John Textor “causou” no Senado e pediu para a CBF retirar Raphael Claus da escala de Flamengo x Botafogo. Nela, estava o árbitro paulista como comandante da equipe de arbitragem, tendo (surpreendentemente) Anderson Daronco como quarto-árbitro e Rodolpho Tóski como VAR.
Pois bem: consultando o site da CBF às 21h50, os demais árbitros da rodada continuam escalados, EXCETO o do clássico carioca.
Claus pediu para não apitar, a CA-CBF cedeu ou alguém palpitou para a mudança da escala e foi ouvido?
Abaixo o print:
Que várzea!
Claus REESCALADO! Quem reclamar mais, convence???
Demos todos os prints. A CBF negou que tinha tirado o árbitro. O Sálvio também conferiu a retirada. Depois a assessoria de imprensa da CBF disse que não sabia o que houve. Aliás, ninguém consegue explicar pq somente esse jogo ficou “sem escalação” de ontem para hoje.
E para o desafio do Massa Bruta contra o Porco Paraguaio pela Copa Sulamericana, a Conmebol escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Bryan Loayaza (EQU) Bandeira 1: Ricardo Baren (EQU) Bandeira 2: David Vacacela (EQU) Quarto Árbitro: Alex Cajas (EQU) VAR: Juan Andrade (EQU)
Loayaza é de Cuenca, e só tem 5 anos de carreira na Série A do Equador. Entrou no ano passado no quadro da FIFA, onde trabalhou em 3 partidas pelos Jogos Pan-americanos. Em jogos de torneios Conmebol, só apitou uma partida até agora. No Campeonato do Equador, sua média é de 6,08 Cartões Amarelos e 0,47 Cartão Vermelho por jogo.
Todos os portais de notícias trazem: John Textor não quer que Raphael Claus, que foi escalado nessa rodada 4, apite Flamengo x Botafogo. Seu VAR será Rodolpho Toski e o seu árbitro reserva (surpreendentemente) Anderson Daronco. Motivo: segundo o dono do Botafogo SAF, por Claus estar envolvido em suas denúncias de manipulação.
Também está convocado o árbitro citado por Textor que supostamente reclamava de não receber propina: o jornal “O Globo” revelou que é Glauber do Amaral Cunha, que trabalhou na 4ª divisão carioca e que parou de atuar há 2 anos (só estava apitando jogos de divisões inferiores no Rio de Janeiro).
Ou Textor revolucionará o futebol brasileiro (afinal, está deixando sob suspeita o principal árbitro brasileiro que trabalhou nos principais jogos do país), ou será banido por irresponsabilidade.
Imagine como deve estar Raphael Claus… Sendo honesto, o processará por tentar tirar a sua credibilidade?E sendo culpado, o que acontecerá com todos os jogos apitados por ele?
E se a CBF não mudar a escala? Qualquer lateral equivocado que Claus marcar, será uma grita enorme.
Sem dúvidas, Textor virou o grande nome dos últimos dias. O problema é que tudo isso precisa ser esclarecido urgentemente, pois a cada dia a polêmica aumenta mais e todos ficam em seu alvo.
Eu acho uma verdadeira regra tupiniquim. A Regra 8, que fala sobre o início e o reinício do jogo, determina que um sorteio deva decidir quem começará a partida com a posse de bola e/ou escolherá o lado de campo. Dentro do espírito da regra, o árbitro sorteia para os capitães, que são os legítimos representantes de cada equipe.
Seneme, presidente da CA-CBF, já havia pedido em orientação que os árbitros fizessem um bom trabalho preventivo, e agora criou uma novidade: a “Regra 8B”, onde os técnicos devem estar juntos com os capitães para ouvir uma “preleção” do árbitro e acompanhar o sorteio. Não gosto dessa invenção, é dar “poder aos técnicos” e mais liberdade para reclamar posteriormente. Cada um na sua, o árbitro deve sortear conforme a regra e tocar o jogo.
Acontece que…
O protocolo, que deveria ter começado nessa Rodada 03,“não começou como devia”. Quem assistiu os momentos posteriores ao sorteio, reparou que os árbitros foram aos treinadores no banco conversarem com eles. E segundo a Rede Globo, durante Palmeiras x Flamengo, isso só ocorreu pois a CBF ESQUECEU DE AVISAR os treinadores do novo procedimento…
E para o desafio do Massa Bruta contra o Porco Paraguaio pela Copa Sulamericana, a Conmebol escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Bryan Loayaza (EQU) Bandeira 1: Ricardo Baren (EQU) Bandeira 2: David Vacacela (EQU) Quarto Árbitro: Alex Cajas (EQU) VAR: Juan Andrade (EQU)
Loayaza é de Cuenca, e só tem 5 anos de carreira na Série A do Equador. Entrou no ano passado no quadro da FIFA, onde trabalhou em 3 partidas pelos Jogos Pan-americanos. Em jogos de torneios Conmebol, só apitou uma partida até agora. No Campeonato do Equador, sua média é de 6,08 Cartões Amarelos e 0,47 Cartão Vermelho por jogo.
Eu não teria dado pênalti no Maracanã, no lance reclamado pelo Vasco da Gama. Explico:
Vegetti chuta para o gol: Manoel está com o braço esquerdo aberto, em claro movimento antinatural, ampliando o seu espaço. Porém, o braço direito está em movimento natural, próximo ao corpo, sem qualquer intenção de tocar a bola ou não. É nesse braço que a bola atinge (furto do chute forte e a curta distância).
Não dá para Manoel fazer aquele braço desaparecer. Não existe intenção, e nem movimento antinatural. Se o braço fosse o esquerdo, aberto propositalmente de maneira antinatural, aí sim seria pênalti (indiscutivelmente).
Eu acho uma verdadeira regra tupiniquim. A Regra 8, que fala sobre o início e o reinício do jogo, determina que um sorteio deva decidir quem começará a partida com a posse de bola e/ou escolherá o lado de campo. Dentro do espírito da regra, o árbitro sorteia para os capitães, que são os legítimos representantes de cada equipe.
Seneme, presidente da CA-CBF, já havia pedido em orientação que os árbitros fizessem um bom trabalho preventivo, e agora criou uma novidade: a “Regra 8B”, onde os técnicos devem estar juntos com os capitães para ouvir uma “preleção” do árbitro e acompanhar o sorteio. Não gosto dessa invenção, é dar “poder aos técnicos” e mais liberdade para reclamar posteriormente. Cada um na sua, o árbitro deve sortear conforme a regra e tocar o jogo.
Acontece que…
O protocolo, que deveria ter começado nessa Rodada 03,“não começou como devia”. Quem assistiu os momentos posteriores ao sorteio, reparou que os árbitros foram aos treinadores no banco conversarem com eles. E segundo a Rede Globo, durante Palmeiras x Flamengo, isso só ocorreu pois a CBF ESQUECEU DE AVISAR os treinadores do novo procedimento…
Razoável arbitragem de Gabriel Furlan. Nada de muito polêmico, mas o juizão poderia ter vibrado mais em campo.
No primeiro tempo, tivemos muitas faltas (13×7), sendo que algumas equivocadamente não foram marcadas para tentativas de dar vantagem. Em cartões amarelos, 2×0 (que foram justos).
No segundo tempo, 9×7 em faltas e 3×1 em cartões. É muita coisa… 36 faltas em 90 minutos é para se rediscutir o que houve.
O problema do árbitro é não fazer o bom uso da advertência verbal. Ele, que sabe se impor, nessa oportunidade não fez isso. Mas quando o jogo ficou mais “pegado”, melhorou bastante. Se ele fosse mais participativo, talvez teríamos menos faltas.
Aos 23 e 24 minutos, duas faltas não marcadas, cometidas por Dézim e Cadú. Errou em tentar dar vantagem, pois ela não se concretizou. Fora isso, nenhum lance mais pontual para discussão.
O que mais irritou: a demora para reiniciar a partida. Thomas Lamin, por exemplo, em toda bola parada, demorava demais. Aliás, Lamin sofreu muitas faltas, e suas reclamações foram válidas (embora, esteve no limite de receber um segundo amarelo (recebeu anteriormente de maneira justa).
Tecnicamente: é visível que o Paulista é melhor estruturado e foi superior no começo do jogo. Mas fraquejou no final da primeira etapa e início da segunda, depois equilibrou. Se essa for a toada das equipes (ou seja: o nível técnico), creio que o Galo terá sucesso no torneio.
Para o jogo da Águia da Central contra o Galo Jundiaiense, a FPF escalou:
Árbitro: Gabriel Furlan Árbitro Assistente 1: Gabriel Alexandre Tostes Fleming Árbitro Assistente 2:Daniel Souza Silva Quarto Árbitro: Aparecido Pereira Bueno Analista de Vídeo: Cláudio Roberto Costa
Gabriel é de Santa Bárbara do Oeste e tem 11 anos de FPF. Primo do árbitro Vinícius Furlan (que já foi presente em escalas da A1 do Paulistão e do Brasileirão, mas que hoje está trabalhando em jogos das divisões inferiores), tem feito uma carreira bem independente do seu parente. Desde a categoria Sub 11, todo ano foi subindo uma divisão amadora até chegar ao profissional. E desde seu primeiro jogo na 4ª divisão, foi subindo de carreira até a A2 (como deveria ser com todo árbitro: após poucos, solidificando sua carreira). A tendência é que em 2025 tenha sua primeira chance de apitar a Série A1 do Paulistão.
Uma das suas características: ele procura se impor bastante em campo. Portanto, nada de reclamar com o juizão, a fim de evitar cartões amarelos.
Torço para um bom jogoe uma ótima arbitragem.
Acompanhe conosco o jogo do São Carlos x Paulista pela Rádio Difusora AM 810 ou pelos Apps. Narração de Rafael Mainini, reportagens de Luís Antonio “Cobrinha” de Oliveira, comentários de Robinson Berró Machado e análise da arbitragem com Rafael Porcari. Comando de Adilson Freddo! Sábado, 20/04, 16h. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Para o confronto entre o Massa Bruta e o Timão, a CBF escalou:
Árbitro: Rafael Rodrigo Klein – RS Árbitro Assistente 1: Tiago Augusto Kappes Diel – RS Árbitro Assistente 2: Lúcio Beiersdorf Flor– RS Quarto Árbitro: Kléber Ariel Gonçalves da Silva– PR Assessor de Arbitragem: Simone Xavier de Paula e Silva – RJ VAR: Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro – RN AVAR1: Flávio Gomes Barroca– RN AVAR2: Douglas Schwengber da Silva – RS Observador de VAR: Giuliano Bozzano – MG
Klein foi uma aposta que deu certo. O gaúcho de Porto Alegre-RS, de 34 anos, entrou recentemente no quadro da FIFA. Em jogos do Massa Bruta, só apitou uma partida no ano passado: Red Bull Bragantino 2×2 América-MG pelo Brasileirão.
Quando surgiu, Rafael Rodrigo Klein parecia ter o “Estilo Vuaden”: deixava o jogo correr, marcava poucas faltas e era sempre bem sereno em campo. Porém, em seus últimos jogos, começou a parar um pouco mais o jogo (ainda assim, permite bastante tempo de bola rolando e um pouco mais de contato físico).
Está em vigor a regra de substituição adicional para atletas que sofrem concussão. E curiosamente, eu que não via uma concussão há algum tempo, vi 3 na Rodada 1 do Brasileirão. Vamos a elas:
Marlon Freitassofreu concussão e foi substituído com a regra da 6ª alteração em Cruzeiro x Botafogo. Repare, na súmula, que há 12 substituídos(6 por equipe, já que o adversário, por protocolo, ganha o direito de fazer mais uma alteração).
Vinha sofreu concussão em Atlético Goianiense x Flamengo, e verifico na súmula que existiram 10 substituições. Não quiseram utilizar mais uma, ou não sabiam?
Kannemann também sofreu uma concussão em Vasco x Grêmio. Ambas equipes trocaram 5 atletas. Fica a mesma pergunta: sabiam da 6ª alteração ou não?
O protocolo determina que o quarto-árbitro entregue um cartão vermelho para cada médico antes do jogo. Se o atleta sofrer uma concussão, o médico escreverá algumas respostas nele para as perguntas pré-determinadas a fim de atestar a concussão, e entregará ao árbitro. Depois do jogo, um relatório deve ser entregue, explicando como está a recuperação do jogador.
IMPORTANTE – Amigos, a CBF suspendeu os 3 árbitros envolvidos em polêmicas na Rodada 1.
PORÉM, o VAR Wagner Reway, que orientou o árbitro André Luís Skettino Policarpo Bento, a dar pênalti em Bruno Henrique (ACG x FLA), até agora (09h34 dessa 4a feira) está mantido como VAR em Palmeiras x Internacional (que terá um árbitro que nunca apitou Série A: Lucas Toresin).
O árbitro foi suspenso, mas o VAR que o induziu a errar, não foi?
Em tempo: Reway já está escalado TAMBÉM para o clássico Atlético Mineiro x Cruzeiro!
Para o confronto entre o Massa Bruta e o Gigante da Colina, a CBF escalou:
Árbitro: Paulo César Zanovelli da Silva – MG Árbitro Assistente 1: Guilherme Dias Camilo – MG Árbitro Assistente 2: Fernanda Kruger – MT Quarto Árbitro: Márcio dos Santos Oliveira – AL Assessor de Arbitragem: Claydy Mary dos santos Ribeiro – SC VAR: Charly Wendy Straub Deretti – SC AVAR1: Heltton Nunes – SC AVAR2: Caio Max Augusto Viana – RN Observador de VAR: Ricardo Marques Ribeiro – MG
Zanovelli, ainda jovem, recebeu o escudo FIFA na saída de Ricardo Marques Ribeiro do quando internacional de árbitros. Sua escolhe se deu por ser de MG, já que o estado ficaria sem um árbitro FIFA. Mas sentiu o peso do escudo.
Em suma: é um árbitro que exagera nas marcações e nos cartões, e que está sendo trabalhado para melhorar técnica e disciplinarmente suas atuações. Veremos se consegue.
O detalhe da escala: é gente de todo Brasil virá para trabalhar, não? O quarto-árbitro vem de Alagoas para Bragança Paulista-SP. Não tinha outro mais próximo, para reduzir despesas?
Em tempo: a VAR Charly Wendy era árbitra até o ano passado. Está pronta para atuar em nova função na série A?
Está em vigor a regra de substituição adicional para atletas que sofrem concussão. E curiosamente, eu que não via uma concussão há algum tempo, vi 3 na Rodada 1 do Brasileirão. Vamos a elas:
Marlon Freitassofreu concussão e foi substituído com a regra da 6ª alteração em Cruzeiro x Botafogo. Repare, na súmula, que há 12 substituídos(6 por equipe, já que o adversário, por protocolo, ganha o direito de fazer mais uma alteração).
Vinha sofreu concussão em Atlético Goianiense x Flamengo, e verifico na súmula que existiram 10 substituições. Não quiseram utilizar mais uma, ou não sabiam?
Kannemann também sofreu uma concussão em Vasco x Grêmio. Ambas equipes trocaram 5 atletas. Fica a mesma pergunta: sabiam da 6ª alteração ou não?
O protocolo determina que o quarto-árbitro entregue um cartão vermelho para cada médico antes do jogo. Se o atleta sofrer uma concussão, o médico escreverá algumas respostas nele para as perguntas pré-determinadas a fim de atestar a concussão, e entregará ao árbitro. Depois do jogo, um relatório deve ser entregue, explicando como está a recuperação do jogador.
Parece discussão de botequim! No lance de Bruno Henrique e Maguinho (falamos sobre ele aqui: https://wp.me/p4RTuC-VYY), o árbitro explica ao VAR que entendeu ser lance natural, e grita: “segue, segue, segue“. O VAR, por sua vez, vai no “para, para, para”.
Perceba no áudio abaixo: há uma tentativa de convencimento ao árbitro para mudar de opinião (uma característica exclusiva do árbitro brasileiro: a de ser protagonista).
O VAR é para as situações pontuais do protocolo e erros crassos. Se existir um lance dúbio, que gere maior tempo de discussão, deve-se respeitar a decisão de campo. E é esse o princípio do VAR: não re-apitar o jogo, mas sugerir a correção de possíveis erros claros.
Em um determinado momento, quando o árbitro muda de opinião, ele fala de “jogo brusco grave”. Errou. Se entendeu que foi uma cotovelada deliberada, é “conduta violenta” (Jogo Brusco Grave é um carrinho violento, uma entrada mais dura, para Vermelho Direto em disputa de bola; já a “conduta violenta” é para agressões, como tapas e cotoveladas). E não foi nem uma coisa e nem outra… foi casualidade (acidente de trabalho).
Flamengo e Corinthians, os dois times de maior torcida e que têm maior pressão, jogaram com os novatos André Luíz Skettino Policarpo Bento e Yuri Elino Ferreira da Cruz apitando seus jogos. Foram mal. Mas para a segunda rodada, Fluminense e Palmeiras jogarão com João Gobbi e Lucas Paulo Torezin apitando.
Repararam o critério?Um paulista e um carioca por rodada com novatos da divisão. Mas assim como tivemos os veteranos Flávio Rodrigues de Souza e Bráulio da Silva Machado atuando também, vamos ver Marcelo de Lima Henrique (com 52 anos) e Anderson Daronco apitando na próxima rodada. Aliás, Daronco apitará pela enésima vez um Flamengo x São Paulo no Maracanã (é uma escala que se repete frequentemente).
Gostaria de chamar a atenção para Palmeiras x Internacional: o paranaense Torezin vai estrear na Série A. No ano passado, ele trabalhou como AVAR 2 nessa divisão, e justamente fará seu debute no Allianz Arena (é público e notório como é difícil apitar com Abel Ferreira e seus assistentes pressionando a todo instante), além do que o Internacional tem uma pressão enorme por conta dos últimos tropeços – e Coudet não é fácil de se lidar também. Portanto, quem trabalhar nessa partida, saiba que o pós-jogo será complicado…
Sinto que a Rodada 2 será tão “animada” como a Rodada 1, infelizmente.
Ao menos, a CBF foi criteriosa: colocou dois jovens inexperientes nos jogos dos dois times de mais torcida no Brasil…
Também teve veterano bobeando. Em Vasco x Grêmio, houve uma concussão, e a mudança na regra permite a substituição adicional para esses casos (uma 6ª substituição, falamos aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/04/11/as-novas-mudancas-das-regras-do-jogo-de-futebol-para-2024-2025/). Mas esqueceram disso lá… Flávio Rodrigues de Souza, eleito o melhor do Paulistão, bobeou. Já no Cruzeiro x Botafogo, igualmente houve uma concussão, e felizmente o árbitro lembrou.
Por fim, vimos a volta do Maguielson (aquele mesmo do Ceará x SPFC que deu uma baita confusão em 2022)… teve chance de novo (falamos aqui que era uma escala complicada: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/04/12/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-fluminense-x-red-bull-bragantino-3/) e acabou fazendo vistas grossas à infração cometida por Cano, aos 9m, em cima do goleiro Cleiton (talvez o árbitro não expulsou o jogador do Fluminense pois, atingido na nuca, colocou a mão na testa…)
A arbitragem é péssima. E os jogadores colaboram para o caos…
Para o confronto entre o Massa Bruta e o Gigante da Colina, a CBF escalou:
Árbitro: Paulo César Zanovelli da Silva – MG Árbitro Assistente 1: Guilherme Dias Camilo – MG Árbitro Assistente 2: Fernanda Kruger – MT Quarto Árbitro: Márcio dos Santos Oliveira – AL Assessor de Arbitragem: Claydy Mary dos santos Ribeiro – SC VAR: Charly Wendy Straub Deretti – SC AVAR1: Heltton Nunes – SC AVAR2: Caio Max Augusto Viana – RN Observador de VAR: Ricardo Marques Ribeiro – MG
Zanovelli, ainda jovem, recebeu o escudo FIFA na saída de Ricardo Marques Ribeiro do quando internacional de árbitros. Sua escolhe se deu por ser de MG, já que o estado ficaria sem um árbitro FIFA. Mas sentiu o peso do escudo.
Em suma: é um árbitro que exagera nas marcações e nos cartões, e que está sendo trabalhado para melhorar técnica e disciplinarmente suas atuações. Veremos se consegue.
O detalhe da escala: é gente de todo Brasil virá para trabalhar, não? O quarto-árbitro vem de Alagoas para Bragança Paulista-SP. Não tinha outro mais próximo, para reduzir despesas?
Em tempo: a VAR Charly Wendy era árbitra até o ano passado. Está pronta para atuar em nova função na série A?
Começando pelo final: falamos em 2023 que o jovem árbitro Yuri Elino Ferreira da Cruz. (RJ) era muito irregular, pois em alguns jogos, não dava cartão algum; em outros, dava demais. Pois hoje, no Corinthians x Atlético-MG, aplicou 14 cartões, mas a Fagner, que pela 3ª vez nesse ano merecia vermelho (agora pela entrada em Zaracho), não deu. Aliás, o treinador António Oliveira, percebendo que o lateral estava no lucro, o substituiu para não ser expulso em outra oportunidade.
Em Goiás, talvez o jogo mais polêmico:Atlético 1×2 Flamengo, apitado pelo também jovem André Luiz Skettino Policarpo Bento (que teve atuações igualmente irregulares em 2023, e que nesse ano, parece que teria um “investimento maior” para chegar à FIFA, com a CBF testando melhor o juiz mineiro em escalas mais difíceis). Vamos às situações:
13 minutos: Jair Ventura, técnico do ACG, é expulso por reclamação. Até saber o que fez o treinador, não dá para saber se foi justa ou não a expulsão. Aguardemos a súmula.
43 minutos: Pedro (CRF) está no ataque, indo em direção ao gol, e Alix Vinícius (ACG) o impede com falta. Se não fosse situação clara e iminente de gol, seria lance para Amarelo. Mas como Pedro só teria o goleiro à frente (e o outro zagueiro não teria tempo de alcançá-lo), foi correto o Cartão Vermelho. Acertou o árbitro.
67 minutos: O goleiro Rossi (CRF) tem a posse de bola. Quando vai repô-la, Luiz Felipe (ACG) “faz uma graça”. Na sequência, Léo Pereira (CRF) dá um “chega pra lá” no adversário. É a chamada “Atitude Inconveniente”, e dentro da área, é pênalti. Infantilidade do jogador… Porém, considere: A) Se Luiz Felipe cometeu falta ao impedir a reposição de bola, o árbitro deveria ter marcado a falta ao Flamengo (Tiro Livre Indireto, sem aplicação de cartão). O lance de Léo Pereira não seria pênalti, pois o jogo já estaria parado, e o árbitro deveria aplicar uma advertência verbal ao flamenguista. B) Se Luiz Felipe cometeu a falta, mas o árbitro entendeu que não deveria marcar (pois preferia dar uma vantagem, já que o goleiro estava em pé e continuava com a bola em sua posse, e a continuidade do jogo seria algo melhor do que a marcação da falta – visando a rapidez para armar um contra-ataque, por exemplo), ao ver a atitude de Léo Pereira, ele deveria fazer a marcação atrasada da falta no goleiro, pois não houve vantagem concreta, e advertir verbalmente o zagueiro flamenguista. C) Se Luiz Felipe não atrapalhou o suficiente o goleiro Rossi para que ele pudesse repor, acertou o árbitro. (Aqui, confesso: em um primeiro momento achei falta de Luiz Felipe; mas ao ver uma imagem mais ampla, não marcaria nada no lance com o goleiro e entendi como correto assinalar o bobo pênalti).
74 minutos: O gol anulado de Baralhas (ACG) estava irregular, pois seu companheiro Emiliano Rodríguez, que cabeceia a bola, o faz em impedimento. Acertou o bandeira.
99 minutos:Maguinho (ACG) toma impulso para cabecear uma bola em disputa com Bruno Henrique (CRF). O braço do jogador do Dragão bate involuntariamente (causalidade) no adversário. o VAR Wagner Reway (que não foi à última Copa, embora tenha sido indicado) se equivoca e entende como agressão. O árbitro Policarpo marca pênalti e expulsa Maguinho. Errou.
Pergunto: tivemos o aviso de que o árbitro, sempre que fosse ao VAR, deveria comunicar sua decisão ao público.Em Vasco x Grêmio foi assim. Por quê não aconteceu isso em Goiás?
Para o confronto entre o Tricolor Carioca e o Massa Bruta, a CBF escalou:
Árbitro: Maguielson Lima Barbosa – DF Árbitro Assistente 1:Bruno Raphael Pires – GO Árbitro Assistente 2: Lehi Sousa Silva – DF Quarto Árbitro: Jefferson Ferreira de Moraes – GO Assessor de Arbitragem: Adriano de Carvalho – TO VAR: Gilberto Rodrigues Castro Jr – PE AVAR1: Clóvis Amaral da Silva – PE AVAR2: Vinícius Gomes do Amaral – MG Observador de VAR: Márcio Eustáquio Sousa Santiago – MG
Maguielson, 32 anos, Prof de Educação Física, apitou em 2022 apenas 3 jogos pela série A: Athletico 2×0 Juventude, Ceará 0x2 São Paulo e Internacional 1×0 Cuiabá. Porém, no jogo que envolveu o Ceará vs SPFC, fez uma péssima apresentação! Mostrou-se inseguro, errou tecnica e disciplinarmente e se enrolou com o VAR. Um jogo para se esquecer…
Em 2023, apitou somente 2 jogos da Série A: Red Bull Bragantino 2×1 Bahia e Red Bull Bragantino 0x0 Internacional. Não foi bem e voltou para a série B e C.
Em 2024, logo na primeira rodada, tem novamente uma chance na série A em jogo do Red Bull Bragantino… Será que o Massa Bruta, por ser um time que não pressiona a CBF, serve de laboratório para recuperar árbitro?
As novas regras do futebol passam a valer no meio do ano (devido a temporada europeia). No Brasil, pelo calendário atípico, já começarão na rodada 1 do Brasileirão 2024.
Nesse ano, não mudou muita coisa. Em resumo:
1- Haverá a permissão de uma 6ª substituição, em caso de concussão cerebral de atleta.
2- A cobrança do uso de braçadeiras mais claras de identificação dos atletas (todo capitão obrigatoriamente terá que usar uma braçadeira, não pode ter alguma adaptação no lugar dela).
3- As caneleiras continuarão a ser obrigatórias, mas não haverá um padrão (os atletas serão responsáveis por elas, variando de tamanho – mas que levem proteção suficiente).
4- Pênaltis de mão na bola por movimento antinatural não deverão mais receber necessariamente cartão amarelo (pois não são intencionais). Se uma infração antinatural impedir um gol, não deverá receber o vermelho, mas amarelo (justamente por não ser intencional).
5- A bola deverá estar com alguma das partes sobre o ponto penal (não necessariamente sobre o centro) na cobrança de um pênalti.
6 – Invasão de área na cobrança de pênalti só deverá ser punida se realmente ela tiver algum impacto. Caso contrário, o jogo deve seguir (e isso fará com que raramente vejamos repetindo de pênaltis – estava cansativa a análise de que “invadiu ou não invadiu”).
Os testes que ficaram para alguns campeonatos amadores, e que serão rediscutido para 2025 / 2026:
1- Aumento do tempo de posse da bola do goleiro em suas mãos para 8 segundos (e o árbitro fará uma contagem regressiva a partir do 5º segundo).
2- Permissão de que os jogadores se aglomerem por algum tempo para uma “parada técnica”, a ser realizada dentro de cada área penal.
3- Proibição de que os jogadores falem com o árbitro, exceto o capitão, que poderá respeitosamente dialogar com ele.
Fora eles, haverá a continuidade de torneios em que jogadores sub 12 não poderão cabecear a bola(a fim de evitar lesões cerebrais), além de testes com impedimentos de “corpo total” nos campeonatos Sub 18 da Itália.
As novas regras do futebol passam a valer no meio do ano (devido a temporada europeia). No Brasil, pelo calendário atípico, já começarão na rodada 1 do Brasileirão 2024.
Nesse ano, não mudou muita coisa. Em resumo:
1- Haverá a permissão de uma 6ª substituição, em caso de concussão cerebral de atleta.
2- A cobrança do uso de braçadeiras mais claras de identificação dos atletas (todo capitão obrigatoriamente terá que usar uma braçadeira, não pode ter alguma adaptação no lugar dela).
3- As caneleiras continuarão a ser obrigatórias, mas não haverá um padrão (os atletas serão responsáveis por elas, variando de tamanho – mas que levem proteção suficiente).
4- Pênaltis de mão na bola por movimento antinatural não deverão mais receber necessariamente cartão amarelo (pois não são intencionais). Se uma infração antinatural impedir um gol, não deverá receber o vermelho, mas amarelo (justamente por não ser intencional).
5- A bola deverá estar com alguma das partes sobre o ponto penal (não necessariamente sobre o centro) na cobrança de um pênalti.
6 – Invasão de área na cobrança de pênalti só deverá ser punida se realmente ela tiver algum impacto. Caso contrário, o jogo deve seguir (e isso fará com que raramente vejamos repetindo de pênaltis – estava cansativa a análise de que “invadiu ou não invadiu”).
Os testes que ficaram para alguns campeonatos amadores, e que serão rediscutido para 2025 / 2026:
1- Aumento do tempo de posse da bola do goleiro em suas mãos para 8 segundos (e o árbitro fará uma contagem regressiva a partir do 5º segundo).
2- Permissão de que os jogadores se aglomerem por algum tempo para uma “parada técnica”, a ser realizada dentro de cada área penal.
3- Proibição de que os jogadores falem com o árbitro, exceto o capitão, que poderá respeitosamente dialogar com ele.
Fora eles, haverá a continuidade de torneios em que jogadores sub 12 não poderão cabecear a bola(a fim de evitar lesões cerebrais), além de testes com impedimentos de “corpo total” nos campeonatos Sub 18 da Itália.
O interessante é que o protocolo do VAR diz que em lances duvidosos, onde gere bastante discussão, mantenha-se a decisão de campo do árbitro. Veja quanto tempo levou para se decidir se foi infração ou não… aqui, se fere o propósito do árbitro de vídeo, que é o de não re-apitar uma partida.
Com todo respeito, o juizão venezuelano é sofrível… Alexis Herrera tem 35 anos, natural de Carabobo, com 14 anos de carreira como árbitro e há 8 temporadas no quadro da FIFA. Apitou semana passada o São Paulo contra o Talleres (uma rara apresentação sem confusão). Estará na terça-feira como 4º árbitro em Argentinos Jrs-ARG e Racing-URU, e no dia seguinte fará o jogo do Massa Bruta.
Quando entreou para o quadro internacional (bem jovem), logo de cara apitou Jr Barranquilla x Flamengo, onde Teo Gutierrez deu uma cotovelada em Felipe Luiz e nem recebeu cartão amarelo. Passou batido.
O interessante é que o protocolo do VAR diz que em lances duvidosos, onde gere bastante discussão, mantenha-se a decisão de campo do árbitro. Veja quanto tempo levou para se decidir se foi infração ou não… aqui, se fere o propósito do árbitro de vídeo, que é o de não re-apitar uma partida.
Após a decisão do Campeonato Paulista 2024, o presidente do Santos Marcelo Teixeira “bateu e afagou”. Reclamou que o árbitro Raphael Claus não deveria ter dado o pênalti, pois ele próprio não marcou e quase permitiu a cobrança de tiro de meta do goleiro do Peixe, mas o fez por interferência equivocada do VAR. E observou que “dizem que a jogada começou com o tiro de meta irregular do Weverton, pois a bola estava rolando”.
Vamos lá:
1- É muito comum, quando o time que precisa ter que reverter um placar adverso e tem um tiro de meta a seu favor, o gandula devolver a bola bem rápido – e o goleiro colocá-la de qualquer jeito na pequena área e dar um bico pra frente (nas categorias de base, por exemplo, é uma nítida demonstração de desespero e ansiedade). O problema é: vez ou outra, essa bola é chutada ainda em movimento. Ela não está imóvel e o goleiro precipitadamente a cobra. Quando isso acontece, o bandeira deve erguer o seu instrumento e avisar o árbitro, que mandará repetir a cobrança, pois quando feita com ela ainda em movimento, o jogo não está reiniciado e nada vale (o árbitro assistente deve estar posicionado na linha da bola num tiro de meta, e é ele quem deve verificar essa situação). Provavelmente o VAR Rodrigo Guarizzo Ferreira do Amaral e o bandeira Danilo Simon entenderam que a bola estava na inércia e por isso o jogo seguiu. Eu, particularmente, não consegui achar uma imagem que mostre claramente a bola sendo chutada quando ainda em movimento. Se foi, deveria voltar e cobrança. Se não foi, fica feio esse “chororô”.
2- No pênalti em Endrick: lance muito difícil! Teria o palmeirense sido barrado pelo goleiro ou ele esbarrado quando desequilibrado anteriormente? Eu entendo que em disputa legal de bola com o zagueiro, Endrick leva a pior (sem falta) e se desequilibra. Quando o goleiro o toca, ele já está sem condição de disputar a bola justamente pelo desequilíbrio. Portanto, eu não marcaria (mas respeito decisões contrárias, pois não é um lance claro, mas de interpretação do árbitro).
A pergunta ficará: e a nota anterior do Santos, falando da arbitragem? Valeu pra algo?
Com todo respeito, o juizão venezuelano é sofrível… Alexis Herrera tem 35 anos, natural de Carabobo, com 14 anos de carreira como árbitro e há 8 temporadas no quadro da FIFA. Apitou semana passada o São Paulo contra o Talleres (uma rara apresentação sem confusão). Estará na terça-feira como 4º árbitro em Argentinos Jrs-ARG e Racing-URU, e no dia seguinte fará o jogo do Massa Bruta.
Quando entreou para o quadro internacional (bem jovem), logo de cara apitou Jr Barranquilla x Flamengo, onde Teo Gutierrez deu uma cotovelada em Felipe Luiz e nem recebeu cartão amarelo. Passou batido.