Fernando Seabra e Fernando Diniz sofreram com o “cai-não-cai” quando treinadores do Cruzeiro.
O primeiro, com um áudio vazado do presidente Pedrinho BH ameaçando o demitir; o segundo, com a notícia conseguida pela Rádio Itatiaia de que iria ser demitido.
Quando os jogadores sentem a insegurança da continuidade de um treinador, não morrem abraçados com ele. E ambos caíram.
Agora, Leonardo Jardim afastou Dudu, colocou Gabigol no banco e demonstrou firmeza em suas decisões. O próprio presidente da Raposa se manifestou estar feliz com a autoridade do seu técnico. E agora outro vazamento, na última semana: supostamente, Pedro Lourenço disse que “mando embora o time inteiro e não mando embora o Jardim”.
Não é que o Cruzeiro voltou a jogar bola?
Treinador que balança no cargo, se não tiver respaldo, cai mesmo. E quando a direção o abraça de verdade (e não de mentirinha, protocolar para a imprensa), há a “virada de chave”. Vide o Red Bull Bragantino: Fernando Seabra quase caiu no Paulistão, mas quando a Matriz definiu que ele não iria ser demitido, o treinador teve paz e, nessa segunda-feira, se vencer o Mirassol (primeira partida no novo e ajeitado estádio ‘provisório”, enquanto se reforma o Nabizão), o Massa Bruta pode ser líder do Brasileirão.
A questão é: mais do que defender estabilidade nos cargos, há dos clubes transmitirem SEGURANÇA da permanência dos treinadores.

