– Mais um golpe: o da compra em CEC:

Todo dia há novos estelionatos.

Não clique em nada se receber essa mensagem:

– Afinal, Haia vale ou não vale?

O Brasil é signatário do Tribunal Internacional de Haia, uma corte que decide assuntos de relevância mundial.

Durante a pandemia, falou-se muito em denúncia contra o então presidente Jair Bolsonaro por genocídio alegando que ele era contra as vacinas. Ea ideia era levá-lo a Haia, pela importância do Tribunal.

Agora, Putin foi condenado por Haia por crimes contra a humanidade, devido à invasão da Ucrânia. E na Índia, onde esteve visitando o país, Lula deu uma entrevista dizendo que não mandaria prender Putin se ele fosse visitar o Brasil.

Em nosso país, o Ministro Flávio Dino justificou: Haia não é tão relevante e ela prejudica os países emergentes…

Quando interessa, Haia serve. Quando não interessa, esquece?

Presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva

Foto: Ramil Sitdikov/SPUTNIK/AFP e Marcelo Camargo/Agência Brasil

– O maior Chefe de Estado brasileiro foi…

Sem dúvida, Dom Pedro II, nosso último imperador. Mas sabe por quê?

Dom Pedro foi o governante que sonhava em tornar o Brasil um país avançado na Educação e nas Ciências. Construiu escolas, laboratórios, museus e bibliotecas. Ao morrer, doou seu amplo acervo ao Museu Nacional. Como havia muita coisa, o Museu Nacional virou a sua casa, o Paço de São Cristóvão (pois era uma quantidade incrível de artefatos e documentos para levar)!

Dom Pedro II era apaixonado por fotografia e por astronomia (foi ele quem bancou as pesquisas que descobriram a origem do meteorito de Bendegó na Bahia; até então, achavam que era uma mineral gigante desconhecido e que nada caía do espaço).

O imperador falava: inglês, espanhol, alemão, francês, italiano e latim. Estudou e tinha noções de tupi-guarani, hebraico, grego e árabe. Ficou amigo de Graham Bell, e foi ele quem testou o telefone quando exposto publicamente numa feira de invenções nos EUA. Visitou a casa de Darwim em suas andanças e financiou todos os estudos de Louis Pasteur, criando a fundação do mesmo nome.

O primeiro projeto público de financiamento de cientistas foi criado por ordem de Dom Pedro II: o “Ciência sem Fronteiras” de 1885. Foi declarado antiescravagista e tinha vergonha, segundo os relatos, da resistência dos anti-abolicionistas. Por fim: sempre foi tido por um intelectual que não gostava de formalidades quando se encontrava com autoridades estrangeiras.

Dito tudo isso, fico pensando: e a gente vê tanto fanático brigando por Lula ou Bolsonaro? Tenha santa paciência…

Em tempo: A Proclamação da República, em 1889, sabidamente foi o acúmulo de uma série de fatores que se transformou em uma medida drástica na Convenção de Itu. O certo é: não se tinha um herdeiro à altura para Dom Pedro II, devido seus ideais. (Os marechais Deodoro e Floriano Peixoto, lembremo-nos, unicamente asseguraram a nova forma de Governo e a unidade do país, cessando os investimentos da Coroa na Educação e Ciência).

Dom Pedro II amava os banquetes

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Dia Nacional do Voluntariado: o que você faz de diferente?

O que você faz para um mundo melhor?

Neste dia 28, recorda-se o Voluntariado Brasileiro (em dezembro se celebra o Dia Internacional do Voluntarismo) onde as pessoas são convidadas a refletir sobre práticas solidárias, descompromissadas de vaidade e repletas de altruísmo.

Pense: suas ações voluntárias são suficientes? Pode fazer mais? Se não é voluntário, por quê não ser?

Extraído de: http://www.gacc-se.org.br/noticia/141/28-de-agosto-dia-nacional-do-voluntariado

DIA NACIONAL DO VOLUNTARIADO

Segundo a definição do dicionário Aurélio, “voluntário é aquele que procede espontaneamente, sem coação, movido pela vontade própria” – explicação proveniente da etimologia da palavra latina “Voluntariu”. Pode-se dizer que o voluntário surge para suprir algum tipo de necessidade, pois se trata da pessoa que doa seu tempo e/ ou habilidade em prol de uma determinada causa, sem receber nada em troca.

De acordo com a pesquisa realizada pela Rede Brasil Voluntário e Ibope Inteligência, cerca de 35 milhões de brasileiros com mais de 16 anos faz ou já fez algum trabalho voluntário, ou seja, um em cada quatro brasileiros doam parte do seu tempo livre para construção de um mundo melhor.

No Brasil, o dia 28 de agosto de 1985, foi instituído como o Dia Nacional Do Voluntariado (DNV), por meio da Lei Nº. 7.352, sancionada pelo então Presidente da República, José Sarney. A partir desta data, as entidades que trabalham com voluntários celebram anualmente.

Voluntariado no Brasil: um campo ainda a ser explorado • bhbit | Soluções para o Terceiro Setor

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Como seu bolso reagiu ao último aumento no preço da Gasolina?

Não sei só fui eu que senti, mas o impacto desse último aumento do preço dos combustíveis foi muito pesado! Meu bolso reclamou bastante, mas não tive essa sensação nas mídias…

A verdade é: entra e sai Governo, todos usam a Petrobras como fonte de recursos alternativos.

Me recordei de 1999: por 1 ano, abastecia Gasolina a R$ 0,68 e Álcool a R$ 0,39.

Imagem: reprodução Petrobras

– Dia do Folclore!

Neste dia 22, a rica história de “causos e contos” do nosso país está em festa: é Dia do Folclore, de brindarmos nossas manifestações culturais populares.

No imaginário, as lendas e tradições são inúmeras! E, por termos um território tão vasto, se multiplicam conforme a região.

Qual seria seu personagem do Folclore Brasileiro mais significativo?

10 séries com personagens do folclore brasileiro no streaming – Cultura –  Tecnoblog

Imagem extraída de: https://tecnoblog.net/responde/10-series-com-personagens-do-folclore-brasileiro-no-streaming/

– A interdição do São Januário por violência urbana leva a velários questionamentos.

Nesta semana, a Justiça interditou o Estádio Sao Januário, a grosso modo, por ser uma região de violência urbana e de tiroteios no entorno.

Sendo assim, devemos pensar em interdição de locomoção em alguns bairros Brasil afora, da orla do Guarujá devido a violência por lá, e, por que não, de outras praças esportivas.

Me assusta como em nosso país tudo é enviesado: ao invés da Justiça combater a criminalidade, prender os bandidos e ser pontual nos casos, resolve impedir a locomoção das pessoas, deixando o erro continuar.

É igual ao marido traído que quer acabar com a infidelidade da mulher: prefere simplesmente “tirar o sofá da sala”…

Estádio São Januário, do Vasco

Imagem extraída de: CNN.com.br, no crédito de: Marcelo Paulo/Facebook Vasco da Gama

– Descanse em Paz, Aracy!

Ah, que pena. A grande atriz vou vitimada por um câncer de pulmão. 

– Pitaco da Noite 1: Falcão.

Que tristeza o que ocorreu em Santos, com a denúncia contra Paulo Roberto Falcão.

O Rei de Roma, queiramos ou não, pode sair chamuscado (e bastante) desse episódio…

– Quem mandou matar Marielle, Toninho do PT, Celso Daniel…

E prenderam mais uma pessoa pertencente à quadrilha que assassinou Marielle Franco. Mas fica a questão: tão importante descobrir quem matou, foi: quem mandou matar!

Os ex-prefeitos Toninho (Campinas) e Celso Daniel (Santo André) estão nessa relação de mortos sem solução…

Imagem extraída de: https://lenildosolano.com.br/independencia-do-brasi/

– Língua Portuguesa X Língua Brasileira

As diferenças linguísticas do português falado no dia-a-dia podem trazer mudanças significativas ao longo do tempo. Estaria surgindo, apesar do acordo recente da padronização da língua portuguesa, uma nova língua brasileira?

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI134039-15220,00-MENAS+POR+FAVOR.html

‘MENAS, POR FAVOR”

por Mariana Shirai

A gente vamos falar errado menas vezes. Por mais estranheza que provoque hoje, essa frase poderá ser considerada uma maneira culta de usar a língua… no ano de 2210. Nem estaremos nos comunicando em português, mas sim em língua brasileira. Essas são algumas projeções feitas pelo linguista Ataliba Teixeira de Castilho, professor titular da Universidade de São Paulo (USP) e estudioso da área há mais de cinco décadas. “Acho que em 200 anos teremos uma língua brasileira, totalmente diferente do português europeu e do africano”, diz ele. “Só não posso garantir, porque a linguística não é uma ciência do futuro, mas do presente e do passado.”

Castilho é autor de uma das duas gramáticas do português do Brasil que acabam de chegar às livrarias. Os livros, somados a uma exposição em São Paulo sobre as diferentes maneiras de falar do brasileiro, são uma tentativa de valorizar os desvios da norma culta praticados no país. Eles questionam a ideia de que haja uma maneira certa e outra errada de falar.

O futuro imaginado por Castilho pode parecer nada “haver”, mas se baseia em teorias fundamentadas. O professor esteve entre os acadêmicos que iniciaram o estudo da linguística (ciência que trata da linguagem verbal humana) no Brasil, na década de 70. De lá para cá, participou da criação de relevantes trabalhos da área, como a Gramática do português falado, primeiro estudo do gênero entre as línguas romanas, Para a história do português brasileiro e A linguagem falada culta na cidade de São Paulo. Ele se apoiou no conhecimento acumulado para escrever a recém-lançada Nova gramática do português brasileiro (Contexto, 768 páginas, R$ 69,90).

A obra não é o tipo de gramática com a qual estamos acostumados. “Não estou preocupado com o certo ou o errado”, afirma Castilho (leia a entrevista). “Fiz um retrato da língua como ela é falada no Brasil, com suas variedades.” Isso quer dizer que o livro não deve ser usado como uma referência de como falar ou escrever dentro da norma culta – o conjunto de regras usadas pelos falantes cultos, descritas em gramáticas tradicionais. Ele mapeia os diferentes jeitos de usar a língua, incluindo aí formas que seriam consideradas erros pelos mais conservadores. Castilho analisa expressões como “ni mim”, “tafalano no telefone” e “quem que chegou?” a partir da constatação de que são fenômenos da língua, deixando as regras de lado.

Também na trilha de identificar uma língua brasileira, o professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Mario Alberto Perini acaba de lançar Gramática do português brasileiro (Parábola Editorial, 368 páginas, R$ 50). Mais concisa, a obra é a adaptação de outra gramática dele, a Modern portuguese: a reference grammar, escrita com o intuito de ensinar estrangeiros a falar o português brasileiro. “O português do Brasil (e não o europeu) é usado por 190 milhões de pessoas, é a oitava língua mais falada no mundo”, diz. “O fato de ele nunca ter sido organizado em forma de gramática é uma situação anômala, que mexe com nossos brios.”

Castilho concorda. “O futuro da língua portuguesa repousa no Brasil.” O lançamento das duas gramáticas é também relevante para o momento atual do país. “Tudo na linguagem é uma questão política. O país está numa fase interessantíssima.” Tentativas de unificar a língua, como o recente Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, podem ser vistas como um movimento oposto ao natural distanciamento e dominância do português falado no Brasil em relação às variantes europeias e africanas.

As iniciativas que valorizam o falar brasileiro não estão apenas nos livros. Em São Paulo, o Museu da Língua Portuguesa apresenta, até 27 de junho, a exposição Menas: o certo do errado, o errado do certo, com curadoria de Castilho e do professor de cursinho Eduardo Calbucci. É a primeira exposição do museu – um dos mais visitados do país – que trata da língua portuguesa. As outras mostras abordaram a obra de escritores, como Guimarães Rosa e Clarice Lispector.

Os 420 metros quadrados do 1o andar da instituição foram cobertos por instalações multimídias, jogos interativos e vídeos que tratam exatamente dos desvios da norma padrão praticados pelo brasileiro na fala, na escrita cotidiana, na literatura e na música. “Queremos mostrar que o bom falante é aquele que sabe escolher a variedade linguística de acordo com a situação”, afirma Calbucci.

A exposição aborda com sucesso a ideia de que não há maneira errada de usar a língua. Logo no início, o visitante depara com frases como “Se alguém usou uma palavra, ela existe” e “A língua varia no tempo e no espaço”. Visitada principalmente por grupos de crianças em fase escolar, a exposição pode ser um problema, caso não haja orientação correta. Mesmo que sem intenção, ela valoriza os desvios em detrimento da norma culta. “Não é uma boa iniciativa”, diz o professor Evanildo Bechara, o mais importante gramático do Brasil. “É como dizer: ‘Se todo mundo está usando o crack, por que eu não vou usar?’. Se o aluno aprende a língua que ele já sabe, ou a escola está errada, ou o aluno não precisa da escola.”

O mérito da exposição e das gramáticas de Ataliba e de Perini está em divulgar uma ideia simples e ainda pouco compreendida: a língua está em constante mutação. Por isso, não deve ser avaliada apenas a partir da norma culta. O que hoje é visto como erro pode ser abraçado pelo padrão amanhã.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– As Fraudes das Bombas de Gasolina continuam Brasil afora.

Texto de 5 anos, mas um golpe atual:

Embora para muitos (como mostra a matéria abaixo do UOL) o golpe em alguns postos de combustíveis seja novo, não é. É o mesmo engodo de 1 litro contendo “900ml”, chamado de “bomba baixa”; só que ao invés do golpe ser por regulagem manual, é por via eletrônica.

Fique atento! Abasteça somente em postos de sua confiança!

Extraído de:

https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2017/07/09/fraude-em-bomba-de-posto-e-quase-impossivel-de-notar-veja-dicas-de-frentistas-ao-consumidor.htm?utm_content=geral&utm_campaign=twt-noticias&utm_source=t.com&utm_medium=social

NOVA FRAUDE EM BOMBA DE GASOLINA É DIFÍCIL DE NOTAR; FRENTISTAS DÃO DICAS CONTRA GOLPES

O caso recente de um cliente que foi vítima de fraude é lembrado por dois frentistas que trabalham na marginal Tietê, em São Paulo, como exemplo da facilidade para enganar o consumidor. Wallace Alan e Jefferson Silva são funcionários de um posto atualmente sem bandeira, próximo à ponte da Casa Verde (zona norte da capital), e contam o que viram há cerca de uma semana.

“O motorista chegou aqui e pediu para pôr R$ 50 em etanol. Só que ele tinha acabado de colocar R$ 70 em outro posto, que fica bem pertinho”, diz Alan, 23. “Ele quase encheu o tanque lá, mas desconfiou que abasteceram com menos combustível do que pagou, e aí pediu para eu completar.”

Como o tanque do carro era pequeno, em torno de 45 litros –ou R$ 90– seria o máximo da capacidade.

“Eu disse para ele: não vai caber mais R$ 50, o tanque deve estar quase cheio“, afirma Alan.

Mas o cliente estava certo. O posto anterior havia cobrado por uma quantidade e entregado bem menos.

“Se quiser, o funcionário consegue ser desonesto [sem que percebam]“, diz Silva, 23. “Por isso, a gente sempre pede para o motorista descer do carro e acompanhar o que está acontecendo na bomba, do nosso lado. Assim a gente evita problema também.”

A reportagem do UOL conversou com frentistas em seis postos de combustíveis no centro, na zona norte e na zona oeste de São Paulo sobre um tipo de engodo difícil de perceber e que está cada vez mais comum: a fraude tecnológica.

O golpe funciona assim: com um chip instalado dentro da bomba, é possível interferir no funcionamento da placa eletrônica e alterar a contagem que aparece no visor. O comando é feito à distância, por controle remoto ou aplicativo de celular. Ao comprar 20 litros, por exemplo, o cliente recebe apenas 18 litros, sem notar que foi ludibriado.

De acordo com informações do Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas), entre agosto de 2016 e maio de 2017, 55 postos no Estado foram flagrados nesse tipo de infração –45 na capital e 10 no interior. A fiscalização não identificou um padrão comum aos estabelecimentos com bombas adulteradas, então é preciso desconfiar de qualquer um.

O superintendente do órgão fiscalizador, Guaracy Fontes Monteiro Filho, explica que, na média, o motorista é lesado facilmente porque é quase impossível reparar na diferença de volume.

“Nós estamos constatando de 10% a 12% de fraude em cima do consumidor. De 20 litros abastecidos, ele perde 2 litros. De 40 litros, ele perde 4 ou 5 litros, mais ou menos”

Monteiro diz que, para mexer na bomba, além de violar o lacre de segurança colocado pelos fiscais, é preciso entender de tecnologia e de como o equipamento funciona. Por isso a suspeita é que uma quadrilha especializada esteja oferecendo o serviço aos donos de postos. Não somente em São Paulo, como também em outros Estados pelo país.

De acordo com Monteiro Filho, um posto de porte médio em São Paulo vende, por mês, em torno de 300 mil litros de combustíveis. Se deixar de entregar de 10% a 12% disso, abocanha R$ 100 mil por mês.

Geralmente, ele conclui, funcionários de confiança estão envolvidos no esquema, pois alguém no local fica encarregado de acionar ou desligar o mecanismo que regula a quantidade de combustível. A seguir, veja algumas dicas para tentar evitar o golpe.

* Duvide de preços muito abaixo da média

Esta é a dica do Ipem-SP para evitar cair no golpe. Promoções muito atraentes podem funcionar de isca. Nos postos visitados pela reportagem, o preço do litro do etanol variava entre R$ 1,95 e R$ 2,07; o da gasolina comum, entre R$, 2,95 e R$ 3,17.

* Fique atento ao visor da bomba

Para o frentista Jefferson Silva, pode parecer bobagem, mas é importante acompanhar a quantidade e o valor que a bomba está indicando. “Se o marcador de combustível, no painel do carro, estiver funcionando direito, você consegue ter uma ideia de quantos litros foram colocados e de quanto ainda falta.”

* Saiba qual é a autonomia do seu veículo

Outra dica para evitar cair em golpe é conhecer a autonomia do carro, ou seja, a média de quilômetros rodados por litro de combustível. Desta forma, observando a distância já percorrida, dá para fazer a conta de quantos litros foram consumidos e, portanto, quantos faltam para encher o tanque.

É importante saber o volume total do tanque, já que o número muda conforme o modelo do carro e o fabricante.

* Verifique se a bomba funciona direito

Todo posto de combustível deve ter à disposição do cliente um balde aferidor: trata-se de um galão de metal graduado e inspecionado pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) que pode ser usado para medir se está correta a quantidade que sai da bomba.

O motorista pode pedir para fazer o teste: o frentista coloca 20 litros de combustível neste galão e a marca deve bater com o número de litros.

* Abasteça sempre no mesmo posto

“Passe em frente e veja como está o movimento”, diz o frentista Oseias Lopes, 37, que trabalha há dois anos em um posto no bairro do Limão (zona norte).

* Abasteça em um posto bem movimentado

“Se estiver sempre cheio, pode ser sinal de que tem confiança, ética com o cliente”, opina o frentista Oseias Lopes.

Assim como os outros frentistas ouvidos pela reportagem, Lopes afirma que já soube de fraudes com chip na bomba, mas que nunca viu de perto nem participou de adulterações no equipamento.

“Se você achar um posto em que confia, continue com ele”, sugere.

* Em caso de suspeita, denuncie

Para denunciar irregularidades como lacre da bomba adulterado ou quebrado, fraude na quantidade entregue ao cliente e mau funcionamento da bomba, o consumidor deve ligar para 0800 013 0522 (ligação gratuita).

A ANP (Agência Nacional de Petróleo) recebe ligações gratuitas no número 0800 970 0267 para denúncias sobre adulteração de combustível.

Sofisticação quase invisível

O Estado de São Paulo tem cerca de 9.000 postos de combustíveis. Em muitos casos, é por meio de denúncias que a fiscalização chega aos criminosos.

Por conta da sofisticação na fraude tecnológica, a adulteração da bomba só é notada quando ela é aberta e vasculhada minuciosamente, um trabalho que pode levar até uma hora por equipamento.

“Na fiscalização de rotina, o Ipem não pega esse tipo de fraude. Tem que abrir a bomba, deslacrar, olhar para ver se encontra o chip. Porque, geralmente, quando o fiscal chega ao posto, a fraude já está desligada”, afirma o superintendente Monteiro.

Até um ano atrás, de todas as denúncias feitas ao Ipem-SP que levavam à fiscalização da bomba, entre 7% e 8% resultavam em constatação de crime.

A partir do segundo semestre de 2016, com o aumento do rigor nas operações para esse tipo de desvio de combustível, o acerto fica entre 15% e 20% das denúncias.

O Estado de São Paulo é o que mais registra esse tipo de fraude no país, mas é também o que possui mais capacidade de identificar a instalação de chips nas bombas. Um laboratório de treinamento foi criado no Ipem paulista para preparar fiscais de outros lugares.

Uma lei estadual de maio deste ano determina a cassação da inscrição no ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) do posto que for flagrado adulterando o volume do produto. Os donos do estabelecimento, pessoas físicas ou jurídicas, ficam impedidos de trabalhar no mesmo ramo de atividade, mesmo que em outro endereço, pelo prazo de cinco anos.

“SEPARAR O JOIO DO TRIGO”

A Fecombustíveis (Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes), que representa 34 sindicatos ligados a 41 mil postos de combustíveis no país, diz que os “maus empresários” envolvidos em fraudes são minoria e representam, na realidade, uma concorrência desleal neste mercado.

O presidente da entidade, Paulo Miranda Soares, afirma que punições mais rigorosas para os casos de adulteração de quantidade, como prevê a recente lei paulista, podem ajudar a inibir crimes desse tipo.

“Nós achamos que a nova lei será muito eficiente para isso, mas ela vai depender da disposição das autoridades. Se não fiscaliza, não adianta nada. Tem que ter uma fiscalização mais assídua dos órgãos responsáveis, para aí separar o joio do trigo”, diz.

De acordo com Soares, as bombas fraudadas atingem 1% do mercado nacional –com 160 mil equipamentos em operação–, enquanto as irregularidades em geral representam 3% desse total, o que ele considera um índice “tolerável”.

Equipamentos menos suscetíveis a manipulações são uma aposta para reduzir problemas como sonegação fiscal e adulteração do produto e da quantidade vendida.

O setor mantém conversas com duas das principais fabricantes de bombas de combustíveis: a norte-americana Wayne, que tem uma unidade no Rio de Janeiro, e a Gilbarco Veeder-Root, com fábrica em São Paulo. A ideia, segundo Soares, é desenvolver bombas com “caixa-preta”, registrando tudo o que acontece no equipamento, sempre com auxílio do Inmetro, para 2018.

“Nesta crise que o país está vivendo, nós percebemos um aumento desse tipo de fraude. É um tipo de fraude mais difícil de pegar, mas, na hora em que você pega, você tem mais provas, ilícitos comprovados”, avalia.

ALTA NA REPROVAÇÃO DAS BOMBAS

No Estado de São Paulo, as fraudes ocorrem com mais frequência na capital e em sua região metropolitana, segundo informações do Ipem-SP.

Nos últimos dois anos, o número de postos fiscalizados na cidade teve uma leve redução, passando de 2.360 por ano, em média, entre 2011 e 2014, para 2.144 postos em 2015 e 2.009 postos em 2016.

A quantidade de bombas verificadas, no entanto, aumentou, chegando a quase 28 mil unidades no ano passado. Eram 25 mil em 2011.

Já a proporção de equipamentos reprovados entre todas as bombas verificadas, que vinha caindo ano a ano –de 5,86% em 2011 para 3,09% em 2015–, voltou a subir em 2016, quando 4,5% das bombas avaliadas foram reprovadas.

Em 2017, entre janeiro e maio, foram fiscalizados 1.224 postos, com reprovação de 5,6% das 17.450 bombas verificadas.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, informar para crédito na imagem.

– Fernanda Lima e os filhos.

Leio que Fernanda Lima, modelo e atriz da Rede Globo, levou tempos atrás os seus filhos para passearem nos EUA. Ao contrário do que possa ser uma viagem de lazer familiar, o motivo era outro, segundo a moça:

“Eu queria mostrar para as crianças uma realidade sem medo, para que elas vissem que existem lugares onde há regras e as pessoas se respeitam”.

Não podemos criticá-la. Afinal, por mais que sejamos patriotas, é inegável que a violência é alta (lembrando que estamos falando de assaltos e outros crimes).

Imagem: reprodução Web

– Analfabetismo Funcional: um Sério Problema do Brasil.

Se você também se revolta com dados sobre analfabetismo no Brasil, que não levam em conta os analfabetos funcionais, o artigo abaixo é de muita valia.

Vivemos numa sociedade onde, infelizmente, credita-se o valor de alfabetizado àquele que sabe assinar o próprio nome. Mas não temos um sem-número de pessoas que não conseguem interpretar textos?

PARA ROMPER COM O ANALFABETISMO FUNCIONAL

por Priscila Cruz* (Estadão, 25/06/2017, pg 2)

A recente divulgação dos dados da oitava edição do Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), pesquisa realizada pelo Instituto Paulo Montenegro e pela Ação Educativa, com apoio do Ibope, oferece um painel extenso e consistente dos níveis de alfabetismo de jovens e adultos brasileiros nos últimos dez anos.
Diferentemente das estatísticas fornecidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que se baseiam em dados autodeclarados, o Inaf é realizado por meio de uma entrevista e um teste, avaliando efetivamente as habilidades de leitura, escrita e Matemática de brasileiros entre 15 e 64 anos de idade, classificando-os em quatro níveis de alfabetização: analfabetos, alfabetizados em nível rudimentar – estes dois considerados como analfabetos funcionais -, alfabetizados em nível básico e alfabetizados em nível pleno – considerados juntos como alfabetizados funcionalmente. É este último nível, o pleno, que precisamos universalizar, pois é a condição necessária para a inserção digna e autônoma na atual sociedade, crescentemente complexa.
Os dados revelam que o Brasil parece ainda não se ter dado conta da urgência e da gravidade dos problemas que enfrenta no campo da educação.
Ainda que se tenha reduzido a proporção de analfabetos funcionais e aumentado os que estão no nível básico, é preciso mais, bem mais. Nossas atenções devem estar voltadas para o nível pleno de alfabetismo – e aqui houve retrocessos preocupantes. Entre 2001 e 2011, o domínio pleno da leitura caiu de 22% para 15% entre os que concluíram o Ensino Fundamental II, e de 49% para 35% entre os que fizeram o ensino médio. Com ensino superior, 38% não chegam ao nível pleno.
Como referência, no nível pleno estão as pessoas que conseguem ler e compreender um artigo de jornal, comparar suas informações com as de outros textos e fazer uma síntese dele. Em Matemática, as que resolvem problemas envolvendo porcentuais e proporção, além de fazerem a interpretação de tabelas e gráficos simples.
Não conseguimos avançar do básico para o pleno, nível estagnado há dez anos. Mesmo que o Inaf não seja um indicador escolar, pesquisando até mesmo pessoas que nunca tiveram acesso à escola, podemos atribuir parte desses resultados, justamente, à falta de acesso e à insuficiente aprendizagem dos alunos ao longo da educação básica. Ainda hoje não conseguimos garantir que todas as crianças e todos os jovens estejam na escola e adquiram as habilidades esperadas em cada série em disciplinas básicas como Português e Matemática.
Tal situação evidencia a urgência de um investimento eficiente, consistente e focado nos anos iniciais. É neles que todo o problema começa, mas também é neles que a solução deve nascer.
Portanto, como sociedade, precisamos exigir que todas as crianças estejam plenamente alfabetizadas até os 8 anos de idade. Sem se perder em discussões ideológicas estéreis, sem concessões de espécie alguma. É um direito de nossas crianças, que precisa ser assegurado.
Esse é o primeiro passo, e ainda estamos muito longe de considerá-lo um patamar vencido. A Prova ABC – a primeira avaliação externa da alfabetização das crianças de 8 anos realizada em 2011 pelo movimento Todos Pela Educação, pelo Instituto Paulo Montenegro/Ibope, pela Fundação Cesgranrio e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) – mostrou que pouco mais de metade das crianças avaliadas apresentara aprendizado adequado em leitura e escrita no final do terceiro ano do ensino fundamental, e essa proporção cai para pouco mais de 40% em Matemática. As que não conseguem alfabetizar-se nessa etapa passam a acumular lacunas cada vez maiores, o que dificulta ou até mesmo impossibilita a sua aprendizagem nas etapas posteriores.
Dessa maneira, os dados revelados pelo Inaf 2012, somados aos indicadores produzidos pela Prova ABC, expõem o grande desafio educacional deste início do século 21: garantir a todos a alfabetização plena, pré-requisito para a garantia do aprendizado ao longo de toda a vida escolar de crianças e jovens.
Para mudar esse cenário é fundamental avançarmos rapidamente na agenda que deveria ter sido cumprida no século passado e romper com o descaso histórico com a qualidade da educação, direcionando muito mais esforços para assegurar que todos os alunos atinjam a competência em leitura, escrita e Matemática. E para isso é necessário começar pela base, desde a Educação Infantil.
O Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) – a avaliação bianual realizada pelo Inep para monitorar a aprendizagem no final de cada ciclo – comprova essa tese. A pontuação média em Língua Portuguesa dos alunos do terceiro ano do ensino fundamental que não cursaram a Educação Infantil é de 169, enquanto a dos que a cursaram é de 187. Se a Educação Infantil tivesse uma qualidade muito boa no Brasil, esse impacto seria ainda maior.
Todas as evidências científicas apontam para a qualidade dos professores como fator determinante. Um bom professor é um ótimo começo. Assim, é preciso atrair os melhores professores para essa etapa do ensino, os mais experientes e mais bem preparados para trabalhar com as crianças que cursam os anos iniciais. As faculdades de Educação precisam ser reformuladas, colocando o foco na aprendizagem dos futuros alunos de seus alunos.
É vergonhoso que o país que tem o sexto produto interno bruto (PIB) do mundo esteja entre os piores em educação. Não obstante o Brasil conseguir acumular riquezas, não consegue distribuí-las de forma justa, e a má distribuição de renda é reflexo da educação de baixa qualidade.
Mais do que garantir escola para todos, é preciso universalizar a aprendizagem.
* DIRETORA EXECUTIVA DO MOVIMENTO TODOS PELA EDUCAÇÃO

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– Mais um golpe… agora, o de pontos para cashback

Enésima tentativa de golpe… como isso cansa.

E todo mundo recebe.

Pena que alguns caem…

Aqui, é em nome do Banco do Brasil. Veja abaixo:

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– 29 anos do Plano Real.

Hoje: 29 anos que o Plano Real – O plano econômico de Itamar Franco (criado pelo então Ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso) – salvou o país da hiper-inflação.

Lembram que loucura era ter 20 a 30% de inflação todo mês? E quando entrou a URV, “dolarizando a economia”?

Eu me recordo perfeitamente… até de quem foi contra!

Queiramos ou não, o país virou “outro mundo” depois dele…

– Quer comprar a “Praia da Almada”, em Ubatuba? A ilha está a leilão!

Quem frequenta o Litoral Norte Paulista sabe que a Praia da Almada, em Ubatuba/SP, é uma das mais incríveis da região.

Belíssima, está numa ilha a leilão, por R$ 26 milhões.

Veja só que interessante, no link em: https://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2023/06/30/ilha-paradisiaca-em-ubatuba-no-litoral-norte-de-sp-vai-a-novo-leilao-com-lance-inicial-de-r-26-milhoes.ghtml?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=sptv

Ilha paradisíaca em Ubatuba, no Litoral Norte de SP, deve ir a novo leilão com lance inicial de R$ 26 milhões — Foto: Divulgação/Mega Leilões

Foto: Mega Leilões, extraída do link acima.

– Que cada um se responsabilize de suas obrigações!

Ouvi alguém dizer e gostei muito:

“O Estado não pode substituir a Família, mas a Família não pode substituir o Estado”.

Perfeito. A 1a Educação se dá em casa, e que não se ocorra a “terceirização da formação” da criança, como se a Escola, a Igreja ou as autoridades fossem responsáveis. Por outro lado, não podemos isentar o Estado dessas responsabilidades.

Se cada um fizer a sua parte, teremos/ teríamos um Brasil mais humano e educado.

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Imagem extraída de: https://petpedagogia.ufba.br/relacionamento-entre-familia-e-escola-e-seus-conflitos

– De novo, esse golpe do emprego fácil?

Como tem vagabundo enchendo o saco pela Internet. De novo está voltando à praça esse estelionato do emprego fácil, onde você clica e acaba permitindo aos bandidos roubarem seus dados?

Cadê as autoridades?

Não caiam nesse tipo de mensagem:

– A Venda de Trabalhos Acadêmicos.

Não é novidade que infelizmente muitos alunos compram trabalhos universitários. Mas o que estarrece é o tamanho desta criminosa indústria dos TCCs, Dissertações e Teses.

Nesta matéria (de redação antiga mas conteúdo atual), se tem a ideia do tamanho deste problema…

Compartilho, extraído do site “Educar para Crescer”: http://educarparacrescer.abril.uol.com.br/comportamento/comercio-trabalhos-universitarios-475098.shtml

ALUNOS NOTA R$ 10,00.

Oito anos depois, a jornalista ainda sorri aliviada ao lembrar da tarde em que deixou seu trabalho de conclusão de curso na secretaria da faculdade. “Não via a hora de entregar a monografia. Primeiro, foram 5 meses de sofrimento tentando fazer aquele troço. Depois, um mês com medo de que o cara que eu paguei para escrever não me entregasse”, diz ela. “Nem me lembro da nota. Só queria me formar.”

De lá pra cá, as coisas mudaram. Em 2001, a jornalista do parágrafo acima (que, por motivos óbvios, pediu anonimato) entregou sua graduação nas mãos de um sujeito que havia posto um disfarçado anúncio de “digitação de monografia” – “e ele nem sabia as regras da ABNT”, recorda ela. Hoje, o aluno sem escrúpulos e com dinheiro no bolso tem a seu dispor dezenas de portais profissionais, com ofertas escancaradas (“Delivery. Sua tese ou trabalho pronto em 96 horas”) e variadas formas de pagamento. Além de universalizar o acesso ao serviço, a internet também globalizou a produção: tem americanos encomendando artigos que serão escritos por indianos.

Desde a virada do século, quando começaram a surgir denúncias contra esse tipo de site, o Ministério da Educação costuma reforçar que a responsabilidade é das faculdades, que deveriam criar ferramentas para detectar esse tipo de fraude. Enquanto isso, no maior site do setor, uma animação faz surgir uma apresentadora se gabando: “Desde 2000, já atendemos mais de 36 mil alunos, com sucesso em 97% dos casos”.

Afinal, pagar para que alguém escreva seu trabalho da faculdade é antiético, mas não é crime. Mas, se o cliente sempre tem razão, o aluno não. Se um professor atento identifica um falso autor, a punição pode ir de uma nota 0 até uma expulsão. Infelizmente, poucos parecem capazes ou dispostos a tanto. Na verdade, ser pego depende principalmente do aluno: há quem não se dê ao trabalho de ler o que comprou, e roda na banca examinadora. Aliás, aliar falta de escrúpulos com preguiça não parece ser muito raro.

PAGANDO E PASSANDO

Na monografia que foi enviada, a parte de gestão da qualidade é muito complexa, de um nível muito elevado. Então, gostaria de pedir que fosse feita uma revisão. Não será preciso fazer novamente: só torná-la mais simples e de fácil entendimento. No máximo, 5 páginas. Aguardo retorno.” Com alguns cortes e várias correções, esse é um e-mail que uma estudante de administração enviou a um site de monografias prontas. Como se vê, capricharam demais na encomenda, obrigando a cliente a requisitar uma piorada no “seu” trabalho de conclusão de curso, deixando-o assim mais de acordo com sua suposta capacidade.

Esse tipo de pedido é comum. Afinal de contas, é de imaginar que alguém que compra um texto que deveria ter escrito não tem muito jogo de cintura para fingir ter feito um trabalho muito bom, ou simplesmente não está disposto a estudar para entender o que seu ghost-writer quis dizer. “Na verdade, a maioria dos clientes é simplesmente idiota”, diz o escritor americano Nick Mamatas (sim, o nome é real), que durante anos viveu de escrever trabalhos acadêmicos para outros. “Eles não deveriam estar na faculdade. Eles precisam comprar trabalhos prontos porque eles basicamente não entendem o que é uma monografia, muito menos o que os professores pedem que seja feito nela”, diz Nick, que ficou conhecido ao publicar na rede um artigo detalhando suas atividades. Segundo ele, existem outros dois perfis secundários de clientes: bons alunos que, vítimas das circunstâncias, não conseguiram fazer algum trabalho específico, e estrangeiros que não dominam o idioma do país em que estão e precisam de uma mão na tradução.

Para uma advogada que há dois anos faz trabalhos por encomenda no interior de São Paulo, o problema é maior porque o mercado acaba obrigando profissionais sem interesse ou talento para a pesquisa acadêmica a buscar um título de pós-graduado, mestre, doutorações. “São pessoas que não querem aprender nada, mas precisam daquele diploma. Para eles, encomendar um trabalho é driblar um incômodo, os fins justificam os meios.”

OMBRO AMIGO

“A confiança é peça fundamental das relações. Oferecemos toda a segurança para nossos clientes. Assim sendo, estamos habilitados para o cumprimento e a correspondência de toda confiança depositada em nossas mãos.” Parece anúncio de banco, mas é de um portal de trabalhos prontos. Espertamente, eles se vendem como amigos (“ajudamos você a fazer seu sonho acontecer”) e colocam os clientes como vítimas, que “encontram-se em um período atribulado de sua vida”.

Além de um ombro amigo e do sigilo, outra característica fundamental oferecida pelos sites é o “certificado Google-free”: caso alguém encasquete com o texto recebido, não vai encontrar na rede nada semelhante – é um trabalho original. Pagando um extra, também se consegue um “seguro-DDD”: aquela empresa se compromete a não vender aquele trabalho para universidades da mesma região. Ah, claro: todos dizem contar com um time de especialistas.

Uma vez aceitas as condições, chega a hora de fazer o orçamento. A média para um trabalho de graduação antigo é R$ 4 por página, e um novo, customizado, fica em R$ 7. Pós, doutorado e mestrado são gradualmente mais caros. Aí é só passar no caixa: todos operam com depósitos em conta dos maiores bancos, cartão de crédito e até boleto bancário.

AUTO-ENGANO

Diante dessa máfia globalizada e escancarada, argumentos éticos parecem não estar fazendo efeito. Professores mais espertos já estão vacinados contra mecanismos de busca, mas é difícil identificar encomendas feitas sob medida. Melhorar os exames orais é um caminho, mas isso só pegaria os desleixados que não leram direito o que pagaram.

Nessa situação, o aluno que busca a sensação de dever cumprido com o dever comprado fica se achando o malandrão. Mas pode se dar mal: uma graduação sem méritos pode até colocar alguém em um emprego bom, mas não segura a pessoa lá, principalmente se envolver o dia-a-dia da profissão. Uma lição grátis: pagar para resolver problemas no presente pode comprometer o futuro.

 ABNT: normas para trabalhos acadêmicos - Estudo Prático

Imagem: Reprodução da Internet, extraída de: https://www.estudopratico.com.br/abnt-normas-para-trabalhos-academicos/

– No que você tem gasto o seu dinheiro?

Você está representado nessa tabula (abaixo)?

Aqui, os percentuais de gastos do brasileiro em algumas categorias de despesas. Veja que a pesquisa foi encomendada pelo Valor Econômico (portanto, é algo sério).

Eu, particularmente, tenho como predominância alimentação, saúde e demais categorias essenciais (e sofro com tudo isso, pois a carestia está brava…). Nada de supérfluos (e acho que a maioria dos brasileiros também não).

– Armas? Só se forem as abaixo:

Ninguém quer violência. Precisamos, para melhor o Brasil, de Educação!

Confira na imagem:

Imagem extraída da Internet, autoria do cartoon na própria.

– A tragédia de Cambé: morreu o assassino. Sobre o herói e a venda de armas:

Dois alunos morreram cruelmente num ataque à Escola Estadual Professora Helena Kolody, em Cambé-PR, na última 2ª feira. O assassino foi encontrado há pouco morto na cela em que estava preso.

As vítimas Karoline Verri Alves, de 17 anos, e Luan Augusto da Silva, 16 anos, eram jovens que orgulhavam suas famílias e tinham grandes virtudes.

Segundo o Estadão, o assassino:

“Tinha essa ideia na cabeça há quatro anos. Ele comprou o revólver, já com um tempo considerável, há um mês e meio. Também comprou a machadinha no dia 10 de junho”, afirmou o delegado-chefe da Polícia Civil de Londrina, Fernando Amarantino Ribeiro, que investiga o caso. Ele revelou ainda que o suspeito esteve na escola há cerca de 30 dias para analisar o espaço antes de cometer o ataque.
Conforme mostrou o Estadão, a Secretaria de Segurança Pública do Paraná informou que, além dos itens citados anteriormente, foi encontrado com ele um caderno com anotações sobre ataques em escolas. Além disso, foi revelado que o agressor é esquizofrênico e estava em tratamento, de acordo com informações fornecidas por sua família.
O autor revelou, durante depoimento, que o ataque à escola ocorreu como forma de retaliação aos episódios de bullying supostamente sofridos por ele no período em que estudou na instituição. O suspeito frequentou o colégio por pelo menos sete anos e saiu em 2014.
O caso ainda permanece em investigação, mas deve ter mudanças no desdobramento após a morte do autor do crime. Ao menos seis pessoas foram ouvidas na segunda-feira. Outros familiares e profissionais devem prestar depoimento nos próximos dias.”

(Mais informações em: https://www.estadao.com.br/brasil/ataque-a-escola-em-cambe-no-parana-o-que-se-sabe-sobre-a-tragedia-que-deixou-2-estudantes-mortos-nprm/)

A matéria mostra ainda um herói:

“Após ouvir os sons dos tiros, Joel de Oliveira, 62 anos, foi até a escola, disse ao atirador que era policial e o imobilizou até a chegada das viaturas. Se não fosse a ação de Oliveira, prestador de serviços de uma clínica de fisioterapia próxima ao Colégio Estadual Professora Helena Kolody, o ataque à escola que matou dois alunos na segunda-feira, 19, poderia ter sido muito pior.
Na hora, afirma Oliveira, ele nem pensou nos riscos e agiu de forma instintiva. “Foi tudo muito rápido. Eu tenho muitos amigos que têm filhos que estudam lá na escola, então nem consegui pensar muito. Eu saí correndo e vi se conseguia ajudar de alguma forma”, disse. Ele não tem qualquer experiência na área de segurança e nunca teve preparação para esse tipo de situação. “Agi totalmente no instinto para ajudar aquelas crianças.”

Fico pensando: quanto mais armas nas ruas, pior. E quem vendeu a arma para esse maluco assassino, não deveria ser preso também?

 Foto: Filipe Barbosa/EFE

– Ciclomotor ou o quê?

Afinal, é para licenciar bicicleta elétrica, scooter, mobilete / monareta, ou similares?

Cada vez mais confuso… O UOL tentou esclarecer:

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– IPVA.

Por José Horta Manzano – Os adjetivos automotor, automotivo e automóvel são sinônimos. Veículo automotor (ou veículo automotivo ou ainda veículo automóvel)…

Continua no link em: IPVA

– A fraude das Lojas Americanas e a impunidade.

O quanto as ações das Lojas Americanas despencaram depois da descoberta de maquiagens fiscais e outras fraudes… Quantos prejuízos causaram e quantos engodos deram.

Claro, a situação é ruim e recentemente a própria empresa reconheceu o golpe. Mas, de inocente, não tem nada.

Compartilho: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/andre-roncaglia/2023/06/a-fraude-nada-inocente-nas-lojas-americanas.shtml

A FRAUDE NADA INOCENTE NAS LOJAS AMERICANAS

Como qualquer instituição humana, governança empresarial está sujeita a erros e manipulação oportunista

Por André Roncaglia

As pedras do cais já sabiam que o caso Americanas foi a maior fraude corporativa já registrada no Brasil. O esqueleto financeiro exumado chega perto de R$ 50 bilhões.

Em seu livro “Double Entry” (Partidas dobradas: como os mercadores de Veneza criaram as finanças modernas), Jane Gleeson-White conta como o método veneziano de gestão comercial —codificado em 1494 pelo frade florentino Luca Pacioli— liberou as forças produtivas do capitalismo, mas também alavancou as fraudes e manipulações. É difícil, portanto, dissociar o avanço do capitalismo da corrupção corporativa.

Adam Smith já desconfiava das sociedades anônimas por separarem propriedade e gestão. No celebrado livro “A Riqueza das Nações”, Smith destacava a “negligência e exuberância” que prevaleciam na gestão destas empresas.

Segundo ele, tais custos de agência cresceriam em linha com a expansão do poder de mercado das grandes corporações. A desconfiança de Smith tinha fundamento.

A governança corporativa se desenvolveu no século 20 para mitigar tais custos, por meio de maior transparência e a definição de incentivos que alinhassem os interesses de gestores e acionistas e, mais tarde, destes com a sociedade.

Como qualquer instituição humana, a governança empresarial está sujeita a erros de desenho e à manipulação oportunista. Apesar dos avanços, o resultado geral está longe de satisfatório.

Estudo recente de Dyck, Morse e Zingales (2023) sugere que, apesar de ser disseminada a prática de fraudes corporativas, apenas um terço delas é descoberto; e mais: cerca de 40% das empresas com capital em bolsa cometem violações contábeis sistematicamente, destruindo 1,6% de seu valor de mercado a cada ano —US$ 830 bilhões (R$ 4 trilhões) em 2021.

O estudo se baseia nos EUA, em que há mais transparência e controle. No Brasil, suspeito que o problema seja ainda maior.

Folha Mercado

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O órgão responsável por supervisionar o mercado de capitais no Brasil, a CVM(Comissão de Valores Mobiliários) teve seu orçamento reduzido, em 2022, ao menor patamar em 13 anos, e não faz concurso de reposição de quadros desde 2010.

O órgão custa aos cofres públicos cerca de R$ 250 milhões anualmente para monitorar cerca de R$ 25 trilhões em valores de mercado: beira o apagão da fiscalização sobre as condutas corporativas. Onde passa boi…

A corrupção privada raramente galvaniza a fúria do público e da imprensa como a que se dá na esfera do Estado.

Como provocou J.K. Galbraith, em “A economia das fraudes inocentes”, corporações não existem no vácuo: suas ações afetam a esfera pública e, portanto, precisam de regulação estatal. Afinal, o mecanismo privado de auditoria é falho e facilmente distorcido por conflitos de interesse.

Dentre os vários escândalos, relembro como a Enron sepultou a empresa de auditoria Arthur Andersen, que fez vista grossa para o histórico de fraudes financeiras e contábeis.

No caso das Lojas Americanas, há fortes indícios de omissão motivada por parte do conselho de administração, das auditorias PwC e KPMG e dos bancos envolvidos. O esquema furtou milhões de seus acionistas minoritários, funcionários, fornecedores e credores.

Sabendo da insolvência da empresa, a antiga diretoria e os acionistas controladores foram agraciados com a isenção de IR (imposto de renda) sobre dividendos distribuídos muito acima da média do mercado, bem como pela venda antecipada de sua participação acionária com os preços em alta.

O efeito vai além: a desarticulação da vasta cadeia de fornecedores produziu desemprego, difundiu a desconfiança que congelou o mercado de crédito privado e reduziu a arrecadação tributária.

Não há meritocracia quando vícios privados se tornam custos socializados de forma reincidente, como é prática reconhecida do trio Lemann-Telles-Sicupira da 3G Capital. Parafraseando o Fabiano, personagem de “Vidas Secas”: o nome disso é safadeza.

Atuais detentores do papel LAME3 terão direito ao recesso da ação entre os dias 14 de dezembro e 13 de janeiro

Crédito da Foto: SOPA Images/LightRocket via Gett, extraído de CNN Brasil.com.br

– O Site de Apostas Blaze e os apostadores lesados: o que fazer?

O Cassino Virtual Blaze tem milhões de clientes mundo afora, e 20.000 reclamações no Brasil de pessoas que foram enganadas por ele.

E o que fazer? A empresa está registrada em Curaçao, tem como garotos propaganda Neymar e Felipe Neto, e ninguém responde por ela.

Dr D’Urso, advogado especialista no assunto, dá a dica em: https://www.youtube.com/watch?v=HcjMGL2tokQ

– 33 anos da última dobradinha de Piquet e Senna.

Quem viu, viu. Quem não viu, vai demorar bastante tempo para ver algo assim…

Há 33 anos, dois brasileiros campeões do mundo faziam a última dobradinha deste tipo na Fórmula 1: Piquet e Senna!

Abaixo, quando da ocasião dos 30 anos, uma matéria extraída de: https://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/blogs/f1-memoria/post/2020/06/10/ayrton-senna-e-nelson-piquet-fizeram-ultima-dobradinha-entre-eles-ha-30-anos-no-canada.ghtml

DOBRADINHA – Ayrton Senna e Nelson Piquet fizeram última dobradinha entre eles há 30 anos, no Canadá

Piloto da McLaren dominou desde o começo, deixou-se passar por Gerhard Berger, que estava punido por queima de largada, e liderou compatriota, que fez corridaça para chegar em segundo

Dia 10 de junho de 1990, trinta anos atrás: Ayrton Senna e Nelson Piquet fizeram a oitava e última dobradinha envolvendo os dois numa corrida de Fórmula 1. Foi no GP do Canadá, em Montreal. Numa pista que começou molhada e terminou seca, Ayrton fez uma corrida de categoria largando da pole position e não teve a vitória ameaçada, enquanto Nelson subiu de quinto para segundo com uma prova de inteligência e garra, sobretudo na linda ultrapassagem sobre Alain Prost. Era um tempo no qual tínhamos dois dos melhores pilotos da história na pista.

Pole position, Senna viu o companheiro de equipe Gerhard Berger queimar acintosamente a largada, mas ainda assim contornou a primeira curva na liderança. Em seguida, vinham Alessandro Nannini (Benetton), Jean Alesi (Tyrrell), Piquet e Prost.

Desde as primeiras voltas, Senna e Berger se destacaram em relação aos demais, enquanto Nannini e Alesi travavam boa briga pelo terceiro lugar. Mais atrás, Thierry Boutsen (Williams) passou por Prost e subiu para sexto – pista molhada não era mesmo a praia do francês.

Na oitava volta foi divulgada a informação de que Berger seria punido ao fim da prova com o acréscimo de um minuto ao seu tempo de prova pela queima de largada. Numa época na qual ainda não havia sensores para detectar os apressadinhos na partida, as imagens de TV eram usadas como prova. E, nesse caso, foi uma queima de largada até risível.
Com Berger teoricamente fora da disputa pela vitória, Senna ficou mais tranquilo na prova, sabendo que não precisava forçar o ritmo. A essa altura, como já não chovia desde a largada, a pista já estava secando, e uma troca para pneus slicks era iminente.

O primeiro a entrar nos boxes, na nona de 70 voltas, foi justamente Berger, no que foi seguido por Senna e Piquet duas passagens depois. Alesi, Boutsen e Prost fizeram a troca na volta 12. No mesmo giro, avisado pelo rádio que Berger estava punido, Senna abriu passagem ao austríaco, e ambos ultrapassaram Nannini, que era o líder por ainda não ter feito o pit stop.
Com todos tendo efetuado a troca de pneus, a ordem na pista era Berger, Senna, Prost, Boutsen e Piquet, sendo que o austríaco na prática estava fora dessa briga devido à punição. Nigel Mansell, que teve um começo apagado, já era o sexto com a Ferrari, enquanto Alesi teve um toque com o retardatário Andrea de Cesaris (sempre ele envolvido nas confusões!) e caiu para 11º.

Com um trilho seco no asfalto molhado, qualquer erro seria fatal, e vieram os acidentes. O primeiro a bater foi Boutsen, que, ao tentar passar Prost, saiu do trilho, escorregou na parte molhada do asfalto e acertou o retardatário Nicola Larini (Ligier). Logo depois, Nannini, que tentava reagir de um mau pit stop, derrapou ao tentar passar Satoru Nakajima (Tyrrell) e bateu com violência nos pneus. Por fim, Alesi escapou no mesmo lugar, e o carro atingiu o de Nannini, que estava parado. Por sorte, ele não se machucou.
A essa altura, perto da metade da prova, Berger andava em ritmo alucinante para tentar compensar o tempo que seria dispendido na punição, enquanto Senna fazia corrida sossegada, até porque tinha quase 30 segundos de vantagem sobre Prost. Mais atrás, Piquet vinha com excelente ritmo e se aproximava do francês, trazendo Mansell com ele.

A 21 voltas do fim, Piquet estava sendo apertado por Mansell, mas decidiu partir para o ataque em cima de Prost e mergulhou na freada do grampo. A linda ultrapassagem fez Nelson assumir o terceiro lugar, que na verdade era o segundo pela punição a Berger. Na volta seguinte, Mansell também passou por Prost, que depois se enrolou com o retardatário Gregor Foitek (esse também era complicado…).
A essa altura, Senna tinha mais de 30 segundos de vantagem para Piquet, que, com categoria para driblar os retardatários, manteve uma distância suficiente para não ser atacado por Mansell. Já Prost, com problemas de freios, não tinha mais forças para chegar nos dois. Mais atrás, com um ritmo alucinante, Berger vinha virtualmente encostando no trio. Com a melhor volta, o austríaco ainda terminou em quarto no tempo corrigido, à frente de Prost.

Nas últimas dez voltas, Senna tirou o pé, e a diferença para Piquet baixou de 30 para 10 segundos, com Mansell terminando 2s9 atrás do piloto da Benetton. Já Berger, com todo o esforço, ficou apenas 14s854 atrás de Ayrton no tempo corrigido. Mesmo com Senna tendo reduzido bastante na parte final porque não precisava acelerar, o ritmo do austríaco foi espetacular. Será que ele poderia ter vencido em condições normais? Difícil saber, porque Senna teria tido outro comportamento em pista também.

– No início eu mantinha o ritmo de Berger, mas depois baixei o trem de pouso – disse Senna, que fez um discreto elogio ao desafeto Piquet:

– A Benetton contratou um piloto que entende de carros de corrida, mas a minha preocupação é vencer.

Já Piquet comemorava a volta ao pódio depois de um ano e meio, desde o terceiro lugar no GP da Austrália de 1988. Como de costume, fez piada ao falar sobre o fato de ter ficado entre os dois pilotos da Ferrari boa parte da corrida:

– Fiz valer a minha experiência de 13 anos de Fórmula 1. Sabia que a entrada do hairpin era o único ponto possível para ultrapassar. O problema foi o Prost, que segurou um pouco. Eu me senti um presunto num sanduíche, um Piquet à la pate.

Naquele mesmo domingo, a Seleção Brasileira estreou na Copa do Mundo de futebol na Itália, e Cleber Machado fez a sua estreia nas transmissões de F1 da Globo substituindo Galvão Bueno. O Brasil ganhou da Suécia por 2 a 1, mas seria eliminado pela Argentina nas oitavas de final, numa campanha que não deixou saudade.

Já Senna e Piquet continuam deixando saudade no torcedor brasileiro. Afinal, como escrevi no começo do texto, tínhamos dois dos melhores pilotos do mundo na pista. Definitivamente, áureos tempos…

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Lutar contra a ditadura com o ditador, Lula?

Leio no UOL a manchete: “Com Maduro, Lula exalta luta contra ditaduras na região”. (em: https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2023/05/30/lula-cupula-presidentes-america-do-sul.htm)

Isso é uma tremenda contradição. Ou “um mico”!

O ditador Nicolas Maduro estando ao lado de alguém que diz lutar contra ditadura? Tome vergonha, Lula.

Na matéria, é dito que “(…) o petista exaltou o histórico de lutas contra a ditadura da região —apesar da presença de Nicolás Maduro, ditador da Venezuela — e sugeriu a criação de um grupo de trabalho para montar um direcionamento estratégico da América do Sul diante dos desafios contemporâneos, como a fome e a Guerra da Ucrânia”.

Inacreditável esse país. Perder tempo com esse ditador, e falar tal bobagem, é demais!

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e a primeira-dama, Cilia Flores, subindo a rampa do Planalto para se reunir com Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil

Foto: Sérgio Lima / Agência Poder 360 – Imagem extraída de: https://www.poder360.com.br/governo/so-maduro-tem-reuniao-com-lula-fora-da-agenda-oficial-de-evento/

– Eu também digo que renuncio. E você?

De 2018. Mas serve para hoje:

Está com saco cheio de muita coisa cansativa e chata? Amauri Segalla, colunista, relatou o que o aborrece e eu me identifiquei.

Veja se é assim com você também,

Extraído de: http://istoe.com.br/eu-renuncio/

EU RENUNCIO

Depois dos acontecimentos extraordinários dos últimos dias, resolvi renunciar a tudo que me aborrece na vida. Eu não quero mais:

1. Debater política com amigos.
2. Debater política com inimigos.
3. Defender o indefensável.
4. Deixar de defender o defensável.
5. Ler no Facebook que o chefe do partido A é santo e que o rival do partido B é o capeta encarnado.
6. Ler no Facebook que o líder do partido A é o capeta encarnado e que
o rival do partido B é santo.
7. Entrar no Facebook.
8. Adular o político A ou B, nem que seja por um motivo justo.
9. Falar sobre a próxima delação premiada.
10. Falar sobre a última delação premiada.
11. Usar expressões como “a República de Curitiba”.
12. Esperar o Jornal Nacional para ouvir o áudio revelador.
13. Esperar o Jornal Nacional por qualquer motivo.
14. Escutar as entrevistas sabujas do Datena com gente como Bolsonaro.
15. Rir da coluna política metida a engraçadinha que o Duvivier escreve na Folha.
16. Ficar com inveja da coluna política engraçadinha do Duvivier.
17. Deixar a TV ligada o dia inteiro na Globonews e ouvir mais o Merval Pereira do que qualquer outra pessoa na face da Terra.
18. Levar a sério os blogueiros A, B e C.
19. Ignorar os blogueiros A, B e C.
20. Levar a sério boatos do WhatsApp que só envenenam a gente.
21. Ficar puto com os comentários que alguns leitores deste texto deixarão na caixa de comentários do Facebook.
22. Dar voz aos “haters” de plantão.
23. Usar palavras pedantes como “hater”.
24. Destilar ódio, como você, seu vizinho e quase todos os outros fazem.
25. Pensar só na política e esquecer
o resto.
26. Ficar ansioso com o noticiário político.
27. Usar palavras como canalhas, mortadelas e coxinhas.
28. Escutar o debate infértil de cientistas políticos e especialistas na coisa pública – sim, tem gente que se define assim.
29. Procurar no dicionário jurídico
o exato sentido da palavra “prevaricação”.
30. Começar um texto com “as investigações mostram que…”
31. Escrever um texto com as palavras “denúncia” e “escândalo”
31. Dizer que fulano “me representa.”
32. Renunciar à política e ignorar que ela nos levou ao porão e que só ela pode tirar a gente dali.
33. Fazer listas como essa.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para o crédito.

– O novo juiz da Lava-Jato pirou ou é xarope mesmo?

O novo juiz que cuida da Operação Lava Jato, Eduardo Appio, é cheio de polêmicas. 

Foi ele que determinou a soltura do doleiro Alberto Youssef. Também protagonizou um episódio inusitado, de ser doador da campanha de Lula, com… R$ 13,00! E que usava sua senha nos sistemas eletrônicos da Justiça como LUL22, em protesto contra a prisão de Lula.

Detalhe: ele é o atual juiz da operação que anteriormente, por Sérgio Moro, prendeu… Lula!

Agora, ele foi afastado por suspeita de ameaçar o filho do sócio de Sérgio Moro, em um escritório de advocacia. Pode?

O Brasil não é para amadores...

Da BBC, no link em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cl4zk5edrrdo

Martelo da Justiça e bandeira brasileira

Imagem: Getty Images

– Pobres empresas que pagam seus impostos em dia…

Não é fácil ser honesto no Brasil. Olhe só quanto tempo os empreendedores trabalham para pagar impostos!

Abaixo:

– Muhammad Yunus tem razão! Assistencialismo não pode ser duradouro.

O ganhador do Prêmio Nobel de Paz 2006, o bengalês Yunus (que recebeu a honraria por defender microcrédito à população carente e criar meios de auto-sustentabilidade e microempreendedorismo aos pobres) esteve no Brasil tempos atrás, e deu uma cutucada nos programas assistenciais do Governo.

Ele disse que:

“É claro que pessoas necessitadas precisam de ajuda, mas o princípio que defendo é outro. Oferecer bem-estar social é importante, mas dar oportunidade para as pessoas saírem do programa de bem-estar social é ainda mais importante (…) Dependência não é vida humana. Vida humana é usar todo o seu talento, sua criatividade e seu potencial ilimitado. Receber dinheiro como assistencialismo não pode inibir a pessoa de procurar se sustentar, ter emprego e sua fonte própia de renda no trabalho honesto e diário”.

Em suma, ele quis dizer: mais importante do que os programas Bolsa-Isso ou Bolsa-Aquilo, é dar condição para a pessoal ir trabalhar e ganhar dinheiro com seu suor, ao invés de uma esmola perene e oficial. Ou não é esse o sentido? Aliás, isso independe de Governo Lula ou Bolsonaro… é uma prática “corriqueira” dos políticos.

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Arte extraída da Web. Quem conhecer a autoria, favor informar para crédito no post.

– Pitaco da Manhã 4: pra quê tanto documento?

RG, CPF, passaporte, título eleitoral, reservista, e tantos outros documentos nos são cobrados.

Quando é que teremos um documento universal de identificação?

– Brasil: um povo hospitaleiro?

A imagem que os estrangeiros sempre tinham do nosso país era de um povo alegre, receptivo, que vencia as dificuldades da vida e ainda sorria!

Ser acolhedor e respeitador parece que não são mais nossas características. Li essa observação do respeitadíssimo jornalista Maurício Noriega, publicada em seu Facebook no dia 17/06/2020 e achei perfeita!

Abaixo:

“O tempo vai se encarregando de sepultar aquela imagem do brasileiro como povo cordial, hospitaleiro, sedutor, brejeiro, amistoso. Ruidosamente vai surgindo um perfil individualista, sectário, egoísta, indisciplinado e indiferente.
Que as novas gerações possam compensar os erros das anteriores e da minha.
Acredito piamente que os jovens estão chegando mais preparados, menos preconceituosos, menos gananciosos e interesseiros.
Que possam consertar o País que estamos estragando faz tempo.
Basta da ilusão de que os políticos não nos representam!
Eles são a imagem exata do povo que somos refletida num espelho que nos recusamos a aceitar.”

Assino embaixo! Menos ódio e mais amor para com o próximo, respeitando as opiniões diferentes e ideologias diversas.

Virtude de Hospitalidade – Instituto Enter Jovem

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.