– SABMiller resistirá à Anheuser-Busch Inbev?

Então tínhamos a “número 1” versus “a melhor”. Eram Brahma e Antártica. A 1a comprou a 2a e ainda era dona da 3a (a Skol). Virou Ambev.

Aí os belgas da Interbrew se associaram e a empresa virou Inbev. Muitas marcas europeias passaram a pertencer ao grupo. Depois compraram a argentina Quilmes, a Corona do México e outras na América Latina. O golpe fatal foi a compra da mítica Budweiser (se tornando AB Inbev).

Agora, a empresa global (que é dona do Burger King) capitaneada pelos brasileiros Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira, ofereceu 100 bilhões de dólares para comprar o principal concorrente: a SABMiller!

Se o negócio for fechado, uma de cada três cervejas do mundo será dessa megacorporação!

Vai “dar samba”?

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– A Politicagem que trava o Brasil, de Brasília a Jundiaí.

1- Vejo que se divulga o índice de queda no preço da Cesta Básica. Em Belém, caiu quase 5%! Com tudo aumentando, você acredita nisso mesmo?

2- Ouço que Joaquim Levy, Ministro da Fazenda, disse que nesse novo momento o povo está disposto a aceitar sacrifícios para ajudar o país. Mais alguns?

3- Leio que o Senador Romero Jucá, em entrevista à Revista Veja, diz que o PMDB é a solução para o Brasil e que ele faz parte da mudança. Mas o PMDB já não está no poder e Jucá não é acusado de desvio de verbas, uso de funcionários públicos em campanha eleitoral, abuso do poder econômico e investigado na Operação Lava-Jato?

Brasília pirou!… mas não é só no cenário nacional, também por aqui vemos algumas barbaridades. Por exemplo: compartilho a indagação (e indignação) do Condômino do Residencial Chácara Primavera, Sr Toshio Ishikawa, à respeito do Plano Diretor participativo do Município de Jundiaí, que questiona em email:

“Ouviu a explicação da arquiteta chefe da Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente? (lembrando-me de algumas frases contendo uma espécie de ‘bordão’ que ela adorou):

  1. Por incapacidade de gestores anteriores, o sistema viário de Jundiaí está um caos…
  2. Por incapacidade dos gestores anteriores, Jundiaí perdeu a boa parte da Agricultura local …
  3. Por incapacidade total dos gestores anteriores, Jundiaí cresceu desordenadamente…..
  4. Por incapacidade total do governo estadual, o estado de São Paulo está passando pela maior crise de abastecimento d’água potável..
  5. Por incapacidade e falta de visão, nossos mananciais foram comprometidos e precisou importar a água do Rio Atibaia…’

Afirmo eu o seguinte:

– Afinal, tudo o que é de ruim foi por culpa da incapacidade dos gestores anteriores e do governo estadual atual, …. bonito isso, não é?

Agora,

  1. O prefeito Pedro Bigardi vai recuperar tudo. Legal, não é?
  2. Ainda, ela disse que vai haver a parceria público/privada, de modo que o cidadão com o terreno acima dos 750 metros ou 1.000 metros quadrados onde a Prefeitura disponibiliza benfeitorias públicas (água, iluminação pública, asfalto, etc) será “convidado” a dispor de seu terreno para o uso social…. construindo moradias populares, etc, etc, etc. assim fazer a justiça social… etc e tal. (terreno do cidadão/construção da prefeitura e moradores os necessitados…) A meu ver será parceria (PPP-CaraCÚ) onde a prefeitura entra com a cara e o cidadão….

Então a minha pergunta: Isso será aprovada na Câmara Municipal e tornar-se-á uma Lei. A partir disso, o Sem terra/Sem Teto poderá invadir o terreno ‘terrenão para a Secretária e seus apoiadores’ – em nome do POVO e JUSTIÇA?

Ainda, por exemplo, Tereza Cristina, Malota, etc, esses condomínio/Loteamentos Fechados com metragem igual ou acima dos 1.000 metros, com mansões  e benfeitorias… podem ser desapropriados com a utilização de MSTerra/MSTeto… tudo em nome do JUSTIÇA SOCIAL??

Ou nisso será invocada a tal de DIREITO ADQUIRIDO????????”

Incrível, não. A culpa é dos outros, sempre! E quem paga o preço da demagogia em todas as esferas é a população.

Nem sei quem é a Secretária, não estive na reunião. Mas sei quem é o sr Toshio, sujeito sério, correto, apartidário e ótimo questionador.

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– Marty McFly está para chegar e vai tomar Pepsi!

Quem curtiu “De Volta para o Futuro”, sabe que o Filme 2 acontece exatamente no nosso ano atual: 2015!

O protagonista McFly chegava em 21 de Outubro de 2015 à lanchonete que frequentava em 1985 e que seu pai bebia nos anos 50. E, devido ao Merchandising, ambos pediam Pepsi.

A Pepsi lançará na próxima semana a bebida do filme, chamada de “Pepsi Perfect”, em comemoração à data!

Abaixo, extraído de Meio & Mensagem:

PEPSI CELEBRA CHEGADA DE MARTY MCFLY

Por E.J. Schultz, do Advertising Age


Marty McFly, da trilogia do cinema De Volta Para o Futuro, tem sua chegada programada no futuro para o dia 21 de outubro. E isso só pode significar uma coisa: as marcas que possuam qualquer tipo de ligação com o filme da década de 1980 vão tirar vantagem disso.

Uma das primeiras marcas a trabalhar o case é a Pepsi, que anunciou o lançamento da “Pepsi Perfect”, refrigerante que McFly pediu no segundo filme da trilogia. A bebida será vendida online em quantidades limitadas. Apenas seis mil garrafas de colecionadores serão disponibilizadas e elas não são baratas: cada uma custará US$ 20. Entendeu?

Em relação ao líquido, não há nada terrivelmente especial. O produto é descrito como a Pepsi que é feita com açúcar de verdade.

“A trilogia foi um grande momento para a cultura pop tanto nos anos 1980 e é agora, 30 anos depois”, afirmou em comunicado o diretor sênior de marketing da PepsiCo, Lou Abetter. “Nós estamos ansiosos para nos tornarmos uma parte desse momento e trazer para os fãs algo que apenas Pepsi poderia entregar – e não tem motivo para esperar – o futuro é agora!”.

A Pepsi criou um vídeo para a campanha que foi desenvolvido pela Davie Brown Entertainment. O comercial entrou no ar pela primeira vez no último final de semana durante o programa “Adult Swim”, do Cartoon Netwoork. “Ele só será reproduzido mais uma vez na TV no dia 7 de outubro durante o ‘The Late Show with Stephen Colbert’, de acordo com um porta-voz.

A empresa também planeja distribuir as garrafas especiais durante a Comic Con de Nova York para os 200 primeiros fãs que se apresentarem ao Pepsi Perfect Booth vestido como o McFly.

Também é esperado que a Toyota, que teve um dos seus carros na primeira parte da franquia, faça alguma ação com a data, apesar dos detalhes não terem sido revelados.

A Nike entrou na nostalgia do De Volta Para o Futuro em 2011, quando lançou a edição limitada do tênis Nike MAG, que é o modelo que Marty McFly usou em 2015. Um comercial da campanha contou com a participação de Christopher Loyd, representando seu papel como o Dr. Emmett Brown.

Tradução: Mariana Stocco

– Um país que não te deixa trabalhar… É justo pagar para ser fiscalizado?

Recebemos em nosso Posto de Combustível a fiscalização periódica do Ipem/INMETRO. Ela observa as condições de abastecimento, faz aferições para a conferência de galonagem e outras coisas.

Óitmo. Que todos os postos passem por ela. Sem problema algum por aqui.

O ‘porém” é: o Governo cobrava por bico de combustível R$ 122,00, e reajustou o valor para R$183,60 cada.

Vou repetir: sou obrigado a pagar por bico fiscalizado (não é por bomba) para ser atestado que está tudo bem o valor de cento e oitenta e três reais e sessenta centavos!

Não é um absurdo? Por 8 bicos paguei quase R$ 1.500,00. Não deveria ser obrigado a pagar só quem estivesse em não-conformidade?

Coisas de um Brasil que tem sede de impostos e taxas!

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– O Embate entre “nós” e “eles”

Richard Branson, dono da área Virgin, é reconhecido mundialmente pela astúcia, ousadia e grande capacidade como administrador. Também escreve uma coluna mundial chamada “Direto do Topo”, reproduzida no Brasil pela Exame.

Aqui ele retrata um problema vivido certamente por nós: assumir vitórias e tentar fugir das derrotas. Fazendo uma brincadeira com os pronomes “nós” e “eles”, vemos como a impessoalidade traz problemas na Administração de Empresas:

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0971/secoes/perigoso-embate-eles-572747.html

O PERIGOSO EMBATE ENTRE “NÓS” E “ELES”

Toda empresa que abusa da impessoalidade tem problemas. Se o funcionário não se sente identificado com a companhia, ele não usará jamais o verbo na primeira pessoa do plural

De todas as espertezas gramaticais, nenhuma me irrita mais do que o uso conveniente de construções impessoais. Por exemplo, você pergunta a um vendedor se ele tem um produto qualquer e ele diz: “Desculpe, ficou decidido que a loja não trabalharia mais com essa marca”. No aeroporto, um funcionário da companhia aérea lhe diz: “Fomos informados de que o voo terá uma hora de atraso”. Essa impessoalidade misteriosa é sempre a culpada por todos os problemas. Quando a notícia é ruim, ela costuma ser dada de forma impessoal, ou apenas de maneira genérica com o sujeito “eles”. Ao passo que a notícia boa costuma vir na primeira pessoa do singular. (Como eu gostaria que minha professora lesse isso. Ela achava que eu não prestava atenção nas aulas!) Se a loja tem o produto desejado, o vendedor dirá: “Tenho, sim.” Quando o voo está no horário, o funcionário da empresa diz: “Tenho o prazer de comunicar que o voo 123 sairá no horário programado”.

Essa tendência merece atenção. Toda empresa que abusa da impessoalidade tem problemas. Se o funcionário não se sente identificado com a companhia, em situações críticas ele não usará jamais o verbo na primeira pessoa do singular – e muito menos do plural. Isso é sinal de que não está havendo comunicação entre os diferentes escalões. Em companhias desse tipo é comum que existam problemas generalizados – do desenvolvimento de produtos à prestação de serviços ao cliente. Pode parecer o maior clichê do mundo, mas o maior tesouro de qualquer empresa são seus empregados. Quando se deixa de observar esse princípio básico, o que se tem é esse antagonismo que contrapõe “nós” a “eles” – um embate velado entre as ações e os interesses da massa de funcionários e os principais executivos.

Basta ouvir as queixas mais comuns da equipe de vendas: “Eles (os chefes) nunca pedem nossa opinião para nada”. Ou ainda: “Se nos tivessem perguntado, teríamos dito que não adianta propor soluções abstratas para os problemas concretos que temos”. E o que dizem os executivos? “Parece que eles (os funcionários) não entendem. Será que não percebem que nossas propostas arrojadas vão ao encontro de uma clientela moderna?” Esse antagonismo, que coloca funcionários e executivos em lados opostos, jamais formará um “nós”. Se os empregados se sentem como se estivessem do lado de fora da empresa, de quem é a culpa? Talvez a administração não esteja investindo tanto quanto deveria para que eles se sintam devidamente valorizados. É fácil fazer esse diagnóstico. Basta perguntar a esses funcionários, por exemplo, onde eles conseguem informações sobre os novos produtos da empresa em que trabalham ou onde ficam sabendo das notícias que podem afetá-los. Se a resposta for “nos jornais” ou “no concorrente”, pode ter a certeza de que a empresa para eles é algo muito distante.

Essa queda de braço entre “nós” e “eles” é comum em qualquer grande corporação, portanto os executivos podem estar certos de que vão ter de lidar com isso a vida toda. Às vezes, encontro esse tipo de coisa nas empresas da Virgin. Quando uma pessoa qualquer me diz: “Desculpe, senhor Branson, mas me disseram que não faríamos mais isso”, respondo assim: “Disseram? Desculpe, pensei que você trabalhasse aqui”. Um pouco pesado, talvez, mas não há quem não entenda!

O problema fica pior ainda por causa de nossa dependência excessiva das tecnologias impessoais de comunicação. Um dos maiores desafios de qualquer executivo hoje é fazer com que as pessoas conversem de verdade umas com as outras. Reuniões presenciais e o velho brainstorming são fundamentais para qualquer empresa. Mandar um e-mail com um anexo de PowerPoint pode dar resultado em alguns casos, mas não na maior parte deles. É preciso adotar um estilo mais fluido de comunicação interna entre a administração e os empregados.

Na Virgin Atlantic, quando estamos bolando uma nova cabine para nossos aviões, chamamos o pessoal da administração, de projetos e de marketing para que acompanhem desde o início tudo o que será feito. Um representante do grupo que utilizará a cabine (isto é, um membro da tripulação) fará parte desse grupo, já que ele, em última análise, será responsável pelo sucesso ou pelo fracasso do novo local de trabalho. Se esse profissional não for convocado, corre-se o risco de ouvir o seguinte comentário da tripulação na primeira vez que entrar nessa cabine que custou milhões de dólares: “Hum, que beleza, mas onde fica a cafeteira?” Quando todos participam do desenvolvimento do produto, o projeto não só sai melhor como também potencializa o sentimento de orgulho próprio dos trabalhos em equipe. Todos saem ganhando, inclusive os clientes e os acionistas.

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– Dilma e sua lojinha de R$ 1,99: da falência à Presidência da República!

Pensei que era alguma pegadinha, mas não é: a “Revista Isto É” trouxe a matéria sobre o último comércio administrado pela presidente Dilma Rousseff: uma loja de artigos de 1,99…

Veja que história curiosa,

extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/436885_COMO+DILMA+QUEBROU+SUA+LOJA+DE+R+1+99+E+UM+PAIS+

COMO DILMA QUEBROU SUA LOJA DE R$ 1,99 E UM PAÍS

Pão & Circo. Com esse nome sugestivo, alusivo à estratégia romana destinada a entreter e ludibriar a massa insatisfeita com os excessos do Império, a presidente Dilma Rousseff abriu em fevereiro de 1995 uma lojinha de bugigangas, nos moldes das populares casas de R$ 1,99. O negócio em gestação cumpriu a liturgia comercial habitual. Ao registro do CNPJ na Junta Comercial seguiu-se o aluguel de um imóvel em Porto Alegre, onde funcionava a matriz. Quatro meses depois, uma filial foi erguida no centro comercial Olaria, também na capital gaúcha. O problema, para Dilma e seus três sócios, é que a presidente cuidou da contabilidade da empresa como lida hoje com as finanças do País – recém-rebaixado pela agência de risco Standard & Poors por falta de confiabilidade. Em apenas 17 meses, a loja quebrou. Em julho de 1996, já não existia mais.

Tocar uma lojinha de quinquilharias baratas deveria ser algo trivial, principalmente para alguém que 15 anos depois se apresentaria aos eleitores como a “gerentona” capaz de manter o Brasil no rumo do desenvolvimento. Mas, ao administrar a Pão & Circo, Dilma cometeu erros banais e em sequência. Qualquer semelhança com a barafunda administrativa do País atual e os equívocos cometidos na área econômica de 2010 para cá, levando ao desequilíbrio completo das contas públicas e à irresponsabilidade fiscal, é mera coincidência. Ou não.

Para começar, a loja foi aberta sem que os donos soubessem bem ao certo o que seria comercializado ali. Às favas o planejamento, primeiro passo para criação de qualquer negócio que se pretenda lucrativo. A empresa foi registrada para vender de tudo um pouco a preços módicos, entre bijuterias, confecções, eletrônicos, tapeçaria, livros, bebidas, tabaco e até flores naturais e artificiais. Mas a loja acabou apostando no comércio de brinquedos para crianças, em especial os do “Cavaleiros do Zodíaco”, série japonesa sucesso entre a meninada dos anos 90. Os artigos revendidos pela Pão & Circo eram importados de um bazar localizado no Panamá, para onde Dilma e uma das sócias, a ex-cunhada Sirlei Araújo, viajaram três vezes para comprar os produtos. As mercadorias eram despachadas de navio até Imbituba (SC) e seguiam de caminhão até a capital gaúcha.

Apesar de os produtos ali vendidos custarem bem pouco, o negócio de Dilma era impopular – como a presidente hoje, que ostenta míseros 7% de aprovação. Os potenciais clientes e até mesmo os comerciantes vizinhos reparavam na apresentação mal-acabada da loja, com divisórias de tábua de madeira. “Não entrava ninguém ali”, afirmou ao jornal Folha de S.Paulo Ênio da Costa Teixeira, dono de uma pizzaria próxima. Ao abrir a vendinha de importados, a presidente também não levou em conta um ensinamento básico do bom comerciante: “o olho do dono é que engorda o gado”. Segundo relato dos próprios sócios, Dilma aparecia na loja “eventualmente”. Preferia dar ordens e terceirizar as tarefas do dia a dia, situação bem semelhante ao contexto atual, em que delegou a economia ao ministro da Fazenda, Joaquim Levy e a política ao vice Michel Temer, até este desistir da função dizendo-se boicotado pelo ministro Aloizio Mercadante, da Casa Civil.

Na sociedade da Pão&Circo, o equivalente ao Mercadante era Carlos Araújo, o ex-marido. Era Araújo quem aconselhava Dilma sobre como ela poderia turbinar as vendas. Mas o ex-conjuge se revelou tão inepto quanto o titular da Casa Civil. “Acho que ela não era do ramo”, afirmou o comerciante, André Onofre, dono de um café ao lado. Depois de tantas trapalhadas comerciais, não restou outro destino à lojinha de R$ 1,99 de Dilma senão a bancarrota.

Questionada sobre a mal sucedida experiência no mundo dos negócios, a Dilma comerciante lembrou mais uma vez a Dilma presidente. Há duas semanas, numa espécie de negação da realidade, a presidente rechaçou a “catástrofe” econômica vivida atualmente pelo Brasil. Ao se referir à lojinha, cinco anos atrás, a Dilma comerciante saiu-se com a seguinte pérola: “Quando o dólar está 1 por 1 e passa para 2 ou 3 por 1, o microempresário quebra. É isso que acontece com o microempresário, ele fecha. A minha experiência é essa e de muitos microempresários desse País”. Ou seja, como boa petista, a presidente jogou a culpa em FHC pela malfadada experiência administrativa – que hoje, sabe-se, seria apenas a primeira. Com a agravante que a crise atual, também de sua inteira responsabilidade, atinge milhões de brasileiros. A outra teve alcance bem restrito, afetando somente o seu bolso e as economias de seus sócios. Bem, de todo modo, se Dilma atribui a falência à relação dólar/Real no período em que o negócio esteve em funcionamento, com todo respeito, ela comete um grave erro matemático. Dilma administrou seu comércio de quinquilharias importadas no melhor momento da história do Brasil para se gerir esse tipo de negócio — quando o Real estava valorizado em relação ao dólar. No ano e mês em que a Pão&Circo foi criada – fevereiro de 1995 – o dólar valia R$ 0,8. Quando quebrou, a moeda americana ainda não passava de R$ 1.

O negócio tocado pela então política filiada ao PDT fechou as portas em julho de 1996. Três anos depois ao encerramento da casa de bugigangas em Porto Alegre, Dilma assumiria o cargo de secretária de Minas e Energia na gestão Olívio Dutra (1999-2002). O resto da história, todos sabem.
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– O Mega Escândalo da Volkswagen na Emissão de Poluentes do Diesel

Há pouco tempo, a VW revelou que tinha um revolucionário sistema ecologicamente correto para motores Diesel, que poluíam muito menos e seria um sucesso.

Não é que toda a sua propaganda era enganosa? O sistema “falsificava os dados em vistorias”, mas no dia-a-dia poluía comumente.

Tal escândalo levou à demissão do presidente mundial da Volks!

Toda a história, extraída de Globo.com, abaixo:

ESCÂNDALO DA VOLKSWAGEN: VEJA COMO A FRAUDE FOI DESCOBERTA

Denúncia surgiu neste mês, nos EUA, mas investigação começou em 2009. Inicialmente, montadora negou; depois admitiu fraude em milhões de carros

A Volkswagen está envolvida em um escândalo de falsificação de resultados de emissões de poluentes que levou, inclusive, à renúncia do presidente-executivo do grupo, nesta quarta-feira (23). O escândalo veio à tona na última quinta (17), nos Estados Unidos, mas as suspeitas foram levantadas muito antes. Veja abaixo a cronologia do caso.

2004-2007 – EUA endurecem padrões

O governo dos Estados Unidos endurece os padrões para emissão de óxido de nitrogênio (NOx), um dos principais poluentes resultantes da combustão do óleo diesel. Na época, as autoridades reconheceram que os novos níveis seriam difíceis de serem cumpridos.

2009 – Volkswagen anuncia carros com diesel limpo

A Volkswagen começa as vendas dos modelos de carros diesel que possuem um sistema diferente para cumprir regras de poluentes. Esses motores, chamados EA 189, dispensam o uso de ureia na mistura de gases e água, que ajuda a amenizar o efeito nocivo do óxido de nitrogênio, recurso mais comumente usado por outras montadoras.

2013 – Dados não batem

O baixo nível de emissões de veículos da Volkswagen com motor a diesel chama a atenção de um grupo independente, o Conselho Internacional de Transporte Limpo (ICCT, em inglês), que decidiu estudar o sistema para mostrar como o diesel poderia ser um combustível limpo, junto com a Universidade de West Virginia, nos Estados Unidos.

Eles começaram a analisar 3 carros: um Jetta 2012, um Passat 2013 e um BMW X5, rodando por cerca de 4.000 km entre a Califórnia e o estado de Washington. E constataram discrepâncias entre o nível de emissão observado e os números dos testes oficiais dos modelos da Volkswagen.

2014 – Governo dos EUA é alertado

O ICCT e a Universidade de West Virginia alertam a Agência de Proteção Ambiental (EPA), do governo federal, e o conselho de emissões da Califórnia (CARB) sobre a descoberta.

Na época, A Volkswagen afirmou que estudo era falho e culpou questões técnicas para os resultados. Mesmo assim, a empresa realizou um “recall branco” (quando não há obrigatoriedade e risco à segurança) de 500 mil carros nos EUA, prometendo resolver o caso, mas sem sucesso.

A CARB e a EPA continuaram a tentar encontrar o motivo das diferenças de dados em laboratório e nas ruas.

2015 – Software é descoberto

A EPA descobre que um software instalado na central eletrônica dos carros da Volkswagen altera as emissões de poluentes nesses veículos apenas quando são submetidos a vistorias. O dispositivo rastreia a posição do volante, a velocidade do veículo, quanto tempo está ligado e a pressão barométrica, baixando os poluentes emitidos. Em condição normal de rodagem, os controles do escape são desligados e os carros poluem mais do que o permitido.

18 de setembro de 2015 – Volkswagen é acusada

O governo dos Estados Unidos acusa a Volkswagen de burlar os dados de emissões de gases poluentes a fim de atender à regulamentação do país, e abre um processo criminal. Segundo a EPA, 482 mil veículos com motores a diesel violaram os padrões federais, entre eles Jetta, Beetle (chamado de Fusca no Brasil), Golf, Passat e o Audi A3 –da marca que pertence ao grupo Volkswagen. Os veículos foram fabricados entre 2009 e 2015.

20 de setembro de 2015 – Montadora se desculpa

O presidente-executivo da Volkswagen, Martin Winterkorn, divulga nota se desculpando pela má prática. “Pessoalmente e profundamente lamento muito que tenhamos quebrado a confiança de nossos clientes e do público. A Volkswagen não tolera nenhuma violação, nem de leis, nem de normas”, declarou.

21 de setembro de 2015 –  ‘Ferramos tudo’, diz CEO

“Ferramos tudo. Nossa empresa foi desonesta”, afirma o presidente da Volkswagen nos EUA, Michael Horn, durante o lançamento do Passat, em Nova York.

22 de setembro de 2015 –  Fraude envolve outros países

A empresa admitiu que um dispositivo que altera resultados sobre emissões de poluentes não foi usado apenas nos EUA, mas em 11 milhões de veículos a diesel em todo o mundo, em modelos de várias marcas pertencentes ao grupo. No entanto, não diz quais são os carros, nem em que países eles estão. Winterkorn torna a pedir desculpas, agora em um vídeo divulgado pela montadora.

23 de setembro de 2015 – ‘Chefão’ renuncia

Martin Winterkorn renuncia ao cargo de presidente-executivo e pede demissão da Volkswagem. No entanto, diz que não tem ciência de nenhum erro de sua parte. O Conselho  empresa também diz que Winterkorn “não tinha conhecimento da manipulação de dados de emissões”.

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– Partido Novo, Aécio e Dilma

Ouvi na Rádio Jovem Pan a entrevista do presidente do Partido Novo, a nova agremiação política do Brasil.

Gostei! Parece, de fato, uma terceira via. Mostrou ter uma ideologia liberal, de centro, sem políticos velhacos e viciados no jogo corrupto. Gente trabalhadora cansada dos mesmos nomes. Mostrou-se ético e, de certo ponto, “pixotesco” (no sentido bom da palavra).

De Dilma e o pessoal do PT, cansamos. De Aécio, a decepção por surgimentos de denúncias bem fundamentadas, em especial ao do uso particular por dezenas de vezes do avião do Governo de MG para recreação no RJ.

Tomara que seja uma alternativa o pessoal do Novo!

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– Aérea Indiana proíbe funcionários gordos de voarem?

E se sua empresa reclamasse do seu peso, mesmo sendo um ótimo profissional?

A Air-Índia está medindo o IMC dos seus funcionários. Já proibiu 125 tripulantes de voarem por excesso de gordura!

Extraído de: http://t.co/2c0yi3Ayx2

EMPRESA AÉREA INDIANA PROÍBE TRIPULAÇÃO ACIMA DO PESO DE VOAR

A empresa aérea estatal da Índia irá impedir que 125 tripulantes acima do peso voem, citando uma recomendação da autoridade de aviação civil do país.

Um representante da Air India disse à BBC que a decisão foi tomada com base no documento emitido pela autoridade em 2014. A empresa disse ter alertado 600 tripulantes a “entrarem em forma” no ano passado, mas que 125 não atingiram o peso requisitado, disse.

Autoridades de aviação confirmaram a recomendação, mas acrescentaram que ela era parte de um documento interno, e que eles não comentariam publicamente sobre o assunto.

Segundo eles, a sugestão havia sido feita diante de temores de que tripulantes fora de forma não conseguiriam atuar de forma eficiente em situações de emergência.

Normas internacionais indicam que o Índice de Massa Corporal (IMC) deve estar entre 18-25 para tripulantes homens e entre 18-22 para mulheres.

“Uma equipe acima do peso é um sinal de que uma empresa aérea não está em forma. Você precisa de uma equipe que seja inteligente e ágil que possa complementar a imagem da companhia”, disse o especialista em aviação Kapil Kaul.

No entanto, Tapan Sen, líder do sindicato nacional, negou haver leis que citem restrições de peso para tripulantes de cabine.

Esta não é a primeira vez que a Air India impediu funcionários de trabalharem devido a questões de peso. Em 2009, a empresa demitiu nove mulheres alegando questões de segurança, dizendo que a forma delas poderia “prejudicar a agilidade”.

Em 2004, a companhia envolveu-se em outra polêmica, ao dizendo que potenciais tripulantes e agentes não deveriam ter cicatrizes, acne ou qualquer marca no rosto.

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– O Inventor e o Imitador Inovador do Hamburguer!

Inovar e Copiar andam conjuntamente. Quer exemplos? Abaixo, extraído de Época Negócios, fev/2012, pg 50, por Álvaro Oppermann e Karla Spotorno:

“Na corrida entre INOVADORES e COPIADORES, a vantagem é quase sempre de segundos. De acordo com um estudo recente, 97,8% do valor criado pelas inovações fica com os imitadores. É o que Peter Durcker chamava de ‘imitação criativa’.”

Inventor do bife de hambúrguer, o dinamarquês Louis Lassen, não enriqueceu com sua descoberta, feita em 1900. Hoje em dia, a simpática lanchonete Louis’Lunch, fundada por ele em 1895 em New Haven, no estado de Connecticut, nos EUA, é tocada pelo seu tataraneto, Jeff, como um pequeno negócio familiar. Quem ficou rico foi Edgar Waldo Ingram, fundador da rede White Castle, em 1921 [que copiou a idéia e montou lanchonetes limpíssimas].”
E o que o Mc Donald’s faz hoje?

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– Não sei se cai Lula, Dilma ou Levy; sei que a paciência está esgotando!

A semana foi horrorosa para a Política e para a Economia do Brasil.

  1. Joaquim Levy viu a nota do grau de investimento do país cair. Vai cair com ela também?
  2. Dilma Rousseff viu ser divulgado um relatório que durante o seu Governo a Petrobrás perdeu 200 bilhões de dólares. Cairá em breve?
  3. Lula viu a Polícia Federal pedir ao STF que seja investigado, pois provas surgem contra ele e precisam ser comprovadas (vide as publicações semanais). Enfim, a “casa” caiu?

O grande problema é que com tamanha corrupção e má gestão pública, quem sofre, para variar, é o povo.

Aliás: eu não queria essa atual administração. Por quê tenho que ter meus impostos aumentados como o Ministro da Economia quer? Juro que gostaria que a lei fosse dirigida EXCLUSIVAMENTE a quem votou nessa turma! Claro que isso é impossível…

Em tempo: a Revista Época desta semana mostra que uma das propostas para elevar a arrecadação é o aumento da CIDE sobre os combustíveis, passando dos atuais R$ 0,22 que a compõe, para R$ 0,60!

Além desse absurdo, o duro é aguentar o ex-presidente Lula dizer contraditoriamente que “a perda do grau de investimento não significa nada”, sendo que quando tivemos o aumento da nota (em sua administração), declarou que “era um passo significativo para novos investimentos no Brasil e a marca da credibilidade do Governo”.

Mudou o discurso por qual motivo?

Não sou petista, nem peessedebista. Sou um humilde comerciante que não aguenta mais pagar impostos e ver meu suado dinheiro (que não é nem o que sobra, é o que entra para pagar contas) indo embora na mão desses corruptos!

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– McWhopper não vingou. Teremos a união do Burger King e o McDonald’s algum dia?

Causou alvoroço: recentemente, o Burger King sugeriu ao seu maior rival, o McDonald’s, a criação de um lanche: o BigMacWhopper, numa excepcional ação de marketing, a ser comercializado no dia 21 de setembro, considerado em alguns países o “dia da Paz”.

Não aceita a proposta, através da rede social Tumblr, o Burger King sugeriu outra ação: a criação do “The Peace Day Burger”, juntando outras redes de fast food (incluindo a brasileira Giraffas). Para essa iniciativa, o McDonald’s ainda não respondeu…

Dará certo?
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– Jogadores como Sacas de Café ?

Há pessoas que tem o dom de escrever bem em analogias. Leio o artigo “A CBF tem que acabar” sobre “exportação de café e futebol”!

Não resisti: compartilho-o pelo excepcional texto e conjunto de idéias as quais tenho certeza de que as pessoas que prezam pela lisura e competência no esporte gostarão. Nele, há dados impressionantes.

Extraído da Revista Superinteressante, Ed 336, pg 30-31 (Agosto/2014).

A CBF TEM QUE ACABAR

Por Alexandre Versignassi e Guilherme Pavarin

O Porto de Santos é a cafeteira do mundo: um terço do café torrado na Terra passa por ali, numa jornada que começa nas fazendas do Brasil e termina nas xícaras de Madri, Milão, Moscou, Kiev… Não só nas xícaras. O maior comprador do nosso estimulante preto, ao lado dos EUA, é a Alemanha. Mas eles não tomam tudo. Revendem uma parte razoável, porque é um negoçião: os alemães pagam mais ou menos R$ 400,00 em cada saca de 60 quilos e reexportam para o resto da Europa por R$ 800. Sem industrializar nada, só revendendo café “cru” mesmo, do jeito que ele sai das roças daqui. Não é malandragem, é logística: eles podem fazer isso graças à sua malha ferroviária cheia de tentáculos, veias e artérias. Reexportar dali para o resto da Europa é fácil. Num ano típico, os caras importam 18 milhões de sacas e revendem 12 milhões. Isso faz da Alemanha o terceiro maior exportador de café do mundo, atrás apenas do Brasil e do Vietnã. Tudo sem nunca ter plantado um pé de café.

Tem mais: das 6 milhões de sacas que ficam dentro da Alemanha, uma parte vai para Schwerin, uma cidadezinha de conto de fadas perto da fronteira com a Dinamarca. Por lá, os grãos brasileiros reencarnam na forma de cápsulas de Nespresso. E ganham preços que até outro dia só eram praticados no mercado de outro estimulante – branco. Um quilo dessas cápsulas acaba saindo por R$ 400,00 no varejo, quase 70 vezes o quilo do café cru. É 70 X 1 para a Alemanha.

No futebol é parecido. Exportamos o material cru, os atletas jovens, e importamos o produto acabado – não exatamente os jogadores, porque quando eles voltam geralmente estão é acabados mesmo. O que a gente compra é o espetáculo. Por mais que ninguém torça de verdade por um Real Madrid ou por um Bayern, todo mundo entende que o futebol para valer está lá fora, e que o Campeonato Brasileiro, na prática, é só uma série B do futebol mundial.

Um segunda divisão que alimenta a primeira com uma voracidade extrativista. O Brasil é o maior exportador mundial de jogadores, ao lado da Argentina. Vende por volta de 1.500 atletas/ano. Não faz sentido. Guido Mantega à parte, ainda estamos entre as dez maiores economias do planeta, à frente de destinos futebolísticos consagrados, como a Espanha e a Itália. Mesmo assim, nosso futebol não tem força econômica para reter pé-de-obra, e não para de ceder atletas para Madri, Milão, Moscou… E Kiev.

Até para a Ucrânia, que tem um PIB menor que o da cidade de São Paulo, a gente perde jogadores. Entre os atletas menos estrelados é pior ainda. Se o cara não consegue vaga nos times grandes daqui, qualquer tralha leva: Chipre, Malta, Bulgaria… Em 2013,

20 foram para o Vietnã, e dois ajudaram a engrossar a população das Ilhas Faroe, que tem 50 mil habitantes e PIB menor que o de Matão, uma cidade no interior de São Paulo (R$ 5 bilhões).

Até os 7 X l, o único patrimônio realmente sólido do futebol nacional era a Seleção. Sólido e lucrativo: a CBF faturou R$ 478 milhões com o time nacional em 2013. Só o patrocínio da camisa de treinos do time trouxe R$ 120 milhões. A Alemanha, segunda colocada nesse ranking, só levantou R$ 40 milhões com a dela. A Argentina, com Messi e tudo, R$ 10 milhões.

(…) Os 13 maiores clubes do País somam R$ 4,7 bilhões em dívidas. Tudo fruto de um péssimo gerenciamento, cuja inspiração vem lá de cima, da Confederação Brasileira de Futebol. Por essas, qualquer solução para o esporte passa pelo fim da CBF. Pelo fim do modelo atual, pelo menos. A entidade, hoje, é tão democrátíca quanto um feudo do século 13. Só existem 47 votantes para a presidência – 20 clubes da série A mais 27 federações estaduais. Ou seja: um colégio eleitoral altamente manipulável, que garante reeleições eternas para quem estiver lá em cima. (…).

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– E se os Ministros tivessem que responder chamada da Presidente?

A presidente Dilma Rousseff irá reduzir o número de ministérios. Dos absurdos 39, 10 poderão deixar de existir. Fala-se à boca pequena que um superministério poderia ser criado e oferecido ao ex-presidente Lula. Talvez sim, talvez não.

O certo é: será que, de bate-pronto, Dilma consegue dizer quais são os 39 ministérios e o nome de cada um dos ministros, sem titubear?

Hum… não sei. Mas sei que precisamos de uma reforma ministerial urgente, para ter uma maior economia de gastos e maior eficiência do país!
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– Nextel estará a venda após fugir da falência?

Ela foi um sucesso como rádio, mas na briga entre as empresas de telefonia, sucumbiu! Saindo da recuperação judicial, possivelmente a Nextel será vendida!

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/blogs-e-colunas/post/20150825/missao-valim-preparar-nextel-para-venda/7343

MISSÃO DE VALIM É PREPARAR NEXTEL PARA A VENDA

Apesar de ter tido em entrevista ao jornal Valor de que “não há qualquer transação em discussão” e que uma eventual venda só faria sentindo “se tiver mais valia”, até as pedras sabem que a missão do executivo Francisco Valim, novo presidente da Nextel, é preparar a empresa de telefonia para a venda.

Em outras palavras, Valim terá de embelezar a noiva para valorizar seu dote para um futuro pretendente. Esse é o plano desenhado pela NII Holding, empresa que controla a Nextel, que saiu da recuperação judicial no fim de junho deste ano, com a aprovação de seu plano de reestruturação.

Com graves problemas financeiros, a empresa vendeu seus ativos no Peru, Chile e no México nos últimos anos, para concentrar seus investimentos no mercado brasileiro, o único lugar onde mantém atualmente operação.

Apesar das dificuldades, a Nextel até que conseguiu um relativo sucesso em sua estratégia brasileira, em especial nas cidades do Rio de Janeiro e em São Paulo.

No Rio de Janeiro, por exemplo, a operadora atingiu uma participação de mercado de 13,1% em maio deste ano, segundo a consultoria Teleco, passando a TIM em celulares pós-pagos (a Nextel não atua em pré-pago). A previsão é que ultrapasse a Oi até o fim de 2015.

Em São Paulo, sua participação de mercado saiu de 2,8% para 6,7%, em maio deste ano, mas atrás das principais empresas do setor – Vivo, Claro, TIM e Oi.

De janeiro a maio, segundo a Teleco, a Nextel foi a terceira empresa em adições líquidas de celulares, atrás apenas de Vivo e TIM, com 490 mil de aparelhos, e à frente de Claro e de Oi.

Procurada, a Nextel não se pronunciou até o fechamento deste post.

Se comercialmente a Nextel mostra sinais de recuperação, há muito o precisa ser feito na parte financeira – exatamente a especialidade de Valim.

No ano passado, a receita da companhia encolheu 6,2% no Brasil, para R$ 3,9 bilhões. O prejuízo de R$ 1,9 bilhão representou uma alta de 106,7%.

No segundo trimestre de 2015, a receita de R$ 983 milhões representa uma queda de 8% em relação ao mesmo período do ano passado. A geração de caixa, no trimestre, foi negativa, assim como a margem Ebtida.

Mesmo assim, não faltam rumores que há interessados em comprar a Nextel. Nos últimos dias, o boato mais forte envolvia a TIM – fato negado pela operadora de origem italiana, em comunicado a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Para fazer uma oferta pela Nextel, a TIM teria de agir nos bastidores para resolver um imbróglio regulatório, afinal há sobreposições de licenças entre as duas empresas, o que não é permitido pela legislação brasileira.

A AT&T será peça-chave nesse xadrez do mercado de telecomunicações brasileiro. A operadora americana é dona da Sky, que atua no mercado de tevê por assinatura via satélite. No México, ela comprou a operação da Nextel, em janeiro deste ano, por IS$ 1,875 bilhão.

Os movimentos da companhia americana serão fundamentais no processo de consolidação do setor. Não se sabe ainda se ela vai aprofundar seus investimentos – e, nesse caso, a Nextel seria um alvo óbvio – ou tirar o pé do acelerador. Nesta opção, a Sky poderia parar nas mãos da Vivo.

Executivo com formação na área financeira, Valim é constantemente lembrado pelo processo de reestruturação da NET, que comandou em momentos críticos em meados dos anos 2000.

Mais recentemente, ao ser presidente da Oi, ele deixou a companhia depois de brigar com os controladores, que não concordaram em abrir o caixa e investir mais, como pedia o executivo.

Na Via Varejo, holding do Casino que controla a Casas Bahia e o Ponto Frio, teve uma rápida passagem de apenas oito meses.

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– E a Segurança Industrial da China? Nova preocupação mundial?

Se não bastassem as queixas contra as condições de trabalho dos operários e a falta de democracia (coisas que os direitos humanos deveriam agir com mais contundência e não faz), agora nasce um outro problema na China: a segurança industrial!

Na região do Porto de Tianjin, uma explosão matou na semana passada 114 pessoas e feriu outras 700. Impressionante a imagem feita do céu, deixando uma cratera gigantesca vista do alto.

Será que para produzir a custo baixo vale a pena o trabalho escravo e as péssimas condições na produção?

Enquanto existirem consumidores dispostos a comprarem com ciência disso, haverá esse tipo de situação.

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– A Vez dos Office “Velhos”?

Vejam que bacana: ao invés de office-boys, em São Paulo surge uma nova categoria: os office-velhos. Remuneração razoável, carteira registrada e alguns benefícios que os agradam são os atrativos. Abaixo:

Extraído de: http://is.gd/3lOj0w

FILA ESPECIAL E ÔNIBUS GRÁTIS SÃO ATRATIVOS PARA O AVANÇO DOS “OFFICE-VELHOS”

por Mariana Sallowicz

Apesar de estar aposentado há cinco anos, o auxiliar administrativo Nilson Lúcio, 64, não pensa em parar. Ele trabalha como “office-velho” -como vem sendo chamado o profissional da terceira idade que atua como contínuo. Ele vai a bancos no centro do Rio ao menos duas vezes por dia para pagar contas, fazer transferências e depósitos da empresa em que trabalha. Também faz outros serviços administrativos. A categoria vem crescendo na medida em que os idosos têm prolongado a permanência no mercado de trabalho. Segundo o IBGE, 40% dos homens com 60 anos ou mais estavam ocupados em 2011. Já as mulheres somavam 17%. Para as empresas, além da vantagem de ter um profissional mais experiente e responsável, os “office-velhos” representam economia de tempo e dinheiro já que, dependendo da idade, têm acesso à fila especial nos bancos e gratuidade no transporte público -válida a partir dos 65 anos em São Paulo e Rio. Em São Paulo, o benefício no ônibus começa aos 60 anos. “O número de empresas que contratam idosos para fazer serviços bancários tem aumentado. O problema é que muitas não empregam formalmente”, afirma João Batista Inocentini, presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados. Não foi o caso de Lúcio. Ele foi registrado após ter ficado quase um ano desempregado. “Quando aposentei, não consegui me acostumar, fazia bicos. Até que me chamaram para fazer esse serviço.” Segundo ele, um dos pontos que contaram a seu favor foi a experiência. Quando vai ao banco, usa a fila especial. Um dia, conta, um rapaz ficou gritando quando ele entrou na fila de idosos. “Ele achou que eu não tinha 60 anos. Algumas pessoas não respeitam quem está na fila especial, olham feio, mas não me importo.” Inocentini confirma que há reclamações. “Já estamos discutindo a possibilidade de criação de outra fila, para idosos que trabalham.”

SAÚDE

A economista do IBGE Cristiane Soares diz que os profissionais têm prolongado a permanência no mercado devido ao envelhecimento com mais saúde. “A expectativa de vida vem aumentando com avanços na área de saúde.”

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– Veículos menos poluentes do Brasil

Essa vem do relatório “Indicadores de Desenvolvimento Sustentável do IBGE”; Sistema Onda Verde do IBAMA e do Laboratório de Poluição Atmosférica da Universidade de São Paulo: Hoje, os carros novos estão bem adequados à lei que coíbe poluição por gás carbônico. Agora, a preocupação é com o Ozônio, formado da reação do óxido nitroso + hidrocarbonetos.

Quer saber quem mais emite esses gases?

  • os carros que mais poluem óxido nitroso (em g/km)
  • 91,7% do limite máximo da lei: Chery Tiggo, Kia Carnival e Renault Symbol
  • 86,7%: Fiorino Ambulância e Uno Ie 1.3
  • 85,8%: Celta 1.4 e Prisma 1.4
  • os carros que menos poluem óxido nitroso (em g/km)
  • 1,7% do limite máximo da lei: BMW 135, Ford Fusion, Nissan Livinia e Porsche 911
  • 2,5%: Nissan Tiida
  • 3,3%: Tucson 2.7
  • ————————————————————————
  • os carros que mais poluem hidrocarbonetos (em g/km)
  • 100% do limite máximo da lei: BMW 530, Fiat Strada Trekking, Mitsubishi L200, Pajero Sport, Renault Logan, Renault Sandero, Renault Symbol e Subaru Forester
  • 98%: Fiat Palio, Fiat palio Weekend e Fiat Siena 1.0
  • os carros que menos poluem hidrocarbonetos (em g/km)
  • 0%: VW Gol, Renault Kangoo, Renault Megane
  • 4%: Nissan Sentra

– Obrigado por nada, Banco Itaú!

Poucas vezes vou ao banco, estrutura física. O que posso fazer, utilizo pela Internet.

Mas não é que à tarde toda as agências do banco Itaú ficaram sem receber, pagar, depositar, sacar, ou qualquer outra coisa que possa fazer?

Nem pelo atendimento humano, tampouco pelos caixas eletrônicos?

E se meu saldo ficou descoberto porque o banco não permitiu que eu depositasse: o Itaú irá me abonar de juros?

Idem para quem não conseguiu pagar suas contas em suas próprias agências…

Com o lucro bilionário que têm (R$ 5 BI NO ÚLTIMO TRIMESTRE), os bancos não podem permitir tais graves falhas.

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– Coca versus Pepsi, de 290 para 350: uma criativa invenção!

Curiosidade: uma idéia que perdurou: a criação da latinha de refrigerante de 350 ml, pelo Departamento de Marketing da Pepsi, em 1930!

Sabe por que surgiu?

Para concorrer com a garrafa da Coca-Cola, já que era mais vantajoso o preço de venda de uma latinha Pepsi de 350ml do que uma garrafa de 290ml Coke. Aliás, a Coca-Cola só lançou sua latinha em 1959!

– Sobre a Greve dos Árbitros: reflexões!

Marco Antonio Martins, presidente da ANAF (Associação Nacional dos Árbitros), sugere que se discuta uma greve dos juízes de futebol após a presidente Dilma vetar o direito de arena para a categoria.

A entidade havia pedido 5%, o projeto final apresentou apenas 0,5% e ainda assim a presidente Dilma o barrou.

Gozado, por outras causas de remuneração não vimos o mesmo vigor e contundência, tais como à propaganda gratuita feita pelos árbitros a parceiros da CBF e à profissionalização da categoria.

Veja as marcas que são expostas pela CBF na camisa dos árbitros! Em alguns estaduais, os juízes viraram out-doors! Pergunto: quanto é que os árbitros estão recebendo desses patrocinadores?

A pergunta principal, mais importante ainda: a ANAF está brava com o veto da presidente Dilma de 0,5% aos árbitros. Mas por quê não fica brava com a própria CBF, que nada paga para usá-los como propaganda ambulante?

E aí vale discutir 3 pontos:

  1. – Os anúncios estão em conformidade com os dilemas éticos que a FIFA estabelece? Em São Paulo, queria-se estampar Crefisa e a própria FIFA proibiu.
  2. – O número de anúncios e seus locais onde se estampam publicidade atendem as exigências da FIFA? Aliás: só podem ser colocadas nas mangas da camisa! Portanto: estão com publicidade irregular.
  3. – Quais os valores pagos aos árbitros pela ANAF, repassados pela CBF, para fazerem a propaganda?

É por isso que questiono A TOTAL INDEPENDÊNCIA DESSAS ASSOCIAÇÕES. O senhor Marco Antonio Martins, que é uma pessoa idônea, trabalha como observador da CBF e é o presidente da ANAF. Como ele vai brigar pela ANAF contra a CBF? Se a CBF tem descaso na luta pelo direito de Arena dos seus árbitros e ainda por cima os usa como publicitários sem remuneração, por quê a ANAF não ameaçou fazer greve contra a CBF para que os árbitros recebam das marcas que ostentam em campo?

Idem ao senhor Arthur Alves Júnior, secretário da ANAF e presidente do Sindicato Paulista, que exerce concomitantemente a função de membro da Comissão de Árbitros da FPF. Se um árbitro quiser se queixar contra os cartolas do apito de SP, irá ao seu sindicato e deparará com um dos próprios funcionários que deseja se queixar!

Insisto: são pessoas honestas em cargos de INCOMPATIBILIDADE.

O mais interessante é que a CBF, contrária à MP do futebol, ficará muito feliz com essa situação… Afinal, já que Marco Polo não pode parar o campeonato por conta própria pois está sem moral, se apropriaria de um terceiro interessado.

Calma: não estou dizendo que é um locaute, uma situação disfarçada, pois penso que não haverá greve. Mas duvido que árbitros se mobilizem por conta própria para uma paralisação. E se acontecer, que seja não só pelo direito de arena, mas pela PROFISSIONALIZAÇÃO!

É curioso: por quê os sindicatos e associações de árbitros NUNCA defendam que a milionária CBF banque um grupo de árbitros com carteira assinada, FGTS, INSS e férias?

Reflita sobre isso.

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– TAM e LAN virarão definitivamente LATAM Airlines. Uma boa?

Não sei se o nome pegará. Soa meu feio, mas… o certo é que a chilena LAN com a brasileira TAM, desde que se uniram, criaram a LATAM. Agora, anunciaram que paulatinamente abandonarão a marca TAM e LAN e usarão o nome da holding: LATAM Airlines!

Extraído de: http://t.co/y6QVqwn664

TAM E LAN USARÃO MARCA ÚNICA

Por André Jankaviski

Após três anos da conclusão da fusão, as companhias aéreas LAN e TAM anunciaram a adoção de uma marca única. O nome escolhido foi o Latam, o mesmo da holding formada em 2012.

A mudança completa da comunicação de check-ins, pinturas de aviões e uniformes será iniciada no primeiro semestre do ano que vem e realizada de forma gradual até 2018. O custo para todas as alterações é estimado em US$ 40 milhões.

“Ocorreram muitas conversas e até mesmo discussões na criação da nova marca”, afirmou Maurício Rolim Amaro, presidente do conselho da empresa, em evento para jornalistas ocorridos na manhã da quinta-feira 6. “Mas chegamos a um denominador comum e satisfatório para todos.”

A nova bandeira surge com o objetivo de ser uma potência sulamericana dentro do mercado global de aviação. “Sabíamos que seria difícil deixar de lado duas marcas fortes e criar uma nova”, disse Enrique Cueto, comandante da Latam. “Mas precisávamos tomar essa iniciativa para criar uma marca com penetração mundial.”

Segundo a CEO da TAM, Cláudia Sender, a mudança já era prevista desde a finalização do processo de fusão, mas que precisava ser realizada da maneira mais correta e detalhada possível.

Criado pela própria empresa em parceria com a Interbrand, o novo logotipo é inspirado no mapa geográfico da América do Sul. As cores azul e vermelho, de LAN e TAM, respectivamente, ainda estão presentes. De acordo com o diretor de marketing da companhia, Jerome Cadier, a comunicação para o público deve ser feita de maneira mais lenta também devido ao alto custo da mudança das pinturas dos aviões.

“Nenhuma empresa consegue fazer todas essas alterações de maneira repentina”, diz Cadier, que não crê que a nova bandeira poderá sofrer mais resistência do público em um período turbulento da economia brasileira. “Preferiríamos que fosse em um cenário mais positivo, mas decidimos não alterar o cronograma inicial.”

Apesar das mudanças, as empresas continuam operando de forma separada e todos os executivos manterão os seus cargos. Isso ocorre, segundo Cláudia Sender, por respeito às legislações de cada país, que obrigam as empresas de aviação a manter operações próprias dentro da nação de origem. “Até segunda ordem, continuo com o cargo de CEO da TAM”, disse Cláudia, arrancando risos dos presentes.

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– A MP do Futebol, suas alíquotas, a revolta do contribuinte comum e o veto ao direito de arena dos árbitros!

A presidente Dilma Rousseff sancionou a Medida Provisória que regulamenta a Gestão dos Clubes de Futebol e cobra suas dívidas. Diante disso, aqui vai um desabafo de um pobre comerciante que não aguenta mais pagar imposto, que sente a crise econômica na carne e que ainda por cima tem que ler no noticiário as benesses aos inadimplentes clubes de futebol.

As dívidas dos times acumuladas à União são bilionárias, em especial ao INSS. Deixe você, simples mortal, de pagar imposto para ver o que acontece. A MP do Futebol, basicamente, permite que os clubes que optarem pelo Reffis possam continuar com a mesma forma de administração atual. Mas os que aderirem ao novo modelo proposto, tornando os clubes como empresas e cercados por várias responsabilidades, terão benefícios fiscais importantes. Abaixo:

Empresas normais pagam 7,6% de Cofins. Os clubes de futebol pagam hoje (ao menos, deveriam pagar) 3%. E se aderirem a MP do Governo, pagarão 1,71%.

Isso é justo a mim, a você ou a qualquer contribuinte que labuta de 2a a 2a e procura pagar todas as suas contas em dia? O CALOTEIRO, O PICARETA E O FRAUDADOR TEM VANTAGENS NESSE PAÍS!

Quer mais?

Eu recolho 20% de INSS. Os clubes, só 5%. E quem aderir à MP… 1%. A Contribuição Social (CSLL) está na casa de 9%, e os clubes pagarão míseros 0,66%. O Imposto de Renda está na absurda alíquota de 25%, mas para o Corinthians, Flamengo, Grêmio ou qualquer outro que aderir será de ínfimos 1,26% (em tempo: esse item foi vetado)!

É moleza ou não? E as dívidas já efetuadas terão os juros amortizados, parcelados por 20 anos e outras regalias.

Quando é que o comerciante tem tanta mordomia desse jeito junto ao Governo? Se a bancada do futebol (o lado ético dela) quer por em ordem a conta negativa, e tem que bater de frente com a bancada da CBF (a bancada não-ética do futebol) que quer manter o mesmo status quo de inadimplência e de nenhuma cobrança do Governo, que faça; mas não é correto que outros setores da atividade econômica arquem com esse ônus!

Vou fechar o meu estabelecimento comercial, demitir meus empregados e montar um clube de futebol. Darei calote nos impostos, atrasarei o pagamento de salários e não justificarei as entradas e saídas de dinheiro. Quem sabe me torno beneficiado pelo Governo também.

Aliás, por quê – e isso é um questionamento sério – o Bom Senso FC (ONG de atletas que luta pelos direitos dos jogadores) não pede também o fim da burla fiscal (porém, que está dentro da lei) na qual os jogadores apresentam notas fiscais como prestadores de serviço (pagando menos tributos), ao invés de que se registre TUDO em carteira de trabalho (CTPS) e se pague os devidos impostos?

Por fim: a presidente Dilma vetou o Direito de Arena dos Árbitros de Futebol, que era de míseros 0,5%. E onde estão os sindicalistas da arbitragem nessa hora?

Respondo: estão TRABALHANDO COMO EMPREGADOS DOS “PATRÕES” (QUE DEVERIAM SER QUESTIONADOS), como assessores da Comissão de Árbitros da FPF, observadores da CBF ou algum cargo que o valha. É nítida a incompatibilidade de cargos de presidentes de Sindicatos, Associações e tantas outras entidades que pregam a defesa dos árbitros de futebol. Onde estava o lobby pró-categoria, descompromissado de CBF e suas federações?

Em um país sério e independente, os árbitros parariam o campeonato por diversos motivos justos. Mas isso é só uma pequena ponta da imundice das relações do futebol com a sociedade brasileira.

EU, que nunca dei calote, pago meus impostos em dia, trabalho em conformidade com a lei, QUERO AS MESMAS BENESSES DO PESSOAL DO FUTEBOL!

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– Bradesco compra o HSBC

Com quem pode, não se brinca!

O Bradesco comprou o HSBC (sua operação no Brasil) por R$ 17.600.000.000,00. Se você se assustou com tantos zeros, saiba que tal valor corresponde a US$ 5,186 bi.

Pudera, com o que estão cobrando de tarifas e juros… diga-se o mesmo a Itau, Santander e tantos outros.

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– New York, Boston, Rio de Janeiro e Jogos Olímpicos!

Confesso: tenho inveja dos prefeitos americanos em relação à responsabilidade dos gastos com o dinheiro público.

Enquanto que a cidade do Rio de Janeiro gasta horrores com as obras para a Olímpiada de 2016 (e esse dinheiro é composto por verbas municipal, estadual e federal), nos EUA, duas cidades abandonaram a disputa com motivos justos e honrosos!

No ano passado, Bill de Blasio, prefeito de NY, abandonou a disputa para ser cidade-sede dos jogos de 2024 com a seguinte justificativa:

Queremos tomar decisões de desenvolvimento baseados em políticas públicas sólidas e não ir a uma direção particular apenas para atender as necessidades de um evento de 17 dias. A cidade tem outras prioridades e não quer concentrar recursos para um evento curto. Saia as ruas e pergunte ao cidadão de New York se ele quer que a cidade e seus esforços sejam direcionados para um evento de três semanas em dez anos, ou se deve arregaçar as mangas e lidar com todos os demais desafios imediatos? Acho que a vasta maioria diria: ‘prefiro assistir ao evento em um telão grande em minha casa’. É o que penso.

Boa! Enquanto isso gastamos o que temos e o que não temos, fadados ao fracasso. Mas pensa que só o novaiorquino pensou no custo?

Boston, outra cidade que pleiteava 2024, retirou a sua candidatura na semana passada. Segundo o prefeito Martin Walsh:

Percebemos que não teríamos investidores privados e que precisaríamos usar dinheiro público. E a receita dos impostos dos cidadãos precisa ser respeitada“.

Quando é que vimos algum político brasileiro dizer algo assim e agir dessa forma, não?
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– Empresas Inovadoras e a necessidade de inovar!

Olha que bacana: a Revista Época trouxe uma matéria interessante sobre inovação e inovadores, além das dificuldades que elas possuem no dia-a-dia, especialmente em relação aos rumos e a concorrência.

Abaixo, extraído de: http://is.gd/1o4SW7

AS EMPRESAS DO MUNDO DIGITAL NÃO SÃO TÃO DIFERENTES ASSIM

Elas têm a fama de ser irreverentes e inovadoras. Na realidade, sofrem dos mesmos dramas que todas as corporações

por Rafael Barifouse

Toda empresa digital que se preze narra uma história épica para definir sua origem. É a garagem onde Steve Jobs e Steve Wozniak criaram o primeiro computador pessoal e a Apple. O encontro fortuito entre Larry Page e Sergey Brin, a dupla do Google, na Universidade Stanford. Ou a solidão de Mark Zuckerberg em seu dormitório de Harvard, onde nasceu o Facebook. Seus fundadores costumam proclamar-se ícones de novas corporações, cujos princípios misturam a informalidade nos trajes e os ideais comunitários da contracultura à ambição inovadora e à competitividade dos grandes empreendedores. O mundo corporativo tradicional é visto como um ambiente de torpor e sisudez. Os empreendedores digitais nunca estão interessados apenas no negócio – querem mudar o mundo. Tal narrativa costuma vir embalada em palavras de ordem e slogans revolucionários – “Pense diferente”, da Apple; ou “Não seja mau”, do Google. “É uma promessa atraente. Entretanto, sugere uma nova leva de livros de negócios, essas corporações não agem de modo tão diferente. Elas podem não ser exatamente más, mas sua abordagem da influência e do crescimento persegue um caminho bem repisado, implacável”, escreve na revista The New Yorker o jornalista Nathan Heller. “Atrás delas, paira a sombra pesada das empresas disseminadas, gananciosas e tacanhas de outrora.”

Um dos livros recentes é A eclosão do Twitter (Companhia das Letras), de Nick Bilton, repórter e colunista do jornal The New York Times. Até há pouco tempo, a lenda original do Twitter era narrada assim: Jack Dorsey era engenheiro da Odeo, uma empresa de rádio on-line à beira da falência que pedira aos funcionários ideias em busca de uma salvação. Dorsey propôs um sistema de mensagens em que o usuário informava o que fazia. A ideia, prossegue a lenda, surgiu quando ele era criança – e voltou anos mais tarde, quando viu um sistema parecido em táxis.

Essa versão da gênese do Twitter foi reproduzida por toda reportagem que tentou narrar as transformações trazidas pelas mensagens de 140 caracteres. Bilton conta que não foi bem assim. Ele relata uma criação bem mais colaborativa. Dorsey teve a ideia, mas não teria feito nada com ela se o criador da Odeo, Noah Glass, não o tivesse estimulado. Foi Glass quem batizou a empresa e deu ênfase à conexão de pessoas. Evan Williams ajudara Glass, seu amigo, a abrir a Odeo com o dinheiro ganho com a venda da rede de blogs Blogger ao Google. Foi sob seu comando que o Twitter se converteu numa forma de compartilhar o que ocorria no mundo, por meio de informações e  notícias, não apenas relatos narcisistas do tipo “o que estou fazendo”. Como instrumento de mobilização no Oriente Médio e canal de notícias em tempo real, o Twitter ganhou fama mundial. Por fim, Biz Stone, o quarto cofundador, foi seu eixo moral. Lutou para manter o serviço politicamente neutro, ao negar pedidos do governo por informações dos usuários. Sem qualquer um dos quatro, o Twitter dificilmente seria o que é hoje. “Esse tipo de mito é comum no Vale do Silício”, diz Bilton. “Um cara diz que teve uma ideia no bar e, anos depois, ela vira  um negócio bilionário. Raramente é verdade. As pessoas contam essa história para aparecer bem na foto, mas normalmente é algo construído por um grupo. Quando a lenda funciona, essas pessoas ganham o poder que buscavam.”

Como quase sempre acontece quando há poder e dinheiro envolvidos, disputas pelo controle do Twitter se seguiram. De forma intensa para os padrões do Vale do Silício. Considerado inapto para gerir a empresa, Glass foi tirado do comando por Williams, com apoio de Dorsey. Foi apagado da história do Twitter. Dorsey assumiu a presidência, e não fez um bom trabalho. Insatisfeito, Williams obteve o apoio de investidores para demitir o amigo e assumir o posto. Magoado, Dorsey peregrinou pela imprensa contando a origem do Twitter como seu grande protagonista. Depois levou a cabo a segunda parte da revanche. Como Williams demorava para decidir e tinha um fraco por contratar amigos, deixou insatisfeitos os investidores. Dorsey captou a insatisfação, a levou ao conselho e tirou Williams da presidência. Nada disso chegou ao mercado. Para todos os efeitos, o Twitter era uma típica empresa digital, repleta de mentes brilhantes que mudavam o mundo enquanto jogavam videogame e pebolim. Parte disso era verdade.

Pouco depois da demissão de Williams, o rapper Snoop Dog fez um show improvisado no refeitório do Twitter. Cantava e fumava maconha, enquanto os funcionários dançavam sobre as mesas, enebriados. Quando soube da balada, Dick Costolo, o novo presidente, ficou furioso. Prometeu que seria a última vez que algo assim ocorreria. “Está na hora de o Twitter crescer”, afirmou. Desde então, o número de usuários mais que dobrou (para 550 milhões), a receita multiplicou-se por dez (hoje são US$ 583 milhões por ano), e os funcionários fora de 200 para 2.300. No início de novembro, o Twitter entrou na Bolsa de Valores com valor de US$ 25 bilhões.

A transição da adolescência para a fase adulta corporativa parece ser inescapável às companhias digitais. Nesse período, jovens empreendedores descolados se transformam em capitalistas preocupados com prazos, resultados e capitalização da companhia. A lenda original desvanece e dá lugar à gestão profissional e aos conflitos de acionistas. Mas o mito original ainda circula, como imagem externa (e eterna) da empresa.

Dois outros livros citados por Heller – um sobre a Amazon, outro sobre a disputa entre Apple e Google – revelam que o exemplo do Twitter não é exceção. Os fundadores dessas companhias se consideram sujeitos excepcionais, que abriram empresas para criar um jeito novo de fazer negócios e mudar o mundo. Aos poucos, suas empresas foram assumindo contornos tradicionais. Seus objetivos nobres deram lugar às metas que guiam corporações desde a fundação da Companhia das Índias Orientais. Se fazem um bom trabalho, conseguem manter um verniz de irreverência, enquanto sua imagem pública se descola cada vez mais da realidade do dia a dia.

O Google afirma ter surgido com a missão de organizar e oferecer informação por meio de um sistema de busca. Hoje, mais de 90% de seu faturamento vem de uma das mais antigas fontes de receita: publicidade (foram US$ 50 bilhões em 2012). Seu lema – “não seja mau” – é uma forma de dizer que age com ética e pensa antes no interesse público. Mas a ética do Google foi questionada neste ano, quando a presidente do Conselho de Contas Públicas do Reino Unido, Margaret Hodge, acusou a empresa de vender publicidade por meio da filial na Irlanda e receber por isso pela filial nas Bermudas, para evitar pagar de impostos. Também não parece ter pensado no interesse público quando foi flagrada bisbilhotando a conexão de internet de americanos enquanto seus carros fotografavam as ruas para seu serviço de mapas.

Em Dogfight: como Apple e Google foram à guerra e começaram uma revolução, o autor Fred Volgstein adiciona outro fato desabonador à biografia da empresa. Conta como Steve Jobs sentiu-se traído com o lançamento do sistema de celulares Android pelo Google. Larry Page e Sergey Brin, seus fundadores, se consultavam com Steve Jobs. Eric Schmidt, presidente do Google na época, era membro do conselho da Apple e assegurara a Jobs que fazer programas para o iPhone era mais importante do que o Android, um projeto secundário. Sentindo-se traído, Jobs prometeu ir à guerra com o Google. Não adiantou. O Android lidera como software para smartphones, com 80% do mercado.

A Apple não escapa ilesa no relato de Volgstein. A empresa – que cresceu sob o slogan “Pense diferente” – ganha dinheiro com versões aperfeiçoadas de produtos criados por outras companhias. O iPod, diz Volgstein, surgiu três anos depois que o mercado de tocadores de música fora desbravado pela fabricante Rio. Nem o iPhone foi o primeiro smartphone nem o iPad o primeiro tablet – embora ambos tenham inventado seus respectivos mercados. Volgstein diz que a Apple se promove como uma marca que incentiva o livre-pensamento e a criatividade, quando, na verdade, é uma empresa paranoica por controle, que patenteia tudo o que pode para bloquear a concorrência. A liberdade proporcionada por seus produtos não se reflete em sua forma de fazer negócio. O livro conta como Jobs optou por um tipo incomum de parafuso, para que só técnicos credenciados pela Apple fossem capazes de abrir seus produtos. Até mesmo a imagem visionária de Jobs sai arranhada. Ele não gostava de lidar com empresas de telecomunicação nem da ideia de unir um telefone a um tocador de mídia. Teve de ser empurrado a fazer o iPhone, assim como a incluir a letra “i” no nome do aparelho. Mesmo os computadores brancos, hoje ícones da Apple, foram, de início, recusados por ele.

Um dos principais capitalistas de risco americano, John Doerr dá um conselho aos empreendedores: “Seja missionário, não mercenário”. Entre os beneficiários do dinheiro (e dos conselhos) de Doerr está Jeff Bezos, da Amazon. Em The everything store, o jornalista Brad Stone conta como Bezos acredita seguir o mantra de Doerr ao estabelecer como missão da Amazon simplificar o comércio eletrônico. A Amazon transformou o comércio on-line numa indústria bilionária. Conquistou admiração por seus preços baixos e eficiência – e virou um gigante global que fatura US$ 75 bilhões por ano. Mas o livro sobre a Amazon mostra como ela pode ser agressiva.

Um episódio foi a compra da Quidsi, dona do site Diapers.com, de produtos para bebês. Depois que sua oferta foi recusada, a Amazon baixou em 30% os preços de seus produtos para bebês. A Quidsi reajustou seus valores. A Amazon baixou ainda mais os dela, arcando com milhões de dólares em prejuízo. A Quidsi cedeu. A postura belicosa da Amazon é tão conhecida no mercado de tecnologia que os investidores seguem uma regra: só investir em empresas que não estejam no caminho de Bezos. A atitude hostil não começa da porta da empresa para fora. Stone retrata  a Amazon como um lugar difícil de trabalhar, onde a retenção de funcionários é a menor entre as companhias de tecnologia. Segundo ele, isso reflete uma cultura em que todos são incentivados a desafiar uns aos outros. Bezos é o primeiro a deixar a civilidade de lado. É descrito como bem-humorado e cativante, mas é capaz de explodir se algo sai errado, de dizer: “Você é preguiçoso ou só incompetente?” ou “Desculpe-me. Será que tomei minhas pílulas de estupidez hoje?”. Bezos pode ser visionário, mas age como um tirano da velha guarda. Isso não quer dizer que seja uma farsa. Os criadores de Google, Apple, Amazon e Twitter realmente acreditam trabalhar por um objetivo maior. O equívoco é pensar que seus ideais se refletem nas práticas corporativas.

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– Os Inimigos da Produtividade

Muito bacana a matéria da Folha de São Paulo (19/07/15, Classificados, pg D6, por Fernanda Perrin) sobre inimigos da produtividade, a respeito das distrações que atrapalham o dia-a-dia das empresas e roubam o tempo dos funcionários. São eles:

1- Ambientes sem Divisórias, que impedem pessoas atarefadas de dizerem “Não”, devido a proximidade e intimidade criadas.

2- Comunicação Falha, onde as pessoas falam muito e não se fazem compreendidas com o essencial e resumido.

3- Reuniões Desnecessárias, mal organizadas, pautas ruins e repetitivas, além de gente que se estende demais.

4- Atualização Impulsiva da Caixa de E-mails, tornando o usuário do sistema um viciado no teclado.

5- Pressa e Imediatismo nas Tarefas, sem planejamento adequado e com a hora pressionando.

6- Má Gestão do Tempo, onde as atividades deveriam ser classificadas por níveis de importância e escalonadas durante o dia.

7- Uso das Redes Sociais, grande mal dos nossos tempos. Parar o serviço para dar uma espiada no Facebook ou LinkedIn não dá.

E aí, concorda com este elenco de pontos negativos contra a Produtividade?
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– A Briga do S da Seara e da Sadia

Está “divertida” a briga na Justiça entre Seara e Sadia pela propaganda do presunto. Quando eu era garoto, existia o comercial do “S” da Sadia. Também a do garotinho que passava o dedo no presunto e fazia o teste cego, mas sempre com o S em destaque. Hoje, a Sadia é BRFoods, dona da Perdigão e de diversas outras marcas, e reclama do seu concorrente, a Seara, justamente pela propaganda ter… S!

Pois é: quem se lembra dos anos 80 e 90, verá os anúncios da televisão e imaginará que o garotinho do filme dirá “que começa com S de…” e ao invés do esperado Sadia, dirá Seara!

As propagandas, em si, são bem diferentes. Mas o S da lembrança se faz presente em ambas.

Os filmes estão disponíveis em: http://www.youtube.com/watch?v=7QuPal27vD0 e http://www.youtube.com/watch?v=Aj0joNSQJY0

– A volta dos anos 90 em algumas ocasiões!

Se alguém tivesse dormido por 25 anos e acordasse hoje, acharia que nada mudou. Veja algumas coisas que aconteciam nos anos 90 e são revividas hoje:

1 – A Polícia Federal apreende carro na Casa de Fernando Collor (era Elba, e hoje é Ferrari, Lamborghini e Porshe)

2 – Jurassic Park faz sucesso nos cinemas (a refilmagem),

3 – Exterminador do Futuro com o mesmo “mocinho” (revival),

4 – Os cantores-dançarinos do Menudo irão fazer um show no Brasil em Setembro (se bem que era a formação dos anos 80),

5 – Romário é a esperança do futebol brasileiro (dos gramados para o Congresso)

6 – A inflação voltou (e que não venha com força total, da casa dos 20%), e

7 – o Lula está criticando o Governo (da oposição declarada ao PRN para fogo-amigo a Dilma).

O mundo dá tantas voltas e algumas coisas sempre se repetem, de maneira irônica e lógica.
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– As “sábias” dicas a Dunga valem a pena?

A CBF reuniu um “conselho de notáveis ex-técnicos da Seleção”, formado para aconselhar Dunga, o atual treinador, e promover a troca de algumas idéias para ajudar o Escrete Amarelinho.

Sebastião Lazaroni, Parreira e Zagallo estavam lá!

Respeito esses nomes, mas não deveríamos pensar em gente que está evidência? E para que tal burocrático trabalho? Quer revolucionar, mudemos a filosofia! E mudança é escolher competência inconteste no mercado de técnicos.

Seria utópico imaginar um treinador estrangeiro dirigindo a Seleção Brasileira? Guardiola, Mourinho, Jürgen Klopp… tantos bons nomes são desprezados? Não é chegada a hora de quebrar paradigmas?

A frase mais triste proferida publicamente foi a do Velho Lobo:

Não devemos nada a outras seleções. Temos tudo para ganhar a próxima Copa do Mundo. Não temos de nos preocupar com as Eliminatórias, mas com a Copa”.

A “hastag da Humilhação” era #GER7x1BRA. Acho que o vitorioso Zagallo, com idade tão avançada, acabou aumentando a diferença com esse gol contra… Afinal, com esse pensamento, parece que está tudo bem!

Uma pena que o descaminho se faça constante na administração da CBF.
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– Bombom Lacta, “bigato” e o Controle de Qualidade.

Junto com minha filha, comprei uma caixa de bombom da marca “Variedades”, da Lacta (Mondeléz), semana passada, no Supermercado Boa do Maxi Shopping (Jundiaí/SP). Eis que me chamou a atenção que a caixa trazia uma novidade: não é mais lacrada por um filme plástico, e vem com uma propaganda exaltando tal medida: “MENOS PLÁSTICO / MENOS DESPERDÍCIO”.

Pois é… deixei ela em cima da mesa para fazer uma surpresa para minha esposa, junto com um bilhetinho bem carinhoso escrito pela filhota. Quando minha mulher abriu… uma larva dentro da caixa! Aqui no interior chamamos de “bigato”. Que chato, horrível, nojento e estraga prazeres.

O lote impresso na caixa é o CC05515253, validade até 25/09/2015.

As fotos estão abaixo:

Enfim, quero crer que a redução de custos da retirada do plástico me fez tornar um “felizardo” (ou melhor, “infelizardo”) que foi sorteado com tal exceção. Ou será que essa economia tem trazido mais infortúnios a outros clientes também?

Fico no aguardo da resposta da Lacta, o qual entrei em contato com a queixa pelo 0800.7041940 e prometeu averiguar. Espero a troca do produto (já agendada) e, principalmente, uma manifestação do que pode ter acontecido (no aguardo em 45 dias).

Destaco: fui muito bem atendido durante a reclamação!

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– Mega Sena e a Verba para o Fundo Penitenciário

Você sabe para onde vai o dinheiro das apostas da Mega Sena? Leia o volante de apostas por inteiro para saber a destinação, e repare em algo interessante: 32% do valor total do arrecadado vira premiação. Entre outros destinos do dinheiro, dois me chamaram a atenção:

– 3% vai para a Cultura e 3,14% vai para o Fundo Penitenciário.

Precisa dizer algo? Quem investe menos em Cultura do que em Cadeia só pode estar nessa situação periclitante mesmo… (como se as ações das penitenciárias fossem boas!)

Ops: é claro que estou sendo irônico, pois o valor de apenas 3% para a Cultura é ridículo por ser irrisório…

Distribuição de arrecadação

Quem joga na Mega-Sena tem milhões de motivos para apostar e milhões de brasileiros para ajudar. Parte do valor arrecadado com as apostas é repassada ao Governo Federal, que pode, então, realizar investimentos nas áreas da saúde, educação, segurança, cultura e do esporte, beneficiando toda a população.

Distribuição de Arrecadação
Prêmio Total 51,00%
Fundo Nacional da Cultura 3,00%
Comitê Olímpico Brasileiro 1,70%
Comitê Paraolímpico Brasileiro 0,30%
Prêmio Bruto 46%
Imposto de Renda Federal 13,80%
Prêmio Líquido 32,20%
Seguridade Social 18,10%
FIES -Crédito Educativo 7,76%
Fundo Penitenciário Nacional 3,14%
Desp. de Custeio e Manut. de Serviços 20,00%
Tarifa de Administração 10,00%
Comissão dos Lotéricos 9,00%
FDL – Fundo Desenv. das Loterias 1,00%
Renda Bruta 100,00%
Adicional p/ Sec. Nacional de Esportes 4,50%
Arrecadação Total 104,50%

(Extraído do site da CEF, link Loterias)

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– De novo o Governo aumentando o Óleo Diesel?

AUMENTO DO DIESEL DE NOVO???
DONA DILMA QUER ACABAR COM O PAÍS!
E na surdina, pra variar…
Petrobrás acabou de anunciar !!! Só mais tarde se saberá o quanto impactará no preço final.

E a inflação é “só” 6,41% ao ano? Ah, tá.

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– Paulista de Jundiaí: quem vive o Galo e quem especula fatos!

Na semana passada, uma polêmica desnecessária criada por via indireta pelo jornalista Milton Neves. Na abertura de uma das jornadas esportivas da Rádio Bandeirantes, Milton acreditou na bravata do presidente bugrino Horley Senna, que declarou estar fechando o Guarani FC no último dia 27. Não fechou, e o time campineiro ainda venceu a Tombense fora de casa pela série C. A reboque, divulgou a “notícia-lamento” de que o “Paulista de Jundiaí, Paulista Campeão da Copa do Brasil de Vágner Mancini, centenário time da Terra da Uva” estava fechando a porta pois os investidores não aguentavam mais colocar dinheiro na equipe da rica cidade que não ajuda.

De onde ele tirou tal fato?

Claro, torcedores do Galo da Serra do Japi se revoltaram, e depois de críticas nas redes sociais do próprio Milton, ele se manifestou dizendo que “o Paulista poderia sim fechar” e citou uma matéria do Jornal Jundiaí Notícias.

Ora, “poder fechar” é diferente de “vai fechar”. E aí a gente percebe o sensacionalismo barato versus o bom jornalismo.

O “Jundiaí Notícias” nada fez de errado: entrevistou o Pitico, Luiz Roberto Raimundo, um dos vice-presidentes do Paulista, que fez um fiel e transparente relato da pindaíba que o clube se encontrava e as dificuldades atuais que o time tem.

Aí veio o site Futebol Interior (que tem sido acusado de cobrar dinheiro de treinadores e clubes para falar bem) com uma matéria apocalíptica do Galo. Antes de qualquer manifestação de protesto, o jornalista Heitor Freddo escreveu sabiamente as correções e verdades sobre algumas bobagens escritas pelo FI (visite o blog do Heitor Freddo e esse ótimo texto em: http://heitorfreddo.wordpress.com/2015/06/26/bomba-paulista-de-jundiai-esta-vivo/).

Enfim: mesmo capengando, o Paulista luta, vive e sobrevive. E não é fácil um time de 106 anos se manter! A própria riqueza de Jundiaí e suas indústrias fortes não colaboram. Sim, você NÃO leu errado: Jundiaí possui outros lazeres, parques, shoppings, cidades vizinhas, recantos de veraneios e atrações diversas que tiram público do estádio Jayme Cintra. A falta de uma equipe competitiva idem, já que no Brasil, quando o time está bem, a torcida vai; quando agoniza, o torcedor foge.

Sem bom time, pouco valeu reduzir o preço do ingresso, promover a entrada grátis de mulheres e crianças ou ainda a realização de preliminares com as equipes sub 11 e sub 13. É um caminho, mas muito pouco!

Dificilmente, nos dias atuais, haverá investidores para equipes que disputam torneios de 3 meses como o Paulistão. A série D (na qual o Paulista não está) também é de pouca duração. A Copa Paulista, promovida pela FPF, não é atrativa e composta de apenas 19 equipes, que jogam a competição com times de reservas, juniores ou de empresários que as arrendam.

Mais do que tudo isso: o produto “futebol” tem sido ruim de se vender no Brasil! A CBF está desacreditada e envolta nos escândalos de corrupção; a Seleção Brasileira decepciona; os grandes times de futebol do Brasil perdem mercado para os estrangeiros – é só observar o sem-número de crianças com camisas do Barcelona, Chelsea, PSG…

Como nem toda torcida do planeta Terra tem a “sorte” de um bilionário tailandês comprá-lo (como o Milan, vendido a Bee Taechaubol), ou por endinheirados árabes do petróleo (como o Manchester City ou o PSG), ou ainda por mafiosos russos (como o Chelsea de Abramovich), a torcida do Paulista (que no estádio e nas redes sociais são quase sempre os mesmos apaixonados e abnegados que lutam pela sua sobrevivência) espera ansiosamente que a comunidade jundiaiense abrace o time. O projeto “Novo Paulista” tem feito isso, com muita dedicação e esforço, buscando destacar a identidade do time com a cidade, instigando as forças vivas de Jundiaí a ajudarem na reconstrução do time.

Dará certo?

Tomara que sim, e se não der, reforço o temor do Pitico, relatado no Jundiaí Notícias: “será a hora de passar o cadeado”, como ele mesmo disse! Embora, sejamos justos: o trabalho tem sido forte e a esperança não morre: vejam a ótima matéria do Estadão (“A Penúria do Futebol do Interior de São Paulo”), onde o Diretor de Marketing do Paulista, Jurandir Segli Jr, mostrou que com trabalho e criatividade pode se ter uma luz!

Que os clubes do interior consigam reverter a triste situação em que se encontram!
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– Starbucks conhecendo a realidade?

A rede de cafeterias Starbucks, global marca de luxo, parece que sente a dificuldade econômica do Brasil. Depois do modismo na sua chegada, começou a fechar unidades!

A primeira a encerrar as atividades será a da Rua Amauri, ponto nobre de SP. Motivo: não dá lucro!

A crise chegou para todos os setores mesmo…
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