Hora de colar figurinhas (com aula de Leitura, História e Geografia)!
A Copa do Mundo tem suas vantagens além do futebol…

⚽️ #PaiDeMeninas #educação #ensino
Hora de colar figurinhas (com aula de Leitura, História e Geografia)!
A Copa do Mundo tem suas vantagens além do futebol…

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Que pena! Um detalhe fez a diferença para a anulação do gol de Vinícius Jr. Entenda:
Richarlison voltava do ataque em direção ao meio-campo, e estava em posição de impedimento. Uma bola é roubada pela Seleção Brasileira entre a defesa e o meio-campo, e ela é lançada para frente. Richarlison correu para disputá-la, ainda estando em impedimento passivo. Porém, ela passa por dois jogadores (um suíço e Alex Sandro) que não a tocam. Se qualquer um deles tivesse a tocado, seria uma nova jogada; como ninguém a tocou, vale a posição inicial e irregular de Richarlison. Na sequência, a bola sobrou para Vinícius Jr (que estava em posição legal).
Importante: por Richarlison disputar o lance, ele passa de impedimento ativo para passivo sem necessitar tocar na bola, pois leva um marcador junto com ele.
No print, abaixo, a posição de Richarlison na hora do toque no campo de defesa. Dificilmente o bandeira de Suriname (ou de qualquer lugar do planeta) marcaria. Somente o VAR! E tivemos mais uma boa arbitragem no Mundial (num jogo faltoso: BRA 10×17 SUI, com um cartão amarelo para cada time).
(Sobre o árbitro, falamos incialmente aqui: https://wp.me/p4RTuC-IiU)
Em tempo: nos dois jogos, é nítido que depois que a Seleção Brasileira fez o gol contra adversários que se fecharam bem, o time relaxa e joga melhor; os adversários, por sua vez, sentem demais o “baque”.
O que dizer de um país onde seus cidadãos ofendem um ícone musical (como Gilberto Gil) ou torcem para um atleta quebrar a perna (como Neymar)?
É o fanatismo político que proporciona isso?
Meu Deus… é “de chorar” viver numa sociedade assim…

Imagem: Getty Images
Compartilho esse ótimo artigo do Professor e Consultor José Renato Sátiro Santiago, a respeito da reinserção no mercado de trabalho. Como fazê-la?
Abaixo:
AS FORMAS DE SE PROCURAR UM NOVO EMPREGO
Para qualquer momento de rejeição, a primeira coisa a se procurar é o conforto. Minto, talvez seja encontrar uma forma de anular, ou diminuir, a intensidade desse sentimento resultado imediato de contrariedades, negativas que costumam nos confrontar em nossa vida. Ao restringirmos esta análise ao mundo corporativo, é possível afirmar que a perda de emprego costuma ser um dos maiores elementos causadores desse ‘estar’. O descarte de nossas aptidões, seja por qual motivo for nos causa certos impactos materiais inequívocos, o maior deles, obviamente, o fim da fonte provedora dos recursos dos quais somos remunerados por conta das atividades que desenvolvemos.
Seja esperado, ou não, tão logo ouvimos a frase dita como derradeira “por conta da situação da empresa, teremos que dispensá-lo” ou algo parecido, muitos sequer conseguimos processar o passo seguinte a ser dado. Na verdade as empresas não costumam dar as devidas orientações aos seus, agora, “ex-colaboradores”, por um singelo e efetivo motivo: “pouco se importam com eles”. Esta verdade, nua e crua, costuma ser tratada com outros “dedos” pelas organizações, mas a sentença é certeira. Ainda assim, a ‘ficha’ do colaborador vai caindo e quanto antes isto acontecer, melhor.
O primeiro pensamento que passa é contatar os seus colegas de trabalho. Se eles estão na própria empresa, certamente não serão as fontes mais interessantes a serem procuradas. Contar com o acionamento do networking alheio não soa apenas como oportuno assistencialismo, mas uma infantilidade patética. Constrangedor. Eis que neste momento, costumamos lembrar que o currículo, o CV, está plenamente desatualizado, incluindo ainda atividades que sequer recordamos ter feito um dia. A forma como gerimos nossa vida profissional parece mostrar, muitas vezes, uma paissagem obscura, de pouca esperança e quase desoladora. Pensarmos em networking e em CV justamente quando precisamos procurar por uma nova oportunidade profissional mostra muito o que somos e o que fizemos por nossa carreira.
Daí surge a intenção de ligar e/ou mandar mensagens para amigos com os quais não nos relacionamos já faz um bom tempo. O texto costuma ser único, quase um padrão, mudando se apenas a saudação inicial, com a alteração do nome da pessoa, nem sempre com o devido cuidado de corrigir o seu gênero. “Busco por novos desafios” parecer ser uma frase bem legal, apenas isso explica sua presença em quase 100% daqueles que têm a intenção conquistar um novo cargo. Viver por conta de desafios, parece algo tão pontual em nosso mundo corporativo, ainda mais se verificarmos que em boa parte das empresas as atribuições dos colaboradores costumam remete-los a fazer muitos controles, analisar outros tantos indicadores e seguir processos bem azeitados e estruturados ainda nos “tempos do onça”.
Somos muito poucos aqueles que realmente buscam e vivem por desafios, e estes não costumamos procurar emprego de forma convencial através de e-mails recheados por frases de efeito. Mas há sempre o pior. Quantos não costumam ser dramáticos sobre suas situações financeiras, indicando que estão desempregados já faz não sei quantos meses ou anos, como se isso fosse sensibilizar alguém para que esta informação seja utilizada como critério para definir o colaborador que irá ocupar uma eventual nova vaga. A mistura do pessoal com o profissional parece nos ofender apenas quando feita pelos homens públicos de moral suspeita.
Outro caminho que costuma ser utilizado é mandar mensagens para profissionais, que sequer conhecemos, mas que costumam festejar seus milhares de seguidores, quase como se fossem seitas religiosas, muito por conta da exibição de vagas profissionais efêmeras, como se as mesmas estivessem sob sua responsabilidade única, isto quando elas realmente existem. Muitas vezes os pedidos se resumem para que informemos nossos e-mails, uma armadilha vil que tem como intenção única a criação de mailing lists, que acredite, move um mercado bem lucrativo. Fugir destes vendedores de sonhos, na verdade, 171s de marca maior, não é apenas um conselho.
Pois então, qual seria a forma mais efetiva para se procurar emprego? Para os que aqui chegaram com esta expectativa, lamento citar o obvio: não há receita pronta. Mas certamente meios, caminhos e iniciativas que fortalecem nossa trajetória para tal. Talvez a maior delas esteja relacionada com a empatia, o saber se colocar no lugar do outro. Como você gostaria que as pessoas se comportassem contigo, quer seja enquanto desempregado, quer como empregado. A reciprocidade não é uma questão de justiça, mas de verdade. Estamos diariamente fazendo por onde para que tenhamos maior ou menos facilidade na obtenção de nossa próxima oportunidade profissional, que possamos notar isso em nossa volta e ações que tomamos.

Imagem extraída de: https://al.unit.br/blog/destaque/unit-seleciona-novos-professores-2/attachment/temos-vagas/
Muitas pessoas incrédulas questionam a fé alheia. Mas a importância em crer, e os casos de milagres recentes, estudados pelo Vaticano e acontecidos no Brasil, nos mostram o quão necessário se faz acreditar!
Abaixo, extraído de: https://istoe.com.br/83528_MILAGRES+CONTEMPORANEOS+PARTE+1/
MILAGRES CONTEMPORÂNEOS
por Patrícia Diguê e João Loes
Livre do câncer e pai novamente
Aos 36 anos, o engenheiro Alcimir Inácio Luiz viu sua vida entrar num mar revolto e assustador. Descobriu que tinha um agressivo tumor no intestino, foi submetido à quimioterapia e recebeu dos médicos o prognóstico de esterilidade. “Eles disseram que eu não poderia mais ter filhos”, lembra o morador de São Vicente (SP). As chances de ficar estéril eram tamanhas que recomendaram o congelamento de esperma antes do bombardeio químico. Luiz encarou o tratamento, que durou dois anos e o curou, mas, em tese, o deixou infértil. Os médicos atestam que é raríssimo alguém ter filhos após ser submetido à quimioterapia. “Mas medicina não é matemática e há exceções ”, ressalva José Carlos Carvalho, hematologista que acompanhou Luiz. O caso do engenheiro foi uma dessas. Mas ele troca a palavra exceção por milagre. Em 2007, sua mulher engravidou de Pedro. “Recebi dois milagres: Deus curou meu câncer e me deu mais um filho”, diz, sob as águas calmas da fé.
Eram oito horas da noite do dia 8 de junho de 2010 e a Capela Santo Antônio, em Salvador, Bahia, estava lotada. Cerca de 500 pessoas se reuniam para ver, pela última vez, Irmã Dulce, candidata a santa brasileira que, até o final deste ano, deve ser alçada à condição de beata, o último passo antes da canonização. A religiosa baiana seria transferida para uma urna lacrada, dentro de um novo templo, construído especialmente para ela. Passados 18 anos da morte da freira, era de esperar que houvesse sobrado pouco de seus restos mortais, talvez apenas alguns fragmentos de ossos e parte das vestes.
Mas não foi isso que aconteceu. Atônito, o público presente ao local viu a senhora de estatura franzina com o hábito azul e branco intocado, a pele intacta, apenas murcha e um tanto enegrecida, e sem exalar nenhum odor, natural nessas circunstâncias. A religiosa amiga do papa João Paulo II (1920-2005), que dedicou a vida a ajudar os necessitados, parecia ter morrido não em 1992, mas ontem. Como isso podia acontecer? Para os que têm fé, não há necessidade de perguntas, pois eles já conhecem a resposta. O inexplicável, o sobrenatural, o imponderável, seja como queiram chamar esses fenômenos extraordinários, nada mais são do que a intervenção divina. Portanto, quem crê tem na ponta da língua a resposta para a surpreendente preservação do corpo de Irmã Dulce. Com serenidade, sentencia, solenemente: foi milagre.
Fratura de crânio, parada cardíaca, coma e recuperação sem sequelas
“Meu Deus, sou médica e vou ver meu filho morrer na minha frente”, pensou Eliana Polotto, a bordo da ambulância que levava o corpo quase sem vida de seu menino de 5 anos para o hospital. João Paulo havia sido atropelado por um caminhão na manhã daquele dia 26 de abril de 1996, em Barra Bonita (SP), durante uma excursão escolar. A cabeça foi a mais atingida – desacordado, João sangrava pela orelha, boca e nariz. Um senhor acudiu mãe e filho e os levou ao hospital mais próximo. A gravidade era tamanha que ele teve de ser transferido para a Santa Casa da cidade vizinha, Jaú. Durante os 15 minutos que se seguiram, a médica viu o filho quase morrer. Na ambulância ela segurava o pulso da criança em busca do ritmo cardíaco que se esvaía. “Pensei em entubá-lo, mas não tinha material, então só me restou rezar.” Eliana e a enfermeira se uniram para pedir proteção divina. Enquanto isso, no colégio onde o garoto estudava, os alunos oravam pelo colega. João chegou a Jaú com traumatismo craniano grave e parada cardiorrespiratória. A chance de sobreviver era pequena e a de sobrevida sem sequelas praticamente nula. Mas em quatro dias o garoto acordou pedindo Coca-Cola e em 15 estava em casa andando de patins. Hoje, aos 20 anos, estuda engenharia numa das mais prestigiadas universidades do País. “A medicina não explica uma melhora tão rápida e plena”, diz o neurologista Odérzio Marcato, que acompanhou João. O Vaticano reconheceu o caso como milagre.
A maioria das denominações religiosas crê em milagres (leia quadro à pág. 92), mas os católicos são os únicos que usam o rigor científico para conferir o selo apostólico romano de miraculosidade. Não podia ser diferente. Para os cristãos, o primeiro a fazer milagres foi Jesus Cristo, que multiplicou pães, transformou água em vinho e fez um morto voltar à vida, entre outros gestos, segundo contam os evangelistas no Novo Testamento. Para estar à altura de um ato que já foi executado pelo Filho de Deus, dois mil anos depois de sua passagem pela Terra, um caso só é considerado milagre depois do aval de uma comissão mista de teólogos e cientistas do Vaticano. Precisa ter pureza canônica – validade religiosa comprovada por autoridades em teologia – e, ao mesmo tempo, avançar sobre terreno que a ciência contemporânea não domina e para o qual não existe explicação racional. Em razão dessas rigorosas exigências, quase todas as graças contemporâneas católicas são de curas inexplicáveis em que houve invocação divina. Casos nos quais médicos, crentes e não crentes, do local onde a história ocorreu e de outros países, se debruçam e, após rigorosa e detida análise, chegam ao veredicto: “Não há explicação para a cura.” Ao longo desta reportagem, ISTOÉ mostrará algumas histórias recentes que já passaram, ou estão passando, pelo crivo da Santa Sé.
A vida onde não era possível gerar
O sonho de se tornar mãe costumava durar cinco meses. Ao fim desse período, a professora Sandra Grossi, de Brasília, embarcava num pesadelo. Portadora de uma anomalia uterina chamada hipoplasia didelfa, seu útero era muito pequeno e dividido por uma membrana, o que o impedia de acomodar um feto com mais de 20 semanas. Quando ele crescia, Sandra era tomada por dores e seu corpo expulsava o bebê. Foram três abortos e muito sofrimento. Na quarta tentativa, em 1999, ela tomou pílulas de Frei Galvão, brasileiro que se tornou santo em 2007. Conseguiu levar a gravidez até a 31ª semana. “Clinicamente ela tinha que ter abortado entre a 20ª e a 25ª semanas”, atesta Vera Lúcia Lopes, obstetra que acompanhou Sandra. Mesmo muito prematuro, Enzo nasceu saudável, no dia 11 de dezembro de 1999. Cinco dias depois, foi para casa – outro fato que ganhou contornos de imponderável.“A medicina não explica o que aconteceu”, afirma Vera. O Vaticano reconheceu o caso como milagre. E Frei Galvão ganhou mais um devoto, hoje um saudável garoto de 10 anos.
Nem sempre houve todo esse apuro e rigidez na hora de definir pela existência ou não de um milagre. E o motivo é simples – antigamente, a ciência ainda não havia se desenvolvido e a Igreja Católica gozava de poder e influência substancialmente superiores às poucas academias independentes. Atribuir o inexplicável aos desígnios de Deus ou à intercessão de um santo era mais justificável porque havia uma série de fenômenos sem explicação. Mas a ciência evoluiu tanto, principalmente nos últimos 100 anos, que a situação se inverteu. “O avanço do século XX obrigou a Igreja a se modernizar para não passar ridículo”, explica o sociólogo Ricardo Mariano, da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Porto Alegre. Sobrou pouco espaço para o milagre, que acabou dando lugar à graça, também um favor ou benefício concedido por Deus, mas de alcance mais cotidiano, que hoje responde pelo grosso do que se julga ser intercessão divina. Isso não quer dizer que o milagre desapareceu. Entre os católicos, ele floresce. Tome-se o caso de Irmã Dulce como exemplo. Para que a religiosa baiana alcance o status de santa, a comissão responsável por seu processo de canonização precisa reunir documentos que comprovem pelo menos dois milagres inexplicáveis pela ciência atribuídos a ela. Essa é a realidade para todas as causas de santificação. No Brasil, há 60 em andamento. Isso pressupõe, portanto, a existência de pelo menos 120 possíveis intervenções divinas, apenas no País.
Um tumor solto no cérebro
Tumor maligno no cérebro. Esse foi o diagnóstico recebido pelos cearenses Mauro e Valéria Feitosa após exames realizados no filho Mauro, 13 anos. A data o casal não esquece: 12 de junho de 2002. “Não queríamos acreditar”, diz Mauro. Diante da gravidade da situação, a família decidiu viajar no dia seguinte para São Paulo, a fim de que o adolescente fosse tratado num hospital de ponta. Maurinho foi internado no Hospital Albert Einstein e preparado para a cirurgia de retirada do tumor, já no dia 15 de junho. Devoto de Irmã Dulce, o pai pediu que lhe enviassem uma relíquia da freira baiana. “Mas ela não chegaria a tempo se a operação acontecesse nesse dia”, explica Mauro. E não chegou, mas a cirurgia foi adiada em 12 dias – tempo suficiente para o objeto de devoção encontrar as mãos aflitas dos pais. Às 11h da quarta-feira 26 de junho, a intervenção começou. Prevista para demorar 16 horas, só levou três horas e meia. O tumor, grande, estava praticamente solto no crânio, fácil de ser retirado. E era benigno. “Foi, no mínimo, muita sorte”, diz Flávio Leitão, neurologista que atendeu o garoto. Maurinho não fez radioterapia nem quimioterapia. “Desde o começo sabia que o médico dos médicos estava cuidando do meu filho”, diz Mauro. A documentação do caso foi enviada à sede da obra de Irmã Dulce, em Salvador, e incluída no processo de canonização.
Mauro Feitosa Júnior, natural de Fortaleza, no Ceará, é um dos casos nacionais encaminhados ao Vaticano. Diagnosticado com um tumor maligno no cérebro em 2002, aos 13 anos (leia boxe à pag. 91), ele viu seu prognóstico se reverter em menos de um mês. Nesse meio-tempo, seu pai, Mauro Feitosa Gonçalvez, organizou uma corrente de oração para pedir a intercessão de Irmã Dulce pela saúde de seu filho. “Sinto que fui sequestrado por Jesus nesse tempo que o Maurinho ficou doente”, lembra, emocionado. “E a carcereira foi Irmã Dulce, que no fim me libertou com o milagre da cura do meu filho.” Para explicar o que aconteceu ao Vaticano, a família Feitosa se desdobra para reunir documentos médicos e comprovações religiosas – um trabalho hercúleo.
Desenganada pelos médicos
Os filhos de Antônia Marcelino, 64 anos, já tinham orçado o caixão da mãe, internada com infecção generalizada na UTI do Hospital Humanitas, em Três Pontas, Minas Gerais. Era noite do dia 30 de maio de 2001 e o médico havia dito à família que só um milagre salvaria Antônia. A senhora mineira tinha sido internada três dias antes para uma cirurgia de rotina, mas contraiu uma infecção hospitalar que evoluiu para um quadro de septicemia tão grave que seus órgãos pararam de funcionar. Impotente, a família passou a rezar fervorosamente para o padre Francisco de Paula Victor, um sacerdote venerado na cidade que está no início do processo de canonização. Já no dia seguinte ao veredicto fatal, ela começou a melhorar, até que se recuperou plenamente. Para o médico Fernando Prado, que acompanhou o caso, o que surpreende é que ela deveria ter ficado com sequelas, tamanha a gravidade da situação, e isso não ocorreu. A família Marcelino olha para a imagem de padre Victor em lugar nobre na sala e entende o porquê.
As razões que levam alguém a enfrentar uma verdadeira via-crúcis para comprovar uma intervenção celestial têm explicação. “O milagre se impõe de maneira tão poderosa que acaba agindo como um grande cala a boca para os que duvidam do poder divino”, afirma Antônio Flávio Pierucci, professor de sociologia da Universidade de São Paulo (USP). “Ele simultaneamente preenche a busca por certeza do fiel e testa o ceticismo de quem não crê.” Nesse sentido, a intercessão sobrenatural recebida por um alimenta a esperança do outro. E essa confiança age como um bálsamo para o fiel, mesmo que ele nunca venha a ser objeto da intervenção divina.
MISTÉRIO
O corpo de Irmã Dulce, que morreu há 18 anos, permanece intacto
São muitos os estudos que comprovam que a fé tem efeito positivo sobre a saúde. Essa área de pesquisa, batizada de neuroteologia, tem crescido significativamente. Está provado, por exemplo, que crer em Deus ou em algo transcendente provoca reações no organismo que reduzem a produção de substâncias como o hormônio cortisol, que, em excesso, enfraquece o sistema imunológico (leia quadro na página ao lado). “A pessoa que ora está mais protegida”, afirma o médico Roque Savioli, autor de “Milagres Que a Medicina Não Contou” (Editora Gaia) e defensor de um diálogo mais franco e aberto entre ciência e religião. Já um estudo de 2010 da Rush University Medical Center (EUA) apontou que a fé aumenta em 75% as chances de sucesso no tratamento da depressão. Outro levantamento, conduzido pelo Dana-Farber Cancer Institute (EUA), mostrou que em casos de tratamento paliativo, quando o doente está em fase terminal, quem tem fé registra um índice de bem-estar 28% superior. Para o neurocirurgião Raul Marino Júnior, professor de bioética da Faculdade de Medicina da USP e autor do livro “A Religião do Cérebro” (editora Gente), ter algum tipo de fé é sempre melhor que ser ateu. “A vida fica sem propósito se a pessoa achar que é formada de carbono, cálcio, fósforo e magnésio”, afirma.
Mas, se por um lado o ceticismo pode ser maléfico, a credulidade excessiva também oferece seus riscos, ainda mais diante de denominações religiosas que tratam a fé como uma mercadoria e oferecem graças como moeda de troca. O importante é não condicionar a crença à ocorrência desse tipo raro de fenômeno. “O milagre é um sinal de Deus que deve apenas confirmar a nossa fé”, explica a irmã Célia Cadorin, maior autoridade do País em canonização. Mesmo entre os que acreditam, paira a pergunta: por que alguns são agraciados e outros não? A resposta oficial dos católicos vem embalada numa palavra que parece feita para impedir um segundo questionamento – a inescrutabilidade dos desígnios de Deus. Traduzindo, os propósitos divinos seriam insondáveis. Para quem crê, o que importa é que Ele continua estendendo sua mão para a humanidade.
Meio-dia, mas virou meia-noite. Que temporal vem chegando, com trovões e raios!
Olhe só:

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
Ih, rapaz. Fechou o tempo!
Olha a chuva das 11h chegando…

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#rain #BragançaPaulista #landscapes #natureza #inspiração
Como não se inspirar com tamanha beleza no amanhecer?
A chuva foi embora “de manhãzinha”, e depois…
Eu me encanto com a natureza…

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#amanhecer #morning #sol #sun #sky #céu #natureza #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #XôStress #nuvens #clouds
De qualquer jeito, criticarão Tite: se ele escalar como substituto do lateral direito Danilo, o zagueiro Éder Militão, escutará: “Tá vendo, levou um amigo para tocar pandeiro, não confia nele nem como opção”. Mas se ele escalar o Daniel Alves e ele jogar mal, idem: “Tá vendo, insiste em levar o amigo e quem ‘paga o pato’ é a Seleção”.
A melhor coisa teria sido: não ter levado Dani Alves! Assim, não existiriam as cobranças…


Ser feliz é uma escolha nossa. Ninguém deveria deter esse poder, além de nós mesmos.Estar alegre ou triste não deveria depender de outros, nem de …
Continua em: Ótima semana 🌻✨
Caracoles! A quantidade de água que desaba do céu é impressionante…
As grelhas do jardim não suportaram a vazão!
Dê uma maneirada aí, Dona Chuva.

☔️ #rain

MISSA DA FÉRIA Féria de 3ª Classe – Missa de Domingo A terra abençoada de que nos fala a Communio, é Maria Santíssima. Ela nos deu o fruto abençoado …
Comtinua em: Liturgia Diária – 28/11/2022
E mais um treino finalizado hoje (bem leve, devido à chuva), controlando os batimentos cardíacos.
Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

🌅 05h30 – Desperte, Bragança Paulista, com muita chuva!
Que a segunda-feira possa valer a pena.
(E há de valer, bem como toda a semana – creiamos nisso).

🍃🙌🏻 📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#clouds #nuvens #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).
Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas: lantanas (clique de ontem).
Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

🏁 🙆♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que se sentem abandonados, ó Senhora bondosa. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #asics
Por quê as autoridades municipais deixam tudo estragar, desvalorizar e deteriorar?
Eis a concha acústica de uma praça de Campo Limpo Paulista, na região central, próximo a um parquinho infantil.
Pichada e com viciados em drogas morando ali… E ninguém se importa (com a construção e com as pessoas naquela situação)?
Hoje, dia 27, se comemora uma das mais belas invocações marianas: a de Maria, Nossa Senhora das Graças.
Já fez sua oração hoje?
ORAÇÃO DE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS
Ó Imaculada Virgem Mãe de Deus e nossa Mãe, ao contemplar-vos de braços abertos derramando graças sobre os que vo-las pedem, cheios de confiança na vossa poderosa intercessão, inúmeras vezes manifestada pela Medalha Milagrosa, embora reconhecendo a nossa indignidade por causa de nossas inúmeras culpas, acercamo- nos de vossos pés para vos expôr, durante esta oração, as nossas mais prementes necessidades (momento de silêncio e de pedir a graça desejada).
Concedei, pois, ó Virgem da Medalha Milagrosa, este favor que confiantes vos solicitamos, para maior Glória de Deus, engrandecimento do vosso nome, e o bem de nossas almas. E para melhor servirmos ao vosso Divino Filho, inspirai-nos profundo ódio ao pecado e dai-nos coragem de nos afirmar sempre como verdadeiros cristãos.
Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós. Amém.

Imagem extraída de CançãoNova.com.
Para o confronto entre o Escrete Canarinho e a Nationalmannschaft, arbitrará o seguinte octeto:
Árbitro: Iván Barto (El Salvador)
Bandeira 1: David Moran (El Salvador)
Bandeira 2: Zachari Zeegelaar (Suriname)
4º árbitro: Said Martinez (El Salvador)
VAR (árbitro de vídeo): Drew Fisher (Canadá)
AVAR 1 (bandeira de vídeo): Armando Villareal (EUA)
AVAR 2 (bandeira para impedimento no vídeo): Kathryn Nesbitt (EUA)
AVAR 3 (assistente p/ suporte): Fernando Guerreiro (México)
Iván Arcides Barton Cisneros, 31 anos, está há apenas 4 anos no quadro da FIFA. Na sua estreia na Copa do Mundo, apitou (muito bem) Alemanha 1×2 Japão. Foi o árbitro da Final da Liga dos Campeões da Concacaf (Pumas-MEX x Seatlle Sounders-EUA), e já apitou um jogo do Brasil nas Olimpíadas: no ano passado, na vitória por 4×2 contra a Alemanha (3 gols de Richarlison).
Dois detalhes:
1- o bandeira do Suriname, que certamente estará em seu “maior jogo da vida”.
2- o VAR canadense Drew Fisher, que no sábado não chamou Wilton Sampaio em Polônia x Arábia Saudita a fim de expulsar Cash, em um erro crasso (vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2022/11/26/que-sorte-cash/).
Imagem extraída de: Kai Pfaffenbach/Reuters
Onde estamos?
Em meio a uma estrada rural de Bragança Paulista, com muito verde ao nosso redor…
Viva a Natureza e a sua beleza!

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#entardecer #bambu #nature #horizonte #fotografia #paisagem #landscapes #inspiração #mobgrafia #XôStress #nuvens #clouds
Estamos entrando no Tempo do Advento, que significa: “espera por aquele que há de vir”!
É uma espécie de “ano novo litúrgico” para os católicos, tempo de aguardar o Natal do Senhor Jesus. Época de esperança, de fé, de conversão.
Há 1600 anos aproximadamente, num primeiro domingo do advento como esse, um jovem chamado Agostinho, após ouvir a leitura de Romanos 13, 11-14, convertia-se. E desregrado cidadão passa a ser um grande santo, doutor da Igreja: Santo Agostinho!
A Leitura é essa (Carta de São Paulo aos Romanos):
“Irmãos: Vós sabeis em que tempo estamos, pois já é hora de despertar. Com efeito, agora a salvação está mais perto de nós do que quando abraçamos a fé. A noite já vai adiantada, o dia vem chegando: despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da luz. Procedamos honestamente, como em pleno dia; nada de glutonerias e bebedeiras, nem de orgias sexuais e imoralidades, nem de brigas e rivalidades. Pelo contrário, revesti-vos do Senhor Jesus Cristo.”
E nós, estamos prontos para a conversão nesse belo tempo litúrgico?

Coroa do Advento, um dos símbolos do Natal/ Foto: Wesley Almeida/ Arquivo CN. Imagem extraída de: https://noticias.cancaonova.com/brasil/advento-e-tempo-de-reforcar-verdadeira-esperanca-diz-bispo/
Uma perfeita colocação do sempre lúcido Wanderley Nogueira, que serve para qualquer tipo de gestão fora do futebol: o respeito à figura humana nas relações de trabalho deve sempre imperar.
Quantos casos iguais à esse (do desrespeito ao colaborador) existem por aí? O suporte às situações delicadas sempre deve existir, bem como evitar tais constrangimentos (como o sofrido pelo Dorival).
Pesquisa mostra: Mais filhos trazem mais felicidade!
Extraído de Revista Época, Ed 26/09, pg 86-87
MAIS FILHOS TRAZEM MAIS FELICIDADE?
Dois pesquisadores encontraram uma raridade estatística: índices de bem-estar que crescem junto com o número de crianças numa sociedade.
Por Daniella Cornachione
A relação tradicional entre a qualidade de vida de um país e o número de filhos em suas famílias é bem conhecida: em geral, vivem melhor as sociedades que têm menos crianças. A média de filhos por mulher cai conforme avança o desenvolvimento econômico de uma nação. Nessas sociedades, cidadãos mais bem educados levam em conta as responsabilidades e os custos de criar cada filho. As mulheres se preocupam mais com a carreira, decidem com autonomia, têm acesso difundido à informação e a métodos contraceptivos. Os empregos migram para as cidades, e os filhos deixam de ser vistos como mão de obra necessária, como ocorre com as famílias pobres no campo. Por isso, as maiores taxas de fecundidade do mundo estão em países paupérrimos na África, como Níger e Congo. Mas um estudo feito em uma das melhores escolas de negócios do mundo, a espanhola Iese, parece finalmente ter encontrado o papel dos bebês como geradores de felicidade.
A pesquisa foi organizada pelo engenheiro Franz Heukamp, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), e pelo matemático Miguel Ariño, da Universidade de Barcelona. O objetivo era encontrar as características não econômicas de cada país que pudessem explicar o fato de as pessoas se dizerem mais ou menos satisfeitas com a vida. Ariño e Heukamp cruzaram dois grupos de informações. O primeiro é de questionários sobre bem-estar subjetivo, combinados com características pessoais como estado civil, idade e gênero. Os dados são da Pesquisa Mundial de Valores, do Unicef, de 1981 a 2004, com informações de 100 mil pessoas de 64 países. O segundo grupo inclui indicadores sociais e econômicos, entre eles natalidade, inflação e PIB.
Eles perceberam que, entre sociedades com o mesmo nível de desenvolvimento econômico, o bem-estar tende a ser maior naquelas com menor nível de corrupção e naquelas em que a religião mais difundida não é o islamismo (atualmente associado, em muitos países pobres, à falta de liberdade política e religiosa). E encontraram também uma tendência, entre países desenvolvidos, de haver maior nível de satisfação onde há taxas de fecundidade superiores. Dinamarqueses e holandeses se dizem mais felizes do que alemães e japoneses, que desfrutam os mesmos confortos materiais. “Baixas taxas de natalidade sempre estiveram associadas a alto nível de desenvolvimento. Mas também podem significar egoísmo em uma sociedade, e isso afeta o bem-estar”, afirma Ariño.
A conclusão de que maior natalidade traz maiores chances de bem-estar deve ser vista com cuidado, já que outras variáveis não contempladas no estudo poderiam influir no resultado. Mas incluir a natalidade como fator de bem-estar coletivo é uma abordagem nova e promissora para a economia da felicidade, um campo que mistura psicologia e economia. Seu precursor é John Helliwell, professor da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá. O palpite dele para explicar a conclusão do estudo é que quando um país sofre privações de alguma ordem, mesmo que seja desenvolvido, a sensação de bem-estar subjetiva cai e acelera a redução da taxa de natalidade. “As conclusões desse tipo de estudo não encontram, necessariamente, uma relação de causalidade direta. Nosso desafio é entender o que causa o quê”, afirma o economista Alois Stutzer, coautor do livro Economics & hapiness (Economia & felicidade). “Quando o filho nasce, mesmo que não tenha sido planejado, as pessoas tendem a racionalizar como algo bom. Já ter menos filhos do que se gostaria pode causar a sensação de infelicidade”, diz o demógrafo do IBGE José Eustáquio Alves.
Nas últimas décadas, a fecundidade caiu tanto na Europa que se tornou um problema. Em muitos países, como França, Holanda, Dinamarca e Reino Unido, existem políticas de incentivo à natalidade. O governo oferece benefícios à família e à criança, às vezes até a idade adulta. Mesmo assim, os casais europeus, na média, têm bem menos de dois filhos, um fenômeno que os demógrafos chamam de fecundidade indesejada por falta, quando a mulher tem menos filhos do que gostaria. A demografia diz que a “taxa de reposição” de uma população tem de ser, em média, de 2,1 filhos por mulher, para que não desapareça em algumas centenas de anos. Também há prejuízo econômico em ter mais idosos aposentados do que jovens trabalhando.
Há alguns sinais de reação a essa tendência. As taxas de fecundidade de alguns países estão estabilizadas ou cresceram. Um deles é a Dinamarca, que pertence ao grupo de países mais felizes, de acordo com o estudo. “Até 1985, cada dinamarquesa tinha durante a vida, em média, 1,4 filho. O número foi para 1,8 em 2010”, afirma o demógrafo Ralph Hakkert, consultor da ONU. “Na Suécia, a taxa de fecundidade era de 1,5 entre 1995 e 2000 e foi para 1,9 em 2010. É uma evolução importante.” A explicação pode estar na mudança do estilo de vida das europeias, segundo Hakkert. Nos anos 1980, elas estavam em plena disputa por espaço no mercado de trabalho. Como os países nórdicos avançaram rapidamente em oferecer oportunidades iguais, mais mulheres podem voltar a pensar em ser mãe e manter a vida profissional. Ainda não se pode dizer que seja uma tendência global, mas trata-se de uma mudança promissora – e bem simpática.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
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Para o confronto entre a La Furia e a La Nati, arbitrará o seguinte octeto:
Árbitro: Danny Makkelie (Holanda)
Bandeira 1: Hessel Stelgstra (Holanda)
Bandeira 2: Jan De Vries (Holanda)
4º árbitro: Istvan Kovacs (Romênia)
VAR (árbitro de vídeo): Paulus Van Boekel (Holanda)
AVAR 1 (bandeira de vídeo): Massimiliano Irrati (Itália)
AVAR 2 (bandeira para impedimento no vídeo): Taleb Al Marri (Catar)
AVAR 3 (assistente p/ suporte): Paolo Valeri (Itália)
Makkelie, 39 anos, policial, natural de Cuaraçao (uma ilha caribenha pertencente à Holanda), com 11 anos no quadro da FIFA, é um respeitado árbitro na UEFA. Já apitou final de Uefa League e é nome frequente nos grandes confrontos entre times e seleções europeias.

Imagem extraída de: https://futebolholandes.com.br/2022/09/23/danny-makkelie-apitara-duelo-entre-inglaterra-e-alemanha-pela-uefa-nations-league/
Para o confronto entre a Seleção do Coração Ardente e os Canucks, arbitrará o seguinte octeto:
Árbitro: Andrés Matias Matonte Cabrera (Uruguai)
Bandeira 1: Nicolas Taran (Uruguai)
Bandeira 2: Martin Soppi (Uruguai)
4º árbitro: Kevin Ortega (Peru)
VAR (árbitro de vídeo): Mauro Vigliano (Argentina)
AVAR 1 (bandeira de vídeo): Leodan Gonzalez (Uruguai)
AVAR 2 (bandeira para impedimento no vídeo): Gabriel Chade (Argentina)
AVAR 3 (assistente p/ suporte): Julio Bascuñán (Chile)
Matonte, 34 anos, é um dos árbitros em que a Conmebol mais investiu nos últimos anos. Jovem, já apitou a final da Copa Sulamericana de 2021, esteve em diversas competições da FIFA e nesse ano apitou muito bem Boca Jrs x Corinthians pela Libertadores. É chamado por muitos como “o árbitro de 3 copas”, pois, pela idade, terá uma carreira longa pela frente.
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Imagem extraída de: Divulgação Conmebol.
Para o confronto entre os Diabos Vermelhos e os Leões do Atlas, arbitrará o seguinte octeto:
Árbitro: César Arturo Ramos Palazuelo (México)
Bandeira 1: Alberto Morin (México)
Bandeira 2: Miguel Hernandez (México)
4º árbitro: Yoshimi Yamashita (Japão)
VAR (árbitro de vídeo): Fernando Guerrero (México)
AVAR 1 (bandeira de vídeo): Nicolas Gallo (Colômbia)
AVAR 2 (bandeira para impedimento no vídeo): Kathryn Nesbitt (EUA)
AVAR 3 (assistente p/ suporte): Armando Villareal (EUA)
César Ramos, 38 anos, natural de Culiacán, está na sua 2ª Copa do Mundo (na Rússia, foi o árbitro de Brasil x Suíça, onde houve um discutível lance em Gabriel Jesus). Também apitou a final do Mundial de Clubes 2017 entre Real Madrid x Grêmio. Tem muita experiência em jogos pela Concacaf, e nesta Copa do Catar, já trabalhou em Dinamarca 0x0 Tunísia.

Imagem extraída de: https://espndeportes.espn.com/futbol/mundial-clubes/nota/_/id/9802806/mundial-clubes-cesar-ramos-arbitro-mexicano-asistentes

Domingo de 1ª Classe – ESTAÇÃO EM SANTA MARIA MAIOR – Missa Própria A terra abençoada de que nos fala a Communio, é Maria Santíssima. Ela nos deu o …
Continua em: Liturgia Diária – 27/11/2022 – I Domingo do Advento
E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.
Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/
