– Suicídios por conta do Excesso de Trabalho, motivados pela invenção do… WhatsApp?

Um dos culpados de “pessoas morrerem por trabalhar demais” (pasmem, isso acontece) pode ser o WhatsApp e outros meios de comunicação!

Duvida?

Compartilho, abaixo, extraído de: http://istoe.com.br/trabalhar-demais-mata/

TRABALHAR DEMAIS MATA

Suicídios por excesso de trabalho alertam para os perigos do estresse profissional. Na Europa, já se discute a diminuição da jornada e a proibição do envio de mensagens por WhatsApp fora do expediente

Matsuri Takahashi tinha 24 anos e havia acabado de se formar na renomada Universidade de Tóquio. Trabalhava há sete meses na Dentsu, a maior empresa de publicidade do Japão, onde cumpria jornadas de até 20 horas diárias sem ter tido uma folga sequer durante esse período. Para a família e os amigos, Matsuri era exemplo do que se espera de uma jovem japonesa de vinte e poucos anos: ela tinha sucesso, dinheiro e trabalhava duro. Para a garota, a realidade mostrava-se bem diferente: frustração, cansaço, estresse, sentimento de incapacidade. Matsuri queria morrer. “Estou física e mentalmente destroçada”, publicou nas redes sociais pouco antes de se jogar da janela do prédio em que vivia. Após longa investigação, o Ministério do Trabalho japonês chegou a um veredicto: a culpa era da empresa. Descobriu-se que, mesmo depois da tragédia, alguns funcionários faziam 80 horas extras por mês – Matsuri chegava a trabalhar 105 horas a mais mensalmente. O caso fez com que o primeiro-ministro Shinzo Abe e a Federação de Negócios do Japão promovessem uma campanha para evitar mais mortes. A partir de fevereiro, será obrigatório que os funcionários deixem os escritórios mais cedo. “Saúde é o equilíbrio entre as diversas dimensões do ser humano: biológica, psíquica e social”, diz o especialista em medicina comportamental da Unifesp, Ricardo Monezi. “Ao desequilibrar uma dessas dimensões, todas as outras são afetadas”.

Dados oficiais mostram que, no Japão, mais de 2 mil pessoas se suicidam anualmente por causa do estresse laboral. O número pode chegar a 10 mil, considerando as doenças provocadas pela dura rotina corporativa. Na China, o país mais populoso do mundo, 600 mil pessoas morrem todos os anos por motivos relacionados ao trabalho. “A visão de que trabalhar muitas horas significa ganhos de produtividade não condiz com a realidade”, diz Anderson Sant’Anna, coordenador do Núcleo de Desenvolvimento de Pessoas e Liderança da Fundação Dom Cabral. “Na era industrial, o trabalho de massa envolvendo movimentos rápidos, intensos e repetitivos mobilizava o corpo, tinha relação com a intensidade”, diz. “Hoje a natureza do trabalho é mais subjetiva, envolvendo as capacidades do cérebro, o que torna mais importante o tempo lógico do que o cronológico”.

O drama não se restringe aos asiáticos. O problema é tão grave que há denúncias de que empresas do segmento automotivo e grandes lojas de varejo de países como Estados Unidos, Tailândia e Honduras obrigam seus funcionários a usar fraldas geriátricas para que não interrompam o trabalho com idas ao banheiro. “A tecnologia avançou muito, mas o nosso corpo, não”, diz Sant’Anna. “O indivíduo perde a noção de humanidade, toma remédios para disfarçar sintomas de doenças e, quando se dá conta, tem um ataque cardíaco aos 40 anos, no ápice da produtividade”.

O PESO DA TECNOLOGIA
O uso excessivo das tecnologias amplifica o problema ao deixar o trabalhador conectado 24 horas por dia. Para combater a prática, países como Alemanha, Holanda e Suécia discutem a diminuição da jornada para 6 horas diárias. Na França, que estabelece um limite de 35 horas semanais de trabalho, entrou em vigor, em janeiro, uma lei que garante aos funcionários o “direito à desconexão do trabalho”. De acordo com as novas regras, toda empresa com mais de 50 empregados deve negociar com sindicatos o envio de mensagens por aplicativos como Whatsapp fora do horário de expediente. Desligar automaticamente os computadores após 8 horas ou ainda apagar as luzes dos escritórios são outras medidas que poderão ser implantadas. “Reduzir a jornada não significa produzir menos”, diz Benedito Nunes, fundador do Instituto Movimento pela Felicidade. “Pessoas adoecidas, entristecidas e estressadas não são produtivas e geram altos custos às empresas quando afastadas por problemas de saúde”.

MORTE Matsuri fazia mais de 100 horas extras por mês. Sufocada, ela se jogou da janela (crédito imagem e matéria no link acima).

– Endrick e a pressão do empresário.

Wagner Ribeiro é o empresário de Endrick, a grande promessa palmeirense. No papel, é o “consultor de carreira” do menino, já que por ter apenas 15 anos, não pode ter agente.

Ele foi o mesmo que levou Robinho ao Real Madrid, Kaká ao Milan e Neymar ao Barcelona. Mas também quem hiper-valorizou Lulinha ao Chelsea, chamou Tiago Luís como “Novo Messi” e disse que Igor Gomes era melhor que Kaká. Também, recentemente, afirmou que Neymar é melhor do que Pelé.

Ele “dá a vida aos seus clientes” – afinal, ganha milhões com eles. Mas exagera, e nisso perde credibilidade e joga uma pressão enorme neles, que se não jogarem realmente como “novos Messi ou novos Cristianos Ronaldos”, sucumbem.

Aliás, Endrick, graças ao empresário, apareceu em 3 capas do Marca, jornal espanhol. Vejam só a última abaixo. É pressão demais ou não?
Imagem extraída de: https://ge.globo.com/futebol/times/palmeiras/noticia/endrick-do-palmeiras-e-capa-de-jornal-espanhol-e-diz-tenho-muito-carinho-pelo-real-madrid.ghtml

– Jelly.

Hora doce!

Hora saborosa!

Hora da… gelatina!

As crianças adoram aqui em casa (e eu também). Fizemos com carinho.

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– Que prova é essa?

Roda pela internet essa prova escolar, abaixo, que é “bem diferente”. Com pesar, não duvido que seja verdadeira (embora não pareça e não desejemos)…

Brincadeira ou realidade? Veja:

– Ah, que dureza é a Fernão Dias…

Por muito tempo eu circulei na Rodovia dos Bandeirantes: 5 faixas, 120 km/h, um “tapete”. Agora, tenho transitado na Rodovia Fernão Dias: 2 faixas, buracos, curvas, excesso de caminhões e velocidade “variante”: uma hora ela tem o limite de 80 km/h, outra 100, depois cai para 90… um horror!

Independente da concessionária, impossível não ter como melhorar a estrada. É uma questão de competência ou de má vontade?

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– A menina que não foi abortada e que fez a diferença!

Viva o direito à vida!!!

Sou contra o aborto, sempre a favor à vida. É um princípio cristão.

Leio que muitas pessoas querem praticar o aborto quando descobrem o triste diagnóstico de microcefalia em seus bebês. Talvez a matéria abaixo (de 2016) possa fazer com que se reflita melhor.

Abaixo, extraído de: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/bbc/2016/02/01/sou-plena-feliz-e-existo-porque-minha-mae-nao-optou-pelo-aborto-diz-jornalista-com-microcefalia.htm?cmpid=tw-uolnot

‘SOU PLENA, FELIZ E EXISTO PORQUE MINHA MÃE NÃO OPTOU PELO ABORTO’, DIZ JORNALISTA COM MICROCEFALIA

Ana Carolina Cáceres, de 24 anos, moradora de Campo Grande (MS), desafiou todos os limites da microcefalia previstos por médicos. Eles esperavam que ela não sobrevivesse. Hoje, Ana tem 24 anos. Neste depoimento, ela defende uma discussão informada sobre o aborto.

“Quando li a reportagem sobre a ação que pede a liberação do aborto em caso de microcefalia no Supremo Tribunal Federal (STF), levei para o lado pessoal. Me senti ofendida. Me senti atacada.

No dia em que nasci, o médico falou que eu não teria nenhuma chance de sobreviver. Tenho microcefalia, meu crânio é menor que a média. O doutor falou: ‘ela não vai andar, não vai falar e, com o tempo, entrará em um estado vegetativo até morrer’.

Ele – como muita gente hoje – estava errado.

Meu pai conta que comecei a andar de repente. Com um aninho, vi um cachorro passando e levantei para ir atrás dele. Cresci, fui à escola, me formei e entrei na universidade. Hoje eu sou jornalista e escrevo em um blog.

Escolhi este curso para dar voz a pessoas que, como eu, não se sentem representadas. Queria ser uma porta-voz da microcefalia e, como projeto final de curso, escrevi um livro sobre minha vida e a de outras 5 pessoas com esta síndrome (microcefalia não é doença, tá? É síndrome!).

Com a explosão de casos no Brasil, a necessidade de informação é ainda mais importante e tem muita gente precisando superar preconceitos e se informar mais. O ministro da Saúde, por exemplo. Ele disse que o Brasil terá uma ‘geração de sequelados’ por causa da microcefalia.

Se estivesse na frente dele, eu diria: ‘Meu filho, mais sequelada que a sua frase não dá para ser, não’.

Porque a microcefalia é uma caixinha de surpresas. Pode haver problemas mais sérios, ou não. Acho que quem opta pelo aborto não dá nem chance de a criança vingar e sobreviver, como aconteceu comigo e com tanta gente que trabalha, estuda, faz coisas normais – e tem microcefalia.

As mães dessas pessoas não optaram pelo aborto. É por isso que nós existimos.

Não é fácil, claro. Tudo na nossa casa foi uma batalha. Somos uma família humilde, meu pai é técnico de laboratório e estava desempregado quando nasci. Minha mãe, assistente de enfermagem, trabalhava num hospital, e graças a isso nós tínhamos plano de saúde.

A gente corta custos, economiza, não gasta com bobeira. Nossa casa teve que esperar para ser terminada: uma parte foi levantada com terra da rua para economizar e até hoje tem lugares onde não dá para pregar um quadro, porque a parede desmancha.

O plano cobriu algumas coisas, como o parto, mas outros exames não eram cobertos e eram muito caros. A família inteira se reuniu – tio, tia, gente de um lado e do outro, e cada um deu o que podia para conseguir o dinheiro e custear testes e cirurgias.

No total, foram cinco operações. A primeira com nove dias de vida, para correção da face, porque eu tinha um afundamento e por causa dele não respirava.

Durante toda a infância também tive convulsões. É algo que todo portador de microcefalia vai ter – mas, calma, tem remédios que controlam. Eu tomava Gardenal e Tegretol até os 12 anos – depois nunca mais precisei (e hoje sei até tocar violino!).

Depois da raiva, lendo a reportagem com mais calma, vi que o projeto que vai ao Supremo não se resume ao aborto. Eles querem que o governo erradique o mosquito, dê mais condições para as mães que têm filhos como eu e que tenha uma política sexual mais ampla – desde distribuição de camisinhas até o aborto.

Isso me acalmou. Eu acredito que o aborto sozinho resolveria só paliativamente o problema e sei que o mais importante é tratamento: acompanhamento psicológico, fisioterapia e neurologia. Tudo desde o nascimento.

Também sei que a microcefalia pode trazer consequências mais graves do que as que eu tive e sei que nem todo mundo vai ter a vida que eu tenho.

Então, o que recomendo às mães que estão vivendo esse momento é calma. Não se desespere, microcefalia é um nome feio, mas não é esse bicho de sete cabeças, não.

Façam o pré-natal direitinho e procurem sobretudo um neurologista, de preferência antes de o bebê nascer. Procurem conhecer outras mães e crianças com microcefalia. No próprio Facebook há dois grupos de mães que têm um, dois, até três filhos assim e trabalham todos os dias tranquilas, sem dificuldade.

Caso o projeto de aborto seja aprovado, mas houver em paralelo assistência para a mãe e garantia de direitos depois de nascer, tenho certeza que a segunda opção vai vencer.

Se ainda assim houver pais que preferirem abortar, não posso interferir. Acho que a escolha é deles. Só não dá para fazê-la sem o mais importante: informação.

Quanto mais, melhor. Sempre. É o que me levou ao jornalismo, a conseguir este espaço na BBC e a ser tudo o que eu sou hoje: uma mulher plena e feliz.”

*Este depoimento é resultado de uma conversa entre o repórter da BBC Brasil Ricardo Senra e Ana Carolina Cáceres. E começou com um comentário da jovem no perfil da BBC Brasil no Facebook.

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– Relax no Ibiraquera.

Uma manhã gostosa! Depois de compromissos em Sampa, um passeio no Parque do Ibiraquera.

Com esses sorrisos e esse lugar, pode estar nublado que ainda assim tudo estará bonito!

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– Brasil 4×0 Paraguai: dá para ser ofensivo, né Tite?

Uma ótima atuação da Seleção Brasileira contra o Paraguai (que cá entre nós: é uma Seleção bem fraquinha nesse momento). Embora o adversário fosse fácil, o Brasil fez a sua parte.

Duas coisas:

1- Dá para jogar sem depender de Neymar.

2- Dá para jogar bonito. Ou bem. Ou melhor do que vinha antes.

A questão é: foi uma “excepcionalidade” a qualidade de ontem ou poderemos ver mais atuações como essa?

Imagem extraída de Google Esportes.

– Fotografar é um prazer!

🌄 Recordando…

🇺🇸 An extremely beautiful dawn in Porto de Galinhas, beach of Brazil. Cheer the nature!

🇧🇷 Um amanhecer extremamente bonito em Porto de Galinhas, litoral do Brasil. Viva a natureza!

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– Bom dia, 4a feira (post 4 de 4).

🌅 Desperte, Bragança Paulista. Que a quarta-feira possa valer a pena! E há de valer, creiamos nisso.

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– Bom dia, 4a feira (post 3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas roseiras.

Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

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– Bom dia, 4a feira (post 2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, carinhosamente chamada de Nossa Senhora Aparecida, rogai por nós que recorremos a vós – especialmente pelos que buscam equilíbrio emocional. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

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– Bom dia, 4a feira (post 1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Animados para mais um bom dia de vida? Todos caindo da cama?

Não importa se está molhado. Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

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