🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece à Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que perderam a fé e não crêem em mais nada. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
FUMAR COTONETE NÃO DÁ BARATO E É PREJUDICIAL À SAÚDE
Por Isabella Menon
Segundo médicos, desafio das redes sociais pode colocar vida de jovens em risco
Vídeos curtos nas redes sociais em que jovens aparecem acendendo cotonete com isqueiro e, em seguida, tragando como se fosse cigarro têm assustado médicos e profissionais da saúde. Para curiosos, a prática não dá nenhum barato nem tem nenhum efeito alucinógeno.
“É puramente pela sensação de pertencimento. Não é relacionado ao prazer”, diz a pneumologista pediátrica Talita Maier do Hospital Santa Catarina. Porém, o ato pode acarretar em problemas respiratórios, como pneumonia e asma, podendo levar à parada cardiorrespiratória e até a morte.
Maier explica que a queima do algodão e do plástico produz gases tóxicos extremamente irritativos para as vias aéreas —não só para o pulmão, como para os olhos, nariz e garganta.
“Ao fumar um cigarro, a pessoa tem uma sensação de prazer da nicotina. Agora, fumar o cotonete vai ser uma experiência extremamente desagradável na maior parte das vezes”, diz ela que após inalar o cotonete, o jovem pode ter tosses e sensação de aperto no peito.
Entre aqueles que têm doenças respiratórias, há um risco de desenvolverem sintomas e crises mais graves.
Além do perigo em relação às vias aéreas, a pediatra e professora da USP (Universidade de São Paulo) Ana Escobar diz que é preciso atenção para queimaduras, uma vez alguns jovens embebedam o cotonete com álcool para acendê-lo mais facilmente. “O primeiro perigo é queimar o lábio porque o cotonete e o algodão podem pegar fogo.”
Há, ainda, a presença de substâncias que têm potencial cancerígeno. Ao inalar o cotonete, a pessoa está levando diretamente ao pulmão essas substâncias, uma vez que o plástico contém cianeto, aldeído e hidrocarbonetos.
“A inalação dessas substâncias tóxicas pode fazer uma broncoconstrição, como se a pessoa entrasse em uma crise aguda de asma, que pode ser grave”, diz a médica. “É perigoso para a vida.”
Os vídeos viralizam, principalmente no TikTok, no formato de desafio. No site oficial, a plataforma afirma que não permite que usuários compartilhem conteúdo que apresente, promova, normalize ou exalte atos perigosos que possam “resultar em lesões graves ou morte”.
A plataforma define como ato perigoso atividades realizadas em um contexto não profissional ou sem as habilidades e precauções de segurança necessárias e que possam resultar em lesões graves ou morte do usuário ou do público, incluindo acrobacias amadoras ou desafios perigosos.
Também afirma que não é autorizado conteúdo que promova ou sancione a participação coletiva em atividades perigosas ou prejudiciais. Porém, segundo a coordenadora do Grupo de Trabalho em Saúde Digital da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), Evelyn Eisenstein, a rede não está sendo ágil o suficiente para conter esse conteúdo.
“Quando falamos de ‘trend’ e ‘viralizar nas redes’, esse tipo de vídeo faz parte do que nós chamamos de desafios perigosos. Precisamos de políticas de prevenção e proteção social. No mesmo minuto que esse tipo de vídeo é publicado, eles têm que ser deletados”, diz.
Eisenstein define que as principais características que definem os adolescentes são curiosidade, impulsividade, falta de capacidade de avaliar a possibilidade do risco. Além isso, a maioria se vê como invulnerável. “As redes sociais extrapolam e disseminam isso, mas temos que ter um controle.”
Ela calcula que ao menos 50 crianças e adolescentes já morreram no Brasil em decorrência desses tipos de desafios perigosos. Por isso, é preciso cuidado dentro de casa, nas escolas e pela rede social para evitar esse tipo de fatalidade.
“São jogos de provocação que atraem os adolescentes, como ‘baleia azul’, desafio do desodorante, brincadeira do quebra crânio. Mas isso não é engraçadinho, os pais precisam estar atentos e os adolescentes precisam ser alertados”, diz ela.
Foto: Freepik/Anastasia Kazakova, extraída de Revista Crescer / Saúde.
Já li que o Santos, o Corinthians e o Flamengotêm interesse em Artur, do Red Bull Bragantino. Mas confio nas informações do jornalista Sérgio Loredo, que sabe tudo do Massa Bruta, que falou sobre o Inter Miami ou Catar.
A pergunta é: o que aconteceu com a qualidade do futebol do Artur nesse 2º semestre, que decaiu tanto?
Temos vários vícios de linguagem. Muitas vezes, a pessoa até sabe que é um erro o que está falando, mas o comete pelo costume e/ou “relaxamento” das normas gramaticais.
Os times grandes que estavam na Série B em 2022 voltaram para a série A, sendo que 3 deles são SAFs.
Alguns deles correm risco de cair novamente no ano que vem, ou estar na Segundona ensinou as lições corretas para lá não voltarem?
Aliás… não teremos “grandão” na Segunda Divisão em 2023. O que a TV pagará, em dinheiro, cairá bastante? Provavelmente, sim.
Uma observação: com o cenário que se forma, a Primeira Divisão do Brasileirão será uma das mais difíceis de todos os tempos, pois temos todos os grandes nela, além de emergentes.
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que perderam a alegria de viver e deixaram de sonhar. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
A Igreja tem por costume dedicar o dia de sábado à devoção a Nossa Senhora. A razão dessa devoção é simples e está relacionada ao evento da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, pois no Sábado, depois da Sexta-Feira Santa, a Virgem Maria foi a única pessoa que permaneceu firme, em sua fé, esperando a ressurreição de Jesus Cristo. Aquele Sábado Santo foi o dia em que Nossa Senhora permaneceu sozinha em oração, sem ter a presença física de Jesus ao seu lado e, por isso, esse dia foi considerado o Sábado da solidão, do deserto, da morte e do luto. Foi o dia em que Maria Santíssima chorou e sofreu pela ausência de seu Filho.
No Sábado que precedeu a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, somente Nossa Senhora, em toda a Terra, personificou a Igreja Católica, pois, como nos contam os Evangelhos, depois da morte de Cristo, os Apóstolos, os Discípulos e as Santas Mulheres titubearam na fé, esqueceram as promessas de Cristo referentes à Sua ressurreição e se trancaram em suas casas com medo de serem perseguidos.
Naquele Sábado Santo, ou melhor, desde a Sexta-Feira Santa, Nossa Senhora não vacilou, em nenhum momento, na firmeza da fé. Ela continuou firme na certeza de que, por ser Deus, Cristo iria ressuscitar no Domingo, anunciando uma nova alvorada. Mesmo tendo conhecimento de que os Apóstolos estavam vivenciando a hora trágica da dúvida, a Virgem Maria continuou meditando, no silêncio e no abandono, esperando o raiar dos primeiros raios da ressurreição do Senhor.
Com o desenvolvimento da História da Igreja, muitos fiéis passaram a celebrar o dia de sábado com muitos atos de piedade cristã, em honra da Santa Mãe de Deus. São João Damasceno, no século VIII, em seus escritos, faz referência à celebração do sábado dedicado a Maria na Igreja do Oriente. Posteriormente, encontramos nos livros litúrgicos dos séculos IX e X missas em honra de Maria no sábado. Nos séculos XII e XIII, os grandes teólogos, tais como São Bernardo, São Tomás de Aquino e São Boaventura, explicavam a dedicação dos sábados a Nossa Senhora, evidenciando o tempo do descanso do Cristo no túmulo. Naquele Sábado, todas as pessoas haviam abandonado Cristo; apenas a Virgem Maria continuou a acreditar e, por isso, este é o seu dia. No século XVI, mais precisamente em 1570, o Missal Romano de São Pio V apresentou uma Liturgia da Missa de Nossa Senhora nos Sábados.
Em pleno século XX, nas aparições de Nossa Senhora, em Fátima, nos dias 13 de junho e 13 de julho de 1917, Nossa Senhora solicitou à vidente Lúcia que divulgasse o costume de dedicar os sábados em sua honra e devoção. Pediu também que, em especial, nos sábados, rezássemos o terço em reparação dos pecados: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, muitas almas serão salvas e haverá paz. Voltarei para pedir a consagração da Rússia ao meu Coração Imaculado e a devoção reparadora dos primeiros sábados”.
Atendendo aos pedidos e clamores de Nossa Senhora de Fátima, muitos fiéis católicos passaram a incluir e valorizar as devoções marianas no dia de sábado, entre outras, as mil Ave-Marias, o Rosário em família, a oração do Ofício da Imaculada, os cinco sábados em devoção à Virgem, a participação na Eucaristia e a realização de obras de misericórdia em favor do próximo.
O Ofício da Imaculada, que rezamos aos sábados, é a Liturgia opcional de devoção a Maria que é rezada pelos sacerdotes, monges e freiras. Na recitação do Ofício da Imaculada, todos nós somos chamados a participar. Nesta prece, recitam-se os salmos, leituras, hinos e orações para honrar a Santa Maria, Mãe de Deus.
Por meio do exercício da oração do Rosário, que nos sábados possui um aroma mais mariano, nós aprendemos com a Virgem Mãe a colocarmos o Cristo no centro de nossas vidas e de todas as coisas. Quando dobramos os nossos joelhos e rezamos o Rosário, nós revivemos os momentos significativos da História da Salvação, percorrendo as várias etapas da vida e da missão de Jesus, ou seja, participamos, de alguma forma, da conversão dos pecados e na construção da paz no mundo.
Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de orações. Hoje, mais do que nunca, devemos recorrer a Nossa Senhora, pois Ela é a cheia de graças, a onipotência suplicante, que nos ensina a caminhar, mesmo em meio às tempestades, com a firmeza da fé. Juntos da Virgem Mãe, nós aprendemos que quem pede uma graça a Deus, deve antes de tudo acreditar que será atendido. Deve ter fé que, no tempo oportuno, Deus ouvirá.
Contemplando a pessoa da Virgem Maria na solidão do Sábado Santo, nós aprendemos que quem tem fé aguarda, não vacila, não se amedronta, ama e espera. Naquele Sábado Santo, Ela confirmou a solidez de sua fé, mesmo diante das trevas da morte e, por isso, contemplou a noite por excelência da fé e da esperança. Enquanto tudo estava mergulhado na escuridão, a Virgem Mãe vigiava. Vigiando, ao chegar os primeiros raios do esperado Domingo da Ressurreição, a Virgem Maria, certamente, se encontrou com o Cristo vivo e Ressuscitado e participou efusivamente da alegria da Ressurreição.
Mãe amada, Nossa Senhora do Sábado, fazei que também nós vigiemos no silêncio das noites escuras, crendo e esperando na Palavra e nas promessas de Cristo. Agindo assim, nós encontraremos, no tempo anunciado, na plenitude da luz e da vida, o nosso Redentor, primícias dos ressuscitados, que reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém!
É com imensa alegria que compartilho com os amigos: tive o prazer em ser convidado para trabalhar como Comentarista de Arbitragem nos jogos da Copa do Mundo 2022 pela Rádio Jovem Pan!
Convite, obviamente, irrecusável. Uma emissora tradicionalíssima, com profissionais renomados e de audiência enorme. Repito: uma honra!
Quando criança, na hora do almoço, era imperdível ao meio-dia ouvir oJornal de Esportes (lembram-se da abertura, alternando estilos, com “Jornal de Esportes / Jovem Pan, Jornal de Esportes / Jovem Pan”…?). Vozes que ecoavam desde a minha infância, como Cláudio Carsughi, Renato Otranto, Israel Gimpel, Sérgio Orind, Fábio Seródio, Luís Carlos Quartarollo, José Silvério, Mauro Nóbrega, Milton Neves, José Carlos Guedes…Outros mais recentes, como Fredy Junior, Márcio Spímpolo, Bruno Vicari, Fábio Sormani, Vander Luiz, Douglas Porto, André Ranieri, Rogério Assis, Marcelo Lima, Raphael Thebas… e os atuais grandes profissionais da emissora, como Fernando Sampaio, José Manoel de Barros, Fausto Favara, Gabriel Dias, Giovanni Chacon, Pedro Marques, Caíque Silva, Guilherme Silva, Livian Weber, Márcio Reis, Diogo Mesquita, Gabriel Sá, Rodrigo Viga, Thiago Asmar, Bernardo Ramos, Fábio Piperno, Mauro Cézar Pereira, Bruno Prado, Vampeta, Mauro Betting, Daniel Lian, e, logicamente, àqueles que desde sempre ali estiveram e estão: Wanderley Nogueira, Flávio Prado e Nilson César(eles, aproximadamente com a “minha idade de vida” em anos trabalhando na emissora).
Tem como não ficar feliz?
E tenho certeza que me esqueci de alguns outros grandes nomes, já que é uma rádio histórica (Não os ouvi, mas sei que por lá passaram Lêonidas da Silva, Estevam Sangirardi, Osmar Santos, e o próprio Marechal da Vitória, o Dr Paulo Machado de Carvalho).
Agradeço demais a oportunidade, será um período maravilhoso nessa Copa do Mundo, onde estaremos na Abertura + Jogos do Brasil + Partidas Importantes, e, se Deus quiser, na Finalíssimacom o Escrete Canarinho).
Por fim, um reconhecimento: nada disso seria possível sem o incentivo do grande Adilson Freddo, que desde 2014 me deu oportunidade na Rádio Difusora AM 810, com meus companheiros do Time Forte do Esporte: Rafael Antonio Mainini, Edson Roberto, Marcelo Tadeu, Vagner Alves, Robinson Berró Machado, Heitor Freddo e Luiz Antonio Cobrinha de Oliveira. Sem esquecer também dos meus amigos da Rádio Futebol Total: Sérgio, Sílvio e Pietro Loredo, que me permitiram ganhar ainda mais experiência.
Prometo o máximo empenho para respeitar a qualidade e a credibilidade da Jovem Pan! E, desde já, obrigado aos amigos que prestigiam nosso trabalho.
Por trás de um grande homem sempre existe uma grande mulher, certo?
Pois é. Estudo mostra: pessoas casadas são mais felizes do que os solitários (em especial, os casais de meia idade).
Abaixo, extraído da Folha de São Paulo, Caderno Equilíbrio, 21/01/15, pg 01
FELIZES PARA SEMPRE
Menos solitários, casados reportam maior satisfação com a vida; na estressante meia-idade, apoio do cônjuge faz especial diferença
Para quem busca a felicidade, um novo estudo de economia oferece um conselho à moda antiga: case-se.
Cientistas sociais já sabiam havia muito tempo que os casados tendem a ser mais felizes que os solteiros, mas não sabiam se isso ocorre porque o casamento propicia a felicidade ou porque as pessoas mais felizes têm tendência maior a se casar.
Publicado pelo Escritório Nacional de Pesquisas Econômicas dos EUA, o novo estudo incluiu em seus cálculos os níveis de felicidade das pessoas antes do casamento para atestar o poder do matrimônio de trazer bem-estar, ainda que hoje menos pessoas estejam se casando.
Em uma escala de zero a dez, a pesquisa mostrou que as pessoas casadas reportaram um nível de felicidade maior em todas as faixas etárias.
Os pesquisadores já tinham entrevistado as mesmas pessoas anos antes –trata-se de um estudo de acompanhamento contínuo. Com isso, perceberam que era o casamento mesmo que aumentava a felicidade. Os resultados nada têm a ver com uma propensão anterior à felicidade.
Ao todo, os pesquisadores utilizaram dados de mais de 300 mil entrevistas, feitas em diversos países.
Uma razão disso pode ser o papel exercido pela amizade no casamento. A solidão é um conhecido fator que leva à infelicidade –mais até do que doenças crônicas. O novo estudo mostrou que as pessoas que enxergam seu cônjuge ou parceiro como seu melhor amigo obtêm o dobro de satisfação de vida com o casamento que as outras.
O efeito independe do status legal de casado: ele é igualmente forte no caso de pessoas que vivem juntas sem serem oficialmente casadas.
“Talvez o que seja realmente importante seja a amizade, que ela não seja esquecida no meio da correria e das tensões do cotidiano”, diz Helliwell.
O psiquiatra Luiz Cushnir, idealizador do grupo de psicoterapia sobre gêneros no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, lembra que mesmo quem passa por um divórcio muitas vezes volta a se casar. Ele afirma que, especificamente para os homens, o casamento tem impacto inclusive profissional.
“De alguma forma, o casamento os qualifica. Há estudos que mostram que homens casados ganham mais do que os solteiros.”
MEIA-IDADE
Os estudos mostram que os benefícios da amizade entre cônjuges são sentidos especialmente na meia-idade, quando as pessoas tendem a sentir menos satisfação com a vida, principalmente porque essa é uma fase em que as exigências profissionais e familiares impõem mais estresse.
“Os maiores benefícios são sentidos em ambientes com alto nível de estresse. As pessoas casadas lidam melhor com o estresse da meia-idade que as pessoas solteiras, porque elas compartilham os problemas e a amizade com o cônjuge”, disse Helliwell.
No entanto, a terapeuta de família e casal Flávia Stockler lembra que nem tudo são flores. “A vida em casal não é fácil, há uma porção de frustrações e é preciso renunciar muitas vezes. Nunca vai existir satisfação 100% plena.”
Conhece Nolan Bushnell? Ele é o fundador da Atari e ex-chefe de Steve Jobs – que sempre o admirou por ser genial e, segundo Nolan, excêntrico! Tanto que escreveu um livro chamado: “Encontre o próximo Steve Jobs”.
A idéia da publicação é incentivar que executivos contratem pessoas acima da média, e essas são, na maioria “diferentes e doidas”.
Textualmente, Nolan Bushnell escreve que:
“Os chefes, em 90% dos casos, jamais contrariam um cara como Jobs. Mas a sugestão é que se contratem loucos mesmo. Quando eu tive a idéia de criar a Atari, me disseram que era loucura alguém jogar games em uma tela de TV. Fui chamado de ridículo!”.
Claro que a loucura aqui é genialidade incompreendida. Mas cá entre nós: talvez seja um misto de excesso de inteligência somado ao comportamento difícil.
Do you know Nolan Bushnell? He is the founder of Atari and Steve Jobs’ former boss—who always admired him for being brilliant and, according to Nolan, eccentric! So much so that he wrote a book called: “Finding the Next Steve Jobs.”
The idea of the publication is to encourage executives to hire people who are above average, and these people are, for the most part, “different and crazy.”
Textually, Nolan Bushnell writes that:
“In 90% of cases, bosses would never hire a guy like Jobs. But the suggestion is to hire crazy people anyway. When I had the idea to create Atari, I was told that it was crazy for anyone to play games on a TV screen. I was called ridiculous!”
Of course, the “crazy” here is misunderstood genius. But between you and me: perhaps it’s a mix of excessive intelligence combined with difficult behavior.
Eu terminei nessa semana minha 5ª turma dentro de uma unidade prisional. Nessa feita derradeira, lecionei o curso: “Reeducandos e a decisão de seu futuro”, onde busco ajudar as pessoas que se ressociabilizaram a dar o pontapé inicial para a montagem de seu pequeno negócio!
É difícil, mas prazeroso. Precisamos, sem dúvida alguma, acreditar na Educação de boa qualidade – como fazem Sebrae, IBS Américas e Funap, nessa iniciativa.
-Mantenha o foco em alguma tarefa que precisa fazer.
Nada dá certo, irritações externas ou internas te afligem?
-Mantenha o foco tentando não dar atenção à elas.
É sabido que nem todas as pessoas conseguem separar as questões pessoais perturbadoras das atividades profissionais. Algumas se influenciam mais, outras conseguem separar e sofrem menos influências.
FOCAR em algo ou alguém (e, mesmo parecendo ser contraditório), distrair de seus problemas, é necessário.
Resistir com serenidade ou ser pressionado e não se afetar psicologicamente.
Ter resiliência é a virtude dos dias atuais?
RESILIÊNCIA, A PALAVRA DA MODA
Por Walcyr Carrasco
De tempos em tempos uma palavra ou expressão entra em moda. Todo mundo fala sem saber exatamente o que é. Quando eu tinha meus 20 anos e estudava História na Universidade de São Paulo, a expressão de ordem era “má consciência”. Significava genericamente a consciência pesada do burguês diante de seus lucros, por explorar o proletariado. Estendia-se a todos que, de alguma maneira, não se alinhassem com a crítica esquerdista a qualquer coisa neste mundo. Demorei um pouco para perceber que os ricos não tinham má consciência, a não ser alguns herdeiros desajustados. A maior parte prefere desfrutar os lucros em iates, casas de praia luxuosas, restaurantes, roupas, carros a refletir sobre a exploração do proletariado. A expressão deixou de ser usada. Nas últimas décadas, termos psicológicos entraram para o cotidiano. As pessoas usam a psicologia sem a menor noção do que estão falando. Você certamente já ouviu alguém dizer:
– Ele fez isso por ser traumatizado com o pai.
Pobre Freud, deve se retorcer na cova! Peça para explicar o que é traumatizado. Gagueira total. Mas a palavra trauma entrou para o vocabulário como quem fala de alface, abóbora, cenoura. Há menos tempo, a palavra foi psicótico. Leigos não sabem bem o que é psicopatia. Mas ouviram falar que, em cada dez, um ser humano é psicopata. Seu vizinho, talvez. Mais: ouviram também que nem todos os psicopatas são assassinos, mas têm uma lacuna na emoção. São capazes de usar sua generosidade para se aproveitar de você. Tornou-se comum dizer:
– Acho que ele é meio psicopata.
Meio?
A palavra da moda é resiliência. Primeiro pensei que era xingamento. Depois, que talvez fosse algo bom. Enfim, fui ao Google. Na Wikipédia, resiliência é a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas, sem entrar em surtos psicológicos (no sentido primário, é a capacidade de um material se deformar sob pressão e depois voltar à forma original, em vez de ficar deformado, quebrar-se ou romper-se). Ou seja, é algo bom. Descobri que sou o próprio exemplo da resiliência. Em situações de estresse, desligo a reação emocional. Fico calmo, calmíssimo. Certa vez, um amigo desmaiou no corredor de um hotel na Turquia, tarde da noite. Tranquilo, fui pegar a chave do meu quarto, aberto, para poder voltar. Depois achei a chave dele em seu bolso. Abri a porta de seu quarto. Consegui, não sei ainda como (resiliência muscular?), levá-lo até a cama. Havia se cortado no supercílio. Lavei seu rosto. Ao acordá-lo, conversei. Faltava um dia para voltar. Seria melhor um hospital turco ou esperar a volta ao Brasil? Ele explicou: era uma doença não diagnosticada. Ele desmaia, de repente. Esperamos a volta. A doença não foi diagnosticada até hoje, mas ele está bem. Em nenhum momento senti a menor tensão. Isso é resiliência! Ainda bem, porque antes me achava psicopata. Uma palavra pode aliviar a vida de alguém!
A origem da palavra é latina. Vem do verbo resilire, que significa ricochetear, pular de volta. Em inglês, acrescenta-se o significado de “capacidade de recuperação após um golpe”. Tornou-se o diamante das novas técnicas motivacionais e psicológicas (o diamante é duro, e não resiliente, porque não se deforma, ou seja, não “aprende” com o golpe). Tornar alguém mais resiliente é fazê-lo mais apto às dificuldades da vida. Os conceitos já faziam parte do cotidiano da terapia. A palavra resiliência foi traduzida apressadamente. Antes bombou nos países de língua inglesa. Lá, era um termo comum. Aqui, tornou-se novidade.
E a última é agregar algo. Um amigo psicólogo disse:
– Não quero trabalhar só a resiliência. Ao superar a situação, a pessoa avança. Aquilo que poderia ser uma experiência desagradável torna-se um fator positivo de crescimento.
Seria uma espécie de resiliência plus?
Escrevi este texto porque queria saber o que é resiliência. Descobri que é uma espécie de guarda-chuva para vários conceitos. Resiliência pessoal, empresarial… tornou-se uma panaceia no campo da superação (outra palavra na moda).
Talvez a palavra “resiliência” ainda não tenha chegado ao seu cotidiano. Chegará. Moda é moda. Mas não faça questão de tornar-se um expert. As pessoas gostam de usar palavras inteligentes, mesmo sem saber bem o que é. Tranquilo. Palavras e expressões supostamente sábias são como cor de esmalte. Saem de moda. Depois vem outra.