– A Guerra no Brasil é a da dengue.

O mundo vê mortes nos conflitos Rússia vs Ucrânia / Israel vs Hamas e Irã, e aqui no Brasil, a nossa guerra é contra a dengue.

Como pode ter 1.400 óbitos só em 2024? São mortes evitáveis!

Sejamos responsáveis.

– Quem são os bilionários brasileiros? E as pessoas mais ricas do mundo?

Li que a Forbes divulgou a lista das pessoas mais ricas do Brasil em 2024. Temos em nosso país 69 bilionários, e a relação é:

  1. Eduardo Saverin – US$ 28 bilhões (60º lugar geral)
  2. Vicky Safra – US$ 20,6 bilhões (94º)
  3. Jorge Paulo Lemann – US$ 16,4 bilhões (113º)
  4. Marcel Herrmann Telles – US$ 10,9 bilhões (195º)
  5. Carlos Alberto Sicupira – US$ 8,9 bilhões (278º)
  6. Fernando Roberto Moreira Salles – US$ 7,6 bilhões (344º)
  7. Pedro Moreira Salles – US$ 7,1 bilhões (385º)
  8. André Esteves – US$ 6,6 bilhões (417º)
  9. Alexandre Behring – US$ 6,3 bilhões (453º)
  10. Miguel Krigsner – US$ 5,7 bilhões (522º)
  11. João Moreira Salles – US$ 5,3 bilhões (572º)
  12. Walther Moreira Salles Junior – US$ 5,3 bilhões (572º)
  13. Jorge Moll Filho – US$ 4,5 bilhões (697º)
  14. Alceu Elias Feldmann – US$ 3,7 bilhões (871º)
  15. Maurizio Billi – US$ 3,6 bilhões (896º)
  16. Jose João Abdalla Filho – US$ 3,5 bilhões (920º)
  17. Joesley Batista – US$ 3,3 bilhões (991º)
  18. Wesley Batista – US$ 3,3 bilhões (991º)
  19. Lirio Parisotto – US$ 2,8 bilhões (1187º)
  20. Alexandre Grendene Bartelle – US$ 2,6 bilhões (1286º)
  21. Luciano Hang – US$ 2,3 bilhões (1438º)
  22. Ilson Mateus – US$ 2,3 bilhões (1438º)
  23. Candido Pinheiro Koren de Lima – US$ 2,3 bilhões (1438º)
  24. Guilherme Benchimol – US$ 2,2 bilhões (1496º)
  25. Julio Bozano – US$ 2,2 bilhões (1496º)
  26. Luiz Frias – US$ 2,2 bilhões (1496º)
  27. Alfredo Egydio Arruda Villela Filho – US$ 2,1 bilhões (1545º)
  28. João Roberto Marinho – US$ 2,1 bilhões (1545º)
  29. José Roberto Marinho – US$ 2,1 bilhões (1545º)
  30. Roberto Irineu Marinho – US$ 2 bilhões (1623º)
  31. Edir Macedo – US$ 2 bilhões (1623º)
  32. Ana Lucia de Mattos Barretto Villela – US$ 1,9 bilhão (1694º)
  33. Jayme Garfinkel – US$ 1,9 bilhão (1694º)
  34. Rubens Menin Teixeira de Souza – US$ 1,9 bilhão (1694º)
  35. Rubens Ometto Silveira Mello – US$ 1,9 bilhão (1694º)
  36. Sasson Dayan – US$ 1,7 bilhão (1851º)
  37. Carlos Sanchez – US$ 1,7 bilhão (1851º)
  38. David Feffer – US$ 1,6 bilhão (1945º)
  39. Jose Roberto Ermirio de Moraes – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  40. Jose Ermirio de Moraes Neto – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  41. Daniel Feffer – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  42. Jorge Feffer – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  43. Ruben Feffer – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  44. Neide Helena de Moraes – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  45. Artur Grynbaum – US$ 1,4 bilhão (2152º)
  46. Cristina Junqueira – US$ 1,4 bilhão (2152º)
  47. Antonio Luiz Seabra – US$ 1,4 bilhão (2152º)
  48. Ivan Müller Botelho – US$ 1,3 bilhão (2287º)
  49. Jose Isaac Peres – US$ 1,3 bilhão (2287º)
  50. Eduardo Voigt Schwartz – US$ 1,3 bilhão (2287º)
  51. Mariana Voigt Schwartz Gomes – US$ 1,3 bilhão (2287º)
  52. João Alves de Queiroz Filho – US$ 1,2 bilhão (2410º)
  53. Maria Consuelo Dias Branco – US$ 1,2 bilhão (2410º)
  54. Maria Frias – US$ 1,2 bilhão (2410º)
  55. Lucia Maggi – US$ 1,2 bilhão (2410º)
  56. Anne Werninghaus – US$ 1,2 bilhão (2410º)
  57. Clóvis Ermírio de Moraes – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  58. Pedro Grendene Bartelle – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  59. Liu Ming Chung – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  60. Itamar Locks – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  61. Blairo Maggi – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  62. Carlos Pires Oliveira Dias – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  63. Vera Rechulski Santo Domingo – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  64. Carlos Eduardo M. Scripilliti – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  65. Regina Helena S. Velloso – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  66. Livia Voigt – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  67. Dora Voigt de Assis – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  68. Dulce Pugliese de Godoy Bueno – US$ 1 bilhão (2692º)
  69. Hugo Ribeiro – US$ 1 bilhão (2692º).

E quem são os mais ricos do mundo? No texto abaixo:

Extraído de: https://g1.globo.com/economia/noticia/2024/04/03/veja-quem-sao-os-brasileiros-na-lista-de-bilionarios-da-forbes-em-2024.ghtml

OS BILIONÁRIOS DA FORBES 2024

O cofundador do Facebook Eduardo Saverin é o brasileiro mais rico, segundo o ranking anual de bilionários da revista Forbes, publicado nesta terça-feira (2). Com patrimônio de US$ 28 bilhões, ele é conhecido por ser sócio de Mark Zuckerberg, que conheceu enquanto estava na faculdade. (saiba mais sobre ele abaixo)

A fortuna de Saverin teve um bom impulso neste ano após a Meta Platforms, controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, apresentar resultados robustos no quarto trimestre de 2023 e anunciar o primeiro plano de distribuição de dividendos da empresa. Com o resultado, ele ficou muito à frente dos demais.

Quem o acompanha na segunda posição é Vicky Safra, herdeira do banco Safra e também a mulher mais rica do país. De acordo com a Forbes, ela acumula US$ 20,6 bilhões, dada sua participação na empresa após a morte de seu marido, Joseph Safra, em 2020.

Ao todo, são 69 brasileiros que compõem a lista anual de bilionários da Forbes em 2024. Entre as principais novidades está a presença de Livia Voigt, herdeira da empresa de máquinas e equipamentos WEG, que se tornou a bilionária mais jovem do mundo.

O francês Bernard Arnault, presidente do grupo de luxo LVMH, lidera o ranking anual de bilionários da Forbes 2024.

Arnault ocupa a liderança, com US$ 233 bilhões em patrimônio, uma alta de US$ 22 bilhões em relação ao ano passado. Para calcular o patrimônio líquido dos bilionários, a Forbes usa o preço das ações e taxas de câmbio do dia 8 de março de 2024.

Arnault havia chegado ao topo pela primeira vez em 2023, ultrapassando Elon Musk, fundador da Tesla, e Jeff Bezos, fundador da Amazon. Hoje, Musk é o segundo colocado, com US$ 195 bilhões de patrimônio. Bezos preenche o pódio logo atrás, com US$ 194 bilhões. (veja o top 10 abaixo)

A primeira mulher na lista é a empresária francesa Françoise Bettencourt Meyers, herdeira da L’Oréal. No fechamento do ano, ela está em 15º lugar, com US$ 99,5 bilhões.

Segundo a Forbes, existem agora mais bilionários do que nunca: são 2.781 ao todo, e 141 a mais que no ano passado. Trata-se de um novo recorde, superando em 26 o maior número da série histórica em 2021.

Veja o top 10 entre os mais ricos do mundo:

  1. Bernard Arnault, CEO da LVMH, controladora da grife Louis Vuitton, com US$ 233 bilhões
  2. Elon Musk, CEO da Tesla, com US$ 195 bilhões
  3. Jeff Bezos, fundador da Amazon, com US$ 194 bilhões
  4. Mark Zuckerberg, cofundador da Meta, com US$ 177 bilhões
  5. Larry Ellison, cofundador da Oracle, com US$ 141 bilhões
  6. Warren Buffett, megainvestidor, com US$ 133 bilhões
  7. Bill Gates, fundador da Microsoft, com US$ 128 bilhões
  8. Steve Ballmer, ex-CEO da Microsoft, com US$ 121 bilhões
  9. Mukesh Ambani, fundador da Reliance Industries, com US$ 116 bilhões
  10. Larry Page, cofundador do Google, com US$ 114 bilhões

Bernard Arnault, CEO do grupo LVMH, em foto de janeiro de 2020 — Foto: Thibault Camus/AP/Arquivo

Bernard Arnault, CEO do grupo LVMH, em foto de janeiro de 2020 — Foto: Thibault Camus/AP/Arquivo

– A realidade dos Clubes Profissionais de Futebol no Brasil.

Texto de 1 ano, mas atual:

Os campeonatos estaduais terminaram, em sua maioria, nesse final de semana. E você sabe quantos clubes continuarão ativos e quantos jogadores estarão empregados?

Desmistificando a história de que “somos o país do futebol”, abaixo, extraído do LinkedIn de Euler Victor (Head of Football and Business/ Mover Futebol/ Palestrante), em: https://www.linkedin.com/in/eulervictor/

SE JOGA POUCO NO PAÍS DO FUTEBOL

Há quem diga que, pela quantidade de troféus e craques, o Brasil seja o país do futebol. No entanto, em nível profissional a frase é contrariada pelos fatos, já que os 680 clubes que atualmente disputam competições profissionais no Brasil (todas as divisões de estaduais e nacionais) estão distribuídos por apenas 422 dos 5.570 municípios brasileiros. O que significa que cerca de 100 milhões de pessoas (cerca de metade da população do país) vivem em cidades sem nenhum futebol, além daquele que é praticado de forma recreativa. Não bastasse a pouca penetração geográfica, na média, a atividade desses clubes ocupa apenas 35% do calendário útil do futebol, equivalente a cerca de três meses do ano.

Apenas 128 clubes (19,7% do total) têm calendário anual, por disputarem uma das 4 divisões do Campeonato Brasileiro. As outras 522 equipes profissionais tiveram apenas as competições estaduais e, em raros casos, a Copa do Brasil para disputar.

106 cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes não contaram com nenhuma equipe disputando competições profissionais em 2019. São Paulo concentra 40 delas, seguido por Minas Gerais com 13 e Bahia, com 10.

Essa é a realidade do nosso futebol; temos muito potencial em todo país, mas pouco exploramos esse potencial, por conta dos baixos investimentos na iniciação esportiva e na criação de clubes em regiões que não possuem atividades de futebol profissional.

Uma das ideias, é que a CBF e as federações locais incentivem a formação de novos clubes em locais específicos, focando no desenvolvimento do esporte e no coração de praças esportivas por todo o país.

TEMOS O MICKEY, SÓ FALTA A DISNEY.

Estudo: Pluri Consultoria.
Imagem: Riccardo D’Agnese


– #RIP, #Ziraldo.

– A pergunta a ser feita sobre os presos recapturados de Mossoró:

Algumas observações pertinentes sobre os foragidos, agora presos novamente, no link em: https://youtu.be/fVvvOC-JtYs

– A captura dos foragidos de Mossoró.

O ministro da Justiça, na tarde dessa quinta-feira, realizou uma coletiva para informar como foi a captura dos foragidos, Sergio da Silva Mendonça e …

Continua em: A captura dos foragidos de Mossoró.

– Torturas do Complexo Hospitalar Juquery

O Complexo Hospitalar Juquery carrega consigo uma história sombria marcada por práticas perturbadoras e grandes desafios como a superlotação. …

Continua em: Torturas do Complexo Hospitalar Juquery

– Brasil segundo Hollywood:

E não é verdade?

– Lições do caso Marielle Franco.

Caso resolvido sobre a morte da vereadora Marielle?

Nada disso. Parece que “a rede de apoio às práticas nefastas” ainda envolve muita gente.  Mas podemos tirar algumas conclusões:

  • Não adianta a Polícia investigar, se há corrupção dentro dela. Muitas vezes, é necessário uma força-tarefa entre as autoridades diversas.
  • A ganância dos corruptos: os mandantes do crime cometido por Ronaldo Lessa, os irmãos Brazão (um deputado e um membro do Judiciario) tinham interesses em grilagem de terra com as milícias. Contra o trabalho de reforma fundiária da vereadora, simplesmente mandam executa-lá. Onde está a humanidade dessas pessoas?
  • O fanatismo político: o que encheram o saco sobre o ex-presidente Bolsonaro estar envolvido, não? Isso não ajuda em nada as investigações (me refiro a deixar as paixões políticas de Esquerda ou Direita entrarem na discussão).

Que tristeza ver o RJ contaminado pela sujeira e por tantas gangues criminosas travestidas de homens do poder público…

Imagem extraída de: https://wikifavelas.com.br/index.php/Marielle_Franco_%28PSOL/RJ%29_-_Mar%C3%A9_-_RJ

– O futuro do trabalho e as pessoas “de cabelo branco”.

Temos um sério problema em nosso país: etarismo e envelhecimento populacional.

Um excepcional texto de Willians Fiori, em seu LinkedIn, aborda o Mercado de Trabalho para as pessoas mais velhas. Vale a leitura, abaixo:

O FUTURO DO TRABALHO EM CABELO BRANCO – e o RH não percebeu…

Vamos fazer um exercício simples: linha do tempo. Nada de futurologia, só um passeio pelos últimos 50 anos.

1975 — A idade média do trabalhador brasileiro era de 33 anos. A idade mediana da população? 18,2 anos. Jovens por todos os lados, força de trabalho abundante e empresas moldadas para absorver essa juventude em massa. A ideia de aposentadoria aos 50 e poucos era quase celebrada com bolo e guaraná.

2000 — A idade média dos trabalhadores sobe para 34. A população envelhece devagar, mas o mercado ainda finge que está tudo igual. O jovem continua sendo o perfil idealizado nas campanhas de recrutamento. Os +50? Invisíveis.

2023 — O grupo com maior número de trabalhadores é o de 35 a 44 anos. A idade média do trabalhador gira em torno de 40 anos. A idade mediana da população brasileira já chegou aos 34,4 anos. Ou seja: o Brasil amadureceu, mas o RH continua preso a um modelo mental de 1980.

2025 — Projeções apontam que a idade média da força de trabalho ultrapassará os 40 anos. A idade mediana da população será de 34,8. E o que vemos? Processos seletivos pedindo “perfil jovem”, “dinâmico” e “fluente em inglês” para salários que mal pagam o aluguel.

Enquanto isso, quatro gerações coexistem nas empresas:

A geração silenciosa, que ainda resiste em alguns cargos técnicos.

Os boomers, com suas décadas de experiência.

Os X e millennials, equilibrando inovação e gestão.

E a geração Z, chegando com propósito, ansiedade e muita conexão digital.

E o RH? Ignora essa pluralidade e continua focando em programas para “atrair talentos jovens”, como se o único futuro possível estivesse nos recém-formados. Só que a conta não fecha. A demografia não mente. A taxa de natalidade caiu, a expectativa de vida subiu, e a base da pirâmide está encolhendo. Muito em breve, o Brasil não terá jovens suficientes para preencher todas as vagas abertas.

E aí? Vai continuar esperando um milagre demográfico? Ou vai olhar para os talentos experientes que já estão aí, cheios de energia, bagagem e vontade de contribuir?

A longevidade não é um problema. O problema é a miopia cognitiva de quem recruta, lidera e decide.

Em tempos de escassez de juventude, a experiência será o novo ouro. Mas só vai encontrar esse tesouro quem souber procurar com novos olhos.

Imagem extraída da publicação do autor em seu LinkedIn.

– Cuidado com o “Golpe do Cheiro” do Uber e da 99.

Atenção: mais um (infelizmente) crime na praça: o de bandidos disfarçados de motoristas de aplicativos.

Abaixo, extraído de: https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2022/10/13/golpe-do-cheiro-da-uber-como-as-investigacoes-falharam-com-as-vitimas.htm

GOLPE DO CHEIRO EM UBER E 99: O QUE É E O QUE DIZEM AS VÍTIMAS

Há duas semanas, Fernanda* repetiu o mesmo ritual de todas as manhãs e pediu um Uber para levá-la de casa até a academia. Era uma segunda-feira de chuva em São Paulo, e o trajeto era curto, cerca de 2 km. Ela já tinha ouvido falar do tal “golpe do cheiro”, mas não pensou nisso, achou que nessa situação nada poderia acontecer. Porém, quando estava mais ou menos próxima do destino, entendeu que algo estava fora do normal na viagem.

“Comecei a sentir um cheiro forte, de arder o rosto, sabe? Então, senti meu corpo formigar, ficar dormente. Quando olhei para a janela do motorista, ela estava aberta, e a minha, fechada. Me liguei no que estava acontecendo. Como ela era elétrica, pedi a ele que abrisse a minha. Coloquei o rosto para fora, meu corpo totalmente dormente. Entrei em pânico, tentei abrir a porta e comecei a gritar: ‘Me tira daqui, me deixa descer, estou passando mal'”, contou, em entrevista a Universa.

De acordo com ela, o condutor não se mostrou surpreso e não ofereceu assistência, simplesmente parou o carro. Quando desceu do veículo, Fernanda caiu no chão. “Nessa hora, comecei a ter vários espasmos no meu corpo, na perna, no braço, na mão. Não estava tremendo de nervoso, eu estava com espasmos e não tinha nenhuma força para levantar.” Conseguiu pedir ajuda a uma pessoa na rua para anotar a placa do carro. Fez o protocolo sugerido pela Uber: reportou o caso no aplicativo. Além disso, por orientação de um advogado, registrou um boletim de ocorrência online. Mais tarde, percebeu que o motorista estava cadastrado havia um dia no app.

Segundo Fernanda, a Uber foi rápida e, assim que chegou em casa, entrou em contato com ela para se dizer ciente do ocorrido, que sentia muito e garantir que ela não pegaria mais corrida com aquele motorista. “Eu falei: ‘Pelo amor de Deus, o cara precisa sair da base de motoristas, vocês já sabem que isso está acontecendo, foi horrível! Se eu não tivesse me tocado a tempo, poderia estar desmaiada e vai saber o que pode ter acontecido lá'”, argumentou. Não adiantou: o atendente disse que não poder fazer mais nada.

Na sexta-feira da mesma semana, ainda traumatizada, decidiu pedir um Uber de novo. O percurso e o horário eram os mesmos. Para seu choque, o carro e o motorista também. “O nome do cara era outro, a foto diferente. Pensei ser só uma coincidência, mas era o mesmo cara, o mesmo carro, a mesma placa! Quando entrei, tive a certeza. A gente andou 50 metros, abri a porta do carro em movimento e saí.”

Casos se multiplicam

A história de Fernanda não é um caso isolado. Nos últimos meses, o chamado “golpe do cheiro” (também conhecido como “golpe do gás” ou “golpe do spray”) instaurou um clima de medo entre mulheres que usam de carros de aplicativo como Uber e 99.

São dezenas de relatos nas redes sociais e denúncias de que motoristas estariam tentando intoxicar passageiras. Segundo as vítimas, o padrão é bastante parecido: vidros da parte traseira dos carros fechados e, após um tempo de corrida, um odor invade o ambiente.

“Eu estava de máscara, mas, mesmo assim, passei a sentir um cheiro bem forte, como se fosse um solvente. Logo, começou uma dormência no meu rosto, que rapidamente passou para as pernas”, relata a musicista Irina Bertolucci, que também passou pelo golpe.

De acordo com a delegada Jamila Jorge Ferrari, coordenadora das Delegacias de Defesa à Mulher do estado de São Paulo, de março a junho deste ano, foram mais de 60 boletins de ocorrência registrados no estado e todos os casos aconteceram em veículos da Uber. Segundo ela, até o momento, os inquéritos concluídos no estado de São Paulo não encontraram evidências de contaminação toxicológica nas vítimas ou nos automóveis que foram periciados.

“Isso significa que não houve o que elas estão falando? Não necessariamente. É muito difícil dizer: ‘O golpe não existe’, porque você está desacreditando aquela vítima, o que ela de fato sentiu”, diz a delegada. Ela continua: “E por que [a vítima] sentiu? Porque talvez jogaram nas redes sociais? E aí as pessoas ficaram de alguma forma em pânico e começaram a sentir algo que é muito mais psicológico do que efetivamente real. E isso não é a polícia quem vai responder. O que a polícia consegue responder é que em todos os casos em que foram instaurados inquéritos, a vítima não estava intoxicada”, finaliza.

O que a psicologia diz

Até o momento, nenhum exame deu positivo para “substâncias entorpecentes”. Mas as investigações deveriam tratar um assunto tão delicado e que envolve uma relação de poder, no caso entre motorista e passageira, de uma forma tão protocolar? Para Beatriz Brambilla, doutora em psicologia social, docente e supervisora da estágios do curso de psicologia da PUC-SP, o caso não está sendo tratado com a seriedade e as nuances que merece.

De acordo com ela, o modelo de investigação precisa assegurar uma dimensão que não seja apenas confirmar se a vítima foi intoxicada ou não, mas entender todo o contexto daquela viagem. “Quais foram os antecedentes do ponto de vista da violência psicológica que estava ocorrendo naquela situação em que as mulheres nararram esse ataque, essa violência no carro do aplicativo?”, questiona.

Ela continua: “Há uma relação de poder na medida que você pega um carro com um homem —pensando na questão do machismo, do sexismo e da cultura de estupro e de violência que a gente vive. Quando as mulheres entram no carro, elas já entram preocupadas com o que pode acontecer. […] O motorista tem controle da situação. Ele pode coagir a pessoa que está ali. Daí, a gente está falando de uma violência que ocorre, seja ela pelo olhar, seja por uma palavra, por algum gesto, seja pelo modo como esse motorista vai dirigir. Tudo isso vai produzindo medo, vai produzindo emoções. E isso é uma violência, não importa o que ocorra. Faz com que a gente sinta medo, faz com que a gente se sinta torturada de alguma forma.”

Segundo Silvia Cazenave, toxicologista, docente da PUC-Campinas, perita criminal e ex-Superintendente de Toxicologia da Anvisa, os sintomas narrados pelas vítimas seriam de intoxicações agudas, que deveriam ser acusadas nos exames toxicológicos. Apesar disso, ela concorda com Beatriz: “Acontece realmente de a pessoa perceber um cheiro distinto e ficar ansiosa, ficar com medo. Mulheres estão sujeitas a muitas investidas criminosas e isso cria tensão. Tudo isso pode afetar a percepção”.

Sobre a questão levantada pela delegada Jamila, de que poderia existir um pânico inflado pelos relatos nas redes sociais, Beatriz refuta: “É como no caso do homem que assediou mais de 70 psicólogas. Se uma não tivesse aparecido e falado sobre isso, muito provavelmente as outras não teriam se expressado”.

De acordo com ela, essas situações precisam ser legitimadas, do contrário, são ocultadas do cotidiano, e as pessoas vão sofrendo sozinhas.

Ser mulher é ter medo

Todos os pontos colocados pelas especialistas são ancorados por dados, já que as mulheres brasileiras são percebidas como o grupo mais vulnerável à violência durante o percurso de ida ou volta para casa.

81% delas já sofreram algum tipo de violência em seus deslocamentos pela cidade, segundo o relatório da pesquisa “Percepções sobre segurança das mulheres nos deslocamentos pela cidade”, divulgado no ano passado pelos institutos Locomotiva e Patrícia Galvão.

Além disso, o Brasil registra um estupro a cada dez minutos e um feminicídio a cada sete horas, de acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Os dados são do Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2022, relativos à violência letal e sexual de meninas e mulheres no Brasil.

“A discussão sobre mobilidade urbana e gênero é uma questão muito séria e, não por acaso, a gente tem uma lei de importunação sexual para falar sobre transporte público. O fato é que a violência contra as mulheres em transportes públicos acontece”, diz Beatriz.

Para ela, empresas como a Uber precisam ser responsabilizadas e criar políticas específicas para as mulheres que assegurem a segurança delas de uma forma geral e não somente nesse caso do golpe.

“Se as mulheres fossem doidas, você concorda que a gente não teria uma política de importunação sexual em transporte público? Que não teríamos em vários lugares do mundo vagões de trem e metrô especiais para as mulheres? Que a gente não teria a política de que o ônibus para em qualquer lugar para as mulheres poderem descer? Hoje, o transporte por aplicativo é tão utilizado quando o transporte público, principalmente nas grandes cidades”, justifica.

Monica de Melo, Defensora Pública do Estado de São Paulo, também acredita que é preciso cobrar as empresas de aplicativo – e não somente a polícia – e que elas são coniventes com o que está acontecendo: “A empresa tem todo o discurso de que o motorista não é empregado, mas dizer que a empresa tem zero responsabilidade? A empresa fez uma plataforma? Você só encontrou aquele motorista através dessa empresa, você não encontrou esse motorista ali na rua, do nada? E justamente por você não ter encontrado na rua, no nada, você pegou em uma empresa justamente porque você acha que pegando o motorista de uma empresa você estaria mais segura”.

Alice*, que também foi vítima do golpe, concorda: Eu não estou com raiva [do que aconteceu]. Eu estou com raiva da gente, mulher, ter que pensar nisso [nossa segurança] o tempo todo. Geralmente quando estou na rua com meu celular, estou insegura. Quando chega o meu Uber e eu entro, é quando eu falo, nossa, eu estou em casa, estou segura. E não, é um serviço que deveria oferecer segurança para você, mas tem oferecido mais medo do que segurança”.

Do lado da Uber, a empresa se diz preocupada e recentemente até criou uma mesa de discussão só para debater o assunto no 16º Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O painel “Golpe do gás na Uber: o aumento da sensação de insegurança a partir da desinformação”, tinha o intuito de tentar tranquilizar a sociedade e reforçar que nada está acontecendo e nada foi provado.

Já a empresa 99, em nota, informou que ao receber os relatos realiza a apuração junto aos times internos “para garantir a segurança das usuárias da plataforma e colaborar com o poder público, se necessário”. A empresa, assim como a Uber, reforça que é imprescindível que as eventuais vítimas reportem o ocorrido nas centrais de ajuda dos apps.

*Nome trocado a pedido da entrevistada

– Há 34 anos, Collor sequestrava nossas poupanças.

Dia triste do Brasil: em 16 de março de 1990, Fernando Collor de Melo congelava a poupança (e o Overnight também). Decretava feriado bancário e deixava malucos os cidadãos.

Um dia antes, no Jornal Nacional, Zélia Cardoso, a Ministra da Economia, dizia “se eu tivesse dinheiro para guardar, deixaria na poupança”.:

Enganou todo mundo…

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– Dilenia / Dilênia

🇺🇸 Breadfruit, pataca tree, elephant apple or lucky fruit! These are the names of the dilenia, that exotic Brazilian fruit.
🇧🇷 Fruta-pão, árvore da pataca, maçã de elefante ou fruta da sorte! São os nomes da dilênia, essa exótica fruta brasileira.

Conheça mais sobre ela em: https://professorrafaelporcari.com/2017/06/24/eu-tinha-uma-dilenia/

Imagem extraída de: https://come-se.blogspot.com.br/2010/07/dilenia-ou-fruta-cofre-come-se-resposta.html

– Jovens que não estudam e não trabalho aumentam no Brasil.

Esse gráfico é recente (salvo engano, veio da Folha de São Paulo) e mostra a proporção dos jovens que nem estudam e nem trabalham por estado em nosso país.

Não é assustador? Que retrato triste do Brasil…

– Ruy Barbosa continua atualíssimo.

A história conta que uma das cabeças mais inteligentes do nosso país foi Ruy Barbosa. Em discurso no Senado da República, ainda no Rio de Janeiro, em 17/12/1914, imortalizou tal verdade:

“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.”

Uma verdade que perdura até nossos dias. Mais do que isso: que retrata o Brasil de mais de 100 anos atrás e o de hoje – com perfeição, infelizmente!

– Medo de ser preso?

Ao ler que o presidente Bolsonaro, num mega ato de apoio a ele (é inegável que houve uma impressionante multidão), declarou que:

“O que eu busco é a pacificação, é passar uma borracha no passado. É buscar uma maneira de nós vivermos em paz. Não continuarmos sobressaltados”.

Não tá com cara que está com medo de ser preso?

Não sou Lula, Bolsonaro, Marronzinho, Ditadura, Ciro ou qualquer outra coisa. Mas entendo que a Política brasileira precisa de homens honestos, competentes e que transmitam credibilidade sem querer ser demagogos. Não vejo um só.

manifestação

Foto: EFE, extraída de: https://www.gazetadopovo.com.br/republica/manifestacao-pro-bolsonaro-aumenta-tensao-entre-esquerda-e-direita-e-pode-impactar-eleicoes/

– Will.i.am do Black Eye Peas para Ministro do Planejamento do Brasil

De 2010, mas atual:

A banda de música eletrônica Black Eye Peas está no Brasil para uma turnê por vários estados. E o líder da banda, Will.ia.m, aparentemente um maluco, deu mostras que é bem politizado. Falou sobre tudo, e retrato uma fala marcante:

“O Brasil é um país grande, mas é uma ilha ainda em suas relações com o restante do mundo. Até o mar que o mundo respira, a gente deve ao Brasil. Não há tornardos nem terremotos. As pessoas que vivem aqui têm tanto potencial e só falta vocês se derem conta de que participam do futuro do mundo”.

Falou e disse!

– Que trânsito absurdo!

Quem mora na região do Bairro Medeiros, está ilhado! Ir para o Centro, somente de helicóptero. Idem aos moradores de Itupeva que precisam ir para Jundiaí.

As saturaradas Rodovias Hermenegildo Tonoli, Dom Gabriel e até a Avenida Antônio Pincinato, não aguentam mais. E o que fazer?

Cansa…

(Foto: trevo de Itupeva, arquivo pessoal).

🚙 🚛 🚗 🚑 🚚 #trânsito

– A nova Lei do CPF começa a valer hoje.

A nova Lei do CPF está valendo. Sabe o que mudou?

Abaixo:

COMEÇA A VALER A NOVA LEI DO CPF, ENTENDA O QUE MUDA

Por Sammy Rocha

A partir deste ano, o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) será o único para identificação entre todos os documentos oficiais e para todas as relações do cidadão com o Estado.

Isso significa que, na prática, para realizar qualquer solicitação de serviço público não será mais necessário apresentar outros documentos como o Registro Geral (RG), PIS e carteira de trabalho.

Administrado pela Receita Federal, o banco de dados que forma o CPF armazena informações cadastrais dos contribuintes brasileiros. Agora, com a lei do CPF, sancionada ainda em 2023 pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, outros documentos podem ser solicitados, mas não podem impossibilitar o cidadão de fazer um cadastro ou requerimento.

O objetivo da medida, segundo o governo federal, é dar acesso aos serviços públicos, unificando bancos de dados e permitindo que o contribuinte apresente e memorize somente um número de documento.

Além disso, com a sanção, o CPF precisará estar presente em todos os novos documentos a serem emitidos, tais como Certidão de Nascimento, Certidão de Casamento, Certidão de óbito, Documento Nacional de Identificação (DNI), Número de Identificação do Trabalhador (NIT), Registro no Programa de Integração Social (PIS) ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), Cartão Nacional de Saúde, Título de eleitor, Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), Carteira Nacional de Habilitação (CNH), Certificado militar, Carteira profissional expedida por concelhos de fiscalização ou órgãos regulamentados, além de outros certificados e números de inscrição existentes em base de dados públicas federais, estaduais e municipais.

Sendo o único o número de identificação, sem o CPF não será possível solicitar alguns serviços, inclusive em Embaixadas e Consulados no exterior.

No caso de brasileiros que já moram no exterior e não tenham CPF, eles podem solicitar ou consultar sua situação cadastral no site da Receita Federal, em processo virtual, sem precisar comparecer a qualquer instituição.

Começa a valer a nova lei do CPF; entenda o que muda

Administrado pela Receita Federal, o banco de dados que forma o CPF armazena informações cadastrais dos contribuintes brasileiros (Crédito: Arquivo/Agência Brasil)

– 1º dia pós-Carnaval: Feliz Ano Novo?

Dizem que o Brasil só começa depois do Carnaval. Então nessa 4ª feira, enfim, será o primeiro dia útil?

Tomara!

– Combata a Violência contra a Mulher.

Acusar a mulher de algo que não fez, xingá-la diante dos amigos e obviamente qualquer tipo de agressão verbal (entre outros comportamentos) configuram violência moral. Se você é vítima ou sabe de alguma situação de violência, denuncie!

Disque 190 para emergências e Ligue 180 para Central de Atendimento à Mulher.

– Tempos malucos!

Estamos em tempos “diferentes”, “complicados” e “alterados”. Li em algum lugar, e não consegui achar o autor, mas é verdade:

“Estamos numa época em que esclarecidos e sensatos devem ficar quietos para não ofender os ignorantes e radicais”.

E não é verdade? Haja paciência para discutir educadamente com quem não quer entender e vem com “pedras na mão”!

40 frases sobre ignorância que te farão refletir sobre mentes fechadas

– Que dó…

Em Franco da Rocha, um clique que impressiona: as sub moradias!

Como viver nesses barrancos?

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#sky #céu #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #mobgrafia #XôStress

– As postagens das Redes Sociais lhe transformam em um agitador de maneira pejorativa?

Esse texto foi escrito há 5 anos, mas é muito atual: as coisas que você publica ou lê nas mídias transformam você (ou você transforma os outros) em radicais, fanáticos ou alienados bitolados?
Compartilho:

José Roberto de Toledo escreveu um interessante artigo no Estadão sobre como boatos se tornam verdades nas Redes Sociais e fomentar radicalmente a intolerância de quem pensa diferente. Mais: como Facebook, Twitter e outras mídias podem ser um perigo para a sociedade!

Extraído de: http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,o-black-bloc-em-voce,10000006709

O BLACK BLOC EM VOCÊ

Quanto mais homogêneo o grupo, mais a falsa informação se propaga, como epidemia

Aumento de tarifa, protestos, bombas, bagunça. 2016 revive 2013. Esperar resultados diferentes de ações recorrentemente iguais e infrutíferas não define insanidade. Tampouco denota perseverança. É burrice mesmo. A falta de inteligência vem da incapacidade de a sociedade aprender com os próprios erros. Se é difícil identificar onde a espiral de equívocos começa, torna-se previsível o seu desfecho: recessão e desemprego.

A culpa é da tropa de choque, que reprime protestos com violência desmesurada? Ou culpados são os black blocs mascarados que depredam o transporte público que supostamente defendem? Mas quem começou tudo não foram os movimentos pelo passe livre nas catracas, que marcaram as manifestações? Ou seriam os prefeitos que elevaram o preço da passagem de ônibus em 30 ou 40 centavos?

Pode-se continuar regredindo nas perguntas sobre de quem é o engano original até chegarmos à política econômica que desandou em inflação e precipitou reajustes de tarifas públicas. Mas por que parar aí? Será que seus autores teriam sido eleitos sem a ajuda de quem, quando estava no poder, insistiu em uma política que, após início promissor, deu em desemprego e recessão?

E, assim, recomeçamos tudo de novo, rumo ao indefectível final.

Enquanto o círculo vicioso da economia gira, o pêndulo da política oscila de igualitários a libertários, de socialistas a liberais – até virar bate-boca no qual o único argumento é chamar o rival de petralha ou coxinha. Quando muito, cada lado pinça estatísticas que só servem aos seus interesses e – como as melhores lingeries – revelam tudo, menos o que importa.

Variações dessa metáfora são frequentemente atribuídas ao falecido ministro Roberto Campos. Mas, assim como não foi Albert Einstein quem perpetrou a falsa definição de loucura (“fazer sempre a mesma coisa esperando resultados diferentes”), tampouco Bob Fields foi o pioneiro na comparação. Seu autor foi o norte-americano Aaron Levenstein: “Statistics are like bikinis. What they reveal is suggestive, but what they conceal is vital”.

Do mesmo modo que citações equivocadas são copiadas e coladas internet afora, perpetuando mitos, o facciosismo político-partidário desbunda sempre em um frenesi acusatório no qual os acusadores dos dois lados não raramente projetam no rival seus próprios defeitos. Invariavelmente, ambos têm razão.

Nesse ponto, este texto normalmente enveredaria sobre como a política, quando deixa de ser a solução, vira o problema – e como, sem reformá-la, o País condena-se a repetir seu passado meia cura, nunca maturando todo seu potencial. Desta vez, não. Em vez de entrar no mesmo beco sem saída onde políticos profissionais legislam sempre em causa própria, talvez valha a pena olhar para a esplanada de erros de quem os elege. Ou ao menos um deles: a maneira como reforçamos nossos preconceitos.

A informação incorreta se tornou tão difundida nas mídias sociais digitais que o Fórum Econômico Mundial a considera uma das principais ameaças à sociedade humana. No mais recente artigo sobre o tema, publicado na prestigiosa revista da Academia de Ciências dos EUA, pesquisadores italianos e norte-americanos detalham como as balelas se espalham online.

Usuários do Facebook em geral tendem a escolher e compartilhar uma narrativa – a que reforça suas crenças – e ignorar todas as demais. A repetição desse hábito tende a formar agrupamentos socialmente homogêneos e polarizados que funcionam como câmaras de ressonância dos boatos. Quanto mais homogêneo o grupo, menor a resistência, e mais a falsa informação se propaga – como epidemia. Resultado: desconfiança entre diferentes e paranoia.

Cuidado com o que você compartilha. Há um black bloc em cada um, pronto a tocar fogo no circo. Ele se alimenta da segregação. Misture-se.

Black Blocs: os grupos que usam a violência para protestar | Exame

Foto, Crédito: Ben Schumin/Wikimedia/

– Contrastes…

Brasil: um país tão rico e, ao mesmo tempo, tão desigual!

Como resolver isso?

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Cuidado com o calor do Verão

Dicas importantes para o cuidado com o calor excessivo:

O verão é bom, mas se não nos cuidarmos…

Abaixo: 

– De novo: pela enééésima vez, golpe em nome do Nubank.

Todo dia: já foram 4 ligações hoje, do número 19 4020-0985. Sexta-feira, foi assim (abaixo):

De novo, o golpe em nome do Nubank! Toda semana tenho escrito sobre esse incômodo

Dessa vez, recebi ligações seguidas em meus dois telefones! Foram 6 hoje. Pode?

Palhaços… de novo, do número 4020-0185. E no DDD 011 e 019. 

Da mesma forma que foi semana passada (e na outra, na outra, na outra…) veja: https://wp.me/p4RTuC-S9T

– O golpe em nome do Nubank. Cuidado!

– Pela enésima vez, golpe em nome do Nubank.

De novo, o golpe em nome do Nubank! Toda semana tenho escrito sobre esse incômodo

Dessa vez, recebi ligações seguidas em meus dois telefones! Foram 6 hoje. Pode?

Palhaços… de novo, do número 4020-0185. E no DDD 011 e 019. 

Da mesma forma que foi semana passada (e na outra, na outra, na outra…) veja: https://wp.me/p4RTuC-S9T

– O golpe em nome do Nubank. Cuidado!

– Diferenciando Política e Politicagem.

Conversando com um amigo, falávamos da necessidade de se fazer Política no Brasil.

Sim, Política com P maiúsculo, aquilo que faz bem ao próximo, desinteressadamente. É a chamada “arte de se relacionar”.

Infelizmente, hoje se pratica a “politicagem”, prática corrupta e que acaba com o país!

Portanto, diferenciei a Política da Politicagem, os bons (raros, é verdade) Políticos dos Politiqueiros.

bomba.jpg

– Quais BOs são possíveis via Internet?

Achei bem interessante e de grande utilidade pública: como registrar um boletim de ocorrência sem sair de casa, caso se sinta ameaçado, ocorra crime digital, presencie abuso contra animais, perca seus documentos pessoais ou qualquer outra situação que possa ser resolvida sem ser de maneira presencial!

Útil. Abaixo:

– Pitaco da Noite 2: Uma faxina na França

Ouço no rádio que uma faxineira na França custa 20,00 euros por dia, aproximadamente. Porém, sabemos que os bens costumam custar barato (como carros, por exemplo).

Aqui no Brasil, é exatamente o caro: produtos são caros e mão-de-0bra barata. Pode?

– Todo radicalismo e toda violência devem ser criticados, seja de quem for.

Texto de 09/01/2023:

Não podemos ter memória curta, nem cair no “canto da sereia dos políticos”. Sendo assim, vamos discutir sobre as “manifestações antidemocráticas” travestidas de “atos pela democracia”?

Para que não se iluda achando que “um lado ideológico é bonzinho” e “outro é malvadinho”: os radicais de ambos são vândalos, baderneiros e cegos pelo fanatismo.

IMPORTANTE: aqui, não estou me referindo ao cidadão comum, eleitor de Bolsonaro ou de Lula. Estou falando de radicais de Bolsonaro e de Lula. Se você se considera uma pessoa sensata e equilibrada, entenderá tudo:

Sao dois momentos distintos:

1) Em 2017, black blocs esquerdistas invadiram a Esplanada dos Ministérios e causaram um enorme prejuízo em Brasília. Fomentados pelas Centrais Sindicais, esses supostos guardiões dos direitos trabalhistas foram protestar contra Michel Temer e causaram prejuízos milionários, quebrando equipamentos do Governo, incendiando bens públicos, vandalizando prédios, pichando símbolos comunistas e ditos como “morte à burguesia“. Houve grande repercussão na época, pois pedia-se a renúncia de Michel Temer, que era vice da Dilma Rousseff, que sofreu impeachment.

Você pode acessar uma das matérias aqui: https://veja.abril.com.br/brasil/esplanada-tem-prejuizo-milionario-com-depredacao-e-ate-furto/ . Veja a foto daquela oportunidade:

Foto: WILTON JUNIOR/Estadão Conteúdo

2) Em 2023, extremistas direitistas invadiram a Praça dos Três Poderes, e fizeram algo parecido: vandalizaram o Congresso, destruiram bens públicos, pediram intervenção militar e praticaram outros atos condenáveis. Não reconheceram a vitória de Lula e, nos mesmos moldes dos “contrapontos de 2017”, acham-se os paladinos da Justiça e do Brasil, com o auto-título de “patriotas”.

Uma matéria sobre isso aqui: https://g1.globo.com/df/noticia/2023/01/08/vandalos-radicais-invadem-congresso-stf-e-planalto-em-brasilia-fotos.ghtml

Foto: UESLEI MARCELINO/Reuters

Sabe qual a verossimilhança dos dois episódios? Ambos os grupos acham que estavam certos; ambos alegam defender a Democracia (mesmo não a praticando); ambos alegam que foram infiltrados que produziram baderna (puxa, haja infiltrados…); e, por fim, ambos acabaram punidos: meia dúzia de presos + multas para os manifestantes de 2017, e prisão para os de 2023.

Sabe qual a diferença dos dois episódios? Em 2017, representavam a Esquerda e usavam o Vermelho. Ontem, representavam a Direita e usavam Verde e Amarelo.

Alguém perguntará: “ei, mas repercutiu muito mais agora!“.

Pois é: temos a popularização dos celulares e das Redes Sociais, além de Intenet de melhor qualidade. E por esses instrumentos tecnológicos, vândalos publicavam on-line a quebradeira na Web e se orgulhavam disso. Decerto, se assim fosse em 2017, também assistiríamos ao show de horrores.

Não se consegue justificar nenhum dos episódios, por mais que alguém tente. Alguém também me disse: “a culpa é do STE e suas urnas eletrônicas“. Ué, mas algo foi provado nos últimos 4 anos? NÃO! O próprio pessoal das Forças Armadas não conseguiu comprovar fraude, oficialmente falando. Alguém ainda me disse: “mas os juízes estão se achando deuses!” Pode ser, mas a esse reclamante, fica o lembrete: os senadores podem pedir o impeachment de um juiz do Supremo… e por quê não o fazem? Se o seu Senador de Direita (ou de Esquerda) acha que os juízes são injustos, por quê não agem? Se nada devem, é permitido usar os instrumentos democráticos.

Eu estou muito a vontade para escrever: eu gostaria de um presidente honesto, competente, democrático e que transmita credibilidade – e não encontro um sequer! Portanto, respeitemos as leis, gostando ou não delas, e usemos dos instrumentos disponíveis para protestar PACIFICAMENTE.

Em tempo: esses caras, que se dizem contra o Lula, foram tão burros, que deram um fato relevante ao atual presidente para usar contra Bolsonaro, a partir do momento que usaram de violência e pediram intervenção militar. Era tudo o que Lula queria, e foi entregue de bandeja… o que não faz o fanatismo, não?

Ops: Não vale dizer que foi um movimento pacífico – não foi, e a quebradeira foi registrada. Não vale dizer também que foram infiltrados, pois dos identificados, há gente que militou em campanha, e que fez questão de se fotografar / filmar. Aliás, as redes sociais são boas para isso: https://tecnoblog.net/noticias/2023/01/09/redes-sociais-ajudam-a-identificar-terroristas-de-brasilia-mas-e-preciso-cuidado/

Pobre Brasil… um país dividido por dois extremos que têm políticos de estimação. E aqui reitero: as pessoas equilibradas (mesmo as que votaram em Bolsonaro e Lula) não têm nada a ver com essa balbúrdia…

– Os 5 condomínios mais luxuosos do Estado de SP.

O rico Interior Paulista traz condomínios luxuosíssimos.

Veja os 5 mais caros, extraídos de: https://www.terra.com.br/amp/economia/chegam-a-r-300-milhoes-veja-condominios-de-luxo-do-interior-de-sp-que-atraem-publico-de-alta-renda,0c5c6259b97c213ef2f5e8dbc52589adiz06jzjt.html

CONDOMÍNIOS DE LUXO QUE ATRAEM.

Condomínios de luxo no interior de São Paulo têm atraído um público de alta renda que quer fugir do caos da ‘selva de pedra’ sem deixar de ter muito conforto. Um levantamento da imobiliária MBras mostra que imóveis de veraneio ‘exclusivos’ do tipo podem chegar a R$ 300 milhões. 

Veja o ranking, obtido pelo Estadão, dos cinco empreendimentos mais caros para se comprar uma casa de veraneio:

  • 5 – Terras de São José

Com uma área de 4,2 milhões de metros quadrados, o empreendimento fica às margens da rodovia Castello Branco, em Itu, a 90 km de São Paulo. Os imóveis custam entre R$ 10 milhões e R$ 45 milhões por lá, variando conforme as especificidades da casa.

  • 4 – Fazenda da Grama

Em Itupeva, a 70 km da capital paulistana, a Fazenda da Grama foi uma das pioneiras a oferecer uma praia artificial com ondas de até dois metros de altura – para surfistas. O local tem terrenos de 2,2 mil a 3,3 mil metros quadrados, com imóveis avaliados em até R$ 50 milhões.

Além do valor do imóvel, os proprietários ainda pagam um condomínio de mais de R$ 7 mil pelos serviços disponíveis.

  • 3 – Boa Vista Village

O condomínio de campo fica em Porto Feliz, próximo à Fazenda Boa Vista – que também é citada no ranking. Ele tem cerca de 2 milhões de metros quadrados e conta com imóveis avaliados em até R$ 15 milhões – quando são unidades “pé na areia”.

Lá é possível curtir uma praia privativa com ondas artificiais que já foi palco de atletas do surfe como o campeão mundial e olímpico Ítalo Ferreira. 

  • 2 – Quinta da Baroneza

O empreendimento fica em Bragança Paulista, a 90 km de São Paulo, próximo à Serra da Mantiqueira. Os imóveis na Quinta da Baroneza podem chegar a até R$ 150 milhões. O local tem mais de 4 milhões de metros quadrados. O Instagram do local é fechado, com “acesso exclusivo a associados”.

É possível encontrar anúncios de casas no empreendimento com valores sendo negociados entre R$ 15 milhões e R$ 30 milhões.

  • 1 – Fazenda Boa Vista

Localizada em Porto Feliz, a 100 km de São Paulo, o empreendimento conta com mais de 12 milhões de metros quadrados. A fazenda fica em uma área próxima à mata atlântica. O condomínio é avaliado em R$ 300 milhões.

Propriedades menores no condomínio, de cerca de 2 mil m², variam de R$ 30 milhões a R$ 50 milhões.

*Com informações do Estadão 

Fonte: Redação Terra. Foto (no link acima os créditos).

– O submundo das Bets.

Você realmente acredita que “fazer uma fezinha” no resultado ou em outros eventos de um jogo de futebol é algo inocente, que pode até mesmo lhe …

Continua em: O SUBMUNDO DAS BETS

– Arquitetura paulistana.

Há prédios por toda Capital Paulista. Não ficam terrenos vagos. Mas há prédios também em cima das próprias ruas.

Que arquitetura:

🏙️ #city