nasça com a síndrome genética, que afeta o crescimento normal dos ossos, resultando em um indivíduo cuja altura é muito menor que a média de toda a população.

O livro conta a história do garoto no seu primeiro dia de aula na Escola Limoeiro, onde estudam Mônica, Cebolinha, Magali, Cascão e outros personagens da turminha. Assim que chegam à sala de aula e encontram Bernardo, todos começam a questionar sua baixa estatura. A partir daí, ele conta sua história, fala sobre as dificuldades das pessoas com nanismo e mostra que somente o conhecimento e a informação podem tornar a sociedade mais inclusiva.

A mãe de Bernardo, Flávia Berti Hoffmann, acredita que a inserção do personagem no universo da “Turma da Mônica” fará uma grande diferença para todas as pessoas que têm nanismo.

“Temos que nos esforçar para mostrar para a sociedade que as pessoas com nanismo têm o direito de viver uma vida normal, e que o papel de todos é contribuir para que isso ocorra de uma maneira natural, sem preconceito. Então, a ‘Turma da Mônica’ levar conhecimento às crianças é um sonho realizado”, afirma.

Ela diz que o livro não foi motivado por nenhum episódio de bullying sofrido por Bernardo, mas pensado como uma maneira de conscientizar outras pessoas sobre o nanismo, começando pelas crianças. “O Bernardo é bem-resolvido. Escolhemos para ele uma escola inclusiva, com outras crianças com deficiência, sempre foi bem acolhido.”

Preconceito

Nanismo é como popularmente é conhecida a deficiência de crescimento, uma comorbidade decorrente de osteocondrodisplasias (displasias esqueléticas) ou alterações na produção do hormônio de crescimento, que resulta em uma pessoa com baixa estatura. Um indivíduo com nanismo alcança uma estatura de 70 cm a 1,40 m, dependendo da condição que o afeta.

Hoffmann conta que apenas na trigésima semana de gestação foram observados alguns atrasos no crescimento dos ossos de Bernardo, mas os médicos ainda não podiam fechar um diagnóstico. Não havia nenhum caso em ambas famílias. “Na hora, ficamos muito abalados, começamos a pesquisar sobre o assunto na internet e tudo parecia muito negativo.”

Com dois meses de vida, por meio de um exame genético, foi confirmado o nanismo. Mas Bernardo teve um bom desenvolvimento. “A fisioterapia foi essencial.”

Para Juliana Yamin, presidente do INN (Instituto Nacional de Nanismo), a iniciativa da “Turma da Mônica” é fundamental e colabora com um forte desejo da comunidade, o de tentar construir uma nova geração de pessoas com nanismo mudando a mentalidade dos pais.

“Antigamente, quem tinha uma criança com deficiência não saía de casa. Assim, o preconceito que está dentro de casa vai para a sociedade. Buscamos o empoderamento dos pais sobre a capacidade de seus filhos de lidarem com as situações e o preconceito ao longo da vida.”

Nesse sentido, ela afirma que poder contar com um personagem que trabalha o lúdico e também fala de conscientização é um grande ganho. “A informação é a maior arma contra o preconceito, que é aceito e arraigado há muitas gerações.”

A ativista tem um filho com nanismo, Gabriel Yamin, 15, que lidera o Movimento Somos Todos Gigantes. “Sempre o ensinamos a lidar com os olhares. De modo geral, a sociedade tem muita empatia com a criança e o adolescente com nanismo, mas os adultos reclamam demais do que precisam enfrentar diariamente.”

Ela diz que recebe relatos frequentes de adultos com nanismo que foram filmados ou fotografados sem autorização e tiveram suas imagens atreladas a memes na internet. “Manter-se mentalmente saudável é muito difícil. Por isso, várias pessoas se escondem, o que dificulta a obtenção de dados para um censo, por exemplo.”

5º Encontro Nacional de Nanismo   

O Instituto Nacional de Nanismo realiza entre os dias 21 e 23 de outubro,  no parque Beto Carrero World (Penha, Santa Catarina), um encontro que deve reunir mais de 300 pessoas com nanismo de todas as regiões. 

Para Juliana Yamin, é a chance de conectar as famílias, mostrar para as crianças que elas não são as únicas com as características, conversar com adultos, discutir o que é necessário fazer pela comunidade. “Encontrar é para nós uma palavra tão valiosa, porque é tão raro encontrar pessoas com as mesmas características ou famílias que vivam as mesmas realidades.”

Imagem extraída de: https://www.psicologiasdobrasil.com.br/turma-da-monica-ganha-personagem-com-nanismo-inspirado-em-menino-do-rs/ (Turma da Mônica ganha personagem com nanismo baseado em menino de Caxias do Sul — Foto: Culturama/Divulgação)

Bernardo Hoffmann virou personagem da Turma da Mônica — Foto: Arquivo Pessoal

– Bolsonaro no Inteligência Ltda.

Para quem “ama” ou “odeia” o Bolsonaro (e para “isentões” como eu): O Rogério Vilela, do Inteligência Ltda, fez uma entrevista bacana com o presidente. E o bom é: ele já fez críticas ao atual mandatário e não vacilou em perguntas mais difíceis.

Trocando em miúdos: uma entrevista não-chapa branca.

Em: https://youtu.be/qbTzhB0akt8

– Você acredita que os eleitores que votaram em Lula ou em Bolsonaro no 1º turno, mudarão o voto?

Eu não! Nesse extremismo político, o cara é Lula ou é Bolsonaro de verdade. Portanto, nos debates, se os candidatos ficarem na mesma estratégia de sempre, estarão falando para quem já são seus eleitores e agradando somente a eles.

Para conquistar os indecisos e/ou quem votou em Tebet, Ciro ou Soraya, há de se mudar o discurso. “Falar para quem já é convertido, é chover no molhado.”

Arte e Imagem: Ricardo Stucker e Alan Santos/PR, extraído de: https://noticias.uol.com.br/eleicoes/2022/10/01/ultimo-datafolha-ipec-o-que-pesquisas-apontaram-em-2018.htm

– Lula e Alckmin vs Bolsonaro e Moro: a incoerência maior é de…

Um dia Geraldo Alckmin disse que Lula queria voltar à cena do crime. Hoje é vice dele…

Um dia Sérgio Moro saiu do Governo Bolsonaro atirando por todo lado. Hoje voltou-se em comunhão com ele…

E você aí, brigando por político?

– O debate do 2º turno na Band: deu Lula ou deu Bolsonaro?

Muitos ataques e poucas propostas no Debate da TV Bandeirantes, com os 2 candidatos se criticando bastante e criando suas narrativas.

Lulistas dirão que Luís Inácio venceu. Bolsonaristas dirão que Jair Messias foi o vencedor. E pra você, quem ganhou?

Para mim, o ponto alto foi a pergunta do Josías de Souza, que questionou sobre os métodos de Lula e Bolsonaro na hora de “comprar apoio do Centrão”!

Para quem não assistiu o debate, aqui: https://youtu.be/iYVk1CeIs60

– A guerra de narrativas é: “quem leva mais”.

Multidões seguindo o presidente Bolsonaro, e nas Redes Sociais as publicações de seguidores dele, tripudiando: “isso a TV Globo não mostra”.

Leio agora uma postagem de uma multidão acompanhando o ex-presidente Lula e um recorte escrito: “isso a TV Record não mostra”.

Que ninguém nos ouça, mas não parece fanatismo demais? Cada um quer vender seu peixe e criticar o outro!

Imagem extraída da Web.

– A Administração foi deixada de lado na Constituição de 1988.

Li e achei interessante: sobre como a “Administração” não foi valorizada na Constituição de 1988 (me lembro perfeitamente das emissoras de TV transmitindo sua promulgação com o Dr Ulisses Guimarães), extraído do tuíte de Daniel José (economista do Insper e mestre em Relações internacionais por Yale):

“32 anos da nossa Constituição de 1988. No texto aparece:

– 76 vezes a palavra ‘direito’.

– 4 quatro vezes a palavra ‘dever’.

– 2 vezes a palavra ‘produtividade’.

– 1 vez ‘eficiência’.

Em resumo, nos preocupamos em dar DIREITOS, sem DEVER algum e sem saber como vamos fazer isso.”

Ou seja: ela, a Constituição, que parecia um avanço na época (já que vínhamos de uma ditadura), mostrou-se ao longo dos tempos apenas um documento necessário para aquele momento, necessitando valorizar ações progressistas para o futuro, calcadas em registro. Por outro lado, será que “o como fazer” e/ou praticar o “exercício da Administração” deveria estar contido nesta Carta de Leis?

Vale a pena refletir tudo isso, em especial pensando nas próximas gerações e, talvez, numa nova Constituição.

Resultado de imagem para constituição federal de 1988

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para publicação do crédito.

– Mensagens Premiadas por Torpedo?

Ah, as “premiações via SMS”… que incríveis elas são!

Tenho muitos pontos segundo essa mensagem… pena que não tenho conta no Itaú!

Cada picareta tentando aplicar 171

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– Cuidado com o “Golpe do Cheiro” do Uber e da 99.

Atenção: mais um (infelizmente) crime na praça: o de bandidos disfarçados de motoristas de aplicativos.

Abaixo, extraído de: https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2022/10/13/golpe-do-cheiro-da-uber-como-as-investigacoes-falharam-com-as-vitimas.htm

GOLPE DO CHEIRO EM UBER E 99: O QUE É E O QUE DIZEM AS VÍTIMAS

Há duas semanas, Fernanda* repetiu o mesmo ritual de todas as manhãs e pediu um Uber para levá-la de casa até a academia. Era uma segunda-feira de chuva em São Paulo, e o trajeto era curto, cerca de 2 km. Ela já tinha ouvido falar do tal “golpe do cheiro”, mas não pensou nisso, achou que nessa situação nada poderia acontecer. Porém, quando estava mais ou menos próxima do destino, entendeu que algo estava fora do normal na viagem.

“Comecei a sentir um cheiro forte, de arder o rosto, sabe? Então, senti meu corpo formigar, ficar dormente. Quando olhei para a janela do motorista, ela estava aberta, e a minha, fechada. Me liguei no que estava acontecendo. Como ela era elétrica, pedi a ele que abrisse a minha. Coloquei o rosto para fora, meu corpo totalmente dormente. Entrei em pânico, tentei abrir a porta e comecei a gritar: ‘Me tira daqui, me deixa descer, estou passando mal'”, contou, em entrevista a Universa.

De acordo com ela, o condutor não se mostrou surpreso e não ofereceu assistência, simplesmente parou o carro. Quando desceu do veículo, Fernanda caiu no chão. “Nessa hora, comecei a ter vários espasmos no meu corpo, na perna, no braço, na mão. Não estava tremendo de nervoso, eu estava com espasmos e não tinha nenhuma força para levantar.” Conseguiu pedir ajuda a uma pessoa na rua para anotar a placa do carro. Fez o protocolo sugerido pela Uber: reportou o caso no aplicativo. Além disso, por orientação de um advogado, registrou um boletim de ocorrência online. Mais tarde, percebeu que o motorista estava cadastrado havia um dia no app.

Segundo Fernanda, a Uber foi rápida e, assim que chegou em casa, entrou em contato com ela para se dizer ciente do ocorrido, que sentia muito e garantir que ela não pegaria mais corrida com aquele motorista. “Eu falei: ‘Pelo amor de Deus, o cara precisa sair da base de motoristas, vocês já sabem que isso está acontecendo, foi horrível! Se eu não tivesse me tocado a tempo, poderia estar desmaiada e vai saber o que pode ter acontecido lá'”, argumentou. Não adiantou: o atendente disse que não poder fazer mais nada.

Na sexta-feira da mesma semana, ainda traumatizada, decidiu pedir um Uber de novo. O percurso e o horário eram os mesmos. Para seu choque, o carro e o motorista também. “O nome do cara era outro, a foto diferente. Pensei ser só uma coincidência, mas era o mesmo cara, o mesmo carro, a mesma placa! Quando entrei, tive a certeza. A gente andou 50 metros, abri a porta do carro em movimento e saí.”

Casos se multiplicam

A história de Fernanda não é um caso isolado. Nos últimos meses, o chamado “golpe do cheiro” (também conhecido como “golpe do gás” ou “golpe do spray”) instaurou um clima de medo entre mulheres que usam de carros de aplicativo como Uber e 99.

São dezenas de relatos nas redes sociais e denúncias de que motoristas estariam tentando intoxicar passageiras. Segundo as vítimas, o padrão é bastante parecido: vidros da parte traseira dos carros fechados e, após um tempo de corrida, um odor invade o ambiente.

“Eu estava de máscara, mas, mesmo assim, passei a sentir um cheiro bem forte, como se fosse um solvente. Logo, começou uma dormência no meu rosto, que rapidamente passou para as pernas”, relata a musicista Irina Bertolucci, que também passou pelo golpe.

De acordo com a delegada Jamila Jorge Ferrari, coordenadora das Delegacias de Defesa à Mulher do estado de São Paulo, de março a junho deste ano, foram mais de 60 boletins de ocorrência registrados no estado e todos os casos aconteceram em veículos da Uber. Segundo ela, até o momento, os inquéritos concluídos no estado de São Paulo não encontraram evidências de contaminação toxicológica nas vítimas ou nos automóveis que foram periciados.

“Isso significa que não houve o que elas estão falando? Não necessariamente. É muito difícil dizer: ‘O golpe não existe’, porque você está desacreditando aquela vítima, o que ela de fato sentiu”, diz a delegada. Ela continua: “E por que [a vítima] sentiu? Porque talvez jogaram nas redes sociais? E aí as pessoas ficaram de alguma forma em pânico e começaram a sentir algo que é muito mais psicológico do que efetivamente real. E isso não é a polícia quem vai responder. O que a polícia consegue responder é que em todos os casos em que foram instaurados inquéritos, a vítima não estava intoxicada”, finaliza.

O que a psicologia diz

Até o momento, nenhum exame deu positivo para “substâncias entorpecentes”. Mas as investigações deveriam tratar um assunto tão delicado e que envolve uma relação de poder, no caso entre motorista e passageira, de uma forma tão protocolar? Para Beatriz Brambilla, doutora em psicologia social, docente e supervisora da estágios do curso de psicologia da PUC-SP, o caso não está sendo tratado com a seriedade e as nuances que merece.

De acordo com ela, o modelo de investigação precisa assegurar uma dimensão que não seja apenas confirmar se a vítima foi intoxicada ou não, mas entender todo o contexto daquela viagem. “Quais foram os antecedentes do ponto de vista da violência psicológica que estava ocorrendo naquela situação em que as mulheres nararram esse ataque, essa violência no carro do aplicativo?”, questiona.

Ela continua: “Há uma relação de poder na medida que você pega um carro com um homem —pensando na questão do machismo, do sexismo e da cultura de estupro e de violência que a gente vive. Quando as mulheres entram no carro, elas já entram preocupadas com o que pode acontecer. […] O motorista tem controle da situação. Ele pode coagir a pessoa que está ali. Daí, a gente está falando de uma violência que ocorre, seja ela pelo olhar, seja por uma palavra, por algum gesto, seja pelo modo como esse motorista vai dirigir. Tudo isso vai produzindo medo, vai produzindo emoções. E isso é uma violência, não importa o que ocorra. Faz com que a gente sinta medo, faz com que a gente se sinta torturada de alguma forma.”

Segundo Silvia Cazenave, toxicologista, docente da PUC-Campinas, perita criminal e ex-Superintendente de Toxicologia da Anvisa, os sintomas narrados pelas vítimas seriam de intoxicações agudas, que deveriam ser acusadas nos exames toxicológicos. Apesar disso, ela concorda com Beatriz: “Acontece realmente de a pessoa perceber um cheiro distinto e ficar ansiosa, ficar com medo. Mulheres estão sujeitas a muitas investidas criminosas e isso cria tensão. Tudo isso pode afetar a percepção”.

Sobre a questão levantada pela delegada Jamila, de que poderia existir um pânico inflado pelos relatos nas redes sociais, Beatriz refuta: “É como no caso do homem que assediou mais de 70 psicólogas. Se uma não tivesse aparecido e falado sobre isso, muito provavelmente as outras não teriam se expressado”.

De acordo com ela, essas situações precisam ser legitimadas, do contrário, são ocultadas do cotidiano, e as pessoas vão sofrendo sozinhas.

Ser mulher é ter medo

Todos os pontos colocados pelas especialistas são ancorados por dados, já que as mulheres brasileiras são percebidas como o grupo mais vulnerável à violência durante o percurso de ida ou volta para casa.

81% delas já sofreram algum tipo de violência em seus deslocamentos pela cidade, segundo o relatório da pesquisa “Percepções sobre segurança das mulheres nos deslocamentos pela cidade”, divulgado no ano passado pelos institutos Locomotiva e Patrícia Galvão.

Além disso, o Brasil registra um estupro a cada dez minutos e um feminicídio a cada sete horas, de acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Os dados são do Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2022, relativos à violência letal e sexual de meninas e mulheres no Brasil.

“A discussão sobre mobilidade urbana e gênero é uma questão muito séria e, não por acaso, a gente tem uma lei de importunação sexual para falar sobre transporte público. O fato é que a violência contra as mulheres em transportes públicos acontece”, diz Beatriz.

Para ela, empresas como a Uber precisam ser responsabilizadas e criar políticas específicas para as mulheres que assegurem a segurança delas de uma forma geral e não somente nesse caso do golpe.

“Se as mulheres fossem doidas, você concorda que a gente não teria uma política de importunação sexual em transporte público? Que não teríamos em vários lugares do mundo vagões de trem e metrô especiais para as mulheres? Que a gente não teria a política de que o ônibus para em qualquer lugar para as mulheres poderem descer? Hoje, o transporte por aplicativo é tão utilizado quando o transporte público, principalmente nas grandes cidades”, justifica.

Monica de Melo, Defensora Pública do Estado de São Paulo, também acredita que é preciso cobrar as empresas de aplicativo – e não somente a polícia – e que elas são coniventes com o que está acontecendo: “A empresa tem todo o discurso de que o motorista não é empregado, mas dizer que a empresa tem zero responsabilidade? A empresa fez uma plataforma? Você só encontrou aquele motorista através dessa empresa, você não encontrou esse motorista ali na rua, do nada? E justamente por você não ter encontrado na rua, no nada, você pegou em uma empresa justamente porque você acha que pegando o motorista de uma empresa você estaria mais segura”.

Alice*, que também foi vítima do golpe, concorda: Eu não estou com raiva [do que aconteceu]. Eu estou com raiva da gente, mulher, ter que pensar nisso [nossa segurança] o tempo todo. Geralmente quando estou na rua com meu celular, estou insegura. Quando chega o meu Uber e eu entro, é quando eu falo, nossa, eu estou em casa, estou segura. E não, é um serviço que deveria oferecer segurança para você, mas tem oferecido mais medo do que segurança”.

Do lado da Uber, a empresa se diz preocupada e recentemente até criou uma mesa de discussão só para debater o assunto no 16º Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O painel “Golpe do gás na Uber: o aumento da sensação de insegurança a partir da desinformação”, tinha o intuito de tentar tranquilizar a sociedade e reforçar que nada está acontecendo e nada foi provado.

Já a empresa 99, em nota, informou que ao receber os relatos realiza a apuração junto aos times internos “para garantir a segurança das usuárias da plataforma e colaborar com o poder público, se necessário”. A empresa, assim como a Uber, reforça que é imprescindível que as eventuais vítimas reportem o ocorrido nas centrais de ajuda dos apps.

*Nome trocado a pedido da entrevistada

– É Radicalismo Político de Ponta-a-Ponta…

No ótimo Morning Show da Jovem Pan, assisti ao deputado eleito Nikolas Ferreira falando sobre Fake News com o jornalista Guga Noblat.

De um lado, radicalismo de Direita versus radicalismo de Esquerda! Aí não dá… mais sensatez, amigos.

Em especial, assista quando Nikolas é perguntado sobre produção de Fakes. Tá difícil aceitar isso como algo “normal”

Em: https://youtu.be/OsEyW71a2nY

– Nunca perder a Honestidade! Você tem queda “para ser desonesto”?

A Revista Época, dias atrás, trouxe uma interessantíssima matéria, intitulada “Somos todos um pouco trapaceiros”, por Daniel Venticinque. Nela, se discute o livro “A mais pura verdade sobre a desonestidade”, do psicólogo israelense Dan Ariely.

O livro fala sobre o fato de todas as pessoas terem uma queda, em certo momento da vida, para a desonestidade. E a culpa vem das situações cotidianas, que trazem naturalmente à tona esse defeito humano. Seriam 5 fatores para a desonestidade e outros 5 para a honestidade. Abaixo:

5 FATORES QUE NOS FAZEM TRAPACEAR DEMAIS

1- CAIR NA PIRATARIA: as pessoas que usam produtos falsificados tendem a ser mais desonetas em outros aspectos da vida. O sucesso desse pequeno deslize nos torna propenso a arriscar deslizes maiores.

2- SER MALTRATADO: para quem sente que não foi respeitado, a desonestidade pode ser uma revanche. Quem não é bem tratado por um vendedor raramente devolve o dinheiro se ele errar o troco para mais.

3- DAR ASAS À CRIATIVIDADE: além de ter uma tendência a questionar regras, as pessoas cujas profissões exigem criatividade são melhores para inventar desculpas e para bolar maneiras de desobedecer às leis.

4- FAZER O BEM PARA OUTROS: quando o desonesto beneficia outros além do trapaceiro, trapacear fica ainda mais fácil. O mal-estar da trapaça é compensado pela sensação de fazer o bem.

5- LIDAR COM VALORES VIRTUAIS: ver alguém cometer um ato desonesto aumenta muito as chances de fazermos o mesmo naquela situação. É a regra do “todo mundo faz”, que já entrou para o folclore da política brasileira.

5 ATITUDES QUE NOS TORMAM MAIS HONESTOS

1- DAR SUA PALAVRA: É antiquado, mas funciona. Assinar um temo de responsabilidade ou se comprometer a seguir um código de ética é um bom lembrete mental para evitar a tentação da trapaça.

2- TER FÉ: discursos e símbolos religiosos nos tornam menos propensos à trapaça, por estar associados à boa conduta. Não é por acaso que a música gospel é pouco atingida pela pirataria.

3- CRIAR UMA CULTURA DE HONESTIDADE: quando a desonestidade é malvista e há poucos maus exemplos maus exemplos a seguir, trapacear fica mais difícil. Isso explica por que a trapaça é mais difundida em alguns países.

4- MANTER A TRANQUILIDADE: como a trapaça é uma tendência natural, ser honesto exige esforço. Evitar o cansaço mental ajuda a manter a compostura diante de uma oportunidade de trapacear.

5- CONTRATAR FISCAIS DESINTERESSADOS: Trapaceamos menos quando somos fiscalizados. Mas os fiscais precisam ser isentos. Quanto maior o contato deles com quem fiscalizam, maiores as chances de que todos caiam na trapaça.

E aí: concorda com eles ou não? Deixe seu comentário:

Caixa de Histórias 33 - A mais pura verdade sobre a desonestidade • B9

Imagem extraída de: https://www.b9.com.br/shows/caixadehistorias/caixa-de-historias-33-mais-pura-verdade-sobre-desonestidade/

– Possível Saudação Nazista no Colégio Sagrada Família? Meu Deus…

Qualquer pessoa lúcida condenaria uma saudação nazista. Correm vídeos na Internet de uma professora do Colégio Sagrada Família, em Ponta Grossa/PR, fazendo supostamente o tradicional gesto de apoio a Hitler. Porém, a defesa da docente alega que era um gesto de saudação à pátria brasileira.

E como estamos em época eleitoral, para ajudar a polemizar, ela está cheia de bótons do presidente Bolsonaro…

A ironia é: um Colégio com nome católico, que em tese deve defender a vida, ainda não ter demitido a professora. E mais: isso ser usado como mote de campanha (como certamente será).

Seria bem legal que o próprio presidente se pronunciasse e repudiasse tal bobagem da pseudo-educadora.

Informações e foto: crédito de Fórum, no twitter em: https://twitter.com/revistaforum/status/1579445749816836096

Atualização: Da Folha de São Paulo, extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/10/colegio-vai-demitir-professora-suspeita-de-fazer-saudacao-nazista-em-aula-no-pr-veja-video.shtml?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=twfolha

Colégio vai demitir professora suspeita de fazer saudação nazista em aula no PR; veja vídeo

Defesa de docente nega a apologia e diz que gesto era homenagem à bandeira e à pátria

Um vídeo gravado dentro de uma sala de aula mostra uma professora de redação do Colégio Sagrada Família, em Ponta Grossa (PR), fazendo um gesto semelhante a saudação nazista.

Instantes antes de erguer o braço em direção ao horizonte, a mulher havia prestado continência. É possível ouvir um hino, não identificado, ao fundo. No momento do ato, a docente usava uma bandeira do Brasil presa ao corpo.

Segundo professores da mesma escola ouvidos pela reportagem, a cena ocorreu na sexta-feira (7), durante uma aula para alunos do ensino médio.

A professora foi identificada como Josete Biral. Ela atua na instituição de ensino há quase duas décadas.

A direção do colégio repudiou o ato, o qual classificou como imprudência, descuido e um grande erro da professora, nas palavras da diretora-geral, irmã Edites Bet. Segundo ela, a escola decidiu demitir a profissional.

Procurada no domingo (9), Josete solicitou que a reportagem entrasse em contato com seu advogado. Nesta segunda-feira (10), o advogado da docente, Alexandre Jorge, encaminhou mensagem para a Folha, na qual negou que sua cliente tenha feito uma saudação nazista.


Vídeo: Professora faz gesto semelhante a nazista em escola católica no Paraná


“O posicionamento dela é que não existiu qualquer gesto típico de saudação nazista.
Foi no momento de descontração, no encerramento da aula, que se for se considerar gesto típico de alguma natureza seria saudação à bandeira e à pátria”, escreveu Alexandre Jorge.

O advogado ainda citou que qualquer acusação ou imputação contra sua cliente sobre gesto nazista configura fato criminoso.

Um professor relatou para a reportagem que viu o vídeo com muita tristeza e afirmou ser absurda a postura da docente.

Não é a primeira vez que uma atitude da professora chamou a atenção. Às vésperas do primeiro turno das eleições de 2 de outubro, ela foi até a janela de uma das salas e balançou uma bandeira verde e amarela. A ação foi presenciada por vários alunos e gravada. É possível ouvir a alguém dizer “mito”, como o presidente Jair Bolsonaro (PL) é chamado, mas não é possível identificar quem gritou.

Professores da escola contaram que a docente tem feito campanha para o candidato Bolsonaro nas dependências da escola. A reportagem recebeu fotos em que a professora aparece com adesivos com o rosto do presidente e outros adesivos com alusão a frases repetidas por ele, como “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”, colados na roupa.

“A escola tem uma posição neutra politicamente junto aos seus alunos e professores. Orientamos aos mestres que procedam com neutralidade e respeito em todas as situações”, escreveu a diretora-geral.

Fazer apologia ao nazismo é considerado crime no Brasil, com penas variadas.

Para o advogado e presidente do Grupo Tortura Nunca Mais, Ariel de Castro Alves, é necessária a abertura de uma apuração sobre o ocorrido.

“O gesto dela, em princípio, faz propaganda do nazismo e trata-se, claramente, de gesticulação nazista. Se tiver relação com a música, pode ser mais associado à propaganda e defesa do nazismo”, disse.

“De qualquer forma, ela deveria ser afastada das funções durante as investigações. Os atos dela são incompatíveis com o que se espera de um educador”, acrescentou Castro Alves, que também é membro do Instituto Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente.

O advogado lembrou que a suposta tentativa de impor as ideias delas aos estudantes também pode ser passível de punição.

O artigo 232 do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) prevê detenção de seis meses a dois anos por submeter criança ou adolescente sob sua autoridade, guarda ou vigilância a vexame ou a constrangimento.

– Simone e Mara: não combinaram no pós-Campanha?

Simone Tebet, candidata do MDB para a presidência da República, declarou voto em Lula e saiu em campanha para ele.

Mara Gabrilli, sua vice, disse que nunca apoiaria Lula pois ele dilacerou o Brasil.

Se eleitas, a “sinergia” entre elas seria grande, não?

– O futuro presidente será o escolhido pela minoria da população.

O último dado oficial brasileiro mostra: nossa população é de aproximadamente 215 milhões de habitantes.

Desse total, são 156.454.011 eleitores (segundo o IBGE, 72% da população).

No último pleito,
57.259.504 votaram em Lula.
51.702.345 votaram em Bolsonaro.
32.672.798 (20,89 % dos habilitados) não foram votar.
9.316.711 votaram em Tebet , Ciro, Soraya, D’ Ávila, Kelmon, Péricles, Manzano, Vera Lúcia e Eymael.
5.452.653 votaram em Branco ou Nulo.

Ou seja: o eleito será escolhido pela maior parte das pessoas (das diversas partes possíveis), mas não pela maioria delas. Só teremos um presidente eleito pela maioria dos eleitores habilitados brasileiros se receber 78.202.006 votos.

Portanto, pela lógica, a maioria dos brasileiros terá escolhido (vejam só) outras opções do que o eleito (o adversário perdedor, somando os brancos e nulos, mais os eleitores que não forem votar).

Em resumo: o eleito (qualquer que seja) será um presidente da minoria da população.

História das eleições no Brasil - Brasil Escola

Imagem extraída de: https://brasilescola.uol.com.br/historiab/historia-das-eleicoes-no-brasil.htm

– Diretora de Faculdade Mostra Cidadania com Simples Suportes de Papel Higiênico.

Um suporte de papel higiênico (aquele rolinho que você coloca dentro do rolo de papel) é algo barato, não?

Através da luta contra assaltos a “rolinhos de papel higiênico”, uma diretora de faculdade da Bahia mostrou como é importante o respeito ao espaço público e como a luta contra a bandidagem começa pelas pequenas coisas.

Este texto é do Prof Dr Paulo Costa Lima, da UFBA, e o original pode ser acessado CLICANDO AQUI.

FACULDADE ELIMINOU ROUBOS REPONDO OBJETO FURTADO 241 VEZES

Ela decidiu peitar a bandidagem…

Minha amiga era vice-diretora da faculdade de arquitetura e o pessoal da limpeza vivia atazanando seu gabinete… Todo dia sumiam aqueles rolinhos, como é o nome daquilo..?

Aquele negócio redondinho que antigamente era de madeira e tinha uma mola por dentro, hoje é de plástico…

Entra nos dois furos da parede e segura o rolo de papel higiênico.

Ela chegava todo dia e era o mesmo caso. Roubaram os rolinhos. Não tem onde botar o papel. Os banheiros sujos. Os rolos de papel no chão, ou pior, desenrolados na cesta de lixo. Privada entupida… Pode um negócio desses?

Pensou, pensou, e acabou achando uma solução completamente original. Mandou comprar 480 rolinhos e decidiu entrar na briga. Roubavam um rolinho, ela repunha imediatamente. Roubavam 2, 3, 20 rolinhos e lá estava o substituto, novinho em folha, na cara (e nos fundilhos) dos contraventores.

Ficou com uma sensação muito boa de que com ela ninguém podia. Nem a bandidagem. Onde já se viu? Roubar os rolinhos do suporte, na intimidade do alívio de cada dia…

Não podia botar câmeras. Isso foi no início dos 90. E mesmo não ia dar certo. A universidade pública. Iam pensar que a diretoria estava filmando as pessoas nuas sabe-se lá pra quê…

Preocupava-se com o aspecto de contravenção do seu próprio ato administrativo. O que diria ao Reitor sobre esse gasto excessivo com rolinhos de suporte para papel higiênico?

Não sabia onde a coisa iria parar. Até quando iria ter que comprar pacotes de 480 acessórios? O que diria a Divisão de Material?

Mas o espírito da luta, e a nobreza da causa acabaram falando mais alto. E também pensava na economia com o gasto de papel. Afinal, teria alguns argumentos. Continuou repondo e repondo…

Quando chegou em 241 os roubos pararam. Educação completa. Ela havia vencido a guerra e não apenas uma batalha. O ladrão deve der ficado absolutamente decepcionado. Imagine que a casa dele já não devia ter lugar onde botar essas tralhas desses rolinhos…

Acho que a minha amiga realizou um experimento inusitado de enfrentamento da contravenção.

Flexionando o espaço-tempo da propriedade gerou uma abundância artificial que eliminou o sentido do roubo.

Já pensou se esse pequeno modelo se espalha? Teria que dar dinheiro para todos os ladrões e todos os corruptos até que eles não quisessem mais… seria o fim da bandidagem e do capitalismo… (rsrsrs)… o fim da pena de morte por corrupção na China?

E tem mais. Ela demonstrou até onde deve ir essa história de tolerância zero. A violência começa nos banheiros, no desrespeito ao outro…

Leituras e associações:

1. a noção (ou falta de noção) do espaço público entre nós;

2. falha estrutural do contrato social: levar vantagem;

3. também acontece com livros nas bibliotecas públicas, muitas vezes levados por gente tida como acima de qualquer suspeita;

4. não é um problema dos pobres, que muitas vezes são bem mais decentes que médios e ricos;

5. o banheiro público aciona espaços discursivos aparentemente caóticos, típicos dessa situação – o palavrão, a obscenidade, a infâmia, o humor rasgado -, marcas culturais dos “sem contrato”;

6. os comentários da internet (inclusive no Terra) retomam muitas vezes esse ambiente, que alia franqueza bruta e falta de limite quase perversa com relação ao ‘outro’; existe o outro?

7. violência e pertencimento (ou falta de pertencimento) se interpenetram o tempo todo;

8. esse é um grande tema para a campanha presidencial.

9. na contramão de tudo isso: um projeto maravilhoso de caixas de livros nos pontos de ônibus; o sujeito leva o que quiser pra casa (depois traz de volta, lido); está acontecendo na cidade de Vitória da Conquista, interior da Bahia.

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Imagem extraída da Web.

– A Estátua de Eike Batista.

(TEXTO DE 2012) – Eike até esteve em prisão domiciliar e teoricamente falido. Que volta o mundo dá!)

O bilionário Eike Batista quer investir em usinas termoelétricas, remando contra a maré da energia limpa. Disse à Folha de São Paulo de hoje:

Alguém vai ter que construir uma estátua pra mim, pois vou evitar o apagão de energia

Ousado, não? Não seria o Governo, por obrigação, quem deveria investir melhor em energia elétrica  e de forma ecologicamente correta?

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Imagem extraída da Web.

– Chega de Xenofobia!

Chega de jogar a culpa no Nordeste, cada um vive sua realidade e tem o direito de escolher quem quiser.
Goste ou não, a democracia permite a escolha. Faça a sua parte, vote conscientemente e respeite o voto diferente (seja qual for).
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– Um país dividido de pesquisas ilusórias.

As Eleições 2022 mostraram que demorará para o Brasil se unir e que o país está rachado. O “nós contra eles” é de mão dupla, tendo Lula como melhor cabo eleitoral de Bolsonaro e vice-versa.

Veja o mapa dos estados: são dois Brasis, um lulista e outro bolsonarista. As 3ªs vias inexistiram (isso é péssimo para a democracia) e viram um fenômeno interessante: a desidratação de Ciro Gomes, que ficou atrás dos ponteiros até no Ceará:

A derrota de candidaturas alternativas é algo preocupante. Mas existiram outros dois pontos a se observar:

A demora na votação: muitos não sabiam, mas o grande número de idosos na Eleição se referiu ao fato de que votar serviu como “prova de vida” ao INSS, e em alguns lugares isso foi incentivado, ao invés de procurar uma agência da Previdência Social.

Os erros dos institutos de pesquisa: de 8 a 80! De Lula vencendo no 1º turno pelo DataFolha à vitória garantida de Bolsonaro na Brasmarket. Algo deve ser feito para corrigir tanto equívoco! Aliás, DE NOVO, as pesquisas erraram feio no RJ para governador. E em SP, ninguém acertou também.

A lamentar que Jundiaí não fez nenhum deputado. Abaixo, os votos dos candidatos locais (que perderam votos para “forasteiros” no âmbito federal e estadual, como Suplicy, Boulos, Zambelli, entre outros…). A propósito, vemos a reeleição de Tiririca no Congresso.

Ô Brasil…

 

– Descanse em paz, Campeão!

E o Brasil perdeu um Campeão: morreu o pugilista Éder Jofre!

#RIP

– Enfim chegou o dia!

Certamente teremos candidatos que não dormiram de ontem para hoje. E eleitores também!

O aguardado dia das Eleições chegou! Não se esqueça: exerça o seu direito ao voto com cidadania.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Dias de distância das Redes Sociais?

Apaixonados eleitores no Facebook e no Twitter “quebram o pau” pelo 13 ou pelo 22. Não importa se é 171, 666 ou qualquer outra coisa. Nem no 12, no 30, no 44, no 15… neles, também não vejo esperança...

Sem brigas: votem no que for mais justo pela sua consciência, para poder cobrar depois. E respeite o voto do seu próximo.

Meu candidato? Eu quero alguém honesto, competente e que tenha credibilidade… tá difícil!

Arte e Imagem: Ricardo Stucker e Alan Santos/PR, extraído de: https://noticias.uol.com.br/eleicoes/2022/10/01/ultimo-datafolha-ipec-o-que-pesquisas-apontaram-em-2018.htm

– A banana em Brasil x Tunísia.

A tristeza de um mundo intolerante…

Que se puna o idiota racista!

Veja só: