Essa é a máxima do movimento slow work: quanto mais flexível for o ambiente profissional, mais produtiva será a equipe.
Natália Martino
Executivo de uma multinacional espanhola, Leonardo Ricciardi, 35 anos, iniciou 2012 como um típico profissional de sucesso. Mas a remuneração alta cobrava seu preço: a diferença de fuso horário com a Espanha fazia seu dia começar às 4h30. Cansado dessa rotina, Ricciardi resolveu trocar de emprego em fevereiro. Hoje gerente de operações de uma empresa de tecnologia no Rio de Janeiro, ele ganha duas vezes menos do que no emprego anterior. Em compensação, trabalha como, quando e onde quer. “Abaixei meu padrão financeiro, mas acompanho o crescimento da minha filha e finalmente vou terminar meu curso de chinês, que adio há seis anos”, diz. Essa flexibilidade é uma das vertentes do slow work, “trabalho lento”. Apesar do nome, especialistas garantem que a estratégia pode aumentar significativamente a produtividade da empresa. “Somos bombardeados com informação o tempo todo e se espera que a resposta seja sempre instantânea, mas a resposta mais rápida nem sempre é a melhor”, disse à ISTOÉ Peter Bacevice, consultor da DEGW, multinacional especializada em melhorias nos ambientes corporativos.
“O conceito de slow work é basicamente facilitar a vida dos empregados”, diz Clara Linhares, professora de gestão de pessoas da Fundação Dom Cabral. A satisfação deles, por sua vez, aumenta seu comprometimento com a empresa e sua produtividade. Para gerar esse contentamento vale tudo que favoreça o florescimento de novas ideias e o equilíbrio da vida profissional e pessoal. Mas as mudanças precisam ser feitas com cuidado. “A dica é incorporar as mudanças aos poucos e depois de muito diálogo com os funcionários”, diz Clara Linhares. Sem pressa e com mais eficiência, como o próprio slow work.
E o Papa Francisco, mesmo com fortes dores no joelho (fato que tem o obrigado a cancelar diversos compromissos) foi à Embaixada da Rússia expressar sua tristeza pela guerra contra a Ucrânia e pedir paz. Lá, se ofereceu para mediar um encontro entre os líderes dos países envolvidos para por fim ao conflito.
Excelente! Um pontífice que não tem medo de lutar pela harmonia entre os povos.
Ex-deputada chegou a fazer postagem em que chamou a liberação da prática, pela Justiça da Colômbia, de “histórica
Ex-deputada Manuela D’Ávila Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
A ex-deputada federal Manuela D’Ávila virou alvo de críticas nas redes sociais após publicar, e em seguida apagar, um tuíte em que comemorava a liberação da prática do aborto em gestações de até 24 semanas na Colômbia. Na postagem, feita na segunda-feira (21), a ex-parlamentar havia classificado a decisão da Justiça colombiana como “histórica”.
– Histórico! O aborto até 24 semanas, um tema de saúde pública, foi aprovado pela Suprema Corte da Colômbia – escreveu Manuela.
Tuíte feito por Manuela D’Ávila Foto: Reprodução/Twitter
Na manhã desta terça-feira (22), usuários no Twitter questionaram a ex-deputada sobre os motivos da postagem ter sido excluída. Nas mensagens, os internautas levantaram a possibilidade de que a decisão de apagar o tuíte poderia ter relação com o fato de 2022 ser um ano eleitoral e de que a parlamentar poderia precisar dos votos de eleitores contrários ao aborto.
SOBRE A LIBERAÇÃO DO ABORTO NA COLÔMBIA O Tribunal Constitucional da Colômbia decidiu, nesta segunda-feira (21), descriminalizar o aborto nas primeiras 24 semanas de gravidez. Com a sentença emitida pela Corte, as mulheres poderão decidir sobre a interrupção da gravidez por qualquer motivo até o sexto mês de gestação, sem serem punidas por isso.
Anteriormente, o aborto só era permitido no país em casos de estupro, se a saúde da mãe estivesse em risco ou quando o feto apresentasse uma má formação que comprometesse a sua sobrevivência, nos moldes do que já é aplicado no Brasil.
A partir de agora, a “conduta do aborto só será punível quando for realizada depois da 24ª semana de gestação”, informou o tribunal. Após os seis meses de gestação, vigoram as condições já fixadas anteriormente pelo tribunal, afirmaram os juízes.
Com a decisão, a Colômbia se tornou o quinto país da América Latina a flexibilizar o acesso ao aborto, que é permitido na Argentina, no Uruguai, em Cuba e na Guiana. No México, é autorizado até 12 semanas em algumas regiões.
Sem dúvida alguma, os times de futebol da Ucrânia entrarão em colapso – seja pelas questões financeiras ou pelas questões esportivo-sociais. Afinal, quem não é ucraniano (e também quem é) quer fugir da guerra que ocorre por lá.
Nunca gostei deste termo, cuja autoria não me lembro, mas que é verdadeira: “guerras têm seu peso na vida das pessoas mas também são oportunidades”. De tal forma, muitos atletas brasileiros desejarão retornar ao nosso país(e até por motivos emocionais, tenderão a jogar por aqui). Das dezenas de jogadores de futebol, alguns jovens: David Neres (ex-SPFC) e Pedrinho (ex-Corinthians) poderão ser repatriados.
Tudo isso, queiramos ou não, é natural. Por mais que tentemos, nunca conseguiremos sentir o desespero de uma pessoa que está com sua esposa e filhos num território em conflito. Não temos esse nível de empatia, pois ninguém de nós vivenciou uma guerra em solo estrangeiro…
Uma amenidade maravilhosa: o relacionamento entre uma gata e uma cachorra!
Até agora não sabemos se é “briga” ou “brincadeira”, mas as duas estão se dando bem no geral.
O curioso é: minha filhota dá um jeitinho de resolver a pendenga, de maneira “não adequada”… Já expliquei que não pode fazer isso num animalzinho, e ela entendeu e até pediu desculpas.
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“– Ó Virgem Maria, carinhosamente chamada de Nossa Senhora das Graças, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, em especial, pelos que não sonham mais e precisam ser firmes na Fé. Amém.“
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Ainda com sono, mas bem disposto na madrugada fresca lá fora.
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. S’imbora correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?