Há pouco menos de 3 meses, a Ponte Preta era campeã do Brasileirão da Série C. Nesse curto espaço de tempo, se “firmou” como lanterna do Paulistão Série A com nenhum ponto conquistado. Compare: o Primavera de Indaiatuba estava sem série até o ano passado no Brasileirão, e na série A do Paulistão, está em 7º colocado (bem a frente do seu rival, que é vizinho de município).
E o Novorizontino? Tendo sido 7º colocado da série B do Brasileirão, meteu 4×0 no vice-campeão brasileiro da A, o Palmeiras (que tem um orçamento deveras maior que o Tigre do Interior).
Já a Portuguesa, da série D, ganhou do São Paulo, da A, em pleno Morumbi. Como explicar?
Não adianta falar que as equipes de outras divisões se prepararam antes. O número de atletas disponíveis, a categoria, o orçamento e a estrutura são muito maiores para aqueles que estão decepcionando.
Aliás, coincidentemente, a tabela atual de classificação do Campeonato Paulista 2026 relembra a uma final caipira de 1990: Bragantino e Novorizontino (agora, ambos com “roupagem nova”).
O desempenho frustrante dos grandes é momentâneo, ou realmente passam por uma fase ruim e precisam se reinventarem?













