Ninguém quer violência. Precisamos, para melhor o Brasil, de Educação!
Confira na imagem:
Imagem extraída da Internet, autoria do cartoon na própria.
Dois alunos morreram cruelmente num ataque à Escola Estadual Professora Helena Kolody, em Cambé-PR, na última 2ª feira. O assassino foi encontrado há pouco morto na cela em que estava preso.
As vítimas Karoline Verri Alves, de 17 anos, e Luan Augusto da Silva, 16 anos, eram jovens que orgulhavam suas famílias e tinham grandes virtudes.
Segundo o Estadão, o assassino:
“Tinha essa ideia na cabeça há quatro anos. Ele comprou o revólver, já com um tempo considerável, há um mês e meio. Também comprou a machadinha no dia 10 de junho”, afirmou o delegado-chefe da Polícia Civil de Londrina, Fernando Amarantino Ribeiro, que investiga o caso. Ele revelou ainda que o suspeito esteve na escola há cerca de 30 dias para analisar o espaço antes de cometer o ataque.
Conforme mostrou o Estadão, a Secretaria de Segurança Pública do Paraná informou que, além dos itens citados anteriormente, foi encontrado com ele um caderno com anotações sobre ataques em escolas. Além disso, foi revelado que o agressor é esquizofrênico e estava em tratamento, de acordo com informações fornecidas por sua família.
O autor revelou, durante depoimento, que o ataque à escola ocorreu como forma de retaliação aos episódios de bullying supostamente sofridos por ele no período em que estudou na instituição. O suspeito frequentou o colégio por pelo menos sete anos e saiu em 2014.
O caso ainda permanece em investigação, mas deve ter mudanças no desdobramento após a morte do autor do crime. Ao menos seis pessoas foram ouvidas na segunda-feira. Outros familiares e profissionais devem prestar depoimento nos próximos dias.”
(Mais informações em: https://www.estadao.com.br/brasil/ataque-a-escola-em-cambe-no-parana-o-que-se-sabe-sobre-a-tragedia-que-deixou-2-estudantes-mortos-nprm/)
A matéria mostra ainda um herói:
“Após ouvir os sons dos tiros, Joel de Oliveira, 62 anos, foi até a escola, disse ao atirador que era policial e o imobilizou até a chegada das viaturas. Se não fosse a ação de Oliveira, prestador de serviços de uma clínica de fisioterapia próxima ao Colégio Estadual Professora Helena Kolody, o ataque à escola que matou dois alunos na segunda-feira, 19, poderia ter sido muito pior.
Na hora, afirma Oliveira, ele nem pensou nos riscos e agiu de forma instintiva. “Foi tudo muito rápido. Eu tenho muitos amigos que têm filhos que estudam lá na escola, então nem consegui pensar muito. Eu saí correndo e vi se conseguia ajudar de alguma forma”, disse. Ele não tem qualquer experiência na área de segurança e nunca teve preparação para esse tipo de situação. “Agi totalmente no instinto para ajudar aquelas crianças.”
Fico pensando: quanto mais armas nas ruas, pior. E quem vendeu a arma para esse maluco assassino, não deveria ser preso também?
Foto: Filipe Barbosa/EFE
Afinal, é para licenciar bicicleta elétrica, scooter, mobilete / monareta, ou similares?
Cada vez mais confuso… O UOL tentou esclarecer:
m:
Por José Horta Manzano – Os adjetivos automotor, automotivo e automóvel são sinônimos. Veículo automotor (ou veículo automotivo ou ainda veículo automóvel)…
Continua no link em: IPVA

O quanto as ações das Lojas Americanas despencaram depois da descoberta de maquiagens fiscais e outras fraudes… Quantos prejuízos causaram e quantos engodos deram.
Claro, a situação é ruim e recentemente a própria empresa reconheceu o golpe. Mas, de inocente, não tem nada.
Compartilho: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/andre-roncaglia/2023/06/a-fraude-nada-inocente-nas-lojas-americanas.shtml
A FRAUDE NADA INOCENTE NAS LOJAS AMERICANAS
Como qualquer instituição humana, governança empresarial está sujeita a erros e manipulação oportunista
Por André Roncaglia
As pedras do cais já sabiam que o caso Americanas foi a maior fraude corporativa já registrada no Brasil. O esqueleto financeiro exumado chega perto de R$ 50 bilhões.
Em seu livro “Double Entry” (Partidas dobradas: como os mercadores de Veneza criaram as finanças modernas), Jane Gleeson-White conta como o método veneziano de gestão comercial —codificado em 1494 pelo frade florentino Luca Pacioli— liberou as forças produtivas do capitalismo, mas também alavancou as fraudes e manipulações. É difícil, portanto, dissociar o avanço do capitalismo da corrupção corporativa.
Adam Smith já desconfiava das sociedades anônimas por separarem propriedade e gestão. No celebrado livro “A Riqueza das Nações”, Smith destacava a “negligência e exuberância” que prevaleciam na gestão destas empresas.
Segundo ele, tais custos de agência cresceriam em linha com a expansão do poder de mercado das grandes corporações. A desconfiança de Smith tinha fundamento.
A governança corporativa se desenvolveu no século 20 para mitigar tais custos, por meio de maior transparência e a definição de incentivos que alinhassem os interesses de gestores e acionistas e, mais tarde, destes com a sociedade.
Como qualquer instituição humana, a governança empresarial está sujeita a erros de desenho e à manipulação oportunista. Apesar dos avanços, o resultado geral está longe de satisfatório.
Estudo recente de Dyck, Morse e Zingales (2023) sugere que, apesar de ser disseminada a prática de fraudes corporativas, apenas um terço delas é descoberto; e mais: cerca de 40% das empresas com capital em bolsa cometem violações contábeis sistematicamente, destruindo 1,6% de seu valor de mercado a cada ano —US$ 830 bilhões (R$ 4 trilhões) em 2021.
O estudo se baseia nos EUA, em que há mais transparência e controle. No Brasil, suspeito que o problema seja ainda maior.
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O órgão responsável por supervisionar o mercado de capitais no Brasil, a CVM(Comissão de Valores Mobiliários) teve seu orçamento reduzido, em 2022, ao menor patamar em 13 anos, e não faz concurso de reposição de quadros desde 2010.
O órgão custa aos cofres públicos cerca de R$ 250 milhões anualmente para monitorar cerca de R$ 25 trilhões em valores de mercado: beira o apagão da fiscalização sobre as condutas corporativas. Onde passa boi…
A corrupção privada raramente galvaniza a fúria do público e da imprensa como a que se dá na esfera do Estado.
Como provocou J.K. Galbraith, em “A economia das fraudes inocentes”, corporações não existem no vácuo: suas ações afetam a esfera pública e, portanto, precisam de regulação estatal. Afinal, o mecanismo privado de auditoria é falho e facilmente distorcido por conflitos de interesse.
Dentre os vários escândalos, relembro como a Enron sepultou a empresa de auditoria Arthur Andersen, que fez vista grossa para o histórico de fraudes financeiras e contábeis.
No caso das Lojas Americanas, há fortes indícios de omissão motivada por parte do conselho de administração, das auditorias PwC e KPMG e dos bancos envolvidos. O esquema furtou milhões de seus acionistas minoritários, funcionários, fornecedores e credores.
Sabendo da insolvência da empresa, a antiga diretoria e os acionistas controladores foram agraciados com a isenção de IR (imposto de renda) sobre dividendos distribuídos muito acima da média do mercado, bem como pela venda antecipada de sua participação acionária com os preços em alta.
O efeito vai além: a desarticulação da vasta cadeia de fornecedores produziu desemprego, difundiu a desconfiança que congelou o mercado de crédito privado e reduziu a arrecadação tributária.
Não há meritocracia quando vícios privados se tornam custos socializados de forma reincidente, como é prática reconhecida do trio Lemann-Telles-Sicupira da 3G Capital. Parafraseando o Fabiano, personagem de “Vidas Secas”: o nome disso é safadeza.

Crédito da Foto: SOPA Images/LightRocket via Gett, extraído de CNN Brasil.com.br
O Cassino Virtual Blaze tem milhões de clientes mundo afora, e 20.000 reclamações no Brasil de pessoas que foram enganadas por ele.
E o que fazer? A empresa está registrada em Curaçao, tem como garotos propaganda Neymar e Felipe Neto, e ninguém responde por ela.
Dr D’Urso, advogado especialista no assunto, dá a dica em: https://www.youtube.com/watch?v=HcjMGL2tokQ
Quem viu, viu. Quem não viu, vai demorar bastante tempo para ver algo assim…
Há 33 anos, dois brasileiros campeões do mundo faziam a última dobradinha deste tipo na Fórmula 1: Piquet e Senna!
Abaixo, quando da ocasião dos 30 anos, uma matéria extraída de: https://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/blogs/f1-memoria/post/2020/06/10/ayrton-senna-e-nelson-piquet-fizeram-ultima-dobradinha-entre-eles-ha-30-anos-no-canada.ghtml
DOBRADINHA – Ayrton Senna e Nelson Piquet fizeram última dobradinha entre eles há 30 anos, no Canadá
Piloto da McLaren dominou desde o começo, deixou-se passar por Gerhard Berger, que estava punido por queima de largada, e liderou compatriota, que fez corridaça para chegar em segundo
Dia 10 de junho de 1990, trinta anos atrás: Ayrton Senna e Nelson Piquet fizeram a oitava e última dobradinha envolvendo os dois numa corrida de Fórmula 1. Foi no GP do Canadá, em Montreal. Numa pista que começou molhada e terminou seca, Ayrton fez uma corrida de categoria largando da pole position e não teve a vitória ameaçada, enquanto Nelson subiu de quinto para segundo com uma prova de inteligência e garra, sobretudo na linda ultrapassagem sobre Alain Prost. Era um tempo no qual tínhamos dois dos melhores pilotos da história na pista.
Pole position, Senna viu o companheiro de equipe Gerhard Berger queimar acintosamente a largada, mas ainda assim contornou a primeira curva na liderança. Em seguida, vinham Alessandro Nannini (Benetton), Jean Alesi (Tyrrell), Piquet e Prost.
Desde as primeiras voltas, Senna e Berger se destacaram em relação aos demais, enquanto Nannini e Alesi travavam boa briga pelo terceiro lugar. Mais atrás, Thierry Boutsen (Williams) passou por Prost e subiu para sexto – pista molhada não era mesmo a praia do francês.
Na oitava volta foi divulgada a informação de que Berger seria punido ao fim da prova com o acréscimo de um minuto ao seu tempo de prova pela queima de largada. Numa época na qual ainda não havia sensores para detectar os apressadinhos na partida, as imagens de TV eram usadas como prova. E, nesse caso, foi uma queima de largada até risível.
Com Berger teoricamente fora da disputa pela vitória, Senna ficou mais tranquilo na prova, sabendo que não precisava forçar o ritmo. A essa altura, como já não chovia desde a largada, a pista já estava secando, e uma troca para pneus slicks era iminente.
O primeiro a entrar nos boxes, na nona de 70 voltas, foi justamente Berger, no que foi seguido por Senna e Piquet duas passagens depois. Alesi, Boutsen e Prost fizeram a troca na volta 12. No mesmo giro, avisado pelo rádio que Berger estava punido, Senna abriu passagem ao austríaco, e ambos ultrapassaram Nannini, que era o líder por ainda não ter feito o pit stop.
Com todos tendo efetuado a troca de pneus, a ordem na pista era Berger, Senna, Prost, Boutsen e Piquet, sendo que o austríaco na prática estava fora dessa briga devido à punição. Nigel Mansell, que teve um começo apagado, já era o sexto com a Ferrari, enquanto Alesi teve um toque com o retardatário Andrea de Cesaris (sempre ele envolvido nas confusões!) e caiu para 11º.
Com um trilho seco no asfalto molhado, qualquer erro seria fatal, e vieram os acidentes. O primeiro a bater foi Boutsen, que, ao tentar passar Prost, saiu do trilho, escorregou na parte molhada do asfalto e acertou o retardatário Nicola Larini (Ligier). Logo depois, Nannini, que tentava reagir de um mau pit stop, derrapou ao tentar passar Satoru Nakajima (Tyrrell) e bateu com violência nos pneus. Por fim, Alesi escapou no mesmo lugar, e o carro atingiu o de Nannini, que estava parado. Por sorte, ele não se machucou.
A essa altura, perto da metade da prova, Berger andava em ritmo alucinante para tentar compensar o tempo que seria dispendido na punição, enquanto Senna fazia corrida sossegada, até porque tinha quase 30 segundos de vantagem sobre Prost. Mais atrás, Piquet vinha com excelente ritmo e se aproximava do francês, trazendo Mansell com ele.
A 21 voltas do fim, Piquet estava sendo apertado por Mansell, mas decidiu partir para o ataque em cima de Prost e mergulhou na freada do grampo. A linda ultrapassagem fez Nelson assumir o terceiro lugar, que na verdade era o segundo pela punição a Berger. Na volta seguinte, Mansell também passou por Prost, que depois se enrolou com o retardatário Gregor Foitek (esse também era complicado…).
A essa altura, Senna tinha mais de 30 segundos de vantagem para Piquet, que, com categoria para driblar os retardatários, manteve uma distância suficiente para não ser atacado por Mansell. Já Prost, com problemas de freios, não tinha mais forças para chegar nos dois. Mais atrás, com um ritmo alucinante, Berger vinha virtualmente encostando no trio. Com a melhor volta, o austríaco ainda terminou em quarto no tempo corrigido, à frente de Prost.
Nas últimas dez voltas, Senna tirou o pé, e a diferença para Piquet baixou de 30 para 10 segundos, com Mansell terminando 2s9 atrás do piloto da Benetton. Já Berger, com todo o esforço, ficou apenas 14s854 atrás de Ayrton no tempo corrigido. Mesmo com Senna tendo reduzido bastante na parte final porque não precisava acelerar, o ritmo do austríaco foi espetacular. Será que ele poderia ter vencido em condições normais? Difícil saber, porque Senna teria tido outro comportamento em pista também.
– No início eu mantinha o ritmo de Berger, mas depois baixei o trem de pouso – disse Senna, que fez um discreto elogio ao desafeto Piquet:
– A Benetton contratou um piloto que entende de carros de corrida, mas a minha preocupação é vencer.
Já Piquet comemorava a volta ao pódio depois de um ano e meio, desde o terceiro lugar no GP da Austrália de 1988. Como de costume, fez piada ao falar sobre o fato de ter ficado entre os dois pilotos da Ferrari boa parte da corrida:
– Fiz valer a minha experiência de 13 anos de Fórmula 1. Sabia que a entrada do hairpin era o único ponto possível para ultrapassar. O problema foi o Prost, que segurou um pouco. Eu me senti um presunto num sanduíche, um Piquet à la pate.
Naquele mesmo domingo, a Seleção Brasileira estreou na Copa do Mundo de futebol na Itália, e Cleber Machado fez a sua estreia nas transmissões de F1 da Globo substituindo Galvão Bueno. O Brasil ganhou da Suécia por 2 a 1, mas seria eliminado pela Argentina nas oitavas de final, numa campanha que não deixou saudade.
Já Senna e Piquet continuam deixando saudade no torcedor brasileiro. Afinal, como escrevi no começo do texto, tínhamos dois dos melhores pilotos do mundo na pista. Definitivamente, áureos tempos…

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Leio no UOL a manchete: “Com Maduro, Lula exalta luta contra ditaduras na região”. (em: https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2023/05/30/lula-cupula-presidentes-america-do-sul.htm)
Isso é uma tremenda contradição. Ou “um mico”!
O ditador Nicolas Maduro estando ao lado de alguém que diz lutar contra ditadura? Tome vergonha, Lula.
Na matéria, é dito que “(…) o petista exaltou o histórico de lutas contra a ditadura da região —apesar da presença de Nicolás Maduro, ditador da Venezuela — e sugeriu a criação de um grupo de trabalho para montar um direcionamento estratégico da América do Sul diante dos desafios contemporâneos, como a fome e a Guerra da Ucrânia”.
Inacreditável esse país. Perder tempo com esse ditador, e falar tal bobagem, é demais!

Foto: Sérgio Lima / Agência Poder 360 – Imagem extraída de: https://www.poder360.com.br/governo/so-maduro-tem-reuniao-com-lula-fora-da-agenda-oficial-de-evento/
De 2018. Mas serve para hoje:
Está com saco cheio de muita coisa cansativa e chata? Amauri Segalla, colunista, relatou o que o aborrece e eu me identifiquei.
Veja se é assim com você também,
Extraído de: http://istoe.com.br/eu-renuncio/
EU RENUNCIO
Depois dos acontecimentos extraordinários dos últimos dias, resolvi renunciar a tudo que me aborrece na vida. Eu não quero mais:
1. Debater política com amigos.
2. Debater política com inimigos.
3. Defender o indefensável.
4. Deixar de defender o defensável.
5. Ler no Facebook que o chefe do partido A é santo e que o rival do partido B é o capeta encarnado.
6. Ler no Facebook que o líder do partido A é o capeta encarnado e que
o rival do partido B é santo.
7. Entrar no Facebook.
8. Adular o político A ou B, nem que seja por um motivo justo.
9. Falar sobre a próxima delação premiada.
10. Falar sobre a última delação premiada.
11. Usar expressões como “a República de Curitiba”.
12. Esperar o Jornal Nacional para ouvir o áudio revelador.
13. Esperar o Jornal Nacional por qualquer motivo.
14. Escutar as entrevistas sabujas do Datena com gente como Bolsonaro.
15. Rir da coluna política metida a engraçadinha que o Duvivier escreve na Folha.
16. Ficar com inveja da coluna política engraçadinha do Duvivier.
17. Deixar a TV ligada o dia inteiro na Globonews e ouvir mais o Merval Pereira do que qualquer outra pessoa na face da Terra.
18. Levar a sério os blogueiros A, B e C.
19. Ignorar os blogueiros A, B e C.
20. Levar a sério boatos do WhatsApp que só envenenam a gente.
21. Ficar puto com os comentários que alguns leitores deste texto deixarão na caixa de comentários do Facebook.
22. Dar voz aos “haters” de plantão.
23. Usar palavras pedantes como “hater”.
24. Destilar ódio, como você, seu vizinho e quase todos os outros fazem.
25. Pensar só na política e esquecer
o resto.
26. Ficar ansioso com o noticiário político.
27. Usar palavras como canalhas, mortadelas e coxinhas.
28. Escutar o debate infértil de cientistas políticos e especialistas na coisa pública – sim, tem gente que se define assim.
29. Procurar no dicionário jurídico
o exato sentido da palavra “prevaricação”.
30. Começar um texto com “as investigações mostram que…”
31. Escrever um texto com as palavras “denúncia” e “escândalo”
31. Dizer que fulano “me representa.”
32. Renunciar à política e ignorar que ela nos levou ao porão e que só ela pode tirar a gente dali.
33. Fazer listas como essa.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para o crédito.
O novo juiz que cuida da Operação Lava Jato, Eduardo Appio, é cheio de polêmicas.
Foi ele que determinou a soltura do doleiro Alberto Youssef. Também protagonizou um episódio inusitado, de ser doador da campanha de Lula, com… R$ 13,00! E que usava sua senha nos sistemas eletrônicos da Justiça como LUL22, em protesto contra a prisão de Lula.
Detalhe: ele é o atual juiz da operação que anteriormente, por Sérgio Moro, prendeu… Lula!
Agora, ele foi afastado por suspeita de ameaçar o filho do sócio de Sérgio Moro, em um escritório de advocacia. Pode?
O Brasil não é para amadores...
Da BBC, no link em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cl4zk5edrrdo

Imagem: Getty Images
O ganhador do Prêmio Nobel de Paz 2006, o bengalês Yunus (que recebeu a honraria por defender microcrédito à população carente e criar meios de auto-sustentabilidade e microempreendedorismo aos pobres) esteve no Brasil tempos atrás, e deu uma cutucada nos programas assistenciais do Governo.
Ele disse que:
“É claro que pessoas necessitadas precisam de ajuda, mas o princípio que defendo é outro. Oferecer bem-estar social é importante, mas dar oportunidade para as pessoas saírem do programa de bem-estar social é ainda mais importante (…) Dependência não é vida humana. Vida humana é usar todo o seu talento, sua criatividade e seu potencial ilimitado. Receber dinheiro como assistencialismo não pode inibir a pessoa de procurar se sustentar, ter emprego e sua fonte própia de renda no trabalho honesto e diário”.
Em suma, ele quis dizer: mais importante do que os programas Bolsa-Isso ou Bolsa-Aquilo, é dar condição para a pessoal ir trabalhar e ganhar dinheiro com seu suor, ao invés de uma esmola perene e oficial. Ou não é esse o sentido? Aliás, isso independe de Governo Lula ou Bolsonaro… é uma prática “corriqueira” dos políticos.

Arte extraída da Web. Quem conhecer a autoria, favor informar para crédito no post.
RG, CPF, passaporte, título eleitoral, reservista, e tantos outros documentos nos são cobrados.
Quando é que teremos um documento universal de identificação?
A imagem que os estrangeiros sempre tinham do nosso país era de um povo alegre, receptivo, que vencia as dificuldades da vida e ainda sorria!
Ser acolhedor e respeitador parece que não são mais nossas características. Li essa observação do respeitadíssimo jornalista Maurício Noriega, publicada em seu Facebook no dia 17/06/2020 e achei perfeita!
Abaixo:
“O tempo vai se encarregando de sepultar aquela imagem do brasileiro como povo cordial, hospitaleiro, sedutor, brejeiro, amistoso. Ruidosamente vai surgindo um perfil individualista, sectário, egoísta, indisciplinado e indiferente.
Que as novas gerações possam compensar os erros das anteriores e da minha.
Acredito piamente que os jovens estão chegando mais preparados, menos preconceituosos, menos gananciosos e interesseiros.
Que possam consertar o País que estamos estragando faz tempo.
Basta da ilusão de que os políticos não nos representam!
Eles são a imagem exata do povo que somos refletida num espelho que nos recusamos a aceitar.”
Assino embaixo! Menos ódio e mais amor para com o próximo, respeitando as opiniões diferentes e ideologias diversas.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Não conheço (mas ouço falar sobre) o trabalho do youtuber Felipe Neto. A fim de defender o presidente Lula (que está sendo criticado por gastos exagerados em estadias), ele comparou seus gastos com estadias em Nova York que realizou: R$ 200.000,00 por uma semana.
É paixão política, sobra de dinheiro, defesa desinteressada ou apenas para ganhar likes?
Respeito, cada um faz o que quer com seu dinheiro, mas… 200 mil reais por hospedagem e achar normal (como ele disse) é estar fora da realidade.

Imagem extraída de: https://br.paipee.com/2023/02/20/felipe-neto-se-hospeda-em-hotel-de-paris-com-diarias-de-r-102-mil/
Que belo texto… pena que o autor foi preso por… corrupção! Mas a mensagem é válida:
Grandes empresários apresentam grandes ideias. Qual seria hoje o verdadeiro papel social das empresas, na cabeça de um executivo de sucesso?
Abaixo, o texto de Emílio Odebrecht (sim, ele mesmo, do grupo Odebrecht), na Folha de São Paulo, 08/11/2009, pg 2:
PAPEL SOCIAL DAS EMPRESAS
HOJE, COBRA-SE das empresas que estejam vigilantes quanto ao seu papel social. É correto que assim seja. Preservar o meio ambiente, usar com parcimônia os recursos naturais e oferecer oportunidades de realização profissional, econômica e emocional a seus integrantes, principalmente mediante o desafio da autorremuneração, ou seja, da participação nos resultados que geram, são algumas das responsabilidades precípuas que as companhias têm perante a sociedade.
Sei que é preciso ir além, mas não acredito na mera caridade. O assistencialismo só faz sentido em situações limite. Praticado sem critérios, pode transformar em pedintes permanentes aqueles que recebem a ajuda.
As ações sociais das empresas devem tornar as pessoas agentes do próprio destino, capazes de prover a si mesmas condições dignas de vida, e é adequado que tenham conexão com suas atividades fim.
Um exemplo que conheço bem e do qual, como empresário, participo, acontece em Angola. Lá, investimos em educação, construímos postos de saúde, disseminamos técnicas de prevenção da malária, fornecemos estrutura às campanhas públicas de vacinação e apoiamos o combate ao HIV/Aids.
Agimos assim por compromisso com a mudança nos padrões de vida daquela nação e porque qualquer projeto empresarial passa pela qualificação profissional e pela preservação da saúde dos jovens que, no futuro, como operários, técnicos ou executivos, tornarão esse projeto realidade.
Ações de responsabilidade social com o enfoque descrito acima não são, portanto, simples benemerência. São investimentos.
Os problemas sociais e ambientais em diversas partes do mundo são, hoje, tão grandes que as empresas ou ajudam a resolvê-los ou perecerão com a sociedade.
Lembremos que, atualmente, o consumidor sabe bem quais companhias são solidárias e quais não são -e aprendeu a optar pelas primeiras.
Há, finalmente, a questão da retenção de talentos. Os jovens que estão iniciando suas vidas profissionais tenderão a vincular-se de forma permanente àquelas organizações cujas ações sociais sejam parte da estratégia dos negócios.
A sociedade contemporânea se tornou complexa e está repleta de demandas. Somos, hoje, quase 7 bilhões de pessoas no planeta, e os governos espalhados pelo globo já não conseguem dar conta sozinhos das necessidades econômicas, educacionais e sociais de seus povos.
Cabe, então, às empresas suprir parte de tais necessidades, pois têm recursos e competência para tanto -e podem assumir esse compromisso como um dever.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Eu sou contra o Projeto de Lei que supostamente combateria as Fake News (já falamos sobre isso anteriormente). É algo enviesado, com censura, parecendo coisa do tempo dos militares.
Pois bem: Guilherme Boulos e Tomé Abduch (representantes dos extremos políticos) estiveram debatendo sobre o assunto. Para quem ainda tem dúvida, vale perceber a na fala de ambos o quão complicado é tudo isso.
Em: https://youtu.be/oInCTXbASS8
Uma frase irônica, contraditória e real:
“Sábio é o homem que chega a ter consciência da sua ignorância”.
Apporelly.
Apporelly é o nome artístico do falecido humorista político Apparício Fernando de Brinkerhoff Torelly, que se auto-intitulou “Barão de Itararé”, e tinha sacadas geniais (como a da percepção acima, por exemplo).
Mas pense: quando o homem percebe que é um ignorante em algumas / muitas coisas, esse é o primeiro passo para deixar de sê-lo, pois passou a ter consciência disso.
O problema é: poucos percebem isso… Mas outra “tirada” fantástica dele, perfeita para os dias atuais, abaixo:

O traficante “André do Rap”, que conseguiu ficar em liberdade graças a uma decisão do ex-ministro Marco Aurélio Mello, conseguiu outra vitória na Justiça: a devolução dos seus bens.
Entre eles, consta o helicóptero do bandido, que estava sendo usado pelo Governo para transportar órgãos para transplante.
O que se fará com o equipamento agora, não?
Ah, Brasil…
Em: https://content.jwplatform.com/previews/UiZu47uG

Imagem extraída de: https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/xwk-brasil/stj-manda-e-policia-devolve-helicoptero-a-chefao-do-pcc
Na Sala de Professores, “dias desses”, ouvi um colega falando: “preciso fazer uma ‘call’”.
Minha filha, dias desses, disse: “fiz uma ‘call’ para mãe, pai”.
No rádio (fiquei pasmo), ouvi um jornalista informando que “o presidente fez uma ‘call’ (…).”
Pô, eu estou fora de moda ou a palavra “call” substituiu “chamada”, “ligação”, “telefonema” no Aurélio? Ou está proibido falar determinadas palavras da língua portuguesa?
No dia-a-dia, “call” virou reunião, contato e afins. Mas está amplo demais o termo para o Brasil, não?
Imagem extraída de: https://pt.wikihow.com/Fazer-Uma-Liga%C3%A7%C3%A3o-a-3?amp=1
Não é curioso que a narrativa a favor do presidente, considere como extremo sucesso a viagem do presidente Lula a Portugal (e só mostre os elogios na premiação de Chico Buarque), e a direita faz exatamente o inverso: mostra os protestos de hoje com cartazes de ladrão e pedindo prisão?
Ah, o Brasil…
Assistindo Vasco x Palmeiras pela Globo, me assustei: nas placas publicitárias do Maracanã, um número enorme de sites para apostas esportivas. No intervalo, outras propagandas em anúncios na TV do mesmo ramo.
Assusta esse “boom” de casas de apostas, não?
Neste dia 22, a história conta que em 1500 foi “Descoberto o Brasil”. Pedro Álvares Cabral chegou nas nossas terras e fincou posse.
Ora, é sabido que já se conhecia sobre a existência das terras. Os portugueses apenas marcaram território. No Brasil, haviam pequenas colônias de navegadores aventureiros.
Mas aí vem um problema atual: as terras eram dos indígenas, e os colonizadores a tomaram. Hoje, nos confins do nosso território, os índios querem a demarcação de terras para fazer delas o que bem entenderem.
Cá entre nós: eles não são os verdadeiros donos do território? Vale refletir…

Imagem extraída de: https://www.maavblog.com/2021/09/quem-foi-pedro-alvares-cabral.html
O chefe do GSI do Governo Lula tem muito o que explicar…
Que imagens foram aquelas, conversando “numa boa” com os invasores dos prédios institucionais no dia 08 de janeiro?
Para quem não viu, aqui: https://g1.globo.com/politica/noticia/2023/04/19/quem-e-goncalves-dias-chefia-do-gsi.ghtml
Foto: Divulgação do Exército
Ouço agora cedo uma entrevista com Ulisses Campbell, jornalista produtor da trilogia “Mulheres Assassinas” e que escreveu a biografia da pastora e ex-deputada Flordelis. Que assustador!
Ela adotava jovens e mantinha relações sexuais com eles. Levou dois deles, inclusive, com passagens policiais, para a cama (mesmo o adotando como filhos). Namorou o ex-namorado da filha (sendo casada) e ludibriou muitos artistas e celebridades em prol de arranjar donativos para a sua “super-família”, ganhando o nome de “Mãe do Ano”.
Uma interpretação digna de Oscar!
Assista em: https://www.youtube.com/live/M8ZEqcyafuk?feature=share
Putz! Isso é demagogia ao pé da letra…
Veja só:

É desanimador falar de reciclagem em muitas cidades.
Na minha rua, a coleta seletiva passa às 08h da manhã. Quando você coloca os descartáveis / recicláveis na rua, imediatamente surgem pessoas que se antecipam, reviram os sacos, deixam tudo aberto e levam o que lhes é proveitoso. Mas a sujeira que deixam…
Quando o caminhão da coleta passa, não tem nada a coletar. E num ciclo vicioso, as pessoas se desanimam de separar os resíduos por tal situação.
É sabida a carestia popular e que muitos “recicladores” coletam por não ter outra ocupação. Há se melhorar tudo isso.

Imagem extraída de: https://www.gnrambiental.com.br/noticias/alternativas-para-reciclagem-de-residuos/
Depois da absurda matança de 4 inocentes crianças catarinenses, muitos idiotas inventam notícias de que outras escolas sofrerão atentados.
Não sofrerão! São boatos de imbecis que têm o prazer de ver suas Fake News proliferarem, e riem ao ler que pessoas estão assustadas acreditando em suas trolagens.
Com isso, as Prefeituras se vêem obrigadas a emitirem notas desmentindo tudo isso. Triste demais.
Vie um exemplo aqui: https://www.otempo.com.br/cidades/ameaca-de-massacre-leva-a-debandada-de-alunos-e-ate-remarcacao-de-prova-em-bh-1.2847144

Imagem extraída de: https://www.poder360.com.br/brasil/brasil-teve-5-ataques-com-mortes-em-escolas-em-2022-e-2023/, por Natália Veloso Juliana Pimentel
No Interior do Ceará, na cidade de Croatá, havia uma “pelada de futebol”. Um cara filmava o jogo e começou a “encher o saco” de um torcedor, que ostentava seu apelido Bill na camisa.
A cada menção, o Bill se irritava. Aí o gozador começou: “Bora Bill”, e o bordão pegou no Brasil inteiro.
Mas você já viu o Bill? Ele sumiu, pois a moda passou. Mas o vídeo que o projetou foi esse aqui, onde tudo começou: https://youtu.be/wT7qyep-RGA
Os campeonatos estaduais terminaram, em sua maioria, nesse final de semana. E você sabe quantos clubes continuarão ativos e quantos jogadores estarão empregados?
Desmistificando a história de que “somos o país do futebol”, abaixo, extraído do LinkedIn de Euler Victor (Head of Football and Business/ Mover Futebol/ Palestrante), em: https://www.linkedin.com/in/eulervictor/
SE JOGA POUCO NO PAÍS DO FUTEBOL
Há quem diga que, pela quantidade de troféus e craques, o Brasil seja o país do futebol. No entanto, em nível profissional a frase é contrariada pelos fatos, já que os 680 clubes que atualmente disputam competições profissionais no Brasil (todas as divisões de estaduais e nacionais) estão distribuídos por apenas 422 dos 5.570 municípios brasileiros. O que significa que cerca de 100 milhões de pessoas (cerca de metade da população do país) vivem em cidades sem nenhum futebol, além daquele que é praticado de forma recreativa. Não bastasse a pouca penetração geográfica, na média, a atividade desses clubes ocupa apenas 35% do calendário útil do futebol, equivalente a cerca de três meses do ano.
Apenas 128 clubes (19,7% do total) têm calendário anual, por disputarem uma das 4 divisões do Campeonato Brasileiro. As outras 522 equipes profissionais tiveram apenas as competições estaduais e, em raros casos, a Copa do Brasil para disputar.
106 cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes não contaram com nenhuma equipe disputando competições profissionais em 2019. São Paulo concentra 40 delas, seguido por Minas Gerais com 13 e Bahia, com 10.
Essa é a realidade do nosso futebol; temos muito potencial em todo país, mas pouco exploramos esse potencial, por conta dos baixos investimentos na iniciação esportiva e na criação de clubes em regiões que não possuem atividades de futebol profissional.
Uma das ideias, é que a CBF e as federações locais incentivem a formação de novos clubes em locais específicos, focando no desenvolvimento do esporte e no coração de praças esportivas por todo o país.
TEMOS O MICKEY, SÓ FALTA A DISNEY.
Estudo: Pluri Consultoria.
Imagem: Riccardo D’Agnese
Meu Deus… que exista consolo para os familiares das vítimas dessa barbárie na escola da Vila Sônia!
O que leva alguém a fazer tal coisa horrível?
Inexplicável e doloroso… Abaixo, a professora covardemente assassinada, no meio da aula.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/s/B/HnAtpSQ76g6p2Olxayzw/foto-professora.jpg)
Elisabete Tenreiro, 71 anos, morta no Hospital Universitário da USP após ser esfaqueada por aluno em escola da Vila Sônia, em SP — Foto: Reprodução/ Redes sociais (extraído do G1.com)
Sem colocar nomes, pois o exercício é árduo e pessoas extremistas de Esquerda ou Direita se encaixariam. Mas…
Quem colocou gays contra heteros, e vice-versa? Quem criou a ideia de que respeitar os direitos dos homossexuais é fazer apologia à causa?
Quem inventou que negro é contra branco, e vice-versa? De onde que veio a impressão de que um grupo tem vantagens sociais em cima do outro?
Quem pôs em debate que as mulheres são rivais dos homens, e vice-versa? Surgiu de onde a celeuma entre os sexos?
Qualquer brasileiro é brasileiro, independente de ideologia A ou B, sexo, gênero ou etnia. Todos nós precisamos nos respeitar, juntarmos as mãos e lutar por um país honesto, justo e mais respeitoso.
Imagem extraída de: https://funerarianet.com.br/noticias/na-morte-somos-todos-iguais/
Já repararam como ”pipocam concursos públicos” em todos os cantos?
Alguns divulgados à exaustão; outros, aparentemente “escondidinhos” dos concurseiros.
Tem também aquelas empresas públicas que realizam a contratação de especialistas em executar concursos para preencher ora três vagas, depois mais duas vagas, e por aí vai. Não se poderia reduzir sensivelmente os custos ao realizar um concurso apenas?
Aliás, o mote aqui é: existe uma indústria de concursos públicos? E se sim, é de gente totalmente lícita, onde as vagas não são reservadas para apadrinhados e todos têm as chances iguais?
Tenho muito medo de tais editais… além disso, será que existem muitos concursos que arrecadam valores incríveis com as taxas e depois caducam?
Xi…

Se você for de Esquerda ou de Direita, gay ou hétero, crente em qualquer crença ou ateu, palmeirense ou corintiano, caipira ou caiçara, moderninho ou conservador, que seja. MAS… respeite quem não pensa igual! Não insista para que eu tenha a mesma opinião que a sua, que aja como você e tampouco tenha os seus mesmos anseios e valores.
A minha opinião é minha, sem viés, sem manipulação de ninguém. Só minha. Assim como creio que a sua, seja qual for, seja somente de você – sem influência de Fake News ou de lavagens ideológicas de quem for.
Mais especificamente, não estou nem aí se você é Bolsonaro, Lula, Dória, Marronzinho, Enéias ou Eymael. Seja da ARENA ou do PCO, respeitarei seu direito de expressão. Respeite o meu também.
Vivemos numa sociedade onde a pessoa quer ser seu amigo em Rede Social (seja qual for), mas vai lá encher o saco dela. E depois fica “magoadinha” porquê é bloqueada. Mas por quê isso ocorreu? Sou obrigado a aguentar chato tentando me catequisar, converter, lavar minha mente?
O pior: você emite educadamente sua ideia, procura manter o bom senso e, de repente, aparecem as pessoas que discordam de você que, ao invés de recíproca e educadamente escrever no mesmo tom de educação que leu, enche seu espaço de CTRL C + CTRL V com um monte de argumentos dos outros, já prontos e com palavras raivosas. Abarrota de palavrões, ofensas, e outras bobagens, achando que é natural fazer isso (sim, sou politicamente correto e entendo ser necessária a boa conduta). Se a pessoa não teve tom ofensivo mas sim opinativo, que raio de sanha maldosa e imbecil que o outro tem em perder tempo e ir te ofender gratuitamente? Eu não vou na sua página escrever coisas que você possa se ofender, não vá à minha também. E se veio, por quê insiste em ser amigo virtual?
O cara escreve te chamando de vários “nomes”, mas depois diz que não se referiu a você. Então cite a quem! Saiba escrever, arranhe e arrisque algumas palavras entendíveis e inteligentes. Mas o principal: seja educado, cidadão, democrático e justo.
As pessoas falam nas Redes Sociais como se “tudo pudesse”, um mundo sem escrúpulos nem leis de convivência. “Rasga a saia” e desanda a digitar o que não tem coragem de falar no frente-a-frente. Se dói por qualquer coisa. Liberdade de expressão não é direito de calúnia!
Insisto: argumentar e discutir é ótimo, mas IMPOR a sua opinião é desrespeito, fanatismo ou falta de educação.
Enfim, vida que segue onde as pessoas gratuitamente perdem tempo de entrar na postagem alheia simplesmente para exercer a atividade da imbecilidade, sem entender que se pode opinar contrariamente e não percebendo e nem tendo a sensibilidade de que não pode é atacar simplesmente por ignorância.
Que necessidade idiota é essa de atacar? A maldita ideia do “nós contra eles” dos anos 2000 voltou a todo vapor nos dias atuais.
O apelo é: cada um respeitando o próximo, é o mínimo que a cidadania exige.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.