Esse texto não precisa ser lido apenas por católicos, mas os ensinamentos dele podem ser para diversas crenças (ou até para ateus). Ecumenismo é a palavra, meus amigos.
Muitas vezes, precisamos sair da correria do mundo. Pois é: temos uma vida profissional agitada, compromissos sérios, sem tempo para nós mesmos. Somos reféns do relógio, dos tablets e celulares. Enfim… esquecemos-nos de cuidar da alma.
Se mal cuidamos do corpo e da mente, como ter tempo para o espírito? E abster-se da espiritualidade (repito: adapte esse post para sua religião, ou crença / descrença) é algo que não deveríamos deixar de lado.
O profissional que está em comunhão com Deus (ou com seus deuses, orixás, entidades e/ou símbolos de devoção) tende a estar em maior paz. Trabalha com mais serenidade. Está em casa com mais tempo para os cuidados familiares. Produz mais e melhor.
Insisto: devemos cuidar do corpo, da mente e da alma. E eu sou prova disso!
Sou católico praticante (e, dentro da sua fé, use esse texto da melhor forma), e após uma manhã atribulada, conturbada e difícil, fui à Basílica Nossa Senhora do Rosário, da irmandade religiosa dos Arautos do Evangelho, em Caieiras-SP (reconhecida pelo Vaticano, embora desconhecida por muitos). Uma paz contagiante, um “silêncio ensurdecedor” e uma vontade enorme de não mais ir embora dali.
Fiquei uma hora lá (a minha hora de almoço) conversando com o Alto. Rezando. Orando. Contemplando. Pedindo os dons do Espírito Santo e a serenidade para as decisões da vida.
De novo: não é um texto prosélito, mas um exemplo de que, seja qual for a sua profissão de fé (ou mesmo sem fé), devemos buscar o que nos faz bem – e que muitas vezes não buscamos.
Para quem não conhece:
1- A vista panorâmica do interior da igreja:
2- A nave com o altar:
3 – Um dos belos afrescos da Virgem Maria:
4 – A Capela do Santíssimo Sacramento:
5 – A Biblioteca eclesiástica:
6- A Capela de Nossa Senhora de Guadalupe:

