E o São Paulovenceu (e bem o São Bernardo) pelas quartas de final do Paulistão. Enfrentará o vencedor de Corinthians vs Guarani (que jogarão na 5ª feira – e que deve dar Timão).
No meu “bolão”, passarão também Red Bull Bragantino e Palmeiras, não ocorrendo nenhuma “zebra” no Campeonato Paulista.
Uma pergunta que me perturba: não se deveria fazer jogos no mesmo dia (em horários espaçados para se evitar brigas de torcida)? Afinal, o São Paulo terá dois dias de recuperação física em relação ao Corinthians! E nestes tempos em que o futebol depende mais do condicionamento físico do que outrora…
Compartilho uma matéria interessante sobre os exageros ou não do politicamente correto, brincando com os gordos. Ops, ou melhor, com os portadores de sobrepeso.
Confesso me policiar muito para não cometer nenhuma grosseria. Mas por que chamar um amigo de negão pode ser ofensivo, enquanto chamar outro de alemão não é?
Gordo. A palavra soa mal? Para alguns, sim. Da mesma forma que negro, cego ou pobre – ou melhor, afrodescendente, deficiente visual ou menos favorecido –, falar “gordo” está se tornando ofensa. E a mídia americana já começa a adotar a nova tendência politicamente correta. Na semana passada, uma articulista do site Huffington Post, Vicki Iovine, escreveu que “as pessoas costumavam ter medo de ficar gordas; agora têm medo de dizer… gordo”. O que substitui a palavra proibida? “Pessoa sedentária superprocessadora de alimentos”, diz o ator e diretor de comédias americano Kevin Smith. No mês passado, Smith foi expulso de um voo por não caber numa única poltrona e começou a fazer graça com o assunto. Outra sugestão, mais sisuda, é que se diga: “A palavra que começa com f” (em inglês, gordo é “fat”).
A linguagem politicamente correta surgiu nos Estados Unidos na década de 70, como herança do movimento de defesa dos direitos civis do pós-guerra. Com ela, claro, desenvolveu-se um enorme mercado de processos judiciais. Quem não segue o novo cânone pode parar na Justiça – e isso ajuda a explicar parte do sucesso da nova língua. De acordo com sua lógica, usar certas palavras legitima o preconceito e propaga visões discriminatórias contra grupos sociais. A mudança, afirmam seus defensores, seria o primeiro passo para eliminar o preconceito enraizado na linguagem.
Mas essa é uma impressão enganosa. Na prática, a patrulha da língua enfraquece o idioma e empobrece a comunicação. “Palavras legítimas, originárias do latim, com uma história de 2 mil anos, estão sendo banidas de nosso dia a dia”, diz Aldo Bizzocchi, doutor em linguística pela Universidade de São Paulo (USP) e autor do livro Léxico e ideologia na Europa Ocidental. “O problema está na intenção ao dizer algo, não na palavra em si. Não é ofensa nenhuma dizer que Beethoven era surdo.”
É evidente que certas palavras carregam um tom ofensivo. É o caso, em inglês, do termo “nigger”, uma forma pejorativa de se referir aos negros que pode ser aproximadamente traduzida em português por “preto”. Em inglês, porém, tornou-se politicamente incorreto o próprio termo “black” – correspondente a nosso “negro” e usado pelos próprios líderes do movimento negro.
No Brasil, o controle do idioma ainda não é tão severo. Gordo e negro são palavras aceitas, embora com cada vez mais ressalvas. Afrodescendente já pegou nos discursos e nas teses de mestrado e doutorado. “Homossexualismo” aos poucos vai mudando para “homossexualidade”, de acordo com a orientação dos grupos de gays e lésbicas que veem no sufixo “ismo” uma conotação de doença. (Não se sabe se seriam doenças também o comunismo, o liberalismo ou o tenentismo…) Há alguns anos, quem perdia uma perna era chamado de “aleijado”. Depois passou a ser tratado como “deficiente”. Recentemente, virou “portador de deficiência”. Não parou aí. Agora, ele é “portador de necessidade especial”.
Em 2006, a Secretaria de Direitos Humanos lançou a Cartilha do politicamente correto, com 96 expressões consideradas preconceituosas. A lista desestimulava termos como “baianada” (para abusos no trânsito), assim como as palavras “anão” e “palhaço”. A frase “a coisa está preta” também entrou no índex. A cartilha foi tão criticada que o governo a suspendeu. A ideia de vigiar a linguagem, porém, continua viva e forte – mas não gorda, gorda jamais.
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
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O dia começou às 03h30. Agora, 23h00 e estou retornando pra casa cansadão (ainda faltam alguns quilômetros pela estrada), mas imensamente feliz por compartilhar conhecimento com tanta gente…
Hoje à noite lecionei em Itupeva, amanhã cedinho estaremos em Jarinu, e por aí vai.
Pô, dois podcasts imperdíveis: o técnico palmeirense Abel Ferreira e o ex-árbitro Oscar Roberto Godoi (cujo nome artístico é “De Godóy”.
Abel foi ao Roda Viva da TV Cultura e mostrou suas ideias sobre futebol, vida e outras coisas importantes. Gostei demais de ver sua “visão de fora” e também das verdades que apontou (as feridas do futebol brasileiro). Não parece o treinador “briguento” das partidas que assistimos.
Godoi foi à Jovem Pan no programa Reis da Resenha, mostrando todo seu lado folclórico, contando histórias hilárias – mas também mostrando um outro lado da arbitragem (verdadeiro e romântico) que não existe mais. Na oportunidade, observou algumas coisas relevantes do VAR (como seu criador no Brasil e a estrutura falha sobre ele).
PAPA CONSAGRARÁ RÚSSIA E UCRÂNIA À NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
Consagração ao Imaculado Coração de Maria vai decorrer a 25 de março, na Basílica de São Pedro e na Capelinha das Aparições
Foto: Vatican Media
Cidade do Vaticano, 15 mar 2022 (Ecclesia) – O Papa vai consagrar a Rússia e Ucrânia ao Imaculado Coração de Maria, em ligação a Fátima, no dia 25 de março, anunciou hoje o Vaticano.
“Na sexta-feira, 25 de março, durante a Celebração da Penitência, a que presidirá às 17h00 [menos uma em Lisboa] na Basílica de São Pedro, o Papa Francisco consagrará a Rússia e a Ucrânia ao Imaculado Coração de Maria”, informa o diretor da sala de imprensa da Santa Sé, Matteo Bruni.
A nota, enviada à Agência ECCLESIA e divulgada online, adianta que “o mesmo ato, no mesmo dia, será realizado em Fátima por sua eminência o cardeal Krajewski, esmoler de Sua Santidade, como enviado do Santo Padre”.
A celebração, na Cova da Iria, vai decorrer na Capelinha das Aparições.
O cardeal Konrad Krajewski, de nacionalidade polaca, esteve na última semana junto da população ucraniana, vítima da guerra, como enviado especial do Papa.
A 25 de março de 1984, o Papa São João Paulo II presidiu à consagração do mundo ao coração de Maria, no Vaticano, diante da imagem de Nossa Senhora de Fátima, venerada na Capelinha das Aparições, a mesma que, em 2000, colocou entre os bispos de todo o mundo, consagrando-lhe o terceiro milénio.
O testemunho dos videntes de Fátima regista que, na aparição de 13 de julho de 1917, Nossa Senhora lhes disse: “Para impedir a guerra virei pedir a consagração da Rússia ao meu Imaculado Coração e a Comunhão reparadora nos Primeiros Sábados”.
“Se atenderem a meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz; se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja. Os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas. Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará”, registava Irmã Lúcia, falecida em 2005, nas suas ‘Memórias’.
Ainda nesta aparição teve lugar a visão do inferno e a revelação do sofrimento da Igreja e de um bispo vestido de branco, a trilogia que constitui o chamado Segredo de Fátima.
Em carta dirigida a Pio XII, a 2 de dezembro de 1940, a irmã Lúcia, a mais velha das videntes de Fátima, pedia que fosse atendido o pedido de Nossa Senhora, reafirmado em aparições posteriores na Galiza, para que fosse proclamada a devoção ao Imaculado Coração de Maria e a consagração do mundo, e em especial da Rússia.
Em resposta aos pedidos, este Papa consagrou o mundo e a Igreja ao Imaculado Coração de Maria, a 31 de outubro de 1942, e renovou a consagração da Rússia, a 7 de julho de 1952.
A 21 de novembro de 1964, São Paulo VI renovou a consagração da Rússia ao Imaculado Coração, na presença dos participantes no Concílio Vaticano II.
A 13 de outubro de 2013, o atual Papa consagrou o seu pontificado a Nossa Senhora de Fátima, no Vaticano, diante da imagem da Capelinha das Aparições, transportada excecionalmente para a Praça de São Pedro.
Francisco visitou Fátima a 12 e 13 de maio de 2017, no centenário das Aparições, tendo canonizado os pastorinhos Francisco e Jacinta Marto.
O Santuário de Fátima, através do seu reitor, reagiu ao anúncio do pedido feito pelo Vaticano, esta tarde.
O padre Carlos Cabecinhas refere, numa mensagem em vídeo, que esta “prece pela paz no mundo e, concretamente, pela paz na Ucrânia” é um “ato cheio de significado” e “profundamente ligado a Fátima e à sua Mensagem”.
“Fátima é um lugar onde diariamente se reza pela paz, porque é uma vontade expressa pelo Papa e porque, neste lugar, Nossa Senhora pediu a consagração ao seu Imaculado Coração”, acrescentou.
Viram o nome da chapa única que disputará e vencerá as Eleições da CBF? É: “Pacificação e Purificação do Futebol Brasileiro”.
Purificação???
O candidato único é o atual chefe, Ednaldo Rodrigues.
Os vices-presidentes são: Francisco Novelletto, Fernando Sarney, Antônio Aquino, Marcus Vicente, Reinaldo Carneiro Bastos, Rubens Lopes, Helio Cury e Roberto Góes.
Pacificar, é possível, ou seja: todos estão ganhando uma “boquinha”. Purificação, confesso, ainda não sei. Mas que o nome é curioso, ô se é!
Hoje, um ótimo treino. Valeu!O importante, independente do ritmo, é: mexer-se, fazer qualquer atividade física (monitorando sempre o BPM).Pratique esportes, o corpo agradece.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Caiu a temperatura, hein?
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