🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que perderam a fé e não crêem em mais nada. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Apesar da boa arbitragem de Wilton Sampaio no Polônia 2×0 Arábia Saudita, um erro determinante: aos 20’ do 1o tempo, o lateral polaco Cash deu uma cotovelada no seu adversário, fora do campo de visão do árbitro, e não foi expulso.
O VAR canadense se “fez de morto” e não chamou o árbitro brasileiro. Uma pena. Estava 0x0 e a Arábia era melhor. Poucos minutos depois, o próprio Cash armou a jogada do gol.
A Igreja tem por costume dedicar o dia de sábado à devoção a Nossa Senhora. A razão dessa devoção é simples e está relacionada ao evento da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, pois no Sábado, depois da Sexta-Feira Santa, a Virgem Maria foi a única pessoa que permaneceu firme, em sua fé, esperando a ressurreição de Jesus Cristo. Aquele Sábado Santo foi o dia em que Nossa Senhora permaneceu sozinha em oração, sem ter a presença física de Jesus ao seu lado e, por isso, esse dia foi considerado o Sábado da solidão, do deserto, da morte e do luto. Foi o dia em que Maria Santíssima chorou e sofreu pela ausência de seu Filho.
No Sábado que precedeu a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, somente Nossa Senhora, em toda a Terra, personificou a Igreja Católica, pois, como nos contam os Evangelhos, depois da morte de Cristo, os Apóstolos, os Discípulos e as Santas Mulheres titubearam na fé, esqueceram as promessas de Cristo referentes à Sua ressurreição e se trancaram em suas casas com medo de serem perseguidos.
Naquele Sábado Santo, ou melhor, desde a Sexta-Feira Santa, Nossa Senhora não vacilou, em nenhum momento, na firmeza da fé. Ela continuou firme na certeza de que, por ser Deus, Cristo iria ressuscitar no Domingo, anunciando uma nova alvorada. Mesmo tendo conhecimento de que os Apóstolos estavam vivenciando a hora trágica da dúvida, a Virgem Maria continuou meditando, no silêncio e no abandono, esperando o raiar dos primeiros raios da ressurreição do Senhor.
Com o desenvolvimento da História da Igreja, muitos fiéis passaram a celebrar o dia de sábado com muitos atos de piedade cristã, em honra da Santa Mãe de Deus. São João Damasceno, no século VIII, em seus escritos, faz referência à celebração do sábado dedicado a Maria na Igreja do Oriente. Posteriormente, encontramos nos livros litúrgicos dos séculos IX e X missas em honra de Maria no sábado. Nos séculos XII e XIII, os grandes teólogos, tais como São Bernardo, São Tomás de Aquino e São Boaventura, explicavam a dedicação dos sábados a Nossa Senhora, evidenciando o tempo do descanso do Cristo no túmulo. Naquele Sábado, todas as pessoas haviam abandonado Cristo; apenas a Virgem Maria continuou a acreditar e, por isso, este é o seu dia. No século XVI, mais precisamente em 1570, o Missal Romano de São Pio V apresentou uma Liturgia da Missa de Nossa Senhora nos Sábados.
Em pleno século XX, nas aparições de Nossa Senhora, em Fátima, nos dias 13 de junho e 13 de julho de 1917, Nossa Senhora solicitou à vidente Lúcia que divulgasse o costume de dedicar os sábados em sua honra e devoção. Pediu também que, em especial, nos sábados, rezássemos o terço em reparação dos pecados: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, muitas almas serão salvas e haverá paz. Voltarei para pedir a consagração da Rússia ao meu Coração Imaculado e a devoção reparadora dos primeiros sábados”.
Atendendo aos pedidos e clamores de Nossa Senhora de Fátima, muitos fiéis católicos passaram a incluir e valorizar as devoções marianas no dia de sábado, entre outras, as mil Ave-Marias, o Rosário em família, a oração do Ofício da Imaculada, os cinco sábados em devoção à Virgem, a participação na Eucaristia e a realização de obras de misericórdia em favor do próximo.
O Ofício da Imaculada, que rezamos aos sábados, é a Liturgia opcional de devoção a Maria que é rezada pelos sacerdotes, monges e freiras. Na recitação do Ofício da Imaculada, todos nós somos chamados a participar. Nesta prece, recitam-se os salmos, leituras, hinos e orações para honrar a Santa Maria, Mãe de Deus.
Por meio do exercício da oração do Rosário, que nos sábados possui um aroma mais mariano, nós aprendemos com a Virgem Mãe a colocarmos o Cristo no centro de nossas vidas e de todas as coisas. Quando dobramos os nossos joelhos e rezamos o Rosário, nós revivemos os momentos significativos da História da Salvação, percorrendo as várias etapas da vida e da missão de Jesus, ou seja, participamos, de alguma forma, da conversão dos pecados e na construção da paz no mundo.
Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de orações. Hoje, mais do que nunca, devemos recorrer a Nossa Senhora, pois Ela é a cheia de graças, a onipotência suplicante, que nos ensina a caminhar, mesmo em meio às tempestades, com a firmeza da fé. Juntos da Virgem Mãe, nós aprendemos que quem pede uma graça a Deus, deve antes de tudo acreditar que será atendido. Deve ter fé que, no tempo oportuno, Deus ouvirá.
Contemplando a pessoa da Virgem Maria na solidão do Sábado Santo, nós aprendemos que quem tem fé aguarda, não vacila, não se amedronta, ama e espera. Naquele Sábado Santo, Ela confirmou a solidez de sua fé, mesmo diante das trevas da morte e, por isso, contemplou a noite por excelência da fé e da esperança. Enquanto tudo estava mergulhado na escuridão, a Virgem Mãe vigiava. Vigiando, ao chegar os primeiros raios do esperado Domingo da Ressurreição, a Virgem Maria, certamente, se encontrou com o Cristo vivo e Ressuscitado e participou efusivamente da alegria da Ressurreição.
Mãe amada, Nossa Senhora do Sábado, fazei que também nós vigiemos no silêncio das noites escuras, crendo e esperando na Palavra e nas promessas de Cristo. Agindo assim, nós encontraremos, no tempo anunciado, na plenitude da luz e da vida, o nosso Redentor, primícias dos ressuscitados, que reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém!
Para o confronto entre a Albiceleste e a La Tri, arbitrará o seguinte octeto:
Árbitro: Daniele Orsato (Itália) Bandeira 1: Ciro Carbone (Itália) Bandeira 2: Alessandro Giallatini (Itália) 4º árbitro: Istvan Kovacs (Romênia) VAR (árbitro de vídeo): Massimiliano Irrati (Itália) AVAR 1 (bandeira de vídeo): Paolo Valeri (Itália) AVAR 2 (bandeira para impedimento no vídeo): Roberto Diaz (Espanha) AVAR 3 (assistente p/ suporte): Jerome Brisard (França)
Orsato, 47 anos, natural de Vicenza, com muitos jogos em competições internacionais (Final da Champions League 2019 / 2020, por exemplo), está em seu primeiro Mundial como árbitro central (foi apenas VAR em 2018, na eliminação do Brasil), teve a honra de fazer o jogo de abertura da Copa 2022 (Catar x Equador) e foi muito bem. Creio em uma grande arbitragem.
Acompanhe conosco neste sábado a partir das 16h pela Rádio Jovem Pan!
Escuto esse podcast entrevistando Zico, no Pânico da JP. E nele, o camisa 10 mais famoso do Flamengo disse: “Eu não queria ter ido para a Itália (…) fui ganhando 700 mil dólares por ano”.
Eram outros tempos do futebol… em reais, esse valor equivaleria hoje a R$ 290 mil / mês.
Para o confronto entre osLes Blues e a Dinamáquina, arbitrará o seguinte octeto:
Árbitro: Szymon Marciniak (Polônia) Bandeira 1: Pawel Sokolnicki (Polônia) Bandeira 2: Tomasz Listkiewicz (Polônia) 4º árbitro: Ning Ma (China) VAR (árbitro de vídeo): Tomasz Kwiatkowski (Polônia) AVAR 1 (bandeira de vídeo): Juan Martinez (Espanha) AVAR 2 (bandeira para impedimento no vídeo): Taleb Al Marri (Catar) AVAR 3 (assistente p/ suporte): Alejandro Hernandez (Espanha)
Marciniak (41 anos, natural da cidade de Plock) estreará nesta partida no Catar 2022. Na Rússia 2018, apitou Argentina x Islândia e Alemanha x Suécia. Ele tem 20 anos de carreira, sendo 11 no quadro da FIFA. Destaque para a atuação positiva dele em Barcelona 3×3 Internazionale, pela UCL.
Acompanhe conosco neste sábado a partir das 13h pela Rádio Jovem Pan!
Para o confronto entre a Seleção Polaca e os Falcões Verdes, arbitrará o seguinte octeto:
Árbitro: Wilton Sampaio (Brasil) Bandeira 1: Bruno Boschilla (Brasil) Bandeira 2: Bruno Pires (Brasil) 4º árbitro: Kevin Ortega (Peru) VAR (árbitro de vídeo): Drew Fischer (Canadá) AVAR 1 (bandeira de vídeo): Armando Villareal (EUA) AVAR 2 (bandeira para impedimento no vídeo): Nicolas Taran (Uruguai) AVAR 3 (assistente p/ suporte): Leodan Gonzales (Uruguai)
Sampaio apitou Holanda x Senegal – e foi muito bem! Espero uma outra boa atuação (e é natural que, depois de ter apitado um “grandão”, o árbitro seja colocado em um confronto teoricamente mais tranquilo).
Acompanhe conosco neste sábado a partir das 10h pela Rádio Jovem Pan!
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece à Nossa Senhora do Carmo:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que perderam a alegria de viver e deixaram de sonhar. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
O vídeo do técnico da Arábia Saudita motivando seus jogadores no intervalo para a virada contra a Argentina, é algo ímpar! Assista: pic.twitter.com/vf7MJh3hbS
Roda pela Web a imagem (mais uma) de protesto da torcida iraniana pela liberdade das mulheres.
Essa aqui (não sei de quem foi a autoria, mas o clique foi há pouco, durante Irã x Gales), é impactante: uma moça com lágrimas de sangue segura a camisa 22 com o nome de Mahsa Amini.
Masha foi a jovem de 22 anos, espancada pelas autoridades morais iranianas, por resistir à prisão. A Polícia Moral de Teerã a deteve por infringir o código de vestimenta local, deixando seus cabelos à mostra.