– O desabado de Pedrinho BH do Cruzeiro retrata a verdade?

Vanderlei Luxemburgo virou alvo dos imitadores por causa de sua insistência em falar que no futebol você monta um time a partir de “projeto”.

Em tudo na vida você deve planejar. Leciono a disciplina “Gestão de Projetos” em uma Faculdade de Administração. E “projeto” não significa ser inflexível às mudanças que necessitem ocorrer, mas você precisa ter uma diretriz, um plano A e um plano B.

De tal forma, projetar / planejar / antever, é fundamental não só para o futebol, mas para a vida.

Eis que, de cabeça quente, Pedro Lourenço, o Pedrinho BH, dono de 90% do Cruzeiro SAF, disse após mais uma eliminação:

“Não tem projeto. Negócio é bola, jogar e ganhar. Projeto é só arquiteto para fazer. Cruzeiro não tem projeto. Tem que ganhar o jogo. Não ganhou, bola pra frente.”

Eu entendo que ele estava nervoso, mas não pode desdenhar de “projetos no futebol”. Será que se existisse um bom projeto, o time milionário da Raposa não teria sido eliminado da Libertadores, da Copa do Brasil e sem brigar efetivamente pelo Campeonato Brasileiro?

– O desabado de Pedrinho BH do Cruzeiro retrata a verdade?

Vanderlei Luxemburgo virou alvo dos imitadores por causa de sua insistência em falar que no futebol você monta um time a partir de “projeto”.

Em tudo na vida você deve planejar. Leciono a disciplina “Gestão de Projetos” em uma Faculdade de Administração. E “projeto” não significa ser inflexível às mudanças que necessitem ocorrer, mas você precisa ter uma diretriz, um plano A e um plano B.

De tal forma, projetar / planejar / antever, é fundamental não só para o futebol, mas para a vida.

Eis que, de cabeça quente, Pedro Lourenço, o Pedrinho BH, dono de 90% do Cruzeiro SAF, disse após mais uma eliminação:

“Não tem projeto. Negócio é bola, jogar e ganhar. Projeto é só arquiteto para fazer. Cruzeiro não tem projeto. Tem que ganhar o jogo. Não ganhou, bola pra frente.”

Eu entendo que ele estava nervoso, mas não pode desdenhar de “projetos no futebol”. Será que se existisse um bom projeto, o time milionário da Raposa não teria sido eliminado da Libertadores, da Copa do Brasil e sem brigar efetivamente pelo Campeonato Brasileiro?

– Expectativa de Vida e Autonomia do brasileiro x sul-coreano.

Estudo de Caso criado pelo Professor Rafael Porcari aos alunos da FADITU: Como direcionar decisões, com base em dados:

A expectativa de vida do brasileiro, no período pós-pandemia, é de 76,7 anos.

Já na Coreia do Sul, é de 84,6 anos.

Mas engana-se que os coreanos “vivem tranquilos” 7,9 anos a mais que os brasileiros. Há um dado relevante: a Autonomia de Vida!

Autonomia de vida significa o quanto as pessoas vivem sem precisar de ajuda (lúcidas, saudáveis, independentes).

No Brasil, o número da falta de autonomia de vida é de 11 anos; na Coréia do Sul, 2,5 anos.

Na prática: um brasileiro viverá até os 65 anos (em média, aproximadamente), sem precisar de ajuda por questões mentais ou físicas (autônomo, independente). Já um sul-coreano, um pouco mais de 82 anos. Ou seja: 17 de diferença!

Com base nesses dados, o que podemos falar em relação a:

– Preocupações do Governo para os idosos;

– Oportunidades de Negócios ao Comércio;

– Expectativa de Estudos para a Ciência?

Vida

– A histórica montagem ruim do Santos pela atual gestão…

Quem não se lembra daquele Santos dos anos 2000, com Rincón, Edmundo, Carlos Germano, Valdo e Dodô? Um elenco caríssimo montado por Marcelo Teixeira, e que não chegou a lugar algum.

Curiosamente, quando o presidente abdicou dos nomes caros e, sem planejamento algum, fez Emerson Leão apostar nos garotos, venceu o Brasileirão revelando Diego e Robinho.

Eis que agora a mesma gestão, anos depois, remonta um time ruim: quem teve a ideia de contratar Billal a alto salário ou Pedro Caixinha como treinador (com multas elevadíssimas)? Não bastasse, mais outra multa alta, a de Vojvoda.

Fica a pergunta: Neymar foi um “achismo” que por si só faria o time jogar bola e não lutar contra o rebaixamento? Sozinho, não dá.

– A histórica montagem ruim do Santos pela atual gestão…

Quem não se lembra daquele Santos dos anos 2000, com Rincón, Edmundo, Carlos Germano, Valdo e Dodô? Um elenco caríssimo montado por Marcelo Teixeira, e que não chegou a lugar algum.

Curiosamente, quando o presidente abdicou dos nomes caros e, sem planejamento algum, fez Emerson Leão apostar nos garotos, venceu o Brasileirão revelando Diego e Robinho.

Eis que agora a mesma gestão, anos depois, remonta um time ruim: quem teve a ideia de contratar Billal a alto salário ou Pedro Caixinha como treinador (com multas elevadíssimas)? Não bastasse, mais outra multa alta, a de Vojvoda.

Fica a pergunta: Neymar foi um “achismo” que por si só faria o time jogar bola e não lutar contra o rebaixamento? Sozinho, não dá.

– E o seu Projeto de Vida?

Em nosso dia-a-dia, temos 3 dimensões: Social, Pessoal e Profissional.

Na imagem, vale ver como eles se entrelaçam:

– O Botafogo ainda sem técnico? Mas o campeonato está começando…

No próximo sábado, dia 11, o Botafogo FR iniciará sua temporada 2025 contra o Maricá. E ainda… sem treinador!

No ano em que tem Libertadores da América e Supermundial de Clubes, parece que a gestão Textor não se preparou adequadamente. Com premiações atrasadas a serem pagas, um desmanche enorme do elenco e, pior, a falta de um diretor técnico para comandar a equipe, parece estar atrasado em relação aos seus co-irmãos cariocas.

Alguém poderá alegar que no ano passado, também ficou de fora da disputa do título do Estadual, mas conquistou o Nacional e o Continental. Fica a questão: será que em todo ano, começar a posterior um planejamento e a preparação, dará certo?

Talvez a questão da saída de tantos nomes do elenco, e ainda não tendo reposição (sem treinador para validar a chegada de novos atletas), pode ser uma pedra no sapato do Fogão

Ser SAF, insisto, não quer dizer ser eficiente. Abordamos isso no texto em: https://professorrafaelporcari.com/2025/01/08/o-modelo-saf-nao-e-sinonimo-de-excelencia-em-gestao-principalmente-no-brasil/

– O Botafogo ainda sem técnico? Mas o campeonato está começando…

No próximo sábado, dia 11, o Botafogo FR iniciará sua temporada 2025 contra o Maricá. E ainda… sem treinador!

No ano em que tem Libertadores da América e Supermundial de Clubes, parece que a gestão Textor não se preparou adequadamente. Com premiações atrasadas a serem pagas, um desmanche enorme do elenco e, pior, a falta de um diretor técnico para comandar a equipe, parece estar atrasado em relação aos seus co-irmãos cariocas.

Alguém poderá alegar que no ano passado, também ficou de fora da disputa do título do Estadual, mas conquistou o Nacional e o Continental. Fica a questão: será que em todo ano, começar a posterior um planejamento e a preparação, dará certo?

Talvez a questão da saída de tantos nomes do elenco, e ainda não tendo reposição (sem treinador para validar a chegada de novos atletas), pode ser uma pedra no sapato do Fogão

Ser SAF, insisto, não quer dizer ser eficiente. Abordamos isso no texto em: https://professorrafaelporcari.com/2025/01/08/o-modelo-saf-nao-e-sinonimo-de-excelencia-em-gestao-principalmente-no-brasil/

– Planeje o seu empreendimento!

Estive nessa tarde em Paulínia / SP, falando sobre Planejamento Corporativo a um grupo de alunas muito bacanas, em nome do Sebrae, no Fundo Social de Solidariedade local.

É com a Educação que o Brasil irá se desenvolver.

📝 Empreendedorismo

– A força da base do Red Bull Bragantino.

A base do Red Bull Bragantino vem forte… Na próxima semana, Massa Bruta x Palmeiras decidem o Sub 11.
Mas vejam a informação do amigo @lucas_salema :

REPOST:
Fotos do projeto do Centro de Treinamento e Formação do Red Bull Bragantino. Hoje houve a cerimônia da formalização do alvará de construção. Fica em Atibaia, num terreno ideal na divisa com Bragança Paulista.

Imagens do Canal do Loredo no twitter:

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– O projeto do CT do Red Bull Bragantino.

Fotos do projeto do Centro de Treinamento e Formação do Red Bull Bragantino. Hoje houve a cerimônia da formalização do alvará de construção. Fica em Atibaia, num terreno ideal na divisa com Bragança Paulista.

Imagens do Canal do Loredo no twitter:

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– Como explicar a importância dos Regionais aos treinadores estrangeiros?

Depois do empate de 2×2 com o Resende, vale o repost desse texto sobre Paulo Sousa…

A cabeça dos portugueses que estão trabalhando no Brasil “vai pirar”! Contratados para lutar por grandes conquistas, são pressionados para jogar campeonatos estaduais e vencer jogos numa 4a feira em Conselheiro Galvão, contra o Madureira (respeitosamente, usando-se esse exemplo), em pleno verão brasileiro. E “ai” do time se não der o melhor de si…

Imagine essa situação hipotética:

Um grande time do futebol brasileiro, chamado Fluminengo, contratou um treinador estrangeiro, o português Pedro Silva. Sua equipe quer conquistar o Brasileirão e a Libertadores da América, e todo o planejamento do técnico girará sobre isso.

Seu diretor de futebol, Marcelo Brasa, informou que existem no Brasil os campeonatos regionais (no mundo, não há algo do tipo), e que se poderia usar o torneio como pré-temporada. Embora Pedro Silva desejasse viajar com a agremiação para intercâmbio na Europa, decidiu jogar com as equipes locais, usando o torneio como preparativo.

Logo de cara, o Fluminengo jogou contra seu rival, o Laranjais, e perdeu a partida. Pedro Silva se assustou com a repercussão da derrota (afinal, era só um campeonato curto e local). Imaginou que fosse em decorrência da rivalidade.

No segundo jogo, resolveu testar outros jogadores do elenco, a fim de saber com quem poderia contar ou não. Foi chamado de Professor Pardal (pois “inventou uma escalação” diferente da que jogava). Questionado pelo diretor Marcelo Brasa, argumentou em bom português lusitano: “Ora, pois, o Gabigolo, o Breno Henrique e o Arrancaieta eu já conheço. Preciso saber da qualidade dos outros atletas da equipa”.

Na partida seguinte, fez muitas variações táticas e montou seu time com uma forma diferente de jogar. Aí foi chamado de “burro” pelos torcedores. Pedro Silva não compreendia: num jogo era “professor”, no outro um “asno”?

O portuga respirou fundo, usou da sua experiência e sapiência e seguiu seu planejamento, apesar da pressão. Eis que soube que sua equipe tinha outros torneios: Copa do Brasil, Recopa, Supercopa, Hipercopa e o que aparecesse na frente. Foi consultar o calendário, e viu que o ano no Brasil também tem 365 dias como em Portugal. Ficou encafifado: “Como os brasileiros encaixam tantos jogos em poucos dias?”

Resolveu ir à praia esfriar a cuca, e viu que nas rodas dos quiosques à beira-mar, os torcedores do Fluminengo já falavam de outro patrício: o antigo treinador Jorge Cristo, que ganhou tudo nas temporadas anteriores.

O que estaria pensando Pedro Silva, que saiu de um selecionado onde tinha chance de ir para a Copa do Mundo, ao perceber que em tão pouco tempo as críticas seriam muitas por conta de um campeonato que, em tese, não precisaria ganhar e sim treinar sua equipe?

A ilustração acima mostra: os estaduais não ajudam treinador algum; ao contrário, só os desafiam e pressionam, sem permitir que preparem os times para o Campeonato Brasileiro.

Na linguagem do árbitro de futebol, existe um dito: “nenhum árbitro se consagra nos acréscimos”. E faço a mesma analogia: algum treinador se consagra no Estadual, e isso o garante no Nacional?

Crespo que o diga… e tantos outros por aí.

Presidente da federação da Polônia confirma que Paulo Sousa pediu para rescindir e dá prazo para definição | LANCE!

(Foto: Vicenzo Pinto / AFP)

– Como explicar a importância dos Regionais aos treinadores estrangeiros?

A cabeça dos portugueses que estão trabalhando no Brasil “vai pirar”! Contratados para lutar por grandes conquistas, são pressionados para jogar campeonatos estaduais e vencer jogos numa 4a feira em Conselheiro Galvão, contra o Madureira (respeitosamente, usando-se esse exemplo), em pleno verão brasileiro. E “ai” do time se não der o melhor de si…

Imagine essa situação hipotética:

Um grande time do futebol brasileiro, chamado Fluminengo, contratou um treinador estrangeiro, o português Pedro Silva. Sua equipe quer conquistar o Brasileirão e a Libertadores da América, e todo o planejamento do técnico girará sobre isso.

Seu diretor de futebol, Marcelo Brasa, informou que existem no Brasil os campeonatos regionais (no mundo, não há algo do tipo), e que se poderia usar o torneio como pré-temporada. Embora Pedro Silva desejasse viajar com a agremiação para intercâmbio na Europa, decidiu jogar com as equipes locais, usando o torneio como preparativo.

Logo de cara, o Fluminengo jogou contra seu rival, o Laranjais, e perdeu a partida. Pedro Silva se assustou com a repercussão da derrota (afinal, era só um campeonato curto e local). Imaginou que fosse em decorrência da rivalidade.

No segundo jogo, resolveu testar outros jogadores do elenco, a fim de saber com quem poderia contar ou não. Foi chamado de Professor Pardal (pois “inventou uma escalação” diferente da que jogava). Questionado pelo diretor Marcelo Brasa, argumentou em bom português lusitano: “Ora, pois, o Gabigolo, o Breno Henrique e o Arrancaieta eu já conheço. Preciso saber da qualidade dos outros atletas da equipa”.

Na partida seguinte, fez muitas variações táticas e montou seu time com uma forma diferente de jogar. Aí foi chamado de “burro” pelos torcedores. Pedro Silva não compreendia: num jogo era “professor”, no outro um “asno”?

O portuga respirou fundo, usou da sua experiência e sapiência e seguiu seu planejamento, apesar da pressão. Eis que soube que sua equipe tinha outros torneios: Copa do Brasil, Recopa, Supercopa, Hipercopa e o que aparecesse na frente. Foi consultar o calendário, e viu que o ano no Brasil também tem 365 dias como em Portugal. Ficou encafifado: “Como os brasileiros encaixam tantos jogos em poucos dias?”

Resolveu ir à praia esfriar a cuca, e viu que nas rodas dos quiosques à beira-mar, os torcedores do Fluminengo já falavam de outro patrício: o antigo treinador Jorge Cristo, que ganhou tudo nas temporadas anteriores.

O que estaria pensando Pedro Silva, que saiu de um selecionado onde tinha chance de ir para a Copa do Mundo, ao perceber que em tão pouco tempo as críticas seriam muitas por conta de um campeonato que, em tese, não precisaria ganhar e sim treinar sua equipe?

A ilustração acima mostra: os estaduais não ajudam treinador algum; ao contrário, só os desafiam e pressionam, sem permitir que preparem os times para o Campeonato Brasileiro.

Na linguagem do árbitro de futebol, existe um dito: “nenhum árbitro se consagra nos acréscimos”. E faço a mesma analogia: algum treinador se consagra no Estadual, e isso o garante no Nacional?

Crespo que o diga… e tantos outros por aí.

Presidente da federação da Polônia confirma que Paulo Sousa pediu para rescindir e dá prazo para definição | LANCE!

(Foto: Vicenzo Pinto / AFP)