– A Escala de Árbitros para Palmeiras x Santos. O que seria a função “Outros”?

Para a decisão do Paulistão, me surpreendi: o que seria a função “Outros”, para o árbitro Vinícius Furlan?

O que ele fará? Onde ficará? É necessário?

Abaixo, os 17 escalados:

– Os árbitros brasileiros nas Olimpíadas de Paris!

Ramon Abatti Abel (SC) e Edina Alves Batista (SP) “desfalcarão” o time de Wilson Luís Seneme no quadro de árbitros para o Brasileirão 2024. Mas o motivo é bom: apitarão os Jogos Olímpicos de Paris 2024!

Abatti Abel foi escolhido pois é jovem e é um nome a ser trabalhado para a Copa do Mundo de 2026. Edina por ser a melhor árbitra da América do Sul.

A novidade é: Daiane Muniz (SP) será a primeira VAR brasileira numa competição internacional desse porte (é ela que esteve em algumas situações ruins nos últimos jogos, como em São Paulo x Palmeiras pelo Paulistão).

Os bandeiras brasileiros serão Rafael Alves (RS), Neuza Inês Back (SP), Fabrini Bevilaqua (SP), e Guilherme Dias Camilo (MG).

O fato da Seleção Brasileira não ter se classificado para as Olimpíadas ajuda também a termos um bom número de oficiais, afinal, eles não poderiam trabalhar em jogos da Seleção. Porém, lembremo-nos: a FIFA adora colocar gente de todos os cantos. Serão 45 nacionalidades de árbitros nessa Olimpíada (um recorde). Ao todo, serão 89 pessoas envolvidas na arbitragem.

Que façam um bom trabalho!

Fotos: Crédito de Geraldo Bubniak/AGB/Folhapress e Yuri Murakami /Fotoarena/Folhapress, extraídas de: https://www.agazeta.com.br/futebol/brasil-tera-dois-arbitros-no-futebol-das-olimpiadas-de-paris-2024-0424

– Não confunda Ivens Mendes com Ivo Méndes… Sobre o árbitro da estréia do Massa Bruta na Sulamericana:

Nosso comentário à Rádio Futebol Total, abaixo:

Análise Pré -Jogo da Arbitragem p/ Red Bull Bragantino x Coquimbo Unido: o que esperar de Ivo Méndes?

Não confunda com Ivens Mendes…, se você não se recorda dele, aqui: https://pt.wikipedia.org/wiki/Caso_Ivens_Mendes

em texto no link http://wp.me/p4RTuC-VBf

em vídeo aqui: https://youtu.be/8V-LHLbqz8o?si=EhqTPU6-qbldWu6T

– Os árbitros brasileiros nas Olimpíadas de Paris!

Ramon Abatti Abel (SC) e Edina Alves Batista (SP) “desfalcarão” o time de Wilson Luís Seneme no quadro de árbitros para o Brasileirão 2024. Mas o motivo é bom: apitarão os Jogos Olímpicos de Paris 2024!

Abatti Abel foi escolhido pois é jovem e é um nome a ser trabalhado para a Copa do Mundo de 2026. Edina por ser a melhor árbitra da América do Sul.

A novidade é: Daiane Muniz (SP) será a primeira VAR brasileira numa competição internacional desse porte (é ela que esteve em algumas situações ruins nos últimos jogos, como em São Paulo x Palmeiras pelo Paulistão).

Os bandeiras brasileiros serão Rafael Alves (RS), Neuza Inês Back (SP), Fabrini Bevilaqua (SP), e Guilherme Dias Camilo (MG).

O fato da Seleção Brasileira não ter se classificado para as Olimpíadas ajuda também a termos um bom número de oficiais, afinal, eles não poderiam trabalhar em jogos da Seleção. Porém, lembremo-nos: a FIFA adora colocar gente de todos os cantos. Serão 45 nacionalidades de árbitros nessa Olimpíada (um recorde). Ao todo, serão 89 pessoas envolvidas na arbitragem.

Que façam um bom trabalho!

Fotos: Crédito de Geraldo Bubniak/AGB/Folhapress e Yuri Murakami /Fotoarena/Folhapress, extraídas de: https://www.agazeta.com.br/futebol/brasil-tera-dois-arbitros-no-futebol-das-olimpiadas-de-paris-2024-0424

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Coquimbo Unido.

E para o desafio do Massa Bruta contra Los Piratas de Coquimbo pela Copa Sulamericana, a Conmebol escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Ivo Méndez (BOL)
Bandeira 1: Carlos Tapia (BOL)
Bandeira 2: Juan Montaño (BOL)
Quarto Árbitro: Christian Aleman (BOL)
VAR: Yadir Acuña (COL)
AVAR: Leonard Mosquera (COL)
Quality Manager: Ricardo Casas (ARG)
Assessor de Arbitragem: Marcelo Rogério (BRA)

Natural de Santa Cruz de La Sierra, Ivo Nígel Méndes Cháves é um dos árbitros mais jovens da Conmebol, com 33 anos. Tem pouquíssima experiência internacional. No ano passado, atuou numa única partida da Libertadores da fase de grupos, e no Mundial Sub 17 em jogos “discretos”: Irã 5×0 Nova Caledônia e Uzbequistão 3×0 Canadá.

Nos poucos jogos internacionais, tem média baixa de cartões (menor que 4). Nas partidas do campeonato boliviano, ao contrário, quase 8 cartões por partida.

Certamente, a partida no Nabizão será a mais importante do continente para a carreira ainda iniciante do árbitro.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Coquimbo Unido pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise de arbitragem de Rafael Porcari. Quarta 03/03, 21h00. Mas desde às 20h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Coquimbo Unido.

E para o desafio do Massa Bruta contra Los Piratas de Coquimbo pela Copa Sulamericana, a Conmebol escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Ivo Méndez (BOL)
Bandeira 1: Carlos Tapia (BOL)
Bandeira 2: Juan Montaño (BOL)
Quarto Árbitro: Christian Aleman (BOL)
VAR: Yadir Acuña (COL)
AVAR: Leonard Mosquera (COL)
Quality Manager: Ricardo Casas (ARG)
Assessor de Arbitragem: Marcelo Rogério (BRA)

Natural de Santa Cruz de La Sierra, Ivo Nígel Méndes Cháves é um dos árbitros mais jovens da Conmebol, com 33 anos. Tem pouquíssima experiência internacional. No ano passado, atuou numa única partida da Libertadores da fase de grupos, e no Mundial Sub 17 em jogos “discretos”: Irã 5×0 Nova Caledônia e Uzbequistão 3×0 Canadá.

Nos poucos jogos internacionais, tem média baixa de cartões (menor que 4). Nas partidas do campeonato boliviano, ao contrário, quase 8 cartões por partida.

Certamente, a partida no Nabizão será a mais importante do continente para a carreira ainda iniciante do árbitro.

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– A previsão sobre os árbitros das finais se concretizou. Mas foi fácil…

Dias atrás falamos sobre as possíveis escalas para as finais do Paulistão. Com muita antecendência (nas oitavas), havíamos cravado: Flávio Souza e Claus, respectivamente, apitariam o 1º e o 2º jogo da final.

Vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/03/25/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-santos-x-red-bull-bragantino-semifinal/

Não é ter bola de cristal ou ser sabichão, é pela lógica: não temos árbitros! Como o Campeonato Paulista teve muitas reclamações, evidentemente se deixaria os dois árbitros da FiFA homens e que são os melhores ranqueados em São Paulo preservados até esse momento. É assim que a FPF pensa.

Se um deles “apita antes e vai mal”, o “caldo teria entornado…

E imaginar que já tivemos temporadas com 5 ou 6 nomes fortes para apitar uma decisão

– Espanha 3×3 Brasil: sobre a arbitragem e o desempenho das Seleções.

Para quem gosta de futebol, o amistoso de 3ª feira foi um ótimo entretenimento. Aliás, em alguns momentos, nada de amistoso devido às discussões e entradas mais viris.

António Nobre, o árbitro português, foi muito mal. Ele deu dois pênaltis inexistentes à Seleção Espanhola (embora, pelo futebol jogado, a Fúria merecia a vitória). Em ambos os lances ele confundiu o contato físico natural com infração (no 1ª, após simulação e no 2ª, por domínio legal após um tranco). Errou por duas vezes e nos fez questionar: desaprendeu-se apitar sem VAR? São situações de jogo em que não precisava de árbitro de vídeo, você deveria ter acertado a marcação dentro de campo.

Nobre é natural de “Caldas da Rainha”, trabalha como Tradutor, e não é daqueles árbitros da FIFA escalados em grandes jogos internacionais (como acontece com muitos árbitros brasileiros daqui, que mesmo com o escudo da FIFA, quase não saem do país). Ele substituiu João Pinheiro, que na véspera do jogo se machucou (Pinheiro tem 8 anos de escudo internacional e trabalhou em jogos mais importantes que Nobre).

O grande problema do árbitro foi: não vibrou no mesmo clima do jogo e nem controlou os ânimos como deveria (somado aos pênaltis já citados).

Sobre a partida: valeu a pena vermos o Brasil jogar contra europeus, em especial o jogo da Espanha, onde vimos uma intensidade inexistente aos nossos campeonatos domésticos. Também fica evidenciada a estrela de Endrick (com 17 anos, marcou pela Seleção Principal em Wembley e no Santiago Bernabéu), além da ótima atuação do Lamine Yamal. A propósito, a joia espanhola tem cidadania de Guiné Oriental e de Marrocos, devido aos seus pais, e a multa contratual é de 1 bilhão de euros.

Espanha x Brasil: prováveis escalações, onde assistir, retrospecto e  palpites

– Espanha 3×3 Brasil: sobre a arbitragem e o desempenho das Seleções.

Para quem gosta de futebol, o amistoso de 3ª feira foi um ótimo entretenimento. Aliás, em alguns momentos, nada de amistoso devido às discussões e entradas mais viris.

António Nobre, o árbitro português, foi muito mal. Ele deu dois pênaltis inexistentes à Seleção Espanhola (embora, pelo futebol jogado, a Fúria merecia a vitória). Em ambos os lances ele confundiu o contato físico natural com infração (no 1ª, após simulação e no 2ª, por domínio legal após um tranco). Errou por duas vezes e nos fez questionar: desaprendeu-se apitar sem VAR? São situações de jogo em que não precisava de árbitro de vídeo, você deveria ter acertado a marcação dentro de campo.

Nobre é natural de “Caldas da Rainha”, trabalha como Tradutor, e não é daqueles árbitros da FIFA escalados em grandes jogos internacionais (como acontece com muitos árbitros brasileiros daqui, que mesmo com o escudo da FIFA, quase não saem do país). Ele substituiu João Pinheiro, que na véspera do jogo se machucou (Pinheiro tem 8 anos de escudo internacional e trabalhou em jogos mais importantes que Nobre).

O grande problema do árbitro foi: não vibrou no mesmo clima do jogo e nem controlou os ânimos como deveria (somado aos pênaltis já citados).

Sobre a partida: valeu a pena vermos o Brasil jogar contra europeus, em especial o jogo da Espanha, onde vimos uma intensidade inexistente aos nossos campeonatos domésticos. Também fica evidenciada a estrela de Endrick (com 17 anos, marcou pela Seleção Principal em Wembley e no Santiago Bernabéu), além da ótima atuação do Lamine Yamal. A propósito, a joia espanhola tem cidadania de Guiné Oriental e de Marrocos, devido aos seus pais, e a multa contratual é de 1 bilhão de euros.

Espanha x Brasil: prováveis escalações, onde assistir, retrospecto e  palpites

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Santos x Red Bull Bragantino (semifinal).

E para o confronto entre o Peixe vs o Massa Bruta, a Federação Paulista escalou a seguinte Equipe de Arbitragem:

Árbitro: Matheus Delgado Candançan
Árbitro Assistente 1: Miguel Cataneo Ribeiro da Costa
Árbitro Assistente 2: Evandro de Melo Lima
Quarto Árbitro: Thiago Luís Scarascatti
VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral
AVAR1: Vitor Carmona Metestaine
Observador VAR: Ednilson Corona

A FPF escolheu a FIFA Edna Alves Batista para Palmeiras x Novorizontino, e um aspirante a FIFA para Santos x Red Bull Bragantino. Pela lógica, os dois FIFAS (Flávio Rodrigues de Souza e Raphael Claus) apitarão as finais.

Candançan é jovem, ainda está aprendendo a apitar e demonstra muita insegurança. Tem potencial, mas estão forçando a barra para amadurecê-lo na marra. Seu último jogo do Santos foi na última rodada, contra a Inter de Limeira,  eo último jogo dele com o Massa Bruta foi na derrota por 1×0 para o Palmeiras.

O problema é que ele causou má impressão em São Paulo 1×1 Palmeiras, especialmente com a conversa dele com a VAR. Para quem não viu o absurdo, está em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/03/05/o-audio-do-var-de-sao-paulo-1×1-palmeiras-e-a-grande-bobagem-sobre-posse-de-bola/

Desejo que não tenhamos exigência para o árbitro na partida e que seja um bom jogo. Veremos como Candançan reagirá se for pressionado.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Inter de Limeira (e os demais árbitros da rodada).

A lógica das escalas diz: se nas quartas-de-final temos os 3 árbitros FIFA de SP e 1 ex-FIFA (Luiz Flávio em SEP x AAPP, Flávio Souza em SPFC x GEN, Claus em SFC x LUSA e Edina em RBB x Inter), eles não estarão na semifinal. Portanto, 2 dos 4 nomes acima farão a final.

Sendo assim: escala conservadora de Patrício Loustau, que sofreu para renovar o quadro.

Para o confronto do Massa Bruta frente ao Leão de Limeira, a Federação Paulista escalou a seguinte equipe de Arbitragem:

Árbitra: Edina Alves Batista
Árbitro Assistente 1: Danilo Ricardo Simon Manis
Árbitro Assistente 2: Alex Ang Robeiro
Quarto Árbitro: Douglas Marques das Flores e Quinto Árbitro: Evandro de Melo Lima.
VAR: Daiane Muniz dos Santos

Edina voltou a estar em uma boa fase, depois de um inferno astral na carreira. No meio do turbilhão em que viveu no ano de 2022, apitou esse mesmo jogo: Red Bull Bragantino 4×1 Internacional, onde deu dois cartões amarelos a Matheus Alexandre, esquecendo-se do cartão vermelho e foi suspensa pela então chefe Ana Paula Oliveira.

Hoje, a árbitra está apitando novamente os clássicos e se destacou em jogos amistosos internacionais de expressão, como Al-Nasser (de (CR7) vs Inter Miami (de Messi). No Paulistão, está atuando de forma raozável.

Desejo um grande jogo e uma serena arbitragem.

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise de arbitragem de Rafael Porcari. Domingo, 17/03, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Que façam um bom trabalho:

– Outra cotovelada, Fagner? O lance de São Bernardo 0x2 Corinthians:

Não faça coisa errada… contra o Santo André, pelo Paulistão, mesmo com VAR vimos o lateral do Corinthians praticando isso aqui e não sendo expulso: https://professorrafaelporcari.com/2024/03/03/a-cotovelada-certeira-de-fagner-em-geovane-no-corinthians-3×2-santo-andre/

Agora contra o São Bernardo, pela Copa do Brasil (sem VAR), Fagner, de novo, deu outra cotovelada certeira, agora em Silvinho (e também não recebeu Vermelho):

Veja só:

Isso machuca! E o árbitro Bráulio só deu Amarelo Relembrando: não tem VAR tem nessa fase da Copa do Brasil.

– As 5 lições que o Red Bull Bragantino pode tirar e o gol do Botafogo.

Vendo e revendo o gol do Botafogo frente ao Red Bull Bragantino, entendo que foi irregular. Houve falta em cima do defensor, daquelas do tipo que são costumeiramente marcadas no Brasil e eventualmente marcadas no Exterior.

Os árbitros sulamericanos permitem maior contato físico – e entendem que o limite dele é diferente do que se entende no Brasil, onde vemos que, se encostou, caiu. Mas até em outro torneio estrangeiro se marcaria falta como aquela, exceto com Wilmar Roldán (que apitou com a empáfia que lhe é peculiar).

Aliás, com 14 minutos de jogo no segundo tempo, tínhamos apenas 7 minutos de bola rolando. Tivemos gols, paralisações, substituições, reclamações… e o tempo de acréscimo foi de 7 minutos.

Em que pese algumas contestações ao time, a uma possível falta de vibração dentro do Nabizão (de atletas e até de torcida), passando por algumas questões sobre substituições de Caixinha, não pode se dizer que foi, de toda, desastrosa a noite.

Primeiro – são jovens atletas que tiveram “um estágio de aprendizagem” em competição estrangeira (o Águila Dorada que o diga).

Segundo – o time ganha mais experiência de como “lidar com arbitragem internacional”.

Terceiro – Caixinha poderá sentir quem já é jogador, de fato, e quem ainda é muito menino.

Quarto a diretoria poderá ver onde precisa de reforços.

Cincodisputará a Sulamericana, uma competição com chances reais de se avançar a voos mais longos (como uma final).

De tudo se tire um aprendizado, para consertar os erros e fazer crescer dentro de campo.

Mesmo eliminado na Pré-Libertador, o Red Bull Bragantino se classificou para a Copa CONMEBOL Sudamericana 2024.

Imagem: Ari Ferreira, Red Bull Bragantino.

– Análise Pré-Jogo para a Arbitragem de Red Bull Bragantino x Botafogo pela Libertadores da América.

Sobre o jogaço de logo mais entre o Massa Bruta e o Glorioso, falamos no link abaixo:

Em: https://youtu.be/DYXZI0bysNE?si=CA7DV4skxwSNcPLn

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Botafogo (Libertadores).

Reza a lenda que Wilmar Roldán, árbitro escalado para Red Bull Bragantino x Botafogo, não gosta de brasileiros. Ainda bem que esse confronto para a classificação na fase de grupos da Libertadores é doméstico

A escala é formada por:

Árbitro: Wilmar Roldán (COL)
Bandeira 1: Alexander Guzmán (COL)
Bandeira 2: John Leon (COL)
4º árbitro: John Hinestroza (COL)
VAR: Juan Lara (CHI).

Wilmar Alexander Roldán Pérez está com 44 anos de idade e há 16 temporadas está no quadro da FIFA. A torcida são-paulina, por exemplo, não o quer ver nem pintado de ouro! De acusações de racismo a discussões acaloradas com jogadores são-paulinos, passando por cartões bisonhos, coroando com excesso de autoridade: esse é o passado de Roldán em jogos, por exemplo. do Tricolor. De fato, não há boa sorte com ele (pois quando não acontece algum fato polêmico, o time perde – vide Palmeiras x São Paulo pela Libertadores de 2021).

Várias situações conturbadas de jogos do time do Morumbi com Roldán, vide aqui nessa postagem, que resume tudo o que falamos: https://professorrafaelporcari.com/2019/02/06/wilmar-roldan-no-talleres-x-sao-paulo-mas-ele-ainda-e-top/

Lembrando: Wilmar Roldán apitou a final da Copa Sulamericana 2022, entre São Paulo 0x2 Independiente Del Valle (falamos sobre ela aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/09/24/analise-pre-jogo-da-arbitragem-de-wilmar-roldan-para-sao-paulo-x-independiente-del-valle-final-da-copa-sulamericana-2022/)

Mas há outros times que também reclamam dele: o Flamengo é um deles. Outrora chamado de Castrilli Colombiano (é admirador confesso do ex-árbitro argentino), ele se tornou um nome controverso abusando do excesso de autoridade e deixando a pancada correr solta. Foi assim no jogo de Assunção, entre o Olímpia e o Mengão.

Também em jogos de Seleção ele polemizou: Equador 1×1 Brasil. Relembre: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/01/28/as-6-situacoes-discutiveis-da-arbitragem-de-wilmar-roldan-em-equador-1×1-brasil/

Na Copa da Rússia 2018, Roldán simplesmente desprezou o VAR em Inglaterra x Tunísia e foi mandado para casa. E, numa situação curiosa do campeonato colombiano, fez o contrário: pediu o VAR num jogo que não tinha! Em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/04/10/wilmar-roldan-pagando-micoem-bucaramanga-2×1-santa-fe/

Vou torcer para o “Roldán bom” estar em campo, pois creio que é o mais “bipolar” dos árbitros da América do Sul. Ele é vaidoso, gosta de ser paparicado e odeia ser contestado. Abram o olho, jogadores!

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise de arbitragem de Rafael Porcari. Quarta 13/03, 21h30. Mas desde às 20h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– John Textor em dois momentos: o que pode ser bobagem e o que deve ser levado a sério?

Em duas entrevistas, falas desconexas do dono do Botafogo SAF, sem provas, e em alguns momentos contraditórias.

Porém, em ambas, algumas coisas deixadas nas entrelinhas e que precisam ser discutidas!

Abordamos aqui (inclusive, sobre o inconformismo de não ter vencido o Campeonato Brasileiro e por ser na semana do jogo mais importante do Fogão nesse ano), em: https://youtu.be/L-ghcydhbRs?si=YqCoHEhn-Cw0A1fT

Aliás, um detalhe sobre como foi perdido o Brasileirão, na tabela abaixo:

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Botafogo (Libertadores).

Reza a lenda que Wilmar Roldán, árbitro escalado para Red Bull Bragantino x Botafogo, não gosta de brasileiros. Ainda bem que esse confronto para a classificação na fase de grupos da Libertadores é doméstico

A escala é formada por:

Árbitro: Wilmar Roldán (COL)
Bandeira 1: Alexander Guzmán (COL)
Bandeira 2: John Leon (COL)
4º árbitro: John Hinestroza (COL)
VAR: Juan Lara (CHI).

Wilmar Alexander Roldán Pérez está com 44 anos de idade e há 16 temporadas está no quadro da FIFA. A torcida são-paulina, por exemplo, não o quer ver nem pintado de ouro! De acusações de racismo a discussões acaloradas com jogadores são-paulinos, passando por cartões bisonhos, coroando com excesso de autoridade: esse é o passado de Roldán em jogos, por exemplo. do Tricolor. De fato, não há boa sorte com ele (pois quando não acontece algum fato polêmico, o time perde – vide Palmeiras x São Paulo pela Libertadores de 2021).

Várias situações conturbadas de jogos do time do Morumbi com Roldán, vide aqui nessa postagem, que resume tudo o que falamos: https://professorrafaelporcari.com/2019/02/06/wilmar-roldan-no-talleres-x-sao-paulo-mas-ele-ainda-e-top/

Lembrando: Wilmar Roldán apitou a final da Copa Sulamericana 2022, entre São Paulo 0x2 Independiente Del Valle (falamos sobre ela aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/09/24/analise-pre-jogo-da-arbitragem-de-wilmar-roldan-para-sao-paulo-x-independiente-del-valle-final-da-copa-sulamericana-2022/)

Mas há outros times que também reclamam dele: o Flamengo é um deles. Outrora chamado de Castrilli Colombiano (é admirador confesso do ex-árbitro argentino), ele se tornou um nome controverso abusando do excesso de autoridade e deixando a pancada correr solta. Foi assim no jogo de Assunção, entre o Olímpia e o Mengão.

Também em jogos de Seleção ele polemizou: Equador 1×1 Brasil. Relembre: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/01/28/as-6-situacoes-discutiveis-da-arbitragem-de-wilmar-roldan-em-equador-1×1-brasil/

Na Copa da Rússia 2018, Roldán simplesmente desprezou o VAR em Inglaterra x Tunísia e foi mandado para casa. E, numa situação curiosa do campeonato colombiano, fez o contrário: pediu o VAR num jogo que não tinha! Em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/04/10/wilmar-roldan-pagando-micoem-bucaramanga-2×1-santa-fe/

Vou torcer para o “Roldán bom” estar em campo, pois creio que é o mais “bipolar” dos árbitros da América do Sul. Ele é vaidoso, gosta de ser paparicado e odeia ser contestado. Abram o olho, jogadores!

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– Análise da Arbitragem de Guarani 1×0 Red Bull Bragantino.

Jogo fácil de apitar. Pouco faltoso, sem polêmica. Tanto que no primeiro tempo, em faltas tivemos Guarani 3×3 Red Bull Bragantino.

Um único erro de Flávio Rodrigues de Souza, aos 31m: o goleiro Vladimir se joga para defender a bola, e no salto à frente a domina e tromba com Talisson, que tentava alcançá-la. Não foi Talisson que foi de encontro ao goleiro e usou de imprudência / ação temerária, foi o defensor que se lançou. Errou o juizão ao marcar falta do atacante, prejudicando-o com o injusto cartão amarelo.

Em tempo: como o gol do Guarani saiu cedo, o Bugre abdicou de jogar logo depois (aí viu que tinha que se lançar, pois estava muito cedo). Nesse interim o goleiro Vladimir recebeu Amarelo por cera.

No segundo tempo, em “banho-Maria”, não houve nada a apontar. Apenas que o Red Bull Bragantino, com seu time reserva, buscou o gol e o Guarani se defendeu. Bugre se mantém na primeira divisão, e mesmo com a derrota, o Massa Bruta termina como líder da sua chave.

Guarani x Red Bull Bragantino: Escalações, desfalques, retrospecto, onde assistir, arbitragem e palpites

– Os árbitros para a última rodada do Campeonato Paulista 2024.

Sobre a escalação dos árbitros, vide em texto aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/03/08/a-analise-pre-jogo-da-arbitragem-da-ultima-rodada-da-fase-de-grupos-do-paulistao-em-especial-guarani-x-red-bull-bragantino/

Ou em vídeo, aqui: https://youtu.be/iN-sexH4aRc?si=6WZb6tT3a1031pWl

– Você expulsaria Matheus Cunha? Sobre Palmeiras x Botafogo-RP.

Sobre a expulsão de Matheus Cunha em lance com Roni: eu não daria o Cartão Vermelho, mas o Cartão Amarelo.

Justificativa: não entendo ser a situação clara e manifesta de gol por existir outro defensor com chance de dar combate próximo a ele.

Claro, é um lance interpretativo, mas entendo que o Vermelho seria exagerado. Sendo João Vitor Gobi um árbitro jovem, em dúvida, se precipitou.

 

– Acompanhe conosco o jogo entre o Bugre e o Massa Bruta!

Hoje tem!

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Domingo, 10/03, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Os árbitros para a última rodada do Campeonato Paulista 2024.

Sobre a escalação dos árbitros, vide em texto aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/03/08/a-analise-pre-jogo-da-arbitragem-da-ultima-rodada-da-fase-de-grupos-do-paulistao-em-especial-guarani-x-red-bull-bragantino/

Ou em vídeo, aqui: https://youtu.be/iN-sexH4aRc?si=6WZb6tT3a1031pWl

– A Análise Pré-Jogo da Arbitragem da última rodada da fase de grupos do Paulistão (em especial: Guarani x Red Bull Bragantino).

Lamentável a postura da FPF, em retardar ao máximo a divulgação da escala de árbitros para a última rodada. Tem sido uma praxe o limite de 48 horas regulamentado, mas dessa vez, nem isso foi cumprido. Será que Patrício Loustau, o chefe dos árbitros, crê que a divulgação “normal” vai levar o árbitro a ser mais pressionado? Se tiver medo de exposição, aí não serve para ser juiz de futebol… é muito melindre para pouca qualidade apresentada. Escala divulgada às 19h20 da sexta-feira.

Na 5ª à noite se divulgou o nome dos árbitros para os jogos do sábado: e os dois novatos que mais trabalharam (João Vitor Gobi e Matheus Delgado Candançan) estavam na escala.

Gobi é um árbitro jovem, promissor, e que pude (quando perguntado por gestões anteriores da FPF) recomendá-lo após vários jogos dele nas divisões inferiores, aos quais estive comentando. Já trabalhou inclusive na série A do Brasileirão, e estará em Palmeiras x Botafogo-RP. A ele, vale o lembrete: não subir no salto alto… pois potencial, ele tem.

Candançan trabalhou à exaustão nesse Paulistão. Deram jogos e mais jogos para ganhar experiência, mas estão gerindo mal a carreira dele, forçado-o em clássicos. Também tem potencial, mas a inexperiência o atrapalhou em São Paulo x Palmeiras. Aliás, na rodada anterior trabalhou em Corinthians x Ponte Preta e agora estará em Santos x Inter de Limeira (em 3 jogos seguidos, apitou os 4 grandes clubes de SP). Esteve na Copa do Brasil também dias atrás e apitará no meio de semana Maringá x Amazonas pela mesma competição. A propósito, que o São Paulo não se iluda em punições a ele (como se vê, não está punido), pois até o Curso de Jovens Árbitros da FIFA ele já fez, sinalizando que irá receber no futuro o escudo internacional.

Para os jogos de domingo, “escala de segurança”. Afinal, Loustau precisa se garantir.

Ituano x São Paulo – falávamos que o SPFC se queixou porque só novatos estavam em suas escalas, e por lógica, a FPF escalaria Claus. Não deu outra. Apertou, chame o Raphael Claus (que foi muito mal no São Paulo 3×0 Água Santa nesse ano).

Água Santa x CorinthiansLuiz Flávio de Oliveira, experientíssimo, apitará o Timão. Curiosamente, assim como o SPFC reclamou de Candançan e teve um veterano, aconteceu a mesma coisa com o Timão.

E para o confronto entre o Bugre vs o Massa Bruta, a Federação Paulista escalou a seguinte Equipe de Arbitragem:

Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza
Árbitro Assistente 1: Marcelo Carvalho Van Gassen
Árbitro Assistente 2: Miguel Cataneo Ribeiro da Costa
Quarto Árbitro: Thiago Luís Scarascatti
VAR: Daiane Muniz dos Santos
AVAR1: Amanda Pinto Matias
Observador VAR: Marcelo Rogério

A FPF repete a mesma escala de Guarani 0x1 Red Bull Bragantino do ano passado (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3bI). Flávio apitou e Daiane Muniz ficou no vídeo (ela, que foi contestada nos últimos jogos por sua atuação como VAR). Naquela oportunidade, ambos não foram bem no finalzinho da partida. Porém todo jogo é “vida nova”, e Flávio Rodrigues de Souza (que é FIFA) tem feito um bom Paulistão 2024.

Acompanhe conosco o jogo entre Guarani x Red Bull Bragantino  pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise de arbitragem de Rafael Porcari. Domingo, 10/03, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

 

– Qual a raiz do problema da Arbitragem Paulista? A lacuna dos 20 anos é a culpada.

Para quem vive e respira a arbitragem paulista, o “relógio dos anos” não deixa dúvidas: temos 20 anos de atraso na formação dos árbitros.

Quer uma prova disso?

Qual a idade dos árbitros que “seguram o rojão” dos clássicos? Vinícius Gonçalves Dias Araújo, Raphael Claus, Flávio Rodrigues de Souza e até o veterano Luiz Flávio de Oliveira: beirando 45 anos.

Qual a idade dos árbitros que “estão sendo jogados aos leões?”João Vitor Gobi, Matheus Delgado Candançan, Fabiano Monteiro dos Santos: a partir dos 25 anos.

45-25 = 20 anos de atraso.

Cadê os árbitros maduros, na casa entre 33-38 anos, idade ideal para conciliar a juventude física, a experiência na carreira e a vivência do meio? Não temos. Não foram formados. Não se revelou ninguém.

Árbitros na casa dos 25 anos deveriam estar tendo as primeiras oportunidades na 3ª divisão, ficando dois anos por lá, subindo para a A2 e depois dos 30 começarem a apitar a série A1. O juiz de futebol que tem uma carreira solidificada não surgiu do nada, ele foi trabalhado aos poucos. Começa novinho, apitando Sub 15, Sub 17, Sub 20 e depois de algum tempo vai estrear, enfim, no futebol profissional (em São Paulo, na “Bzinha”, a 5ª divisão). Mas o grande problema tem sido: há árbitros “parrudos”, “vistosos”, “bonitões”, que acabam tendo oportunidades melhores, pois ficam bem no vídeo (cadê os juízes baixinhos, magrelos ou não-bombados? E quantos negros nós temos em evidência?). Um outro aspecto é o político: quantos árbitros que são de cidades que não têm equipes de futebol profissional, e que acabam tendo oportunidade para serem “atrações” em seus redutos? Sim, a geopolítica entra no esporte, principalmente se existir um deputado forte na região… E o principal: você aprendia apitar na Várzea, nos Campeonatos das Penitenciárias, nos “Projetos Cingapuras”, mas hoje você inicia a sua carreira em um gramado sintético bem cercado e protegido, e pouco tempo depois começa a aprender a apitar no Morumbi, no Allianz, na Vila Belmiro ou na NeoQuímica Arena. E deveria ser o contrário: para estar num clássico em grande estádio, o árbitro deveria ter anos de formação! Já apitado a A1 em diversos confrontos entre grandes e pequenos para chegar ao grande jogo da vida, o clássico (qualquer que seja ele) bem maduro.

A última grande turma de árbitros, estou muito a vontade para dizer isso, foi formada pelo saudoso Professor Gustavo Caetano Rogério. Tinha como auxiliares Antonio Cláudio Ventura e orientador de assistentes Édie Mauro Garcia Detófoli. Foi na virada dos anos 1990/2000. Eu me recordo das nossas aulas no antigo prédio da Avenida Brigadeiro Luiz Antonio, quando uma emissora de TV foi fazer uma reportagem sobre a Escola de Árbitros, e a chamada foi: aqui estão os árbitros do ano 2000, a qual o Prof Gustavo chamou de “Nova Safra”. E essa nova safra começou em 95/96 com Sálvio Spinola, Paulo César de Oliveira, Anselmo da Costa, e 96/97 com Cleber Wellington Abade, Rodrigo Braguetto, Marcelo Rogério e pouco depois Wilson Luís Seneme. Sou testemunha, pois estava lá nesse meio (preferencialmente como 4º árbitro na A1, trabalhando com todos eles). Faltava escudo FIFA para tanto árbitro paulista bom! E os daqui faziam as finais dos principais estaduais Brasil afora.

Quando o Prof Gustavo deixou a FPF, no começo dos anos 2000, os árbitros que ele trabalhou formaram a nata brasileira, e foram tocando os jogos, até o episódio da Máfia do Apito (onde estava comandando a arbitragem José Evaristo Manuel, trocado pelo Cel Marcos Marinho, em 2005). Ali, estavam surgindo os últimos nomes FIFA de hoje: Flávio Rodrigues de Souza e Raphael Claus.

E quem surgiu depois? Nomes esporádicos, que não se firmaram: Thiago Duarte Peixoto, Vinícius Furlan, e uma série de razoáveis árbitros que já foram trabalhados com outra mentalidade, não frutificando como a “última safra do Professor Gustavo”.

Hoje, quase 20 anos depois, vemos que a distância dos árbitros que estão apitando é justamente a mesma do período em que o Professor Gustavo deixou a FPF. Ou seja: o hiato de falta de árbitros se deve às más gestões de dirigentes de arbitragem.

Pudera: todos os anos temos centenas de alunos na Escola de Árbitros, pagando valores altos para estudarem, nem sempre vocacionados, mas que se tentará peneirar um ou outro nome. Não é na quantidade que se alcançará qualidade, mas no trabalho árduo de observação de talentos (muitos, apitando jogos amadores e sem dinheiro para bancar a Escola de Árbitros da FPF).

– Textor precisa provar! As 3 polêmicas da semana:

Nessa semana, John Textor, o dono da SAF do Botafogo, “causou”!

1. Disse que o Campeonato Francês não é atrativo e que reclamou aos príncipes do PSG sobre isso;

2. Sugeriu a criação de uma Liga Mundial de Futebol, a fim do Botafogo ter a chance de jogar na Europa; e

3. Denunciou que possui gravações de árbitros reclamando que não receberam uma suposta propina combinada.

A última, logicamente, muito grave. Tem que provar, e se sabe de algo sujo e se cala, torna-se cúmplice.

Nesse momento, Textor tem a oportunidade de mostrar que é o cara para moralizar o futebol brasileiro, ou se não passa de mais um fanfarrão.

Anaf repudia acusações de John Textor sobre arbitragem: "Tem que ser banido do futebol"

Imagem: Divulgação Botafogo

– Loustau apavorado com a arbitragem paulista.

Uma informação de fonte segura: o gestor dos árbitros de São Paulo, Patrício Loustau, está assustado com o que acontece na arbitragem paulista. 

Quando aceitou o desafio na FPF, não imaginava que a cultura das reclamações à arbitragem era tão grande, e talvez não tenha se dado conta que a qualidade dos árbitros estava tão a desejar. 

Um dos comentários recorrentes foi: “Se num Estadual é assim, que inferno deve ser a pressão no Campeonato Brasileiro?”.

O grande problema é que o argentino não tinha a dimensão do quanto os erros de árbitros são frequentes e “cabeludos” aqui no Brasil.  Idem à questão dos clubes pedirem veto de juízes e dos cartolas justificarem suas derrotas na arbitragem. E o problema maior, que traz indignação para ele: o comportamento ruim de jogadores e treinadores. 

Diante de tudo isso, como renovar a arbitragem paulista, se não há paciência para esse processo? Aliás, o próprio Loustau não está sabendo conduzi-lo!

Vide: num Derby, árbitro veterano de Copa do Mundo (Claus). Num Choque-Rei, árbitro novato de 25 anos (Candançan).

Loustau, sinceramente, ainda não viu nada… deixe chegar as finais!

Imagem ilustrativa extraída da Web, autoria desconhecida.

– A origem dos problemas na formação de árbitros de SP.

Onde começaram os problemas da arbitragem paulista?

Falamos um pouco nesse vídeo: https://youtu.be/6X2yWKkPmpA?si=6fHx4bLLgNWyIGX8

(em texto, você encontra parte dele aqui: https://wp.me/p4RTuC-UMT e a continuação aqui: https://professorrafaelporcari.com/2024/03/07/qual-a-raiz-do-problema-da-arbitragem-paulista-a-lacuna-dos-20-anos-e-a-culpada-2/).

Se preferir, visite o blog “Pergunte Ao Árbitro”, em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/

– Qual a raiz do problema da Arbitragem Paulista? A lacuna dos 20 anos é a culpada.

Para quem vive e respira a arbitragem paulista, o “relógio dos anos” não deixa dúvidas: temos 20 anos de atraso na formação dos árbitros.

Quer uma prova disso?

Qual a idade dos árbitros que “seguram o rojão” dos clássicos? Vinícius Gonçalves Dias Araújo, Raphael Claus, Flávio Rodrigues de Souza e até o veterano Luiz Flávio de Oliveira: beirando 45 anos.

Qual a idade dos árbitros que “estão sendo jogados aos leões?”João Vitor Gobi, Matheus Delgado Candançan, Fabiano Monteiro dos Santos: a partir dos 25 anos.

45-25 = 20 anos de atraso.

Cadê os árbitros maduros, na casa entre 33-38 anos, idade ideal para conciliar a juventude física, a experiência na carreira e a vivência do meio? Não temos. Não foram formados. Não se revelou ninguém.

Árbitros na casa dos 25 anos deveriam estar tendo as primeiras oportunidades na 3ª divisão, ficando dois anos por lá, subindo para a A2 e depois dos 30 começarem a apitar a série A1. O juiz de futebol que tem uma carreira solidificada não surgiu do nada, ele foi trabalhado aos poucos. Começa novinho, apitando Sub 15, Sub 17, Sub 20 e depois de algum tempo vai estrear, enfim, no futebol profissional (em São Paulo, na “Bzinha”, a 5ª divisão). Mas o grande problema tem sido: há árbitros “parrudos”, “vistosos”, “bonitões”, que acabam tendo oportunidades melhores, pois ficam bem no vídeo (cadê os juízes baixinhos, magrelos ou não-bombados? E quantos negros nós temos em evidência?). Um outro aspecto é o político: quantos árbitros que são de cidades que não têm equipes de futebol profissional, e que acabam tendo oportunidade para serem “atrações” em seus redutos? Sim, a geopolítica entra no esporte, principalmente se existir um deputado forte na região… E o principal: você aprendia apitar na Várzea, nos Campeonatos das Penitenciárias, nos “Projetos Cingapuras”, mas hoje você inicia a sua carreira em um gramado sintético bem cercado e protegido, e pouco tempo depois começa a aprender a apitar no Morumbi, no Allianz, na Vila Belmiro ou na NeoQuímica Arena. E deveria ser o contrário: para estar num clássico em grande estádio, o árbitro deveria ter anos de formação! Já apitado a A1 em diversos confrontos entre grandes e pequenos para chegar ao grande jogo da vida, o clássico (qualquer que seja ele) bem maduro.

A última grande turma de árbitros, estou muito a vontade para dizer isso, foi formada pelo saudoso Professor Gustavo Caetano Rogério. Tinha como auxiliares Antonio Cláudio Ventura e orientador de assistentes Édie Mauro Garcia Detófoli. Foi na virada dos anos 1990/2000. Eu me recordo das nossas aulas no antigo prédio da Avenida Brigadeiro Luiz Antonio, quando uma emissora de TV foi fazer uma reportagem sobre a Escola de Árbitros, e a chamada foi: aqui estão os árbitros do ano 2000, a qual o Prof Gustavo chamou de “Nova Safra”. E essa nova safra começou em 95/96 com Sálvio Spinola, Paulo César de Oliveira, Anselmo da Costa, e 96/97 com Cleber Wellington Abade, Rodrigo Braguetto, Marcelo Rogério e pouco depois Wilson Luís Seneme. Sou testemunha, pois estava lá nesse meio (preferencialmente como 4º árbitro na A1, trabalhando com todos eles). Faltava escudo FIFA para tanto árbitro paulista bom! E os daqui faziam as finais dos principais estaduais Brasil afora.

Quando o Prof Gustavo deixou a FPF, no começo dos anos 2000, os árbitros que ele trabalhou formaram a nata brasileira, e foram tocando os jogos, até o episódio da Máfia do Apito (onde estava comandando a arbitragem José Evaristo Manuel, trocado pelo Cel Marcos Marinho, em 2005). Ali, estavam surgindo os últimos nomes FIFA de hoje: Flávio Rodrigues de Souza e Raphael Claus.

E quem surgiu depois? Nomes esporádicos, que não se firmaram: Thiago Duarte Peixoto, Vinícius Furlan, e uma série de razoáveis árbitros que já foram trabalhados com outra mentalidade, não frutificando como a “última safra do Professor Gustavo”.

Hoje, quase 20 anos depois, vemos que a distância dos árbitros que estão apitando é justamente a mesma do período em que o Professor Gustavo deixou a FPF. Ou seja: o hiato de falta de árbitros se deve às más gestões de dirigentes de arbitragem.

Pudera: todos os anos temos centenas de alunos na Escola de Árbitros, pagando valores altos para estudarem, nem sempre vocacionados, mas que se tentará peneirar um ou outro nome. Não é na quantidade que se alcançará qualidade, mas no trabalho árduo de observação de talentos (muitos, apitando jogos amadores e sem dinheiro para bancar a Escola de Árbitros da FPF).

– Brasileirão com 9 estrangeiros por equipe?

Eu acho uma loucura: os clubes se reuniram e decidiram que o Campeonato Brasileiro passará a ter um limite máximo de 9 estrangeiros em campo (a CBF apenas concordou). Quem mais brigou por essa causa foi o Internacional.

Penso que você fecha demais o mercado aos próprios brasileiros, inibe revelações e tira espaço dos jovens. Isso, claro, pode afetar a própria Seleção (vide o que aconteceu com a Itália, quando as equipes locais fizeram algo parecido)…

Li no LinkedIn um comentário de Thiago Scuro, ex-CEO do Red Bull Bragantino e hoje no Mônaco, sobre esse assunto. Disse ele:

Lamento muito por essa decisão. A falta de compreensão da importância da governança corporativa no esporte levam a decisões que serão nocivas ao nosso futebol em breve. Muito mais breve do que se imagina……

Concordo. Terminou sua opinião com um monte de reticências… proposital pela indignação?

Estrangeiros no Brasileirão 2023 - Série A bate recorde de gringos

Gráfico extraído do Portal Firula. Quantos serão em 2024 no Brasileirão?

 

– Histeria e Hipocrisia no Futebol Brasileiro, independente da nacionalidade.

Nunca uma palavra serviu tão bem para definir o que acontece no futebol brasileiro: histeria

Ela foi usada no manifesto divulgado pelo Palmeiras contra as reclamações e xingamentos do São Paulo. O Verdão pede o fim da “histeria” no futebol brasileiro.

E aqui quero fazer a grande observação: cada vez que há algum erro de arbitragem contrário, os clubes fazem escândalos, reclamam, ficam histéricos e prometem reclamar até na FIFA. Mas quando os erros são a favorfingem-se de surdos, entendem que o árbitro é humano e tergiversam.

Em qualquer lateral marcado contra o Palmeiras, o tecnicamente ótimo Abel Ferreira esperneia, grita, esbraveja, tem chiliques e atormenta a arbitragem. Mas quando o erro é a favor… cala-se. Aliás, uma bobagem falarem que ele sofre de xenofobia, pois ele não é criticado por vir de Portugal, da Espanha, do Japão ou de Tangamandápio, mas sim pelo discurso de moralizar o futebol brasileiro, com comportamento uníssono aos interesses da sua equipe, não do coletivo (me rendo ao discurso contrário se encontrar alguma declaração dele ou dos seus assistentes reclamando da arbitragem brasileira por terem sido beneficiados, pois aí não será hipocrisia, mas altruísmo).

E não é só Abel (mas principalmente Abel, pois ele tem vencido quase tudo). Vejam António Oliveira, tenho escrito dele desde o Cuiabá. Os gestos raivosos, estupefatos, histéricos e desnecessários dele ao receber (mais um) cartão amarelo no jogo Corinthians x Santo André assustam. E isso tudo serve para muitos treinadores no Brasil.

O fato é: quando há um erro contrário da arbitragem, os treinadores (muitos deles, que não se generalize) ficam histéricos. Quando há a favor, emudecem-se. Aí ficará apenas no discurso a ideia de “melhorar o futebol brasileiro”, de “ideias para ajudar o esporte”, entre outras coisas.

Realmente, chega de histeria. Chega de hipocrisia. Chega de más arbitragens. E que se avalie tudo sem a paixão clubística, que mascara a situação. Aliás, não é só no futebol que há essa pilhagem, mas na sociedade brasileira. É tudo dual: Certo ou Errado, Direita ou Esquerda, Abelista ou Anti-Abel, como se não existisse o bom senso, o meio-termo ou a ponderação.

– O áudio do VAR de São Paulo 1×1 Palmeiras e a grande bobagem sobre POSSE de bola.

Ao ouvir o áudio do VAR de São Paulo x Palmeiras, fico estarrecido ao ouvir o árbitro Matheus Delgado Candançan, na DISPUTA de bola, falar que existia POSSE de bola.

A impressão que tive é que ele não tem experiência alguma no futebol! E não é isso… deveria ter dito essa grande bobagem por estar nervoso.

Entenda melhor neste áudio, em: https://youtu.be/KWTYdqu-iFA?si=VT4SdZr_srPLTr0E

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Botafogo x Red Bull Bragantino.

Para a partida do Massa Bruta contra o Fogão, a Conmebol escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Gustavo Tejera (URU)
Bandeira 1: Nicollas Taran (URU)
Bandeira 2: Martin Soppi (URU)
4º árbitro: Anahi Fernandez (URU)
VAR: Leodan Gonzales (URU)

Aqui, uma observação importante: como Piero Maza (que apitou RBB x Águilas) teve uma ruim arbitragem no último jogo com comportamento descomprometido, a Conmebol voltou a escalar Gustavo Tejera (que fez o jogo de ida do RBB na Colômbia e que foi bem).

Tejera tem 36 anos, é natural de Montevidéu e trabalhou em 6 jogos internacionais nesse ano (numa partida das Eliminatórias da Copa 2026, em 4 jogos do Pré-Olímpico e na Pré-Libertadores citada há pouco). No ano passado, apitou Corinthians x Newells Old Boys pela Sulamericana, sem dificuldades. Está há 6 anos no quadro internacional da FIFA, sempre foi considerado uma promessa, mas ainda não teve as chances que queria (pois o Uruguai prioriza as carreiras de Andrés Cunha e Andrés Matonte).

É um árbitro que deixa o jogo rolar e prefere mais a advertência verbal do que os cartões. Que ele não tenha trabalho no Rio de Janeiro!

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise de arbitragem de Rafael Porcari. Quarta 06/03, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Brasileirão com 9 estrangeiros por equipe?

Eu acho uma loucura: os clubes se reuniram e decidiram que o Campeonato Brasileiro passará a ter um limite máximo de 9 estrangeiros em campo (a CBF apenas concordou). Quem mais brigou por essa causa foi o Internacional.

Penso que você fecha demais o mercado aos próprios brasileiros, inibe revelações e tira espaço dos jovens. Isso, claro, pode afetar a própria Seleção (vide o que aconteceu com a Itália, quando as equipes locais fizeram algo parecido)…

Li no LinkedIn um comentário de Thiago Scuro, ex-CEO do Red Bull Bragantino e hoje no Mônaco, sobre esse assunto. Disse ele:

Lamento muito por essa decisão. A falta de compreensão da importância da governança corporativa no esporte levam a decisões que serão nocivas ao nosso futebol em breve. Muito mais breve do que se imagina……

Concordo. Terminou sua opinião com um monte de reticências… proposital pela indignação?

Estrangeiros no Brasileirão 2023 - Série A bate recorde de gringos

Gráfico extraído do Portal Firula. Quantos serão em 2024 no Brasileirão?

 

– Não faça isso, Luan Cândido…

Luan Cândido foi muito bem expulso por Fabiano Monteiro dos Santos (árbitro que não foi tão bem ao longo da partida do Red Bull Bragantino contra o Santos FC).

O defensor deu uma cotovelada certeira no adversário, e fez com que o Massa Bruta jogasse metade do jogo com 10 em campo.

Se eu sou da diretoria, multo o rapaz. Isso se chama irresponsabilidade (alem, óbvio, de que cotovelada ee agressão).

Luan Cândido, lateral-esquerdo do Bragantino — Foto: Ari Ferreira/Red Bull Bragantino

Foto: Ari Ferreira / Red Bull Bragantino